Ac a Linguis ica Li uanica
2026, ol. 94, p. 1 a 12
Ligação de con eúdos Tu inio nuo oda
ISSN 2669-218X (online elek oninis) (em inglês)
Di ei os au o ais © 2026 A u Gałkowski. Publicado pelo Ins i u o da Língua Li uana. Es e é um a igo de
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Recebido po : Gau a: 2026-04-29. Acei o: P iim a: 2026-06-02. 1
TERMINOLOGIA ONOMÁSTICA: en e o igo sis émico e
P oli e ação descon olada
Onomas inė e minologija: a p sis eminio g iež umo i ne a žomo pli imo
A hu Galkowski (em inglês)
Ins i u o de Es udos Românicos, Faculdade de Filologia, Uni e sidade de Lodz
E-mail: [e-mail p o egido]
ORCID ID: h ps://o cid.o g/0000-0003-2471-0886 Campos de pesquisa: linguís ica i aliana, ancesa e
esla a, onomás ica, c oma onomás ica, e minologia onomás ica, eo ia onomás ica, lexicologia,
glo odidá ica.
h ps: doi.o g/10.35321/all94-04 (em inglês)
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Resumo das conclusões
Es e a igo examina a e minologia onomás ica con empo ânea, concen ando-se na coexis ência da coe ência
sis emá ica e na c escen e p oli e ação e minológica. Analisa as es a égias linguís icas subjacen es à
o mação de e mos (me a)onomás icos adicionais e eme gen es, dis inguindo en e neologismos
mono emá icos e o mações sin agmá icas desc i i as. P es a-se especial a enção à ci culação de e mos em
onomás ica, ou as subdisciplinas linguís icas e domínios aplicados a a és do mecanismo de ans e ência
in e disciplina . Baseando-se em exemplos selecionados da p á ica e minológica ecen e, incluindo p opos as
documen adas em dicioná ios onomás icos con empo âneos e publicações acadêmicas, o es udo examina
c i icamen e a p oli e ação de e mos neológicos, mui os dos quais são ca ac e izados po inconsis ência o mal,
aca mo i ação p agmá ica e anspa ência comunica i a limi ada. A gumen a-se que a neologização excessi a e
insu icien emen e jus i icada, incluindo a agmen ação da e minologia aplicada a ca ego ias al amen e
indi idualizadas de obje os nomeados, pode esul a em ambiguidade concei ual, in lação e minológica e edução
da iabilidade me odológica. Em con as e, os e mos desc i i os e es u u almen e anspa en es mos am
o nece maio cla eza, in e p e abilidade e adequação uncional. O a igo p ocu a, po an o, delinea os limi es
da c ia i idade e minológica na onomás ica, en a izando a impo ância da disciplina concei ual, da consis ência
in e linguís ica e do alinhamen o com os pad ões in e nacionalmen e econhecidos de e minologia cien í ica.
Pala as-cha e: e minologia onomás ica, e mos me aonomás icos, p oli e ação e minológica, ans e ência
in e disciplina , neologização, no malização e minológica, es a égias linguís icas.
ANOTACIJA Šiame s aipsnyje ap a iama daba inė onomas ikos e minologija, daugiausia dėmesio ski ian
sis eminės da nos i is didėjančios e minologinės gausos koegzis a imui. Jame analizuojamos ling is inės
s a egijos, lemiančios adicinių i naujų (me a)onomas ikos e minų o ma imąsi, a ski ian mono eminius
neologizmus nuo ap ašomųjų sin agminių s uk ū ų. Ypa ingas dėmesys ski iamas e minų sklaidai onomas ikoje,
ki ose kalbos mokslų i aikomosiose s i yse pasi elkian a ps i inio pe da imo mechanizmą. Remian is pasi ink ais
naujausios e minologinės p ak ikos pa yzdžiais, už iksuo ais daba iniuose onomas ikos žodynuose i mokslinėse
publikacijose, šiame y ime k i iškai ap a iamas neologizmų pli imas, ku ių daugumai būdingas o malus
nenuoseklumas, silpna p agma inė mo y acija i ibo as komunikacinis skaid umas. Teigiama, kad pe nelyg dažnas i
nepakankamai pag įs as naujada ų kū imas, įskai an e minijos, aikomos ypač indi idualizuo oms į a dy ų
objek ų ka ego ijoms, gali sukel i są okų d ip asmiškumą, e minologijos išplė imą i sumažin i me odologinį
pa ikimumą. P iešingai, į ody a, kad ap ašomieji i s uk ū iškai aiškūs e minai už ik ina didesnį aiškumą,
sup an amumą i unkcinį inkamumą. Po an o, nes e a igo p e ende-se de ini a e minologia do c ia i idade
2
ibas onomas ikoje, pab ėžian są okų nuoseklumo, a pkalbinio sude inamumo i a p au iniu mas u p ipažin ų
mokslinės e minijos s anda ų a i ik ies s a bą. ESMINIAI ŽODŽIAI: onomas inė e minologija, me aonomas iniai
e minai, e minijos p oli e acija, a ps i inis pe kėlimas, neologiza imas, e minijos s anda iza imas,
ling is inės s a egijos.
INTRODUÇÃO
A e minologia onomás ica desen ol e-se ac ualmen e num es ado de ensão en e a
necessidade de coe ência sis émica e a c escen e endência pa a a p oli e ação
descon olada de no os e mos. Embo a a c iação de no os e mos e li a o c escimen o
dinâmico da pesquisa onomás ica e sua dimensão in e disciplina , ambém le an a ques ões
essenciais em elação à cla eza concei ual, consis ência me odológica e anspa ência
comunica i a da e minologia onomás ica em con ex os indi iduais, in e linguís icos e
mul icul u ais ( e Zgus a 1995; Š ámek 2003; Wolnicz-Pawłowska 2016; Odaloš 2018; 2022; Bijak 2019; Gałkowski)
2024; 2025).
O p incipal obje i o des e a igo é examina os mecanismos de o mação de e mos na
onomás ica con empo ânea e a alia a adequação uncional, a mo i ação acional e a legi imidade
cien í ica da e minologia onomás ica. A gumen a-se que, embo a a ino ação e minológica
cons i ua um aspec o ine en e e necessá io do desen ol imen o dos es udos onomás icos, a sua
p oli e ação excessi a ou insu icien emen e undamen ada pode conduzi a ambiguidade
concei ual, agmen ação e minológica e um en aquecimen o do igo me odológico. As
descobe as baseiam-se em um co pus de e mos onomás icos que o am cole ados com base em
seus pad ões de o mação de pala as, nos domínios em que são usados e na medida em que sua
in odução a ende a uma necessidade cien í ica iden i icá el. A abo dagem de pesquisa combina
1
análise lexicológica com uma pe spec i a semân ica e p agmá ica que conside a a es u u a
in e na dos e mos e seu papel na comunicação onomás ica e acadêmica mais ampla (c . Ha alík,
Valen o á 2018: 55[…]56). P es a-se especial a enção à dis inção en e neologismos mono emá icos
e o mações sin agmá icas desc i i as, bem como à in luência dos ecu sos linguís icos
clássicos e não clássicos na c iação de e mos. O es udo con ibui pa a de ini os limi es da
c ia i idade e minológica na onomás ica, pa icula men e quando a neologização é
desnecessá ia, mal jus i icada ou concei ualmen e ins á el. O es udo abo da ambém a
necessidade de con e a e minologia excessi amen e agmen ada de conjun os de nomes
du idosos que se e e em a ca ego ias al amen e especí icas de obje os, po exemplo,
di e en es ipos de zoonímes a ibuídos a ce as espécies de animais e inse os ou ideônimos
al amen e especula i os que se e e em a á ios p odu os a ís icos e de mídia. Ao azê-lo, o
es udo p e ende p omo e uma abo dagem mais equilib ada e c í ica pa a o desen ol imen o e
a aliação da e minologia onomás ica.
1. TERMINOLOGIA ONOMÁSTICA Como pa e da LINGUÍSTICA E
Inqué i o cogni i o
Uma ez es abelecida e adap ada às eo ias e mé odos em e olução no es udo de nomes p óp ios e p ocessos de
nomeação, a e minologia onomás ica cons i ui um campo cien í ico ela i amen e au ônomo, enquan o
pe manece uma pa e in eg al da e minologia linguís ica em p incípio (c . Wolnicz-Pawłowska, 2016, p. 38).
Consequen emen e, pode se examinado no âmbi o da linguís ica e seus p incipais amos analí icos, bem como,
a é ce o pon o, o es udo baseia-se em glossá ios e dicioná ios onomás icos e quase onomás icos selecionados,
1
incluindo G undbeg i e de Namenkunde (GDN 1964); Lexique des e mes u iles à l'é ude des noms de lieux (LNTU
1975); Slo enská onomas icologie (SNTU 2014), Te minologie onomas icologica (TON 2018), An alphabe ical Guide o he
Uk ainian Language o Key Names (ERDN 2020), A Dic iona y o Onomas ic Te minology (DU 1996), Slo enská
onomas ic e minology (SNTU 2014), e ou as on es e minológicas ecen es.
3
seus domínios eó icos. Como qualque ou o e mo, um e mo onomás ico é uma unidade léxica,
que a ia de uma única pala a a uma exp essão de á ias pala as ou es u u a sin agmá ica,
ealizada no uso da linguagem. Po an o, ele se enquad a no escopo da in es igação linguís ica e
suas subdisciplinas, incluindo lexicologia, semân ica, p agmá ica e linguís ica cogni i a. Um
de e minado e mo onomás ico, como gephy onym (< G . γεφύρα gephý a […]b idge[…]), usado pa a
deno a os nomes p óp ios de pon es, pode codi ica e ansmi i conhecimen o sob e o mundo.
Pode indica a exis ência de um ipo pa icula de obje o onímico iden i icado po nomes p óp ios
(Š ámek 2003). Do pon o de is a onomás ico, linguís ico e cul u al, ais obje os podem jus i ica a
in odução de e mos (me a) onomás icos dis in os (Gałkowski 2021). No en an o, exis em ou as
pe spec i as, incluindo a opinião de que "os ipos de nomes p óp ios de em se de inidos
p incipalmen e com base nas p op iedades dos p óp ios nomes, em ez dos obje os que eles deno am" (Włoskowicz)
2018: 94
2
).
2.TRANSFERENÇAS INTERDISCIPLINARES E A EXPANSIÃO
Te minologia onomás ica
A abo dagem ado ada aqui baseia-se na suposição de que os nomes p óp ios cons i uem um obje o
ele an e de in es igação em p a icamen e odos os amos adicionais e con empo âneos da
linguís ica. Isso ab ange domínios analí icos cen ais, es endendo-se a á eas mais aplicadas da
pesquisa linguís ica, como sociolingüís ica, psicolingüís ica, glo odidá ica, es udos de adução e
linguís ica de co pus. Es e úl imo des aca no a elmen e o escopo mais amplo, o po encial e as
necessidades de pesquisa da onomás ica. Quando examinados den o de con ex os discu si os,
ex uais ou cul u ais especí icos, os nomes p óp ios exigem es u u as analí icas e es a égias
me odológicas que são ine en emen e in e disciplina es e, po an o, mais complexas. Seu escopo
anscende as humanidades pa a ab ange ou as disciplinas cien í icas e campos de aplicação. A
e minologia onomás ica se p es a à compa ação com a e minologia de ciências mais o ien adas a
obje os, como aquelas que desc e em ca ac e ís icas geog á icas, que são designadas po
nomes gené icos e p óp ios. O subs an i o comum io, po exemplo, quando conside ado como uma
designação isiog á ica, pode se examinado ao lado de nomes p óp ios como Ne is ou Vilija, que
ope am den o do hid onomas icon li uano como po amonyms (< G . ποταμός po amós < i e >),
especi icamen e no campo da hid onomás ica (c . Hladký 2022: 322 […] 323). Da mesma o ma, o e mo
espécie de ca alho, a es ado em odas as línguas e ep esen ado po á ias o mas na
e minologia bo ânica, encon a sua con apa e onomás ica no nome p óp io Ba ek, que designa
um ca alho especí ico econhecido como monumen o na u al na egião de Świę ok zyskie, na
Polônia. Do pon o de is a onomás ico, es e nome exempli ica a ansonimização dean oponímica
e pe ence à classe dos dend onimos (< G . δένδρον dénd on ‘ ee), ou seja,
3
Nomes p óp ios a ibuídos a á o es indi iduais na paisagem na u al (c . Bijak 2020: 75). Em
e mos de opog a ia e, mais amplamen e, de domínios cul u ais, podem se conside ados os
nume osos e mos de i ados da abo dagem geog á ica e geológica desen ol ida po Hen i
Do ion e Jean Poi ie no seu glossá io ancês de e mos ú eis pa a nomes de luga es
(LTUENL 1975). Es e abalho pode se is o como um pon o de e e ência p ecoce e in luen e
pa a a no a e minologia onomás ica, como e le ido em compendios lexicog á icos
subsequen es em países esla os o ien ais e do sul ( e , po exemplo, EBO 2010; SUOT 2012; c .
STSNG 2014). Uma análise de on es, documen os e glossá ios emá icos suge e que a
inco po ação de e mos não-onomás icos na onomás ica no sen ido es i o, seguida de sua
alidação cien í ica, não é incomum. Po ou o lado, nume osos e mos onomás icos
econhecidos o am e con inuam a se ado ados po ou as disciplinas e domínios não cien í icos.
2
T aduzido do polonês pelo au o .
3
A ansonimização dean oponímica e e e-se ao p ocesso pelo qual um nome pessoal, uma de suas a ian es ou um
de seus p incipais componen es é ans e ido pa a ou a ca ego ia onomás ica e, pos e io men e, designa um ipo
di e en e de obje o nomeado.
4
Es es p ocessos são espon âneos e na u ais. Na e dade, a onomás ica não em um manda o
exclusi o pa a egula ques ões de nomeação. Em domínios não cien í icos, qualque al
alegação se ia em g ande pa e incomp eensí el, pa icula men e em con ex os em que a
4
e minologia "pa a-onomás ica" é o inei amen e usada pa a nomea ou codi ica á ios
p odu os indus iais, ou em p á icas pseudocien í icas como a "onomancia", que a ibui o igens
pu a i as e alo es psicológicos subje i os aos nomes pessoais.
2.1 Nomeação come cial e onomás ica aplicada: um caso de in luência
ecíp oca
A na u eza in e disciplina dos nomes come ciais (ma cas come ciais de pala as) a aiu a a enção
de onomas icianos, linguis as e ou os especialis as po á ias décadas ( e Sjöblom 2014). Embo a
es a á ea pa eça um pouco dis an e da onomás ica no sen ido básico, con inua a se um assun o de
in e esse con ínuo pa a a onomás ica e, po ex ensão, pa a o ma ke ing, pa icula men e no que
diz espei o à egulamen ação adminis a i a dos p ocessos de nomeação. Na onomás ica, ou mais
p ecisamen e, na c oma onomás ica, os nomes come ciais a ibuídos a p odu os, p odu o es ou
en idades emp esa iais são conside ados p agmonímicos ou p agmonímicos (< G . πργμα p agma
[…] hing, objec , ac i i y[…]) ou e gonímicos (< G . ργον e gon […]wo k[…]) e, a um ní el mais ge al,
como ch ema onímicos ou ma konímicos de ma ke ing (< Ge m. ma k […]), e e indo-se a ma cas.
Uma ma ca é en endida como uma ma ca dis in i a associada a uma de e minada en idade económica
5
e ao seu p op ie á io. Po conseguin e, é p o egido como um bem subs ancial e in elec ual,
inco po ando elemen os linguís icos, g á icos e, po ezes, mul isenso iais. 2.2.Na u eza dual da
e minologia onomás ica: domínios es i os e não es i os A classi icação básica da e minologia
onomás ica adicional e eme gen e é moldada pelas es a égias linguís icas emp egadas na sua
o mação e baseia-se no seu ca á e dual. Po um lado, há uma e minologia es i a especí ica pa a
a pesquisa onomás ica e seus obje os de es udo. Po ou o lado, a e minologia não es i a é de
na u eza in e disciplina e in luenciada po ou as disciplinas, bem como po enômenos cul u ais e
na u ais. Ele se e an o pa a desc e e di e sos domínios de conhecimen o quan o pa a
unciona como um ins umen o cogni i o na concei uação e in e p e ação de enômenos na u ais
e cul u ais. Mesmo o e mo onomás ico mais es i amen e de inido e seu concei o subjacen e
podem se assumidos como endo aplicações não es i as e in e disciplina es e ice- e sa. Po
exemplo, o e mo hodonym (< G . ὁδός hodós ‘pa h) é usado não apenas em onomás ica, mas ambém
em ce os con ex os in aes u u ais. Da mesma o ma, o e mo poe onimo (< G . ποιητός poiē os
<c eado, p oduzido<) o iginou-se nos es udos li e á ios e oi pos e io men e ado ado pela
onomás ica li e á ia e, em pa alelo, po ou os amos da onomás ica em que o po encial c ia i o dos
nomes é aplicado. Tais desen ol imen os le a am ao su gimen o de ca ego ias mais especializadas
de nomes p óp ios li e á ios den o de domínios cul u ais especí icos, incluindo o mações como
an opoe onimos, opopoe onimos, mi opoe onimos, eopoe onimos e zoopoe onimos.
(c . G a 2020: 125).
4
A e minologia pa a-onomás ica comp eende concei os e e mos si uados na pe i e ia da in es igação
onomás ica. Ab ange noções in e disciplina es ele an es pa a o es udo de nomes, bem como cons uções
especula i as, não-pad ão ou cien i icamen e in undadas que imi am a concei uação onomás ica, enquan o
pe manecem sepa adas dos undamen os eó icos e me odológicos es abelecidos.
5
Pa a mais in o mações sob e o e mo ma konym e seus equi alen es ou a ian es (po exemplo, i monyms ou logonyms), consul e
A. Gałkowski (2022).
5
3. Es a égias linguís icas do e mo me aonomás ico
Fo mação: neologismos mono emá icos e desc i i os
Modelos
T ês g upos p incipais de écnicas o ma i as podem se dis inguidos en e as es a égias
linguís icas subjacen es à e minologia onomás ica es i a e não es i a, com especial a enção
às o mações me aonomás icas. Es es são os que pe mi em a iden i icação e minológica de
"nomes de nomes", "nomes de coleções de nomes" e "nomes de subdi isões de es udos
onomás icos".
G upo 1 - Fo mação de e mos mono emá icos (sin é icos) con encionais de aco do com os
p incípios es abelecidos de o mação de e mos onomás icos (p. ex., limnonimo, limnonimia,
limnonomás ica; limnonímico e limnonomás ico < G . λίμνη ‘nē límlake). G upo 2 A o mação de
e mos desc i i os den o de um modelo poli emá ico (analí ico) nominal (em inglês,
ipicamen e: classe de obje os onímicos + nome/denominação, ou nome/denominação + de +
classe de obje os onímicos). Es e pad ão em ealizações análogas em di e en es línguas.
Exemplos incluem Ing. nomes de lagos ou nomes de lagos = Pol. Nazwy jezio = Li h. eže ų
pa adinimai, e c. Um pad ão elacionado é ep esen ado po cons uções que consis em em
um e mo-cha e, como onímia, an oponímia, oponímia, u banímia, e c., seguido de um
complemen o, po exemplo, Eng. u banímia de Vilnius = Pol. U banonímia
Wilna = Li h. Vilniaus u banonimija. (em inglês)
G upo 3 - A o mação de e mos desc i i os den o de um modelo sin agmá ico adje i o
( e mo-cha e: onimo, onímia ou onomás ica + adje i o elacional). O adje i o pode deno a uma
classe de obje os onímicos ou indica uma e e ência espacial, empo al, his ó ica, cul u al,
linguís ica ou discu si a. Exemplos incluem nomes li uanos, onímia li uana e
Onomás ica li uana.
O g upo 1 ep esen a um ipo de neologismo de uma única pala a baseado na composição,
ipicamen e en ol endo dois componen es léxicos ou o man es, e mais a amen e ês. Po
exemplo, o hagionim compos o de dois elemen os (< G . γιος hágios ‘sain ) pode se analisado
como hagio + onym, enquan o o hagio oponim compos o de ês elemen os consis e em hagio +
opo + onym. No úl imo caso, ambém é possí el in e p e a a es u u a como um compos o de
dois elemen os: hagio + opônimo.
O componen e inicial ge almen e unciona como um p e ixo com um papel seman icamen e
de e mina i o e dis in i o. No en an o, o segundo componen e não pode se classi icado como
um su ixo no sen ido adicional, apesa de exibi ce as p op iedades semelhan es a su ixos.
Ao c ia e mos me aonomás icos neológicos, os o man es cons i uin es êm um s a us
mo ológico complexo, combinando componen es a ixais e emá icos […] em ou as pala as,
uncionam como elemen os ligados e caules.
Os nume osos e mos iden i icados no G upo 1 cons i uem um ese a ó io subs ancial de
o mações écnicas especializadas. No en an o, a ques ão não é apenas sua quan idade, mas
ambém sua qualidade, como e idenciado pela p esença de duplos e iplos baseados em la im,
g ego e, ocasionalmen e, em ou as on es linguís icas. Es a a iação di icul a a uni icação
e minológica an o a ní el nacional como in e nacional.
Essas o mações o necem exemplos no á eis de ino ação léxica, mui as ezes deco en es de
en a i as indi iduais de cunha no os e mos. Uma ez in oduzidos no discu so acadêmico, eles
endem a pe sis i e ci cula além dos limi es imedia os da pesquisa onomás ica. Tais enômenos
são ilus ados po duplicados na e minologia onomás ica polonesa, po exemplo, speleonim (< G .
σπήλαιον splaion […]ca e, ca e n[…]) e * kawonim [sic!] (< La . ca us, ca a […]ca e[…]), que ambos se
e e em a nomes de ca e nas. Ou o exemplo polonês é o pa hodonim e *wianim, que deno a
nomes de o as em espaços u banos e u ais. O e mo *wianim (< La . ia […] oad[…] ou
[…]s ee […]) ende a se associado a á eas ex a-u banas, como mon anhas
6
Caminhos. Os igêmeos ambém podem se obse ados na e minologia in e nacional. Po
6
exemplo, a designação de nomes de aldeias inclui comônimo (< G . κώμη kmē ‘aldeia), icônimo
(< La . icus ‘aldeia) e u ônimo (< La . us ‘aldeia, u alis ‘ u al). Os g upos […]2[…] e […]3[…],
po sua ez, comp eendem o mações aseológicas de á ias pala as consis indo em dois
ou mais elemen os. No malmen e, um desses unções como um e mo onomás ico-cha e, ou
seja, um elemen o pi ô ambém p esen e nos compos os do G upo |1|, incluindo nome,
denominação, onimo, onímia ou onomás ica. Os elemen os es an es a uam como
modi icado es semân icos, de inindo o escopo de ca ego ias e minológicas e concei uais
ele an es, po exemplo, nomes de cidades li uanas ou hid onímia bal osla a.
4. Os limi es da e minologia onomás ica e dos seus
Dimensões uncionais e semân icas
Uma objecção po encial diz espei o a e mos que especi icam domínios de e e ência
pa icula es, como o e i ó io, o âmbi o empo al, as ca ac e ís icas de indi íduos ou
comunidades sociais e as ca ac e ís icas linguís icas o mais. No caso dos g upos […]2[…] e
[…]3[…], os e mos desc i i os endem a e um âmbi o mais limi ado. Is o le an a a ques ão de
sabe se o seu es a u o e minológico é mais aco do que o das exp essões desc i i as mais
ge ais ou das o mas gene alizan es de uma única pala a ca ac e ís icas do g upo […]1[…],
simplesmen e po que con êm elemen os a ibu i os que especi icam a sua e e ência.
Es a ques ão e ó ica pode ia p o oca e lexões mais amplas sob e o escopo da e minologia
onomás ica e cien í ica (c . Włoskowicz 2018). Embo a as o mas es u u ais de um conjun o de
e mos sejam ela i amen e áceis de iden i ica , de ini seus limi es e con eúdo concei ual é
conside a elmen e mais di ícil. Pode se econhecida uma zona de ansição ou de on ei a, que
pode inclui nomes de in aes u u as u banas ou ex au banas, como pon es ou úneis. Embo a
mui as ezes classi icados como hodônimos, eles pe manecem e minologicamen e ins á eis. As
ca ego ias co esponden es nem semp e são consis en emen e dis inguidas den o dos
sis emas onomá icos, colocando-as na in e ace en e classi icações es abelecidas e suas
a ian es modi icadas. Vale a pena salien a que es e ipo de ca ego ização e minológica, que
depende da ipologia na u al ou cul u al dos e e en es, e le e a zona limi e ou in e média da
e minologia onomás ica e, ao mesmo empo, e ela ca ac e ís icas essenciais dos nomes
p óp ios. Embo a o s a us p óp io de um nome dado possa às ezes se discu í el, a exis ência do
obje o onímico co esponden e es á além de dú ida. Em p incípio, qualque en idade angí el ou
in angí el, incluindo as imaginá ias, pode se designada po um nome p óp io. Consequen emen e,
os nomes dessas en idades o nam-se obje os de in e esse onomás ico, mo i ando a busca de
soluções de ca ego ização ap op iadas den o da e minologia onomás ica. A gama de e mos
onomás icos es abelecidos e eme gen es cons i ui o ocabulá io do que pode se chamado de
"linguagem onomás ica": a ede e minológica especí ica pa a os á ios amos do discu so
onomás ico. Es e discu so em uma capacidade signi ica i a de c escimen o e abso ção de
e minologia, o que a e a di e amen e a cla eza e a e icácia dos ex os onomás icos e
não-onomás icos. Embo a a elabo ação e minológica possa melho a a p ecisão desc i i a, a
p oli e ação excessi a pode eduzi a anspa ência e impedi uma comp eensão mais ampla.
5. READABILIDADE, PRESTIGEM CIENTÍFICA e a ilusão de
SOPHISTICAÇÃO TERMINOLÓGICA
Os e mos o mados de aco do com os modelos dos G upos |2| e |3| êm ge almen e um
maio g au de legibilidade e cla eza do que as o mações neológicas do G upo |1|. O
6
Ambos os e mos, *kawonim e *wianim, são incomuns (a es ados em Mazu ski 2015). Es e úl imo, em pa icula , é
uma o mação híb ida insu icien emen e jus i icada que man ém apenas o segmen o -nim (= -nym) do elemen o
onim (= onym), que é anexado à base la ina ia.
7
Es es úl imos mui as ezes c iam a imp essão de so is icação cien í ica e, po ex ensão,
aumen am a impo ância pe cebida dos obje os sujei os a nomeação ou a ou os p ocessos
onomás icos. 5.1 P oli e ação pseudo-onomás ica: neologização excessi a e ca ego ização
p oblemá ica
A ques ão da neologização excessi a e descon olada na e minologia onomás ica
con empo ânea é pa icula men e e iden e na zoonomás ica, onde os in en á ios
e minológicos mui as ezes se expandem mais ápido do que podem se empi icamen e e
uncionalmen e jus i icados. Es a endência apa ece nas en a i as lexicog á icas de
ca ego iza nomes p óp ios elacionados a animais com p ecisão c escen e.
Um glossá io ecen e de e minologia onomás ica uc aniana po Olena Ka penko e Vale iia
Nekleso a (DUOT 2024) en a em uma ampla gama de e mos zoonomás icos, mui os dos quais
são de u ilidade ques ioná el e alo discu si o. Ao mesmo empo, alguns desses e mos
baseiam-se em en a i as an e io es de in oduzi a e minologia zoonomás ica na
onomás ica uc aniana e esla a ( e SUOT 2012) e co espondem a ca ego ias econhecidas
den o da disciplina, po exemplo, au ônimo "nome de um ou o" e hipônimo "nome de um
ca alo", ambos amplamen e acei os e uncionalmen e jus i icados.
7
Ou as o mações, incluindo * aconym […]nome de uma aca[…] e *cap onym ou *caponym [sic!]
[…]nome de uma cab a[…], es endem es e modelo com di e en es g aus de consis ência. Es a
endência diz espei o ambém a concei os como * ulponim […]nome de uma aposa[…],
* ig onym […]nome de um ig e[…], *psi aconym […]nome de um pássa o[…] ou es udonym
[…]nome de uma a a uga[…] (DUOT 2024: s. .). Eles le an am ques ões sob e seu escopo e
jus i icação uncional. Alguns desses e mos p o a elmen e o am c iados pa a deno a
conjun os de nomes a ibuídos a animais man idos em ambien es domés icos ou con olados.
Em ou os casos, como com o * e mi ônimo "nome de um e mi e ou o miga", *muskonym
[sic!] "nome de uma mosca" ou *a achnonym "nome de uma a anha" (DUOT 2024: s. .), a base
empí ica e a aplicabilidade eal pe manecem insu icien emen e comp o adas. Mais
p ecisamen e, es a discussão não abo da nomes axonômicos de espécies. Es es são
ge almen e incluídos em ca ego ias léxicas mais amplas. Exemplos de nomeação de inse os
(c . * insec onym), en e eles cupins, o migas, moscas e a anhas, pa ecem se a os e
dependen es do con ex o, oco endo p incipalmen e em p oduções de mídia e ex os li e á ios.
Embo a enômenos des e ipo possam às ezes se is os como ma ginais ou anedó icos, sua
ep esen ação em DUOT (2024) apon a pa a uma endência sis emá ica em ez de oco ências
isoladas. Mui os dos e mos p opos os esul am de p ocessos de o mação léxica
insu icien emen e con olados, pa icula men e nos casos en ol endo o uso e a adap ação de
o man es g egos ou la inos, que nem semp e são aplicados de o ma coe en e ou
linguis icamen e bem mo i ada.
A p oli e ação des e ipo de e minologia pseudo-onomás ica pode e consequências
nega i as pa a a onomás ica, a linguís ica e o domínio mais amplo do discu so cien í ico.
In oduz inconsis ências e p ejudica a anspa ência e minológica. Es as ques ões ambém
se es endem a ou as ob as lexicog á icas. Po exemplo, inúme os e mos in en ados po
Ad ian Room em GLNS (1996) le an am dú idas semelhan es sob e sua base concei ual e
legi imidade acadêmica.
8
5.2 Riscos concei uais e semân icos na ino ação e minológica
A p eocupação cen al nes e ipo de abalho e minológico e na in odução de e mos
indi iduais pa a abo da p oblemas especí icos de in es igação não eside na sua es u u a
o mal, mas na sua base acional e concei ual. A in odução de no os e mos implica equen emen e a
7
O e mo au ônimo em um sinônimo: *boonym (c . I . boonimo, TON 2018: s. .).
8
Pa a uma discussão do alo cien í ico ques ioná el do GLNS (1996), eja L. Zgus a (1998) e A. Gałkowski
(2021).
8
es abelecimen o de ca ego ias cuja alidade pode se conside ada p oblemá ica den o da onomás ica ou
disciplinas elacionadas.
Um exemplo ilus a i o é o e o onimo, que é de inido como "um nome ou e mo de ende eço usado
casualmen e ou egula men e po um aman e pa a um amado ou po um amigo p óximo pa a
ou o" (GLNS 1996: 37 […] 38). Aqui, o escopo semân ico da pala a g ega […]ρως e os […] amo […] é
ampliado pa a inclui associações cul u ais adicionais. Do pon o de is a onomás ico, no en an o,
o enômeno designado pode se desc i o com mais p ecisão usando ca ego ias es abelecidas,
como nomes pessoais de na u eza a e uosa ou ín ima, ou seja, o mas hipoco ís icas,
me a ó icas ou me onímicas.
Es e pad ão é e iden e em uma sé ie de e mos ecém-p opos os em DUOT (2024), incluindo
* i onym (< La . i a <li e>), que é de inido como […]um nome p óp io de uma c ia u a i a[…].
Es a cunhagem e e i amen e duplica uma dis inção adicional na onomás ica in e nacional:
o e mo bionym baseado no g ego, opos o ao abionym, em sido usado po á ias décadas. Da
mesma o ma, o e mo o a onym, de i ado de uma base léxica encon ada em di e en es
9
línguas esla as (po exemplo, Uk . товар, Pol. owa , que signi ica […]p oduc […] ou
[…]me chandise[…]), é de inido como […]um sub ipo de p agma onym, ch ema onym, um
nome p óp io de uma ma ca[…] (DUOT 2024: 86). Nes a in e p e ação, an o a mo i ação
e imológica quan o o posicionamen o concei ual do e mo se a as am dos pad ões
adicionais da e minologia onomás ica in e nacional.
5.3 Além do código clássico: hib idação e ins abilidade e minológica
Como obse ado no G upo 1, os e mos me aonomás icos ecém-c iados são ipicamen e
o mados em o no de um componen e o ien ado , ou seja, uma cabeça emá ica e e en e ao
obje o nomeado e de i ada p incipalmen e da he ança linguís ica clássica, mais
equen emen e g ega e, menos equen emen e, la ina. Ocasionalmen e, essas o mações
ambém inco po am elemen os ex aídos de línguas mode nas, como o ancês ou o inglês. Po
exemplo, *pe umonym ‘pe um name (Sk. *pe umonymum < Eng. pe um ou *pa umonymum
< F . pa um; e Molná o á 2021; Kolenčíko á 2023; c . Odaloš 2022: 373) ou *skionym ‘nome de
uma es ação de esqui (Sk. skionymum < Eng. ski; e Wach a czyko á 2012), bem como ou as bases não clássicas, como ilus ado po
* o a onimo ( e acima).
Nes e quad o, a acei abilidade de o mas como *b endonym [sic!] (DUOT 2024: 24), que em sido
usada como sinônimo do e mo ma ca amplamen e es abelecido e econhecido
in e nacionalmen e, é al amen e con es á el. O e mo *b endonym ( ec e b andonym?) é
de i ado de uma adap ação oné ica do uc aniano брендове імя брендонім […]b and name[…],
mas sua ans e ência pa a o inglês igno a as con enções o og á icas es abelecidas. Nes a
o ma, é imp o á el que o e mo seja acei o no uso acadêmico. Cons uções des e ipo são
di íceis de concilia com as con enções da e minologia onomás ica, onde a ino ação
e minológica é ipicamen e baseada em modelos g eco-la inos e mo i ação onomás ica
eo icamen e undamen ada. A sua u ilização pode, no en an o, se jus i icada em con ex os
in e disciplina es ou elacionados com a ma ca, em que se aplicam di e en es quad os de
denominação e p io idades comunica i as.
Ou o exemplo é o e mo *schoolonym, que é eo icamen e de i ado do G . σχολή scholē
[…]school[…], mas exibe uma o og a ia híb ida que combina elemen os clássicos e ingleses
(DUOT 2024: 79). A de inição des e e mo é concei ualmen e p oblemá ica, uma ez que a ibui
duas in e p e ações dis in as e incompa í eis: po um lado, o *schoolonym é explicado como
um sub ipo de a chi ec u onym, u banonym [sic!], mic o oponym, um p óp io
9
Em OSTSO (1983), os dois e mos ocupam o ní el mais al o do sis ema e minológico. Eles cons i uem seus dois
amos p incipais e se em como hipe onímicos ab angen es pa a odos os concei os subo dinados: bionímicos
são nomes p óp ios que designam se es i os e en idades biológicas, enquan o abionímicos são nomes p óp ios que
designam obje os na u ais não- i os, a e a os e enômenos.
9
nome de uma ins i uição de ensino" e, po ou o lado, como "um sub ipo de e gonímico, um
g upo de pessoas que abalham lá" (ibid.). Es a ambiguidade da de inição p ejudica a
coe ência e a consis ência da ca ego ização subjacen e.
6. Os limi es da c ia i idade e minológica ilimi ada
Há limi es ine en es à c ia i idade e minológica. Isso é mais e iden e quando os e mos
ecém-c iados não apenas comp ome em a coe ência in e na de uma de e minada
adição linguís ica, mas ambém di icul am sua ans e ência en e línguas po meio de
adução ou adap ação.
Como a lingua anca con empo ânea da comunicação cien í ica, a língua inglesa é
pa icula men e susce í el a es e ipo de a i idade, que se baseia em signi icados cons uídos
alea o iamen e. No en an o, isso não signi ica que o inglês possa acei a incondicionalmen e odos
os modelos de ino ação e minológica, mesmo quando o ma e ial léxico usado nas o mações
e minológicas se baseia em on es clássicas e in e nacionais. As moedas in oduzidas sem
c í ica na ci culação in e nacional, p incipalmen e po alan es não na i os que p ocu am
uni e saliza modelos baseados localmen e, mui as ezes se mos am concei ualmen e e
es u u almen e pouco con incen es, mesmo quando abo dam enômenos abe os a
in es igações acadêmicas legí imas. Publicações ecen es de es udiosos mais jo ens mui as
ezes dependem de concei uações agamen e desen ol idas, esul ando em p oli e ação ad hoc de
e mos pseudo-onomás icos. Po exemplo, em um es udo de Te iana Khadzhylii (2024), o ideônimo
unciona como uma ca ego ia supe o dinada de nomes de ob as humanas c ia i as (c . SOT 2024:
145), mas é subdi idido em classes e subclases cada ez mais indi idualizadas. Nes a classi icação, o
*a ionym é subsumido como uma classe mais especí ica de nomes que se e e em a ob as de
a e. Po sua ez, o *imageonym (c . *imagonym [sic!] em DUOT 2024: s. .) é a ado como uma
subca ego ia adicional que ab ange nomes associados a ep esen ações isuais. Es e domínio é
adicionalmen e subdi idido em uma sé ie de concei os mais es i amen e de inidos, designados po
e mos baseados em bases lexicais inglesas ou in e nacionais (c . *pic onyms, *g aphiconyms,
*eng a ionyms, *sculp u onyms, *icononyms, *pho oonyms, *bouque onyms, * ilmonyms,
*scenonyms, ou *hem onyms, Khadzhylii 2024: 2930). Tal expansão do in en á io e minológico
equi ale a um abuso do p incípio da economia e minológica e a um des espei o pela necessá ia
es ição me odológica na onomás ica, esul ando numa p oli e ação excessi a e
insu icien emen e jus i icada de e mos (me a) onomás icos.
Obse ações de Conclusão
Apesa das p eocupações concei uais e me odológicas discu idas acima, soluções e minológicas
ino ado as podem con ibui pa a a consolidação de concei os elacionados com enômenos
onomás icos ecém-iden i icados e pa a o e inamen o dos quad os analí icos exis en es. A
p esen e análise não de e, po an o, se in e p e ada como uma ejeição da ino ação
e minológica pe se. Em ez disso, sublinha a necessidade de uma maio cau ela na c iação de
e mos (me a) onômá icos, semp e que as designações desc i i as es abelecidas já o neçam
uma al e na i a adequada, anspa en e e uncionalmen e e icaz. A p oli e ação excessi a e
descon olada de no os e mos, mui as ezes o malmen e inconsis en es ou sem mo i ação
acional su icien e, cons i ui uma on e signi ica i a de ins abilidade e minológica e
me odológica. Especialmen e susce í eis a es a endência são as o mações baseadas em
elemen os ex aídos das línguas mode nas, que en aquecem a coe ência sis êmica e diminuem a
anspa ência concei ual, ao mesmo empo que aumen am a opacidade e minológica e omen am
a expansão descon olada de cons uções de e mos e concei os adap adas a obje i os
pa icula es. Consequen emen e, ais desen ol imen os podem le a à ins abilidade concei ual na
pesquisa onomás ica, expondo a disciplina à c í ica de campos elacionados elacionados a
quad os e minológicos pad onizados e coo denados in e nacionalmen e. Po conseguin e, uma abo dagem equilib ada da