294 LINGBOS
CULTÚRA | 82
INETA DABAŠINSKIEN
Uni e sidade Vy au as o G ande
RAMINTA GARUCKAIT
Uni e sidade Vy au as o G ande
ANKSTYVASIS
UZIENIO KALBOS MOCYMAS
NEATSAKYTI QUASIMAI
Desen olida da língua Li uânia e sua qualidade soomenei ak ualus ques ão, ao qual se
es o ça esponde não só kalbininkai, pedagogai, especialis as da educação, psicologos,
mas e polí icos. Cada ez com mais equência ala-se sob e o que adul os e
especialmen e c ianças língua du an e o ul imo décimo ano no adamen e escu dėja, l
Slowėja sua assimilação, mais di icilmen e adquisa-se não só linguínicos, mas e
comuniccinių habilidades. A im de esponde à pe gun a, po que poupei a língua das
c ianças, ge almen e ci am-se as seguin es causas: mudanças sociais e econômicas da
sociedade (po causa do in enso luxo de emig ação nos úl imos anos g ande pa e dos
ilhos emanescen es na Li uânia en ou em g upo de isco de socialmen e
abandonados e isso in luencia de e mina os seus dé ices de desen ol imen o
linguís ico e cogni i e) e o alecendo a in luência da língua es angei a (mais
equen emen e inglês) (aqui discu iu-se a i amen e não só po causa dos canais de
ele isão e da In e ne , mas ambém po causa do possí el e ei o nega i o do ensino
de língua na i a1). em discussões públicas e p i adas, con e ências acadêmicas ou
polí icos e ep esen an es da sociedade não há dispu as sob e se ale a pena ensina
c ianças línguas es angei as a pa i an os classe, se isso não impede a o mação
do seu sis ema de língua na i a e . . Pasi elkę na Li uânia e em ou os países
ealizadas pesquisas, en a emos esumi aquelas ques ões, que mais
equen emen e são le an adas: qual a idade é ap op iado começa a ensina línguas
es angei as, ou p ecoyusse ensino de língua es angei a não impede de na i idade
linguagem, seus esul ados de ap endizado, o que p ecisa, pa a que ensino de língua
es angei a seja bem sucedido. 1 h p://www.smm.l /s ie imo_bukle/docs/p _analize/Anks y asis_Kalbu_Ugdymas.pd
I. DABAŠINSKIEN, R. GARUCKAIT. Ap endizagem
p ecoce de língua es angei a não esponde ques ões 295
1. ANKSČIAU OR VLIAU?
CRITINIO PERIODO HIPOTEZ (KPH)
Os es udiosos que em sabe , qual é a idade mais adequada pa a começa a
ensina línguas es angei as. F equen emen e ala-se sob e es udos do
pe iodo c í ico (laiko a pio a é pube dade sexual) hipo osés (KPH).
Ap endizagem da língua naquele empo dá dos melho es esul ados e pe mi e
alcança o ní el da língua na i a. Passado es e pe íodo no cé egenyse oco e
mudanças, que lemen am p as esnius esul ados. Segundo R. Johns one (2002: 7),
inicialmen e o e mo de pe íodo c í ico hipo zês oi aplicado ao ala ėjimui, i. i.
a čiai, in onação unsaky i, e só mais a de ele expandido a é g amá ica
(mo ologias e sin aksės). K i inio pe iodo hipo zė aplica-se à nascen e e
segunda, i. e. es angei a, língua ing essa inamen o, só pesquisas da nascen e
língua oi e ec uado mui o o que menos, apsi ibando ne ipiškos aidos aikų, i. i.
neįga usių kalbinės kompe encijos dėl gy enimo kalbiškai izoliuo oje aplinkoje,
a ejais. KPH em elação à p imei a língua (K1) signi ica, se a língua não se
ap ende a é a ce a idade, al habilidade pe de-se e nunca mais pode se
esla ado (Mosko sky 2001: 2). Di e sos abalhos de in es igação de línguas
es angei as2 (K2) assis imen o e idade in e conec as ebe yks a (há e
desen endimen os en e seus au o es sob e a e dadei a KPH in luência de
línguas magymuisi). A p incipal idéia das pesquisas c ianças alcançam um mais
ele ado ní el K2 do que os adul os, em ou as pala as, azem mais espa inha
p og essão e lhes saem melho . Que as c ianças êm ce a capacidade de
ap endizagem ins inc i a em idade p ecoce, con i ma-se a es udos clínicos
especiais, po exemplo, a essonância magné ica mos a di e enças na c iança
b aegeny, i. e. aumen o de a i idade de ce as pa es ce eb al du an e ap ende , e em es uda adul os isso não oi obse ado (Johns one 2002: 7).
No malmen e po causa do e ei o idade conco da-se, pois p ocedu alês ammin ies silpne ação
adolescência incen i a eme e eksplici iniu ap ymusi e eg as, 2 Į ai iuose y imuose
a ojam dois e mos: es ange língua e a segunda língua. Es es e mos são mui as ezes
en endidos de o ma di e en e. O p imei o e mo indica que a língua, cuja ap omasi, não é
na i a e que o p ocesso de ap endizagem oco e no ambien e da na i a língua, po exemplo,
ancūzai ap osi inglês em F ança ou espanai ap osi ancūzų idiomas Espanha. Mais
equen emen e al ambien e de ap endizagem é o icial, . y. classe, audi o ia. Segundo língua
ap endimoso ge almen e signi ica, que ap omasi es angei as línguas em al ambien e, onde
aquela língua é alada, po exemplo, okiečiai mokosi japonų kalbos Japonijoje. Es e p ocesso
de ap endizagem oco e não necessa iamen e num ambien e in o mal e, mais impo an e,
beslea an es em a opo unidade de in e agi com pessoas às quais oji língua é na i a, e
beslea an es de língua es angei a ais opo unidades ge almen e não êm (Gass, Selinke
2008: 7). Isso p incipalmen e é in es igado naqueles casos em que pessoas emig am pa a ou os países e eles e seus ilhos êm de ap ende a língua daquele país.
296 KALBOS KULTŪRA | 82 aí u iliza-se não a kogni y ine sis ema, que é
esponsá el pela língua na i osios in oducição (Pa adis 2004: 59). Audição,
que p o oca p incipalmen e discussões, es á elacionada com o i mo de
ap endizagem e o esul ado inal. A i ma-se que as c ianças pequenas
ap endem línguas es angei as mais len amen e do que adolescen es e
adul os, po ém alcançam melho es esul ados (Single on 1989, 2001; Single on,
Ryan 2004; Moye 2004; DeKeyse , La son-Hall 2005; MacWhinney 2005). Mui os
es udos con i mam hipó ese de que o sucesso na ap endizagem de língua
es angei a diminui dependendo da idade (Haku a, Bialys ok, Wiley 2003;
Chiswick, Lee, Mille 2004 es udos de milhões de imig an es esiden es nos
EUA e Aus ália). Segundo esses au o es, amžius lemb a ap endimen o de
língua es angei a necessa iamen e po causa linguís icos a o es, isso
pode se ligada com pessoais abėjimes ou socialine in luência. Pažin iniai
p ocessos ambém em g ande signi icância, po que aos mais elhos mais
di ícil ap ende ce os conjun os, deci a no a in o mação diminui
possibilidades de memó ia e a enção. Como esses a o es são associados
com a idade, po an o, as opo unidades de ap endizagem de linguagem
ambém diminuem (Haku a, Bialys ok, Wiley 2003: 3132).
2. AR UŽSIENIO KALBOS MOKYMASIS DARO POVEIKĮ
GIMTOSIOS KALBOS RAIDAI?
An í asse ensino de língua es angei a é a aliado desigua eikšmiškai,
especialmen e na Li uânia, onde sé ias pesquisas nes e campo nãolik a.
Apesa dos esul ados posi i os ei os em ou os países, no nosso país as
dispu as sob e os e ei os das pesquisas de ensino de língua es angei a no
desen ol imen o da língua na i a das c ianças e a ou os assun os de
ap endizagem ainda igi am (ž . S unžėnienė 2009). A i ma-se que os
conhecimen os de língua na i a, adqui idos em casa, em uma ins i uição
p é-college ou em ou o luga , êm uma g ande in luência a sėkmei de
ap endizagem de língua es angei a (A našienė 2007: 167). Ano L. Vygo skio,
aquelas unidades de signi icância, que do c iança já são assimiladas na na i a
língua, pode ajuda a pe cebe e uma no a linguagem sis ema. Além disso, o
au o a i ma que e língua es angei a pode ajuda a ing essa em o mas
mais complexas da língua na i a (62; ci ado de Vilke 2001: 17). Em ou as
pala as, a ap endizagem de duas línguas pe mi e à c iança compa á-las
cons an emen e, o e ece opo unidade mais adqui ida em odo o sis ema da linguagem. É impo an e que as di e enças de línguas aos alunos osse adequadamen e escla ecido, ligando o ensino de língua es angei a não só com já possuídas conhecimen os de língua na i a, mas ambém com ou os assun os ensinados na escola. P ecisa
I. DABAŠINSKIEN, R. GARUCKAIT. Inqué i os 297 dize , que a compa ação de
á ios sis emas linguís icos não só expande os conhecimen os
linguís icos do aluno, mas ambém ugdo en endimen o bem como uma
pos u a posi i a pa a di e en es línguas e cul u as.
Documen os da União Eu opeia (Aus ália UE) que p omo em plu iakalbys é e
p ecoipamen o do ensino de línguas es angei as, en a izam as an agens que
o e ece ou os idiomas. As línguas ugdo não só às ge ações gebėjim (pessoais,
sociais, comuniccinius, de pensamen o c í ico, esolução p oblemas), mas e
especí icas b andinamos alo es, culū ines disposições, ole ancia, mo o inas
e es e icas pa eis, ugdoma olia, a enção, memó ia e k . Es udos con i ma am
que c ianças, cedo começadas a ap ende línguas es angei as, conhecimen os
saky ines da língua são melho es, eles mais se con iando alando ou a língua.
Tad a opinião, que p ecoy asse ensino de língua es angei a pode a apalha
ou os emas ap endimuisi, como e não é undada, po que ugdomi os pupíliais
gebėjimas como jus ajuda nos anos mais a deis na escola. A algumas
ques ões da á ea de ap endizagem de língua es angei a não há umai eikšmio
espos a, e me odologia de pesquisas can a dependomai do y ėjo. Mui os
es udiosos es uda, como língua es angei a a ua a na i a língua e, a con á ia,
que e ei o a língua na i a az es animajai. Uma dessas ques ões se é possí el
ap ende uma língua es angei a da mesma o ma que ela ala aqueles aos
quais ela é na i a. Encan ado , que nes a á ea ado ada ní el de ap endizagem
de língua es angei a ece com ela albanciais compe ência da linguagem de
pesquisa, po ém al abo dagem é endências a c i ica . V. Cook (2003: 5)
a gumen a que al je inação não é co e a, pois K1 e K2 consumido es de
conhecimen os na i os de língua di e em. Em ou as pala as, pessoa que se
es uda língua es angei a é c escido em ou as condições e mui as ezes
mundo pe cebe di e en e do que aquele ao qual essa língua é na i a, ad e suas
lingubinas conhecos ge almen e não apaças. Além disso, não só K2 os
consumido es pensysena, mas e suas unções de linguagem di e em. V. Cook
ambém suge e K2 na á ea de pesquisas e não de iciências, i. e., o que os
usuá ios da língua não podem alcança , e suas conquis as usando língua
es angei a. Os ap endizes de línguas es angei as de em se a aliados po o que eles ap ende am, e não po capacidade de pa ece como ja alan es (Cook 2003: 34).
Não menos con o e sa é conside ada e a ques ão sob e o impac o K2 à
língua na i a. F equen emen e discu e-se sob e nega i a, posi i a e
neu al das in luência de língua es angei a. Em pa icula nuganciam-se
po causa p ecoce do ensino de línguas es angei as, po que se ac edi a
que a língua es angei a pode encoge ainda não sólidas habilidades da língua na i a (S unžėnienė 2009). No en an o, de aco do com mui as on es, al
298 KALBOS KULTŪRA | 82 con icção não em undamen o, po que K2
ap enhamen o só p omo e esul ados posi i os ap endendo ou os emas,
en e eles e na ssias línguas. Com base em á ios dados de pesquisa, V. Cook
a i ma que os besican á ios de línguas es angei as mui as ezes sua
linguine compe ência é supe io a alan es só de um língua, po exemplo,
eng ões mokiniai, besican an es ingleses, us a a complexesse da língua
na i a cons uções sakinių (Kecskes, Papp 2000), e anglakalbiai c ianças,
cujos es angei os são língua i aliana, melho aba le língua gim ąja
(Yelland e al. 1993; ci a Cook 2003: 1112). Assim segundo esses dados de
pesquisa ê-se que o ap endizado K2 não empob ece a língua na i a, e, ao
con á io, em e ei o posi i o, ajuda a busca melho es esul ados.
Com nega i a in luência de língua es angei a mui as ezes associados
p ocessos é a linguagem ne ek is ou linguagem nualinização, po ém ais casos
já ab angem pesquisas mais amplas e ge almen e isso é mudanças de língua
imigan as. Quando al g upo social es abelece-se em es anho ambien e
linguís ico, as opo unidades de consumo K1 podem eduzi -se ou
comple amen e nãolici. Segundo V. Cook, quando a língua não é usada nos
p incipais p opósi os diá ios e não execu a suas unções, ela ine i a elmen e
escassa ou inalmen e é pe dida (2003: 12). Sob e a pe da de linguagem ou
nualinimen o pode ala e de posições de indi ido. S. Ja is (2003) suge e olha
pa a o e ei o do K2 não como pa a um sociokul ū inio, á ias linguines
comunidades ab angen e eiškinį, mas como pa a indi idualų, psicholing is inį
eiškinį, i. i. pe da de habilidades K1 indi iduais de cada indi íduo. Au o iaus
a i mação, língua es angei a expande a humano K1 possibilidades, po ém não
subičia gim osas, e só ela apildo. Embo a al enômeno na li e a u a cien í ica
ambém seja conside ado de um exemplo de nu elamen o da linguagem, pois
mudouusi língua indica mudanças de compe ência K1 de uma pessoa, isso
signi ica que des ia-se das habi uais no mas de a osenos de linguagem
unicakalbio (Sha wood Smi h 1983: 188189; ci ada ex Ja is 2003: 82). Em ou as pala as, a língua pode o na nãona u ali, pois ap ipildo es animų cons uções ou aiškos modos.
Sob e os e ei os K2 pode ala e neu almen e. A a aliação semp e é
p oblemá ica, po que isso que é bom e o que é mau sujei i ūs assun os.
Recūloma a pe da de ce as compe ências da língua na i a nega i amen e
a alia só quando isso impeça o usuá io da língua ealiza com sucesso alguma
a e a (Cook 2003: 12). Isso ambém signi ica ce a ap eciação, embo a K1 e K2
di e enças de consumido es em ge al sejam di íceis de compa in adas ou c i icadas.
I. DABAŠINSKIEN, R. GARUCKAIT. Ap endizagem
p ecoce de língua es angei a não espondidas pe gun as 299
3.NUO KO PRIKLAUSO ANKSTYVOJO
USIENIO KALB MOKYMOSI SKM?
An í ojo esul ados de ap endizagem de línguas es angei as dependem da
compilada p og ama de ugdymo, i. i. mé odos de ensino e do mes e de emêlio,
ambém de a ibuídos núme o de ho as e de ap endizagem in ensidade. Vale
a pena olha pa a os p og amas de ensino de línguas p ecoce ealizados em
ou os países da UE e o empo a ibuído a eles.
Segundo pesquisas Eu ydice (2008), em 2006 a e apa inicial de ugdymo de
línguas es angei as oi ensinomasi quase em odos os países. Em alguns
deles, a ap endizagem é ob iga ó ia desde os p imei os anos na escola ou
mesmo p e-cu icula ugdymo amžiuje (Belgia e Ispanija). a é 2008 ano na
Li uânia o ob iga ó io ensino de línguas es angei as começa a a pa i de
10 anos de idade, ou qua a classe. Ve dade, deseja pelos pais ele podia se
p ecoçado e começa a pa i an os classe. Em mui os países 50 po cen o.
ou mais de odos os p adinhos ensina am pelo menos uma língua es angei a.
Na Li uânia as p imei as línguas es angei as es uda am 60,8 po cen o,
segundas 0,2 po cen o., e oda línguas nas classes iniciais nãoimokê 39 po
cen o. mokinių. Necessi a des aca -se que nenhum nenhuma língua
es angei a nãoimocan es núme o de alunos nas escolas p imá ias é
bas an e g ande. Apesa aumen ada da p á ica de ensino p ecoce de línguas
es angei as, em mui os Es ados da UE a es e ensino ainda se dedica
insu icien e empo isso ep esen a 10 pe cen . do empo o al des inado ao
ensino. Excepção são conside adas á ios Es ados O Luxembu go aloca 39 %
do empo, Mal a 15 % e Bélgica ( okiečių bend uomenė) 14 %. In elizmen e,
mesmo décimas países es a pe cen agem é in e io a 5%, en e eles e
Li uânia apenas 2,3%. Na e apa do ensino médio na Li uânia, ao ensino de língua es angei a des ina-se 15 p oc. do empo o al.
Falando de línguas mais popula es, na Eu opa inglês é ge almen e opcional na
ase inicial de ensino (exce o Bélgica e Liuksembu gão, onde popula iausios
línguas são espec i amen e ancusos e okieços). 17-oje países inglês da
língua ap endem 50 p oc. ou mais p adinukų. Desde 2002 ano os indicado es de
ap endizagem des a língua subiu quase em odos os países, po exemplo, na
Li uânia esses anos 46 po cen o dos alunos besimokanços de inglês e a, e 2006
m. 59 po cen o. Vokiečių e ancūzų línguas na Eu opa ocupa a segunda mais
equen emen e se escolhendo es uda língua luga , e na Li uânia,
especialmen e ul a aisiais anos, o segundo luga a i enka usų kalbai.
Ressal ando dados es a ís icos, é necessá io olha pa a os esul ados dos
es udos ealizados e seus au o es p opos as medidas, que ajudam a ga an i uma bem sucedida p ecoce-
300 KALBOS KULTŪRA | 82 o ensino de língua es angei a. Na C oa ía, au o es
do p oje o J. Djiguno ic e M. Vilke a i mam que o momen o adequado começa
c ianças a ensina línguas es angei as é a pa i de seis anos, po ém o
ap endizado de e se in ensi o. Os au o es o e ece cinco dias po semana po
45 minu es de ensino da língua po dia. G upos de alunos de em se pequenos,
cons i uídos po 1015 ilhos, pa a que seja possí el p es a a enção a cada
um deles. Ne alia esques i e do p o esso aidmens ele de e se bom
conhecedo da molomosios linguagem, seu a is e in onação de e se aiški
(Djiguno ic, Vilke 2000). Segundo M. Nikolo o, se essas condições necessá ias
não se cump i am, melho p ecoce ensino nem nep adė i, pois o ensino
inadequado pode a e a a a i ude do aluno à língua es angei a e sua
ap endizagem (Nikolo 2000: 43; ci ado de Johns one 2002 10: R. Johns one
a gumen a que o empo é um a o pa icula men e impo an e naqueles
países onde a língua es angei a não é usada publicamen e, e a escola
o na-se bene unin ele luga de consumo daquela língua (2002: 18). Es udos
mos am que exis e uma elação di e a en e o empo a ibuído à
ap endizagem de língua e o ní el de domínio da língua, po an o é impo an e
p es a a enção a a o es de empo e in ensidade, po que no caso con á io
mesmo e a ap endizagem p ecoce pode se comple amen e ine icaz. Não bas a
dedica mui os ho as ao einamen o, é impo an e que esse empo seja
adequadamen e u ilizado (Cu ain 2000; ci ado de Johns one 2002: 18). dados de
um es udo ealizado na Li uânia (Bulaje a 2005) pe mi em a alia a a i ude dos
p o esso es pa a o p ecoce ensino de línguas es angei as. In elizmen e,
exis em apenas esul ados de um p oje o execu ado em 2005, quando ainda
apenas se ala a sob e o início do ensino de língua es angei a. En ão maio
pa e dos p o esso es apos ou con a o p ecoce ensino de língua
es angei a. Também maio pa e dos p o esso es das p imei as classes (79,6
p oc.) não conco dou com o aumen o do núme o de ho as semanais e a i mou
que de duas ho as semanais ensina línguas es angei as bas a. Que o
ob iga ó io p ecoius ensino de língua es angei a de e minasse p as esnios
esul ados de ap endizagem da na i a língua, manê 33,4 p oc. apon ados, e
nep i a ė 56,3 p oc. Me ade de odos os p o esso es conco da am e com a al
a i mação de que caso de ensino ob iga ó io c ianças expe imen a iam mais
di iculdades de ap endizagem, po ém 41 pe cen . esponden ų com isso não
conco da am (Bulaje a 2005: 4950). Assim, os esul ados des e es udo mos am
que ainda há qua o anos a ás a a i ude dos p o esso es li uanos pa a o
p ecoce ensino de línguas es angei as e a nega i a. Esses dados in e essan es se ia compa a com a uais, quando o ensino de línguas es angei as o nou-se ob iga ó io a pa i de segunda classe, se isso não al e ê a opinião dos p o esso es.
I. DABAŠINSKIEN, R. GARUCKAIT. Ap endizagem
p ecoce de língua es angei a não espondidas pe gun as 301
4. AR INDIVIDUALUUS GAVUMAI VARBŪS
MOCANTIS UŽSIENIO TALBOS?
Ap endendo línguas es angei as impo an es não só cogni i y inês do aluno,
mas e indi idualidades. Ce os alunos conseguem melho ap ende línguas do
que ou os, po isso mui as ezes o p ocesso de ap endizagem de língua é
ligado com indi iduais habilėjimas, que o nam-se uma impo an e pa e de
pesquisas de ap endizagem de língua es angei a. Pesquisado es dis ingui am
á ios ac o es in luen es pa a língua es angei a ap ende em: mo i ação,
gabumus, požiú į, ap endizado es ilos e es a égia, c ea i idade e k . Gabumai,
segundo alguns au o es, é o a o mais impo an e, p esc e endo a
capacidade de uma pessoa de ap ende ou a língua (Gass, Selinke 2008: 417).
No en an o gabumai kalbai não indica ainda, se uma pessoa pode ap ende uma
língua es angei a, po an o gabumais ale ia chama al eiksnį, que ajuda a
p e e o p og esso de ap endizagem spa ą. Em ou as pala as, conhecendo
conc e os gabums de pessoa, pode-se p e e sua dedicação quan idade de
es o ços e mo i ação, eque ida a um sucesso p ocesso de ap endizagem. Se
a pessoa em menos capacidades, ele p ecisa á coloca mais es o ços pa a
alcança bons esul ados (Dö nyei 2005: 43). Assim, o ní el de ap endizagem da
língua depende di e amen e de ais ingêni os gabões de pessoa à língua, como
onemínico econhecimen o de habilidade (i. i. econhecimen o de sis ema de
sons es anhos e habilidade de aqueles sons lemb a ), g ama ical sensibilidade
(i. i. econhecimen o de unção de pala as que o mam o sakinho), inducinis de
ap endizagem da língua (i. i. i. de eg as e de linguagens comuns numanyas ou
desc eend inas), memo ização e ap endizado ( . y. habilidade de
econhecimen o e desak i o de associações en e pala as e azes
es angei as e de na alidade) (Gass, Selinke , 2008: 418). Especialis as de ensino
de línguas es angei as papel impo an es o necem à mo i ação, es ilos de
ap endizagem e es a égias. Todos es es a o es de e minam o sucesso da
ap endizagem de língua es angei a (Ox o d 1994; Djiguno ic 2006). Como
posi i aama (Dö nyei 2005: 65), a mo i ação o nece inicialmen e impulsão, e
pos e io men e o na-se p incipal mo omąja o ça, sus en ikančia ilgo e
mui as ezes a ginanço du an e o p ocesso de ap endizagem. No en an o
mo i ação, como e es ilos e es a égia de ap endizagem, é um assun o
indi idual, e cada aluno, o que e como ap ende , es imula di e en es assun os.
Já mencionado o papel do p o esso , ambém e as disposições dos pais são
mui o impo an es e podem de e mina des pon os de is a dos ilhos em mui os assun os. Se os pais enco ajam a c iança a in e essa a língua bem como cul u a, in e essisi seus alcanços na escola, isso o na-se ainda maio incen i o ap ende língua es anha. Pa a as c ianças ambém é mui o impo an e a opinião ci cula es, especialmen e a a i ude dos pa es à língua que ap ende, ou ao p óp io p ocesso de ap endizagem (McG oa y 2001: 73, 85).
302 LABOR
CULTÚRA | 82
5. TYM PERSPECTIVOS NA LITUÁVIA
Nuncia e a alia a possí el qualidade da língua, suas polinkius de
desen ol imen o e e ei o é complexa. Com base em Li uânia ealizados 34 anos de
idade c ianças línguas longas e expe imen acionais es udos (Sa ickienė 2003,
2005a, 2005b, 2006, 2007; Sa ickienė e ou os 2007a, 2007b, 2009; Dabašinskienė 2009a,
2009b; Kamanduly ė 2005, 2006a, 2006b, 2007, 2008; Balčiūnienė 2005, 2006, 2007a, 2007b),
hoje pode íamos en a nusaki i endências de aidos des e g upo de idade. No
en an o a alia c ianças mais elhas linguagem é di ícil de ido ao a o de que
sua língua é mais complexa em e mos de léxica, g amá ica, c iação de discu so
e unções da linguagem. A Li uânia edi ou conside á eis meios me odológicos de
co eção da linguagem, publicam-se pad ões da linguagem, po ém nessas
publicações equen emen e ap esen am ou apenas as mais gene ais de um
de e minado g upo de idade exigidos3, ou in o mação mui o de alhada,
elacionada com conc e os oné icos, léxicos, ce as ca ac e ís icas
g ama icais nos pad ões de assimilamen o (ž . Ga š ienė, I ošku ienė 1993).
Assim, paanaliza os as exis en es on es, a li e a u a eó ica, escla ece-se que
maio p oblema de alheus es udo, ab angeço peculia idades da língua dos ilhos
li uanos em di e en es in e alpsniais de século, de iciência. P incipal azão, que
o desen ol imen o da linguagem e à qualidade a alia p ecisa compa a
complexos pesquisas. Algumas ca ac e ís icas da língua, po exemplo, o lexicão
escopo, g ama ica, examina é um pouco mais ácil, po ém exis e ais, que podem
se es abelecidas só aplicando e combinando á ias me odicas de pesquisa.
Saky ines pesquisas da língua mui o empo, gas os inancei os, especial das
habilidades exigindo e ela i amen e longgai unkan e abalho. Po es as
azões na Li uânia a é ago a não exis e ex o de linguagem in an il, cujo dados
e elassem a á ias g upos de idade ca ac e ís icas da linguagem e
pe mi issem aze conclusões sob e ce os a o es sociais e ligações de
desen ol imen o da língua. Cien is as do Vy au as Didžiojo Uni e sidade jun a
com colegas de C oácia e I ália começa am a p epa a me odiką e acum i
ma e ialá y imui4, des inado aos Li uães c ianças qualidade da língua, possí el
impac o e polinkiam do desen ol imen o a alia . A pesquisa p e is a pelo menos
pa cialmen e p eenche ia es a lacuna e e ela ia as mais comuns peculia idades da linguagem dos c ianças de idade p é-escola e mais jo em escola , pe mi i ia insc e e a possí el linguís icas (daugiakalbys ės, p ecoce zasie-
3 Po exemplo, P og ama Ge al de Ugdymo P eescola e pad ões de ugdymo: h p://
www.smm.l /ugdymas/docs/P iesmokyklinis.pd 4 P oje o de pesquisa apoiado do Conselho de
ciência da Li uânia Li uânia: in luência e endências.