scieee Science in your language
[lt] (orig) [de] [fr] [it] [es] [pt]

Rita Miliūnaitė. „Dabartinės lietuvių kalbos vartosenos variantai“

Read accessible full text
Machine-translated document

This is a machine-generated translation of the original document and may contain errors, omissions, or changes in meaning. Do not rely on this translation for quotations, citations, or authoritative references. Please consult and cite the original document.

Rita Miliūnaitė. „Dabartinės lietuvių kalbos vartosenos variantai“

Author: Kazimieras Župerka
Year: 2010
Source: https://journals.lki.lt/bendrinekalba/article/download/294/359
348 Ling os
Cul u a | 83
RITA MILIŪNAIT
ARBATINS LIETUVI LABOS
VARTOSENOS VARIANTAI
Vilnius: Li u ians kalbos ins i u as, 2009, 248 p. ecenzuojamoji i os Miliūnai ės
knyga, segunda au o ės monog a ija, é, saky ume, ikslinga pi mõsios (Lie u ių
kalbos g ama ikos no minimo pag indai, 2003) plė o ė. já ano monog a ia abo da o
concei o de a ian e g ama ica, ais a ian es classi icação, dis inguidas as
o mais e uncionais a ian es, desc ibidas as elações dis ibucinhas das
a ian es e g aus de a aliação; já lá a ian es de inem-se gene inês linguagem
a osenos, e não do pon o de is a do sis ema da língua, i. i. mui o amplčiai (ž .
Miliūnai ė 2003: 38, 17 изn.). Ago a oji noção consolidada pelo e mo a osenos
a ian es, ab angidas odas as espécies de a ian es. esol endo a ques ão, se as
a ian es são linguagem ou alação enômeno, au o esi pa ece acei á el a isão de
que a ian iškumas é codi icado em sis ema e, quando necessá io, ealizá el
es u u a ( emiamasi aldono Pupkio desde es ado), daí em a noção de enómeno
in es iga i o: Talk abo dagem pe mi e a ian iškumą como ca ac e ís ica da
linguagem quan o a se descie i de uma ligação di e a com sis ema e no ma, e
a ian is e como uma mani es ação especí ica daquelas ca ac e ís icas. (p.
124; i alians au ho es). o obje o es udado é ex emamen e ak ualus, pois a iões
(ypač amplamen e en endidos) gausu em odos os ní eis da i a linguagem, deles
andasi is no os. Conclusões do es udo das a ian as, dados p ecisam escolas,
necessá io ape cebe os alunos com aquelas a ian es de a osena, que
ca ac e inhas em seu ambien e, ensina a a alia e escolhe : Plačiau ėpian i
a ian ų klasi ikacija важна не только a osenos y imams, но и общериной
языка методике обучения, потому что пока что в школах больше говорится о
языковых ошибках, чем о том, как в целом оценить разносоненные варианчности
ap aшка. (p. 176). Na monog a ia desc i a, pobúdis e des inação das pesquisas
bas an e p ecisamen e p esagido des as a i mações: Nes e abalho
a ian iškumo p incipalmen e e ligado com no mas de linguagem e seu unciona imo
a osenoje com no mas mudanças, s y a imais e iolações. po ém en a iza- ina,
que u imo em men e não linguagem no mas, e mais amplamen e en endido
a ian iškumas, que inclui e no minius, e nono minius a . Miliūnai ė. P esen inas
a ian es da linguagem li uãs [ ec.] 349 osenoje į ai uojančius eiškinius (p.
119120); ei o um es udo explo a ó io a osena e suas a ian es é a base a pa i
dos dados disponí eis nes e ichei o pa a elabo a uma a iadas conjunção (p.
219). Na de adei a ase mencionada ka o eca é Daba inės a osenos
ka o eka, algumas décadas (nuosek liau desde 1988 anos) monog a ia au o aë na
amília acumula a de ašy inės média, on es da in e ne , ou os públicos
públicos a osenos á eas (p. 92113, 156). No Li o e baseia-se daquela ka o eca
dados. Pelo que salien ando que o uncionamen o das a ian es no a oseno e
suas elações não é di e o des a monog a ia, e esąs o obje o de uma in es igação
pos e io (p. 160, 220), a au o a ap esen a, no en an o, já e nes e abalho em
a oseno emp essêjanços comuns uncionalc das a ian es (pa i as
in oduzi ija como hipo e icas, p. 160), desc e e no amen e as a ian es que
o mam no a oseno (p. 197199), ak ualiza a p oblemá ica das elações
dis ibuccionais (p. 199201). O li o consis e em duas pa es: Daba inė a osena e
suas eiškiniai (p. 15113) e Va osena a ian es (p. 115214). Na p imei a pa e (4
capí ulos) abo da-se o concei o a osenos, a uais das línguas li uãs sinais
a osenos, na u údis do es udo dos enomenos a osenos e suas ixação, em
segunda pa e (3 capí ulos) ap esen a-se concepção de a ian idade, abo da-se
seu ap aiškos e e isão-se elações das a ian es. Todos os capí ulos e minam
desc end inamosias, e monog a ia inalizamosias. No Knígo há 17 pic slas
(maio men e isso schemas) e 9 abelas. a pa i deles bem e , como au o ė
p e ende não só nep ieš a ingas linguagem enômenos classi icação, mas e ciência
deduções, apibend inimen os aki aizdumo.
conside ando á ias eó icas ques ões de a ian idade, au o ê em odo o
empo pe an e os olhos a cons i uída e p epa ada imp essa de a ian es da
con empo ânea a osena da língua li uânica, po an o monog a ia pode
azoa elmen e se conside ada um sólido eó ico undamen o daquele
concepado (pa i au o ê diz que as ques ões eó icas a osenos de
a ian idade em essência são conside adas na segunda pa e), e a p imei a
pa e capí ulo 1.4 (Va osenos enômenos ixsa imas, p. 92113) é p imis o
są ado desc i as, sa o iškas u u o są ado in oduzadas: aqui abo da-se
a ian ų są ado odyklė, ap esen a-se ex ac o do są ado (p. 108109). a base
da cons i uição są ado é a o ma das a ian es, es u u acionais a ibu os
das a ian es (p. 177). Como é en endido o p incipal obje o de in es igação do
es alei o a osenos a ian es? Monog a ia baseada na mais ampla concei a
de a ian idade, que pe mi e em a ijuojanços enomenos a osenos olha
obje i amen e, sem a a aliação p o isão, necessá ias mais a de, no minamaio abalho, quando já es abelece as mesmas elações de a ian iškų enomenos a osenoje. (p. 217). siau-
350 Kalbos Kul ū a | 83 ajai e ampliajai samp a ai a ian iškumo ilus a
pa icula men e pagaulus é da ybos a ian ų o e uška: o e ai ė pa yzdys.
Mos ousi, como ou o hib ido o e uška a aliação Nas publicações do dicioná io
da Lí u ianidade a ual (1954 m. edição o e uška ainda conside ada sinónimiška
no ma, 1972 m. susie a e e ência com o e ai e, e desde 1993 m. au o ização
hib ida já é conside ado como ne eik ina à comum língua, a ele addama žyma
n k.), au o ė diz: Viešo a osenoje o e ai ė. [g ybo] nes e sen ido ago a
ambém é p esen e. aigi segundo o es eu ó io a ian o en endimen o
o e uška e o e ai ė uma ez o am a ian es, e depois suas a ian iškumo
elação desapa eceu. De aco do la gada a a ian e samp a á o e uška e
o e ai ė conside y ini a osenos a ian es. (p. 152). Mui as das unidades de
linguagem que êm o mesmo signi icado, adicionalmen e conside adas
sinônimas (lexcionais ou g ama inais), au o ês são incluídas em a iações, ex.:
pe cen ual e nuošim is, edi o a Ve smė e Ve smės (p. 207; às a ian es da
mo ologia, po exemplo, são a ibuídas explosões2), conco endo umas e mui as
combinações de desenho: desenhos [conku sas] (p. 17] (p. 173) pa a a ian es
sin ác icas explosões bomba sug io [sėlį]: bomba e sug io ė [sėlį] (p. 173).
dis inguem d ejopi a ian es: o mas e signi icados (p. 214). Va ian es de o ma
são chamados os casos em que a ia a o ma da mesma unidade linguís ica, mas
o signi icado não muda; dessas a ian es pode di e i uncionciniai (s ilis iniai)
sinais. isso, pode íamos dize , é um es ei oji concei o de a ian e de linguagem,
na nossa linguo y oje e e uma ce a adição. Lbís icos, que man êm es a
e mo a osena, a ias en am quan o mais cla amen e a ibui dos sinónimos.
Reikšmės a ian es chamam-se di e en es unidades de linguagem,
sis emicamen e u in ys a mesma signi icação ou unção (p z., absoliu ieji
sinonimai), ou ais unidades, das quais um g e a da e dadei a signi icação
a osenoje adqui a seu e ou o signi icado. segundo ipo a ian es ge okai
expandeçam a ian iškumo concei o. não pode não a ai a a enção, que au o ė
ala e sob e a imos signi icado lexicas a ian es: os pačiõs ou mui o a imõs
signi icado pag indu a iju a leksiniai unidadesai pala as ou leksikaliza em,
ne e ai sus aba ėję pala as conjuniniai. (p. 164), e suas disposições desc e e
assim: daba inas li a ias pala as de língua a ian ais conside y ini a mesma
ou mui o a imą signi icação u in ys e egu lia amen e seiku jan ys
linguagem eiškiniai, en e os quais a osenoje su sida o a ian iškumo
podėjimo um ou o subs i ui elações.
(p. 177; pab ėž a au o ės).
Passeio a a ian e pe mi e à au o a liga o adicional abalho no ma i o do
idioma e socioling is inho pon o de is a em a ian iškus a osenos eiškinius
. Miliūnai ė. Ago ao inas a ian es de a osena da língua li uãs [ ec.] 351 (p.
151153, 215). socioling is inis pobúdis de pesquisas baseado em não um luga do
li o. Po exemplo, indica-se que bend inês abalhos no mamamais da língua
li uânica a aliados a aspe oi a é ago a jus amen e e al ko de glaudesnių
sąsajos com ealiosios a osenos y imais (p. 217); demons omas elação de
socioling is ica, planejamen o da linguagem e cul u a da linguagem (p. 121122).
p ocu a e encon a aquelas ligações des inada au o ei ajuda não só
amilia iza com con empo âneas ou os países socioling is ica abalhos,
mas e ap o undamen o em li uãos bend inês linguagem no minimo adição (is
essencialmen e pa a oi a p imei a monog a ia), a enção a mais elhos e a uais
abalhos de li uãos linguo y os. isso é pa icula men e ca igin ina
peculia idade ago a, quando não um único galbinis a li uanis a (dažniau
kalbininkė li uanis ė) da ge ação jaunesnês à na i a língua a capaz de olha só
com olhos es anhos.
Paisė inas ca ac e ojas da monog a ia es o ços man i e á iosi uojanços
e minos linguo y os, necessá iasicus o nece e no os. Lei e an o co igida
e minia de es ilos uncioncinos. s lius, que na alo ó ica li uana é chamado
a iadamen e dia iamen e domés ico, šnekamosios kalbos s iliu, simplesmen e
domés ico ou šnekamuoju, monog a ijoje in oduzido como quo idiano (p. 42);
pode eco da -se que p ecisamen e es e e mo a ma a sa ukynu pa ece ęs
mais con enien e do que co idiano domés ico (ž . sa ukynas 1977: 19, 2 izn.). o
e mo p opos o pa a desc e e os memb os das a ian es: Visus ou os
memb os das a ian es, exce o o p incipal, pode iam se chamados de
a liepiamaisiais a ian ais; nes e caso não ap op iąs o e mo secundá ias
a ian es, po que ele se -se-á necessá io no pos e io pe íodo de es udo das
a ian es, nossau ando a nãoiguia e iškidade das a ian es em elação às
no mas (p. 198). p e ende o ma -se nep ieš a ingą sis ema de e mos,
p incipalmen e daqueles, que na nossa alo y oe são usados em pa ecida
signi icação, mui as ezes p amaišiui. Posky ie Va ian iškumo ap aiškos
conside a os e mos p óximos que signi icam assun os ( a ian es, duble as,
sinônimos, conco en es, co espondmenas e subs i uí is), di e en es
concei os po eles in oduzidos (p. 140196). mais de alhadamen e, comp eendida,
analisada é o concei o das a ian es: mais es ei a e mais ampla, es u u ais e
uncionais a ibu os das a ian es, classi icação das a ian es (p. 140177; ainda
consul e p. 201211 sob e ipos de a iações). Uma ealização in a ian e a iões
nes e nele susiklos em a iões elações é chamada a iação (p. 163, 98 omn.;
201). Va ian iškumą au o ė desc e e como ben da iausią ca ac e ís ica dos
enômenos da linguagem no êmpo mesmo con ex o egu lia ia e apação ou
mui o semelhan e a signi icado ou ealiza apação ou semelhan e a unção, aí pode a subs i uição um ou o. (p. 192; accen ėž a au o ês).
352 Lingbos Kul ū a | 83 As mais impo an es mani es ações de a ian iškumo
conside am-se a ian es e sinônimos; mos am-se di e en es pon os de is a
pa a es as noções de elação (p. 132). O p incipal sinal de sinónimos e
amplamen e en endidas a ian es é a semân ica comum das unidades da língua
que possuem di e en e aišką (p. 181). au o nuodėugniai conside a o p oblema
dos sinónimos e das a ian es ski ies (p. 180188), az uma ce a conclusão, mas,
en a izando que isso é uma ques ão di íceis de espia (p. 183), não le an a a si
a e a de o a é o im espia . ób io uma: amplamen e en endidos a ian es
a osenos ab angem pa e daqueles e mos da língua, que a é šiol
ge almen e o am a ibuídos sinonimikai (p. 128); sinônimos incluem-se em
a iões aki a į essencialmen e an o quan o elacionados com no miškumu (p.
194). Va ian am pe encem e neno minias enškinhas, mas os úl imos
conside a sis emá icos sinónimos não se ia ap op iada, po que isso ki õs, não
gene inês kalbõs, sis ema apa aškos. za a e di o: Panašūs neno miniai
eiškiniai [ aladas sob e cons ução dė i an kep u ės, pa a ojamą
signi icado dė i į kep u ę] coloca a ques ão, se eles podem se conside ados
obje o de pesquisa sin aksinės sinonimija. (p. 185). au o ė ac edi a que o e mo
sinónimos nes e caso se ia jus i icado, [j]ei sinónimos en asemos
amplamen e como uni e so á ias (não só bend inês) a osenos eiškinį, en ão
e e en es às no mas da linguagem bend inesa sinónimos podem elaciona
como no ma e mo i o ai usada não no ma (p. 193, 112). Na u almen e,
con ex i os, si uacioniais sinónimos não codi icadas meios de linguagem podem
se conside ados. au o ė a si desen ol euja aldono Pupkio a ese de que
a ian iškumas e sinonimika não são es i amen e sa a ankiški,
comple amen e a sisky ę eiškiniai; em ce os luga es eles se conquiquem,
c uzeiam, na linguagem da i uma pode i si ou as (p. 132), e diz: Dalis a iões ao
longo do empo ing essam em ce os a spalhões, adicionais a ibu os e
o na-se já concu ujan es a ian es, e sinonimiškomis aiškos p iemonėmis (p.
90). Falando sob e sinônimos pode-se chama a a enção a um pequenomožį.
Monog a ia lembinando que na alo y a li uânica g upos de sinónimos cos uma
chama de sinónimos linhas ou sinónimos linhas, de ul imo o e mão a ojančių
kalbininkų indica-se só al ydas umb asas (2004) (p. 197). Ge ai sei que es e e mo
é p opos o po , lhe, em compa ação com conjuginio sinónimos ila,
p e e emedo ia o necem s asys Keinys (ž . e seu esc i o a igo sinonimos
eilu ė, e e ência a es e a igo à e mo sinonimos ila K Ž 1990: 183). sob e a
conco ência de meios de linguagem na p imei a au o ê monog a ia oi apenas
zazemen ada (ž . Miliūnai ė 2003: 40; 57, 32 izn.; 167), e ago a ela o nou uma
cen ines a ian iškumo są okų (p. 188190); ala-se de a ian e conco ência,
sua g aus (p. 211213). linguís icos e minus kon-

. Miliūnai ė. Daba ines a ian es de a osenos da língua li uãs [ ec.] 353
ku en ai, a conco ência p incipalmen e a oja ap a dami linguagem ki imą,
ais casos, quando uma aiškos p iemonė s umia de a osenos ou a,
especialmen e quando comuninei língua o necido a ian o luga usados
ne eik ini, nekodi ikuo i a ian es. aigi, aki aizdus diach oninis pon o de is a.
p ecisamen e al pon o de is a ki ado é dispos o po aleksas Gi denis: o e mo
da conco ência plačiai u ilizado na diach oninėje kalbo y oje <...>. <...>
ge almen e conco em po algum empo algumkokie linguagem eiškinia. digamos,
oi alguma cons ucção do bene iciá io com pa icip iu, da i us absoliu us,
depois ela zaleou luga à cons ucção do padaly io. é e dadei a
diach oniamen e en endida conco ência; sinch oniamen e pe cebiam
enômenos da conco ência esą gale iam se desc i os s ilis ine oposição. eu
imagino esses casos: Pa ėjo pessoas dainuodami e Pessoas daina o (ci ado da
alekso Gi denio habili ação de idioma Comi ê em sessão Vilniaus uni e si e e 1996
m. e e ei o 8 d. s enog amas). i a Miliūnai ė não ão ka ego iška, ela
conside a que os mesmos e mos de compe ição na cul u a da linguagem e
es ilis ike podem signi ica e quan o di e en es concei os: s ilis ikoje
konku encija de elações de enominių da linguagem, besiklos ančių a osenoje
pe ilgesnį empo, ans e e-se pa a aiškos p iemonių konku encija momen u
hei eleim (p. 189); di e en emen e do que es ilis ique, a ian es conco en es
são conside adas não do seu elei o u iliza momen o, e en ão, quando a oseno,
no de inido con ex o eles são egula men e usados p amaišium,
independen emen e da elação com codi icação (p. 190). Aqui pelo menos
b e emen e, com base no as publicações, ale lemb a a concepção da
conco ência Czechs kalbo y oje, pois de ela oji samp a a oi pe me ida
Li u ians s ilis ikos. Na conco ência Czechos kalbininkų ambém olhada
d ejopai: ou como em p ocesso, quando uma ou á ios aiškos ins umen os
išs umia sinoniminė ins umen o, ou como em p io idade p es ação a um aiškos
meio pa a compa a com sinonimines. ais a conco ência en ende-se como
dinamico enômeno, que pode se es udado como ou oimą ou como seu
pada inos e eiškimusi sinch oniniame kalbos pjū yje, po an o esul a
dis inguida conco ência e pa alelismo (pa alelnos ) de meios de linguagem. esse
pon o de is a emposi pa lado es sob e a conco ência não alam en ão, quando
exis imas na cabeça aki aizdžios duble inių p iemonių g e ybės (pa alely),
nusakanças um ce o signi icado ou a liekanças um ce o unção. Nos úl imos
empos conco ência e pa alelidade na lingüís ica checa ge almen e não se
dis inguem, a conco ência é de inida como o uso de di e en es meios pa a o
mesmo con eúdo exp essa , como al possibilidade do pon o de is a do sis ema,
i. e. como aibé de meios de linguagem, que ac os de comunicação ou a di e en es ipos de comunicação o necem o sis ema de linguagem (ž . Ma inco á 1997: 161; Jelínek 2002: 223).
354 Linbos
Cul u a | 83
P ê ojando aiškos konku encijos idėją ainda ale ia pensa pensa po odos os
eiksmaodício concu uo i e minos da ybinės g upės. Já, pode-se dize , nusis o ėję,
nãoelian es dú idas são e mos conco en es, konku uojan ys ( a ian es), compe ição,
al ez e konku encinė ( aiška). mas aqui Va ian ų požymių abelae (p. 161) encon amos
būd a dį konku encingas, e daik a a dį konku enciškumas. é po compe i i umas? ou
compe i i o e compe i i iskum? Uma ez que o e mo de conco ência como me á o a é
ado ado de economia ou ou as ciências sociais, é odos os e mos des e g upo que su gem
na linguís ica pode iam basea -se em ananas ciências en inchei adas codi icação1. Relação
a ian ų com ou as apa ações de a ian idade esumem-se assim: sinonimai e ela uma
a iedade mais de a ian es do consumo isgales, duble ai é um sinal de que a ian iškumo é
excessi o e al ez šalin ino, conco en es exibem a ian es es abelecimen o a osenoje
elaçõesus. (p. 193). Vissa monog a ia, em mui os de seus luga es, au o ė isoli a, exp iskina
es ilis inho a ian iškumo ní el de es udo. Uma das a osena ca ac e ís icas de aco do
com o modo de uso da língua é p esacimen o olha in os chamados es ilos de consumo:
naquele undamen o dis ingue-se li e (neo icialioji) e o icialji a osena (p. 3447). bene o
mais impo an e c i é io o na-se o icialidadelibe dade. Nesse eixo a a ual a osena da
língua li uânica adqui iu uma ce a pisius y ą: ins umen os de aiškos do idioma de aco do
com es e c i é io cada ez mais di e enciam-se an o po o ma esc i a, quan o po o ma
o i ínia; já não cabem já o am bas an e con iá eis a linguagem esc i inasaicy ina e o
c i é io de publicidadep i a idade; o uso da língua comum em cada ez mais a de e mina o
obje i o do consumo e des ina á io (p. 216217); lais oji a osena klos os como sepa ados
es ilos de linguagem (p. 47). es ilis as pe ence-se mo i ado in es igação de iolações da
no ma (p. 196). Po exemplo, p. 194195 no con ex o dado pa a o junginys p aus i magis alę
<...> iola no mas da linguagem (p. 195), mas aquela me á o a apa ece es ilis icamen e
mo i uada (plg. Užėjo ilgadienės liū ys, me kė, p ausė Vilnių isą sa ai ę J. bal . lKŽ X 583).
(Dėl es ilis inio ní el da linguagem mais ê p. 50; 90; 112; 173, 105 omn.; 195.) Locom au o ė
co igia anks esnes suas disposições bem o muluo es. e.g. diz-se que publicis inho es ilos
po causa do seu desiguali yškumo p ecisa di idi pelo menos em duas pa es in o macinį e
eksp essi ųjį. As linguas aconsi am isso 1 Po exemplo, ū os Vainienės Ekonomikos e minų
žodyne (Vilnius: y o alba, 2005) é compe ição, konku encingumas e an agem compe i i a (p.
139140). Choodyne ci amos padėką não nomeados albininkos, mas nele, desg aça, não há
g a ação sob e ap obação na Vals ybinėje lie u ių kalbos komisijoje, ad nada pode dize
sob e choodyne ap esen ados e mos de ní el de codi ikação.
. Miliūnai ė. P esen inas a ian es da língua li uãs [ ec.] 355 azi ada não
in ei amen e p ecisamen e, publicis iniu es ilo in i ulando só exp essy iąją a
sua pa e e sepa ando do in o macionais. (p. 41, 22 omn.; monog a ia au o ė é
á ias li os de conselhos da Ling a comp a ado a e uma das au o es). em
subs ância apoiando a al p ecisão ainda assim enho que dize que, sepa ando
in o macinho es ilos do publicis ino, nenhuma e ada não oi ei a,
simplesmen e escolhida um ou o en oque pa a es ilos skaidymą. di emos,
inglês s ilis ikos adição jo nalís ico ( . y. in o macinis) es ilos sepa ados do
publicis inio (ž . Galpe in 1971: 306318; posky io laik aš inis s ilius au o é V. l.
naje as (naye )), e usų s ilis ikoje laik aš inis s ilius en endido como
publicis inio s iliaus cen as, usado a é duplo nomeamen o
laik aš inis-publicis inis (gazejno-публицистический) s ilius (ž . Стили сти ка
2007: 116). longo empo exe ciados usos es ilis icos, es iliaus bem como gên ões
pon o de is a endo ha endo panašius jo nal aščius e panašią publicis iką,
igualmen e ambém sci s ėme e es ilos, po an o em algumas décadas
susiklos ė mesma (caipos ilų) es ilos da língua li uãs usas bem como suas
a mainas (pos ilių, žan ų) sci s imen o adição. a é a es au ação da
independência al lingu os ilis inis abo dagem, ób io, a ico es ilis ina ealidade
da linguagem. Pode a coisa que e ago a ainda é cedo ado a inglês ou alguma
ou a das disposições es ilis icas Ociden ais. esol ingue a oca
nusis o eiusa classi icação de es ilos possí el se ia só nuodugniai is y us
a ualena a osená s iliaus pon o de is a ( aigi acumulus pa ikimų dados) e
cla amen e su o mula us es ilos skaidos c i e ius.
Kele as pala as de causa da linguagem (sis emas) e con e samen o (šnekos)
unidades de ce nimen o. Nos nossos kalbininkų abalhos os mesmos nomes das
unidades en endam-se desiguodai. au o ė nes e sen ido é consis en e, mas ao
lei o p e e ia uma explicação, po quê escolhida p ecisamen e essa
abo dagem. Segundo Jono Palionio Os p imó dios da Ciência da Língua (1985)
diz-se que onemas e mo emas são kalbõs, e pala as, junginiai e sakiniai
unidades de ala (p. 153 154). e ou os au o es de abalhos encon amos quan o
i okią aseys e mo ak uo ę. Po exemplo, Kalbo y os e minos dicioná io
ap esen a sua iškas pe einamasis desc ição: Sakinys é o p incipal min is
eiškiamasis de ca ác e conc e o da unidade de linguagem, po isso ele mesmo
pe ence šnekai (kalbėjimui). […]...> po ém ipos de sanda a sin ác ica da ase
pe encem a um ní el mais abs a o da linguagem. (K Ž 1990: 175). Ainda quan o
di e en e (a mim pa ece p ecisamen e) alamen o elacionamen o é nusakęs
Vi as labu is (1994: 57): ic asis ac a de comunicação é indi idualus ase
ex oys, es ei amen e susie as com con ex o, com pa a ojimo si uação.
Ac ualmen e al sen iniu de ex o aplica-se o e mo pasakymas ou azė. <...> mais impo an e,
356 Lingbos Kul ū a | 83 que azemos di e ença en e dize imo como unidade de
comunicação e sen inho como unidade do sis ema de linguagem. (Visu
en a izado ci ando). Aqui de um, aqui do ou o nosso lingüis a iechas pala a
sob e a a ual condição da língua li uãs, sob e á ios luga de a mainos da
língua indica, que exis a não só di e en e, mas a é con á io de abo dagem
pa a comun iná língua, pa a linguagem ki imą. nelygu qual papel a ibui-se à
na i a língua. exal amos ozes, que sos kalbõs a mainos (en e eles e
ja gonas?) exis en es legios, que li uãos ala incan i na u almen e, po que
mais impo an e esą sa is aze as necessidades de comunhão, e algum algum
imagindidumo blukimas, knygėjimas (de um lado) e kolok ialização (do ou o
lado) no malu. i a Miliūnai ė di e en e ê a nossa si uação de linguagem, ela
não acha que udo se encaixa á po si mesma; nep i a ia en a i as de ado a
egali a ismá a i ude sob e oda a língua a a ias e modos de igualdade (p. 131).
Ela a i ma: o desen ol imen o da língua comunhinha pe de ou uni o midade,
suas á eas de consumo diminuiu, gausėja não codi icados aiškos meios,
esc i a língua pe dousi ienalyčio e bem o ganizado da inio linguís ico s a usą
(p. 83), e desc e e: aigi já e ago a é cla o que a in ensi ização dos enómenos
pak aš inos, ambém o di e o escisma de elemen os es anhos (į ai ių kalbos
lygmenų) escosenis a osą i pdo a peculia idade. (p. 85). Tema ua a opinião
diz-se sob e poli ico co ek iškumo mėgdžio ojus Li u eja: nesą nenhum
p ecisoalo acei a ou os idiomas impose amas uni o mokių ou ou osokių
pala as de consumo ou p oibi consumi madas, é p eciso olha pa a seus
p óp ios línguas daquelas pala as de consumo adições, signi icamen os
sis ema. isso não só kalbininkês, acumuladas alo ingą expe iência da a ual
língua y ėjos, opiniê, mas e posição que p omeima esponsabilidade da língua
na i a consumido , besi ūpinancio seu des ino, sua ago a imi e u u oimi. lendo
a no a mi os Miliūnai ės monog a ia não pode nãoa ibui a enção a alguns
peculia ou seião já olha ag adá eis assun o de e ique a do idioma de loja de
ciência. Aqui au o iaus padėką a e iso es, edi o es, edi o es e ou as
pessoas es amos acos umadas a le li os no inal p a a mės, e aqui Padėka
sepa ado li o demão (como às ezes emos Ociden ais au o es de ciência em
lojas). não emos uma adição, como in oduzi no ex o au o es de quem
mencionamos, ci amos ou ao qual de a o já nos apoiamos naqueles casos,
quando não colabo amos só com a habi ual e e ência de on e ( umpinimu
pa ė, me ai, página skliaus ose): ou à sob enome esc e emos apenas le a do
nome, ou, mencionando a p imei a ez, indicamos odo o nome, e
pos e io men e já em um sob enome, como que é habi ual em uma e cei a,
sem, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , Mo-