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R. Gary „europietiško auklėjimo” norminis vertimo ekvivalentiškumas

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R. Gary „europietiško auklėjimo” norminis vertimo ekvivalentiškumas

Author: Aurelija Leonavičienė
Year: 2010
Source: https://journals.lki.lt/bendrinekalba/article/download/290/355
A. LeonA ičienė. R. Ga y Eu opie iško
воспитания no minis adução equi alen iškumas 257
AURELIJA LEONAVIČIENĖ
Uni e sidade de ecnologia de Kaunas
y au o Didžiojo uni e si e as
R. GARY EUROPIETIŠKO AUKLJIMO Kasme Na Li uânia é edi ada cada ez mais
NORMINIS VERTIMO EKVIVALENTIŠKUMAS
aduções de li e a u a a ís ica e nemenís ica. As aduções de ex os
a ís icos ab em aos lei o es á ias cul u as, c ia uma es é ica de min es
aquelas no ou o lingubinês ambien e. adução de ex os em língua ugdo
lei o ados, especialmen e c ianças e adolescen es, senso de linguagem, es ilius
pe cepção, po an o a ís icos ex os é p incipalmen e cul u al, e só en ão
ação come cialis. Es ea alegação é apoiada li e ú ogo y au o Kubiliaus
es eigiamajame cen o dos adu o es eunion alou min ia, que decidiamaa
in luência a pensamen os dos li uanos e li e a ines aiškos possibilms ez não
o iginaliais, e e s inas li os1.
Em 2008 Vy au as Didžiojo uni e si e e ealizou in e nacional cien í ica con e ência
Romain Ga y Ry ų i aka ų eu opos žmogus: ašy ojas ezis en as, ly inis juokda ys,
egė ojas, dedicada a um dos mais amosos XX a. p ancūzų ašy ojų R. Ga y (e. Aja ).
Į ai ių países li e ú ologos, c í icos (D. Bellos, n. Gelas, n. Roc on, . Sk upskely ė e k .)
discu i am sa i ą R. Ga y abalhos de es ilos, emas, gên ų e mo i os di e sos, sua ob a
ak ualidade na sociedade a ual2. A c ia i idade da Rašy ojas não pe maneceu
desape cebida e dos edi o es li uanos, que po bas an e cu o empo suscubo publica
mui os de seus abalhos e imus: Gy enimas da an es akis (La ie de an soi), 1992, 2008,
2009; Auš os pažadas (La p omesse de laube), 1999, 2009; Eu opie iškas auklėjimas
(Éduca ion eu opéenne), 2001; šiau os bille es nebegalioja (Audelà de ce e limi e o e
icke nes plus alable), 2008; Mo e s Tol iesa (Clai de emme), 2009; Ai a ai (Les
Ce s- olan s), 2010 e k . Nes e a igo a a-se esc i o ão изгласнившего первого
первого романа Eu opie iškas auklėjimas e imas, литовских скатытою достиęs один из
1 K u b i l i u s . 2003: переėjai kelia didelę kul ū os naš ą. Falba, con ada po es eigiamo 2
mais de alhe sob e isso e . T abalbai i dias 51, 2009, 61249.
e ėjų cen o susi inkimą. – Li e a ū a i menas, 2003 11 07.
KALBoS KuL ūRA | 85 p imei os (kele iais anos an es oi publicado o li o A Vida
ainda an es de olhos 258 aduções). obje i o isanaliza a adução des e
omano de 227 páginas equi alen iškumą no ma i o e, compa ado com o
o iginalalo ex o, de e mina se aduziu Algi do K ančiuko e imas leido R.
Ga y Eu opie iškam auklėjimui seman iicamen e e es ilis icamen e
equi alen iamen e p abil i em lei o es li uanos ansmi i a comunicação do
ex o, es udo indi idual a ís ico es ilís ico peculia idades. Tendo em con a
es e objec i o e obje o de es udo escolhendo mencionado abalho e a sua
adução aiška, le an am-se algumas a e as: 1) eo icamen e discu i o
equi alen eškumo do ex o de adução e uma de suas espécies no minį
ansmissão equi alenciškumą, 2) esnag inė i i iamąją ma e ialą ( adução e
o iginalalo eks ą) em e mos de equi alen eškumo no minio, ecol i dados de
análise, os a alia quan i íbiamen e e quali íbiamen e, 3) esnag inė i e
apibend in i os esul ados do es udo ecebido. o es udo oi ealizado
u ilizando análises ade inamosas, quan i a i as, linguís icas e desc i omá io
mé odos. na pa e eó ica do a igo emiamasi undamen aliaisiais e mais
ecen es abalhos de á ios ep esen an es de eo ias de adução (e. nidos
[naidos], W. Kolle io, P. newma ko, B. osimo, M. Bake e k .), de in es igado es
es ilis icos (K. Župe kos, . Žilinskienės e k .), de especialis as da cul u a do
idioma (A. Pupkio, R. Miliūnas e k .). Es a a ualidade é de e minada pela g ande
popula idade dos abalhos de R. Ga y na Li uânia, não há mais a enção da
c í ica li e á ia à ob a e à língua des e au o , a necessidade de p omo e o
es udo da adução, a plė o ê da men e c í ica no país e a qualidade da adução.
1. BenDRoji eR iMo eK i ALen iŠKuMo SAMPRA A nas eo ias de adução
en a-se es abelece e de ini ce os ce os c i é io de boa adução,
co esponden e o iginalalo ex o, po isso ine i a elmen e изo ca a ques ão
equi alen eidade da adução. equi alen eidade noção depende do que, em uma ou
ou a eo ia de adução é conside ada unidade de adução, obje o de
adução, como a ado p ocesso de adução, obje i o de adução e qual
iloso ine p o isa a (A is o elio ou Pla ono) baseamasi discu indo linguagem. A
an iga adição na Li uânia que inha eo ia da adução de co espondências de
dêsningas (j. i. Recke ) e eo ia da adução baseada em es u u a lingu is ica (A.
. Fiodo o , G. Mounin, W. Kolle e k .) conside a a equi alen e a um ex o al, cujo
equi alen e unidades linguís icas aduzam do o iginal, endo em con a isso, a
e imo kul ū os ypa umus i eks o s ilių. Minė ose e imo eo ijose eks-
eo ia da adução de odas as aduções exin e p e a i as (Macinė Lede e ,
A. LeonA ičienė. R. Ga y Eu opie iško auklėjimo no minis adução
equi alen iškumas 259 o uni ų suma. A abo dagem es u ú alis a em
adução não semp e deixa a pe ei i pe dėm o malizuo o caminho de
eik i iso eks o p asmę, d asią, papildomas eks o eikšmes, kėlė pa ojų
adução.
Dinaminé da eo ia da equi alência de adução e. Nida, le an ando a impo ância
dos componen es seman ís icos e eo icamen e undamen ando o
ans o macinį modelo de adução bem como a análise componen e, manê que
equi alen iškas e imas é um ex o, que o iginal é ansmi ida mais p óximos
equi alen es na u ais p imei o seman icamen e, e em seguida es ilis icamen e,
endo em con a o des ina á io e sua eação (1989: 229231). Quan o di e en e
equi alência de adução é desc i a si uacinessa eo ia de adução: o iginalalo e
adução equi alen eškia baseado linguís icas si uações em di e en es cul u ae
equi alen iškumu, k eipian a enção em lingubines e não-kalbines
(eks aling is ines) si ua cijos impo ância (j. P. inay, j. Da belne , . G. Gak, j. C.
Ca o d). Rep esen an es da eo ia de adução sooling is ina (M. Pe gnie e k .)
ėmėsi disposição, que as condições his ó icas e sociais da linguagem dos
pa icipan es da comunicação, os códigos de con e sação são di e en es,
po an o, isando o iginal e adução ligiosidade necessá io es o ça -se, que os
códigos de comunicação social coincapp em, i. e., que o lei o en enda a adução
adequadamen e e a pazasse. Es a eo ia de adução equi alen iškum ėmėsi socialinių kalbos kodų apa umu.
D. Selesko i ch e c.), ao con á io das eo ias de adução an e io es, cuja base
é o sinal, e a adução é conside ada um ins umen o de c iação pa a o obje i o,
ėmene k . Os ep esen an es des a eo ia le an a am e a é ago a ebekelia (F.
is aël, F. He bulo ) adução equi alen idade, signi icado do ex o impo ância,
ex o in e p e a i o ques ões e conside a que equi alen e equi alen e ex o de
adução é cogni i iais e emociniais equi alen es pe duik as o iginal ex o
(Lede e 1994: 5055). Ou okią adução equi alência de concepção oi ap esen ada
comunicacinė eo ia de adução (o. Kade, P. newma k e k .). seus
ep esen an es quase de no o di idi am odas as eo ias de adução em dois
g upos: a) seman inas eo ias de adução, de uma o ma ou ou a in luenciado e.
nidos eó icas min ies, e b) comunicacinę eo ia de adução. Úl ima eo ia em
ex o o iginal e adução equi alen iškness é ligado com a comunicação e iciência
aspi au, ende ea o e ende ei ado canal de yšio, pe mi in çio p ecisa o
signi icado do ex o, espe ė is um ce o empo mecio, da sociedade ende ea o
eações. al disposição indica que na eo ia de adução comunicciné ica
equa e iškumo é mais baseado não seman ico, e
260 KALBoS KuL ūRA | 83 e o iniu equi alen iškumu. Uma abo dagem
semelhan e baseia-se e em ou as p agma izadas eo ias de adução, onde
se apon a pa a a in e na e ex e na ealidade do ex o, á ios ní eis de
con ex o: a) con ex o de ci cuns âncias de comunicação, b) si uacinį, c)
in e akcinį, d) epis eminio e k . con ex o. Essas eo ias equi alen iškidade
da adução desc e e-se ce os ce os c i é ios p agmá icos, po
exemplo, skopos eo ia de adução (K. Reiss, H. j. e mee e k .) a base de
adução equi alen iškumo cons i ui ealização do obje i o do ex o
o iginal.
e qualque que di e sa seja a concepção e in e p e ação da equi alência de ex o
das eo ias de adução, o ex o semp e é ealizá el a ce os c omis lingubines
meios. po an o ine i a elmen e o na impo an e p oblema da qualidade da
linguagem. adução c í ica nos abalhos equen emen e le an am-se
ques ões de adequação da linguagem e es ilius (pos ilio, gên o) meios, bend inês
linguagem no mas paisimo p ob lema, examinado social do idioma código escolha de
especi icidade, adequamidade e pan. Dabo inė adução c í ica, a aliando o ge al
adução ex o equi alen iškumą, examina odo o ex o, seu obje i o,
comuniccinį con eúdo, p agma inius aspec os, sociokul ū inį con ex o, adução
seman inį con eúdo, qualidade do idioma. isso pe mi e ece de um só á ias
adução ex o espécies de equi alência: 1) do con eúdo, 2) uncioncinį, 3)
comunicacinį, 4) p agma inį, 5) si ua cinį, 6) o maljį, 7) no minį (Leona ičienė 2010:
1620). 2. noRMiniS eK i ALen iŠKuMAS ienA iŠ eR iMo eK i ALen iŠKuMo RūŠių
e miną no minis ek i alen iškumas p ecisa mais de alhadamen e panag inė i. já
há mui o empo na eo ia da adução discu ida, que a adução do ex o não é
apenas lingubinis ação, que o ex o não pode se conside ado obje i ia duo ybe, e
lei o ojas independen e sujei o. da adução e, como a i mada
enomenologizada iloso ia, in e p e o obje i o ab ange o dialek inį p ocesso,
ap êpian e lei o ês in e esus e ex o sa a ankiškumą. O e ece qualque um
des e con inuum polias signi ica não en as i ex o. <...> po ém a a e a
in e p e a i o não en a econs ui mundo ex o, mas deixa o ex o ala
pa a os in e esses do lei o (Mickūnas, S ewa d 1994: 173). pa a que o ex o
alasse ao lei o e osse adequadamen e comp eendido, o adu o de e usa o
meio mais impo an e ala. seu consumo não pode se cao iškas, sa i ikslis,
independen emen e de adução sis ema da língua dêsnius, no mą, polinkius de
consumo e de linguagem
A. LeonA ičienė. R. Ga y Eu opie iško auklėjimo no minis amo ek i alen iškumas
261 s ylis inių bei žan inių aiškos p iemonių a ojimą. odos es es coisas
obse ação ajuda a busca e e i o de lašio com lei y oju (ad esa u), sa is aze os
seus lūkesčius, e isso da sua ez em ez lemb a no minį ansmo equi alen iškumu.
um dos mais impo an es c i é ios de equi alência da adução no ma i o
obse ação das no mas da língua. uma das no mas da língua são codi icados
(indicados po cien is as), ou as não codi icadas ( ampe nas ce as
nusis o ėjusios eg as de uso da língua e dėsningumai ealioji kalbos a osena).
e o de adução da linguagem é conside ado iolação das no mas da linguagem
codi icadas. Es asas iolações podem oco e de ido ao sociolec o, dialec o
p o issional, a mių e es animas o iginal do idioma in luência. Las a osios ūšies
klaidas o maliųjų o iginalos kalbos elemen sų pe kėlimą į e imo kalbos eks ą é
deba ęs o clássico da eo ia do adução e. nida. Com base na g ande p á ica de
adução, o c iado da eo ia da equi alência dinâmica de adução a i mou que
o malios no ex o de adução de elemen os do idioma o iginal ge almen e oco e
quando: 1) os adu o es são ki a aučiai e insu icien emen e bem a adução da
língua, po an o, não conhecendo as es u u as da língua de adução,
ine i a elmen e ans e e pa a a adução as es u u as do idioma o iginal
conhecidas po eles, 2) o adu o pode se ca ac e ís ico de um iés linguís ico:
sen indo espei o po mui os elemen os do idioma o iginal, o ex o de adução se
es o ça pa a inclui excessi amen e os elemen os o mais, po isso a adução
polina excessi a. e. nidos minimi os o mais elemen os, ou o malieji a i ikmenys,
são a adução das no mas da língua e a osenas nãoi epencan es dos á ios
ní eis da língua, e imen i do o iginalalo idioma. no mminis equi alen iškumo de
adução ab ange não só gene inês linguagem, mas e a ski os es ilos, suas
a ian as (pos ilios, gên ų) no mas. Es ilios no mas chamam-se hábi os lingubinia
da sociedade em co esponden es es e as de comunicação usa do
co esponden e uncional es ilino meios e modos. são in e nas, pa linhas
comunhinhas no mas da linguagem: elas mais inamen e di e enciam aquela
linguagem, de inejam suas unidades de consumo sa ea. (Župe ka 2001: 95). A ski ų
pos ilių i žan ų s ilis inės no mos são algum no s uncinio s iliaus no mų
a ian es, konk e i s iliaus no mos a ian o ealização. Es ilias, pos ilias e
gên ões no mas não são ão ígidas como no mas da linguagem, elas são
pe cebidas como ce a endência de consumo de ins umen os de es ilo
di e encial, mais equen e quan i a i o ma cė ų e não zimė ų meios da linguagem
se dis ibuição, de e minando ca ac e ís icas es ilis inas da linguagem
(Žilinskienė 2005: 2844; Leona ičienė 2007: 8596).

262 KALBoS KuL ūRA | 83 ma icas ca ac e ís icas no mas de consumo. Lexicos
es ilis ina no ma ge almen e é polinkius. Como a i ma L.j. Cal e (1994), es iliais e
isų unkcinių s ilių kalbos eikala imai apima am ik as leksikos i g a-
šnekos egis as não êm a s- (mo ologicas e sin aksicas) ins umen os
leng iau apib ėž i nei g ama inių o mų, kons ukcijų, sakinių ipų a ojimo
selecionam do ge al sis ema de linguagem, só di e encia sua seleção e equência de
ki ų sin aksinių sis emų, odėl konk ečioje kalbos ealizacijoje g ama inės
consumo. Mui as ezes polinkius de consumo ou codi icação de no mas es ilis inas
o necem diccioná ios, g amá icas, es ilis icas, abalhos cul u ais de linguagem.
Šių polinkių obse ação pe mi e adu o es ilis iicamen e equi alen ialmen e
ansmi i ans iado ex o. e ice- e sa pa ciais no mas da língua (s iliaus
equisi os) nãoobse ação, da ko es ilos do ex o, não pe mi e alcança no ma i o
ansmo equi alen iškumo, a ilgaini imp udi amen e mudando alguma alguma pa cial
no ma da língua pode aze danos oda comun inesa sis ema da língua. Se o ex o
de adução ela i amen e no ma i o é equi alen e, ou neek i alen iškas, pode
decidi -se do odo ex o ou maio pa e dele da qualidade da linguagem. assim a i ma
no minį adução equi alen iškumą analisando gêmečių adução eó ico W. Kolle is
(2001). sua opinião, no minis equi alen iškumas é apenas um dos ipo de adução
ex o equi alen iškumo, pe mi indo a alia o ge al ex o equi alen iškumas. no ma
de adução da linguagem ques ão coloca e conhecida eó icas de adução M.
Bake (1993, 1999). aplicando mé odos de eks ynų ling is ikos e analisando
mul iakalbius eks ynus ela de e minou, que ex oi da adução mui as ezes
acon ece mais cla o, uni eikšmiškesni do que o iginalą e mais co esponde
g ama icas no mas do que o iginalalo ex oi do idioma. a qualidade da adução
excepcionalmen e en a iza e i alų ansmissão eo é ico B. osimo no li o Ve imas
e kokybė. T imas numa ambien e acadêmica e p o issional. En e mui as ou as
exigências, aos adu o es ele coloca a ques ão de manu enção do au o us s ilaus,
exo a adu o a cuidadosamen e a alia ex o g ama ica e sin axe, econhece
o og a ia, g a ino ídeo peculia idades, os adequadamen e ansmi i e ime
(osimo 2004; e e i o: Klioš o ai y ė, Mažeikai ė 2009: 105). 3. iRiAMojo Meninio
S iLiAuS eKS o Meninis es ilo não é es e eó ipo social de linguagem, po an o sua
elação com bend inês linguagem e pa ciais suas no mas são quan o di e en eoks.
NORMINIS VERTIMO EKVIVALENTIŠKUMAS
indi idualidade, es e inė unção da linguagem às ezes pe mi e des ia -se das
no mas da linguagem, nepai-
A. LeonA ičienė. R. Ga y Eu opie iško auklėjimo no minis e imo ek i alen iškumas
263 sy i de algumas eg as de consumo da linguagem con encional. K. Župe ka a i ma:
indi idualusis es ilos neno minamas. No mas da es e a da linguagem a ís ica em
ge al são di íceis de de ini . (2001: 96). Como, en ão, de e mina uma das espécies de
equi alência de adução de ex o no mííí equi alência? se impossí el ou não é exa o
espe á-lo, de modo que, adu o es de ex os a ís icos podem aduzi como
adequados e, ao con á io de adu o es de ex os emá icos, não le an a -se
ele adas exigências de p o iciência linguís ica? À es as pe gun as ajuda esponde a
disposição de eo ias de adução: o adu o não é sa a ankiško c iado do ex o,
ele em ansmi ido au o iaus es ilos de ou a linguagem meios, man e a mesma
es ilis inio ní el. po isso ap op iada dedica o iginalalo da língua exp essi os
copija imen o, i. i. es o ço ansmi ik i au o iaus es ilos e en iqui i adução da
língua s ilis ines isgales, desde a adução da língua nemo i uo o ne aisyklingumo:
es animas línguas g ama icas es u u as copijamen o, da língua unidade(ų)
seman icas neėjimo e da adução da língua nemokpais. Na u almen e, ne aisyklinga
língua pode se agen e de desc ição ou ou a unção a liekan i es ilius ins umen o,
ad no a ís ico ex o mo y uo ai pode se usadas es animidades, a mybės,
ja gonybės, keiksmažodžiai e k . examinando qualidade do ex o de adução semp e
de e ia eme e o iginalalu e a alia , se na de e minada língua es anha ex o e em
ge al ex o há mesmo delibe ingų des ios da no ma, a liekan í qualque unção
es ilis ina. se ais des ios o iginais não exis em, eles não de em se e e ime.
examinando, qual o ma Li u iamen e ansmi ido R. Ga y kū inys e qual linguagem
eci y oją moko Eu opie iškas auklėjimas, as a mais do que cinquen a bend inês
linguagem e es iliaus e os. ex o de adução i as no ma i o em e mos de
equi alência, ad odo neno minis caso examinados no ge al con ex o de ob a,
compa ado com o iginalalo ex o e le an as sua ques ão de p ecisão. Os e os da
língua Ras o se di idem em á ias g upos: lexicos, g amá icos (mo ologias e
sin aksês) e es ilaus e os.
3.1. E os de adução léxica no ma e ial de es udo encon am p incipalmen e
clai- de adução e consumo léxico (nos exemplos de ex o eles se des acam em
dų, ai suda o apie 40 p oc. isų pas ebė ų kalbos i s iliaus ne ikslumų
on e eneg idida). Skai ando e imá nãoža ques ões coloca neno minês
leksikos (s e imybių, seman izmų, e alų) escolha de mo i os. não es á cla o
po que gene inês p ancū-
zų kalbos no miniai leksikos iene ai e ime pe eik i neno mine leksika:
KALBoS
KuL ūRA | 264 83
(1)
Ele nusišloos ė pe nas, num ges u bíblico as mos ou a assembleia, e dixo, di igindo
eno mesí nykš í de pe nas pa a Dob anskį: Ma o e... Eu sou comple amen e inocen e
pela mo e des e jus o! (81) Il sessuya les pieds, dun ges e biblique, les mon a à
lassis ance e di , en b aquan su Dob anski un o eil démesu é: Voyez... Ca eu não
sou poin esponsable de la mo de ce jus e! (103)
(2)
Pa izano subin uada cabeça se iamen e alê: Nós se emos se e os, mas jus os.
(52) Le pa isan à la ê e cou e e de bandages di g a emen : Nous se ons
sé è es, mais jus es. (68) Daik a a dis ges os e pala as da língua ancesa
cou e inys cou e e de bandages são es ilis iicamen e neu alūs, o iginais usados
es ilis iicamen e nãoymė oje au o iaus (ne eikėjo!) alboje. po isso adu o
usadas es animidades ges u e subin ua a conside y inas nemo i uo om, po que
buscando o iginalalo e adução ex o es ilis inio equi alen iškumo de e ia
escolhe no minius lexiciko une as: ges u ou mos u e su a s y a ou ap iš a. i alų
esc i o , c í ica de adução umbe o eco a i ma, que adu o p ecisa se
es o ça g ažin i, melho a o iginalalo ex o e ocupa o luga au o iaus.
Signi icando a adução os lei o es de em sen i e e o o iginal al como ele é. se
o aduzido um pob e e mal esc i o ob a, deixe-o assim e pe maneça, pa a que o
lei o da adução p óp io possa decidi , do que ale o abalho do au o . (eco 2003:
118). Leksiškai nemo i uo u pode íamos conside a e de pala a in e nacional
disc e iškas uso:
(3)
Janekas disc e amen e sukosėjo; imedia amen e dos a bus os apa eceu um al o
jo em e echou pa a ele. Janekas o econheceu. (45) Janek oussa disc e amen e;
aussi ô une g ande silhoue e dadolescen éme gea des buissons e in à sa
encon e. Janek econnu le jeune homme. (59)
(4)
Do ys disc e amen e ce ou-se. O jo em K ylenka i ou-se pa a seu pai e em
pací ica oz começou:
Ce o, não deem assim. Você odos le an a á sob e as pe nas. Cla o, es ou mui o
eliz endo ocês... (178)
La po e se e e ma disc e amen e. Le jeune K ylenko se ou na e s son pè e e
commença, concilian : examinamuosios exempla es de adução mais ike iam
A. LeonA ičienė. R. Ga y Eu opie iško auklėjimo no minis adução equi alen iškumas
265 Allo s, ne gueulez pas comme ça. Vous allez ameu e ou le monde. Na u ellemen ,
je suis ès heu eux de ous oi ... (220) Daba inės lie u ių kalbos žodyne pala a de
signi icado disc e iškas apib ėžiama aip: e as pasi ikėjimo, laikan is paslap į: D.
žmogus, elgesys (2000: 126). ela é comum em língua li uana. Línguas ancesas
p e eiksmio disc è emen signi icação pla esnė, con ex os de consumo
di e sosi esni: dune maniè e disc è e, qui na i e pas la en ion. Fai e qqch.
disc e amen e (C . am. En cache e, en ca imini, en douce). Rega de
disc e amen e qqn: à la dé obée. Fai e disc e amen e allusion à qqch. <...> Shabille
disc e amen e. . Sob emen . […]...> (Le pe i Robe 1978: 550). Bikalbis Dicioná io de
línguas ancesaslie u ias indica ais disc e amen e signi icados: san ū iai, kukliai;
q ai ech ~ aze o que sec e as, silenci (2004: 291).
habi uais pala as da língua li uãs, pe mi indo seman iicamen e equi alen iamen e
unsaki i nekalbinę si uação: du ys slap ais ou yliai zazsida ė, a janekas nega siai
kos elėjo ou sukosėjo. a mesma não-calbiné si uação da língua in odu a dia
di e en emen e, us oja dou okią, joms habi ual à leksiką. pala as in e nacionais o
con eúdo, seus signi icados nas línguas di e em equen emen e, ad elas não
podem se di e amen e ans e idas em adução ex o, independen emen e a
seman ico con eúdo e a habi ual a osená. Em ex os a ís icos as pala as
in e nacionais são mui as ezes mui o pesadas, po isso na ge al a osena'
exis en e a conco ência de suas e in e nacionais pala as, se ela lygia eisė (i. e. se
não há quaisque signi icado de a spalhos ou assim de especiais obje i os), em
ex os belžiniai de e ia acaba a a o de suas pala as (Miliūnai ė 2006: 128). nãoža
dos e os léxicos da subs ância in es igamóide cons i uem e alai nega i amen e
codi icuo i alo es. Es as línguas li uãs não sendoingi pala as, pala as conjun os
são usados aze de aco do de alguma embo a es animas línguas aišką
( i iamuoju caso de aco do ancūzų kalbą):
(5)
Seus sa éli ai espei osamen e espe a am man endo kepu es nas mãos e
empo de empo nosspjauda o dignidade man e . (33)
Ses compagnons la endaien a ec espec , les casque es à la hand, c achan , de
emps en emps, pou se donne une con enance. (44)
(6)
Laics de empo ele pega ia em amigo co po e começa a a cho a como in eliz
c iança nusc iaus as. (129)
De emps en emps, il ega dai le co ps de son ami e se me ai à sanglo e , a ec
ou labandon dun en an malheu eux. (159)
272 KALBoS
KuL ūRA | 83
2530), o adu o podia mais conc e iza . Mui os mui os nes ilingui usado
e bi o do oi casos pode iam subs i ui sklido, y ojo e e c. (pa yčajne,
Isso não e a calo só de ugnies... (= Šiluma sklido no only om ugnies...).
Ci uo uas e ou as amos as de adução ais al e ações não pe mi i iam
es ilis iicamen e descu din i ex o, ajuda iam equi alen iamen e ansmi ik i
au o iaus es ilos, desc omas si uações e a ende iam no minį equi alen iškumą de adução.
IŠVAdOS embo a a língua es iliaus a ís ico não es eja no minama, po ém não
de e iam ejei a ex o a ís ico de adução no ma i o equi alen e de
p incípio. ele pode se en endido quan o mais li emen e do que do ex o de
es ilo adminis a i o ou cien í ico e a ada como idelimybę indi idualiam
au o iaus es ilo da linguagem, como esponsá el adução dos meios da linguagem
consumimen o ansmi ido signi icado e sen ido do ex o. o es udo de adução
indica que R. Ga y Eu opie iško auklėjimo adução em língua li uãs ex o não
pode se conside ado no miškai ek i alen išku o iginalalo eks ui. Ras os
léxicos, mo ologias, sin axes, es ilaus e os nem es ilis iicamen e, nem de
ou a o ma nemo i uadas, pois nos espec i os luga es o iginalos e con ex o
não há au o iaus pada y ų ancūzų linguagem sis ema ou es ilaus e os. aigi
e os de adução da linguagem su gi am não po causa do ex o o iginal. de
odos os e os de adução da língua mais equen es são lexicicos (40 po
cen o) e e os de sis ema g ama ical (37 po cen o). Po causa deles não só
inadequadamen e ansmi ida aiška, suas esboça o con eúdo: aiškos klaidos
keičia sen inio signi icado, oco e d ip asmybių. T ansme endo o iginalalo ex o
do o iginalalo linguagem nukopiju a da adução linguagem aiška subičiado seu
con eúdo. Šių de aiškos plano kylančių con eúdo al e ações nãouma o nenhuma
eo ia e me odologia de adução. aduian indi idualųjį au o iaus es ilos
seman iniai componen es combininiai aducjui de e se os mesmos mais
impo an es, po an o oca ce o sen ido é possí el só p agma iniais,
comunicaciniais, si uacinio con ex o sume imais ou cul u almen e adap ando
ex o. Lexicos e g ama icas ansição do idioma e os mos am, que o adu o
não conside a a di e encial de línguas ancesas e li uanas nominação na u eza.
os esul ados do es udo pe mi em a i ma , que o ex o o iginalalo, em
compa ação com a adução, é mais sua izado, em elação aos meios de linguagem
mais s iling. Da y ina conclusão, que do ex o a ís ico adução alidos
obs uem es é ica comunicação, não pe mi e ao ex o ealiza p óp ias mais
impo an es unções. T adução de ob a de a e é um a o cul u al, c iação do mundo e imos bib lio ekos, possibilidade de exp exp exp expôs adução linguis ines isgales, po ém

A. LeonA ičienė. R. Ga y Eu opie iško aslėjimo no minis adução
equi alen iškumas 273 e i a a possibilidade de ele se equi alen emen e
šio R. Ga y kū inio lie u iško e imo kalbos i s iliaus klaidos iš dalies
en endido e de idamen e acei o
naujoje komunikacinėje aplinkoje – lie u ių kul ū oje.
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Recupe ado 2010 11 03 eX noRMA i e
RAnSLA ion eQui ALenCe oF R. GARYS
ÉDUCATION EUROPÉENNE
Summa y ansla ion heo ies o en b ing up he issue o ansla ion quali y he
equi alence o he ex o he o iginal. one ype o ex equi alence is ex no ma i e
ansla ion equi alence, which pe mi s a judgemen abou he quali y o he
ansla ion in he a ge language.
his a icle o e s a heo e ical discussion o he ela ionship be ween no ma i e
equi alence and he o e all equi alence o a ansla ion ollowed by an examina ion o
he no ma i e equi alence o he Li huanian language ansla ion o R. Ga ys wo k,
Éduca ion eu opéenne. a análise based on he da a om he ma e ial unde examina ion
pe mi e a alia he concep o li e a y no ma i e ansla ion equi alence mo e
accu a ely, pa a highligh he ac ual use o language no ms and o conside he
impo ance o he s yle o an indi idual au ho when selec ing li e a y means in he
a ge language. A quan i a i e and linguis ic examina ion o he a ge language ex
has e ealed nume ous ansla ion e o s in lexicon, mo phology, syn ax and s yle. os
esul s o he analysis o he ansla ion sugges ha he e a e de iciencies in
aes he ic communica ion and applica ion o ansla ion me hodology a ising om he
ailu e o ake in o accoun di e ences in he F ench and Li huanian nomina i e and
he na u e o he g amma ical sys ems. he pe o med examina ion, which was based
on empi ical da a, cas s doub s on he equi alence o Eu opie iškas auklėjimas o he
o iginal ex (Éduca ion eu opéenne) and aises he ques ion o whe he his
ansla ion could be publicly p esen ed as a good example.
AuReLijA LeonA ičienė
Ins i u o de Tecnologia de Kaunas
Gedimino g. 43, L 44240 Kaunas
[email p o ec ed]
y au o Didžiojo uni e si e as
Donelaičio g. 52, L 44244 Kaunas
[email p o ec ed]