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Animacijos terminų apibrėžčių struktūrinių modelių ypatumai

Abstract

The article examines the definitions of animation terms that have not previously been analysed from a terminological perspective and briefly discusses the concept of definition. Using material from animation term glossaries, the study identifies types of definitions and their corresponding structural models. The analysis shows that, in relation to the concept system, definitions can be classified into three categories: systemic, semi-systemic, and non-systemic. Systemic definitions are the most common (56%), with intensional definitions predominating within this group (55%), while extensional definitions are very rare. Non-systemic definitions are the least common (14%). The analysis of structural models of definitions of animation terms shows that intensional and extensional definitions best meet the requirements, as they have a clear logical structure and allow the concept’s place within the system to be established. Other models (descriptive, mixed, incomplete, and encyclopaedic) only partially satisfy terminological needs but can, where necessary, be revised into systemic definitions. Referential and synonymous definitions do not fulfil the function of a proper definition, but they contribute to the consistent presentation of terms in the sources. Overall, the results indicate that all definitions serve specific functions, while their suitability for terminological purposes depends on compliance with the general requirements for drafting definitions.

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Animacijos terminų apibrėžčių struktūrinių modelių ypatumai

Author: Aušra Rimkutė-Ganusauskienė
Year: 2025
DOI: 10.35321/bkalba.2025.98.06
Source: https://journals.lki.lt/bendrinekalba/article/download/2495/2505
Bend inė ala S anda d Language /
2025, No 98, p. 119
Re e ência de con eúdo Con en s link /
ISSN 2351-7204 (elec ônico online) /
Copy igh © 2025 Auš a Rimku ė-Ganusauskienė. Published by he Ins i u e o he Li huanian Language. This is an
Open Access a icle dis ibu ed unde he e ms o he C ea i e Commons A ibu ion Licence, which pe mi s
un es ic ed use, dis ibu ion, and ep oduc ion in any medium, p o ided he o iginal au ho and sou ce a e
c edi ed. // Issueido Li u ians idioma ins i u o. Es e a igo é de acesso abe o, dis ibuído sob e mos de licença
de C ea i e Commons a ibuição, pe mi indo ilimi adamen e usa , dis ibui e ep oduzi o con eúdo em
qualque supo e, indicando au o es e on e.
Recei ed: Gau a: 2025-16.-06 / Accep ed: Adop ado: 2025-11-03. 1
ANIMACIJOS TERMIN APRIBŽČI STRUCTÚRIA MODELI
YATUMAI
S uc u al Models o De ini ions o Anima ion Te ms
AUŠRA RIMKUTĖ-GANUSAUSKIENĖ
Ins i u o das línguas Lie u ių
El. e-mail: [email p o ec ed]
ORCID ID: h ps://o cid.o g/0000-0001-8655-7333 Di eções de
pesquisas Mokslinių: e minologija, e minog a ija.
h ps://doi.o g/10.35321/bkalba.2025.98.06
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ANOTACIA
O a igonyje examinadas a é šiol pon o de is a e minologico ne i ada de inições de e mos de animação,
b e emen e abo da-se concep a de de inição. Com base base na animação de e mos de ocynėlių ma e ial,
es abelece de inições ipos e seus es u u á ios modelos. Es udo mos ou, que de aco do elação com concei os
de sis ema de ini és di i s y inas em sis emines, meio sis emines e nonis emines. F eqüen es são sis emá icas
de inições (56%) das quais p edomina in ensi as (55%) e ex ensi as mui o a as. Rečiaias não sis emá icas
de inições (14%). Análise de modelos es u u ais de e mos de animação e elou que as de inições in ensi as e
ex ensi as mais co espondem aos equisi os a elas ca ac e iza-se loginė sanda a e elas pe mi em de e mina o
luga do concei o no sis ema. Ou as modelos (ap ašomosas, mis iosas, incomplnosias, enciklopedinas) só em pa e
sa is azem e minologinas necessidades, po ém necessá ias podem se co igidos em sis emá icos de inções
modelius. Nuo odinas e sinoniminés de inições não desempenha a e dadei a de inição unções e ela o con eúdo do
concei o e seu luga no sis ema de concei os, po ém ajuda a man e consecueklas e mos de ap esen ação nas
on es. Os esul ados da pesquisa mos am que odas as de inições desempenham ce a unção, e sua adequação
de e mina isso, como elas co espondem aos comuns equisi os de c iação de de inições. ESMINIAI VOODŽIAI:
animação e mos, de inições equisi os, de inições, de inições ipas, de inições es u u inis modelis, concep oka, e mininė eikšmė, e minas.
ABSTRACT
O a igo examina he de ini ions o anima ion e ms ha ha e no p e iously been analyzed om a e minological
pe spec i e and b ie ly discusses he concep o de ini ion. Using ma e ial om anima ion e m glossa ies, he
s udy iden i ices ypes o de ini ions and hei co esponding s uc u al models. The analysis shows ha , in
ela ion o he concep sys em, de ini ions can be classi ied in o h ee ca ego ies: sys emic, semisys emic, and
non-sys emic. Sys emic de ini ions a e he mos common (56%), wi h in ensional de ini ions p edomina ing wi hin his
g oup (55%), while ex ensional de ini ions a e e y a e. Non-sys emic de ini ions a e he leas common (14%). A
análise de modelos es u u ais de de inições de anima ion e ms mos a que in ensional and ex ensional de ini ions
bes mee he equi emen s, as hey ha e a clea logical s uc u e and allow he concep s place wi hin he sys em
o be es ablished. O he models (desc ip i e, mixed, incomple e, and encyclopaedic) only pa ially sa is y
e minological needs bu can, whe e necessa y, be e ised in o sys emic de ini ions. Re e en ial and synonymous
de ini ions do no ul il he unc ion o a p ope de ini ion, bu hey con ibu e o he consis en p esen a ion o
e ms in he sou ces. O e all, he esul s indica e ha all de ini ions se e speci ic unc ions, while hei sui abili y
o e minological pu poses depends on compliance wi h he gene al equi emen s o d a ing de ini ions.
2
KEYWORDS: anima ion e m, de ini ion equi emen s, de ini ion, de ini ion ype, de ini ion
s uc u al model, concep , e minological meaning, e m.
ĮVADAS
Animação mais do que cên imo i ioan i in e disciplininé s i is. Suas o igens ligam-se com o
su gimen o do ídeo mo anço e p imei os ilmes animacinhos. Es a, como e ou as á eas, é
a e ada po p og essos cien í icos e no as ecnologias, ais como ecnologias digi ais ou
in eligência a i icial, e cons an emen e mudando. Ca u p ecisa e de no as animação
concei os en e eles e minos. O obje o des e a igo não os p óp ios e mos de animação, e
suas de inições, po an o p imei o lemb emos, o que é conside ada de inição do e mo. Moinho
de S asio Šalkauskio, c iado da Teo ia das Te minologias Li uãs Cien í icas, o nomeamen o de
ação de inido sudaik a a din as (ad modum subs an iae) nomeamen o é de inição (Šalkauskis
1991: 204), o e m de inis ambém signi ica uma ação oco dy ą e é edição de de inição.
Te minólogo Kazimie o Gai enio a i ma, de inição (de inição) é o con eúdo do e mo (Gai enis
2014 [1998]: 250) ji u i e lindė i e mininės eikšmės in ensionalo semas (Gai enis 2002: 19).
Um pouco mais amplo concei o de de inição ap esen a-se em Mokomaje e minologijas
slo nėly: ex enuus e bal desc ūpion, e lec indo semas e mininės semanduoli e desc ibindo
con en o do concei o, pelo qual a um ce o ní el de abs acção e elam-se os a ibu os
essenciais, dis inguindo-a dos g e inos conce os (K ašy ė, 2005: 13, plg. Gai enis, Keinys 1990:
22). Ją pode se ligado com a mais ecen e no ma in e nacional des inada ao abalho de
e minologia ISO 704 Te minology wo k P inciples and me hods minim desc ição. A no ma
esc e e que a de inição de e ap esen a os elemen os essenciais do concei o de inido e
assim dis ingui o concei o de ou os concei os da mesma á ea de assun o (ISO 704 2022: 33).
Tendo em con a es e concei o, pode-se, po an o, a i ma que de inições de em se
escolhidos essenciais e complemen a es a ibu os, e elando, com que de inido concei o se
elaciona com ou os concei os da mesma á ea e simul aneamen e em que se di e encia deles,
ambém pode aze p essupos o, que os a ibu os de em se uni e sús e independen es do
con ex o ( adicionalmen e a i ma-se que e má, ao con á io de simples pala a, de emos
en ende be de inição ous o). Con udo, na p á ica assim acon ece não semp e: de e mina
odos os indispensinos e su icien es a ibu os do concei o mui as ezes impossí el, e às
ezes de odos eles al ez e não p ecisa. Te minologis a Juanas C. Sage is a i ma que
de inição como p odu o é linguís ica desc ição do concei o, baseado baseado em ce os
a ibu os, ansmi ikianços sen ido do concei o, lis ijim. Ele ambém obse a que a de inição
é como iguala a soma dos componen es dos elemen os semân icos do concei o (Sage 1990: 51).
Aquo a noção de de inição é conside ada clássica e endo uma longa his ó ia de aplicação. A
p imei a de inição po giminê e espécie di e imen o eo ia oi su o mulado ilóso o g eikos
A is o eles. A es e ipo de de inições, quando o concei o de ine-se po mais p óximo pa ininha
concei o e ela dis inguinhos a ibu os, p imemybę eikė e e minologias como sepa adas
sábacos lingüo y as p adininkai Eugenas Wüs e is e Helmu as Felbe is. Tal ipo de de inição
conside á ino ela i amen e igo o e na e minologia con empo ânea não semp e
su icien emen e co esponden e às necessidades p á icas, em compa ação com ou os
possí eis ipos de de inições. Es a idéia é con i mada pela ep esen an e da
sociokogni y inesa e minologia Ri a Temme man a i mação de que mui os concei os não são
aškios. Segundo cien is a, o a gumen o adicional da e minologia, de que os concei os de em
se cla amen e de inidos, a im de ga an i não-ambig asmiška, unei eikšmę e, po an o,
e e i a comunicação, não é con incen e (Temme man 2000: 7). Assim, a de inição de e mo
es áškumas e imu amidade da e e ida di eção e minologia ep esen an esų não é
conside ada necessá ia peculia idade. Embo a eles não e i em essas eg as de o mulação de de inições, chamam a a enção pa a o a o de que a o ma e o con eúdo das de inições di e em dependendo dos ipos de ca ego ias e das necessidades do usuá io
(Temme man 2000: 8).
3
Te esa Cab é en endia de inição ê como desc ição do con eúdo do concei o. Ji chama a
a enção no a o de que man endo idealis ina E. Wüs e io e minos e concepção de de inições
os e mos em pa e pe dem peculia idade como unidades da linguagem na u al (Cab é 2023: 13).
An onio San Ma ínas sob e e minologicamen e de inição ê ala como sob e o mais
impo an e concei o con eúdo, que ansmi e e mo, desc iúdinimen o na u al ala (San
Ma ín 2025: 1) e mui o a enção aloca e minos a osenos con ex os análiseei. Mokslininkas
não nega A is ó eles su o mulada concepção da de inição, po ém en a iza que o con eúdo da
de inição depende do con ex o e pode cingui . A. San Ma ínas ala sob e lankscias de inições
(angl. lexible de ini ions) e a gumen a que de e ia enuncia aos a ibu os do concei o
necessá ios e su icien es, que são conside ados independen es do con ex o, a exclusão como o
único e mais impo an e c i é io. Em ez disso, o e ece-se concei os de ini escolhe is
ak ualius (angl. ele an ) a ibu os. In es igou em minha opinião, o con ex o é pa icula men e
impo an e: ele decide, que a ibu os se ão incluídos em de inição . Sem con ex o de inições
podem se ou po abs ac as, ou enganadinas. O con ex o pe mi e que as de inições sejam
chamadas lexí eis, pois elas se adap am às ci cuns âncias de consumo (San Ma ín 2022).
De umpas esumidas, o que é conside ado de inição, ê-se que es a ques ão ak ualus
e minologijā, pa icula men e p á ica na sua á ea de aplicação, quando p ecise de ini
concei o. Te mo de inições analisadas em á ios pon os de is a lógicos, léxico seman ínio,
cogni y inio, con ex ual e ou os, que de ido ao limi ado alcance do a igo aqui mais amplamen e
neanalizá eis. Embo a na e minologia con empo ânea exis a não de um único pon o de is a,
odos unem isso, que nenhum deles não nega de inição de es a e necessidade. A ap iėž is é
conside ada meio de conhecimen o e comunicação da ciência, à qual le an am cla idade, p ecisão,
sis emicidade e ou os equisi os. Di e umai exp esscėja-se só quando a de inição
concep ualmen e modelizada e combinada em sis ema de concei os, apele-se seus elemen os de
es u u a e adap a-se às comunicacinius obje i os bem como necessidades dos consumido es.
Já já se lemb ou que as de inições di e em es u u a e podem se desman eladas em á ios
ipos. Ap iėžčių he e odoxidade pode de e mina a lógica do sis ema de concei os, des ina á io,
anúncio ambien e, aiškos e e mo ap esen ação s i is, например.: pad ão, e mo de diccioná io,
bases de dados. Com base na lógica e ou os c i é ios, de inições podem se dis ibuídas mui o
a iamen e desde á ios a é keliolicas ipos. Po exemplo, na mais ecen e 2022 m. pad ão
in e nacional de e minologia ISO 704 Te minology wo k P inciples and me hods (į lie u ių kalbą
jis neiš e s as) dis inguem dois ipos in ensi as e eks ensi as de inições. Te minologo K.
Gai enis, baseando-se de de inições de e mos compos os a pa i posa io anos na Li uânia i uls
dos diccioná ios, dis ingue seis ipos: plnąsias, sinonimines, wymienijamąsias, po ównamąsias,
nepilnąsias e e e odines e minų sudė ų apib ėž is (Gai enis 2004: 114115). O e minologis a
polonês S anisławas Gajda dis ingue onze ipos de ini ó ios, que ainda podem e po ipios
(plačiau e Rimku ėGanusauskienė 2021: 180). A gausa de Classi icações indica que baseia-se
desiguodais c i é ios de classi icação. Que e qual que ipo osse a de inição, ela em aquela ipo
peculia es u u a. O obje i o do a igo e ela , de quais componen es das pa es são
cons i uídas os e mos de animação. Nag inė i escolhe mais ecen es emas de animação
dedicados publicações Iljos Be eznicko ciência monog a ia Animação: desde idėjos a ek ano (2017) e Tomo Mi kaus e
Vaidos Nedzinskai ės-Mi kės supe io es escolas de manuais Animação indús ia na Li uânia:
análise e opo unidades (2018) e Animação undamen os (2020). Todas das publicações
ap esen am no inal e mos de animação.
Visando ao obje i o, le an am-se as seguin es a e as: 1) baseando-se nas eó icas insjugas de
e minologia, isnag inė i on esiniuose é o necida a de inição de e mos de animação e
es abelece seus ipos; 2) elabo a modelos es u u ais de inido es de e mos de animação.
Men iña-se que nes e es udo de inições neap a iamas do pon o de is a da no ma e não é
le an ada suas de iciências (ydų) ques ão. Pa a o obje i o do es udo implemen a e análise
ealiza impo an e é a es u u a dos e mos de animação de inidos e sua elação com o sis ema
de concei os da á ea em análise. Espe a-se que o ma e ial do es udo mos e, quais quais
e minologias p incipais guiando o mojam a animação e minos de inições ciência e docomajame
4
discu se. Ela de e ia exilixina es u u ais ca ac e es de e mos de de inições, que,
p esumi elmen e, se ão ú eis p ecisando exis en es ou esc e endo no as de qualque ou a á ea
de e mos de de inições. Além disso, a análise es u u á ia dos e mos de animação pe mi e
e i ica se a e minologia consolidada e habi ual noção de de inição de e mo, quando a de inição
é en endida como e bal desc iúção do con eúdo do concei o, co esponde a o mula imen o
p á ico dos e mos do ipo escolhido pa a examina ixou no diccioná io. Animação e minos
de inições ipos de a ibuição e es udo de modelos es u u ais é ak ualus e no o po á ias
azões. P imei o, a p óp ia e minija de animação, como já mencionada, quase não i inė a. Em
segundo, es udo de on es de ini i as mos a á, de quais es u u as de pa es ge almen e são
cons i uídas de inições de á ea de animação, e e ela, quais sinais, de inindo e mos de animação,
são conside ados essenciais. Além disso, o es udo leis a alia se de inições o muladas man endo
uni o midade e consis ência, analogia, eg asmen o e ou os e minologia p incípios. Te cia, leis
e is a s y i concep o de de inição adicional co espondência às de inições exis en es p a ique.
Escolhidas on es de animação e mos de de inições in es igadas aplicando á ios mé odos.
Mais equen emen e aplicado analí ico mé odo desc i i o, pe mi indo não só desc e e o
obje o de es udo de inição de e mos de animação, mas e c i icamen e a alia sua
con o midade à de inição de equisi os. Es e mé odo ajuda a de e mina de inições
ne ikslumus d ip asmybes, neapib ėž umą, loginio consis ência de iciências e semelhan es
casos. Além des e, ainda aplica-se um mé odo compa a i o, pe mi indo escla eškin i
de inições e seus modelos es u u ais semelhanças bem como di e enças e islumbi casos
de uni icação. Se o necessá io, apela-se a um mé odo de cálculo, ajudando os dados do
es udo a undamen a não só quali a i amen e, mas ambém quan i a i amen e e e ela obse adas dėsningumas.
1. TIRIAMIEJI CHALTINIAI
Como já mencionado, examinam-se mais ecen es publicações sob e animação. Juos esc e eu
mui o expe iência u in ys e anima ion á ea an o eo icamen e, quan o p a icamen e pon o
de is a p omanen es especialis as. Todas as on es ap esen am no inal e mos de
animação. Espe a-se que os especialis as de animação em eles incluí am os mais impo an es e
equen emen e usados e mos da á ea e suas de inições. De e ia apon a -se que es es são
não ab angen es on es e minog a icas, e e minos conjun os, des inados ajuda o lei o a
melho pe cebe no os, menos gi dejado concei os e e ela conhecidos concei os.
Mos og a ijoje Mosclo Animação: desde idėjos a ek ano 254257 páginas ap esen a 35 e mos com
de ini imis Animação e minos diccioná io. A ci ação indica que é mais amplamen e necessá io e no
dicioná io de mídias Audio isuais (AIE 2017: 254). Es e diccioná io p epa ado em 2013 m. Inicia i a do Cen o de
cinema li uano, seu edi o ê Ne inga Kažukauskai ė, à p epa ação con ibuiu e monog a ia au o I.
Be eznickas. Pala ynas neap obuo o Vals ybinės lie u ių kalbos komisijos, nenu ody as e minologas. Isso
indica que ele oi elabo ado apenas pelos p óp ios es o ços de especialis as, sen indo a necessidade de
pagambe a odos, que en en am com mídias audio isuais, melho en ende os concei os des a á ea.
Compa ando ambos ocynêlios, ê-se que monog a iação o necidos e mos e (o ) suas de inições não
semp e coincidem com maio ame Audio isual dos medijos glossine o necamais. Isso pe mi e aze
p essupos o, que os e mos de animação, como e suas de inições, não há nusis o ėję. Tomo Mi kaus e Vaido
Nedzinskai ės-Mi kės guiêlios Animação na Li uânia: análise e possibilidades e Fundamen os da Animação
ap esen am quase iska maio es e mos e suas de inições cole iniai 94 e mos na p imei a (AIL 126
2018:133) e 95 e mos na segunda (AP 2020:195202). Abu nomei i ambém Animação e minos diccioná io.
Palyginos de e minou que o segundo ocabulá io do p imei o di e e 16 e mos, po exemplo, Medžiaga
ado ėlių oi cole ada implemen ando p oje o inanciado pela Comissão Es adual de Lí u ios endências de
1
desen ol imen o de Te minija nos guiões de escolas supe io es (20252027).
1
5
2018 m. p epa an ame manualêlio ocynêlye não há e mos de animação cad o schema, d yniação,
g ubi animação, изka pa, p oje o ap esen ação biblija, a i minamosios skylės e k ., e 2020 m.
publicacione ap esen an ame anima ion e minų žodynėlyje nemenimi e miniai animação
ap esen ação biblija, eskizinė animacija, kop odukcija e k ., em abéjujos on es su ampa 79
e miniais e suas de iniçys. Vado ėlių au o es chamam a a enção pa a o a o de que não odos os
e mos in e nacionais da indús ia êm ansmissões nos es abelecimen os ou con i madas em
língua li uãs (dažnai indus ijoje (omenyje u ima animacijos indus ija au . p.) pode se usado
sulie u in i desses e mos em a ian es angliški), e obse a que ski ingi indi is ou es udos de
animação podem usa algumas de inições de e mos di e en es (AP 2020: 195), pe mi indo assim que
as de inições ixadas nas pala as não sejam as únicas possí eis. Nag inė i escolhe on es
abėcėliniai aiškinamieji animacijos e minų žodynėliai.
2
De odo, elas ixam 145 di e en es e mos e suas de inições. Embo a os e mos de animação
sejam ap esen ados de di e en e na u eza on es […] ciência e docomuosios, e embo a esses
e minos ocynėlos di e em quan i ybiquemen , em odas elas en a-se cien í icamen e
de ini os mais impo an es e minos s i a de animação. Talos diccioná ios composição
pe mi e pensa , que neles ap esen ados de inições de e mos ep esen am não só eó ico,
mas p á ico e minos u ilização, e le e de inidos concei os con eúdo e escopo. As p óp ias
de inições de e mos de animação e seus modelos es u u ais mos am, como seus au o es em ge al en endem, o que é a de inição do e mo.
2. APRIŽŽČI STRUCTÚRIAI MODELI
O es udo e elou que nas on es analisadas exis e de á ios e mos de animação de inições
es u u ais de modelos. Pas ebi ado, que mencionada K. Gai enio de inições de e mos
compos os classi icação apenas em pa e aplica-se a es e es udo, pois em á ias classi icações
emiamasi desiguodu undamen o de dis in o. Po an o, no es udo encon adas de inições de
e mos de animação classi icam-se segundo suas elação com sis ema de concei os. Są oków
sys em é pon o de e e ência, ajudando a escolhe dis inguamucios a ibu os e su o mula a
de inição . A ende-se ao a o de que o con eúdo de um concei o (in enção) é de e minado de
aco do com suas elações no sis ema de concei os. Além disso, decedeu-se não apoia -se em
pad ões in e nacionais ap esen ados po de inições de classi icações, que se ca ac e izam po
igo o e o malizuo o ca ác e . Uma ez que no es udo são examinadas ciência e o discu so
ensinado des inadas de publicações animação e mos de de inições, conside a-se que al igo osa
pad onização não se ia adequada e pode ia a é obscu a a pe cepção de de inições. No en an o,
ao examina de inições obse a-se equisi os de elabo ação de de inições. De aco do de inições
elação com sis ema de concei os dis inguem ês ipos: sis emicas, semiei sis emicas e
nonis emicas de inicys. Es a ina ė classi icação não é a única possí el e pode se p ecisinha endo em con a a de inição de e mos de uma de e minada á ea.
2.1. De inições sis emá icas de e mos de animação conside am-se ais de inições, que mos am
o luga do concei o no sis ema de concei os e às quais ca ac e iza ou in ensa, ou ex ensi a
o ma. Išnag inėjus on es encon ados 145 animação e minos de inição, e , que é possí el
dis ingui dois sis emá icos de inições po ipius.
2.1.1. Ficou es abelecido que p e alece a chamada de inidões de e minos clássikinês: na p imei a
pa e indica-se a mais p óxima pa ininé concep oka, e na segunda espécieis di e ência, pelo qual
de inezida concep oka se sepa a de ou os. Es as de inições ep esen am mais da me ade de
odas as i as de inições 55%. K. Gai enis as chama de plnosiom de ini imis (Gai enis 2004: 114), a
no ma ISO 704 usa o e mo in ensinės de ini ys (ISO 704 2022: 33). Te minologa a i ma que as suas
p oximos logikos de ini ims, as chamadas de ini io pe genus p oximum e di e en iam
speci icam, e chama a a enção pa a o ac o de n'em ūšiniu di e umu pode
2
Exis em ne icslumos, po exemplo, em 2018 m. lançada pala aynėlyje e mo judesių iksa imas é ap esen ado
po e mo mon ažas, espec i amen e e mo ilgame ažis (ou ulname ažis) ilme po e mo pikselis (AIL 2018: 131).

6
i não um, mas á ios sinais (Gai enis 2002: 30). Al ydas Umb as indica que [N]es ablece os
aços dis in i os de um concei o é um dos mais impo an es obje i os que de e le an a -se
douda y oio de de inição (Umb asas 2022: 133). Com base em uma pesquisa ei a das de inições
de e mos legisla i os, ele chama as seguin es de inições de aiškinamosi (požymių): Kaip
a aminė, em al de inição ge almen e indica um de e minado concei o gene esnė (casas não
uma) e os dis ingui sinais (Umb asas 2022: 132). O modelo es u u al da de inição in ensi a
desc e e-se assim schema: de ine-se um e mo iguais mais p óximo pa en esco e mo e
essencial (ių) aço (ių), pelo qual (iais) desp ende-se a di e ença de espécie do concei o
de ine-seamosa (Fig. 1). Es a de inição é cons i uída uma ase. As de inições do ipo em
ques ão são ecomendadas como o p incipal ipo de de inições de e mos (ISO 704 2022: 33). Se na
on e de e minog a ia as de inições consis en emen e são esc i as segundo es e modelo
es u u al, is as concepções sis emá icas, e
okio šal inio e minams i jų apib ėž ims būdingas nuoseklumas i loginis ikslumas.
1 pa . In ensinės apib ėž ies s uk ū inis modelis
3
Conside e-se exemplos:
Spal in ojas pessoa, colo indo cad os de
4
animação de aco do adicional de animação écnica. AIL
2018: 132
Ga so a o ius pessoa, que įgonsina animacinius pe sonajus. AIL 2018: 129 O e mo ien isino
colo in o e o e mo compos o som ak o ius de inições es u u a são idên ica e co esponde
in ensin de ini ion s uc u į model: e mas = cogninnis e mas (ambias de ini iesse a pala a
pessoa) + dis inguí el aço de a i idade, pelo qual de ine-se pessoa dis ingue de ou os do
mesmo sis ema de concei os pessoas (spal inhas anima ions cad os e įga sina animacinius
pe sonážus). Segundo K. Gai enio, espécies de e mos compos os não de e iam explica -se
in ensi as de inições aquele caso, quando eles in oduzem o mesmo eiškinį ( ealiją), como e seu
p incipal demno sepa adamen e de inido, só ca ac e ís ico a obje os di e en es (Gai enis 2004:
106). Assim, de inição do e mo som ak o ius pode ia se especi icada como cognininho e mão
usando ak o ius e in oduzindo dis inguimosius a ibu os. Apibend inan pode a i ma -se que
in ensinas de ini ys são de alhis ina concepos de yšio, baseio aos dis inguamaisiais a ibu os,
exp ess aška. Assim, um dis in i o ou á ios dis in i os seu núme o depende da de inição
ab angen e é uma pa e impo an e dessa de inição, com base na qual classi icam-se concei os.
Tan a ce a s i a concei os do sis ema sanda a depende do que, que dis inguimieji a ibu os se
escolhem. P ecisamen e po isso as de inições dos e mos de animação em ques ão não são a
única possí el sua conjun a, jun amen e e
3
Ilus ações p epa adas usando o p og ama Napkin AI (h ps/www.napkin.ai://).
4
Pa yzzzy são ap esen ados assim, como ixsujada nas on es, suas língua ne aisoma.
7
es u u ais modelos são o esul ado da concepção dos au o es o mula os de inições de e mos
( eco demos já discu ida o e mo ak o ius de inição de som). Reine A n zo, He ibe o Pich o e
Felixo Maye io (A n z e al. 2002: 63), Geo go Löckinge io, Hend iko J. Kockae o e Ge ha do Budino
(Löckinge e al. 2015: 6667) e ou os e minologos a i mam, in ensinas de inições são conside adas
ú eis, po que nelas é indicado um concei o mais al o, pe mi indo de ini um concei o de concepções
da á ea co esponden e, e en a izam-se a ibu os que ajudam sepa a um desses concei os dos
ou os. A aliando do pon o de is a no ma i o, in ensas de inições podem se di idas em egula es
e ne aisykligos: as p imei as de inidas adequadamen e nusacando a mais p óxima kinininha
concepção e dis inguindo bū inos dis inguamosius a ibu os, as segundas de inidas
inadequadamen e in e nijando kinininį e m ou dis inguindo nebū inus ou neesminius
dis inguamosius a ibu os. Po exemplo, o e mo uque de a o de ine-se assim:
AKTORIAUS TRIUKAS (ame . ža g. gag) local do ilme, na qual acon ece umpas
humo is inis ação, uukas. 2017: AIE 254
Como ê a pa i dada de inição, ela co esponde o malmen e à de inição in ensi a
es u u inho modelį, po ém o e mo uque do a o in e p e a-se inadequado gimininio e mo
ilmo luga . Falbamo e miną se ia possí el de ini d ejopai: aškinando ou o p imei o e mo
compos o dėmenį uukas, ou o segundo ak o iaus. Nas Nag inėjamuas on es de ou os
in ensos de inições o mulamen o ne ikslumos não ixuada. P idu e-se que as in ensi as
de inições, alando sob e ipos de modelos es u u ais de inido es, a ibuem endo em con a
a aiškių s uk inių iene ų p esença e conside am sis eminių de iničių po ipiu, pois cla amen e
mos a o luga do concei o no sis ema.
2.1.2. An as sis emá icos de inições po ipis ex ensi as, ou lis ijamosas, de inições, i. e. ais,
nas quais, como esc e e a mais ecen e no ma ISO 704, o e mo concep ual desc i a lis ando
odos os concei os de espécie pe encen es a um ní el de abs acção ou 34 pa e que
cons i ui um odo (ISO 704: 2022), em ou as pala as lis ando odos os concei os inse idos
nas de inições. Nas on es encon a apenas uma ex ensi a de inição (ap oximadamen e 1
p oc. de odas i as de inições). Po exemplo:
FAIGIAMIEJI FILMO DARBAI (pos -p oduc ion) inclui ans e ência de ob a em co esponden es
supo emans, adap ação a audiências, sis emas, som e ídeo co egimen o, ma ke ingoda e ou o
ipo de inalizamuosius abalhos. 2017: AIE 254
Como is o a pa i do e mo baigiamieji ilmo da bai apib ėž ies, nela nãousakomas p óximo
pa ininis e mis ilmo da bai e neski iamos de inêziamojo e mino požymiai, a ie oj b ūkšnio,
que cos uma esc e e explici inhos diccioná ios de e minų po e mino, usado eiksmažodis inclui
e pos e io men e lis ijami odos ações, laiky ini baigiamaisiais ilmo da bai. A pa i des a
de inição ê-se que lis adas não odas as cons i uomó ias pa es (i ou osokius baigiamuosius
abalhos), embo a en ada aplica pa ecidos c i é ios concep o a cons i uindo pa es unsaki i.
Além disso, de inição mencionada inkoda a seman iicamen e mais elacionada com ilmsų
inkoda a, e não com baigiamaisiais ilmo abalhos, ad conside as y ina, se a p ecisa menciona
de inição. Na li e a u a de Te minologia (ISO 704 2022: 34; Nilsson 2015: 82100) indica-se que de inições
ex ensi as ca ac e ís icas êm a de iciência inclui odos os concei os mais es ei os
excluídos de aco do com o mesmo c i é ios de desag egação ou odas as pa es cons i uin es
em mui os casos impossí el, po an o ais de inições não semp e são p ecisas. Além disso, é
p eciso e em con a que com o passa do empo podem caga os seus olumes.
Com base na on e c escido exemplo, ê-se que ex ensinha de inição cons i ui as seguin es
pa es es u u ais: de ine-se o e mo, jungiamasse ad e boodis ab ibi e de ine-se o e mo
cons i uindo pa es (2 igu a). Fon es de e minog a ia em ez de jungiam do açõesmazônio
ab ibi ge almen e usado b ūkšnys. Isso é uma de inição de ase.
8
A aliando p a icamen e, p eciso dize que ex ensi as de inições, nas quais lis am-se odas as
pa es cons i uin es a de iníção concei o, se iam ú eis só en ão, se o necessem conc e os e
baig inho cons i uomųjų pa es (daik ų, p ocessos, enómenos e e c.) conjun o. No en an o,
es as de inições não mos am o de inidiabele concei o de luga no sis ema de concei os. A.
Umb aso alega que ais de inições explici amen e limi am o con eúdo do concei o incluem só o
que especi icamen e indicado (Umb asas 2022: 131).
Na já mencionada no ma ISO 704 as de inições des e ipo não são ecomendadas. Hen ikas
Nilssons a i ma que p oblemiška exigi u i ex ensões de de inições de in ei o comple os, i. i. que
osse lis adas odas de inição cons i uindo concepção, po que em mui os casos isso
simplesmen e impossí el aze , e isso nepada ius de inições conside a y ina neišsamia. Seu
manymu, šio ipo apib ėž ys am ik ais a ejais galė ų bū i naudingos edukaciniais ikslais
(Nilsson 2015: 95). Galima p idu i, kad okios apib ėž ys ypač naudingos ada, kai padeda
e ela o alidade e c ia condições mais ácil de memo iza e en ende concepção. 2 ig.
Ex ensí eis de inição es u u al modelois Assim, ex ensí eis de inições são usadas
a amen e, po ém naqueles casos, quando possí el enume a odos os elemen os em concei o
en ando, elas conside a inas acei á eis. A des inamização de e se inalizada e logicamen e
jus i icada. Se a conclusão da lis a de elemen os alha , al de inição o na-se incomissami e
enganosa, po an o ela de e ia se e i ada como não co esponden íssimas de inição às
exigências le an adas.
2.1.3. Apibend inamosios ano ações. Apon ada os dois po ipius de de inições sis emá icos,
cons i uindo 56 p oc. de odos encon os de animação e minos de inições (5 igu a), ê-se que
p e alece o p imei o modelio de de inição in ensi a, cuja es u u a mais cla amen e mos a o
luga do concei o no sis ema de concei os. Pode-se alega que es e é ípico, e aloninis modelo de
de inição, co esponden e e minologia na eo ia le an ados equisi os. Eks ensínas
de inições ambém podem se sis emá icas, quando lis adas odas cons i uindo uma concepção
de iní ia as pa es do mesmo ní el e assim man ém-se sis emiškumas.
2.2. Semi sis emá icas e mos de animação de inições se ão conside adas ais de inições, que
e elam o luga da de inido a no concei o no sis ema de concei os apenas em pa e. 2.2.1.
Quan o menos do qua oidal (ce ca 24 p oc.) de odos os e mos de animação diccionêlios
encon ados de de inições cons i uem de inições enciklopedís icas. Būdinginha sua
peculia idade comp imen o, elas ge almen e cons i uem dois e mais sakinių. Po exemplo:
9
Designe de p odução de Animação (angl. p oduc ion designe ) isso é pessoa, que é esponsá el po ge al
ob a de exp essão isual. Designe de p odução, abalhando com di e o e p odiusé io, escolhe soluções,
que pode iam melho cinema og a icamen e con a a his ó ia. AIL 2018: 127 A eio animação isso é um dos
s op cad o animação écnica de mé odos, quando imagens c iadas é usado a eil. Mais equen emen e
animado us e icalmen e ixa ixação de id o plokš ę, id o embaixoçada de iceado iluminação, e
acimaense o ocame a. Cad os de Animação anima o ius c ia manipuluando um a eiel, que é pabe o sob e
id o. 2020 AP: 201 A pa i de exemplos ê-se que a p imei a ase co esponde à es u u a de de inição
in ensi a nela é o necido um pa en e e mo (pessoa; s op cad o animação écnica de mé odo) e
dis inguido o a ibu o ( esponsá el po ge al ob a isualią exp essšką; quando pa a c ia imagens é usado
a eia). Oi i sakiniai de inidi o e mão papildo, explica ou e isa, indicando impo an es, mas
necessa iamen e e mininės signi icado a ibu os, ambém pode se ap esen ada his o inė, con exinė
ou ou a suplemen a (enciklopedinė) in o mação (Mui as ezes abalhando com di e o ium e
p odiuse iu, escolhen soluções, que...; ge almen e anima o ius e icalmen e ixa id o plokš ę,...). No que
diz espei o à de inição do e mo, al in o mação adicional não é necessá ia, a im de desc e e
p ecisamen e o concei o ou mos a seu luga no sis ema de concei os, po an o ais de inições não
conside i as o almen e sis emá icas.
Ou o exemplo:
Es ilo de Animação isso se des acando animação ob a de apa ência, nulem a de e minados p incípios
de design. Cada écnica de animação pode e mul idão di e en es es ilos de animação. AIL 2018: 127
Te mino animação es ilos de inição, embo a cons i uída apenas de dois sakinių, ambém
conside ay ina enciklopedine. A p imei a ase é compos a de aco do in ensi a de inição
es u u á io modelį (gimininé concei o í aizda, dis in imaso a ibu o escanca ian e, nulem a design
p incipios), e o segundo o nece adicional (enciclopedia) in o mação, que expande conhecimen os
sob e de inêziamoy concei o ( écnica de animação pode e ...), po ém e minologicamen e não é
necessá io. Po olha nas on es encon adas de inições enciklopedines, pode o nece al seu
modelo es u u inho: in ensinė apib ėž is (gimininis e minus + dis inguamasis (-ieji) a ibus (-iai)
ge almen e uma de inição sen ença) + complemen omi enciklopediniai paaiškinimai (3 ig.). Ou as
on es de e mos enciclopedís icos êm uma es u u a de de inições di e en e. 3 ig. Modelo
es u u al da de inição enciclopedís ica a p esença de de inições de e mos enciclopedís icos nas
on es conside adas, p esumi elmen e, elacionada com a aspi ação dos au o es pa a ins
educacionais o nece quan o mais in o mação sob e a concepção de iní ia. Pode-se aze
p essupos ão, que isso é ca ac e ís ico mokomiesiems publicações. Es aą p essupos ão se ia
possí el e i ica após ealiza uma mais ampla in es igação des e ipo de on es.
2.2.2. Com base no ma e ial das on es, pode a ibui mais um e mo de animação no
ocabulá io po ipio de de inições mix iąsias. T a a-se dessas de inições, que êm mais do
que um ipo de de inição. Po exemplo:
16
Não sis emá icos de inições as a pelo menos 14 p oc. de odos i os de inições. Com base nos
dados do es udo, dis inguem-se 4 po ipias: desc i omosios, sinoniminės, nuo odinės e
incompa kančios equisi os de inições. Des es p edomina as p imei as desc i omosas (6%).
Pode-se p esumi , que mis iados, aiškinamųjų, encyclopedinių apib ėžčių gausą lėmė nag inė ų
šal inių pobūdis, ambém seekis não só de ini e mos, mas e educaciniu bem in o mciniu
p opósi o mais de alhado explica ao lei o . No olho caindo é o que essas de inições são
de alhadas e amplas. Nelas é o necida á ias in o mações adicionais: em umas, sem p incipal,
amčiai expliquada e mo a osena animação na á ea p o issional, em ou as minimi aspec os
his ó icos, ainda em ou as são o necidos sinónimos e mos e e c. Ao e ec ua um no minho
abalho de a amen os de e mos, ais de inições po la gas ge almen e edaguojadas e
homodinadas ge almen e ab e iadas a é uma única ase examais, peculia à in ensine
de inição, e adap adas ao modelo de de inição p e aujancio na on e. Dis ingem-se á ios ipos
de e mos de de inições es u u acionais modelos pe mi e aze p essupos ão, que a
es u u a da de inição dimen am á ias causas. Uma delas de ine-se o luga do concei o no
sis ema de concei os. Ou a de inição é o ipo de de inição escolhido do au o que o ma a
de inição. Te cia on e em que é o necida a de inição (joodyn, ex o cien í ico ou escola ,
e c.). P iejas, sem dú ida, pode se e mais. Jas mais p ecisamen e de e mina se ia possí el
e ec ua mais e di e sas on es de pesquisas de de inições. Não a mes ina p essupos o, que a
escolha da es u u a de de inições indi e amen e de e mina e a p óp ia pe cepção, que se
esc e e e mo de inição, es e conhecimen o pode incen i a a e e i -se em diccioná ios ou
nou as on es já ma i íssimos exemplos de de inições ou analogiškomis schemos.
Com base na p á ica dos diccioná ios de e mos explica i os e isanaliza os as de inições de
e mos de animação, ê-se que uns ipos de de inições são mais adequames, e ou os aisy ini
ou mesmo não adequam. Dis inguem-se ipos de de inições e seus modelos es u u ais, a é e
mesmos ečiaus, são possí eis naquele caso, quando não esquece-se a p incipal unção da
de inição e ela o con eúdo do concei o e mos a o luga do concei o de inêziamó ia no
sis ema de concei os. A escolha mais equen e de ce os modelos de de inições indica a
aspi ação sis ema iza e uni ica as de inições, man endo os equisi os de elabo ação de de inições de e mos básicos.
IŠVADOS
Te mino de inido is loginis, de alhos p oposi o, di e enciando de inêmiam e mão do ou os e
e elando seu concep ualis bem como sis eminius laços com ou os da mesma á ea e minis. Os
e mos podem se de inidos po di e en es ipos de de inições, cuja es u u a di e e e pelo
olume de in o mações ap esen adas. Os dados do es udo mos am que os e mos de animação
de inidys de aco do com sua elação com sis ema de concei os são de ês ipos: sis emicas,
semi sis emicas e não sis emicas. F eqüen as são as de inições sis emá icas (56 p oc. de odos
i os de inições), das quais p edomina as de inições in ensi as (55 p oc.), e as de inições
ex ensi as cons i uem meno pa e. Rečia ias são não sis emá icas de inições desc i omosas,
e e odá ias, sinoniminés e não co espondanças aos equisi os e minologicos (14 p oc. de
odos de inições). As de inições de e mos o mulam-se de aco do com as eg as e equisi os
es abelecidos: nelas em de e le i -se os essenciais a ibu os do concei o, de inição em de
se lógica, aiški, concus a, nem po es eu a, nem po ampla, ambém em de e ela luga do
e mo de iní el no sis ema de concei os. Em ou as pala as, a de inição em de e ela a
essência do e mo. Alguns modelos es u u ais de de inições co espondem na e minologia
ecomendados aplica modelos in ensines e ex ensines de inições. Ou as modelos em essência
conside y ini ne e minologiniais, i. i. não adequamais ou apenas em pa e adequamais
e minologικές necessidades. Is o incomplnosios, mis iosas, desc i omosas, sinoniminés,
iš a dijamosios e enciclopedinas de inições. Os modelos es u u ais das de inições de e mos
de animação dependem do ipo de de inição escolhido. As de inições in ensi as e ex ensi as co espondem melho aos seus ge ado es

17
[…] lhes é ca ac e ís ico aiški loginė sanda a, elas pe mi em de e mina com p ecisão o luga
do concei o no sis ema de concei os. As de inições desc ómosas, mis iosas, incomplnosias e
enciclopedicas apenas em pa e co espondem c i é ios e minológicos algumas ca ecem de
dis in i os aços, ou as êm ou as es u u ais ou logicas de iciências, po ém se
necessá io podem se co igidas e ans o madas em in ensi as. Nuo odinas e sinoniminés
de inições sanda a se dis ingue de ou as sua unção não de ini , e encaminha o lei o ja pa a
o luga , onde é ap esen ado e dadei o desc iúdencia do concei o. Elas ajudam man e
consis en es e econômica concepção de concei os em on es e minog a icas. Animação
e mos de de inições de modelos es u u ais di e sidade e ela e ela a desiguodão de inições
con o midade p incípios e exigências da e minologia. Te minos de inições classi icação, como
e sua es u u a, de pa e condiginė. Ela depende de que aspec os a de inição é in e p e ada e
que exigências lhe são le an adas. Di e en es pesquisado es apos o desiguodos c i é ios de
(in ensinės, eks ensinės), ki i – pagal aisyklingumo laipsnį (a i inkančios eikala imus,
aisy inos, ne inkamos i k .), da ki i emiasi ki ais požymiais. Šiame y ime klasi ika imo
classi icação: uns desi s o de aco do logís ica sanda ą pag indo escolhido de inições elação
com concei o de sis ema. Tokia di e sidade indica, que de inição de classi icação não é absoluu i e não pode se a única.
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AUŠRA RIMKUTĖ-GANUSAUSKIENĖ
STRUCTURAL MODELS OF DEFINITIONS OF ANIMATION TERMS
Summa y
This a icle examina he de ini ions o anima ion e ms ha ha e no p e iously been analyzed
om a e minological pe spec i e. The empi ical analysis d aws on h ee glossa ies o
anima ion e ms included in Ilja Be eznickass monog aph Animação: desde idėjos a é ek ano
(2017) and in he ex books by Tomas Mi kus and Vaida Nedzinskai ė-Mi kė, Animação indús ia
na Li uânia: analė e possibilidades (2018) and Animacijos pag indai (2020). In o al, 145 de ini ions
we e analysed. The s udy employed desc ip i e, compa a i e, and o he me hods.
I has been es ablished ha , wi h espec o hei ela ion o he concep sys em, he
de ini ions o anima ion e ms can be classi ied in o h ee ypes: sys emic, semi-sys emic, and
non-sys emic. Sys emic de ini ions we e he mos equen (56% o all cases); wi hin his g oup,
in ensional de ini ions p edomina ed. O e all, in ensional de ini ions accoun ed o 55% o all
de ini ions, whe eas ex ensional de ini ions we e ex emely a e (1%). Semisys emic de ini ions
(24%) can be u he subdi ided in o encyclopaedic, mixed, and incomple e ypes; hese de ini ions
only pa ially con o m o he s uc u e and equi emen s o a logical (in ensional) de ini ion.
Non-sys emic de ini ions we e he leas common (14%) and comp ise desc ip i e, synonymous,
e e en ial, and de ini ions ha do no con o m o e minological equi emen s. By hei
na u e, non-sys emic de ini ions do no loca e he de ined concep wi hin he sys em o
concep s. Based on he analysis o he de ini ions o anima ion e ms, in ensional de ini ions can
be ega ded as he ypical model ha bes acco ds wi h he no ion o de ini ion and wi h he
equi emen s o e minological de ini ion. Thei s uc u al model can be exp essed as: de ined
concep = nea es supe o dina e (genus) + di e en ia ing cha ac e is ic(s) (di e en iae) ha
dis inguish he de ined concep om co-o dina e concep s. This yields a single-sen ence
de ini ion. The s uc u al model o ex ensional de ini ions is use ul a less o en and only in
cases whe e i is possible o p o ide an exhaus i e enume a ion o all pa s ha cons i ui he
e minological concep . Encyclopaedic and mixed de ini ions a e applicable p ima ily in
educa ional discou se. The ypes iden i ied as desc ip i e, synonymous, and e e en ial do no
exhibi he bina y logical s uc u e cha ac e is ic o classical de ini ions; he same holds o
de ini ions ha do no con o m o e minological equi emen s. De ini ions o anima ion e ms
display a ia ion, and hei sui abili y o e minological pu poses depends on compliance wi h
he gene al equi emen s o d a ing de ini ions.