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Terminology as the Basis for Building Engineering Feature-based Models

Abstract

Satellite operations require the combined use of different tools to support engineering activities and to control the spacecraft. This communication is managed by the Monitoring and Control System (MCS) that receives telemetry data from the spacecraft and releases telecommands to keep the satellite’s attitude and flight path. These complex systems are developed as open platforms that can be extended and customised to support mission-specific requirements and objectives. As a general rule, it can be stated that these software applications are good candidates for implementing variability mechanisms in a structured, planned way and that their functionality is a good candidate to analyse the feasibility of applying feature-based modelling techniques. This paper describes the use of terminology analysis to build a feature model to support requirements analysis for this type of software-based systems.

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Terminology as the Basis for Building Engineering Feature-based Models

Author: Ricardo Eito Brun
Year: 2020
DOI: 10.35321/ter
Source: https://journals.lki.lt/terminologija/article/download/2016/2122
186 Rica do Ei o B un Te minologia como base pa a a cons ução
Enginee ing Fea u e-based Models
doi.o g/10.35321/ e m27-08 (em inglês)
A e minologia como base pa a a cons ução
Enginee ing Fea u e-based Models
RicaRdo Ei o BRun
Uni e sidade Ca los III de Mad id
Resumo das conclusões
As ope ações de sa éli es exigem a u ilização combinada de di e en es e amen as pa a
apoia as ac i idades de engenha ia e pa a con ola a na e espacial. Es a comunicação é
ge enciada pelo Sis ema de Moni o amen o e Con ole (MCS) que ecebe dados de
eleme ia da na e espacial e libe a comandos emo os pa a man e a a i ude e a
aje ó ia de oo do sa éli e. Es es sis emas complexos são desen ol idos como
pla a o mas abe as que podem se es endidas e pe sonalizadas pa a supo a
equisi os e obje i os especí icos da missão. Como eg a ge al, pode-se a i ma que
es as aplicações de so wa e são bons candida os pa a a implemen ação de mecanismos
de a iabilidade de o ma es u u ada e planeada e que a sua uncionalidade é um bom
candida o pa a analisa a iabilidade da aplicação de écnicas de modelagem baseadas em
ca ac e ís icas. Es e a igo desc e e o uso da análise de e minologia pa a cons ui um
modelo de ca ac e ís icas pa a apoia a análise de equisi os pa a es e ipo de sis emas
baseados em so wa e. Pala as-cha e: Te minologia écnica, Modelos baseados em
ca ac e ís icas, Engenha ia ae oespacial, Ex acção de e minologia
ANOTACIJA (em inglês)
Palydo ų ope acijoms eikalingi į ai ūs į ankiai, ski i už ik in i sklandų inžine inį da bą
i aldy i e d ėlai į. Palydo ų ope acijoms eikalingi į ai ūs į ankiai, ski i už ik in i
sklandų inžine inį da bą i aldy i e d ėlai į. Šį yšį aldo S ebėjimo i kon olės sis ema
(SKS), ku i gauna eleme inius duomenis iš e d ėlai io i duoda elekomandas, kady ų
palaik palydo o padė į i sk iejimo ajek o iją. Os sis emas de composição são mais
sucu os do que as pla a o mas de a i os, as quais podem se ala gadas e adap adas de
aco do com os equisi os de missões conc e as e os obje i os. Galime eig i, kad
pap as ai šios aikomosios p og amos gali bū i naudojamos no in s uk ū uo ai i
planuo ai įdieg i a ian iškumo mechanizmus, o jų unkcionalumas leidžia analizuo i
požymių modeliaus me odikų p i aikymo galimybes. Es e a igo desc e e as análises
e minológicas de u ilização dos modelos požymių, os palaikančiam exigem a análise des e
ipo de sis emas p og amá icos, pa a c ia . ESMINIAI ŽODŽIAI: écnica e minologia,
požymių modeliai, a iacijos inžine ija, e minų a pažinimas
187Te minologia | 2020 | 27
1. INTROduCTION
O glossá io da NASA de ine sa éli es como: "um obje o de oo li e que o bi a a Te a, ou o plane a ou o sol".
Os sa éli es são um ipo de na e espacial que iaja em uma ó bi a egula e cla amen e de inida em o no do
cen o de g a idade de ou o co po celes e (Ga ne 1996: 4). Desde o lançamen o dos p imei os sa éli es
a i iciais - Spu nik 1 em 4 de ou ub o de 1957 e Explo e 1 em 31 de janei o de 1958 - um g ande núme o de
missões de sa éli e o am lançadas com di e en es p opósi os: explo ação as onômica, p es ação de
se iços de comunicação e na egação, obse ação da Te a, econhecimen o e missões cien í icas. Os
sa éli es são sis emas ae oespaciais complexos compos os po elemen os e es es e espaciais: a na e
espacial de e se ope ada po um elemen o de con olo na Te a e pe manece em con ac o com ele. Hoje, o
p og esso cien í ico e os se iços pa a os u ilizado es dependem dos sa éli es e das cons elações de
sa éli es. Exemplos ele an es incluem o Telescópio Espacial Hubble (HST), sis emas de na egação como o GPS
(Sis ema de Posicionamen o Global), o GLONASS e o Galileo Eu opeu, o UARS (Sa eli e de Pesquisa da
A mos e a Supe io ) ou o GOES (Sa eli e de Ambien e Ope acional Geos acioná io). O núme o o al de
sa éli es lançados desde 1957 - de aco do com o ca álogo SSN2 dos Es ados Unidos - é p óximo de 18.200; o Índice
de Obje os Lançados pa a o Espaço Ex e io de 2017 da uNOOSA ela a 4.635 sa éli es a ualmen e em ó bi a
do plane a, com um aumen o de 357 sa éli es (8,95%) em elação ao ano an e io . O objec i o des e a igo é
demons a a necessidade de aplica a ges ão e a ex acção de e minologia pa a apoia o desen ol imen o
de modelos baseados em ca ac e ís icas pa a o ganiza os concei os que desc e em as unções das
aplicações de so wa e u ilizadas pa a o con olo e moni o ização po sa éli e. Os sa éli es são
classi icados po inalidade e ipo de ó bi a. A inalidade e e e-se aos se iços que o sa éli e p e ende
o nece . No que diz espei o à ó bi a, az-se uma dis inção en e ó bi a e es e baixa (LEO), ó bi a
e es e média (MEO) e ó bi a geoes acioná ia (GEO). Os sa éli es LEO […] u ilizados pa a a ciência e a
obse ação da Te a […] seguem uma ó bi a elíp ica; uma ez que a sua isibilidade a pa i de es ações
e es es é limi ada, os dados são a mazenados a bo do e en iados pa a o solo 1 Ve h ps:
www.g c.nasa.go /www.k-12/TRC-0lae s/lae s_s.h ml#sa elli e [accesso 2020-081]. 2 A Rede de Vigilância
Espacial dos Es ados Unidos é esponsá el pela de ecção, as eamen o, ca alogação e iden i icação de
obje os a i iciais em ó bi a e es e. O ca álogo es á disponí el em: h ps: www.space- ack.o g/#/ss
[acesso 2020-08-01].
3 Esc i ó io das Nações Unidas pa a Assun os do Espaço Ul a e es e. Veja
188 Rica do Ei o B un Te minologia como base pa a a cons ução
Enginee ing Fea u e-based Models
h ps://www.pixaly ics.com/sa s-o bi ing-ea h-2017 es ações quando a ae ona e se o na isí el. Os
sa éli es GEO são u ilizados pa a ins de elecomunicações e me eo ológicos; Os sa éli es de
elecomunicações ecebem sinais de adio equência (RF) da Te a, ampli icam-nos, mudam a sua equência e
ansmi em-nos de ol a pa a a Te a. Eles o bi am 36000 km acima do Equado (no mesmo plano) e sua o ação
é sinc ônica com a o ação da Te a, pe manecendo acima do mesmo pon o no Equado o empo odo.
Semelhan e aos sa éli es, as missões cien í icas no espaço p o undo ambém p ecisam de moni o amen o e
con ole semelhan es pa a o elecomandos e a ecepção de eleme ia.
As missões de sa éli es exigem pessoal dedicado pa a ealiza o moni o amen o con ínuo em empo eal
do es ado e da posição do sa éli e. O con ole de missão é o conjun o de a e as execu adas após o
lançamen o po engenhei os de ope ação com a ajuda de aplica i os de so wa e e en ol e a oca de
dados en e os segmen os e es e e espacial pa a moni o a e con ola o es ado dos subsis emas a
bo do do sa éli e. Em missões cien í icas, ambém é necessá io ecebe as in o mações da ca ga ú il do
sa éli e e ecu adas du an e o con ole da missão incluem a ecepção e análise de eleme ia,
elecomandamen o e as eamen o. A eleme ia são os dados ansmi idos do sa éli e pa a a Te a,
deli e i o he end-use s (scien i ic communi y). Typical unc ions ex-
in o mando sob e o es ado e as condições do sa éli e e dos seus subsis emas. Os elecomandos são as
o dens ansmi idas do solo pa a a na e espacial pa a con igu á-la e ope á-la. (uhlig, Sellmaie e
Schmidhube 2015: 232). O as eamen o e manu enção da es ação, ambém conhecido como anging,
consis e no moni o amen o e de e minação da aje ó ia de oo e da posição usando écnicas e sinais de
RF. Do pon o de is a da engenha ia de so wa e, o con ole po sa éli e eque di e en es aplicações e
e amen as pa a dinâmica de oo, planejamen o de missão, eleme ia e elecomando, con ole de ede e
o eamen o, bem como in e aces en e eles. Es a complexidade le ou às agências espaciais a
o nece em soluções di e en es. Um dos ma cos mais ele an es no desen ol imen o do so wa e MCS
oi a decisão do depa amen o de Engenha ia de Sis emas Te es es da ESA de desen ol e e licencia
pa a a indús ia eu opeia um conjun o de aplicações de so wa e dis ibuídas sob o nome MICONYS® 4
sa éli es GEO são dis ibuídos em uma á ea limi ada no espaço. Os slo s o bi ais são a ibuídos pela
União In e nacional de Telecomunicações (ITu) pa a e i a colisões, um isco elacionado ao ema dos
de i os espaciais que es á ecebendo maio a enção hoje.
189Te minologia | 2020 | 27
(Sis ema de Con ole de Missão). O MICONYS e o seu componen e SCOS-2000 são
p o a elmen e os exemplos mais conhecidos des a polí ica da ESA pa a o
desen ol imen o de so wa e e ino ação e ans e ência de ecnologia
(Kau ele , Jones e Ka l 2001). O SCOS-2000 supo a elecomando, ecepção de
eleme ia, exibição e a qui amen o. O SCOS-2000 oi o esul ado da expe iência
adqui ida pela ESA no desen ol imen o e ope ação de sis emas semelhan es
an e io es: MSSS, SCOS-1 e SCOS-2. Hoje, a ESA es á a desen ol e o no o
sis ema MCS, des inado a subs i ui o SCOS-2000 no u u o. O seu nome é
Eu opean G ound Sys ems […] Common Co e (EGS-CC). Semelhan e ao SCOS, o
p oje o em o obje i o de desen ol e uma in aes u u a comum pa a
apoia o moni o amen o e o con ole de missões espaciais nas ases p é e
pós-lançamen o, usando ecnologias mode nas e a qui e u as o ien adas a
se iços (Pecchioli e al. 2012). O desen ol imen o do EGS-CC não é apenas da
esponsabilidade da ESA: as agências espaciais nacionais eu opeias (CNES,
Agência Espacial do Reino Unido e DLR) e as emp esas indus iais (AIRBUS
De ence and Space, Thales Alenia Space e OHB Sys ems) azem pa e do
p ojec o. Além dos p ojec os da ESA, exis em ou as inicia i as des inadas a
desen ol e um sis ema gené ico de so wa e MCS. A NASA concluiu p oje os
semelhan es, a maio ia deles desen ol idos in e namen e. O Cen o de Voo
Espacial Godda d desen ol eu dois sis emas, o ITOS e o ASIST, pa a ge encia
missões como WMAP (Wilkinson Mic owa e Aniso opy P obe), IMAGE (Image
o Magne opause o-Au o a Global Explo a ion), EO-1 (Ea h Obse ing ST-5
(Space Technology 5), SDO (Sola Dynamics Obse a o y) ou LRO (Luna
Reconnaissance O bi e ) (P a e al. 2007).
Em odos es es casos, es amos a lida com um sis ema complexo que p ecisa de
implemen a di e en es unções que podem se ac i adas ou não, dependendo
do sa éli e e das ca ac e ís icas da missão. De ido a isso, esses sis emas
in ensi os em so wa e são bons candida os a se em desen ol idos usando
linhas de p odu os e écnicas de modelagem baseadas em ecu sos, que
dependem de uma o ganização cla a e bem o ganizada de concei os pa a
en ende o domínio e as capacidades necessá ias do sis ema.
A modelagem baseada em ecu sos é uma das écnicas aplicadas na engenha ia
de linhas de p odu os de so wa e, uma disciplina pa a a cons ução de
p og amas de so wa e eu ilizá eis que se o nou popula no inal dos anos
no en a. A SPLE p e ende cons ui componen es e a e a os eu ilizá eis
que possam se pos e io men e combinados pa a cons ui p odu os
Rica do Ei o B un Te minologia como base pa a a cons ução
Enginee ing Fea u e-based Models
adequados às necessidades de um clien e e con ex o especí icos. As
expe iências em SPLE es ão amplamen e documen adas na li e a u a
p o issional e acadêmica. Capilla (2013) incluiu á ios es udos de caso em que o
SPLE oi aplicado com sucesso: p og amas de oo ope acionais e de missão
c í ica da Boeing pa a a a iônica e as unções do cockpi , so wa e de
con ole de mo o da Bosch pa a sis emas de gasolina, so wa e de
imp esso a da Hewle Packa d, equipamen os de ge ação e ansmissão de
ene gia da Toshiba e so wa e de con ole da Gene al Mo o s pa a mo o es.
Os bene ícios das linhas de p odu os de so wa e (SPL), de aco do com Apel e
al. (2013: 9), incluem a adap ação de p odu os de so wa e às necessidades
especí icas dos clien es, edução de cus os - uma ez que um conjun o de
a i os eu ilizá eis pode se combinado de di e en es manei as pa a ge a
no os p odu os - , melho ia da qualidade e do empo de lançamen o no me cado.
As ca ac e ís icas e a modelagem baseada em ca ac e ís icas são concei os
ele an es no desen ol imen o do SPL. ISOIEC/IEEE 24765: 2010, Engenha ia de
Sis emas e So wa e […] Vocabulá io, o e ece uma de inição ge al de ecu sos,
omada do IEEE S d 829: 2008 IEEE S anda d o So wa e and Sys em Tes
Documen a ion: […] Uma ca ac e ís ica dis in i a de um i em de sis ema. NOTA:
inclui a ibu os uncionais e não uncionais, ais como desempenho e
eu ilizabilidade. Kang e Lee (2013, 28) de inem as ca ac e ís icas como "concei os
abs a os que apoiam e e i amen e a comunicação en e as di e sas pa es
in e essadas de uma linha de p odu os e, po an o, é na u al e in ui i o que as
pessoas exp essem a comunidade e a a iabilidade das linhas de p odu os em
e mos de ca ac e ís icas". As ca ac e ís icas se em di e en es p opósi os
no p ocesso de ideia e desen ol imen o do p odu o. São meios de comunicação das
ca ac e ís icas do p odu o e de apoio à iden i icação dos equisi os; são ambém
os concei os que guiam as decisões de concepção e implemen ação. O
desen ol imen o de uma linha de p odu os comp eende dois ciclos de ida
complemen a es:
• engenha ia de domínio e
• Engenha ia de aplicações.
O pad ão IEEE 1517-2010 de ine a engenha ia de domínio como: […]Ciclo de ida
que consis e em um conjun o de p ocessos pa a especi ica e ge encia a
comunidade e a a iabilidade de uma linha de p odu os. A engenha ia de domínio
analisa o domínio de uma linha de p odu os e desen ol e um conjun o de
a e a os eu ilizá eis. Es es a e a os incluem equisi os de so wa e, elemen os de design, casos de es e e

191Te minologia | 2020 | 27 ipo de engenha ia de equisi os pa a oda a linha
p ocedu es, use documen a ion, e c. domain analysis can be seen as a
de p odu os, incluindo a iden i icação da a iabilidade an ecipada. O
a e a o p incipal ge ou p odu os den o da linha.
by domain analysis is he ea u e model ha will speci y and desc ibe he
A modelagem de ecu sos é uma écnica de diag amação que oi in oduzida nos
anos no en a com a me odologia FOdA (Análise de Domínio O ien ada a
Recu sos). O FOdA o neceu p imi i as pa a ep esen a elações es u u ais
(composição, gene alização e especialização), opcionalidade, al e na i idade e
dependências mú uas. Mais a de, oi e isado po di e en es au o es (Kang e
Lee 2013: 30 […] 31). Os diag amas de ecu sos são a ep esen ação isual de
modelos de ecu sos, onde os ecu sos são ep esen ados como caixas em uma
á o e hie á quica. Cada nó em um ó ulo anexado com o nome do ecu so. O
a anjo hie á quico das ca ac e ís icas c ia elações pai- ilho. Se um ecu so
ilho o selecionado, seu pai ambém de e se selecionado. Os diag amas podem
aze uma dis inção en e ca ac e ís icas ob iga ó ias e opcionais e
iden i ica as combinações de ca ac e ís icas que são álidas. Em pa icula ,
os diag amas de ca ac e ís icas podem ep esen a : • Ca ac e ís icas
abs a as, que são usadas pa a o ganiza as ca ac e ís icas na á o e, mas
não es ão inculadas a a e a os de implemen ação. Eles são ep esen ados
po caixas cinzen as.
• Ca ac e ís icas conc e as, que co espondem a a e a os de
implemen ação e são ep esen adas po caixas b ancas. •
Ca ac e ís icas ob iga ó ias, que êm uma bala p eenchida na pa e
supe io da bo da supe io da sua caixa.
• Ca ac e ís icas opcionais, que êm uma bala não p eenchida na
pa e supe io da bo da supe io da caixa.
• A necessidade de seleciona apenas uma das ca ac e ís icas do ilho de
um p ogeni o especí ico (exclusi o OR, XOR ou um de mui os). É
ep esen ado com um a co azio na bo da in e io da caixa do ecu so pai.
• A possibilidade de seleciona mais de uma ca ac e ís ica in an il de um
p ogeni o especí ico (OR ou algumas das mui as). É ep esen ado com um
a co p eenchido na bo da in e io da caixa do ecu so pai. • dependências
en e ca ac e ís icas, ep esen adas po se as com ano ações ex uais.
192 Rica do Ei o B un Te minologia como base pa a a cons ução
Enginee ing Fea u e-based Models
O diag ama abaixo mos a um diag ama de ca ac e ís icas ípico com
as con enções desc i as acima:
Figu a 1. Exemplo de diag ama de ca ac e ís icas (Fon e: Ga gan ini 2015) Um
modelo de ca ac e ís icas de e inclui in o mações adicionais ao diag ama.
Apel e al. (2013: 27) indicam a possibilidade de adiciona es es dados: •
Desc ição de uma ca ac e ís ica e do seu conjun o co esponden e de
equisi os. • Relação com ou as ca ac e ís icas, especialmen e hie a quia,
o dem e ag upamen o. • Dependências ex e nas, ais como os ecu sos de ha dwa e necessá ios.
• Pa es in e essadas.
• Cus o es imado ou medido de ealização de uma ca ac e ís ica.
• E c.
O desen ol imen o de um modelo de ca ac e ís icas pa a ep esen a as
ca ac e ís icas uncionais das aplicações de so wa e pa a o con olo po
sa éli e de e pa i de uma comp eensão cla a e da modelização dos concei os
que compõem o domínio. Pa a o e ei o, as ac i idades elacionadas com a
e minologia e a e minog a ia, a iden i icação de e mos, concei os e as suas
elações cons i uem a base pa a a cons ução do modelo-al o.
193Te minologia | 2020 | 27
3. Me odologia de abalho
O modelo de ca ac e ís icas p opos o oi concluído seguindo as
seguin es e apas: • Iden i icação e e isão da li e a u a p o issional e
académica publicada nes a á ea. Is o en ol e a p ocu a de in o mações
sob e a abo dagem seguida em p ojec os ae oespaciais lide ados po
en idades como a ESA (Agência Espacial Eu opeia) ou a NASA
(Adminis ação Nacional de Ae onáu ica e Espaço).
• desen ol imen o de um glossá io com base na li e a u a analisada,
aplicando écnicas de ges ão e minológica pa a egis a in o mações
sob e e mos, elações en e eles, de inições iden i icadas nos
documen os e o con ex o em que os e mos são u ilizados. • C iação de um
modelo baseado em ca ac e ís icas que ep esen e as unções
o e ecidas pelas aplicações de so wa e de moni o ização e con olo po
sa éli e, u ilizando o glossá io como base.
Os insumos u ilizados pa a iden i ica os e mos incluí am um subconjun o de
documen os écnicos que desc e em o p odu o selecionado: manuais de
ope ação, li os b ancos e ma e iais de o mação. O modelo de ecu sos é uma
á o e hie á quica de ecu sos ma cados como ob iga ó ios ou opcionais, com
he case o he so wa e applica ion unde analysis, besides he iden i ica-
dependências en e eles. No que diz espei o às ca ac e ís icas opcionais e
ob iga ó ias, o am iden i icados equisi os adicionais de a iabilidade da linha
de p odu os. Em pa icula , algumas das unções supo adas pelo so wa e
em análise eque em a sob esc ição ou a pe sonalização do código exis en e. A
iden i icação desses casos de a iabilidade oi ei a com o apoio de
especialis as que desen ol em sua a i idade no desen ol imen o e
pe sonalização des e ipo de aplicação de so wa e. Fo am ei as en e is as pessoais pa a ecolhe essas in o mações.
A e amen a selecionada pa a c ia o modelo de ca ac e ís icas e os
diag amas é o Fea u eIDE5. Es a é uma e amen a de código abe o baseada
em Ja a e Eclipse, desen ol ida pela equipe da O o- on-Gue icke-Uni e si ä
Magdebu g. Com o Fea u eIDE, é possí el c ia um modelo de ecu so usando
um edi o g á ico, ma ca ecu sos como ob iga ó ios, opcionais ou abs a os
e cons ui a á o e hie á quica. Uma ez cons uído o modelo de ecu sos,
ocê pode c ia di e en es con igu ações: seleções de ecu sos que se ão
usados pa a ge a o aplica i o de so wa e de des ino. Úl ima e i icação: 01-03-2018.
Rica do Ei o B un Te minologia como base pa a a cons ução 194
Enginee ing Fea u e-based Models
código- on e. In elizmen e, a e amen a não o nece capacidades pa a
ge encia e mos ou unidades e minológicas, o que o na necessá io o uso
de e amen as complemen a es.
Figu a 2. Fea u eIDE (c iado pelo au o )
4.P esen ação dos esul ados e discussões
Es a secção esume uma secção do modelo de ca ac e ís icas pa a
aplicações de so wa e de Sis emas de Con ole de Missão (MCS). A análise
dos concei os ex aídos dos documen os le ou a uma o ganização das
uncionalidades do sis ema nas seguin es á eas:
• Desk op e Session Managemen , que o nece as unções pa a
aze login, inicia uma sessão e inicia os di e en es aplica i os.
No caso de ges ão de á ios sa éli es, o u ilizado se á capaz de
al e na en e os espaços de abalho dos sa éli es. • Cadeia de
eleme ia, que inclui p ocessamen o de eleme ia, ge enciado
de ala me e exibição de eleme ia.