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Termino „sustainable development“ lietuviškų atitikmenų vartosenos socialiniuose moksluose problemos

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Termino „sustainable development“ lietuviškų atitikmenų vartosenos socialiniuose moksluose problemos

Author: Romualdas Ginevičius
Year: 2024
DOI: 10.35321/term31-12
Source: https://journals.lki.lt/terminologija/article/download/2419/2419
229Te minologia | 2024 | 31
doi.o g/10.35321/ e m31-12
Te mo sus ainable de elopmen li iškų
a i ikmenų a osenos socialiniuose moksluose
p oblemos Challenges in Using Li huanian
Equi alen s o Sus ainable De elopmen in Social
Sciences
ROMUALDAS GINEVIČIUS
Uni e sidade Técnica Gedimino de Vilnius, Ve slo aculdade de
ge enciamen o, Dinamiškosios ge enciamen o ins i u o ORCID id:
h ps://o cid.o g/0000-0003-2067-4398 ĮVADAS
A emá ica do desen ol imen o sus en á el nos moksluos sociais pas a aisiais
dez mečiais a a-se mui o amplamen e e a ii iapusi elmen e lançam-se
especialūs pe iódicos de ciência, imp imiam-se monog a ias, acon ece
con e ências e pan. No con ex o da sus en ação analisam-se sis emas de odos
os ní eis começando mic osis ema (įmonės) e e minando mac osis ema
(países, egiões) e megasis ema (žmonija). Po sua na u eza, odas elas são
sis emas socioeconomicas (SES). T a a-se de sis emas sociais, nas quais
in eg a di e sos ecu sos […] ma e iais, écnicos, in o macinhos, inancei os
e e c. Tal excepcional a enção ao p oblema de desen ol imen o sus en á el é
a ibuída po que da sua solução depende em g ande pa e o u u o da
humanidade. No en an o, apesa de ecomendações cien í icas, de decisões
omadas no mais al o ní el, de es o ços de ins i uições in e nacionais e
mundiais, a si uação es á a ualmen e cada ez pio . P ima iamen e isso se
mani es a a šilimo climá ico e po isso kylančiais semp e equnėjančiais de
á ios ipos ca aklizmais. As p incipais causas disso são desp opo cionado
ecu sos na u ais não eno á eis, u ilização de ecnologias poluin ado as do
meio ambien e, aumen ėjan es quan idades de esíduos, ine icien es modos de
suas eciclagem e e c. Isso depenha an o de condições obje i as como
subje i as. A essência é o uncionamen o da SES. Todas as suas exis ência
condição é con ínua desen ol imen o, po que elas, como sis emas abe os, dimen am ambien e. Hence, en e SES e ambien e oco em con ínuas ocas: o sis ema a ua ambien e com a execução de ce as unções (gamybos,
Romualdas Gine ičius 230 Te mino sus ainable de elopmen co espondem de
a osenos socialiniuose moksluose p oblemos
se iços, saúde, educação e . .). Seu u no o execu ando mencionadas unções SES
do ambien e ganha unciona necessá ias iš ek lių ma e iais, equipamen os,
inanças, in o mações e pan. Qualque SES é semp e uma o mação de ní el in e io ,
em compa ação com seu ambien e, po an o em cons an emen e de se adap a às
exigências ambien ais. Is o é condição de sob e i ência SES. SES e in e acção
ambien e ca ac e iza-se o ac o de que as exigências ambien e con inuamen e
c escem, po an o pa a se que e sob e i e SES ambém em de espė osi. Além
disso, es as mudanças de expansão de em se espa eses ou pelo menos ais como
necessidades ex e nas. Po ou o lado, eles êm de obedece às exigências de
desen ol imen o sus en á el, i. i. econômica, social e ecológica plė a de e se
mu uamen e ha monizada. Tokia desen ol imen o anglakalbá ias países
una eikšmiškai chama-se sus ainabili y ou sus ainable de elopmen . Ou ip es á com
neanglakalbess paísesim um caso esses e mos angliški ansliam
co espondmenimis da numas, ha ni desen ol a, ou o caso sus enumas, sos a i desen ol a, i. i. os co espondmenys alam são usados sinonimicamen e.
Es a ubinei a Comissão de línguas li uanas (h p: www.wikipedia.o g lkk)
i iaškinus, que os e mos mencionėdios são nelegia e čiai, po eles iniciou
bas an e a i i discussija. A ajuda oi complicada pelo a o de que espécies
es imenos du a i e ha ni sen ido en am só com pa en escas es imenimis
desen ol imen o e desen ol amasis (VLKK KB; Žičkienė, Guogis, Gudelis 2019;
Baležen is 2019; S unžinas 2015). Da li e a u a on es ê-se, que em odos os
casos es e p oblema é a ado como lingu is ina. No en an o, an o a
impo ância cien í ica como a p á ica em ambém a abo dagem p agmá ica,
pois isso es á elacionado com a ges ão di ecionada SES. O en oque p agmá ico
possibili ado, desde que há possibilidade quan i i amen e a alia giminá ios
e mos ( a a, ha na e desen ol imen o, desen ol imasis) possí eis
combinações. Objec i o do a igo posiciona e concep ualiza SES de
desen ol imen o e (ou) ca ac e ís icas de desen ol imen o e com eles elacionados e minos compos os plė os a a, desen ol imen o da na, desen ol imen os du a a e desen ol imen os da na.
REVISÃO LITERATÚRIA
Como espos a à Te a pio êjança si uação 1987 m. oi le an ada idėja de
desen ol imen o ha naus. O e mo sus en á el desen ol eu canonizou G u
Ha lemʼas B u landʼas no ela ó io O nosso u u o comum na Comissão
Mundial do Meio Ambien e e Desen ol imen o das Nações Unidas (Uni ed
Na ions Wo ld Commission En i onmen and De elopmen WCED). Local de
c escimen o econômico oi o mulado uma ou a abo dagem ha monizado
econômico social e ecológico c escimen o in oduzido no e mo sus ainable de elopmen (Bu on 1987;
F eyman 2012).
231Te minologia | 2024 | 31
A pa i de on es li e á ias ê-se que em países não anglicano- alan es,
en e eles e Li uânia, o e mo angliciza sus ainabili y ansla a-se
a iadamen e a umas, da numas, a a, da na, ausumas, e com espécies
dėmenimis es as pala as o mam e mos compos os, ex.: p odução de
ene gia sus enumas, mies o da numas, socialinė da na, ausumas biológico
(S unžinas 2015). Assim, pe manece não indicados os a ibu os essenciais,
com base nos quais unisexmei amen e se ia possí el dis ingui os e mos
ną, be o, isuose li e a ū os šal iniuose nu odoma, kad jų eikšmė y a
sus en abilidade, du a a e ha numas, ha na a oseski inga (Žičkienė,
Guogis, Gudelis 2019; S unžinas 2015; VLKK KB; DLKŽe). O e mo sus ainabili y
me odologicamen e é elacionado com o e mo sus ainable de elopmen ,
cujo co espondemnis Li u iški ha nus ys ymasis, sus en á el ys ymasis
(S unžinas 2015). Além disso, indica-se que podem exis i e os e mos ha moni desen ol imen o e sus ena i desen ol imen o (Žičkienė, Guogis, Gudelis 2019)
(Veja Fig. 1).
1 ig. Te mino sus ainable de elopmen Li u iški a i ikmenys Li e a ū os
šal iniuose indica-se que angliško e m sus ainabili y lie u iški a i ikmenys
a umas, a a i da numas, da na é nelygia e čiai, po ém eles mui as ezes
são u ilizados, quando se ala sob e aqueles mesmos assun os. Po exemplo, os
e mos sus en abilidade, du a a são usados em ala sob e á ias es e as de
a i idade do es ado e seus enômenos, da numas, ha na sob e polí ica
ambien al, economia, ene gia, ge acios emas de polí ica, socialina polí ica,
u ismo, anspo e, ag icul u a, pesca, cidades e e c. (S unžinas 2015).
Ac edi a-se que es es e mos são da mesma ca ego ia de da ybos da iniai,
endo a mesma aiz e se dis inguindo o man ais de da ybos (Vas kelienė,
Kučinskienė 2012; Pikčilingis 1969; S unžinas 2015). Mencionados e mos de
a osená pode se posicionados baseado no a o de que eles ma cam uma
Romualdas Gine ičius 232 Te mino sus ainable de elopmen de co espondem
a osenos socialiniuose moksluose p oblemos
Li uanias qual sinal. T a umas, a a signi ica lenguagemjiço, cons ância ( a us 1.
sólido, pe du á el, 2. pas o us, inal e á el, 3. e imunidade, es e minho, esilien e, 4.
longamen e unkan e, não p aeinan e (LKŽe), da nu mas, da na pusiaus y ą, de mę
(da nus ku is suside inęs, ha monizado DLKŽe), ausumas ( ausus aupus,
ausojan is, neišlaidus LKŽe). Taip sus enumas e ha numas en endem-se e de ou os
au o es (Baležen is 2019; Žičkienė, Guogis, Gudelis 2019; S unžinas 2015). No en an o,
apesa da di e ença de signi icados dos e mos alá eis, a é hoje eles são usados
como equi alen es do e mo inglês sus ainable de elopmen (VLKK KB; S unžinas
2015). Em alguns casos, es e e mo é aduzido con o midade com a sus en abilidade
(Kabulo a 2023; S ide skė 2014; Volko 2018), nou os casos da numas (Činčikai ė 2013;
Ged ilai ė 2019; Oželienė 2019; S a ynina 2020). Do ig. 1 ê-se que de elopmen em
língua li uãs en endamo ambém d ejopai. Ele aduz-se co espondmenimis
desen ol imen o e desen olymasis. Li e a ū as on es en a iza-se que es es
concei os nãoegia e ês. Sus en ou-se no p eâmbulo da Su ação sob e
Cons i uição Eu opai um desen ol imen o ha monioso e sus en á el. O e mo
desen ol imen o é mais adequado u iliza naqueles casos em que se ala de mudanças
quan i a i as, e desen ol imen o, quando se quise almeja mudanças quali a i as
(pas a asis é a co espondência da pala a in e nacional e oliucija) (VLKK KB).
Skaid ės Žičkienės, A ydo Guogio e Dangio Gudelio a gumen am que o e mo
de elopmen de e se aduzido apenas con o memeniu desen ol imás e não
pode se aduzido con o memeniu desen ol imen o, pois o úl imo signi ica
c escimen o, o que con adiz essencialmen e o concei o sus ainable
de elopmen , que se baseia não quan i a i os, mas quali a i os (Žičkienė,
Guogis, Gudelis 2019). Es a a i mação baseia-se no a o de que os pa âme os
quan i a i os, do pon o de is a das eo ias de desen ol imen o, se
ca ac e izam po g ande isco socialine e ambien alosaugine. Como exemplo,
ap esen a-se a expe iência dos no os países indus iais do Sul Asiá ico, cuja
social e ambien al p oguem o desen ol imen o semsãogialmen e pauco os
obje i os de desen ol imen o económico. Na e dade, ais azões de si uação
são gilesnės e, pode-se a i ma , empo á ias. O não cump imen o (ou
incapacidade de segui ) dos p incípios de desen ol imen o sus en á el é
ca ac e ís ico dos países em desen ol imen o. No en an o, quan o mais sobe
o seu ní el de desen ol imen o econômico, an o mais a enção é dada ao desen ol imen o social e ambien al. Sob e is o a es a a expe iência dos países desen ol idos da União Eu opeia.
Te mino sus ainabili y lie u iškus a i ikmenis sus enumas e da numas ligado
com e mo sus ainable de elopmen lie u iškais a i ikmenimis desen ol imen o
e desen olymasis, pode cons i ui SES ex ensão e minų ma icą (ž . ig. 2).
233Te minologia | 2024 | 31
O obje i o inal das mudanças de desen ol imen o SES sus en nus
desen ol imasis, i. i. pe manen es qualybiniai mudanças. Po ou o lado,
eles são o esul ado de suas mudanças quan i a i as. Não é po nada que
dizem que sem quan idade é di ícil alcança qualidade. Com base naquela
Fig. 3 imo aliza SES elação de expansão e desen ol imen o. 2 ig. SES e mos Li u iški desen ol imen o
3 ig. oda de expansão SES
3 A pa i da igu a. ê-se que SES mudanças de si uação de expansão
(plê os sus en abilidade e ha numas, desen ol imen os sus en abilidade e
ha numas) é o esul ado da expansão. Do essencial é suas ca ac e ís icas
quan i a i as ou quali a i as. A sua concep ualização o e ece condição de a aliação quan i a i a possibilidade.

Romualdas Gine ičius 234 Te mino sus ainable de elopmen Li u iškų a i ikmenų SES
a osenos socialiniuose moksluose p oblemos
PLTROS POKYČI KIEKYBINIO VERTINIMO METODOLOGINIAI PAGRINDAI A pa i de on es
li e á ias desc i as no a igo, ê-se que o e mos sus ainable de elopmen é
a ado como lingu is inė p oblema. Nė a pesquisas, que a examinassem
sis emicamen e, i. e. a aliassem possí eis conexões e dependomência de
desen ol imen o SES. No en an o, an o a cien í ica quan o a p á ica signi icam
em uma abo dagem p agmá ica. Todas as eais SES, começando pela emp esa e
e minando pelos Es ados ou suas uniões, p ocu am con inuamen e aumen a a
e iciência do uncionamen o. Isso es á di e amen e elacionado com a di ecionada
sua expansão, que é possí el, desde que haja possibilidade quan i a i amen e
a alia a condição a ual (Gine ičius 2009). 3 A pa i da igu a. ê-se que o inal
obje i o do uncionamen o SES é ha monius desen ol imasis, que depende da
sus en abilidade de desen ol imen o e de expansão da nidade. Sua, po sua ez,
sus ennum de expansão depende de sua sus en abilidade. Tan o VLKK, como ou as
on es não indicam, de o pe ence e mos de sus en a i desen ol imen o e ha ni
desen ol imen o a osena. Fo nece-se ge al, i.e. dependen e de con ex o,
ecomendação (VLKK KB; S unžinas 2015). O e mo desen ol imen o sus en á el é
usado pa a ala de á ias s e as de a i idade do es ado e seus enômenos: polí ica
(poli ines bend ijas, es a ijas), econômia ( inanus, me cado, comp as, emp és imo, emp esas), polí ica social (pensijų sis ema), ene gą
(ene gias o necimen o, ku ą), polí icas ambien ais, ecologiją ( aio á eas,
pescų iš eklius), anspo ą (a iação), ag icul u a, pesca ias (lai yną), u ismo,
p oduybą, cons uybą, cidades. O e mo desen ol imen o sus en á el é usado
em ex os sob e economia ambien al, polí ica, ene gé ica, assun os comuns,
socialina polí ica, u ismo, anspo e, ag icul u a, pesca, cidades (S unžinas
2015; VLKK KB). A pa i des es exemplos de g ande cla eza po e mos de
sus en á el desen ol imen o e sus en á el desen ol imen o a osenos não
e . Pa a se acla i sob e a osenos, é p eciso ap o unda nas exis en es
manei as de a aliação de sus en abilidade e ha mância. A inclusão de um
núme o cada ez maio de indicado es no seu sis ema aumen a não a coe ência
do desen ol imen o SES, mas a adequação da a aliação do es ado do
desen ol imen o SES. Es a condição é uma base de a aliação da coe ência da
expansão SES, e não o p óp io da num. Ac ualmen e, p incipalmen e pesquisas
modelių – 70 isuo inų, pe 100 – nacionalinių, daugiau kaip 70 – egio-
SES des inada à a aliação da compa ibilidade da expansão dos componen es
būklei. Is o é e idenciado pelo a o de que são calculados no mundo mais de 500
indicado es de desen ol imen o sus en á el na i os e ce ca de 300 locais
(Ka es e al. 2001; Pa is, Ka es 2003; Čiegis, Ramanauskienė, Šimanskienė 2010),
pelos quais são a aliadas SES componen s de sus en abilidade ambien e, Nijkamp 2000; P esco Allen 1981; No dhaus, Mo is, Tobin 1979; Be ke, Man a; Zolo ; We nagel, Rees 1973). Menos pesquisas,
235Te minologija | 2024 | 31 ski ų em ge al SES desen ol imen o būklei (jų da nai).
Po exemplo, uma ez oi de e minada a condição de desen ol imen o
socioeconômica das egiões li uanas, que oi in oduzida no índice in eg ado de
desen ol imen o sus en á el (Čiegis, Ramanauskienė, Šimanskienė 2010). Ao
a alia o desen ol imen o da egião da Tailândia, combinam-se ês indicado es:
PIB po habi an e, emissão de CO2 e consumo de ene gia (Chansa n 2013). Também
oi analisada a ha monia de desen ol imen o dos países em desen ol imen o
(Pe u, Mau íciaus, Filipinas, Bangladesh, Ganos, Índia, e c.) que é a aliada apenas
po indicado de PIB (Babu, Da a 2015). No ou o es udo de e mina am mé odos
mul iac i e iais a condição de desen ol imen o das egiões i alianas. O modelo de
a aliação incluiu 18 indicado es: 9 des inados à p o ecção do ambien e, 9 ao
desen ol imen o socioeconómico (Boggia, Co ina 2010). A a aliação do
desen ol imen o da egião de Suihua na China oi ei a com base em 28
indicado es: 10 des inados ao desen ol imen o económico, 10 ao ambien e e 8 ao
desen ol imen o social (Jia Zhou e al. 2007). A a aliação da expansão da cidade de
Ke manshah do I ã baseia-se já em 44 indicado es: 23 des inados a p og esso
social, 8 ao c escimen o econômico, 13 ao c escimen o ambien al (Somayeh
Zina izadeh e al. 2017). Todos es es indicado es de condição de expansão SES nos
es udos in oduzidos como es imações de coe ência de expansão, embo a
nãoanalisada, como indi iduais indicado es de g upos de expansão o am
ha monizados mu uamen e. O sinal essencial da a aliação é a du ação (VLKK KB),
que pode se a ada como o p ocesso de expansão, quan idade ca ac e is icá.
Consequen emen e, a condição de sus en abilidade pode se a aliada só após o
im do pe íodo em ques ão. A compa ibilidade, um a ibu o essencial da
compa ibilidade é a compa ibilidade da expansão dos componen es SES (VLKK KB).
Vindoí, isso já é esul ado qualidade, do qual e es u u a do p ocesso de
expansão, e ha numá pode medi -se desejado momen o de empo. É habi ual
azê-lo du an e o pe íodo de du ação do pe íodo em ques ão (no inal do ano).
Mui as ezes apesa de que a sus en abilidade do desen ol imen o é uma
condição da nidade, ele quase não nag inėjamo. Exis em en a i as
quan i a i amen e a alia a dinâmica de expansão (Gine ičius 2019; Ged ilai ė
2019). Uma das azões de al si uação é a de que o e mim sus ainable de elopmen
pa a língua li uânica anslamo-se da mesma o ma, como e sus en á el
desen ol imen o. Nė a mesmo uni eikšmiškai en endamo e mos de a i
desen ol imen o e ha ni desen ol imen o de adução em inglês. A espos a
eside na União das Nações Unidas em 2015 ado ada Agenda de Desen ol imen o
Sus en á el 2030. Nele p e ê 17 obje i os, e o 8 obje i o é o seguin e: Sca i
sus en á el, incluukų e da nų economia c escimen o <...> (P omo e sus ai ned, inclusi e and sus ainable economic g ow h <...>) (UN. T ans o ming ou Wo ld: <...> 2015). Henceasi, da pala a sus en á el equi alen e inglês alboje é sus ained, e da pala a da nus sus ainable. Inglisco e minos de elopmen ansliamos co espondmenimis desen ol imen o e ys ymasis, po an o apa ece nãoxa con usão. Ap eciando o ac o de que o desen ol imen o ab ange
Romualdas Gine ičius 236 Te mino sus ainable de elopmen co esponden es
a osenos socialiniuose moksluose p oblemos
li uanas quan i a i as, e desen ol imaso quali a i as mudanças, e mo
desen ol imen o equi alen e inglês pode ia se g ow h, e e mo desen ol imaso
de elopmen (ž . 4 ig.). A im de es abelece a si uação de a aliação quan i a i a da
coe ência da expansão SES, é p eciso esumi os exis en es seus modos. O seu
c i é io de adequação pode se o g au de compa ibilidade da condição de
desen ol imen o (económica, social e ambien al) dos componen es SES de a ibu os
essenciais de desen ol imen o sus en á el. A pa i de on es li e á ias ê-se que,
no p esen e empo, a a aliação da coe ência da expansão é ealizada de dois
aspec os: sepa os SES componen es de indicado es de expansão g upos ou SES
o alidade a aliação. A odos ais siūlyms, me odikos, indicado es sis emas
ca ac e iza o mesmo de iciência me odológico. Ac edi a-se que odas elas indicam a
coe numão da expansão SES, embo a com a a aliação de ha monium nada enham a
e . A pa i de pesquisas de desen ol imen o sus en á el e sus en á el ê-se que
essas e minos a osena depende da na u eza do alo ado enômeno. Isso pode se
socioeconomica sis ema como um odo ou seus sepa ados componen es. No p imei o
caso, pode-se dis ingui odos os ês componen es indispensá eis ao concei o de
desen ol imen o sus en á el econômico, social, ambien alosaugínio e de e mina , a
que ex ensão a sua condição de desen ol imen o oi ha monizada, i. e. de e mina a
sua di e sidade de desen ol imen o. Isso não pode se ei o, caso seja a aliado um
nan galima eig i, kad ikslinga kalbė i apie mies o, įmonės, šalies, jos egio-
único componen e ou seu g upo de indicado es. Po exemplo, di icilmen e se ia
sensa o p ocu a assim es abelece a ha monnum da expansão ambien alis a.
Apibend inos, que pe encesse SES, desen ol imen o da numá, e sob e a cidade,
emp esas, país, suas egions de desen ol imen o econômica, social, ambien al.
Igualmen e ambém é p eciso ala não sob e a polí ica, economia, ene gia, polí icas
sociais, anspo e, u ismo, ag icul u a, pesca, mas sob e a sus en abilidade da sua expansão (com a condição de que a sua condição possa se a aliada quan i a i amen e). 4 ig. SES de desen ol imen o sus en abilidade e coe ência ingleshinhos e mos
237Te minologia | 2024 | 31
A a aliação quan i a i a da compa ibilidade da expansão SES é ealizada
em ce as e apas. Em p imei o luga , compõe-se uma lis a de indicado es
de desen ol imen o socioeconómica do SES ( en em plen y de a uais
sis emas de chamados indicado es de sus en ação). Depois disso eles são
a ibuídos aos componen es de desen ol imen o sus en á el econômico,
social, ambien al. Segue-se uma a aliação quan i a i a da expansão dos
componen es (Gine ičius e k . 2022; Ged ilai ė 2019; Volko 2018; T ishch e
al. 2021; T ishch e al. 2023). Com base nessas es ima i as, inalmen e a alia-se a sus en ação da expansão SES (ž . Fig. 5).
3 A pa i da igu a 3 pode-se e que odas as ca ac e ís icas do ínculo de
desen ol imen o SES são in e - elacionadas: sus en abilidade do
desen ol imen o e ha monidade do desen ol imen o são o esul ado da
sus en abilidade do desen ol imen o, e a ha monidade do desen ol imen o o
esul ado da sus en abilidade do desen ol imen o e da ha monidade do
desen ol imen o. Assim, o indicado base é a sus en abilidade do
desen ol imen o. Como oi indicado, ele desen ol ão e le e como p ocesso.
Não se pode decidi se o SES se desen ol eu de o ma sus en á el apenas
com base nos esul ados de um anos. VLKK KB ambém indica-se que isso é
desen ol ksmos pe manen e. Como ca ac e ís ica da expansão ele indica
mudanças quan i a i as, oco idos du an e o pe íodo em ques ão. Es e
pe íodo na li e a u a cien í ica ambém não é de alhadamen e abo ado.
Pode -se-ia suge i , que es e é o meno a ka pa de empo, da qual adequ ačiai
a alia-se desen ol imen o do enómeno em ques ão. Baseando-se nisso, pode o nece SES uma a aliação quan i a i a da sus en abilidade da expansão g a icamen e analí ico modelo (ž . Fig. 6). 6 ig. SES modelo analí ico g á ico de a aliação quan i a i a da sus en abilidade da expansão Fig. 5 Esquema es u u al de a aliação quan i a i a da compa ibilidade de expansão SES