10.5281/zenodo.17671663
CORRELAÇÃO ENTRE HPV E O CÂNCER COLORRETAL – UMA REVISÃO
INTEGRATIVA
Rena o A hu F anco Rod igues¹ ; Liliane Ca alcan e da Sil a¹; Ca olina Pe ei a
Câma a¹ ; Vi o ia Helena de Pai a Ta a es¹ ; Maya a Bocchi² .
¹ G aduando em Medicina pela Uni e sidade Fede al de Ja aí - UFJ, Ja aí, Goiás,
B asil
² Docen e do Cu so de Medicina da Uni e sidade Fede al de Ja aí - UFJ, Ja aí,
Goiás, B asil
INTRODUÇÃO E OBJETIVOS : O Cânce Colo e al (CCR) é uma das neoplasias
mais inciden es do mundo, com 1,9 milhão de no os casos em 2020. Os p incipais
a o es de isco incluem: his ó ia amilia de CCR, idade a ançada, seden a ismo,
obesidade, a p esença de algumas doenças in lama ó ias in es inais, como doença
de C ohn e e ocoli e ulce a i a c ônica; e doenças in es inais he edi á ias. A
li e a u a ambém suge e uma ligação en e o isco de CCR e agen es in ecciosos,
como o papiloma í us humano (HPV). Nesse sen ido, o p esen e es udo buscou
in es iga as possí eis co elações en e o CCR e a p esença de HPV.
METODOLOGIA : T a ouse de uma e isão in eg a i a, em que oi ealizada uma
busca na base de dados PubMed, u ilizando os desc i o es “co ela ion be ween
HPV and colo ec al cance ” en e os anos de 2020 a 2025, esul ando em 62 a igos.
Após a lei u a dos a igos, os es udos que não abo da am especi icamen e o CCR,
não a a am do HPV ou não analisa am a co elação en e eles o am excluidos. Ao
inal, qua o a igos o am selecionados. RESULTADOS : A p esença do HPV oi
de ec ada em uma p opo ção a iá el de pacien es com CCR, com alcance de a é
69%. Obse ou-se que a coin ecção po múl iplos sub ipos do í us es á associada a
o mas mais a ançadas da doença, suge indo impac o no p ognós ico. Além disso,
análises molecula es demons a am que a in ecção i al se associa a al e ações
nucleo ídicas em genes como KRAS p.G12D, indicando possí el in e ação en e o
agen e i al e al e ações gené icas umo ais. Ainda que a p esença do DNA do HPV
seja um p edi o oncogênico em amos as de CCR, não há um consenso sob e seu
p ocesso causal di e o. Há duas linhas de in e p e ação sob e o ema: uma
a gumen a que o í us pode a ua como a o auxilia , p omo endo ins abilidade
genômica po meio das oncop o eínas e, consequen emen e, a p og essão umo al;
a ou a apon a que a de ecção i al pode e le i apenas con aminação ou in ecção
ansi ó ia, sem in eg ação genômica. CONCLUSÃO: No a-se que essa emá ica
p ecisa de mais análises, sob e udo em pacien es HPV+ com sub ipos de al o isco
e/ou com múl iplos sub ipos. Desse modo, embo a exis am o es indícios de uma
co elação, a comp o ação de um nexo e iológico eque in es igações mais
obus as que elucidem os mecanismos uncionais da a uação i al na o igem do
p ocesso neoplásico.
Pala as-cha e : neoplasias colo e ais; papiloma í us humano; p o eínas
oncogênicas.