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CUIDADO INTEGRAL À PESSOA IDOSA INSTITUCIONALIZADA: VIVÊNCIA
ACADÊMICA NO CONTEXTO DE UMA ILPI
Júlia Assis de Ca alho¹ ; Anna Cla a Pa ei a de Oli ei a¹ ; Julia Al es de Melo¹ ;
Lau a Lucena Lisboa Bo ges¹ ; Danilo Lopes Assis² ; Jeane F anco Pi es Medei os² ;
Vi gínia Oli ei a Chagas²
¹ G aduando em Medicina pela Uni e sidade Fede al de Ja aí - UFJ, Ja aí, Goiás,
B asil
² P o esso do cu so de Medicina da Uni e sidade Fede al de Ja aí - UFJ, Ja aí,
Goiás, B asil
INTRODUÇÃO E OBJETIVOS : O aumen o da expec a i a de ida da população
ap esen a-se como um enômeno que le an a di e sas ques ões e e en es à saúde
das pessoas idosas. Nesse con ex o, as Ins i uições de Longa Pe manência pa a
Idosos (ILPIs) ap esen am-se como impo an es o ganizações que a uam no
acolhimen o e cuidado dos idosos, p incipalmen e daqueles em si uações de
agilidade uncional e social. Assim, um p ocesso con ínuo de moni o amen o de
unções isiológicas e sociais o na-se undamen al pa a a omada de decisões
assis enciais baseadas nas eais necessidades da população idosa inse ida nessas
en idades. O p esen e abalho obje i a ela a as expe iências i enciadas po
es udan es do cu so de Medicina da Uni e sidade Fede al de Ja aí (UFJ) du an e
uma isi a ao Albe gue São Vicen e de Paula, uma ILPI localizada em Ja aí, Goiás.
RELATO DE CASO/EXPERIÊNCIA : No deco e das a i idades p omo idas pelas
P á icas de In eg ação Ensino-Se iço-Comunidade (PIESC), os alunos pude am
acompanha a o ina de uma ILPI que ab iga ce ca de 75 idosos. Nessa abo dagem,
além do exame clínico mul idimensional dos ins i ucionalizados, a aplicação da
Escala de Ka z demons ou-se essencial pa a a aliação uncional, pe mi indo a
análise da independência na ealização de A i idades Básicas de Vida Diá ia
(ABVDs). Embo a uma pequena pa cela dos assis idos ap esen asse ce o g au de
independência, o es udo ealizado e elou que g ande pa e dos idosos esiden es
depende de auxílio ex e no pa a execução de a e as elacionadas à alimen ação,
con inência, ans e ência, higiene pessoal, uso de aso sani á io e es uá io,
indicando conside á el agilidade desse público. No deco e da isi a, e elou-se a
impo ância do acompanhamen o mul idisciplina e da a aliação do es ado de saúde
de manei a con ínua, o que pe mi e que p o issionais a uan es na ILPI iden i iquem
al e ações clínicas e ealizem in e enções e apêu icas a pa i do moni o amen o
doenças c ônicas e complicações, o que assegu a a e icácia do cuidado.
CONCLUSÕES : A expe iência p opo cionou aos acadêmicos uma comp eensão
ampliada sob e o cuidado à pessoa idosa ins i ucionalizada, e idenciando a
impo ância do acompanhamen o clínico, uncional e mul ip o issional con ínuos no
con ex o das ILPIs. A a uação de di e en es p o issionais, bem como a u ilização de
ins umen os de a aliação, al como a Escala de Ka z, são undamen ais pa a
p omoção de uma assis ência de qualidade e humanizada na saúde do idoso.
Pala as-cha e : en elhecimen o; ins i uições de longa pe manência pa a idosos;
saúde do idoso