A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO ESCOLAR: ESTRATÉGIAS, DESAFIOS E PERSPECTIVAS. AUTOR(A):
FRENEDA, JORGE LUIZ.
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A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO ESCOLAR: ESTRATÉGIAS,
DESAFIOS E PERSPECTIVAS
ENVIRONMENTAL EDUCATION IN THE SCHOOL CONTEXT: STRATEGIES,
CHALLENGES AND PERSPECTIVES
FRENEDA, Jo ge Luiz
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RESUMO
A educação ambien al é um componen e essencial na o mação cidadã, isando
conscien iza indi íduos sob e a impo ância da p ese ação ambien al e da
sus en abilidade. No con ex o escola , ela se o na uma e amen a es a égica pa a
p omo e mudanças de compo amen o e alo es. Es e a igo abo da a ele ância da
educação ambien al nas escolas, ap esen a es a égias pedagógicas, discu e
desa ios na implemen ação e p opõe pe spec i as pa a seu o alecimen o. As
e lexões aqui ap esen adas são undamen adas em es udos acadêmicos e
documen os o iciais.
Pala as-cha e: Educação ambien al. Escola. Sus en abilidade. Cidadania.
P ese ação ambien al.
ABSTRACT
En i onmen al educa ion is an essen ial componen in ci izenship educa ion, aiming o
make indi iduals awa e o he impo ance o en i onmen al p ese a ion and
sus ainabili y. In he school con ex , i becomes a s a egic ool o p omo e changes in
beha io and alues. This a icle add esses he ele ance o en i onmen al educa ion
in schools, p esen s pedagogical s a egies, discusses challenges in implemen a ion
and p oposes pe spec i es o i s s eng hening. The e lec ions p esen ed he e a e
based on academic s udies and o icial documen s.
Keywo ds: En i onmen al educa ion. School. Sus ainabili y. Ci izenship.
En i onmen al p ese a ion.
1. INTRODUÇÃO
A deg adação ambien al, esul ado de p á icas insus en á eis ao longo da
his ó ia, o nou-se um dos maio es desa ios con empo âneos. Nesse cená io, a escola
se ap esen a como um espaço p i ilegiado pa a a cons ução de uma consciência
ecológica c í ica (DIAS, 2011). A educação ambien al ou simplesmen e EA, quando
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Mes e Linguís ica Aplicada - UNICSUL. Especialis a Educação a Dis ância: Elabo ação de Ma e iais,
Tu o ia e Ambien es Vi uais – UNICSUL. Especialis a T adução e Ins umen alização da Língua Inglesa
– UNESP. Especialis a em Educação Especial com Foco na Tecnologia Assis i a e Comunicação
Al e na i a e Ampliada - CAA. ANHANGUERA. G aduado Le as (Po uguês/Inglês) – UNIMAR.
G aduado Pedagogia – Uni e sidade No e de Julho – UNINOVE-SP. jo ge eneda@ho mail.com
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inco po ada ao cu ículo escola , possibili a a o mação de cidadãos conscien es e
engajados na p ese ação do meio ambien e (LOUREIRO, 2012).
2. EDUCAÇÃO AMBIENTAL: CONCEITOS E EVOLUÇÃO HISTÓRICA
As ques ões ambien ais êm despe ado mui o in e esse de acadêmicos,
pesquisado es e, mais ecen emen e, de uma ampla camada da sociedade,
p incipalmen e de ido a g andes desas es ambien ais, enômenos climá icos e
p oblemas elacionados à poluição, ges ão de esíduos, p ese ação de
ecossis emas, desma amen o, queimadas, en e ou os. As ações do homem sob e a
na u eza p oduzem consequências ne as as pa a a sociedade, azendo com que a
população em ge al epense suas a i udes em elação ao meio ambien e. De aco do
com Sousa (2014), esse epensa coloca a educação como a p incipal con ibuição
po meio da eo ganização do equilíb io na u al e sociocompo amen al. Dessa o ma,
as pessoas p ecisam en ende seu papel na sociedade e suas ações em elação ao
meio ambien e. A imposição de um no o pa adigma de sus en abilidade, limi ação de
ecu sos não eno á eis e supe ação da ideia psíquica que elaciona o consumo à
elicidade (FRIEDE, AVELAR, MIRANDA, 2019). Nesse ambien e, a EA su ge
sis ema icamen e como uma solução que a ua na o igem do p oblema e cons i ui uma
ação pe manen e na o mação de um indi íduo conscien e e esponsá el po suas
p á icas com o meio ambien e. Pa a Le (2003, p. 57): "A educação ambien al é um
p ocesso no qual odos somos ap endizes e p o esso es".
A EA, que subs i ui o ensino da ecologia (que se p eocupa a com o equilíb io
en e os ecossis emas, mas sem conside a as elações socioeconômicas), indica a
u gência de muda men alidades e, em especial, consequen emen e, a p odução de
uma consciência com ações conc e as e esponsá eis po pa e de cada cidadão. É
cada ez mais necessá io que as pessoas comp eende em essa concepção de
o mação cul u al da sociedade em p ol das ques ões socioambien ais, onde a
Educação Ambien al pode se u ilizada como e amen a undamen al. Pa a melho
comp eende e con ex ualiza o ema pa a análise pos e io , a p incipal conclusão de
á ios ela ó ios ambien ais, euniões e con e ências que já oco e am é b e emen e
ap esen ada a segui . Um dos p imei os ma cos impo an es é, sem dú ida, o ela ó io
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"Os Limi es do C escimen o Econômico", elabo ado pelo Clube de Roma em 1968,
que apon ou que o c escimen o não de e se desen eado, e que é p eciso busca
o mas de conse a os ecu sos na u ais e con ola a p oc iação (REIGOTA, 2001).
No en an o, o e mo EA só su giu em 1972, após a Con e ência de Es ocolmo
(Con e ência das Nações Unidas sob e o Meio Ambien e Humano), onde o am
discu idos os p oblemas ambien ais en en ados pelo mundo. Nes a eunião, oi
elabo ada a Ca a de P incípios sob e o Ambien e Humano. A comunidade
in e nacional p essionou o egime mili a do B asil a implemen a uma polí ica de
p o eção ambien al. T ês anos depois, em espos a às ecomendações suge idas,
oco eu a Reunião de Belg ado na ex-Iugoslá ia, p omo ida pela UNESCO. Foi en ão
c iado o P og ama In e nacional de Educação Ambien al (IPAE), es abelecendo que a
EA de e se con ínua, mul idisciplina , in eg ada às di e enças egionais e o ien ada
pa a os in e esses nacionais (ROCHA, CRUZ, LEÃO, 2015). Pode-se obse a que,
já naquela época, ha ia um in e esse mul idisciplina e a necessidade de implemen a
ins umen os que no eassem o ensino e a p á ica da Educação Ambien al ol ados
aos in e esses locais, pa a a p á ica do ensino da Educação Ambien al. Além disso,
há um in e esse signi ica i o em melho a as elações aluno-p o esso , a escola e a
comunidade, bem como o sis ema educacional e a sociedade. Também ao mesmo
empo, em 1977, o am discu idas conclusões semelhan es às da eunião de Belg ado
na P imei a Con e ência In e go e namen al sob e EA, com g ande econhecimen o
in e nacional na Con e ência de Tbilisi, na Geó gia (an iga União So ié ica). Aqui
es a a o g ande "ma co concei ual" da Educação Ambien al que se iu de base pa a
á ios p og amas in e nacionais. Nesse encon o, en endeu-se que a EA não de e ia
se uma disciplina no a, mas a in eg ação de á ias disciplinas e expe iências
educacionais, a im de desen ol e a capacidade de modi ica a i udes em elação ao
meio ambien e, po meio da pa icipação a i a e esponsá el de cada indi íduo e da
comunidade (DIAS, 2000).
3. EDUCAÇÃO AMBIENTAL: CONCEITO E FUNDAMENTOS
Segundo a Lei nº 9.795/1999, que ins i ui a Polí ica Nacional de Educação
Ambien al (PNEA), es a é en endida como “os p ocessos po meio dos quais o
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indi íduo e a cole i idade cons oem alo es sociais, conhecimen os, habilidades,
a i udes e compe ências ol adas pa a a conse ação do meio ambien e”. A escola,
como espaço de socialização e p odução de sabe es, desempenha papel cen al
nesse p ocesso (BRASIL, 1999).
4. A ESCOLA COMO ESPAÇO DE TRANSFORMAÇÃO
O ambien e escola p opo ciona opo unidades únicas pa a a in eg ação en e
eo ia e p á ica, pe mi indo que alunos i enciem ações sus en á eis, como:
▪ P oje os de eciclagem e eap o ei amen o de ma e iais;
▪ Ho as escola es e ag icul u a u bana;
▪ O icinas de eap o ei amen o e compos agem;
▪ A i idades in e disciplina es que elacionem con eúdos cien í icos, sociais e
cul u ais (JACOBI, 2003).
Tais p á icas incen i am a au onomia, a c ia i idade e o senso de
esponsabilidade dos es udan es.
5. DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO
Apesa de seu po encial ans o mado , a educação ambien al en en a
ba ei as, como:
▪ Fal a de o mação adequada pa a p o esso es;
▪ Escassez de ecu sos didá icos e inancei os;
▪ Resis ência a mudanças cu icula es;
▪ Fal a de in eg ação en e eo ia e p á ica (TRISTÃO, 2004).
Esses obs áculos demandam polí icas públicas consis en es e con ínuas, além
de maio engajamen o da comunidade escola .
6. PERSPECTIVAS E RECOMENDAÇÕES
Pa a o alece a educação ambien al nas escolas, ecomenda-se:
▪ Fo mação con inuada de p o esso es;
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▪ Inclusão de p á icas ambien ais no p oje o polí ico-pedagógico;
▪ Pa ce ias com o ganizações ambien ais;
▪ Uso de me odologias a i as e pa icipa i as.
Essas medidas podem amplia o impac o da educação ambien al,
ans o mando-a em um eixo es u u an e da educação básica.
A Educação Ambien al, apesa de g andes e en os e con e ências ealizados
em odo o mundo, ainda é um ema bas an e ino ado e, de a o, pouco abalhado no
con ex o escola b asilei o. Dessa o ma, conhece o ema e ap ende a muda as
a i udes com elação ao p ocesso de ap endizagem é de suma impo ância pa a ge a
condições melho es de ida pa a as u u as ge ações. Con o me Ca alho (2016), é
p eciso que a escola mude suas eg as pa a se aze Educação Ambien al de uma
o ma mais humana. O abalho pedagógico de e se concen a nas ealidades locais
de ida dos alunos, pa a que cada um dê a de ida impo ância à conscien ização.
Po an o, é possí el pe cebe , a a és do que oi expos o, que a EA é um caminho
impo an e pa a a mudança de pensamen o indi idual e cole i o, pe mi indo aos
alunos uma no a o ma de comp eende a sociedade e suas elações, a im de que se
o nem sujei os ambien almen e conscien es exe cendo de a o a cidadania, a é ica, a
libe dade e a sus en abilidade, ge ando, de a o, desen ol imen o local das
comunidades. Além disso, apesa de exigência da Polí ica Nacional de Educação de
que a dimensão ambien al de e cons a nos cu ículos de o mação dos p o esso es
bem como a necessidade de cu sos de o mação complemen a na á ea (BRASIL,
1999), g ande pa e dos docen es não dispõe de e amen as pedagógicas aplicá eis
à sua localidade.
Faze uso das ecnologias (com a u ilização de pla a o mas, aplica i os, jogos
lúdicos, den e ou os) na educação é uma necessidade inadiá el e, se bem u ilizada,
pode con ibui an o na ques ão ambien al, quan o nas di e sas á eas de ensino,
su gindo como uma solução po encial pa a os di e sos con li os e desa ios na p á ica
pedagógica. A a és da Educação Ambien al, em-se o desen ol imen o de uma
conscien ização ocada no in e esse do aluno pela p ese ação e cons uído de o ma
cole i a (CUBA, 2010).
A Educação Ambien al (EA) no con ex o escola é undamen al pa a a o mação
de cidadãos conscien es e esponsá eis, capazes de p omo e a sus en abilidade e
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a p ese ação do meio ambien e. As es a égias pa a sua implemen ação en ol em a
in eg ação cu icula , p oje os p á icos con ex ualizados e a pa icipação a i a da
comunidade escola . No en an o, desa ios como a al a de o mação especí ica de
p o esso es, a necessidade de ecu sos e apoio ins i ucional, e a di iculdade de
in eg a a EA em odas as disciplinas, p ecisam se supe ados. Apesa dos
obs áculos, a EA no ambien e escola ap esen a pe spec i as p omisso as, como o
desen ol imen o de uma consciência ambien al c í ica, a p omoção de ações
conc e as em p ol do meio ambien e e a cons ução de um u u o mais sus en á el.
A Educação Ambien al (EA) no con ex o escola desempenha um papel c ucial
na o mação de cidadãos conscien es e esponsá eis, capazes de comp eende e agi
em p ol da sus en abilidade e da p ese ação do meio ambien e. Po meio de
es a égias pedagógicas que in eg em a EA em odas as disciplinas, a escola se o na
um espaço undamen al pa a o desen ol imen o de uma consciência ambien al desde
cedo, ans o mando os alunos em agen es de mudança, es abelecendo es a égias,
como In eg ação Cu icula - EA não de e se a ada como uma disciplina isolada,
mas sim como um ema ans e sal, conec ado a odas as á eas do conhecimen o, ou
ainda como a ealização de p oje os p á icos, como campanhas de eciclagem, ho as
escola es e ações de e lo es amen o, engajam os alunos e demons am a aplicação
dos concei os ap endidos, e a con ex ualização, pois é impo an e elaciona os
con eúdos de EA com a ealidade local, abo dando p oblemas ambien ais especí icos
da comunidade e do en o no da escola, En ol e a comunidade escola , incluindo
pais, uncioná ios e memb os da comunidade, é essencial pa a c ia um ambien e de
apoio e p omo e a sus en abilidade de o ma mais ampla.
Apesa de en en a g andes desa ios, como, po exemplo, o mação de
p o esso es, ainda mui os p o esso es não possuem a o mação adequada pa a
abo da a EA de o ma e icaz, o que exige in es imen os em cu sos e ma e iais de
apoio e, po cima, a implemen ação da EA eque ecu sos inancei os e ma e iais,
além de apoio ins i ucional pa a ga an i a con inuidade dos p oje os e ações, mas
p o a elmen e um dos maio es desa ios seja exa amen e a in eg ação in e disciplina
que isa supe a a isão agmen ada da EA e in eg á-la de o ma consis en e em
odas as disciplinas é um desa io que exige es o ços coo denados e, assim, c ia
pe spec i as, apesa dos desa ios, a EA no con ex o escola ap esen a pe spec i as
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p omisso as, como consciência Ambien al C í ica, a EA pode ajuda os alunos a
desen ol e em uma comp eensão mais p o unda dos p oblemas ambien ais e a
ado a em uma pos u a mais c í ica e esponsá el em elação ao meio ambien e,
ealizando ações conc e as ao se engaja em em p oje os p á icos, os alunos podem
desen ol e um senso de esponsabilidade e oma ações conc e as em p ol da
sus en abilidade, po an o, o nando-se cidadãos sus en á eis, já que a EA con ibui
pa a a o mação de cidadãos conscien es e engajados na cons ução de um u u o
mais sus en á el.
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A Educação Ambien al no con ex o escola é um in es imen o no u u o, capaz
de ge a ans o mações signi ica i as na sociedade e no meio ambien e. Ao supe a
os desa ios e implemen a es a égias e icazes, a escola pode desempenha um papel
c ucial na o mação de cidadãos conscien es, esponsá eis e engajados na
cons ução de um mundo mais sus en á el.
A educação ambien al no con ex o escola é essencial pa a a cons ução de
uma sociedade sus en á el. Po meio de p á icas pedagógicas con ex ualizadas e
pa icipa i as, a escola pode con ibui signi ica i amen e pa a o desen ol imen o de
alo es e a i udes ol ados à p ese ação ambien al.
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Disse ação (Mes ado em Educação) - Uni e sidade Fede al da Pa aíba (UFPB),
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