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THE FUTURE OF HUMAN RESOURCES IN GENERATION Z: THE EMPLOYEE EXPERIENCE AS AN ORGANIZACIONAL STRATEGY

Author: Saraiva, Adelia; Araujo, Ana Beatriz; Silva, Gislaine
Publisher: Zenodo
DOI: 10.5281/zenodo.17700050
Source: https://zenodo.org/records/17700050/files/87.8562.pdf
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Anais do Cong esso B asilei o de Iniciação Cien í ica Vol2 nº3 (2025) 775
(Ciências Sociais)
O FUTURO DO RECURSOS HUMANOS NA GERAÇÃO Z: A
EXPERIÊNCIA DO COLABORADOR COMO ESTRATÉGIA
ORGANIZACIONAL
THE FUTURE OF HUMAN RESOURCES IN GENERATION Z:
THE EMPLOYEE EXPERIENCE AS AN ORGANIZACIONAL
STRATEGY
Adelia da Sil a Sa ai a¹, Ana Bea iz Mo ais A aujo², Gislaine Ne i da Sil a³
Fa ec Baixada San is a, Rubens La a, Tecnólogo em Recu sos Humanos
E-mail pa a con a o: anabea izmo aisa [email protected]
RESUMO – O p esen e a igo isa comp eende como a in luência da ge ação Z
pode se u ilizada como es a égia de e enção dos colabo ado es nas a uais
o ganizações, pensando exclusi amen e na a uação do se o de Recu sos
Humanos. A me odologia u ilizou-se da combinação quali a i a a a és de
e e ências bibliog á icas e quan i a i a, de aco do com a abulação de esul ados
da pesquisa de campo aplicada com in ui o de es uda -se a eal ligação en e a
necessidade e demanda que o me cado eque e o e ece aos colabo ado es, em
especí ico da ge ação Z. Assim, a expec a i a é que o a igo con ibua pa a
e lexão de u u os ges o es de Recu sos Humanos, a necessidade de mode nização
e ampliação de no os meios e mé odos pa a e enção de alen os.
Pala as-cha e: Ge ação Z; Recu so Humanos; Ino ação; O ganização; Colabo ado .
ABSTRACT – The p esen a icle aims o unde s and how he in luence o
Gene a ion Z can be used as a s a egy o employee e en ion in mode n
o ganiza ions, ocusing speci ically on he ole o he Human Resou ces sec o . The
me hodology employed a combina ion o quali a i e analysis h ough bibliog aphic
e e ences and quan i a i e analysis, based on he abula ion o esul s om a ield
su ey conduc ed o s udy he eal connec ion be ween he needs and demands ha
he ma ke equi es and o e s o employees, speci ically hose om Gene a ion Z.
Thus, he expec a ion is ha he a icle will con ibu e o he e lec ion o u u e
Human Resou ces manage s on he need o mode nize and expand new means and
me hods o alen e en ion.
Keywo ds: Gene a ion Z ; Humans Resou ces; Inno a ion; O ganiza ion ; Employee.
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1 INTRODUÇÃO
A ge ação Z ambém econhecida como "na i os digi ais", assim como as demais
ge ações, con ibui pa a que a sociedade enha no os olha es, in e esses e obje i os. A ge ação
Z é compos a po pessoas que nasce am en e 1997 e 2012 cujo nascimen o pe meou as
e oluções ecnológicas e a expansão das edes sociais e da in e ne em ge al. (Po í io, 2025).
Em cong uência com os empos a uais, a ge ação Z az um olha dis up i o em elação
a escolha da ca ei a p o issional e das emp esas das quais a ão pa e, colocando em e idência
a impo ância da alo ização, po pa e da emp esa, alguns concei os como pe encimen o,
lexibilidade e qualidade de ida, pon os esses que, pa a as ge ações passadas não e am is os
como de e minan es pa a escolhas p o issionais. (Fi s Place Fo You h ,2025)
Con udo, se o na desa iado pa a as emp esas e o se o de ecu sos humanos, a o ma
de a ai e e e esses no os colabo ado es em compa ação com ge ações an e io es, e que
quando colocadas jun as den o de uma mesma equipe, se o ou o ganização pode ge a
opiniões e modo de isualiza cená ios e soluções de o mas di e gen es. (Veloso; Du a;
Naka a, 2016)
Ao conside a os pon os acima le an ados, é possí el comp eende que a Gen Z ca ega
consigo a opo unidade de muda a isão dos ges o es de ecu sos humanos que po mui o
empo oi ocada em oca abalho po salá io e bene ícios. Ago a, combinada com
c escimen o e ascensão na ca ei a p o issional, o p ocesso de seleção, in eg ação e plano de
ca ei a da emp esa de e se pensado como uma e amen a es a égica pa a as o ganizações
a aí em colabo ado es mais mo i ados e dispos os em soma es o ços pa a o sucesso da
emp esa.
O obje i o ge al do a igo é comp eende como o iés de pensamen o e ações da ge ação
Z no me cado de abalho pode in luencia nas u u as mudanças que podem acon ece den o
do se o de Recu sos Humano, e pa a es e im se á in es igado no deco e do a igo como essas
expec a i as impac am os p ocessos des e se o e quais são os pon os e isões que podem se
implemen ados pa a e e alen os des a ge ação, ao odo essa analise i á con a com a e isão
li e á ia e o des incha dos eedbacks ob idos no o ms aplicado com oco em pessoas da Gen
Z, mas ambém analisando a isão de ge ações an e io es sob e os mesmos a o es
ap esen ados.
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Pa a além des a in odução, o a igo con a á com a seção de e isão li e á ia,
pos e io men e os ma e iais e mé odos somado aos esul ados da pesquisa de campo aplicada e
po im, as conside ações inais.
2 REVISÃO LITERÁRIA
O me cado de abalho a ualmen e es á di idido en e di e sas ge ações e de aco do com
o a igo da Enel G een Powe (2024), são elas: Baby Boome s nascidos en e 1946 e 1964,
Ge ação X nascidos en e 1965 e 1980, Millenials nascidos en e 1981 e 1996 e a Ge ação Z de
pessoas nascidas en e 1997 e 2012. As ge ações nada mais é que g upos de indi íduos que
compa ilham undamen os cul u ais e que o am moldados po e en os semelhan es,
esul ando assim em pessoas que pa ilham de algumas a i udes e ideias e e en es a
de e minados aspec os, e um deles é manei a de como isualizam o u u o da sua ca ei a
p o issional.
Em de imen o desses g upos, es amos alando de pessoas com uma di e sidade e á ia
que ai dos seus 13 a é 79 anos de idade, e somen e de olha pa a essa la ga escala de di e ença
é possí el comp eende que as ge ações Millenials e Z com o a ual mundo globalizado que
i em, não em as mesmas p eocupações e necessidade que a ge ação Baby Boome s e a X
i e am lá no passado, não é possí el in alida a ideia de que eles podem e e oluído is o que
as condições de ida e p o issionais melho a am, mas a a és do conhecimen o empí ico e
cien i ico se o na c í el que os an igos ideias alem mais al o quando es ão em posição de
omada de decisão.
Ao con empla esses concei os e sus o mundo a ual e suas mudanças o enciais que
oco em a odo momen o, pensa exclusi amen e de manei a adicional, pode se uma má
es a égia. E no se o de Recu sos Humanos não é di e en e, há necessidade de melho ia e
implemen ações pa a que as o ganizações não sejam impac adas po al a de ino ação e alen os
p epa ados pa a i e es a no a ealidade.
Du an e o discu so de Eleano Roose el em 1940, ela usou da seguin e ase “Es e não
é um empo comum...” (Roose el , 1940, s.p), e hoje a ase é u ilizada com o con ex o de
ans o mação. A ge ação Z, mos a a impo ância não apenas de e um abalho, mas de sen i
p aze em abalha e sabe que o seu desen ol imen o se á econhecido. E nes e cená io que
se encon a a opo unidade de se ein en a e adap a se ao que no o az, os na i os digi ais
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es ão azendo es e descon o o pa a os ecu sos humanos e suas o ganizações que ainda
u ilizam apenas de p ocessos adicionais, sem pensa em ade i as no as ecnologias e
comp eende a impo ância da qualidade de ida no abalho pa a os seus colabo ado es. (Beck,
2025).
3 MATERIAIS E MÉTODOS
Os mé odos u ilizados nes e a igo o am quali a i os a a és da análise do e e encial
eó ico e quan i a i o a a és da aplicação de uma pesquisa de campo ei a a a és do Mic oso
Fo ms.
O o mulá io ab angia 11 ques ões de múl ipla escolha e oi en iado e compa ilhado po
meio das edes sociais com colegas de aculdade, amilia es e colegas de p o issão a a és do
Wha sApp, LinkedIn e Ins ag am, ele icou disponí el pa a cole a de espos as du an e uma
semana, do dia 30/09/2025 a é 07/09/2025. Com apoio das publicações conseguimos alcança
132 espos as o almen e anônimas.
O público esponden e oi de 65% mulhe es, 33% homens e 2% que se nomea am como
de ou o gêne o, onde 32% es á na aixa e á ia de acima de 36 anos, 27% de 21 a 25 anos, 14%
de 31 a 35 anos, ou os 14% de 15 a 20 anos e po im 13% de 26 a 30 anos.
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO
A seção de esul ados ai expo as pon uações que conseguimos a a és da nossa pesquisa
de campo, se á analisado seis pon uações que en endemos como impo an e pa a usa de base
pa a o nosso es udo.
Figu a 1: Expe iência no me cado de abalho.
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Na igu a 1, é possí el analisa que 58% dos esponden es es ão há mais de 6 anos a uando
no me cado de abalho, logo seguido dos 15% que es ão a uando en e 1 a 3 anos,
con emplando um público que já passa am po si uações den o do me cado de abalho.
Figu a 2: T abalho e alo es pessoais.
Con o me a igu a 2, a g ande po ência de 61% espondeu que conside a mui o
impo an e que o abalho es eja alinhado com alo es pessoais, o que de aco do com nosso
a igo e idência como um pon o le ado em conside ação pela ge ação Z.
Figu a 3: P opos a de abalho.
Na igu a 3, embo a a emune ação e bene ícios siga sendo um a o mais ci ado com
49%, é impo an e obse a que os ou os pon os que an igamen e não se iam le ados em
conside ação como lexibilidade e au onomia, a ualmen e pode se um a o decisó io.

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Figu a 4: O ien ação es a égica do Recu sos Humanos.
A igu a 4 mos a que a maio ia (57%) dos pa icipan es conside a o desen ol imen o de
lide ança com in eligência emocional e esses esul ados e le em a alo ização de bem-es a e
ino ação en e os jo ens p o issionais.
Figu a 5: Feedback da ges ão.
Em sua maio ia, 77% na igu a 5 conco da o almen e que é de plena impo ância o
ecebimen o de um eedback es u u ado pensando no desen ol imen o pessoal e p o issional
pa a alcança o que é planejado em seus planos de ca ei a.
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Figu a 6: Es a égia de e enção.
A igu a 6 e idencia que, pa a a ai e e e alen os da Gen Z, o p incipal oco das
o ganizações e do se o de Recu sos Humanos de e es a ol ado pa a lexibilização da jo nada
e modelo de abalho, seguido da melho ia de paco e de bene ícios e se iços de bem-es a .
5 CONCLUSÃO
O p esen e a igo e e como obje i o comp eende de que o ma a Ge ação Z in luencia
as es a égias de Recu sos Humanos, pa indo do p essupos o de que as no as es u u as sociais
e ecnológicas exigem a mode nização nos mé odos de e enção de alen os. A análise dos dados
da pesquisa de campo, aliada à pesquisa bibliog á ica ealizada, demons ou que as expec a i as
des a ge ação es ão modelando o campo das elações de abalho e a mudança no p óp io se o
de RH. Os dados quan i a i os exp essa am e e i amen e as p io idades dos colabo ado es no
a ual con ex o. A g ande maio ia dos esponden es apon ou que o abalho de e es a alinhado
aos seus alo es pessoais, e es e dado alida que an o a Ge ação Z quan o suas an e io es
buscam um sen ido que supe e a simples oca de abalho po salá io e bene ícios, alo izam o
pe encimen o e a iden i icação com a cul u a da emp esa. No que diz espei o aos a o es
decisi os pa a acei a uma p opos a de emp ego, embo a emune ação e bene ícios, sigam
sendo o a o mais ci ado, é impo an e obse a que plano de ca ei a, lexibilidade e au onomia
e a epu ação da emp esa azem pa e de um conjun o que ep esen am a ou a me ade dos
a o es ponde ados pelos esponden es. Assim, é possí el alida que a emune ação, embo a
mui o impo an e, a busca p o issional es á além dele. Con udo, pode-se a i ma que o u u o
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(Ciências Sociais)
do RH na e a da Ge ação Z eside na capacidade de o e ece uma expe iência do colabo ado
que seja pe sonalizada, lexí el e alinhada a um p opósi o. As o ganizações que não en ende em
os mo i os que le a am à p epa ação des a pesquisa - que insis em em modelos adicionais,
i mados apenas na elação ansacional do abalho po salá io - e ão cada ez mais di iculdade
de a ai e, p incipalmen e, man e os alen os que cons ui ão o u u o do me cado. A
mode nização deixou de se uma opção e passou a se uma necessidade es a égica pa a a
sob e i ência e o sucesso o ganizacional.
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