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PSYCHOLOGICAL IMPACTS OF GRIEF ON THE VETERINARIAN

Author: Solís, Aline; Santos, Beatriz; Barros, Gabriela; Gorisch, Patrícia; Ribeiro, Corina
Publisher: Zenodo
DOI: 10.5281/zenodo.17700196
Source: https://zenodo.org/records/17700196/files/84.8545.pdf
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Anais do Cong esso B asilei o de Iniciação Cien í ica Vol2 nº3 (2025) 742
(Ciências Sociais)
IMPACTOS PSICOLÓGICOS DO LUTO NO MÉDICO
VETERINÁRIO
PSYCHOLOGICAL IMPACTS OF GRIEF ON THE
VETERINARIAN
Aline Fe ei a Solís, Bea iz de Oli ei a Fidelis dos San os, Gab iela Ma iana Sena Ba os,
Pa ícia C is ina Vasques de Souza Go isch, Co ina Lopes Ribei o
Uni e sidade San a Cecília, Faculdade de Ciências Humanas, Cu so de Psicologia
E-mail pa a con a o: [email p o ec ed]
RESUMO – Es e es udo obje i ou analisa os impac os psicológicos do lu o na
p á ica do médico e e iná io. A complexa elação a e i a en e p o issionais,
pacien es e u o es o na o manejo da mo e (na u al ou eu anásia) um desa io.
In es igou-se como a i ência equen e da mo e a e a a saúde men al e quais
a o es psicológicos con ibuem pa a o lu o. A pesquisa quan i a i a e desc i i a
u ilizou um o mulá io online com 18 pe gun as, aplicado a 37 e e iná ios em São
Paulo. Os esul ados e elam que a ausência de p epa o acadêmico pa a lida com
a mo e, somada à dependência de apoio in o mal, in ensi ica o desgas e emocional
e a adiga po compaixão, mos ando como o p ocesso de lu o impac a di e amen e
esses p o issionais.
Pala as-cha e: lu o e e iná io; psicologia do lu o; adiga po compaixão.
ABSTRACT – This s udy aimed o analyze he psychological impac s o g ie in he
p ac ice o he e e ina ian. The complex a ec i e ela ionship be ween
p o essionals, pa ien s, and gua dians makes he managemen o dea h (na u al o
eu hanasia) a challenge. I was in es iga ed how he equen expe ience o dea h
a ec s men al heal h and which psychological ac o s con ibu e o g ie . The
quan i a i e and desc ip i e esea ch used an online o m wi h 18 ques ions,
applied o 37 e e ina ians in São Paulo. The esul s e eal ha he absence o
academic p epa a ion o deal wi h dea h, added o he dependence on in o mal
suppo , in ensi ies emo ional exhaus ion and compassion a igue, showing how he
g ie ing p ocess di ec ly impac s hese p o essionals.
Keywo ds: e e ina y g ie ; psychology o g ie ; compassion a igue.
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1 INTRODUÇÃO
A o igem da in e ação en e humanos e animais p o ém desde a An iguidade e dos
homens p ime os, uma das elações mais conhecidas e e e-se à associação do se humano com
o cão domés ico (Canis amilia is), que a é os dias a uais é is a como a maio elação de
cumplicidade en e homem e animal.
Na An iguidade, os ances ais dos cães domés icos e am a aídos pelos es os de
alimen os que es a am nos assen amen os do Homo sapiens – o que consequen emen e acili ou
a domes icação dessa espécie – iniciando uma con i ência in e espécies.
Coppinge e Coppinge (2001) pos ulam que essa associação ci ada se de e ao a o de
aze bene ícios mú uos pa a ambas as espécies a é a ualmen e, como p o eção e companhia.
A domes icação ambém causou in luência nos aspec os gené icos e compo amen ais desses
mesmos animais (Ha e, 2013).
Assim, a elação humano-animal moldou an o a e olução e o compo amen o de ambas
as espécies, como ambém p opiciou o desen ol imen o de á eas, como a Medicina Ve e iná ia,
pa a o desen ol imen o de p á icas e écnicas especializadas no cuidado animal, dando assim
o igem a clínicas quali icadas pa a esse cuidado.
Pode-se a i ma que a Clínica Ve e iná ia es á in insecamen e ligada ao p ocesso de
domes icação de animais. Apesa de possui his ó ico de p ocedimen os ealizados desde o
Egi o An igo, apenas no ano de 1766 essa á ea passou a se econhecida como p o issão
jun amen e com a c iação da p imei a Escola de Medicina Ve e iná ia, localizada na F ança
(Smi h, 2010).
No B asil, a Medicina Ve e iná ia deu seus p imei os passos quando o impe ado Dom
Ped o II econheceu publicamen e a impo ância da o mação dos médicos- e e iná ios
(Scha wz, 2013), impulsionando o desen ol imen o da p o issão no país e con ibuindo pa a
no as ins i uições de ensino e p á icas p o issionalizan es elacionadas à es a á ea.
Os médicos e e iná ios equen emen e desen ol em ínculos a e i os com seus
pacien es, pa icipando a i amen e da ida do animal, desde seu nascimen o a é seu
en elhecimen o, não sendo limi ados apenas a a a doenças desses animais (Rollin, 2011) –
esse en ol imen o emocional pode ge a um impac o signi ica i o quando oco e o alecimen o
do animal, além do adoecimen o psíquico desses p o issionais, que em se o nado p esen e po
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uma gama de a o es que pe passam desde a al a exigência a é o gap de comunicação com os
espec i os u o es dos animais a se em cuidados.
A p o issão e e iná ia en ol e não apenas o cuidado com a saúde animal, mas ambém
a elação com u o es que eem seus animais como memb os da amília. O ínculo a e i o en e
médicos e e iná ios e pacien es pode ge a impac os emocionais p o undos, especialmen e
dian e da mo e de um animal. Es udos indicam que e e iná ios equen emen e en en am
so imen o psicológico, com isco ele ado de adiga po compaixão, bu nou e a é endências
suicidas (Ne e al., 2015). Sem o de ido cuidado a essa demanda, mui os p o issionais podem
acaba po abandona sua p o issão, ou ainda, a e a di e amen e a qualidade dos se iços
e e iná ios p es ados.
É impossí el ala sob e lu o sem a icula com a ini ude, ema equen emen e
abo dado pelos psicólogos que abalham com a enomenologia e condição que os p o issionais
da saúde p ecisam lida cons an emen e. As eações mais comuns de p o issionais da saúde
dian e da ini ude são sensação de impo ência, di iculdade de exp essa emoções, culpa, cho o
e is eza. Esse pe mi i -se so e demons a que o indi íduo es á p epa ado emocionalmen e e
compe en e ao seu au oconhecimen o, e le indo sob e sua p óp ia ini ude e a de seus pacien es
(Ca doso e al., 2023).
Lida com o lu o é uma ealidade cons an e na o ina desses p o issionais, pa a
comp eende esse p ocesso podemos eco e a modelos eó icos que abo da emos mais
p o undamen e no deco e des e abalho, es es nos elucidam sob e as manei as que o lu o pode
se mani es a .
O lu o é comp eendido na psicologia como um p ocesso amplo que pode se i enciado
em di e sos ipos de pe da, como o alecimen o de um animal de es imação (Ramos, 2016).
Uma das eo ias mais di undidas sob e seu p ocessamen o oi desen ol ida po Küble -Ross
(2008), que iden i icou cinco eações emocionais p incipais en e à pe da: negação, ai a,
ba ganha, dep essão e acei ação. A au o a pos ula que ais ases não seguem uma o dem linea
ou ixa, mas ep esen am modos subje i os e in e nos de esis i , comp eende e g adualmen e
in eg a a expe iência da ini ude. De modo complemen a , S oebe e Schu (1999) p opuse am
o Modelo do P ocesso Dual do Lu o, que o desc e e como uma oscilação con ínua en e dois
mo imen os: o en en amen o ocado na pe da, que en ol e a con on ação di e a com a do , e
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o en en amen o ocado na es au ação, e e en e aos es o ços pa a e oma a ida co idiana e
suas demandas.
Esses modelos eó icos são undamen ais pa a comp eende os desa ios en en ados po
p o issionais de saúde, especialmen e na medicina e e iná ia. A o mação acadêmica
equen emen e o e ece pouca p epa ação pa a lida com a do da pe da, cen ando-se na écnica
e silenciando a dimensão emocional dos cuidado es (Casella o, 2015; Cas ilho, 2024). O
Modelo Dual, em pa icula , ilus a a o ina do e e iná io, que p ecisa al e na en e o abalo
emocional pela mo e de um pacien e e a es au ação de sua capacidade p o issional pa a
a ende ou os animais. A ausência de espaço pa a elabo a o p óp io lu o nes e ciclo cons an e
de pe das ele a o isco de um esgo amen o de inido como adiga de compaixão (Lago e Codo,
2010), o nando o so imen o um isco ocupacional que pode le a a quad os de exaus ão e
dep essão.
Além do lu o, ambém oi signi ica i o essal a a adiga po compaixão, esul ado de
um demasiado desgas e emocional e p o issional, ca ac e izado pela di iculdade de sen i
empa ia e de p es a cuidados adequados ao pacien e.
Apesa da ele ância do ema, a expe iência do lu o e e iná io ainda é pouco explo ada
na li e a u a psicológica. Dessa o ma, es e abalho busca comp eende de que manei a as
expe iências de lu o deco en es da pe da de pacien es, podem impac a a saúde men al dos
p o issionais de medicina e e iná ia. Obse a-se que a li e a u a sob e a emá ica ainda é
escassa, e idenciando a ele ância des a in es igação, e a a és da pe spec i a da psicologia,
es e es udo busca amplia a isibilidade dessa ques ão analisando os possí eis e ei os
psicológicos do lu o no exe cício da medicina e e iná ia.
2 MATERIAIS E MÉTODOS
A me odologia ado ada nes e es udo aba cou os impac os psicológicos do lu o na i ência
p o issional de médicos e e iná ios, u ilizando-se de uma pesquisa de ca á e desc i i o,
conduzida po meio de uma abo dagem quan i a i a a a és da pla a o ma Google Fo ms.
Os pa icipan es o am 37 médicos e e iná ios de ambos os sexos, com idades
dis ibuídas de 25 a 60 anos de idade, que esidam no es ado de São Paulo e que es ejam com a
c edencial do Conselho Regional de Medicina Ve e iná ia (CRMV) a i a.
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O inqué i o oi conduzido a a és da pla a o ma Google Fo ms e di ulgado nas edes
sociais en e os dias 05 de agos o e 21 de agos o de 2025. O ques ioná io, de abo dagem
quan i a i a, assegu a a anonima o dos pa icipan es, ga an indo a con idencialidade dos dados
ob idos. A pa icipação oi condicionada à conco dância p é ia com o Te mo de Consen imen o
Li e e Escla ecido (TCLE) disponibilizado an es dos pa icipan es acessa em as ques ões
elabo adas. Os pa icipan es pode iam in e ompe o ques ioná io a qualque momen o, se
assim o desejassem.
Fo am ob idas 37 espos as, co espondendo a ap oximadamen e 85% a mais do que o
núme o inicialmen e p e is o pa a a pesquisa (20 espos as).
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
As a iá eis sócio-demog á icas conside adas nes e es udo incluíam: aixa e á ia, gêne o,
empo de a uação na p o issão, p incipal ambien e de abalho e ca ga ho á ia semanal.
A pa i dessas a iá eis, oi possí el aça um pe il p edominan e en e os
pa icipan es da pesquisa, ca ac e izado majo i a iamen e po médicos e e iná ios do sexo
eminino, com idade en e 25 e 34 anos, empo de exe cício p o issional de 1 a 5 anos, a uan es
p incipalmen e em clínicas p i adas e com ca ga ho á ia a iá el en e 7 e mais de 8 ho as
diá ias.
Especialmen e no que ange ao econhecimen o do so imen o dos médicos e e iná ios,
o maio pe cen ual lis ado, 40,5%, e le e que po mui as ezes a emá ica da busca po um
p o issional que auxilie em ques ões de saúde men al nunca e e des aque, pos ulando a
na u eza “in isí el” do so imen o psíquico que pode acaba po di icul a a pe cepção da
necessidade de ajuda.
O pe cen ual ob ido das espos as em “algumas ezes”, 48,6%, az a possibilidade de
pensa mos que o cansaço e o sono p ejudicado são p oblemá icas ele an es, que de aco do
com Aguia (2023) no âmbi o do exe cício médico e e iná io, é um enômeno que esul an e
de a iá eis mul i ace adas que incluem: pad ões de excelência p o issional, compe i i idade
no abalho e, p incipalmen e, a enúncia da ida pessoal em p ol da ida p o issional.
As ques ões e e en es ao u o do pacien e nos e elam que a g ande maio ia, 48,6%,
ac edi a e uma elação boa e que a amen e, 56,8%, se sen em des espei ados pelos mesmos.

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Em con apa ida, nosso inqué i o demons a que 70,3% dos esponden es (54,1% em “algumas
ezes” e 16,2% em “ equen emen e”) sen i am-se de modo demasiado a e ados
emocionalmen e pelas c í icas dos u o es.
De aco do com Lago (2008), os p esen es esul ados o am possí eis de ido ao a o de
médicos e e iná ios equen emen e es abelece em o es ínculos a e i os com seus u o es e
amílias co esponden es, expondo-se di e amen e ao so imen o alheio que pode le a à adiga
po compaixão e ao desgas e emocional.
In elizmen e ainda exis e pouco ou nenhum p epa o p o issional pa a lida com o lu o,
p incipalmen e quando le amos em con a as inúme as o mas de en en amen o da pe da,
enômeno que p ecisa se mais es udado pela á ea da saúde a im de ealiza o de ido
acolhimen o à amília enlu ada e ao p o issional que ambém so e essa pe da, mui as ezes
negligenciada (Pa kes, 1998).
Conside ando a a ual o ma de ida implemen ada em que o so imen o não é assis ido
e mui as ezes desp ezado, é impo an e essal a o papel da sociedade em di icul a ainda mais
esse p ocesso, impossibili ando o enlu ado de exp essa sua do e i e essa elabo ação de
manei a desacele ada sem passa pelo ques ionamen o de se “é no mal” aquilo que es á
sen indo, em p ol de uma sociedade que isa mais p odução e menos bem-es a (Ko ács, 2008).
Le ando em con a a necessidade de ealização de eu anásia nos pacien es, 48,6%
esponde am que sen em descon o o quan o a isso, con a 37,8% de espos as sob e lida bem
com isso. O a o desses núme os es a em ão equipa ados pode dize mui o sob e di e en es
p á icas ealizadas po cada p o issional pa a lida com isso, cada qual a sua manei a, mas
semp e com mecanismos p óp ios, como os esul ado ob idos no ópico sob e supo e
emocional em que 73% esponde am que apenas ealizam con e sas in o mais pa a lida com
esse ipo de demanda, o que pode se de g ande auxílio pa a mui as pessoas, po ém le ando em
con a a complexidade da demanda, nos depa amos com a espos a de que apenas 2,7% dos
pa icipan es buscam acompanhamen o psicológico, nos azendo e le i sob e o índice de busca
po apoio psicológico se ão baixo, pa a essa a iá el, Aguia (2023) nos az como jus i ica i a
o es igma in e nalizado que a sociedade ap esen a dian e do so imen o, pos ulando uma lógica
culpabilizan e e simpli icado a que eduz a emá ica como sendo algo exclusi o do indi íduo,
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sem pensa em sua dinâmica biopsicossocial e econhece os con ex os de abalho como a o es
p eponde an es des a oco ência.
Ou a a iá el complexa e pouco abao dada na o mação des es p o issionais é a
comunicação da mo e ou a necessidade de ealização a eu anásia pa a o u o do animal, em
que 70,3% dos pa icipan es esponde am que se sen em descon o á eis mas conseguem lida .
O descon o o mani es ado pelos p o issionais indica que, especialmen e a ques ão da
eu anásia, é um dos maio es es esso es ocupacionais que p opiciam o so imen o psíquico
(Rollin, 2011), sua p á ica nos ap esen a uma ia ambígua, ao mesmo empo em que aba ca o
im do so imen o do pacien e, azendo um alí io, ambém deixa explíci o o descon o o
azido pela ealização des a ação.
As g aduações e e en es a á ea da saúde, bem como a medicina e e iná ia, pouco se
dispõem a ins ui seus u u os p o issionais a lida com pacien es que p ecisam de cuidados
palia i os e a elabo a o lu o des inado a mo e de seus pacien es, a o e idenciado pelo núme o
ala man e de 64,9% de e e iná ios que nunca ecebe am einamen o adequado pa a lida com
a emá ica e 35,1% que nunca seque es udou sob e (Casella o, 2015).
O lu o não econhecido pela sociedade, mui as ezes i enciado po esses p o issionais,
é classi icado po Casella o como lu o não au o izado. Nele, o enlu ado é incapaz de encon a
e úgio e acolhimen o pa a sua do , an o em seu ambien e de abalho, quan o na ida pessoal,
o que pode esul a em sen imen os ep imidos.
A a és desse ad en o podemos obse a o quan o a Medicina e e iná ia é única,
de ido ao exis i dessa possibilidade do p o issional ecomenda e ealiza a eu anásia, ao passo
de que es e p o issional ambém es á expos o ao so imen o do a o da u u a pe da daquele
animal, al a i mação pode se comp o ada em nossa pesquisa com a exis ência de 18,9% dos
pa icipan es a i mando que é ex emamen e di ícil comunica essa demanda, az a u gência
de um melho p epa o emocional e p o issional pa a que essa comunicação seja o mais
acolhedo a e coe en e possí el pa a ambas as pessoas en ol idas nesse p ocesso ão delicado.
Ca doso (2023) nos explica que essa oco ência se de e ao a o de que é esses
sen imen os são mais comumen e expos os em p o issionais que êm con a o equen e com a
mo e, e os médicos e e iná ios são um exemplo exa o disso, já que eles p ecisam lida com a
ini ude de seus pacien e mui o mais egula men e do que os médicos de humanos.
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4 CONCLUSÃO
A ápida adesão à pesquisa e idencia o in e esse e a u gência da emá ica do lu o en e os
p o issionais médicos e e iná ios, cujos esul ados elucidam uma ensão signi ica i a na saúde
men al des es. A i ência eco en e da mo e, associada a uma lacuna na o mação acadêmica
sob e como lida com o lu o e comunica o óbi o, con ibui pa a o adoecimen o psíquico, o
desgas e emocional e a adiga po compaixão, sendo a elação com os u o es ou a a iá el de
ulne abilidade. Essa si uação le a à dependência de mecanismos p óp ios e in o mais pa a
lida com o so imen o, o que e idencia a ca ac e ís ica do lu o não au o izado, uma ez que a
sociedade, mui as ezes, não alida a do do p o issional pela pe da de um pacien e. Po an o,
o na-se impe a i o que as ins i uições de ensino incluam em suas g ades cu icula es a
p epa ação pa a os aspec os emocionais da p o issão e que sejam c iados ins umen os de edes
de apoio ins i ucionalizadas nos ambien es de abalho. Ag adecemos à nossa o ien ado a e co-
o ien ado a, D ª Pa ícia Go isch e Co ina Ribei o, pelo undamen al supo e a es e abalho.
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