25-317628.0 CDD-658.4063
Dados In e nacionais de Ca alogação na Publicação (CIP)
(Câma a B asilei a do Li o, SP, B asil)
Me odologias ágeis [li o ele ônico] : da empa ia
à en ega de alo com design hinking e sc um /
Wenndisson da Sil a Souza ... [e al.] ;
p e ácio po Ni aldo Rod igues e Sil a ; e isão
Alyson de Jesus dos San os. -- 2. ed. --
Manaus, AM : Ed. dos Au o es, 2025.
PDF
Ou os au o es: Alexand e Lopes Ma iniano,
Edua do Palha es Júnio , Lucélia Cunha da Rocha
San os, Ni aldo Rod igues e Sil a
Bibliog a ia
ISBN 978-65-01-80808-6
1. Adminis ação de emp esa - Me odologia
2. C ia i idade nos negócios 3. Design hinking
4. Sc um (Desen ol imen o de so wa e) I. Souza,
Wenndisson da Sil a. II. Ma iniano, Alexand e Lopes.
III. Palha es Júnio , Edua do. IV. San os, Lucélia
Cunha da Rocha. V. Sil a, Ni aldo Rod igues e.
VI. San os, Alyson de Jesus dos. VII. Tí ulo.
Índices pa a ca álogo sis emá ico:
1. Design hinking : C ia i idade nos negócios :
Adminis ação 658.4063
Ma ia Alice Fe ei a - Biblio ecá ia - CRB-8/7964
DOI: 10.5281/zenodo.17674820
Expedien e do IFAM
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS
Rei o
Jaime Ca alcan e Al es
P ó-Rei o de Adminis ação
Fábio Teixei a Lima
P ó-Rei o de Ges ão de Pessoas
Leand o Amo im Damasceno
P ó-Rei o a de Ensino
Rosângela San os da Sil a
P ó-Rei o a de Ex ensão
Ma ia F ancisca Mo ais de Lima
P ó-Rei o de Pesquisa, Pós-G aduação e Ino ação
Paulo Hen ique Rocha A ide
Di e o Ge al do Campus Manaus Dis i o Indus ial
Ni aldo Rod igues e Sil a
Expedien e do P oje o CITHA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS
Ges o es
Ni aldo Rod igues e Sil a
Sami ames da Sil a Fleu y
Alyson de Jesus dos San os
Ma ia Cassiana And ade B aga
Adanil on Rabelo de And ade
Coo denado es
Tiago F ancisco And ade Diocesano
Jaidson B andão da Cos a
Elci an dos San os Sil a
Ma inho Co eia Ba os
Adelino Maia Gal ão Filho
Expedien e de P odução
Au o es
Wenndisson da Sil a Souza
Alexand e Lopes Ma iniano
Edua do Palha es Júnio
Lucélia Cunha da Rocha San os
Ni aldo Rod igues e Sil a
A aliação Pedagógica
Sami ames da Sil a Fleu y
Diag amado es
Edua do Palha es J .
Wenndisson da Sil a Souza
Fabio Se a Ribei o Cou o
Re iso es de Tex o
Alyson de Jesus dos San os
Me odologias Ágeis:
da empa ia à en ega de alo
com Design Thinking e Sc um
Au o es
Wenndisson da Sil a Souza
Alexand e Lopes Ma iniano
Edua do Palha es Júnio
Lucélia Cunha da Rocha San os
Ni aldo Rod igues e Sil a
P e ácio po Ni aldo Rod igues e Sil a
Re isão
Alyson de Jesus dos San os
2ª Edição
Manaus - AM
2025
P e ácio
Es e e-book é um guia comple o sob e me odologias ágeis, com des aque especial pa a as
p á icas de Design Thinking e Sc um. Es as e amen as são ap esen adas como ins umen os
indispensá eis pa a soluciona desa ios complexos, especialmen e em con ex os como o da
Amazônia, onde sus en abilidade e e iciência são p io idades. A abo dagem p á ica e dinâmica
des e ma e ial o o na essencial pa a aqueles que buscam aplica me odologias mode nas em
cená ios eais e ans o mado es.
Es u u ado de o ma cla a e in e a i a, o e-book con ida o lei o a explo a , expe i-
men a e implemen a essas me odologias em p oje os di e sos. O módulo 4, em especial,
exempli ica essa p opos a ao de alha a p opos a de ges ão sus en á el de uma azenda na
Amazônia. A in eg ação en e ecnologia, colabo ação e ino ação des aca o po encial das
me odologias ágeis em omen a soluções c ia i as pa a p oblemas elacionados à ges ão de
ecu sos na u ais e sus en abilidade.
O p oje o ai além de uma p opos a acadêmica, ilus ando como p á icas ágeis podem
se ca alisado as de mudanças eais e signi ica i as. Desde a aplicação de senso es pa a moni-
o amen o ambien al a é sis emas de manejo in eg ado, o expe imen o p á ico e idencia como
o Design Thinking e o Sc um podem ans o ma ideias em esul ados conc e os, semp e com
oco nas necessidades locais e no impac o ambien al posi i o.
Ao longo das páginas, os lei o es se ão incen i ados a e le i sob e as implicações de
cada me odologia e a explo a no as o mas de esol e p oblemas. Es e e-book não apenas
ensina, mas inspi a a adoção de uma men alidade ágil e colabo a i a, essencial pa a en en a
os desa ios do século XXI. Que es e ma e ial seja um pon o de pa ida pa a a ino ação e a
ans o mação sus en á el.
P oje o de Capaci ação e In e io ização
em Tecnologias Habili ado as na
Amazônia - CITHA
O p oje o CITHA su ge com o obje i o de o alece a economia da Amazônia po meio
do incen i o ao emp eendedo ismo local e do desen ol imen o sus en á el. Sua p opos a é
capaci a p o issionais e impulsiona a c iação de s a ups ol adas pa a a bioeconomia, além
de apoia coope a i as locais na melho ia de seus p ocessos p odu i os. A implemen ação de
ecnologias ino ado as é uma das es a égias cen ais do p oje o, isando o e ece soluções
e icien es que a endam às necessidades egionais, como a o imização dos ecu sos na u ais e
a melho ia da in aes u u a local.
Ao longo de sua execução, o p oje o se comp ome e a in eg a os di e sos s akeholde s,
como go e nos, emp esas, ONGs e comunidades, po meio da capaci ação da mão de ob a
local. O obje i o é o ma um capi al in elec ual quali icado, capaz de apoia uma go e nança
e icien e, p omo e a ino ação e assegu a a sus en abilidade. O CITHA dedica-se à c iação
de p ocessos in e nos que incen i em o desen ol imen o de no os mé odos e ecnologias,
adap á eis às pa icula idades do e i ó io amazônico.
Em sín ese, o p oje o CITHA isa c ia um ciclo de desen ol imen o que não só incen i e
o emp eendedo ismo, mas ambém p omo a a mode nização das es u u as locais, ele ando
a qualidade de ida das populações da Amazônia. Focado em á eas como bioeconomia, ino-
ação e ans e ência de ecnologia, o p oje o busca es abelece um ecossis ema mais o e e
au ossus en á el, capaz de esponde e icien emen e às demandas do me cado e da sociedade.
Lis a de Exp essões pa a
En iquecimen o de Con eúdo
Es e ma e ial oi cuidadosamen e es u u ado pa a apoia sua jo nada de ap endizado.
Ao longo dos capí ulos, ocê encon a á di e sas chamadas sinalizadas po ícones especiais,
que ajuda ão a des aca pon os-cha e e en iquece sua comp eensão. Du an e a diag amação,
esses ícones se ão inse idos con o me as indicações dos au o es, guiando ocê pa a di e en es
ipos de con eúdo e a i idades que po encializam seu es udo.
Fique Ale a!
Des aque pa a concei os, exp essões e echos undamen ais que me ecem sua a enção
especial pa a a comp eensão do con eúdo.
Iniciando o diálogo...
Espaço pa a e lexão c í ica. Aqui ocê se á con idado(a) a p oblema iza os emas abo da-
dos, elacionando-os com sua expe iência e buscando conexões ele an es pa a ap o unda
seu ap endizado.
Conhecendo um pouco mais!
Indicação de on es complemen a es, como li os, en e is as, ídeos, aplica i os, links e
ou os ecu sos pa a amplia seu conhecimen o sob e o ema.
Caso P á ico
Aplicação di e a do con eúdo em exemplos conc e os, pa a acili a a ixação e demons a
a u ilidade do que oi ap endido.
Copie e Tes e!
T echos de código p on os pa a se em copiados e execu ados, pa a que ocê possa expe i-
men a , alida e explo a na p á ica os concei os es udados.
◎Obje i os do Capí ulo
Ap esen a de o ma cla a as compe ências e habilidades que ocê i á desen ol e . Fun-
ciona como um ’con a o de ap endizado’, mos ando exa amen e o que ocê se á capaz
de aze ou explica após a conclusão do capí ulo.
CAPÍTULO 1. FUNDAMENTOS DO DESIGN THINKING
Como Usa a Fe amen a dos 5 Po quês?
1. De ina o P oblema de o ma cla a. Esc e a uma ase cu a sob e o p oblema que ocê
iden i icou.
2. Pe gun e ”Po quê?” em elação à si uação do p oblema. A espos a ai ajudá-lo a
iden i ica a causa mais imedia a.
3. Pe gun e no amen e ”Po quê?” pa a a espos a an e io . Con inue pe gun ando
”Po quê?”a é chega à causa aiz do p oblema. Repi a o p ocesso a é cinco ezes ou a é
que as espos as não e elem mais causas subjacen es.
4. Analise a causa aiz encon ada na úl ima espos a. Esse é o mo i o mais p o undo do
p oblema e, p o a elmen e, o pon o ideal pa a começa a pensa em soluções.
5. O que podemos conclui ? A causa aiz pode se a al a de o ganização e comunica-
ção no início do abalho em g upo. Com isso, ocê pode p opo soluções ocadas na
o ganização inicial e na di isão de a e as.
Passo 2: DEFINIÇÃO DO PROBLEMA
Na ase de De inição, ocê o ganiza udo o que ap endeu na ase de Empa ia. Aqui, é
impo an e deixa o p oblema bem cla o e especí ico. Quando o p oblema é bem de inido, é
mais ácil c ia uma solução ealmen e ú il.
A i idade: Depois de cole a in o mações na ase de Empa ia, o ganize-as pa a iden i ica
o p oblema cen al. Po exemplo:
• Você pode descob i que a al a de senso iamen o e au omação na es u u a da azenda
eduz a p odu i idade.
• Ou que os sis emas de cap ação e moni o amen o de água são insu icien es, causando
despe dícios ou di iculdades no manejo.
Uma de inição cla a do p oblema pode se : “A azenda en en a di iculdades em moni-
o a o consumo de água e ene gia, a e ando a e iciência das a i idades ag ícolas e de c iação
de animais.”
Fique Ale a!
U ilize a e amen a de Design Thinking, o Diag ama de A inidades, pa a o ganiza as
in o mações e de ini com p ecisão o p oblema cen al.
Como Usa o Diag ama de A inidades?
1. Re ise odas as in o mações cole adas du an e a ase de empa ia. Esc e a cada in-
sigh , obse ação ou comen á io em um ca ão, uma olha pequena eco ada ou pos -i .
2. O ganize os ca ões em g upos de ideias semelhan es. Po exemplo, se ocê em á ias
obse ações sob e o descon o o ísico dos alunos, ag upe essas espos as.
15
CAPÍTULO 1. FUNDAMENTOS DO DESIGN THINKING
3. Iden i ique pad ões e emas p incipais en e os g upos. Dê um nome a cada g upo,
como “In aes u u a”, ”Água”, “Ag icul u a” ou ”Manejo”, dependendo das ques ões
mais mencionadas.
4. P io ize os emas pa a ajuda a iden i ica o p oblema mais impo an e a se esol ido.
Figu a 1.6: Diag ama de a inidades
Fon e: Elabo ada pelos au o es
Passo 3: IDEAÇÃO
Ago a que o p oblema es á cla o, é ho a de se c ia i o! Na ase de Ideação, ocê ai
ge a o maio núme o possí el de ideias pa a esol e o p oblema. Não se p eocupe se algumas
ideias pa ece em malucas – quan o mais c ia i o, melho !
A i idade: Pa a esol e p oblemas iden i icados, pense em ideias c ia i as e iá eis. Po
exemplo:
•Es u u a Física: P oje a um sis ema de ene gia eno á el com painéis sola es pa a
alimen a disposi i os de au omação.
•Cap ação de Água: C ia ese a ó ios in eligen es com senso es que moni o am o
ní el e a qualidade da água.
•Ag icul u a e C iação In eg adas: Implemen a um sis ema de aquaponia onde a
água dos anques de peixes seja eu ilizada como e ilizan e na u al pa a os ege ais.
Reúna colegas e aça uma sessão de B ains o ming ( empes ade de ideias). Peça a cada
um que sugi a soluções pa a o p oblema que ocê de iniu. Ano e odas as ideias, mesmo
as mais simples ou ousadas. Em seguida, u ilize a Ma iz SWOT pa a a alia e o ganiza as
melho es ideias, iden i icando as o ças, aquezas, opo unidades e ameaças associadas a cada
solução p opos a
16
CAPÍTULO 1. FUNDAMENTOS DO DESIGN THINKING
Figu a 1.7: Exemplo de B ains o m
Fon e: Yasminkalume, 2017
Como conduzi o B ains o ming?
1. De ina o p oblema cla amen e pa a o g upo. Ce i ique-se de que odos en endam a
ques ão cen al que desejam esol e .
2. Es abeleça um ambien e abe o e sem julgamen os. Deixe cla o que qualque ideia
é álida, incen i ando o g upo a pensa de o ma c ia i a e sem es ições.
3. Regis e odas as ideias em pos -i s, papéis eco ados ou em um quad o isí el pa a
odos. Isso acili a a isualização e o ganização das p opos as.
4. P io ize as ideias que mais se des acam com base na iabilidade e no impac o que
podem e pa a esol e o p oblema.
Como usa a ma iz SWOT pa a a alia as ideias?
1. Desenhe a ma iz SWOT com qua o quad an es: Fo ças (S eng hs), F aquezas (Weak-
nesses), Opo unidades (Oppo uni ies) e Ameaças (Th ea s).
2. Analise cada ideia p io i á ia com a Ma iz SWOT, p eenchendo os quad an es:
•Fo ças: Quais são os pon os o es dessa ideia?
•F aquezas: Quais são as limi ações ou pon os acos?
•Opo unidades: Que opo unidades essa ideia c ia?
•Ameaças: Que obs áculos ou iscos podem su gi ?
3. Compa e as ideias com a Ma iz SWOT pa a decidi qual delas ap esen a o melho equi-
líb io en e pon os o es, opo unidades e meno quan idade de ameaças e aquezas.
4. Escolha as soluções com o melho pe il SWOT pa a implemen a ou pa a o p óximo
es ágio de desen ol imen o.
17
CAPÍTULO 1. FUNDAMENTOS DO DESIGN THINKING
Figu a 1.8: Rep esen ação g á ica da Ma iz SWOT e seus qua o quad an es
Fon e: Elabo ada pelos au o es
Passo 4: PROTOTIPAÇÃO (CRIANDO MODELOS)
A ase de P o o ipação é onde ocê escolhe as melho es ideias e começa a ans o má-
las em algo conc e o. Aqui, ocê ai c ia uma e são simples da solução pa a que as pessoas
possam expe imen á-la.
A i idade: Pa a es a uma das ideias, ocê pode c ia um p o ó ipo simples, po exemplo:
• Mon e uma maque e da azenda com anques pa a aquaponia e um sis ema básico de
i igação conec ados a senso es.
• Desenhe esquemas pa a o posicionamen o de painéis sola es e disposi i os au omá icos
que melho em a ges ão de ene gia.
• Simule o uncionamen o de um aplica i o que moni o e os ese a ó ios de água e os
cul i os em empo eal.
Selecione uma das ideias desen ol idas na ase de Ideação e cons ua um p o ó ipo ini-
cial. U ilize ma e iais simples como papel, cane as, obje os eciclá eis ou qualque i em aces-
sí el pa a c ia uma e são p elimina da sua solução. Lemb e-se: o p o ó ipo não p ecisa
se pe ei o nem inalizado. O obje i o é p oduzi uma ep esen ação uncional da ideia, algo
que possa se es ado, ajus ado e melho ado com base no eedback dos usuá ios. Concen e-se
em mos a como a solução unciona ia na p á ica e es eja abe o a modi icá-la con o me as
suges ões ecebidas.
18
CAPÍTULO 1. FUNDAMENTOS DO DESIGN THINKING
Passo 5: TESTES (COLHENDO FEEDBACK)
Na ase de Tes es, ocê ai ap esen a seu p o ó ipo pa a as pessoas que en en a ão
o p oblema e pedi pa a que elas o expe imen em. Com base no eedback delas, ocê pode á
aze ajus es e melho ias na solução.
A i idade: Implemen e o p o ó ipo em pequena escala e cole e eedback:
•Es u u a Física: Tes e o impac o do uso de senso es au omá icos no desempenho dos
abalhado es.
•Aquaponia: Obse e como o sis ema in eg ado de peixes e ege ais a ende às necessi-
dades de subsis ência e come cialização.
•Cap ação de Água: A alie se o moni o amen o digi al eduz o despe dício e melho a a
dis ibuição pa a os cul i os e animais.
Fique Ale a!
O Design Thinking, não é uma ó mula mágica. Seu sucesso depende de um e dadei o
engajamen o com as necessidades e ealidades dos usuá ios. Isso signi ica que as emp esas
e equipes que u ilizam essa me odologia p ecisam es a dispos as a escu a a i amen e,
obse a compo amen os eadap a suas ideias con o me no os ap endizados su -
gem. Não bas a segui as e apas do Design Thinking de o ma mecânica – é essencial que
a equipe enha empa ia, abe u a pa a mudanças e disposição pa a expe imen a no as
soluções cons an emen e.
Po exemplo, gigan es da ecnologia usa am o Design Thinking não apenas pa a c ia
p odu os ino ado es, mas ambém pa a e ina suas o e as con inuamen e. Eles es ão
semp e a en os ao eedback dos usuá ios, azendo ajus es e melho ias com base no uso
eal e nas necessidades que su gem com o empo. A cha e do sucesso dessas emp esas
é que elas nunca pa am de ap ende com seus usuá ios. Elas sabem que um p odu o
nunca es á ”p on o”– ele pode semp e se melho ado, e isso só acon ece quando o oco
pe manece em quem ai u ilizá-lo.
Ao en ende o que os usuá ios p ecisam e quais são suas do es, essas emp esas desen ol-
em soluções que não só esol em p oblemas, mas ambém melho am a expe iência do dia
a dia. Seja um celula ácil de usa , uma pla a o ma que ajuda pessoas a encon a luga es
ou uma e amen a de ensino ino ado a, o Design Thinking es á po ás de mui as das
ino ações que emos hoje.
1.3 Aplicando seus conhecimen os
1. Esc e a um ex o e le indo sob e como o Design Thinking pode ans o ma a manei a
como ocê lida com desa ios co idianos.
(a) Pense em p oblemas que en en a no dia a dia, seja em casa, na escola ou na comu-
nidade, e conside e como as e apas dessa me odologia como empa ia, de inição do
p oblema e p o o ipagem podem ajudá-lo a comp eende melho as necessidades
das pessoas en ol idas, ge a ideias c ia i as e es a soluções p á icas.
(b) A alie ambém como essa abo dagem colabo a i a pode incen i a no as o mas
de esol e p oblemas, p omo endo ino ação e impac o posi i o em sua o ina
19
CAPÍTULO 1. FUNDAMENTOS DO DESIGN THINKING
1.4 Conside ações do módulo
O Design Thinking nos ensina a coloca as pessoas no cen o de qualque solução, o-
cando em en ende suas necessidades e c ia algo que aça di e ença em suas idas. Ao segui
as cinco ases – Empa ia,De inição,Ideação,P o o ipação eTes es – ocê é capaz de ge a
ideias ino ado as e aplicá eis, ajus ando as soluções con o me ecebe eedback.
Esse p ocesso é colabo a i o e c ia i o, pe mi indo que equipes de di e en es á eas a-
balhem jun as pa a esol e p oblemas complexos de o ma e icaz. No p óximo módulo, amos
explo a como o Sc um, uma me odologia ágil, ajuda a o ganiza o abalho em equipe pa a
que essas soluções possam se desen ol idas de manei a e icien e e en egues apidamen e.
Conhecendo um pouco mais!
P odu o Técnico e Tecnológico
GUIA DIDÁTICO DO DESIGN THINKING
h ps://educapes.capes.go .b /handle/capes/5
72344
ou apon e a câme a do seu sma phone pa a o Q Code ao lado
20
Capí ulo 2
In odução às Me odologias Ágeis
Iniciando o diálogo...
Bem- indo(a) es udan e, nes e módulo, ocê ai ap ende o que são me odologias ágeis,
po que elas são impo an es e como elas di e em dos mé odos adicionais, como são apli-
cadas em p oje os, possibili ando a en ega de esul ados de o ma mais ápida e e icien e.
Figu a 2.1: A qui e u a do modelo adicional s o modelo ágil
Fon e: XPEducação, 2022
◎Obje i os do Capí ulo
Ao inal des a lei u a, ocê se á capaz de:
• Di e encia o concei o de agilidade (capacidade de adap ação) de simplesmen e e-
locidade.
• Comp eende os qua o alo es undamen ais e os doze p incípios do Mani es o Ágil,
a base ilosó ica do mo imen o.
• Analisa as p incipais di e enças p á icas en e as me odologias ágeis e as abo dagens
adicionais de ge enciamen o de p oje os.
• Iden i ica os con ex os em que cada abo dagem é mais adequada.
21
CAPÍTULO 2. INTRODUÇÃO ÀS METODOLOGIAS ÁGEIS
2.1 Fundamen os do Pensamen o Ágil
An es de me gulha nas p á icas e ce imônias de uma me odologia especí ica, é unda-
men al comp eende a iloso ia que a sus en a. O e mo ”Ágil”(do inglês, Agile) no con ex o de
desen ol imen o de p oje os e e e-se não a uma única me odologia, mas a uma men alidade,
um conjun o de alo es e p incípios ocados na adap ação, colabo ação e en ega de alo de
o ma con ínua.
O Que é Agilidade? (Além da Velocidade)
É um e o comum associa agilidade exclusi amen e com elocidade. Embo a equipes
ágeis equen emen e en eguem esul ados de o ma mais ápida, o ce ne do concei o é a
capacidade de esponde a mudanças de o ma e icaz.
Uma analogia ú il é compa a o ge enciamen o de p oje os a uma iagem de ca o:
• Uma abo dagem adicional é como planeja a iagem in ei a usando um mapa de
papel imp esso. O caminho é de inido do início ao im. Se hou e um bloqueio na
es ada, o plano se o na obsole o e o cus o pa a muda a o a é al o.
• Uma abo dagem ágil é como usa um aplica i o de GPS. Você sabe o des ino, mas o
caminho é ecalculado em empo eal com base nas condições do ânsi o, pe mi indo
des ios e o imizações pa a chega ao des ino da o ma mais e icien e possí el.
Po an o, a agilidade es á na lexibilidade e na adap ação, e não apenas na apidez da execução.
O Gua da-Chu a Ágil e o Mani es o
O pensamen o ágil não nasceu em um ácuo. No inal dos anos 90, di e sas me odologias
”le es”(em oposição aos p ocessos pesados e bu oc á icos da época) ganha am o ça, como o
Ex eme P og amming (XP), ocado na excelência écnica e na colabo ação [2], e o Sc um,
um amewo k pa a ge encia abalhos complexos de o ma i e a i a [8].
Em 2001, dezesse e p a ican es desses mé odos se euni am e consolida am os alo es
comuns que guia am seus abalhos, edigindo o Mani es o pa a o Desen ol imen o Ágil
de So wa e [1]. Es e documen o es abeleceu uma men alidade baseada em alo es unda-
men ais que ab iga di e sas me odologias e amewo ks, con o me ilus ado na igu a 2.2,
Figu a 2.2: O ”Gua da-Chu a Ágil”e suas di e sas me odologias e amewo ks.
Fon e: Cy Mas odomenico, 2020
22
CAPÍTULO 2. INTRODUÇÃO ÀS METODOLOGIAS ÁGEIS
Os qua o alo es do mani es o p io izam:
•Indi íduos e in e ações mais que p ocessos e e amen as;
•So wa e em uncionamen o mais que documen ação ab angen e;
•Colabo ação com o clien e mais que negociação de con a os;
•Responde a mudanças mais que segui um plano.
Isso não signi ica que os i ens à di ei a não enham alo , mas que os i ens à esque da
são mais alo izados.
Fique Ale a!
A equipe de e es a p epa ada pa a mudanças no escopo, empo, cus o, ecnologia, a qui-
e u a, en e ou os. I e ações cu as de desen ol imen o pe mi em que mudanças possam
se apidamen e inse idas no p oje o, de o ma que a endam às no as necessidades.
Os Doze P incípios de Supo e
Pa a da supo e p á ico aos qua o alo es, o Mani es o é acompanhado po doze p in-
cípios. Em ez de uma simples lis a, podemos comp eendê-los melho ao ag upá-los po a i-
nidade emá ica:
Foco no Clien e e no Valo
Es es p incípios ga an em que o abalho ealizado es eja semp e alinhado às necessida-
des do clien e, en egando o máximo de alo possí el.
•1. Nossa maio p io idade é sa is aze o clien e, a a és da en ega adian ada e con-
ínua de so wa e de alo .
A ên ase es á na en ega con ínua de alo , e não em uma única en ega massi a no inal do
p oje o. Isso pe mi e que o clien e comece a e e o no sob e seu in es imen o mais cedo.
•2. Acei a mudanças de equisi os, mesmo no im do desen ol imen o. P ocessos
ágeis se ap o ei am de mudanças, pa a a an agem compe i i a do clien e.
A mudança não é is a como um p oblema, mas como uma opo unidade. O obje i o é
cons ui o p odu o ce o, e o ágil pe mi e que a de inição de ”ce o”e olua con o me o
ap endizado do me cado.
P ocesso, Ri mo e En ega
Es es p incípios go e nam como o abalho lui, como o p og esso é medido e como a
sus en abilidade da equipe é man ida.
•3. En ega equen emen e so wa e uncionando, de duas em duas semanas a dois
em dois meses, com p e e ência à meno escala de empo.
Ciclos cu os de en ega (i e ações) eduzem o isco, aumen am a p e isibilidade e c iam
ciclos de eedback ápidos com o clien e.
23
CAPÍTULO 2. INTRODUÇÃO ÀS METODOLOGIAS ÁGEIS
•7. So wa e uncionando é a medida p imá ia de p og esso.
O p og esso não é medido po documen os ap o ados ou ases concluídas, mas sim po
inc emen os de p odu o eal, es ado e uncional. É a medida mais hones a de a anço.
•8. Os p ocessos ágeis p omo em desen ol imen o sus en á el. Os pa ocinado es,
desen ol edo es e usuá ios de em se capazes de man e um i mo cons an e inde-
inidamen e.
Es e p incípio é con a a cul u a de ”he óis”e de longas ho as de abalho (”c unch ime”).
Uma equipe ágil de e encon a um i mo de abalho que possa se man ido a longo p azo
sem esgo amen o.
•10. Simplicidade – a a e de maximiza a quan idade de abalho não ealizado – é
essencial.
Não se a a de aze menos, mas de e i a o despe dício. O oco é em cons ui apenas o que
é es i amen e necessá io pa a a ende às necessidades a uais, e i ando a supe engenha ia
e uncionalidades que ” al ez um dia sejam ú eis”.
Colabo ação e Excelência da Equipe
O sucesso do Ágil depende undamen almen e das pessoas e da o ma como elas in e a-
gem.
•4. Pessoas de negócio e desen ol edo es de em abalha dia iamen e em conjun o
po odo o p oje o.
Es e p incípio busca queb a os silos de comunicação. A colabo ação diá ia ga an e que a
equipe de desen ol imen o es eja semp e alinhada com os obje i os de negócio.
•5. Cons ua p oje os em o no de indi íduos mo i ados. Dê a eles o ambien e e o
supo e necessá io, e con ie neles pa a aze o abalho.
É um p incípio de empode amen o. Equipes mo i adas e com au onomia êm maio p oba-
bilidade de encon a as melho es soluções.
•6. O mé odo mais e icien e e e icaz de ansmi i in o mações pa a e en e uma
equipe de desen ol imen o é a con e sa ace a ace.
Embo a a ecnologia enha e oluído, o p incípio da comunicação de al a idelidade pe ma-
nece. A comunicação di e a (seja p esencial ou po ídeo) é mui o mais ica e menos susce-
í el a mal-en endidos do que longas ocas de e-mails ou documen os.
•11. As melho es a qui e u as, equisi os e designs eme gem de equipes que são
au o-o ganizá eis.
A in eligência cole i a da equipe, que es á mais p óxima do abalho, ende a ge a soluções
mais e icazes e elegan es do que aquelas di adas de cima pa a baixo.
Qualidade Técnica e Melho ia Con ínua
Agilidade não é uma desculpa pa a o caos ou pa a a al a de qualidade écnica.
•9. Con ínua a enção à excelência écnica e bom design aumen a a agilidade.
Um código limpo e bem p oje ado é mais ácil de man e e modi ica . In es i em qualidade
écnica não a asa a equipe; pelo con á io, pe mi e que ela con inue a se mo e apidamen e
no u u o, eduzindo o ”débi o écnico”.
24
Capí ulo 3
In odução ao Sc um
Iniciando o diálogo...
Nes e capí ulo, amos me gulha no amewo k ágil mais u ilizado no mundo: o Sc um.
Longe de se uma me odologia p esc i i a, o Sc um é um amewo k simples e le e que
ajuda pessoas, equipes e o ganizações a ge a alo a a és de soluções adap a i as pa a
p oblemas complexos.
Figu a 3.1: Os T ês Pila es do Empi ismo: a base do Sc um.
Fon e: Thiago Anas ácio, 2020
◎Obje i os do Capí ulo
Ao inal des e capí ulo, ocê se á capaz de:
• Comp eende o Sc um como um amewo k undamen ado no empi ismo.
• Iden i ica e desc e e as esponsabilidades dos ês papéis do Time Sc um: P oduc
Owne ,Sc um Mas e eDesen ol edo es.
• De alha o p opósi o e a dinâmica dos cinco e en os do Sc um: a Sp in , o Planeja-
men o, a Reunião Diá ia, a Re isão e a Re ospec i a.
• Desc e e os ês a e a os do Sc um: o P oduc Backlog, o Sp in Backlog e o
Inc emen o.
31
CAPÍTULO 3. INTRODUÇÃO AO SCRUM
3.1 O que é SCRUM?
Pa a en ende o Sc um, imagine que ele não é um manual de ins uções de alhado, mas
sim uma caixa de LEGOs com algumas eg as simples. Ele não diz o que cons ui , mas o e ece
as peças (papéis, e en os, a e a os) e as eg as de encaixe (o amewo k) pa a que uma equipe
possa cons ui , inspeciona e adap a qualque p odu o complexo de o ma e icaz. O icial-
men e, segundo seus c iado es, Ken Schwabe e Je Su he land, o Sc um é um ” amewo k
le e que ajuda pessoas, equipes e o ganizações a ge a alo a a és de soluções adap a i as
pa a p oblemas complexos”. A pala a amewo k é undamen al aqui, pois ele é in encio-
nalmen e incomple o, se indo como um con êine onde di e sas ou as écnicas e p á icas
podem se aplicadas.
As aízes do Sc um são mais an igas do que o Mani es o Ágil e emon am a um in luen e
a igo de 1986 da Ha a d Business Re iew, in i ulado ”The New New P oduc De elopmen
Game”, de Hi o aka Takeuchi e Ikuji o Nonaka [11]. No a igo, eles desc e e am uma abo da-
gem de desen ol imen o de p odu os mais holís ica, ápida e lexí el, compa ando as equipes
de al a pe o mance a um ime unido e coeso de Rugby – daí a o igem do e mo ”Sc um”.
Essa abo dagem su giu como uma espos a di e a às alhas dos modelos sequenciais e ígidos,
como o Wa e all, que se mos a am ine icazes pa a lida com a ince eza e a complexidade
dos p oje os mode nos.
A base ilosó ica do Sc um é o empi ismo, a eo ia de que o conhecimen o p o ém da
expe iência e da omada de decisões com base no que é obse ado. Pa a que o empi ismo
uncione na p á ica, ele se apoia em ês pila es undamen ais: T anspa ência, Inspeção e
Adap ação.
Figu a 3.2: Sc um como um F amewo k Con êine
Fon e: Ge ada po Google Gemini 2.5 P o, 2025
32
CAPÍTULO 3. INTRODUÇÃO AO SCRUM
1. T anspa ência: O es ado eal do abalho, os desa ios e o p og esso de em se isí eis
e comp eendidos po odos os en ol idos – an o a equipe que ealiza o abalho quan o as
pessoas que o ecebem. A anspa ência ai além de um quad o de a e as; ela exige uma
linguagem comum e pad ões cla os. No p oje o da azenda, a anspa ência se ia ga an ida
se oda a equipe, do ag ônomo ao desen ol edo do aplica i o, compa ilhasse o mesmo P o-
duc Backlog p io izado e en endesse que a a e a ”implemen a senso de umidade”só es á
”P on a”quando o senso es á ins alado, cole ando dados e exibindo-os de o ma uncional no
aplica i o, con o me um c i é io p ede inido.
Fique Ale a!
A De inição de P on o (De ini ion o Done - DoD)
Um dos concei os mais c í icos pa a ga an i a anspa ência é a ”De inição de P on o”.
T a a-se de um aco do o mal e compa ilhado po odo o Time Sc um, que desc e e odos
os c i é ios de qualidade e abalho que uma uncionalidade de e a ende pa a se con-
side ada ”concluída”e pa e do Inc emen o. Sem um DoD cla o, a equipe co e o isco
de ge a mal-en endidos e en ega um abalho que não possui a qualidade necessá ia,
comp ome endo o alo do p odu o.
2. Inspeção: Os a e a os do Sc um e o p og esso em di eção às me as aco dadas de em se
inspecionados equen emen e e diligen emen e pa a de ec a a iações ou p oblemas indese-
jados. A inspeção não de e se is a como mic oge enciamen o, mas como uma e amen a
pa a a equipe a alia sua p óp ia aje ó ia. Essa inspeção oco e em e en os especí icos do
Sc um. Po exemplo, a equipe da azenda inspeciona seu p og esso em di eção à me a da Sp in
odos os dias du an e a Daily Sc um, e o p odu o em si é inspecionado jun o aos s akeholde s
du an e a Sp in Re iew.
3. Adap ação: Se a inspeção e ela que um ou mais aspec os do p ocesso ou do p odu o se
des ia am dos limi es acei á eis, um ajus e de e se ei o o mais ápido possí el pa a minimiza
des ios u u os. A adap ação é a ação co e i a. Se, du an e a Sp in Re iew, o ag icul o
(s akeholde ) pe cebe que o p o ó ipo do sis ema de i igação não é p á ico, a equipe adap a
o plano pa a a p óxima Sp in , ajus ando os i ens e as p io idades do P oduc Backlog com
base nesse alioso eedback. O ciclo de T anspa ência, Inspeção e Adap ação é o mo o que
impulsiona a melho ia con ínua e a agilidade no Sc um.
Figu a 3.3: O Ciclo do Empi ismo no Sc um.
Fon e: Adap ado de Felipe Guima aes e Equipe Aela, 2022
33
CAPÍTULO 3. INTRODUÇÃO AO SCRUM
3.2 Ciclo de desen ol imen o
Ago a que en endemos a iloso ia po ás do Sc um, amos conhece os elemen os que
compõem seu amewo k. Es es elemen os são p oje ados pa a da ida ao ciclo de anspa-
ência, inspeção e adap ação.
O Time Sc um
P oduc Owne : (”dono”do p odu o): ep esen a o clien e e é esponsá el po ga an i que
a equipe SCRUM ag egue alo ao negócio. Po an o, desempenha o papel de mode ado en e
os in e esses do clien e e do Team, endo como esponsabilidade man e a equipe uncional e
p odu i a. O P oduc Owne é esponsá el po :
• De ini a isão e as uncionalidades do p odu o;
• De ini as p io idades;
• Elabo a e man e o P oduc Backlog;
• De ini as p io idades e o ROI (Re u n o In es men );
• Decidi sob e as da as de lançamen o do p odu o;
• Rep esen a o clien e (quando es e não es á p esen e);
• Acei a ou ejei a os esul ados dos abalhos.
SCRUM Mas e : (mes e SCRUM): ep esen an e do clien e no p oje o e desempenha um
papel impo an e de acili ado , esponsá el pela emoção de impedimen os (p oblemas éc-
nicos, adminis ação de con li os, i ens não planejados) que e en ualmen e su jam du an e
o desen ola do desen ol imen o. A ua na de inição de uncionalidades de aco do com seu
alo pa a o clien e, planejando e elabo ando em conjun o com o P oduc Owne uma lis a
de p io idades. Po an o, o SCRUM Mas e desempenha um papel de esponsabilidade éc-
nica na condução do p oje o, man endo a equipe ocada nas suas a e as. O SCRUM Mas e é
esponsá el po :
• Desempenha o papel de líde , ep esen ando a ge ência do p oje o;
• Remo e impedimen os;
• P o ege a equipe SCRUM;
• Ajuda o P oduc Owne com o P oduc Backlog;
• Se o acili ado da equipe SCRUM, ga an indo sua plena p odu i idade;
• Ga an i a colabo ação en e os di e sos papéis e unções;
• A ua como escudo pa a in e e ências ex e nas;
• Aplica os alo es e as p á icas SCRUM.
34
CAPÍTULO 3. INTRODUÇÃO AO SCRUM
Desen ol edo es: São as pessoas do Time Sc um que se comp ome em a c ia qualque
aspec o de um Inc emen o u ilizá el a cada Sp in . As habilidades especí icas dos Desen ol-
edo es são equen emen e amplas e a iam com o domínio do abalho. No en an o, odos
os Desen ol edo es são esponsá eis po :
• C ia um plano pa a a Sp in , o Sp in Backlog;
• Inje a qualidade ao ade i a uma De inição de P on o;
• Adap a seu plano a cada dia em di eção à Me a da Sp in ; e,
• Man e em-se mu uamen e como p o issionais esponsá eis.
No caso da azenda, a equipe de Desen ol edo es se ia mul i uncional, incluindo enge-
nhei os de so wa e, especialis as em ha dwa e pa a os senso es e al ez um designe de UX
pa a o aplica i o.
Os E en os do Sc um
Sp in s: co esponde às i e ações. O obje i o é ge a um p odu o ”en egá el”de alo pa a
o clien e, que oi p e iamen e combinado com ele. Cada sp in de e oco e em um pe íodo
de duas a qua o semanas. O p odu o é p oje ado, codi icado e es ado du an e a sp in . As
a e as escolhidas pa a aze em pa e de uma sp in de em se e i adas de ou o documen o,
denominado P oduc Backlog, que con ém um conjun o de equisi os que ep esen am o aba-
lho que de e se ei o. No inal de cada sp in , ou a eunião de e se ealizada, pa a e isa o
que oi ei o, a alia o p og esso e iden i ica lições ap endidas pa a se em usadas na p óxima
sp in .
Planejamen o da sp in ou Sp in Planning Mee ing: é a p imei a eunião do p oje o
e odos p ecisam pa icipa ; de e e uma du ação de no máximo oi o ho as. Du an e o pla-
nejamen o da sp in podemos u iliza uma écnica que es ima o amanho do abalho a se
ealizado. Es a é a eunião em que o P oduc Owne planeja e elabo a a lis a de p io idades
que de em se cump idas pelo p oje o, di idindo a eunião em duas pa es:
Figu a 3.4: E apas do planejamen o da sp in
Fon e: Elabo ada pelos au o es
Reunião diá ia ou Daily SCRUM: é uma eunião que cada memb o do ime de e esponde
sob e o que já ez, sob e o que p e ende aze e se há algum impedimen o pa a a conclusão
da(s) a e a(s) sob sua esponsabilidade. A eunião diá ia de e e uma du ação mui o ápida,
p e e encialmen e de no máximo quinze minu os, endo como pa icipan es apenas o ime e o
SCRUM Mas e . Cada memb o do ime de e esponde a ês pe gun as:
35
CAPÍTULO 3. INTRODUÇÃO AO SCRUM
1. O que eu iz desde a úl ima eunião?
2. O que ou aze a é a p óxima?
3. Ti e ou es ou endo algum impedimen o? Quais?
Re isão da sp in ou Sp in Re iew: é uma eunião de balanço sob e udo o que oi ei o
du an e uma sp in . Nessa eunião o ime de e mos a os esul ados da sp in pa a o P oduc
Owne e seus con idados. Obse e que de em se ap esen ados somen e os i ens que es i-
e em 100% p on os, ou seja, se al ou uma única a i idade, o i em não de e se ap esen ado.
Essa eunião de e e uma du ação es imada de qua o ho as e p ecisa con a com os seguin es
pa icipan es: P oduc Owne , SCRUM Mas e , Equipe SCRUM e ou os con idados. De e-se
ma ca essa eunião semp e no inal da sp in . Os obje i os espe ados após a eunião:
• Ap esen a o que a equipe ez du an e a sp in ;
• En ega o p odu o (so wa e uncionando) ao P oduc Owne (ge almen e uma demo
da pa e implemen ada).
Após a ap esen ação, o P oduc Owne con e sa com seus con idados e em o di ei o de
acei a ou ejei a a sp in com base no que oi ap esen ado. Qualque necessidade de mudança
ou inse ção de no as ea u es ( uncionalidades) se á inco po ada ao P oduc Backlog em um
momen o opo uno, além de p io izada no amen e.
Re ospec i a da sp in ou Sp in Re ospec i e: o obje i o dessa eunião é e i ica o
que hou e de bom e o que pode se melho ado em uma sp in . São a aliados aspec os elacio-
nados ao abalho em equipe, pon os posi i os e nega i os, e ei as e lexões sob e es a égias
de melho ia que podem se ado adas. De em pa icipa da eunião, ob iga o iamen e, o ime
e o SCRUM Mas e . O P oduc Owne ambém pode pa icipa , semp e que con idado. Todos
os memb os do ime de em esponde basicamen e a duas pe gun as: o que oi bom du an e
a sp in e o que se pode aze pa a melho a a p óxima.
O SCRUM Mas e de e oma no a de udo e o ime de e p io iza os i ens apon ados em
uma o dem ideal de mudança. A e ospec i a é uma excelen e o ma de ga an i a melho ia
con ínua do p ocesso. Essa eunião de e acon ece logo após a e isão da sp in , com du ação
ap oximada de ês ho as.
Os A e a os do Sc um
P oduc Backlog: é um documen o que ep esen a a isão do p odu o de o ma modula ,
con endo odos os i ens que de em se desen ol idos du an e o p oje o. Basicamen e é uma
lis a de p io idades ei as logo no início do p oje o, com o obje i o de escla ece e elenca o
que de e se en egue pa a o clien e. Esses i ens de em se esc i os de o ma cla a e simples,
de ácil en endimen o an o pa a o ime de desen ol imen o quan o pa a o clien e. O P oduc
Backlog de e se c iado e man ido pelo P oduc Owne , que em a libe dade de al e a esse
documen o quando quise , desde que os i ens al e ados não es ejam na sp in que es i e sendo
desen ol ida no momen o.
Os i ens do P oduc Backlog de em se p io izados em unção do ROI (Re u n o In-
es men ), ou seja, os que ap esen a em maio alo pa a o negócio de em se desen ol idos
p imei o. O amanho de cada i em de e se es imado pelo ime de desen ol imen o. O P oduc
Owne de e man e e p io iza o P oduc Backlog cons an emen e.
36
CAPÍTULO 3. INTRODUÇÃO AO SCRUM
A é es e pon o, ap esen amos odas as ’peças de LEGO’ que compõem o Sc um: o Time
(quem execu a), os E en os (quando o abalho acon ece) e os A e a os (o que guia e o que é
p oduzido). Ago a que conhecemos cada componen e indi idualmen e, podemos inalmen e
mon a o queb a-cabeça. O ex o e a igu a a segui ilus am como odos esses elemen os se
conec am e in e agem pa a o ma o ciclo de desen ol imen o comple o, ans o mando as
necessidades do clien e em um Inc emen o de alo a cada Sp in .
Tabela 3.1: Exemplo de um P oduc Backlog p io izado.
P io idade
(ROI) A o
Req.
Func. Desc ição do I em Tamanho Release Sp in S a us
Essencial Usuá io RF001 Cadas o de usuá io To Do
Essencial Usuá io RF002 Cadas o de cu icu-
lum
To Do
Essencial Usuá io RF003 Cadas o de in e esse To Do
Essencial Usuá io RF004 Busca de opo unida-
des de emp ego
To Do
Essencial Emp esas RF005 Cadas o de emp esas To Do
Essencial Emp esas RF006 Busca de candida o a
emp ego
To Do
Uma p á ica essencial pa a man e o P oduc Backlog o ganizado e e icien e, ambém
conhecido como ” e inamen o do backlog”. Essa a i idade oco e egula men e e em como
obje i o e isa , ajus a e p io iza os i ens do backlog, ga an indo que es ejam cla os e p on os
pa a se em desen ol idos nos p óximos sp in s, alguns pon os a se em conside ados.
•Di idi a e as g andes: Queb a i ens complexos em pa es meno es e mais ge enci-
á eis;
•Es ima es o ço: A alia o amanho ou es o ço necessá io pa a conclui cada i em;
•Ajus a p io idades: Reo dena os i ens do backlog com base no eedback do clien e
ou em mudanças no p oje o.
Essa p á ica é conduzida de o ma colabo a i a, en ol endo o P oduc Owne , o Sc um
Mas e e a equipe de desen ol imen o, e ajuda a alinha odos os memb os sob e o abalho
que se á ealizado. Embo a não seja uma ce imônia o mal do Sc um, o Backlog Re inemen
é undamen al pa a p epa a a equipe pa a os sp in s, aumen ando a p odu i idade e a cla eza
sob e os p óximos passos.
Sp in Backlog: é um a e a o o iundo da Sp in Planning Mee ing e ep esen a odas as
a e as que de em se desen ol idas du an e uma sp in ou i e ação. Cada i em de e se de-
alhado em a e as e cada uma dessas a e as de e e uma es ima i a de es o ço, nes e caso,
em ho as.
37
CAPÍTULO 3. INTRODUÇÃO AO SCRUM
Tabela 3.2: Exemplo de Sp in Backlog com de alhamen o de a e as e ho as.
I em Ta e a 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 To al
ES006
C ia Base de Dados 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4
Desen ol e Modelo 8 8 0 0 0 0 0 0 0 0 16
Desen ol e Con ole 0 0 4 4 0 0 0 0 0 0 8
Desen ol e View 0 0 0 4 4 0 0 0 0 0 8
Tes e de Unidade 0 0 0 0 4 2 2 0 0 0 8
Tes e Funcional 0 0 0 0 0 4 4 2 0 0 10
Documen ação Técnica 0 0 0 0 0 0 4 4 2 2 12
Task Boa d é um quad o u ilizado pa a o acompanhamen o das sp in s, du an e as eu-
niões diá ias. Po meio das in o mações con idas nes e egis o, aliadas ao seu posicionamen o
no ask boa d, o na-se possí el a qualque um obse a o andamen o do p oje o, de manei a
cla a e in ui i a.
Tabela 3.3: Es u u a de um Quad o de Ta e as (Task Boa d).
P oduc Backlog To Do Doing Done
Sp in Backlog Unplanned I ems Impedimen s To Discuss
Inc emen o: O Inc emen o é um passo conc e o em di eção à Me a do P odu o. Cada In-
c emen o é adi i o a odos os Inc emen os an e io es e e i icado, ga an indo que odos un-
cionem jun os. Pa a o nece alo , o Inc emen o de e se u ilizá el. Múl iplos Inc emen os
podem se c iados den o de uma Sp in . A soma dos Inc emen os é ap esen ada na Sp in
Re iew, apoiando assim o empi ismo. No en an o, um Inc emen o pode se en egue aos s a-
keholde s an es do inal da Sp in . A Sp in Re iew nunca de e se conside ada um po ão
pa a libe a alo . O momen o em que o abalho se o na um Inc emen o é quando ele a ende
à De inição de P on o (DoD).
Resumo do ciclo de desen ol imen o SCRUM
A é es e pon o, ap esen amos odas as ’peças de LEGO’ que compõem o Sc um: o Time
(quem execu a), os E en os (quando o abalho acon ece) e os A e a os (o que guia e o que é
p oduzido). Ago a que conhecemos cada componen e indi idualmen e, podemos inalmen e
mon a o queb a-cabeça. O ex o e a igu a a segui ilus am como odos esses elemen os se
conec am e in e agem pa a o ma o ciclo de desen ol imen o comple o, ans o mando as
necessidades do clien e em um Inc emen o de alo a cada Sp in .
38
CAPÍTULO 3. INTRODUÇÃO AO SCRUM
Figu a 3.5: Ciclo de desen ol imen o da me odologia Sc um
Fon e: Cohn, 2005
O ciclo de desen ol imen o da me odologia SCRUM pode se obse ado na igu a 3.5,
e ilus a o a o de que no início de cada p oje o, clien es e desen ol edo es se eúnem com
o obje i o de de ini o Backlog do p odu o (que ep esen a a lis a de equisi os). Nesse
momen o ambém são es imados os cus os do p oje o e é ei a uma análise dos iscos, bem
como as e amen as de abalho e os in eg an es da equipe são escolhidos e são de inidas as
da as pa a en ega de esul ados a pa i de p io izações sinalizadas pelo clien e. Esse pe íodo
ambém é u ilizado pa a escolhe o SCRUM Mas e , elei o en e a equipe alocada pa a o p oje o.
Depois que o P oduc Backlog é de inido, a equipe de e se dedica à de inição da Sp in
Backlog, que con ém uma lis a de a i idades que se ão ealizadas na p óxima sp in , momen o
em que ambém são de inidas as esponsabilidades de cada memb o do ime. Após os desen ol-
edo es discu i em quais pad ões se ão ado ados, as a i idades de análise, codi icação e es es
de em se inicia . Ao inal de cada sp in um inc emen o do p odu o de e se ap esen ado ao
clien e pa a que o ime ob enha uma e oalimen ação. Caso algum de ei o seja encon ado,
de e se adicionado ao backlog do p odu o. Na medida em que o ciclo de desen ol imen o
oco e, são aplicados di e sos mecanismos de con ole do SCRUM, como, po exemplo, ações
sob e as uncionalidades não en egues, a necessidade de mudanças pa a co eção de de ei os,
p oblemas écnicos encon ados, bem como os iscos e as es a égias pa a e i á-los.
3.3 Aplicando seus conhecimen os
1. Qual é o p incipal obje i o do Sc um?
(a) C ia documen ação ex ensa
(b) En ega p odu os de o ma ápida e inc emen al
(c) Es abelece um c onog ama ígido de abalho
(d) Aumen a o núme o de euniões
2. Quais são os ês papéis p incipais na me odologia Sc um?
(a) Ge en e de P oje os, Analis a de Negócios, Desen ol edo
39
CAPÍTULO 3. INTRODUÇÃO AO SCRUM
(b) P oduc Owne , Sc um Mas e , Equipe de Desen ol imen o
(c) Clien e, Fo necedo , Consul o
(d) Coo denado , Supe iso , Execu o
3. Qual é a du ação ípica de uma Sp in no Sc um?
(a) 1 semana
(b) 2 a 4 semanas
(c) 1 mês
(d) 3 meses
4. O que é o P oduc Backlog?
(a) Um documen o que lis a as uncionalidades do p odu o em o dem de p io idade
(b) Um c onog ama de en egas
(c) Um egis o de p oblemas encon ados du an e o p oje o
(d) Um ela ó io de desempenho da equipe
5. Qual das seguin es ce imônias do Sc um oco e no início de cada Sp in ?
(a) Sp in Re iew
(b) Daily Sc um
(c) Sp in Re ospec i e
(d) Sp in Planning Mee ing
6. Desc e a as p incipais esponsabilidades do P oduc Owne e do Sc um Mas e .
7. Explique a impo ância das euniões diá ias (Daily Sc um) e como elas con ibuem pa a
a e iciência da equipe.
8. Quais são os p incipais bene ícios de u iliza a me odologia Sc um em p oje os de de-
sen ol imen o?
9. Como o eedback dos clien es é inco po ado no p ocesso Sc um?
10. Ago a ocê az pa e de uma equipe ágil, no amen e ica como suges ão o p oje o da
ges ão de uma azenda. Di ida-se em g upos e a ibua papéis especí icos pa a cada
in eg an e: P oduc Owne , Sc um Mas e e Desen ol edo es.
(i) Du an e uma simulação de eunião de planejamen o, o P oduc Owne de e á ap e-
sen a o p oblema e de ini as p io idades do p oje o;
(ii) O Sc um Mas e se á esponsá el po ga an i que o p ocesso seja seguido co e-
amen e e po emo e quaisque impedimen os que su jam;
(iii) Já os Desen ol edo es de e ão discu i as possí eis soluções e planeja as a e as
necessá ias pa a alcança os obje i os de inidos.
(i ) Após a simulação, cada g upo de e compa ilha suas expe iências, des acando os
desa ios en en ados ao desempenha cada papel e como as unções colabo a am
pa a o sucesso do p oje o.
40
CAPÍTULO 5. ESTUDO DE CASO APLICADO: GESTÃO DE UMA FAZENDA DE
PISCICULTURA
anques é u ilizada na i igação do plan io hid opônico de e du as e ho aliças da azenda,
após o a amen o, a água a ada é eu ilizada, pa a os p óp ios anques dos peixes.
A azenda solici a o desen ol imen o de um sis ema, de o ma que as a i idades da a-
zenda, sejam ealizadas de o ma au oma izadas como: e i icação de ho as-g aus no p ocesso
de ep odução de peixe, compo amen o do peixe após a ingi o alo ho a-g au, e i icação
da oxigenação da água, medição do ní el da água no anque, a i igação e adubação do plan io.
Segue as in o mações da a e ição de ho a-g au = soma do núme o de ho as e empe a u a
da água:
• 1ª a e ição: Ho a 1 = 30 g aus →1 + 30 = 31 ho as/g aus
• 2ª a e ição: Ho a 2 = 31 g aus →2 + 31 = 33 ho as/g aus
• Nª a e ição: Ho a M = K g aus →M + K = Z ho as/g aus
• To al = 1ª a e ição + 2ª a e ição + ... + Nª a e ição.
5.2 E apa 1: Design Thinking
Com o cená io comp eendido, iniciamos a aplicação do Design Thinking (como is o no
Capí ulo 1) pa a explo a o p oblema sob a pe spec i a humana, iden i ica as eais necessi-
dades e ge a ideias de soluções.
Nessa e apa do p oje o, é impo an e es a sensí el à necessidade das pessoas, oca
nas ideias que possibili am uma solução e que haja boas ans o mações, ainda que sejam
pequenas. A equipe não pode e medo ou e gonha em ap esen a as ideias, ainda que possam
pa ece “malucas”, não de em sen i “medo de e a ”, o oco é ap esen a as ideias de o ma
c ia i a, ou seja, o oco nessa e apa é ap esen a a “Tempes ade de ideias”, os il os e os ajus es
de e ão se ei os em um segundo momen o.
É mui o impo an e que odos os memb os da equipe enham um espí i o colabo a i o,
odos de e ão e uma isão colabo a i a en e as ideias indi iduais e não desme ece a ideia
alheia, o absu do pa a um pode se a solução pa a o ou o. Não há ideias absolu as, mas há
ideias que pode ão se ecebidas e pos e io men e se em o imizadas.
Fique Ale a!
Busca soluções que sejam desejá eis (a endem a uma necessidade humana), p a icá eis
( ecnicamen e iá eis) e iá eis (economicamen e sus en á eis).
A abela a segui esume a aplicação das cinco ases do Design Thinking ao cená io da
azenda, mos ando as e amen as u ilizadas e os esul ados ob idos em cada e apa.
Tabela 5.1: Ap esen ação do Design Thinking do P oje o do Sis ema.
E apa Fe amen a/Concei o Aplicação no Cená io
S akeholde s Pa es in e essadas P op ie á io da azenda; Piscicul o es;
Técnicos Ag ícola; Funcioná ios da Fazenda.
Con inua na p óxima página...
47
CAPÍTULO 5. ESTUDO DE CASO APLICADO: GESTÃO DE UMA FAZENDA DE
PISCICULTURA
Tabela 5.1: (Con inuação)
E apa Fe amen a/Concei o Aplicação no Cená io
Empa ia Mapa da Empa ia: o que
pensam e sen em, o que
ou em, o que eem, o que
alam e azem.
Do es iden i icadas: A e ição manual da ho a e
empe a u a; Cálculo manual das
ho as- empe a u as; Inspeção isual do
compo amen o dos peixes; Ve i icação da
oxigenação da água; Medi o ní el da água;
I igação manual do plan io.
De inição Diag ama de a inidades:
Re isa , o ganiza ,
iden i ica pad ões e
p io iza emas .
P oblemas de inidos: Necessidade de
au oma iza as a e ições de ho as-g aus;
Au oma iza a obse ação dos
compo amen os dos peixes; Au oma iza a
cole a das in o mações do ní el, empe a u a e
oxigenação da água; Au oma iza a i igação e
o uso de esíduos.
Ideação B ains o ming ( empes ade
de ideias) e Ma iz SWOT.
Ideias ge adas: Sis ema iza as a i idades das
a e ições de ho as-g aus, medição de
empe a u a, ní el e oxigenação e
compo amen o dos peixes de o ma
au oma izada; Sis ema iza a i igação e
adubação do plan io; C ia um Aplica i o do
sis ema au oma izado.
P o o ipação C iação de Modelos (ex:
maque es, wi e ames).
P o ó ipo p opos o: Sis ema de Au omação de
A e ições, compo amen o e I igação.
Tes e Colhendo Feedback dos
s akeholde s.
Validação: Tes a o uncionamen o do
p o ó ipo do sis ema no cená io ap esen ado e
alida as uncionalidades com os usuá ios.
Fique Ale a!
As ideias e soluções ap esen adas são um pon o de pa ida. O p ocesso de ideação no
Design Thinking incen i a a ge ação de múl iplas al e na i as.
5.3 E apa 2: Sc um
Após a ase de Design Thinking, onde explo amos o p oblema e idealizamos uma solução
(um sis ema au oma izado), passamos a usa o amewo k Sc um (de alhado no Capí ulo 3)
pa a ge encia o desen ol imen o dessa solução de o ma ágil e i e a i a.
Na me odologia SCRUM, as a e as são adap á eis, in e a i as, ápidas, lexí eis e e i-
cien es, com o in ui o de o nece esul ados ágeis em odas as e apas do p oje o, de o ma
anspa en e, esponsi o e con ínuo p og esso. Visando as ca ac e ís icas do SCRUM, i emos
emp egá-las na p óxima ase do p oje o.
48
CAPÍTULO 5. ESTUDO DE CASO APLICADO: GESTÃO DE UMA FAZENDA DE
PISCICULTURA
Fique Ale a!
A equipe SCRUM de e á es a ocada e comp ome ida com o p oje o em sua o alidade, ou
seja, desde a concepção, desen ol imen o, es es, en ega e eedback pós-en ega.
Lemb a semp e: O Time SCRUM é colabo a i o e não apenas pa icipa i o, esse en endi-
men o a á oda a di e ença no desen ol imen o, p og esso e esul ados.
5.3.1 G upo de T abalho
O p imei o passo no Sc um é de ini o Time Sc um. A abela a segui mos a uma possí-
el composição, sepa ando os s akeholde s (g upo ”Cen al”) dos papéis que compõem o Time
Sc um (g upo ”Não-Cen al”), embo a lemb emos que o P oduc Owne a ua como pon e en e
eles e é pa e do Time Sc um.
Tabela 5.2: Ap esen ação do G upo de T abalho.
Cen al (S akeholde s) Não – Cen al (Time SCRUM)
• P op ie á io da azenda;
• Piscicul o es;
• Técnicos Ag ícola;
• Funcioná ios da azenda.
P oduc Owne
Sc um Mas e
Sc um Desen ol edo es
A igu a abaixo ilus a o luxo de abalho no Sc um, desde a p io ização do Backlog pelo
P oduc Owne a é a en ega de inc emen os (En egá eis) pelo Time Sc um e a alidação na
Sp in Re iew.
Figu a 5.1: Diag ama do luxo de inc emen o do p oje o
Fon e: Sc ums udy.
49
CAPÍTULO 5. ESTUDO DE CASO APLICADO: GESTÃO DE UMA FAZENDA DE
PISCICULTURA
5.3.2 Visão
A ”Visão”do p odu o de ine o obje i o ge al e o p opósi o do que se á cons uído. Ela
se e como guia pa a o P oduc Owne e o Time Sc um.
Tabela 5.3: Ap esen ação da Visão do P oje o do Sis ema.
Concei o Desc ição
Visão
(ap esen ação da
demanda)
”A azenda solici a o desen ol imen o de um sis ema, de o ma que
essas a i idades de e i icação de ho as-g aus no p ocesso de
ep odução de peixe, compo amen o do peixe após a ingi o alo
ho a-g au, e i icação da oxigenação da água, medição do ní el da
água no anque, a i igação e adubação do plan io, sejam ealizados de
o ma au oma izadas.”
Fique Ale a!
Após o ecebimen o das demandas (Visão), o P oduc Owne de e á se euni com as pa es
en ol idas (s akeholde s) pa a cole a o le an amen o das necessidades especí icas, que
se ão aduzidas em His ó ias de Usuá io.
5.3.3 His ó ias do Usuá io
As His ó ias de Usuá io desc e em uncionalidades sob a pe spec i a de quem as u ili-
za á (”Como um [a o ], eu que o [ação] pa a que [bene ício]”). Elas o mam a base do P oduc
Backlog. Veja exemplos cole ados pa a o sis ema da azenda:
Tabela 5.4: Ap esen ação das His ó ias da Visão do P oje o do Sis ema.
ID-H Desc ição da His ó ia do Usuá io
1 Como p op ie á io da azenda, eu gos a ia de e um sis ema que
au oma izasse as a i idades de piscicul u a e plan io da azenda.
2 Como p op ie á io, eu gos a ia que cada uncioná io c iasse seu p óp io
cadas o no sis ema, seja piscicul o , écnico ag ônomo ou uncioná io da
azenda e que haja classi icação de acesso.
3 Como p op ie á io, eu gos a ia que o sis ema ge asse ela ó io com g á icos
das a i idades da piscicul u a e plan io da azenda.
4 Como piscicul o eu p eciso acompanha as in o mações a e idas da
empe a u a e oxigenação da água dos anques dos peixes.
5 Como piscicul o eu p eciso de um sis ema que ealize a medição da ho a e
empe a u a no pe íodo da ep odução dos peixes e que ge e o cálculo
ho a-g au.
6 Como piscicul o , desejo que o sis ema pe mi a o cadas o de ho a-g au pa a
cada espécie de peixe.
Con inua na p óxima página...
50
CAPÍTULO 5. ESTUDO DE CASO APLICADO: GESTÃO DE UMA FAZENDA DE
PISCICULTURA
Tabela 5.4: (Con inuação)
ID-H Desc ição da His ó ia do Usuá io
7 Como piscicul o eu que o ealiza consul as das in o mações cole adas
dos anques dos peixes.
8 Como piscicul o eu que o que o sis ema ealize ela ó ios com g á icos com
as in o mações ho a-g au do pe íodo da ep odução dos peixes.
9 Como piscicul o eu que o que o sis ema ealize ela ó ios com g á icos do
pe íodo das empe a u as e oxigenação da água, po dia, semana, mês e ano
pa a analisa a in luência das es ações climá icas.
10 Como piscicul o , que o um sis ema que ealize amos as isuais do
compo amen o dos peixes no pe íodo da ep odução e que ge e um
ela ó io.
11 Como piscicul o , que o um sis ema que ealize amos as isuais do
compo amen o dos peixes em cada es ação climá ica e que ge e um
ela ó io.
12 Como écnico ag ícola, que o que o sis ema de i igação do plan io seja
au oma izado.
13 Como écnico ag ícola, que o que o ap o ei amen o dos esíduos dos
peixes, u ilizados pa a aduba o plan io, seja ealizado de o ma
au oma izada.
14 Como piscicul o , desejo que o sis ema emi a um sinal de ale a quando a
ho a-g au i e p óxima da ho a-g au ap op iada pa a a ep odução po cada
espécie de peixe.
15 Como écnico ag ícola, que o que o sis ema emi a um sinal de ale a, caso o
sis ema au oma izado de i igação não es eja ope ando de o ma co e a.
16 Como écnico ag ícola, que o que o sis ema emi a um sinal de ale a, caso o
sis ema au oma izado de adubação não es eja ope ando de o ma co e a.
No e que nem oda His ó ia de Usuá io p ecisa segui igidamen e o o ma o ”Como
um..., eu que o..., pa a que...”. O impo an e é cap u a a necessidade do usuá io.
Fique Ale a!
Es a lis a inicial pode (e de e) e olui . No as his ó ias podem se adicionadas e as exis en-
es podem se e inadas ao longo do p oje o.
Fique Ale a!
“Os Épicos são esc i os nas ases iniciais do p oje o, quando a maio ia das His ó ias de
Usuá io são uncionalidades de al o ní el ou quando as desc ições de p odu os e equi-
si os são amplamen e de inidas...” (Sc umS udy). Mui as das his ó ias acima podem se
conside adas Épicos iniciais.
51
CAPÍTULO 5. ESTUDO DE CASO APLICADO: GESTÃO DE UMA FAZENDA DE
PISCICULTURA
5.3.4 Classi icação das His ó ias
Após cole a as his ó ias, o p óximo passo é ag upá-las po uncionalidades ou emas
comuns. Isso ajuda a o ganiza o abalho e a iden i ica os p incipais equisi os do sis ema.
Fique Ale a!
Es e p ocesso de ag upa e e ina his ó ias az pa e do Backlog Re inemen (Re inamen o
do Backlog), uma a i idade con ínua no Sc um.
Tabela 5.5: Ap esen ação da classi icação das His ó ias do P oje o do Sis ema.
ID-Func. Funcionalidade Ag upada His ó ias de Usuá io (ID-H) Relacionadas
R001 Cadas a Funcioná io 2
R002 Ge a e Emi i Rela ó ios 3, 8, 9, 10, 11, 12
R003 Consul a a e ições 4, 5, 7
R004 Consul a cálculo ho a-g au 5
R005 Cadas a ho a-g au 6
R006 Emissão de sinal de ale a 5, 6, 14, 15, 16
5.3.5 Backlog P io izado do P odu o
Com as uncionalidades iden i icadas, o P oduc Owne c ia o P oduc Backlog P io i-
zado. Es a é a lis a o denada de udo que é desejado no p odu o, com os i ens de maio alo
pa a o negócio no opo.
Fique Ale a!
“O Dono do P odu o desen ol e um Backlog P io izado do P odu o, que con ém uma lis a
de p io idades de negócios e de equisi os dos p oje os, esc i os na o ma de Épico(s), que
são as His ó ias de Usuá io de al o ní el.” (Sc umS udy).
Tabela 5.6: Ap esen ação do P oduc Backlog P io izado do P oje o do Sis ema.
ID Funcionalidade (I em do Backlog) P io idade
R001 Cadas a Funcioná io Al a
R004 Consul a cálculo ho a-g au Al a
R005 Cadas a ho a-g au Al a
R006 Emissão de sinal de ale a Al a
R002 Ge a e Emi i Rela ó ios Média
R003 Consul a a e ições Média
52
CAPÍTULO 5. ESTUDO DE CASO APLICADO: GESTÃO DE UMA FAZENDA DE
PISCICULTURA
No e que a o dem na abela acima oi ajus ada pa a e le i a p io ização (Al a an es de
Média). A p io ização é dinâmica e pode muda ao longo do p oje o.
5.3.6 Backlog do P odu o (com Épicos De alhados)
I ens de maio p io idade no P oduc Backlog (especialmen e os Épicos) são de alhados
em His ó ias de Usuá io meno es e mais ge enciá eis, p on as pa a se em conside adas em
uma Sp in . Abaixo, emos o de alhamen o do i em R001 (”Cadas a Usuá io”).
Tabela 5.7: Ap esen ação do De alhamen o de Épico (R001) no Backlog do P odu o.
ID-Fun. Épico ID-E His ó ia de Usuá io De alhada P io .
R001 Cadas a Usuá io
E001 Como usuá io, que o pode aze
login usando meu usuá io/CPF e
senha pa a acessa o sis ema.
Al a
E002 Como adminis ado , que o pode
ge encia (c ia , edi a , desa i a )
con as de usuá ios.
Al a
E003 Como adminis ado , que o pode
de ini pe is de acesso (piscicul o ,
écnico, e c.).
Al a
E004 Como no o uncioná io, que o pode
ealiza um au o-cadas o inicial no
sis ema.
Al a
E005 Como usuá io logado, que o pode
isualiza e edi a meus dados
cadas ais.
Al a
E006 Como usuá io logado, que o e um
menu p incipal (Dashboa d) com as
opções disponí eis pa a meu pe il.
Al a
R002 Ge a e Emi i Rela ó ios ... (De alha u u amen e) ...
R003 Consul a a e ições ... (De alha u u amen e) ...
R004 Consul a cálculo ho a-g au ... (De alha u u amen e) ...
R005 Cadas a ho a-g au ... (De alha u u amen e) ...
R006 Emissão de sinal de ale a ... (De alha u u amen e) ...
Fique Ale a!
O de alhamen o dos Épicos R002 a R006 se ia ei o em sessões de Re inamen o do Backlog
quando sua p io idade os ouxe pa a o opo da lis a.
5.3.7 Backlog da Sp in
Du an e a Sp in Planning (Planejamen o da Sp in ), o Time Sc um seleciona os i ens
de maio p io idade do P oduc Backlog que ac edi a pode conclui den o da Sp in . Esses
i ens o mam o Sp in Backlog.
53
CAPÍTULO 5. ESTUDO DE CASO APLICADO: GESTÃO DE UMA FAZENDA DE
PISCICULTURA
Fique Ale a!
Sp in Backlog: é a lis a de abalho (i ens do P oduc Backlog e a e as pa a alcançá-los)
que o Time Sc um se comp ome e a ealiza du an e a Sp in .
A abela abaixo mos a um exemplo de planejamen o de Sp in s pa a en ega as unci-
onalidades de Cadas o de Usuá io (R001), di ididas em g upos meno es (Épicos E001 a E006)
ao longo de ês Sp in s. A Release 1 ag upa a en ega dessas uncionalidades.
Tabela 5.8: Ap esen ação do Backlog da Sp in do P oje o do Sis ema.
ID da Sp in ID-E I ens do P oduc Backlog
Selecionados
Complex. Início Fim
Sp in 1
E001 Cadas a Usuá io – Á ea
de Login
Média 06/01/2025 20/01/2025
E004 Cadas a Usuá io – Á ea
de Login – Au o Cadas o
Média
E005 Cadas a Usuá io – Meus
Dados
Média
Sp in 2 E002 Cadas a Usuá io –
Adminis ado
Baixa 21/01/2025 27/01/2025
E003 Cadas a Usuá io –
Ge encia Pe il
Baixa
Sp in 3 E006 DashBoa d Menu Média 28/01/2025 11/02/2025
En ega Release 1: 12/02/2025
5.3.8 Sp in Planning
A eunião de Sp in Planning é onde o Time Sc um de alha o *como* o abalho seleci-
onado pa a o Sp in Backlog se á ealizado. De ine-se a Me a da Sp in e c iam-se as a e as
necessá ias pa a ans o ma os i ens do backlog em um Inc emen o ”P on o”. Abaixo, um
exemplo do planejamen o de alhado pa a a Sp in 1. Após a de inição de cada Sp in , cada
Sp in de e á se documen ada de aco do com as especi icações écnicas e abo dagens de de-
sen ol imen o. U ilizando as in o mações da abela an e io , a documen ação de cada Sp in
é a p óxima a i idade a se ealizada, a i idade conhecida como Sp in Planning.
Fique Ale a!
O planejamen o da Sp in é mui o impo an e, pois são documen ados os p ocedimen os
undamen ais pa a a execução das a i idades, as ações, o empo de execução e empo de
en ega e quais as a e as de cada pessoa do Time Sc um. Todos os memb os do Time
Sc um de e ão pa icipa do planejamen o da Sp in .
54
CAPÍTULO 5. ESTUDO DE CASO APLICADO: GESTÃO DE UMA FAZENDA DE
PISCICULTURA
Tabela 5.9: Ap esen ação da Sp in 1 - Modulo 1 do P oje o do Sis ema.
Sp in Planning
Da a 06/01/2025
Sp in 1
Pa icipan es Memb o 1, Memb o 2, Memb o 3, ..., Memb o N
Me a da Sp in (Exemplo) Disponibiliza as uncionalidades básicas de login
(usuá io/senha, ecupe ação) e au o-cadas o pa a os
usuá ios da azenda.
Obje i os da Sp in A Sp in 1 em como obje i o o desen ol imen o da ela de
Login pa a o Módulo #1 do sis ema. O usuá io e á a opção
de ealiza o login u ilizando o nome do usuá io, CPF ou a
sua con a do Google, po meio de uma API in eg ada.
Time-box 2 semanas
I ens do Sp in Backlog I ens do P oduc Backlog: E001, E004, E005
(Funcionalidade não lis ada no Backlog, mas mencionada nos
obje i os: Recupe a Senha)
Ta e as Planejadas: (Exemplo)
- C ia modelo de dados do usuá io
- Desen ol e API de au en icação
- Desen ol e API de ecupe ação de senha
- Desen ol e ela de login (UI)
- Desen ol e ela de au o-cadas o (UI)
- Desen ol e ela de ”Meus Dados”(UI)
- In eg a UI com APIs
- Esc e e es es uni á ios/in eg ação
- Con igu a pipeline de CI/CD
De alhes das Funcionalidades e Tes es
Funcionalidade 1: Au en icação com Login e Senha (E001)
Desc ição A uncionalidade pe mi e que os usuá ios açam login no
sis ema u ilizando nome de usuá io ou CPF e senha,
cadas ado an e io men e no sis ema.
Tes es (C i é ios de Acei e)
Cená io 1 (Sucesso): Login com c edenciais álidas.
Dado que o usuá io es á na ela de login
Quando ele inse e nome de usuá io/CPF e senha co e os
Eclica em ”En a ”
En ão ele é edi ecionado pa a a página p incipal do sis ema.
Cená io 2 (Falha): Usuá io/CPF in álido.
Dado que o usuá io es á na ela de login
Quando ele inse e nome de usuá io ou CPF inexis en e
Eclica em ”En a ”
En ão o sis ema exibe a mensagem de e o: ”O nome de
usuá io ou CPF es á inco e o. Ten e no amen e.”.
55
CAPÍTULO 5. ESTUDO DE CASO APLICADO: GESTÃO DE UMA FAZENDA DE
PISCICULTURA
Tabela 5.9: (Con inuação)
Sp in Planning
Cená io 3 (Falha): Senha in álida.
Dado que o usuá io es á na ela de login
Quando ele inse e usuá io/CPF álido e senha inco e a
Eclica em ”En a ”
En ão o sis ema exibe a mensagem de e o: ”A senha es á
inco e a. Ten e no amen e.”.
Cená io 4 (Falha): Con a bloqueada/desa i ada.
Dado que o usuá io es á na ela de login
Quando ele en a loga com uma con a
bloqueada/desa i ada
Eclica em ”En a ”
En ão o sis ema exibe a mensagem de e o: ”Sua con a es á
bloqueada ou desa i ada. En e em con a o com o supo e.”.
Funcionalidade 2: Recupe a Senha
Desc ição A uncionalidade pe mi e a ecupe ação da senha a a és do
e-mail caso o usuá io esqueça sua senha.
Tes es (C i é ios de Acei e)
Cená io 1 (Sucesso): Recupe ação bem-sucedida.
Dado que o usuá io es á na ela de login
Quando ele clica em ”Recupe a senha”
Einse e seu e-mail cadas ado
Eclica no link ecebido po e-mail
Ede ine e con i ma uma no a senha
En ão o sis ema exibe a mensagem ”Senha al e ada com
sucesso”
Eele consegue loga com a no a senha.
Cená io 2 (Falha): E-mail não cadas ado.
Dado que o usuá io es á na ela de ecupe ação de senha
Quando ele inse e um e-mail não cadas ado
En ão o sis ema exibe uma mensagem in o ma i a (sem
con i ma se o e-mail exis e ou não po segu ança).
UI/UX - Sp in 1 Tela de Login:
Necessidades da Sp in Essencial.
56