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ESCUTAR PARA CUIDAR: PROMOÇÃO DA SAÚDE E APOIO AOS
ADOLESCENTES
Hen ique Ma ins da Sil a Gomes da C uz¹, S e any Ma ins dos San os¹, Ma ia
Luiza Mo ei a Lima¹, Gio ana Ma ia Ma ia da Sil a Sousa¹, Gilma José To es¹,
Maia a La isse dos San os To es¹ , Thiago Al es Sil a¹ , Isabela Dias C u inel¹ ,
Ma ília Lima Cos a² , Júlia de Mi anda Mo aes³
¹G aduando em Medicina pela Uni e sidade Fede al de Ja aí - UFJ, Ja aí, Goiás,
B asil.
² Docen e Ex e na do P og ama de Pós-G aduação em Ciências Aplicadas à Saúde
da Uni e sidade Fede al de Ja aí - UFJ, Ja aí, Goiás. B asil.
³Docen e do Cu so de Medicina da Uni e sidade Fede al de Ja aí – UFJ, Ja aí,
Goiás, B asil.
INTRODUÇÃO E OBJETIVOS: A p omoção da saúde en e adolescen es é
essencial pa a o ma hábi os saudá eis e conscien izá-los sob e desa ios
educacionais, sociais e emocionais, pois essa ase é ma cada po in ensas
ans o mações ísicas, emocionais e cogni i as. Conside ando essa ealidade, os
acadêmicos do p oje o de ex ensão Núcleo Acadêmico de Saúde e Espi i ualidade
(NAESP) do cu so de Medicina da UFJ, desen ol e am ações com o obje i o de
acolhe , dialoga e incen i a os jo ens a e le i em sob e cuidados com a saúde,
como higienização, sexualidade, bem-es a ísico e emocional, assim como a
alo ização da educação. Além de es imula p á icas de au ocuidado, buscou-se
ambém o alece ínculos e amplia a ede de apoio social e comuni á ia. RELATO
DE EXPERIÊNCIA: As a i idades acon ece am quinzenalmen e no Cen o Espí i a
Ma ia de Naza é, em Ja aí-GO e o am es u u adas em odas de con e sa e escu a
a i a, que pe mi i am aos adolescen es compa ilha expe iências em um espaço de
con iança e espei o. Su gi am ela os ma cados po supe ação, mas ambém po
di iculdades deco en es da ausência de apoio amilia , da in isibilidade social e do
descaso em elação às necessidades da ju en ude. Pa a os acadêmicos, a i ência
não somen e pe mi iu conhece a ealidade de pa e dos jo ens da comunidade
ja aiense, como ambém despe ou o desen ol imen o de compe ências
socioemocionais, assim como o ape eiçoamen o de sua o mação humanizada e
é ica. Pa a os adolescen es, o encon o oi uma opo unidade de se sen i em
alo izados e ou idos, ompendo ba ei as de silêncio e in isibilidade, o alecendo
sua au oes ima, além do acesso a in o mações quali icadas e con iá eis no âmbi o
da saúde. O simples a o de escu a com a enção e elou-se ans o mado ,
o alecendo ínculos, c iando conexões e o e ecendo supo e emocional aos jo ens.
CONCLUSÕES : A expe iência e idenciou que a p omoção da saúde ai além das
p á icas clínicas, uma ez que o cuidado in eg al com o pacien e en ol e
acolhimen o, escu a a i a e empa ia. Pa a os jo ens, a ação ep esen ou esga e de
au oes ima e o sen imen o de alo ização. Pa a os acadêmicos, a ação ampliou a
sensibilidade e comp eensão da impo ância de uma o mação médica humanizada.
Inicia i as como es as de em se man idas e ampliadas, pois con ibuem pa a
ans o ma ealidades sociais, apoia adolescen es em seus desa ios e o ma
p o issionais comp ome idos com o cuidado in eg al e a p omoção da saúde na
comunidade.
Pala as-cha e : apoio social; educação em saúde; acolhimen o