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ESPIRITUALIDADE NO CUIDADO INTEGRAL AO IDOSO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DA ATIVIDADE LÚDICA "DADO MINHAS HISTÓRIAS"

Author: Gabriela Marques Macedo; Luis Eduardo de Moura; Tiago Sanches Zocolaro; Carla Queiroz Fernandes de Paula; Luiz Vinicius Pena Cardozo; Marillia Lima Costa; Júlia de Miranda Moraes
Publisher: Zenodo
DOI: 10.5281/zenodo.17705350
Source: https://zenodo.org/records/17705350/files/texto25.pdf
10.5281/zenodo.17705350
ESPIRITUALIDADE NO CUIDADO INTEGRAL AO IDOSO: UM RELATO DE
EXPERIÊNCIA DA ATIVIDADE LÚDICA “DADO MINHAS HISTÓRIAS”
Gab iela Ma ques Macedo¹ ; Luis Edua do de Mou a¹ ; Tiago Sanches Zocola o¹;
Ca la Quei oz Fe nandes de Paula¹ ; Luiz Vinicius Pena Ca dozo¹; Ma illia Lima
Cos a² ; Júlia de Mi anda Mo aes³
¹ G aduando em Medicina pela Uni e sidade Fede al de Ja aí - UFJ, Ja aí, Goiás,
B asil
² Docen e Ex e na do P og ama de Pós-G aduação em Ciências Aplicadas à Saúde
da Uni e sidade Fede al de Ja aí - UFJ, Ja aí, Goiás. B asil
³ Docen e do Cu so de Medicina da Uni e sidade Fede al de Ja aí – UFJ, Ja aí,
Goiás, B asil.
INTRODUÇÃO E OBJETIVOS : O en elhecimen o az consigo desa ios ísicos,
emocionais e sociais, exigindo abo dagens que p omo am acolhimen o e empa ia.
Nesse con ex o, inicia i as ex ensionis as que associam espi i ualidade à i ência
comuni á ia êm impac o posi i o na saúde do idoso, ao a o ece o bem-es a
emocional, eduzi sen imen os de solidão e es imula habilidades cogni i as po
meio da in e ação. Pa alelo a isso, discen es en ol idos desen ol em escu a
sensí el e comp eendem a espi i ualidade e humanização como ex ensões
impo an es da p á ica médica. O obje i o des e ela o é desc e e a expe iência de
discen es do p oje o de ex ensão Núcleo Acadêmico de Saúde e Espi i ualidade
(NAESP), do cu so de Medicina da UFJ, na a i idade “Dado Minhas His ó ias”,
ealizada em um albe gue de idosos, des acando os bene ícios pa a a o mação
acadêmica e pa a a saúde e bem-es a dos pa icipan es. RELATO DE
EXPERIÊNCIA : Em o ma o de oda de con e sa, u ilizou-se um dado a esanal de
papelão com emas elacionados a memó ias a e i as, como pessoa especial,
comida p e e ida, piada ou his ó ia eng açada, es a a o i a, conselho e música
p edile a. Cada idoso lançou o dado e compa ilhou expe iências ligadas ao ema
so eado, assumindo o p o agonismo da na a i a. Os ela os a ia am en e
lemb anças de amilia es, comidas e his ó ias ma can es, o que p omo eu
descon ação e momen os emo i os. Quando a emá ica oi música a o i a, a
canção oi ep oduzida na caixa de som e odos can a am e ba e am palmas,
c iando um ambien e de celeb ação e pe encimen o. Pa a os discen es, es a
expe iência possibili ou um exe cício de empa ia e escu a a i a, o qual e idenciou as
dimensões subje i as e espi i uais que en ol em o cuidado em saúde ge iá ica.
Nesse sen ido, a o mação médica humanizada depende do desen ol imen o de
habilidades como as abalhadas na a i idade, que a o eçam o diálogo e o
econhecimen o da indi idualidade e alo ização pessoal. CONCLUSÕES: A
dinâmica mos ou-se e icaz ao p omo e in eg ação, esga a memó ias e alo iza a
iden idade dos idosos. O ca á e lúdico con ibuiu pa a a pa icipação do g upo,
assim como o bem-es a emocional. A expe iência e idencia a ele ância de
a i idades que econheçam a aje ó ia de ida dos idosos e es imulem a
con i ência social. No âmbi o do cuidado in eg al, a espi i ualidade e ela-se
componen e undamen al pa a a manu enção da sa is ação e i acidade dos idosos,
e le idos em seu bem-es a ísico e men al.
Pala as-cha e: educação médica; espi i ualidade; saúde do idoso.