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Serman em hum desempenho votivo ao SS. Sacramento, estando exposto, pregado no Mosteyro de Santa Clara de Villa-Real

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Serman em hum desempenho votivo ao SS. Sacramento, estando exposto, pregado no Mosteyro de Santa Clara de Villa-Real

Author: Manoel de San Joseph, (O.P.)
Publisher: Lisboa Occidental : na officina de Pascoal da Silva, ..., 1717
Source: https://idus.us.es/bitstreams/e4b88e47-3ec2-4438-b7bc-346c7454039b/download
SERMAM
em
hum
desempenho
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A
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SACRAMENTO.
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LICENCAS
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Da
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M.R.P.PROVINC1AL
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V.P.M.R.li
oSe maÓ.que
p é.
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Theologia,
P io
que
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íeis
ezes
dos
p incipaes
Con en os
del a
P o incia.Sec e a io
della.S eu
p ocu ado naCu iaRomana.no
Mo ey o
de
San a
Cla a
de
Villa
Real,em
hum
de ei penho
o i oao
San i imo
Sa»
c amen o.el andoe e
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pela
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a a,comopelode empenhocom
que
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diíco e
me
pa ece
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ezes
digno
de
pelo
p elo
ahi a
luz.
Pela
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,
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no
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e a
de
Deos
So o
Leono
do
Sac amen o,
Reli.
eio e
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lemb ança
,
pa a
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a
’odo
dee
X
emplo, an oma,se icazempe uadi .
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dos
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que
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di co e.pa a
que
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empenhos
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Se maõ
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Se maõ,que
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Cla a
de
Villa
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o
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gè al,
&
P eíé ado
em
a
ag ada
Theo-
logia,em
humdeíempenho
o i o
ao
San i limo
Sac amen o,
ellandoe e
mani eí o.
E
uppo o,que
pa a
eu
aze
juizo
do
Se mão,naõ
e a
nece ía io
mais,do
que
le
o
nome
do
Au ho ,
po que
jà
com
a
Uni e idade
de
Coimb a
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con enci»
do,
de
que
o
eu
g ande
alen o
na cè a
pa a
enche
o
luga
do
púlpi o:
cau a
po que
e
p eci ou
naquella
g ande
A henas
de
Po ugal
a
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da
Mi e ico dia
a
e e niza
nas
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-
pas po
não
pode
nas
E ellas)alguns
dos
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Se mões,que^
e indode
Magií e io
pa a
os
cculos
u u os,
e emunha
a
juí iça
com
que
o
eípey à a
como
a
eu
O áculo
nos
empos
pa
iados.
Com
udo, endome
ago a
en e
mãos
com
e e
g ande
pa ¬
o
do
engenho
do
Au ho ,&
naõ
podendo
o ma
juizo
di e »
ío,
do
que
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inha
o mado*
quee a
he
a
na u eza
dos
g an*
des
Mel es,
ou
g andes
ios,
naõ
lhe
pode
o
mundo
de eo-
b i
menos,
íenaõ
udo
mais
em
odos
os
eus
e ados,como
a *
e e ou
do
io
Nilo
Lucano
lib.
í
o
.
Nec
liqui popul spa u n e
Nile
ide e
,
d c.achey,queoqueíópodiadepo a
V.P.M
R»
com
e dade,
e a
o
a íomb o,
&
a
lu pen aõ
em
que
me
dey-
xou
a
emp e
admi a el
P o idencia
de
Deos
,
qual
oy
aí
ze uos
pa a
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Co e
hõa
Ob a,
que
e dadey amen e
lhe
e a«
a
oubada,
po
não
pode
cabe
na
capacidade
de
hüa
Villa,
ago a
p op iamen e
Real,depois
que
e e
a
o una
de
ou i
hum
aõ
Regio
P ègado .
Do
Pad e
An onio
Viey a,
aquelle
g ande
A o
do
i ma¬
men o
da
Companhia
de
|e u,
di ie
alguém,bem
o
podiaõ
dize
odos)
que
os
eus
eíc i os
o aó
occupaçaó
da
ama
cõ
í
pplauloem
dous
mundos,Eu opa,6c
Ame ica.
De e
pois
V*
P.íVl.
R
.
m
a
n
d
a
íe
imp imalogoeíle
Se maõ
ne e
g ãdeEm
-
po io
do
mundo,qual
he
Lisboa,aí im
como
mandà aõ
jà
íeuS
an ece lb es,
íe
imp imi ie
ou o
cm
ou o
Empo io
do
mun'
do,qual
heCoimb aj
pa a
que
Uni e idade,
&
Co e,
Co -
elãcs,
&
Acadêmicos,
quaes
ou os
Soldados
de
Gedeaõ
,
le
;
andoem
hüa
naÕ
neí e
papel
a
luz,
&
em
ou a
o
cla im,e i'
chaõ,
&
occupem
,naõ
ó
osdous
mundos.mas
do
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as
uas
qua o
pa es
com
o
alen o
de e
g ande
homem
,
capa¬
cidade,
engenho,
&
o una
de e
g ande
P egado .
E e
o
meu
pa ece :
V.P.M.R. a à
o
que
o
e ido.
S.
Domingos
de
Lisboa
io.de
May
o
de
1717.
O
Dou o
F .
An onio
do
Sac amen o,P io .
V
I
as
as
in o mações
acima,
damos
licença
pa a
e e
Se ¬
mão
ep e en a
na
Meia
do
San o
Oí icio
,&
e
pode
imp imi *
p ecedendo
as
mais
diligencias
neceí a ias.
S.Do.
mingos
de
Lisboa
aos
12.de
May
o
de
1717.
F .
Doming
os
de
San o
Thomà
s,
P io
P o incial.
«I
i
0,
«!
0,
«§
0,
«§
»
«§ »
i
«1
»
«I
I»
«I
«i
«
I»
»
Do
San o
Oí icio.
eminen íssimo
senho .
E
S
e
Se maõ
naô
con ém
cou a
algúa,
que
epugne
à
noí-
a
San a
Fè,
8
bons
co umes;
pelo
que
me
pa ece
mu
digno
de
ahi
a
luz.como
pa o
elici llmo
do
g áde
engenho
e udição.8c
le as
de
eu
Au ho .
V.Eminencia
manda á
o
que’
o
e ido.
Lisboa
Occiden al, icCoiig egaçaÔ
do
ü a o io
13.de
Julho
de
1717.
Manoel
Ribey o.
P
EMINENTÍSSIMO
SENHOR
O
mandado
de
V.Eminencia
li
e e
Se maõ,
què
no
de -
empenho
de
hum
o o
ao
San i íi
mo
Q,,.,.
"°
.
gou
o
M.R.P.F .Mauoel
deS
lo ení,
P
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&ac ame
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0
P *
e
P e en ado
na ag ada
TheoloeL
’
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Me4
P io
P o incial
dae cla ecidi ima
O.A
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com
azaõ
Io-
g
*
egado
gè al aõ ingula
P ègado ,
que
de
Aiij
odos

odos
pode
e
Me e,equi ocando
a
Cadey a
com
o
Pulpi-
onoace o
com
queexplica
os
pon os
da
Theologia
mais
p o undos
>
endo
ilho
de
hüa
Religião,
de
quem
he
aõ
p o»
p iojcomo
i ula oappellido
de
P egado es,que
pa a
muy os
he
o
appella i o.elíe
o
indi ídua,&
az
aõ
p op io
eu,como
quem
en e
odos
e
ingula iza
,
na
agudeza
com
que
in en-
a,madu eza
com
que
di co e,e idencia
com
que
p o a,p oa
p iedade
com
que alla,e icaciacom
que
conclue.
Alèm
de
ou os
emp egos
da
p imey a
uppoíiçaõ,emque
a
ua
Religiaõoccupouo eu
g ande
alen o,
íeis
ezes
oy
P io
dos
p incipaes
Con en os
de e
Reyno,&
em
odos
p a¬
icando
em
i,&
nos
eus,as
maximas
mais
ace adas
do
zelo,
j
&ob e ancia
eligio a
}
ac edi andojun amen eos
Púlpi os,
•
em
odos
deyxoueí ampado
hüadequado
exempla
de
P c*
lado
dos
P egado es,
a
quem
odos
ao
p e en e
econhecem
po
Í ip2 io ,dandolhecomuni e íal
ap
plau o,
£
u o
de
húa
aõ
admi a el,como
eligio a
conco dia)
a
p imada,que
com*
igo
az
o
ele ado
i ulo
de
P io
P o incial
de
odos
os
P e¬
gado es
jmoí ando
a
odas
as
luzes
a
genuína
de cendencia
com
que
pa icipa
os
e plando es
do
meu
g ade
Pad e
S.Do¬
mingos,a
quem
o aó aõna u aes
os
ayos
,que
an es
de
a*
hi aluz,
jà
de e a a
e as,
endo
po
p ecu o esdo
eü
naícimen oa esSoeSjSc
ou as
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Luas,como
diz
Palme-
io,
pa a
mo a ,
que
naícido
hum
íó
Domingos,
obeja aó
luzes
pa a
o
mundo
odo.
Na
p op iedade
com
que
di co e
ob e
o
al iílimo
my e*
io
do
Sac amen o,p o a
a
legi ima
i mandade
com
o
Sol
da9
Eícholas
,
e manando
(eus
di cu os
com
os
dogmas
do
An*
gelicoThomàs:
nas
es
inezas
de
Ch i o
na
Sac amen o,
undamen o
dos
(eus
di cu os,p inio o amen c
co eípondi'
das
pela
ene á el
e a
de
Deos
So o
Leono
do
Sac amé oj
moí a
o
ino
do
eu
engenho,
&
igualmen e
o
o o
da
e a
dc
Deos
deíempenhadoiík
íe
o
mayo
ex emo
dei as
inezas,
hC
aze
Ch i o,
que
pa eça
ob igaçaõ
de
ju iça,
o
que
e a
do*'
çaó
g a ui a,pa a
li a
da
mayo
pen aõ,que
com igo
az
hü
bene icio,que
hs
a
di ida
do
ag adecimen o^o
ele ado
de eS
di cu oí
di cu òs
e
az
ãoju o
ac édo
do
applau a
de
odos,
que
lhe
aõ
de idos
deju iça
os
elogios,que
pa a
ou os
íó
pode-
iaõ
e
enca ecimen os
da
liíonja:]
odos
os
q
le em
e e
Se *
mão, ó
hCia
queyxa
pódem
o ma
do
eu
Au ho ,&
he,
q
não
dèàeílampa
os
muy os
que
em
dado
a
luz
;
mas
como
o
Sa¬
c amen o,
quede ehe
oobje&o,
he
cópendiodosmaismy -
e ios,neíi
e
Se mão,como
em
compendio
,dà
o euAu ho
a
conhece
a
agudeza,di c ição,
elegância
,
&
e udição
de
que
e ãoel
°J
a
dososmuy oscom
que
au ho izouos
p incipaes
púlpi os
del a
Mona chia
5
&
endo
e e
Sac amen o
my e io
po
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Fé,
que
de
ua
na u eza
em
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ca
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,
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Dou o
Máximo
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Ca liodo o:
Re olu is
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Ma umnodisjíá ea in elligi^ nazniwi
a canmn
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ó
que
o
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Lisboa,
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Je us
18.de
Julho
de
1717.
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•
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Ode- e
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o
Se mão
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do
Paço.
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SENHOR.
P
O
mandado
de
V.Mage ade
í
o
Se mão
do
San i ll
mo
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que
o
P.M.F .
Manoel
de
S.
Joíep
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o
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a
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expe ação,
que
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de
ão
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P egado
,
jà
en ão
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pe io
a
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os
P egado es,
que
po
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depois
com
plau i’
el
conco dia
lhe
cede aõ
a
p imaíia
no
go e no,
pa a
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pio
de
odos
os
mais
,
que
lhe
pód m
cede
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palma
no
púlpi o.
Job
de eja a
,
que
e
e c e eílem
,
&
imp imi le
^hum
li o
os
íeus
Se mões:
o
Au ho
ne eíó
Se mão
deyx*
imp imi
hum
g ande
li o
e c i o,
não,como
odeJob,coiH
e ylo
de
e o
,
mas
de
ou o;
nãoío
pelap ecio a
a luenci*
de
iua
e udição,
6c
elegancia*
mas
po que
em
pequena
quan
-
idadc,
como
ou o,
nosdà ub ãcia
demuy o
p eço,
inciui l'
doem
hum
ó
Se mão
es
Panegy icos,
hum
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o
e
cey o,
não
in en ado,
mas
nem
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menos
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as
licenças
do
San o
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cio,
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depois
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Lisboa
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3.
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1717.
Co ia»
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Pe ey a,
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0
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-
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me
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po que
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o
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Sac amen o.
o
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e
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com
aquelle
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,&
pa a
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lhe
co eíponde
•,
po que
e
elle
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he
aman e
ão
ino,que
dan¬
do
udo,
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dandoTe
a
i
me mo,
mo a
e
elle
o
ob igado.
So o
Leono
cambem
ie
de ia
mo a
ob igada
aindaquã-
do
oda
e
lhe
o e ecia)pa a
co eíponde
àquelJa
ineza
,
6c
po
i iocom
aquelle
E poío
ão
unida,que
pa ece
iden i ica-
da,pois
édoella
Leono
do
Sac amé o,
icou
endo
eu
aquel-
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Senho
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:
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me
mane ,&c.
A
egunda
ineza
que
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alli
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Senho
íac amen ado.
he
da íe
aos
homens
em
íu en o:
Ca o
mea
e e
eH
cibus
dnguismeus e ee lpo us
$
8c
hee ia ineza
ãoex emo a’que
achou
o
Dou o
illuminado, o a
eí a
a
maise upenda
ineza:
(g am li penda,
qnkmqne
ine abilis
e
e ga
nos
cha ilas
lliuL
qnahnncmodmnin eni j
di íeelle.)
Te e
azão,
po que
daí
Ueos
íuí en o
aos
homens
e a
ob igação
de
C eado :
Guia
qmda e eM
con equenüaad
^po èm
da lcellemdm acs
home sem
íu cn o,i lo
he
do
amo
omayo
ex emo.
Oue
aquelle
Senho
e
déíle
em
u
den o
aos
Anjcs
,
g ande
in za
o a,po ém
menos
pa a
admiíada,po que
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c ea u as
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pu as,
;
ma
S
que
e
de e
em
u en o
aos
homens,aos
pob es^aos
ugey os
mais
yis,8c
bayxos,
i io
he
ccu a
aõ
ma a ilhoía
â
le a
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admi ação
oda.
Di iè»o
meu
Aneelico
•
n
»
m abihs
iM&nduca
DoninÚ,paupe Jeí
zus&
humilis
c
e
í
*
ce
mais
a
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na
(ingula idade
com
que
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deu
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nos
d
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po que
quando
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omouopãoem
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“
kc amen.
u da
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boca,o
que
nos
da a
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e
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Sup.cap*
4.. ia».
Ma h.
17.
GicaJ.
o
A
Lap.
h c.
10
Semaõ
&
po que
não’cuydem,qiie
i o
omen e
he
di o,ou i áóago*
a
ao
meímo
Ch i o,que
me
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undamen o
:Non
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pane
i i
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elle
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demonio
) edin
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e bo
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de
o eVei.Que
dize :Não
òcon i
e
o
íu ê o
do
ho«
meai
no
pão, enão
nas
pala as
queíabem
da
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de
Deos.
(
Jà
abem,que
Deos
não
em
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aílim
íede em
en ende
as
pala as
queha iãode
ahi
da
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deCh d
jjQüe
pala*
ase as oííem,dizoíapien iílimo
A
Lapide,que
o ãoasda
coníag ação,
median e
as
quaes
e
dà
a
íi
me mo
ac a
men a*
do:
Se
d
in
omni
e bojd
e >Ch iJlo
%
eip o
uaque
ca ne
,&
Ve
a ein
E cha i lia.Temoslogo^ue
o
manja
que
Ch i onos
dànaquella
Me a,pa a
no
lo
ha e
de
da
o
i ou
da
íuaboca,'
&
hee eexce Todacha idade ãoex emo o,queme
a e o
a
dize
az
mais
he oico
o
amo
de
Ch i o
naquelle
Sac amé o»
Chega ão
em
Capha naú
a
S.Ped o
hüs
endey os
ão
cu i os,comoqueyxoíos,
deq
Ch i o
lhes
não
paga a
o
ij*
bu o,que
a
Ce a
paga ão
odos
os
po os,
&
o
ameaça ão,
4
c
não
quizeííe
paga
po
g aça,o
ob iga ilo
a
paga
po
juí
1
'
ça:
quee aca ade
gen e,
nem
a
hum
Ch i o
pe doa.)
P
e #
gun ou
Ch i o
aos
Diícipulos,
íob eque
e a
oli igio
,
S
d'
zendolhe,que
e a
ob e
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o
ibu o
a
Ce a
,
mandou
Ch i o
a
S.Ped o, oííe
logo
ao
ma ,S
lançaííeo eu
anzol,
4
nelleha ia
de i a hum
peyxe,em
cuja
boca
ha ia
de
achai
com
que
ía is aze
o
ibu o,S
paga ia
po ambos.*
Va
eis
p o
ne & e.Q
Abulen eque ,que
não o
po
Ch i o,&
Ped o
o’
io
os
endey os
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cambem
pelos
mais
Diícipulos:
P oJingulis
Apo olis
olu um
m
.
Deyxo
o
muy o
que
aqui
podia
dize
ne e
paíío,S
ou
ao
que
me
chama
o
dou iílimo
A
Lapide
com
hum
eu
di o
$
po que
diíTe,que
nel a
occa iã
0
ob à a
Ch i o
hum
ado
he oico
:
Ch i us
hícelicui
a ium
he*
m WW^Con eíTo^ue
o
não
en endo;
po que
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ô
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oico
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de
paga
,
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na
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do
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X
e
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c
pódem
chama
he oicas
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po que
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Ch i o
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j
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iça
paga
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de
Deos.&c
paga
a
Ge a .o
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Ce a :
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io
qua im
Ca a is,C e a i,&qna un
Dei,
Deo-,(&i
não
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chama e
acçao
he oica.aquella
que
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pode
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o
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não
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nenhum
olie
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po
he oico
:
logo
que
Angula idade
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ne e.ou
com
que
undamen o
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Lapide
Ch i o
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occa iáo
ob à a
hum
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he oico
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Ch i u
j
u
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E
u
con e lb
não
oube a
e ponde ,
e
me
não
dè a
luz
pa a
a
epo a
o
meu
Hugo
Ca deal.Diz
dle.que
e e V
xe.que
pe cou
S.Ped o.e a
igu a i amen e
o
meimo
Ch i o*
Eump cem,
u
pnmusa iende i , ollud
e ,
Ch i um
S
j?
e'
Ch i o
nopeyxe
igu ado?
Ti ou
odinhey oda
boca
pa a
emed,a ,&
emi
aos
D. cipulos:
P o inguln
Apojiolis
íoll s.
bocao
ublidmPd.ga- e.que
nelía
occa iáo
ob ou
Ch i o
h i
ado
he oico.que
e
aquillo
e
chama
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ó
excede
o no
doo dina io.ie eia.que
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mais
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ma.sexT e'
mo a,con i
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Se naü
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com
ano icia,de
que
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companhia
e a a
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moço,
que
inha
cinco
pães,5c
douspeyxes*
mas
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e
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da,pa a
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nãoob an e,
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Ch ií o
os
pães
nas
mãos,8c
de
al
modo
e
mul iplica ão*
que
odos
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mais
não
que e ,
8c
doze
alco as
obejà ão,
que
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ca o.En ão
ago a
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a
a e igua
quem
oy
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moço,que
deu
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8c
os
pey*
xes
pa a
come em
os
amin os.
Muy os
dizem,
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S.
çal;
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dou ií imo
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diz,
que
e e
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Fue
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Moy es.
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podia
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Moy és,que
i eo
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E c i a,podia
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paó
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Ç
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Ley
da
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que
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Limbo
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podia
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podia
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Vice-
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nomeado:
Co#
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e
DeumFha aonisSò
hum
ugey o
da
ca ne
jà
de pidu»
ouhum
homem
di inizado,podiaob a al
ex emo
,qual
n
o
i a
o
paò
da
boca
p óp ia
,
pa a
emedia
a
necel ida
^
alheyâi8c
com
azão,po que
pedindo
a
boa
o dem
da
cha ida
de
começa
po
i:
Imipi
k
ip a,
h
a e
quem
co e
po
i,
po
emedia
a
ou o,i o
he
an eende
a
cha idade
humana»
8c
mo a
hüa
cha idade
di ina
:
E i
pue
&be
qui
que
panes.
p
ue
e
i
Moy es.Con i io
e
Deum
Pha aon s.
A*
i a
do
que
enho
di o,que
que em
ago a
que
diga
^
ene á el
Mad e
So o
Leono
do
Sac amen o
,
íenão
q
P*.
eee
compe iocom
a
ineza
do eu
E po o
íac amen ado?p^;
e
elle
i ou
da
ua
boca
o
manja
que
nos
dà
naquclla
M
e
So o
Leono
não
ioda a
aos
pob es
quan o
inha,
8c
<
l
ua
^
s
em
hum
o o
ao
San i imo
Sac amen o
.
j-j
eus
pa en es
lhe
da ão,(que
não
e a
pouco) enaõ
inda
aquiU
lo
me mo
q
inha
pa a
come ,o
i a a
da
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pa a
emedia
as
neceílidadesdaquellcs,que
ao
Mo ey o
hiaõ
a
pedi ,
&c5
al
exce ib,quealgüa
ez
oy
neccí a io
aze
Dcos
h i
milag e
pa a
lhema a
a ome.E a
a
Mad eD.Ma ia
Roía,a
Religio a
com
quem
So o
Leono
inha
no
Mo ey o
mais
con iança*
de
o e,q
quando e
ia
maisneceíli ada,aella ó
eco ia
pe*
dindolhe
hum
bocado
de
paõ
pa ao u en o
p eci o,&
indoà>
ua
cella
pedi lho,a
empo
q
a
naõ
achou
na
cclla,
achou
nella
ó
hii
bocadinho
aõ
pequeno,qe e e
com
a
e oluçaõ
de
de .
xallo,po
naõ
e u ieien e:
po ém
con iada
em
Deos
come.
çou
a
come ,&
naõ
ó
icou
aciada,
enaõ
excedè aõ
as
íob as
a
quan idade
q
acha a.
Mas
a íim
ha ia
de
e ,
q
e
no
bãque e
dode e o
o aomais
os
obejos,que
os
pães,
q
o
moço
inha
dadojpo que
e
de aõ
a
an os
nece ii ados,&
amin osjnaõ
he
muy
o,que
ambém
ne a
occa iaò
íe
iíTe
o
paõ
mul iplicado
hüa
ez
que
oy
pa a
u en o
p eci o,de
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inha
i ado
o
ieu
da
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emedia
hüa
nece idade
alheya.
Con eíTo
d
inda
que
a
ene anda
Mad e
naõ
i e a
mais
que
e a
i ude
e a
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pa a
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em
ida
íe
ilTe
jà
beaci icada.
Naõ
ou
cuo
queodigOiDa id
odeyxou
p o ado.
Bea as
qui
in elligi
upe
egem m
,
&
paupe emói e
zUc-Eu
P ii
enho
po
homem
.nco, enho
po
bema en u ado.aqu
He
l
en endeanece idadedopob e: i oago a
mal
e
en endei
d
iíle a,qe a
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aquelle
que
emedia a
a
nece lidade
doí,.
mm o,e a a
bem;
mas
d.ze .q
de
bea o
íe
ac edi a a
aque
U
que
a
en endia:
Q u
w elhgi i
inin elligi el
pa ece
•
mi
„
mos
a
Filoío ia.que
po ella
conhece emos,o
a
ue
a é
*
que
en éde
a
nlce lidade
do ob e
dí
8
na
ua
pob eza,&
nece idade
n,
d
modo
c
c a
"
s
o mí
po que
udo
emada
■
&
k hüa
™
0
P0b C
Ch6ga
3
Ped
‘
’
>
ua
a^à
c ea u a
o
q
em
po
amo
Giij
dè:

14
Se mão
de
Deos.com
al
p odigalidade,
q
lhe
eja
neceíTa io
o
pedi ,
pa a
ha e
de
e
u en a ,he
hum
lance
de
cha idade
aó
ex-
emo o,queem
ida
achou
Da id e
lhe
podia
chama
bea o.*
Bea usquiin eíligi ,&c.
In elle usw elligendo
&
c.
Não
he
ildo
o
que
azia
So o
Leono
do
Sae amé o?
Muy-
oso e cmunhà ão,8c
o
a i mão
hoje,
po q
a iim
e
de po»
ja a
de
udo,po
acodi àsneceí idadesdosp oximos,
que e
p eci a a
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ha e
de
e
u en a *
endo
ella
a
mais
bem
p o ida
pa a
di pende .ella
e
punha
ão
pob e,que
como
pob e
e
punha
a
pedi .Logo
bem
epóde
dize .qe eexce ió
decha i a i a,a
inha
no
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bea i icada*
mas
como
não
ha ia
de
íe aííim
, e
hee e
ex emo
de
cha idade
ão
ele a*
do,que
não
pa ece
humano, enãoex emo
di ino*
não
pa ece
p ocedido
de
g aça
limi ada, enaó
de
g açain ini a?E c e e l*
do
o
A
po oloS.
Paulo
aos
eímole es
de
Co in ho,lhes
diííe
a
(•
u
#(
j
im
:
Vos
ci is
g a ia
Domim
no i
Je ii
Ch i i,
quip op e
Q
0
*
Co in .
egenus
aBuse l,cumejje
di es.
Vòs
(abeis
muy obem
a
g aç
â
de
N.S.Je u
Ch i o,que
edo
ico,po
amo
de
òs
e
ezpo*
b e.N
ão
epa o
em
que
o
ex emo
da
cha idade
de
Ch i o
>
0
deyxaíTe
pob e,Se
de udoexhau o,
po que
ninguém
igno a*
qelie
nosdeu udo(&
ba achega ada ea
i
meímo*)
oem
h
epa o
he,em
dize
o
Apo olo,qos
Co in hios
abião
muy °
bem
a
g aça
de
]e u
Ch i o
*
po q
p imey amen e
à
g aça
hc
in i i el,Sí
não
e
póde
conhece ,
&
àlem
di b
a
g aça
de
Ch o
e a
de
Ch i o,c a
de
Deos,&
Senho .
Logo
íe
e a
a
í
3
g aça
in ini a,como
podia
e conhecidaa uag aça:
Vos ciÚ*
g
aliam
De i
Sabem
como
?
pelos
eíFey
os,
po que
e
não
póde
comp ehende
a
uag açao
noí oen endimé o,pelose ey
oS
póde
conhece
a
ua
g aça.
Quaes
o ão
os
e ey
os
delia?
Diy
íe-os
o
Apo olo:
Cnm
ejje
di es,
p op e
nos
egenus
a iusi
Sendo
ico, udo
nos
deu,&
icou
pob e
;
&
ica
no
e ado
de
pob e,
íó
po
da
aos
pob es
udo
,i o
achou
o
Apo olo
e ^
húacha idade
ãoexceí i a,q
íe
não
compadecia
cõ
hüa
g a*
çalimi ada,an ese ademon açãodehüa
g aça
in ini a:/^
jci isg a iam
Diíino iJe[u
Çh ij i,quip op e
os
egenus,
em
hum
■
o o
ao
San i imo
Sac amen o.
|
,
Eu
.
®
na6
P
o(,
°
d
'
z
e
de
So o
Leono
do
Sac amê o*
<j
e e
in ini a
g aça,po que
e a
c ea u a.mas
achou
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pob eza
nella
an a
g aça,q
pelo
muy o
q
delia
ecebia,pa ecia
.n ini a
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g aça,
po q
nao
inhaõ
e mo
as
e mola,:
masa iim
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d-
íe spo q
eoque
e
dá,po
e mola
e
ecebe,nunca
le
ha ia
de
e mina
o
di pendio,po q
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de
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cõ inuoo ecibo
Ve!
e
e e
p odígio
cla o
naquelle
my e io,
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dando-Íeaíli
o.
dos
os
dias,&
a
odos,di Teq
ac amen ado
o
e
ha ia
de
d«
a e
e
acaba
o
mundo:
Ecce
ego
oUjenm im
u i,ue
ad
con um.
m
nmem *
C
uUE
po q
naô
ha
de
ha e
mais
Sac amen o,d
a é
eile empo?
Po q azao
enaõhadeda
ac amen ado, enaô
a e
o
d,a
do
Ju.zoíD ey
o
q
en endoiHe
po q
en aõ
naõ
ha
de
ha
e
a
quem
e
pol a
da ,&
al ando
ao
Senho
qué
o
eceba
o
q
em
pa ada .pa eceacaba:
U
Jque*d
con üna ionem
eculk
,
m
V
3
3
hbe
a,ldade
-
0
1
1
a
íua
cha idadeexce ll a
na-
quella
Me a.que
pa a
acia
os
pob es
i ou
aquelle
manja
da
boca,(como
.»
i aos)&
a
cha idade
da
nolía
e a
de
Deos
,
e e
ex emo
íeex endia.có
azão
dizia
eu
,
que
pa ece
hou »
compe ência
en e
Ch i o,8
So o
Leono ^do
Sac amê c!
n»
cha idade
pa a
com
os
nece ll ado
S
,
&
amin os;
po q
emô
p ommelTeaquelle
Senho
mé
'°
alli
he
penho
da
glo ia
:
i aolo i^
„
b
í
?P
°
.
3
®
e
'
i
e
aciada
pela
cha idadeexce i a q
u oucAa
3
Ve à
o
.«
Elpolounida
»»
ie
unecoasíuas
E po aspo
s
a
c
a
•
?
”
nac
l
u
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A
ce cey a
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ez‘aquel
£
nhn*
^
ni ío.
mo a le
aó
aman e
de
á
inha
"°
ac ame
n
ado
,
oy
4
e
andoalli
na
ealidadeV. o
nu
'
0P
°
no o
emedl
°»
Recoh u
mmo iapM
ms
eim
'V'
conlide a iTem
mo o:
Senho .qocon épla iemos
allí
m
P
°
C1
zaó
u
e e ua
d
u
elle
de i oiTempla
noEuangeL
W
e
'
hnd0alli
"
3
al,da
*
gcino.
òanguis
meus
c e
ej
po us,
di
ie
i6
Se mão
di leaquellô
Senho ,
q
nos
que ia
da
alli
o
eu
angue
liquido,
po q
nos
que ia
da
o
eu
angue
po á el:
Ve e
ej po us á
co»
mo
aquelle
Sac amen o
he
o
Sac amen o
das
inezas,
achou
q
nenhúa
a ia,
d
a
n
do
-mos
o
angue
liquido
de
hü
co po
i oj a-
ia
im
g ande
ineza,dãdo-nos
o
angue
liquido
de
hü
co po
ep eíen a i amcn e
mo o:&
a
azão
he
}
po q
íe
e
naõ
pode
chama
ineza/enãoaquella
acção,q
encealgúa
epugnãciaj
da
íangue
liquido
hú
co po
i o,i lb
he
na u al
j
po em
da
langue
liquido
hü
co po
mo o,
na u almé e
não
pode
ucce*
de *
&
a
lim
e a
epugnância
encida,
hea
q
em
o
nome
de
ineza,
&
po
iííoquiz
aquelle
Senho
o
conlide aíTemos
alh
mo o,
pa a
que
no
langue
po á el,&
liquido,conhece ie noS
alli
o
íeu
ex emo.
-
Con emplando
o
Dou o
Me!li luo,ogo!pe
q
a
Ch i o
de/
aõ
no
pey o,di le,q
naquella
e ida
e
ac edi a a
mais
a
u*
y
neza,po q
lhe
chamou
e ida
do
amo
po
an onoma ia
s
0
*
» / ^m.Vene oaau ho idade,masnãopon o
deyxa
dey'
anha
a
íingula idade.
As
mais
e idas
do
co po
de
Ch in
0
não
o ão
po
amo
le adas?
Não
em
du ida.Pois
como
do
lado
po
e ida
do
amo
íe
epu a
?
He
o
caio,
q
as
mais
w-
idas
de aó
angue
liquido
po
no ib
amo ,el ando
o
co po
o
i
po ém
a
e ida
do
lado
deu
angue
liquido
eí ádo
jà
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co?
po
mo o:C
7
/
ide un eum
am
mo uum
%
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la cea
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j*
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i
&
c
on inuo
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achou
o
Dou o
li luo,q
da
angue
liquido
hü
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,
i i o
não
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mo,
po q
e a
na u al
no
co po*
po ém
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hum
co po
mo í
angue
liquido,
i lb
ò
e a
do
amo
ex emo,
po
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na u cí
con a io
:
J/ulnus
am s
•
Quem
não
di à
jà,
q
So o
Leono
do
Sac amé o
oy
em
u
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inezas
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pois
^
oda
e ia
e a,q
do
leu
co po
depois
de
qua é a
ho as
mo
íahio
ãgue
aõ
liquido,como
íee i e a
animado Todoso
j*
bem
,
Ô
c
o
a
ngue
cm
alguns
lenços
inda
hojeexiíle*q
íenãol^'
ou.noCái a Joquem
coihelle
o
íangue
do
lado
d
.cQhli iPg y
em
’
o o
< o
San i imo
Sac amen o.
1
7
b*«
ceo
»
Vi gemM. iâ
Senho a
noíTa
:
Biaía
V go
Kuha
e e
enhacoll gi ,
c^io
nao
al ou
ambém
ne e
Mo ey o
.
quem
en opa e
nelie^"'-
hum
lenço,
quando
pelos
golpes
de
hüa
lance a
lahio,
e
n-
do
pa a
e
en e a
no
Cap. ulo.
Muy as
di lè enças
hou e
em
hum,
&
ou o
golpe,
&
ha
ambém
em
hum.&
ou o
ían.
gue.Nos
golpes,
po que
odolado
de
Ch i o
deu-o
o
odio
enganado,
&
o
de
So o
leono
deu.ooamo
pa a
de enga-
n
o
;
o
d
e
Ch i o
oy
íey ocom
hüa
lança,o
de
So o
í
eono
com
hüa
lance a*
o
de
Ch i o
pa a
e
mani
a
aquelle
my -
e io:
VeU e e
Ck i li
exie un
Sac amen a
,
o
de
So o
Leo¬
no
pa a
íe
ac edi a
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Mo ey o;
o
íangue
de
Ch i o
pa.
a
emedio
do
mundo
od
•
Redem
jli
nos
Deus
in
nguine
o,
o
íangue
de
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Leono ,
pa a
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dc
alguns
en«
e mos, pois
a i maõ
peíloas
idedignas,
que
alguns
que
be-
bè
óagoa
,em
que
o
lenço
anguinolemo
íe
inha
me ido
em
mais
ou o
medicamen o
li à aõ.,»
F o e o
ne e
,
6c
nos
mais
caibs,o
meímo
que
p o eíleyno
exo dio
de eV.
íump o,
&
que
naõ
aço
equipa
ancia
de
hum
,6c
ou o
an.
gue,
po que
o
de
Ch i o
he
no
alo
in ini o
,
6c
o
de
So o
Leono
na
i ude
limi ado,6c
debayxo
de e
p o e o,
e
de¬
e
en ende
udo
aquillo
que
en a
ne e
diícu ío
*
pois
a
emulaçaõ
nas
inezas,
naôhe
mais
que
po
emelhança
*
6c
e
e a
no anguede
Abel,
6c
o
de
Ch i o
naõ
oy
censu ada
pois
di ie
O igenes,
que
i e aõ
ua
emelhança
:
Samms
C
Y
M
Abel
ypus
ui angums
Ch i i
,
e
a
me
na
ce e
o
u„g
Ue
dí,‘
u
-
d
e
lo eph,
c
omo
d.íTe
San o
Amb o io
:
ldem
igm ica
L-
«•'
g s
Jo eph,
qui
exqum u
j&
0
dejob
como
eic e eo
a
luz*"*
3
^ in
0
,
80
?
1
?
-
^k^ca angmjobnon
ope-
undus
,
&
inalmen e
(o
q
hemaisj
e
naõ
.nci eo
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cen u a
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indecência,d.ze e.queo ang
ue
do
no ilho,
do
co dey o.
&odohi co
i e a
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ode
Ch . o
lene hança
,
&
dei-
le
oy
mani eí a
igu a, ó
a
igno ância
pode á
ago a
eí a-
nna ,
aquillo
que
eu
ne e
pon o
di e .
Vamos
ago a
ao
pon»
D
No
Nam.
5
o
*
24
Se mão
ene á el
Mad e
e a
p omeíTa,
de
applaudí
aquellè
Sá*
nho
ac amen ado
com
odas
as
demon açôes
e i as,dey»
xou
pa a
an os
annos
em
a
a is aze ,
( endo
que
em
muy*
as
que
ez
emp e eexpe imen ou
pon ual;
&
não
me
deu
pouco
em
que
en ende ,
a
cau a
que
ha e ia
pa a
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ene an*
da
Mad e
al a :
po ém
lendo
o
capi ulo
in a
dos
Nume¬
os,
pa eceme
que
de cob i
nelle
a
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:
Mulie
qiu>
e
l)
domo
pa is
ii
,
i
quidquam
o e i
( i
pa e
acuen
,
^
0Í
ea
e i )
i
au emcon adixe i
pa e
,
o 4
i i a
e un
,
&
no#
enebi u
pon ioni.
A
mulhe
dilTe
Deosa
Moy és)
quee a l'
doemca a
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íeu
pay,p ome e ,ou
o a
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g
íía
couíaaDeo*»
e
o
pay
con en i
na
p omeíTa,
ica a
à
a is açaõ
ob igada
í
po ém
e
o
pay
naõ
con en i ,
ica á
de ob igada
da
p omel^'
E a
e a
a
de e minação
da
I
ey
an iga.
Ago a
jà
en endo
a
a,po q
So o
Leono
de ia
de
al a
à
p ome a.Naõ
oye *
de
aze
àquelje
Senho
ac amen ado
húa
e la
com
a
mayo
pompa?
húa
e acom
oda
a
magni icência
?
hum
appla d
0
e i oa odoocu o,&
di pendio,
e
cila
aqui
p o eiTa le
0
e ado
Religio o?
Aílim oy.
Não
icou
ella
pela
p o i íaó
i'
lha
de
meu
Se á ico
Pad e
S.F anci co?
He
ce o.
Ago a
ò *
gaô
me, econ en i ia
o
Pay
pob e
po
an onoma ia,
q
h *
ilha
ua
izeíle aó
coníide a eis
de pezas
?
Pa ece
que
naôí
po que
c
o
me mo
Ch i o
po
e
pob e,
que endo
celeb ai'
le
ac amen ado,
comme eo
as
de pezas
,
S
o na os
a
huíU
homem
nob e
,5c
ico,
íò
a
im
de
da
o
exemplo
:
Ip e
o c
di
obis
Camac ilu n
g ande
a um
:
meu
Se á ico
Pad e»
que
o
imi ou
na
pob eza,
naõ
ha ia
de
que e ,
que
So o
Leono
ize i e
eda
aõ
cu o a*
&
aí im
à
imi açaõ
do
cjj
E poío,comme eo
e e
de empenho
a
hum
aman e
íob i*
nho,
que
em
epa o
em
de pezas,
&
com
gene o iJade
Ca alhey o
,
ez
a
e a
com
o
luzímen o,
que
e emunhao
os
noííos
olhos.
Logo
naõ
al ou
a
ene anda
Mad e
em
u*
is aze
jo
Pay
que
ene a a
,
6c
imi a a.
oy
o
que
a
ez
alca ,
po que
naõ
qusb aííe
a
Ley,
quando
aliãs
Ine
uaoUl,
Ea a.qusm
po
ella
a
poiu a«s az; ,
U
com
an o
CÍ
P
1
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bu n
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do ;
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do
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mas
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«
San i mo
Sac amen o.
i
,
e e
Ca alhey o
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e
g
ado
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l
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meí
„
mo
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bem
e
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*
poi
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4
a
p ome la,
a
i
meímo
am-
ninpuem az
mais
hon ado
^
d
°
,
de a
Co e
anímon ana
>
me
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papel
>
que
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Pe loa.
O
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De
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o
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g andes
banque es
no
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Ma heos,
&
o
Euang
e
li
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I
no cia
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Euangeli -
que eomeímonaopiniãodemuy os
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&
endo
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*
célico
,
aó
muy
de iguaes
os
c édi os
da
nuJíi
Dcu o
le ão}
po que
o
que
e e e
S.
Lucas,
diz
au*e
qUG
c
,
s
hoi em
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Homo
q iidam
eci
cwnamm
™
hu
£
o
que
e e e
S.
Ma heos,
diz
que
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ize a
hu^
S
&
magni ico
:
Homni
Regi
qui
eci
nup ias
.
O
que
uoJo
pe gun o
:
Po
en u a
ne es
banque es
,
os
manja es
o ão
de
díí e en es
qualidades
?
Não
.
po que
como
jà
di le
os
guizados
o ão
os
meímos.
Pois
íe
o ão
iguaes
,
&
abun,
dan es,
como
diz
S.
Lucas,
que
quem
deu
o
p ime odbC
hum
homem
o diná io
:
Homo
quidam?
&
o
egundo
diz
i
Ma heos,
que
o
deu
hum
P incipe
gene o o:
Hon iniRe/i
Heoca o.queo
pnmey o
homem
(&
na
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emm ol
ez
o
banque e
po
ob igação
p óp ia
com
q ie
íe
acha a
g
o egundo
na
qualidade
pnmey o)
e2
0
banque e
lí
alheyo
,
.do
íó
o
az
quem
he
P íncipe
quem,
Penho
gene oío:
Homini
Regiam
eci
m
m i o
m
Não'"'"?
0
cooluga ,
po que
naoneceíli
a
d
e
anni.
-
Íí
a
o
a
P
P
b*
com
dize
,que
o
e ejo
não
ó
i
C
a
com
^j
0
'
^
oncluo
íenão
ambém
com
g andes
in e e le*
„
C edl
'
os
g andes
,
daMad elhep ome eoaelI .
„
cs
>
po que
e
a
ene an.
lhe
não
ha ia
de
al a
com
Vendo
-
í
e
dian e
deDeos,
ago a
o
a à
melho ,
endo
a
,‘
me ceíl
a
õ
mais
empenhada,
.
endo
de empenhada
a
ua
p ome la,
E
&
i
6
Se mib
&
he
de
azão,
que
a
quem
lhe
deu
ão
p imo o a
a is açío
na
e a
,dè
cambem
la ís ação’
à
pala a
Leono
do
Sac a*
men o
là
na
glo ia
iQuânmhii
&
obis
,
&c.
LAUS
D
E
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Bea iíj mee
Vi