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Serman em hum desempenho votivo ao SS. Sacramento, estando exposto, pregado no Mosteyro de Santa Clara de Villa-Real

Manoel de San Joseph, (O.P.)

Full text

SERMAM em hum desempenho o i o A O SS. SACRAMENTO. ESTANDO EXPOSTO, PREGADO S (o 7 íojlej o de San a Cla a de Villa-%eal 'ELO P. F . M A N O E L DE S.JOSEPH, •P egado gé al,&P e en ado em San a Theologia, * da O dem dos P egado es. LISBOA OCCIDENTAL, N* O icinade PASCOAL D A SYLVAj _ Im P e lb de Sua Mage ade. M * DCCXVII. Co»» odas as licenças nece ia ias. I * ‘ 1 Vi • * - < . , : l . .. :l *. ■ •CV. o cnz - CA T/ : V * W ± ... . . • «OYo-, ' i . o •- *1 -j " T < ' • 1 ' -j • ' . i ; • ‘ * • • - . V ^ . " "H J " ' : ' , * ^ D L' - --~ ■ -* . . . ' iuZsL^:.:..... • T ::odg .m ' - j - : ’Vc-' . 1 i: V i .... > <o « ?<*• « i» « « i» « o. o| *0.: o| I* o| a> -ol a. 5», LICENCAS D Da Religião. M.R.P.PROVINC1AL O B edece -doào demde V.P.M.R.li oSe maÓ.que p é. gou o R.P. P egado ge al F .Manoel deS.Jo eph.P e- en adona (ag ada Theologia, P io que oy íeis ezes dos p incipaes Con en os del a P o incia.Sec e a io della.S eu p ocu ado naCu iaRomana.no Mo ey o de San a Cla a de Villa Real,em hum de ei penho o i oao San i imo Sa» c amen o.el andoe e mani e o.Ea im pela ma é ia de oue a a,comopelode empenhocom que ob eella diíco e me pa ece muy as ezes digno de pelo p elo ahi a luz. Pela ma¬ é ia , pois nelle e e e no modo po i el as i uo as acções da ene á el e a de Deos So o Leono do Sac amen o, Reli. eio e p o e a n ome moMo ey o .ac edi adascom a o es do Ceo,(quan o humanamen e podemos en ende )& naó e a azao, quee as e epul a em odas no e quecimen o • mas im, que i eRem na noíTa lemb ança , pa a íe i em a ’odo dee X emplo, an oma,se icazempe uadi . quan o mais dos no lbs dias. Também pelo engenho com que o Au ho nellas di co e.pa a que polTa e i de no ma aos mais P egado es em emelhan es empenhos ; po , s ne e Se maõ acha aõ es di cu os i ados do kuangelho em inUn^.o u es com o malidade,o nados deconce o" n' í P °k& ul ^ o s dos com ex os excellen es, p ° Va * p ias.8í pala as genuínas Finalm» ? d / Ç o es mu y p o " cou aalgiia pa a (e g andl& aín " " <l u e lhe j a i e allandoa emelhan e in en o C » ü w d ° 0 ' u , qui an is i ulis opp oba us idlul i < e cen u am ju opom* boa Occiden al 8.de Lyode y y I ° h e ° q Ue in °' L l ’ F . Ped o Mon ey o. Ai) Fo Caí ioelJ Eunod, lib.7. cj 19 - P O o dem de V.P.M.R.li o Se maõ,que no Mo ey o de San a Cla a de Villa Real, p egou o M.R.P. F . M a n oel de SJo eph,P ègado gè al, & P eíé ado em a ag ada Theo- logia,em humdeíempenho o i o ao San i limo Sac amen o, ellandoe e mani eí o. E uppo o,que pa a eu aze juizo do Se mão,naõ e a nece ía io mais,do que le o nome do Au ho , po que jà com a Uni e idade de Coimb a e a a con enci» do, de que o eu g ande alen o na cè a pa a enche o luga do púlpi o: cau a po que e p eci ou naquella g ande A henas de Po ugal a an a Ca a da Mi e ico dia a e e niza nas e ã - pas po não pode nas E ellas)alguns dos eus Se mões,que^ e indode Magií e io pa a os cculos u u os, e emunha a juí iça com que o eípey à a como a eu O áculo nos empos pa iados. Com udo, endome ago a en e mãos com e e g ande pa ¬ o do engenho do Au ho ,& naõ podendo o ma juizo di e » ío, do que jà inha o mado* quee a he a na u eza dos g an* des Mel es, ou g andes ios, naõ lhe pode o mundo de eo- b i menos, íenaõ udo mais em odos os eus e ados,como a * e e ou do io Nilo Lucano lib. í o . Nec liqui popul spa u n e Nile ide e , d c.achey,queoqueíópodiadepo a V.P.M R» com e dade, e a o a íomb o, & a lu pen aõ em que me dey- xou a emp e admi a el P o idencia de Deos , qual oy aí ze uos pa a a Co e hõa Ob a, que e dadey amen e lhe e a« a oubada, po não pode cabe na capacidade de hüa Villa, ago a p op iamen e Real,depois que e e a o una de ou i hum aõ Regio P ègado . Do Pad e An onio Viey a, aquelle g ande A o do i ma¬ men o da Companhia de |e u, di ie alguém,bem o podiaõ dize odos) que os eus eíc i os o aó occupaçaó da ama cõ í pplauloem dous mundos,Eu opa,6c Ame ica. De e pois V* P.íVl. R . m a n d a íe imp imalogoeíle Se maõ ne e g ãdeEm - po io do mundo,qual he Lisboa,aí im como mandà aõ jà íeuS an ece lb es, íe imp imi ie ou o cm ou o Empo io do mun' do,qual heCoimb aj pa a que Uni e idade, & Co e, Co - elãcs, & Acadêmicos, quaes ou os Soldados de Gedeaõ , le ; andoem hüa naÕ neí e papel a luz, & em ou a o cla im,e i' chaõ, & occupem ,naõ ó osdous mundos.mas do mundo as uas qua o pa es com o alen o de e g ande homem , capa¬ cidade, engenho, & o una de e g ande P egado . E e o meu pa ece : V.P.M.R. a à o que o e ido. S. Domingos de Lisboa io.de May o de 1717. O Dou o F . An onio do Sac amen o,P io . V I as as in o mações acima, damos licença pa a e e Se ¬ mão ep e en a na Meia do San o Oí icio ,& e pode imp imi * p ecedendo as mais diligencias neceí a ias. S.Do. mingos de Lisboa aos 12.de May o de 1717. F . Doming os de San o Thomà s, P io P o incial. «I i 0, «! 0, «§ 0, «§ » «§ » i «1 » «I I» «I «i « I» » Do San o Oí icio. eminen íssimo senho . E S e Se maõ naô con ém cou a algúa, que epugne à noí- a San a Fè, 8 bons co umes; pelo que me pa ece mu digno de ahi a luz.como pa o elici llmo do g áde engenho e udição.8c le as de eu Au ho . V.Eminencia manda á o que’ o e ido. Lisboa Occiden al, icCoiig egaçaÔ do ü a o io 13.de Julho de 1717. Manoel Ribey o. P EMINENTÍSSIMO SENHOR O mandado de V.Eminencia li e e Se maõ, què no de - empenho de hum o o ao San i íi mo Q,,.,. "° . gou o M.R.P.F .Mauoel deS lo ení, P ° &ac ame ? 0 P * e P e en ado na ag ada TheoloeL ’ ,cga ^ o S « al ' & Me4 P io P o incial dae cla ecidi ima O.A P cí j :n e p d , ? n ; 1,mo c ln i iilnJh* p 1 ' ) ^ < ? •men e a is ey o: com azaõ Io- g * egado gè al aõ ingula P ègado , que de Aiij odos odos pode e Me e,equi ocando a Cadey a com o Pulpi- onoace o com queexplica os pon os da Theologia mais p o undos > endo ilho de hüa Religião, de quem he aõ p o» p iojcomo i ula oappellido de P egado es,que pa a muy os he o appella i o.elíe o indi ídua,& az aõ p op io eu,como quem en e odos e ingula iza , na agudeza com que in en- a,madu eza com que di co e,e idencia com que p o a,p oa p iedade com que alla,e icaciacom que conclue. Alèm de ou os emp egos da p imey a uppoíiçaõ,emque a ua Religiaõoccupouo eu g ande alen o, íeis ezes oy P io dos p incipaes Con en os de e Reyno,& em odos p a¬ icando em i,& nos eus,as maximas mais ace adas do zelo, j &ob e ancia eligio a } ac edi andojun amen eos Púlpi os, • em odos deyxoueí ampado hüadequado exempla de P c* lado dos P egado es, a quem odos ao p e en e econhecem po Í ip2 io ,dandolhecomuni e íal ap plau o, £ u o de húa aõ admi a el,como eligio a conco dia) a p imada,que com* igo az o ele ado i ulo de P io P o incial de odos os P e¬ gado es jmoí ando a odas as luzes a genuína de cendencia com que pa icipa os e plando es do meu g ade Pad e S.Do¬ mingos,a quem o aó aõna u aes os ayos ,que an es de a* hi aluz, jà de e a a e as, endo po p ecu o esdo eü naícimen oa esSoeSjSc ou as an as Luas,como diz Palme- io, pa a mo a , que naícido hum íó Domingos, obeja aó luzes pa a o mundo odo. Na p op iedade com que di co e ob e o al iílimo my e* io do Sac amen o,p o a a legi ima i mandade com o Sol da9 Eícholas , e manando (eus di cu os com os dogmas do An* gelicoThomàs: nas es inezas de Ch i o na Sac amen o, undamen o dos (eus di cu os,p inio o amen c co eípondi' das pela ene á el e a de Deos So o Leono do Sac amé oj moí a o ino do eu engenho, & igualmen e o o o da e a dc Deos deíempenhadoiík íe o mayo ex emo dei as inezas, hC aze Ch i o, que pa eça ob igaçaõ de ju iça, o que e a do*' çaó g a ui a,pa a li a da mayo pen aõ,que com igo az hü bene icio,que hs a di ida do ag adecimen o^o ele ado de eS di cu oí di cu òs e az ãoju o ac édo do applau a de odos, que lhe aõ de idos deju iça os elogios,que pa a ou os íó pode- iaõ e enca ecimen os da liíonja:] odos os q le em e e Se * mão, ó hCia queyxa pódem o ma do eu Au ho ,& he, q não dèàeílampa os muy os que em dado a luz ; mas como o Sa¬ c amen o, quede ehe oobje&o, he cópendiodosmaismy - e ios,neíi e Se mão,como em compendio ,dà o euAu ho a conhece a agudeza,di c ição, elegância , & e udição de que e ãoel °J a dososmuy oscom que au ho izouos p incipaes púlpi os del a Mona chia 5 & endo e e Sac amen o my e io po an onoma iade Fé, que de ua na u eza em oíe e eu a, ex{^ ca ' e com an a cla eza^ue me ob iga a que epi a , o q do Dou o Máximo diílé o g ande Ca liodo o: Re olu is anig- Ee cj: Ma umnodisjíá ea in elligi^ nazniwi a canmn cahjlis Re° y }"* gishimams en ibus p iusVoho ape iâ : com e ylo ão cla o, cdl ‘ c ** & não ulga , eda a conhece o p imo da a e ccnciona o* ia ne e Se mão,que àlem de e em udo con o me àexpo- íiçãodos San os Pad es,& cn idosda ag ada E c i u a s p a a ni el,& modello po onde íe po laõ egula os que quize em p ega com u o, &: applau o; ó julgo ede e da aop eln pa a que po Ta i a no icia de odos V .Eminência manda á ó que o e ido. Lisboa, Collegio de San o An aó da CV,m^ nbia de Je us 18.de Julho de 1717. * Co a P a * . • • o - Hen ique de Ca alho. Ode- e imp imi o Se mão de que a a e a pe ição *, depois de nip e lò o na á pa a e con e i . & da I ’ K o p d”s.T,‘Ã" i q o, ‘ Lisb “ Rib y e. e*» 0 < • )oO diná io. P imp„abTo P ™ à '* J ' p<,is d ‘ Ça do o. Dü ■ 0'^o'i 0 ^ I» 4 » <1 » 4. lo : o? !» « ?» « &> 4 » o| §» i Do De emba go do Paço. AP PROVA ÇAM. SENHOR. P O mandado de V.Mage ade í o Se mão do San i ll mo Sac amen o,em que o P.M.F . Manoel de S. Joíep não íó deíempenhou o an igo o o da V. M. So o Leono dí Ta o a* mas ambém ( o que e a mais di icul o o ) a g ande expe ação, que ha ia de ão g ande P egado , jà en ão u‘ pe io a odos os P egado es, que po i lb depois com plau i’ el conco dia lhe cede aõ a p imaíia no go e no, pa a exe l' pio de odos os mais , que lhe pód m cede a palma no púlpi o. Job de eja a , que e e c e eílem , & imp imi le ^hum li o os íeus Se mões: o Au ho ne eíó Se mão deyx* imp imi hum g ande li o e c i o, não,como odeJob,coiH e ylo de e o , mas de ou o; nãoío pelap ecio a a luenci* de iua e udição, 6c elegancia* mas po que em pequena quan - idadc, como ou o, nosdà ub ãcia demuy o p eço, inciui l' doem hum ó Se mão es Panegy icos, hum do Sac amen' o, ou o da ene á el íe a de Deos, que ez o o o , & o e cey o, não in en ado, mas nem po í lo menos illu e,do meí mo Au ho ,que lo n í a,como nas mais ob as íuas,póde ach l o lou o que me ece. Pa a que o enha na admi ação de odo* he juí o quee e Se maõ íe imp ima. V. Mageí ade manda o que o e ido. Lisboa Occiden al 3 í.de J ulho de 1717. Ped o Al a ez . Q U e e po ía imp imi , idas as licenças do San o O cio, 6c O diná io ,& depois de imp eílo o ne à pa a e con e i 16c axa , 6c em iíío não co e á. Lisboa 0 ciden al 3. de Ago ode 1717. Co ia» Bo elho. Pe ey a, Oli ey a . No onha• ln me m *ne , & ego ' m 0 . Joan.Ó.cap. «INDO os Panegy icos odos o denados a lou¬ a i udes,& mani e a a£ os he oicos, ( Se* nno j alguns ha pelas uas ci cun ancias aõ íu* biacs,que nas admi ações do ilencio ó pódem gaa iBSH iSJ * e e xp e Tados } po que ha ma é ias aõ ele a¬ das, que as me mas explicações as deyxão mais oí endidas.po íe naõ ajuda em as excellencias da ua g ande¬ za 6 as men u as da Rhe o ica.Con dToue a e dade aquel. le que no mundo e e e po mais elegan e,& mais cien e: Su. pe omnes docen es me m ellexi ■ po que em ce a occa iaõ diíT- que o ^encio mais p o undo,e a o Panegy ico mais ajudado • o . emos endo. E a oempenho de Da id neí?a o--l ia'h”'* acçao de g aças, as quaes (diz o npn u„ " d o^aíiao hua e P almo; que a Deos as de em* Jl í 8 ° C ,? mmen 0 de ’ ey oa]gúa e i âdadhesdeu o m 4 mo- aqUe CS qus end ° na a ol a : lllisquibus IWc a a ■ moi:>en » o auxilio pa a co - g anas e e n,&hm^ à £X g aças hum o o • TibimJ j., 1 ' h aacau( a de a acçaode ha ia de e a is è oem j u ™ ,lm > 4 endo ey o em Siaõ, u alem ; & que odoe cl^ a: R ii n l o umm *** hum o o do e l-ad . B .°“M l z 0 me mo Hugo , que o a i elig.o o, no qual e p oíeílaõ es eou« B as. $ Se mão os in o únios de oubada,8c as c uel Jades de e ida: Su iüi ji ape i em dile o meo^ua i i illum , in ene nn me ioles , pe cu je un ne, nle m pallm n m im. Cõ cíTo naó en endo as incohe encias dei a E po a.Naô e aeíla a me ma que con ei' a a que mo ia de amo es pelo eu E po o ? Naõ e a a mei' maquepediaa odas as q encõc a a.que e i iTem o eu Ama' do,lhediíTe em,quea uaauíencia a inha en e ma no cy o< EllaodiíTe: Aâjn o os ilia H mi alew i in en n s dile «m> dici e ei , quia nmon langueo.Voxs e de eja a an o a ua p eíen* 1 ça,como lhe naõab io a po a quando ellea buí ca a? E W poí olhe naoquiz ab i ? como logo o oy buíca ? Sena W achaque de mulhe , que e nega quando pe endida, & bu depois de deyxada ? NaÓ po ce o; po que ií o naõ o W ] de aze hüa Alma,que e a San a, a hum Deos que a bu e* pa a E poía. Logo que my e io podia ha e ,em naó lhe q'*, e ab i ,8c logo bu callo * Eu o di ey.Anda aõ eí esdous po os em compe ência amo oía, ob e qual dellcs ha ia de * cede nas inezas, & po i lb lhe naó quiz ab i , pa a depo» bu ea • > po que eella b u cà ap imey oo E po o, azia * ineza de g aça * po ém bu eandoo E po o depois dellea ca aella, azia hüa ineza de juí iça,( po e de azaó,& ^ juí iça,bu ea cada hum a quem o buí ca; & como o ea ! c e o ineza eí à em azelladc modo,que a ineza pa eça dl ida,P i !o a Eípo a de g aça naõ quiz ab i .pa aque pa ecelle ne di ida o buíca : Sumxi,qu* i i illum>&i ica le e UUIVOl • om V - , —-. 9 - - quec e e a do amo o mayo ex emo. T .ça* Naóheií oomdmoque uccedeo a So o Leono ^aoneu oomeimoqueuicceucu - -- 9 c amen o? A mim me pa ece o me mo*, po que buícan aquelle Senho juípi andolhe o e Reiigio a,eila moí ou „ _i,. - a a »Hn11 ab i * —-‘"lu sunpiiauuuini- ^ n > —— , •- naó que ia ab i as po as da alma , uppoí o mandou aP do Mo ey o pa a (ahi pa a ó a •, de ado naó chegou a mas logo ao eu Eípoíb oy bu ea da g ade daquelle co 0 ~ dendolheas g açascomo ob igada, & p ome endolhe ^ ei a, pa a que a ua ineza ex emo a i e le as a PR a É? u a V j a de di ida,quádo o ica ,6c o buíca íoy meza masaíh 0 1 ^ em hum • o o ao Sd i i limo Sac amen o. o < 3 e e , pa a e de pò a com aquelle Senho ,& pa a alh lhe co eíponde •, po que e elle alli he aman e ão ino,que dan¬ do udo, 6c dandoTe a i me mo, mo a e elle o ob igado. So o Leono cambem ie de ia mo a ob igada aindaquã- do oda e lhe o e ecia)pa a co eíponde àquelJa ineza , 6c po i iocom aquelle E poío ão unida,que pa ece iden i ica- da,pois édoella Leono do Sac amé o, icou endo eu aquel- le Senho íac amen ado : In me mane ,&c. A egunda ineza que az alli aquelle Senho íac amen ado. he da íe aos homens em íu en o: Ca o mea e e eH cibus dnguismeus e ee lpo us $ 8c hee ia ineza ãoex emo a’que achou o Dou o illuminado, o a eí a a maise upenda ineza: (g am li penda, qnkmqne ine abilis e e ga nos cha ilas lliuL qnahnncmodmnin eni j di íeelle.) Te e azão, po que daí Ueos íuí en o aos homens e a ob igação de C eado : Guia qmda e eM con equenüaad ^po èm da lcellemdm acs home sem íu cn o,i lo he do amo omayo ex emo. Oue aquelle Senho e déíle em u den o aos Anjcs , g ande in za o a,po ém menos pa a admiíada,po que aõ as c ea u as nai* pu as, ; ma S que e de e em u en o aos homens,aos pob es^aos ugey os mais yis,8c bayxos, i io he ccu a aõ ma a ilhoía â le a a admi ação oda. Di iè»o meu Aneelico • n » m abihs iM&nduca DoninÚ,paupe Jeí zus& humilis c e í * ce mais a ineza na (ingula idade com que nos deu & nos d * aquella iguana, po que quando e quizda íac amen ado diz o Euangeli a.quc omouopãoem uas ^P ^d.co d I Z i ude de qua o pala as o an ub anciou em p a ° S ’ & em Boc e i Co pusmeum.O q uppo o“ en a a m n S° P °, U: a a e igua a cau a,po que aquelle Senh ^^* e P ecu,a í 3 ° la iguana em i ude de qua o ml,, * nOÍ í u , z da aquel- boca)quando em dize pala a P âVF a j? ^ UC *** e ,a,)il3 ° da Eoquepudealcança .ouo que im P ° d ‘ a da a 9 uel I a delicia. Chn o naquellc my e io aníc.?/ e n e " d e ío > ’ c l u ecomo do.qmz e ii enáoíóe aama o i 6 0 ” i , ne “ s d o . a m o 0 * ado^nia em i a da ° hneza (la cn0! “ kc amen. u da lua boca,o que nos da a po u en o, e $c Sup.cap* 4.. ia». Ma h. 17. GicaJ. o A Lap. h c. 10 Semaõ & po que não’cuydem,qiie i o omen e he di o,ou i áóago* a ao meímo Ch i o,que me deu o undamen o :Non in ow pane i i homo^à í e elle ao demonio ) edin omm e bo q uoA p ocedi de o eVei.Que dize :Não òcon i e o íu ê o do ho« meai no pão, enão nas pala as queíabem da boca de Deos. ( Jà abem,que Deos não em boca,S aílim íede em en ende as pala as queha iãode ahi da boca deCh d jjQüe pala* ase as oííem,dizoíapien iílimo A Lapide,que o ãoasda coníag ação, median e as quaes e dà a íi me mo ac a men a* do: Se d in omni e bojd e >Ch iJlo % eip o uaque ca ne ,& Ve a ein E cha i lia.Temoslogo^ue o manja que Ch i onos dànaquella Me a,pa a no lo ha e de da o i ou da íuaboca,' & hee eexce Todacha idade ãoex emo o,queme a e o a dize az mais he oico o amo de Ch i o naquelle Sac amé o» Chega ão em Capha naú a S.Ped o hüs endey os ão cu i os,comoqueyxoíos, deq Ch i o lhes não paga a o ij* bu o,que a Ce a paga ão odos os po os, & o ameaça ão, 4 c não quizeííe paga po g aça,o ob iga ilo a paga po juí 1 ' ça: quee aca ade gen e, nem a hum Ch i o pe doa.) P e # gun ou Ch i o aos Diícipulos, íob eque e a oli igio , S d' zendolhe,que e a ob e paga em o ibu o a Ce a , mandou Ch i o a S.Ped o, oííe logo ao ma ,S lançaííeo eu anzol, 4 nelleha ia de i a hum peyxe,em cuja boca ha ia de achai com que ía is aze o ibu o,S paga ia po ambos.* Va eis p o ne & e.Q Abulen eque ,que não o po Ch i o,& Ped o o’ io os endey os pagos, enão cambem pelos mais Diícipulos: P oJingulis Apo olis olu um m . Deyxo o muy o que aqui podia dize ne e paíío,S ou ao que me chama o dou iílimo A Lapide com hum eu di o $ po que diíTe,que nel a occa iã 0 ob à a Ch i o hum ado he oico : Ch i us hícelicui a ium he* m WW^Con eíTo^ue o não en endo; po que ou eí e ado h ô ’ oico conlihio na pon ualidade de paga , ou no milag e d^ moeda na boca do pey X e íe dc cob i ,ô nenhúa de as acçóeS c pódem chama he oicas > po que nenhúa deyxou-de íe em Ch i o muy o dína ia.Em p imey o luga o não oy,o pag a a em hum < o o ao San iJJ mo Sac amen o, i S. e / ko h |>’ P O qUe o 4 ele T ! j a ’ q U eem ou a occa iáo i- nha di o Ch i o,que e a di ida de j u iça paga a Deos e a de Deos.&c paga a Ge a .o quee a de Ce a : Reddi e io qua im Ca a is,C e a i,&qna un Dei, Deo-,(&i não póde chama e acçao he oica.aquella que he di ida de ju iça ./Não pode ambém e a o he oico o milag e do dinhey o pomu* azendoCh i omuy os,& mayo es p odígios, não eio au- nenhum olie acclamado po he oico : logo que Angula idade hou e ne e.ou com que undamen o diíe o A Lapide Ch i o ne a occa iáo ob à a hum a o he oico ? Ch i u j u elicm é c. E u con e lb não oube a e ponde , e me não dè a luz pa a a epo a o meu Hugo Ca deal.Diz dle.que e e V xe.que pe cou S.Ped o.e a igu a i amen e o meimo Ch i o* Eump cem, u pnmusa iende i , ollud e , Ch i um S j? e' Ch i o nopeyxe igu ado? Ti ou odinhey oda boca pa a emed,a ,& emi aos D. cipulos: P o inguln Apojiolis íoll s. bocao ublidmPd.ga- e.que nelía occa iáo ob ou Ch i o h i ado he oico.que e aquillo e chama he oico, ó excede o no doo dina io.ie eia.que acha idade mais ina, & ma.sexT e' mo a,con i e em i a da N a «naisex e. za: Ch i us hkeuZ,Íc ° PS â 3Codl à Quem não admi ael a ineza dpP^ íT-o ~ aõ inezas, que íe bem as oub^n m , âiI ^ 0 ’ n a o / a k e q cou as e a de a alia ; pois e en ina ã expe ien iâ’ P n ? ^ ® ha ia no mundo em ouba po acodi à bô« hl e qUe ! p à í - pa a emedia a necel idade alheyaTÍoh^TÓ-^‘ i ida bo * di ina,po q e n á o è nos indi iduós da na * l que pa ece ece ey enca ecido,mas hú Tex o !) “ eza humana. Pa. e i o de hum de e co e achou ’ Ja,1 icado. No o po o amin o,& que endo acod^ l acompaq h a d ° de muy. ul ou como e lhe pode ia da .,n. qecom ° emedio, con. Mmnducm hi> Hou e g ades d emem pai es, Jo !n ,« alii nada e endia, (k ainda nn» ^culdades noca o,po que bem al a a.com q u s o s pob ^ nó »° U - Ve ^ ° d , in! iey o am. j ps eciao. Quando ahio San o Ç ij And é 12 Se naü And é com ano icia,de que na companhia e a a hum moço, que inha cinco pães,5c douspeyxes* mas i o inha a e na* da,pa a ma a an a ome.I o nãoob an e, omou Ch ií o os pães nas mãos,8c de al modo e mul iplica ão* que odos co mè ãoa é mais não que e , 8c doze alco as obejà ão, que le manda ão gua da .E e oy o ca o.En ão ago a os Expoíi o» es a a e igua quem oy e e moço,que deu o-pão-, 8c os pey* xes pa a come em os amin os. Muy os dizem, q o a S. çal; po ém o dou ií imo Ly a diz, que e e moço o a Moy* y» es: Fue ej Moy es. C omo podia íe i o Moy és,que i eo no empo da Ley E c i a,podia mini a ,ou da o paó no Ç 0 ' poda Ley da G aça? Moy és, que jàe a a no Limbo , podi a o Fe ece o paõ,8c o peyxe no de e o ?Gomohe i o in elhg 1 * el ? Eu o di cy.Que he o que ez e e moço? Achando íe co ciaco pães pa a elle come ,os oy o Fe a a Ch i o ,pa a q u acodi e à nece ldade dos mais;£ pois do Tex o nem con aA ae emoçoospedi em,nemque po o dem deCh i olhoj i a i em) o que diz o Tex o he,que Ch i oos ecebeo e iden e,de que o meímomoço oso e ou: Accepi je usp*' nes. P ois (diz Ly a) e e moço não podia dey xa de e aqu e ‘ # le elho; e e moço íó podia e Moy és do ou o mundo» po que íe Moy és no mundo oy Vice- D eos nomeado: Co# m jli uo e DeumFha aonisSò hum ugey o da ca ne jà de pidu» ouhum homem di inizado,podiaob a al ex emo ,qual n o i a o paò da boca p óp ia , pa a emedia a necel ida ^ alheyâi8c com azão,po que pedindo a boa o dem da cha ida de começa po i: Imipi k ip a, h a e quem co e po i, po emedia a ou o,i o he an eende a cha idade humana» 8c mo a hüa cha idade di ina : E i pue &be qui que panes. p ue e i Moy es.Con i io e Deum Pha aon s. A* i a do que enho di o,que que em ago a que diga ^ ene á el Mad e So o Leono do Sac amen o , íenão q P*. eee compe iocom a ineza do eu E po o íac amen ado?p^; e elle i ou da ua boca o manja que nos dà naquclla M e So o Leono não ioda a aos pob es quan o inha, 8c < l ua ^ s em hum o o ao San i imo Sac amen o . j-j eus pa en es lhe da ão,(que não e a pouco) enaõ inda aquiU lo me mo q inha pa a come ,o i a a da boca, pa a emedia as neceílidadesdaquellcs,que ao Mo ey o hiaõ a pedi , &c5 al exce ib,quealgüa ez oy neccí a io aze Dcos h i milag e pa a lhema a a ome.E a a Mad eD.Ma ia Roía,a Religio a com quem So o Leono inha no Mo ey o mais con iança* de o e,q quando e ia maisneceíli ada,aella ó eco ia pe* dindolhe hum bocado de paõ pa ao u en o p eci o,& indoà> ua cella pedi lho,a empo q a naõ achou na cclla, achou nella ó hii bocadinho aõ pequeno,qe e e com a e oluçaõ de de . xallo,po naõ e u ieien e: po ém con iada em Deos come. çou a come ,& naõ ó icou aciada, enaõ excedè aõ as íob as a quan idade q acha a. Mas a íim ha ia de e , q e no bãque e dode e o o aomais os obejos,que os pães, q o moço inha dadojpo que e de aõ a an os nece ii ados,& amin osjnaõ he muy o,que ambém ne a occa iaò íe iíTe o paõ mul iplicado hüa ez que oy pa a u en o p eci o,de quem inha i ado o ieu da boca,pa a emedia hüa nece idade alheya. Con eíTo d inda que a ene anda Mad e naõ i e a mais que e a i ude e a ba a a pa a que em ida íe ilTe jà beaci icada. Naõ ou cuo queodigOiDa id odeyxou p o ado. Bea as qui in elligi upe egem m , & paupe emói e zUc-Eu P ii enho po homem .nco, enho po bema en u ado.aqu He l en endeanece idadedopob e: i oago a mal e en endei d iíle a,qe a bea o aquelle que emedia a a nece lidade doí,. mm o,e a a bem; mas d.ze .q de bea o íe ac edi a a aque U que a en endia: Q u w elhgi i inin elligi el pa ece • mi „ mos a Filoío ia.que po ella conhece emos,o a ue a é * que en éde a nlce lidade do ob e dí 8 na ua pob eza,& nece idade n, d modo c c a " s o mí po que udo emada ■ & k hüa ™ 0 P0b C Ch6ga 3 Ped ‘ ’ > ua a^à c ea u a o q em po amo Giij dè: 14 Se mão de Deos.com al p odigalidade, q lhe eja neceíTa io o pedi , pa a ha e de e u en a ,he hum lance de cha idade aó ex- emo o,queem ida achou Da id e lhe podia chama bea o.* Bea usquiin eíligi ,&c. In elle usw elligendo & c. Não he ildo o que azia So o Leono do Sae amé o? Muy- oso e cmunhà ão,8c o a i mão hoje, po q a iim e de po» ja a de udo,po acodi àsneceí idadesdosp oximos, que e p eci a a a pedi ,pa a ha e de e u en a * endo ella a mais bem p o ida pa a di pende .ella e punha ão pob e,que como pob e e punha a pedi .Logo bem epóde dize .qe eexce ió decha i a i a,a inha no mundo bea i icada* mas como não ha ia de íe aííim , e hee e ex emo de cha idade ão ele a* do,que não pa ece humano, enãoex emo di ino* não pa ece p ocedido de g aça limi ada, enaó de g açain ini a?E c e e l* do o A po oloS. Paulo aos eímole es de Co in ho,lhes diííe a (• u #( j im : Vos ci is g a ia Domim no i Je ii Ch i i, quip op e Q 0 * Co in . egenus aBuse l,cumejje di es. Vòs (abeis muy obem a g aç â de N.S.Je u Ch i o,que edo ico,po amo de òs e ezpo* b e.N ão epa o em que o ex emo da cha idade de Ch i o > 0 deyxaíTe pob e,Se de udoexhau o, po que ninguém igno a* qelie nosdeu udo(& ba achega ada ea i meímo*) oem h epa o he,em dize o Apo olo,qos Co in hios abião muy ° bem a g aça de ]e u Ch i o * po q p imey amen e à g aça hc in i i el,Sí não e póde conhece , & àlem di b a g aça de Ch o e a de Ch i o,c a de Deos,& Senho . Logo íe e a a í 3 g aça in ini a,como podia e conhecidaa uag aça: Vos ciÚ* g aliam De i Sabem como ? pelos eíFey os, po que e não póde comp ehende a uag açao noí oen endimé o,pelose ey oS póde conhece a ua g aça. Quaes o ão os e ey os delia? Diy íe-os o Apo olo: Cnm ejje di es, p op e nos egenus a iusi Sendo ico, udo nos deu,& icou pob e ; & ica no e ado de pob e, íó po da aos pob es udo ,i o achou o Apo olo e ^ húacha idade ãoexceí i a,q íe não compadecia cõ hüa g a* çalimi ada,an ese ademon açãodehüa g aça in ini a:/^ jci isg a iam Diíino iJe[u Çh ij i,quip op e os egenus, em hum ■ o o ao San i imo Sac amen o. | , Eu . ® na6 P o(, ° d ' z e de So o Leono do Sac amê o* <j e e in ini a g aça,po que e a c ea u a.mas achou a pob eza nella an a g aça,q pelo muy o q delia ecebia,pa ecia .n ini a a g aça, po q nao inhaõ e mo as e mola,: masa iim ha ia d- íe spo q eoque e dá,po e mola e ecebe,nunca le ha ia de e mina o di pendio,po q ha ia de e cõ inuoo ecibo Ve! e e e p odígio cla o naquelle my e io, pois dando-Íeaíli o. dos os dias,& a odos,di Teq ac amen ado o e ha ia de d« a e e acaba o mundo: Ecce ego oUjenm im u i,ue ad con um. m nmem * C uUE po q naô ha de ha e mais Sac amen o,d a é eile empo? Po q azao enaõhadeda ac amen ado, enaô a e o d,a do Ju.zoíD ey o q en endoiHe po q en aõ naõ ha de ha e a quem e pol a da ,& al ando ao Senho qué o eceba o q em pa ada .pa eceacaba: U Jque*d con üna ionem eculk , m V 3 3 hbe a,ldade - 0 1 1 a íua cha idadeexce ll a na- quella Me a.que pa a acia os pob es i ou aquelle manja da boca,(como .» i aos)& a cha idade da nolía e a de Deos , e e ex emo íeex endia.có azão dizia eu , que pa ece hou » compe ência en e Ch i o,8 So o Leono ^do Sac amê c! n» cha idade pa a com os nece ll ado S , & amin os; po q emô p ommelTeaquelle Senho mé '° alli he penho da glo ia : i aolo i^ „ b í ?P ° . 3 ® e ' i e aciada pela cha idadeexce i a q u oucAa 3 Ve à o .« Elpolounida »» ie unecoasíuas E po aspo s a c a • ? ” nac l u elle a a c ame o A ce cey a ineza,q ez‘aquel £ nhn* ^ ni ío. mo a le aó aman e de á inha "° ac ame n ado , oy 4 e andoalli na ealidadeV. o nu ' 0P ° no o emedl °» Recoh u mmo iapM ms eim 'V' conlide a iTem mo o: Senho .qocon épla iemos allí m P ° C1 zaó u e e ua d u elle de i oiTempla noEuangeL W e ' hnd0alli " 3 al,da * gcino. òanguis meus c e ej po us, di ie i6 Se mão di leaquellô Senho , q nos que ia da alli o eu angue liquido, po q nos que ia da o eu angue po á el: Ve e ej po us á co» mo aquelle Sac amen o he o Sac amen o das inezas, achou q nenhúa a ia, d a n do -mos o angue liquido de hü co po i oj a- ia im g ande ineza,dãdo-nos o angue liquido de hü co po ep eíen a i amcn e mo o:& a azão he } po q íe e naõ pode chama ineza/enãoaquella acção,q encealgúa epugnãciaj da íangue liquido hú co po i o,i lb he na u al j po em da langue liquido hü co po mo o, na u almé e não pode ucce* de * & a lim e a epugnância encida, hea q em o nome de ineza, & po iííoquiz aquelle Senho o conlide aíTemos alh mo o, pa a que no langue po á el,& liquido,conhece ie noS alli o íeu ex emo. - Con emplando o Dou o Me!li luo,ogo!pe q a Ch i o de/ aõ no pey o,di le,q naquella e ida e ac edi a a mais a u* y neza,po q lhe chamou e ida do amo po an onoma ia s 0 * » / ^m.Vene oaau ho idade,masnãopon o deyxa dey' anha a íingula idade. As mais e idas do co po de Ch in 0 não o ão po amo le adas? Não em du ida.Pois como do lado po e ida do amo íe epu a ? He o caio, q as mais w- idas de aó angue liquido po no ib amo ,el ando o co po o i po ém a e ida do lado deu angue liquido eí ádo jà o co? po mo o:C 7 / ide un eum am mo uum % mus mili ü la cea la i j* ejusaps ui i & c on inuo exi i anguisi& achou o Dou o li luo,q da angue liquido hü co po i o , i i o não e a ex mo, po q e a na u al no co po* po ém da hum co po mo í angue liquido, i lb ò e a do amo ex emo, po e à na u cí con a io : J/ulnus am s • Quem não di à jà, q So o Leono do Sac amé o oy em u , la das inezas de Ch i io ac amé adoj e imos jàalgüas c&' eípondidasjSc el a ago a app í en emence emulada, pois ^ oda e ia e a,q do leu co po depois de qua é a ho as mo íahio ãgue aõ liquido,como íee i e a animado Todoso j* bem , Ô c o a ngue cm alguns lenços inda hojeexiíle*q íenãol^' ou.noCái a Joquem coihelle o íangue do lado d .cQhli iPg y em ’ o o < o San i imo Sac amen o. 1 7 b*« ceo » Vi gemM. iâ Senho a noíTa : Biaía V go Kuha e e enhacoll gi , c^io nao al ou ambém ne e Mo ey o . quem en opa e nelie^"'- hum lenço, quando pelos golpes de hüa lance a lahio, e n- do pa a e en e a no Cap. ulo. Muy as di lè enças hou e em hum, & ou o golpe, & ha ambém em hum.& ou o ían. gue.Nos golpes, po que odolado de Ch i o deu-o o odio enganado, & o de So o leono deu.ooamo pa a de enga- n o ; o d e Ch i o oy íey ocom hüa lança,o de So o í eono com hüa lance a* o de Ch i o pa a e mani a aquelle my - e io: VeU e e Ck i li exie un Sac amen a , o de So o Leo¬ no pa a íe ac edi a e e Mo ey o; o íangue de Ch i o pa. a emedio do mundo od • Redem jli nos Deus in nguine o, o íangue de So o Leono , pa a medicina dc alguns en« e mos, pois a i maõ peíloas idedignas, que alguns que be- bè óagoa ,em que o lenço anguinolemo íe inha me ido em mais ou o medicamen o li à aõ.,» F o e o ne e , 6c nos mais caibs,o meímo que p o eíleyno exo dio de eV. íump o, & que naõ aço equipa ancia de hum ,6c ou o an. gue, po que o de Ch i o he no alo in ini o , 6c o de So o Leono na i ude limi ado,6c debayxo de e p o e o, e de¬ e en ende udo aquillo que en a ne e diícu ío * pois a emulaçaõ nas inezas, naôhe mais que po emelhança * 6c e e a no anguede Abel, 6c o de Ch i o naõ oy censu ada pois di ie O igenes, que i e aõ ua emelhança : Samms C Y M Abel ypus ui angums Ch i i , e a me na ce e o u„g Ue dí,‘ u - d e lo eph, c omo d.íTe San o Amb o io : ldem igm ica L- «•' g s Jo eph, qui exqum u j& 0 dejob como eic e eo a luz*"* 3 ^ in 0 , 80 ? 1 ? - ^k^ca angmjobnon ope- undus , & inalmen e (o q hemaisj e naõ .nci eo na cen u a de indecência,d.ze e.queo ang ue do no ilho, do co dey o. &odohi co i e a com ode Ch . o lene hança , & dei- le oy mani eí a igu a, ó a igno ância pode á ago a eí a- nna , aquillo que eu ne e pon o di e . Vamos ago a ao pon» D No Nam. 5 o * 24 Se mão ene á el Mad e e a p omeíTa, de applaudí aquellè Sá* nho ac amen ado com odas as demon açôes e i as,dey» xou pa a an os annos em a a is aze , ( endo que em muy* as que ez emp e eexpe imen ou pon ual; & não me deu pouco em que en ende , a cau a que ha e ia pa a a ene an* da Mad e al a : po ém lendo o capi ulo in a dos Nume¬ os, pa eceme que de cob i nelle a cau a : Mulie qiu> e l) domo pa is ii , i quidquam o e i ( i pa e acuen , ^ 0Í ea e i ) i au emcon adixe i pa e , o 4 i i a e un , & no# enebi u pon ioni. A mulhe dilTe Deosa Moy és) quee a l' doemca a de íeu pay,p ome e ,ou o a a l g íía couíaaDeo*» e o pay con en i na p omeíTa, ica a à a is açaõ ob igada í po ém e o pay naõ con en i , ica á de ob igada da p omel^' E a e a a de e minação da I ey an iga. Ago a jà en endo a a,po q So o Leono de ia de al a à p ome a.Naõ oye * de aze àquelje Senho ac amen ado húa e la com a mayo pompa? húa e acom oda a magni icência ? hum appla d 0 e i oa odoocu o,& di pendio, e cila aqui p o eiTa le 0 e ado Religio o? Aílim oy. Não icou ella pela p o i íaó i' lha de meu Se á ico Pad e S.F anci co? He ce o. Ago a ò * gaô me, econ en i ia o Pay pob e po an onoma ia, q h * ilha ua izeíle aó coníide a eis de pezas ? Pa ece que naôí po que c o me mo Ch i o po e pob e, que endo celeb ai' le ac amen ado, comme eo as de pezas , S o na os a huíU homem nob e ,5c ico, íò a im de da o exemplo : Ip e o c di obis Camac ilu n g ande a um : meu Se á ico Pad e» que o imi ou na pob eza, naõ ha ia de que e , que So o Leono ize i e eda aõ cu o a* & aí im à imi açaõ do cjj E poío,comme eo e e de empenho a hum aman e íob i* nho, que em epa o em de pezas, & com gene o iJade Ca alhey o , ez a e a com o luzímen o, que e emunhao os noííos olhos. Logo naõ al ou a ene anda Mad e em u* is aze jo Pay que ene a a , 6c imi a a. oy o que a ez alca , po que naõ qusb aííe a Ley, quando aliãs Ine uaoUl, Ea a.qusm po ella a poiu a«s az; , U com an o CÍ P 1 ^ € n bu n -i do ; mas udo be m do ; mas uuoij 0 « San i mo Sac amen o. i , e e Ca alhey o d e e * p e g ado ’ P o c l ue ao meí „ mo qUe bem e ac edi a * poi s nS 4 a p ome la, a i meímo am- ninpuem az mais hon ado ^ d ° , de a Co e anímon ana > me explica á. papel > que a íua Pe loa. O luga De d o us g andes banque es no a- aS. Ma heos, & o Euang e li a s I no cia ° Euangeli - que eomeímonaopiniãodemuy os &d a8> & endo ° >an * célico , aó muy de iguaes os c édi os da nuJíi Dcu o le ão} po que o que e e e S. Lucas, diz au*e qUG c , s hoi em o diná io: Homo q iidam eci cwnamm ™ hu £ o que e e e S. Ma heos, diz que o ize a hu^ S & magni ico : Homni Regi qui eci nup ias . O que uoJo pe gun o : Po en u a ne es banque es , os manja es o ão de díí e en es qualidades ? Não . po que como jà di le os guizados o ão os meímos. Pois íe o ão iguaes , & abun, dan es, como diz S. Lucas, que quem deu o p ime odbC hum homem o diná io : Homo quidam? & o egundo diz i Ma heos, que o deu hum P incipe gene o o: Hon iniRe/i Heoca o.queo pnmey o homem (& na condição emm ol ez o banque e po ob igação p óp ia com q ie íe acha a g o egundo na qualidade pnmey o) e2 0 banque e lí alheyo , .do íó o az quem he P íncipe quem, Penho gene oío: Homini Regiam eci m m i o m Não'"'"? 0 cooluga , po que naoneceíli a d e anni. - Íí a o a P P b* com dize ,que o e ejo não ó i C a com ^j 0 ' ^ oncluo íenão ambém com g andes in e e le* „ C edl ' os g andes , daMad elhep ome eoaelI . „ cs > po que e a ene an. lhe não ha ia de al a com Vendo - í e dian e deDeos, ago a o a à melho , endo a ,‘ me ceíl a õ mais empenhada, . endo de empenhada a ua p ome la, E & i 6 Se mib & he de azão, que a quem lhe deu ão p imo o a a is açío na e a ,dè cambem la ís ação’ à pala a Leono do Sac a* men o là na glo ia iQuânmhii & obis , &c. LAUS D E O’ c Bea iíj mee Vi