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Gestão de conteúdos e redes sociais online do Destination Hostels

Abstract

Este estágio foi realizado com a orientação do co-CEO da cadeia Destination Hostels, João Teixeira, o qual centra-se num relato e estudo mais aprofundado sobre como é trabalhar numa área de turismo em expansão em Portugal e como apliquei meus conhecimentos adquiridos num negócio que se mostrava falhar nas redes socias online e no seu website. Assim sendo, o objeto de estudo é Destination Hostels, que oferece acomodação low-cost em Lisboa, mas que se prima em complementar a estadia com várias atividades que levam o turista a não só dormir confortavelmente na capital, mas que fique na «casa de um amigo» e que conheça a cidade como um local. O propósito do estágio envolveu a criação de um plano de comunicação a aplicar nos diferentes canais já existentes e na gestão dessa mesma rede social online.

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Gestão de conteúdos e redes sociais online do Destination Hostels

Author: Mota, Vanessa Sofia Pinto
Year: 2016
Source: https://run.unl.pt/bitstream/10362/21856/1/Relat%c3%b3rio%20de%20Est%c3%a1gio%20apresentado%20para%20cumprimento%20dos%20requisitos%20necess%c3%a1rios%20%c3%a0.pdf
Ges ão de Con eúdos e
Redes Sociais Online no Des ina ion Hos els
Vanessa So ia Pin o Mo a
Rela ó io de Es ágio de Mes ado
em No os Media e P á icas Web
Ab il 2017
Rela ó io de Es ágio ap esen ado pa a cump imen o dos equisi os necessá ios à
ob enção do g au de Mes e em No os Media e P á icas Web, ealizado sob a
o ien ação cien í ica do P o esso Dou o F ancisco Rui Cádima.
Rela ó io de Es ágio Cu icula – Ges ão de Con eúdos e Redes Sociais Online no
Des ina ion Hos els
Cu icula In e nship Repo – Managing Con en and Online Social Media a
Des ina ion Hos els
Vanessa So ia Pin o Mo a
RESUMO
Es e es ágio oi ealizado com a o ien ação do co-CEO da cadeia Des ina ion Hos els,
João Teixei a, o qual cen a-se num ela o e es udo mais ap o undado sob e como é
abalha numa á ea de u ismo em expansão em Po ugal e como apliquei meus
conhecimen os adqui idos num negócio que se mos a a alha nas edes socias online
e no seu websi e.
Assim sendo, o obje o de es udo é Des ina ion Hos els, que o e ece acomodação low-
cos em Lisboa, mas que se p ima em complemen a a es adia com á ias a i idades
que le am o u is a a não só do mi con o a elmen e na capi al, mas que ique na
«casa de um amigo» e que conheça a cidade como um local.
O p opósi o do es ágio en ol eu a c iação de um plano de comunicação a aplica nos
di e en es canais já exis en es e na ges ão dessa mesma ede social online.
Pala as-cha e: Redes Sociais, Redes Sociais Online, Ma ke ing Online, Facebook,
Twi e , Ins ag am, Des ina ion Hos els, Ges ão.
ABSTRACT
This in e nship ca ied ou unde guidance o he chain Des ina ion Hos els, which
ocuses on a ho ough accoun and s udy abou how i ’s o wo k in ou ism’s
expanding a ea in Po ugal and how I pu o use acqui ed knowledge in a business ha
as ailing wi h social media and wi h hei websi e.
The e o e, he objec o s udy is Des ina ion Hos els, ha o e s low-cos
accommoda ion in Lisbon, bu p imes a complemen ing hei s ay wi h lo s o
ac i i ies ha will ake he ou is o no o sleep com o ably in he capi al, bu o s ay
in a « iend’s house» and o ge o know wi h ci y wi h as local.
The pu pose o he in e nship was o c ea e a communica ion plan o use on e e y
exis ing channel and how o manage ha same social ne wo k.
Keywo ds: Social Media, Online Social Media, Online Ma ke ing, Facebook, Twi e ,
Ins ag am, Des ina ion Hos els, Managemen
1
Índice
Índice ............................................................................................................................................. 1
0 - In odução ............................................................................................................................... 2
0.1 - Ins i uição de acolhimen o .............................................................................................. 2
0.2 – Obje i os do Es ágio ........................................................................................................ 3
0.3 - Plano de A i idades .......................................................................................................... 4
1 - His ó ia das Redes Sociais ....................................................................................................... 5
2 - Facebook ................................................................................................................................. 8
3 - Es ágio Cu icula – Ação! ...................................................................................................... 9
4 – O ganização das Páginas O iciais no Facebook ..................................................................... 9
5 - Ins ag am ............................................................................................................................... 15
6 – Twi e ................................................................................................................................... 17
7 – Blog (Wo dp ess) .................................................................................................................. 18
8 – Ou as edes sociais e aplicações ......................................................................................... 21
9 – Websi e O icial do Des ina ion Hos els e do Lisbon Des ina ion Tou s ............................. 23
10 - Conclusão e Re lexão sob e o Es ágio ................................................................................ 26
11 - Links do Des ina ion Hos els e Lisbon Des ina ion Tou s .................................................. 30
12 - Bibliog a ia, Ci ações e Webg a ia ...................................................................................... 30
13 – Anexos ................................................................................................................................. 31
WHAT TO POST ON SOCIAL MEDIA – planilha de o ganização (p in sc een do documen o
que se encon a online) .......................................................................................................... 31
Check Calenda (by mon h) and Hos el Ac i i ies ............................................................. 31
Scheduled (by mon h) ........................................................................................................ 43
Pos ed (by Mon h) .............................................................................................................. 48
To-do Lis ............................................................................................................................. 72
Hash ag and Check-in Lis ................................................................................................... 75
Sugges ions ......................................................................................................................... 77
Logo ipos do Des ina ion Hos els .......................................................................................... 78
Social Media Analy ics 2016 ................................................................................................... 78
2
0 - In odução
0.1 - Ins i uição de acolhimen o
A Obse a o Fu u o Lda, emp esa que de ém e ge e a cadeia de hos els, é uma
emp esa cons i uída em 2007 e com apenas dois sócios de pa es não iguais. Desde a
sua undação que se dedica à conceção, implan ação e explo ação de hos els.
A ualmen e é a maio cadeia Po uguesa de hos els independen es, sob a ma ca
Des ina ion Hos els, com 5 unidades, e a ges ão de 320 camas (225 camas na cidade de
Lisboa). É uma emp esa que em ido semp e uma explo ação com esul ados posi i os
e que em pe manen emen e ein es ido os ganhos, pa a aumen o da ede e da
qualidade. Com apenas 3 unidades no exe cício de 2014 ul apassou 1 milhão de eu os
em a u ação de alojamen o.
Os Hos els da Des ina ion Hos els, ca ac e izam-se po se em de qualidade mui o
ele ada, em localizações p emium e edi ícios no á eis, como são o edi ício da p imei a
Uni e sidade em Po ugal (Al ama Pa io Hos el), pa e do edi ício da Es ação
Fe o iá ia do Rossio (Lisbon Des ina ion Hos el), odo segundo piso da es ação
e o iá ia do Caís de Sod é (Sunse Des ina ion Hos el) e uma localização p i ilegiada
a 5 minu os da p aia e com is a ma na A i ana (Hi A i ana Des ina ion Hos el). A
ma ca em já um ele ado econhecimen o in e nacional sendo disso exemplo um
signi ica i o palma és de p émios de á ias o igens, dos quais se des acam:
Em 2011 Segundo melho hos el pa a G upos de aco do com Hos elWo ld;
Em 2014 Segundo melho hos el na Eu opa Ociden al, pela Hos elBooke s;
Em 2014 Hos el com Melho A mos e a do Mundo e Hos el com Segunda melho
A mos e a, pela Hos elBooke s;
Em 2014 Sex o Melho Hos el do Mundo, pela Hos elwo ld;
Em 2015 Quin o e Sex o Melho es Hos els do Mundo pela Hos elWo ld;
Em 2015 P émios da Booking.com de média de qualidade comen ada pelos clien es de
9.3, 9.1; 8.7 pon os de média numa escala de 1 a 10.
Em 2016 Sex o e Oi a o Melho es Hos els do Mundo pela Hos elWo ld;
Desde 2012 odas unidades êm o ce i icado de Excelência do T ipad iso a ibuído
anualmen e.
A cadeia em ainda ido algum des aque na imp ensa em publicações no Jo nal
b i ânico Times, como « op 10 Bou ique Hos el», no Yahoo T a el – «10 hos els ha
changed how You h Hos els we e», na Lonely Plane e ainda em 29 Agos o 2016 no
Gua dian do Reino Unido.

3
Pa a supo a o c escimen o das a i idades complemen a es e en iquece a
expe iência da es adia no Des ina ion Hos els, em 2013 su ge a Des ina ion Tou s
(an e io men e conhecido como Lisbon Des ina ion Tou s), emp esa de animação
u ís ica. Já ce i icada como Ma í imo-Tu ís ica, pa a a i idades aquá icas. En e an o
es a unidade de negócio es á em p ocesso de adqui i licenciamen o pa a Agência de
Viagens em adição ao RNAAT (Regis o Nacional de Agen es de Animação Tu ís ica),
pa a explo a mais opo unidades de negócio em sine gia com os Hos els.
Em 2014, pa a da espos a aos c escen es pedidos de assesso ia na conceção e ges ão
de hos els, su giu a Des ina ion Consul ing, emp esa de consul ado ia, especialmen e
ocacionada pa a o me cado ex e no.
Em 2016 a emp esa iniciou mais um concei o ino ado , c iando o p imei o hos el
mó el do Mundo, o Anywhe e Des ina ion Nomad Hos el, com uma pequena o a de
ca a anas in age p óp ia e uma maio ia em eículos de pa cei os, azendo a ges ão
u ís ica dos mesmos.
0.2 – Obje i os do Es ágio
De 12 de Ou ub o a 24 de Janei o de 2016 p e endia a ní el p o issional começa a da
os p imei os passos numa á ea que semp e me ascinou. Que ia não só aze ges ão,
mas ambém c ia um plano de ação pa a o mesmo.
De início ha ia ambém a p e ensão de c ia uma sé ie de pequenos ídeos e
o og a ias com menos de um minu o, onde os hóspedes dos hos els ala am sob e
expe iências que i e em du an e a es adia, em Po ugal, ou de algo ma can e e
inspi ado que acon eceu na ida deles. In elizmen e es e p oje o não se
conc e iza am, pois o abalho na c iação e execução da ges ão das edes sociais
e ela am-se mais ex ensos que se pensa a.
A ní el académico p e endia es a meus conhecimen os na á ea da Usabilidade do
websi e o icial e coloca à p o a a minha habilidade em ges ão de edes sociais, campo
es e que não é abo dado de o ma ap o undada nes e mes ado em ques ão, mas que
es udo (e con inuo a es uda ) nos meus empos li es.
P e endo ambém p ocu a , como e e iu Ana Ma ga ida Ba e o in Valo ize a Sua
Ma ca no Facebook (Ba e o, 2013), uma “… espos a a uma simples ques ão: qual o
impac o das RSO
1
no modo como as pessoas pe cecionam uma ma ca, is o é, b and
equi y do pon o de is a do consumido ”, e se consigo man e a uais «consumido es»
da ma ca e ob e ou os no os.
1
Sigla pa a “Redes Sociais Online”;
4
0.3 - Plano de A i idades
O abalho de es ágio esul an e de e á oca os seguin es aspe os:
- Capacidades e uncionalidades do Facebook na es a égia de comunicação da
emp esa;
- E capacidades e uncionalidades do Websi e o icial do Des ina ion Hos els;
Ou seja, p e endo explo a odas as uncionalidades que o Facebook o e ece pa a a
ges ão de uma ma ca online, c iando e en os e publicidade pa a es es, assim como
conhece a de alhe quem é que isi a es a página, a im de c ia um plano e icaz de
ação que não só passe a imagem jo em do DH
2
mas que ambém ca i e um no o
público a es e uni e so u ís ico, que ainda pensa que hos el é apenas um albe gue
ba a o
2
Sigla de “Des ina ion Hos els” (cadeia de hos els);
5
«A c iação da con iança, no in e io da emp esa e a ansmissão de con iança pa a o
ex e io da emp esa são uma inalidade mais ele ada e, po an o, uma condição
essencial pa a a adequada u ilização da Comunicação 2.0 e o pode da Web em ge al,
pa a in luencia decisões e desa ia modelos de negócio».
P e ácio de F ancisco Pin o Balsemão in Comunicação 2.0 – Como o Pode da Web
In luencia Decisões e desa ia modelos de negócio
(Mon ei o, 2014)
1 - His ó ia das Redes Sociais
Ao con á io do que mui os pensam, ala de Redes Sociais não necessa iamen e
signi ica ala da in e ne , pois o concei o das edes sociais é algo bem mais an igo que
a web. Redes sociais ep esen am pessoas, in e ações sociais. Fala do su gimen o das
edes sociais le a-nos ao início da ci ilização onde o homem se eunia à ol a de uma
oguei a pa a compa ilha gos os e in e esses. (Ba e o, 2013)
As Redes Sociais su gem exa amen e dessa necessidade do se humano em
compa ilha com o ou o, c ia laços sociais que são o ien ados po a inidades. Assim,
en endemos edes sociais como qualque g upo que compa ilha de um in e esse em
comum, um ideal, p e e ência, e c. Como po exemplo: Clubes, Ig ejas, Sala de Aula,
Emp esas e mui o mais.
Quando essa in e ação social pa e pa a o ambien e online, emos en ão as chamadas
edes sociais online (RSO), e es as êm passado cons an emen e po uma sé ie de
e oluções.
Após o apa ecimen o da in e ne , na década de 90 a web se ia idealizada po Tim
Be ne s-Lee, que inha como p opósi o inicial o compa ilhamen o de a qui os com
colegas de abalho (Be ne s-Lee, 1989).
Com o auge da web, os e-mails apa eciam como a p imei a o ma de elacionamen o
na in e ne . A oca de mensagens po e-mail e a a única o ma de comunicação e
oca de a qui os disponí eis pa a os usuá ios. Es a o ma de in e ação en e usuá ios
é p ese ada a é os dias de hoje.
Com o passa dos anos e com o aumen o do núme o de usuá ios, oi sen ida a
necessidade da c iação de uma e amen a de comunicação mais ab angen e e que
pe mi isse uma ampliação nas edes de con a os. Pois enha em men e que as
mensagens e am limi adas somen e a quem i esse ende eço ele ónico, po isso as
mensagens ecebidas e am acilmen e pa ilhadas.
O ICQ, po sua ez oi uma das p imei as Redes Sociais Online a pe mi i um diálogo
em empo eal (1997), assim como o ICQ, o MSN ambém ap esen a essa ca ac e ís ica
e e en e à comunicação em empo eal e à c iação de g upos no qual o use
3
deseja
3
Usuá io em Inglês;
6
se elaciona – es e ipo de ede social online e e um papel impo an e na
popula ização das mensagens ins an âneas. (Wikipedia, ICQ, s.d.)
Também em 1997 su giu a Sixdeg ess, a p imei a ede social que pe mi iu a c iação de
um pe il i ual, bem como a publicação e lis agem de con a os, pe mi indo assim a
isualização de pe is de e cei os.
O nome Sixdeg ess az e e ência aos seis g aus de amizade, um conhecido concei o
que ala que a cada 6 pessoas que conhecemos, emos um amigo em comum. O
p opósi o da ede social e a exa amen e de ampli ica a ede de con a os, a a és das
amizades que os usuá ios possuíam. Após esse modelo de ede social, á ias ou as
semelhan es o am c iadas. (Wikipedia, SixDeg ees, s.d.)
Du an e esse pe íodo en e 1997 e 2002 á ias ou as edes sociais o am c iadas, uma
delas ap oxima-se dos o ma os a uais: F iends e . Es a ede social online conquis ou
mui a gen e, e pesquisas ei as na época e ela am que 1 em cada 126 usuá ios da
In e ne u iliza am essa ede social.
Com o concei o de ci culo de amizades, a F iends e enco aja a laços de
elacionamen o en e pessoas com in e esses em comum. Com o mesmo o ma o da
Sixdeg ees, ambém pe mi ia a c iação e di ulgação de pe is e lis as de con a os.
A F iends e egis ou mais de ês milhões de usuá ios insc i os. O c escimen o no
núme o de usuá ios da F iends e , po ém, oi acompanhado de á ios p oblemas
écnicos en en ados pela ede social e depois eio a se ul apassado po Myspace.
(Wikipedia, F iends e , s.d.)
O Myspace po sua ez (2003) oi concebido como o “clone” da F iends e , e segundo
ela os, oi ei o em 10 dias de p og amação.
Com o seu ape eiçoamen o, o Myspace se des acou po se mos a uma ede social
o almen e in e a i a, com espaços pa a músicas (com a pa ilha de ichei os mp3),
o os e um blog que pode ia se pe sonalizado po cada usuá io. O Myspace acabou
po se o na uma das edes sociais online mais popula es do mundo, p incipalmen e
nos Es ados Unidos. (Wikipedia, Myspace, s.d.)
Com a explosão das edes sociais em 2004 chega ambém a web 2.0, e com ela
chegada uma segunda ge ação de comunidades. Es a e olução não es a a ligada a
a ualizações écnicas, mas a uma no a o ma de u iliza e olha a in e ne , an o pelos
seus usuá ios como ambém pelos p óp ios de elope s
4
. Mui os iden i ica am es a
no a e mologia como apenas uma es a égia de ma ke ing, o a o é que exa amen e
no ano de 2004 se ia lançada a ede social que su gi ia como um g ande enómeno de
popula idade em odo o mundo.
4
Pessoa de uma companhia que c ia no os p odu os, p incipalmen e p odu os
in o má icos;
13
com que as pessoas que es a iam in e essadas em ica connosco seguissem-nos nas
edes sociais pa a e o que lhe espe a a caso icassem connosco.
Tabela 3 - Valo es ge ais po semana – Social Media Analy ics 2015
O c escimen o oi ób io, e como êm no Excel acima, passamos de um digi o pa a dois
no que oca a no os ãs na página dos Hos els.
A no a que o quad o es á incomple o pois na al u a não e a ei o po mim e são dados
impossí eis de ecupe a com p ecisão. Apenas sublinhei a ama elo o inicio do meu
es ágio cu icula .
Com o im do mesmo, con inuei na emp esa e passei a deixa de p eenche as abelas
pois o abalho o nou-se in ui i o, e ago a, conhecendo o público que enho nas
páginas (g aças ao Facebook Insigh s
19
e a alguns u nos passados na eceção, sei que
es e público é maio i a iamen e jo ens adul os en e os 18-34 anos, es udan es ou a
e mina es udos, que es ão a iaja po oda a Eu opa), meu abalho o nou-se mais
ácil pois já sei onde busca epo agens, a igos, ídeos e mui o mais, que ale a pena
se pa ilhado e que demons am e bas an e êxi o. Assim como semp e que acon eça
algo nas ou as edes sociais que alha a pena pa ilha no Facebook, aço-o na ho a.
19
Insigh s o nece in o mações sob e o desempenho da página, como po exemplo os
dados demog á icos do público que in e age com a mesma;

14
Tabela 4 - Valo es do Insigh s (Facebook) de 2016 e e en e ao ipo de pessoa que in e age com a página de
Facebook DH
Hoje emos um público que comen a mais, que pa icipa e bem mais iel à nossa abela
de o igens dos nossos hóspedes. Vê-se, po an o, que o e o ço da exis ência das edes
socias oi cump ido, e hoje em dia o Facebook e o Ins ag am passa am en ão a se um
meio de comunicação o icial da emp esa.
Assim, semp e que há um e en o pa a se p omo e nos hos els e o a deles, aço uso
do “P omo e” onde, com apenas 5 eu os, meu pos e/ou e en o cap a a a enção de
mui os mais usuá ios (ce ca de 3000 no as pessoas, den o do nosso pe il de público
al o).
Dou um maio uso aos agendamen os, que me pe mi e agenda pos s pa a a ho a
ce a, de maio audiência – en e as 14 e as 15 ho as, e depois do abalho, en e as 17
e as 19 ho as.
O Facebook passou, po an o, a e um c escimen o mais consis en e, na ez das
espo ádicas explosões de likes. Hoje posso dize que ainda há pessoas dessa al u a a
comen a e a isi a as páginas. E hoje em dia em um engagemen a onda os 10mil
usuá ios
15
5 - Ins ag am
Es a aplicação pe mi e que os
usuá ios possam não só cap u a
imagens e ídeos, como aplica
il os e publica-los
g a ui amen e. Es a é a simples
ó mula de sucesso do Ins ag am.
Lançado o icialmen e em Ou ub o
de 2013, o Ins ag am alcançou o
sucesso mundial no inal desse
mesmo ano.
Hoje o Ins ag am es á disponí el
pa a odos os sis emas ope a i os. Po ém, inicialmen e o aplica i o e a exclusi o pa a
os usuá ios da Apple. Ao anuncia a e são pa a And oid, uma g ande discussão su giu
sob e a qualidade do con eúdo que se ia publicado pelos no os usuá ios, mas que
apidamen e oi ul apassada.
Um dos g andes ma cos do Ins ag am oi o de e alcançado quase dez milhões de
usuá ios, com uma equipa de apenas seis uncioná ios. A ualmen e o aplica i o es á
disponí el em Inglês, manda im, ancês, alemão, i aliano, japonês, la im, co eano,
po uguês e espanhol.
Com base nes a g ande adesão, o DH e o LDT c ia am ambém a sua espe i a con a no
Ins ag am. O LDT iniciou a i idade a 27 de Ma ço de 2015 e o DH a 19 de Janei o de
2014.
Ambos, a é meados de 2015, não inham a ualizações com á ias semanas de in e alo
e isso só le a a uma queb a de seguido es e a uma aca p esença online. Po an o,
mal iniciei meu es ágio, inco po ei ambém o Ins ag am no ichei o “Wha o pos on
Social Media”. Passamos da casa dos 500 aos quase 700 seguido es no Ins ag am do
Des ina ion Hos els. E odos os dias emos pelo menos uma ag ei a, no mínimo 10
o os com local de cada Hos el ou com a hash ag #Des ina ionHos els que não e a
u ilizada a é a minha chegada.
De o ma a incen i a o uso des a, c iei o concu so da o o da semana. Quem u iliza
es a hash ag numa o o, habili a-se a se des acado na nossa con a. E o mesmo
aplicou-se à hash ag #LisbonDes ina ionTou s. E semanalmen e cump ia com a lis a do
Check-in de o ma a con inua a in o ma o público da nossa exis ência. Es a pa ilha é
ei a com ajuda da aplicação Repos , que pe mi e epa ilha uma o o ou ídeo de
alguém, sem e i a os de idos c édi os, como pode e no can o in e io esque do da
seguin e o o.
16
Pa a além des e concu so, en iei um email pa a odas as eceções a pedi que que
semp e que algo singula acon ecesse, que i assem o o ou ilmassem, e que me
en iassem. Caso quisessem eles pa ilha nas con as pessoais, pedi que izessem uso
da hash ag #Des ina ionHos elsFamily de o ma a sabe se posso ou não pa ilha-las e
pa a liga odos o s a com os gues s. O mesmo aplicou-se ao LDT, onde pedi aos guias
que começassem i a o os em modo sel ie com os clien es, de o ma a pa ilha
depois no Ins ag am e Facebook, pa a que as pessoas depois izessem ag delas
p óp ias e assim a página epe cu isse en e amigos e conhecidos.
Foi ambém a o ma que encon ei em não só en ol e mais a pa icipação do s a ,
mas pa a que odos os hos els ossem igualmen e ep esen ados is o que eu me
encon a a a abalha no Sunse Des ina ion e não pode ia es a p esen e em odos
eles. Is o deu azo a mui as si uações eng açadas cap adas, que a ecada am mui os
likes e pa ilhas.
Ocasionalmen e, pos s como o que es á na imagem an e io , e am ambém
pa ilhados po mim no Twi e do Hos el, semp e com o obje i o de dinamiza as
páginas e ale a o público pa a as nossas con as no Ins ag am.
Em suma, no Ins ag am implemen ei a hash ag de o ma a liga odos que a usa am.
Ten ei c ia uma comunidade abe a, que ao mesmo empo izesse publicidade
17
indi e a à ede de Hos els e à emp esa de Tou s, que mui as ezes é desconhecida;
c iei o concu so da o o da semana de o ma a le a mais pessoas a usa as hash ags
das Tou s e do Hos els; c iei a eg a de que o Ins ag am em de se a ualizado, no
mínimo, dia-sim dia-não; ab i es a ede social ao s a – que não se sen ia a é en ão
en ol ido – ao pedi o os e ídeos i adas po eles, e iz com que os gues s se
sen issem à on ade nas nossas con as ao esponde a odas as ques ões e
comen á ios, com dicas ou a i a dú idas sob e Lisboa e os hos els.
6 – Twi e
Twi e su giu em 2006, c iado pela Ób ios Co p, oi en ão conside ada a mais
ino ado a no oca à elocidade da in o mação. O e mo Twi e oi inspi ado no som
de um pássa o pa a comunica ou os sob e a sua a ual localização e a i idade.
Com ca ac e ís icas bem di e en es das ou as edes sociais, e com ca ac e es
limi ados na publicação de algum con eúdo, o Twi e passou alguns anos no
anonima o, no en an o hoje é uma das p incipais edes sociais online. O Twi e
conseguiu man e -se como uma das edes sociais com mais acessos do mundo, e
mesmo com o c escimen o e iginoso do Facebook, conseguiu man e um público iel.
A ualmen e o Twi e possui mais do que 150 milhões de usuá ios.
O Des ina ion Hos els só chegou a es a ede a 6 de Fe e ei o de 2014 e a é à minha
en ada, con a a com poucas guidelines que solidi icassem a ma ca nes e uni e so. Os
wee s
20
e am na maio ia das ezes apenas ex o que não cap a am a a enção do
público ( e i icando-se nos ze o e wee s
21
ou ze o espos as ao que e a publicado).
20
Pos ei o no Twii e ;
21
Repa ilha algo pa ilhado no Twi e ;
18
Assim, iz uma pequena in es igação – is o não se a a de uma ede que u ilize
mui o – sob e o uni e so das hash ags, o a não osse es e si e o local de nascimen o
des as. Repa ei que pa a cada diz da semana ha ia um hash ag que odos os usuá ios
u iliza am: #MondayMo i a ion, #TuesdayTip, #WednesdayWisdom,
#Thu sdayThough s e #F idayFeeling. Po isso, na segunda- ei a en a a publica algo
que mo i asse as pessoas a isi a os nossos espaços ou a iaja ; na e ça- ei a da a
dicas de iagens, sob e Lisboa ou sob e os Hos els e/ou Tou s; na qua a- ei a
publica a ases amosas sob e iagens, in ocando o sen imen o wande lus
22
; na
quin a- ei a pensamen os igualmen e amosos que eme essem semp e a es e
uni e so das iagens, backpacke s
23
e Lisboa; e po im, na sex a- ei a algo que le asse
a pessoa a um sen imen o de nos algia – p incipalmen e des inado a pessoas que já
nos isi a am e es ão a pensa ol a – udo is o semp e acompanhado po imagens,
ou não osse o que mais chamasse a a enção num ma de ex os cu os.
Es e ipo de pos s le am a mui a in e ação pois ão cai num ending opic
24
onde
odo o mundo es á ligado à p ocu a de inspi ações e algo posi i o pa a le .
Também no Twi e c iei o hábi o de aze e wee que udo que e a di o sob e os
hos els e as ou s, a im de o es o dos seguido es e em o que as pessoas que
con ia am nos nossos se iços diziam sob e nós. Respondia ambém a mui os deles e
implemen ei aqui ambém o uso da hash ag #Des ina ionHos els e
#LisbonDes ina ionHos els, dependendo do que ala a.
A check-lis que azia no Ins ag am, iz aqui ambém pa a que ganhasse um no o
público que desconhecia a nossa p esença nes e si e. Pesquisei, po an o, odas as
hash ags possí eis e imaginais, iz like de udo posi i o e espondi ao eedback
nega i o. Quando en ei na companhia es á amos na casa dos 500 seguido es e
a ualmen e já chegamos aos 700. É ainda uma ede que p ecisa de mais a enção de
o ma a e um c escimen o semelhan e à página no Facebook, mas que hoje já
ap esen a con eúdo com qualidade e mui a in e a i idade.
7 – Blog (Wo dp ess)
O b2/ca elog, oi o pe cu so do Wo dP ess. Esc i o em PHP/HTML pa a uso com
MySQL. O Wo dP ess iniciou em 2003 pelas mãos de Ma Mullenweg e Mike Li le. O
que ez o Wo dP ess e o sucesso que em oi o a o de se Open Sou ce pa a quem
22
Desejo de iaja pa a longe e conhece á ios luga es di e en es;
23
Pessoa que iaja apenas com uma mochila (backpack). Filoso ia de ida de que o
essencial cabe numa só mochila.
24
Tópico mais popula no Twi e ;

19
que ia ins ala o sis ema no seu se ido , deixando-o li e do wo dp ess.com. O uso do
sis ema do wo dp ess.o g, aumen ou apidamen e de ido a es a acilidade.
Em 2004 os e mos de licenciamen o pa a o conco en e Mo able Type o am
mudados pela Six Apa e mui os de seus usuá ios mais in luen es mig a am pa a o
Wo dP ess le ando a um aumen o absu do de usuá ios. E em ou ub o de 2009, o
sis ema Ma ke Sha e Repo chegou à conclusão que o Wo dP ess conseguiu c ia
uma das ma cas mais o es em sis emas de ge enciamen o código abe o.
A cadeia de hos els só chegou a é es e si e a 3 de Ma ço de 2014. E a con uso, não só
em e mos de con eúdo, mas ambém no que oca à imagem des e. Tinha um layou
25
gené ico azul, que não e a esponsi e
26
e não inha as secções la e ais que ligassem o
casual use a ou os links ú eis.
Sabendo já o básico de SEO, oi minha p eocupação encon a um empla e que não só
osse esponsi e mas que espondesse odas as necessidades básicas que um blog
de e e a im de cap a á ico o gânico, ou seja, pessoas que o am e ao blog sem
publicidade, ou seja, sem gas a mos dinhei o com isso.
O empla e inha, po an o, de e o dem e coe ência, onde os mo o es de busca como
o Google, conseguissem encon a odas as pala as cha e de o ma ápida.
Ou a coisa que oi omada em conside ação pa a que o blog apa eça num bom
anking de pesquisas online, oi o ac o de e mos links in e nos e ex e nos, ou seja,
não pode exis i páginas «ó ãs», sem qualque ligação com pos s no blog e o a dele.
E po úl imo, os pos s êm de e o ma o HTML. Os mo o es de busca p ocu am
pala as e es a linguagem é ob iga ó ia. Po enquan o a pesquisa ainda não ap esen a
esul ados com a igos em lash senão i e qualque pala a-cha e que ligue a es e.
Po isso, o ganizei udo: ui aos pos s an igos que não inham qualque ipo de
o ma ação (desde pa ág a os a imagens o a do si io) e a anjei udo; p eenchi odos
os campos de desc ição do blog pa a um melho SEO do blog e nas ba as la e ais
adicionei links ú eis pa a as es an es edes sociais e si e o icial do Des ina ion Hos els.
Quan o ao layou , pouco podia aze po que o CEO não es a a p on o pa a paga po
um ema mais ap op iado e p o issional, mas escolhi um minimalis a e com co es
neu as.
25
Modelo de documen o sem con eúdo, apenas com ap esen ação isual, nes e caso o
isual de um Blog;
26
Te mo dado à o ma de cons ui um websi e de modo a que es e se adap e ao
disposi i o onde es á a se consul ado, podendo se um compu ado , um able ou a é
um sma phone;
20
Quan o ao con eúdo em si, op ei po algo simples e na ez de publica ex os g andes
no Facebook, passei a usa o blog pa a isso, po an o semp e que há alguma no idade
– como po exemplo a no a unidade mó el da cadeia – o anúncio oi ei o
p imei amen e no blog e depois o link oi pa ilhado nas di e en es edes sociais
online.
Assim o plano passou a se : odas a segunda- ei a, caso haja algum e en o impo an e
pa a acon ece , azemos uma newsle e a anuncia ; na e ça- ei a é a ez do
“Blogge ’s Spo ligh ”, onde damos des aque a um blogge que es e e connosco e que
pa ilhou no seu espe i o blog a sua opinião sob e o Des ina ion Hos els e/ou Lisbon
Des ina ion Tou s. Com is o não só azemos publicidade ao Blogge (que i e desse
passa a pala a) como incen i amos a inda deles e indi e amen e ge am publicidade,
i ando pa ido des es lide es de opinião que são omados em consciência semp e que
alguém es á em dú ida em elação a algo.
E po im, no início de cada mês publicamos as “Re iews o he Mon h”, onde depois
de uma pesquisa ei a po mim em odos os si es de booking e e iews (como o
Booking.com, T ipad iso e Hos elwo ld), seleciono a melho e iew
27
po cada hos el,
e i o de que si e p o ém (pa a caso a pessoa quei a con e i ) e o encedo ganha uma
es adia g á is nos nossos hos els.
Es a úl ima ideia su giu de ido à al a de e iews ei as, pois negócios como es e i e
dis o, po isso no momen o do check-ou o PR
28
que es á a abalha , no malmen e az
semp e con e sa com o gues a im de, se se p opo ciona , pe gun a o que achou do
hos el e se há algo a melho a . Caso o eedback é posi i o, ale amos que odos os
meses a melho e iew ganha uma es adia g á is. Assim não só comba emos a al a
27
– Comen á io ei o num si e ace ca de algo, nes e caso sob e os Hos els ou sob e o
LDT;
28
Sigla pa a Public Rela ions/Relações Públicas. Nes e con ex o é a pessoa que assis e
o ececionis a do Hos el, que mos a o hos el, dá a conhece as eg as e o ien a-os nas
mais a iadas ques ões elacionadas com iagem;
21
que sen íamos, como conseguimos man e a posição den o do op dos melho es do
mundo.
8 – Ou as edes sociais e aplicações
Pa a além das que o am aqui nomeadas, a ma ca Des ina ion Hos els es e e p esen e
em duas ou as edes sociais online, mais conc e amen e no Pin e es e numa
aplicação chamada COMUNDU.
O Pin e es começou em 2009 e a e são be a oi lançada a ma ço de 2010. Foi
desen ol ido po Paul Scia a, E an Sha p e Ben Silbe mann, com o obje i o de se
uma ede social ol ada pa a o compa ilhamen o de o os e a igos. O Pin e es
ganhou ama po pe mi i aos usuá ios uma pe sonalização, conhecida como “quad o
de inspi ações”, onde o usuá io possui a ges ão de suas imagens po pas as, bem
como a possibilidade de di isão en e emas e ca ego ias. E em 2011 oi classi icada
pela e is a Time como um dos “50 melho es si es de 2011”. (McC acken, 2011)
T a a-se de uma ede social online usada maio i a iamen e po ame icanos e po isso
não emos an a a i idade como deseja íamos, no en an o, decidimos apos a , nem
que seja pela p esença ma cada nes e si e.
Quando aqui c iei con a izemos 9 álbuns: “Holidays in Lisbon” pa a p omo e e da a
conhece as es as popula es em Lisboa; “The Hos els: Al ama, Lisbon and Sunse ”
onde colocamos o os de cada Hos el de Lisboa e o ambien e onde se inse em; “HI
A i ana Des ina ion Hos el” onde p omo emos a á ea da A i ana e o Hos el; “The
Backpacke Li e” is o a a -se do nosso público p incipal de hos el, com ases e dicas
inspi acionais; “Lisbon” onde anexamos o os e a igos sob e a capi al; “Fes i als and
o he e en s in Po ugal” onde damos des aque a odos os e en os de enome; odos
os p a os adicionais encon am-se na pas a “Po ugal: Le ’s Ea !”; “T a el Quo es”
22
com ases mo i acionais ligadas ao sen imen o Wande lus e po im “Po ugal
In luence s” onde damos a conhece odos os Po ugueses e descenden es de
po ugueses que ma ca am a his o ia de Po ugal e do Mundo, como A is ides de
Sousa Mendes, que é ão pouco conhecido.
Apesa de nume o baixo de seguido es, odos dias emos ce ca de 80 no i icações,
p incipalmen e e e en e ao úl imo álbum.
Du an e os meus ês meses de es ágio, dei uso a uma aplicação que oi comp ada p a
uso do Hos el, mas que ninguém a usa a: COMUNDU. T a a a-se de uma aplicação
onde os hóspedes podiam in e agi po mensagem p i ada ou num mu al e onde
podíamos no i ica-los das a i idades com a ajuda de uma agenda p é-de inida e aze
pequenas p omoções. In elizmen e a adesão não oi mui a, po isso o DH desis iu
des e e es á a pensa in es i numa ou a aplicação que es á a se usada po á ios
ou os hos els na Eu opa.
De udo iz pa a que es a i esse sucesso, no en an o quando uma pessoa se encon a
em iagem, es a que uma aplicação ge al que ale não só daquele hos el (com
in o mação ú il, con ac os ou a é mesmo cha ) mas que ale de odos os ou os. Não
alia a pena pa a eles aze em download de algo que só iam u iliza du an e uns 2 dias
( empo médio de es adia).
29
um me cado em cons an e mu ação e em que o oco ago a já não se p ende aos
Millennials
30
mas an es à Ge ação Z
31
.
A p ojeção é que pa a o p óximo ano, o c escimen o seja o maio , e com as no as
mudanças a caminho, - maio união das ma cas DH e LDH
32
– não se á ácil. A
in e ação en e a ma ca e os seus seguido es espe o que con inue a c esce de o ma
sólida, com um plano de ação online mais de alhado a se aplicado, que não só ai
aze implemen ação de uma es a égia de ma ke ing de elacionamen o mais o e,
como ambém ai ge a mais luc o.
Chego ambém à conclusão, depois de e sido a as ada du an e umas semanas das
edes sociais da emp esa, que a a e a de comunicação que se es á a en a
implemen a pode alha , caso as edes sociais e o ma ke ing caía nas mãos de pessoas
sem o mínimo in e esse de es uda o que mo i a a pessoa, que es á a quilóme os de
dis ância, a coloca um like na página ou num simples pos .
Pois «sem e dades absolu as, como é ípico da comunicação, alámos-lhe en ão da
única eg a que nos a e emos a da -lhe: planea . É no planeamen o, en endido como
p ocesso con ínuo e pe meá el, que a dimensão es a égica da comunicação se e ela.
(…). Pois a i alidade dos negócios não es á no olume de in es imen o em so wa e,
nem são as ecnologias que di am o ce o ou o que es á e ado. O sucesso da p esença
na Web não eside numa conc e a e simples mig ação pa a o digi al, mas na sua
es a égia de manu enção.» (Mon ei o, 2014)
Es e meu plano que ainda se encon a em ase de desen ol imen o, em de se
espei ado e melho ado, mas ambém não pode se le ado mui o a sé io num mundo
onde o que o público-al o gos a é a ce eza do incons an e da ida de iajan e. Tem de
ha e um dialogo con inuo, cons an e e o mulação e adap ação a no as endências,
assim como a no os públicos-al o, pois o que ca i a o me cado asiá ico, não é o
mesmo que mo i a a isi a a Po ugal de uma pessoa o iunda dos Es ados Unidos da
Amé ica. Pois a pa i do momen o em que se chega a es a conclusão, al como Da id
Mon ei o disse «in e essa sabe o que dizem sob e si. E mais impo an e que con ola
es e ac o é in luenciá-lo posi i amen e. A in luência é a ene gia que mo e o seu
negócio, o ien a a con e sação e condiciona a omada de decisões».
30
Também conhecida como a Ge ação In e ne , que ab ange pessoas que nasce am
en e os inais dos anos 70 a é meados dos anos 90;
31
Ge ação que nasceu en e meados dos anos 90 a é 2010;
32
Sigla pa a “Lisbon Des ina ion Tou s” (agência de ou s);

30
11 - Links do Des ina ion Hos els e Lisbon Des ina ion Tou s
Facebook do DH: h ps://www. acebook.com/G oupDes ina ionHos el/
Facebook do LDT: h ps://www. acebook.com/LisbonDes ina ionTou s/
Ins ag am do DH: h ps://www.ins ag am.com/des ina ionhos /
Ins ag am do LDT: h ps://www.ins ag am.com/ ollowd guide/
Twi e do DH: h ps:// wi e .com/des ina ionhos
Blog do DH: h ps:// wi e .com/des ina ionhos
Pin e es do DH: h ps://p .pin e es .com/des hos el/
12 - Bibliog a ia, Ci ações e Webg a ia
(27 de Julho de 2016). Ob ido de Facebook: h p://www. acebook.com
Ba e o, A. M. (2013). Valo ize a Sua Ma ca no Facebook. Lisboa: bnomics.
Be ne s-Lee, T. (Ma ço de 1989). The O iginal P oposal o he WWW, HTMLized.
Ob ido de W3: h ps://www.w3.o g/His o y/1989/p oposal.h ml
McC acken, H. (2011). Pin e es - The 50 Bes Websi es o 2011. Ob ido de Time
Magazine:
h p://con en . ime.com/ ime/specials/packages/a icle/0,28804,2087815_2088159_2
088155,00.h ml
Mon ei o, D. (2014). Comunicação 2.0 - Como o Pode da Web In luencia Decisões e
Desa ia Modelos de Negócio. Conjun u a Ac ual - G upo Almedina.
Polícia Segu ança Pública - Facebook. (14 de Se emb o de 2016). Ob ido de Polícia
Segu ança Pública - Facebook:
h ps://www. acebook.com/policiasegu ancapublica/pho os/a.118723868183136.280
32.109274852461371/1102249953163851/? ype=3& hea e
PORDATA. (s.d.). Ob ido de PORDATA: h p://www.po da a.p /Pesquisa/ u ismo
Rose, J. K. (1971). Ma ke ing e Tou isme.
31
13 – Anexos
WHAT TO POST ON SOCIAL MEDIA – planilha de o ganização (p in sc een do documen o que se encon a online)
Check Calenda (by mon h) and Hos el Ac i i ies
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Pos ed (by Mon h)
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70
77
Sugges ions

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Logo ipos do Des ina ion Hos els
Social Media Analy ics 2016