Rela ó io Final | Es ágio P o issionalizan e
Rui Diogo Oli ei a Rod igues
C édi o o og a ia da capa: Guilhe me Fe nandes Pe ei a
AGRADECIMENTOS
Aos meus pais, pela o ien ação
Aos meus i mãos, pelo supo e
Aos meus a ós, pela p o eção
Aos meus pad inhos, pelo cuida
Aos meus amigos, pelo companhei ismo
Aos p o esso es e u o es, pela ap endizagem
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SIGLAS E ABREVIATURAS
− AEFCM: Associação de Es udan es da Faculdade de Ciências Médicas
− ECG: Ele oca diog ama
− MIM: Mes ado In eg ado em Medicina
− MGF: Medicina Ge al e Familia
− NMS: No a Medical School
− UC: Unidade Cu icula
− UCIP: Unidade de Cuidados In ensi os Pediá icos
− USF: Unidade de Saúde Familia
− SU: Se iço de U gência
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ÍNDICE
INTRODUÇÃO E OBJETIVOS…………………………………………………………………………………………………………………..………1
SÍNTESE DE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS – ESTÁGIOS PARCELARES ..………………………………………………………….2
Medicina Ge al e Familia – USF S. Ma inho de Alcabideche, 06.09.2021 – 01.10.2021...………………..….2
Pedia ia – UCIP Hospi al Dona Es e ânia, 04.10.2021 - 29.09.2021.………….………………………………………...2
Ginecologia-Obs e ícia – Hospi al Lusíadas Lisboa, 02.11.2021 - 26.11.2021 …..………………….……………...3
Saúde Men al – Cen o Hospi ala Psiquiá ico de Lisboa, 29.11.2021 - 07.01.2022.....………………………...3
Medicina In e na – Hospi al dos Capuchos, 17.01.2022 – 11.03.2022………………..……………………..………….4
Ci u gia Ge al – Hospi al Bea iz Ângelo, 14.03.2022 – 12.05.2022 …..……………………………..………………….5
Pneumologia (Opcional) – Cen o Hospi ala Vila No a de Gaia/Espinho, 16.05.2022 – 27.05.2022…..…6
ELEMENTOS VALORATIVOS……………………………………………………………………………………………………………..……………6
REFLEXÃO CRÍTICA……………………………………………………………………………………………………………………………..…………7
ANEXOS – Glossá io de anexos…………………………………………………………………………………………………………..…………9
Anexo I: C onog ama dos Es ágios Pa cela es…………………………………………………………………………………..10
Anexo II: Casuís ica dos doen es obse ados po es ágio pa cela ……………………………………………………11
a) Medicina ge al e amilia ……………………………………………………………………………………………..……11
b) Pedia ia……………………………………………………………………………………………………………………………12
c) Ginecologia e obs e ícia…………………………………………………………………………………………..………13
d) Saúde men al…………………………………………………………………………………………….………………………14
e) Medicina in e na…………………………………………………………………………..………………………………..…15
) Ci u gia ge al e opcional de gas en e ologia…………………………………………………………………….17
Anexo III: Pon os Posi i os e nega i os po es ágio pa cela ……………………………………………………………18
Anexo IV: T abalhos desen ol idos nos es ágios pa cela es …………………………………………………………….20
Anexo V: A igo no jo nal “no ícias de Cascais” ……………………………………………………………………………….22
Anexo VI: Pan le o in o ma i o: Cuida de quem cuida ……………………………………………………………………23
Anexo VII: Desc ição dos elemen os alo a i os ………………………………………………………….…………………..24
Anexo VIII: Ce i icados ……………………………………………………………………………………………………………………28
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INTRODUÇÃO E OBJETIVOS
O Mes ado In eg ado em Medicina (MIM) em como inalidade ajuda o es udan e de medicina a adqui i
uma base de conhecimen os sólida e coe en e, associada a um adequado conjun o de alo es, a i udes e ap idões
que lhe pe mi a o na -se um médico o emen e empenhado nas bases cien í icas da a e da Medicina, nos
p incípios é icos, na abo dagem humanis a que cons i uiu o undamen o da p á ica médica e no ape eiçoamen o
ao longo da ida das suas p óp ias capacidades de modo a p omo e a saúde e o bem-es a da comunidade que
se e.1 Des a o ma, o úl imo ano do MIM de e se i como uma pon e en e a consolidação de conhecimen os
adqui idos ao longo do cu so e a sua aplicabilidade no dia-a-dia in eg ado numa equipa em di e en es
especialidades, nomeadamen e: Medicina Ge al e Familia , Pedia ia, Saúde Men al, Ginecologia e Obs e ícia,
Medicina In e na e Ci u gia Ge al.
O p esen e ela ó io se e pa a desc e e o meu pe cu so no es ágio p o issionalizan e e um meio de
a aliação do mesmo. É compos o pela in odução que inclui os obje i os a que me p opus, pela sín ese das
a i idades desen ol idas no deco e dos es ágios pa cela es, pelos elemen os alo a i os, e minando com uma
e lexão c í ica. Em anexo, encon am-se con eúdos que conside ei ele an es, como a casuís ica, pon os
posi i os e nega i os po es ágio, abalhos desen ol idos, a sua desc ição e elemen os alo a i os com os
espe i os ce i icados, pa a um melho escla ecimen o de emas abo dados du an e o ela ó io.
Conside ando que o Médico, pa a exe ce a sua p o issão com máxima compe ência necessi a de uma
a ualização pe manen e de conhecimen os com ap endizagem con ínua, delineei como obje i os pa a o es ágio
p o issionalizan e, com a noção da necessidade da sua aplicabilidade no u u o: (1) Ap o unda e e olui nos
conhecimen os das ciências básicas e clínicas com ecu so e undamen ando as decisões com ins umen os de
ecnologia de in o mação médica de a ualização con ínua; (2) Iden i ica e explo a di e en es opo unidades
pa a adqui i expe iência e o mação em écnicas e p ocedimen os adap ados ao es ágio; (3) Abo da os doen es
na sua e en e biopsicossocial endo em conside ação as suas c enças, a i udes e compo amen os, sendo capaz
de ealiza uma his ó ia clínica ab angen e e exame ísico de alhado e u iliza a in o mação ecolhida de o ma
adequada pa a iden i ica co e amen e os p oblemas médicos dos doen es; (4) Aplica os conhecimen os com
e icácia, capacidade de análise e in eg ação com is a à c iação de um plano de ges ão do doen e pa a a solução
dos p oblemas clínicos com oco na p e enção da doença e p omoção da saúde, semp e que aplicá el; (5)
Desen ol e compe ências comunicacionais com os doen es, amílias e p o issionais en ol idos na p es ação de
cuidados de saúde; (6) Aplica os p incípios undamen ais da é ica médica na p á ica clínica; (7) C esce em
au onomia e con iança nas decisões clínicas, econhecendo as limi ações ine en es à minha e apa o ma i a.
1O Licenciado Médico em Po ugal – Faculdade de Medicina de Lisboa, 2005
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SÍNTESE DE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
ESTÁGIO PARCELAR DE MEDICINA GERAL E FAMILIAR (MGF)
O es ágio de MGF deco eu de 6 de se emb o a 1 de ou ub o de 2021, na Unidade de Saúde Familia (USF)
São Ma inho de Alcabideche, em Cascais, sob a u o ia da D a. Ana Paes de Vasconcellos.
Os obje i os especí icos que delineei o am: (1) Adqui i compe ências pa a ealiza consul as em au onomia
pa cial, (2) P a ica a elabo ação de anamnese e exame obje i o com uma abo dagem cen ada na pessoa, (3)
Ap ende a u iliza as pla a o mas necessá ias à p á ica clínica em MGF (4) Iden i ica e sabe ealiza o plano
e apêu ico dos p oblemas de saúde mais equen es na comunidade, (5) Reconhece e aplica écnicas de
p e enção p imá ia, secundá ia, e ciá ia e qua e ná ia e (6) Comp eende os desa ios do in e na o médico em
MGF.
Fazendo uma e ospe i a ge al da minha e olução po cada semana de es ágio, salien o, na p imei a semana,
o início do deba e no inal das consul as sob e a ma cha diagnós ica e e apêu ica dada aos u en es. Na segunda
semana comecei a ealiza egis os no Sclínico, consul as em au onomia pa cial, exame obje i o di igido e
colpoci ologias. Na semana seguin e ealizei mais consul as em au onomia pa cial, com uma g ande e olução na
o ma como comunica a com o doen e, pude auxilia na d enagem de um abcesso, ealizei domicílios e espe i os
egis os, ealizei a emoção de ib omas e exames obje i os mais di igidos. Na qua a semana sen ia-me
o almen e in eg ado na equipa e com capacidade au ónoma pa a di e sas a e as.
As a i idades desen ol idas, os doen es obse ados e o ipo de consul as a que assis i encon am-se no Anexo
II. No deco e do es ágio é solici ado que se ealize um abalho de um caso clínico (Anexo IV) que é obje o de
a aliação em seminá io com mais alunos. A ealização des e abalho pe mi iu-me desen ol e um a igo
in o ma i o pa a o jo nal local (Anexo V) e a ealização de um olhe o in o ma i o (Anexo VI) pa a se dis ibuído
aos u en es da USF que se encon em no papel de cuidado es in o mais.
ESTÁGIO PARCELAR DE PEDIATRIA
Realizei es e es ágio na Unidade de Cuidados In ensi os Pediá icos no Hospi al Dona Es e ânia, em Lisboa, de
4 a 29 de ou ub o de 2021 sob u o ia do D . Anaxo e Casimi o.
Coloquei como obje i os e necessidades de ap endizagem especí icos: (1) Iden i ica e econhece os
p incípios ge ais de ma cha diagnós ica e e apêu ica nas p incipais pa ologias da c iança e adolescen e, incluindo
u gências e eme gências; (2) Comunica e icazmen e com a c iança ou adolescen e e a amília e (3) Faze a
colhei a de dados anamnésicos, exame ísico, pedido e in e p e ação de exames complemen a es, discussão de
hipó eses diagnós ico e p opos a de o ien ação e apêu ica.
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Os cuidados in ensi os pediá icos eque em abo dagens ex emamen e di e enciadas e in eg ado as de
di e sas subespecialidades. Des a o ma, pude obse a a impo ância de uma equipa mul idisciplina , endo
p esenciado a colabo ação de especialis as em neu ologia, neu oci u gia, imagiologia, ca diologia, nu ição,
medicina ísica e eabili ação en e ou os. Dia iamen e, assis ia às euniões de discussão de casos clínicos dos
doen es in e nados (Anexo II), de seguida obse a a e pa icipa a na ealização de anamnese e exame obje i o,
e i icação de in e co ências, in e p e ação de análises labo a o iais e exames complemen a es de diagnós ico,
elabo ação de no as de en ada e no as de al a, com a supe isão de assis en es e in e nos de Pedia ia e de
Fo mação Ge al. Realizei dois u nos do Se iço de U gência (SU) de pedia ia ge al, acompanhando a D a. Filipa
Ma ujo, em que ealizamos e isão das pa ologias agudas mais equen es em idade pediá ica, p incipais
diagnós icos di e enciais e econhecimen o de si uações de g a idade e sinais de ala me em idade pediá ica.
Assis i ainda, a uma aula eó ica sob e ana ilaxia, a um dia de consul a de imunologia e a um cu so básico de
eanimação ca dio espi a ó ia. No inal do es ágio ap esen ei um abalho com ou os alunos, em seminá io,
que se encon a b e emen e desc i o no Anexo IV.
ESTÁGIO PARCELAR DE GINECOLOGIA-OBSTETRÍCIA
En e 2 e 26 de no emb o de 2021, ealizei o es ágio de Ginecologia e Obs e ícia no Hospi al Lusíadas Lisboa
sob a u o ia da D a. I ina Ramilo.
Pa a além dos obje i os ge ais da Unidade Cu icula (UC), delineei como obje i os especí icos: (1) Reconhece
como a ua nas di e sas pa ologias obs é icas e ginecológicas mais comuns, incluindo si uações u gen es e
eme gen es; (2) Acompanha , pa icipa a i amen e e colabo a nas a e as do bloco ope a ó io, consul a ou
u gência/bloco de pa os; (3) Colhe e a a c i icamen e os dados anamnésicos e o exame obje i o, bem como
sabe equisi a os exames complemen a es de diagnós ico adequados espei ando a in imidade da Mulhe e (4)
Reconhece a impo ância da p e enção e diagnós ico p ecoce em Ginecologia e Obs e ícia.
No deco e do es ágio pude assis i e pa icipa a di e sas alências des a especialidade, nomeadamen e
consul a ge al, consul a de in e ilidade, ci u gias no bloco cen al, SU e unidade uncional de exames especiais
de ginecologia (Anexo II). Des aco a possibilidade de assumi o papel de 2º ajudan e em 4 ci u gias, a pa icipação
no wo kshop The Woman ealizado no Hospi al Bea iz Ângelo e a ap esen ação de um abalho com os es an es
es udan es a ealiza em es e es ágio no Hospi al dos Lusíadas (Anexo IV).
ESTÁGIO PARCELAR DE SAÚDE MENTAL
O es ágio de Saúde Men al deco eu de 29 a 10 de no emb o de 2021 no Cen o Hospi ala Psiquiá ico de
Lisboa – Clínica 6 sob u ela da D ª Vânia Vi ei os e, de 13 de dezemb o de 2021 a 7 de janei o de 2022, ealizei
as a i idades à dis ância.
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Delineei como obje i os especí icos pa a a ingi nes e es ágio (1) Desen ol imen o e consolidação dos
conhecimen os e das capacidades de diagnós ico e in e enção clínica em Psiquia ia e Saúde Men al, (2) a
In eg ação da pe spe i a biopsicossocial no pensamen o clínico, (3) Iden i icação de sin omas de pe u bação
psiquiá ica e di e enciá-los do uncionamen o psicológico no mal do indi íduo e (4) Sabe aplica as eg as
básicas de e e enciação de indi íduos com p oblemas de saúde men al.
Nas duas semanas p esenciais es i e no in e namen o a assis i a en e is as clínicas (Anexo II) e es i e
p esen e em duas aulas eó icas lecionadas pelo egen e da cadei a, P o . Dou o Miguel Talina, ace ca do exame
do es ado men al, a aliação das unções cogni i as e sob e pa ologias mais equen es em con ex o de u gência.
Nas duas semanas à dis ância ealizei 2 his ó ias clínicas disponibilizadas na pla a o ma Moodle sob a o ma de
ídeo e seis inhe as clínicas com ês ques ões ipo single bes answe , incidindo sob e emas incluídos na
bibliog a ia da P o a Nacional de Acesso à Fo mação Especializada (PNAFE).
ESTÁGIO PARCELAR DE MEDICINA INTERNA
O es ágio oi ealizado no Hospi al San o An ónio dos Capuchos, no se iço de Medicina In e na 2.1 sob
u o ia da D a. Te esa Fa o nas semanas de 17 de janei o a 11 de ma ço de 2022.
Os obje i os açados na icha da UC aliada aos meus obje i os pessoais, le a am-me ao desen ol imen o
dos seguin es obje i os: (1) Realização de anamnese e o exame ísico de qualque doen e de o ma au ónoma;
(2) Hie a quização dos dados de uma his ó ia clínica e o mulação de hipó eses diagnós icas; (3) Requisição de
o ma undamen ada e in e p e ação de exames complemen a es de diagnós ico adequados e necessá ios em
cada con ex o clínico; (4)Acompanhamen o e, se possí el, ealização de exames in asi os, nomeadamen e
gasime ia a e ial, punção enosa pe i é ica, colocação de ca é e enoso cen al e pa acen ese; (5) Elabo ação
de diá ios clínicos, no as de en ada e no as de al a dos doen es; (6) Iden i icação e conhecimen o de abo dagem
de si uações de eme gência médica e de isco iminen e de ida e (7) Desen ol imen o da capacidade de
exposição pública de si uações clínicas complexas.
Du an e o es ágio desen ol i a i idade hospi ala em in e namen o, SU, consul a ex e na de diabe es
melli us e pude assis i a sessões clínicas desen ol idas pelos médicos do se iço. Gos a ia de des aca os pedidos
de colabo ação, que o am opo unidades in e essan es de discussão de casos clínicos com especialis as de
Endoc inologia, Neu ologia, Radiologia, Ne ologia, Psiquia ia, U ologia, Ca diologia e Medicina Palia i a.
Ao longo de cada dia, discu ia com a u o a os dois ou ês diá ios clínicos ealizados, a minha in e p e ação
sob e os casos e o planeamen o e apêu ico indi idualizado pa a cada doen e. À da a da al a doen es,
acompanha a a ealização e discu ia a no a de al a com a u o a, e minando com uma e lexão sob e o que inha
ap endido sob e cada caso clínico. De o ma p oac i a, i e ambém a opo unidade de obse a a equipa de
en e magem na ealização de écnicas de punção enosa e de emoção de um ca é e enoso cen al, ca é e de
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diálise e ealização de pensos de e idas c ónicas. Realizei se e dias em SU Ge al do Hospi al de São José, com o
acompanhamen o da D ª Raquel Ma os e es an e equipa de u gência. A casuís ica dos doen es obse ados
encon a-se no Anexo II. Du an e uma a de, no SU do Hospi al São José, acompanhei o D . Manuel Machado,
Médico In e no de Neu ologia. Du an e essa a de obse ei dois doen es, um homem de 62 anos com Ve igem
Pos u al Pa oxís ica Benigna com ealização das manob as e apêu icas de Dix Hallpike e de Epley e um homem
de 73 anos com dé ices ocais inespecí icos.
Pa icipei ainda em 3 sessões clínicas sob e: Ele óli os e Equilíb io Ácido-base, Diagnós ico Di e encial de
Dia eias e No mas de U ilização de An ibio e apia. Elabo ei 2 abalhos, o p imei o sob e “in eções associadas
aos cuidados de saúde” que oi ap esen ado à u o a e o segundo sob e “pneumonia adqui ida na comunidade
– caso clínico”. Ap esen o uma b e e desc ição des es abalhos no Anexo IV.
ESTÁGIO PARCELAR DE CIRURGIA GERAL
Ao longo das 8 semanas, de 14 de ma ço a 12 de maio de 2022, sob u o ia do D . Gonçalo Luz no Hospi al
Bea iz Ângelo (HBA), ealizei o es ágio de Ci u gia Ge al.
De ini como obje i os a cump i nes e es ágio: (1) Ap o unda e aplica conhecimen os das p incipais
sínd omes ci ú gicas (e iopa ogenia e semiologia), assim como os undamen os do seu diagnós ico e a amen o;
(2) Dis ingui si uações clínicas com indicação ci ú gica u gen e e indicações pa a ci u gia ele i a; (3) Adqui i
au onomia no planeamen o e execução de um exame clínico me ódico e comple o (anamnese e exame obje i o)
e na seleção e equisição de exames complemen a es de diagnós icos necessá ios ao escla ecimen o de cada
caso clínico; (4) A alia o es ado nu icional e isco ci ú gico de um doen e, no p é e pós-ope a ó io; (5) Execu a
écnicas de pequena ci u gia mais comuns e conhece as écnicas de anes esia e de assepsia necessá ias pa a o
e ei o; (6) Acompanha e consolida conhecimen os na á ea da Gas en e ologia.
O es ágio oi maio i a iamen e obse acional em con ex o de bloco ope a ó io e consul as, com au onomia
pa cial na ealização de his ó ias clínicas e discussão em isi a ao se iço. Pa a além des as a i idades, pa icipei
ainda numa ci u gia no Hospi al da Luz Lisboa, o cu so TEAM, o Skills Lab no Hospi al da Luz e o mini-cong esso
com ap esen ação de casos clínicos pelos es udan es de 6.º ano (Anexo IV).
A a i idade na en e ma ia p endia-se com a obse ação de doen es in e nados, colhei a de anamnese,
ealização de exame obje i o e desen ol imen o de aciocínio clínico. Todas as manhãs e a ealizada uma isi a
aos doen es com esumo do quad o clínico, hipó eses diagnós icas e plano e apêu ico, o que con ibuiu de
o ma posi i a pa a o desen ol imen o de capacidades clínicas e comunicacionais. Adicionalmen e, pude
p esencia a p es ação de cuidados p é e pós-ope a ó ios, ais como a a aliação de e idas ci ú gicas, ealização
de pensos, moni o ização de d enos e exclusão de complicações ci ú gicas. A casuís ica encon a-se desc i a no
Anexo II. A comunicação de más no ícias oi uma ealidade mui as ezes p esen e pela necessidade de comunica
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b) PEDIATRIA
Valência Hospi ala
In e namen o
Se iço de U gencia
Nº de doen es
obse ados
8
5
4
12
Tabela 4: Doen es obse ados po alência hospi ala em Pedia ia. .
Géne o
Idade
Mo i o de admissão
Diagnós ico P incipal
23 meses
SHU a ípico
SHU a ípico e Ence alopa ia com
con ulsão
7 anos
Pós-ope a ó io a umo da ossa
pos e io
Meduloblas oma
1 ano
Insu iciência espi a ó ia
De ame pleu al
3 anos
Acidose me abólica e
hipe lac acidémia
Ence alopa ia de We nicke
3 anos
Hipe caliémia e a á ia
Hipe caliémia
14 anos
Insu iciência espi a ó ia ipo 2
In eção po Rino í us
Ence alopa ia hipóxico-isquémica
Epilepsia Focal
6 meses
Pós-ope a ó io de
meningoence alocelo empo o-
pa ie al di ei o
Meningoence alocelo
13 anos
Remoção de lesão ocupando espaço
Sínd ome de Coa Plus
1 mês
Pós-ope a ó io de descomp essão
medula com laminec omia
Sínd ome de Duan ipo 3 congéni o
2 anos
Pós-ope a ó io de c âniocines ose
Plagioce alia on al di ei a
3 meses
Insu iciência espi a ó ia ipo 2
B onquioli e a Rino í us
13 anos
Pós-ope a ó io de
duodenopanc eo omia ce álica
Tumo Panc eá ico
Tabela 5: Doen es obse ados em in e namen o da UCIP. m
5
2
15
2
1
11
Figu a 4: Pa ologias po sis ema obse ados no SU
Gas oin es inal
Respi a ó io
Psiquiá ico
Neu ológico
Imune
De ma ológico
Endóc ino
Ne ológico
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13
3
1
1
3
1
Figu a 6: Diagnós icos e T a amen o po
His e oscopia
Lesão de baixo g au Coi o agia
Lesão de al o g au Condilomas
Pólipo endome ial
c) GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA:
Valência
Hospi ala
Consul a
Ge al
Consul a de
In e ilidade
Ci u gia
SU
Bloco de
Pa os
Unidade
Funcional de
Exames
Nº de
doen es
obse ados
48
3
9
4
3
7
Tabela 6: Resumo de doen es obse ados po alência
P ocedimen o
No as
Ci u gia po ia lapa oscópica de quis o o á io di ei o +mioma subse oso +
endome iose.
Obse ação
Ci u gia po ia lapa oscópica de endome iose
Obse ação
Ci u gia po ia lapa oscópica de endome iose
Obse ação
His e ec omia po lapa o omia
Obse ação
Ci u gia po ia lapa oscópica a mioma subse oso
Pa icipação como 2º ajudan e
His e ec omia po ia lapa oscópica de com con e são pa a lapa o omia
Pa icipação como 2º ajudan e
Ci u gia po ia lapa oscópica a endome iose
Obse ação
Ci u gia po ia lapa oscópica de Endome iose
Pa icipação como 2º ajudan e
Ci u gia po ia lapa oscópica de Endome iose com con e são pa a
lapa o omia
Pa icipação como 2º ajudan e
Tabela 7: Bloco Ope a ó io Cen al
7
19
5
3
7
7
Figu a 5: Mo i os de Consul a
Ro ina G a idez Pós-Pa o
Endome iose Neoplasia Ou os
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d) SAÚDE MENTAL
Tabela 8: Doen es obse ados em in e namen o de Psiquia ia .
Idade (anos)
Diagnós ico(s)
Núme o de en e is as ealizadas
53
Pe u bação Esquizoa e i a
2
38
Pe u bação Esquizoa e i a
2
52
Esquizo enia
2
43
Dep essão mode ada e Abuso de
subs âncias
3
28
Esquizo enia
Abuso de subs âncias
1
42
Dep essão psicó ica
2
29
Pe u bação Bipola
1
6
1
Figu a 7: Doen es
obse ados po géne o
Masculino Feminino
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0001
7676
2
0
2
4
6
8
<20 20-29 30-39 40-49 50-59 60-69 70-79 80-89 >90
Figu a 9: Nº de doen es obse ados
em u gência po aixa e á ia
Nº de doen es
0 0 0 0
3
1
2
4
0
0
1
2
3
4
5
<20 20-29 30-39 40-49 50-59 60-69 70-79 80-89 >90
Figu a 8: Nº de doen es obse ados em
in e namen o po aixa e á ia
Nº de doen es
e) MEDICINA INTERNA
Valência hospi ala
In e namen o
Consul a de
Diabe es Melli us
SU
U gência de
Neu ologia
Nº de doen es
obse ados
10
6
29
2
Tabela 9: Resumo de doen es obse ados po alência .
Tabela 10: Diagnós ico p incipal e p é ios, po doen e, no in e namen o de Medicina In e na
Diagnós ico p incipal
Diagnós icos P é ios
Insu iciência Ca díaca descompensada
T aqueob onqui e In ecciosa Nosocomial
Hipona émia, Fib ilhação Au icula , Ca diopa ia
Val ula com P ó ese biológica, Insu iciência Renal
C ónica, Sínd ome Ca dio enal
In eção do a o u iná io po Klebsiella
Sínd ome Con usional Agudo
Cis i e po Klebsiela
Obesidade
Doença Renal C ónica Agudizada
In eção do a o u iná io po E. Coli
Lesão ocupando espaço no im di ei o, Hipo i oidismo
e Hipopa a i oidismo pós i oidec omia, Mias enia
G a is
Asci e
Ca cinoma Bila e al do O á io, De ame Pleu al
Bila e al, Anemia Ca encial de Fe o, Vi amina B12 e
Ácido Fólico, Hipe ensão A e ial, Diabe es Melli us 2,
Dislipidemia, Obesidade
Ca cinoma in asi o da mama, es adio IV com
me as ização gangliona e hepá ica
In eção HIV, Hipe ensão A e ial, Dislipidemia, Ro u a
Muscula Omb o Di ei o
Pielone i e
Bac e iemia po E. Coli
Doença Renal C ónica Agudizada de causa p é-
enal, enal e pós- enal
Dejeções Líquidas sem sangue, muco ou pus de
e iologia a escla ece
P o á el AVC ou Quad o Demencial
Insu iciência Vascula Pe i é ica, Hipe ensão A e ial
In es igação E iológica de AVC
Hipe ensão A e ial, Obesidade
Endoca di e In ecciosa po En e ococos aecalis
F a u a e eb al de L2 e L3
Ca diopa ia Hipe ensi a, Dislipidemia, Anemia
C ónica Mul i a o ial, Asma, Hé nia do Hia o, Gas i e
C ónica
Sínd ome Ve iginoso
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16
Idade
Géne o
Local de Obse ação
Mo i o de ida à U gência/Diagnós ico
52
Sala de Obse ação
Asci e
73
Sala de Obse ação
Ic e ícia
83
Sala de Reanimação
De ame pleu al unila e al
67
Sala de Obse ação
Dispneia, cansaço e edema dos memb os in e io es
84
Sala de Obse ação
Dispneia e cansaço
78
Sala de Obse ação
Dispneia e cansaço
50
Sala de Obse ação
In eção do a o u iná io
76
Sala de Obse ação
AVC hemo ágico da a é ia ce eb al média
93
Sala de Obse ação
AVC isquémico da ossa pos e io
78
Sala de Obse ação
AVC isquémico alâmico
58
Sala de Reanimação
En a e agudo do miocá dio
72
Sala de Reanimação
Edema Pulmona
86
Sala de Reanimação
B adica dia
48
Sala de Reanimação
B adica dia
67
Sala de Obse ação
Dispneia e cansaço
69
Sala de Obse ação
Síncope não p esenciada
91
Sala de Obse ação
TEP
78
Sala de Obse ação
In eção do a o u iná io
62
Sala de Obse ação
In eção do a o u iná io
74
Sala de Obse ação
Pa es esias e pe da de sensibilidade no memb o in e io
esque do
56
Sala de Obse ação
Pieloe i e
63
Sala de Reanimação
Taquica dia en icula
82
Sala de Obse ação
Dispneia, cansaço e edema dos memb os in e io es
84
Sala de Reanimação
Dispneia e osse
83
Sala de Obse ação
To acalgia e palpi ações de no o- Fib ilhação au icula com
espos a en icula ápida
54
Sala de Obse ação
Pe da de o ça no Memb o supe io esque do, apagamen o do
sulco nasogeniano à esque da e ap axia
57
Sala de Obse ação
Ton u as, osse e dispneia
86
Sala de Obse ação
Sínd ome Ve iginoso
54
Sala de Obse ação
In eção po In luenza A
Tabela 11: Doen es Obse ados no SU ,
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17
) CIRURGIA GERAL E OPCIONAL DE GASTRENTEROLOGIA
Valência hospi ala
Bloco Ope a ó io
In e namen o
Consul a
Gas en e ologia
Nº de doen es
obse ados
12
19
39
11
Tabela 12: Resumo de doen es obse ados po alência .
Tabela 13: Ci u gias obse adas ..m
5
6
Figu a 12: Doen es Obse ados po alência de
gas en e ologia
Técnicas
Consul a
Géne o
Idade
P ocedimen o
54
Penso ácuo amilia po sínd ome compa imen al
62
Gas ec omia o al
45
Colecis ec omia ia lapa oscópica
53
Colecis ec omia ia lapa oscópica
51
Colecis ec omia ia lapa oscópica
66
Lapa oscopia de es adiamen o + Colocação de implan a ix
52
He nioplas ia com undoplica u a
58
Desb idamen o de gang ena de Fou nie
61
Lapa oscopia de es adiamen o
71
Gas ojejunos omia
67
Hemicolec omia esque da com anas omose colo e al
71
Gas ec omia o al
38%
23%
11%
11%
17%
Figu a 11: Pa ologias obse adas em
consul a
Obesidade Neoplasia Pa ologia li iásica
Hé nia Ou as
37
36
Figu a 10: Doen es po Géne o
em odas as alências
hospi ala es
Masculino Feminino
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18
ANEXO III: PONTOS POSITIVOS E NEGATIVOS POR ESTÁGIO PARCELAR
Especialidade
Pon os Posi i os
Pon os Nega i os
Medicina Ge al e
Familia
- O ganização da UC;
- Realização de consul as e écnicas em
au onomia pa cial;
- In eg ação na equipa da USF;
- Realização de p ocedimen os e écnicas
como ci ologias, injeção de anes ésico
local, emoção de ib omiomas.
- Desen ol imen o de compe ências
comunicacionais pa a di e sas aixas
e á ias e em o ma os di e en es.
- Disponibilização a dia das USF
com agas, le ando a di iculdade
de o ganização logís ica pa a
es ágios o a de Lisboa.
- Penalizações excessi as na
en ega dos abalhos.
Pedia ia
- Realização de U gências espi a ó ias e
não- espi a ó ias;
- Pa icipação nas euniões diá ias;
-Colabo ação de di e sas especialidades
com a UCIP com disponibilidade pa a
ensino.
- Aula eó ica sob e “Ana ilaxia na
C iança”
- Possibilidade de acompanha o cu so
básico de eanimação ca dio espi a ó ia.
- Dilemas é icos em eunião de se iço
pa a os quais e amos chamados a
in e i .
- Di iculdade de pa icipação a i a
dado o ele ado g au de
complexidade;
- Pouca opo unidade em
obse a casuís ica mais comum.
Ginecologia e
Obs e ícia
- Pa icipação em ci u gias;
- Acompanhamen o pe manen e pela
u o a;
- P eocupação em assis i e pa icipa nas
di e en es alências;
- Enquad amen o com necessidades de
ap endizagem pa a a P o a Nacional de
Acesso
- Poucos casos de u gência;
- Fal a de isualização de pa os
po ia aginal;
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19
Especialidade
Pon os Posi i os
Pon os Nega i os
Saúde Men al
- Fo mações online;
- O ganização das a e as a ealiza ans
semanas de ensino à dis ância;
- Disponibilidade do egen e.
- Fal a de p eocupação pa a os
alunos consegui em en a no
se iço;
- Di iculdade em assis i a
consul as;
- Não se assegu ado um ho á io
pa a ealiza u gências de
psiquia ia;
- Encu amen o do empo de
es ágio p á ico pa a 2 semanas
de ido ao COVID-19.
Medicina In e na
- Realização de his ó ias clínicas e
au onomia na ges ão dos doen es;
- Fo mações sob e emas ele an es;
- SU u o ado po médica da equipa ixa e
com equência semanal;
- O ganização de sessões clínicas pelos
médicos do se iço.
- Fal a de in eg ação na equipa;
- Não assis i à discussão diá ia
dos casos clínicos do se iço.
Ci u gia Ge al
- Pa icipação em ci u gia;
- Discussão diá ia dos doen es
in e nados;
- Disponibilidade pa a assis i a di e en es
alências
- O ganização de um mini-cong esso com
odos os alunos de uma o ação
- Núme o eduzido de ci u gias
po cancelamen o de ido à al a
de anes esis as;
- Pouca ca ga ho á ia em
pequena ci u gia;
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20
ANEXO IV: TRABALHOS DESENVOLVIDOS NOS ESTÁGIOS PARCELARES
Especialidade
Tí ulo do T abalho
B e e Desc ição
Au o es
Medicina
Ge al e
Familia
Ap esen ação de
caso clínico
T abalho de a aliação com colhei a de his ó ia
clínica e abo dagem segundo es u u a SOAP. O
caso escolhido a a-se de uma cuidado a
in o mal, em isco de bu nou do cuidado em
que oi possí el aplica di e sos ins umen os de
a aliação amilia .
Rui Diogo
Rod igues
A igo pa a o jo nal
“no ícias de
Cascais” (Anexo V)
No âmbi o do caso clínico ealizado, su giu a
opo unidade de ealiza um a igo pa a a
comunidade lei o a des e jo nal ica in o mada
dos apoios e de a i udes a oma quando se
encon am no papel de cuidado es in o mais.
Rui Diogo
Rod igues
Pan le o
in o ma i o (Anexo
VI)
Realizei um pan le o in o ma i o que possa
se i de auxílio aos p o issionais de saúde da
USF quando i e em um doen e em si uação de
cuidado , pa a p e eni o bu nou do cuidado e
e em disponí el, de uma o ma ácil, con ac os
ú eis de in e esse pa a es es u en es.
Rui Diogo
Rod igues
Pedia ia
P odução de
in o mação pa a
pais – “Pais
in o mados, Filhos
bem-cuidados”
O abalho e e como obje i o explici a de que
o ma os p o issionais de saúde de em
comunica in o mações clínicas mais
e icazmen e de o ma a diminui a
desin o mação.
Luís Menezes
Ma iana Rosa
Ra aela Fe ei a
Rui Diogo
Rod igues
Ginecologia e
Obs e ícia
Ci u gia Robó ica
na Endome iose
O ema ap esen ado oi escolhido po alia uma
pa ologia que i equen emen e nes e es ágio e
po e sido adqui ido o obo ci ú gico DaVinci
com p e isão de início de ci u gia da
endome iose com es a écnica pa a um u u o
p óximo no Hospi al. Des a o ma, o abalho
ap esen a a as écnicas e p ocedimen os pa a a
ealização de ci u gia obó ica na endome iose.
Rui Diogo
Rod igues
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21
Especialidade
Tí ulo do T abalho
B e e Desc ição
Au o es
Medicina
In e na
In eções
associadas aos
cuidados de saúde
Elabo ei um abalho pa a se ap esen ado à D ª
Te esa Fa o, u o a de Medicina In e na, que
inha como obje i o p epa a -me pa a a o ma
como se de e es u u a um abalho, eino de
comunicação simples e e icaz, eliminação de
e os comuns em ap esen ações e diminui a
ansiedade em elação a pales as u u as.
Rui Diogo
Rod igues
PNEUMONIA
ADQUIRIDA NA
COMUNIDADE –
CASO CLÍNICO
Em g upo, ealizei um abalho que oi
ap esen ado aos médicos do se iço. Iniciamos
com uma in odução sucin a do caso clínico de
uma doen e que inha es ado in e nada no
se iço de Medicina In e na 2.1 do HSAC. De
seguida, passamos pa a uma b e e explicação
sob e a de inição, a o es de isco, e iologia,
diagnós ico e a amen o da pneumonia
adqui ida na comunidade e inalizamos com a
conclusão do caso clínico, nomeadamen e a
his ó ia do in e namen o da doen e, diagnós ico
e p opos a de a amen o.
F ancisca A eias
Ma alda Canha
Rui Diogo
Rod igues
Ci u gia
Ge al
Sínd ome de ansa
Cega - “Em e a de
ansa cega, quem
de i a é ei”
No mini-cong esso de ci u gia ap esen amos um
caso de um doen e com sínd ome de Cas leman
que inha ealizado uma ci u gia p é ia da qual
esul ou uma sínd ome de ansa cega po c iação
de um con o duodenal. Após e mos assis ido à
ci u gia de de i ação pa a a amen o da
sínd ome de ansa cega desc e emos es e caso
pa a os es an es colegas.
Ma ga ida Bulha
Ma iana Rosa
Rui Diogo
Rod igues
Rela ó io Final | Es ágio P o issionalizan e
Rui Diogo Oli ei a Rod igues
28
ANEXO VIII: CERTIFICADOS
Rela ó io Final | Es ágio P o issionalizan e
Rui Diogo Oli ei a Rod igues
29
Rela ó io Final | Es ágio P o issionalizan e
Rui Diogo Oli ei a Rod igues
30
Rela ó io Final | Es ágio P o issionalizan e
Rui Diogo Oli ei a Rod igues
31
Rela ó io Final | Es ágio P o issionalizan e
Rui Diogo Oli ei a Rod igues
32
Rela ó io Final | Es ágio P o issionalizan e
Rui Diogo Oli ei a Rod igues
33
Rela ó io Final | Es ágio P o issionalizan e
Rui Diogo Oli ei a Rod igues
34
Rela ó io Final | Es ágio P o issionalizan e
Rui Diogo Oli ei a Rod igues
35
Rela ó io Final | Es ágio P o issionalizan e
Rui Diogo Oli ei a Rod igues
36
Rela ó io Final | Es ágio P o issionalizan e
Rui Diogo Oli ei a Rod igues
37
Rela ó io Final | Es ágio P o issionalizan e
Rui Diogo Oli ei a Rod igues
44
Rela ó io Final | Es ágio P o issionalizan e
Rui Diogo Oli ei a Rod igues
45
Rela ó io Final | Es ágio P o issionalizan e
Rui Diogo Oli ei a Rod igues
46