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Dimensionamento de uma ponte provisória metálica para um vão de 80 metros

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Dimensionamento de uma ponte provisória metálica para um vão de 80 metros

Author: Daniela Cristina Soares Fardilha
Year: 2016
DOI: 10.34626/xavf-jf63
Source: https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/85956/2/154841.pdf
DIMENSIONAMENTO DE UMA PONTE
PROVISÓRIA METÁLICA PARA UM VÃO DE
80 METROS
DANIELA CRISTINA SOARES FARDILHA
Disse ação subme ida pa a sa is ação pa cial dos equisi os do g au de
MESTRE EM ENGENHARIA CIVIL — ESPECIALIZAÇÃO EM ESTRUTURAS
O ien ado : P o esso Dou o Ped o Al a es Ribei o Ca mo Pacheco
Coo ien ado : Engenhei o Gilbe o Cas o Al es
JULHO DE 2016
MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL 2015/2016
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL
Tel. +351-22-508 1901
Fax +351-22-508 1446
 m[email p o ec ed]
Edi ado po
FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO
Rua D . Robe o F ias
4200-465 PORTO
Po ugal
Tel. +351-22-508 1400
Fax +351-22-508 1440
 [email p o ec ed]p.p
 h p://www. e.up.p
Rep oduções pa ciais des e documen o se ão au o izadas na condição que seja mencionado
o Au o e ei a e e ência a Mes ado In eg ado em Engenha ia Ci il - 2015/2016 -
Depa amen o de Engenha ia Ci il, Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade do Po o,
Po o, Po ugal, 2016.
As opiniões e in o mações incluídas nes e documen o ep esen am unicamen e o pon o de is a do
espe i o Au o , não podendo o Edi o acei a qualque esponsabilidade legal ou ou a em elação a
e os ou omissões que possam exis i .
Es e documen o oi p oduzido a pa i de e são ele ónica o necida pelo espe i o Au o .
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
À Família e Amigos
“De e minação, co agem e au ocon iança são a o es decisi os pa a o sucesso. Não impo a quais
sejam os obs áculos e as di iculdades. Se es amos possuídos de uma inabalá el de e minação,
consegui emos supe á-los. Independen emen e das ci cuns âncias, de emos se semp e humildes,
eca ados e despidos de o gulho”
Dalai Lama

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
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AGRADECIMENTOS
A ealização des a disse ação só oi possí el g aças ao con ibu o de di e sas pessoas às quais que o
ag adece .
Em p imei o luga gos a ia de ag adece ao meu o ien ado , P o esso Ped o Pacheco, pela
disponibilidade, mo i ação e o ien ação cien í ica concedida ao longo do abalho.
Em seguida ag adeço ao meu coo ien ado , Engenhei o Gilbe o Al es, pelos seus conhecimen os, pela
sua disponibilidade, pela disponibilização de documen os impo an es e pelas suas o ien ações que se
e ela am mui o impo an es na conclusão do abalho.
Ao Engenhei o José Ped o Fe nandes, um mui o ob igada pelas in o mações concedidas que se
demons a am ele an es à minha disse ação.
Exp esso ambém a g a idão ao P o esso Filipe Magalhães pela sua disponibilidade, assim como, pela
a enção dispensada, mesmo não es ando di e amen e en ol ido na disse ação.
À minha amília, em especial aos meus pais e a minha i mã, um eno me ob igada pelo apoio, pela
paciência, pela con iança e pela comp eensão ao longo des a disse ação.
Aos meus amigos pela mo i ação em al u a de desânimo e pela ajuda o e ecida.
A odos ós, a minha eno me g a idão pela ealização de mais uma e apa da minha ida!
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
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4 CASO DE ESTUDO ...................................................................................................... 77
4.1. In odução ................................................................................................................................... 77
4.2. Modelação ................................................................................................................................... 77
4.3. Quan i icação de ações ........................................................................................................... 79
4.3.1. Quan i icação do peso p óp io ..................................................................................................... 79
4.3.2. Quan i icação do e es imen o .................................................................................................... 79
4.3.3. Quan i icação das es an es ca gas pe manen es ......................................................................... 80
4.3.4. Quan i icação da ca ga odo iá ia ............................................................................................... 80
4.3.5. Quan i icação da o ça da enagem ............................................................................................ 82
4.3.6. Quan i icação do en o ................................................................................................................ 83
4.3.7. Quan i icação do gelo, ne e e lama ............................................................................................. 88
4.3.8. Quan i icação da empe a u a ...................................................................................................... 88
4.4. Análise es u u al ...................................................................................................................... 88
4.4.1. Iden i icação das secções ............................................................................................................. 89
4.4.2. Ve i icação da es u u a de aco do com o Eu ocódigo 3 ............................................................. 91
4.4.3. Ve i icação da es u u a de aco do com a AASHTO ................................................................ 100
4.4.4. Ve i icação da es u u a de aco do com o T ila e al Design and Tes Code ............................. 110
4.4.5. Compa ação do caso em es udo com a pon e de OPS de aco do com o Eu ocódigo 3 ............. 120
4.5. Conclusão ................................................................................................................................. 126
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................ 129
5.1. In odução ................................................................................................................................. 129
5.2. Conclusão inal ........................................................................................................................ 129
5.3. T abalhos Fu u os .................................................................................................................. 130
Re e ências Bibliog á icas ........................................................................................................... 131
ANEXOS……………………………………………………………….……………………………...137
ANEXO I – AÇÕES………………………………………………………………………….………...137
ANEXO II – COMBINAÇÃO DE AÇÕES DE ACORDO COM O EUROCÓDIGO 0…..…………………...138
ANEXO III – COMBINAÇÃO DE AÇÕES DE ACORDO COM A AASHTO……………………………...148
ANEXO IV – COMBINAÇÃO DE AÇÕES DE ACORDO COM O TRILATERAL DESIGN AND TEST
CODE………………………………………………………………………………………………....155

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
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ÍNDICE DE FIGURAS
Figu a 2.1 As ês ca ego ias de pon es p o isó ias do ipo s anda d ..................................................... 4
Figu a 2.2 P ocesso de mon agem da pon e AVLB (Adap ada de imgu , 2015) .................................... 5
Figu a 2.3 Ins alação da pon e JAB (U.S. A my, 2008) ......................................................................... 6
Figu a 2.4 A pon e Wol e ine anspo ada pelo anque M1A2 (Mili a y-Today, 2016a) ..................... 6
Figu a 2.5 Ins alação da pon e Wol e ine (Mili a y-Today, 2016b) ....................................................... 6
Figu a 2.6 P ocesso de mon agem da pon e REBS (Adap ado de Gene al Dynamics Eu opean Land
Sys ems, 2012a) ...................................................................................................................................... 7
Figu a 2.7 A pon e REBS a se anspo ada po um helicóp e o (De ense Video & Image y Dis ibu ion
Sys em, 2012) .......................................................................................................................................... 8
Figu a 2.8 Lançamen o do abulei o da pon e MAB (A) e passagem de um eiculo mili a sob e a pon e
(B) (CNIM, 2015b) ................................................................................................................................. 8
Figu a 2.9 P ocesso de mon agem da pon e DSB (And é, 2016) .......................................................... 10
Figu a 2.10 P ocesso de mon agem da pon e MGB (WFEL, 2011b) ................................................... 11
Figu a 2.11 As possí eis con igu ações da pon e MGB (WFEL, 2011b) ............................................. 11
Figu a 2.12 Pon e com con igu ação de dois ní eis e sis ema de e o ço ex e io (WFEL, 2011b) ..... 12
Figu a 2.13 Aplicação de uma pon e Bailey na Segunda Gue a Mundial (Think De ense, 2012a) .... 12
Figu a 2.14 Lançamen o da pon e Bailey (And é, 2016) ...................................................................... 13
Figu a 2.15 Pon e do ipo Bailey sob e a ibei a de Odi elas (Exé ci o Po uguês, 2010) ................... 13
Figu a 2.16 Pon e Mabey Compac 200 sob e uma linha é ea (Mabey, 2016d) ................................ 14
Figu a 2.17 Pon e LSB con uída po Ame icanos e Húnga os (Wikipedia, 2016) .............................. 15
Figu a 2.18 Pon e APFB Rein o ced (A) (Think De ence, 2012b) e Pon e APFB Fe y (B) (GOV.UK.,
2013) ..................................................................................................................................................... 15
Figu a 2.19 APFB O e b idge (Think De ence, 2012b) ....................................................................... 16
Figu a 2.20 Ins alação de uma Ribbon B idge (Gene al Dynamics Eu opean Land Sys ems, 2012b) . 17
Figu a 2.21 Pon e Mabey Uni e sal (Mabey, 2016 ) ............................................................................ 18
Figu a 2.22 Pon e Ac ow 700XS (Ac ow B idge, 2016) ...................................................................... 18
Figu a 2.23 Aluimen o do pa imen o (Jo nal de No ícias, 2016) ......................................................... 21
Figu a 2.24 Duas das peças da pon e Mabey Compac 200 (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa
BERD) ................................................................................................................................................... 22
Figu a 2.25 Es ado de conse ação da pon e Mabey Compac 200 (A) e um dos o i ícios exis en es pa a
a colocação das ca ilhas (B) (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa BERD) .............................. 22
Figu a 2.26 Tipo de ligações da pon e Mabey Compac 200 (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa
BERD) ................................................................................................................................................... 23
Figu a 2.27 Apoios olan es u ilizados no deslizamen o da pon e Mabey (Fo os gen ilmen e o necidas
pela emp esa BERD) ............................................................................................................................. 23
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
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Figu a 2.28 Encon os em be ão a mado (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa BERD)............ 24
Figu a 2.29 Mon agem da pon e Mabey Compac 200 (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa
BERD) ................................................................................................................................................... 24
Figu a 2.30 Deslizamen o da Pon e Mabey Compac 200 a é a posição inal (Jo nal de No ícias, 2016)
............................................................................................................................................................... 25
Figu a 2.31 Deslizamen o de e as na es ada (Radio Eli e, 2016) ...................................................... 25
Figu a 2.32 Mon agem da pon e Bailey (A) (El Teleg a o, 2016) e pos e io men e a passagem de um
eículo sob e a pon e (B) (PP El Ve dade o, 2016) .............................................................................. 26
Figu a 2.33 Pon e DSB aplicada na Suíça (WFEL, 2015) (Associa ion o he Uni ed S a es A my, 2015)
............................................................................................................................................................... 26
Figu a 2.34 Pon e Skagi an es do colapso (A) (Wikipedia, 2015) e depois do colapso (B) (Vancou e
Sun, 2013).............................................................................................................................................. 27
Figu a 2.35 O eiculo pesado que causou o colapso da pon e (Na ional T anspo a ion Sa e y Boa d,
2014) e a pa e do eículo dani icada pela es u u a (Fede al Highway Adminis a ion, 2014) ........... 27
Figu a 2.36 Pon es p o isó ias Ac ow 700XS (Ac ow B idge, 2015) .................................................. 28
Figu a 2.37 Realização de ope ações de limpeza (Swiss A med Fo ces, 2011) ................................... 29
Figu a 2.38 Mon agem da pon e LSB (A) (Mabey, 2016g) (B) (Swiss A med Fo ces, 2012) ............. 30
Figu a 2.39 A pon e LSB na posição inal (Swiss A med Fo ces, 2011) .............................................. 30
Figu a 3.1 De e minação do ão eó ico e li e ace às condições de apoio (And é, 2016) ................. 33
Figu a 3.2 Dimensão da aixa de odagem (w) em di e en es cená ios ................................................. 34
Figu a 3.3 De inição de o ças de colisão de eículos no gua da odas (And é, 2016) ........................ 37
Figu a 3.4 Ilus ação do modelo de ca ga 1 (LM1) (Adap ado do EN 1991-2, 2003) .......................... 38
Figu a 3.5 Ilus ação do modelo de ca ga 2 (LM2) (EN 1991-2, 2003) ................................................ 39
Figu a 3.6 Ilus ação do modelo de ca ga 3 (LM3) (Adap ado de EN 1991-2, 2003) .......................... 39
Figu a 3.7 Ilus ação da ca ga e das dimensões do camião (Adap ada de AASHTO, 2012) ................ 40
Figu a 3.8 Ca ga da ia segundo a no ma AASHTO, em pe il longi udinal ....................................... 41
Figu a 3.9 Ilus ação da ca ga Tandem em pe il longi udinal (à esque da) e em plan a (à di ei a) ..... 41
Figu a 3.10 Es u u a eliçada (EN 1991-1-4, 2010) ............................................................................ 45
Figu a 3.11 Coe icien e de o ça (C𝑓0) pa a uma es u u a eliçada plana cons i uída po pe is de seção
angulosa, em unção do índice de cheios (φ) (EN 1991-1-4, 2010) ...................................................... 45
Figu a 3.12 Coe icien e de o ça (C𝑓0) pa a uma es u u a eliçada espacial cons i uída po pe is de
seção angulosa, em unção do índice de cheios (φ) (EN 1991-1-4, 2010) ............................................ 46
Figu a 3.13 Valo es indica i os do coe icien e de e ei os de ex emidade (Ψ𝜆) em unção do índice de
cheios (φ) e da esbel eza (λ) (EN 1991-1-4, 2010) ................................................................................ 46
Figu a 3.14 De inição do índice de cheios (φ) (EN 1991-1-4, 2010) .................................................... 48
Figu a 3.15 Ação do en o nas di e en es di eções (Adap ada do EN 1991-1-4, 2010) ....................... 48
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
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Figu a 3.16 Coe icien e de o ça (𝐶𝑓𝑥,0) pa a abulei os de pon es (Adap ado do EN 1991-1-4, 2010)
............................................................................................................................................................... 49
Figu a 3.17 Tabulei o com a ace expos a ao en o inclinada (EN 1991-1-4, 2010) ............................ 49
Figu a 3.18 Al u a a conside a pa a (𝐴𝑟𝑒𝑓,𝑥) (Adap ado do EN 1991-1-4, 2010) ............................. 50
Figu a 3.19 Dimensões e posição da o ça da ação do en o (Adap ado do EN 1991-1-4, 2010) ........ 51
Figu a 3.20 Rep esen ação do coe icien e de exposição (𝑐𝑒(𝑧)) pa a 𝑐𝑜=1,0 e 𝑘1=1,0 (EN 1991-1-4,
2010) ..................................................................................................................................................... 55
Figu a 3.21 Ação da p essão do en o no eículo (Adap ada de And é, 2016) .................................... 57
Figu a 3.22 Di e en es zonas do Es ados Unidos (AASHTO, 2012) .................................................... 62
Figu a 3.23 Tempe a u a di e encial e ical pa a es u u as me álicas e de be ão (Adap ado de
AASHTO, 2012) ................................................................................................................................... 63
Figu a 4.1 Alçado la e al do modelo da pon e p o isó ia me álica ....................................................... 78
Figu a 4.2 Alçado pos e io do modelo da pon e p o isó ia me álica .................................................. 78
Figu a 4.3 Vis a supe io do modelo da pon e p o isó ia me álica ....................................................... 78
Figu a 4.4 Vis a em 3D do modelo da pon e p o isó ia me álica ......................................................... 79
Figu a 4.5 Pla a o ma da pon e cons i uída po painéis ex udidos de alumínio (And é, 2016) ........... 80
Figu a 4.6 Modelo de ca ga do eículo especial 1200 .......................................................................... 80
Figu a 4.7 Veículo de odas com uma classe de ca ga igual a MLC 120 ............................................. 81
Figu a 4.8 Ação aplicada no amo cen al da pon e (Caso 1) ............................................................. 81
Figu a 4.9 Ação aplicada no amo inicial da pon e (Caso 2) ............................................................... 81
Figu a 4.10 De inição das medidas da pon e (Adap ada de And é, 2016) ............................................ 83
Figu a 4.11 Modelo da pon e p o isó ia com OPS com a iden i icação das secções (And é, 2016) .... 88
Figu a 4.12 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções ........................................... 89
Figu a 4.13 Pe il do ipo IPE 300 com a iden i icação das suas dimensões ........................................ 89
Figu a 4.14 Pe il do ipo PRS com a iden i icação das suas dimensões .............................................. 90
Figu a 4.15 Pe il do ipo SHS_100x100x8 com a iden i icação das suas dimensões .......................... 90
Figu a 4.16 Pe il do ipo Phi_30 com a iden i icação das suas dimensões .......................................... 91
Figu a 4.17 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções que não e i icam a segu ança
(co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 ...................................................................................... 91
Figu a 4.18 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch6_180x180 que
não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 ............................................ 92
Figu a 4.19 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch8_300x300 que
não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 ............................................ 93
Figu a 4.20 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch12_150x150
que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 ..................................... 94
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
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Figu a 4.21 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch18_300x300
que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 ..................................... 95
Figu a 4.22 Modelo da pon e p o isó ia, de aco do com es ado limi e úl imo do Eu ocódigo 3 .......... 96
Figu a 4.23 No a con igu ação da pon e p o isó ia ............................................................................. 97
Figu a 4.24 Ba as de con a en amen o (co azul escu a) aplicadas na no a con igu ação da pon e
p o isó ia ............................................................................................................................................... 98
Figu a 4.25 No a con igu ação da pon e p o isó ia de aco do com os es ados limi es úl imo e de
u ilização do Eu ocódigo 3 .................................................................................................................... 98
Figu a 4.26 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções que não e i icam a segu ança
(co ama ela), de aco do com a AASHTO .......................................................................................... 100
Figu a 4.27 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo IPE que não e i icam
a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO ....................................................................... 101
Figu a 4.28 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch6_180x180 que
não e i icam a segu ança (co ama ela) de aco do com a AASHTO ................................................. 101
Figu a 4.29 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch8_300x300 que
não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO................................................ 102
Figu a 4.30 Modelo do caso de es udo com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch12_150x150 que
não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO................................................ 104
Figu a 4.31 Modelo do caso de es udo com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch18_300x300 que
não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO................................................ 105
Figu a 4.32 Modelo do caso de es udo com a iden i icação das secções do ipo 100x100x8que não
e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO ...................................................... 106
Figu a 4.33 Modelo da pon e p o isó ia, de aco do as combinações S eng h da no ma AASHTO .. 108
Figu a 4.34 No a con igu ação da pon e p o isó ia com as e i icações, de aco do com a AASHTO
............................................................................................................................................................. 109
Figu a 4.35 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções que não e i icam a segu ança
(co p e a), de aco do com o T ila e al Design and Tes Code ............................................................ 110
Figu a 4.36 Modelo da pon e p o isõ ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch8_300x300 que
não e i icam a segu ança (co p e a), de aco do com o T ila e al Design and Tes Code ................. 111
Figu a 4.37 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch12_150x150
que não e i icam a segu ança (co p e a), de aco do com o T ila e al Design and Tes Code .......... 112
Figu a 4.38 Modelo da pon e p o isó ia, de aco do com as e i icações do T ila e al Design and Tes
Code ..................................................................................................................................................... 114
Figu a 4.39 No a con igu ação da pon e p o isó ia com as e i icações, de aco do com o T ila e al
Design and Tes Code .......................................................................................................................... 117
Figu a 4.40 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch6_180x180 que
não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 .......................................... 120
Figu a 4.41 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch8_300x300 que
não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 .......................................... 121
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
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Figu a 4.42 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch18_300x300
que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 ................................... 122
Figu a 4.43 Modelo da pon e p o isó ia, segundo o es ado limi e úl imo do Eu ocódigo 3 .............. 124
Figu a 4.44 No a con igu ação da pon e p o isó ia, de aco do com os es ados limi es úl imo e de se iço
do Eu ocódigo 3 .................................................................................................................................. 125

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ÍNDICE DE QUADROS
Quad o 2.1 Quad o esumo das pon es p o isó ias - Pa e 1 (And é, 2016) (Gene al Dynamics Eu opean
Land Sys ems, 2012a) (CNIM, 2015a) (WFEL ,2011a) (WFEL, 2011b) (WFEL, 2011c) .................. 19
Quad o 2.2 Quad o esumo das pon es p o isó ias - Pa e 2 (And é, 2016) (WFEL, 2011a) (WFEL,
2011b) (Mabey, 2016c) ......................................................................................................................... 20
Quad o 3.1 La gu a mínima da ia ou ias pa a cada classe de ca ga (Ho nbeck e al., 2005) (STANAG
2021, 2006) ........................................................................................................................................... 33
Quad o 3.2 La gu a e núme o das ias (EN 1991-2, 2003) .................................................................. 34
Quad o 3.3 Inclinação máxima ans e sal (Ho nbeck e al., 2005) ..................................................... 35
Quad o 3.4 Inclinação máxima longi udinal (Ho nbeck e al., 2005) ................................................... 35
Quad o 3.5 Valo es máximos pa a a elocidade de p oje o (Adap ada de Ho nbeck e al., 2005) ....... 36
Quad o 3.6 Valo es ca ac e ís icos do modelo de ca ga 1 (LM1) (Adap ado do EN 1991-2, 2003) .... 38
Quad o 3.7 Quan i icação dos e ei os dinâmicos (Adap ado de AASHTO, 2012) ............................... 42
Quad o 3.8 Fa o es de múl ipla p esença (Adap ado de AASHTO, 2012) ........................................... 42
Quad o 3.9 Fa o es de enagem (Adap ado de Ho nbeck e al., 2005) ................................................ 43
Quad o 3.10 Valo es da esbel eza (λ) ecomendados pa a cilind os, elemen os com seção poligonal
(incluindo a e angula ), pe is com a es as i as e es u u as eliçadas (EN 1991-1-4, 2010) ........... 47
Quad o 3.11 Al u a (𝑑𝑡𝑜𝑡) a conside a pa a 𝐴𝑟𝑒𝑓,𝑥 (EN 1991-1-4, 2010) ....................................... 50
Quad o 3.12 Valo es dos coe icien es de exposição em unção da al u a acima do solo e ca ego ia de
e eno (EN 1991-1-4, 2010) ................................................................................................................. 52
Quad o 3.13 Ca ego ias e pa âme os de e eno (EN 1991-1-4, 2010) ................................................ 53
Quad o 3.14 Valo básico da elocidade de e e ência do en o (EN 1991-1-4, 2010) ....................... 54
Quad o 3.15 Ca ego ias e pa âme os de e eno (Adap ada de AASHTO,2012) ................................ 56
Quad o 3.16 P essão base do en o (𝑃𝐵) de aco do com a elocidade base do en o igual a 44,7 m/s
(Adap ado de AASHTO, 2012) ............................................................................................................. 56
Quad o 3.17 P essão base do en o (𝑃𝐵) pa a os á ios ângulos de aco do com a elocidade base do
en o igual a 44,7 m/s (Adap ado de AASHTO,2012) ......................................................................... 57
Quad o 3.18 Componen es da ação do en o (Adap ado de AASHTO,2012) ...................................... 58
Quad o 3.19 Velocidade e p essão do en o (Adap ada de Ho nbeck e al., 2005) .............................. 58
Quad o 3.20 Fa o es ampli icado es de impac o (Adap ada de Ho nbeck e al., 2005) ........................ 59
Quad o 3.21 Valo es ecomendados da componen e linea da a iação di e encial de empe a u a pa a
di e en es ipos de abulei o de pon es odo iá ias, pedonais e e o iá ias (EN 1991-1-5, 2009) ...... 61
Quad o 3.22 Va iação das empe a u as no p ocedimen o A (Adap ada em AASHTO, 2012) ............ 62
Quad o 3.23 Tempe a u a di e encial base (Adap ada em AASHTO, 2012) ....................................... 63
Quad o 3.24 Coe icien es pa ciais ela i os às ações (Adap ado de EN1990, 2009) ........................... 65
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
x i
Quad o 3.25 Fa o es de combinação e edução pa a as ações a iá eis (Adap ado de EN 1990, 2009)
............................................................................................................................................................... 65
Quad o 3.26 Dimensionamen o dos pon os de ele ação ....................................................................... 68
Quad o 4.1 Dimensões dos di e en es pe is do ipo PRS ..................................................................... 90
Quad o 4.2 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch6_180x180 que não e i ica am a
segu ança de aco do com o Eu ocódigo 3 ............................................................................................. 92
Quad o 4.3 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch8_300x300 que não e i ica am a
segu ança de aco do com o Eu ocódigo 3 – pa e 1 .............................................................................. 93
Quad o 4.4 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch8_300x300 que não e i ica am a
segu ança, de aco do com o Eu ocódigo 3 – pa e 2 ............................................................................. 94
Quad o 4.5 Quad o esumo do elemen o de secção PRS_ch12_150x150 que não e i ica a segu ança,
de aco do com o Eu ocódigo 3 .............................................................................................................. 94
Quad o 4.6 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch18_300x300 que não e i ica am
a segu ança, de aco do com o Eu ocódigo 3 ......................................................................................... 95
Quad o 4.7 Quad o esumo do ácio das secções, segundo o es ado limi e úl imo do Eu ocódigo 3 ... 97
Quad o 4.8 Quad o esumo do ácio das secções, segundo os es ados limi es úl imo e de u ilização do
Eu ocódigo 3 ......................................................................................................................................... 99
Quad o 4.9 Quad o esumo de odos os elemen os de secção IPE 300 que não e i ica am a segu ança,
de aco do com a AASHTO .................................................................................................................. 101
Quad o 4.10 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch6_180x180 que não e i ica am
a segu ança, de aco do com a AASHTO ............................................................................................. 102
Quad o 4.11 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch8_300x300 que não e i ica am
a segu ança, de aco do com a AASHTO ............................................................................................. 103
Quad o 4.12 Quad o esumo do elemen o de secção PRS_ch12_150x150 que não e i ica a segu ança,
de aco do com a AASHTO .................................................................................................................. 104
Quad o 4.13 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch18_300x300 que não e i ica am
a segu ança, de aco do com a AASHTO ............................................................................................. 105
Quad o 4.14 Quad o esumo de odos os elemen os de secção SHS_100x100x8 que não e i ica am a
segu ança,a de aco do com a AASHTO – Pa e 1 ............................................................................... 106
Quad o 4.15 Quad o esumo de odos os elemen os de secção SHS_100x100x8 que não e i ica am a
segu ança, de aco do com a AASHTO – Pa e 2 ................................................................................ 107
Quad o 4.16 Quad o esumo do ácio das secções, de aco do com as combinações S eng h da no ma
AASHTO ............................................................................................................................................. 108
Quad o 4.17 Quad o esumo das secções segundo as combinações S eng h dispos as na no ma
AASHTO ............................................................................................................................................. 109
Quad o 4.18 Quad o esumo da e i icação da esis ência à lexão e/ou ação do pe il
PRS_ch8_300x300, de aco do com o T ila e al Tes and Design Code – pa e 1 ............................... 111
Quad o 4.19 Quad o esumo da e i icação da esis ência à lexão e/ou ação do pe il
PRS_ch8_300x300, de aco do com o T ila e al Tes and Design Code – pa e 2 ............................... 112
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
x ii
Quad o 4.20 Quad o esumo da e i icação da esis ência à lexão e/ou ação do pe il
PRS_ch12_150x150, de aco do com o T ila e al Tes and Design Code – pa e 2 ............................ 112
Quad o 4.21 Quad o esumo das e i icações das seções IPE160, de aco do com o T ila e al Design and
Tes Code ............................................................................................................................................ 114
Quad o 4.22 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch6_180x180, de aco do com o T ila e al
Design and Tes Code – pa e 1 .......................................................................................................... 114
Quad o 4.23 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch6_180x180, de aco do com o T ila e al
Design and Tes Code – pa e 2 .......................................................................................................... 115
Quad o 4.24 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch12_150x150, de aco do com o
T ila e al Design and Tes Code.......................................................................................................... 115
Quad o 4.25 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch15_300x300, de aco do com o
T ila e al Design and Tes Code.......................................................................................................... 115
Quad o 4.26 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch18_300x300, de aco do com o
T ila e al Design and Tes Code – pa e 1 ........................................................................................... 115
Quad o 4.27 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch18_300x300, de aco do com o
T ila e al Design and Tes Code – pa e 2 ........................................................................................... 116
Quad o 4.28 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch20_300x300, de aco do com o
T ila e al Design and Tes Code.......................................................................................................... 116
Quad o 4.29 Quad o esumo das e i icações das seções SHS_80x80x6, de aco do com o T ila e al
Design and Tes Code ......................................................................................................................... 116
Quad o 4.30 Quad o esumo das e i icações das seções IPE160, de aco do com o T ila e al Design and
Tes Code ............................................................................................................................................ 117
Quad o 4.31 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch6_180x180, de aco do com o T ila e al
Design and Tes Code – pa e 1 .......................................................................................................... 117
Quad o 4.32 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch6_180x180, de aco do com o T ila e al
Design and Tes Code – pa e 2 .......................................................................................................... 118
Quad o 4.33 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch12_150x150, de aco do com o
T ila e al Design and Tes Code.......................................................................................................... 118
Quad o 4.34 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch15_300x300, de aco do com o
T ila e al Design and Tes Code.......................................................................................................... 118
Quad o 4.35 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch18_300x300, de aco do com o
T ila e al Design and Tes Code.......................................................................................................... 119
Quad o 4.36 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch20_300x300, de aco do com o
T ila e al Design and Tes Code.......................................................................................................... 119
Quad o 4.37 Quad o esumo das e i icações das seções SHS_80x80x6, de aco do com o T ila e al
Design and Tes Code ......................................................................................................................... 119
Quad o 4.38 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch6_180x180 que não e i ica am
a segu ança, de aco do com o Eu ocódigo 3 ....................................................................................... 121
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
6
Figu a 2.3 Ins alação da pon e JAB (U.S. A my, 2008)
2.2.1.3. Pon e Wol e ine
A pon e Wol e ine ou A mo ed B idge Laye é mais uma pon e de assal o que isa subs i ui a pon e
AVLC. Es a pon e me álica é anspo ada po um M1A2 ( anque) e oi concebida pa a ence um ão
de 24 me os e uma classe de ca ga de MLC70. O seu dimensionamen o oi ealizado de manei a a
p opo ciona 5000 a a essamen os de eículos com um peso limi e de 70 oneladas (MLC70)
(Mili a y-Today, 2016a).
Figu a 2.4 A pon e Wol e ine anspo ada pelo anque M1A2 (Mili a y-Today, 2016a)
Ao con á io das pon es an e io men e ap esen adas, es a em um sis ema es u u al di e en e e, po esse
mo i o, é implan ada na ho izon al, em ez do mo imen o ipo esou a, an e io men e exibido (U.S.
A my, 2011).
Figu a 2.5 Ins alação da pon e Wol e ine (Mili a y-Today, 2016b)

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
7
2.2.1.4. Pon e REBS
A REBS é uma pon e de apoio que median e a si uação pode se emp egue como pon e de assal o
(Headqua e s, 2008). É cons i uída po uma es u u a soldada de alumínio com um ão de 13 me os,
sendo di idida em duas pa es iguais acopladas no eículo anspo ado . Rela i amen e à classe de
ca ga, es a pon e pe mi e a passagem de eículos de classe MLC50 (Gene al Dynamics Eu opean Land
Sys ems, 2012a) (Headqua e s, 2006).
A Figu a 2.6 demons a o p ocesso de mon agem da pon e REBS.
Figu a 2.6 P ocesso de mon agem da pon e REBS (Adap ado de Gene al Dynamics Eu opean Land Sys ems,
2012a)
1
2
3
4
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
8
Tal como as pon es p e iamen e ap esen adas, es a possui an agens e des an agens. A maio an agem
o e ecida pela REBS conce ne na g ande di e sidade de meios de anspo e, designadamen e po
camiões, anques, a iões ou helicóp e os. Con udo, a exposição da ipulação du an e a sua mon agem
e a baixa classe de ca ga e elam-se des an agens impo an es e conside á eis (Headqua e s, 2006)
(Headqua e s, 2008).
Figu a 2.7 A pon e REBS a se anspo ada po um helicóp e o (De ense Video & Image y Dis ibu ion
Sys em, 2012)
2.2.1.5. Pon e MAB
A pon e MAB, ambém conhecida po PTA, encon a-se ao se iço do exé ci o ancês desde 2010. Es a
pon e ap esen a dois ipos de sis emas es u u ais di e en es, uma com um ão de 26 me os e ou a que
se encon a seccionada em duas pa es, com um ão de 14,3 me os. Pa a cada ão exis e uma de classe
de ca ga di e en e, ou seja, pa a o ão de 14,3 me os a classe de ca ga é MLC100 enquan o que pa a o
ão de 26 me os a classe de ca ga é MLC80 (CNIM, 2015a).
O seu dimensionamen o oi ealizado de manei a a p opo ciona 10 000 a a essamen os de eículos
com o peso limi e de inido (MLC80 ou MLC100) (CNIM, 2015a).
Figu a 2.8 Lançamen o do abulei o da pon e MAB (A) e passagem de um eiculo mili a sob e a pon e (B)
(CNIM, 2015b)
A
B
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
9
A MAB ap esen a aspe os an ajosos ela i amen e à sua mobilidade, à sua segu ança e ao seu
anspo e. No que diz espei o à mobilidade, os eículos mili a es u ilizados dispõem de um sis ema de
ação e e uado po 10 odas e pe mi i em que a sua passagem possa se ealizada po caminhos menos
imp óp ios, como lama e a eia. No que oca à segu ança, es a pon e, al como a AVLB, e e ua o
lançamen o sem exposição da sua ipulação. Em elação ao anspo e, es e equipamen o ap esen a mais
do que um meio de anspo e, nomeadamen e po meio de anspo e aé eo, e o iá io, ma í imo ou
odo iá io (CNIM, 2015c).
2.2.2. PONTES DE APOIO/LOGÍSTICA
As pon es de apoio ou logís ica podem se usadas como pon es de assal o, mas com a pa icula idade de
se em de ca ác e pe manen e, como oi e e ido an e io men e ( e 2.2.1 e 2.2.1.4). Es as pon es podem
se ins aladas pe o da á ea de ope ações de comba e, num cu o pe íodo de empo (30 a 120 minu os) e
podem se cons i uídas po um ou múl iplos ãos (Medzma iash ili, 2008).
Tal como as pon es de assal o, es as pon es de apoio êm como obje i o p incipal assegu a a passagem
dos eículos de um pon o ao ou o, no en an o es as possuem um maio comp imen o que as pon es de
assal o (Headqua e s, 2008).
Exemplos de pon es de apoio ou logís ica são a Rapidly Emplaced B idge Sys em (REBS), a D y
Suppo B idge (DSB), a Medium Gi de B idge (MGB), a Bailey, a Mabey Compac 200, a Logis ic
Suppo B idging (LSB), a Ai Po able Fe y B idge (APFB) e a Ribbon B idge.
2.2.2.1. Pon e DSB
A pon e DSB é uma pon e de apoio dimensionada pa a ence um ão de 40 me os e uma classe de
ca ga MLC80 ( eículo de laga as) ou MLC120 ( eículo de odas). Possui algumas an agens,
pa icula men e uma g ande acilidade de anspo e e um ão a iá el, uma ez que, é cons i uída po
á ios módulos de 6 me os que se conec am de manei a a a ingi o comp imen o o al desejá el
(Headqua e s, 2008) (WFEL, 2011a).
O seu sis ema de mon agem é bas an e di e en e das pon es de assal o já expos as. Em p imei o luga é
lançada uma iga supe io de uma ma gem à ou a. Es a iga em o obje i o de apoia a ex emidade da
pon e quando a mesma o lançada. Uma ez posicionada a iga supe io , a pon e é lançada, oço a
oço (po a anços), a pa i de um camião g ua. Quando a pon e a inge a ma gem, o abulei o é descido
po meio de hid áulicos. Es a mon agem é ealizada com o apoio de oi o homens e um camião g ua. A
Figu a 2.9 esquema iza o p ocesso de mon agem da pon e DSB (WFEL, 2011a).
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
10
Figu a 2.9 P ocesso de mon agem da pon e DSB (And é, 2016)
2.2.2.2. Pon e MGB
A pon e MGB encon a-se ao se iço do exé ci o desde 1971 e é u ilizada an o em ope ações mili a es
como em cená ios de ca ás o e na u al. É cons i uída po ma e ial le e e de ácil anspo e,
designadamen e zinco, magnésio e alumínio (WFEL, 2011b).
O seu sis ema de mon agem consis e numa p imei a ase, em mon a um na iz dian ei o cujo obje i o é
apoia -se na ma gem opos a (mon agem do apoio dian ei o). Uma ez posicionado, é lançada a pon e
a é à ou a ma gem. Quando es a chega à ma gem opos a, são u ilizados macacos hid áulicos po o ma
a baixá-la. Es a ope ação é manuseada po 4 ou 6 homens, median e o ipo de peça em ques ão (WFEL,
2011b).
O desc i o acima encon a-se de idamen e esquema izado na Figu a 2.10.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
11
Figu a 2.10 P ocesso de mon agem da pon e MGB (WFEL, 2011b)
Es a pon e pode e mais que uma con igu ação, podendo se de um ou dois ní eis. Es a escolha é ei a
em unção do ão a ence e da capacidade de ca ga a supo a (MLC). No que conce ne à con igu ação
de um ní el, es e é compos o só po um abulei o em que o seu maio ão é de 19 me os com uma classe
de ca ga co esponden e a MLC 20. Em elação a dois ní eis, es e é compos o po um abulei o com
elemen os de eliça, em que o seu maio ão é de 47,6 me os com uma classe de ca ga de MLC 20
(WFEL, 2011b).
A Figu a 2.11 ilus a as duas con igu ações possí eis, um ní el (em cima) ou dois ní eis (em baixo).
Figu a 2.11 As possí eis con igu ações da pon e MGB (WFEL, 2011b)
Além des as duas con igu ações, pode-se eco e a um sis ema de e o ço ex e io , nomeadamen e p é-
es o ço. Es e sis ema é conhecido po Link Rein o cemen Sys em (LRS) e possibili a o aumen o do ão
da es u u a a é 49,4 me os com uma capacidade de ca ga igual a MLC 70 (WFEL, 2011b).

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
12
Figu a 2.12 Pon e com con igu ação de dois ní eis e sis ema de e o ço ex e io (WFEL, 2011b)
2.2.2.3. Pon e Bailey
Em 1940, a pon e Bailey oi idealizada po um engenhei o ci il chamado Donald Bailey como uma
pon e al e na i a pa a o complicado e ca o sis ema de pon es Inglis. A sua p imei a aplicação su ge na
Segunda Gue a Mundial (Mabey, 2016a).
Figu a 2.13 Aplicação de uma pon e Bailey na Segunda Gue a Mundial (Think De ense, 2012a)
Alguns anos mais a de, duas emp esas, Mabey e Ac ow, demons am algum in e esse nes e modelo de
pon es. Quando a pa en e da pon e Bailey expi ou, es as duas emp esas decidi am lança e sões mais
ino ado as e so is icadas (Fede al HighwayAdminis a ion, 2015).
Em 1967, a emp esa Mabey lança a Mabey Supe Bailey B idge com o p opósi o de elimina algumas
das limi ações da pon e Bailey. Após o sucesso des a, a emp esa Mabey decide in es i num p og ama
de pesquisa e desen ol imen o, com is a a melho a ainda mais as suas ca ac e ís icas (Mabey, 2016a).
Des e p og ama, su gem algumas pon es de eme gência como a Mabey Compac 200, a Pon e Uni e sal
da Mabey e a Pon e de Apoio Logís ico da Mabey (LSB) (Mabey, 2016b).
À semelhança da emp esa Mabey, a emp esa Ac ow lançou a pon e Ac ow 700XS, baseada no modelo
da pon e Bailey, com o p opósi o de elimina algumas das limi ações des a (Fede al Highway
Adminis a ion, 2015).
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
13
O lançamen o da pon e Bailey é ei o com base num na iz de lançamen o, em apoios com olamen os
( olle s) e num eículo pesado (quando a ope ação de empu e não é ealizada pelos homens). Des a
o ma, a mon agem consis e na cons ução da pon e numa das ma gens sob e os apoios olan es ( olle s),
sendo, pos e io men e, empu ada à ma gem opos a pelo eículo pesado. O na iz de lançamen o é uma
pa e da es u u a que só é u ilizada na ase de lançamen o (Headqua e s, 2008).
Figu a 2.14 Lançamen o da pon e Bailey (And é, 2016)
Tal como a pon e REBS, a pon e Bailey é uma pon e de apoio que, median e a si uação, pode se usada
como pon e de comunicação ou de apoio/logís ica (Headqua e s, 2008).
Figu a 2.15 Pon e do ipo Bailey sob e a ibei a de Odi elas (Exé ci o Po uguês, 2010)
2.2.2.4. Pon e Mabey Compac 200
A pon e de apoio Mabey Compac 200 é uma pon e sucesso a da pon e Bailey, do ipo modula , com
painéis de aço p é- ab icados. Es a pon e possui um ão máximo de 61 me os, quando a sua
con igu ação é só de uma ia e, um ão máximo de 55 me os, quando ap esen a duas ias (Mabey,
2016c). A ca ga que es a pon e pode supo a a ia consoan e o ão que exibi (Mabey, 2016d).
A e sa ilidade é uma das ca ac e ís icas mais ap eciadas nes a pon e, sendo que, po es e ac o já oi
aplicada em á ias si uações po odo o mundo (Mabey, 2016d). Além de e sá eis, es as pon es são
simples, eu ilizá eis e adap á eis a odo o ipo de si uações. Res a salien a que são as mais endidas
da linha de p odu os da Mabey (Mabey, 2016c).
Face às suas aplicações, a Compac 200 unciona como uma pon e do ipo mili a e/ou como pon e do
ipo ci il.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
14
Figu a 2.16 Pon e Mabey Compac 200 sob e uma linha é ea (Mabey, 2016d)
Es a pon e possuí inúme as an agens, a sabe : obus ez, uma mon agem ealizada com equipamen o
le e ou à mão, uma cons ução ápida com guindas e ou lançamen o em balanço e um pe íodo longo de
ida ú il (Mabey, 2016d).
2.2.2.5. Pon e LSB
A pon e LSB é uma sucesso a mais le e e mais o e da pon e Bailey. Es a combina as an agens
associadas à pon e Bailey – e guida apidamen e, ácil de cons ui , desenho modula obus o e com
componen es pad ão o almen e in e cambiá eis – com os seus no os componen es – abulei o de aço,
g ades in eg ais e um sis ema de ampa o almen e ajus á el. De e e i que es es componen es o am
especialmen e desen ol idos pa a um melho desempenho da pon e LSB (Mabey, 2016e).
Es a pon e pe mi e que o seu ão a ie de 9 a 60 me os, median e o cená io a que es á sujei a. A sua
capacidade de ca ga é de classe MLC 80 pa a eículos de laga as, quando o seu ão é igual a 60 me os,
e MLC110 pa a eículos de odas, quando o seu ão é igual a 51 me os (Mabey, 2016c).
A pon e LSB é usada, essencialmen e, nas p incipais o as de abas ecimen o, mode nizando-as pa a
á ego mais pesado, subs i uindo pon es ci is es agadas e pon es p o isó ias de assal o e apoio ge al.
Pon es com ãos mais ex ensos, ambém podem se o necidas usando pila es ixos ou pon ões
lu uan es. Impo a menciona , ainda, a possibilidade de se emp egue como pon e de passagem supe io
sob e pon es en aquecidas ou dani icadas, sendo, com equência, aplicada em cená ios de a endimen o
a eme gências, após desas es na u ais.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
15
Figu a 2.17 Pon e LSB con uída po Ame icanos e Húnga os (Wikipedia, 2016)
A LSB ap esen a alguns aspe os an ajosos, designadamen e: e sa ilidade, um ão que se ajus a
consoan e o cená io, cons ução da pon e sob e apoios ixos ou lu uan es, ap esen ação de boa
capacidade de ca ga, acilidade na sua desmon agem e possibilidade de ha e um passeio ex e no
(Mabey, 2016e).
2.2.2.6. Pon e APFB
A pon e APFB oi implan ada pela p imei a ez no ano 2006 pelo exé ci o b i ânico. Baseia-se na pon e
MGB ( e 2.2.2.2) e, po es e mo i o, pa ilham de mui as pa es comuns. Con udo, alguns dos no os
componen es da pon e APFB des acam-se po se em capazes de a ende a necessidades mais
desa iado as que a pon e MGB. A APFB ap esen a ainda a capacidade de pode se anspo ada po
ma , a ou e a (WFEL, 2011c).
Pos o is o, es e ipo de pon e de apoio/logís ica di ide-se em qua o sub ipos (WFEL, 2011c):
 APFB Rein o ced
 APFB Fly Fo wa d
 APFB Fe y
 APFB O e b idge
Figu a 2.18 Pon e APFB Rein o ced (A) (Think De ence, 2012b) e Pon e APFB Fe y (B) (GOV.UK., 2013)
A
B
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
22
Como solução, su giu uma pon e b i ânica me álica, designada como Mabey Compac 200. Es a pon e
ap esen a um ão de 55 me os, uma la gu a de 4,2 me os e uma capacidade de ca ga a é 40 oneladas (Jo nal
de No ícias, 2016).
A cons ução des a pon e é do ipo modula e em po base uma mon agem “do ipo lego” em que odas as
peças se encon am de idamen e e e enciadas e com a indicação do seu peso. A Figu a 2.24 ap esen a dois
painéis de aço p é- ab icados u ilizados na cons ução da pon e.
Figu a 2.24 Duas das peças da pon e Mabey Compac 200 (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa
BERD)
A a aliação do es ado de conse ação de uma pon e é impo an e pois in luencia o compo amen o da
es u u a. Es a a aliação consis e na iden i icação de de ei os es u u ais e na e i icação da sua con o midade
com os c i é ios de inidos em p oje o (Pe ne a, 2010).
Nes e caso, a pon e Mabey Compac 200 aplicada ap esen a uma das peças com alguma co osão, como se
obse a na Figu a 2.25. Es a anomalia pode se jus i icada pelo con ac o en e os módulos na sua cons ução,
is o é, quando os painéis são ixados a a és das ca ilhas exis e um con ac o en e os mesmos, esul ando na
emoção da pin u a de p o eção o que, po consequência, p o oca a co osão e idenciada na Figu a 2.25.
Figu a 2.25 Es ado de conse ação da pon e Mabey Compac 200 (A) e um dos o i ícios exis en es pa a a
colocação das ca ilhas (B) (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa BERD)
A
B

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
23
Como oi e e ido an e io men e, a pon e Mabey Compac 200 em como base uma mon agem “do ipo lego”.
Des a o ma, pa a o a ixamen o dos painéis de aço, oi necessá ia a u ilização de algumas ca ilhas (ou pinos)
e alguns pa a usos. A Figu a 2.26 ap esen a as ligações apa a usadas e ca ilhadas aplicadas na mon agem da
pon e.
Figu a 2.26 Tipo de ligações da pon e Mabey Compac 200 (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa
BERD)
Quan o ao p ocesso de mon agem, es a pon e oi mon ada e empu ada a pa i de uma das ma gens sob e
apoios olan es ( olle s) a é à posição inal. De seguida, eco eu-se à g ua de manei a a suspende a pon e e
apoiá-la em apoios não olan es ( ixos).
Figu a 2.27 Apoios olan es u ilizados no deslizamen o da pon e Mabey (Fo os gen ilmen e o necidas pela
emp esa BERD)
Pa a a colocação da pon e, o am cons uídos uns encon os em be ão a mado em que a sua p incipal unção
é supo a as ações ansmi idas pelas ex emidades do abulei o. A Figu a 2.28 e idencia os encon os que
supo a am a pon e Mabey Compac 200.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
24
Figu a 2.28 Encon os em be ão a mado (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa BERD)
A mon agem da Mabey Compac 200 oi ealizada po 25 mili a es da Companhia de Pon es do Regimen o
de Engenha ia nº1 do Exé ci o Po uguês (Jo nal de No ícias, 2016).
Figu a 2.29 Mon agem da pon e Mabey Compac 200 (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa BERD)
A ins alação des a pon e mili a pe mi iu es abelece uma ligação en e a es ada nacional 111 e au oes ada
14. A mesma ealizou-se a a és da ci culação al e nada de ânsi o, com ecu so a semá o os e a uma
elocidade máxima de 20 km po ho a (Jo nal de No ícias, 2016).
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
25
Figu a 2.30 Deslizamen o da Pon e Mabey Compac 200 a é a posição inal (Jo nal de No ícias, 2016)
2.3.2. PONTE BAILEY APLICADA NO EQUADOR
O Equado , à semelhança de ou os países da Amé ica do Sul e Cen al, em sen ido os e ei os das al e ações
climá icas, nomeadamen e, as deco en es do enómeno “El Ninõ”. Es e ipo de enómenos p o oca danos
em in aes u u as, en e as quais, as pon es. Assim, uma das soluções u ilizadas em sido a ins alação de
pon es p o isó ias com o obje i o de es abelece a ligação en e cidades.
Um caso ecen e da aplicação de uma pon e p o isó ia deco eu na A ahualpa, um can ão do Equado ,
localizado na p o íncia de El O o. A sua ins alação su ge quando a cidade é í ima de chu as de g ande
in ensidade. Es as p o oca am es agos de g ande magni ude, designadamen e, deslizamen o de e as (mais
de 50) e dani icações de um iadu o (El Uni e so, 2016) (El Teleg a o, 2016).
Figu a 2.31 Deslizamen o de e as na es ada (Radio Eli e, 2016)
Os eículos que se localiza am em A ahualpa e que inham o obje i o de chega ao can ão izinho, eco iam
a á ias es adas demo ando quase uma ho a de iagem, o que não sucedia an es des a si uação. Pe an e es e
cená io, su ge como solução a pon e Bailey, si uada sob e o io Pal o, com um comp imen o de 23 me os.
Es a pon e p o isó ia pe mi e a ligação en e dois can ões, Za uma e A ahualpa, e possibili a uma edução
de empo na iagem (El Teleg a o, 2016) (PP El Ve dade o, 2016).
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
26
Figu a 2.32 Mon agem da pon e Bailey (A) (El Teleg a o, 2016) e pos e io men e a passagem de um eículo
sob e a pon e (B) (PP El Ve dade o, 2016)
2.3.3. PONTE DSB APLICADA NA SUÍÇA
Em 2015, a Suíça oi al o de o es empes ades (chu as o enciais) que o igina am alguns danos,
pa icula men e, deslizamen o de e a e des uição de es adas, pon es e “ ubulações” no município de Scuol.
Uma das medidas omadas pelas Fo ças Amadas Suíças, ace aos danos p o ocados, oi a implan ação de
uma pon e p o isó ia, com o obje i o de es abelece a ligação en e a cidade e a á ea mais ampla de Lowe
Engadine. A pon e p o isó ia emp egue oi a DSB (D y Suppo B idge), com um ão de 40 me os, sendo
ins alada po oi os homens em 90 minu os, o que ai de encon o ao já expos o no pon o 2.2.2.1.
Tal como oi e e ido, as pon es p o isó ias êm um pe íodo de u ilização mais cu o do que o das pon es
de ini i as. Assim, es a pon e pe maneceu no local du an e seis meses a é à in aes u u a se econs uída,
pe mi indo a ci culação de eículos no amen e.
A pon e DSB, cons uída pela WFEL oi adicionada ao equipamen o do Exé ci o suíço em 2011 (WFEL,
2015) (Associa ion o he Uni ed S a es A my, 2015).
Figu a 2.33 Pon e DSB aplicada na Suíça (WFEL, 2015) (Associa ion o he Uni ed S a es A my, 2015)
A
B
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
27
2.3.4.PONTE ACROW 700XS APLICADA NOS ESTADOS UNIDOS
A pon e Ac ow 700XS su giu como solução empo á ia quando a pon e eliçada “Skagi Ri e B idge” so eu
um colapso (Ac ow B idge, 2015). Es a oi cons uída em 1955 em Washing on, e pe mi e a ligação en e
Moun Ve non e Bu ling on. An es da sua deg adação, a pon e possuía um ão de 339 me os, uma la gu a
de 22 me os e possibili a a a passagem de ap oximadamen e 71 000 eículos ao longo do dia (Wikipedia,
2015).
Figu a 2.34 Pon e Skagi an es do colapso (A) (Wikipedia, 2015) e depois do colapso (B) (Vancou e Sun,
2013)
Em 2013, um eículo pesado de dimensões supe io es às pe mi idas emba eu nas eliças da es u u a e
p o ocou a queda de uma pa e da pon e, o que o iginou a queda de alguns eículos e pessoas ao io. Es e
aciden e não p o ocou mo es, po ém o iginou um conges ionamen o de á ego (Na ional T anspo a ion
Sa e y Boa d, 2014).
Figu a 2.35 O eiculo pesado que causou o colapso da pon e (Na ional T anspo a ion Sa e y Boa d, 2014) e
a pa e do eículo dani icada pela es u u a (Fede al Highway Adminis a ion, 2014)
A
B

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
28
A solução pa a es e cená io oi a implan ação de uma pon e p o isó ia denominada de Ac ow 700XS, como
salien ado an e io men e.
A WSDOT (Washing on S a e Depa men o T anspo a ion) concedeu à emp esa de cons ução A kinson
o p oje o da pon e (Cla k Cons uc ion, 2013). Es a iniciou os seus abalhos da seguin e o ma (Cla k
Cons uc ion, 2013):
 Remo eu os des oços p o enien es da pon e e eículos do io Skagi ;
 Conse ou os danos p o ocados nas eliças da pon e;
 Ins alou a pon e p o isó ia.
No caso em es udo, a solução passou po se coloca duas pon es p o isó ias Ac ow 700XS lado a lado, cada
uma com um sen ido di e en e, de comp imen o igual a 48,8 me os e uma la gu a igual a 9,3 me os (Ac ow
B idge, 2015). Es as pon es o am pa imen adas e equipadas com sinais de limi ação de elocidade (Cla k
Cons uc ion, 2013).
A ins alação das Ac ow 700XS oi concluída em menos de um mês (Ac ow B idge, 2015).
Figu a 2.36 Pon es p o isó ias Ac ow 700XS (Ac ow B idge, 2015)
Es as duas es u u as p o isó ias o am u ilizadas a é à es u u a pe manen e es a cons uída e se mo ida
pa a o local de inido (Ac ow B idge, 2015).
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
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2.3.5. PONTE LSB APLICADA NA SUÍÇA
Em 2011, as condições me eo ológicas que se mani es a am na egião de Be nese e Valais, na Suíça,
causa am um cená io de as ado . A Figu a 2.37 ap esen a alguns dos inciden es p o ocados pelo empo al,
designadamen e, deslizamen os de e a e ansbo do de ios (Mabey, 2016g).
Figu a 2.37 Realização de ope ações de limpeza (Swiss A med Fo ces, 2011)
Pe o do município de Kande g und, oi localizada uma pon e a e ada pelas chu adas, o que condicionou o
acesso a odos os que a u iliza am. A solução encon ada pela Swiss A my Ca as ophe In e en ion Fo ce –
a unidade especializada pa a es e ipo de e en os - oi a ins alação de uma pon e do ipo Logis ic Suppo
B idging (LSB), sendo que, an es da sua colocação o nou-se impe a i o limpa os danos p o ocados pelos
ios e ab i ias de acesso.
A sua mon agem oi execu ada com auxilio de um na iz de lançamen o. Es e na iz oi ligado à en e da
es u u a, endo sido essencial, no deco e do seu lançamen o, o uso de con apesos na mesma. Quando a
pon e chegou ao des ino, o am u ilizados macacos hid áulicos com o obje i o de a baixa .
De menciona que, es a mon agem oi e e uada po in e soldados com o obje i o de coloca a pon e
ope acional o mais ápido possí el. Ao im de qua o dias, a cons ução da pon e p o isó ia oi inalizada
(Mabey, 2016g).
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
30
Figu a 2.38 Mon agem da pon e LSB (A) (Mabey, 2016g) (B) (Swiss A med Fo ces, 2012)
A pon e LSB u ilizada ap esen a a um ão de 39,6 me os, uma la gu a de 4,2 me os e uma capacidade de
ca ga igual a MLC40 (Swiss A med Fo ces, 2012).
Figu a 2.39 A pon e LSB na posição inal (Swiss A med Fo ces, 2011)
A pon e p o isó ia oi colocada pa a uma u ilização p e is a de 18 meses, o empo es imado pa a o a anjo
de uma solução pe manen e (Mabey, 2016g).
A
B
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
31
3
CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO
3.1. INTRODUÇÃO
Como oi e e ido no capí ulo 1, a p incipal inalidade des a disse ação é a conceção e o dimensionamen o
de uma pon e p o isó ia me álica des inada a ins ci is e mili a es. Pa a que es e obje i o seja exequí el, o
capí ulo 3 ap esen a um p é-dimensionamen o baseado em alguns documen os no ma i os e écnicos,
nomeadamen e Eu ocódigos, T ila e al Design and Tes Code, STANAG 2021 e AASHTO.
Os Eu ocódigos consis em num conjun o de no mas eu opeias (EN) que se em de guia pa a o
dimensionamen o de á ios ipos de es u u as com di e en es ma e iais. Nes e abalho, os Eu ocódigos de
u ilizados i ão se o Eu ocódigo 0 (Bases pa a o p oje o), algumas pa es do Eu ocódigo 1 (Ações em
es u u as) e o Eu ocódigo 3 (P oje o de es u u as de aço) (LNEC, 2016).
O T ila e al Design and Tes Code consis e num código u ilizado pa a o dimensionamen o e ensaio de pon es
p o isó ias. No caso p esen e, es e documen o con ém alguns aspe os impo an es aplicá eis à pon e em
es udo, como pa âme os de p oje o, ações especi icas, combinações de ações e e i icações da segu ança
(Ho nbeck e al., 2005).
O STANAG 2021 é um documen o no ma i o, desen ol ido pela NATO, que de ine a classi icação de ca ga
mili a (MLC) aplicá el a pon es, ba cos e eículos (STANAG 2021, 2006). Es a classi icação i á se de e as
impo an e nes e es udo, uma ez que as pon es p o isó ias passa am a es a alocadas a um núme o de classe
de ca ga mili a .
A AASHTO B idge Design Speci ica ions, designado po Ame ican Associa ion o S a e Highway and
T anspo a ion O icials, é um documen o no ma i o des inado à concepção, a aliação e eabili ação de
pon es. As especi icações des a no ma u ilizam a me odologia LRFD (Load and Resis ence Fac o Design)
que se baseia na aplicação de a o es desen ol idos a pa i do conhecimen o es a ís ico a ual de ca gas e
desempenho es u u al. Es e documen o dispõe ainda de alguns concei os ele an es pa a a pon e em
e idência, como ações especi icas e combinações de ações (AASHTO, 2012).
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
38
3.2.3.4. Ca gas de T á ego Rodo iá io
 Eu ocódigo 1 (EC1) – Pa e 2 (EN 1991-2, 2003)
O EC1 – pa e 2 de ine qua o modelos de ca ga (LM) pa a o dimensionamen o de pon es odo iá ias,
pedonais e e o iá ias.
O modelo de ca ga 1 (LM1) consis e na aplicação de dois ipos de ca ga, ca gas concen adas (Qik) e ca gas
uni o memen e dis ibuídas (qik). Es as ca gas ep esen am uma g ande pa e do e ei o de á ego de ca os
e camiões. O LM1 de e se usado em e i icações globais e locais.
Figu a 3.4 Ilus ação do modelo de ca ga 1 (LM1) (Adap ado do EN 1991-2, 2003)
Os a o es αQi e αqi são u ilizados pa a ajus a o alo da sob eca ga ace aos á ios cená ios de á ego. Os
alo es des es a o es podem se o necidos pelo Anexo Nacional, mas na sua ausência o EC1 ecomenda
que es es sejam iguais a 1,0. Os alo es das ca gas concen adas e uni o memen e dis ibuídas encon am-se
explici ados no Quad o 3.6.
Quad o 3.6 Valo es ca ac e ís icos do modelo de ca ga 1 (LM1) (Adap ado do EN 1991-2, 2003)
Localização
Ca gas concen adas
Ca gas uni o memen e dis ibuídas
Ca ga po eixo - 𝑄𝑖𝑘 (𝑘𝑁)
𝑞𝑖𝑘 (𝑘𝑁/𝑚2)
Via núme o 1
300
9
Via núme o 2
200
2,5
Via núme o 3
100
2,5
Ou as ias
0
2,5
Res an e á ea (𝑞𝑟𝑘)
0
2,5
O modelo de ca ga 2 (LM2) esul a da aplicação de duas ca gas concen adas (Qak) num só eixo em qualque
pa e da ia, sendo que o alo de cada uma delas é igual a 200 kN. Tal como o modelo de ca ga 1, es as
duas ca gas concen adas são ajus adas po um a o , nomeadamen e βQ. O alo des e a o pode se
o necido pelo Anexo Nacional, mas na sua ausência o EC1 ecomenda que es e seja igual a αQi.

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
39
Figu a 3.5 Ilus ação do modelo de ca ga 2 (LM2) (EN 1991-2, 2003)
Es e modelo de ca ga ambém pe mi e a aplicação de apenas uma ca ga concen ada e e en e a uma oda,
mas só quando se e i ique que es e é condicionan e.
O modelo de ca ga 3 (LM3) aplica-se a eículos de anspo e especial com ca gas não co en es, como po
exemplo os eículos de anspo e come cial. Es e modelo é usado pa a e i icações locais e globais.
Na hipó ese de ausência de modelos de inidos pelo Anexo Nacional, o EC1 ap esen a modelos básicos pa a
eículos especiais que podem se ambém u ilizados. Es es modelos básicos de eículos especiais pa a pon es
p o isó ias encon am-se no Anexo A do EC1.
Figu a 3.6 Ilus ação do modelo de ca ga 3 (LM3) (Adap ado de EN 1991-2, 2003)
x di eção do eixo x
a) 100 a 200 kN linhas de eixo
b) 240 kN linhas de eixo
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
40
O modelo de ca ga 4 (LM4) consis e na aplicação de uma ca ga dis ibuída aplicada a oda a la gu a da pon e.
Es a ca ga dis ibuída oma o alo de 5 kN/m2 e ep esen a a sob eca ga de uma mul idão a passa pela
pon e. Es e modelo é emp egue em e i icações globais.
 AASHTO (AASHTO, 2012)
Em 1931, é publicado a p imei a edição do documen o AASHTO’s S anda d Speci ica ion o Highway
Design. Nes a edição são expos os alguns modelos de ca ga de camiões, em pa icula o modelo de ca ga do
camião H20. Alguns anos mais a de, um no o modelo de ca ga dos camiões su ge numa no a edição do
documen o AASHTO, o modelo camião semi- eboque HS20-44 (Highway Semi- aile ) (Kulicki, 2006).
Es e modelo consis ia na aplicação de dois ipos de ca ga, a ca ga do camião e a ca ga da ia. Em elação à
ca ga do camião, es a e a compos a po ês eixos, um eixo de 35,6 kN e dois eixos de 142,3 kN. No que
espei a à ca ga de ia, es a consis ia numa ca ga uni o memen e dis ibuída ao longo da ia com o alo de
9,3 kN/m (Cal ans, 2004).
En e os anos 70 e 80, e i icou-se um aumen o de olume e peso do a ego de camiões. Pe an e es e cená io
su ge como solução ou o modelo de ca ga, o HS25. À semelhança do modelo de ca ga HS20, es e modelo
ap esen a ês ipos de ca ga, designadamen e a ca ga do camião, a ca ga andem e a ca ga da ia. Ge almen e,
os alo es do modelo de ca ga HS25 são 25% supe io es aos alo es do modelo de ca ga HS20, no en an o
es a aplicação a ia de es ado pa a es ado no USA (Kulicki, 2006).
O documen o AASHTO 2012 ap esen a um modelo de ca ga denominado po HL–93 (Highway Loading).
Es e modelo é semelhan e ao modelo HS20, di e indo apenas nas combinações aplicadas à es u u a. Em
elação às combinações, o modelo HS20 aplica uma das duas ca gas e e idas an e io men e à es u u a,
enquan o que o modelo HL-93 ap esen a dois ipos de combinações, designadas po combinação 1 (Ca ga do
Camião e Ca ga da Via) e combinação 2 (Ca ga Tandem e Ca ga da Via) (Kulicki, 2006). Salien a-se a
necessidade da ealização de um es udo às duas combinações com o p opósi o de a alia a combinação mais
des a o á el ap esen ada pela no ma (AASHTO, 2012).
Seguidamen e exibem-se as ca gas do camião, ca ga da ia e ca ga andem do modelo de ca ga HL-93.
Ca ga do Camião
A ca ga do camião HL-93 na no ma AASHTO possui 6 ca gas concen adas a as adas po 4,3 me os e de
4,3 me os a 9,1 me os longi udinalmen e e po 1,8 me os ans e salmen e. Es as ca ac e ís icas do camião-
ipo encon am-se ilus adas na Figu a 3.7.
Figu a 3.7 Ilus ação da ca ga e das dimensões do camião HS20-44 (Adap ada de AASHTO, 2012)
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
41
Ca ga da ia
A ca ga da ia expos a na no ma AASHTO consis e numa ca ga uni o memen e dis ibuída com o alo de
9,3 kN/m na di eção longi udinal, como se obse a na Figu a 3.8. T ans e salmen e, es a ca ga é
uni o memen e dis ibuída ao longo dos 3 me os, assumindo assim o alo de 3,1 kN/m2 em oda a ia.
Figu a 3.8 Ca ga da ia segundo a no ma AASHTO, em pe il longi udinal
Ca ga Tandem
A ca ga Tandem ap esen ada na no ma AASHTO de i a da aplicação de qua o ca gas concen adas com o
alo de 55,65 kN, a as adas 1,2 me os longi udinalmen e e 1,8 me os ans e salmen e. dispos as segundo
a Figu a 3.9.
Figu a 3.9 Ilus ação da ca ga Tandem em pe il longi udinal (à esque da) e em plan a (à di ei a)
A menciona que à Ca ga do Camião e à Ca ga Tandem, de e se aplicado um a o de ampli icação dinâmica.
Es e é de e minado segundo a seguin e exp essão:
𝑓𝑎𝑡𝑜𝑟=1+𝐼𝑀
100
(3.2)
Em que:
𝐼𝑀 é quan i icado dos e ei os dinâmicos (%), alo o necido no Quad o 3.7.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
42
Quad o 3.7 Quan i icação dos e ei os dinâmicos (Adap ado de AASHTO, 2012)
Componen e
IM
Jun as do abulei o – Todos os es ados limi e
75%
Ou os Componen es:
 Es ado limi e da adiga e o u a
 Ou os es ados limi e
15%
33%
Es a no ma ambém conside a o Quad o 3.8 pa a o caso de múl ipla p esença de ca gas nas ias.
Quad o 3.8 Fa o es de múl ipla p esença (Adap ado de AASHTO, 2012)
Núme o de ias ca egadas
Fa o de múl ipla p esença
1
1,20
2
1,00
3
0,85
>3
0,65
 STANAG 2021 (STANAG 2021, 2006)
O documen o STANAG 2021, desen ol ido pela NATO, classi ica as á ias ca gas mili a es de pon es,
ba caças e eículos. Es a classi icação conside a 32 classes de eículo (MLC) em que 16 são eículos de
laga a ( acked ehicles) e os es an es são eículos de odas (wheeled ehicles). Es e documen o ap esen a
as ca ac e ís icas das 32 classes de eículos, designadamen e al u a do cen o de g a idade, supe ície la e al
de incidência do en o, al u a do cen o de p essão, en e ou os.
 T ila e al Design and Tes Code (Ho nbeck e al., 2005)
Tal como o documen o STANAG 2021, o documen o T ila e al Design and Tes Code ambém ap esen a as
32 classes de eículos (MLC).
3.2.3.5. Fo ça de enagem
 Eu ocódigo 1 (EC1) – Pa e 2 (EN 1991-2, 2003)
A o ça da enagem (𝑄𝑙𝑘) é uma o ça longi udinal que a ua ao ní el do pa imen o da aixa de odagem da
pon e odo iá ia. O alo des a o ça é uma pe cen agem do máximo alo das ca gas e icais do modelo de
ca ga (LM1) aplicado na ia núme o 1. Des e modo, es a o ça é quan i icada pela seguin e exp essão do
EC1:
𝑄𝑙𝑘 =0,6×𝛼𝑄1×(2×𝑄1𝑘)+0,10×𝛼𝑞1×𝑞1𝑘×𝑤1×𝐿
(3.3)
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
43
Em que:
𝛼𝑄1 𝑒 𝛼𝑞1 são a o es de ajus amen o aplicados ao modelo de ca ga 1 (LM1) na ia núme o 1. Na
ausência de alo es o necidos pelo Anexo nacional, o EC1 ecomenda que es es alo es sejam iguais
a 1;
𝑄1𝑘 é o alo ca ac e ís ico da ca ga concen ada do modelo de ca ga (LM1) na ia núme o 1;
𝑞1𝑘 é o alo ca ac e ís ico da ca ga uni o memen e dis ibuída do modelo de ca ga (LM1) na ia
núme o 1;
𝑤1 é a la gu a da ia da pon e odo iá ia;
𝐿 é o comp imen o do abulei o ou pa e desse comp imen o.
Realça-se que o alo ca ac e ís ico da o ça de enagem (𝑄𝑙𝑘) de e si ua -se en e 180𝛼𝑄1 𝑘𝑁 e 900 𝑘𝑁.
𝑄1𝑘 =180+2,7×𝐿 0≤𝐿≤1,2
𝑄1𝑘 =360+2,7×𝐿 𝐿>1,2
(3.4)
(3.5)
 AASHTO (AASHTO, 2012)
Segundo a no ma AASHTO, a o ça de enagem é uma o ça ho izon al que a ua na di eção longi udinal da
pon e. O seu alo de e se o maio dos qua os casos que se seguem abaixo.
o Caso 1 – 25% da Ca ga do Camião;
o Caso 2 – 25% da Ca ga Tandem;
o Caso 3 – 5% da (Ca ga do Camião + Ca ga da Via);
o Caso 4 – 5% da (Ca ga Tandem + Ca ga da Via).
Como já de idamen e ei e ado no pon o 3.2.2.4, a pon e pode con e mais que uma ia, en ão a no ma
AASHTO conside a a o ça de enagem a ua em odas as ias. Pa a o caso de o p oje is a al e a a di eção
de uma das ias na pon e, a no ma conside a a o ça de enagem a ua em odas as ias em simul âneo.
Salien a-se que a es a o ça de e se ac escida um a o de múl ipla p esença.
 T ila e al Design and Tes Code (Ho nbeck e al., 2005)
A o ça de enagem é uma o ça ho izon al que a ua ao ní el do pa imen o, na di eção longi udinal. Es a
ação é quan i icada a a és do p odu o en e a ca ga do eículo e o a o de enagem. No caso de eículos
de laga as, es e documen o conside a uma o ça ho izon al na di eção ans e sal que com empla o e ei o de
des io. Es a é a e ida a a és do p odu o en e 0,1 e a ca ga do eículo ( o ças de enagem e o ças des iadas
não são incluídas).
Quad o 3.9 Fa o es de enagem (Adap ado de Ho nbeck e al., 2005)
Núme o de eículos na pon e
Fa o de enagem
1
0,65
2
0,90
3
1,15

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
44
3.2.3.6. Ven o
 Eu ocódigo 1 (EC1) – Pa e 1-4
A o ça da ação do en o (𝐹𝑤) é quan i icada a a és da seguin e exp essão:
𝐹𝑤=𝑐𝑠𝑐𝑑×𝑐𝑓×𝑞𝑝(𝑧)×𝐴𝑟𝑒𝑓
(3.6)
Em que:
𝑐𝑠𝑐𝑑 é o coe icien e es u u al;
𝑐𝑓 é o coe icien e de o ça ela i o à cons ução ou elemen o de cons ução;
𝑞𝑝(𝑧) é a p essão dinâmica de pico;
𝐴𝑟𝑒𝑓 é a á ea de e e ência da cons ução ou elemen o de cons ução.
o Coe icien e es u u al (𝑐𝑠𝑐𝑑)
No caso de a pon e de e um ão in e io a 125 m, es a ica dispensa de uma analise dinâmica. Des a manei a,
o coe icien e es u u al (𝑐𝑠𝑐𝑑) pode se conside ado igual a 1,0.
o Coe icien e de o ma (𝑐𝑓) e á ea de e e ência (𝐴𝑟𝑒𝑓)
Em elação ao coe icien e de o ma (𝑐𝑓), a no ma ap esen a exp essões di e en es que pa a o caso de
es u u as eliçadas, que pa a o caso de pon es.
No que diz espei o a es u u as eliçadas, o coe icien e de o ma (𝑐𝑓) é ob ido pela seguin e ó mula:
𝑐𝑓=𝑐𝑓,0×Ψ𝜆
(3.7)
Em que:
𝑐𝑓,0 é o coe icien e de o ça pa a es u u as eliçadas sem e ei os de ex emidade;
Ψ𝜆 é o coe icien e de e ei os de ex emidade.
O alo do coe icien e de o ça é de e minado endo em con a o índice de cheios (𝜑) e o núme o de Reynolds
(Re). A pon e em es udo i á conside a pe is de seção angulosa, des e modo se á só necessá io a e i o índice
de cheios (𝜑).
O índice de cheios (𝜑) é calculado pela seguin e exp essão:
𝜑=𝐴
𝐴𝑐
(3.8)
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
45
Em que:
𝐴 é a soma das á eas das p ojeções no plano da ace, pe pendicula a esse plano, de odos os
elemen os e chapas de gousse da ace (𝐴=∑𝑏𝑖×𝑙𝑖𝑖 +∑𝐴𝑔𝑘𝑘);
𝐴𝑐 é a á ea limi ada pelo con o no da ace em p ojeção no mal à mesma (=𝑑 𝑙).
𝑏𝑖,𝑙𝑖 é a la gu a e comp imen o do elemen o i (ap esen ado na Figu a 3.10), p oje ado
pe pendicula men e à ace;
𝐴𝑔𝑘 é a á ea da chapa de gousse k.
Figu a 3.10 Es u u a eliçada (EN 1991-1-4, 2010)
A á ea de e e ência (𝐴𝑟𝑒𝑓) nas es u u as eliçadas é de e minada segundo a exp essão:
𝐴𝑟𝑒𝑓=𝐴
(3.9)
Uma ez de e minado índice de cheios (𝜑), o EC1 pe mi e e i a o alo do coe icien e de o ça pa a
es u u as eliças (plano e espacial) sem e ei os de ex emidade (𝑐𝑓,0), a a és de duas igu as,
nomeadamen e a Figu a 3.11 e Figu a 3.12.
Figu a 3.11 Coe icien e de o ça (C𝑓0) pa a uma es u u a eliçada plana cons i uída po pe is de seção
angulosa, em unção do índice de cheios (φ) (EN 1991-1-4, 2010)
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
46
Figu a 3.12 Coe icien e de o ça (C𝑓0) pa a uma es u u a eliçada espacial cons i uída po pe is de seção
angulosa, em unção do índice de cheios (φ) (EN 1991-1-4, 2010)
O alo do coe icien e de e ei os de ex emidade (Ψ𝜆), é calculado em unção da esbel eza (𝜆) e do índice
de cheios (𝜑), a a és da Figu a 3.13.
Figu a 3.13 Valo es indica i os do coe icien e de e ei os de ex emidade (Ψ𝜆) em unção do índice de cheios
(φ) e da esbel eza (λ) (EN 1991-1-4, 2010)
No que se e e e à esbel eza (𝜆), a no ma ap esen a o Quad o 3.10 que elaciona o seu alo com as dimensões
da cons ução e da sua posição.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
47
Quad o 3.10 Valo es da esbel eza (λ) ecomendados pa a cilind os, elemen os com seção poligonal (incluindo a
e angula ), pe is com a es as i as e es u u as eliçadas (EN 1991-1-4, 2010)
Em elação ao índice de cheios (𝜑), o EC1 quan i ica es e alo a a és da seguin e exp essão:
𝜑=𝐴
𝐴𝑐
(3.10)
Em que:
𝐴 é a soma das á eas p oje adas dos elemen os, isí el na Figu a 3.14;
𝐴𝑐 é a á ea limi ada pelo con o no ex e io (𝐴𝑐=𝑙×𝑏), isí el na Figu a 3.14.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
54
A elocidade do en o (𝑣𝑏) é de inida em unção da di eção do en o e da época do ano a uma al u a de 10
m acima da supe ície de um e eno da ca ego ia II. A sua exp essão é:
𝑣𝑏=𝑐𝑑𝑖𝑟×𝑐𝑠𝑒𝑎𝑠𝑜𝑛×𝑣𝑏,0
(3.22)
Em que:
𝑐𝑑𝑖𝑟 é o coe icien e de di eção. Es e alo pode se o necido pelo Anexo Nacional. O alo
ecomendado pelo EC1 é 1,0;
𝑐𝑠𝑒𝑎𝑠𝑜𝑛 é o coe icien e de sazão. Es e alo pode se o necido pelo Anexo Nacional. O alo
ecomendado pelo EC1 é 1,0;
𝑣𝑏,0 é o alo ca ac e ís ico da elocidade média do en o e e ida a pe íodos de 10 minu os,
independen emen e da di eção do en o e da época do ano, a uma al u a de 10 me os acima do ní el
do solo em e eno do ipo campo abe o, com ege ação as ei a, al como e a, e obs áculos isolados
com sepa ações en e si de, pelo menos, 20 ezes a sua al u a.
Na quan i icação do alo básico da elocidade de e e ência do en o (𝑣𝑏,0) conside a-se o País di ididos
em duas zonas di e en es, designadamen e zona A e zona B. A zona B co esponde aos a quipélagos dos
Aço es e da Madei a e as egiões do con inen e si uadas numa aixa cos ei a com 5 km de la gu a ou a
al i udes supe io es a 600 m. Po ou o lado, a zona A ab ange a gene alidade do e i ó io, com exceção das
egiões pe encen es à zona B.
Quad o 3.14 Valo básico da elocidade de e e ência do en o (EN 1991-1-4, 2010)
Zona
𝑣𝑏,0[m/s]
A
27
B
30
A segunda exp essão da p essão dinâmica de pico (𝑞𝑝) é de e minada da seguin e manei a:
𝑞𝑝(𝑧)=𝑐𝑒(𝑧)×𝑞𝑏
(3.23)
Em que:
𝑐𝑒(𝑧) é o coe icien e de exposição;
𝑞𝑏 é a p essão dinâmica de e e ência.
O coe icien e de exposição é de e minado g a icamen e a a és da Figu a 3.20.

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
55
Figu a 3.20 Rep esen ação do coe icien e de exposição (𝑐𝑒(𝑧)) pa a 𝑐𝑜=1,0 e 𝑘1=1,0 (EN 1991-1-4, 2010)
A p essão dinâmica de e e ência (𝑞𝑏) é dada pela seguin e exp essão:
𝑞𝑏=1
2×𝜌×𝑣𝑏2
(3.24)
 AASHTO (AASHTO, 2012)
A no ma AASHTO quan i ica a ação do en o ho izon al, na es u u a e no eículo, e a ação do en o e ical.
o Ação do en o ho izon al na es u u a
A ação do en o a ua em oda a á ea da es u u a a ele expos a como uma o ça uni o memen e dis ibuída.
O alo da sua elocidade base de p oje o (𝑉𝐵) é igual a 44,7 m/s. No en an o, a no ma de ine uma exp essão
pa a o calculo da elocidade de p oje o do en o (𝑉𝐷𝑍), no caso de pon es ou pa es de pon es e ba ei as de
som com uma al u a supe io a 9,14 me os acima do ní el da água ou do baixo e eno. A ó mula
mencionada é:
𝑉𝐷𝑍=2,5×𝑉0×(𝑉30
𝑉𝐵)×ln(𝑍
𝑍0)
(3.25)
Em que:
𝑉0 é a elocidade de a i o, uma ca a e ís ica me eo ológica do en o. O seu alo é o necido no
Quad o 3.15;
𝑉30 é a elocidade do en o a uma al u a de 9,14 me os acima do ní el da água ou do baixo e eno;
𝑉𝐵 é a elocidade base de p oje o do en o a uma al u a de 9,14 me os;
𝑍 é al u a da es u u a medida acima do ní el da água ou do baixo e eno;
𝑍0 é o comp imen o de a i o a a ingido a mon an e, uma ca a e ís ica me eo ológica do en o. O seu
alo é o necido no Quad o 3.15;
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
56
Quad o 3.15 Ca ego ias e pa âme os de e eno (Adap ada de AASHTO,2012)
Ca ego ia de e eno
𝑉0 [m/s]
𝑍0 [m]
Campo – Te eno com obs áculos dispe sos, ge almen e in e io es a 9,14
me os. Es a ca ego ia inclui um e eno plano e pas agens.
3,67
0,07
Subú bios – Á eas u banas e subu banas, a bo izadas ou ou os e enos
com nume osos obs áculos pe o uns dos ou os, que êm o amanho de
habi ações uni amilia es ou supe io es. A aplicação des a ca ego ia de e
se limi ada às á eas em que o e eno p e alece, no mínimo 457,2
me os, no sen ido do en o.
4,87
1,00
Cidade – Cen os das g andes cidades, com pelo menos 50% de edi ícios
a uma al u a supe io a 21,3 me os. A aplicação des a ca ego ia de e se
limi ada às á eas em que e eno p e alece, no mínimo 804,7 me os, no
sen ido do en o. Es a ca ego ia de e conside a e ei os de a unilamen o,
que esul am de um aumen o da p essão do en o, de ido à localização
da es u u a, na sequência de es u u as adjacen es.
5,36
2,50
Na ausência de especi icações na no ma, a p essão do en o nas es u u as é conside ada uma ação ho izon al.
A p essão do en o em p oje o (𝑃𝐷) é es imada a pa i da exp essão:
𝑃𝐷=𝑃𝐵×(𝑉𝐷𝑍
𝑉𝐵)2
(3.26)
Em que:
𝑃𝐵 é a p essão base do en o, alo o necido no
Quad o 3.16.
Quad o 3.16 P essão base do en o (𝑃𝐵) de aco do com a elocidade base do en o igual a 44,7 m/s (Adap ado de
AASHTO, 2012)
Componen es da
supe es u u a
𝑃𝐵 na di eção do en o (kPa)
(Ba la en o)
𝑃𝐵 na di eção con á ia à do
en o (kPa) (So a en o)
T eliças, pila es e a cos
2,394
1,197
Vigas
2,394
-
G andes supe ícies planas
1,915
-
É impo an e ealça que nas eliças, pila es e a cos, a ação do en o não de e se in e io a 4,38 kN/m no
p imei o plano e 2,19 kN/m no segundo plano (e ei o de somb eamen o). No caso das igas e das g andes
supe ícies planas, o alo mínimo da ação do en o é igual a 4,38 kN/m.
Quando não é especi icada a di eção da p essão do en o, a no ma AASHTO ap esen a o Quad o 3.17, com
os á ios ângulos que es a ação pode assumi . O ângulo é medido a a és de uma pe pendicula ao eixo
longi udinal da es u u a.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
57
Quad o 3.17 P essão base do en o (𝑃𝐵) pa a os á ios ângulos de aco do com a elocidade base do en o igual a
44,7 m/s (Adap ado de AASHTO,2012)
Ângulo da ação
do en o (g aus)
T eliças, pila es e a cos
Vigas
T ans e sal
Longi udinal
T ans e sal
Longi udinal
0°
3,591
0,000
2,394
0,000
15°
3,352
0,575
2,107
0,287
30°
3,112
1,341
1,963
0,575
45°
2,250
1,963
1,580
0,766
60°
1,149
2,394
0,814
0,910
As di eções da p essão do en o, ans e sal e longi udinal, aplicam-se em simul âneo na es u u a.
No caso de igas e laje de uma pon e com um ão in e io a 38,1 me os e com uma al u a de 9,14 me os
acima do ní el da água ou do baixo e eno, a p esen e no ma conside a os alo es de 2,394 kPa e 0,575 kPa
pa a p essão do en o ans e sal e longi udinal, espe i amen e.
Na subs u u a, as o ças longi udinais e ans e sais de em se calculadas com uma p essão base do en o
igual a 1,915 kPa.
o Ação do en o ho izon al no eículo
Na p esença de eículos, a ação da p essão do en o (𝐹) é ap esen ada com uma o ça em mo imen o com
o alo de 1,459 kN/m. Es a o ça é aplicada a 1,83 me os acima do abulei o, na di eção pe pendicula ao
eixo longi udinal da es ada, como se e i ica na Figu a 3.21. Es a ação a ua em conjun o com a ação do
en o na es u u a.
Figu a 3.21 Ação da p essão do en o no eículo (Adap ada de And é, 2016)
Se a o ça não o pe pendicula à es u u a, a AASHTO ap esen a o Quad o 3.18
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
58
Quad o 3.18 Componen es da ação do en o (Adap ado de AASHTO,2012)
Ângulo (g aus)
Componen e pe pendicula (𝑘𝑁/𝑚)
Componen e pa alela (𝑘𝑁/𝑚)
0°
1,459
0,000
15°
1,284
0,175
30°
1,196
0,350
45°
0,963
0,467
60°
0,496
0,554
No caso de igas e laje de uma pon e com um ão in e io a 38,1 me os e com uma al u a supe io a 9,14
me os acima do ní el da água ou do baixo e eno, a p esen e no ma conside a os alo es de 1,459 kN/m e
0,584 kN/m pa a p essão do en o ans e sal e longi udinal, espe i amen e.
o Ação do en o e ical
Na ausência de in o mação sob e a ins abilidade ae oelás ica da es u u a, a no ma quan i ica a ação do en o
e ical a a és do p odu o en e a o ça ascenden e do en o (0,958 kPa) e a la gu a do abulei o (incluí
passeios e gua da-co pos). Assim, a AASHTO conside a es a ação como uma ca ga longi udinal na es u u a.
É impo an e salien a que es a ação só en a em duas combinações de ações, nomeadamen e S eng h II e
Se ice IV.
 T ila e al Design and Tes Code (Ho nbeck e al., 2005)
Nes e documen o são exibidos os alo es da elocidade e p essão do en o que a uam nas pon es p o isó ias,
du an e as á ias ases de dimensionamen o. A p essão do en o é quan i icada em unção elocidade do
en o (𝑣), a a és da seguin e exp essão (Ho nbeck e al., 2005):
𝑤𝑝=0,613×𝑣2
(3.27)
Quad o 3.19 Velocidade e p essão do en o (Adap ada de Ho nbeck e al., 2005)
Fase de dimensionamen o
Velocidade do en o – 𝑣(𝑚/𝑠)
P essão do en o – 𝑊𝑝(𝑘𝑁/𝑚2)
Cons ução/Lançamen o
15
0,138
Se iço ( en o a uando sob e
a pon e e eículos)
20
0,245
Se iço ( en o a uando sob e
a pon e)
30
0,552
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
59
3.2.3.7. Ne e e gelo
O Eu ocódigo 1 (EC1) Pa e 1-3 não possui in o mações ela i amen e às ações da ne e e gelo nas pon es
(EN 1991-1-3, 2009).
A no ma AASHTO não conside a as acumulações da ne e na supe es u u a da pon e (AASHTO, 2012).
O documen o T ila e al Design and Tes Code de ine um alo da ca ga pa a es as ações, designadamen e
0,37 kN/m2, sendo aplicada aplicada uni o memen e sob e oda a pon e. Na quan i icação des a ação, a ne e
e o gelo acumulado sob e os eículos é desp ezá el. A aplicação des a ação na es u u a só de e á se ida
em con a se a sua ca ga o supe io à ca ga da lama, se isso não acon ece a ca ga a conside a de e á se a
da lama (Ho nbeck e al., 2005).
3.2.3.8. Lama
Segundo o documen o T ila e al Design and Tes Code, a ação da lama é aplicada na á ea de aixa de odagem
com um alo de 0,75 kN/m2. Nas ope ações de mon agem da pon e é desp ezado o e ei o da lama, uma ez
que se conside a a limpeza do abulei o, con udo, se es a limpeza não o ga an ida é necessá io conside a
uma pe cen agem da ca ga de 10 a 25%. A es a ação de e se mul iplicado um a o de impac o que se
encon a no Quad o 3.20. Tal como a ne e e o gelo, a quan i icação des a ação desp eza a lama acumulada
no eículo (Ho nbeck e al., 2005).
Quad o 3.20 Fa o es ampli icado es de impac o (Adap ada de Ho nbeck e al., 2005)
Localização
Momen os le o es e de o mações
Es o ço T ans e so
In e io da pon e
1,15
-
Rampas de acesso
1,20
1,20
Es es a o es de ampli icação de impac o são aplicados às ca gas es á icas pa a elocidades a é 25 km/h.
3.2.3.9. Tempe a u a e ambien e
 T ila e al Design and Tes Code (Ho nbeck e al., 2005)
O T ila e al Design and Tes Code p essupõe a ação da empe a u a e humidade, e i icando as ensões
esul an es e a deg adação a longo p azo da pon e de ido ao e ei o da empe a u a (Ho nbeck e al., 2005).
 Eu ocódigo 1 (EC1) – pa e 1-5 (EN 1991-1-5, 2009)
O Eu ocódigo 1 (EC1) – pa e 1-5, conside a as ações é micas nas pon es. Es as ações é micas são a aliadas
a a és das componen es da a iação uni o me e di e encial de empe a u a.
Na quan i icação das ações é micas no abulei o, as pon es são ag upadas em 3 ca ego ias di e en es:
o Tipo 1 – Tabulei os de aço;
o Tipo 2 – Tabulei os mis os aço-be ão;
o Tipo 3 – Tabulei os de be ão.

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
60
As a iações uni o mes de empe a u a a uam axialmen e p o ocando uma a iação de comp imen o do
abulei o. Es a al e ação do comp imen o acon ece sem qualque p oblema nas es u u as isos á icos, mas no
caso de es u u as hipe es á icas exis em impedimen os a essa de o mação, o que p oduz es o ços na
es u u a. Os dois cená ios que podem exis i no e ei o da empe a u a são a con ação máxima e a dila ação
máxima na es u u a.
A con ação máxima é de e minada segundo a seguin e exp essão:
∆𝑇𝑁,𝑐𝑜𝑛𝑡 =𝑇0−𝑇𝑒,𝑚𝑖𝑛
(3.28)
Em que:
∆𝑇𝑁,𝑐𝑜𝑛𝑡 é o alo da ampli ude de con ação máxima da componen e da a iação uni o me da
empe a u a;
𝑇0 é a empe a u a inicial da pon e, alo expos o no Anexo A do Eu ocódigo;
𝑇𝑒,𝑚𝑖𝑛 é a componen e da a iação uni o me da empe a u a mínima.
A dila ação máxima é a e ida a pa i do seguin e:
∆𝑇𝑁,𝑒𝑥𝑝=𝑇𝑒,𝑚𝑎𝑥−𝑇0
(3.29)
Em que:
∆𝑇𝑁,𝑒𝑥𝑝 é o alo da ampli ude de dila ação máxima da componen e da a iação uni o me da
empe a u a;
𝑇𝑒,𝑚𝑎𝑥 é a componen e da a iação uni o me da empe a u a máxima.
A a iação di e encial de empe a u a a ua e icalmen e na pon e e es a a iação consis e no aquecimen o e
a e ecimen o da supe ície supe io do abulei o, num de e minado in e alo de empo. O aquecimen o
p o oca alo es máximos posi i os dessa a iação di e encial (supe ície supe io mais quen e), em oposição
ao a e ecimen o p o oca alo es máximos nega i os (supe ície in e io mais quen e) dessa a iação
di e encial.
O EC1 es abelece duas abo dagens, nomeadamen e a abo dagem 1 (Componen e linea e ical) e a
abo dagem 2 (Componen es e icais da a iação di e encial de empe a u a com e ei os não linea es). No
capí ulo p esen e só se á ei a e e ência à abo dagem 1.
Pos o is o, na abo dagem a e ela u iliza-se uma componen e linea equi alen e da a iação di e encial de
empe a u a pa a ∆𝑇𝑀,𝐻𝑒𝑎𝑡 e ∆𝑇𝑀,𝐶𝑜𝑜𝑙 de manei a a conside a o e ei o das a iações di e enciais de
empe a u a.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
61
Quad o 3.21 Valo es ecomendados da componen e linea da a iação di e encial de empe a u a pa a di e en es ipos
de abulei o de pon es odo iá ias, pedonais e e o iá ias (EN 1991-1-5, 2009)
Tipo de abulei o
Face supe io mais quen e do que a
ace in e io
Face in e io mais quen e do que a
ace supe io
∆𝑇𝑀,𝑏𝑒𝑎𝑡(°𝐶)
∆𝑇𝑀,𝑐𝑜𝑜𝑙(°𝐶)
Tipo 1:
Tabulei o de aço
18
13
Tipo 2:
Tabulei o mis o aço-be ão
15
18
Tipo 3:
Tabulei o de be ão:
- iga em caixão
-laje igada
-laje
10
15
15
5
8
8
No caso de simul aneidade das a iações (uni o me e di e encial) de empe a u a, de e conside a -se as duas
exp essões e escolhe a que conduz ao e ei o mais des a o á el. Es as são:
∆𝑇𝑀,ℎ𝑒𝑎𝑡(𝑜𝑢 ∆𝑇𝑀,𝑐𝑜𝑜𝑙)+ 𝜔𝑁∆𝑇𝑁,𝑒𝑥𝑝(𝑜𝑢 ∆𝑇𝑁,𝑐𝑜𝑛)
𝜔𝑀∆𝑇𝑀,ℎ𝑒𝑎𝑡(𝑜𝑢 ∆𝑇𝑀,𝑐𝑜𝑜𝑙)+ ∆𝑇𝑁,𝑒𝑥𝑝(𝑜𝑢 ∆𝑇𝑁,𝑐𝑜𝑛)
(3.30)
(3.31)
Em que:
𝜔𝑁 é o a o de edução da componen e da a iação uni o me de empe a u a pa a a combinação com
a componen e da a iação di e encial de empe a u a. Es e alo pode se o necido pelo Anexo
Nacional. O alo ecomendado pelo EC1 é 0,35;
𝜔𝑀 é o a o de edução da componen e da a iação di e encial de empe a u a pa a a combinação
com a componen e da a iação uni o me de empe a u a. Es e alo pode se o necido pelo Anexo
Nacional. O alo ecomendado pelo EC1 é 0,75.
 AASHTO (AASHTO, 2012)
A empe a u a uni o me pode se ob ida segundo dois mé odos. Como a pon e em es udo é me álica, o
p ocedimen o mais adequado é o A.
As a iações de empe a u a ap esen am-se de inidas no Quad o 3.22. As de o mações é micas são
de e minadas com base na di e ença en e os limi es supe io es ou in e io es e a empe a u a base de
cons ução.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
62
Quad o 3.22 Va iação das empe a u as no p ocedimen o A (Adap ada em AASHTO, 2012)
Clima
Aço ou alumínio
Be ão
Madei a
Mode ado
0°𝐶 𝑎 49°𝐶
−12°𝐶 𝑎 27°𝐶
−12°𝐶 𝑎 24°𝐶
F io
−34°𝐶 𝑎 49°𝐶
0°𝐶 𝑎 27°𝐶
0°𝐶 𝑎 24°𝐶
A empe a u a mais baixa consis e na empe a u a mínima do ma e ial (𝑇𝑀𝑖𝑛𝐷𝑒𝑠𝑖𝑔𝑛), sendo que a empe a u a
mais ele ada cons i ui a empe a u a máxima do ma e ial (𝑇𝑀𝑎𝑥𝐷𝑒𝑠𝑖𝑔𝑛).
∆𝑇=𝛼×𝐿×(𝑇𝑀𝑎𝑥𝐷𝑒𝑠𝑖𝑔𝑛−𝑇𝑀𝑖𝑛𝐷𝑒𝑠𝑖𝑔𝑛)
(3.32)
Em que:
𝛼 é o coe icien e é mico da dila ação;
𝐿 é o comp imen o da dila ação.
Pa a a aplicação a empe a u a di e encial na es u u a, a no ma AASHTO di ide os Es ados Unidos em
di e en es zonas, isí el na Figu a 3.22.
Figu a 3.22 Di e en es zonas do Es ados Unidos (AASHTO, 2012)
Os alo es das empe a u as posi i as nas zonas são especi icados pa a as á ias condições da supe ície do
abulei o, Quad o 3.23. Já no que espei a aos alo es das empe a u as nega i as, no Quad o 3.23, de em
se mul iplicados po 0,30 no caso de abulei os de be ão e 0,20 no caso de abulei os com ecob imen o em
as al o.
O alo da empe a u a T3 de e se conside ado igual a -18°C, a menos que um es udo especi ico de e mine
o seu alo . Es e alo não pode excede os -15°C.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
63
Quad o 3.23 Tempe a u a di e encial base (Adap ada em AASHTO, 2012)
Zona
𝑇1(°𝐶)
𝑇2(°𝐶)
1
12
-10
2
8
-11
3
5
-12
4
-3
-13
A Figu a 3.23 ap esen a a empe a u a di e encial e ical em es u u as me álicas e de be ão. A dimensão A
da Figu a 3.23 pode se igual a 0,3 me os pa a es u u as me álicas.
Figu a 3.23 Tempe a u a di e encial e ical pa a es u u as me álicas e de be ão (Adap ado de AASHTO,
2012)
3.2.4. COMBINAÇÃO DE AÇÕES
As combinações das ações pe manen es com as ações a iá eis desc i as no pon o 3.2.3 ão pe mi i o
dimensionamen o e análise da es u u a que se explici a no capí ulo 4.
3.2.4.1. Fase de cons ução, lançamen o e ecolha
O documen o T ila e al Design and Tes Code aplica a mesma combinação a es as ês ases.
𝑃𝐸𝑑 =𝐶𝑃+𝑉+𝐿/𝑁
(3.33)
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
70
Rela i amen e à ensão de con ac o, o documen o pe mi e a e i icação a a és da seguin e condição:
𝜎𝐸𝑑≤𝑓𝑢
1,5×1,33 ou 𝜎𝐸𝑑 ≤𝑓𝑦𝑑
(3.49)
Em que:
𝜎𝐸𝑑 é a ensão de con ac o a uan e, de e minada a a és da exp essão 3.47.
No caso de encu adu a dos elemen os da es u u a, o documen o T ila e al Design Tes and Code aplica a
condição indicada de seguida pa a e i ica a sua esis ência:
𝜎𝐸𝑑≤𝜎𝑏
1,5
(3.50)
Em que:
𝜎𝐸𝑑 é a ensão axial a uan e, de e minada a a és da exp essão 3.47;
𝜎𝑏 é a ensão limi e de encu adu a.
Pa a a de e minação da ensão limi e de encu adu a oi usado o seguin e c i é io:
𝜎𝑏=𝐹
𝐴
(3.51)
Em que:
𝐹 é a máxima o ça e ical ou o ça c i ica;
𝐴 é a secção ans e sal do pe il.
A máxima o ça e ical é de e minada pela seguin e exp essão:
𝐹=𝜋2×𝐸×𝐼
(𝐾×𝐿)2
(3.52)
Em que:
𝐸 é o módulo de Elas icidade;
𝐼 é o momen o de iné cia da secção;
𝐿 é o comp imen o da ba a;
𝐾 é o a o aplicado ao comp imen o da ba a. O seu alo depende das condições de apoio da ba a.
No caso de as duas ex emidades da ba a se em li es à o ação, o alo de k é igual a 1, caso
con á io o alo de k é igual a 0,5. Se uma das ex emidades pe mi i a o ação e a ou a ex emidade
não, k é igual a 0,7071. Po im, k pode se igual a 2 se uma das ex emidades o ixa e a ou a
ex emidade pe mi i uma mo imen ação la e al (consola).
Segundo o documen o T ila e al Design and Tes Code, a de o mação não se encon a limi ada, mas de e se
conside ada quando in luencia a dis ibuição da ca ga, is o é, quando a e a o ajus e ou alinhamen o da pon e
(ou comp ome e a sua mon agem) e no uso do equipamen o.

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
71
3.2.5.3. Ve i icação da es u u a em se iço de aco do com o Eu ocódigo 3
Na e i icação da esis ência dos elemen os da es u u a são emp egues as combinações do Es ado Limi e de
U ilização (ULS), mas quando se e i ica a de o mada de e-se aplica as combinações do Es ado Limi e de
U ilização (SLS).
A esis ência da secção ans e sal à ação pode se de e minada de aco do com a exp essão 6.5 e 6.6 do
Eu ocódigo 3. A condição que se ap esen a a segui é a elação en e essas duas exp essões do Eu ocódigo
3.
𝑁𝐸𝑑
𝑁𝑡,𝑟𝑑≤1,0⇔𝑁𝐸𝑑 ≤𝐴×𝑓𝑦
𝛾𝑀0
(3.53)
Em que:
𝑁𝐸𝑑 é o alo de cálculo do es o ço no mal a uan e;
𝑁𝑡,𝑟𝑑 é o alo de cálculo do es o ço no mal esis en e de ação;
𝐴 é á ea de uma secção ans e sal;
𝑓𝑦 é ensão de cedência;
𝛾𝑀0 é coe icien e pa cial de segu ança pa a a esis ência de secções ans e sais de qualque classe.
A esis ência da secção ans e sal ao es o ço ans e so é quan i icada pelo cálculo plás ico e pelo cálculo
elás ico. No caso de cálculo plás ico, o es o ço ans e so é de e minado segundo as exp essões 6.17 e 6.18
do Eu ocódigo 3. A condição que se expõe seguidamen e é a elação en e essas duas exp essões p esen es
no Eu ocódigo 3.
𝑉𝐸𝑑
𝑉𝑐,𝑅𝑑 ≤1,0⇔𝑉𝐸𝑑 ≤𝐴𝑣×𝑓𝑦
𝛾𝑀0×√3
(3.54)
Em que:
𝑉𝐸𝑑 é o alo de cálculo do es o ço ans e so a uan e;
𝑉𝑐,𝑅𝑑 é o alo de cálculo do es o ço ans e so esis en e;
𝐴𝑣 é a á ea esis en e ao es o ço ans e so.
No caso do cálculo elás ico, a esis ência da secção é e i icada a a és da exp essão 6.19 do Eu ocódigo 3,
sendo es a:
𝜏𝐸𝑑
𝑓𝑦/(√3×𝛾𝑀0)≤1,0⇔𝑉𝐸𝑑×𝑆
𝐼×𝑡 ≤𝑓𝑦
√3×𝛾𝑀0
(3.55)
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
72
Em que:
𝜏𝐸𝑑 é a ensão angencial;
𝑆 é o momen o es á ico, ela i amen e ao eixo p incipal da secção, da pa e da secção ans e sal
si uada en e o pon o conside ado e a on ei a da secção;
𝐼 é o momen o de iné cia da o alidade da secção ans e sal;
𝑡 é a espessu a da secção no pon o conside ado.
As exp essões 6.61 e 6.62 do Eu ocódigo 3 pe mi em e i ica a esis ência dos elemen os uni o mes em
lexão compos a com comp essão à encu adu a. No en an o es as ambém pe mi em a e i icação da
esis ência dos elemen os uni o mes comp imidos e da esis ência dos elemen os uni o mes em lexão. Des a
manei a, as ó mulas são:
𝑁𝐸𝑑
𝜒𝑦×𝑁𝑅𝑘
𝛾𝑀1 +𝑘𝑦𝑦×𝑀𝑦,𝐸𝑑+∆𝑀𝑦,𝐸𝑑
𝜒𝐿𝑇×𝑀𝑦,𝑅𝑘
𝛾𝑀1 +𝑘𝑦𝑧×𝑀𝑧,𝐸𝑑+∆𝑀𝑧,𝐸𝑑
𝑀𝑧,𝑅𝑘
𝛾𝑀1 ≤1,0
𝑁𝐸𝑑
𝜒𝑧×𝑁𝑅𝑘
𝛾𝑀1 +𝑘𝑧𝑦×𝑀𝑦,𝐸𝑑+∆𝑀𝑦,𝐸𝑑
𝜒𝐿𝑇×𝑀𝑦,𝑅𝑘
𝛾𝑀1 +𝑘𝑧𝑧×𝑀𝑧,𝐸𝑑+∆𝑀𝑧,𝐸𝑑
𝑀𝑧,𝑅𝑘
𝛾𝑀1 ≤1,0
(3.56)
(3.57)
Em que:
𝑁𝐸𝑑,𝑀𝑦,𝐸𝑑 𝑒 𝑀𝑧,𝐸𝑑 são os alo es de cálculo do es o ço de comp essão e dos momen os máximos
no elemen o, espe i amen e, em elação aos eixos y-y e z-z;
∆𝑀𝑦,𝐸𝑑 𝑒 ∆𝑀𝑧,𝐸𝑑 são os momen os de idos ao deslocamen o do eixo neu o;
𝜒𝑦 𝑒 𝜒𝑧 são os coe icien es de edução de idos à encu adu a po lexão;
𝜒𝐿𝑇 é o coe icien e de edução pa a a encu adu a la e al;
𝑘𝑦𝑦,𝑘𝑦𝑧,𝑘𝑧𝑦,𝑘𝑧𝑧 são os a o es de in e ação.
Em elação à de o mação, o Eu ocódigo 3 ap esen a um limi e de de o mação máxima e ical pa a es u u as
do ipo edi ícios. Como a es u u a abo dada é uma pon e com aplicação de ca gas odo iá ias, es e limi e
não é o mais adequado. Pa a es a no ma, aplicou-se o limi e de de o mação máxima e ical ap esen ado na
no ma AASHTO, sendo es e dado pela seguin e exp essão:
𝛿𝑚á𝑥=𝑙
800
(3.58)
Po in e p e ação da no ma, pude conclui que pa a o limi e de de o mação de inido acima de e ia aplica só
as ca gas odo iá ias a a és da combinação equen e.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
73
3.2.5.4. Ve i icação da es u u a em se iço de aco do com o AASHTO
A esis ência do elemen o à ação pode se de e minada de aco do com a seguin e condição:
𝑃𝑢≤𝑃𝑟
(3.59)
Em que:
𝑃𝑢 é o alo de cálculo do es o ço de ação a uan e;
𝑃𝑟 é o alo de cálculo do es o ço de ação esis en e.
A exp essão do es o ço de ação esis en e é quan i icada segundo duas exp essões da no ma AASHTO,
pa icula men e a 6.8.2.1-1 e a 6.8.2.1-2. O alo do es o ço de ação esis en e de e se o meno es imado
a pa i das seguin es exp essões:
𝑃𝑟=∅𝑦×𝑃𝑛𝑦=∅𝑦×𝐹𝑦×𝐴𝑔
𝑃𝑟=∅𝑢×𝑃𝑛𝑢=∅𝑢×𝐹𝑢×𝐴𝑛×𝑈
(3.60)
(3.61)
Em que:
∅𝑦 é o a o esis en e pa a elemen os acionados em cedência, alo igual a 0,95;
𝑃𝑛𝑦 é o alo de cálculo da ação de ação nominal de cedência na secção b u a;
𝐹𝑦 é a ensão mínima de cedência;
𝐴𝑔 é a secção b u a do elemen o;
∅𝑢 é o a o esis en e pa a elemen os acionados em o u a, alo igual a 0,8;
𝑃𝑛𝑢 é o alo de cálculo da ação da ação de ação nominal de o u a na secção ú il;
𝐹𝑢 é a ensão mínima de esis ência;
𝐴𝑛 é a secção ú il do elemen o;
𝑈 é o a o de edução.
A esis ência do elemen o ao es o ço ans e so é ob ida a a és da exp essão 6.10.9.1-1 da no ma AASHTO.
A condição e e ida é:
𝑉𝑢≤∅𝑐×𝑉𝑛
(3.62)
Em que:
𝑉𝑢 é o alo de cálculo do es o ço ans e so a uan e;
∅𝑐 é o a o esis en e ao es o ço ans e so, alo igual a 1,0;
𝑉𝑛 é o alo de cálculo do es o ço ans e so esis en e.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
74
Pa a as almas sem e o ço ans e so, a esis ência ao es o ço ans e so é quan i icada, endo em
conside ação ês exp essões da AASHTO, nomeadamen e 6.10.9.2-1, 6.10.9.3-1 e 6.10.9.2-2. A o mulação
que se e idencia a segui é a elação en e essas ês exp essões da AASHTO.
𝑉𝑛=𝑉𝑐𝑟 =𝐶×𝑉𝑝=𝐶×0,58×𝐹𝑦𝑤×𝐷×𝑡𝑤
(3.63)
Em que:
𝑉𝑐𝑟 é o alo de cálculo da esis ência do es o ço ans e so – encu adu a;
𝐶 é o ácio en e a esis ência da encu adu a ao es o ço ans e so e a esis ência de cedência do
es o ço ans e so;
𝑉𝑝 é o alo de cálculo do es o ço ans e so plás ico;
𝐹𝑦𝑤 é a ensão mínima de cedência da alma;
𝐷 é a al u a da alma;
𝑡𝑤 é espessu a da alma.
Pa a as almas in e io es com e o ço ans e so, a esis ência ao es o ço ans e so é es imada a a és de
duas exp essões da AASHTO, designadamen e 6.10.9.3.2-2 e 6.10.9.3.2-8.
No caso de 2×𝐷×𝑡𝑤
(𝑏𝑓𝑐×𝑡𝑓𝑐+𝑏𝑓𝑡×𝑡𝑓𝑡)≤2,5, a ó mula do es o ço ans e so esis en e é (𝑉𝑛)é a seguin e:
𝑉𝑛=𝑉𝑝×
[
𝐶+0,87×(1−𝐶)
√1+(𝑑0
𝐷)2
]
(3.64)
Caso con á io, a exp essão do es o ço ans e so esis en e é (𝑉𝑛) a aplica é:
𝑉𝑛=𝑉𝑝×
[
𝐶+ 0,87×(1−𝐶)
√1+(𝑑0
𝐷)2+𝑑0
𝐷
]
(3.65)
Em que:
𝑏𝑓𝑐 é a la gu a o al do banzo comp imido;
𝑡𝑓𝑐 é a espessu a do banzo comp imido;
𝑏𝑓𝑡 é a la gu a o al do banzo acionado;
𝑡𝑓𝑡 é a espessu a do banzo acionado;
𝑑0 é espaçamen o do e o ço ans e so.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
75
A ó mula pa a a e i icação da esis ência dos elemen os à encu adu a po lexão é ap esen ada a a és da
seguin e exp essão:
𝑃𝑢<∅×𝑃𝑛
(3.66)
Em que:
𝑃𝑢 é o alo de cálculo do es o ço de axial a uan e;
𝑃𝑛 é alo de cálculo do es o ço esis en e à comp essão.
No caso de 𝑃𝑒
𝑃𝑜≥0,44, ao alo do es o ço ans e so é de e minado pela exp essão 6.9.4.1.1-1 na no ma
AASHTO, que é:
𝑃𝑛=[0,658(𝑃𝑒
𝑃𝑜)]×𝑃𝑜
(3.67)
Po oposição, a no ma AASHTO ap esen a a exp essão e 6.9.4.1.1-2:
𝑃𝑛=0,877×𝑃𝑒
(3.68)
Em que:
𝑃𝑒 é o es o ço c i ico elás ico esis en e à encu adu a;
𝑃𝑜 é o es o ço esis en e de cedência nominal equi alen e.
O es o ço esis en e de cedência nominal (𝑃𝑜) é calculado pela seguin e ó mula:
𝑃𝑜=𝑄×𝐹𝑦×𝐴𝑔
(3.69)
Em que:
𝑄 é o a o de edução de esbel eza
A esis ência à encu adu a po lexão é de e minado segundo a exp essão 6.9.4.1.2-1 da no ma AASHTO.
A exp essão é a seguin e:
𝑃𝑒=𝜋2×𝐸
(𝐾×𝑙
𝑟𝑠)2×𝐴𝑔
(3.70)
Em que:
𝐾 é a o do comp imen o e e i o no plano da encu adu a;
𝑙 é comp imen o no plano da encu adu a;
𝑟𝑠 é aio de gi ação em elação ao eixo pe pendicula ao plano da encu adu a.

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
76
Tal como já oi e e ido ( e pon o 3.2.5.3), o limi e de de o mação máxima e ical apa ece de inido na
no ma AASHTO com a seguin e exp essão:
𝛿𝑚á𝑥=𝑙
800
(3.71)
Pa a es e limi e de de o mação, a no ma AASHTO conside a só a aplicação de ca gas odo iá ias. Sendo
assim, cheguei à conclusão que a combinação a conside a na e i icação da de o mação de e ia se a Se ice
II.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
77
4
CASO DE ESTUDO
4.1. INTRODUÇÃO
O capí ulo 4 ap esen a uma pon e me álica p o isó ia com um ão de 80 me os cujo obje i o é dimensiona-
la de aco do com a legislação em igo .
Numa p imei a ase, é idealizada en ão, a es u u a a a és de uma modelação num p og ama de cálculo.
Numa segunda ase, são quan i icadas as ações desc i as no subcapí ulo 3.2.3 e, pos e io men e, es as são
combinadas de aco do com o documen o écnico ou no ma i o u ilizado.
Po im, o subcapí ulo 4.4 analisa oda a es u u a a a és de dois es udos. O p imei o es udo consis e na
aplicação e análise dos á ios documen os écnicos e no ma i os abo dados nes e abalho. O segundo es udo
analisa a ele ância da aplicação do p é-es o ço o gânico (OPS).
4.2. MODELAÇÃO
Uma das di iculdades en en adas pelos engenhei os consis e na de e minação de es o ços ins alados na
es u u a a dimensiona . Como solução, su gi am alguns p og amas de cálculo au omá ico, nomeadamen e
ROBOT, SAP, ANSYS, en e ou os, que pe mi em a ealização de uma modelação da es u u a e uma análise
es u u al. No caso de es udo, op o pelo p og ama ROBOT.
A a és do p og ama de cálculo au omá ico ROBOT, oi possí el elabo a um modelo 3D da pon e p o isó ia
me álica. O p incipal obje i o des e modelo é desc e e o compo amen o da es u u a ace às ações
aplicadas. No en an o, é de salien a que o modelo é só uma ep esen ação da es u u a e não a ealidade.
As p óximas 4 igu as ap esen am as á ias p ojeções do modelo 3D da pon e p o isó ia.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
78
Figu a 4.1 Alçado la e al do modelo da pon e p o isó ia me álica
Figu a 4.2 Alçado pos e io do modelo da pon e p o isó ia me álica
Figu a 4.3 Vis a supe io do modelo da pon e p o isó ia me álica
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
79
Figu a 4.4 Vis a em 3D do modelo da pon e p o isó ia me álica
4.3. QUANTIFICAÇÃO DE AÇÕES
No capí ulo 3, o am ap esen adas odas as ações, a se em conside adas, no dimensionamen o da pon e
p o isó ia me álica. Es e subcapí ulo ai consis i na quan i icação das mesmas, a a és dos mé odos
ap esen ados pelos documen os no ma i os e écnicos.
4.3.1. QUANTIFICAÇÃO DO PESO PRÓPRIO
O peso p óp io da pon e me álica consis e no peso de odos os elemen os que a cons i uem. A es e peso
incluiu-se ainda o peso das ligações a a és de um coe icien e de majo ação com o alo igual a 1,15.
A ação do peso p óp io pode se de e minada anali icamen e, a a és do peso especí ico do elemen o e da
sua á ea ou a a és do p og ama de cálculo, ROBOT.
No caso de se calculado anali icamen e, o alo do peso do aço é igual a 77 𝑘𝑁/𝑚3.
4.3.2. QUANTIFICAÇÃO DO REVESTIMENTO
No p esen e caso, conside ou-se que o abulei o i ia se e es ido po um ma e ial de peso eduzido e ácil
colocação. O ma e ial aplicado na pon e o am painéis ex udidos de alumínio.
O sis ema de mon agem dos painéis ex udidos é do ipo “pe siana” en ol endo a colocação de guinchos e
placas PTFE. Os guinchos localizam-se no lado opos o à posição dos painéis e as placas PTFE localizam-se
em cima das co das supe io es da pon e (ilus ado na Figu a 4.5). Resumindo, o p ocesso de mon agem
consis e em encaixa os painéis en e si e puxá-los a a és dos guinchos, enquan o as placas PTFE pe mi em
o deslizamen o dos painéis sob e elas.
O alo do peso des es painéis é igual a 0,6 kN/m2. Con udo, a es e peso incluiu-se ainda o peso de ligações
e acessó ios a a és de um coe icien e de majo ação igual a 1,25.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
86
Ba as com uma secção de 300x300 𝑚𝑚2 →1,29 ×0,30=0,39 𝑘𝑁/𝑚
Ba as com uma secção de 100x100 𝑚𝑚2 →1,29×0,10=0,19 𝑘𝑁/𝑚
(4.37)
(4.38)
O alo esul an e da ca ga do en o na di eção z é igual a 77,01 kN.
4.3.6.2. Segundo a AASHTO
À semelhança do pon o 4.3.6.1, es a no ma eque algumas conside ações pa a quan i ica es a ação, ais
como:
 Ca ego ia de e eno: Cidade;
 A elocidade do en o a uma al u a de 9,14 me os acima do ní el da água ou do baixo e eno (𝑉30)
igual a 44,7 m/s;
 A al u a da es u u a medida a 9,14 me os acima do ní el da água ou do baixo e eno (𝑍) igual a
30 me os.
A ação do en o ho izon al na es u u a é de e minada com base nas seguin es exp essões:
𝑉𝐷𝑍=2,5×5,36×(44,7
44,7)×ln(30
2,50)=33,3 𝑚/𝑠
𝑃𝐷=2,394×(33,3
44,7)2=1,33 𝑘𝑃𝑎
(4.39)
(4.40)
Es a p essão é aplicada em ba as ho izon ais e diagonais de cada plano, no sen ido ans e sal. No en an o,
a ação do en o nas ba as de e e um mínimo de 4,38 kN/m, no 1º plano, e 2,19 kN/m, no 2º plano.
Ba as com uma secção de 300x300 𝑚𝑚2 →1,33 ×0,30=0,40 𝑘𝑁/𝑚<4,38 𝑘𝑁/𝑚
Ba as com uma secção de 180x180 𝑚𝑚2 →1,33×0,18=0,24 𝑘𝑁/𝑚<4,38 𝑘𝑁/𝑚
(4.41)
(4.42)
Rela i amen e à ação do en o na di eção y, es a é aplicada em ba as ho izon ais, e icais e diagonais, no
sen ido longi udinal. Es a ação em o alo mínimo de 4,38 kN/m.
Ba as com uma secção de 300x300 𝑚𝑚2 →1,33 ×0,30=0,40 𝑘𝑁/𝑚<4,38 𝑘𝑁/𝑚
Ba as com uma secção de 180x180 𝑚𝑚2 →1,33×0,18=0,24 𝑘𝑁/𝑚<4,38 𝑘𝑁/𝑚
Ba as com uma secção de diâme o 30 𝑚𝑚 → 1,33×0,03=0,24 𝑘𝑁/𝑚<4,38 𝑘𝑁/𝑚
(4.43)
(4.44)
(4.45)
Os alo es esul an es da ca ga do en o na di eção x e y são iguais a 2058,28 kN e 138,76 kN,
espe i amen e.
Em elação à ação do en o ho izon al no eículo, a no ma ap esen a o alo de 1,459 kN/m, aplicado,
segundo a Figu a 3.21, na ca ga camião e na ca ga andem.

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
87
Ca ga camião → 1,459×13,4=19,55 𝑘𝑁
Ca ga andem → 1,459×1,20=1,75 𝑘𝑁
(4.46)
(4.47)
Os alo es esul an es da ação do en o na ca ga camião e na ca ga andem são iguais a 19,55 kN e 1,75 kN,
espe i amen e.
A ação do en o e ical na es u u a é de e minada em unção da p essão e a la gu a do abulei o. No p esen e
caso, a aixa odagem é igual a 5 me os.
0,958×5=4,79 𝑘𝑁/𝑚
(4.48)
Es a ação é aplicada na di eção z, no sen ido ascenden e e descenden e de cada ba a.
O alo esul an e da ca ga do en o na di eção z é igual a 359,25 kN.
4.3.6.3. Segundo o T ila e al Design and Tes Code
Es e documen o écnico ap esen a um quad o (Quad o 3.19) com a p essão do en o em unção da sua
elocidade. Es a p essão ai se aplicada nos elemen os da pon e e no eículo ipo.
Em elação à ação do en o na pon e, no sen ido ans e sal:
Ba as com uma secção de 300x300 𝑚𝑚2 → 0,552×0,30=0,17 𝑘𝑁/𝑚
Ba as com uma secção de 180x180 𝑚𝑚2 →0,552×0,18=0,099 𝑘𝑁/𝑚
(4.49)
(4.50)
Rela i amen e à ação do en o na pon e, no sen ido longi udinal:
Ba as com uma secção de 100x100 𝑚𝑚2 → 0,552×0,10=0,055 𝑘𝑁/𝑚
Ba as com uma secção de 300x300 𝑚𝑚2 →0,552×0,30= 0,17 𝑘𝑁/𝑚
Ba as com uma secção de diâme o 30 𝑚𝑚 → 0,552×0,03=0,017 𝑘𝑁/𝑚
(4.51)
(4.52)
(4.53)
Os alo es esul an es da ca ga do en o na di eção x e y são iguais a 41,16 kN e 2,81 kN, espe i amen e.
Es a ação ambém é aplicada no eículo ipo, MLC120:
MLC 120 → 0,245×(13,11×4,00)=12,85 𝑘𝑁
(4.54)
O alo esul an e da ca ga do en o aplicada no eículo ipo MLC 120 é igual a 12,85 kN.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
88
4.3.7. QUANTIFICAÇÃO DO GELO, NEVE E LAMA
De aco do com o documen o T ila e al Design and Tes Code, só uma des as duas ações é aplicada na
es u u a. Des a manei a, a ação que de e se aplicada é a da lama, dado que, o seu alo é supe io ao alo
da ação do gelo e da ne e. A es a ação oi ainda aplicada um a o de impac o de inido no Quad o 3.20.
O alo esul an e da ca ga da lama é igual a 281,25 kN.
4.3.8. QUANTIFICAÇÃO DA TEMPERATURA
O e ei o da ação da empe a u a de e se conside ado, uma ez que, as a iações de empe a u a podem
p o oca a al e ação de olume do ma e ial e, po consequência, o igina no os es o ços na es u u a. Po ém,
a pon e em es udo é uma es u u a isos á ica, is o signi ica que, as suas condições de apoio pe mi em que a
es u u a se de o me li emen e sem ge a no os es o ços. Po es e mo i o, es a ação não se á quan i icada.
4.4. ANÁLISE ESTRUTURAL
Após a modelação da pon e no p og ama de cálculo, oi necessá io de ini as seções e o ipo de ma e ial a
dispo em cada um dos elemen os da pon e. No p esen e caso de es udo, as secções de inidas são iguais as
secções do modelo de uma pon e me álica p o isó ia com p é-es o ço o gânico (OPS), ilus ado na Figu a
4.11 e na Figu a 4.12. O es udo des a pon e p o isó ia com OPS é ap esen ado na disse ação do engenhei o
An ónio And é (And é, 2016).
Os pon os 4.4.2, 4.4.3 e 4.4.4 ap esen am uma análise es u u al de aco do com os documen os no ma i os e
écnicos explo ados no capí ulo 3. Nes e es udo, op ou-se po um aço do ipo S355.
Rela i amen e ao subcapí ulo 4.4.5, ap esen a-se ou a análise es u u al, com o obje i o de compa a o peso
e a de o mação do caso em es udo, ao peso e à de o mação de uma pon e em que é aplicado p é-es o ço
o gânico (OPS). Nes e pon o op ou-se po um aço do ipo S460, uma ez que, a pon e em que é aplicado o
OPS em esse ipo de ma e ial.
É impo an e e e i que, nes e subcapí ulo, não oi e e uada nenhuma análise não linea geomé ica ou de
adiga à es u u a.
Figu a 4.11 Modelo da pon e p o isó ia com OPS com a iden i icação das secções (And é, 2016)
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
89
4.4.1. IDENTIFICAÇÃO DAS SECÇÕES
4.4.1.1. IPE
A Figu a 4.13 ap esen a a secção do pe il IPE 300 aplicado na pon e me álica p o isó ia com a iden i icação
das suas dimensões.
Figu a 4.13 Pe il do ipo IPE 300 com a iden i icação das suas dimensões
4.4.1.2. PRS
O modelo da pon e me álica p o isó ia u iliza qua o pe is do ipo PRS (pe is econs i uídos soldados),
designados po PRS_ch6_180x180, PRS_ch8_300x300, PRS_ch12_150x150 e PRS_ch18_300x300.
Pa a uma melho in e p e ação, a Figu a 4.14 ap esen a um pe il ipo PRS com a iden i icação de odas as
dimensões a a és de le as e o Quad o 4.1 elaciona odos as le as com as dimensões de cada pe il PRS
u ilizado na pon e.
Figu a 4.12 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
90
Figu a 4.14 Pe il do ipo PRS com a iden i icação das suas dimensões
Quad o 4.1 Dimensões dos di e en es pe is do ipo PRS
PRS
b (mm)
w (mm)
(mm)
hw (mm)
PRS_ch6_180x180
180
6
6
168
PRS_ch8_300x300
300
8
8
284
PRS_ch12_150x150
150
12
12
126
PRS _ch18_300x300
300
18
18
264
As chapas aplicadas nes es pe is econs i uídos soldados são laminadas a quen e e encon am-se expos as
num ca álogo da emp esa J. Soa es Co eia. Salien a-se ainda que, as mesmas es ão de aco do com as no mas
EN 10025, EN 10051, NP EN 10029 EN 10204 (Co eia, 2016).
4.4.1.3. SHS
O pe il SHS ambém é u ilizado na pon e me álica p o isó ia e, al como o IPE 300, só é aplicado um pe il
des e ipo. A Figu a 4.15 ilus a a secção do pe il e iden i ica as suas dimensões.
Figu a 4.15 Pe il do ipo SHS_100x100x8 com a iden i icação das suas dimensões
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
91
4.4.1.4. Pe il ci cula
Tal como os pe is an e io es, o pe il ci cula é aplicado na pon e me álica p o isó ia. A Figu a 4.16
ap esen a a secção e iden i ica a dimensão do seu diâme o.
Figu a 4.16 Pe il do ipo Phi_30 com a iden i icação das suas dimensões
4.4.2. VERIFICAÇÃO DA ESTRUTURA DE ACORDO COM O EUROCÓDIGO 3
O p og ama de cálculo ROBOT pe mi e e i ica a esis ência de odos os elemen os da pon e, segundo o
documen o no ma i o Eu ocódigo 3, mas, an es de se inicia es a análise, é necessá io combina odas as
ações do pon o 4.3. No Anexo II, ap esen am-se odas as combinações elacionadas com o es ado limi e
úl imo (ULS) e o es ado limi e de u ilização (SLS). Pa a a e i icação da esis ência das secções, são
aplicadas as combinações de es ado limi e úl imo (ULS), mas, pa a a e i icação da de o mação são u ilizadas
as combinações de es ado limi e de u ilização (SLS).
A Figu a 4.17 ilus a o modelo da pon e me álica p o isó ia com alguns elemen os ep esen ados pela co
ama ela. Esses elemen os co espondem àqueles que não e i icam a segu ança em elação ao es ado limi e
úl imo (ULS).
Figu a 4.17 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções que não e i icam a segu ança (co
ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3
De seguida, é elabo ado um es udo mais po meno izado de odos os ipos de secções u ilizados na es u u a,
com o p incipal obje i o de en ende o mo i o pelo qual es es pe is não e i icam.

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
92
4.4.2.1. IPE
O pe il do ipo IPE 300, de inido na pon e p o isó ia com OPS, e i ica a segu ança. Con udo, exis e a
possibilidade o imiza es a solução u ilizando um pe il menos esis en e ( ácio in e io a 1).
4.4.2.2. PRS
Segundo o p og ama de cálculo ROBOT e, de aco do com o documen o no ma i o Eu ocódigo 3, o pe il
PRS_ch6_180x180 não alida 12 elemen os, isí el na Figu a 4.18.
Figu a 4.18 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch6_180x180 que não
e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3
Quad o 4.2 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch6_180x180 que não e i ica am a segu ança de
aco do com o Eu ocódigo 3
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
Mo i o pa a a não e i icação
PRS_ch6_180x180
201
214
1,31
Flexão compos a com comp essão
204
214
1,14
Flexão compos a com comp essão
222
212
1,08
Flexão compos a com comp essão
223
212
1,25
Flexão compos a com comp essão
226
212
1,42
Flexão compos a com comp essão
239
216
1,07
Comp essão
283
218
2,31
Flexão compos a com comp essão
286
214
1,33
Flexão compos a com comp essão
287
214
1,18
Flexão compos a com comp essão
305
212
1,04
Flexão compos a com comp essão
308
212
1,21
Flexão compos a com comp essão
312
218
1,26
Comp essão
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
93
O pe il PRS_ch8_300x300 é aplicado nas co das in e io es e em algumas co das supe io es da pon e
me álica. No en an o, só alguns pe is das co das in e io es não e i icam a sua segu ança de aco do com o
Eu ocódigo 3. A Figu a 4.19 ilus a 23 elemen os não alidados (co ama ela).
Figu a 4.19 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch8_300x300 que não
e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3
Quad o 4.3 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch8_300x300 que não e i ica am a segu ança de
aco do com o Eu ocódigo 3 – pa e 1
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
Mo i o pa a a não e i icação
PRS_ch8_300x300
269
230
28,12
Flexão compos a
270
232
62,64
Flexão compos a
271
219
145,13
Flexão compos a
272
218
1,96
T ação
273
216
2,12
T ação
274
216
2,22
T ação
275
229
7,28
Flexão compos a
276
205
24,38
Flexão compos a
277
216
1,79
T ação
278
224
>1000
Flexão compos a
279
216
1,24
T ação
361
218
>>1000
Flexão compos a
362
206
97,09
Flexão compos a
363
214
1,75
T ação
364
214
2,02
T ação
365
214
2,10
T ação
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
94
Quad o 4.4 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch8_300x300 que não e i ica am a segu ança,
de aco do com o Eu ocódigo 3 – pa e 2
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
Mo i o pa a a não
e i icação
PRS_ch8_300x300
366
212
2,25
T ação
367
212
2,34
T ação
368
212
2,24
T ação
369
205
265,46
Flexão compos a
370
212
1,85
T ação
371
204
>>1000
Flexão compos a
372
212
1,24
T ação
Em elação ao pe il PRS_ch12_150x150, só dois dos elemen os não são e i icados, isí el na Figu a
4.20.
Figu a 4.20 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch12_150x150 que não
e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3
Quad o 4.5 Quad o esumo do elemen o de secção PRS_ch12_150x150 que não e i ica a segu ança, de aco do com
o Eu ocódigo 3
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
Mo i o pa a a não e i icação
PRS_ch12_150x150
313
218
1,04
T ação
314
218
36,63
Flexão compos a
O pe il PRS_ch18_300x300 é só aplicado nas co das supe io es da pon e e, à semelhança dos pe is
an e io es, os elemen os des e pe il não e i icam a segu ança na sua o alidade. A Figu a 4.21 ilus a o caso
em es udo com alguns elemen os de co ama ela, sendo es es os elemen os não alidados.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
95
Figu a 4.21 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch18_300x300 que não
e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3
Quad o 4.6 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch18_300x300 que não e i ica am a segu ança,
de aco do com o Eu ocódigo 3
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
Mo i o pa a a não e i icação
PRS_ch18_300x300
254
212
1,00
Flexão compos a com comp essão
255
212
1,19
Flexão compos a com comp essão
256
212
89,64
Flexão compos a
257
216
>>1000
Flexão compos a
260
216
>>1000
Flexão compos a
261
214
>1000
Flexão compos a
262
214
48,70
Flexão compos a
263
214
1,02
Flexão compos a com comp essão
310
213
>>1000
Flexão compos a
323
214
>>1000
Flexão compos a
342
216
1,08
Flexão compos a com comp essão
343
216
1,23
Flexão compos a com comp essão
344
216
61,77
Flexão compos a
347
216
57,89
Flexão compos a
348
200
>>1000
Flexão compos a
349
200
>>1000
Flexão compos a
354
218
1,24
Flexão compos a com comp essão
355
218
2,30
Flexão compos a
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
102
Quad o 4.10 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch6_180x180 que não e i ica am a segu ança,
de aco do com a AASHTO
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
Mo i o pa a a não e i icação
PRS_ch6_180x180
201
206
1,30
Flexão e T ação
204
206
1,12
Flexão e T ação
222
206
1,11
Flexão e T ação
223
206
1,29
Flexão e T ação
226
206
1,47
Flexão e T ação
227
206
1,01
Flexão e T ação
229
209
1,78
Flexão e T ação
239
206
1,05
Flexão com comp essão
283
205
1,43
Flexão e T ação
286
205
1,26
Flexão e T ação
308
204
1,11
Flexão e T ação
312
206
1,21
Flexão com comp essão
Os elemen os com uma secção do ipo PRS_ch8_300x300 e que não e i icam a sua segu ança de aco do
com o AASHTO es ão, maio i a iamen e, nas co das in e io es, como ambém acon eceu no Eu ocódigo 3,
ilus ado pela Figu a 4.29.
Figu a 4.29 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch8_300x300 que não
e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
103
Quad o 4.11 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch8_300x300 que não e i ica am a segu ança,
de aco do com a AASHTO
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
Mo i o pa a a não e i icação
PRS_ch8_300x300
228
209
1,02
Flexão e T ação
266
209
1,00
Flexão e T ação
269
206
1,23
Flexão e T ação
270
206
1,58
Flexão e T ação
271
206
1,88
Flexão e T ação
272
206
2,11
Flexão e T ação
273
206
2,29
Flexão e T ação
274
206
2,40
Flexão e T ação
275
206
2,31
Flexão e T ação
276
206
2,14
Flexão e T ação
277
206
1,92
Flexão e T ação
278
206
1,65
Flexão e T ação
279
206
1,31
Flexão e T ação
361
206
1,04
Flexão e T ação
362
205
1,30
Flexão e T ação
363
205
1,56
Flexão e T ação
364
207
1,78
Flexão e T ação
365
204
1,96
Flexão e T ação
366
204
2,12
Flexão e T ação
367
204
2,21
Flexão e T ação
368
204
2,16
Flexão e T ação
369
204
2,06
Flexão e T ação
370
204
1,81
Flexão e T ação
371
204
1,53
Flexão e T ação
372
204
1,21
Flexão e T ação
A Figu a 4.30 ap esen a 7 elemen os com uma secção do ipo PRS_ch12_150x150 que não e i icam a
segu ança, de aco do com o documen o no ma i o AASHTO.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
104
Figu a 4.30 Modelo do caso de es udo com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch12_150x150 que não
e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO
Quad o 4.12 Quad o esumo do elemen o de secção PRS_ch12_150x150 que não e i ica a segu ança, de aco do
com a AASHTO
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
Mo i o pa a a não e i icação
PRS_ch12_150x150
230
209
1,67
Flexão e T ação
231
209
2,69
Flexão e T ação
232
209
1,06
Flexão e T ação
233
208
1,24
Flexão e T ação
313
208
1,35
Flexão e T ação
314
208
2,53
Flexão e T ação
316
208
1,70
Flexão e T ação
Rela i amen e ao pe il PRS_ch18_300x300, odos os elemen os que não e i icam a segu ança localizam-
se nas co das supe io es, isí el na Figu a 4.31.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
105
Figu a 4.31 Modelo do caso de es udo com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch18_300x300 que não
e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO
Quad o 4.13 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch18_300x300 que não e i ica am a segu ança,
de aco do com a AASHTO
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
Mo i o pa a a não e i icação
PRS_ch18_300x300
254
209
1,01
Flexão e T ação
255
209
1,17
Flexão e T ação
256
209
1,29
Flexão e T ação
257
206
1,37
Flexão e T ação
260
206
1,37
Flexão e T ação
261
206
1,26
Flexão e T ação
262
206
1,11
Flexão e T ação
310
206
1,47
Flexão e T ação
323
206
1,47
Flexão e T ação
343
204
1,10
Flexão e T ação
344
204
1,32
Flexão e T ação
347
204
1,15
Flexão e T ação
348
204
1,26
Flexão e T ação
349
204
1,24
Flexão e T ação
354
204
1,06
Flexão e T ação
355
207
1,06
Flexão e T ação
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
106
4.4.3.3. SHS
À semelhança do pe il IPE 300, es e não e i ica a segu ança de odos os elemen os da pon e. A Figu a 4.32
ap esen a a pon e com odos os elemen os não alidados de aco do com a no ma AASHTO.
Figu a 4.32 Modelo do caso de es udo com a iden i icação das secções do ipo 100x100x8que não e i icam a
segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO
Quad o 4.14 Quad o esumo de odos os elemen os de secção SHS_100x100x8 que não e i ica am a segu ança,a
de aco do com a AASHTO – Pa e 1
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
Mo i o pa a a não e i icação
SHS_100x100x8
9
208
1,28
Flexão e T ação
10
209
4,00
Flexão e T ação
11
208
4,69
Flexão e T ação
53
208
2,21
Flexão e T ação
58
208
5,68
Flexão e T ação
59
208
4,84
Flexão e T ação
60
208
3,93
Flexão e T ação
61
208
3,04
Flexão e T ação
62
208
2,15
Flexão e T ação
63
208
1,26
Flexão e T ação
70
209
1,05
Flexão e T ação
72
209
4,76
Flexão e T ação
75
209
1,56
Flexão e T ação
386
208
1,57
Flexão e T ação
387
208
1,45
Flexão e T ação
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
107
Quad o 4.15 Quad o esumo de odos os elemen os de secção SHS_100x100x8 que não e i ica am a segu ança, de
aco do com a AASHTO – Pa e 2
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
Mo i o pa a a não e i icação
SHS_100x100x8
388
209
1,28
Flexão e T ação
389
208
1,11
Flexão e T ação
397
208
1,22
Flexão e T ação
398
208
1,63
Flexão e T ação
411
209
1,10
Flexão e T ação
412
209
1,54
Flexão e T ação
419
208
1,56
Flexão e T ação
420
209
1,39
Flexão e T ação
421
208
1,21
Flexão e T ação
422
208
1,04
Flexão e T ação
429
208
1,41
Flexão e T ação
430
208
2,32
Flexão e T ação
431
208
3,20
Flexão e T ação
432
208
4,24
Flexão e T ação
433
208
2,85
Flexão e T ação
434
208
1,14
Flexão e T ação
4.4.3.4. De o mação
O limi e de de o mação é quan i icado pela seguin e exp essão:
𝛿𝑚á𝑥=80
800=0,10 𝑚=10 𝑐𝑚
(4.56)
No p og ama de cálculo, aplica am-se as combinações Se ice II e, a a és das mesmas, e i icou-se a
de o mada na es u u a. Pa a o caso em es udo, o alo da máxima de o mação e ical da es u u a é igual a
54,1 cm (supe io a 10 cm), logo es a es u u a não e i ica a de o mação.
4.4.3.5. O imização da es u u a de aco do com a AASHTO
An e io men e, e i icou-se que a es u u a não espei a odos os limi es impos os pela no ma AASHTO,
adap ando-se pe is mais esis en es na pon e. A Figu a 4.33 ap esen a o no o modelo da es u u a e o Quad o
4.16 iden i ica o maio ácio de cada pe il ado ado à mesma.

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
108
Figu a 4.33 Modelo da pon e p o isó ia, de aco do as combinações S eng h da no ma AASHTO
Quad o 4.16 Quad o esumo do ácio das secções, de aco do com as combinações S eng h da no ma AASHTO
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
PRS_ch8_180x180
219
206
0,76
PRS_ch12_180x180
226
206
0,86
PRS_ch18_300x300
278
206
0,89
PRS_ch25_300x300
274
206
0,95
PRS_ch35_300x300
310
206
0,93
PRS_ch40_300x300
231
209
0,56
SHS_160x160x16
11
208
0,67
SHS_200x200x16
58
209
0,55
SHS_220x220x16
10
209
0,55
A es u u a e i ica a segu ança de odos os elemen os, com um peso de 120 623 kg. Po ém, a mesma possui
uma máxima de o mação e ical (28,8 cm), que é supe io ao limi e que a no ma AASHTO pe mi e.
À semelhança do que acon eceu no Eu ocódigo 3, oi necessá io encon a uma solução pa a que a es u u a
i esse uma de o mação in e io a 10 cm. Pa a o p esen e caso, oi ado ada a mesma solução que se aplicou
no Eu ocódigo 3, uma no a con igu ação da pon e, e Figu a 4.23. Após a aplicação dos no os elemen os
à es u u a inicial, p ocedeu-se a uma no a e i icação da segu ança da es u u a segundo as combinações
S eng h e, pos e io men e, e i icou-se a sua de o mada segundo as combinações Se ice II.
Tal como acon eceu no documen o no ma i o Eu ocódigo 3, a no ma AASHTO alidou a esis ência de
odos os elemen os e a máxima de o mação da es u u a com um alo p óximo de 10 cm. A Figu a 4.34 e o
Quad o 4.17 ap esen am essas e i icações.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
109
Figu a 4.34 No a con igu ação da pon e p o isó ia com as e i icações, de aco do com a AASHTO
Quad o 4.17 Quad o esumo das secções segundo as combinações S eng h dispos as na no ma AASHTO
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
PRS_ch8_180x180
208
209
0,93
PRS_ch12_180x180
226
209
0,64
PRS_ch18_300x300
922
209
0,83
PRS_ch25_300x300
230
209
0,94
PRS_ch35_300x300
323
209
1,00
PRS_ch40_300x300
231
209
0,92
SHS_160x160x16
1767
208
0,82
SHS_200x200x16
58
209
1,00
SHS_220x220x16
10
209
0,94
De aco do com o p og ama de cálculo, es a es u u a só consegue espei a odas as e i icações impos as
pela no ma AASHTO se adap a a no a con igu ação. É impo an e ealça que, pa a es a es u u a oi
aplicada uma secção supe io nas ba as de con a en amen o e, jus i ica-se, uma ez que a elocidade base
do en o desc i a nes a no ma ap esen a-se supe io aos ou os documen os, sendo mais di ícil de equilib a .
Em elação às ou as ba as, e i ica-se o mesmo que se ap esen ou no Eu ocódigo 3, ou seja, os pe is que
inicialmen e se encon a am longe do limi e (Quad o 4.16), ap esen am-se ago a p óximos des e (Quad o
4.17). A azão pela qual is o acon ece, é a mesma que se explicou no modelo do Eu ocódigo 3, man e a
in eg idade da es u u a inicialmen e concebida.
Com es as al e ações, a es u u a passa a e um peso igual a 157 587 kg, um aumen o de, ap oximadamen e,
37 oneladas, em elação à es u u a inicialmen e concebida, pa a e i ica a esis ência à segu ança. Des a
o ma, demons a-se, no amen e, a in luência do con olo da de o mação na solução es u u al.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
110
4.4.4. VERIFICAÇÃO DA ESTRUTURA DE ACORDO COM O TRILATERAL DESIGN AND TEST CODE
O p og ama de cálculo ROBOT não pe mi e e i ica a esis ência, au oma icamen e, dos elemen os de
aco do com o documen o T ila e al Design and Tes Code, con udo, es e p og ama o nece-nos os dados
su icien es de o ma a aplica odas as e i icações desc i as no pon o 3.2.5.2.
An es de se inicia as e i icações, oi necessá io aplica odas as combinações, de aco do com o documen o
T ila e al Design and Tes Code. Es as combinações localizam-se no Anexo IV.
A Figu a 4.35 ap esen a odos os elemen os que não e i icam a segu ança ela i amen e às combinações
S eg h.
Figu a 4.35 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções que não e i icam a segu ança (co
p e a), de aco do com o T ila e al Design and Tes Code
Os pon os a segui ap esen am um es udo mais po meno izado em elação a cada pe il, de o ma a pe cebe
o mo i o pelo qual não e i icam a segu ança.
4.4.4.1. IPE
O pe il IPE 300 e i ica odas as e i icações desc i as no pon o 3.2.5.2, nomeadamen e, a ensão de co e
e ensão de encu adu a.
4.4.4.2. PRS
Todos pe is PRS e i icam a segu ança, exce o os pe is PRS_ch8_300x300 e PRS_ch12_150x150, em que,
a ensão de lexão e/ou ação a uan e é supe io à ensão esis en e. A Figu a 4.36 e os Quad os 4.18 e 4.19
ap esen am odos os elemen os com uma secção PRS_ch8_300x300 da es u u a que não e i icam a
segu ança de aco do com o T ila e al Design Tes Code.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
111
Figu a 4.36 Modelo da pon e p o isõ ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch8_300x300 que não
e i icam a segu ança (co p e a), de aco do com o T ila e al Design and Tes Code
Quad o 4.18 Quad o esumo da e i icação da esis ência à lexão e/ou ação do pe il PRS_ch8_300x300, de aco do
com o T ila e al Tes and Design Code – pa e 1
Pe il
Elemen o
Combinação
Ve i icação da ensão de lexão e/ou ação
Tensão a uan e (MPa)
Tensão esis en e (MPa)
PRS_ch8_300x300
269
205
-316,71
240,23
270
205
-367,85
240,23
271
205
-392,07
240,23
272
204
-447,06
240,23
273
204
-503,09
240,23
274
204
-521,40
240,23
275
204
-504,84
240,23
276
204
-458,77
240,23
277
204
-397,27
240,23
278
204
-331,82
240,23
279
204
-262,74
240,23
362
205
-340,55
240,23
363
205
-388,55
240,23
364
205
-409,24
240,23
365
204
-464,88
240,23
366
204
-517,18
240,23
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
118
Quad o 4.32 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch6_180x180, de aco do com o T ila e al Design and
Tes Code – pa e 2
Ve i icações
Elemen o
Combinação
PRS_ch6_180x180
Encu adu a
Tensão a uan e (L=4,00 m)
312
205
100,15
Tensão esis en e (L=4,00 m)
282,36
Tensão a uan e (L=4,717 m)
1743
204
149,11
Tensão esis en e (L=4,717 m)
392,66
Quad o 4.33 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch12_150x150, de aco do com o T ila e al Design and
Tes Code
Ve i icações
Elemen o
Combinação
PRS_ch12_150x150
Flexão e/ou
T ação
Tensão a uan e
230
205
-219,56
Tensão esis en e
240,23
Co e
Tensão a uan e
232
205
-3,50
Tensão esis en e
160,15
Encu adu a
Tensão a uan e (L=3,202 m)
233
204
10,76
Tensão esis en e (L=3,202 m)
387,89
Quad o 4.34 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch15_300x300, de aco do com o T ila e al Design and
Tes Code
Ve i icações
Elemen o
Combinação
PRS_ch15_300x300
Flexão e/ou
T ação
Tensão a uan e
1764
204
-145,30
Tensão esis en e
240,23
Co e
Tensão a uan e
1772
206
1,75
Tensão esis en e
160,15
Encu adu a
Tensão a uan e (L=2,50 m)
281
204
49,09
Tensão esis en e (L=2,50 m)
2701,03
Tensão a uan e (L=5,00 m)
280
204
29,17
Tensão esis en e (L=5,00 m)
675,26

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
119
Quad o 4.35 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch18_300x300, de aco do com o T ila e al Design and
Tes Code
Ve i icações
Elemen o
Combinação
PRS_ch18_300x300
Co e
Tensão a uan e
356
205
-28,10
Tensão esis en e
160,15
Encu adu a
Tensão a uan e (L=2,50 m)
266
205
71,63
Tensão esis en e (L=2,50 m)
2647,91
Tensão a uan e (L=3,202 m)
228
205
92,71
Tensão esis en e (L=3,202 m)
1614,14
Tensão a uan e (L=5,00 m)
310
204
212,97
Tensão esis en e (L=5,00 m)
661,98
Quad o 4.36 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch20_300x300, de aco do com o T ila e al Design and
Tes Code
Ve i icações
Elemen o
Combinação
PRS_ch20_300x300
Flexão e/ou
T ação
Tensão a uan e
366
204
-52,59
Tensão esis en e
240,23
Co e
Tensão a uan e
277
204
-1,26
Tensão esis en e
160,15
Quad o 4.37 Quad o esumo das e i icações das seções SHS_80x80x6, de aco do com o T ila e al Design and Tes
Code
Ve i icações
Elemen o
Combinação
SHS_80x80x6
Flexão e/ou
T ação
Tensão a uan e
9
202
-24,52
Tensão esis en e
240,23
Co e
Tensão a uan e
429
207
-0,57
Tensão esis en e
160,15
Encu adu a
Tensão a uan e (L=3,25 m)
398
202
16,58
Tensão esis en e (L=3,25 m)
108,16
Tensão a uan e (L=4,10 m)
53
200
22,63
Tensão esis en e (L=4,10 m)
67,96
Tensão a uan e (L=4,57 m)
72
200
13,00
Tensão esis en e (L=4,57 m)
54,70
Tensão a uan e (L=5,97 m)
58
200
31,20
Tensão esis en e (L=5,97 m)
32,05
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
120
Tal como acon eceu nas no mas an e io es, es a no a con igu ação pe mi iu eduzi , conside a elmen e, a
de o mação inicial. Pa a es a pon e p o isó ia, o alo da máxima de o mada e ical da es u u a é igual a
15 cm, menos de me ade da de o mação an e io .
𝐿
𝑥=0,15⇔𝑥= 80
0,15≈500
(4.66)
Pa a es a de o mação, o limi e de de o mação se ia igual a 𝐿
500.
A adoção da no a con igu ação da es u u a conduz a uma edução da de o mada (62,5%) e a um aumen o
de peso de, ap oximadamen e, 20 oneladas (63 644 kg pa a 86 273 kg). Com is o, é possí el pe cebe a
espos a da es u u a à no a solução.
4.4.5.COMPARAÇÃO DO CASO EM ESTUDO COM A PONTE DE OPS DE ACORDO COM O EUROCÓDIGO 3
Es e subcapí ulo ap esen a o segundo es udo da análise es u u al, ou seja, a compa ação do caso em es udo
com a pon e em que se aplica p é-es o ço o gânico (OPS), es udada pelo engenhei o An ónio And é. É
impo an e salien a que, a única di e ença en e es as duas es u u as eside na aplicação do p é-es o ço na
es u u a do engenhei o An ónio And é.
Ao longo des e subcapí ulo, se á ealizada uma e i icação à esis ência e à de o mação dos elemen os da
pon e me álica p o isó ia e, pos e io men e, uma o imização da mesma. Es a o imização ai, ainda, pe mi i
en ende se a solução do subcapí ulo 4.4.2 é uma solução iá el, uma ez que, a única ca ac e ís ica que as
di e encia é o ipo de ma e ial da es u u a. Nes e caso, op ou-se po um aço S460 po que é o mesmo ipo de
ma e ial aplicado na pon e p o isó ia com OPS.
4.4.5.1. IPE
O pe il do ipo IPE 300 e i ica, no amen e, com um ácio mui o in e io a 1.
4.4.5.2. PRS
O pe il PRS_ch6_180x180 não alida 8 elemen os, isí el na Figu a 4.40.
Figu a 4.40 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch6_180x180 que não
e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
121
Quad o 4.38 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch6_180x180 que não e i ica am a segu ança,
de aco do com o Eu ocódigo 3
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
Mo i o pa a a não e i icação
PRS_ch6_180x180
201
214
1,14
Flexão compos a com comp essão
223
212
1,08
Flexão compos a com comp essão
226
212
1,23
Flexão compos a com comp essão
283
218
1,30
Flexão compos a com comp essão
286
214
1,15
Flexão compos a com comp essão
287
214
1,03
Flexão compos a com comp essão
308
212
1,05
Flexão compos a com comp essão
312
218
1,06
Flexão compos a com comp essão
Em elação ao pe il PRS_ch8_300x300, 20 elemen os não e i icam a sua segu ança de aco do com o
Eu ocódigo 3. A Figu a 4.41 iden i ica odos os elemen os que não e i icam esis ência em elação às
combinações do Es ado Limi e Úl imo (ULS) a a és da co ama ela.
Figu a 4.41 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch8_300x300 que não
e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3
Quad o 4.39 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch8_300x300 que não e i ica am a segu ança,
de aco do com o Eu ocódigo 3 – pa e 1
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
Mo i o pa a a não e i icação
PRS_ch8_300x300
269
214
2,56
Flexão compos a
270
234
8,19
Flexão compos a
271
233
>>1000
Flexão compos a
272
227
>>1000
Flexão compos a
273
226
>>1000
Flexão compos a
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
122
Quad o 4.40 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch8_300x300 que não e i ica am a segu ança,
de aco do com o Eu ocódigo 3 – pa e 2
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
Mo i o pa a a não e i icação
PRS_ch8_300x300
274
226
156,26
Flexão compos a
275
223
>>1000
Flexão compos a
276
227
>>1000
Flexão compos a
277
216
1,38
T ação
278
216
1,19
Flexão compos a
362
216
>>1000
Flexão compos a
363
233
>>1000
Flexão compos a
364
221
>>1000
Flexão compos a
365
214
1,62
T ação
366
234
>>1000
Flexão compos a
367
212
1,81
T ação
368
221
493,00
Flexão compos a
369
224
>>1000
Flexão compos a
370
227
2,34
Flexão compos a
371
212
1,21
T ação
De aco do com o Eu ocódigo 3, o pe il PRS_ch12_150x150 e i ica a segu ança.
O pe il PRS_ch18_300x300 é só aplicado nas co das supe io es da pon e e, à semelhança dos pe is
an e io es, os elemen os des e pe il não e i icam na sua o alidade. A Figu a 4.42 ilus a o caso em es udo
com alguns elemen os de co ama ela, sendo es es os elemen os não alidados.
Figu a 4.42 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch18_300x300 que não
e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
123
Quad o 4.41 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch18_300x300 que não e i ica am a segu ança,
de aco do com o Eu ocódigo 3
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
Mo i o pa a a não e i icação
PRS_ch18_300x300
256
212
1,10
Flexão compos a
257
212
1,19
Flexão compos a
260
212
1,18
Flexão compos a
261
214
1,10
Flexão compos a
262
214
1,16
Flexão compos a
310
212
1,29
Flexão compos a com comp essão
323
212
1,29
Flexão compos a com comp essão
343
216
1,00
Flexão compos a com comp essão
344
216
1,09
Flexão compos a com comp essão
347
216
1,09
Flexão compos a com comp essão
348
216
1,19
Flexão compos a com comp essão
349
216
1,19
Flexão compos a com comp essão
354
218
1,02
Flexão compos a com comp essão
355
218
1,08
Flexão compos a com comp essão
4.4.5.3. SHS
Tal como os pe is IPE 300 e PRS_ch12_150x150, os elemen os do pe il SHS e i icam a esis ência em
elação às combinações do es ado limi e úl imo.
4.4.5.4. De o mação
A de o mação da es u u a es á limi ada pa a o alo de 10 cm. Po ém, es a es u u a não e i ica esse limi e,
po que possui uma de o mação e ical máxima igual a 45,3 cm.
4.4.5.5. O imização da es u u a de aco do com o Eu ocódigo 3
Em p imei o luga , o am al e ados odos os pe is que não e i ica am a segu ança. al como oi ap esen ado
nos ou os 3 casos, pon os 4.4.2, 4.4.3 e 4.4.4. A Figu a 4.43 e o Quad o 4.42 ap esen am essa o imização.

Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
124
Figu a 4.43 Modelo da pon e p o isó ia, segundo o es ado limi e úl imo do Eu ocódigo 3
Quad o 4.42 Quad o esumo do ácio das secções, segundo o es ado limi e úl imo do Eu ocódigo 3
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
PRS_ch6_180x180
290
214
0,83
PRS_ch10_180x180
283
214
0,94
PRS_ch15_300x300
363
214
0,80
PRS_ch18_300x300
367
212
0,90
PRS_ch25_300x300
262
214
0,91
PRS_ch35_300x300
323
212
0,77
SHS_100x100x8
432
208
0,58
SHS_120x120x8
58
207
0,40
IPE 180
932
220
0,52
Com a adoção de no as secções à es u u a, o seu peso, segundo o es ado limi e úl imo, passou a se igual a
86 908 kg.
De seguida, p ocedeu-se à e i icação da de o mada da es u u a, de aco do com as combinações equen es
do Eu ocódigo 3. Nes a es u u a, a máxima de o mada e ical da es u u a oi igual a 27,1 cm, não
espei ando o limi e máximo de 10 cm.
A aplicação de um no o conjun o de ba as pe mi iu que a es u u a alidasse odas as e i icações impos as
pelo documen o no ma i o Eu ocódigo 3. A no a con igu ação da es u u a ap esen a-se na Figu a 4.44 e
ainda se ap esen a o Quad o 4.43 com o ela ó io do pio ácio de cada pe il.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
125
Figu a 4.44 No a con igu ação da pon e p o isó ia, de aco do com os es ados limi es úl imo e de se iço do
Eu ocódigo 3
Quad o 4.43 Quad o esumo do ácio das secções, segundo o es ado limi e úl imo do Eu ocódigo 3
Pe il
Elemen o
Combinação
Rácio
PRS_ch6_180x180
208
214
0,89
PRS_ch10_180x180
201
214
0,48
PRS_ch15_300x300
1747
212
0,46
PRS_ch18_300x300
367
212
0,21
PRS_ch25_300x300
262
214
0,56
PRS_ch35_300x300
310
228
0,53
SHS_100x100x8
432
220
0,79
SHS_120x120x8
58
220
0,87
IPE 180
932
207
0,99
Os Quad os 4.42 e 4.43 pe mi em e i ica que a no a con igu ação da pon e p o isó ia ez com que alguns
ácios das ba as se ap oximassem do limi e quando, inicialmen e, se ap esen a am longe do mesmo. O
mo i o pelo qual acon ece é o mesmo do desc i o no pon o 4.4.2.5, man e a in eg idade da pon e p o isó ia
inicialmen e concebida.
Quando os no os elemen os são adicionados, a es u u a passa de um peso de 86 908 kg pa a um peso igual
a 109 725 kg, so endo, assim, um inc emen o de, ap oximadamen e, 23 oneladas.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
126
4.5. CONCLUSÃO
De aco do com a análise es u u al elabo ada nes e capí ulo, é possí el conclui qual o documen o que possui
a me odologia mais igo osa. Es a a aliação usou os seguin es c i é ios:
 A e i icação da es u u a inicial;
 O peso e a de o mada da es u u a, quando a mesma e i ica a segu ança dos elemen os;
 O peso e a de o mação da es u u a, quando a mesma e i ica a segu ança dos elemen os e a
de o mada.
Es es dois úl imos c i é ios encon am-se desc i os, esumidamen e, nos Quad os 4.44 e 4.45.
Ao longo da e i icação da es u u a inicial, oi possí el analisa cada documen o ao po meno e pe cebe
qual deles pe mi ia a maio e meno alidação de elemen os. Pa a o caso em es udo, a no ma AASHTO
demons ou se o documen o mais igo oso pois é o documen o que ap esen a mais elemen os não alidados,
enquan o que, o documen o T ila e al Design and Tes Code se demons ou mais pe missi o pois, é o
documen o que alida mais elemen os da es u u a. O documen o no ma i o Eu ocódigo 3 ap esen a-se en e
es es dois documen os.
Após es a e i icação, são aplicados no os pe is em que o p incipal obje i o é a alidação da esis ência dos
elemen os. Nes e p ocedimen o e i ica-se que o peso aumen a, conside a elmen e, em quase odas as
legislações aplicadas. Con udo, a AASHTO sob essai-se, no amen e, pelo maio peso na es u u a,
ap esen ado no Quad o 4.44. Is o acon ece po que, es a no ma aplica uma ação do en o bas an e supe io ,
quando compa ada com aos ou os dois documen os. Em elação à de o mada, o T ila e al Design and Tes
Code, p e alece nes a ca ego ia, com a maio de o mada na es u u a. Po ém, impo a salien a que, es e
documen o não aplica qualque es ição à de o mação.
Como é possí el e i ica no Quad o 4.45, o limi e de de o mação não se e i ica em alguns documen os,
en ão, como solução a es e p oblema, aplicou-se uma no a con igu ação à es u u a obje i ando a
con igu ação de mais iné cia ao cen o da es u u a. Essa con igu ação pe mi iu espei a os limi es de
de o mação que o am enunciados no abalho. Com es a no a aplicação compa ou-se o peso da es u u a,
quando e i ica a segu ança dos elemen os, ao peso da es u u a, quando e i ica a segu ança dos elemen os
e de o mada, de o ma a pe cebe , no amen e, qual o documen o mais igo oso. Pa a es e caso em es udo, a
no ma AASHTO ap esen ou-se, mais uma ez, como o documen o mais igo oso, uma ez que, a sua
di e ença de pesos é supe io à di e ença de pesos das ou as legislações ( e Quad o 4.44). Es e no o
conjun o de ba as ambém é aplicado no T ila e al Design and Tes Code, com o obje i o de pe cebe a
in luência da mesma na es u u a. Nes e sen ido, o Quad o 4.45 ap esen a uma máxima de o mada da
es u u a supe io , quando compa ado com ou as no mas, con udo acei á el pois es e documen o não limi a
a de o mação.
Ainda pode se ealizada uma a aliação en e os dois modelos que di e em o ipo de ma e ial, mas que se
ap esen am de aco do com Eu ocódigo 3. Em elação à de o mada, as duas es u u as, inicialmen e, não
e i icam o limi e impos o, mas com a aplicação de uma no a con igu ação da pon e, esse p oblema é
ul apassado. Em elação a pesos, a es u u a com um ipo de ma e ial S460 ap esen a um peso in e io à
es u u a com um ipo de ma e ial S355. No en an o, se ia necessá ia uma a aliação económica, de o ma a
en ende qual a solução mais iá el.
Com oda es a a aliação, é possí el conclui que a no ma AASHTO é o documen o que possuí a me odologia
mais igo osa e que o T ila e al Design and Tes Code é o documen o mais pe missi o.
Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os
127
Quad o 4.44 Quad o esumo dos pesos da es u u a, de aco do com os espe i os documen os
Documen o
Peso da es u u a
Quando e i ica a segu ança
dos elemen os
Quando e i ica a segu ança
dos elemen os e de o mada
EC 3 (S355)
98 370 kg
121 274 kg
AASHTO (S355)
120 623 kg
157 587 kg
T ila e al Design and Tes Code (S355)
63 644 kg
86 273 kg*
EC3 (S460)
86 908 kg
109 725 kg
No a:
*Es e documen o não limi a a de o mação da es u u a.
Quad o 4.45 Quad o esumo da de o mação, de aco do com os espe i os documen os
Documen o
De o mação da es u u a
Quando e i ica a segu ança
dos elemen os
Quando e i ica a segu ança
dos elemen os e de o mada
EC 3 (S355)
23,8 cm
≈10 cm
AASHTO (S355)
28,8 cm
≈10 cm
T ila e al Design and Tes Code (S355)
40 cm
≈15 cm
EC3 (S460)
27,1 cm
≈10 cm
No a:
*Es e documen o não limi a a de o mação da es u u a.
Ap esen a-se o Quad o 4.46 de o ma a pe cebe a in luência da aplicação do p é-es o ço (OPS) na es u u a.
Rela i amen e ao peso, a es u u a em es udo so e um aumen o de, ap oximadamen e, 45 oneladas, um
ac éscimo conside á el, mas que se jus i ica, pois, a aplicação do p é-es o ço na es u u a pe mi e esol e o
p oblema da de o mação, o que não acon ece com a es u u a em es udo.
Quad o 4.46 Quad o esumo da es u u a p o isó ia com e sem a aplicação do OPS, de aco do com o Eu ocódigo 3
Es u u a
Peso inal
De o mada inal
Pon e p o isó ia com OPS (EC3 – S460)
65 000 kg
≈
0 cm
Pon e p o isó ia (EC3 – S460)
109 725 kg
≈10 cm