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Dimensionamento de uma ponte provisória metálica para um vão de 80 metros

Daniela Cristina Soares Fardilha

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DIMENSIONAMENTO DE UMA PONTE PROVISÓRIA METÁLICA PARA UM VÃO DE 80 METROS DANIELA CRISTINA SOARES FARDILHA Disse ação subme ida pa a sa is ação pa cial dos equisi os do g au de MESTRE EM ENGENHARIA CIVIL — ESPECIALIZAÇÃO EM ESTRUTURAS O ien ado : P o esso Dou o Ped o Al a es Ribei o Ca mo Pacheco Coo ien ado : Engenhei o Gilbe o Cas o Al es JULHO DE 2016 MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL 2015/2016 DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Tel. +351-22-508 1901 Fax +351-22-508 1446  m[email p o ec ed] Edi ado po FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO Rua D . Robe o F ias 4200-465 PORTO Po ugal Tel. +351-22-508 1400 Fax +351-22-508 1440  [email p o ec ed]p.p  h p://www. e.up.p Rep oduções pa ciais des e documen o se ão au o izadas na condição que seja mencionado o Au o e ei a e e ência a Mes ado In eg ado em Engenha ia Ci il - 2015/2016 - Depa amen o de Engenha ia Ci il, Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade do Po o, Po o, Po ugal, 2016. As opiniões e in o mações incluídas nes e documen o ep esen am unicamen e o pon o de is a do espe i o Au o , não podendo o Edi o acei a qualque esponsabilidade legal ou ou a em elação a e os ou omissões que possam exis i . Es e documen o oi p oduzido a pa i de e são ele ónica o necida pelo espe i o Au o . Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os À Família e Amigos “De e minação, co agem e au ocon iança são a o es decisi os pa a o sucesso. Não impo a quais sejam os obs áculos e as di iculdades. Se es amos possuídos de uma inabalá el de e minação, consegui emos supe á-los. Independen emen e das ci cuns âncias, de emos se semp e humildes, eca ados e despidos de o gulho” Dalai Lama Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os i AGRADECIMENTOS A ealização des a disse ação só oi possí el g aças ao con ibu o de di e sas pessoas às quais que o ag adece . Em p imei o luga gos a ia de ag adece ao meu o ien ado , P o esso Ped o Pacheco, pela disponibilidade, mo i ação e o ien ação cien í ica concedida ao longo do abalho. Em seguida ag adeço ao meu coo ien ado , Engenhei o Gilbe o Al es, pelos seus conhecimen os, pela sua disponibilidade, pela disponibilização de documen os impo an es e pelas suas o ien ações que se e ela am mui o impo an es na conclusão do abalho. Ao Engenhei o José Ped o Fe nandes, um mui o ob igada pelas in o mações concedidas que se demons a am ele an es à minha disse ação. Exp esso ambém a g a idão ao P o esso Filipe Magalhães pela sua disponibilidade, assim como, pela a enção dispensada, mesmo não es ando di e amen e en ol ido na disse ação. À minha amília, em especial aos meus pais e a minha i mã, um eno me ob igada pelo apoio, pela paciência, pela con iança e pela comp eensão ao longo des a disse ação. Aos meus amigos pela mo i ação em al u a de desânimo e pela ajuda o e ecida. A odos ós, a minha eno me g a idão pela ealização de mais uma e apa da minha ida! Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os iii 4 CASO DE ESTUDO ...................................................................................................... 77 4.1. In odução ................................................................................................................................... 77 4.2. Modelação ................................................................................................................................... 77 4.3. Quan i icação de ações ........................................................................................................... 79 4.3.1. Quan i icação do peso p óp io ..................................................................................................... 79 4.3.2. Quan i icação do e es imen o .................................................................................................... 79 4.3.3. Quan i icação das es an es ca gas pe manen es ......................................................................... 80 4.3.4. Quan i icação da ca ga odo iá ia ............................................................................................... 80 4.3.5. Quan i icação da o ça da enagem ............................................................................................ 82 4.3.6. Quan i icação do en o ................................................................................................................ 83 4.3.7. Quan i icação do gelo, ne e e lama ............................................................................................. 88 4.3.8. Quan i icação da empe a u a ...................................................................................................... 88 4.4. Análise es u u al ...................................................................................................................... 88 4.4.1. Iden i icação das secções ............................................................................................................. 89 4.4.2. Ve i icação da es u u a de aco do com o Eu ocódigo 3 ............................................................. 91 4.4.3. Ve i icação da es u u a de aco do com a AASHTO ................................................................ 100 4.4.4. Ve i icação da es u u a de aco do com o T ila e al Design and Tes Code ............................. 110 4.4.5. Compa ação do caso em es udo com a pon e de OPS de aco do com o Eu ocódigo 3 ............. 120 4.5. Conclusão ................................................................................................................................. 126 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................ 129 5.1. In odução ................................................................................................................................. 129 5.2. Conclusão inal ........................................................................................................................ 129 5.3. T abalhos Fu u os .................................................................................................................. 130 Re e ências Bibliog á icas ........................................................................................................... 131 ANEXOS……………………………………………………………….……………………………...137 ANEXO I – AÇÕES………………………………………………………………………….………...137 ANEXO II – COMBINAÇÃO DE AÇÕES DE ACORDO COM O EUROCÓDIGO 0…..…………………...138 ANEXO III – COMBINAÇÃO DE AÇÕES DE ACORDO COM A AASHTO……………………………...148 ANEXO IV – COMBINAÇÃO DE AÇÕES DE ACORDO COM O TRILATERAL DESIGN AND TEST CODE………………………………………………………………………………………………....155 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os ix ÍNDICE DE FIGURAS Figu a 2.1 As ês ca ego ias de pon es p o isó ias do ipo s anda d ..................................................... 4 Figu a 2.2 P ocesso de mon agem da pon e AVLB (Adap ada de imgu , 2015) .................................... 5 Figu a 2.3 Ins alação da pon e JAB (U.S. A my, 2008) ......................................................................... 6 Figu a 2.4 A pon e Wol e ine anspo ada pelo anque M1A2 (Mili a y-Today, 2016a) ..................... 6 Figu a 2.5 Ins alação da pon e Wol e ine (Mili a y-Today, 2016b) ....................................................... 6 Figu a 2.6 P ocesso de mon agem da pon e REBS (Adap ado de Gene al Dynamics Eu opean Land Sys ems, 2012a) ...................................................................................................................................... 7 Figu a 2.7 A pon e REBS a se anspo ada po um helicóp e o (De ense Video & Image y Dis ibu ion Sys em, 2012) .......................................................................................................................................... 8 Figu a 2.8 Lançamen o do abulei o da pon e MAB (A) e passagem de um eiculo mili a sob e a pon e (B) (CNIM, 2015b) ................................................................................................................................. 8 Figu a 2.9 P ocesso de mon agem da pon e DSB (And é, 2016) .......................................................... 10 Figu a 2.10 P ocesso de mon agem da pon e MGB (WFEL, 2011b) ................................................... 11 Figu a 2.11 As possí eis con igu ações da pon e MGB (WFEL, 2011b) ............................................. 11 Figu a 2.12 Pon e com con igu ação de dois ní eis e sis ema de e o ço ex e io (WFEL, 2011b) ..... 12 Figu a 2.13 Aplicação de uma pon e Bailey na Segunda Gue a Mundial (Think De ense, 2012a) .... 12 Figu a 2.14 Lançamen o da pon e Bailey (And é, 2016) ...................................................................... 13 Figu a 2.15 Pon e do ipo Bailey sob e a ibei a de Odi elas (Exé ci o Po uguês, 2010) ................... 13 Figu a 2.16 Pon e Mabey Compac 200 sob e uma linha é ea (Mabey, 2016d) ................................ 14 Figu a 2.17 Pon e LSB con uída po Ame icanos e Húnga os (Wikipedia, 2016) .............................. 15 Figu a 2.18 Pon e APFB Rein o ced (A) (Think De ence, 2012b) e Pon e APFB Fe y (B) (GOV.UK., 2013) ..................................................................................................................................................... 15 Figu a 2.19 APFB O e b idge (Think De ence, 2012b) ....................................................................... 16 Figu a 2.20 Ins alação de uma Ribbon B idge (Gene al Dynamics Eu opean Land Sys ems, 2012b) . 17 Figu a 2.21 Pon e Mabey Uni e sal (Mabey, 2016 ) ............................................................................ 18 Figu a 2.22 Pon e Ac ow 700XS (Ac ow B idge, 2016) ...................................................................... 18 Figu a 2.23 Aluimen o do pa imen o (Jo nal de No ícias, 2016) ......................................................... 21 Figu a 2.24 Duas das peças da pon e Mabey Compac 200 (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa BERD) ................................................................................................................................................... 22 Figu a 2.25 Es ado de conse ação da pon e Mabey Compac 200 (A) e um dos o i ícios exis en es pa a a colocação das ca ilhas (B) (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa BERD) .............................. 22 Figu a 2.26 Tipo de ligações da pon e Mabey Compac 200 (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa BERD) ................................................................................................................................................... 23 Figu a 2.27 Apoios olan es u ilizados no deslizamen o da pon e Mabey (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa BERD) ............................................................................................................................. 23 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os x Figu a 2.28 Encon os em be ão a mado (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa BERD)............ 24 Figu a 2.29 Mon agem da pon e Mabey Compac 200 (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa BERD) ................................................................................................................................................... 24 Figu a 2.30 Deslizamen o da Pon e Mabey Compac 200 a é a posição inal (Jo nal de No ícias, 2016) ............................................................................................................................................................... 25 Figu a 2.31 Deslizamen o de e as na es ada (Radio Eli e, 2016) ...................................................... 25 Figu a 2.32 Mon agem da pon e Bailey (A) (El Teleg a o, 2016) e pos e io men e a passagem de um eículo sob e a pon e (B) (PP El Ve dade o, 2016) .............................................................................. 26 Figu a 2.33 Pon e DSB aplicada na Suíça (WFEL, 2015) (Associa ion o he Uni ed S a es A my, 2015) ............................................................................................................................................................... 26 Figu a 2.34 Pon e Skagi an es do colapso (A) (Wikipedia, 2015) e depois do colapso (B) (Vancou e Sun, 2013).............................................................................................................................................. 27 Figu a 2.35 O eiculo pesado que causou o colapso da pon e (Na ional T anspo a ion Sa e y Boa d, 2014) e a pa e do eículo dani icada pela es u u a (Fede al Highway Adminis a ion, 2014) ........... 27 Figu a 2.36 Pon es p o isó ias Ac ow 700XS (Ac ow B idge, 2015) .................................................. 28 Figu a 2.37 Realização de ope ações de limpeza (Swiss A med Fo ces, 2011) ................................... 29 Figu a 2.38 Mon agem da pon e LSB (A) (Mabey, 2016g) (B) (Swiss A med Fo ces, 2012) ............. 30 Figu a 2.39 A pon e LSB na posição inal (Swiss A med Fo ces, 2011) .............................................. 30 Figu a 3.1 De e minação do ão eó ico e li e ace às condições de apoio (And é, 2016) ................. 33 Figu a 3.2 Dimensão da aixa de odagem (w) em di e en es cená ios ................................................. 34 Figu a 3.3 De inição de o ças de colisão de eículos no gua da odas (And é, 2016) ........................ 37 Figu a 3.4 Ilus ação do modelo de ca ga 1 (LM1) (Adap ado do EN 1991-2, 2003) .......................... 38 Figu a 3.5 Ilus ação do modelo de ca ga 2 (LM2) (EN 1991-2, 2003) ................................................ 39 Figu a 3.6 Ilus ação do modelo de ca ga 3 (LM3) (Adap ado de EN 1991-2, 2003) .......................... 39 Figu a 3.7 Ilus ação da ca ga e das dimensões do camião (Adap ada de AASHTO, 2012) ................ 40 Figu a 3.8 Ca ga da ia segundo a no ma AASHTO, em pe il longi udinal ....................................... 41 Figu a 3.9 Ilus ação da ca ga Tandem em pe il longi udinal (à esque da) e em plan a (à di ei a) ..... 41 Figu a 3.10 Es u u a eliçada (EN 1991-1-4, 2010) ............................................................................ 45 Figu a 3.11 Coe icien e de o ça (C𝑓0) pa a uma es u u a eliçada plana cons i uída po pe is de seção angulosa, em unção do índice de cheios (φ) (EN 1991-1-4, 2010) ...................................................... 45 Figu a 3.12 Coe icien e de o ça (C𝑓0) pa a uma es u u a eliçada espacial cons i uída po pe is de seção angulosa, em unção do índice de cheios (φ) (EN 1991-1-4, 2010) ............................................ 46 Figu a 3.13 Valo es indica i os do coe icien e de e ei os de ex emidade (Ψ𝜆) em unção do índice de cheios (φ) e da esbel eza (λ) (EN 1991-1-4, 2010) ................................................................................ 46 Figu a 3.14 De inição do índice de cheios (φ) (EN 1991-1-4, 2010) .................................................... 48 Figu a 3.15 Ação do en o nas di e en es di eções (Adap ada do EN 1991-1-4, 2010) ....................... 48 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os xi Figu a 3.16 Coe icien e de o ça (𝐶𝑓𝑥,0) pa a abulei os de pon es (Adap ado do EN 1991-1-4, 2010) ............................................................................................................................................................... 49 Figu a 3.17 Tabulei o com a ace expos a ao en o inclinada (EN 1991-1-4, 2010) ............................ 49 Figu a 3.18 Al u a a conside a pa a (𝐴𝑟𝑒𝑓,𝑥) (Adap ado do EN 1991-1-4, 2010) ............................. 50 Figu a 3.19 Dimensões e posição da o ça da ação do en o (Adap ado do EN 1991-1-4, 2010) ........ 51 Figu a 3.20 Rep esen ação do coe icien e de exposição (𝑐𝑒(𝑧)) pa a 𝑐𝑜=1,0 e 𝑘1=1,0 (EN 1991-1-4, 2010) ..................................................................................................................................................... 55 Figu a 3.21 Ação da p essão do en o no eículo (Adap ada de And é, 2016) .................................... 57 Figu a 3.22 Di e en es zonas do Es ados Unidos (AASHTO, 2012) .................................................... 62 Figu a 3.23 Tempe a u a di e encial e ical pa a es u u as me álicas e de be ão (Adap ado de AASHTO, 2012) ................................................................................................................................... 63 Figu a 4.1 Alçado la e al do modelo da pon e p o isó ia me álica ....................................................... 78 Figu a 4.2 Alçado pos e io do modelo da pon e p o isó ia me álica .................................................. 78 Figu a 4.3 Vis a supe io do modelo da pon e p o isó ia me álica ....................................................... 78 Figu a 4.4 Vis a em 3D do modelo da pon e p o isó ia me álica ......................................................... 79 Figu a 4.5 Pla a o ma da pon e cons i uída po painéis ex udidos de alumínio (And é, 2016) ........... 80 Figu a 4.6 Modelo de ca ga do eículo especial 1200 .......................................................................... 80 Figu a 4.7 Veículo de odas com uma classe de ca ga igual a MLC 120 ............................................. 81 Figu a 4.8 Ação aplicada no amo cen al da pon e (Caso 1) ............................................................. 81 Figu a 4.9 Ação aplicada no amo inicial da pon e (Caso 2) ............................................................... 81 Figu a 4.10 De inição das medidas da pon e (Adap ada de And é, 2016) ............................................ 83 Figu a 4.11 Modelo da pon e p o isó ia com OPS com a iden i icação das secções (And é, 2016) .... 88 Figu a 4.12 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções ........................................... 89 Figu a 4.13 Pe il do ipo IPE 300 com a iden i icação das suas dimensões ........................................ 89 Figu a 4.14 Pe il do ipo PRS com a iden i icação das suas dimensões .............................................. 90 Figu a 4.15 Pe il do ipo SHS_100x100x8 com a iden i icação das suas dimensões .......................... 90 Figu a 4.16 Pe il do ipo Phi_30 com a iden i icação das suas dimensões .......................................... 91 Figu a 4.17 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 ...................................................................................... 91 Figu a 4.18 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch6_180x180 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 ............................................ 92 Figu a 4.19 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch8_300x300 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 ............................................ 93 Figu a 4.20 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch12_150x150 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 ..................................... 94 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os xii Figu a 4.21 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch18_300x300 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 ..................................... 95 Figu a 4.22 Modelo da pon e p o isó ia, de aco do com es ado limi e úl imo do Eu ocódigo 3 .......... 96 Figu a 4.23 No a con igu ação da pon e p o isó ia ............................................................................. 97 Figu a 4.24 Ba as de con a en amen o (co azul escu a) aplicadas na no a con igu ação da pon e p o isó ia ............................................................................................................................................... 98 Figu a 4.25 No a con igu ação da pon e p o isó ia de aco do com os es ados limi es úl imo e de u ilização do Eu ocódigo 3 .................................................................................................................... 98 Figu a 4.26 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO .......................................................................................... 100 Figu a 4.27 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo IPE que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO ....................................................................... 101 Figu a 4.28 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch6_180x180 que não e i icam a segu ança (co ama ela) de aco do com a AASHTO ................................................. 101 Figu a 4.29 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch8_300x300 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO................................................ 102 Figu a 4.30 Modelo do caso de es udo com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch12_150x150 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO................................................ 104 Figu a 4.31 Modelo do caso de es udo com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch18_300x300 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO................................................ 105 Figu a 4.32 Modelo do caso de es udo com a iden i icação das secções do ipo 100x100x8que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO ...................................................... 106 Figu a 4.33 Modelo da pon e p o isó ia, de aco do as combinações S eng h da no ma AASHTO .. 108 Figu a 4.34 No a con igu ação da pon e p o isó ia com as e i icações, de aco do com a AASHTO ............................................................................................................................................................. 109 Figu a 4.35 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções que não e i icam a segu ança (co p e a), de aco do com o T ila e al Design and Tes Code ............................................................ 110 Figu a 4.36 Modelo da pon e p o isõ ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch8_300x300 que não e i icam a segu ança (co p e a), de aco do com o T ila e al Design and Tes Code ................. 111 Figu a 4.37 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch12_150x150 que não e i icam a segu ança (co p e a), de aco do com o T ila e al Design and Tes Code .......... 112 Figu a 4.38 Modelo da pon e p o isó ia, de aco do com as e i icações do T ila e al Design and Tes Code ..................................................................................................................................................... 114 Figu a 4.39 No a con igu ação da pon e p o isó ia com as e i icações, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code .......................................................................................................................... 117 Figu a 4.40 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch6_180x180 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 .......................................... 120 Figu a 4.41 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch8_300x300 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 .......................................... 121 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os xiii Figu a 4.42 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch18_300x300 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 ................................... 122 Figu a 4.43 Modelo da pon e p o isó ia, segundo o es ado limi e úl imo do Eu ocódigo 3 .............. 124 Figu a 4.44 No a con igu ação da pon e p o isó ia, de aco do com os es ados limi es úl imo e de se iço do Eu ocódigo 3 .................................................................................................................................. 125 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os xi Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os x ÍNDICE DE QUADROS Quad o 2.1 Quad o esumo das pon es p o isó ias - Pa e 1 (And é, 2016) (Gene al Dynamics Eu opean Land Sys ems, 2012a) (CNIM, 2015a) (WFEL ,2011a) (WFEL, 2011b) (WFEL, 2011c) .................. 19 Quad o 2.2 Quad o esumo das pon es p o isó ias - Pa e 2 (And é, 2016) (WFEL, 2011a) (WFEL, 2011b) (Mabey, 2016c) ......................................................................................................................... 20 Quad o 3.1 La gu a mínima da ia ou ias pa a cada classe de ca ga (Ho nbeck e al., 2005) (STANAG 2021, 2006) ........................................................................................................................................... 33 Quad o 3.2 La gu a e núme o das ias (EN 1991-2, 2003) .................................................................. 34 Quad o 3.3 Inclinação máxima ans e sal (Ho nbeck e al., 2005) ..................................................... 35 Quad o 3.4 Inclinação máxima longi udinal (Ho nbeck e al., 2005) ................................................... 35 Quad o 3.5 Valo es máximos pa a a elocidade de p oje o (Adap ada de Ho nbeck e al., 2005) ....... 36 Quad o 3.6 Valo es ca ac e ís icos do modelo de ca ga 1 (LM1) (Adap ado do EN 1991-2, 2003) .... 38 Quad o 3.7 Quan i icação dos e ei os dinâmicos (Adap ado de AASHTO, 2012) ............................... 42 Quad o 3.8 Fa o es de múl ipla p esença (Adap ado de AASHTO, 2012) ........................................... 42 Quad o 3.9 Fa o es de enagem (Adap ado de Ho nbeck e al., 2005) ................................................ 43 Quad o 3.10 Valo es da esbel eza (λ) ecomendados pa a cilind os, elemen os com seção poligonal (incluindo a e angula ), pe is com a es as i as e es u u as eliçadas (EN 1991-1-4, 2010) ........... 47 Quad o 3.11 Al u a (𝑑𝑡𝑜𝑡) a conside a pa a 𝐴𝑟𝑒𝑓,𝑥 (EN 1991-1-4, 2010) ....................................... 50 Quad o 3.12 Valo es dos coe icien es de exposição em unção da al u a acima do solo e ca ego ia de e eno (EN 1991-1-4, 2010) ................................................................................................................. 52 Quad o 3.13 Ca ego ias e pa âme os de e eno (EN 1991-1-4, 2010) ................................................ 53 Quad o 3.14 Valo básico da elocidade de e e ência do en o (EN 1991-1-4, 2010) ....................... 54 Quad o 3.15 Ca ego ias e pa âme os de e eno (Adap ada de AASHTO,2012) ................................ 56 Quad o 3.16 P essão base do en o (𝑃𝐵) de aco do com a elocidade base do en o igual a 44,7 m/s (Adap ado de AASHTO, 2012) ............................................................................................................. 56 Quad o 3.17 P essão base do en o (𝑃𝐵) pa a os á ios ângulos de aco do com a elocidade base do en o igual a 44,7 m/s (Adap ado de AASHTO,2012) ......................................................................... 57 Quad o 3.18 Componen es da ação do en o (Adap ado de AASHTO,2012) ...................................... 58 Quad o 3.19 Velocidade e p essão do en o (Adap ada de Ho nbeck e al., 2005) .............................. 58 Quad o 3.20 Fa o es ampli icado es de impac o (Adap ada de Ho nbeck e al., 2005) ........................ 59 Quad o 3.21 Valo es ecomendados da componen e linea da a iação di e encial de empe a u a pa a di e en es ipos de abulei o de pon es odo iá ias, pedonais e e o iá ias (EN 1991-1-5, 2009) ...... 61 Quad o 3.22 Va iação das empe a u as no p ocedimen o A (Adap ada em AASHTO, 2012) ............ 62 Quad o 3.23 Tempe a u a di e encial base (Adap ada em AASHTO, 2012) ....................................... 63 Quad o 3.24 Coe icien es pa ciais ela i os às ações (Adap ado de EN1990, 2009) ........................... 65 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os x i Quad o 3.25 Fa o es de combinação e edução pa a as ações a iá eis (Adap ado de EN 1990, 2009) ............................................................................................................................................................... 65 Quad o 3.26 Dimensionamen o dos pon os de ele ação ....................................................................... 68 Quad o 4.1 Dimensões dos di e en es pe is do ipo PRS ..................................................................... 90 Quad o 4.2 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch6_180x180 que não e i ica am a segu ança de aco do com o Eu ocódigo 3 ............................................................................................. 92 Quad o 4.3 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch8_300x300 que não e i ica am a segu ança de aco do com o Eu ocódigo 3 – pa e 1 .............................................................................. 93 Quad o 4.4 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch8_300x300 que não e i ica am a segu ança, de aco do com o Eu ocódigo 3 – pa e 2 ............................................................................. 94 Quad o 4.5 Quad o esumo do elemen o de secção PRS_ch12_150x150 que não e i ica a segu ança, de aco do com o Eu ocódigo 3 .............................................................................................................. 94 Quad o 4.6 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch18_300x300 que não e i ica am a segu ança, de aco do com o Eu ocódigo 3 ......................................................................................... 95 Quad o 4.7 Quad o esumo do ácio das secções, segundo o es ado limi e úl imo do Eu ocódigo 3 ... 97 Quad o 4.8 Quad o esumo do ácio das secções, segundo os es ados limi es úl imo e de u ilização do Eu ocódigo 3 ......................................................................................................................................... 99 Quad o 4.9 Quad o esumo de odos os elemen os de secção IPE 300 que não e i ica am a segu ança, de aco do com a AASHTO .................................................................................................................. 101 Quad o 4.10 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch6_180x180 que não e i ica am a segu ança, de aco do com a AASHTO ............................................................................................. 102 Quad o 4.11 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch8_300x300 que não e i ica am a segu ança, de aco do com a AASHTO ............................................................................................. 103 Quad o 4.12 Quad o esumo do elemen o de secção PRS_ch12_150x150 que não e i ica a segu ança, de aco do com a AASHTO .................................................................................................................. 104 Quad o 4.13 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch18_300x300 que não e i ica am a segu ança, de aco do com a AASHTO ............................................................................................. 105 Quad o 4.14 Quad o esumo de odos os elemen os de secção SHS_100x100x8 que não e i ica am a segu ança,a de aco do com a AASHTO – Pa e 1 ............................................................................... 106 Quad o 4.15 Quad o esumo de odos os elemen os de secção SHS_100x100x8 que não e i ica am a segu ança, de aco do com a AASHTO – Pa e 2 ................................................................................ 107 Quad o 4.16 Quad o esumo do ácio das secções, de aco do com as combinações S eng h da no ma AASHTO ............................................................................................................................................. 108 Quad o 4.17 Quad o esumo das secções segundo as combinações S eng h dispos as na no ma AASHTO ............................................................................................................................................. 109 Quad o 4.18 Quad o esumo da e i icação da esis ência à lexão e/ou ação do pe il PRS_ch8_300x300, de aco do com o T ila e al Tes and Design Code – pa e 1 ............................... 111 Quad o 4.19 Quad o esumo da e i icação da esis ência à lexão e/ou ação do pe il PRS_ch8_300x300, de aco do com o T ila e al Tes and Design Code – pa e 2 ............................... 112 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os x ii Quad o 4.20 Quad o esumo da e i icação da esis ência à lexão e/ou ação do pe il PRS_ch12_150x150, de aco do com o T ila e al Tes and Design Code – pa e 2 ............................ 112 Quad o 4.21 Quad o esumo das e i icações das seções IPE160, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code ............................................................................................................................................ 114 Quad o 4.22 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch6_180x180, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code – pa e 1 .......................................................................................................... 114 Quad o 4.23 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch6_180x180, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code – pa e 2 .......................................................................................................... 115 Quad o 4.24 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch12_150x150, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code.......................................................................................................... 115 Quad o 4.25 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch15_300x300, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code.......................................................................................................... 115 Quad o 4.26 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch18_300x300, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code – pa e 1 ........................................................................................... 115 Quad o 4.27 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch18_300x300, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code – pa e 2 ........................................................................................... 116 Quad o 4.28 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch20_300x300, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code.......................................................................................................... 116 Quad o 4.29 Quad o esumo das e i icações das seções SHS_80x80x6, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code ......................................................................................................................... 116 Quad o 4.30 Quad o esumo das e i icações das seções IPE160, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code ............................................................................................................................................ 117 Quad o 4.31 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch6_180x180, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code – pa e 1 .......................................................................................................... 117 Quad o 4.32 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch6_180x180, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code – pa e 2 .......................................................................................................... 118 Quad o 4.33 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch12_150x150, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code.......................................................................................................... 118 Quad o 4.34 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch15_300x300, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code.......................................................................................................... 118 Quad o 4.35 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch18_300x300, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code.......................................................................................................... 119 Quad o 4.36 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch20_300x300, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code.......................................................................................................... 119 Quad o 4.37 Quad o esumo das e i icações das seções SHS_80x80x6, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code ......................................................................................................................... 119 Quad o 4.38 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch6_180x180 que não e i ica am a segu ança, de aco do com o Eu ocódigo 3 ....................................................................................... 121 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 6 Figu a 2.3 Ins alação da pon e JAB (U.S. A my, 2008) 2.2.1.3. Pon e Wol e ine A pon e Wol e ine ou A mo ed B idge Laye é mais uma pon e de assal o que isa subs i ui a pon e AVLC. Es a pon e me álica é anspo ada po um M1A2 ( anque) e oi concebida pa a ence um ão de 24 me os e uma classe de ca ga de MLC70. O seu dimensionamen o oi ealizado de manei a a p opo ciona 5000 a a essamen os de eículos com um peso limi e de 70 oneladas (MLC70) (Mili a y-Today, 2016a). Figu a 2.4 A pon e Wol e ine anspo ada pelo anque M1A2 (Mili a y-Today, 2016a) Ao con á io das pon es an e io men e ap esen adas, es a em um sis ema es u u al di e en e e, po esse mo i o, é implan ada na ho izon al, em ez do mo imen o ipo esou a, an e io men e exibido (U.S. A my, 2011). Figu a 2.5 Ins alação da pon e Wol e ine (Mili a y-Today, 2016b) Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 7 2.2.1.4. Pon e REBS A REBS é uma pon e de apoio que median e a si uação pode se emp egue como pon e de assal o (Headqua e s, 2008). É cons i uída po uma es u u a soldada de alumínio com um ão de 13 me os, sendo di idida em duas pa es iguais acopladas no eículo anspo ado . Rela i amen e à classe de ca ga, es a pon e pe mi e a passagem de eículos de classe MLC50 (Gene al Dynamics Eu opean Land Sys ems, 2012a) (Headqua e s, 2006). A Figu a 2.6 demons a o p ocesso de mon agem da pon e REBS. Figu a 2.6 P ocesso de mon agem da pon e REBS (Adap ado de Gene al Dynamics Eu opean Land Sys ems, 2012a) 1 2 3 4 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 8 Tal como as pon es p e iamen e ap esen adas, es a possui an agens e des an agens. A maio an agem o e ecida pela REBS conce ne na g ande di e sidade de meios de anspo e, designadamen e po camiões, anques, a iões ou helicóp e os. Con udo, a exposição da ipulação du an e a sua mon agem e a baixa classe de ca ga e elam-se des an agens impo an es e conside á eis (Headqua e s, 2006) (Headqua e s, 2008). Figu a 2.7 A pon e REBS a se anspo ada po um helicóp e o (De ense Video & Image y Dis ibu ion Sys em, 2012) 2.2.1.5. Pon e MAB A pon e MAB, ambém conhecida po PTA, encon a-se ao se iço do exé ci o ancês desde 2010. Es a pon e ap esen a dois ipos de sis emas es u u ais di e en es, uma com um ão de 26 me os e ou a que se encon a seccionada em duas pa es, com um ão de 14,3 me os. Pa a cada ão exis e uma de classe de ca ga di e en e, ou seja, pa a o ão de 14,3 me os a classe de ca ga é MLC100 enquan o que pa a o ão de 26 me os a classe de ca ga é MLC80 (CNIM, 2015a). O seu dimensionamen o oi ealizado de manei a a p opo ciona 10 000 a a essamen os de eículos com o peso limi e de inido (MLC80 ou MLC100) (CNIM, 2015a). Figu a 2.8 Lançamen o do abulei o da pon e MAB (A) e passagem de um eiculo mili a sob e a pon e (B) (CNIM, 2015b) A B Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 9 A MAB ap esen a aspe os an ajosos ela i amen e à sua mobilidade, à sua segu ança e ao seu anspo e. No que diz espei o à mobilidade, os eículos mili a es u ilizados dispõem de um sis ema de ação e e uado po 10 odas e pe mi i em que a sua passagem possa se ealizada po caminhos menos imp óp ios, como lama e a eia. No que oca à segu ança, es a pon e, al como a AVLB, e e ua o lançamen o sem exposição da sua ipulação. Em elação ao anspo e, es e equipamen o ap esen a mais do que um meio de anspo e, nomeadamen e po meio de anspo e aé eo, e o iá io, ma í imo ou odo iá io (CNIM, 2015c). 2.2.2. PONTES DE APOIO/LOGÍSTICA As pon es de apoio ou logís ica podem se usadas como pon es de assal o, mas com a pa icula idade de se em de ca ác e pe manen e, como oi e e ido an e io men e ( e 2.2.1 e 2.2.1.4). Es as pon es podem se ins aladas pe o da á ea de ope ações de comba e, num cu o pe íodo de empo (30 a 120 minu os) e podem se cons i uídas po um ou múl iplos ãos (Medzma iash ili, 2008). Tal como as pon es de assal o, es as pon es de apoio êm como obje i o p incipal assegu a a passagem dos eículos de um pon o ao ou o, no en an o es as possuem um maio comp imen o que as pon es de assal o (Headqua e s, 2008). Exemplos de pon es de apoio ou logís ica são a Rapidly Emplaced B idge Sys em (REBS), a D y Suppo B idge (DSB), a Medium Gi de B idge (MGB), a Bailey, a Mabey Compac 200, a Logis ic Suppo B idging (LSB), a Ai Po able Fe y B idge (APFB) e a Ribbon B idge. 2.2.2.1. Pon e DSB A pon e DSB é uma pon e de apoio dimensionada pa a ence um ão de 40 me os e uma classe de ca ga MLC80 ( eículo de laga as) ou MLC120 ( eículo de odas). Possui algumas an agens, pa icula men e uma g ande acilidade de anspo e e um ão a iá el, uma ez que, é cons i uída po á ios módulos de 6 me os que se conec am de manei a a a ingi o comp imen o o al desejá el (Headqua e s, 2008) (WFEL, 2011a). O seu sis ema de mon agem é bas an e di e en e das pon es de assal o já expos as. Em p imei o luga é lançada uma iga supe io de uma ma gem à ou a. Es a iga em o obje i o de apoia a ex emidade da pon e quando a mesma o lançada. Uma ez posicionada a iga supe io , a pon e é lançada, oço a oço (po a anços), a pa i de um camião g ua. Quando a pon e a inge a ma gem, o abulei o é descido po meio de hid áulicos. Es a mon agem é ealizada com o apoio de oi o homens e um camião g ua. A Figu a 2.9 esquema iza o p ocesso de mon agem da pon e DSB (WFEL, 2011a). Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 10 Figu a 2.9 P ocesso de mon agem da pon e DSB (And é, 2016) 2.2.2.2. Pon e MGB A pon e MGB encon a-se ao se iço do exé ci o desde 1971 e é u ilizada an o em ope ações mili a es como em cená ios de ca ás o e na u al. É cons i uída po ma e ial le e e de ácil anspo e, designadamen e zinco, magnésio e alumínio (WFEL, 2011b). O seu sis ema de mon agem consis e numa p imei a ase, em mon a um na iz dian ei o cujo obje i o é apoia -se na ma gem opos a (mon agem do apoio dian ei o). Uma ez posicionado, é lançada a pon e a é à ou a ma gem. Quando es a chega à ma gem opos a, são u ilizados macacos hid áulicos po o ma a baixá-la. Es a ope ação é manuseada po 4 ou 6 homens, median e o ipo de peça em ques ão (WFEL, 2011b). O desc i o acima encon a-se de idamen e esquema izado na Figu a 2.10. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 11 Figu a 2.10 P ocesso de mon agem da pon e MGB (WFEL, 2011b) Es a pon e pode e mais que uma con igu ação, podendo se de um ou dois ní eis. Es a escolha é ei a em unção do ão a ence e da capacidade de ca ga a supo a (MLC). No que conce ne à con igu ação de um ní el, es e é compos o só po um abulei o em que o seu maio ão é de 19 me os com uma classe de ca ga co esponden e a MLC 20. Em elação a dois ní eis, es e é compos o po um abulei o com elemen os de eliça, em que o seu maio ão é de 47,6 me os com uma classe de ca ga de MLC 20 (WFEL, 2011b). A Figu a 2.11 ilus a as duas con igu ações possí eis, um ní el (em cima) ou dois ní eis (em baixo). Figu a 2.11 As possí eis con igu ações da pon e MGB (WFEL, 2011b) Além des as duas con igu ações, pode-se eco e a um sis ema de e o ço ex e io , nomeadamen e p é- es o ço. Es e sis ema é conhecido po Link Rein o cemen Sys em (LRS) e possibili a o aumen o do ão da es u u a a é 49,4 me os com uma capacidade de ca ga igual a MLC 70 (WFEL, 2011b). Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 12 Figu a 2.12 Pon e com con igu ação de dois ní eis e sis ema de e o ço ex e io (WFEL, 2011b) 2.2.2.3. Pon e Bailey Em 1940, a pon e Bailey oi idealizada po um engenhei o ci il chamado Donald Bailey como uma pon e al e na i a pa a o complicado e ca o sis ema de pon es Inglis. A sua p imei a aplicação su ge na Segunda Gue a Mundial (Mabey, 2016a). Figu a 2.13 Aplicação de uma pon e Bailey na Segunda Gue a Mundial (Think De ense, 2012a) Alguns anos mais a de, duas emp esas, Mabey e Ac ow, demons am algum in e esse nes e modelo de pon es. Quando a pa en e da pon e Bailey expi ou, es as duas emp esas decidi am lança e sões mais ino ado as e so is icadas (Fede al HighwayAdminis a ion, 2015). Em 1967, a emp esa Mabey lança a Mabey Supe Bailey B idge com o p opósi o de elimina algumas das limi ações da pon e Bailey. Após o sucesso des a, a emp esa Mabey decide in es i num p og ama de pesquisa e desen ol imen o, com is a a melho a ainda mais as suas ca ac e ís icas (Mabey, 2016a). Des e p og ama, su gem algumas pon es de eme gência como a Mabey Compac 200, a Pon e Uni e sal da Mabey e a Pon e de Apoio Logís ico da Mabey (LSB) (Mabey, 2016b). À semelhança da emp esa Mabey, a emp esa Ac ow lançou a pon e Ac ow 700XS, baseada no modelo da pon e Bailey, com o p opósi o de elimina algumas das limi ações des a (Fede al Highway Adminis a ion, 2015). Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 13 O lançamen o da pon e Bailey é ei o com base num na iz de lançamen o, em apoios com olamen os ( olle s) e num eículo pesado (quando a ope ação de empu e não é ealizada pelos homens). Des a o ma, a mon agem consis e na cons ução da pon e numa das ma gens sob e os apoios olan es ( olle s), sendo, pos e io men e, empu ada à ma gem opos a pelo eículo pesado. O na iz de lançamen o é uma pa e da es u u a que só é u ilizada na ase de lançamen o (Headqua e s, 2008). Figu a 2.14 Lançamen o da pon e Bailey (And é, 2016) Tal como a pon e REBS, a pon e Bailey é uma pon e de apoio que, median e a si uação, pode se usada como pon e de comunicação ou de apoio/logís ica (Headqua e s, 2008). Figu a 2.15 Pon e do ipo Bailey sob e a ibei a de Odi elas (Exé ci o Po uguês, 2010) 2.2.2.4. Pon e Mabey Compac 200 A pon e de apoio Mabey Compac 200 é uma pon e sucesso a da pon e Bailey, do ipo modula , com painéis de aço p é- ab icados. Es a pon e possui um ão máximo de 61 me os, quando a sua con igu ação é só de uma ia e, um ão máximo de 55 me os, quando ap esen a duas ias (Mabey, 2016c). A ca ga que es a pon e pode supo a a ia consoan e o ão que exibi (Mabey, 2016d). A e sa ilidade é uma das ca ac e ís icas mais ap eciadas nes a pon e, sendo que, po es e ac o já oi aplicada em á ias si uações po odo o mundo (Mabey, 2016d). Além de e sá eis, es as pon es são simples, eu ilizá eis e adap á eis a odo o ipo de si uações. Res a salien a que são as mais endidas da linha de p odu os da Mabey (Mabey, 2016c). Face às suas aplicações, a Compac 200 unciona como uma pon e do ipo mili a e/ou como pon e do ipo ci il. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 14 Figu a 2.16 Pon e Mabey Compac 200 sob e uma linha é ea (Mabey, 2016d) Es a pon e possuí inúme as an agens, a sabe : obus ez, uma mon agem ealizada com equipamen o le e ou à mão, uma cons ução ápida com guindas e ou lançamen o em balanço e um pe íodo longo de ida ú il (Mabey, 2016d). 2.2.2.5. Pon e LSB A pon e LSB é uma sucesso a mais le e e mais o e da pon e Bailey. Es a combina as an agens associadas à pon e Bailey – e guida apidamen e, ácil de cons ui , desenho modula obus o e com componen es pad ão o almen e in e cambiá eis – com os seus no os componen es – abulei o de aço, g ades in eg ais e um sis ema de ampa o almen e ajus á el. De e e i que es es componen es o am especialmen e desen ol idos pa a um melho desempenho da pon e LSB (Mabey, 2016e). Es a pon e pe mi e que o seu ão a ie de 9 a 60 me os, median e o cená io a que es á sujei a. A sua capacidade de ca ga é de classe MLC 80 pa a eículos de laga as, quando o seu ão é igual a 60 me os, e MLC110 pa a eículos de odas, quando o seu ão é igual a 51 me os (Mabey, 2016c). A pon e LSB é usada, essencialmen e, nas p incipais o as de abas ecimen o, mode nizando-as pa a á ego mais pesado, subs i uindo pon es ci is es agadas e pon es p o isó ias de assal o e apoio ge al. Pon es com ãos mais ex ensos, ambém podem se o necidas usando pila es ixos ou pon ões lu uan es. Impo a menciona , ainda, a possibilidade de se emp egue como pon e de passagem supe io sob e pon es en aquecidas ou dani icadas, sendo, com equência, aplicada em cená ios de a endimen o a eme gências, após desas es na u ais. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 15 Figu a 2.17 Pon e LSB con uída po Ame icanos e Húnga os (Wikipedia, 2016) A LSB ap esen a alguns aspe os an ajosos, designadamen e: e sa ilidade, um ão que se ajus a consoan e o cená io, cons ução da pon e sob e apoios ixos ou lu uan es, ap esen ação de boa capacidade de ca ga, acilidade na sua desmon agem e possibilidade de ha e um passeio ex e no (Mabey, 2016e). 2.2.2.6. Pon e APFB A pon e APFB oi implan ada pela p imei a ez no ano 2006 pelo exé ci o b i ânico. Baseia-se na pon e MGB ( e 2.2.2.2) e, po es e mo i o, pa ilham de mui as pa es comuns. Con udo, alguns dos no os componen es da pon e APFB des acam-se po se em capazes de a ende a necessidades mais desa iado as que a pon e MGB. A APFB ap esen a ainda a capacidade de pode se anspo ada po ma , a ou e a (WFEL, 2011c). Pos o is o, es e ipo de pon e de apoio/logís ica di ide-se em qua o sub ipos (WFEL, 2011c):  APFB Rein o ced  APFB Fly Fo wa d  APFB Fe y  APFB O e b idge Figu a 2.18 Pon e APFB Rein o ced (A) (Think De ence, 2012b) e Pon e APFB Fe y (B) (GOV.UK., 2013) A B Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 22 Como solução, su giu uma pon e b i ânica me álica, designada como Mabey Compac 200. Es a pon e ap esen a um ão de 55 me os, uma la gu a de 4,2 me os e uma capacidade de ca ga a é 40 oneladas (Jo nal de No ícias, 2016). A cons ução des a pon e é do ipo modula e em po base uma mon agem “do ipo lego” em que odas as peças se encon am de idamen e e e enciadas e com a indicação do seu peso. A Figu a 2.24 ap esen a dois painéis de aço p é- ab icados u ilizados na cons ução da pon e. Figu a 2.24 Duas das peças da pon e Mabey Compac 200 (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa BERD) A a aliação do es ado de conse ação de uma pon e é impo an e pois in luencia o compo amen o da es u u a. Es a a aliação consis e na iden i icação de de ei os es u u ais e na e i icação da sua con o midade com os c i é ios de inidos em p oje o (Pe ne a, 2010). Nes e caso, a pon e Mabey Compac 200 aplicada ap esen a uma das peças com alguma co osão, como se obse a na Figu a 2.25. Es a anomalia pode se jus i icada pelo con ac o en e os módulos na sua cons ução, is o é, quando os painéis são ixados a a és das ca ilhas exis e um con ac o en e os mesmos, esul ando na emoção da pin u a de p o eção o que, po consequência, p o oca a co osão e idenciada na Figu a 2.25. Figu a 2.25 Es ado de conse ação da pon e Mabey Compac 200 (A) e um dos o i ícios exis en es pa a a colocação das ca ilhas (B) (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa BERD) A B Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 23 Como oi e e ido an e io men e, a pon e Mabey Compac 200 em como base uma mon agem “do ipo lego”. Des a o ma, pa a o a ixamen o dos painéis de aço, oi necessá ia a u ilização de algumas ca ilhas (ou pinos) e alguns pa a usos. A Figu a 2.26 ap esen a as ligações apa a usadas e ca ilhadas aplicadas na mon agem da pon e. Figu a 2.26 Tipo de ligações da pon e Mabey Compac 200 (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa BERD) Quan o ao p ocesso de mon agem, es a pon e oi mon ada e empu ada a pa i de uma das ma gens sob e apoios olan es ( olle s) a é à posição inal. De seguida, eco eu-se à g ua de manei a a suspende a pon e e apoiá-la em apoios não olan es ( ixos). Figu a 2.27 Apoios olan es u ilizados no deslizamen o da pon e Mabey (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa BERD) Pa a a colocação da pon e, o am cons uídos uns encon os em be ão a mado em que a sua p incipal unção é supo a as ações ansmi idas pelas ex emidades do abulei o. A Figu a 2.28 e idencia os encon os que supo a am a pon e Mabey Compac 200. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 24 Figu a 2.28 Encon os em be ão a mado (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa BERD) A mon agem da Mabey Compac 200 oi ealizada po 25 mili a es da Companhia de Pon es do Regimen o de Engenha ia nº1 do Exé ci o Po uguês (Jo nal de No ícias, 2016). Figu a 2.29 Mon agem da pon e Mabey Compac 200 (Fo os gen ilmen e o necidas pela emp esa BERD) A ins alação des a pon e mili a pe mi iu es abelece uma ligação en e a es ada nacional 111 e au oes ada 14. A mesma ealizou-se a a és da ci culação al e nada de ânsi o, com ecu so a semá o os e a uma elocidade máxima de 20 km po ho a (Jo nal de No ícias, 2016). Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 25 Figu a 2.30 Deslizamen o da Pon e Mabey Compac 200 a é a posição inal (Jo nal de No ícias, 2016) 2.3.2. PONTE BAILEY APLICADA NO EQUADOR O Equado , à semelhança de ou os países da Amé ica do Sul e Cen al, em sen ido os e ei os das al e ações climá icas, nomeadamen e, as deco en es do enómeno “El Ninõ”. Es e ipo de enómenos p o oca danos em in aes u u as, en e as quais, as pon es. Assim, uma das soluções u ilizadas em sido a ins alação de pon es p o isó ias com o obje i o de es abelece a ligação en e cidades. Um caso ecen e da aplicação de uma pon e p o isó ia deco eu na A ahualpa, um can ão do Equado , localizado na p o íncia de El O o. A sua ins alação su ge quando a cidade é í ima de chu as de g ande in ensidade. Es as p o oca am es agos de g ande magni ude, designadamen e, deslizamen o de e as (mais de 50) e dani icações de um iadu o (El Uni e so, 2016) (El Teleg a o, 2016). Figu a 2.31 Deslizamen o de e as na es ada (Radio Eli e, 2016) Os eículos que se localiza am em A ahualpa e que inham o obje i o de chega ao can ão izinho, eco iam a á ias es adas demo ando quase uma ho a de iagem, o que não sucedia an es des a si uação. Pe an e es e cená io, su ge como solução a pon e Bailey, si uada sob e o io Pal o, com um comp imen o de 23 me os. Es a pon e p o isó ia pe mi e a ligação en e dois can ões, Za uma e A ahualpa, e possibili a uma edução de empo na iagem (El Teleg a o, 2016) (PP El Ve dade o, 2016). Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 26 Figu a 2.32 Mon agem da pon e Bailey (A) (El Teleg a o, 2016) e pos e io men e a passagem de um eículo sob e a pon e (B) (PP El Ve dade o, 2016) 2.3.3. PONTE DSB APLICADA NA SUÍÇA Em 2015, a Suíça oi al o de o es empes ades (chu as o enciais) que o igina am alguns danos, pa icula men e, deslizamen o de e a e des uição de es adas, pon es e “ ubulações” no município de Scuol. Uma das medidas omadas pelas Fo ças Amadas Suíças, ace aos danos p o ocados, oi a implan ação de uma pon e p o isó ia, com o obje i o de es abelece a ligação en e a cidade e a á ea mais ampla de Lowe Engadine. A pon e p o isó ia emp egue oi a DSB (D y Suppo B idge), com um ão de 40 me os, sendo ins alada po oi os homens em 90 minu os, o que ai de encon o ao já expos o no pon o 2.2.2.1. Tal como oi e e ido, as pon es p o isó ias êm um pe íodo de u ilização mais cu o do que o das pon es de ini i as. Assim, es a pon e pe maneceu no local du an e seis meses a é à in aes u u a se econs uída, pe mi indo a ci culação de eículos no amen e. A pon e DSB, cons uída pela WFEL oi adicionada ao equipamen o do Exé ci o suíço em 2011 (WFEL, 2015) (Associa ion o he Uni ed S a es A my, 2015). Figu a 2.33 Pon e DSB aplicada na Suíça (WFEL, 2015) (Associa ion o he Uni ed S a es A my, 2015) A B Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 27 2.3.4.PONTE ACROW 700XS APLICADA NOS ESTADOS UNIDOS A pon e Ac ow 700XS su giu como solução empo á ia quando a pon e eliçada “Skagi Ri e B idge” so eu um colapso (Ac ow B idge, 2015). Es a oi cons uída em 1955 em Washing on, e pe mi e a ligação en e Moun Ve non e Bu ling on. An es da sua deg adação, a pon e possuía um ão de 339 me os, uma la gu a de 22 me os e possibili a a a passagem de ap oximadamen e 71 000 eículos ao longo do dia (Wikipedia, 2015). Figu a 2.34 Pon e Skagi an es do colapso (A) (Wikipedia, 2015) e depois do colapso (B) (Vancou e Sun, 2013) Em 2013, um eículo pesado de dimensões supe io es às pe mi idas emba eu nas eliças da es u u a e p o ocou a queda de uma pa e da pon e, o que o iginou a queda de alguns eículos e pessoas ao io. Es e aciden e não p o ocou mo es, po ém o iginou um conges ionamen o de á ego (Na ional T anspo a ion Sa e y Boa d, 2014). Figu a 2.35 O eiculo pesado que causou o colapso da pon e (Na ional T anspo a ion Sa e y Boa d, 2014) e a pa e do eículo dani icada pela es u u a (Fede al Highway Adminis a ion, 2014) A B Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 28 A solução pa a es e cená io oi a implan ação de uma pon e p o isó ia denominada de Ac ow 700XS, como salien ado an e io men e. A WSDOT (Washing on S a e Depa men o T anspo a ion) concedeu à emp esa de cons ução A kinson o p oje o da pon e (Cla k Cons uc ion, 2013). Es a iniciou os seus abalhos da seguin e o ma (Cla k Cons uc ion, 2013):  Remo eu os des oços p o enien es da pon e e eículos do io Skagi ;  Conse ou os danos p o ocados nas eliças da pon e;  Ins alou a pon e p o isó ia. No caso em es udo, a solução passou po se coloca duas pon es p o isó ias Ac ow 700XS lado a lado, cada uma com um sen ido di e en e, de comp imen o igual a 48,8 me os e uma la gu a igual a 9,3 me os (Ac ow B idge, 2015). Es as pon es o am pa imen adas e equipadas com sinais de limi ação de elocidade (Cla k Cons uc ion, 2013). A ins alação das Ac ow 700XS oi concluída em menos de um mês (Ac ow B idge, 2015). Figu a 2.36 Pon es p o isó ias Ac ow 700XS (Ac ow B idge, 2015) Es as duas es u u as p o isó ias o am u ilizadas a é à es u u a pe manen e es a cons uída e se mo ida pa a o local de inido (Ac ow B idge, 2015). Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 29 2.3.5. PONTE LSB APLICADA NA SUÍÇA Em 2011, as condições me eo ológicas que se mani es a am na egião de Be nese e Valais, na Suíça, causa am um cená io de as ado . A Figu a 2.37 ap esen a alguns dos inciden es p o ocados pelo empo al, designadamen e, deslizamen os de e a e ansbo do de ios (Mabey, 2016g). Figu a 2.37 Realização de ope ações de limpeza (Swiss A med Fo ces, 2011) Pe o do município de Kande g und, oi localizada uma pon e a e ada pelas chu adas, o que condicionou o acesso a odos os que a u iliza am. A solução encon ada pela Swiss A my Ca as ophe In e en ion Fo ce – a unidade especializada pa a es e ipo de e en os - oi a ins alação de uma pon e do ipo Logis ic Suppo B idging (LSB), sendo que, an es da sua colocação o nou-se impe a i o limpa os danos p o ocados pelos ios e ab i ias de acesso. A sua mon agem oi execu ada com auxilio de um na iz de lançamen o. Es e na iz oi ligado à en e da es u u a, endo sido essencial, no deco e do seu lançamen o, o uso de con apesos na mesma. Quando a pon e chegou ao des ino, o am u ilizados macacos hid áulicos com o obje i o de a baixa . De menciona que, es a mon agem oi e e uada po in e soldados com o obje i o de coloca a pon e ope acional o mais ápido possí el. Ao im de qua o dias, a cons ução da pon e p o isó ia oi inalizada (Mabey, 2016g). Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 30 Figu a 2.38 Mon agem da pon e LSB (A) (Mabey, 2016g) (B) (Swiss A med Fo ces, 2012) A pon e LSB u ilizada ap esen a a um ão de 39,6 me os, uma la gu a de 4,2 me os e uma capacidade de ca ga igual a MLC40 (Swiss A med Fo ces, 2012). Figu a 2.39 A pon e LSB na posição inal (Swiss A med Fo ces, 2011) A pon e p o isó ia oi colocada pa a uma u ilização p e is a de 18 meses, o empo es imado pa a o a anjo de uma solução pe manen e (Mabey, 2016g). A B Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 31 3 CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO 3.1. INTRODUÇÃO Como oi e e ido no capí ulo 1, a p incipal inalidade des a disse ação é a conceção e o dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica des inada a ins ci is e mili a es. Pa a que es e obje i o seja exequí el, o capí ulo 3 ap esen a um p é-dimensionamen o baseado em alguns documen os no ma i os e écnicos, nomeadamen e Eu ocódigos, T ila e al Design and Tes Code, STANAG 2021 e AASHTO. Os Eu ocódigos consis em num conjun o de no mas eu opeias (EN) que se em de guia pa a o dimensionamen o de á ios ipos de es u u as com di e en es ma e iais. Nes e abalho, os Eu ocódigos de u ilizados i ão se o Eu ocódigo 0 (Bases pa a o p oje o), algumas pa es do Eu ocódigo 1 (Ações em es u u as) e o Eu ocódigo 3 (P oje o de es u u as de aço) (LNEC, 2016). O T ila e al Design and Tes Code consis e num código u ilizado pa a o dimensionamen o e ensaio de pon es p o isó ias. No caso p esen e, es e documen o con ém alguns aspe os impo an es aplicá eis à pon e em es udo, como pa âme os de p oje o, ações especi icas, combinações de ações e e i icações da segu ança (Ho nbeck e al., 2005). O STANAG 2021 é um documen o no ma i o, desen ol ido pela NATO, que de ine a classi icação de ca ga mili a (MLC) aplicá el a pon es, ba cos e eículos (STANAG 2021, 2006). Es a classi icação i á se de e as impo an e nes e es udo, uma ez que as pon es p o isó ias passa am a es a alocadas a um núme o de classe de ca ga mili a . A AASHTO B idge Design Speci ica ions, designado po Ame ican Associa ion o S a e Highway and T anspo a ion O icials, é um documen o no ma i o des inado à concepção, a aliação e eabili ação de pon es. As especi icações des a no ma u ilizam a me odologia LRFD (Load and Resis ence Fac o Design) que se baseia na aplicação de a o es desen ol idos a pa i do conhecimen o es a ís ico a ual de ca gas e desempenho es u u al. Es e documen o dispõe ainda de alguns concei os ele an es pa a a pon e em e idência, como ações especi icas e combinações de ações (AASHTO, 2012). Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 38 3.2.3.4. Ca gas de T á ego Rodo iá io  Eu ocódigo 1 (EC1) – Pa e 2 (EN 1991-2, 2003) O EC1 – pa e 2 de ine qua o modelos de ca ga (LM) pa a o dimensionamen o de pon es odo iá ias, pedonais e e o iá ias. O modelo de ca ga 1 (LM1) consis e na aplicação de dois ipos de ca ga, ca gas concen adas (Qik) e ca gas uni o memen e dis ibuídas (qik). Es as ca gas ep esen am uma g ande pa e do e ei o de á ego de ca os e camiões. O LM1 de e se usado em e i icações globais e locais. Figu a 3.4 Ilus ação do modelo de ca ga 1 (LM1) (Adap ado do EN 1991-2, 2003) Os a o es αQi e αqi são u ilizados pa a ajus a o alo da sob eca ga ace aos á ios cená ios de á ego. Os alo es des es a o es podem se o necidos pelo Anexo Nacional, mas na sua ausência o EC1 ecomenda que es es sejam iguais a 1,0. Os alo es das ca gas concen adas e uni o memen e dis ibuídas encon am-se explici ados no Quad o 3.6. Quad o 3.6 Valo es ca ac e ís icos do modelo de ca ga 1 (LM1) (Adap ado do EN 1991-2, 2003) Localização Ca gas concen adas Ca gas uni o memen e dis ibuídas Ca ga po eixo - 𝑄𝑖𝑘 (𝑘𝑁) 𝑞𝑖𝑘 (𝑘𝑁/𝑚2) Via núme o 1 300 9 Via núme o 2 200 2,5 Via núme o 3 100 2,5 Ou as ias 0 2,5 Res an e á ea (𝑞𝑟𝑘) 0 2,5 O modelo de ca ga 2 (LM2) esul a da aplicação de duas ca gas concen adas (Qak) num só eixo em qualque pa e da ia, sendo que o alo de cada uma delas é igual a 200 kN. Tal como o modelo de ca ga 1, es as duas ca gas concen adas são ajus adas po um a o , nomeadamen e βQ. O alo des e a o pode se o necido pelo Anexo Nacional, mas na sua ausência o EC1 ecomenda que es e seja igual a αQi. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 39 Figu a 3.5 Ilus ação do modelo de ca ga 2 (LM2) (EN 1991-2, 2003) Es e modelo de ca ga ambém pe mi e a aplicação de apenas uma ca ga concen ada e e en e a uma oda, mas só quando se e i ique que es e é condicionan e. O modelo de ca ga 3 (LM3) aplica-se a eículos de anspo e especial com ca gas não co en es, como po exemplo os eículos de anspo e come cial. Es e modelo é usado pa a e i icações locais e globais. Na hipó ese de ausência de modelos de inidos pelo Anexo Nacional, o EC1 ap esen a modelos básicos pa a eículos especiais que podem se ambém u ilizados. Es es modelos básicos de eículos especiais pa a pon es p o isó ias encon am-se no Anexo A do EC1. Figu a 3.6 Ilus ação do modelo de ca ga 3 (LM3) (Adap ado de EN 1991-2, 2003) x di eção do eixo x a) 100 a 200 kN linhas de eixo b) 240 kN linhas de eixo Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 40 O modelo de ca ga 4 (LM4) consis e na aplicação de uma ca ga dis ibuída aplicada a oda a la gu a da pon e. Es a ca ga dis ibuída oma o alo de 5 kN/m2 e ep esen a a sob eca ga de uma mul idão a passa pela pon e. Es e modelo é emp egue em e i icações globais.  AASHTO (AASHTO, 2012) Em 1931, é publicado a p imei a edição do documen o AASHTO’s S anda d Speci ica ion o Highway Design. Nes a edição são expos os alguns modelos de ca ga de camiões, em pa icula o modelo de ca ga do camião H20. Alguns anos mais a de, um no o modelo de ca ga dos camiões su ge numa no a edição do documen o AASHTO, o modelo camião semi- eboque HS20-44 (Highway Semi- aile ) (Kulicki, 2006). Es e modelo consis ia na aplicação de dois ipos de ca ga, a ca ga do camião e a ca ga da ia. Em elação à ca ga do camião, es a e a compos a po ês eixos, um eixo de 35,6 kN e dois eixos de 142,3 kN. No que espei a à ca ga de ia, es a consis ia numa ca ga uni o memen e dis ibuída ao longo da ia com o alo de 9,3 kN/m (Cal ans, 2004). En e os anos 70 e 80, e i icou-se um aumen o de olume e peso do a ego de camiões. Pe an e es e cená io su ge como solução ou o modelo de ca ga, o HS25. À semelhança do modelo de ca ga HS20, es e modelo ap esen a ês ipos de ca ga, designadamen e a ca ga do camião, a ca ga andem e a ca ga da ia. Ge almen e, os alo es do modelo de ca ga HS25 são 25% supe io es aos alo es do modelo de ca ga HS20, no en an o es a aplicação a ia de es ado pa a es ado no USA (Kulicki, 2006). O documen o AASHTO 2012 ap esen a um modelo de ca ga denominado po HL–93 (Highway Loading). Es e modelo é semelhan e ao modelo HS20, di e indo apenas nas combinações aplicadas à es u u a. Em elação às combinações, o modelo HS20 aplica uma das duas ca gas e e idas an e io men e à es u u a, enquan o que o modelo HL-93 ap esen a dois ipos de combinações, designadas po combinação 1 (Ca ga do Camião e Ca ga da Via) e combinação 2 (Ca ga Tandem e Ca ga da Via) (Kulicki, 2006). Salien a-se a necessidade da ealização de um es udo às duas combinações com o p opósi o de a alia a combinação mais des a o á el ap esen ada pela no ma (AASHTO, 2012). Seguidamen e exibem-se as ca gas do camião, ca ga da ia e ca ga andem do modelo de ca ga HL-93. Ca ga do Camião A ca ga do camião HL-93 na no ma AASHTO possui 6 ca gas concen adas a as adas po 4,3 me os e de 4,3 me os a 9,1 me os longi udinalmen e e po 1,8 me os ans e salmen e. Es as ca ac e ís icas do camião- ipo encon am-se ilus adas na Figu a 3.7. Figu a 3.7 Ilus ação da ca ga e das dimensões do camião HS20-44 (Adap ada de AASHTO, 2012) Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 41 Ca ga da ia A ca ga da ia expos a na no ma AASHTO consis e numa ca ga uni o memen e dis ibuída com o alo de 9,3 kN/m na di eção longi udinal, como se obse a na Figu a 3.8. T ans e salmen e, es a ca ga é uni o memen e dis ibuída ao longo dos 3 me os, assumindo assim o alo de 3,1 kN/m2 em oda a ia. Figu a 3.8 Ca ga da ia segundo a no ma AASHTO, em pe il longi udinal Ca ga Tandem A ca ga Tandem ap esen ada na no ma AASHTO de i a da aplicação de qua o ca gas concen adas com o alo de 55,65 kN, a as adas 1,2 me os longi udinalmen e e 1,8 me os ans e salmen e. dispos as segundo a Figu a 3.9. Figu a 3.9 Ilus ação da ca ga Tandem em pe il longi udinal (à esque da) e em plan a (à di ei a) A menciona que à Ca ga do Camião e à Ca ga Tandem, de e se aplicado um a o de ampli icação dinâmica. Es e é de e minado segundo a seguin e exp essão: 𝑓𝑎𝑡𝑜𝑟=1+𝐼𝑀 100 (3.2) Em que: 𝐼𝑀 é quan i icado dos e ei os dinâmicos (%), alo o necido no Quad o 3.7. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 42 Quad o 3.7 Quan i icação dos e ei os dinâmicos (Adap ado de AASHTO, 2012) Componen e IM Jun as do abulei o – Todos os es ados limi e 75% Ou os Componen es:  Es ado limi e da adiga e o u a  Ou os es ados limi e 15% 33% Es a no ma ambém conside a o Quad o 3.8 pa a o caso de múl ipla p esença de ca gas nas ias. Quad o 3.8 Fa o es de múl ipla p esença (Adap ado de AASHTO, 2012) Núme o de ias ca egadas Fa o de múl ipla p esença 1 1,20 2 1,00 3 0,85 >3 0,65  STANAG 2021 (STANAG 2021, 2006) O documen o STANAG 2021, desen ol ido pela NATO, classi ica as á ias ca gas mili a es de pon es, ba caças e eículos. Es a classi icação conside a 32 classes de eículo (MLC) em que 16 são eículos de laga a ( acked ehicles) e os es an es são eículos de odas (wheeled ehicles). Es e documen o ap esen a as ca ac e ís icas das 32 classes de eículos, designadamen e al u a do cen o de g a idade, supe ície la e al de incidência do en o, al u a do cen o de p essão, en e ou os.  T ila e al Design and Tes Code (Ho nbeck e al., 2005) Tal como o documen o STANAG 2021, o documen o T ila e al Design and Tes Code ambém ap esen a as 32 classes de eículos (MLC). 3.2.3.5. Fo ça de enagem  Eu ocódigo 1 (EC1) – Pa e 2 (EN 1991-2, 2003) A o ça da enagem (𝑄𝑙𝑘) é uma o ça longi udinal que a ua ao ní el do pa imen o da aixa de odagem da pon e odo iá ia. O alo des a o ça é uma pe cen agem do máximo alo das ca gas e icais do modelo de ca ga (LM1) aplicado na ia núme o 1. Des e modo, es a o ça é quan i icada pela seguin e exp essão do EC1: 𝑄𝑙𝑘 =0,6×𝛼𝑄1×(2×𝑄1𝑘)+0,10×𝛼𝑞1×𝑞1𝑘×𝑤1×𝐿 (3.3) Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 43 Em que: 𝛼𝑄1 𝑒 𝛼𝑞1 são a o es de ajus amen o aplicados ao modelo de ca ga 1 (LM1) na ia núme o 1. Na ausência de alo es o necidos pelo Anexo nacional, o EC1 ecomenda que es es alo es sejam iguais a 1; 𝑄1𝑘 é o alo ca ac e ís ico da ca ga concen ada do modelo de ca ga (LM1) na ia núme o 1; 𝑞1𝑘 é o alo ca ac e ís ico da ca ga uni o memen e dis ibuída do modelo de ca ga (LM1) na ia núme o 1; 𝑤1 é a la gu a da ia da pon e odo iá ia; 𝐿 é o comp imen o do abulei o ou pa e desse comp imen o. Realça-se que o alo ca ac e ís ico da o ça de enagem (𝑄𝑙𝑘) de e si ua -se en e 180𝛼𝑄1 𝑘𝑁 e 900 𝑘𝑁. 𝑄1𝑘 =180+2,7×𝐿 0≤𝐿≤1,2 𝑄1𝑘 =360+2,7×𝐿 𝐿>1,2 (3.4) (3.5)  AASHTO (AASHTO, 2012) Segundo a no ma AASHTO, a o ça de enagem é uma o ça ho izon al que a ua na di eção longi udinal da pon e. O seu alo de e se o maio dos qua os casos que se seguem abaixo. o Caso 1 – 25% da Ca ga do Camião; o Caso 2 – 25% da Ca ga Tandem; o Caso 3 – 5% da (Ca ga do Camião + Ca ga da Via); o Caso 4 – 5% da (Ca ga Tandem + Ca ga da Via). Como já de idamen e ei e ado no pon o 3.2.2.4, a pon e pode con e mais que uma ia, en ão a no ma AASHTO conside a a o ça de enagem a ua em odas as ias. Pa a o caso de o p oje is a al e a a di eção de uma das ias na pon e, a no ma conside a a o ça de enagem a ua em odas as ias em simul âneo. Salien a-se que a es a o ça de e se ac escida um a o de múl ipla p esença.  T ila e al Design and Tes Code (Ho nbeck e al., 2005) A o ça de enagem é uma o ça ho izon al que a ua ao ní el do pa imen o, na di eção longi udinal. Es a ação é quan i icada a a és do p odu o en e a ca ga do eículo e o a o de enagem. No caso de eículos de laga as, es e documen o conside a uma o ça ho izon al na di eção ans e sal que com empla o e ei o de des io. Es a é a e ida a a és do p odu o en e 0,1 e a ca ga do eículo ( o ças de enagem e o ças des iadas não são incluídas). Quad o 3.9 Fa o es de enagem (Adap ado de Ho nbeck e al., 2005) Núme o de eículos na pon e Fa o de enagem 1 0,65 2 0,90 3 1,15 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 44 3.2.3.6. Ven o  Eu ocódigo 1 (EC1) – Pa e 1-4 A o ça da ação do en o (𝐹𝑤) é quan i icada a a és da seguin e exp essão: 𝐹𝑤=𝑐𝑠𝑐𝑑×𝑐𝑓×𝑞𝑝(𝑧)×𝐴𝑟𝑒𝑓 (3.6) Em que: 𝑐𝑠𝑐𝑑 é o coe icien e es u u al; 𝑐𝑓 é o coe icien e de o ça ela i o à cons ução ou elemen o de cons ução; 𝑞𝑝(𝑧) é a p essão dinâmica de pico; 𝐴𝑟𝑒𝑓 é a á ea de e e ência da cons ução ou elemen o de cons ução. o Coe icien e es u u al (𝑐𝑠𝑐𝑑) No caso de a pon e de e um ão in e io a 125 m, es a ica dispensa de uma analise dinâmica. Des a manei a, o coe icien e es u u al (𝑐𝑠𝑐𝑑) pode se conside ado igual a 1,0. o Coe icien e de o ma (𝑐𝑓) e á ea de e e ência (𝐴𝑟𝑒𝑓) Em elação ao coe icien e de o ma (𝑐𝑓), a no ma ap esen a exp essões di e en es que pa a o caso de es u u as eliçadas, que pa a o caso de pon es. No que diz espei o a es u u as eliçadas, o coe icien e de o ma (𝑐𝑓) é ob ido pela seguin e ó mula: 𝑐𝑓=𝑐𝑓,0×Ψ𝜆 (3.7) Em que: 𝑐𝑓,0 é o coe icien e de o ça pa a es u u as eliçadas sem e ei os de ex emidade; Ψ𝜆 é o coe icien e de e ei os de ex emidade. O alo do coe icien e de o ça é de e minado endo em con a o índice de cheios (𝜑) e o núme o de Reynolds (Re). A pon e em es udo i á conside a pe is de seção angulosa, des e modo se á só necessá io a e i o índice de cheios (𝜑). O índice de cheios (𝜑) é calculado pela seguin e exp essão: 𝜑=𝐴 𝐴𝑐 (3.8) Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 45 Em que: 𝐴 é a soma das á eas das p ojeções no plano da ace, pe pendicula a esse plano, de odos os elemen os e chapas de gousse da ace (𝐴=∑𝑏𝑖×𝑙𝑖𝑖 +∑𝐴𝑔𝑘𝑘); 𝐴𝑐 é a á ea limi ada pelo con o no da ace em p ojeção no mal à mesma (=𝑑 𝑙). 𝑏𝑖,𝑙𝑖 é a la gu a e comp imen o do elemen o i (ap esen ado na Figu a 3.10), p oje ado pe pendicula men e à ace; 𝐴𝑔𝑘 é a á ea da chapa de gousse k. Figu a 3.10 Es u u a eliçada (EN 1991-1-4, 2010) A á ea de e e ência (𝐴𝑟𝑒𝑓) nas es u u as eliçadas é de e minada segundo a exp essão: 𝐴𝑟𝑒𝑓=𝐴 (3.9) Uma ez de e minado índice de cheios (𝜑), o EC1 pe mi e e i a o alo do coe icien e de o ça pa a es u u as eliças (plano e espacial) sem e ei os de ex emidade (𝑐𝑓,0), a a és de duas igu as, nomeadamen e a Figu a 3.11 e Figu a 3.12. Figu a 3.11 Coe icien e de o ça (C𝑓0) pa a uma es u u a eliçada plana cons i uída po pe is de seção angulosa, em unção do índice de cheios (φ) (EN 1991-1-4, 2010) Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 46 Figu a 3.12 Coe icien e de o ça (C𝑓0) pa a uma es u u a eliçada espacial cons i uída po pe is de seção angulosa, em unção do índice de cheios (φ) (EN 1991-1-4, 2010) O alo do coe icien e de e ei os de ex emidade (Ψ𝜆), é calculado em unção da esbel eza (𝜆) e do índice de cheios (𝜑), a a és da Figu a 3.13. Figu a 3.13 Valo es indica i os do coe icien e de e ei os de ex emidade (Ψ𝜆) em unção do índice de cheios (φ) e da esbel eza (λ) (EN 1991-1-4, 2010) No que se e e e à esbel eza (𝜆), a no ma ap esen a o Quad o 3.10 que elaciona o seu alo com as dimensões da cons ução e da sua posição. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 47 Quad o 3.10 Valo es da esbel eza (λ) ecomendados pa a cilind os, elemen os com seção poligonal (incluindo a e angula ), pe is com a es as i as e es u u as eliçadas (EN 1991-1-4, 2010) Em elação ao índice de cheios (𝜑), o EC1 quan i ica es e alo a a és da seguin e exp essão: 𝜑=𝐴 𝐴𝑐 (3.10) Em que: 𝐴 é a soma das á eas p oje adas dos elemen os, isí el na Figu a 3.14; 𝐴𝑐 é a á ea limi ada pelo con o no ex e io (𝐴𝑐=𝑙×𝑏), isí el na Figu a 3.14. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 54 A elocidade do en o (𝑣𝑏) é de inida em unção da di eção do en o e da época do ano a uma al u a de 10 m acima da supe ície de um e eno da ca ego ia II. A sua exp essão é: 𝑣𝑏=𝑐𝑑𝑖𝑟×𝑐𝑠𝑒𝑎𝑠𝑜𝑛×𝑣𝑏,0 (3.22) Em que: 𝑐𝑑𝑖𝑟 é o coe icien e de di eção. Es e alo pode se o necido pelo Anexo Nacional. O alo ecomendado pelo EC1 é 1,0; 𝑐𝑠𝑒𝑎𝑠𝑜𝑛 é o coe icien e de sazão. Es e alo pode se o necido pelo Anexo Nacional. O alo ecomendado pelo EC1 é 1,0; 𝑣𝑏,0 é o alo ca ac e ís ico da elocidade média do en o e e ida a pe íodos de 10 minu os, independen emen e da di eção do en o e da época do ano, a uma al u a de 10 me os acima do ní el do solo em e eno do ipo campo abe o, com ege ação as ei a, al como e a, e obs áculos isolados com sepa ações en e si de, pelo menos, 20 ezes a sua al u a. Na quan i icação do alo básico da elocidade de e e ência do en o (𝑣𝑏,0) conside a-se o País di ididos em duas zonas di e en es, designadamen e zona A e zona B. A zona B co esponde aos a quipélagos dos Aço es e da Madei a e as egiões do con inen e si uadas numa aixa cos ei a com 5 km de la gu a ou a al i udes supe io es a 600 m. Po ou o lado, a zona A ab ange a gene alidade do e i ó io, com exceção das egiões pe encen es à zona B. Quad o 3.14 Valo básico da elocidade de e e ência do en o (EN 1991-1-4, 2010) Zona 𝑣𝑏,0[m/s] A 27 B 30 A segunda exp essão da p essão dinâmica de pico (𝑞𝑝) é de e minada da seguin e manei a: 𝑞𝑝(𝑧)=𝑐𝑒(𝑧)×𝑞𝑏 (3.23) Em que: 𝑐𝑒(𝑧) é o coe icien e de exposição; 𝑞𝑏 é a p essão dinâmica de e e ência. O coe icien e de exposição é de e minado g a icamen e a a és da Figu a 3.20. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 55 Figu a 3.20 Rep esen ação do coe icien e de exposição (𝑐𝑒(𝑧)) pa a 𝑐𝑜=1,0 e 𝑘1=1,0 (EN 1991-1-4, 2010) A p essão dinâmica de e e ência (𝑞𝑏) é dada pela seguin e exp essão: 𝑞𝑏=1 2×𝜌×𝑣𝑏2 (3.24)  AASHTO (AASHTO, 2012) A no ma AASHTO quan i ica a ação do en o ho izon al, na es u u a e no eículo, e a ação do en o e ical. o Ação do en o ho izon al na es u u a A ação do en o a ua em oda a á ea da es u u a a ele expos a como uma o ça uni o memen e dis ibuída. O alo da sua elocidade base de p oje o (𝑉𝐵) é igual a 44,7 m/s. No en an o, a no ma de ine uma exp essão pa a o calculo da elocidade de p oje o do en o (𝑉𝐷𝑍), no caso de pon es ou pa es de pon es e ba ei as de som com uma al u a supe io a 9,14 me os acima do ní el da água ou do baixo e eno. A ó mula mencionada é: 𝑉𝐷𝑍=2,5×𝑉0×(𝑉30 𝑉𝐵)×ln(𝑍 𝑍0) (3.25) Em que: 𝑉0 é a elocidade de a i o, uma ca a e ís ica me eo ológica do en o. O seu alo é o necido no Quad o 3.15; 𝑉30 é a elocidade do en o a uma al u a de 9,14 me os acima do ní el da água ou do baixo e eno; 𝑉𝐵 é a elocidade base de p oje o do en o a uma al u a de 9,14 me os; 𝑍 é al u a da es u u a medida acima do ní el da água ou do baixo e eno; 𝑍0 é o comp imen o de a i o a a ingido a mon an e, uma ca a e ís ica me eo ológica do en o. O seu alo é o necido no Quad o 3.15; Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 56 Quad o 3.15 Ca ego ias e pa âme os de e eno (Adap ada de AASHTO,2012) Ca ego ia de e eno 𝑉0 [m/s] 𝑍0 [m] Campo – Te eno com obs áculos dispe sos, ge almen e in e io es a 9,14 me os. Es a ca ego ia inclui um e eno plano e pas agens. 3,67 0,07 Subú bios – Á eas u banas e subu banas, a bo izadas ou ou os e enos com nume osos obs áculos pe o uns dos ou os, que êm o amanho de habi ações uni amilia es ou supe io es. A aplicação des a ca ego ia de e se limi ada às á eas em que o e eno p e alece, no mínimo 457,2 me os, no sen ido do en o. 4,87 1,00 Cidade – Cen os das g andes cidades, com pelo menos 50% de edi ícios a uma al u a supe io a 21,3 me os. A aplicação des a ca ego ia de e se limi ada às á eas em que e eno p e alece, no mínimo 804,7 me os, no sen ido do en o. Es a ca ego ia de e conside a e ei os de a unilamen o, que esul am de um aumen o da p essão do en o, de ido à localização da es u u a, na sequência de es u u as adjacen es. 5,36 2,50 Na ausência de especi icações na no ma, a p essão do en o nas es u u as é conside ada uma ação ho izon al. A p essão do en o em p oje o (𝑃𝐷) é es imada a pa i da exp essão: 𝑃𝐷=𝑃𝐵×(𝑉𝐷𝑍 𝑉𝐵)2 (3.26) Em que: 𝑃𝐵 é a p essão base do en o, alo o necido no Quad o 3.16. Quad o 3.16 P essão base do en o (𝑃𝐵) de aco do com a elocidade base do en o igual a 44,7 m/s (Adap ado de AASHTO, 2012) Componen es da supe es u u a 𝑃𝐵 na di eção do en o (kPa) (Ba la en o) 𝑃𝐵 na di eção con á ia à do en o (kPa) (So a en o) T eliças, pila es e a cos 2,394 1,197 Vigas 2,394 - G andes supe ícies planas 1,915 - É impo an e ealça que nas eliças, pila es e a cos, a ação do en o não de e se in e io a 4,38 kN/m no p imei o plano e 2,19 kN/m no segundo plano (e ei o de somb eamen o). No caso das igas e das g andes supe ícies planas, o alo mínimo da ação do en o é igual a 4,38 kN/m. Quando não é especi icada a di eção da p essão do en o, a no ma AASHTO ap esen a o Quad o 3.17, com os á ios ângulos que es a ação pode assumi . O ângulo é medido a a és de uma pe pendicula ao eixo longi udinal da es u u a. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 57 Quad o 3.17 P essão base do en o (𝑃𝐵) pa a os á ios ângulos de aco do com a elocidade base do en o igual a 44,7 m/s (Adap ado de AASHTO,2012) Ângulo da ação do en o (g aus) T eliças, pila es e a cos Vigas T ans e sal Longi udinal T ans e sal Longi udinal 0° 3,591 0,000 2,394 0,000 15° 3,352 0,575 2,107 0,287 30° 3,112 1,341 1,963 0,575 45° 2,250 1,963 1,580 0,766 60° 1,149 2,394 0,814 0,910 As di eções da p essão do en o, ans e sal e longi udinal, aplicam-se em simul âneo na es u u a. No caso de igas e laje de uma pon e com um ão in e io a 38,1 me os e com uma al u a de 9,14 me os acima do ní el da água ou do baixo e eno, a p esen e no ma conside a os alo es de 2,394 kPa e 0,575 kPa pa a p essão do en o ans e sal e longi udinal, espe i amen e. Na subs u u a, as o ças longi udinais e ans e sais de em se calculadas com uma p essão base do en o igual a 1,915 kPa. o Ação do en o ho izon al no eículo Na p esença de eículos, a ação da p essão do en o (𝐹) é ap esen ada com uma o ça em mo imen o com o alo de 1,459 kN/m. Es a o ça é aplicada a 1,83 me os acima do abulei o, na di eção pe pendicula ao eixo longi udinal da es ada, como se e i ica na Figu a 3.21. Es a ação a ua em conjun o com a ação do en o na es u u a. Figu a 3.21 Ação da p essão do en o no eículo (Adap ada de And é, 2016) Se a o ça não o pe pendicula à es u u a, a AASHTO ap esen a o Quad o 3.18 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 58 Quad o 3.18 Componen es da ação do en o (Adap ado de AASHTO,2012) Ângulo (g aus) Componen e pe pendicula (𝑘𝑁/𝑚) Componen e pa alela (𝑘𝑁/𝑚) 0° 1,459 0,000 15° 1,284 0,175 30° 1,196 0,350 45° 0,963 0,467 60° 0,496 0,554 No caso de igas e laje de uma pon e com um ão in e io a 38,1 me os e com uma al u a supe io a 9,14 me os acima do ní el da água ou do baixo e eno, a p esen e no ma conside a os alo es de 1,459 kN/m e 0,584 kN/m pa a p essão do en o ans e sal e longi udinal, espe i amen e. o Ação do en o e ical Na ausência de in o mação sob e a ins abilidade ae oelás ica da es u u a, a no ma quan i ica a ação do en o e ical a a és do p odu o en e a o ça ascenden e do en o (0,958 kPa) e a la gu a do abulei o (incluí passeios e gua da-co pos). Assim, a AASHTO conside a es a ação como uma ca ga longi udinal na es u u a. É impo an e salien a que es a ação só en a em duas combinações de ações, nomeadamen e S eng h II e Se ice IV.  T ila e al Design and Tes Code (Ho nbeck e al., 2005) Nes e documen o são exibidos os alo es da elocidade e p essão do en o que a uam nas pon es p o isó ias, du an e as á ias ases de dimensionamen o. A p essão do en o é quan i icada em unção elocidade do en o (𝑣), a a és da seguin e exp essão (Ho nbeck e al., 2005): 𝑤𝑝=0,613×𝑣2 (3.27) Quad o 3.19 Velocidade e p essão do en o (Adap ada de Ho nbeck e al., 2005) Fase de dimensionamen o Velocidade do en o – 𝑣(𝑚/𝑠) P essão do en o – 𝑊𝑝(𝑘𝑁/𝑚2) Cons ução/Lançamen o 15 0,138 Se iço ( en o a uando sob e a pon e e eículos) 20 0,245 Se iço ( en o a uando sob e a pon e) 30 0,552 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 59 3.2.3.7. Ne e e gelo O Eu ocódigo 1 (EC1) Pa e 1-3 não possui in o mações ela i amen e às ações da ne e e gelo nas pon es (EN 1991-1-3, 2009). A no ma AASHTO não conside a as acumulações da ne e na supe es u u a da pon e (AASHTO, 2012). O documen o T ila e al Design and Tes Code de ine um alo da ca ga pa a es as ações, designadamen e 0,37 kN/m2, sendo aplicada aplicada uni o memen e sob e oda a pon e. Na quan i icação des a ação, a ne e e o gelo acumulado sob e os eículos é desp ezá el. A aplicação des a ação na es u u a só de e á se ida em con a se a sua ca ga o supe io à ca ga da lama, se isso não acon ece a ca ga a conside a de e á se a da lama (Ho nbeck e al., 2005). 3.2.3.8. Lama Segundo o documen o T ila e al Design and Tes Code, a ação da lama é aplicada na á ea de aixa de odagem com um alo de 0,75 kN/m2. Nas ope ações de mon agem da pon e é desp ezado o e ei o da lama, uma ez que se conside a a limpeza do abulei o, con udo, se es a limpeza não o ga an ida é necessá io conside a uma pe cen agem da ca ga de 10 a 25%. A es a ação de e se mul iplicado um a o de impac o que se encon a no Quad o 3.20. Tal como a ne e e o gelo, a quan i icação des a ação desp eza a lama acumulada no eículo (Ho nbeck e al., 2005). Quad o 3.20 Fa o es ampli icado es de impac o (Adap ada de Ho nbeck e al., 2005) Localização Momen os le o es e de o mações Es o ço T ans e so In e io da pon e 1,15 - Rampas de acesso 1,20 1,20 Es es a o es de ampli icação de impac o são aplicados às ca gas es á icas pa a elocidades a é 25 km/h. 3.2.3.9. Tempe a u a e ambien e  T ila e al Design and Tes Code (Ho nbeck e al., 2005) O T ila e al Design and Tes Code p essupõe a ação da empe a u a e humidade, e i icando as ensões esul an es e a deg adação a longo p azo da pon e de ido ao e ei o da empe a u a (Ho nbeck e al., 2005).  Eu ocódigo 1 (EC1) – pa e 1-5 (EN 1991-1-5, 2009) O Eu ocódigo 1 (EC1) – pa e 1-5, conside a as ações é micas nas pon es. Es as ações é micas são a aliadas a a és das componen es da a iação uni o me e di e encial de empe a u a. Na quan i icação das ações é micas no abulei o, as pon es são ag upadas em 3 ca ego ias di e en es: o Tipo 1 – Tabulei os de aço; o Tipo 2 – Tabulei os mis os aço-be ão; o Tipo 3 – Tabulei os de be ão. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 60 As a iações uni o mes de empe a u a a uam axialmen e p o ocando uma a iação de comp imen o do abulei o. Es a al e ação do comp imen o acon ece sem qualque p oblema nas es u u as isos á icos, mas no caso de es u u as hipe es á icas exis em impedimen os a essa de o mação, o que p oduz es o ços na es u u a. Os dois cená ios que podem exis i no e ei o da empe a u a são a con ação máxima e a dila ação máxima na es u u a. A con ação máxima é de e minada segundo a seguin e exp essão: ∆𝑇𝑁,𝑐𝑜𝑛𝑡 =𝑇0−𝑇𝑒,𝑚𝑖𝑛 (3.28) Em que: ∆𝑇𝑁,𝑐𝑜𝑛𝑡 é o alo da ampli ude de con ação máxima da componen e da a iação uni o me da empe a u a; 𝑇0 é a empe a u a inicial da pon e, alo expos o no Anexo A do Eu ocódigo; 𝑇𝑒,𝑚𝑖𝑛 é a componen e da a iação uni o me da empe a u a mínima. A dila ação máxima é a e ida a pa i do seguin e: ∆𝑇𝑁,𝑒𝑥𝑝=𝑇𝑒,𝑚𝑎𝑥−𝑇0 (3.29) Em que: ∆𝑇𝑁,𝑒𝑥𝑝 é o alo da ampli ude de dila ação máxima da componen e da a iação uni o me da empe a u a; 𝑇𝑒,𝑚𝑎𝑥 é a componen e da a iação uni o me da empe a u a máxima. A a iação di e encial de empe a u a a ua e icalmen e na pon e e es a a iação consis e no aquecimen o e a e ecimen o da supe ície supe io do abulei o, num de e minado in e alo de empo. O aquecimen o p o oca alo es máximos posi i os dessa a iação di e encial (supe ície supe io mais quen e), em oposição ao a e ecimen o p o oca alo es máximos nega i os (supe ície in e io mais quen e) dessa a iação di e encial. O EC1 es abelece duas abo dagens, nomeadamen e a abo dagem 1 (Componen e linea e ical) e a abo dagem 2 (Componen es e icais da a iação di e encial de empe a u a com e ei os não linea es). No capí ulo p esen e só se á ei a e e ência à abo dagem 1. Pos o is o, na abo dagem a e ela u iliza-se uma componen e linea equi alen e da a iação di e encial de empe a u a pa a ∆𝑇𝑀,𝐻𝑒𝑎𝑡 e ∆𝑇𝑀,𝐶𝑜𝑜𝑙 de manei a a conside a o e ei o das a iações di e enciais de empe a u a. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 61 Quad o 3.21 Valo es ecomendados da componen e linea da a iação di e encial de empe a u a pa a di e en es ipos de abulei o de pon es odo iá ias, pedonais e e o iá ias (EN 1991-1-5, 2009) Tipo de abulei o Face supe io mais quen e do que a ace in e io Face in e io mais quen e do que a ace supe io ∆𝑇𝑀,𝑏𝑒𝑎𝑡(°𝐶) ∆𝑇𝑀,𝑐𝑜𝑜𝑙(°𝐶) Tipo 1: Tabulei o de aço 18 13 Tipo 2: Tabulei o mis o aço-be ão 15 18 Tipo 3: Tabulei o de be ão: - iga em caixão -laje igada -laje 10 15 15 5 8 8 No caso de simul aneidade das a iações (uni o me e di e encial) de empe a u a, de e conside a -se as duas exp essões e escolhe a que conduz ao e ei o mais des a o á el. Es as são: ∆𝑇𝑀,ℎ𝑒𝑎𝑡(𝑜𝑢 ∆𝑇𝑀,𝑐𝑜𝑜𝑙)+ 𝜔𝑁∆𝑇𝑁,𝑒𝑥𝑝(𝑜𝑢 ∆𝑇𝑁,𝑐𝑜𝑛) 𝜔𝑀∆𝑇𝑀,ℎ𝑒𝑎𝑡(𝑜𝑢 ∆𝑇𝑀,𝑐𝑜𝑜𝑙)+ ∆𝑇𝑁,𝑒𝑥𝑝(𝑜𝑢 ∆𝑇𝑁,𝑐𝑜𝑛) (3.30) (3.31) Em que: 𝜔𝑁 é o a o de edução da componen e da a iação uni o me de empe a u a pa a a combinação com a componen e da a iação di e encial de empe a u a. Es e alo pode se o necido pelo Anexo Nacional. O alo ecomendado pelo EC1 é 0,35; 𝜔𝑀 é o a o de edução da componen e da a iação di e encial de empe a u a pa a a combinação com a componen e da a iação uni o me de empe a u a. Es e alo pode se o necido pelo Anexo Nacional. O alo ecomendado pelo EC1 é 0,75.  AASHTO (AASHTO, 2012) A empe a u a uni o me pode se ob ida segundo dois mé odos. Como a pon e em es udo é me álica, o p ocedimen o mais adequado é o A. As a iações de empe a u a ap esen am-se de inidas no Quad o 3.22. As de o mações é micas são de e minadas com base na di e ença en e os limi es supe io es ou in e io es e a empe a u a base de cons ução. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 62 Quad o 3.22 Va iação das empe a u as no p ocedimen o A (Adap ada em AASHTO, 2012) Clima Aço ou alumínio Be ão Madei a Mode ado 0°𝐶 𝑎 49°𝐶 −12°𝐶 𝑎 27°𝐶 −12°𝐶 𝑎 24°𝐶 F io −34°𝐶 𝑎 49°𝐶 0°𝐶 𝑎 27°𝐶 0°𝐶 𝑎 24°𝐶 A empe a u a mais baixa consis e na empe a u a mínima do ma e ial (𝑇𝑀𝑖𝑛𝐷𝑒𝑠𝑖𝑔𝑛), sendo que a empe a u a mais ele ada cons i ui a empe a u a máxima do ma e ial (𝑇𝑀𝑎𝑥𝐷𝑒𝑠𝑖𝑔𝑛). ∆𝑇=𝛼×𝐿×(𝑇𝑀𝑎𝑥𝐷𝑒𝑠𝑖𝑔𝑛−𝑇𝑀𝑖𝑛𝐷𝑒𝑠𝑖𝑔𝑛) (3.32) Em que: 𝛼 é o coe icien e é mico da dila ação; 𝐿 é o comp imen o da dila ação. Pa a a aplicação a empe a u a di e encial na es u u a, a no ma AASHTO di ide os Es ados Unidos em di e en es zonas, isí el na Figu a 3.22. Figu a 3.22 Di e en es zonas do Es ados Unidos (AASHTO, 2012) Os alo es das empe a u as posi i as nas zonas são especi icados pa a as á ias condições da supe ície do abulei o, Quad o 3.23. Já no que espei a aos alo es das empe a u as nega i as, no Quad o 3.23, de em se mul iplicados po 0,30 no caso de abulei os de be ão e 0,20 no caso de abulei os com ecob imen o em as al o. O alo da empe a u a T3 de e se conside ado igual a -18°C, a menos que um es udo especi ico de e mine o seu alo . Es e alo não pode excede os -15°C. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 63 Quad o 3.23 Tempe a u a di e encial base (Adap ada em AASHTO, 2012) Zona 𝑇1(°𝐶) 𝑇2(°𝐶) 1 12 -10 2 8 -11 3 5 -12 4 -3 -13 A Figu a 3.23 ap esen a a empe a u a di e encial e ical em es u u as me álicas e de be ão. A dimensão A da Figu a 3.23 pode se igual a 0,3 me os pa a es u u as me álicas. Figu a 3.23 Tempe a u a di e encial e ical pa a es u u as me álicas e de be ão (Adap ado de AASHTO, 2012) 3.2.4. COMBINAÇÃO DE AÇÕES As combinações das ações pe manen es com as ações a iá eis desc i as no pon o 3.2.3 ão pe mi i o dimensionamen o e análise da es u u a que se explici a no capí ulo 4. 3.2.4.1. Fase de cons ução, lançamen o e ecolha O documen o T ila e al Design and Tes Code aplica a mesma combinação a es as ês ases. 𝑃𝐸𝑑 =𝐶𝑃+𝑉+𝐿/𝑁 (3.33) Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 70 Rela i amen e à ensão de con ac o, o documen o pe mi e a e i icação a a és da seguin e condição: 𝜎𝐸𝑑≤𝑓𝑢 1,5×1,33 ou 𝜎𝐸𝑑 ≤𝑓𝑦𝑑 (3.49) Em que: 𝜎𝐸𝑑 é a ensão de con ac o a uan e, de e minada a a és da exp essão 3.47. No caso de encu adu a dos elemen os da es u u a, o documen o T ila e al Design Tes and Code aplica a condição indicada de seguida pa a e i ica a sua esis ência: 𝜎𝐸𝑑≤𝜎𝑏 1,5 (3.50) Em que: 𝜎𝐸𝑑 é a ensão axial a uan e, de e minada a a és da exp essão 3.47; 𝜎𝑏 é a ensão limi e de encu adu a. Pa a a de e minação da ensão limi e de encu adu a oi usado o seguin e c i é io: 𝜎𝑏=𝐹 𝐴 (3.51) Em que: 𝐹 é a máxima o ça e ical ou o ça c i ica; 𝐴 é a secção ans e sal do pe il. A máxima o ça e ical é de e minada pela seguin e exp essão: 𝐹=𝜋2×𝐸×𝐼 (𝐾×𝐿)2 (3.52) Em que: 𝐸 é o módulo de Elas icidade; 𝐼 é o momen o de iné cia da secção; 𝐿 é o comp imen o da ba a; 𝐾 é o a o aplicado ao comp imen o da ba a. O seu alo depende das condições de apoio da ba a. No caso de as duas ex emidades da ba a se em li es à o ação, o alo de k é igual a 1, caso con á io o alo de k é igual a 0,5. Se uma das ex emidades pe mi i a o ação e a ou a ex emidade não, k é igual a 0,7071. Po im, k pode se igual a 2 se uma das ex emidades o ixa e a ou a ex emidade pe mi i uma mo imen ação la e al (consola). Segundo o documen o T ila e al Design and Tes Code, a de o mação não se encon a limi ada, mas de e se conside ada quando in luencia a dis ibuição da ca ga, is o é, quando a e a o ajus e ou alinhamen o da pon e (ou comp ome e a sua mon agem) e no uso do equipamen o. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 71 3.2.5.3. Ve i icação da es u u a em se iço de aco do com o Eu ocódigo 3 Na e i icação da esis ência dos elemen os da es u u a são emp egues as combinações do Es ado Limi e de U ilização (ULS), mas quando se e i ica a de o mada de e-se aplica as combinações do Es ado Limi e de U ilização (SLS). A esis ência da secção ans e sal à ação pode se de e minada de aco do com a exp essão 6.5 e 6.6 do Eu ocódigo 3. A condição que se ap esen a a segui é a elação en e essas duas exp essões do Eu ocódigo 3. 𝑁𝐸𝑑 𝑁𝑡,𝑟𝑑≤1,0⇔𝑁𝐸𝑑 ≤𝐴×𝑓𝑦 𝛾𝑀0 (3.53) Em que: 𝑁𝐸𝑑 é o alo de cálculo do es o ço no mal a uan e; 𝑁𝑡,𝑟𝑑 é o alo de cálculo do es o ço no mal esis en e de ação; 𝐴 é á ea de uma secção ans e sal; 𝑓𝑦 é ensão de cedência; 𝛾𝑀0 é coe icien e pa cial de segu ança pa a a esis ência de secções ans e sais de qualque classe. A esis ência da secção ans e sal ao es o ço ans e so é quan i icada pelo cálculo plás ico e pelo cálculo elás ico. No caso de cálculo plás ico, o es o ço ans e so é de e minado segundo as exp essões 6.17 e 6.18 do Eu ocódigo 3. A condição que se expõe seguidamen e é a elação en e essas duas exp essões p esen es no Eu ocódigo 3. 𝑉𝐸𝑑 𝑉𝑐,𝑅𝑑 ≤1,0⇔𝑉𝐸𝑑 ≤𝐴𝑣×𝑓𝑦 𝛾𝑀0×√3 (3.54) Em que: 𝑉𝐸𝑑 é o alo de cálculo do es o ço ans e so a uan e; 𝑉𝑐,𝑅𝑑 é o alo de cálculo do es o ço ans e so esis en e; 𝐴𝑣 é a á ea esis en e ao es o ço ans e so. No caso do cálculo elás ico, a esis ência da secção é e i icada a a és da exp essão 6.19 do Eu ocódigo 3, sendo es a: 𝜏𝐸𝑑 𝑓𝑦/(√3×𝛾𝑀0)≤1,0⇔𝑉𝐸𝑑×𝑆 𝐼×𝑡 ≤𝑓𝑦 √3×𝛾𝑀0 (3.55) Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 72 Em que: 𝜏𝐸𝑑 é a ensão angencial; 𝑆 é o momen o es á ico, ela i amen e ao eixo p incipal da secção, da pa e da secção ans e sal si uada en e o pon o conside ado e a on ei a da secção; 𝐼 é o momen o de iné cia da o alidade da secção ans e sal; 𝑡 é a espessu a da secção no pon o conside ado. As exp essões 6.61 e 6.62 do Eu ocódigo 3 pe mi em e i ica a esis ência dos elemen os uni o mes em lexão compos a com comp essão à encu adu a. No en an o es as ambém pe mi em a e i icação da esis ência dos elemen os uni o mes comp imidos e da esis ência dos elemen os uni o mes em lexão. Des a manei a, as ó mulas são: 𝑁𝐸𝑑 𝜒𝑦×𝑁𝑅𝑘 𝛾𝑀1 +𝑘𝑦𝑦×𝑀𝑦,𝐸𝑑+∆𝑀𝑦,𝐸𝑑 𝜒𝐿𝑇×𝑀𝑦,𝑅𝑘 𝛾𝑀1 +𝑘𝑦𝑧×𝑀𝑧,𝐸𝑑+∆𝑀𝑧,𝐸𝑑 𝑀𝑧,𝑅𝑘 𝛾𝑀1 ≤1,0 𝑁𝐸𝑑 𝜒𝑧×𝑁𝑅𝑘 𝛾𝑀1 +𝑘𝑧𝑦×𝑀𝑦,𝐸𝑑+∆𝑀𝑦,𝐸𝑑 𝜒𝐿𝑇×𝑀𝑦,𝑅𝑘 𝛾𝑀1 +𝑘𝑧𝑧×𝑀𝑧,𝐸𝑑+∆𝑀𝑧,𝐸𝑑 𝑀𝑧,𝑅𝑘 𝛾𝑀1 ≤1,0 (3.56) (3.57) Em que: 𝑁𝐸𝑑,𝑀𝑦,𝐸𝑑 𝑒 𝑀𝑧,𝐸𝑑 são os alo es de cálculo do es o ço de comp essão e dos momen os máximos no elemen o, espe i amen e, em elação aos eixos y-y e z-z; ∆𝑀𝑦,𝐸𝑑 𝑒 ∆𝑀𝑧,𝐸𝑑 são os momen os de idos ao deslocamen o do eixo neu o; 𝜒𝑦 𝑒 𝜒𝑧 são os coe icien es de edução de idos à encu adu a po lexão; 𝜒𝐿𝑇 é o coe icien e de edução pa a a encu adu a la e al; 𝑘𝑦𝑦,𝑘𝑦𝑧,𝑘𝑧𝑦,𝑘𝑧𝑧 são os a o es de in e ação. Em elação à de o mação, o Eu ocódigo 3 ap esen a um limi e de de o mação máxima e ical pa a es u u as do ipo edi ícios. Como a es u u a abo dada é uma pon e com aplicação de ca gas odo iá ias, es e limi e não é o mais adequado. Pa a es a no ma, aplicou-se o limi e de de o mação máxima e ical ap esen ado na no ma AASHTO, sendo es e dado pela seguin e exp essão: 𝛿𝑚á𝑥=𝑙 800 (3.58) Po in e p e ação da no ma, pude conclui que pa a o limi e de de o mação de inido acima de e ia aplica só as ca gas odo iá ias a a és da combinação equen e. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 73 3.2.5.4. Ve i icação da es u u a em se iço de aco do com o AASHTO A esis ência do elemen o à ação pode se de e minada de aco do com a seguin e condição: 𝑃𝑢≤𝑃𝑟 (3.59) Em que: 𝑃𝑢 é o alo de cálculo do es o ço de ação a uan e; 𝑃𝑟 é o alo de cálculo do es o ço de ação esis en e. A exp essão do es o ço de ação esis en e é quan i icada segundo duas exp essões da no ma AASHTO, pa icula men e a 6.8.2.1-1 e a 6.8.2.1-2. O alo do es o ço de ação esis en e de e se o meno es imado a pa i das seguin es exp essões: 𝑃𝑟=∅𝑦×𝑃𝑛𝑦=∅𝑦×𝐹𝑦×𝐴𝑔 𝑃𝑟=∅𝑢×𝑃𝑛𝑢=∅𝑢×𝐹𝑢×𝐴𝑛×𝑈 (3.60) (3.61) Em que: ∅𝑦 é o a o esis en e pa a elemen os acionados em cedência, alo igual a 0,95; 𝑃𝑛𝑦 é o alo de cálculo da ação de ação nominal de cedência na secção b u a; 𝐹𝑦 é a ensão mínima de cedência; 𝐴𝑔 é a secção b u a do elemen o; ∅𝑢 é o a o esis en e pa a elemen os acionados em o u a, alo igual a 0,8; 𝑃𝑛𝑢 é o alo de cálculo da ação da ação de ação nominal de o u a na secção ú il; 𝐹𝑢 é a ensão mínima de esis ência; 𝐴𝑛 é a secção ú il do elemen o; 𝑈 é o a o de edução. A esis ência do elemen o ao es o ço ans e so é ob ida a a és da exp essão 6.10.9.1-1 da no ma AASHTO. A condição e e ida é: 𝑉𝑢≤∅𝑐×𝑉𝑛 (3.62) Em que: 𝑉𝑢 é o alo de cálculo do es o ço ans e so a uan e; ∅𝑐 é o a o esis en e ao es o ço ans e so, alo igual a 1,0; 𝑉𝑛 é o alo de cálculo do es o ço ans e so esis en e. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 74 Pa a as almas sem e o ço ans e so, a esis ência ao es o ço ans e so é quan i icada, endo em conside ação ês exp essões da AASHTO, nomeadamen e 6.10.9.2-1, 6.10.9.3-1 e 6.10.9.2-2. A o mulação que se e idencia a segui é a elação en e essas ês exp essões da AASHTO. 𝑉𝑛=𝑉𝑐𝑟 =𝐶×𝑉𝑝=𝐶×0,58×𝐹𝑦𝑤×𝐷×𝑡𝑤 (3.63) Em que: 𝑉𝑐𝑟 é o alo de cálculo da esis ência do es o ço ans e so – encu adu a; 𝐶 é o ácio en e a esis ência da encu adu a ao es o ço ans e so e a esis ência de cedência do es o ço ans e so; 𝑉𝑝 é o alo de cálculo do es o ço ans e so plás ico; 𝐹𝑦𝑤 é a ensão mínima de cedência da alma; 𝐷 é a al u a da alma; 𝑡𝑤 é espessu a da alma. Pa a as almas in e io es com e o ço ans e so, a esis ência ao es o ço ans e so é es imada a a és de duas exp essões da AASHTO, designadamen e 6.10.9.3.2-2 e 6.10.9.3.2-8. No caso de 2×𝐷×𝑡𝑤 (𝑏𝑓𝑐×𝑡𝑓𝑐+𝑏𝑓𝑡×𝑡𝑓𝑡)≤2,5, a ó mula do es o ço ans e so esis en e é (𝑉𝑛)é a seguin e: 𝑉𝑛=𝑉𝑝× [ 𝐶+0,87×(1−𝐶) √1+(𝑑0 𝐷)2 ] (3.64) Caso con á io, a exp essão do es o ço ans e so esis en e é (𝑉𝑛) a aplica é: 𝑉𝑛=𝑉𝑝× [ 𝐶+ 0,87×(1−𝐶) √1+(𝑑0 𝐷)2+𝑑0 𝐷 ] (3.65) Em que: 𝑏𝑓𝑐 é a la gu a o al do banzo comp imido; 𝑡𝑓𝑐 é a espessu a do banzo comp imido; 𝑏𝑓𝑡 é a la gu a o al do banzo acionado; 𝑡𝑓𝑡 é a espessu a do banzo acionado; 𝑑0 é espaçamen o do e o ço ans e so. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 75 A ó mula pa a a e i icação da esis ência dos elemen os à encu adu a po lexão é ap esen ada a a és da seguin e exp essão: 𝑃𝑢<∅×𝑃𝑛 (3.66) Em que: 𝑃𝑢 é o alo de cálculo do es o ço de axial a uan e; 𝑃𝑛 é alo de cálculo do es o ço esis en e à comp essão. No caso de 𝑃𝑒 𝑃𝑜≥0,44, ao alo do es o ço ans e so é de e minado pela exp essão 6.9.4.1.1-1 na no ma AASHTO, que é: 𝑃𝑛=[0,658(𝑃𝑒 𝑃𝑜)]×𝑃𝑜 (3.67) Po oposição, a no ma AASHTO ap esen a a exp essão e 6.9.4.1.1-2: 𝑃𝑛=0,877×𝑃𝑒 (3.68) Em que: 𝑃𝑒 é o es o ço c i ico elás ico esis en e à encu adu a; 𝑃𝑜 é o es o ço esis en e de cedência nominal equi alen e. O es o ço esis en e de cedência nominal (𝑃𝑜) é calculado pela seguin e ó mula: 𝑃𝑜=𝑄×𝐹𝑦×𝐴𝑔 (3.69) Em que: 𝑄 é o a o de edução de esbel eza A esis ência à encu adu a po lexão é de e minado segundo a exp essão 6.9.4.1.2-1 da no ma AASHTO. A exp essão é a seguin e: 𝑃𝑒=𝜋2×𝐸 (𝐾×𝑙 𝑟𝑠)2×𝐴𝑔 (3.70) Em que: 𝐾 é a o do comp imen o e e i o no plano da encu adu a; 𝑙 é comp imen o no plano da encu adu a; 𝑟𝑠 é aio de gi ação em elação ao eixo pe pendicula ao plano da encu adu a. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 76 Tal como já oi e e ido ( e pon o 3.2.5.3), o limi e de de o mação máxima e ical apa ece de inido na no ma AASHTO com a seguin e exp essão: 𝛿𝑚á𝑥=𝑙 800 (3.71) Pa a es e limi e de de o mação, a no ma AASHTO conside a só a aplicação de ca gas odo iá ias. Sendo assim, cheguei à conclusão que a combinação a conside a na e i icação da de o mação de e ia se a Se ice II. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 77 4 CASO DE ESTUDO 4.1. INTRODUÇÃO O capí ulo 4 ap esen a uma pon e me álica p o isó ia com um ão de 80 me os cujo obje i o é dimensiona- la de aco do com a legislação em igo . Numa p imei a ase, é idealizada en ão, a es u u a a a és de uma modelação num p og ama de cálculo. Numa segunda ase, são quan i icadas as ações desc i as no subcapí ulo 3.2.3 e, pos e io men e, es as são combinadas de aco do com o documen o écnico ou no ma i o u ilizado. Po im, o subcapí ulo 4.4 analisa oda a es u u a a a és de dois es udos. O p imei o es udo consis e na aplicação e análise dos á ios documen os écnicos e no ma i os abo dados nes e abalho. O segundo es udo analisa a ele ância da aplicação do p é-es o ço o gânico (OPS). 4.2. MODELAÇÃO Uma das di iculdades en en adas pelos engenhei os consis e na de e minação de es o ços ins alados na es u u a a dimensiona . Como solução, su gi am alguns p og amas de cálculo au omá ico, nomeadamen e ROBOT, SAP, ANSYS, en e ou os, que pe mi em a ealização de uma modelação da es u u a e uma análise es u u al. No caso de es udo, op o pelo p og ama ROBOT. A a és do p og ama de cálculo au omá ico ROBOT, oi possí el elabo a um modelo 3D da pon e p o isó ia me álica. O p incipal obje i o des e modelo é desc e e o compo amen o da es u u a ace às ações aplicadas. No en an o, é de salien a que o modelo é só uma ep esen ação da es u u a e não a ealidade. As p óximas 4 igu as ap esen am as á ias p ojeções do modelo 3D da pon e p o isó ia. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 78 Figu a 4.1 Alçado la e al do modelo da pon e p o isó ia me álica Figu a 4.2 Alçado pos e io do modelo da pon e p o isó ia me álica Figu a 4.3 Vis a supe io do modelo da pon e p o isó ia me álica Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 79 Figu a 4.4 Vis a em 3D do modelo da pon e p o isó ia me álica 4.3. QUANTIFICAÇÃO DE AÇÕES No capí ulo 3, o am ap esen adas odas as ações, a se em conside adas, no dimensionamen o da pon e p o isó ia me álica. Es e subcapí ulo ai consis i na quan i icação das mesmas, a a és dos mé odos ap esen ados pelos documen os no ma i os e écnicos. 4.3.1. QUANTIFICAÇÃO DO PESO PRÓPRIO O peso p óp io da pon e me álica consis e no peso de odos os elemen os que a cons i uem. A es e peso incluiu-se ainda o peso das ligações a a és de um coe icien e de majo ação com o alo igual a 1,15. A ação do peso p óp io pode se de e minada anali icamen e, a a és do peso especí ico do elemen o e da sua á ea ou a a és do p og ama de cálculo, ROBOT. No caso de se calculado anali icamen e, o alo do peso do aço é igual a 77 𝑘𝑁/𝑚3. 4.3.2. QUANTIFICAÇÃO DO REVESTIMENTO No p esen e caso, conside ou-se que o abulei o i ia se e es ido po um ma e ial de peso eduzido e ácil colocação. O ma e ial aplicado na pon e o am painéis ex udidos de alumínio. O sis ema de mon agem dos painéis ex udidos é do ipo “pe siana” en ol endo a colocação de guinchos e placas PTFE. Os guinchos localizam-se no lado opos o à posição dos painéis e as placas PTFE localizam-se em cima das co das supe io es da pon e (ilus ado na Figu a 4.5). Resumindo, o p ocesso de mon agem consis e em encaixa os painéis en e si e puxá-los a a és dos guinchos, enquan o as placas PTFE pe mi em o deslizamen o dos painéis sob e elas. O alo do peso des es painéis é igual a 0,6 kN/m2. Con udo, a es e peso incluiu-se ainda o peso de ligações e acessó ios a a és de um coe icien e de majo ação igual a 1,25. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 86 Ba as com uma secção de 300x300 𝑚𝑚2 →1,29 ×0,30=0,39 𝑘𝑁/𝑚 Ba as com uma secção de 100x100 𝑚𝑚2 →1,29×0,10=0,19 𝑘𝑁/𝑚 (4.37) (4.38) O alo esul an e da ca ga do en o na di eção z é igual a 77,01 kN. 4.3.6.2. Segundo a AASHTO À semelhança do pon o 4.3.6.1, es a no ma eque algumas conside ações pa a quan i ica es a ação, ais como:  Ca ego ia de e eno: Cidade;  A elocidade do en o a uma al u a de 9,14 me os acima do ní el da água ou do baixo e eno (𝑉30) igual a 44,7 m/s;  A al u a da es u u a medida a 9,14 me os acima do ní el da água ou do baixo e eno (𝑍) igual a 30 me os. A ação do en o ho izon al na es u u a é de e minada com base nas seguin es exp essões: 𝑉𝐷𝑍=2,5×5,36×(44,7 44,7)×ln(30 2,50)=33,3 𝑚/𝑠 𝑃𝐷=2,394×(33,3 44,7)2=1,33 𝑘𝑃𝑎 (4.39) (4.40) Es a p essão é aplicada em ba as ho izon ais e diagonais de cada plano, no sen ido ans e sal. No en an o, a ação do en o nas ba as de e e um mínimo de 4,38 kN/m, no 1º plano, e 2,19 kN/m, no 2º plano. Ba as com uma secção de 300x300 𝑚𝑚2 →1,33 ×0,30=0,40 𝑘𝑁/𝑚<4,38 𝑘𝑁/𝑚 Ba as com uma secção de 180x180 𝑚𝑚2 →1,33×0,18=0,24 𝑘𝑁/𝑚<4,38 𝑘𝑁/𝑚 (4.41) (4.42) Rela i amen e à ação do en o na di eção y, es a é aplicada em ba as ho izon ais, e icais e diagonais, no sen ido longi udinal. Es a ação em o alo mínimo de 4,38 kN/m. Ba as com uma secção de 300x300 𝑚𝑚2 →1,33 ×0,30=0,40 𝑘𝑁/𝑚<4,38 𝑘𝑁/𝑚 Ba as com uma secção de 180x180 𝑚𝑚2 →1,33×0,18=0,24 𝑘𝑁/𝑚<4,38 𝑘𝑁/𝑚 Ba as com uma secção de diâme o 30 𝑚𝑚 → 1,33×0,03=0,24 𝑘𝑁/𝑚<4,38 𝑘𝑁/𝑚 (4.43) (4.44) (4.45) Os alo es esul an es da ca ga do en o na di eção x e y são iguais a 2058,28 kN e 138,76 kN, espe i amen e. Em elação à ação do en o ho izon al no eículo, a no ma ap esen a o alo de 1,459 kN/m, aplicado, segundo a Figu a 3.21, na ca ga camião e na ca ga andem. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 87 Ca ga camião → 1,459×13,4=19,55 𝑘𝑁 Ca ga andem → 1,459×1,20=1,75 𝑘𝑁 (4.46) (4.47) Os alo es esul an es da ação do en o na ca ga camião e na ca ga andem são iguais a 19,55 kN e 1,75 kN, espe i amen e. A ação do en o e ical na es u u a é de e minada em unção da p essão e a la gu a do abulei o. No p esen e caso, a aixa odagem é igual a 5 me os. 0,958×5=4,79 𝑘𝑁/𝑚 (4.48) Es a ação é aplicada na di eção z, no sen ido ascenden e e descenden e de cada ba a. O alo esul an e da ca ga do en o na di eção z é igual a 359,25 kN. 4.3.6.3. Segundo o T ila e al Design and Tes Code Es e documen o écnico ap esen a um quad o (Quad o 3.19) com a p essão do en o em unção da sua elocidade. Es a p essão ai se aplicada nos elemen os da pon e e no eículo ipo. Em elação à ação do en o na pon e, no sen ido ans e sal: Ba as com uma secção de 300x300 𝑚𝑚2 → 0,552×0,30=0,17 𝑘𝑁/𝑚 Ba as com uma secção de 180x180 𝑚𝑚2 →0,552×0,18=0,099 𝑘𝑁/𝑚 (4.49) (4.50) Rela i amen e à ação do en o na pon e, no sen ido longi udinal: Ba as com uma secção de 100x100 𝑚𝑚2 → 0,552×0,10=0,055 𝑘𝑁/𝑚 Ba as com uma secção de 300x300 𝑚𝑚2 →0,552×0,30= 0,17 𝑘𝑁/𝑚 Ba as com uma secção de diâme o 30 𝑚𝑚 → 0,552×0,03=0,017 𝑘𝑁/𝑚 (4.51) (4.52) (4.53) Os alo es esul an es da ca ga do en o na di eção x e y são iguais a 41,16 kN e 2,81 kN, espe i amen e. Es a ação ambém é aplicada no eículo ipo, MLC120: MLC 120 → 0,245×(13,11×4,00)=12,85 𝑘𝑁 (4.54) O alo esul an e da ca ga do en o aplicada no eículo ipo MLC 120 é igual a 12,85 kN. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 88 4.3.7. QUANTIFICAÇÃO DO GELO, NEVE E LAMA De aco do com o documen o T ila e al Design and Tes Code, só uma des as duas ações é aplicada na es u u a. Des a manei a, a ação que de e se aplicada é a da lama, dado que, o seu alo é supe io ao alo da ação do gelo e da ne e. A es a ação oi ainda aplicada um a o de impac o de inido no Quad o 3.20. O alo esul an e da ca ga da lama é igual a 281,25 kN. 4.3.8. QUANTIFICAÇÃO DA TEMPERATURA O e ei o da ação da empe a u a de e se conside ado, uma ez que, as a iações de empe a u a podem p o oca a al e ação de olume do ma e ial e, po consequência, o igina no os es o ços na es u u a. Po ém, a pon e em es udo é uma es u u a isos á ica, is o signi ica que, as suas condições de apoio pe mi em que a es u u a se de o me li emen e sem ge a no os es o ços. Po es e mo i o, es a ação não se á quan i icada. 4.4. ANÁLISE ESTRUTURAL Após a modelação da pon e no p og ama de cálculo, oi necessá io de ini as seções e o ipo de ma e ial a dispo em cada um dos elemen os da pon e. No p esen e caso de es udo, as secções de inidas são iguais as secções do modelo de uma pon e me álica p o isó ia com p é-es o ço o gânico (OPS), ilus ado na Figu a 4.11 e na Figu a 4.12. O es udo des a pon e p o isó ia com OPS é ap esen ado na disse ação do engenhei o An ónio And é (And é, 2016). Os pon os 4.4.2, 4.4.3 e 4.4.4 ap esen am uma análise es u u al de aco do com os documen os no ma i os e écnicos explo ados no capí ulo 3. Nes e es udo, op ou-se po um aço do ipo S355. Rela i amen e ao subcapí ulo 4.4.5, ap esen a-se ou a análise es u u al, com o obje i o de compa a o peso e a de o mação do caso em es udo, ao peso e à de o mação de uma pon e em que é aplicado p é-es o ço o gânico (OPS). Nes e pon o op ou-se po um aço do ipo S460, uma ez que, a pon e em que é aplicado o OPS em esse ipo de ma e ial. É impo an e e e i que, nes e subcapí ulo, não oi e e uada nenhuma análise não linea geomé ica ou de adiga à es u u a. Figu a 4.11 Modelo da pon e p o isó ia com OPS com a iden i icação das secções (And é, 2016) Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 89 4.4.1. IDENTIFICAÇÃO DAS SECÇÕES 4.4.1.1. IPE A Figu a 4.13 ap esen a a secção do pe il IPE 300 aplicado na pon e me álica p o isó ia com a iden i icação das suas dimensões. Figu a 4.13 Pe il do ipo IPE 300 com a iden i icação das suas dimensões 4.4.1.2. PRS O modelo da pon e me álica p o isó ia u iliza qua o pe is do ipo PRS (pe is econs i uídos soldados), designados po PRS_ch6_180x180, PRS_ch8_300x300, PRS_ch12_150x150 e PRS_ch18_300x300. Pa a uma melho in e p e ação, a Figu a 4.14 ap esen a um pe il ipo PRS com a iden i icação de odas as dimensões a a és de le as e o Quad o 4.1 elaciona odos as le as com as dimensões de cada pe il PRS u ilizado na pon e. Figu a 4.12 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 90 Figu a 4.14 Pe il do ipo PRS com a iden i icação das suas dimensões Quad o 4.1 Dimensões dos di e en es pe is do ipo PRS PRS b (mm) w (mm) (mm) hw (mm) PRS_ch6_180x180 180 6 6 168 PRS_ch8_300x300 300 8 8 284 PRS_ch12_150x150 150 12 12 126 PRS _ch18_300x300 300 18 18 264 As chapas aplicadas nes es pe is econs i uídos soldados são laminadas a quen e e encon am-se expos as num ca álogo da emp esa J. Soa es Co eia. Salien a-se ainda que, as mesmas es ão de aco do com as no mas EN 10025, EN 10051, NP EN 10029 EN 10204 (Co eia, 2016). 4.4.1.3. SHS O pe il SHS ambém é u ilizado na pon e me álica p o isó ia e, al como o IPE 300, só é aplicado um pe il des e ipo. A Figu a 4.15 ilus a a secção do pe il e iden i ica as suas dimensões. Figu a 4.15 Pe il do ipo SHS_100x100x8 com a iden i icação das suas dimensões Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 91 4.4.1.4. Pe il ci cula Tal como os pe is an e io es, o pe il ci cula é aplicado na pon e me álica p o isó ia. A Figu a 4.16 ap esen a a secção e iden i ica a dimensão do seu diâme o. Figu a 4.16 Pe il do ipo Phi_30 com a iden i icação das suas dimensões 4.4.2. VERIFICAÇÃO DA ESTRUTURA DE ACORDO COM O EUROCÓDIGO 3 O p og ama de cálculo ROBOT pe mi e e i ica a esis ência de odos os elemen os da pon e, segundo o documen o no ma i o Eu ocódigo 3, mas, an es de se inicia es a análise, é necessá io combina odas as ações do pon o 4.3. No Anexo II, ap esen am-se odas as combinações elacionadas com o es ado limi e úl imo (ULS) e o es ado limi e de u ilização (SLS). Pa a a e i icação da esis ência das secções, são aplicadas as combinações de es ado limi e úl imo (ULS), mas, pa a a e i icação da de o mação são u ilizadas as combinações de es ado limi e de u ilização (SLS). A Figu a 4.17 ilus a o modelo da pon e me álica p o isó ia com alguns elemen os ep esen ados pela co ama ela. Esses elemen os co espondem àqueles que não e i icam a segu ança em elação ao es ado limi e úl imo (ULS). Figu a 4.17 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 De seguida, é elabo ado um es udo mais po meno izado de odos os ipos de secções u ilizados na es u u a, com o p incipal obje i o de en ende o mo i o pelo qual es es pe is não e i icam. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 92 4.4.2.1. IPE O pe il do ipo IPE 300, de inido na pon e p o isó ia com OPS, e i ica a segu ança. Con udo, exis e a possibilidade o imiza es a solução u ilizando um pe il menos esis en e ( ácio in e io a 1). 4.4.2.2. PRS Segundo o p og ama de cálculo ROBOT e, de aco do com o documen o no ma i o Eu ocódigo 3, o pe il PRS_ch6_180x180 não alida 12 elemen os, isí el na Figu a 4.18. Figu a 4.18 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch6_180x180 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 Quad o 4.2 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch6_180x180 que não e i ica am a segu ança de aco do com o Eu ocódigo 3 Pe il Elemen o Combinação Rácio Mo i o pa a a não e i icação PRS_ch6_180x180 201 214 1,31 Flexão compos a com comp essão 204 214 1,14 Flexão compos a com comp essão 222 212 1,08 Flexão compos a com comp essão 223 212 1,25 Flexão compos a com comp essão 226 212 1,42 Flexão compos a com comp essão 239 216 1,07 Comp essão 283 218 2,31 Flexão compos a com comp essão 286 214 1,33 Flexão compos a com comp essão 287 214 1,18 Flexão compos a com comp essão 305 212 1,04 Flexão compos a com comp essão 308 212 1,21 Flexão compos a com comp essão 312 218 1,26 Comp essão Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 93 O pe il PRS_ch8_300x300 é aplicado nas co das in e io es e em algumas co das supe io es da pon e me álica. No en an o, só alguns pe is das co das in e io es não e i icam a sua segu ança de aco do com o Eu ocódigo 3. A Figu a 4.19 ilus a 23 elemen os não alidados (co ama ela). Figu a 4.19 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch8_300x300 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 Quad o 4.3 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch8_300x300 que não e i ica am a segu ança de aco do com o Eu ocódigo 3 – pa e 1 Pe il Elemen o Combinação Rácio Mo i o pa a a não e i icação PRS_ch8_300x300 269 230 28,12 Flexão compos a 270 232 62,64 Flexão compos a 271 219 145,13 Flexão compos a 272 218 1,96 T ação 273 216 2,12 T ação 274 216 2,22 T ação 275 229 7,28 Flexão compos a 276 205 24,38 Flexão compos a 277 216 1,79 T ação 278 224 >1000 Flexão compos a 279 216 1,24 T ação 361 218 >>1000 Flexão compos a 362 206 97,09 Flexão compos a 363 214 1,75 T ação 364 214 2,02 T ação 365 214 2,10 T ação Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 94 Quad o 4.4 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch8_300x300 que não e i ica am a segu ança, de aco do com o Eu ocódigo 3 – pa e 2 Pe il Elemen o Combinação Rácio Mo i o pa a a não e i icação PRS_ch8_300x300 366 212 2,25 T ação 367 212 2,34 T ação 368 212 2,24 T ação 369 205 265,46 Flexão compos a 370 212 1,85 T ação 371 204 >>1000 Flexão compos a 372 212 1,24 T ação Em elação ao pe il PRS_ch12_150x150, só dois dos elemen os não são e i icados, isí el na Figu a 4.20. Figu a 4.20 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch12_150x150 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 Quad o 4.5 Quad o esumo do elemen o de secção PRS_ch12_150x150 que não e i ica a segu ança, de aco do com o Eu ocódigo 3 Pe il Elemen o Combinação Rácio Mo i o pa a a não e i icação PRS_ch12_150x150 313 218 1,04 T ação 314 218 36,63 Flexão compos a O pe il PRS_ch18_300x300 é só aplicado nas co das supe io es da pon e e, à semelhança dos pe is an e io es, os elemen os des e pe il não e i icam a segu ança na sua o alidade. A Figu a 4.21 ilus a o caso em es udo com alguns elemen os de co ama ela, sendo es es os elemen os não alidados. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 95 Figu a 4.21 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch18_300x300 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 Quad o 4.6 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch18_300x300 que não e i ica am a segu ança, de aco do com o Eu ocódigo 3 Pe il Elemen o Combinação Rácio Mo i o pa a a não e i icação PRS_ch18_300x300 254 212 1,00 Flexão compos a com comp essão 255 212 1,19 Flexão compos a com comp essão 256 212 89,64 Flexão compos a 257 216 >>1000 Flexão compos a 260 216 >>1000 Flexão compos a 261 214 >1000 Flexão compos a 262 214 48,70 Flexão compos a 263 214 1,02 Flexão compos a com comp essão 310 213 >>1000 Flexão compos a 323 214 >>1000 Flexão compos a 342 216 1,08 Flexão compos a com comp essão 343 216 1,23 Flexão compos a com comp essão 344 216 61,77 Flexão compos a 347 216 57,89 Flexão compos a 348 200 >>1000 Flexão compos a 349 200 >>1000 Flexão compos a 354 218 1,24 Flexão compos a com comp essão 355 218 2,30 Flexão compos a Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 102 Quad o 4.10 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch6_180x180 que não e i ica am a segu ança, de aco do com a AASHTO Pe il Elemen o Combinação Rácio Mo i o pa a a não e i icação PRS_ch6_180x180 201 206 1,30 Flexão e T ação 204 206 1,12 Flexão e T ação 222 206 1,11 Flexão e T ação 223 206 1,29 Flexão e T ação 226 206 1,47 Flexão e T ação 227 206 1,01 Flexão e T ação 229 209 1,78 Flexão e T ação 239 206 1,05 Flexão com comp essão 283 205 1,43 Flexão e T ação 286 205 1,26 Flexão e T ação 308 204 1,11 Flexão e T ação 312 206 1,21 Flexão com comp essão Os elemen os com uma secção do ipo PRS_ch8_300x300 e que não e i icam a sua segu ança de aco do com o AASHTO es ão, maio i a iamen e, nas co das in e io es, como ambém acon eceu no Eu ocódigo 3, ilus ado pela Figu a 4.29. Figu a 4.29 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch8_300x300 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 103 Quad o 4.11 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch8_300x300 que não e i ica am a segu ança, de aco do com a AASHTO Pe il Elemen o Combinação Rácio Mo i o pa a a não e i icação PRS_ch8_300x300 228 209 1,02 Flexão e T ação 266 209 1,00 Flexão e T ação 269 206 1,23 Flexão e T ação 270 206 1,58 Flexão e T ação 271 206 1,88 Flexão e T ação 272 206 2,11 Flexão e T ação 273 206 2,29 Flexão e T ação 274 206 2,40 Flexão e T ação 275 206 2,31 Flexão e T ação 276 206 2,14 Flexão e T ação 277 206 1,92 Flexão e T ação 278 206 1,65 Flexão e T ação 279 206 1,31 Flexão e T ação 361 206 1,04 Flexão e T ação 362 205 1,30 Flexão e T ação 363 205 1,56 Flexão e T ação 364 207 1,78 Flexão e T ação 365 204 1,96 Flexão e T ação 366 204 2,12 Flexão e T ação 367 204 2,21 Flexão e T ação 368 204 2,16 Flexão e T ação 369 204 2,06 Flexão e T ação 370 204 1,81 Flexão e T ação 371 204 1,53 Flexão e T ação 372 204 1,21 Flexão e T ação A Figu a 4.30 ap esen a 7 elemen os com uma secção do ipo PRS_ch12_150x150 que não e i icam a segu ança, de aco do com o documen o no ma i o AASHTO. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 104 Figu a 4.30 Modelo do caso de es udo com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch12_150x150 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO Quad o 4.12 Quad o esumo do elemen o de secção PRS_ch12_150x150 que não e i ica a segu ança, de aco do com a AASHTO Pe il Elemen o Combinação Rácio Mo i o pa a a não e i icação PRS_ch12_150x150 230 209 1,67 Flexão e T ação 231 209 2,69 Flexão e T ação 232 209 1,06 Flexão e T ação 233 208 1,24 Flexão e T ação 313 208 1,35 Flexão e T ação 314 208 2,53 Flexão e T ação 316 208 1,70 Flexão e T ação Rela i amen e ao pe il PRS_ch18_300x300, odos os elemen os que não e i icam a segu ança localizam- se nas co das supe io es, isí el na Figu a 4.31. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 105 Figu a 4.31 Modelo do caso de es udo com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch18_300x300 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO Quad o 4.13 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch18_300x300 que não e i ica am a segu ança, de aco do com a AASHTO Pe il Elemen o Combinação Rácio Mo i o pa a a não e i icação PRS_ch18_300x300 254 209 1,01 Flexão e T ação 255 209 1,17 Flexão e T ação 256 209 1,29 Flexão e T ação 257 206 1,37 Flexão e T ação 260 206 1,37 Flexão e T ação 261 206 1,26 Flexão e T ação 262 206 1,11 Flexão e T ação 310 206 1,47 Flexão e T ação 323 206 1,47 Flexão e T ação 343 204 1,10 Flexão e T ação 344 204 1,32 Flexão e T ação 347 204 1,15 Flexão e T ação 348 204 1,26 Flexão e T ação 349 204 1,24 Flexão e T ação 354 204 1,06 Flexão e T ação 355 207 1,06 Flexão e T ação Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 106 4.4.3.3. SHS À semelhança do pe il IPE 300, es e não e i ica a segu ança de odos os elemen os da pon e. A Figu a 4.32 ap esen a a pon e com odos os elemen os não alidados de aco do com a no ma AASHTO. Figu a 4.32 Modelo do caso de es udo com a iden i icação das secções do ipo 100x100x8que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com a AASHTO Quad o 4.14 Quad o esumo de odos os elemen os de secção SHS_100x100x8 que não e i ica am a segu ança,a de aco do com a AASHTO – Pa e 1 Pe il Elemen o Combinação Rácio Mo i o pa a a não e i icação SHS_100x100x8 9 208 1,28 Flexão e T ação 10 209 4,00 Flexão e T ação 11 208 4,69 Flexão e T ação 53 208 2,21 Flexão e T ação 58 208 5,68 Flexão e T ação 59 208 4,84 Flexão e T ação 60 208 3,93 Flexão e T ação 61 208 3,04 Flexão e T ação 62 208 2,15 Flexão e T ação 63 208 1,26 Flexão e T ação 70 209 1,05 Flexão e T ação 72 209 4,76 Flexão e T ação 75 209 1,56 Flexão e T ação 386 208 1,57 Flexão e T ação 387 208 1,45 Flexão e T ação Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 107 Quad o 4.15 Quad o esumo de odos os elemen os de secção SHS_100x100x8 que não e i ica am a segu ança, de aco do com a AASHTO – Pa e 2 Pe il Elemen o Combinação Rácio Mo i o pa a a não e i icação SHS_100x100x8 388 209 1,28 Flexão e T ação 389 208 1,11 Flexão e T ação 397 208 1,22 Flexão e T ação 398 208 1,63 Flexão e T ação 411 209 1,10 Flexão e T ação 412 209 1,54 Flexão e T ação 419 208 1,56 Flexão e T ação 420 209 1,39 Flexão e T ação 421 208 1,21 Flexão e T ação 422 208 1,04 Flexão e T ação 429 208 1,41 Flexão e T ação 430 208 2,32 Flexão e T ação 431 208 3,20 Flexão e T ação 432 208 4,24 Flexão e T ação 433 208 2,85 Flexão e T ação 434 208 1,14 Flexão e T ação 4.4.3.4. De o mação O limi e de de o mação é quan i icado pela seguin e exp essão: 𝛿𝑚á𝑥=80 800=0,10 𝑚=10 𝑐𝑚 (4.56) No p og ama de cálculo, aplica am-se as combinações Se ice II e, a a és das mesmas, e i icou-se a de o mada na es u u a. Pa a o caso em es udo, o alo da máxima de o mação e ical da es u u a é igual a 54,1 cm (supe io a 10 cm), logo es a es u u a não e i ica a de o mação. 4.4.3.5. O imização da es u u a de aco do com a AASHTO An e io men e, e i icou-se que a es u u a não espei a odos os limi es impos os pela no ma AASHTO, adap ando-se pe is mais esis en es na pon e. A Figu a 4.33 ap esen a o no o modelo da es u u a e o Quad o 4.16 iden i ica o maio ácio de cada pe il ado ado à mesma. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 108 Figu a 4.33 Modelo da pon e p o isó ia, de aco do as combinações S eng h da no ma AASHTO Quad o 4.16 Quad o esumo do ácio das secções, de aco do com as combinações S eng h da no ma AASHTO Pe il Elemen o Combinação Rácio PRS_ch8_180x180 219 206 0,76 PRS_ch12_180x180 226 206 0,86 PRS_ch18_300x300 278 206 0,89 PRS_ch25_300x300 274 206 0,95 PRS_ch35_300x300 310 206 0,93 PRS_ch40_300x300 231 209 0,56 SHS_160x160x16 11 208 0,67 SHS_200x200x16 58 209 0,55 SHS_220x220x16 10 209 0,55 A es u u a e i ica a segu ança de odos os elemen os, com um peso de 120 623 kg. Po ém, a mesma possui uma máxima de o mação e ical (28,8 cm), que é supe io ao limi e que a no ma AASHTO pe mi e. À semelhança do que acon eceu no Eu ocódigo 3, oi necessá io encon a uma solução pa a que a es u u a i esse uma de o mação in e io a 10 cm. Pa a o p esen e caso, oi ado ada a mesma solução que se aplicou no Eu ocódigo 3, uma no a con igu ação da pon e, e Figu a 4.23. Após a aplicação dos no os elemen os à es u u a inicial, p ocedeu-se a uma no a e i icação da segu ança da es u u a segundo as combinações S eng h e, pos e io men e, e i icou-se a sua de o mada segundo as combinações Se ice II. Tal como acon eceu no documen o no ma i o Eu ocódigo 3, a no ma AASHTO alidou a esis ência de odos os elemen os e a máxima de o mação da es u u a com um alo p óximo de 10 cm. A Figu a 4.34 e o Quad o 4.17 ap esen am essas e i icações. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 109 Figu a 4.34 No a con igu ação da pon e p o isó ia com as e i icações, de aco do com a AASHTO Quad o 4.17 Quad o esumo das secções segundo as combinações S eng h dispos as na no ma AASHTO Pe il Elemen o Combinação Rácio PRS_ch8_180x180 208 209 0,93 PRS_ch12_180x180 226 209 0,64 PRS_ch18_300x300 922 209 0,83 PRS_ch25_300x300 230 209 0,94 PRS_ch35_300x300 323 209 1,00 PRS_ch40_300x300 231 209 0,92 SHS_160x160x16 1767 208 0,82 SHS_200x200x16 58 209 1,00 SHS_220x220x16 10 209 0,94 De aco do com o p og ama de cálculo, es a es u u a só consegue espei a odas as e i icações impos as pela no ma AASHTO se adap a a no a con igu ação. É impo an e ealça que, pa a es a es u u a oi aplicada uma secção supe io nas ba as de con a en amen o e, jus i ica-se, uma ez que a elocidade base do en o desc i a nes a no ma ap esen a-se supe io aos ou os documen os, sendo mais di ícil de equilib a . Em elação às ou as ba as, e i ica-se o mesmo que se ap esen ou no Eu ocódigo 3, ou seja, os pe is que inicialmen e se encon a am longe do limi e (Quad o 4.16), ap esen am-se ago a p óximos des e (Quad o 4.17). A azão pela qual is o acon ece, é a mesma que se explicou no modelo do Eu ocódigo 3, man e a in eg idade da es u u a inicialmen e concebida. Com es as al e ações, a es u u a passa a e um peso igual a 157 587 kg, um aumen o de, ap oximadamen e, 37 oneladas, em elação à es u u a inicialmen e concebida, pa a e i ica a esis ência à segu ança. Des a o ma, demons a-se, no amen e, a in luência do con olo da de o mação na solução es u u al. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 110 4.4.4. VERIFICAÇÃO DA ESTRUTURA DE ACORDO COM O TRILATERAL DESIGN AND TEST CODE O p og ama de cálculo ROBOT não pe mi e e i ica a esis ência, au oma icamen e, dos elemen os de aco do com o documen o T ila e al Design and Tes Code, con udo, es e p og ama o nece-nos os dados su icien es de o ma a aplica odas as e i icações desc i as no pon o 3.2.5.2. An es de se inicia as e i icações, oi necessá io aplica odas as combinações, de aco do com o documen o T ila e al Design and Tes Code. Es as combinações localizam-se no Anexo IV. A Figu a 4.35 ap esen a odos os elemen os que não e i icam a segu ança ela i amen e às combinações S eg h. Figu a 4.35 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções que não e i icam a segu ança (co p e a), de aco do com o T ila e al Design and Tes Code Os pon os a segui ap esen am um es udo mais po meno izado em elação a cada pe il, de o ma a pe cebe o mo i o pelo qual não e i icam a segu ança. 4.4.4.1. IPE O pe il IPE 300 e i ica odas as e i icações desc i as no pon o 3.2.5.2, nomeadamen e, a ensão de co e e ensão de encu adu a. 4.4.4.2. PRS Todos pe is PRS e i icam a segu ança, exce o os pe is PRS_ch8_300x300 e PRS_ch12_150x150, em que, a ensão de lexão e/ou ação a uan e é supe io à ensão esis en e. A Figu a 4.36 e os Quad os 4.18 e 4.19 ap esen am odos os elemen os com uma secção PRS_ch8_300x300 da es u u a que não e i icam a segu ança de aco do com o T ila e al Design Tes Code. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 111 Figu a 4.36 Modelo da pon e p o isõ ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch8_300x300 que não e i icam a segu ança (co p e a), de aco do com o T ila e al Design and Tes Code Quad o 4.18 Quad o esumo da e i icação da esis ência à lexão e/ou ação do pe il PRS_ch8_300x300, de aco do com o T ila e al Tes and Design Code – pa e 1 Pe il Elemen o Combinação Ve i icação da ensão de lexão e/ou ação Tensão a uan e (MPa) Tensão esis en e (MPa) PRS_ch8_300x300 269 205 -316,71 240,23 270 205 -367,85 240,23 271 205 -392,07 240,23 272 204 -447,06 240,23 273 204 -503,09 240,23 274 204 -521,40 240,23 275 204 -504,84 240,23 276 204 -458,77 240,23 277 204 -397,27 240,23 278 204 -331,82 240,23 279 204 -262,74 240,23 362 205 -340,55 240,23 363 205 -388,55 240,23 364 205 -409,24 240,23 365 204 -464,88 240,23 366 204 -517,18 240,23 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 118 Quad o 4.32 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch6_180x180, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code – pa e 2 Ve i icações Elemen o Combinação PRS_ch6_180x180 Encu adu a Tensão a uan e (L=4,00 m) 312 205 100,15 Tensão esis en e (L=4,00 m) 282,36 Tensão a uan e (L=4,717 m) 1743 204 149,11 Tensão esis en e (L=4,717 m) 392,66 Quad o 4.33 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch12_150x150, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code Ve i icações Elemen o Combinação PRS_ch12_150x150 Flexão e/ou T ação Tensão a uan e 230 205 -219,56 Tensão esis en e 240,23 Co e Tensão a uan e 232 205 -3,50 Tensão esis en e 160,15 Encu adu a Tensão a uan e (L=3,202 m) 233 204 10,76 Tensão esis en e (L=3,202 m) 387,89 Quad o 4.34 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch15_300x300, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code Ve i icações Elemen o Combinação PRS_ch15_300x300 Flexão e/ou T ação Tensão a uan e 1764 204 -145,30 Tensão esis en e 240,23 Co e Tensão a uan e 1772 206 1,75 Tensão esis en e 160,15 Encu adu a Tensão a uan e (L=2,50 m) 281 204 49,09 Tensão esis en e (L=2,50 m) 2701,03 Tensão a uan e (L=5,00 m) 280 204 29,17 Tensão esis en e (L=5,00 m) 675,26 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 119 Quad o 4.35 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch18_300x300, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code Ve i icações Elemen o Combinação PRS_ch18_300x300 Co e Tensão a uan e 356 205 -28,10 Tensão esis en e 160,15 Encu adu a Tensão a uan e (L=2,50 m) 266 205 71,63 Tensão esis en e (L=2,50 m) 2647,91 Tensão a uan e (L=3,202 m) 228 205 92,71 Tensão esis en e (L=3,202 m) 1614,14 Tensão a uan e (L=5,00 m) 310 204 212,97 Tensão esis en e (L=5,00 m) 661,98 Quad o 4.36 Quad o esumo das e i icações das seções PRS_ch20_300x300, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code Ve i icações Elemen o Combinação PRS_ch20_300x300 Flexão e/ou T ação Tensão a uan e 366 204 -52,59 Tensão esis en e 240,23 Co e Tensão a uan e 277 204 -1,26 Tensão esis en e 160,15 Quad o 4.37 Quad o esumo das e i icações das seções SHS_80x80x6, de aco do com o T ila e al Design and Tes Code Ve i icações Elemen o Combinação SHS_80x80x6 Flexão e/ou T ação Tensão a uan e 9 202 -24,52 Tensão esis en e 240,23 Co e Tensão a uan e 429 207 -0,57 Tensão esis en e 160,15 Encu adu a Tensão a uan e (L=3,25 m) 398 202 16,58 Tensão esis en e (L=3,25 m) 108,16 Tensão a uan e (L=4,10 m) 53 200 22,63 Tensão esis en e (L=4,10 m) 67,96 Tensão a uan e (L=4,57 m) 72 200 13,00 Tensão esis en e (L=4,57 m) 54,70 Tensão a uan e (L=5,97 m) 58 200 31,20 Tensão esis en e (L=5,97 m) 32,05 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 120 Tal como acon eceu nas no mas an e io es, es a no a con igu ação pe mi iu eduzi , conside a elmen e, a de o mação inicial. Pa a es a pon e p o isó ia, o alo da máxima de o mada e ical da es u u a é igual a 15 cm, menos de me ade da de o mação an e io . 𝐿 𝑥=0,15⇔𝑥= 80 0,15≈500 (4.66) Pa a es a de o mação, o limi e de de o mação se ia igual a 𝐿 500. A adoção da no a con igu ação da es u u a conduz a uma edução da de o mada (62,5%) e a um aumen o de peso de, ap oximadamen e, 20 oneladas (63 644 kg pa a 86 273 kg). Com is o, é possí el pe cebe a espos a da es u u a à no a solução. 4.4.5.COMPARAÇÃO DO CASO EM ESTUDO COM A PONTE DE OPS DE ACORDO COM O EUROCÓDIGO 3 Es e subcapí ulo ap esen a o segundo es udo da análise es u u al, ou seja, a compa ação do caso em es udo com a pon e em que se aplica p é-es o ço o gânico (OPS), es udada pelo engenhei o An ónio And é. É impo an e salien a que, a única di e ença en e es as duas es u u as eside na aplicação do p é-es o ço na es u u a do engenhei o An ónio And é. Ao longo des e subcapí ulo, se á ealizada uma e i icação à esis ência e à de o mação dos elemen os da pon e me álica p o isó ia e, pos e io men e, uma o imização da mesma. Es a o imização ai, ainda, pe mi i en ende se a solução do subcapí ulo 4.4.2 é uma solução iá el, uma ez que, a única ca ac e ís ica que as di e encia é o ipo de ma e ial da es u u a. Nes e caso, op ou-se po um aço S460 po que é o mesmo ipo de ma e ial aplicado na pon e p o isó ia com OPS. 4.4.5.1. IPE O pe il do ipo IPE 300 e i ica, no amen e, com um ácio mui o in e io a 1. 4.4.5.2. PRS O pe il PRS_ch6_180x180 não alida 8 elemen os, isí el na Figu a 4.40. Figu a 4.40 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch6_180x180 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 121 Quad o 4.38 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch6_180x180 que não e i ica am a segu ança, de aco do com o Eu ocódigo 3 Pe il Elemen o Combinação Rácio Mo i o pa a a não e i icação PRS_ch6_180x180 201 214 1,14 Flexão compos a com comp essão 223 212 1,08 Flexão compos a com comp essão 226 212 1,23 Flexão compos a com comp essão 283 218 1,30 Flexão compos a com comp essão 286 214 1,15 Flexão compos a com comp essão 287 214 1,03 Flexão compos a com comp essão 308 212 1,05 Flexão compos a com comp essão 312 218 1,06 Flexão compos a com comp essão Em elação ao pe il PRS_ch8_300x300, 20 elemen os não e i icam a sua segu ança de aco do com o Eu ocódigo 3. A Figu a 4.41 iden i ica odos os elemen os que não e i icam esis ência em elação às combinações do Es ado Limi e Úl imo (ULS) a a és da co ama ela. Figu a 4.41 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch8_300x300 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 Quad o 4.39 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch8_300x300 que não e i ica am a segu ança, de aco do com o Eu ocódigo 3 – pa e 1 Pe il Elemen o Combinação Rácio Mo i o pa a a não e i icação PRS_ch8_300x300 269 214 2,56 Flexão compos a 270 234 8,19 Flexão compos a 271 233 >>1000 Flexão compos a 272 227 >>1000 Flexão compos a 273 226 >>1000 Flexão compos a Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 122 Quad o 4.40 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch8_300x300 que não e i ica am a segu ança, de aco do com o Eu ocódigo 3 – pa e 2 Pe il Elemen o Combinação Rácio Mo i o pa a a não e i icação PRS_ch8_300x300 274 226 156,26 Flexão compos a 275 223 >>1000 Flexão compos a 276 227 >>1000 Flexão compos a 277 216 1,38 T ação 278 216 1,19 Flexão compos a 362 216 >>1000 Flexão compos a 363 233 >>1000 Flexão compos a 364 221 >>1000 Flexão compos a 365 214 1,62 T ação 366 234 >>1000 Flexão compos a 367 212 1,81 T ação 368 221 493,00 Flexão compos a 369 224 >>1000 Flexão compos a 370 227 2,34 Flexão compos a 371 212 1,21 T ação De aco do com o Eu ocódigo 3, o pe il PRS_ch12_150x150 e i ica a segu ança. O pe il PRS_ch18_300x300 é só aplicado nas co das supe io es da pon e e, à semelhança dos pe is an e io es, os elemen os des e pe il não e i icam na sua o alidade. A Figu a 4.42 ilus a o caso em es udo com alguns elemen os de co ama ela, sendo es es os elemen os não alidados. Figu a 4.42 Modelo da pon e p o isó ia com a iden i icação das secções do ipo PRS_ch18_300x300 que não e i icam a segu ança (co ama ela), de aco do com o Eu ocódigo 3 Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 123 Quad o 4.41 Quad o esumo de odos os elemen os de secção PRS_ch18_300x300 que não e i ica am a segu ança, de aco do com o Eu ocódigo 3 Pe il Elemen o Combinação Rácio Mo i o pa a a não e i icação PRS_ch18_300x300 256 212 1,10 Flexão compos a 257 212 1,19 Flexão compos a 260 212 1,18 Flexão compos a 261 214 1,10 Flexão compos a 262 214 1,16 Flexão compos a 310 212 1,29 Flexão compos a com comp essão 323 212 1,29 Flexão compos a com comp essão 343 216 1,00 Flexão compos a com comp essão 344 216 1,09 Flexão compos a com comp essão 347 216 1,09 Flexão compos a com comp essão 348 216 1,19 Flexão compos a com comp essão 349 216 1,19 Flexão compos a com comp essão 354 218 1,02 Flexão compos a com comp essão 355 218 1,08 Flexão compos a com comp essão 4.4.5.3. SHS Tal como os pe is IPE 300 e PRS_ch12_150x150, os elemen os do pe il SHS e i icam a esis ência em elação às combinações do es ado limi e úl imo. 4.4.5.4. De o mação A de o mação da es u u a es á limi ada pa a o alo de 10 cm. Po ém, es a es u u a não e i ica esse limi e, po que possui uma de o mação e ical máxima igual a 45,3 cm. 4.4.5.5. O imização da es u u a de aco do com o Eu ocódigo 3 Em p imei o luga , o am al e ados odos os pe is que não e i ica am a segu ança. al como oi ap esen ado nos ou os 3 casos, pon os 4.4.2, 4.4.3 e 4.4.4. A Figu a 4.43 e o Quad o 4.42 ap esen am essa o imização. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 124 Figu a 4.43 Modelo da pon e p o isó ia, segundo o es ado limi e úl imo do Eu ocódigo 3 Quad o 4.42 Quad o esumo do ácio das secções, segundo o es ado limi e úl imo do Eu ocódigo 3 Pe il Elemen o Combinação Rácio PRS_ch6_180x180 290 214 0,83 PRS_ch10_180x180 283 214 0,94 PRS_ch15_300x300 363 214 0,80 PRS_ch18_300x300 367 212 0,90 PRS_ch25_300x300 262 214 0,91 PRS_ch35_300x300 323 212 0,77 SHS_100x100x8 432 208 0,58 SHS_120x120x8 58 207 0,40 IPE 180 932 220 0,52 Com a adoção de no as secções à es u u a, o seu peso, segundo o es ado limi e úl imo, passou a se igual a 86 908 kg. De seguida, p ocedeu-se à e i icação da de o mada da es u u a, de aco do com as combinações equen es do Eu ocódigo 3. Nes a es u u a, a máxima de o mada e ical da es u u a oi igual a 27,1 cm, não espei ando o limi e máximo de 10 cm. A aplicação de um no o conjun o de ba as pe mi iu que a es u u a alidasse odas as e i icações impos as pelo documen o no ma i o Eu ocódigo 3. A no a con igu ação da es u u a ap esen a-se na Figu a 4.44 e ainda se ap esen a o Quad o 4.43 com o ela ó io do pio ácio de cada pe il. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 125 Figu a 4.44 No a con igu ação da pon e p o isó ia, de aco do com os es ados limi es úl imo e de se iço do Eu ocódigo 3 Quad o 4.43 Quad o esumo do ácio das secções, segundo o es ado limi e úl imo do Eu ocódigo 3 Pe il Elemen o Combinação Rácio PRS_ch6_180x180 208 214 0,89 PRS_ch10_180x180 201 214 0,48 PRS_ch15_300x300 1747 212 0,46 PRS_ch18_300x300 367 212 0,21 PRS_ch25_300x300 262 214 0,56 PRS_ch35_300x300 310 228 0,53 SHS_100x100x8 432 220 0,79 SHS_120x120x8 58 220 0,87 IPE 180 932 207 0,99 Os Quad os 4.42 e 4.43 pe mi em e i ica que a no a con igu ação da pon e p o isó ia ez com que alguns ácios das ba as se ap oximassem do limi e quando, inicialmen e, se ap esen a am longe do mesmo. O mo i o pelo qual acon ece é o mesmo do desc i o no pon o 4.4.2.5, man e a in eg idade da pon e p o isó ia inicialmen e concebida. Quando os no os elemen os são adicionados, a es u u a passa de um peso de 86 908 kg pa a um peso igual a 109 725 kg, so endo, assim, um inc emen o de, ap oximadamen e, 23 oneladas. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 126 4.5. CONCLUSÃO De aco do com a análise es u u al elabo ada nes e capí ulo, é possí el conclui qual o documen o que possui a me odologia mais igo osa. Es a a aliação usou os seguin es c i é ios:  A e i icação da es u u a inicial;  O peso e a de o mada da es u u a, quando a mesma e i ica a segu ança dos elemen os;  O peso e a de o mação da es u u a, quando a mesma e i ica a segu ança dos elemen os e a de o mada. Es es dois úl imos c i é ios encon am-se desc i os, esumidamen e, nos Quad os 4.44 e 4.45. Ao longo da e i icação da es u u a inicial, oi possí el analisa cada documen o ao po meno e pe cebe qual deles pe mi ia a maio e meno alidação de elemen os. Pa a o caso em es udo, a no ma AASHTO demons ou se o documen o mais igo oso pois é o documen o que ap esen a mais elemen os não alidados, enquan o que, o documen o T ila e al Design and Tes Code se demons ou mais pe missi o pois, é o documen o que alida mais elemen os da es u u a. O documen o no ma i o Eu ocódigo 3 ap esen a-se en e es es dois documen os. Após es a e i icação, são aplicados no os pe is em que o p incipal obje i o é a alidação da esis ência dos elemen os. Nes e p ocedimen o e i ica-se que o peso aumen a, conside a elmen e, em quase odas as legislações aplicadas. Con udo, a AASHTO sob essai-se, no amen e, pelo maio peso na es u u a, ap esen ado no Quad o 4.44. Is o acon ece po que, es a no ma aplica uma ação do en o bas an e supe io , quando compa ada com aos ou os dois documen os. Em elação à de o mada, o T ila e al Design and Tes Code, p e alece nes a ca ego ia, com a maio de o mada na es u u a. Po ém, impo a salien a que, es e documen o não aplica qualque es ição à de o mação. Como é possí el e i ica no Quad o 4.45, o limi e de de o mação não se e i ica em alguns documen os, en ão, como solução a es e p oblema, aplicou-se uma no a con igu ação à es u u a obje i ando a con igu ação de mais iné cia ao cen o da es u u a. Essa con igu ação pe mi iu espei a os limi es de de o mação que o am enunciados no abalho. Com es a no a aplicação compa ou-se o peso da es u u a, quando e i ica a segu ança dos elemen os, ao peso da es u u a, quando e i ica a segu ança dos elemen os e de o mada, de o ma a pe cebe , no amen e, qual o documen o mais igo oso. Pa a es e caso em es udo, a no ma AASHTO ap esen ou-se, mais uma ez, como o documen o mais igo oso, uma ez que, a sua di e ença de pesos é supe io à di e ença de pesos das ou as legislações ( e Quad o 4.44). Es e no o conjun o de ba as ambém é aplicado no T ila e al Design and Tes Code, com o obje i o de pe cebe a in luência da mesma na es u u a. Nes e sen ido, o Quad o 4.45 ap esen a uma máxima de o mada da es u u a supe io , quando compa ado com ou as no mas, con udo acei á el pois es e documen o não limi a a de o mação. Ainda pode se ealizada uma a aliação en e os dois modelos que di e em o ipo de ma e ial, mas que se ap esen am de aco do com Eu ocódigo 3. Em elação à de o mada, as duas es u u as, inicialmen e, não e i icam o limi e impos o, mas com a aplicação de uma no a con igu ação da pon e, esse p oblema é ul apassado. Em elação a pesos, a es u u a com um ipo de ma e ial S460 ap esen a um peso in e io à es u u a com um ipo de ma e ial S355. No en an o, se ia necessá ia uma a aliação económica, de o ma a en ende qual a solução mais iá el. Com oda es a a aliação, é possí el conclui que a no ma AASHTO é o documen o que possuí a me odologia mais igo osa e que o T ila e al Design and Tes Code é o documen o mais pe missi o. Dimensionamen o de uma pon e p o isó ia me álica pa a um ão de 80 me os 127 Quad o 4.44 Quad o esumo dos pesos da es u u a, de aco do com os espe i os documen os Documen o Peso da es u u a Quando e i ica a segu ança dos elemen os Quando e i ica a segu ança dos elemen os e de o mada EC 3 (S355) 98 370 kg 121 274 kg AASHTO (S355) 120 623 kg 157 587 kg T ila e al Design and Tes Code (S355) 63 644 kg 86 273 kg* EC3 (S460) 86 908 kg 109 725 kg No a: *Es e documen o não limi a a de o mação da es u u a. Quad o 4.45 Quad o esumo da de o mação, de aco do com os espe i os documen os Documen o De o mação da es u u a Quando e i ica a segu ança dos elemen os Quando e i ica a segu ança dos elemen os e de o mada EC 3 (S355) 23,8 cm ≈10 cm AASHTO (S355) 28,8 cm ≈10 cm T ila e al Design and Tes Code (S355) 40 cm ≈15 cm EC3 (S460) 27,1 cm ≈10 cm No a: *Es e documen o não limi a a de o mação da es u u a. Ap esen a-se o Quad o 4.46 de o ma a pe cebe a in luência da aplicação do p é-es o ço (OPS) na es u u a. Rela i amen e ao peso, a es u u a em es udo so e um aumen o de, ap oximadamen e, 45 oneladas, um ac éscimo conside á el, mas que se jus i ica, pois, a aplicação do p é-es o ço na es u u a pe mi e esol e o p oblema da de o mação, o que não acon ece com a es u u a em es udo. Quad o 4.46 Quad o esumo da es u u a p o isó ia com e sem a aplicação do OPS, de aco do com o Eu ocódigo 3 Es u u a Peso inal De o mada inal Pon e p o isó ia com OPS (EC3 – S460) 65 000 kg ≈ 0 cm Pon e p o isó ia (EC3 – S460) 109 725 kg ≈10 cm