scieee Science in your language
[pt] (orig)

A estratégia de comunicação digital no B2B: o caso do Grupo Simoldes

Abstract

Este trabalho intitula-se “A estratégia de Comunicação Digital no B2B: o caso do Grupo Simoldes” e surge no âmbito da concretização do estágio curricular do Mestrado em Marketing e Negócios Digitais da Universidade Portucalense Infante D. Henrique. O mesmo começa por apresentar uma Revisão de Literatura, onde predominam os conceitos de Marketing Digital, Redes Sociais, Marketing B2B e SEO - aliada à apresentação e análise das atividades concretizadas ao longo do período de estágio. Os resultados alcançados através deste trabalho demonstram o papel significativo que o Marketing e a Comunicação possuem num grupo empresarial B2B de caráter nacional e internacional, assim como a evidência da necessidade de conteúdo digital para o desenvolvimento de uma comunicação mais clara e assertiva. Os contributos relativamente ao trabalho de estágio são positivos, tanto a nível pessoal como a nível empresarial e profissional, uma vez que, foi possível desenvolver atividades e alcançar resultados que, com certeza, são e serão importantes para o futuro da autora e do Grupo Simoldes.

Read accessible full text

A estratégia de comunicação digital no B2B: o caso do Grupo Simoldes

Author: Miller, Mariana Silva Fonseca
Year: 2024
Source: https://repositorio.upt.pt/bitstreams/09e30779-8707-4d10-8578-4e6b22c637cd/download
A Es a égia de Comunicação Digi al no
B2B: o caso do G upo Simoldes
Ma iana Sil a Fonseca Mille
Rela ó io de Es ágio de Mes ado em Ma ke ing e Negócios
Digi ais
O ien ação: P o . Dou o a Cláudia Ca alho
ma ço de 2024
Ma iana Sil a Fonseca Mille
Rela ó io ap esen ado à Uni e sidade Po ucalense In an e D. Hen ique pa a a ob enção
de g au de Mes e em Ma ke ing e Negócios Digi ais, sob o ien ação da P o . Dou o a
Cláudia Ca alho.
Po o, ma ço 2024
i
Dedica ó ia
Es e ela ó io é dedicado ao meu a ô ma e no: Abel da Fonseca. Mais conc e amen e ao
meu “Belinho”, como ca inhosamen e o a a a e con inuo a chama ! Pa a mim, a alma mais i a
no Céu!
ii
Ag adecimen os
Os meus ag adecimen os são ex ensí eis a odos aqueles que, de o ma di e a ou
indi e a, con ibuí am pa a a conc e ização des e abalho.
Em p imei o luga , ag adeço aos meus pais, Olí ia Mille e José Mille , po udo! Sem eles
nada na minha ida se ia possí el!
Aos meus a ós ma e nos, Abel da Fonseca (em memó ia) e Isau a Fonseca – ambém
semp e p esen es no meu quo idiano!
Ao meu namo ado, Ma co Pin o, que me auxilia em udo e que possui uma paciência
eno me pa a escu a os meus lamen os, is ezas e angús ias…po me ajuda ao longo do
abalho de es ágio, dando-me suges ões e conselhos…
Aos meus amigos em ge al, especialmen e, à S a. Aldina, ao S . An ónio e ao Rui Paulo.
À minha supe iso a de es ágio, Sónia Lei e, pela opo unidade de es ágio no G upo
Simoldes, ac edi ando nas minhas (me as) capacidades, dando-me semp e apoio em udo o que
necessi a a, pala as de alen o e ensinamen os.
Po im, mas não menos impo an e, à minha o ien ado a de mes ado, P o ª Dou o a
Cláudia Ca alho, po odo o apoio, diálogo e logís ica que e e comigo desde o início des a
e apa. Uma pessoa semp e mui o p es á el, dedicada e disponí el!
Um mui o OBRIGADA a odos.

iii
Resumo
Es e abalho in i ula-se “A es a égia de Comunicação Digi al no B2B: o caso do G upo
Simoldes” e su ge no âmbi o da conc e ização do es ágio cu icula do Mes ado em Ma ke ing
e Negócios Digi ais da Uni e sidade Po ucalense In an e D. Hen ique.
O mesmo começa po ap esen a uma Re isão de Li e a u a, onde p edominam os
concei os de Ma ke ing Digi al, Redes Sociais, Ma ke ing B2B e SEO - aliada à ap esen ação e
análise das a i idades conc e izadas ao longo do pe íodo de es ágio.
Os esul ados alcançados a a és des e abalho demons am o papel signi ica i o que o
Ma ke ing e a Comunicação possuem num g upo emp esa ial B2B de ca á e nacional e
in e nacional, assim como a e idência da necessidade de con eúdo digi al pa a o
desen ol imen o de uma comunicação mais cla a e asse i a.
Os con ibu os ela i amen e ao abalho de es ágio são posi i os, an o a ní el pessoal
como a ní el emp esa ial e p o issional, uma ez que, oi possí el desen ol e a i idades e
alcança esul ados que, com ce eza, são e se ão impo an es pa a o u u o da au o a e do
G upo Simoldes.
Pala as-cha e: G upo Simoldes; B2B; Comunicação Digi al
i
Abs ac
This wo k is en i led "The Digi al Communica ion S a egy in B2B: he case o he Simoldes
G oup" and a ises om he ealiza ion o he cu icula in e nship o he Mas e 's Deg ee in
Ma ke ing and Digi al Business a he Uni e sidade Po ucalense In an e D. Hen ique.
This epo begins by p esen ing a Li e a u e Re iew, whe e he concep s o Digi al
Ma ke ing, Social Ne wo ks, B2B Ma ke ing and SEO p edomina e - oge he wi h he
p esen a ion and analysis o he ac i i ies ca ied ou du ing he in e nship pe iod.
The esul s achie ed h ough his wo k demons a e he signi ican ole ha Ma ke ing and
Communica ion play in a na ional and in e na ional B2B business g oup, as well as he e idence
o he need o digi al con en o de elop clea e and mo e asse i e communica ion.
The con ibu ions made by he in e nship a e posi i e, bo h on a pe sonal le el and on a
business and p o essional le el, since i was possible o de elop ac i i ies and achie e esul s
ha a e and will ce ainly be impo an o he u u e o he au ho and he Simoldes G oup.
Keywo ds: Simoldes G oup; B2B; Digi al Communica ion
Índice
Dedica ó ia ................................................................................................................................ i
Ag adecimen os ....................................................................................................................... ii
Resumo.....................................................................................................................................iii
Abs ac ....................................................................................................................................i
Lis a de Siglas e Ab e ia u as ................................................................................................ x
Capí ulo 1 - In odução ............................................................................................................ 1
Pa e I – Re isão da Li e a u a ................................................................................................ 3
Capí ulo 2 – Enquad amen o Teó ico ..................................................................................... 3
2.1. In odução ........................................................................................................................................ 3
2.2. Ma ke ing Digi al ............................................................................................................................. 3
2.2.1. Es a égia de Ma ke ing Digi al ................................................................................................. 4
2.2.2. As an agens do Ma ke ing Digi al ........................................................................................... 5
2.3. Redes Sociais ................................................................................................................................. 6
2.4. Ma ke ing B2B................................................................................................................................. 7
2.5. A impo ância da comunicação e do ma ke ing no se o B2B ................................................. 8
2.6. Ma ke ing de Con eúdo ................................................................................................................. 8
2.6.1. Obje i os e Van agens do Ma ke ing de Con eúdo ............................................................... 9
2.6.2. Sea ch Engine Op imiza ion ...................................................................................................... 9
2.6.3. Van agens do SEO – Sea ch Engine Op imiza ion .............................................................. 10
2.7. In e nacionalização ...................................................................................................................... 10
2.7.1. Es a égias de In e nacionalização ........................................................................................ 11
2.7.2. Modelos de In e nacionalização ............................................................................................. 12
Pa e II – Ap esen ação do Es ágio ........................................................................................14
Capí ulo 3 – Ap esen ação da En idade Acolhedo a ............................................................14
3.1. In odução ...................................................................................................................................... 14
3.2. Sob e o G upo Simoldes ............................................................................................................. 14
3.3. Simoldes Tools e Simoldes Plas ics .......................................................................................... 16
Capí ulo 4 – A i idades desen ol idas du an e o Es ágio ...................................................18
4.1. In odução ...................................................................................................................................... 18
4.2. Calendá io das A i idades desen ol idas du an e o es ágio ................................................ 18
4.3. Análise das a i idades desen ol idas du an e o es ágio ....................................................... 20
i
4.3.1. Análise às Redes Sociais dos Clien es e Conco en es da Simoldes Tools ........... 20
4.3.2. Ges ão de con eúdos do Websi e do G upo Simoldes – a a és do Backo ice do
Websi e (em o ma o Wo dP ess) ................................................................................................. 21
4.3.3. Ges ão/O ganização/Logís ica de E en os .................................................................. 24
4.3.4. Logís ica e Dis ibuição de Ma e ial............................................................................... 27
4.3.5. Ges ão da pla a o ma Google My Business ................................................................. 28
4.3.6. Ges ão da pla a o ma Bing Places ................................................................................ 29
4.3.7. Análise ao Websi e e Redes Sociais do G upo Simoldes (Linkedin + Facebook) . 30
4.3.8. C iação de Con eúdos e Ges ão das Redes Sociais já exis en es (Linkedin +
Facebook + YouTube)...................................................................................................................... 31
4.3.9. C iação de con eúdo pa a as Newsle e s da Simoldes Tools e da Simoldes
Plas ics 46
4.3.10. C iação de um documen o Excel: Ações e Planos Es a égicos – Ma ke ing -
Simoldes Tools .................................................................................................................................. 47
4.3.11. C iação de um documen o Powe Poin : Modelo de Negócio e Mapa de
P o o ipagem e Expe imen ação .................................................................................................... 50
4.3.12. C iação de Calendá io Anual de Ações de Ma ke ing (2023) ............................... 53
4.3.13. Ges ão do Email do Depa amen o de Ma ke ing ................................................... 53
Capí ulo 5 – Conclusão ..........................................................................................................54
Re e ências Bibliog á icas .....................................................................................................56
Anexos .....................................................................................................................................60
Anexo 1: Análise às Redes Sociais dos Clien es da Simoldes Tools ......................................... 61
Anexo 2: Análise às Redes Sociais dos Conco en es da Simoldes Tools ................................ 70
Anexo 3: A igo sob e a eguesia de Ul - inse ido na Newsle e do G upo Simoldes ............ 75
Anexo 4: A igo sob e o concelho de Oli ei a de Azeméis – inse ido na Newsle e do G upo
Simoldes ................................................................................................................................................ 82
Anexo 5: Calendá io Anual de Ações de Ma ke ing (2023) .......................................................... 95
3
Pa e I – Re isão da Li e a u a
Capí ulo 2 – Enquad amen o Teó ico
2.1. In odução
O p esen e capí ulo em como obje i o ap esen a os di e en es concei os eó icos
ine en es ao ema des e ela ó io. A impo ância do enquad amen o eó ico é sabe in e p e a e
in e liga os di e sos concei os com a p á ica conc e izada em abalho de es ágio.
Assim, a Secção 2.2 começa po abo da o concei o mais amplo, o concei o de Ma ke ing
Digi al. Na Secção 2.3 é abo dado o concei o de Redes Sociais, na Secção 2.4, o concei o de
Ma ke ing B2B, na Secção 2.5 o concei o de Ma ke ing de Con eúdo, na Secção 2.6 o concei o
de SEO e, po im, o concei o de In e nacionalização na Secção 2.6.
2.2. Ma ke ing Digi al
Segundo Gou eia (2022), o Ma ke ing Digi al é o conjun o de ações publici á ias, sejam
elas online ou o line e que se baseiam no ma ke ing de p odu os e se iços, em odos os canais
disponí eis, nomeadamen e os disposi i os ele ónicos.
De aco do com Faus ino (2022), es e concei o diz espei o à aplicação de di e en es
es a égias de comunicação que êm como obje i o a p omoção de p odu os ou se iços, a a és
de qualque canal digi al como os websi es, as edes sociais, aplicações mó eis, en e ou os e,
ambém, a a és de apa elhos ele ónicos.
Po ou o lado, pa a Segu a (2009), o ma ke ing digi al su ge como um meio de ações
pa a possibili a de o ma es u u ada e o ien ada os mé odos de comunicação ealizados pelas
emp esas, onde se conseguem, a a és da In e ne , no os caminhos pa a a di ulgação de
p odu os e se iços, ab indo opo unidade pa a a expansão do negócio, anga iação de clien es,
aumen o da isibilidade e in e a i idade, bem como o aumen o da sua ede de elacionamen os.

4
Segundo Babayans (2005), o concei o de ma ke ing digi al pode e á ias de inições
sendo as mais u ilizadas o “webMa ke ing”, “eMa ke ing”, “Online Ma ke ing” ou “Ma ke ing
In e a i o”.
Pa alelamen e pa a Wymbs (2011), o ma ke ing digi al é de inido como o uso das
ecnologias digi ais disponibilizadas pa a c ia uma comunicação in eg ada, di ecionada e
mensu á el com os a ge s, de o ma a ajuda na sua anga iação e e enção po meio de elações
pe sonalizadas.
Não obs an e, pa a Ryan (2014), o oco do ma ke ing digi al não se cen a apenas no uso
das ecnologias, ai mui o pa a além disso. O g ande e p incipal obje i o passa po pe cebe as
pessoas, u ilizando pa a al essa ecnologia. É undamen al pe cebe como os po enciais clien es
u ilizam os meios digi ais e como se de e en abiliza essa in o mação pa a in e agi de o ma
e icaz.
2.2.1. Es a égia de Ma ke ing Digi al
Uma es a égia de ma ke ing digi al é bas an e mais e icaz quan o maio o o núme o de
elemen os que colocamos nessa mesma es a égia. Conside a-se elemen os odas as ações
conc e izadas em ambien e digi al e que o nam o consumo e a elação com a ma ca ou p odu o
numa e dadei a expe iência (Faus ino, 2022).
Ainda segundo o mesmo au o , pa a uma es a égia de ma ke ing se e icaz, o con eúdo
de e á se semp e o al o e os p incipais elemen os que compõem uma es a égia de ma ke ing
digi al são os seguin es:
o psicologia do consumido
o ma ke ing de con eúdo e inbound ma ke ing
o o imização pa a mo o es de pesquisa (SEO)
o landing pages e o imização de con e são (CRO)
o acebook ma ke ing
o ins ag am ma ke ing
o linkedin ma ke ing
o google ads
o au omação de ma ke ing
5
Já de aco do com Gou eia (2022), uma es a égia de ma ke ing digi al é baseada nos
seguin es dez ópicos:
o análise mac oambien e e mic oambien e
o análise SWOT
o de inição de obje i os (online e o line)
o de inição e comunicação da p opos a de alo único
o de inição do público al o e pe sonas
o de inição dos indicado es-cha e de desempenho
o de inição de uma es a égia de con eúdos
o de inição de o çamen os
o medição de esul ados
o a ualização do plano es a égico ao longo do empo
2.2.2. As an agens do Ma ke ing Digi al
Con o me Gou eia (2022), o ma ke ing digi al pe mi e que um maio núme o de pessoas
ealmen e in e essadas no ema de um de e minado anúncio possa acede -lhe a a és dos
di e sos canais disponí eis online, o e ece ainda a possibilidade de análise de dados em empo
eal. De ac o, no ma ke ing digi al há a possibilidade de ob enção, de o ma ápida, de dados de
análise imedia amen e após a in e ação dos u ilizado es com o anúncio, assim como a
opo unidade de in e ação com a audiência. Is o é, exis e bila e alidade de comunicação e
opo unidade de in e ação po pa e dos u ilizado es.
Po ou o lado, segundo Todo (2016), as an agens do ma ke ing digi al são as seguin es:
o e iciência em cus os
o in e a i idade
o e ei o de au onomia
o audiência in ini a
o du ação
o abo dagem dos u ilizado es a i os
o diálogo com e en e u ilizado es
o con eúdo pe inen e
o acilidade em quan i ica
6
o adap á el
o pe sonalizá el
Ou seja, de uma o ma sucin a, o digi al pe mi e uma aplicação do Ma ke ing de uma
o ma mais económica e adap á el, com um alcance e in e ação que o ma ke ing adicional não
pe mi e.
2.3. Redes Sociais
Consoan e e e e Ribei o (2015), o concei o de ede social é de inido como uma es u u a
compos a po pessoas ou o ganizações, que se in e ligam po á ios ipos de elações e
ep esen a uma o ma undamen al pa a o c escimen o de no os clien es, me cados, no os
negócios, ma cas e campanhas publici á ias.
Pos o is o, e segundo Faus ino (2022), o c escimen o exponencial das edes sociais é
p o a que os se es humanos gos am da pa ilha das suas expe iências, ideias e acon ecimen os.
Nes e con ex o, as emp esas êm opo unidade de se aze ou i , pois o público-al o es á
cons an emen e conec ado e online.
De aco do com Ba is a e Cos a (2021), as edes sociais são pla a o mas de comunicação
de excelência en e as emp esas e as pessoas e que conseguem ga an i uma elação de
p oximidade en e o clien e e a ma ca. Des acam-se as seguin es edes sociais: Facebook,
Ins ag am, Twi e , YouTube, TikTok e LinkedIn.
Con o me explica Faus ino (op.ci .), as edes sociais deixa am de se me amen e lúdicas
pa a se o na em um espaço impo an e na es a égia de ma ke ing digi al e ma ke ing de
con eúdo das emp esas na comunicação com o seu público-al o.
De ac o, a comunicação digi al em indo a o na -se o meio mais ápido e, inclusi e,
mais e icien e pa a a oca de in o mações a ní el mundial. Emp esas de odos os se o es já
pe cebe am a necessidade de apos a nos meios digi ais como o ma de es abelece um con ac o
mais p óximo com o seu público-al o. Es e con ac o não é apenas mais p óximo, como ambém
alcança milha es de pessoas com meno es o ço de empo e dinhei o (Ribei o, 2021).
7
2.4. Ma ke ing B2B
Tal como e e e Ga cia (2015), o concei o de Ma ke ing B2B começou a se u ilizado em
meados da década de 70 sendo ambém e a conhecido como Ma ke ing Indus ial ou
Emp esa ial.
Pa a Ko le & P oe sch (2006), o ma ke ing B2B es á in imamen e elacionado com as
a i idades desen ol idas pelas emp esas, o ganizações e go e nos com o obje i o de
desen ol e e di ulga os seus p odu os ou se iços a ou as emp esas que, a segui , os podem
ende .
A u ilização do ma ke ing digi al, de aco do com es udos ealizados po Holliman &
Rowley (2014, ci ado po San os, 2018), é pa icula men e ap op iado em con ex os B2B nos
quais as emp esas mui as ezes o mam elações de longo p azo com os seus clien es e es ão
cada ez mais en ol idos na “co-c iação” de alo mú uo. Além disso, o ciclo de endas é mui as
ezes longo, complexo e mul i ace ado, e en ol e mui os pa icipan es. A disponibilidade de
in o mações p on as e de qualidade pa a odos os en ol idos nas á ias e apas do p ocesso de
comp a é a aliada pelos clien es B2B.
Con o me de endem Vi ale, Giglie ano e al. (2010), os eduzidos cus os que o ma ke ing
digi al ap esen a ace ao ma ke ing adicional e as á ias e amen as analí icas c iadas,
pe mi i am às emp esas c ia com maio e iciência e com maio es e melho es mé icas de
análises, es a égias e icien es e es u u adas de posicionamen o, cus omização e elações mais
p óximas com os consumido es.
Pa a Holliman & Rowley (op. ci .), apesa das e amen as de ma ke ing digi al es a em
na angua da da comunicação e p ojeção dos negócios, é undamen al não esquece a sua
in eg ação com os meios adicionais. Com e ei o, o con eúdo u ilizado nas campanhas digi ais
e a imagem da emp esa ísica de em es a in eg ados em uníssono com o meio digi al de modo
a p omo e com e icácia o negócio e esponde às necessidades dos me cados. A endência
obse ada pa e pa a a mudança de cul u a dos negócios emp esa iais. Cada ez mais se de e
p omo e a ajuda nas ansações e no supo e écnico o necido. Is o eque que a emp esa
e o mule os seus obje i os de ma ke ing, as suas es a égias, mé icas de análise e as suas
capacidades den o dos me cados.
8
2.5. A impo ância da comunicação e do ma ke ing no se o B2B
Segundo Amado (2013), quando a comunicação es á ol ada pa a o me cado B2B, u iliza
e mos mais écnicos, o que o na os seus discu sos mais elabo ados no momen o da di ulgação
dos p odu os ou se iços.
Ainda segundo o mesmo au o , nes a á ea, a comunicação o na-se mais di ícil de
en ol e o consumido , especialmen e quando as emp esas não possuem capi al humano
especializado. Nes e me cado especí ico, a comunicação exige uma c ia i idade bem mais
complexa, ainda que maio i a iamen e os al os já es ejam de inidos.
Consoan e Ga cia (2015) em de se en ende mui o bem o me cado de negócios en e
emp esas, sendo necessá ia uma g ande apos a no ma ke ing pa a impulsiona o c escimen o
das emp esas, a a és da análise dos clien es e conco en es, além de ou as ações
es a égicas. Além disso, des aca-se a impo ância do ma ke ing pa a o desen ol imen o de
es a égias emp esa iais, que con ibuem pa a a compe i i idade. A u ilização do ma ke ing nos
me cados B2B pe mi e às emp esas di e encia em-se em elação aos seus conco en es e
assumi em uma adequada posição jun o dos seus clien es.
Com elação a Ramos (2002), o ma ke ing nos negócios B2B isa conhece os clien es e
as suas necessidades, ap esen ando soluções ino ado as pa a os seus p oblemas,
comunicando-as a um me cado al o cuidadosamen e de inido. Assim, des a o ma, as
es a égias de ma ke ing implemen adas isam esponde às necessidades dos clien es e de
ou os s akeholde s, ga an indo maio isibilidade à ma ca e des acando o seu papel enquan o
ga an ia de qualidade e desempenho ao comp ado .
2.6. Ma ke ing de Con eúdo
Segundo Gou eia (2022), o concei o de ma ke ing de con eúdo diz espei o ao
desen ol imen o e c iação de con eúdo que ge a alo eal ao público-al o e que em como
obje i o a po encialização da sua elação com es e mesmo público. O ma ke ing de con eúdo é
sinónimo de aumen o de isibilidade e g au de in e ação dos consumido es com a ma ca, assim
como a p omoção da sua c edibilidade.

9
De aco do com Faus ino (2022), ala de ma ke ing digi al sem e e i o concei o de
ma ke ing de con eúdo é impossí el, pois udo o que exis e na In e ne é con eúdo. Es e mesmo
concei o signi ica p oduzi con eúdos ele an es pa a o seu público e em como obje i os ajudá-
lo e escla ece-lo, assim como a ai po enciais clien es.
Tal como e e e Pulizzi (2014, ci ado po Ba is a e Cos a, 2021), o ma ke ing de con eúdo
baseia-se num p ocesso que em como obje i o a a ação e e enção de clien es de o ma
consis en e, a a és de con eúdo c iado pa a al e a ou a é melho a compo amen os.
Ainda segundo Ba is a e Cos a (2021), o ma ke ing de con eúdo em um seg edo e esse
seg edo é que o con eúdo de e ajuda as pessoas a oma em a melho decisão de comp a. Ou
seja, o con eúdo em de se asse i o, de endo ap esen a uma abo dagem consul i a e
educa i a.
2.6.1. Obje i os e Van agens do Ma ke ing de Con eúdo
Con o me explicam Ba is a e Cos a (2021), no ma ke ing de con eúdo os obje i os são,
algumas ezes, con undidos com as an agens da sua u ilização como es a égia de
comunicação, pois cada obje i o é, ambém, uma an agem compe i i a. Assim sendo, podem
des aca -se as seguin es an agens e obje i os:
o aumen o da isibilidade da emp esa e negócio
o aumen o da in e ação da ma ca
o aumen o do núme o de leads
o edução do cus o de aquisição de clien es
o ganho de con iança do público a a és de in luenciado es
o ocos de di ulgação da ma ca
o melho ia da expe iência pós- enda
2.6.2. Sea ch Engine Op imiza ion
Tal como e e e Gou eia (2022), o concei o de Sea ch Engine Op imiza ion (SEO) e e e-
se à o imização de uma página de In e ne com o obje i o de su gi nas p imei as posições dos
esul ados de pesquisa o gânicos nos mo o es de pesquisa.
10
Po ém, segundo o au o Faus ino (2022), o e mo SEO, aduzido li e almen e pa a
po uguês, signi ica “o imização pa a mo o es de pesquisa” e consis e num conjun o de di e sas
es a égias e écnicas de o imização de si es ou blogs com o obje i o de es es se em mais
acilmen e comp eendidos pelos mo o es de pesquisa como o Google.
Já de aco do com Ba is a e Cos a (2021), o SEO é um conjun o de écnicas que pe mi e
que o websi e, blog, loja online ou página de con eúdo sejam encon ados nos mo o es de
pesquisa, apa ecendo na p imei a página do Google.
2.6.3. Van agens do SEO – Sea ch Engine Op imiza ion
Ainda de aco do com Ba is a e Cos a (2021), as an agens do SEO são di e sas:
o da isibilidade ao websi e, blog, loja online ou ou a página de con eúdo
o o na o luxo de á ego con ínuo e g a ui o
o ge a á ego com maio p obabilidade de con e são (leads)
o ajuda a c esce o seu negócio ou ma ca e omen a as endas
o ajuda a baixa os cus os da publicidade po cliques
o pe mi e ob e mais á ego ao consegui melho posicionamen o no Google
Segundo Gou eia (2022), o SEO é sinónimo de um conjun o de boas p á icas que
acili am a indexação de páginas nos mo o es de pesquisa e ala dis o é aludi ao conjun o de
ações ealizá eis pa a a melho ia da posição das páginas do websi e nas lis agens dos
esul ados dos mo o es de pesquisa. Po an o, o p incipal obje i o e an agem do SEO é
ampli ica a isibilidade da ma ca, o á ego nas páginas web, a mono o ização e o aumen o de
con e sões.
2.7. In e nacionalização
Segundo Meye (1996, ci ado po Viei a, 2019), a de inição de in e nacionalização não é
al o de consenso. A in e nacionalização, segundo alguns au o es, co esponde ao p ocesso de
ala gamen o da dimensão de uma dada emp esa po meio do aumen o das suas a i idades de
alo ac escen ados num país es angei o.
11
Não obs an e, de aco do com Ho ska & Ub ezio a (2001, ci ado po Viei a, 2019), o
p ocesso de in e nacionalização é ambém de inido como o p ocedimen o no qual uma emp esa
ealiza ansações com ce os me cados es agei os, conseguindo assim aumen a a sua
p esença in e nacional.
Ainda segundo Ha is & Wheele (2005) a in e nacionalização co esponde ao p ocesso
de enda de bens ou se iços de uma emp esa pa a ou os me cados que não o de o igem.
Pa a Amdam (2009), o concei o de in e nacionalização é sinónimo de p ocesso g adual
que se inicia em expo ações pa a um me cado ex e no, e acaba, na sua o ma mais in eg al de
in e nacionalização, no es abelecimen o de uma subsidiá ia de p odução no es angei o.
Em suma, exis em di e sas pe spe i as complemen a es e ele an es pa a a
comp eensão do concei o de in e nacionalização.
De seguida, se á ap esen ada uma análise sumá ia das p incipais es a égias e modelos
de in e nacionalização.
2.7.1. Es a égias de In e nacionalização
Do pon o de is a de Mo ais & Fe ei a (2020, ci ados po Assunção, 2021) as es a égias
de in e nacionalização baseiam-se no Modelo de Uppsala e no Modelo de Ino ação, nos modelos
BG (Bo n Globals) ou INV (“In e na ional New Ven u es”) de in e nacionalização p ecoce, nos
modelos BAG (Bo n-Again Global) e os baseados na o mação de edes de ne wo king. No
en an o, an o os au o es como á ios académicos ei e am que são á ios os es udos que
comp o am que não exis e um e dadei o modelo ou pad ão único que explane globalmen e o
p ocesso de in e nacionalização.
De aco do com Assunção (2021), as es a égias de in e nacionalização são as seguin es:
o apos a na expo ação de me cado ia
o a c iação de uma subsidiá ia
o a comp a de uma emp esa no ex e io
o a cedência da licença de explo ação
o a opção de anchising
12
Pa a al, e ainda segundo Assunção (op. ci .), exis em seis passos an es de a ança pa a
o p ocesso de in e nacionalização:
o análise do ambien e económico, polí ico, social e cul u al do país pa a onde que
expandi o seu negócio
o in o ma -se ace ca da bu oc acia, legislação e iscalidade
o sabe como unciona a ede de anspo es e dis ibuição
o pe cebe se é possí el adap a o p odu o a es e me cado
o egis a semp e ma cas e pa en es
o e especial a enção aos meios de pagamen o
2.7.2. Modelos de In e nacionalização
Con o me Hemais & Hidal (2004, ci ado po Vanconcellos, 2013), o p ocesso de
in e nacionalização assen a em dois ipos de abo dagens dis in as: a abo dagem
p edominan emen e económica e a abo dagem compo amen alis a. A p imei a cen a-se na
in e nalização das a i idades e dos p ocessos, p eocupando-se ambém com os cus os de
ansação e es udando qual o melho modo da emp esa ealiza as suas a i idades, a a és da
eo ia de Impe eições do Me cado, Ciclo de Vida do P odu o, Reação Oligopolís ica,
In e nalização e Pa adigma Eclé ico de Dunning. Já a abo dagem compo amen alis a analisa a
in e nacionalização sob a pe spe i a do me cado e nes a inse e-se o Modelo de Uppsala e a
Teo ia de ne wo ks.
Ainda segundo Hemais & Hidal (op. Ci .), o Modelo de Uppsala, conhecido pelo nome da
escola nó dica onde oi desen ol ido, baseia-se em es ádios e olu i os de in e nacionalização.
Segundo es e modelo, à medida que a a e ação de ecu sos e o conhecimen o dos me cados
ex e no c esce, as emp esas ão aumen ando g adualmen e o seu g au de comp omisso com
os espe i os me cados.
Pa a Johanson e Vahlne (1977, ci ados po Vanconcellos, 2013), com a ob enção de
expe iência in e nacional a dis ância psicológica en e as emp esas e os no os e i ó ios
es angei os é diminuída, a o ecendo assim a p og essão e a explo ação mais comple a das
opo unidades o e ecidas pelos á ios países de acolhimen o. A dis ância psicológica é de inida
como o conjun o de a o es (linguagem, cul u a, sis emas polí icos, ní el de educação, ní el de
19
Figu a 5: A i idades desen ol idas ao longo do abalho de es ágio
Fon e: Elabo ação P óp ia
no emb o
dezemb o
janei o
e e ei o
ma ço
ab il
maio
1- Análise às Redes Sociais dos
Clien es e Conco en es da
Simoldes Tools
2- Ges ão de con eúdos do Websi e
do G upo Simoldes – a a és do
Backo ice do Websi e (em
o ma o Wo dP ess)
3- Ges ão/O ganização/Logís ica de
E en os
4- Logís ica e Dis ibuição de
Ma e ial
5- Ges ão da pla a o ma Google My
Business
6- Ges ão da pla a o ma Bing Places
7- Análise ao Websi e e Redes
Sociais do G upo Simoldes
(Linkedin + Facebook)
8- C iação de Con eúdos e Ges ão
das Redes Sociais já exis en es
(Linkedin + Facebook + YouTube)
9- C iação de con eúdo pa a as
Newsle e s da Simoldes Tools e
da Simoldes Plas ics
10- C iação de um documen o Excel:
Ações e Planos Es a égicos –
Ma ke ing - Simoldes G oup
11- C iação de um documen o
Powe Poin : Modelo de Negócio e
Mapa de P o o ipagem e
Expe imen ação
12- C iação de Calendá io de Ações
Anual de Ma ke ing (2023)
13- Ges ão do Email do
Depa amen o de Ma ke ing
Pos o is o, na Figu a 5, es ão indicadas odas as a i idades que o am desen ol idas,
incluindo di e sas que o am su gindo ao longo do pe íodo de es ágio.

20
4.3. Análise das a i idades desen ol idas du an e o es ágio
Após a indicação das a i idades conc e izadas ao longo do abalho de es ágio, é momen o
de ap esen a cada uma delas.
4.3.1. Análise às Redes Sociais dos Clien es e Conco en es da Simoldes Tools
Es e ópico ela i o à análise ao websi e e di e sas edes sociais dos p incipais clien es e
conco en es da Simoldes Tools e e como p incipal obje i o a pe ceção do impac o das
p incipais emp esas clien es e emp esas conco en es da Simoldes Tools, an o no p óp io
websi e como nas edes sociais que possuem. Pa a além disso, ou o pon o impo an e é
comp eende a é que pon o a comunicação da sua in o mação é impac an e ou não, al como
p ocede à compa ação de dados e in o mação en e eles e com a Simoldes Tools (Anexos 1 e
2).
De seguida, são ap esen ados dois g á icos ep esen a i os em o ma de conclusão que
co espondem aos G á icos 1 e 2.
O G á ico 1 mos a as emp esas clien es da Simoldes Tools e as edes sociais que possuem.
Pode cons a a -se que, pa a além do websi e, as edes sociais mais u ilizadas pelas emp esas
clien es são o Linkedin e o Facebook, uma ez que, se a a de um negócio de ca iz B2B onde,
eg a ge al, es as edes sociais p e alecem.
G á ico 1: Redes Sociais – Clien e (Fon e: Elabo ação P óp ia)
21
No G á ico 2 é possí el obse a que as emp esas conco en es da Simoldes Tools
ambém possuem maio p esença na ede social Linkedin, seguido do Facebook e do YouTube,
espe i amen e.
G á ico 2: Redes Sociais – Conco en es (Fon e: Elabo ação P óp ia)
Assim sendo, pode cons a a -se que, an o a Simoldes Tools como a Simoldes G oup,
e elam a mesma ca ac e ís ica – maio des aque – nas edes sociais Facebook e Linkedin al
como os seus p incipais clien es e p incipais conco en es. Is o signi ica que, es as duas edes
sociais e, nomeadamen e, o Linkedin, é a ede social das emp esas de negócio B2B (Business
o Business).
4.3.2. Ges ão de con eúdos do Websi e do G upo Simoldes – a a és do Backo ice do
Websi e (em o ma o Wo dP ess)
No que oca à ges ão de con eúdos do websi e do G upo Simoldes es e abalho oi o que
mais empo exigiu, uma ez que, de o ma po meno izada, e e de se melho ada e e i icada a
maio ia dos con eúdos publicados no websi e.
A pla a o ma de c iação do Websi e é o Wo dP ess, ao qual, a adap ação, oi ela i amen e
boa. O Wo dp ess é um sis ema de ges ão e c iação de con eúdo simples e ácil de abalha ,
pois não ob iga a e um conhecimen o especí ico na á ea da p og amação.
O obje i o p incipal da ges ão de con eúdos passou, e e i amen e, pela melho ia da
classi icação de SEO e Legibilidade dos con eúdos p esen es no websi e.
22
Os con eúdos melho ados o am, en e ou os, os seguin es: “A igos Tools”; R&D Tools”;
“Emp esas Tools”; “Páginas”; “Vagas RH Tools”; “Se iços Tools”; “Emp esas Plas ics”.
Todos os con eúdos do Websi e encon am-se em Po uguês e em Inglês – o que signi ica
que ao e i ica em Po uguês, ambém e e de se e i ica em Inglês.
Seguidamen e, nas Figu as 6, 7, 8 e 9, pode e i ica -se algumas das e idências des e
abalho, com o an es e o depois de e i ica .
Figu a 6: Wo dp ess – an es (1)
Figu a 7: Wo dp ess - depois (2)
23
Figu a 8: Wo dp ess – an es (3)
Figu a 9: Wo dp ess – depois (4)
24
4.3.3. Ges ão/O ganização/Logís ica de E en os
No que diz espei o à ges ão, o ganização e logís ica de e en os podem e e i -se á ias
a i idades desen ol idas ao longo des e es ágio.
A p imei a em a e com a o ganização do 63º ani e sá io do G upo Simoldes, assim como
o 80º ani e sá io de An ónio da Sil a Rod igues – P esiden e do G upo Simoldes. Na emp esa
Simoldes Aços, S.A., du an e ês dias (no mês de no emb o de 2022), p ocedeu-se à eceção
e acompanhamen o de á ias pessoas – uncioná ios e ex- uncioná ios – pa a a g a ação do seu
es emunho pessoal e/ou p o issional com o S . An ónio da Sil a Rod igues e o G upo Simoldes.
Pos e io men e, hou e uma es a de celeb ação das duas da as acima e e idas e a amos a da
compilação de um ídeo com os á ios es emunhos ecolhidos. Ainda pa a es e e en o,
p ocedeu-se à o ganização e en ega (no local) dos li os do 60º ani e sá io do G upo Simoldes
pa a odos os p esen es.
A segunda a i idade desen ol ida nes e âmbi o co esponde à c iação do Ca az de Na al
pa a a Fes a de Na al 2022 do G upo Simoldes (em Po ugal). Es e ca az, ep esen ado na
Figu a 10, oi a ixado em odas as emp esas do G upo Simoldes em Po ugal. Pa a além disso,
hou e a pa e da logís ica e o ganização do espaço des e e en o, assim como a c iação de um
ídeo com o og a ias e ídeos de “Na ais Simoldes” an e io es. Es e e en o é um e en o que
deco e há á ios anos e o ídeo c iado oi uma o ma de eco da e e i e momen os passados.
Figu a 10: Ca az da Fes a de Na al 2022 do G upo Simoldes (Fon e: Elabo ação p óp ia)

25
A e cei a a i idade diz espei o à ajuda na logís ica do e en o “Hono is Causa”, que e e
luga na Uni e sidade de A ei o. Es e e en o e e como lema a a ibuição do Dou o amen o
“Hono is Causa” ao Comendado e P esiden e do G upo Simoldes: An ónio da Sil a Rod igues.
Pos e io men e, a ní el de e en os, segue-se o Dia In e nacional da Mulhe (8 de ma ço
de 2023), onde se p ocedeu, com ou os colegas, à en ega de uma lemb ança a odas as
mulhe es do G upo Simoldes (Po ugal), como se ilus a nas Figu as 11 e 12.
Figu a 11: Lemb ança do Dia da Mulhe (1)
Figu a 12: Lemb ança do Dia da Mulhe (2)
26
Seguidamen e, hou e a celeb ação do Dia do Pai (19 de ma ço de 2023) onde, ambém,
oi p ocedida a en ega de uma pequena lemb ança a odos os uncioná ios que são pais (G upo
Simoldes – Po ugal), al como mos a a Figu a 13.
Figu a 13: Lemb ança do Dia do Pai
Em ab il (2023), oi o ani e sá io da S a. Aldina Valen e – esposa do P esiden e do G upo
Simoldes e, ambém, sócia do G upo Simoldes. A o e a pensada oi uma “moldu a” em Fab ico
Adi i o, assim como um li o A5 que eunisse es emunhos esc i os de á ias pessoas p óximas
dela. Rela i amen e à “moldu a” em Fab ico Adi i o: oi c iado um Layou exempla pa a, a
pos e io i, se eplicado. O Fab ico Adi i o é nada mais nada menos que uma Imp essão em 3D
(3 dimensões) ou p o o ipagem ápida e ca ac e iza-se po se um p ocesso que possibili a a
cons ução de obje os ísicos a a és da deposição de ma e ial em camadas, endo po base um
modelo 3D em o ma o digi al.
27
Po im, no mês de maio de 2023, ambém se celeb ou o Dia da Mãe (8 de maio) onde,
da mesma o ma, oi p ocedida a en ega da lemb ança a odas as uncioná ias do G upo
Simoldes (Po ugal) – à semelhança do Dia do Pai – al como se pode obse a na Figu a 14.
Es as ações são mui o ele an es pa a p omo e um espí i o de equipa e mo i a odos
os colabo ado es.
Figu a 14: Lemb ança do Dia da Mãe
4.3.4. Logís ica e Dis ibuição de Ma e ial
No que conce ne ao ema da logís ica e dis ibuição de ma e ial hou e a dis ibuição de
me chandising do G upo Simoldes po odas as emp esas em Po ugal, assim como os
espe i os en ios pa a as emp esas localizadas no es angei o. O me chandising em ques ão
inclui o seguin e ma e ial: blocos de no as; es e og á icas; calendá io anual de mesa e calendá io
A5 (Tools e Plas ics). Pa a além disso, odos os uncioná ios do G upo Simoldes (Po ugal e
Es angei o) ecebe am, ambém, o li o alusi o ao 60º ani e sá io do G upo Simoldes.
P ocedeu-se, ainda, ao en io dos li os (pequenos e g andes) do 60º ani e sá io do G upo
Simoldes a odas as pessoas e en idades com ligação ao G upo Simoldes. Pa a isso oi
28
necessá ia a ecolha dos con ac os e di eções de cada um, al como a de ida p epa ação de
cada en io.
4.3.5. Ges ão da pla a o ma Google My Business
Rela i amen e ao ópico do Google My Business, es a a e a baseou-se na inse ção de á ias
emp esas do G upo Simoldes nes a mesma pla a o ma. O Google My Business pe mi e que cada
emp esa egis ada enha a opo unidade de es a na In e ne e possa se pesquisada e conhecida
pelo mundo. Pa a egis a uma emp esa nes a pla a o ma, bas a inse i alguns dados e o nece
um con ac o ele ónico que comp o e que a mesma é eal. Es e p ocesso é o almen e g a ui o.
No que diz espei o às emp esas pe encen es à Simoldes Tools, no o al de 16, nem odas
es a am egis adas no Google My Business. Pos o is o, p ocedeu-se ao egis o das es an es
emp esas que al a am.
Quan o às emp esas da Simoldes Plas ics, nenhuma es a a ainda egis ada na pla a o ma,
po isso, p ocedeu-se ao egis o das mesmas. Pa a is o o am c iadas duas secções: “Simoldes
Tools” e “Simoldes Plas ics”.
Es e abalho de inse ção das á ias emp esas na pla a o ma Google My Business exigiu
alguma dinâmica, pois, es ando a maio ia das emp esas sediadas no es angei o, hou e a
necessidade de se comunica com os esponsá eis de cada emp esa, ia ele one ou email, pa a
que es es cedessem o código especí ico que a Google lhes o necia ao liga pa a o núme o
ele ónico de cada emp esa.
Na Figu a 15 é possí el obse a as duas secções c iadas na pla a o ma Google My
Business: a Simoldes Plas ics e a Simoldes Tools.
Figu a 15: Google My Business
35
Figu a 24: Dou o amen o “Hono is Causa” de S º An ónio Rod igues (3)
Figu a 25: Dou o amen o “Hono is Causa” de S º An ónio Rod igues (4)

36
Linkedin: “Simoldes Tools” + Facebook – “Simoldes G oup”:
Nes e ópico, podem e i ica -se as publicações espei an es a duas agas de emp ego:
“Mand ilado CNC” (Figu as 26 e 27) e “Polido de Moldes” (Figu as 28 e 29).
Figu a 26: Vaga de T abalho – Mand ilado CNC (1)
Figu a 27: Vaga de T abalho – Mand ilado CNC (2)
37
Figu a 28: Vaga de T abalho – Polido de Moldes (1)
Figu a 29: Vaga de T abalho – Polido de Moldes (2)
38
Facebook + Linkedin:
Quan o às publicações elabo adas ao longo do es ágio pa a as edes sociais Facebook e
Linkedin, podem obse a -se, abaixo, as Figu as 30, 31 e 32 que dizem espei o ao “Dia Mundial
da A i idade Física”; as Figu as 33 e 34 que co espondem ao “Dia de Páscoa” e as Figu as 35,
36 e 37 que azem alusão ao “Dia Mundial da Saúde”.
Figu a 30: Publicação do Dia Mundial da A i idade Física (1)
39
Figu a 31: Publicação do Dia Mundial da A i idade Física (2)
Figu a 32: Publicação do Dia Mundial da A i idade Física (3)
40
Figu a 33: Publicação do Dia de Páscoa (1)
Figu a 34: Publicação do Dia de Páscoa (2)

41
Figu a 35: Publicação do Dia Mundial da Saúde (1)
Figu a 36: Publicação do Dia Mundial da Saúde (2)
42
Figu a 37: Publicação do Dia Mundial da Saúde (3)
Facebook + Linkedin (“Simoldes Tools”):
Ainda no âmbi o do es ágio cu icula , abaixo encon am-se as Figu as 38, 39 e 40 que
dizem espei o ao “Dia Mundial do Aço no B asil”.
Figu a 38: Publicação do Dia Nacional do Aço no B asil (1)
43
Figu a 39: Publicação do Dia Nacional do Aço no B asil (2)
Figu a 40: Publicação do Dia Nacional do Aço no B asil (3)
44
YouTube:
A página You ube do G upo Simoldes encon a a-se um pouco desa ualizada. Po isso,
du an e o es ágio, p ocedeu-se à a ualização da in o mação, assim como a inse ção de ídeos,
c iação de playlis s, c iação de comunidade, en e ou os.
Na Figu a 41 pode obse a -se a página inicial do YouTube do G upo Simoldes. De
seguida, na Figu a 42 encon a-se a secção espei an e à desc ição. Depois, na Figu a 43
encon a-se a secção das playlis s e, inalmen e, na Figu a 44 obse a-se a secção da
comunidade.
Figu a 41: Página YouTube da Simoldes - Início
51
Figu a 54: Modelo de Negócio (1)
Figu a 55: Modelo de Negócio (2)

52
Figu a 56: Mapa de P o o ipagem e Expe imen ação (1)
Figu a 57: Mapa de P o o ipagem e Expe imen ação (2)
53
4.3.12. C iação de Calendá io Anual de Ações de Ma ke ing (2023)
A c iação de um Calendá io Anual de Ações de Ma ke ing – pa a o ano ci il 2023 – e e como
obje i o a o ganização e cump imen o dos dias mais impo an es e adequados ao nosso g upo
emp esa ial. Ao e -se um calendá io é mais ácil o ganiza e isualiza as ações a p epa a e a
se em conc e izadas. É de salien a que oi a p imei a ez que se p ocedeu à c iação de um
calendá io de ações de ma ke ing e comunicação, o que acili ou a lei u a, logís ica e o ganização
das di e sas ações. Es e documen o encon a-se no Anexo 5.
4.3.13. Ges ão do Email do Depa amen o de Ma ke ing
Du an e o es ágio p ocedeu-se ambém à ges ão e e i icação de odos os emails ecebidos
a a és do ende eço ele ónico do Depa amen o de Ma ke ing. O obje i o é il a oda a
in o mação de modo a da a enção à in o mação ele an e e desca a a não ele an e.
Figu a 58: Calendá io de Ações de Ma ke ing – mês de maio
54
Capí ulo 5 – Conclusão
O p esen e ela ó io ilus a a impo ância que o ma ke ing digi al e a comunicação possuem
numa o ganização. Es as são, sem dú ida, boas e amen as pa a po encia um negócio,
nomeadamen e de ca iz nacional e in e nacional.
O ma ke ing digi al em um impac o signi ica i o nas emp esas B2B especialmen e nas
g andes emp esas in e nacionais, como é o caso do G upo Simoldes. As es a égias de
ma ke ing digi al, como o ma ke ing de con eúdo, SEO e edes sociais ajudam as emp esas B2B
a a ai leads quali icados. Te uma p esença online minimamen e sólida p opo ciona o aumen o
da isibilidade da ma ca, assim como e con eúdo educa i o e in o ma i o p opo ciona a
cons ução de c edibilidade. Pa icipa a i amen e nas edes sociais pe mi e às emp esas B2B a
possibilidade de cons ui elacionamen os e compa ilha conhecimen os.
Em suma, o ma ke ing digi al é uma e amen a pode osa pa a emp esas B2B, o e ecendo
opo unidades de c escimen o, e iciência ope acional e cons ução de elacionamen os sólidos
com clien es. O sucesso depende da o mulação de es a égias e icazes e da adap ação con ínua
às mudanças no ambien e digi al.
Todas as a i idades desen ol idas no abalho de es ágio são impo an es, na medida em
que, con ibuem de o ma posi i a pa a o G upo Simoldes, ala ancando uma comunicação mais
cla a di ecionada ao seu público-al o, assim como p opicia a cons ução de uma ma ca o e.
Assim sendo, é possí el a i ma que o es ágio oi, sem dú ida, uma e apa de impo an es
ap endizagens de concei os e es a égias que em mui o con ibuí am pa a o c escimen o e
desen ol imen o pessoal e p o issional.
Como em udo, exis em os pon os posi i os e alguns desa ios. Os pon os posi i os são á ios
e ul apassam as di iculdades, sendo eles, os mais impo an es, a opo unidade de c escimen o
a ní el in elec ual, a impo ância da esponsabilidade e do abalho em equipa, a opo unidade
de expe iencia o mundo do abalho e a ges ão de empo. Quan o aos desa ios podem des aca -
se, numa ase inicial, a di iculdade de adap ação à esponsabilidade de a e as mais exigen es e
o eceio de não possui capacidade de sai da zona de con o o. Com dedicação, empenho e
apoio, es as di iculdades o am sendo ul apassadas.
55
De e e i ainda a opo unidade p opo cionada po es e es ágio de comp eende a
impo ância dos concei os eó icos aplicados à p á ica, assim como a necessidade de sabe se ,
sabe es a e sabe aze .
Em suma, pode dize -se que odo es e abalho oi um excelen e desa io e uma opo unidade
mui o ele an e pa a a p epa ação do me cado de abalho.
56
Re e ências Bibliog á icas
Amado , T.M.O. (2013). Es a égia de Comunicação em B2B – P oje o aplicado à o ganização
Se man Lda (Disse ação de Mes ado). Escola Supe io de Educação de Coimb a.
Amdam, R. P. (2009). The in e na ionalisa ion p ocess heo y and he in e na ionalisa ion o
No wegian i ms, 1945 o 1980. Business His o y, 51 (3), pp. 445 - 461.
h ps://www. esea chga e.ne /publica ion/227608777_The_in e na ionalisa ion_p ocess_ heo y_
and_ he_in e na ionalisa ion_o _No wegian_ i ms_1945_ o_1980
Assunção, S.L. (2021). O P ocesso de In e nacionalização de PME Po uguesas no Me cado
Alemão, uma Abo dagem pa a Emp esas B2B: O Caso da Cas o Ligh ing (Disse ação de
Mes ado). Ins i u o Supe io de Con abilidade e Adminis ação do Po o.
Babayans, G. B., M. (2005). Es a égias de e-ma ke ing – Como capi aliza no pode da in e ne
e e-mail como no o meio de comunicação. (1ªedição). E&B Da a – Sis emas de In o mação e
Assesso ia Emp esa ial, Lda.
Ba is a, D., & Cos a, P. (2021). Ma ke ing Digi al Con eúdos Vencedo es. (1ªedição). Lidel.
Faus ino, P. (2022). Ma ke ing Digi al na P á ica: Como c ia do ze o uma es a égia de ma ke ing
digi al pa a p omo e negócios ou p odu os. (8ª edição). Ma cado .
Ga cia, A. (2015). O Uso do Ma ke ing B2B em Pequenas e Médias e Emp esas sob a Ó ica de
Qua o G andes Á eas de Tomada de Decisão: me cado al o, posicionamen o, es a égia de
ma ke ing e elacionamen o com os clien es. Re is a de Adminis ação da FATEA,10,104–
125.h p://publicacoes. a ea.b /index.php/ a /a icle/download/1342/1022
Gou eia, M. (2022). Ma ke ing Digi al o Guia Comple o: Tudo o que p ecisa pa a c ia uma
es a égia online de sucesso. (2ª edição). Ideias de Le .
Ha is, S., & Wheele , C. (2005). En ep eneu s' ela ionships o in e na ionaliza ion: unc ions,
o igins and s a egies. In e na ional Business Re iew, 14 (2), pp. 187 - 207.

57
Ko le , P., & P oe sch, W. (2006). B2B B and Managemen . (1ª ed.). Heidelbe g: Sp inge .
Mello, Selma Fe az Mo a (2010). Comunicação E O ganizações Na Sociedade Em Rede: no as
ensões, mediações e pa adigmas (Disse ação de Mes ado). Uni e sidade de São Paulo.
Mendes, M.C. (2017). Es a égias de Ma ke ing Digi al nas emp esas B2B – Ame icana S.A.
(Disse ação de Mes ado). Escola Supe io de Tecnologia e Ges ão – Ins i u o Poli écnico de
Lei ia.
Pe ei a, B.L. (2019). Ma ke ing Digi al em Emp esas B2B (Disse ação de Mes ado).
Uni e sidade de A ei o.
Ramos, C. (2002). O impac o das ecnologias de in o mação ao ní el da ges ão de
elacionamen os. Faculdade de Economia da Uni e sidade do Po o.
Ribei o, L. (2021). Comunicação e Design no a ejo. (2ª edição). Senac.
Ribei o, N. (2015). A in luência das edes sociais no ma ke ing elacional: as PME´s
em Po ugal. Ins i u o Po uguês de Adminis ação de Ma ke ing.
Ryan, D. (2014). Unde s anding digi al ma ke ing: ma ke ing s a egies o engaging he digi al
gene a ion. (2ºedição). Kogan Page Publishe s.
San os, R.F.O. (2018). Comunicação e Ma ke ing: Implemen ação de es a égias de Ma ke ing e
Comunicação em negócios B2B. (Disse ação de Mes ado). Ca ólica Po o Business School.
Segu a, M. C. (2009). O es udo do Ma ke ing Digi al e sus Ma ke ing T adicional e a pe ceção
das suas campanhas po pa e dos consumido es no me cado i ual a adicional. (Disse ação
de Mes ado). Ins i u o Supe io de Es a ís ica e Ges ão de In o mação da Uni e sidade No a de
Lisboa.
Teixei a, M.J.L. (2021). O Papel do Ma ke ing Digi al no C escimen o Emp esa ial: Caso Co e
G oup (Disse ação de Mes ado). Uni e sidade Po ucalense.
Todo , R. D. (2016). Blending adi ional and digi al ma ke ing. Bulle in o he T ansil ania
Uni e si y o B aşo , 9(1), 51–56.
h p://ezp oxy.leedsbecke .ac.uk/login?u l=h p://sea ch.ebscohos .com/login.aspx?di ec = ue&
db=a9h&AN=116699220&si e=eds-li e&scope=si e
58
Vanconcellos, I.V.N.P. (2013). In e nacionalização de emp esas po uguesas: o caso do g upo
B isa (Disse ação de Mes ado). Uni e sidade Técnica de Lisboa - Ins i u o Supe io de
Economia e Ges ão.
Viei a, M.S.C. (2019). O e-comme ce e a in e nacionalização: o caso da emp esa êx il Y
(Disse ação de Mes ado). Uni e sidade do Minho.
Vi ale, R. P., e al. (2010). Business o business ma ke ing: Analysis and p ac ice in a dynamic
en i onmen .
Wymbs, C. (2011). Digi al ma ke ing: The ime o a new "academic majo " has a i ed." Jou nal
o Ma ke ing Educa ion, 8, 93-106.
h ps://jou nals.sagepub.com/doi/10.1177/0273475310392544
Websi es consul ados:
G upo Simoldes. (2023, Dezemb o 10). h ps://www.simoldes.com/sob e-nos-g upo-simoldes/.
Acedido em 5 de dezemb o de 2023
59
60
ANEXOS
67
63
64

68
65
TOP das Redes Sociais
1º
2º
3º
4º
5º
6º
67
A MENTO DI RIO BASTANTE SIGNIFICATIVO NO N
SEG IDORES:
69
68
23Websi e
21Linkedin
13Facebook
11You ube
10T i e
9Ins ag am
2 ing
1TikTok
1Glassdoo
1Kununu
70
Anexo 2: Análise às Redes Sociais dos Conco en es da Simoldes Tools
1
10
2
11
O Anexo 2 e e e-se, de uma o ma ge al, à análise das edes sociais dos p incipais conco en es da
Simoldes Tools.
71
41
42
GLN
HAIDLMAIR
IM PLASTIC GR P
MD GR P
SY BRIDGE
TH M LDING
VAMA IND STRIAL
22 de 22
72
43
M LDIT
GTFFe amen a ia
GR P M LD ESTE
18 de 22
44
GLN 10 de 22
45
HAILDMAIR 8 de 22
ede social : mui opoucos seguido es publicações

73
46
HAILDMAIR 6 de 22
47
HITECHM LDANDENGINEERING 1 de 22
48
74
49
TOP das Redes Sociais
1º
2º
3º
4º
(semcon a com o ebsi e)
50
22Websi e
18Linkedin
10Facebook
8You ube
6Ins ag am
1T i e
0TikTok
0Glassdoo
0 ing
0Kununu
75
Anexo 3: A igo sob e a eguesia de Ul - inse ido na Newsle e do G upo Simoldes
Newsle e – e e ei o 2023:
ó S R
Fon e: Página de He ald y o he Wo ld (H TW)
2
A eguesia de Ul, si ua-se no concelho de Oli ei a de Azeméis, dis i o de A ei o, em Po ugal.
“Ul” é um opónimo que designa a eguesia e é o local em Po ugal que possui o nome mais
pequeno.
A his ó ia des a e a es á ma cada po um passado mui o emo o ecuando aos empos p é-
his ó icos em ue a p esença humana es á explici amen e documen ada a a és de impo an es
achados a ueológicos e ue a es am a p esença de po os mui o an e io es aos omanos.
Es a e a é conhecida pelos moinhos de água cuja exis ência em de mui o longe. Inicialmen e
es es moinhos de água moinham apenas milho. Mais a de a moe igo e a descasca a oz.
Pa a se a es a “o peso” ue a moagem a esanal chegou a e nes a e a bas a eco da ue o
núme o de moinhos em labo ação no século I (dezano e) e a de 84 com um o al de 327
2
Disponí el em: h ps://www.he ald y-
wiki.com/a ms/websi es/Po ugal/www. isicohomepage.hpg.ig.com.b /oaz-ul.h m - Acesso em: 20 de janei o de
2023
Figu a 59 – B asão da F eguesia de l
O Anexo 3 e e e-se ao a igo edigido sob e a eguesia de Ul e que oi inse ido na newsle e do G upo
Simoldes.
76
“ odas”. Es e núme o é um núme o a o e impossí el de a ingi nou as egiões com
ca ac e ís icas idên icas.
As condições na u ais únicas des a aldeia, di a am a sua p imei a e apa da indus ialização. Os
moinhos de Ul e as pada ias adicionais ep esen a am o passo inicial pa a o desen ol imen o,
em que as a i idades dos molei os e das padei as i e am g ande in luência.
Como e e ido an e io men e, numa época pos e io , ou a a i idade se iniciou com o
ap o ei amen o dos moinhos de água: o descasque do a oz que, p og essi amen e se oi
mode nizando, ganhando impo ância e p imazia a é aos dias de hoje.
A ualmen e, o sec o da moagem, embo a ul apassado pela p edominância do passado,
con inua a man e em Ul uma g ande dinâmica. E no que espei a ao descasque e embalagem do
a oz, em Ul es ão implan adas as maio es indús ias nacionais do géne o, que p oduzem ce ca
de 60% da p odução nacional.
Nes a eguesia, me ecem especial des aque: os moinhos de água ao longo dos ios An uã e Ul;
o ab ico adicional do Pão de Ul; da Reguei a de Ul; do Canoco de Ul e do Pão com Chou iço.
Assim como alguns luga es como: o Pa que Temá ico Molinológico; a Pon e da Salguei inha; a
Ig eja e o La go da Ig eja; a Quin a, Casa e Capela de Adães, en e ou os.
Figu a 2 – Mós dos Moinhos de água
Fon e: Página ( ebsi e): “Po ugal de Lés a Lés”
3
Fon e: Página ( ebsi e): “Po ugal de Lés a Lés”
4
3
Disponí el em: h ps://po ugaldelesales.p /molinologico-ul-museu- i o-moinho-e-pao/ - Acesso em: 31 de
janei o de 2023
4
Disponí el em: h ps://po ugaldelesales.p /molinologico-ul-museu- i o-moinho-e-pao/ - Acesso em: 31 de
janei o de 2023
Figu a 3 – Moinhos de água ( io)
83
É sede de um município que con a com 19 eguesias, dis ibuídas po 12 unidades e i o iais.
Com 163,41 km² de á ea, o município é ocupado po 66 212 habi an es ( on e: INE, esul ados
p elimina es Censos 2021):
Figu a 69 – Mapa Populacional de Oli ei a de Azeméis
Fon e: Websi e da Câma a Municipal de li ei a de Azeméis
concelho de li ei a de Azeméis é limi ado a No des e pelo município de A ouca a Es e po Vale de
Camb a e Se e do Vouga a Sul po Albe ga ia-a-Velha a Oes e po Es a eja e a e a No oes e po São
João da Madei a e San a Ma ia da Fei a.

84
Fon e: Página Wikipédia “ li ei a de Azeméis”
20
ó …
li ei a de Azeméis é uma impo an e localidade desde empos imemo iais sendo um local com p esença
humana comp o ada desde pelo menos 2000 a.C. nos Cas os das eguesias de l e de ssela.
Fon e: Websi e “Câma a
Municipal de li ei a de
Azeméis”
21
20
Disponí el em: h ps://p .wikipedia.o g/wiki/Oli ei a_de_Azem%C3%A9is – Acesso em: 16 de ma ço de 2023
21
Disponí el em: h ps://www.cm-oaz.p /oli ei a_de_azemeis.1/ eguesias.42/ul.62/cas o_de_ul.a3182.h ml
Figu a 70 – Mapa das eguesias cons i uin es do concelho de Oli ei a de Azeméis
Figu a 71 – Cas o na eguesia de Ul
Figu a 72 – Cas o na eguesia de Ossela
85
Mais a de ans o mou-se num pon o de pa agem das ias omanas de Conímb iga-Po o e Lisboa-B aga
da ual subsis e o ma co miliá io da milha II.
Foi g aças a es a posição p i ilegiada ue se desen ol eu a ingindo o
es a u o de ila e sede do concelho a 5 de janei o de 1799 po D. Ma ia I
e ue culminou com a ele ação a cidade a 16 de maio de 1984.
z ?
• A a és da A1 (Au o-Es ada do No e) nó de Es a eja e da Fei a consoan e se em de Sul ou de
No e espe i amen e.
• Pa a além da A1 ue a a essa o e i ó io concelhio ou as ias pe mi em o acesso ácil ao
concelho ais como o I ine á io Complemen a Nº2 (IC2) e a E.N.224.
• li ei a de Azeméis es á já ligada di e amen e à cidade do Po o a a és da A32 (Au o-Es adas do
Dou o Li o al).
• A ní el e o iá io es á em uncionamen o a linha do Vale do Vouga ue es abelece ligação com a
linha do No e em Espinho podendo-se daí p ossegui pa a o Po o A ei o Coimb a Lisboa e c.
h ps://www.cm-oaz.p /oli ei a_de_azemeis.1/ eguesias.42/ossela.55/cas o_de_ossela.a3131.h ml
Figu a 73 – Ma co Miliá io de Oli ei a de Azeméis
Figu a 74 – Linha do Vouga em Oli ei a de
Azeméis (“O Vouguinha”)
86
• Exis em ligações egula es de au oca o pa a o Po o A ei o e Coimb a bem como ou as de
âmbi o mais es i o a ní el local e egional.
ú
• Exis em dois pe cu sos u banos do T A – T anspo es banos de Azeméis.
• anspo e público de média dis ância é o necido - en e ou os - pela C.P. (Comboios de
Po ugal) / Linha do Vouga (pa a Espinho) e a T ansde (pa a Po o e A ei o).
ã
◼ Ensino Supe io :
o Escola Supe io de Design Ges ão e Tecnologias da P odução de A ei o No e (ESAN) da
ni e sidade de A ei o
o Escola Supe io de Saúde No e da C uz Ve melha Po uguesa
◼ Ensino Secundá io ( á ias escolas em di e en es eguesias)
◼ Ensino Básico ( á ias escolas em di e en es eguesias) – exemplo: Escola Básica Comendado
An ónio da Sil a Rod igues (F eguesia de l)
Figu a 75 – Au oca o(s) da cidade
Figu a 76 – “TUAZ”: Emp esa de T anspo es
U banos da cidade de Oli ei a de Azeméis
87
◼ CENFIM – Cen o de Fo mação P o issional da Indús ia Me alú gica e Me alomecânica
à é um p oje o cul u al de li ei a de Azeméis nascido no ano de 1997 nes a
cidade com o apoio da Câma a Municipal de li ei a de Azeméis.
Tendas à moda an iga a esãos padei as de l p odu os ag ícolas u ensílios e ajes an igos são alguns
dos elemen os ue cons i uem o cená io do Me cado. A Fei a do Pão uma mos a de a esana o e a
a uação de g upo de danças e can a es adicionais acon ece pa alelamen e odos os anos de o ma
inin e up a no 3.º im de semana do mês de maio.
li ei a de Azeméis des aca-se pa icula men e na á ea despo i a com á ias modalidades nas
p incipais compe ições nacionais: é o caso da nião Despo i a li ei ense com os Sénio es de Fu ebol a
compe i em na 2. Liga P o issional Po uguesa a e uipa de Bas ue ebol na P imei a Liga (e bicampeã em
2019) e ambém a e uipa de Hó uei em Pa ins como uma das p incipais o mações nacionais a compe i
Figu a 77 – E en o: “Me cado à Moda An iga” que oco e odos os anos
em Oli ei a de Azeméis (mês de maio)
88
na di isão p incipal. A p incipal di isão de Fu sal em Po ugal con a ambém com uma e uipa de li ei a
de Azeméis o Fu sal Clube de Azeméis.
li ei a de Azeméis em o maio s ick de Hó uei em Pa ins do mundo ei o em 2003 pa a o mundial de
hó uei.
município con a já com á ias edições da Final Fou da Taça de Po ugal do Fu sal Nacional.
mundial de hó uei em Po ugal passou po li ei a de Azeméis (sendo jogado no pa ilhão de Hó uei
em pa ins e de Bas ue ebol Sal ado Machado) assim como o mundial de Fu sal eminino de 2012
dispu ado no mesmo local.
Figu a 78 – Símbolo da UDO (União Despo i a Oli ei ense)
Figu a 79 – S ick (o maio do Mundo)

89
Já em 2016 li ei a de Azeméis oi no amen e palco de uma compe ição in e nacional. Acolheu o 52.º
Eu opeu de Hó uei em Pa ins com a pa icipação de oi o seleções. li ei a de Azeméis já é po mui os
conside ada a cidade do despo o.
Con a ainda com as seguin es :
o Biblio eca Municipal Fe ei a de Cas o
o A ui o Municipal
o Tea o Municipal de li ei a de Azeméis (Cine ea o Ca acas)
o Museu Regional de li ei a de Azeméis
o Museu Regional de Cucujães
o Casa-Museu Fe ei a de Cas o ( ssela)
o Academia de Música de li ei a de Azeméis
o Cen o Lúdico
o Piscinas Municipais
o CERCIA (Cen o de Recupe ação de C ianças De icien es e Inadap adas de li ei a de Azeméis)
o CL A (Cen o de Línguas de li ei a de Azeméis)
Figu a 80 – Pa ilhão Municipal D . Sal ado Machado
90
li ei a de Azeméis é um endo no seu e i ó io
ê em di e sos se o es como a me alomecânica moldes e injeção de plás icos
calçado a indús ia ag oalimen a en e ou os.
Po isso o É ó
p opo cionando aos isi an es uma expe iência i a do “ e aze ” a a és do con ac o com as
écnicas de p odução das emp esas isi adas.
Mais ue uma isi a o Tu ismo Indus ial de li ei a de Azeméis p e ende p opo ciona aos isi an es
semp e ue possí el uma expe iência global ap esen ando oda a cadeia de alo desde a ma é ia-p ima
a é ao p odu o inal.
Figu a 82 – Biblio eca Municipal Fe ei a
de Cas o
Figu a 83 – A qui o Municipal
Figu a 81 – Tea o Municipal de Oli ei a de Azeméis
Figu a 84 – Museu Regional de Oli ei a de Azeméis
Figu a 85 – CLOA: Cen o de Línguas (Ins i u o)
91
o Pa ue de La-Sale e (na zona No des e da cidade)
o Pa ue Molinológico e Cas o de l (na zona de l)
o Ma gens do Caima Pa ue Ben o Ca ueja e Pon e do Pêga (na zona de Palmaz)
o Capela Nossa Senho a da Ribei a (Pinhei o da Bempos a)
o P aia Flu ial do Ped egulhal (Selo es ssela)
o Mon e de São Ma cos (Fajões)
o Pon e Medie al e Açude da Ilha dos Amo es (Rel a li ei a de Azeméis)
o Vila inho de São Luís (Palmaz)
o Pa ue do Ce cal (San iago de Riba- l)
Figu a 87 – Pa que de “La Sale e” (pon o u ís ico de g ande a ação)
Figu a 86 – Logó ipo do “Tu ismo Indus ial” do concelho de Oli ei a de Azeméis
92
• Pão de l
• Papas de São Miguel
• amacóis / Beijinhos de Azeméis
• ssos de Suã
concelho de li ei a de Azeméis é ico em P odu os Locais ais como:
• (Sacos de Ti as de Cucujães; Ces a ia; A e em Madei a; Tecelagem; A e ac os de
Me al; A esana o bano; A es Deco a i as; Bo dados e Rendas; Espan alhos)
• (louça p e a de ssela)
•
• ó (La icínios; Mel; Ce eja A esanal; descas ue de A oz)
• z (na eguesia de Cesá es ão
sediadas 3 emp esas de enome em Po ugal)
• des a ue nacional e in e nacional com emp esas de enome a abalha nos moldes pa a
a indús ia de plás ico e nos plás icos sob e udo em componen es pa a a indús ia au omó el)
• (Luís no e)
• (no ano de 1528 oi es abelecida na Quin a do Cô o em li ei a de Azeméis uma das
p imei as e mais du adou as áb icas de id o do nosso país - a Fáb ica de Vid o do Cô o -
Figu a 88 – Pão de Ul
Figu a 89 – Papas de São Miguel
Figu a 90 – Zamacóis ou Beijinhos
de Azeméis
Figu a 91 – Ossos da Suã
99

100