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A estratégia de comunicação digital no B2B: o caso do Grupo Simoldes

Miller, Mariana Silva Fonseca

Abstract

Este trabalho intitula-se “A estratégia de Comunicação Digital no B2B: o caso do Grupo Simoldes” e surge no âmbito da concretização do estágio curricular do Mestrado em Marketing e Negócios Digitais da Universidade Portucalense Infante D. Henrique. O mesmo começa por apresentar uma Revisão de Literatura, onde predominam os conceitos de Marketing Digital, Redes Sociais, Marketing B2B e SEO - aliada à apresentação e análise das atividades concretizadas ao longo do período de estágio. Os resultados alcançados através deste trabalho demonstram o papel significativo que o Marketing e a Comunicação possuem num grupo empresarial B2B de caráter nacional e internacional, assim como a evidência da necessidade de conteúdo digital para o desenvolvimento de uma comunicação mais clara e assertiva. Os contributos relativamente ao trabalho de estágio são positivos, tanto a nível pessoal como a nível empresarial e profissional, uma vez que, foi possível desenvolver atividades e alcançar resultados que, com certeza, são e serão importantes para o futuro da autora e do Grupo Simoldes.

Full text

A Es a égia de Comunicação Digi al no B2B: o caso do G upo Simoldes Ma iana Sil a Fonseca Mille Rela ó io de Es ágio de Mes ado em Ma ke ing e Negócios Digi ais O ien ação: P o . Dou o a Cláudia Ca alho ma ço de 2024 Ma iana Sil a Fonseca Mille Rela ó io ap esen ado à Uni e sidade Po ucalense In an e D. Hen ique pa a a ob enção de g au de Mes e em Ma ke ing e Negócios Digi ais, sob o ien ação da P o . Dou o a Cláudia Ca alho. Po o, ma ço 2024 i Dedica ó ia Es e ela ó io é dedicado ao meu a ô ma e no: Abel da Fonseca. Mais conc e amen e ao meu “Belinho”, como ca inhosamen e o a a a e con inuo a chama ! Pa a mim, a alma mais i a no Céu! ii Ag adecimen os Os meus ag adecimen os são ex ensí eis a odos aqueles que, de o ma di e a ou indi e a, con ibuí am pa a a conc e ização des e abalho. Em p imei o luga , ag adeço aos meus pais, Olí ia Mille e José Mille , po udo! Sem eles nada na minha ida se ia possí el! Aos meus a ós ma e nos, Abel da Fonseca (em memó ia) e Isau a Fonseca – ambém semp e p esen es no meu quo idiano! Ao meu namo ado, Ma co Pin o, que me auxilia em udo e que possui uma paciência eno me pa a escu a os meus lamen os, is ezas e angús ias…po me ajuda ao longo do abalho de es ágio, dando-me suges ões e conselhos… Aos meus amigos em ge al, especialmen e, à S a. Aldina, ao S . An ónio e ao Rui Paulo. À minha supe iso a de es ágio, Sónia Lei e, pela opo unidade de es ágio no G upo Simoldes, ac edi ando nas minhas (me as) capacidades, dando-me semp e apoio em udo o que necessi a a, pala as de alen o e ensinamen os. Po im, mas não menos impo an e, à minha o ien ado a de mes ado, P o ª Dou o a Cláudia Ca alho, po odo o apoio, diálogo e logís ica que e e comigo desde o início des a e apa. Uma pessoa semp e mui o p es á el, dedicada e disponí el! Um mui o OBRIGADA a odos. iii Resumo Es e abalho in i ula-se “A es a égia de Comunicação Digi al no B2B: o caso do G upo Simoldes” e su ge no âmbi o da conc e ização do es ágio cu icula do Mes ado em Ma ke ing e Negócios Digi ais da Uni e sidade Po ucalense In an e D. Hen ique. O mesmo começa po ap esen a uma Re isão de Li e a u a, onde p edominam os concei os de Ma ke ing Digi al, Redes Sociais, Ma ke ing B2B e SEO - aliada à ap esen ação e análise das a i idades conc e izadas ao longo do pe íodo de es ágio. Os esul ados alcançados a a és des e abalho demons am o papel signi ica i o que o Ma ke ing e a Comunicação possuem num g upo emp esa ial B2B de ca á e nacional e in e nacional, assim como a e idência da necessidade de con eúdo digi al pa a o desen ol imen o de uma comunicação mais cla a e asse i a. Os con ibu os ela i amen e ao abalho de es ágio são posi i os, an o a ní el pessoal como a ní el emp esa ial e p o issional, uma ez que, oi possí el desen ol e a i idades e alcança esul ados que, com ce eza, são e se ão impo an es pa a o u u o da au o a e do G upo Simoldes. Pala as-cha e: G upo Simoldes; B2B; Comunicação Digi al i Abs ac This wo k is en i led "The Digi al Communica ion S a egy in B2B: he case o he Simoldes G oup" and a ises om he ealiza ion o he cu icula in e nship o he Mas e 's Deg ee in Ma ke ing and Digi al Business a he Uni e sidade Po ucalense In an e D. Hen ique. This epo begins by p esen ing a Li e a u e Re iew, whe e he concep s o Digi al Ma ke ing, Social Ne wo ks, B2B Ma ke ing and SEO p edomina e - oge he wi h he p esen a ion and analysis o he ac i i ies ca ied ou du ing he in e nship pe iod. The esul s achie ed h ough his wo k demons a e he signi ican ole ha Ma ke ing and Communica ion play in a na ional and in e na ional B2B business g oup, as well as he e idence o he need o digi al con en o de elop clea e and mo e asse i e communica ion. The con ibu ions made by he in e nship a e posi i e, bo h on a pe sonal le el and on a business and p o essional le el, since i was possible o de elop ac i i ies and achie e esul s ha a e and will ce ainly be impo an o he u u e o he au ho and he Simoldes G oup. Keywo ds: Simoldes G oup; B2B; Digi al Communica ion Índice Dedica ó ia ................................................................................................................................ i Ag adecimen os ....................................................................................................................... ii Resumo.....................................................................................................................................iii Abs ac ....................................................................................................................................i Lis a de Siglas e Ab e ia u as ................................................................................................ x Capí ulo 1 - In odução ............................................................................................................ 1 Pa e I – Re isão da Li e a u a ................................................................................................ 3 Capí ulo 2 – Enquad amen o Teó ico ..................................................................................... 3 2.1. In odução ........................................................................................................................................ 3 2.2. Ma ke ing Digi al ............................................................................................................................. 3 2.2.1. Es a égia de Ma ke ing Digi al ................................................................................................. 4 2.2.2. As an agens do Ma ke ing Digi al ........................................................................................... 5 2.3. Redes Sociais ................................................................................................................................. 6 2.4. Ma ke ing B2B................................................................................................................................. 7 2.5. A impo ância da comunicação e do ma ke ing no se o B2B ................................................. 8 2.6. Ma ke ing de Con eúdo ................................................................................................................. 8 2.6.1. Obje i os e Van agens do Ma ke ing de Con eúdo ............................................................... 9 2.6.2. Sea ch Engine Op imiza ion ...................................................................................................... 9 2.6.3. Van agens do SEO – Sea ch Engine Op imiza ion .............................................................. 10 2.7. In e nacionalização ...................................................................................................................... 10 2.7.1. Es a égias de In e nacionalização ........................................................................................ 11 2.7.2. Modelos de In e nacionalização ............................................................................................. 12 Pa e II – Ap esen ação do Es ágio ........................................................................................14 Capí ulo 3 – Ap esen ação da En idade Acolhedo a ............................................................14 3.1. In odução ...................................................................................................................................... 14 3.2. Sob e o G upo Simoldes ............................................................................................................. 14 3.3. Simoldes Tools e Simoldes Plas ics .......................................................................................... 16 Capí ulo 4 – A i idades desen ol idas du an e o Es ágio ...................................................18 4.1. In odução ...................................................................................................................................... 18 4.2. Calendá io das A i idades desen ol idas du an e o es ágio ................................................ 18 4.3. Análise das a i idades desen ol idas du an e o es ágio ....................................................... 20 i 4.3.1. Análise às Redes Sociais dos Clien es e Conco en es da Simoldes Tools ........... 20 4.3.2. Ges ão de con eúdos do Websi e do G upo Simoldes – a a és do Backo ice do Websi e (em o ma o Wo dP ess) ................................................................................................. 21 4.3.3. Ges ão/O ganização/Logís ica de E en os .................................................................. 24 4.3.4. Logís ica e Dis ibuição de Ma e ial............................................................................... 27 4.3.5. Ges ão da pla a o ma Google My Business ................................................................. 28 4.3.6. Ges ão da pla a o ma Bing Places ................................................................................ 29 4.3.7. Análise ao Websi e e Redes Sociais do G upo Simoldes (Linkedin + Facebook) . 30 4.3.8. C iação de Con eúdos e Ges ão das Redes Sociais já exis en es (Linkedin + Facebook + YouTube)...................................................................................................................... 31 4.3.9. C iação de con eúdo pa a as Newsle e s da Simoldes Tools e da Simoldes Plas ics 46 4.3.10. C iação de um documen o Excel: Ações e Planos Es a égicos – Ma ke ing - Simoldes Tools .................................................................................................................................. 47 4.3.11. C iação de um documen o Powe Poin : Modelo de Negócio e Mapa de P o o ipagem e Expe imen ação .................................................................................................... 50 4.3.12. C iação de Calendá io Anual de Ações de Ma ke ing (2023) ............................... 53 4.3.13. Ges ão do Email do Depa amen o de Ma ke ing ................................................... 53 Capí ulo 5 – Conclusão ..........................................................................................................54 Re e ências Bibliog á icas .....................................................................................................56 Anexos .....................................................................................................................................60 Anexo 1: Análise às Redes Sociais dos Clien es da Simoldes Tools ......................................... 61 Anexo 2: Análise às Redes Sociais dos Conco en es da Simoldes Tools ................................ 70 Anexo 3: A igo sob e a eguesia de Ul - inse ido na Newsle e do G upo Simoldes ............ 75 Anexo 4: A igo sob e o concelho de Oli ei a de Azeméis – inse ido na Newsle e do G upo Simoldes ................................................................................................................................................ 82 Anexo 5: Calendá io Anual de Ações de Ma ke ing (2023) .......................................................... 95 3 Pa e I – Re isão da Li e a u a Capí ulo 2 – Enquad amen o Teó ico 2.1. In odução O p esen e capí ulo em como obje i o ap esen a os di e en es concei os eó icos ine en es ao ema des e ela ó io. A impo ância do enquad amen o eó ico é sabe in e p e a e in e liga os di e sos concei os com a p á ica conc e izada em abalho de es ágio. Assim, a Secção 2.2 começa po abo da o concei o mais amplo, o concei o de Ma ke ing Digi al. Na Secção 2.3 é abo dado o concei o de Redes Sociais, na Secção 2.4, o concei o de Ma ke ing B2B, na Secção 2.5 o concei o de Ma ke ing de Con eúdo, na Secção 2.6 o concei o de SEO e, po im, o concei o de In e nacionalização na Secção 2.6. 2.2. Ma ke ing Digi al Segundo Gou eia (2022), o Ma ke ing Digi al é o conjun o de ações publici á ias, sejam elas online ou o line e que se baseiam no ma ke ing de p odu os e se iços, em odos os canais disponí eis, nomeadamen e os disposi i os ele ónicos. De aco do com Faus ino (2022), es e concei o diz espei o à aplicação de di e en es es a égias de comunicação que êm como obje i o a p omoção de p odu os ou se iços, a a és de qualque canal digi al como os websi es, as edes sociais, aplicações mó eis, en e ou os e, ambém, a a és de apa elhos ele ónicos. Po ou o lado, pa a Segu a (2009), o ma ke ing digi al su ge como um meio de ações pa a possibili a de o ma es u u ada e o ien ada os mé odos de comunicação ealizados pelas emp esas, onde se conseguem, a a és da In e ne , no os caminhos pa a a di ulgação de p odu os e se iços, ab indo opo unidade pa a a expansão do negócio, anga iação de clien es, aumen o da isibilidade e in e a i idade, bem como o aumen o da sua ede de elacionamen os. 4 Segundo Babayans (2005), o concei o de ma ke ing digi al pode e á ias de inições sendo as mais u ilizadas o “webMa ke ing”, “eMa ke ing”, “Online Ma ke ing” ou “Ma ke ing In e a i o”. Pa alelamen e pa a Wymbs (2011), o ma ke ing digi al é de inido como o uso das ecnologias digi ais disponibilizadas pa a c ia uma comunicação in eg ada, di ecionada e mensu á el com os a ge s, de o ma a ajuda na sua anga iação e e enção po meio de elações pe sonalizadas. Não obs an e, pa a Ryan (2014), o oco do ma ke ing digi al não se cen a apenas no uso das ecnologias, ai mui o pa a além disso. O g ande e p incipal obje i o passa po pe cebe as pessoas, u ilizando pa a al essa ecnologia. É undamen al pe cebe como os po enciais clien es u ilizam os meios digi ais e como se de e en abiliza essa in o mação pa a in e agi de o ma e icaz. 2.2.1. Es a égia de Ma ke ing Digi al Uma es a égia de ma ke ing digi al é bas an e mais e icaz quan o maio o o núme o de elemen os que colocamos nessa mesma es a égia. Conside a-se elemen os odas as ações conc e izadas em ambien e digi al e que o nam o consumo e a elação com a ma ca ou p odu o numa e dadei a expe iência (Faus ino, 2022). Ainda segundo o mesmo au o , pa a uma es a égia de ma ke ing se e icaz, o con eúdo de e á se semp e o al o e os p incipais elemen os que compõem uma es a égia de ma ke ing digi al são os seguin es: o psicologia do consumido o ma ke ing de con eúdo e inbound ma ke ing o o imização pa a mo o es de pesquisa (SEO) o landing pages e o imização de con e são (CRO) o acebook ma ke ing o ins ag am ma ke ing o linkedin ma ke ing o google ads o au omação de ma ke ing 5 Já de aco do com Gou eia (2022), uma es a égia de ma ke ing digi al é baseada nos seguin es dez ópicos: o análise mac oambien e e mic oambien e o análise SWOT o de inição de obje i os (online e o line) o de inição e comunicação da p opos a de alo único o de inição do público al o e pe sonas o de inição dos indicado es-cha e de desempenho o de inição de uma es a égia de con eúdos o de inição de o çamen os o medição de esul ados o a ualização do plano es a égico ao longo do empo 2.2.2. As an agens do Ma ke ing Digi al Con o me Gou eia (2022), o ma ke ing digi al pe mi e que um maio núme o de pessoas ealmen e in e essadas no ema de um de e minado anúncio possa acede -lhe a a és dos di e sos canais disponí eis online, o e ece ainda a possibilidade de análise de dados em empo eal. De ac o, no ma ke ing digi al há a possibilidade de ob enção, de o ma ápida, de dados de análise imedia amen e após a in e ação dos u ilizado es com o anúncio, assim como a opo unidade de in e ação com a audiência. Is o é, exis e bila e alidade de comunicação e opo unidade de in e ação po pa e dos u ilizado es. Po ou o lado, segundo Todo (2016), as an agens do ma ke ing digi al são as seguin es: o e iciência em cus os o in e a i idade o e ei o de au onomia o audiência in ini a o du ação o abo dagem dos u ilizado es a i os o diálogo com e en e u ilizado es o con eúdo pe inen e o acilidade em quan i ica 6 o adap á el o pe sonalizá el Ou seja, de uma o ma sucin a, o digi al pe mi e uma aplicação do Ma ke ing de uma o ma mais económica e adap á el, com um alcance e in e ação que o ma ke ing adicional não pe mi e. 2.3. Redes Sociais Consoan e e e e Ribei o (2015), o concei o de ede social é de inido como uma es u u a compos a po pessoas ou o ganizações, que se in e ligam po á ios ipos de elações e ep esen a uma o ma undamen al pa a o c escimen o de no os clien es, me cados, no os negócios, ma cas e campanhas publici á ias. Pos o is o, e segundo Faus ino (2022), o c escimen o exponencial das edes sociais é p o a que os se es humanos gos am da pa ilha das suas expe iências, ideias e acon ecimen os. Nes e con ex o, as emp esas êm opo unidade de se aze ou i , pois o público-al o es á cons an emen e conec ado e online. De aco do com Ba is a e Cos a (2021), as edes sociais são pla a o mas de comunicação de excelência en e as emp esas e as pessoas e que conseguem ga an i uma elação de p oximidade en e o clien e e a ma ca. Des acam-se as seguin es edes sociais: Facebook, Ins ag am, Twi e , YouTube, TikTok e LinkedIn. Con o me explica Faus ino (op.ci .), as edes sociais deixa am de se me amen e lúdicas pa a se o na em um espaço impo an e na es a égia de ma ke ing digi al e ma ke ing de con eúdo das emp esas na comunicação com o seu público-al o. De ac o, a comunicação digi al em indo a o na -se o meio mais ápido e, inclusi e, mais e icien e pa a a oca de in o mações a ní el mundial. Emp esas de odos os se o es já pe cebe am a necessidade de apos a nos meios digi ais como o ma de es abelece um con ac o mais p óximo com o seu público-al o. Es e con ac o não é apenas mais p óximo, como ambém alcança milha es de pessoas com meno es o ço de empo e dinhei o (Ribei o, 2021). 7 2.4. Ma ke ing B2B Tal como e e e Ga cia (2015), o concei o de Ma ke ing B2B começou a se u ilizado em meados da década de 70 sendo ambém e a conhecido como Ma ke ing Indus ial ou Emp esa ial. Pa a Ko le & P oe sch (2006), o ma ke ing B2B es á in imamen e elacionado com as a i idades desen ol idas pelas emp esas, o ganizações e go e nos com o obje i o de desen ol e e di ulga os seus p odu os ou se iços a ou as emp esas que, a segui , os podem ende . A u ilização do ma ke ing digi al, de aco do com es udos ealizados po Holliman & Rowley (2014, ci ado po San os, 2018), é pa icula men e ap op iado em con ex os B2B nos quais as emp esas mui as ezes o mam elações de longo p azo com os seus clien es e es ão cada ez mais en ol idos na “co-c iação” de alo mú uo. Além disso, o ciclo de endas é mui as ezes longo, complexo e mul i ace ado, e en ol e mui os pa icipan es. A disponibilidade de in o mações p on as e de qualidade pa a odos os en ol idos nas á ias e apas do p ocesso de comp a é a aliada pelos clien es B2B. Con o me de endem Vi ale, Giglie ano e al. (2010), os eduzidos cus os que o ma ke ing digi al ap esen a ace ao ma ke ing adicional e as á ias e amen as analí icas c iadas, pe mi i am às emp esas c ia com maio e iciência e com maio es e melho es mé icas de análises, es a égias e icien es e es u u adas de posicionamen o, cus omização e elações mais p óximas com os consumido es. Pa a Holliman & Rowley (op. ci .), apesa das e amen as de ma ke ing digi al es a em na angua da da comunicação e p ojeção dos negócios, é undamen al não esquece a sua in eg ação com os meios adicionais. Com e ei o, o con eúdo u ilizado nas campanhas digi ais e a imagem da emp esa ísica de em es a in eg ados em uníssono com o meio digi al de modo a p omo e com e icácia o negócio e esponde às necessidades dos me cados. A endência obse ada pa e pa a a mudança de cul u a dos negócios emp esa iais. Cada ez mais se de e p omo e a ajuda nas ansações e no supo e écnico o necido. Is o eque que a emp esa e o mule os seus obje i os de ma ke ing, as suas es a égias, mé icas de análise e as suas capacidades den o dos me cados. 8 2.5. A impo ância da comunicação e do ma ke ing no se o B2B Segundo Amado (2013), quando a comunicação es á ol ada pa a o me cado B2B, u iliza e mos mais écnicos, o que o na os seus discu sos mais elabo ados no momen o da di ulgação dos p odu os ou se iços. Ainda segundo o mesmo au o , nes a á ea, a comunicação o na-se mais di ícil de en ol e o consumido , especialmen e quando as emp esas não possuem capi al humano especializado. Nes e me cado especí ico, a comunicação exige uma c ia i idade bem mais complexa, ainda que maio i a iamen e os al os já es ejam de inidos. Consoan e Ga cia (2015) em de se en ende mui o bem o me cado de negócios en e emp esas, sendo necessá ia uma g ande apos a no ma ke ing pa a impulsiona o c escimen o das emp esas, a a és da análise dos clien es e conco en es, além de ou as ações es a égicas. Além disso, des aca-se a impo ância do ma ke ing pa a o desen ol imen o de es a égias emp esa iais, que con ibuem pa a a compe i i idade. A u ilização do ma ke ing nos me cados B2B pe mi e às emp esas di e encia em-se em elação aos seus conco en es e assumi em uma adequada posição jun o dos seus clien es. Com elação a Ramos (2002), o ma ke ing nos negócios B2B isa conhece os clien es e as suas necessidades, ap esen ando soluções ino ado as pa a os seus p oblemas, comunicando-as a um me cado al o cuidadosamen e de inido. Assim, des a o ma, as es a égias de ma ke ing implemen adas isam esponde às necessidades dos clien es e de ou os s akeholde s, ga an indo maio isibilidade à ma ca e des acando o seu papel enquan o ga an ia de qualidade e desempenho ao comp ado . 2.6. Ma ke ing de Con eúdo Segundo Gou eia (2022), o concei o de ma ke ing de con eúdo diz espei o ao desen ol imen o e c iação de con eúdo que ge a alo eal ao público-al o e que em como obje i o a po encialização da sua elação com es e mesmo público. O ma ke ing de con eúdo é sinónimo de aumen o de isibilidade e g au de in e ação dos consumido es com a ma ca, assim como a p omoção da sua c edibilidade. 9 De aco do com Faus ino (2022), ala de ma ke ing digi al sem e e i o concei o de ma ke ing de con eúdo é impossí el, pois udo o que exis e na In e ne é con eúdo. Es e mesmo concei o signi ica p oduzi con eúdos ele an es pa a o seu público e em como obje i os ajudá- lo e escla ece-lo, assim como a ai po enciais clien es. Tal como e e e Pulizzi (2014, ci ado po Ba is a e Cos a, 2021), o ma ke ing de con eúdo baseia-se num p ocesso que em como obje i o a a ação e e enção de clien es de o ma consis en e, a a és de con eúdo c iado pa a al e a ou a é melho a compo amen os. Ainda segundo Ba is a e Cos a (2021), o ma ke ing de con eúdo em um seg edo e esse seg edo é que o con eúdo de e ajuda as pessoas a oma em a melho decisão de comp a. Ou seja, o con eúdo em de se asse i o, de endo ap esen a uma abo dagem consul i a e educa i a. 2.6.1. Obje i os e Van agens do Ma ke ing de Con eúdo Con o me explicam Ba is a e Cos a (2021), no ma ke ing de con eúdo os obje i os são, algumas ezes, con undidos com as an agens da sua u ilização como es a égia de comunicação, pois cada obje i o é, ambém, uma an agem compe i i a. Assim sendo, podem des aca -se as seguin es an agens e obje i os: o aumen o da isibilidade da emp esa e negócio o aumen o da in e ação da ma ca o aumen o do núme o de leads o edução do cus o de aquisição de clien es o ganho de con iança do público a a és de in luenciado es o ocos de di ulgação da ma ca o melho ia da expe iência pós- enda 2.6.2. Sea ch Engine Op imiza ion Tal como e e e Gou eia (2022), o concei o de Sea ch Engine Op imiza ion (SEO) e e e- se à o imização de uma página de In e ne com o obje i o de su gi nas p imei as posições dos esul ados de pesquisa o gânicos nos mo o es de pesquisa. 10 Po ém, segundo o au o Faus ino (2022), o e mo SEO, aduzido li e almen e pa a po uguês, signi ica “o imização pa a mo o es de pesquisa” e consis e num conjun o de di e sas es a égias e écnicas de o imização de si es ou blogs com o obje i o de es es se em mais acilmen e comp eendidos pelos mo o es de pesquisa como o Google. Já de aco do com Ba is a e Cos a (2021), o SEO é um conjun o de écnicas que pe mi e que o websi e, blog, loja online ou página de con eúdo sejam encon ados nos mo o es de pesquisa, apa ecendo na p imei a página do Google. 2.6.3. Van agens do SEO – Sea ch Engine Op imiza ion Ainda de aco do com Ba is a e Cos a (2021), as an agens do SEO são di e sas: o da isibilidade ao websi e, blog, loja online ou ou a página de con eúdo o o na o luxo de á ego con ínuo e g a ui o o ge a á ego com maio p obabilidade de con e são (leads) o ajuda a c esce o seu negócio ou ma ca e omen a as endas o ajuda a baixa os cus os da publicidade po cliques o pe mi e ob e mais á ego ao consegui melho posicionamen o no Google Segundo Gou eia (2022), o SEO é sinónimo de um conjun o de boas p á icas que acili am a indexação de páginas nos mo o es de pesquisa e ala dis o é aludi ao conjun o de ações ealizá eis pa a a melho ia da posição das páginas do websi e nas lis agens dos esul ados dos mo o es de pesquisa. Po an o, o p incipal obje i o e an agem do SEO é ampli ica a isibilidade da ma ca, o á ego nas páginas web, a mono o ização e o aumen o de con e sões. 2.7. In e nacionalização Segundo Meye (1996, ci ado po Viei a, 2019), a de inição de in e nacionalização não é al o de consenso. A in e nacionalização, segundo alguns au o es, co esponde ao p ocesso de ala gamen o da dimensão de uma dada emp esa po meio do aumen o das suas a i idades de alo ac escen ados num país es angei o. 11 Não obs an e, de aco do com Ho ska & Ub ezio a (2001, ci ado po Viei a, 2019), o p ocesso de in e nacionalização é ambém de inido como o p ocedimen o no qual uma emp esa ealiza ansações com ce os me cados es agei os, conseguindo assim aumen a a sua p esença in e nacional. Ainda segundo Ha is & Wheele (2005) a in e nacionalização co esponde ao p ocesso de enda de bens ou se iços de uma emp esa pa a ou os me cados que não o de o igem. Pa a Amdam (2009), o concei o de in e nacionalização é sinónimo de p ocesso g adual que se inicia em expo ações pa a um me cado ex e no, e acaba, na sua o ma mais in eg al de in e nacionalização, no es abelecimen o de uma subsidiá ia de p odução no es angei o. Em suma, exis em di e sas pe spe i as complemen a es e ele an es pa a a comp eensão do concei o de in e nacionalização. De seguida, se á ap esen ada uma análise sumá ia das p incipais es a égias e modelos de in e nacionalização. 2.7.1. Es a égias de In e nacionalização Do pon o de is a de Mo ais & Fe ei a (2020, ci ados po Assunção, 2021) as es a égias de in e nacionalização baseiam-se no Modelo de Uppsala e no Modelo de Ino ação, nos modelos BG (Bo n Globals) ou INV (“In e na ional New Ven u es”) de in e nacionalização p ecoce, nos modelos BAG (Bo n-Again Global) e os baseados na o mação de edes de ne wo king. No en an o, an o os au o es como á ios académicos ei e am que são á ios os es udos que comp o am que não exis e um e dadei o modelo ou pad ão único que explane globalmen e o p ocesso de in e nacionalização. De aco do com Assunção (2021), as es a égias de in e nacionalização são as seguin es: o apos a na expo ação de me cado ia o a c iação de uma subsidiá ia o a comp a de uma emp esa no ex e io o a cedência da licença de explo ação o a opção de anchising 12 Pa a al, e ainda segundo Assunção (op. ci .), exis em seis passos an es de a ança pa a o p ocesso de in e nacionalização: o análise do ambien e económico, polí ico, social e cul u al do país pa a onde que expandi o seu negócio o in o ma -se ace ca da bu oc acia, legislação e iscalidade o sabe como unciona a ede de anspo es e dis ibuição o pe cebe se é possí el adap a o p odu o a es e me cado o egis a semp e ma cas e pa en es o e especial a enção aos meios de pagamen o 2.7.2. Modelos de In e nacionalização Con o me Hemais & Hidal (2004, ci ado po Vanconcellos, 2013), o p ocesso de in e nacionalização assen a em dois ipos de abo dagens dis in as: a abo dagem p edominan emen e económica e a abo dagem compo amen alis a. A p imei a cen a-se na in e nalização das a i idades e dos p ocessos, p eocupando-se ambém com os cus os de ansação e es udando qual o melho modo da emp esa ealiza as suas a i idades, a a és da eo ia de Impe eições do Me cado, Ciclo de Vida do P odu o, Reação Oligopolís ica, In e nalização e Pa adigma Eclé ico de Dunning. Já a abo dagem compo amen alis a analisa a in e nacionalização sob a pe spe i a do me cado e nes a inse e-se o Modelo de Uppsala e a Teo ia de ne wo ks. Ainda segundo Hemais & Hidal (op. Ci .), o Modelo de Uppsala, conhecido pelo nome da escola nó dica onde oi desen ol ido, baseia-se em es ádios e olu i os de in e nacionalização. Segundo es e modelo, à medida que a a e ação de ecu sos e o conhecimen o dos me cados ex e no c esce, as emp esas ão aumen ando g adualmen e o seu g au de comp omisso com os espe i os me cados. Pa a Johanson e Vahlne (1977, ci ados po Vanconcellos, 2013), com a ob enção de expe iência in e nacional a dis ância psicológica en e as emp esas e os no os e i ó ios es angei os é diminuída, a o ecendo assim a p og essão e a explo ação mais comple a das opo unidades o e ecidas pelos á ios países de acolhimen o. A dis ância psicológica é de inida como o conjun o de a o es (linguagem, cul u a, sis emas polí icos, ní el de educação, ní el de 19 Figu a 5: A i idades desen ol idas ao longo do abalho de es ágio Fon e: Elabo ação P óp ia no emb o dezemb o janei o e e ei o ma ço ab il maio 1- Análise às Redes Sociais dos Clien es e Conco en es da Simoldes Tools 2- Ges ão de con eúdos do Websi e do G upo Simoldes – a a és do Backo ice do Websi e (em o ma o Wo dP ess) 3- Ges ão/O ganização/Logís ica de E en os 4- Logís ica e Dis ibuição de Ma e ial 5- Ges ão da pla a o ma Google My Business 6- Ges ão da pla a o ma Bing Places 7- Análise ao Websi e e Redes Sociais do G upo Simoldes (Linkedin + Facebook) 8- C iação de Con eúdos e Ges ão das Redes Sociais já exis en es (Linkedin + Facebook + YouTube) 9- C iação de con eúdo pa a as Newsle e s da Simoldes Tools e da Simoldes Plas ics 10- C iação de um documen o Excel: Ações e Planos Es a égicos – Ma ke ing - Simoldes G oup 11- C iação de um documen o Powe Poin : Modelo de Negócio e Mapa de P o o ipagem e Expe imen ação 12- C iação de Calendá io de Ações Anual de Ma ke ing (2023) 13- Ges ão do Email do Depa amen o de Ma ke ing Pos o is o, na Figu a 5, es ão indicadas odas as a i idades que o am desen ol idas, incluindo di e sas que o am su gindo ao longo do pe íodo de es ágio. 20 4.3. Análise das a i idades desen ol idas du an e o es ágio Após a indicação das a i idades conc e izadas ao longo do abalho de es ágio, é momen o de ap esen a cada uma delas. 4.3.1. Análise às Redes Sociais dos Clien es e Conco en es da Simoldes Tools Es e ópico ela i o à análise ao websi e e di e sas edes sociais dos p incipais clien es e conco en es da Simoldes Tools e e como p incipal obje i o a pe ceção do impac o das p incipais emp esas clien es e emp esas conco en es da Simoldes Tools, an o no p óp io websi e como nas edes sociais que possuem. Pa a além disso, ou o pon o impo an e é comp eende a é que pon o a comunicação da sua in o mação é impac an e ou não, al como p ocede à compa ação de dados e in o mação en e eles e com a Simoldes Tools (Anexos 1 e 2). De seguida, são ap esen ados dois g á icos ep esen a i os em o ma de conclusão que co espondem aos G á icos 1 e 2. O G á ico 1 mos a as emp esas clien es da Simoldes Tools e as edes sociais que possuem. Pode cons a a -se que, pa a além do websi e, as edes sociais mais u ilizadas pelas emp esas clien es são o Linkedin e o Facebook, uma ez que, se a a de um negócio de ca iz B2B onde, eg a ge al, es as edes sociais p e alecem. G á ico 1: Redes Sociais – Clien e (Fon e: Elabo ação P óp ia) 21 No G á ico 2 é possí el obse a que as emp esas conco en es da Simoldes Tools ambém possuem maio p esença na ede social Linkedin, seguido do Facebook e do YouTube, espe i amen e. G á ico 2: Redes Sociais – Conco en es (Fon e: Elabo ação P óp ia) Assim sendo, pode cons a a -se que, an o a Simoldes Tools como a Simoldes G oup, e elam a mesma ca ac e ís ica – maio des aque – nas edes sociais Facebook e Linkedin al como os seus p incipais clien es e p incipais conco en es. Is o signi ica que, es as duas edes sociais e, nomeadamen e, o Linkedin, é a ede social das emp esas de negócio B2B (Business o Business). 4.3.2. Ges ão de con eúdos do Websi e do G upo Simoldes – a a és do Backo ice do Websi e (em o ma o Wo dP ess) No que oca à ges ão de con eúdos do websi e do G upo Simoldes es e abalho oi o que mais empo exigiu, uma ez que, de o ma po meno izada, e e de se melho ada e e i icada a maio ia dos con eúdos publicados no websi e. A pla a o ma de c iação do Websi e é o Wo dP ess, ao qual, a adap ação, oi ela i amen e boa. O Wo dp ess é um sis ema de ges ão e c iação de con eúdo simples e ácil de abalha , pois não ob iga a e um conhecimen o especí ico na á ea da p og amação. O obje i o p incipal da ges ão de con eúdos passou, e e i amen e, pela melho ia da classi icação de SEO e Legibilidade dos con eúdos p esen es no websi e. 22 Os con eúdos melho ados o am, en e ou os, os seguin es: “A igos Tools”; R&D Tools”; “Emp esas Tools”; “Páginas”; “Vagas RH Tools”; “Se iços Tools”; “Emp esas Plas ics”. Todos os con eúdos do Websi e encon am-se em Po uguês e em Inglês – o que signi ica que ao e i ica em Po uguês, ambém e e de se e i ica em Inglês. Seguidamen e, nas Figu as 6, 7, 8 e 9, pode e i ica -se algumas das e idências des e abalho, com o an es e o depois de e i ica . Figu a 6: Wo dp ess – an es (1) Figu a 7: Wo dp ess - depois (2) 23 Figu a 8: Wo dp ess – an es (3) Figu a 9: Wo dp ess – depois (4) 24 4.3.3. Ges ão/O ganização/Logís ica de E en os No que diz espei o à ges ão, o ganização e logís ica de e en os podem e e i -se á ias a i idades desen ol idas ao longo des e es ágio. A p imei a em a e com a o ganização do 63º ani e sá io do G upo Simoldes, assim como o 80º ani e sá io de An ónio da Sil a Rod igues – P esiden e do G upo Simoldes. Na emp esa Simoldes Aços, S.A., du an e ês dias (no mês de no emb o de 2022), p ocedeu-se à eceção e acompanhamen o de á ias pessoas – uncioná ios e ex- uncioná ios – pa a a g a ação do seu es emunho pessoal e/ou p o issional com o S . An ónio da Sil a Rod igues e o G upo Simoldes. Pos e io men e, hou e uma es a de celeb ação das duas da as acima e e idas e a amos a da compilação de um ídeo com os á ios es emunhos ecolhidos. Ainda pa a es e e en o, p ocedeu-se à o ganização e en ega (no local) dos li os do 60º ani e sá io do G upo Simoldes pa a odos os p esen es. A segunda a i idade desen ol ida nes e âmbi o co esponde à c iação do Ca az de Na al pa a a Fes a de Na al 2022 do G upo Simoldes (em Po ugal). Es e ca az, ep esen ado na Figu a 10, oi a ixado em odas as emp esas do G upo Simoldes em Po ugal. Pa a além disso, hou e a pa e da logís ica e o ganização do espaço des e e en o, assim como a c iação de um ídeo com o og a ias e ídeos de “Na ais Simoldes” an e io es. Es e e en o é um e en o que deco e há á ios anos e o ídeo c iado oi uma o ma de eco da e e i e momen os passados. Figu a 10: Ca az da Fes a de Na al 2022 do G upo Simoldes (Fon e: Elabo ação p óp ia) 25 A e cei a a i idade diz espei o à ajuda na logís ica do e en o “Hono is Causa”, que e e luga na Uni e sidade de A ei o. Es e e en o e e como lema a a ibuição do Dou o amen o “Hono is Causa” ao Comendado e P esiden e do G upo Simoldes: An ónio da Sil a Rod igues. Pos e io men e, a ní el de e en os, segue-se o Dia In e nacional da Mulhe (8 de ma ço de 2023), onde se p ocedeu, com ou os colegas, à en ega de uma lemb ança a odas as mulhe es do G upo Simoldes (Po ugal), como se ilus a nas Figu as 11 e 12. Figu a 11: Lemb ança do Dia da Mulhe (1) Figu a 12: Lemb ança do Dia da Mulhe (2) 26 Seguidamen e, hou e a celeb ação do Dia do Pai (19 de ma ço de 2023) onde, ambém, oi p ocedida a en ega de uma pequena lemb ança a odos os uncioná ios que são pais (G upo Simoldes – Po ugal), al como mos a a Figu a 13. Figu a 13: Lemb ança do Dia do Pai Em ab il (2023), oi o ani e sá io da S a. Aldina Valen e – esposa do P esiden e do G upo Simoldes e, ambém, sócia do G upo Simoldes. A o e a pensada oi uma “moldu a” em Fab ico Adi i o, assim como um li o A5 que eunisse es emunhos esc i os de á ias pessoas p óximas dela. Rela i amen e à “moldu a” em Fab ico Adi i o: oi c iado um Layou exempla pa a, a pos e io i, se eplicado. O Fab ico Adi i o é nada mais nada menos que uma Imp essão em 3D (3 dimensões) ou p o o ipagem ápida e ca ac e iza-se po se um p ocesso que possibili a a cons ução de obje os ísicos a a és da deposição de ma e ial em camadas, endo po base um modelo 3D em o ma o digi al. 27 Po im, no mês de maio de 2023, ambém se celeb ou o Dia da Mãe (8 de maio) onde, da mesma o ma, oi p ocedida a en ega da lemb ança a odas as uncioná ias do G upo Simoldes (Po ugal) – à semelhança do Dia do Pai – al como se pode obse a na Figu a 14. Es as ações são mui o ele an es pa a p omo e um espí i o de equipa e mo i a odos os colabo ado es. Figu a 14: Lemb ança do Dia da Mãe 4.3.4. Logís ica e Dis ibuição de Ma e ial No que conce ne ao ema da logís ica e dis ibuição de ma e ial hou e a dis ibuição de me chandising do G upo Simoldes po odas as emp esas em Po ugal, assim como os espe i os en ios pa a as emp esas localizadas no es angei o. O me chandising em ques ão inclui o seguin e ma e ial: blocos de no as; es e og á icas; calendá io anual de mesa e calendá io A5 (Tools e Plas ics). Pa a além disso, odos os uncioná ios do G upo Simoldes (Po ugal e Es angei o) ecebe am, ambém, o li o alusi o ao 60º ani e sá io do G upo Simoldes. P ocedeu-se, ainda, ao en io dos li os (pequenos e g andes) do 60º ani e sá io do G upo Simoldes a odas as pessoas e en idades com ligação ao G upo Simoldes. Pa a isso oi 28 necessá ia a ecolha dos con ac os e di eções de cada um, al como a de ida p epa ação de cada en io. 4.3.5. Ges ão da pla a o ma Google My Business Rela i amen e ao ópico do Google My Business, es a a e a baseou-se na inse ção de á ias emp esas do G upo Simoldes nes a mesma pla a o ma. O Google My Business pe mi e que cada emp esa egis ada enha a opo unidade de es a na In e ne e possa se pesquisada e conhecida pelo mundo. Pa a egis a uma emp esa nes a pla a o ma, bas a inse i alguns dados e o nece um con ac o ele ónico que comp o e que a mesma é eal. Es e p ocesso é o almen e g a ui o. No que diz espei o às emp esas pe encen es à Simoldes Tools, no o al de 16, nem odas es a am egis adas no Google My Business. Pos o is o, p ocedeu-se ao egis o das es an es emp esas que al a am. Quan o às emp esas da Simoldes Plas ics, nenhuma es a a ainda egis ada na pla a o ma, po isso, p ocedeu-se ao egis o das mesmas. Pa a is o o am c iadas duas secções: “Simoldes Tools” e “Simoldes Plas ics”. Es e abalho de inse ção das á ias emp esas na pla a o ma Google My Business exigiu alguma dinâmica, pois, es ando a maio ia das emp esas sediadas no es angei o, hou e a necessidade de se comunica com os esponsá eis de cada emp esa, ia ele one ou email, pa a que es es cedessem o código especí ico que a Google lhes o necia ao liga pa a o núme o ele ónico de cada emp esa. Na Figu a 15 é possí el obse a as duas secções c iadas na pla a o ma Google My Business: a Simoldes Plas ics e a Simoldes Tools. Figu a 15: Google My Business 35 Figu a 24: Dou o amen o “Hono is Causa” de S º An ónio Rod igues (3) Figu a 25: Dou o amen o “Hono is Causa” de S º An ónio Rod igues (4) 36 Linkedin: “Simoldes Tools” + Facebook – “Simoldes G oup”: Nes e ópico, podem e i ica -se as publicações espei an es a duas agas de emp ego: “Mand ilado CNC” (Figu as 26 e 27) e “Polido de Moldes” (Figu as 28 e 29). Figu a 26: Vaga de T abalho – Mand ilado CNC (1) Figu a 27: Vaga de T abalho – Mand ilado CNC (2) 37 Figu a 28: Vaga de T abalho – Polido de Moldes (1) Figu a 29: Vaga de T abalho – Polido de Moldes (2) 38 Facebook + Linkedin: Quan o às publicações elabo adas ao longo do es ágio pa a as edes sociais Facebook e Linkedin, podem obse a -se, abaixo, as Figu as 30, 31 e 32 que dizem espei o ao “Dia Mundial da A i idade Física”; as Figu as 33 e 34 que co espondem ao “Dia de Páscoa” e as Figu as 35, 36 e 37 que azem alusão ao “Dia Mundial da Saúde”. Figu a 30: Publicação do Dia Mundial da A i idade Física (1) 39 Figu a 31: Publicação do Dia Mundial da A i idade Física (2) Figu a 32: Publicação do Dia Mundial da A i idade Física (3) 40 Figu a 33: Publicação do Dia de Páscoa (1) Figu a 34: Publicação do Dia de Páscoa (2) 41 Figu a 35: Publicação do Dia Mundial da Saúde (1) Figu a 36: Publicação do Dia Mundial da Saúde (2) 42 Figu a 37: Publicação do Dia Mundial da Saúde (3) Facebook + Linkedin (“Simoldes Tools”): Ainda no âmbi o do es ágio cu icula , abaixo encon am-se as Figu as 38, 39 e 40 que dizem espei o ao “Dia Mundial do Aço no B asil”. Figu a 38: Publicação do Dia Nacional do Aço no B asil (1) 43 Figu a 39: Publicação do Dia Nacional do Aço no B asil (2) Figu a 40: Publicação do Dia Nacional do Aço no B asil (3) 44 YouTube: A página You ube do G upo Simoldes encon a a-se um pouco desa ualizada. Po isso, du an e o es ágio, p ocedeu-se à a ualização da in o mação, assim como a inse ção de ídeos, c iação de playlis s, c iação de comunidade, en e ou os. Na Figu a 41 pode obse a -se a página inicial do YouTube do G upo Simoldes. De seguida, na Figu a 42 encon a-se a secção espei an e à desc ição. Depois, na Figu a 43 encon a-se a secção das playlis s e, inalmen e, na Figu a 44 obse a-se a secção da comunidade. Figu a 41: Página YouTube da Simoldes - Início 51 Figu a 54: Modelo de Negócio (1) Figu a 55: Modelo de Negócio (2) 52 Figu a 56: Mapa de P o o ipagem e Expe imen ação (1) Figu a 57: Mapa de P o o ipagem e Expe imen ação (2) 53 4.3.12. C iação de Calendá io Anual de Ações de Ma ke ing (2023) A c iação de um Calendá io Anual de Ações de Ma ke ing – pa a o ano ci il 2023 – e e como obje i o a o ganização e cump imen o dos dias mais impo an es e adequados ao nosso g upo emp esa ial. Ao e -se um calendá io é mais ácil o ganiza e isualiza as ações a p epa a e a se em conc e izadas. É de salien a que oi a p imei a ez que se p ocedeu à c iação de um calendá io de ações de ma ke ing e comunicação, o que acili ou a lei u a, logís ica e o ganização das di e sas ações. Es e documen o encon a-se no Anexo 5. 4.3.13. Ges ão do Email do Depa amen o de Ma ke ing Du an e o es ágio p ocedeu-se ambém à ges ão e e i icação de odos os emails ecebidos a a és do ende eço ele ónico do Depa amen o de Ma ke ing. O obje i o é il a oda a in o mação de modo a da a enção à in o mação ele an e e desca a a não ele an e. Figu a 58: Calendá io de Ações de Ma ke ing – mês de maio 54 Capí ulo 5 – Conclusão O p esen e ela ó io ilus a a impo ância que o ma ke ing digi al e a comunicação possuem numa o ganização. Es as são, sem dú ida, boas e amen as pa a po encia um negócio, nomeadamen e de ca iz nacional e in e nacional. O ma ke ing digi al em um impac o signi ica i o nas emp esas B2B especialmen e nas g andes emp esas in e nacionais, como é o caso do G upo Simoldes. As es a égias de ma ke ing digi al, como o ma ke ing de con eúdo, SEO e edes sociais ajudam as emp esas B2B a a ai leads quali icados. Te uma p esença online minimamen e sólida p opo ciona o aumen o da isibilidade da ma ca, assim como e con eúdo educa i o e in o ma i o p opo ciona a cons ução de c edibilidade. Pa icipa a i amen e nas edes sociais pe mi e às emp esas B2B a possibilidade de cons ui elacionamen os e compa ilha conhecimen os. Em suma, o ma ke ing digi al é uma e amen a pode osa pa a emp esas B2B, o e ecendo opo unidades de c escimen o, e iciência ope acional e cons ução de elacionamen os sólidos com clien es. O sucesso depende da o mulação de es a égias e icazes e da adap ação con ínua às mudanças no ambien e digi al. Todas as a i idades desen ol idas no abalho de es ágio são impo an es, na medida em que, con ibuem de o ma posi i a pa a o G upo Simoldes, ala ancando uma comunicação mais cla a di ecionada ao seu público-al o, assim como p opicia a cons ução de uma ma ca o e. Assim sendo, é possí el a i ma que o es ágio oi, sem dú ida, uma e apa de impo an es ap endizagens de concei os e es a égias que em mui o con ibuí am pa a o c escimen o e desen ol imen o pessoal e p o issional. Como em udo, exis em os pon os posi i os e alguns desa ios. Os pon os posi i os são á ios e ul apassam as di iculdades, sendo eles, os mais impo an es, a opo unidade de c escimen o a ní el in elec ual, a impo ância da esponsabilidade e do abalho em equipa, a opo unidade de expe iencia o mundo do abalho e a ges ão de empo. Quan o aos desa ios podem des aca - se, numa ase inicial, a di iculdade de adap ação à esponsabilidade de a e as mais exigen es e o eceio de não possui capacidade de sai da zona de con o o. Com dedicação, empenho e apoio, es as di iculdades o am sendo ul apassadas. 55 De e e i ainda a opo unidade p opo cionada po es e es ágio de comp eende a impo ância dos concei os eó icos aplicados à p á ica, assim como a necessidade de sabe se , sabe es a e sabe aze . Em suma, pode dize -se que odo es e abalho oi um excelen e desa io e uma opo unidade mui o ele an e pa a a p epa ação do me cado de abalho. 56 Re e ências Bibliog á icas Amado , T.M.O. (2013). Es a égia de Comunicação em B2B – P oje o aplicado à o ganização Se man Lda (Disse ação de Mes ado). Escola Supe io de Educação de Coimb a. Amdam, R. P. (2009). The in e na ionalisa ion p ocess heo y and he in e na ionalisa ion o No wegian i ms, 1945 o 1980. Business His o y, 51 (3), pp. 445 - 461. h ps://www. esea chga e.ne /publica ion/227608777_The_in e na ionalisa ion_p ocess_ heo y_ and_ he_in e na ionalisa ion_o _No wegian_ i ms_1945_ o_1980 Assunção, S.L. (2021). 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Acedido em 5 de dezemb o de 2023 59 60 ANEXOS 67 63 64 68 65 TOP das Redes Sociais 1º 2º 3º 4º 5º 6º 67 A MENTO DI RIO BASTANTE SIGNIFICATIVO NO N SEG IDORES: 69 68 23Websi e 21Linkedin 13Facebook 11You ube 10T i e 9Ins ag am 2 ing 1TikTok 1Glassdoo 1Kununu 70 Anexo 2: Análise às Redes Sociais dos Conco en es da Simoldes Tools 1 10 2 11 O Anexo 2 e e e-se, de uma o ma ge al, à análise das edes sociais dos p incipais conco en es da Simoldes Tools. 71 41 42 GLN HAIDLMAIR IM PLASTIC GR P MD GR P SY BRIDGE TH M LDING VAMA IND STRIAL 22 de 22 72 43 M LDIT GTFFe amen a ia GR P M LD ESTE 18 de 22 44 GLN 10 de 22 45 HAILDMAIR 8 de 22 ede social : mui opoucos seguido es publicações 73 46 HAILDMAIR 6 de 22 47 HITECHM LDANDENGINEERING 1 de 22 48 74 49 TOP das Redes Sociais 1º 2º 3º 4º (semcon a com o ebsi e) 50 22Websi e 18Linkedin 10Facebook 8You ube 6Ins ag am 1T i e 0TikTok 0Glassdoo 0 ing 0Kununu 75 Anexo 3: A igo sob e a eguesia de Ul - inse ido na Newsle e do G upo Simoldes Newsle e – e e ei o 2023: ó S R Fon e: Página de He ald y o he Wo ld (H TW) 2 A eguesia de Ul, si ua-se no concelho de Oli ei a de Azeméis, dis i o de A ei o, em Po ugal. “Ul” é um opónimo que designa a eguesia e é o local em Po ugal que possui o nome mais pequeno. A his ó ia des a e a es á ma cada po um passado mui o emo o ecuando aos empos p é- his ó icos em ue a p esença humana es á explici amen e documen ada a a és de impo an es achados a ueológicos e ue a es am a p esença de po os mui o an e io es aos omanos. Es a e a é conhecida pelos moinhos de água cuja exis ência em de mui o longe. Inicialmen e es es moinhos de água moinham apenas milho. Mais a de a moe igo e a descasca a oz. Pa a se a es a “o peso” ue a moagem a esanal chegou a e nes a e a bas a eco da ue o núme o de moinhos em labo ação no século I (dezano e) e a de 84 com um o al de 327 2 Disponí el em: h ps://www.he ald y- wiki.com/a ms/websi es/Po ugal/www. isicohomepage.hpg.ig.com.b /oaz-ul.h m - Acesso em: 20 de janei o de 2023 Figu a 59 – B asão da F eguesia de l O Anexo 3 e e e-se ao a igo edigido sob e a eguesia de Ul e que oi inse ido na newsle e do G upo Simoldes. 76 “ odas”. Es e núme o é um núme o a o e impossí el de a ingi nou as egiões com ca ac e ís icas idên icas. As condições na u ais únicas des a aldeia, di a am a sua p imei a e apa da indus ialização. Os moinhos de Ul e as pada ias adicionais ep esen a am o passo inicial pa a o desen ol imen o, em que as a i idades dos molei os e das padei as i e am g ande in luência. Como e e ido an e io men e, numa época pos e io , ou a a i idade se iniciou com o ap o ei amen o dos moinhos de água: o descasque do a oz que, p og essi amen e se oi mode nizando, ganhando impo ância e p imazia a é aos dias de hoje. A ualmen e, o sec o da moagem, embo a ul apassado pela p edominância do passado, con inua a man e em Ul uma g ande dinâmica. E no que espei a ao descasque e embalagem do a oz, em Ul es ão implan adas as maio es indús ias nacionais do géne o, que p oduzem ce ca de 60% da p odução nacional. Nes a eguesia, me ecem especial des aque: os moinhos de água ao longo dos ios An uã e Ul; o ab ico adicional do Pão de Ul; da Reguei a de Ul; do Canoco de Ul e do Pão com Chou iço. Assim como alguns luga es como: o Pa que Temá ico Molinológico; a Pon e da Salguei inha; a Ig eja e o La go da Ig eja; a Quin a, Casa e Capela de Adães, en e ou os. Figu a 2 – Mós dos Moinhos de água Fon e: Página ( ebsi e): “Po ugal de Lés a Lés” 3 Fon e: Página ( ebsi e): “Po ugal de Lés a Lés” 4 3 Disponí el em: h ps://po ugaldelesales.p /molinologico-ul-museu- i o-moinho-e-pao/ - Acesso em: 31 de janei o de 2023 4 Disponí el em: h ps://po ugaldelesales.p /molinologico-ul-museu- i o-moinho-e-pao/ - Acesso em: 31 de janei o de 2023 Figu a 3 – Moinhos de água ( io) 83 É sede de um município que con a com 19 eguesias, dis ibuídas po 12 unidades e i o iais. Com 163,41 km² de á ea, o município é ocupado po 66 212 habi an es ( on e: INE, esul ados p elimina es Censos 2021): Figu a 69 – Mapa Populacional de Oli ei a de Azeméis Fon e: Websi e da Câma a Municipal de li ei a de Azeméis concelho de li ei a de Azeméis é limi ado a No des e pelo município de A ouca a Es e po Vale de Camb a e Se e do Vouga a Sul po Albe ga ia-a-Velha a Oes e po Es a eja e a e a No oes e po São João da Madei a e San a Ma ia da Fei a. 84 Fon e: Página Wikipédia “ li ei a de Azeméis” 20 ó … li ei a de Azeméis é uma impo an e localidade desde empos imemo iais sendo um local com p esença humana comp o ada desde pelo menos 2000 a.C. nos Cas os das eguesias de l e de ssela. Fon e: Websi e “Câma a Municipal de li ei a de Azeméis” 21 20 Disponí el em: h ps://p .wikipedia.o g/wiki/Oli ei a_de_Azem%C3%A9is – Acesso em: 16 de ma ço de 2023 21 Disponí el em: h ps://www.cm-oaz.p /oli ei a_de_azemeis.1/ eguesias.42/ul.62/cas o_de_ul.a3182.h ml Figu a 70 – Mapa das eguesias cons i uin es do concelho de Oli ei a de Azeméis Figu a 71 – Cas o na eguesia de Ul Figu a 72 – Cas o na eguesia de Ossela 85 Mais a de ans o mou-se num pon o de pa agem das ias omanas de Conímb iga-Po o e Lisboa-B aga da ual subsis e o ma co miliá io da milha II. Foi g aças a es a posição p i ilegiada ue se desen ol eu a ingindo o es a u o de ila e sede do concelho a 5 de janei o de 1799 po D. Ma ia I e ue culminou com a ele ação a cidade a 16 de maio de 1984. z ? • A a és da A1 (Au o-Es ada do No e) nó de Es a eja e da Fei a consoan e se em de Sul ou de No e espe i amen e. • Pa a além da A1 ue a a essa o e i ó io concelhio ou as ias pe mi em o acesso ácil ao concelho ais como o I ine á io Complemen a Nº2 (IC2) e a E.N.224. • li ei a de Azeméis es á já ligada di e amen e à cidade do Po o a a és da A32 (Au o-Es adas do Dou o Li o al). • A ní el e o iá io es á em uncionamen o a linha do Vale do Vouga ue es abelece ligação com a linha do No e em Espinho podendo-se daí p ossegui pa a o Po o A ei o Coimb a Lisboa e c. h ps://www.cm-oaz.p /oli ei a_de_azemeis.1/ eguesias.42/ossela.55/cas o_de_ossela.a3131.h ml Figu a 73 – Ma co Miliá io de Oli ei a de Azeméis Figu a 74 – Linha do Vouga em Oli ei a de Azeméis (“O Vouguinha”) 86 • Exis em ligações egula es de au oca o pa a o Po o A ei o e Coimb a bem como ou as de âmbi o mais es i o a ní el local e egional. ú • Exis em dois pe cu sos u banos do T A – T anspo es banos de Azeméis. • anspo e público de média dis ância é o necido - en e ou os - pela C.P. (Comboios de Po ugal) / Linha do Vouga (pa a Espinho) e a T ansde (pa a Po o e A ei o). ã ◼ Ensino Supe io : o Escola Supe io de Design Ges ão e Tecnologias da P odução de A ei o No e (ESAN) da ni e sidade de A ei o o Escola Supe io de Saúde No e da C uz Ve melha Po uguesa ◼ Ensino Secundá io ( á ias escolas em di e en es eguesias) ◼ Ensino Básico ( á ias escolas em di e en es eguesias) – exemplo: Escola Básica Comendado An ónio da Sil a Rod igues (F eguesia de l) Figu a 75 – Au oca o(s) da cidade Figu a 76 – “TUAZ”: Emp esa de T anspo es U banos da cidade de Oli ei a de Azeméis 87 ◼ CENFIM – Cen o de Fo mação P o issional da Indús ia Me alú gica e Me alomecânica à é um p oje o cul u al de li ei a de Azeméis nascido no ano de 1997 nes a cidade com o apoio da Câma a Municipal de li ei a de Azeméis. Tendas à moda an iga a esãos padei as de l p odu os ag ícolas u ensílios e ajes an igos são alguns dos elemen os ue cons i uem o cená io do Me cado. A Fei a do Pão uma mos a de a esana o e a a uação de g upo de danças e can a es adicionais acon ece pa alelamen e odos os anos de o ma inin e up a no 3.º im de semana do mês de maio. li ei a de Azeméis des aca-se pa icula men e na á ea despo i a com á ias modalidades nas p incipais compe ições nacionais: é o caso da nião Despo i a li ei ense com os Sénio es de Fu ebol a compe i em na 2. Liga P o issional Po uguesa a e uipa de Bas ue ebol na P imei a Liga (e bicampeã em 2019) e ambém a e uipa de Hó uei em Pa ins como uma das p incipais o mações nacionais a compe i Figu a 77 – E en o: “Me cado à Moda An iga” que oco e odos os anos em Oli ei a de Azeméis (mês de maio) 88 na di isão p incipal. A p incipal di isão de Fu sal em Po ugal con a ambém com uma e uipa de li ei a de Azeméis o Fu sal Clube de Azeméis. li ei a de Azeméis em o maio s ick de Hó uei em Pa ins do mundo ei o em 2003 pa a o mundial de hó uei. município con a já com á ias edições da Final Fou da Taça de Po ugal do Fu sal Nacional. mundial de hó uei em Po ugal passou po li ei a de Azeméis (sendo jogado no pa ilhão de Hó uei em pa ins e de Bas ue ebol Sal ado Machado) assim como o mundial de Fu sal eminino de 2012 dispu ado no mesmo local. Figu a 78 – Símbolo da UDO (União Despo i a Oli ei ense) Figu a 79 – S ick (o maio do Mundo) 89 Já em 2016 li ei a de Azeméis oi no amen e palco de uma compe ição in e nacional. Acolheu o 52.º Eu opeu de Hó uei em Pa ins com a pa icipação de oi o seleções. li ei a de Azeméis já é po mui os conside ada a cidade do despo o. Con a ainda com as seguin es : o Biblio eca Municipal Fe ei a de Cas o o A ui o Municipal o Tea o Municipal de li ei a de Azeméis (Cine ea o Ca acas) o Museu Regional de li ei a de Azeméis o Museu Regional de Cucujães o Casa-Museu Fe ei a de Cas o ( ssela) o Academia de Música de li ei a de Azeméis o Cen o Lúdico o Piscinas Municipais o CERCIA (Cen o de Recupe ação de C ianças De icien es e Inadap adas de li ei a de Azeméis) o CL A (Cen o de Línguas de li ei a de Azeméis) Figu a 80 – Pa ilhão Municipal D . Sal ado Machado 90 li ei a de Azeméis é um endo no seu e i ó io ê em di e sos se o es como a me alomecânica moldes e injeção de plás icos calçado a indús ia ag oalimen a en e ou os. Po isso o É ó p opo cionando aos isi an es uma expe iência i a do “ e aze ” a a és do con ac o com as écnicas de p odução das emp esas isi adas. Mais ue uma isi a o Tu ismo Indus ial de li ei a de Azeméis p e ende p opo ciona aos isi an es semp e ue possí el uma expe iência global ap esen ando oda a cadeia de alo desde a ma é ia-p ima a é ao p odu o inal. Figu a 82 – Biblio eca Municipal Fe ei a de Cas o Figu a 83 – A qui o Municipal Figu a 81 – Tea o Municipal de Oli ei a de Azeméis Figu a 84 – Museu Regional de Oli ei a de Azeméis Figu a 85 – CLOA: Cen o de Línguas (Ins i u o) 91 o Pa ue de La-Sale e (na zona No des e da cidade) o Pa ue Molinológico e Cas o de l (na zona de l) o Ma gens do Caima Pa ue Ben o Ca ueja e Pon e do Pêga (na zona de Palmaz) o Capela Nossa Senho a da Ribei a (Pinhei o da Bempos a) o P aia Flu ial do Ped egulhal (Selo es ssela) o Mon e de São Ma cos (Fajões) o Pon e Medie al e Açude da Ilha dos Amo es (Rel a li ei a de Azeméis) o Vila inho de São Luís (Palmaz) o Pa ue do Ce cal (San iago de Riba- l) Figu a 87 – Pa que de “La Sale e” (pon o u ís ico de g ande a ação) Figu a 86 – Logó ipo do “Tu ismo Indus ial” do concelho de Oli ei a de Azeméis 92 • Pão de l • Papas de São Miguel • amacóis / Beijinhos de Azeméis • ssos de Suã concelho de li ei a de Azeméis é ico em P odu os Locais ais como: • (Sacos de Ti as de Cucujães; Ces a ia; A e em Madei a; Tecelagem; A e ac os de Me al; A esana o bano; A es Deco a i as; Bo dados e Rendas; Espan alhos) • (louça p e a de ssela) • • ó (La icínios; Mel; Ce eja A esanal; descas ue de A oz) • z (na eguesia de Cesá es ão sediadas 3 emp esas de enome em Po ugal) • des a ue nacional e in e nacional com emp esas de enome a abalha nos moldes pa a a indús ia de plás ico e nos plás icos sob e udo em componen es pa a a indús ia au omó el) • (Luís no e) • (no ano de 1528 oi es abelecida na Quin a do Cô o em li ei a de Azeméis uma das p imei as e mais du adou as áb icas de id o do nosso país - a Fáb ica de Vid o do Cô o - Figu a 88 – Pão de Ul Figu a 89 – Papas de São Miguel Figu a 90 – Zamacóis ou Beijinhos de Azeméis Figu a 91 – Ossos da Suã 99 100