Ma a Míguez Míguez
Análise económico-
inancei a de Bodegas
Ma ín Códax SAU
Facul ade de Ciencias Económicas e
Emp esa iais
Feb ei o 2018
T aballo de Fin de G ao p esen ado na Facul ade de Ciencias Económicas e Emp esa iais da
Uni e sidade de San iago de Compos ela pa a a ob ención do G ao en Economía
T aballo de
Fin de G ao
Resumo
Nes e aballo ealizamos unha análise económico- inancei a da emp esa Bodegas
Ma ín Códax SAU coa inalidade de elabo a unha diagnose sob e a súa si uación,
posicionamen o no sec o e e olución. O uso de écnicas como a análise e ical, de
endencias ou o cálculo de a ios sob e os es ados con ables da emp esa e os
ag egados do g upo de compa ación sec o ial pe mí ennos de ini a Ma ín Códax
como unha emp esa sol en e pe o cunha es u u a inancei a desequilib ada e cunha
endibilidade in e io á media; Is o débese p incipalmen e ás ma xes sob e endas
que, como consecuencia do seu modelo de negocio, son meno es ás do g upo de
compa ación e condicionan a e olución dos esul ados da compañía.
O aballo cons a de 10.000 palab as.
Ma a Míguez Míguez 3
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Índice
Resumo .................................................................................................................... 2
Índice ....................................................................................................................... 3
Índice de ab e ia u as, siglas e símbolos ................................................................... 5
Índice de igu as ....................................................................................................... 8
Índice de áboas ....................................................................................................... 9
In odución ............................................................................................................ 11
Plani icación ........................................................................................................... 12
Desen ol emen o do aballo ................................................................................. 13
1 P esen ación da emp esa ..................................................................................... 13
2 Análise ex e na e in e na...................................................................................... 15
2.1 Análise ex e na ............................................................................................. 15
2.1.1 O sec o do iño en España ................................................................................... 15
2.1.2 O sec o do iño en Galicia .................................................................................... 19
2.1.3 A DO Rías Baixas .................................................................................................... 23
2.2 Análise in e na ............................................................................................. 26
2.2.1 Posicionamen o no sec o ..................................................................................... 26
2.2.2 Misión e isión ....................................................................................................... 26
2.2.3 Pia es es a éxicos ................................................................................................. 27
2.2.4 O ganización in e na .............................................................................................. 27
2.2.5 G upo emp esa ial ................................................................................................. 28
3 Análise económico- inancei a da emp esa .......................................................... 29
3.1 Obxec i o...................................................................................................... 29
Ma a Míguez Míguez 4
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
3.2 De inición do g upo de compa ación ........................................................... 29
3.3 Análise po cen ual e de endencias ............................................................. 30
3.3.1 Análise e ical ....................................................................................................... 30
3.3.2 Análise ho izon al .................................................................................................. 37
3.4 Análise inancei a ......................................................................................... 42
3.4.1 Análise inancei a a cu o p azo ............................................................................ 42
3.4.2 Análise inancei a a longo p azo ............................................................................ 49
3.5 Análise económica ....................................................................................... 51
3.5.1 Análise de endibilidades ....................................................................................... 51
3.5.2 Análise do isco inancei o ..................................................................................... 54
3.6 Ou os a ios de in e ese ............................................................................. 55
3.7 Diagnose ....................................................................................................... 56
3.8 P opos as de mello a ................................................................................... 57
4 Análise DAFO ........................................................................................................ 58
Conclusións, limi acións e ampliacións.................................................................... 59
Bibliog a ía e webg a ía .......................................................................................... 62
Ma a Míguez Míguez 5
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Índice de ab e ia u as, siglas e
símbolos
ABREVIATURAS
c/p: cu o p azo
ex.: exemplo
i: ipo de xu o / cus o da débeda
l/p: longo p azo
M.: millóns
n.º: núme o
p.: páxina
p .: p o isional
P o .: p o edo es
Ro .: o ación
e .: e ical
SIGLAS
AC: Ac i o Co en e
AF: Apalancamen o Financei o
ANC: Ac i o Non Co en e
ATM: Ac i o To al Medio
BAIT: Bene icio an es de xu os e impos os
BAT: Bene icio an es de impos os
Ma a Míguez Míguez 6
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
BMC: Bodegas Ma ín Códax SAU
BN: Bene icio Ne o
CCAA: Comunidades Au ónomas
CNAE: Clasi icación Nacional de Ac i idades Económicas
CNN: Ci a Ne a de Negocios
DAFO: Debilidades, Ameazas, Fo alezas e Opo unidades
DDOO: Denominacións de O ixe
DO: Denominación de O ixe
EEUU: Es ados Unidos
FR: Fondo de Ro ación
FRae: Fondo de Ro ación Alleo á Explo ación
FRe: Fondo de Ro ación da Explo ación
GC: G upo de compa ación
MAPAMA: Minis e io de Ag icul u a e Pesca, Alimen ación e Medio Ambien e
MP: Ma e ias P imas
OEMV: Obse a o io Español do Me cado do Viño
PC: Pasi o Co en e
PC: P odu os en Cu so
PMA: Pe íodo Medio de Almacenamen o
PMC: Pe íodo Medio de Cob o
PMF: Pe íodo Medio de Fab icación
PMME: Pe íodo Medio de Madu ación Económico
PMMF: Pe íodo Medio de Madu ación Financei o
PMP: Pe íodo Medio de Pago
PMV: Pe íodo Medio de Venda
PN: Pa imonio Ne o
PNC: Pasi o Non Co en e
PNM: Pa imonio Ne o Medio
PT: P odu os Te minados
RA: Ra io de Au onomía Financei a
RC: Ra io de Cobe u a da Débeda
RCx: Ra io de Cobe u a de xu os
Ma a Míguez Míguez 7
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
RD: Ra io de Endebedamen o
RE: Rendibilidade Económica
RF: Rendibilidade Financei a
RG: Ra io de Ga an ía
RL: Ra io de Liquidez
RRBB: Rías Baixas
RS: Ra io de Sol encia
RSC: Responsabilidade Social Co po a i a
RT: Ra io de Tesou e ía
SABI: Sis ema de Análise de Balances Ibé icos
SAT: Sociedade Ag a ia de T ans o mación
SAU: Sociedade Anónima Unipe soal
SL: Sociedade Limi ada
SLU: Sociedade Limi ada Unipe soal
VMC: Vi icul o es Ma ín Códax S. Coop. Galega
SÍMBOLOS
€: eu os
ha: hec á ea
kg: quilog amo
l: li o
Ma a Míguez Míguez 8
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Índice de igu as
FIGURA 1. PRODUTOS ELABORADOS POR BMC NA DO RÍAS BAIXAS ......................................................................... 14
FIGURA 2. SUPERFICIE DE VIÑEDO EN ESPAÑA (1980-2016) ................................................................................... 15
FIGURA 3. SUPERFICIE DE VIÑEDO POR CCAA (2006-2016) ................................................................................... 16
FIGURA 4. PRODUCIÓN DE VIÑO E MOSTO EN ESPAÑA (1987-2015) ........................................................................ 17
FIGURA 5. PRODUCIÓN DE VIÑO E MOSTO POR CCAA (2015) ................................................................................. 17
FIGURA 6. VENDAS DE VIÑO ESPAÑOL POR MERCADOS (1987-2016 PR.) .................................................................. 18
FIGURA 7. MAPA DAS DDOO DE VIÑO EN GALICIA ................................................................................................ 20
FIGURA 8. VOLUME DE PRODUCIÓN DAS ADEGAS DA DO RÍAS BAIXAS (2016) ............................................................ 25
FIGURA 9. PRODUCIÓN E COMERCIALIZACIÓN DA DO RÍAS BAIXAS (1987-2016) ....................................................... 25
FIGURA 10. MISIÓN E VISIÓN DE BMC ............................................................................................................... 26
FIGURA 11. MATRIZ DAFO DE BMC .................................................................................................................. 58
Ma a Míguez Míguez 9
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Índice de áboas
TÁBOA 1. PLANIFICACIÓN DO TRABALLO (CRONOGRAMA)........................................................................................ 12
TÁBOA 2. EXPORTACIÓNS ESPAÑOLAS DE VIÑOS, MOSTOS E VINAGRES (2016) ............................................................ 19
TÁBOA 3. DATOS TÉCNICOS DO VIÑO EN GALICIA (2014) ........................................................................................ 20
TÁBOA 4. DATOS BÁSICOS DAS DDOO DE VIÑO EN GALICIA (2014) ......................................................................... 21
TÁBOA 5. VARIACIÓN DE DATOS DAS DDOO DE VIÑO EN GALICIA (2008-2014) ........................................................ 21
TÁBOA 6. EXPORTACIÓNS DAS DDOO DE GALICIA (2013) ...................................................................................... 22
TÁBOA 7. PRINCIPAIS DESTINATARIOS DAS EXPORTACIÓNS DE VIÑO GALEGO (2016) .................................................... 23
TÁBOA 8. DATOS DAS SUBZONAS DA DO RÍAS BAIXAS (2016) ................................................................................. 24
TÁBOA 9. ESTRUTURA DE PERSOAL DE BMC (2016) .............................................................................................. 28
TÁBOA 10. EMPRESAS PARTICIPADAS POR BMC (2016) ........................................................................................ 28
TÁBOA 11. EMPRESAS DO GC ........................................................................................................................... 30
TÁBOA 12. PORCENTAXES VERTICAIS DO BALANCE DE SITUACIÓN DE BMC ................................................................. 32
TÁBOA 13. PORCENTAXES VERTICAIS DO BALANCE DE SITUACIÓN DO GC .................................................................... 33
TÁBOA 14. PORCENTAXES VERTICAIS DA CONTA DE RESULTADOS DE BMC .................................................................. 35
TÁBOA 15. PORCENTAXES VERTICAIS DA CONTA DE RESULTADOS DO GC .................................................................... 36
TÁBOA 16. NÚMEROS ÍNDICES DO BALANCE DE SITUACIÓN DE BMC ......................................................................... 38
TÁBOA 17. NÚMEROS ÍNDICES DO BALANCE DE SITUACIÓN DO GC ............................................................................ 39
TÁBOA 18. NÚMEROS ÍNDICES DA CONTA DE RESULTADOS DE BMC .......................................................................... 40
TÁBOA 19. NÚMEROS ÍNDICES DA CONTA DE RESULTADOS DO GC ............................................................................ 41
TÁBOA 20. DESCOMPOSICIÓN DO FONDO DE ROTACIÓN ......................................................................................... 43
TÁBOA 21. FONDO DE ROTACIÓN DE BMC (2012-2016) ...................................................................................... 43
TÁBOA 22. FONDO DE ROTACIÓN DO GC (2012-2016)......................................................................................... 44
TÁBOA 23. RATIOS FINANCEIROS A C/P ................................................................................................................ 44
TÁBOA 24. RATIOS FINANCEIROS A C/P DE BMC (2012-2016) ............................................................................... 45
Ma a Míguez Míguez 16
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Figu a 3. Supe icie de iñedo po CCAA (2006-2016)
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de OEMV (2017b, p. 4).
0 100.000 200.000 300.000 400.000 500.000 600.000
Cas ela A Mancha
Ex emadu a
Cas ela e León
C. Valenciana
Ca aluña
A Rioxa
A agón
Galicia
Mu cia
Andalucía
Na a a
País Vasco
Mad id
Cana ias
Balea es
Can ab ia
As u ias
2016 2006
Cas ela A Mancha concen a case a me ade da supe icie de iñedo, seguida moi de
lonxe po Ex emadu a, Cas ela León, Comunidade Valenciana, Ca aluña e A Rioxa.
Galicia é a oi a a CCAA po supe icie e unha das 3 nas que aumen a o iñedo, xun o
co País Vasco e A Rioxa.
O MAPAMA (2017) sinala que do o al da supe icie plan ada, o 85% co esponde a
zonas in eg adas en Denominacións de O ixe e o 8% en Indicacións Xeog á icas
P o exidas. Respec o ás a iedades, as u as in as ep esen an o 54% do o al da
supe icie cul i ada.
P odución
España é o e cei o país p odu o do mundo, po de ás de F ancia e I alia (MAPAMA,
2016).
As es a ís icas exis en es non pe mi en disce ni en e p odución de iño e mos o
(Figu a 4).
Ma a Míguez Míguez 17
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Figu a 4. P odución de iño e mos o en España (1987-2015)
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de OEMV (2016, p. 3).
39.976,30
43.659,20 43.281,20
15.000,00
20.000,00
25.000,00
30.000,00
35.000,00
40.000,00
45.000,00
50.000,00
55.000,00
60.000,00
1987
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
2015
A p odución de iño e mos o en España a ía dunhas campañas a ou as e non ga da
co elación coa supe icie cul i ada. Así, men es que a supe icie segue unha
endencia nega i a (Figu a 2), a p odución en unha e olución posi i a, mais con
al ibaixos de i ados undamen almen e das condicións clima olóxicas.
Ademais, como consecuencia da dis ibución e i o ial do iñedo, a p odución de iño
e mos o es á concen ada (Figu a 5).
Figu a 5. P odución de iño e mos o po CCAA (2015)
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de OEMV (2016, p. 3).
Cas ela A
Mancha
53%
Ex emadu a
9%
Ca aluña
8%
C. Valenciana
6%
A Rioxa
5%
Cas ela e León
4%
A agón
3%
Andalucía
3%
Galicia
2%
Na a a
2%
País
Vasco
2%
Mu cia
2% Ou as
1%
Ma a Míguez Míguez 18
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Cas ela A Mancha p oduce máis da me ade do iño e mos o español. Galicia
ep esen a un 2% do o al da p odución no ano 2015.
Me cado
As endas de iño español po me cados muda on o almen e nas úl imas décadas
(Figu a 6).
Figu a 6. Vendas de iño español po me cados (1987-2016 p .)
Fon e: Obse a o io Español do Me cado do Viño (2017a)
18,5
16,6
15,9
17,2
16,8
16,3
16
15,3
14,5
14,5
14,6
14,8
14,2
14,2
13,8
13,8
13,9
13,8
13,7
13,4
11,1
11,3
11
10,2
9,9
9,9
9,8
9,8
9,8
4,4
5,1
4,3
5,5
6,1
7,2
8
6,1
6,2
8
10,5
8,5
8,7
9
9,9
11
14,1
14,3
14,4
14,6
15,6
14,8
15,9
21,3
22
17,4
23
24,5
23,1
0
5
10
15
20
25
30
1987-1988
1988-1989
1989-1990
1990-1991
1991-1992
1992-1993
1993-1994
1994-1995
1995-1996
1996-1997
1997-1998
1998-1999
1999-2000
2000-2001
2001-2002
2002-2003
2003-2004
2004-2005
2005-2006
2006-2007
2007-2008
2008-2009
2009-2010
2010-2011
2011-2012
2012-2013
2013-2014
2014-2015
2015-2016p
Millóns de hec oli os
Me cado in e no
Expo ación
Na ac ualidade a mei ande pa e da p odución de iño español di íxese ao es anxei o.
No 2016 (da os p o isionais), a enda de iño no me cado in e io oi de 9,9 millóns de
hec oli os, ci a simila á dos úl imos anos, men es que as expo acións acada on os
23,1 millóns de hec oli os.
De ei o, nes e pe íodo, España oi o p imei o expo ado de iño a ni el mundial en
olume e e cei o en e mos de alo (Comisión Eu opea, 2017, p. 2).
Ma a Míguez Míguez 19
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Na Táboa 2 ecollemos os p incipais des inos das expo acións españolas.
Táboa 2. Expo acións españolas de iños, mos os e inag es (2016)
VALOR
(M €)
VOLUME
(M l)
€/l
1 Alemania 381,8 411,2 0,93
2 Reino Unido 334,7 191,9 1,74
3 EE.UU. 318,2 90,9 3,50
4 F ancia 309,2 669,8 0,46
5 China 151,4 103,7 1,46
6 Suíza 116,6 30,3 3,85
7 Países Baixos 128,8 92,6 1,39
8 Bélxica 107,8 62,5 1,72
9 Canadá 87 30,4 2,86
10 Xapón 84,5 38,1 2,22
11 Po ugal 80,1 186,8 0,43
12 I alia 73,5 155 0,47
13 México 60,7 21,9 2,77
14 Rusia 55 128,2 0,43
15 Suecia 54 26,9 2,01
16 Dinama ca 45 31,4 1,43
17 Finlandia 27,4 14,9 1,85
18 No uega 25,2 8,5 2,95
19 I landa 23,1 9,5 2,44
20 Chequia 22,4 42,6 0,53
21 Li uania 20 15,2 1,31
409,5 394 1,04
2.915,9 2.757,4 1,06
Res o países
TOTAL EXPORTADO
PAÍS
Fon e: Obse a o io Español do Me cado do Viño (2017a).
A endendo ao alo das ope acións, Alemania, Reino Unido, EEUU e F ancia son os
p incipais impo ado es dos iños, mos os e inag es españoles.
2.1.2 O sec o do iño en Galicia
O sec o do iño en Galicia segundo o Fo o Económico de Galicia (2016) p esen a os
seguin es da os écnicos (Táboa 3):
Ma a Míguez Míguez 20
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Táboa 3. Da os écnicos do iño en Galicia (2014)
PROVINCIA
SUPERFICIE
(ha)
PRODUCIÓN
( oneladas)
RENDEMENTO
(kg/ha)
VIÑO
(hec oli os)
VIÑO
BRANCO (%)
A CORUÑA 2.426 10.391 6.395 66.558 44,7%
LUGO 1.929 7.054 3.921 45.234 20,6%
OURENSE 8.338 46.919 8.708 343.375 54,2%
PONTEVEDRA 12.143 66.927 6.919 443.490 74,6%
GALICIA 24.836 131.291 6.989 898.657 61,9%
Fon e: Fo o Económico de Galicia (2016, p. 4).
Galicia con aba no 2014 con case 25.000 ha de supe icie dedicada ao cul i o da ide,
concen ada maio i a iamen e en Pon e ed a, que amén é a p o incia con maio
p odución de u a e iño.
A mei ande pa e do iño p oducido en Galicia é b anco, se ben na Co uña e Lugo
p edominan as a iedades in as.
Na ac ualidade hai 5 DDOO en Galicia: Mon e ei, Rías Baixas, Ribei a Sac a, Ribei o e
Valdeo as emp azadas na zona cen o-su da comunidade (Figu a 7).
Figu a 7. Mapa das DDOO de iño en Galicia
Fon e: Fo o Económico de Galicia (2016, p. 6).
Ma a Míguez Míguez 21
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Na Táboa 4 igu an os da os máis ele an es das DDOO mencionadas.
Táboa 4. Da os básicos das DDOO de iño en Galicia (2014)
DENOMINACIÓN
SUPERFICIE
(ha)
VITICULTORES
(Nº)
ADEGAS
(Nº)
COMERCIO
(hec oli os)
Mon e ei 437 371 23 11.097
Rías Baixas 4.027 6.031 179 201.349
Ribei a Sac a 1.250 2.817 97 17.985
Ribei o 2.762 5.960 107 76.976
Valdeo as 1.165 1.471 43 33.943
To al DO Galicia 9.641 16.650 449 341.350
Fon e: Fo o Económico de Galicia (2016, p. 7).
A DO con máis supe icie cul i ada, maio núme o de i icul o es, maio núme o de
adegas e mello es ci as de come cio é Rías Baixas, seguida da do Ribei o.
A compa ación de da os en e os anos 2008 e 2014 (Táboa 5) pe mí enos analiza a
e olución das dis in as denominacións de o ixe.
Táboa 5. Va iación de da os das DDOO de iño en Galicia (2008-2014)
DENOMINACIÓN
SUPERFICIE
(ha)
VITICULTORES
(Nº)
ADEGAS
(Nº)
COMERCIO
(hec oli os)
Mon e ei 18,1% 13,1% 0,0% 43,7%
Rías Baixas 10,4% -8,3% -10,9% 19,9%
Ribei a Sac a 2,3% -1,8% -4,0% -8,3%
Ribei o 1,1% -1,0% -10,1% 45,6%
Valdeo as -13,2% -25,0% 4,9% -3,8%
Fon e: Fo o Económico de Galicia (2016, p. 8).
Obse amos o seguin e:
- A DO Mon e ei i o un bo compo amen o no pe íodo es udado: aumen ou a
súa supe icie, o núme o de i icul o es e, sob e odo, as ci as de endas.
- A DO Rías Baixas med ou en can o a supe icie e su iu un p oceso de
concen ación xa que diminuí on o núme o de i icul o es e de adegas. O
esul ado oi, sen emba go, unha mello a na ci a de endas.
- Ao igual que a Rías Baixas, a DO Ribei a Sac a amén concen ou a súa
ac i idade, mais os esul ados non o on en xe al posi i os, ao diminuí a súa
ci a de endas un 8,3%.
- A DO do Ribei o, que coma as dúas an e io es su iu un p oceso de
concen ación, oi a que máis aumen ou as súas endas no pe íodo.
Ma a Míguez Míguez 22
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
- Po úl imo, pese ao aumen o de adegas na DO Valdeo as, os da os amósannos
unha diminución da supe icie acompañada po un e oceso nas endas.
A mei ande pa e das endas das DDOO di íxense ao me cado nacional (Táboa 6).
Táboa 6. Expo acións das DDOO de Galicia (2013)
DENOMINACIÓN
EXPORTACIÓNS
(millóns li os)
EXPORTACIÓNS
SOBRE VENDAS
Rías Baixas 18,70 22,9%
Mon e ei 1,20 12,1%
Valdeo as 3,70 9,7%
Ribei o 7,80 7,7%
Ribei a Sac a 1,50 1,4%
Fon e: Fo o Económico de Galicia (2016, p. 9).
O 20% do iño con DO no 2013 des inouse á expo ación, des acando o
compo amen o da DO Rías Baixas cuxas endas ao ex e io supoñen o 57% das
expo acións de iño galegas (Fo o Económico de Galicia, 2016, p. 9).
Segundo os da os de DATACOMEX (Minis e io de Economía, Come cio, Indus ia e
Compe i i idade, 2017), Galicia expo a iño
2
a máis de 100 países (Táboa 7).
2
Nes e caso es ámonos a e e i ao iño galego o al expo ado, pe enza ou non a unha denominación
de o ixe.
Ma a Míguez Míguez 23
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Táboa 7. P incipais des ina a ios das expo acións de iño galego (2016)
PAÍS MILES DE EUROS % TOTAL % ACUM.
Es ados Unidos 12.393,11 28,80% 28,80%
China 4.335,24 10,07% 38,87%
Reino Unido 4.241,32 9,86% 48,73%
Alemania 2.053,97 4,77% 53,50%
Países Baixos 1.591,10 3,70% 57,20%
Suíza 1.353,90 3,15% 60,34%
Po ugal 1.325,70 3,08% 63,42%
México 1.260,54 2,93% 66,35%
F ancia 1.069,44 2,49% 68,84%
Xapón 779,68 1,81% 70,65%
Polonia 775,54 1,80% 72,45%
Canadá 742,90 1,73% 74,18%
A xelia 737,19 1,71% 75,89%
No uega 696,77 1,62% 77,51%
Came ún 643,03 1,49% 79,00%
Co ea do Su 609,21 1,42% 80,42%
República Checa 609,03 1,42% 81,83%
Cuba 519,43 1,21% 83,04%
Aus alia 475,58 1,11% 84,15%
I landa 463,24 1,08% 85,22%
Nixe ia 443,63 1,03% 86,25%
Bélxica 409,87 0,95% 87,21%
Panamá 401,76 0,93% 88,14%
Finlandia 394,14 0,92% 89,06%
Li uania 332,37 0,77% 89,83%
Ando a 309,04 0,72% 90,55%
Res o países 4.068,29 9,45% 100,00%
TOTAL EXPORTADO 43.035,04 100,00%
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de DATACOMEX.
En e os p incipais des ina a ios dos iños galegos des aca EEUU, país ao que se di ixen
o 28,8% das expo acións.
Men es o p ezo dos iños españois de expo ación oldan o eu o, “no caso dos iños
galegos o p ezo elé ase a a 1,61 o li o”, e endo en con a só os iños expo ados con
DO, pode chega a a os 4,96 eu os, case 2 eu os po debaixo da media española que se
si úa nos 3 eu os (Fo o Económico de Galicia, 2016, p. 10).
2.1.3 A DO Rías Baixas
A DO Rías Baixas, c eada no ano 1988, di ídese en 5 subzonas (Táboa 8) que aba can
e i o ios da p o incia de Pon e ed a e da Co uña.
Ma a Míguez Míguez 24
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Táboa 8. Da os das subzonas da DO Rías Baixas (2016)
SUBZONAS CONCELLOS E PROVINCIA OUTROS DATOS (2016)
VAL DO SALNÉS
Caldas de Reis (Pon e ed a)
Cambados (Pon e ed a)
O G o e (Pon e ed a)
Meaño (Pon e ed a)
Meis (Pon e ed a)
Ribadumia (Pon e ed a)
Sanxenxo (Pon e ed a)
Vilano a de A ousa (Pon e ed a)
Vilaga cía de A ousa (Pon e ed a)
4.191 i icul o es
2.310 ha
15.478 pa celas
O ROSAL
O Rosal (Pon e ed a)
Tomiño (Pon e ed a)
262 i icul o es
564 ha
943 pa celas
RIBEIRA DO ULLA
Ved a (A Co uña)
94 i icul o es
168 ha
243 pa celas
CONDADO DO TEA
Sal a e a de Miño (Pon e ed a)
As Ne es (Pon e ed a)
A bo (Pon e ed a)
Salceda de Caselas (Pon e ed a)
A Cañiza (Pon e ed a)
986 i icul o es
994 ha
5.113 pa celas
SOUTOMAIOR
Sou omaio (Pon e ed a)
17 i icul o es
12,5 ha
50 pa celas
Fon e: Elabo ación p opia a pa i da DO Rías Baixas (2017a) e DO Rías Baixas (2017b).
Es a DO con a cunha supe icie de 4.061 ha epa idas nas mans de 5.550 i icul o es
sendo a subzona con maio núme o de i icul o es, supe icie e pa celas a do Salnés.
Na zona cul í anse a iedades b ancas e in as mais p edomina a Alba iña, moi
axei ada pa a o clima e o chan des a á ea (DO Rías Baixas, 2017d).
O sec o i i inícola xe a na á ea de p o ección da DO 7.600 emp egos di ec os e 5.200
adicionais na endima o que supón máis do 7% dos emp egos di ec os o ais e o 12%
endo en con a o e en ual (DO Rías Baixas, 2017b).
Na DO Rías Baixas con i en adegas con ele ado olume de p odución con ou as máis
pequenas (Figu a 8).
Ma a Míguez Míguez 25
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Figu a 8. Volume de p odución das adegas da DO Rías Baixas (2016)
Fon e: Elabo ación p opia a pa i da DO Rías Baixas (2017a).
0
5
10
15
20
25
30
35
> 500.000 L 200.000 -
500.000 L
100.000 -
200.000 L
50.000 -
100.000 L
20.000 -
50.000 L
10.000 -
20.000 L
5.000 -
10.000 L
< 5.000 L
Nº bodegas
No 2016 a DO Rías Baixas con a con 171 bodegas asociadas das cales só 9 p oducen
máis de 500.000 li os. A mei ande pa e das adegas eñen unha p odución in e io aos
50.000 li os.
A e olución global da DO en xe al oi posi i a nos úl imos 30 anos (Figu a 9).
Figu a 9. P odución e come cialización da DO Rías Baixas (1987-2016)
Fon e: DO Rías Baixas (2017a).
Dende 1987 a a a ac ualidade, aumen ou a p odución de u a e iño así como as
endas. As expo acións amén i e on unha e olución posi i a, sob e odo dende
Ma a Míguez Míguez 32
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Impo e (€) % e . Impo e (€) % e . Impo e (€) % e . Impo e (€) % e . Impo e (€) % e .
Ac i o
A) Ac i o non co en e 16.353.749 38,07% 13.833.710 35,14% 12.438.202 32,61% 12.669.859 33,38% 12.216.411 33,02%
I Inmobilizado in anxible 231.509 0,54% 280.899 0,71% 408.687 1,07% 408.701 1,08% 374.853 1,01%
II Inmobilizado ma e ial 10.625.243 24,73% 9.694.610 24,62% 9.074.872 23,79% 9.753.890 25,70% 10.299.324 27,84%
IV In es imen os en emp esas do g upo e asociadas a
longo p azo
5.247.827 12,22% 2.603.752 6,61% 1.882.376 4,93% 1.724.043 4,54% 1.027.100 2,78%
V In es imen os inancei os a longo p azo 81.634 0,19% 1.072.509 2,72% 870.112 2,28% 684.926 1,80% 515.133 1,39%
VI Ac i os po impos o di e ido 167.535 0,39% 181.939 0,46% 202.155 0,53% 98.299 0,26%
B) Ac i o co en e 26.606.842 61,93% 25.537.576 64,86% 25.707.613 67,39% 25.288.943 66,62% 24.776.957 66,98%
II Exis encias 20.733.163 48,26% 19.385.032 49,24% 19.267.809 50,51% 20.149.286 53,08% 20.131.523 54,42%
III Debedo es come ciais e ou as con as a cob a 5.580.728 12,99% 5.758.852 14,63% 5.651.879 14,82% 4.886.379 12,87% 3.905.501 10,56%
IV In es imen os en emp esas do g upo e asociadas a
cu o p azo
115.809 0,27% 269.101 0,68% 370.591 0,97% 0,00% 474.667 1,28%
V In es imen os inancei os a cu o p azo 7.678 0,02% 2.178 0,01% 2.178 0,01% 300 0,00% 300 0,00%
VI Pe iodi icacións a cu o p azo 53.666 0,12% 49.750 0,13% 43.962 0,12% 46.360 0,12% 45.528 0,12%
VII E ec i o e ou os ac i os líquidos equi alen es 115.798 0,27% 72.663 0,18% 371.195 0,97% 206.618 0,54% 219.440 0,59%
To al ac i o (A + B) 42.960.590 100,00% 39.371.286 100,00% 38.145.815 100,00% 37.958.802 100,00% 36.993.368 100,00%
Pasi o e Pa imonio Ne o
A) Pa imonio ne o 13.320.236 31,01% 12.984.910 32,98% 12.810.024 33,58% 11.955.201 31,50% 11.828.270 31,97%
A-1) Fondos p opios 12.872.552 29,96% 12.468.113 31,67% 12.279.138 32,19% 11.332.546 29,85% 11.147.413 30,13%
I Capi al 5.540.565 12,90% 5.540.565 14,07% 5.540.565 14,52% 4.759.265 12,54% 4.759.265 12,87%
III Rese as 6.927.548 16,13% 6.723.436 17,08% 6.573.281 17,23% 6.396.091 16,85% 6.246.049 16,88%
VII Resul ado do exe cicio 404.439 0,94% 204.112 0,52% 165.293 0,43% 177.189 0,47% 142.099 0,38%
A-3) Sub encións, doazóns e legados ecibidos 447.684 1,04% 516.797 1,31% 530.886 1,39% 622.656 1,64% 680.857 1,84%
B) Pasi o non co en e 14.655.706 34,11% 14.602.128 37,09% 9.356.397 24,53% 10.556.913 27,81% 6.355.018 17,18%
II Débedas a longo p azo 5.966.519 13,89% 6.910.749 17,55% 3.781.164 9,91% 5.485.013 14,45% 6.063.222 16,39%
III Débedas con emp esas do g upo e asociadas a
longo p azo
3.500.000 8,15% 4.000.000 10,16% 5.000.000 13,11% 4.805.048 12,66%
IV Pasi os po impos o di e ido 199.006 0,46% 222.043 0,56% 227.523 0,60% 266.852 0,70% 291.796 0,79%
VI Ac edo es come ciais non co en es 4.990.182 11,62% 3.469.335 8,81% 347.710 0,91%
C) Pasi o co en e 14.984.647 34,88% 11.784.249 29,93% 15.979.395 41,89% 15.446.688 40,69% 18.810.080 50,85%
III Débedas a cu o p azo 5.061.474 11,78% 2.114.702 5,37% 4.393.265 11,52% 3.665.501 9,66% 3.662.945 9,90%
IV Débedas con emp esas do g upo e asociadas a
cu o p azo
576.740 1,34% 593.581 1,51% 518.535 1,36% 500.000 1,32% 6.092.550 16,47%
V Ac edo es come ciais e ou as con as a paga 9.346.434 21,76% 9.075.965 23,05% 11.067.595 29,01% 11.281.187 29,72% 9.054.586 24,48%
To al pa imonio ne o e pasi o (A + B + C) 42.960.590 100,00% 39.371.286 100,00% 38.145.815 100,00% 37.958.802 100,00% 36.993.368 100,00%
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
2016
2015
2014
2013
2012
Táboa 12. Po cen axes e icais do balance de si uación de BMC
Ma a Míguez Míguez 33
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
(miles €) % e . (miles €) % e . (miles €) % e . (miles €) % e . (miles €) % e .
Ac i o
A) Ac i o non co en e 82.699 58,07% 82.995 59,32% 81.052 58,94% 81.984 59,79% 78.358 58,70%
I Inmobilizado in anxible 2.380 1,67% 2.513 1,80% 1.829 1,33% 1.549 1,13% 1.424 1,07%
II Inmobilizado ma e ial 58.330 40,96% 57.962 41,43% 57.765 42,01% 58.928 42,97% 59.832 44,82%
III In es imen os inmobilia ios 27 0,02% 27 0,02% 27 0,02% 27 0,02% 27 0,02%
IV In es imen os en emp esas do g upo e asociadas a
longo p azo
17.326 12,17% 16.990 12,14% 16.411 11,93% 16.331 11,91% 12.814 9,60%
V In es imen os inancei os a longo p azo 3.253 2,28% 4.350 3,11% 3.775 2,75% 3.991 2,91% 3.450 2,58%
VI Ac i os po impos o di e ido 1.383 0,97% 1.154 0,82% 1.246 0,91% 1.158 0,84% 812 0,61%
VII Débedas come ciais non co en es n.d. n.d. n.d. n.d. n.d.
B) Ac i o co en e 59.723 41,93% 56.913 40,68% 56.467 41,06% 55.138 40,21% 55.122 41,30%
II Exis encias 28.869 20,27% 29.693 21,22% 28.714 20,88% 30.476 22,23% 28.909 21,66%
III Debedo es come ciais e ou as con as a cob a 16.465 11,56% 15.430 11,03% 16.491 11,99% 16.146 11,77% 14.788 11,08%
IV In es imen os en emp esas do g upo e asociadas a
cu o p azo
8.666 6,08% 5.803 4,15% 4.086 2,97% 1.908 1,39% 4.107 3,08%
V In es imen os inancei os a cu o p azo 1.885 1,32% 2.620 1,87% 3.471 2,52% 3.625 2,64% 4.304 3,22%
VI Pe iodi icacións a cu o p azo 32 0,02% 44 0,03% 24 0,02% 64 0,05% 39 0,03%
VII E ec i o e ou os ac i os líquidos equi alen es 3.807 2,67% 3.324 2,38% 3.679 2,68% 2.920 2,13% 2.974 2,23%
To al ac i o (A + B) 142.422 100,00% 139.908 100,00% 137.519 100,00% 137.123 100,00% 133.480 100,00%
Pasi o e Pa imonio Ne o
A) Pa imonio ne o 74.028 51,98% 71.883 51,38% 68.706 49,96% 67.353 49,12% 64.064 48,00%
A-1) Fondos p opios 68.992 48,44% 66.781 47,73% 63.092 45,88% 61.413 44,79% 58.951 44,16%
I Capi al 36.614 25,71% 36.508 26,09% 36.508 26,55% 36.160 26,37% 33.660 25,22%
II P ima de emisión 5.602 3,93% 3.264 2,33% 3.264 2,37% 3.264 2,38% 3.264 2,45%
III Rese as 28.646 20,11% 29.154 20,84% 26.190 19,04% 26.012 18,97% 24.581 18,42%
IV (Accións e pa icipacións no pa imonio p opias) -6 0,00% -537 -0,38% -537 -0,39% -533 -0,39% -516 -0,39%
V Resul ados de exe cicios an e io es -4.011 -2,82% -4.138 -2,96% -4.071 -2,96% -3.911 -2,85% -3.167 -2,37%
VI Ou as achegas de socios 190 0,13% 190 0,14% 190 0,14% 244 0,18% 190 0,14%
VII Resul ado do exe cicio 2.366 1,66% 2.341 1,67% 1.738 1,26% 1.370 1,00% 967 0,72%
VIII (Di idendo a con a) -410 -0,29% 0,00% -189 -0,14% -1.193 -0,87% -27 -0,02%
A-2) Axus es po cambios de alo -20 -0,01% 19 0,01% 144 0,10% 174 0,13% 44 0,03%
A-3) Sub encións, doazóns e legados ecibidos 5.055 3,55% 5.082 3,63% 5.469 3,98% 5.767 4,21% 5.069 3,80%
B) Pasi o non co en e 27.926 19,61% 26.424 18,89% 26.674 19,40% 28.830 21,02% 28.788 21,57%
I P o isións a longo p azo 20,00% 60,00% 89 0,06% 91 0,07% 93 0,07%
II Débedas a longo p azo 17.518 12,30% 18.120 12,95% 18.818 13,68% 20.954 15,28% 22.436 16,81%
III Débedas con emp esas do g upo e asociadas a
longo p azo
8.386 5,89% 6.232 4,45% 5.614 4,08% 5.521 4,03% 4.160 3,12%
IV Pasi os po impos o di e ido 2.020 1,42% 2.066 1,48% 2.152 1,56% 2.264 1,65% 2.098 1,57%
C) Pasi o co en e 40.469 28,41% 41.602 29,74% 42.140 30,64% 40.939 29,86% 40.627 30,44%
II P o isións a cu o p azo 12 0,01% 70,01% 70,01% 33 0,02% 33 0,02%
III Débedas a cu o p azo 10.372 7,28% 10.545 7,54% 10.245 7,45% 10.077 7,35% 10.945 8,20%
IV Débedas con emp esas do g upo e asociadas a
cu o p azo
6.606 4,64% 7.724 5,52% 6.246 4,54% 5.517 4,02% 5.488 4,11%
V Ac edo es come ciais e ou as con as a paga 23.479 16,49% 23.327 16,67% 25.642 18,65% 25.312 18,46% 24.160 18,10%
VI Pe iodi icacións a cu o p azo 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 10,00%
To al pa imonio ne o e pasi o (A + B + C) 142.422 100,00% 139.908 100,00% 137.519 100,00% 137.123 100,00% 133.480 100,00%
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
2016
2015
2014
2013
2012
Táboa 13. Po cen axes e icais do balance de si uación do GC
Ma a Míguez Míguez 34
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
ANÁLISE VERTICAL DA CONTA DE RESULTADOS
Na es u u a da con a de esul ados de BMC (Táboa 14) des aca o peso dos
ap o isionamen os sob e a CNN que acada o 70% nos dous úl imos anos. Du an e o
2016 e 2015 amén aumen ou o peso da a iación de exis encias de p odu os
e minados ou en cu so de ab icación, o que implica que pa e da p odución, dese
ano ou an e io es, non se ealiza a a inal de ano.
Ou as ci as ele an es na composición dos esul ados se ían os gas os de pe soal,
que supoñen un 9,84% da CNN no 2016 man éndose es ables ao longo do empo,
ou os gas os de explo ación (17,89%) que pe den peso co empo, o que pode indica
unha mello xes ión, e a amo ización do inmobilizado (5,78%).
O esul ado do exe cicio supón un 2,08% da CNN, mello ando espec o dos anos
an e io es.
As po cen axes e icais aplicadas á con a de esul ados do sec o (Táboa 15) amosan
que no ano 2016 as p incipais pa idas espec o á CNN son a de ap o isionamen os
(54,93%), ou os gas os de explo ación (21,99%), gas os de pe soal (13,77%) e
amo izacións do inmobilizado (6,40%). Men es que o peso das 3 úl imas diminúe con
espec o aos anos an e io es, a impo ancia dos ap o isionamen os ai en aumen o.
No úl imo ano, o esul ado do exe cicio supón un 4,49% da CNN.
Se compa amos a es u u a dos esul ados de BMC co sec o , emos que as pa idas
ele an es se epi en, se ben en di e en es p opo cións. Men es que o peso dos
gas os de pe soal, amo izacións e ou os gas os de explo ación supoñen unha meno
po cen axe sob e a CNN en BMC que na media do GC, oco e o con a io coa pa ida
de ap o isionamen os. O ele ado impac o dos ap o isionamen os é unha das causas
que ai que o esul ado do exe cicio sob e a magni ude base sexa meno na emp esa
que no sec o .
Ma a Míguez Míguez 35
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Impo e (€) % e . Impo e (€) % e . Impo e (€) % e . Impo e (€) % e . Impo e (€) % e .
A) Ope acións con inuadas
1. Impo e ne o de a ci a de negocios 19.448.950 100,00% 18.607.768 100,00% 16.883.006 100,00% 17.114.948 100,00% 15.566.392 100,00%
2. Va iación de exis encias de p odu os
e minados e en cu so de ab icación
1.293.128 6,65% 583.503 3,14% -920.130 -5,45% 176.228 1,03% -1.263.457 -8,12%
4. Ap o isionamen os -13.792.270 -70,92% -13.144.998 -70,64% -10.020.968 -59,36% -11.455.808 -66,93% -8.459.505 -54,34%
5. Ou os ing esos de explo ación 184.473 0,95% 287.698 1,55% 463.774 2,75% 889.276 5,20% 1.057.158 6,79%
6. Gas os de pe soal -1.913.963 -9,84% -1.767.451 -9,50% -1.622.765 -9,61% -1.512.869 -8,84% -1.388.571 -8,92%
7. Ou os gas os de explo ación -3.479.812 -17,89% -3.109.365 -16,71% -3.163.806 -18,74% -3.635.392 -21,24% -3.971.849 -25,52%
8. Amo ización do inmobilizado -1.123.726 -5,78% -1.029.740 -5,53% -1.153.948 -6,83% -1.092.215 -6,38% -1.087.285 -6,98%
9. Impu ación de sub enciones de inmobilizado
non inancei o e ou as
115.538 0,59% 120.651 0,65% 131.100 0,78% 144.644 0,85% 150.894 0,97%
11. De e io o e esul ado po alleamen os do
inmobilizado
1.462 0,01% 23.500 0,13% 795 0,00% 0,00% 0,00%
13. Ou os esul ados -6.592 -0,03% 2.838 0,02% 79.384 0,47% 64.065 0,37% 27.028 0,17%
A1) Resul ado de explo ación (1 + 2 + 3 + 4
+ 5 + 6 + 7 + 8 + 9 + 10 + 11 + 12 + 13)
727.188 3,74% 574.404 3,09% 676.442 4,01% 692.878 4,05% 630.805 4,05%
14. Ing esos inancei os 92 0,00% 695 0,00% 5.999 0,04% 369 0,00% 5.056 0,03%
15. Gas os inancei os -254.327 -1,31% -324.991 -1,75% -549.050 -3,25% -542.306 -3,17% -458.101 -2,94%
17. Di e enzas de cambio -3.310 -0,02% 405 0,00% -20 0,00% -306 0,00% -1.240 -0,01%
A2) Resul ado inancei o (14 + 15 + 16 + 17
+ 18 + 19)
-257.544 -1,32% -323.891 -1,74% -543.071 -3,22% -542.243 -3,17% -454.285 -2,92%
A3) Resul ado an es de impos os (A1 + A2) 469.644 2,41% 250.513 1,35% 133.371 0,79% 150.635 0,88% 176.520 1,13%
20. Impos os sob e bene icios -65.205 -0,34% -46.401 -0,25% 31.922 0,19% 26.554 0,16% -34.421 -0,22%
A4) Resul ado do exe cicio p oceden e de
ope acións con inuadas (A3 + 19)
404.439 2,08% 204.112 1,10% 165.293 0,98% 177.189 1,04% 142.099 0,91%
B) Ope acións in e ompidas
21. Resul ado do exe cicio p oceden e de
ope acións in e ompidas ne o de impos os
A5) Resul ado do exe cicio
(A4 + 20) 404.439 2,08% 204.112 1,10% 165.293 0,98% 177.189 1,04% 142.099 0,91%
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
2016
2015
2014
2013
2012
Táboa 14. Po cen axes e icais da con a de esul ados de BMC
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(miles €) % e . (miles €) % e . (miles €) % e . (miles €) % e . (miles €) % e .
A) Ope acións con inuadas
1. Impo e ne o de a ci a de negocios 52.753 100,00% 45.381 100,00% 41.541 100,00% 38.880 100,00% 38.229 100,00%
2. Va iación de exis encias de p odu os
e minados e en cu so de ab icación
-204 -0,39% -1.615 -3,56% -1.646 -3,96% 1.191 3,06% -1.061 -2,78%
3. T aballos ealizados pola emp esa pa a o seu
ac i o
294 0,56% 404 0,89% 343 0,83% 190 0,49% 207 0,54%
4. Ap o isionamen os -28.975 -54,93% -21.601 -47,60% -18.372 -44,23% -19.488 -50,12% -16.548 -43,29%
5. Ou os ing esos de explo ación 503 0,95% 624 1,38% 603 1,45% 488 1,26% 756 1,98%
6. Gas os de pe soal -7.266 -13,77% -7.126 -15,70% -6.823 -16,42% -6.475 -16,65% -6.445 -16,86%
7. Ou os gas os de explo ación -11.598 -21,99% -10.857 -23,92% -10.202 -24,56% -10.138 -26,08% -10.809 -28,27%
8. Amo ización do inmobilizado -3.375 -6,40% -3.394 -7,48% -3.185 -7,67% -3.304 -8,50% -3.435 -8,99%
9. Impu ación de sub enciones de inmobilizado
non inancei o e ou as
823 1,56% 823 1,81% 824 1,98% 788 2,03% 824 2,16%
10. Excesos de p o isións 0,00% 86 0,19% 10,00% 0,00% 0,00%
11. De e io o e esul ado po alleamen os do
inmobilizado
-4 -0,01% 646 1,42% -275 -0,66% 46 0,12% -3 -0,01%
13. Ou os esul ados 115 0,22% 41 0,09% 45 0,11% 177 0,46% 134 0,35%
A1) Resul ado de explo ación (1 + 2 + 3 + 4
+ 5 + 6 + 7 + 8 + 9 + 10 + 11 + 12 + 13)
3.068 5,82% 3.413 7,52% 2.855 6,87% 2.354 6,05% 1.848 4,83%
14. Ing esos inancei os 732 1,39% 739 1,63% 738 1,78% 641 1,65% 612 1,60%
15. Gas os inancei os -823 -1,56% -1.006 -2,22% -1.323 -3,18% -1.450 -3,73% -1.580 -4,13%
16. Va iación de alo azoable en ins umen os
inancei os
-30 -0,06% 16 0,04% -58 -0,14% 12 0,03% 30,01%
17. Di e enzas de cambio 17 0,03% 46 0,10% 30 0,07% -27 -0,07% -15 -0,04%
18. De e io o e esul ado po alleamen os de
ins umen os inancei os
53 0,10% -115 -0,25% 88 0,21% 106 0,27% -18 -0,05%
A2) Resul ado inancei o (14 + 15 + 16 + 17
+ 18 + 19)
-51 -0,10% -320 -0,71% -524 -1,26% -718 -1,85% -998 -2,61%
A3) Resul ado an es de impos os (A1 + A2) 3.017 5,72% 3.093 6,82% 2.331 5,61% 1.636 4,21% 850 2,22%
20. Impos os sob e bene icios -650 -1,23% -752 -1,66% -593 -1,43% -266 -0,68% 117 0,31%
A4) Resul ado do exe cicio p oceden e de
ope acións con inuadas (A3 + 19)
2.366 4,49% 2.341 5,16% 1.738 4,18% 1.370 3,52% 967 2,53%
B) Ope acións in e ompidas
21. Resul ado do exe cicio p oceden e de
ope acións in e ompidas ne o de impos os
A5) Resul ado do exe cicio (A4 + 20) 2.366 4,49% 2.341 5,16% 1.738 4,18% 1.370 3,52% 967 2,53%
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
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3.3.2 Análise ho izon al
O obxec i o da análise ho izon al, segundo Paloma es e Pese (2015) é “coñece a
e olución das magni udes con idas nos es ados inancei os nun pe íodo de empo
de e minado” (p. 266). Como es uda a e olución dos da os no empo, á análise
ho izon al amén se lle chama “análise dinámica” (Paloma es e Pese , 2015, p. 266),
“diac ónica” ou “de se ies empo ais” (Jiménez, Ga cía-Ayuso e Sie a, 2002, p. 115).
Co ona, Bejano e González (2015) sinalan que a “ca ac e ís ica undamen al des a
écnica de análise conc é ase en que subliña endencias e es ablece elacións
compa a i as pa a cada pa ida” (p. 80).
A análise ho izon al pódese ealiza a a és de a iacións in e anuais, analizando os
cambios dunha magni ude espec o ao pe íodo an e io ou median e núme os índices.
Va iación in e anual = ( alo ano n - alo ano n-1)/ alo ano n-1
Núme o índice = ( alo ano n/ alo ano base) x 100
Be ns ein (1996) sinala que cando a compa ación cub e máis de 3 anos, “a mello
manei a de ace compa acións de endencia a longo p azo é median e núme os
índices” (p. 78).
Polo an o, nes e es udo ealizamos a análise ho izon al median e núme os índices
7
,
emp egando como base o ano 2012 (p imei o da se ie).
BALANCE DE SITUACIÓN
Os núme os índices do balance de si uación de BMC (Táboa 16) indican que BMC es á
nun p oceso de expansión. Tan o o AC como o ANC med an dende 2012, mais o ANC
aino en maio medida, des acando o inmobilizado ma e ial e, sob e odo, os
in es imen os en emp esas do g upo. Pola con a, edúcense os in es imen os
inancei os a l/p.
Den o do AC des aca o aumen o dos in es imen os inancei os a c/p, pe o que en
e mos absolu os non son moi ele an es. A ci a de clien es amén aumen a algo máis
do 40% en e 2012 e 2016 e, sen emba go a esou e ía da emp esa diminúe ano a ano,
pe dendo case un 50% en 5 anos, ao igual que os in es imen os en emp esas do g upo
a c/p que diminúen un 75% du an e o quinquenio analizado.
Den o da es u u a inancei a aumen a o PN e diminúe o PC, pe o o que máis des aca
é o aumen o do 130% do PNC.
No PN, esal a o aumen o signi ica i o dos esul ados da emp esa (184% dende 2012).
7
Ex apolando o que sinala Be ns ein (1996, p. 78) pa a as a iacións, hai que e en con a que se o
impo e do ano base en di e en e signo que o do pe íodo analizado, non se pode calcula un índice
álido; cando unha pa ida en un alo no ano base e ningún no pe íodo analizado, a diminución é do
100% (o índice se á 0); e cando non hai ci a no ano base, non é posible cons uí un índice.
Ma a Míguez Míguez 38
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Den o do PNC, sob esae a diminución dos pasi os po impos o di e ido, que pode
indica a e e sión de di e enzas empo a ias; e no PC, a diminución en e 2012 e 2013
das débedas con emp esas do g upo a c/p.
Táboa 16. Núme os índices do balance de si uación de BMC
2016 2015 2014 2013 2012
Ac i o
A) Ac i o non co en e 133,87 113,24 101,82 103,71 100,00
I Inmobilizado in anxible 61,76 74,94 109,03 109,03 100,00
II Inmobilizado ma e ial 103,16 94,13 88,11 94,70 100,00
IV In es imen os en emp esas do g upo e
asociadas a longo p azo
510,94 253,51 183,27 167,86 100,00
V In es imen os inancei os a longo p azo 15,85 208,20 168,91 132,96 100,00
VI Ac i os po impos o di e ido
B) Ac i o co en e 107,39 103,07 103,76 102,07 100,00
II Exis encias 102,99 96,29 95,71 100,09 100,00
III Debedo es come ciais e ou as con as a
cob a
142,89 147,45 144,72 125,12 100,00
IV In es imen os en emp esas do g upo e
asociadas a cu o p azo
24,40 56,69 78,07 0,00 100,00
V In es imen os inancei os a cu o p azo 2559,33 726,00 726,00 100,00 100,00
VI Pe iodi icacións a cu o p azo 117,87 109,28 96,56 101,83 100,00
VII E ec i o e ou os ac i os líquidos
equi alen es 52,77 33,11 169,16 94,16 100,00
To al ac i o (A + B) 116,13 106,43 103,12 102,61 100,00
Pasi o e Pa imonio Ne o
A) Pa imonio ne o 112,61 109,78 108,30 101,07 100,00
A-1) Fondos p opios 115,48 111,85 110,15 101,66 100,00
I Capi al 116,42 116,42 116,42 100,00 100,00
III Rese as 110,91 107,64 105,24 102,40 100,00
VII Resul ado do exe cicio 284,62 143,64 116,32 124,69 100,00
A-3) Sub encións, doazóns e legados ecibidos 65,75 75,90 77,97 91,45 100,00
B) Pasi o non co en e 230,62 229,77 147,23 166,12 100,00
II Débedas a longo p azo 98,41 113,98 62,36 90,46 100,00
III Débedas con emp esas do g upo e asociadas
a longo p azo
IV Pasi os po impos o di e ido 68,20 76,10 77,97 91,45 100,00
VI Ac edo es come ciais non co en es
C) Pasi o co en e 79,66 62,65 84,95 82,12 100,00
III Débedas a cu o p azo 138,18 57,73 119,94 100,07 100,00
IV Débedas con emp esas do g upo e asociadas
a cu o p azo
9,47 9,74 8,51 8,21 100,00
V Ac edo es come ciais e ou as con as a paga 103,22 100,24 122,23 124,59 100,00
To al pa imonio ne o e pasi o (A + B + C) 116,13 106,43 103,12 102,61 100,00
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
Os índices do GC (Táboa 17) amosan que as emp esas do sec o amén es án a med a
nos úl imos anos, mais o c ecemen o do in es imen o é maio no AC (8,35%) que no
ANC (5,54%).
Den o do ANC, des aca o inc emen o das pa idas de inmobilizado in anxible e ac i os
po impos os di e idos, men es que no AC esal a o inc emen o dos in es imen os en
emp esas do g upo dos anos 2015 e 2016 despois da caída do 2013; os in es imen os
inancei os a c/p diminúen ano a ano e a esou e ía med a case un 30% ao longo do
pe íodo es udado.
Ma a Míguez Míguez 39
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Na es u u a inancei a, ó a de cambios conxun u ais oi o das decisións indi iduais
dalgunha emp esa (como pode se o aumen o da p ima de emisión ou a diminución
das accións p opias) cómp e sinala a endencia ao aumen o das débedas con
emp esas do g upo e asociadas a l/p, o bo compo amen o dos esul ados
emp esa iais ou o aumen o dos ondos p opios.
Táboa 17. Núme os índices do balance de si uación do GC
2016 2015 2014 2013 2012
Ac i o
A) Ac i o non co en e 105,54 105,92 103,44 104,63 100,00
I Inmobilizado in anxible 167,13 176,47 128,44 108,78 100,00
II Inmobilizado ma e ial 97,49 96,87 96,55 98,49 100,00
III In es imen os inmobilia ios 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00
IV In es imen os en emp esas do g upo e
asociadas a longo p azo
135,21 132,59 128,07 127,45 100,00
V In es imen os inancei os a longo p azo 94,29 126,09 109,42 115,68 100,00
VI Ac i os po impos o di e ido 170,32 142,12 153,45 142,61 100,00
B) Ac i o co en e 108,35 103,25 102,44 100,03 100,00
II Exis encias 99,86 102,71 99,33 105,42 100,00
III Debedo es come ciais e ou as con as a
cob a
111,34 104,34 111,52 109,18 100,00
IV In es imen os en emp esas do g upo e
asociadas a cu o p azo
211,01 141,30 99,49 46,46 100,00
V In es imen os inancei os a cu o p azo 43,80 60,87 80,65 84,22 100,00
VI Pe iodi icacións a cu o p azo 82,05 112,82 61,54 164,10 100,00
VII E ec i o e ou os ac i os líquidos
equi alen es 128,01 111,77 123,71 98,18 100,00
To al ac i o (A + B) 106,70 104,82 103,03 102,73 100,00
Pasi o e Pa imonio Ne o
A) Pa imonio ne o 115,55 112,20 107,25 105,13 100,00
A-1) Fondos p opios 117,03 113,28 107,02 104,18 100,00
I Capi al 108,78 108,46 108,46 107,43 100,00
II P ima de emisión 171,63 100,00 100,00 100,00 100,00
III Rese as 116,54 118,60 106,55 105,82 100,00
IV (Accións e pa icipacións no pa imonio
p opias)
1,16 104,07 104,07 103,29 100,00
V Resul ados de exe cicios an e io es 126,65 130,66 128,54 123,49 100,00
VI Ou as achegas de socios 100,00 100,00 100,00 128,42 100,00
VII Resul ado do exe cicio 244,67 242,09 179,73 141,68 100,00
VIII (Di idendo a con a) 1518,52 0,00 700,00 4418,52 100,00
A-2) Axus es po cambios de alo 43,18 327,27 395,45 100,00
A-3) Sub encións, doazóns e legados ecibidos 99,72 100,26 107,89 113,77 100,00
B) Pasi o non co en e 97,01 91,79 92,66 100,15 100,00
I P o isións a longo p azo 2,15 6,45 95,70 97,85 100,00
II Débedas a longo p azo 78,08 80,76 83,87 93,39 100,00
III Débedas con emp esas do g upo e asociadas
a longo p azo
201,59 149,81 134,95 132,72 100,00
IV Pasi os po impos o di e ido 96,28 98,47 102,57 107,91 100,00
C) Pasi o co en e 99,61 102,40 103,72 100,77 100,00
II P o isións a cu o p azo 36,36 21,21 21,21 100,00 100,00
III Débedas a cu o p azo 94,76 96,35 93,60 92,07 100,00
IV Débedas con emp esas do g upo e asociadas
a cu o p azo
120,37 140,74 113,81 100,53 100,00
V Ac edo es come ciais e ou as con as a paga 97,18 96,55 106,13 104,77 100,00
VI Pe iodi icacións a cu o p azo 0,00 0,00 0,00 0,00 100,00
To al pa imonio ne o e pasi o (A + B + C) 106,70 104,82 103,03 102,73 100,00
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
Ma a Míguez Míguez 40
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Paloma es e Pese (2015) an e e encia a que as a iacións ho izon ais dos es ados
inancei os dunha emp esa deben se compa ados cos do sec o “pa a sabe se es á
endo un mello compo amen o ou non e es ima a p io i, se as a iacións se deben a
e ec os globais ou ao éxi o ou acaso da súa xes ión” (p. 270). Nes e senso, BMC es á
c ecendo máis que a media sec o ial, in es indo máis en ac i os ixos o que o le a a
inc emen a máis o seu endebedamen o a l/p. Os esul ados da emp esa
inc emén anse amén máis cá media do GC.
CONTA DE RESULTADOS
Ao analiza a a iación empo al da con a de esul ados de BMC (Táboa 18)
ap eciamos unha endencia posi i a en case odas as magni udes que a compoñen.
Táboa 18. Núme os índices da con a de esul ados de BMC
2016 2015 2014 2013 2012
A) Ope acións con inuadas
1. Impo e ne o de a ci a de negocios 124,94 119,54 108,46 109,95 100,00
2. Va iación de exis encias de p odu os
e minados e en cu so de ab icación
-102,35 -46,18 72,83 -13,95 100,00
4. Ap o isionamen os 163,04 155,39 118,46 135,42 100,00
5. Ou os ing esos de explo ación 17,45 27,21 43,87 84,12 100,00
6. Gas os de pe soal 137,84 127,29 116,87 108,95 100,00
7. Ou os gas os de explo ación 87,61 78,29 79,66 91,53 100,00
8. Amo ización do inmobilizado 103,35 94,71 106,13 100,45 100,00
9. Impu ación de sub enciones de inmobilizado
non inancei o e ou as
76,57 79,96 86,88 95,86 100,00
11. De e io o e esul ado po alleamen os do
inmobilizado
13. Ou os esul ados -24,39 10,50 293,71 237,03 100,00
A1) Resul ado de explo ación (1 + 2 + 3 + 4
+ 5 + 6 + 7 + 8 + 9 + 10 + 11 + 12 + 13)
115,28 91,06 107,23 109,84 100,00
14. Ing esos inancei os 1,82 13,74 118,65 7,31 100,00
15. Gas os inancei os 55,52 70,94 119,85 118,38 100,00
17. Di e enzas de cambio 266,99 -32,69 1,62 24,70 100,00
A2) Resul ado inancei o (14 + 15 + 16 + 17
+ 18 + 19)
56,69 71,30 119,54 119,36 100,00
A3) Resul ado an es de impos os (A1 + A2) 266,06 141,92 75,56 85,34 100,00
20. Impos os sob e bene icios 189,43 134,80 -92,74 -77,15 100,00
A4) Resul ado do exe cicio p oceden e de
ope acións con inuadas (A3 + 19)
284,62 143,64 116,32 124,69 100,00
B) Ope acións in e ompidas
21. Resul ado do exe cicio p oceden e de
ope acións in e ompidas ne o de impos os
A5) Resul ado do exe cicio
(A4 + 20) 284,62 143,64 116,32 124,69 100,00
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
Unicamen e diminúen nos anos analizados as pa idas elacionadas coas sub encións,
os gas os inancei os e ou os gas os de explo ación. O compo amen o des a úl ima
a iable pode indica unha polí ica de con ol des es cus os máis e icien e, aínda que
an o os ap o isionamen os como os gas os de pe soal med an po en iba da CNN.
Malia odo, cómp e des aca que a emp esa cun aumen o no impo e da CNN dun 24%
é capaz de aumen a o seu esul ado an es de impos os un 166%. Es a mello ía débese
Ma a Míguez Míguez 41
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
p incipalmen e ao compo amen o do esul ado inancei o, xa que os gas os
inancei os diminúen un 44%.
Na análise ho izon al do GC (Táboa 19) amén obse amos un compo amen o posi i o
da CNN que med a un 37,99% en e 2012 e 2016.
Táboa 19. Núme os índices da con a de esul ados do GC
2016 2015 2014 2013 2012
A) Ope acións con inuadas
1. Impo e ne o de a ci a de negocios 137,99 118,71 108,66 101,70 100,00
2. Va iación de exis encias de p odu os
e minados e en cu so de ab icación
19,23 152,21 155,14 -112,25 100,00
3. T aballos ealizados pola emp esa pa a o seu
ac i o
142,03 195,17 165,70 91,79 100,00
4. Ap o isionamen os 175,10 130,54 111,02 117,77 100,00
5. Ou os ing esos de explo ación 66,53 82,54 79,76 64,55 100,00
6. Gas os de pe soal 112,74 110,57 105,87 100,47 100,00
7. Ou os gas os de explo ación 107,30 100,44 94,38 93,79 100,00
8. Amo ización do inmobilizado 98,25 98,81 92,72 96,19 100,00
9. Impu ación de sub enciones de inmobilizado
non inancei o e ou as
99,88 99,88 100,00 95,63 100,00
10. Excesos de p o isións
11. De e io o e esul ado po alleamen os do
inmobilizado
133,33 9166,67 100,00
13. Ou os esul ados 85,82 30,60 33,58 132,09 100,00
A1) Resul ado de explo ación (1 + 2 + 3 + 4
+ 5 + 6 + 7 + 8 + 9 + 10 + 11 + 12 + 13)
166,02 184,69 154,49 127,38 100,00
14. Ing esos inancei os 119,61 120,75 120,59 104,74 100,00
15. Gas os inancei os 52,09 63,67 83,73 91,77 100,00
16. Va iación de alo azoable en ins umen os
inancei os
533,33 400,00 100,00
17. Di e enzas de cambio 180,00 100,00
18. De e io o e esul ado po alleamen os de
ins umen os inancei os
638,89 100,00
A2) Resul ado inancei o (14 + 15 + 16 + 17
+ 18 + 19)
5,11 32,06 52,51 71,94 100,00
A3) Resul ado an es de impos os (A1 + A2) 354,94 363,88 274,24 192,47 100,00
20. Impos os sob e bene icios 100,00
A4) Resul ado do exe cicio p oceden e de
ope acións con inuadas (A3 + 19)
244,67 242,09 179,73 141,68 100,00
B) Ope acións in e ompidas
21. Resul ado do exe cicio p oceden e de
ope acións in e ompidas ne o de impos os
A5) Resul ado do exe cicio (A4 + 20) 244,67 242,09 179,73 141,68 100,00
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
O aumen o na ac i idade come cial do sec o ai que aumen en en consonancia ou os
gas os de explo ación. Des aca o ei o de que, sen emba go, o aumen o nos
ap o isionamen os sexa maio ao inc emen o da CNN, si uación que amén su ía
BMC, e que pon en e idencia, un posible p oblema de ma xes.
No sec o amén aumen a o esul ado de explo ación e mello a o esul ado inancei o,
oi o dun aumen o dos ing esos e diminución dos gas os inancei os. Como
consecuencia, o esul ado an es de impos os med a un 254%.
Ma a Míguez Míguez 48
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Ao con a só con 3 o acións, só dispoñemos de 3 p azos (o de endas, cob o e pago) e
unha ap oximación ao PMME e PMMF.
A Táboa 30 amosa os da os de BMC.
Táboa 30. Pe íodo medio de madu ación de BMC (2012-2016)
MARTÍN CÓDAX 2016 2015 2014 2013 2012
PERIODO DE VENDA 376,45 379,10 426,09 429,52 482,96
PERIODO DE COBRO 106,41 111,91 113,92 93,75 94,63
PERIODO MEDIO DE PAGO 355,70 332,66 413,34 323,96 454,24
PMM ECONÓMICO (ap ox) 482,86 491,01 540,00 523,27 577,59
PMM FINANCEIRO (ap ox) 127,15 158,35 126,66 199,31 123,35
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
As exis encias de BMC es án máis dun ano na emp esa, se ben o p azo diminúe no
pe íodo analizado. O pe íodo de cob o aos clien es é moi ele ado supe ando os 100
días; sen emba go, a en idade pode inancia a ac i idade co c édi o que lle o ecen os
p o edo es que, aínda que diminuíu dende 2012, se ap oxima ao ano
10
. É dici , Ma ín
Códax págalle a u a á coope a i a unha ez endido o iño.
Como adian abamos, os cálculos do PMM económico e inancei o son ap oximados xa
que non con emplan os p ocesos indus iais. Sen emba go, cabe espe a g andes
di e encias en e o ciclo de explo ación e o PMMF debido ao ele ado inanciamen o
dos p o edo es.
Analizamos a con inuación as ci as dos p azos do GC (Táboa 31).
Táboa 31. Pe íodo medio de madu ación do GC (2012-2016)
GRUPO COMPARACIÓN 2016 2015 2014 2013 2012
PERIODO DE VENDA 202,60 234,88 260,04 278,75 287,01
PERIODO DE COBRO 110,34 128,37 143,38 145,20 154,62
PERIODO MEDIO DE PAGO 294,81 413,72 506,16 463,29 542,26
PMM ECONÓMICO (ap ox) 312,94 363,25 403,42 423,95 441,63
PMM FINANCEIRO (ap ox) 18,13 -50,47 -102,74 -39,34 -100,63
O pe íodo de enda do sec o é in e io a un ano e mello ou no quinquenio analizado
como amén mello a o pe íodo de cob o a clien es que se si úa no 2016 en 110 días. O
pe íodo medio de pago, pola con a, acú ase, o que supón un meno inanciamen o
10
Segundo BMC (2017ª, p. 45), o pe íodo medio de pago a p o edo es ( endo en con a a po cen axe
eal de ope acións a c édi o e as comp as do exe cicio) no ano 2016 oi de 88 días (102 no 2015).
Ma a Míguez Míguez 49
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
po pa e dos p o edo es. A du ación ap oximada do ciclo de explo ación é de 313 días
no 2016, mello ando espec o a pe íodos an e io es, e o PMMF de 18 días.
Segundo is o, BMC con a cun maio pe íodo de enda e pe íodos de cob o e pago máis
a o ables no 2016, se ben nos anos an e io es iña unha peo xes ión de odos os
p azos. Os da os amosan un ciclo de explo ación económico e inancei o maio en
BMC, se ben omando es a a i mación con cau ela debido ás es imacións e
ap oximacións sinaladas.
3.4.2 Análise inancei a a longo p azo
A análise inancei a a longo p azo busca coñece a capacidade dunha emp esa pa a
ace on e as súas ob igas con encemen o supe io a un exe cicio
11
.
Pa a ace es e ipo de análise, emp egamos os a ios sinalados na Táboa 32.
Táboa 32. Ra ios de análise inancei a a l/p
RATIO CÁLCULO
RATIO DE GARANTÍA (RG): mide a
capacidade da emp esa pa a a ende , co
ac i o o al, as débedas con aídas
RG = Ac i o To al / Recu sos Alleos
RATIO DE ENDEBEDAMENTO (RD):
exp esa a p opo ción que ep esen a o
pasi o esixible sob e os ecu sos p opios
Descomponse en dous:
· Endebedamen o a c/p (RDc/p)
· Endebedamen o a l/p (RDc/p)
RD = Pasi o To al / Pa imonio ne o
· RDc/p = Pasi o Co en e / PN
· RDl/p = Pasi o Non Co en e / PN
RATIO DE AUTONOMÍA FINANCEIRA
(RA): mide o g ao de dependencia da
emp esa espec o do inanciamen o alleo
RA = Pa imonio Ne o / Pasi o To al
RATIO DE COBERTURA DA DÉBEDA (RC):
mide a capacidade da emp esa pa a ace
en e ás débedas o ais ca esou e ía
ac ual
RC = Tesou e ía / Pasi o Medio
Ama (2008, p. 108) conside a que o RG debe oma alo es supe io es a 1 e o RA,
alo es comp endidos en e 0,7 e 1,5.
Co ona e al. (2015, p. 202) conside an que unha elación 50/50 pode conside a se
como unha si uación óp ima no RD, in e so do RA.
BMC é unha emp esa na que p edominan as débedas on e aos ecu sos p opios
(Táboa 33).
11
Es i amen e o longo p azo se ía o p azo supe io ao ciclo de explo ación da emp esa.
Ma a Míguez Míguez 50
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Táboa 33. Ra ios inancei os a l/p de BMC (2012-2016)
MARTÍN CÓDAX 2016 2015 2014 2013 2012
GARANTÍA 1,45 1,49 1,51 1,46 1,47
ENDEBEDAMENTO A CURTO PRAZO 1,12 0,91 1,25 1,29 1,59
ENDEBEDAMENTO A LONGO PRAZO 1,10 1,12 0,73 0,88 0,54
ENDEBEDAMENTO XERAL 2,23 2,03 1,98 2,18 2,13
AUTONOMÍA FINANCEIRA 0,45 0,49 0,51 0,46 0,47
COBERTURA DA DÉBEDA 0,00 0,00 0,01 0,01 0,01
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
O RD oma alo es supe io es ao ecomendado e o RA, consecuen emen e, es á po
debaixo do óp imo. Aínda que p edominan as ob igas a c/p, nos úl imos anos o
inanciamen o a c/p e l/p enden a equilib a se. O RG oma alo es supe io es á
unidade, o que indica que es á lonxe dunha hipo é ica si uación de queb a e que pode
a ende co ac i o as débedas con aídas, aínda con ando con esou e ía insu icien e.
A Táboa 34 ecolle os a ios inancei os a l/p do GC.
Táboa 34. Ra ios inancei os a l/p do GC (2012-2016)
GRUPO DE COMPARACIÓN 2016 2015 2014 2013 2012
GARANTÍA 2,08 2,06 2,00 1,97 1,92
ENDEBEDAMENTO A CURTO PRAZO 0,55 0,58 0,61 0,61 0,63
ENDEBEDAMENTO A LONGO PRAZO 0,38 0,37 0,39 0,43 0,45
ENDEBEDAMENTO XERAL 0,92 0,95 1,00 1,04 1,08
AUTONOMÍA FINANCEIRA 1,08 1,06 1,00 0,97 0,92
COBERTURA DA DÉBEDA 0,06 0,05 0,05 0,04 0,04
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
O ni el de endebedamen o do GC medido polo RD e RA es á moi p óximo dos alo es
óp imos (50/50) e p edominan as débedas a c/p aínda que se es án educindo. O RG
duplica o alo óp imo, o que indica unha g an sol encia.
Podemos a i ma en ón que Ma ín Códax es á máis endebedado que a media
sec o ial e segue a aumen a o a súa po cen axe de débeda sob e os ondos p opios,
endencia con a ia á do GC. A emp esa non pa ece, sen emba go, e p oblemas pa a
ace on e ás débedas.
Ma a Míguez Míguez 51
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
3.5 Análise económica
A análise económica aba ca o es udo da o mación do bene icio e a endibilidade,
incluídos os impac os que en sob e a mesma o inanciamen o do c ecemen o
emp esa ial e o apalancamen o inancei o (Co ona e al. 2015, p. 219).
3.5.1 Análise de endibilidades
O es udo da endibilidade emp esa ial engloba a e en e económica e a inancei a.
3.5.1.1 Rendibilidade económica
A endibilidade económica (RE) a alía o endemen o dos in es imen os ou ac i os da
emp esa (Muñoz, 2009, p. 405) independen emen e de como se inancien os mesmos.
RE = Bene icio an es de xu os e impos os (BAIT)
12
/ Ac i o To al Medio (ATM)
A endibilidade económica pode descompoñe se en dous a ios: ma xe sob e endas
(BAIT/Vendas) e o ación do ac i o (Vendas/ATM).
A Táboa 35 e a Táboa 36 amosan a e olución e descomposición da RE na emp esa e no
GC.
Táboa 35. Rendibilidade económica de BMC (2012-2016)
MARTÍN CÓDAX 2016 2015 2014 2013 2012
RENDIBILIDADE ECONÓMICA 1,76% 1,48% 1,79% 1,85% 1,72%
MARXE SOBRE VENDAS 0,04 0,03 0,04 0,04 0,04
ROTACIÓN DE ACTIVO 0,47 0,48 0,44 0,46 0,42
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
BMC con a cunha endibilidade económica do 1,76% no ano 2016, maio á do ano
an e io , pe o simila á dos anos 2014, 2013 e 2012. As súas compoñen es (ma xe e
o ación) man éñense es ables ao longo do empo.
Táboa 36. Rendibilidade económica do GC (2012-2016)
GRUPO DE COMPARACIÓN 2016 2015 2014 2013 2012
RENDIBILIDADE ECONÓMICA 2,72% 2,96% 2,66% 2,28% 1,79%
MARXE SOBRE VENDAS 0,07 0,09 0,09 0,08 0,06
ROTACIÓN DE ACTIVO 0,37 0,33 0,30 0,29 0,28
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
12
Aínda que o e mo BAIT ai e e encia ao bene icio, pódese da o caso de que exis an pe das e nese
caso, unha endibilidade económica nega i a.
Ma a Míguez Míguez 52
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
A endibilidade media do GC no ano 2016 é do 2,72%, lixei amen e meno á do ano
an e io , mais supe io á de 2014, 2013 e 2012. A o ación dos ac i os i o unha
e olución posi i a no pe íodo analizado e a ma xe sob e endas amén med ou,
excep o en 2016, o que p o ocou a diminución da endibilidade.
Facendo unha compa ación en e BMC e o sec o , ap eciamos que a emp esa en unha
endibilidade meno que o GC debido á súa meno ma xe (BAIT/Vendas).
3.5.1.2 Rendibilidade inancei a
A endibilidade inancei a (RF) mide o esul ado ne o xe ado en elación ao
in es imen o dos p opie a ios da emp esa (Ama , 2008, p. 170).
RF = Bene icio Ne o (BN)
13
/ Pa imonio Ne o Medio (PNM)
Ao igual que a endibilidade económica, pode descompoñe se en es elacións: ma xe
(BN/Vendas), o ación (Vendas/ATM) e apalancamen o (ATM/PNM).
A Táboa 37 e a Táboa 38 e lexan a e olución e descomposición da RF da emp esa e do
GC.
Táboa 37. Rendibilidade inancei a de BMC (2012-2016)
MARTÍN CÓDAX 2016 2015 2014 2013 2012
RENDIBILIDADE FINANCEIRA 3,07% 1,58% 1,33% 1,49% 1,20%
BN/VENDAS 0,02 0,01 0,01 0,01 0,01
VENDAS/ATM 0,47 0,48 0,44 0,46 0,42
ATM/PNM 3,13 3,01 3,07 3,15 3,12
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
BMC con a cunha RF posi i a e que case se duplica en e 2015 e 2016 pasando dun
1,58% a un 3,07%. A o ixe des a mello ía a ópase no aumen o do apalancamen o e o
lixei o aumen o da ma xe.
13
Emp egamos o e mo bene icio, se ben a emp esa pode e pe das e, nese caso, a endibilidade
inancei a se ía nega i a.
Ma a Míguez Míguez 53
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Táboa 38. Rendibilidade inancei a do GC (2012-2016)
GRUPO DE COMPARACIÓN 2016 2015 2014 2013 2012
RENDIBILIDADE FINANCEIRA 3,24% 3,33% 2,55% 2,08% 1,51%
BN/VENDAS 0,04 0,05 0,04 0,04 0,03
VENDAS/ATM 0,37 0,33 0,30 0,29 0,28
ATM/PNM 1,93 1,97 2,02 2,06 2,13
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
A RF media do sec o no 2016 oi dun 3,24%, cunha e olución moi posi i a no pe íodo
analizado debido undamen almen e ao aumen o da o ación.
BMC en adicionalmen e unha RF in e io á do GC, pese á mello a do ano 2016. Ao
igual que oco ía no caso da RE, a causa é a meno ma xe sob e as endas. Hai que e
en con a que a misión da emp esa é ga an i unhas boas condicións de p ezo pa a os
socios da coope a i a ma iz, polo que unha ma xe baixa p o ocado po unha ele ada
ci a de ap o isionamen os, non é de po si unha mala sinal.
3.5.1.3 E ec o palanca
A RF e a RE elaciónanse a a és do e ec o palanca.
E ec o palanca = (RE – cus o da débeda) x (PM/PNM)
O e ec o palanca mide o e ec o da débeda sob e a endibilidade inancei a:
- Se RE>cus o da débeda (i): un aumen o do endebedamen o inc emen a a RF.
- Se RE=i: a RF non se e a ec ada pola a iación da débeda.
- Se RE<i: a RF diminúe cando a emp esa aumen a o ni el de endebedamen o.
Analizamos a con inuación o e ec o palanca de BMC (Táboa 39) e do GC (Táboa 40).
Táboa 39. E ec o palanca de BMC (2012-2016)
MARTÍN CÓDAX 2016 2015 2014 2013 2012
EFECTO PALANCA 1,92% 0,51% -0,77% -0,51% -0,21%
I MEDIO 0,86% 1,23% 2,17% 2,09% 1,82%
RE 1,76% 1,48% 1,79% 1,85% 1,72%
RE-i MEDIO 0,90% 0,25% -0,37% -0,24% -0,10%
PM/PNM 2,13 2,01 2,07 2,15 2,12
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
BMC con a cun e ec o palanca posi i o nos dous úl imos exe cicios p o ocado
p incipalmen e pola baixada do cus o da débeda. Polo an o, os p opie a ios
Ma a Míguez Míguez 54
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
(coope a i a) p e e i án que a emp esa aumen e o seu ni el de débeda on e aos
ondos p opios.
Táboa 40. E ec o palanca do GC (2012-2016)
GRUPO DE COMPARACIÓN 2016 2015 2014 2013 2012
EFECTO PALANCA 1,42% 1,44% 0,75% 0,21% -0,55%
I MEDIO 1,20% 1,48% 1,92% 2,08% 2,28%
RE 2,72% 2,96% 2,66% 2,28% 1,79%
RE-i MEDIO 1,52% 1,48% 0,74% 0,20% -0,49%
PM/PNM 0,93 0,97 1,02 1,06 1,13
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
No sec o , o e ec o palanca é posi i o nos úl imos 4 anos analizados nos que puido
diminuí conside ablemen e o seu cus o da débeda.
O e ec o palanca de BMC é in e io ao do GC debido á di e encia en e a RE (meno na
emp esa) e o cus o da débeda.
3.5.2 Análise do isco inancei o
O isco inancei o pode es uda se a a és do g ao de apalancamen o inancei o e o
a io de cobe u a de xu os, elacións cuxa de inición ecollemos na Táboa 41.
Táboa 41. Medidas do isco inancei o
RATIO CÁLCULO
APALANCAMENTO FINANCEIRO (AF):
indica a p opo ción de a iación do
bene icio ne o (BN) an e modi icacións no
bene icio an es de xu os e impos os
(BAIT)
AF = (ΔBN/BN)/(ΔBAIT/BAIT) = BAIT/BAT
(onde BAT é o bene icio an es de Impos os)
RATIO DE COBERTURA DE XUROS (RCx):
mide a capacidade da emp esa pa a
a ende o pago dos xu os da débeda
RCx = BAIT / Gas os Financei os
A Táboa 42 e a Táboa 43 amosan os esul ados des as medidas pa a a emp esa e o GC.
Táboa 42. Risco inancei o de BMC (2012-2016)
MARTÍN CÓDAX 2016 2015 2014 2013 2012
APALANCAMENTO FINANCEIRO 1,54 2,30 5,12 4,60 3,60
COBERTURA DE XUROS 2,85 1,77 1,24 1,28 1,39
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
Ma a Míguez Míguez 55
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
BMC en en odos os pe íodos analizados un AF supe io á unidade, aínda que se
educiu nos úl imos 2 anos. Na mesma liña, p oduciuse unha mello ía no a io de
cobe u a dos xu os.
Táboa 43. Risco inancei o do GC (2012-2016)
GRUPO DE COMPARACIÓN 2016 2015 2014 2013 2012
APALANCAMENTO FINANCEIRO 1,27 1,33 1,57 1,89 2,86
COBERTURA DE XUROS 4,67 4,07 2,76 2,13 1,54
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
O AF do sec o amén é supe io á unidade, malia que dec ece ao longo dos anos
es udados. Consecuen emen e, aumen a o seu a io de cobe u a de xu os.
Compa ando os da os an e io es podemos concluí que BMC en un AF supe io ao
sec o (a medida que aumen e o alo do AF, a a iabilidade dos esul ados se á maio
e amén o isco inancei o) e un meno RCx, aínda que su icien e pa a ace on e ao
cus o das súas débedas.
3.6 Ou os a ios de in e ese
Complemen amos a análise an e io co cálculo do cus o de pe soal po aballado na
emp esa (Táboa 44) e no sec o (Táboa 45).
Táboa 44. Cus o de pe soal po aballado de BMC (2012-2016)
MARTÍN CÓDAX (eu os) 2016 2015 2014 2013 2012
CUSTO DE PERSOAL POR TRABALLADOR 34.177,92 33.348,13 33.807,61 31.518,11 30.186,33
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
En BMC o cus o de pe soal po aballado aumen a nos úl imos 5 anos.
Táboa 45. Cus o de pe soal po aballado do GC (2012-2016)
GC (miles eu os) 2016 2015 2014 2013 2012
CUSTO DE PERSOAL POR TRABALLADOR 32,88 31,67 31,59 27,79 29,03
Fon e: Elabo ación p opia a pa i de SABI.
No sec o amén aumen a o cus o de pe soal po aballado en e 2012 e 2016.
Ma a Míguez Míguez 56
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
Ao compa a ambos esul ados, obse amos que o cus o de pe soal po aballado en
BMC é supe io ao do GC. Is o pode debe se á an igüidade dos aballado es, maio es
capacidades en media ou simplemen e unha emune ación supe io á do sec o .
3.7 Diagnose
En base á análise ealizada, podemos a i ma que o posicionamen o de Bodegas
Ma ín Códax na DO Rías Baixas se basea no seu amaño.
Ademais, o ac i o da emp esa es á med ando máis que a media do sec o e o seu
c ecemen o sus én ase p incipalmen e na in eg ación ho izon al e e ical con ou as
emp esas. O inanciamen o des es in es imen os ai que Ma ín Códax se a ope máis
endebedada a longo p azo que o GC. Malia odo, o a io de ga an ía man ense es able
ao longo dos úl imos 5 anos e non indica p oximidade á queb a.
O peso das exis encias no balance amén é ele ado e de í ase po un lado da ele ada
p odución da emp esa e, po ou o, da di e en e es u u a económica (a di e encia
dou as adegas, o peso dos e eos no ac i o é baixo xa que lle me ca a u a á
coope a i a).
No cu o p azo, a emp esa p esen a maio sol encia que o sec o , se ben os seus a ios
de esou e ía e liquidez son in e io es á media e aos alo es óp imos. No 2016, os
p azos de cob o e pago amén son mello es aos do GC o que indica unha maio
o ación dos cob os e meno o ación dos pagos.
A e olución dos esul ados, pola con a, é menos posi i a que no sec o . O meno
inc emen o na CNN e o maio peso da súa ci a de ap o isionamen os ai que o
esul ado de explo ación med e menos. Po ou a banda, aínda que os esul ados
inancei os da emp esa mello an, ano en meno medida que no GC. O e ec o
conxun o é un meno c ecemen o do esul ado an es de impos os que, aínda así, é
supe io ao c ecemen o das endas (cun aumen o das endas dun 24,94%, inc emen a
o esul ado un 166,06%).
Po ou a banda, Ma ín Códax en unha endibilidade (económica e inancei a)
in e io á do GC debido ás meno es ma xes sob e endas. O e ec o palanca amén é
in e io ao do sec o debido á meno endibilidade económica e, sen emba go, o isco,
medido polo g ao de apalancamen o inancei o é maio .
Ma a Míguez Míguez 57
Análise económico- inancei a de Bodegas Ma ín Códax SAU
3.8 P opos as de mello a
As p opos as de mello a son as seguin es:
- Diminución do cus o dos ap o isionamen os. Is o a ía que a Bodegas Ma ín
Códax mello a a os seus esul ados, endibilidade e ondos p opios
14
.
- Aumen o da capi alización. O aumen o do pa imonio ne o da emp esa
mello a ía a súa es u u a inancei a
15
.
- Aumen o da o ación de clien es. A diminución do pe íodo de cob o acu a ía o
ciclo de explo ación da emp esa co que o FR se acomoda ía ao FRe.
- Diminución das exis encias de p odu os e minados. Un meno impo e des as
exis encias no balance implica amén unha mello a das endas, co que
aumen a ía a endibilidade económica e inancei a da emp esa. Tamén
diminui ía o ciclo de explo ación.
- Mello a do alo pe cibido do p odu o. Nes e sen ido, as accións de
posicionamen o de ma ca an o no me cado nacional como no ex e io
pe mi i íanlle á emp esa aumen a os p ezos de enda e polo an o, a CNN e os
esul ados. Do mesmo xei o, os in es imen os en I+D+i ademais de con ibuí á
mello a da e iciencia da emp esa, a o ecen a di e enciación do p odu o
16
e a
mello a do alo pe cibido.
14
Hai que e en con a, sen emba go, que BMC non deixa de se unha sociedade ins umen al de VMC
cuxa misión é ga an i lle a es a a saída da p odución nas mello es condicións posibles. Polo an o, o
sac i icio duns mello es esul ados a p ol da mello si uación da coope a i a, non en que se
necesa iamen e un aspec o nega i o da emp esa, semp e e cando poida accede a inanciación
necesa ia e non supoña un lími e pa a o seu c ecemen o.
15
VMC es á a pa icipa no inanciamen o da súa ilial a a és de c édi os come ciais e inancei os como
al e na i a á capi alización. Se ben is o empeo a a es u u a inancei a da emp esa, hai que e en con a
que BMC con a cun e ec o palanca posi i o e un cus o da débeda in e io ao sec o .
16
BMC es á expe imen ando na ac ualidade coa mace ación dos iños, emp egando o os e diaman es
de g ani o e o migón que lle p opo cionan aos caldos ca ac e ís icas o ganolép icas especiais.