Pabaltijo tautų terminologijos problemos ir Europos Sąjunga
Full text
ROBERTAS
STUNZINAS
Li uui4
de línguas
ins i u o
PAIIALTT O
J
TAUTV T'ERM
INOLOGT OS I'ROIlLEMOS
IROPOS S4IUNGA
Vilnius:
Li u iq
ins i u o de
172
linguagem Ieidykla, 2005, p.
Tai m 2006 Knygq mugeje o icialmen e
I-ie u iq ins i u o de linguagem
ap esen ado a igoniq compilinys,
compilado m 2004 yk sio
in e nacionalinio e minologijos
sen i a o Es iias, e Li uuuos
Le ónia
e minologijos p oblemos i uldauiniai
Eu opos
Sqjungoje pama u. Leidinys in e nacional -
p aneSimq
edi o i l kolegiia e a igosni l Li uânia e mais
au o es e uZsienio mokslininkai, angli5kas nei
lie u i5kas - ês a igos lie u iq kalba (su
angli5komis san aukomis) san aukomis).
e se e
- anglq língua
(su lie u iSkomis
Pe mi ys é concedido
,, abalhem
odos os que se
p ak ini e minologilos da b4, an o
in e essam
e minologia"
(p. 8)
I{inkinio ema ica
P incipalmen e aSoma
sob e o ganizacijq e
in e nacionaliniq l ai i.
i ai iq Saliq La ijos,
e minologi-
(Li u ia,
Es ónia, e
Veng ijos seus abalhos4,
Rusilos)
g ildenami alguns assun os da
eo ia, ap esen am-se
e minologia no idades.
Não pa icula men e con enien e é o
conjun o a igos i l i5des ymo budas
- abeceliikai
segundo o au o .
Rinkiny.s começa po apZ alginiu
ins i u e da língua a igo em
A. Auksonep obleminiu i es
Te minologiios da bas
Li uui4 (p.
11- 20).
Apibend inama,
kacl Lie u i l
ge okai i5siple e.
abalho mas as
e minologios
idioma ins i u e
Anksdiau e minologoi do Ins i u o abalhou mais
p a ini da b4, mas la e a oju no momen o mais
cien í ico eó ico da pld ojamas bas (p. 17).
Didi.maisame apZ alginiame coleção a igosne
- S . Keinio lie u iq e minologios
his o iios e ago a ies bukles apZ alga
anglg língua
$. a8-67). Ap esen am-se
odos os Li huu i l
e ninologijos his o iios
in e psniai desde a XVI a.
( ai
pi mqjq aiy iniq eks q
I opiniões, iq e minologias p adZia dienq lie u i l
a si espos a que lie u-
é XX a.) ikl XX amZiau.. Si,1 I'e minologija 2006 | 13 213
ans imo bei skolinimosi (,,eu opie inimo"
segundo anglq kalbE), nea sakingo mui osiakalbiq
enninologijoje sunkum l kyla del e minq
e minq odyn 1 p epa imo. humani iniq.
socialini "l n oksl .l écnicosos eks l,
is a ym '1, s a da q ans imo, iSpli usios
lie u iq-anglg d ikalbys c s
(p. 6I-65).
Si uação da e minologia
da Le ónia is oj s i
Eu opa S4iung4 e
pe spec i as
apZ elgiama angliXka ne
Valen inos
Skuiinios no a igo
(p. 154-159,
su
la iSka e
lie u iSka
san aukomis).
Na Le ónia e minologias
da b4 abalham duas
ins i uições
- La ijos mokslq
akaciemijos
Comissão de Te minologia
i
Ve imq e e minologias
cen as
(p. i54) Te minologios abalho di iculdumq su ge
del specialis l nesu a imq, p as o iq
p epa imen o eó ico e p á ico. Skuban e minq
emp inamasi i3 anglg idiomas, e minologias da b4
di icina esamq
Zodynq sinonimiia, não
a ualizados e ninologinio
abalho l ankiai
- e min l baz6s.
Na Le ónia e minologia de abalho aguia mudanças
essenciais, Es a ubines língua comissão publicado u
e minologias de abalho mode nizamen o p oje o
espe asi su as i sekmingesnl e minologiios modelo de
abalho
(p. 157).
Su
e minq adução
sl nkumais
em B uxelas, Luxembu go e Es i
oie s pa-
Zindinama
H. Tam no a igo
(p. 160-167).
Te minologias de
abalho di iculdumq
Es g di ei os de
linguagem cen e kyla
del insu icika no
inanciamen o d eius
(pe ano da b o oiq
skaidius sumaZdjo quase
no e ezes), ddl ski ingq
padio
Cen o e Teisingumo ninis e ijos
poZiu i l
(p. 164).
Sude inga Veng ijos e minologine si uacija
desc nclinama . Pus ajo a igosnyie 'le minq leu imas
uidu io na Eu opa, a siiuelgian i EU e mininiiq
(p 100-107). Na
Hung ia,
documen os
S4junos eu opeus
ans imq e
e min l ku imo
abalho4 é
e ec uado n
(p. 102), niai
e minologines ins i uciios e minologi-
abalhoiy a
compa a
spon lniiki
com susiig
p incipalmen e e
e in 105).
(p.
Au o do a igo pab eZia
apgal o as polí icas de
linguagem e e minologini l
ins i ucijq k l imo impo ânciaE
(p. 105).
Ve dade, nedideliq um ial inio e min "l
gn peliq compa a ion
(p. 103-105)
o igmes e
sanda os
i5 esmes
a Z ilgiais mais
nea spindi
i ai iq Saliq
linguagem
poli ica.
Di e en es e minologilos
abalho p oblemas
ins i u ções de
pad onização g ildenamos
N. Dudlauskienis e Ch.
Galinskio
s aips iuose. N.
Dudlauskiends no a igo
Lie uoiih4 echnileos e min4
s anda izc ciia
(p. 2l- 34)
apZ elgiama
A i idades do Depa amen o
Li uanizaciios e i a diiamas
opiausias e ac ualiausios
enninologijos abalho
p oblemos:
,,(...) 2004 m.
men julho. oi ado ada LST Technikos ko nisiios
n e minação
Eu opos e minq pad ões pe im i como Lie u os
e minq s auda us pa i ini2 4 Robe as
S unZinas I mo p aneiimo b du. Na sequência de Tokyo
Ho dado
- iau i5ieis i
44 Li huanian e minq s anda ds be lie u iSkq e minq, uo budu i
lie u iikq echnikos e minq ond4 i aukian ik uZsienio kalbq
e minus" (p. 28). Oi i di iculdumai do Depa amen o Li uanização de
ac i idades
- insu icien e
LST TK 37
ac i idades, uZ ik in i
inanciamen o das
Sios inalejimo
ins i uição
ISOTC 37 eiklo e (p.29).Tiesa, i conc e us
ep esen an e l pa icipação ap esen ado
c.samq p oblemq sp enclimo siuly nas/
- odas as ins i uições de ges ão de e minologia
conjun amen e conside s y i p epa amamq
p og ama4 es abelecidos com os abalhos
idioma no n inimo, u e l Es ado'bines us oiimo,
e minologicos elacionados com os planos
ugdymo e dislaidos p og am4 e de aco do 3i4
p imoniq anuais iimplemen amen o 30).
(p.
Sob e ISO/TK 37 e seus subcomi eiiq ac i idades4, ecomp essões
o muladas uZda inius e de polí icas de ha monização semân ica
uni e sal a4oma Ch. Galinskio no a igo
ISOTC 37 e semon ina econciliada/
(p. 34). Ha monização semân ica em b[ i pag is as ie.ninga me odologia,
ele em bl i execu ados não só a escala mundial, mas e ap epian
di e en es sociedades, aplicações
@. aZ).Te minologias e ou os ii eclos linguís icos desempenham
impo an es olqns e são não só sudeda loi pa e isq hliq do
con eúdo ex ual, mas ambém de indexação e paise5cos meio
(p. 45).
P oblemas de eo ia da e minologia analisuojan- os na Rússia e na
Le ônia e minologq a igos. V. Leidiko e S. Selo o a igosnyie Rusq
e minologija: pade is e pe speh yuos
(p. 68-88) sucus ai i a dijami
ussia e minologijas b uoZai i
p oblemos: e mo esme, kalbine
e minologiniq sis emq
e eo ijas mino s uk u a,
e minologijas e e mipobudis,
e minas e eks as e k . Falando
nologiniq sis emq aida,
sob e o e mo esmg, au o es
pab eZia. que 5i g ildenama
a igo p oblema pi nosiose
D. Lo es e K.
D ezeno
publicaciiose.
Te minologq ma a i miniu que a base
polemica desc end ina-
do e mo é lingubinis, apos inado iS
simples línguas, e a mais impo an e
peculia ybe do e mo - galejimas
Zymd i, nomeinci apib eZ 4 sE ok4
s4 okq sis ema de e mo
(p. 70). Sky iuje Kolbine
sanda a
(p. 72-7a) acen ua-se que
lingu is iniq um
obje i oq
p incipaliniq y imq
Rusiioie a ijuojandiq
(dimo iniq) e minq e e minologines a iações ibq
p oblema ika (p. 73).Sky iuje Te minologija lzaip
mokslas
(p. 79-80) sp enclZiamas kla " simas, a e minologia laiky ina lingu is ine
disciplina.
I
Siklausim4 eiginiais: os i ia só e mia sakoma 1) e minologi ciência ne nus,
é sude ingo de mui os s iiiq mokslos, ci ado
pa a ikn s lexinius une us, mas e e minq cuja ii eskaip sis emas, mes ne a
ling is ine ca ego ia; 2) dainia siai e minologi oie esolZiam as ma é ias
eó icas não-lengubinas; 3) e minologia os mé odos de abalho desigualyciiai
e são ui lingu is ines compe encias limi q. Apibend inha-se que e- minologi a
Te minologia
I 2006
| 13 215
R. Kob ino a alegação de que
,,Te minologia ciênciale ple oja ni
undamen ini l ciência l mé odos:
linguís ikos, iloso ias, paZinimo ciência;
lógicas o mais, dialec inas e ma emá icas;
eo ias de classi icação e semio ica
(p. 79). No inal do a igo
ap esen a-se nemaZas mais
impo an esq nisq
nokslininkq e minologios
da bq s4 aSas.
S. Selo o a igosnyie
Te mininai, e miniikums
e e mi uT apib eZ ys
(sep yni Iingsniai i e minologiios eo iiQ @. 122-153) klausimq e
a sakymg o ma desc end inami au o iaus p ak iniai e
eo iniai y ine imai. Lie l iq e minologiioje apib eZciiq
p oblema ik4 pladiau nag inejgs é K. Gai enis
(Z .
Gai enis 85-117). S.
apib eZgs e mo,
Selo as, 2004:
e miniSkumo esmg
(p. 123), o nece
e mo apib eZ ies
(de ini ion)
ambém iSai5kinimo
(exposi ion)
concei o
(p. 12a).
Rusq cien ininko a gumen im, pladi4ja i,odLio
eik5me e minine apib eZ is é
apib eZiamojo e mo s4 ocinio con eúdo
daaixação
(p. 127).
Quando alando e min l
e minoapie logas
apib eZc=i 1 ip s,
o nece sa 4
4 classi icacij4:
classi icacines,
iS a dijamosios, ope' acines,
nespeci inds, gene ais
133).
apib eZ ys con ex ines, (p.
Quelgando apib eZ ies
b " inybes Selo as
alguns e mos são
klausim4, S. pab eZia, que
apib eZ ys Sky iuje
sob e odosikai
mo i o a i e pa a eles
nebu inos
(p. 133).
sE oking e n inijos es u u aq
(p. 138-1aB) g ildenama
classi icacines s4 okg
hie a chi os
p oblema ika.
Len elese
(p. 1a3-148) ap esen ados Te minio de
a amen o e comunicação Siluminio l s4 okq
lygmenq pa yzdi,iai.
Me a o q p oblema ika do consumo
in o macini l e com - nikação
ecnologiaq e minijoje apZ elgia na
la iq e minolog l D. Reiznieces,. Silio, I.
Ilzinios e . Bo zo o a igosnyie
(p. 108- 121).
P esen ando
k ai u inius
poZih ius i me a o as.
au o es pab eZia duas p incipais e minq
a igo o mulado duas me a o ini -1 e minq
me a o ini l unções - kogni y ing e es e ing. No
a oiim4 apib eZianiios eg as:
1) onde possí el, me á o as da língua anglq e exp essi ieji ele nen ai de em
bi i keidia ni i la iikus a i ikmenis; 2) em bi i i5laiky a la i5kq e minq
kogni y ines e es e ines unciiq pl siaus , y a. eg as Sios
Tadiau ne a ilim ines. em
b i obse omasi e bend qiq
in o maciniq e ecnologia de
comunicaijq e minijos da
ab icação p incipq.
Te nologinio abalho
L ankio
Li uui4lealbos e minyno
ku imasis e aida
ap esen omi S.
Meikauskienes no a igo
(p. 89-99). 2002 m.
K. ()ai enis é
minejgs, que
276 Robc as S unZinas
I
lie u iSkas
e minq banco
kele i me ai
p epa ado
Ins i u o de Ma emá icos e
in o má icaos,,,ku ian
e minq banco undamen ing
da aq bazg pa ame izujada
e minq g ama ica, seman ika
e p agma ika. paqieika bn q é
ealizada de aco do no mini
e min4, seus sinónimos,
apib eZimus, ki l kalb l
a i ikmenis ezul a as
uks andiai e minq, pe kel g
ii cl ideSim qua oq i ai i l
s idi l ( isicos, ma emá icos,
bo ânicos, química,
socio ogi os, geologias e k .)
Te minq Zodynq"
- ,,238
(p. g0).
Apibend inando pode dize -se que a igosniq cole inyie paba ijo au q
e minologi os p oblemos e Eu opa sqlunga de in o mação ú il pode
encon a não só p a ini, mas e eo ini e minologijas da bq abalan ys
specialis as.
Rinkinio medziaga mui o i ai i - l ai iq kalbq
e minologijos p oblemos i poli iniai uZda iniai
is ojus T umpai, mas ela i amen e i Eu opa
S4iung4.
aiSkiai abo dam-se e
essenciais eo iias da
e minologia e e minq
a osenos ques ões.
TITERATURA
Clai enis K. 2002: Lic ui y e ninologiju: eo ias e
ua kyhos nie ncnys. Vilnius.
ciai enis K 200'1: Sud6 iniq c mi q pa eikimas e aiikinimas cnninq iocly. osc. Te minologias his ó icas
i
duba ies p oblemos, Vilnius, p. 85 I 17.
Receba 2006-12-0'1
Robe as
S uniinas
Lie iq
ins i u o da língua
P. Vileilio g. 5, L'I-10308 Vilnius
E pai as.
[email p o ec ed]
Ie minologia 2006 | 13 2 7 /