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Mintys apie didelį kalbininką ir terminologą Joną Jablonskį 150-tų gimimo metinių proga

Stasys Keinys

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8 0 S. Keinys | pensamen os sob e g andeí olbinis a e e minologão Joną Jablonskį 150-... Pensamen os sob e g ande ilbinis a e e minologão Joną Jablonskį 150 h ani e sá ios de nascimen o S aySkEINyS Ins i u o das línguas Lie u ių Pačiame 1930- ų, Vy au o o G andejo, ano gale, 30 de dezemb o dia, šai is, Rygiškių Jonas) se ynių dešimčių al ez lūžinę, pessoas de ida sukak į e e que menciona semak u suk ininko daqueles mesmos anos de 23 me ų p óga. No en an o, es a s a u ėjo se e e enciado Jonas Jablonskis (K. Obelai is, Pe as K iaubią, de e e ei o, domingo, pa aka ę o maio c iado da nossa linguagem comuni á ia, o g ande da linguagem1 saiu e e nino 1 homem. J. Jablonskį desc e eu o começo do elacionamen o da linguagem comuni á ia no p imei o jo nal (p. 5), ela ando a mesma li Li Si P ą. Ska džius. Nuo auka de Jablonskich amília a chy o. se não Jablons Jukkio manuais, não suas pe manen es e sumanús aisymas, isso se ia mesmo di ícil de imagina , que ipo de linguagem li e á ia a nós i éssemos ago a e como ela soa ia na escola e na ida pública. Jonas Palionis Te minologia | 2010 | 17 8 1 a ilsio, a e e ei o 25 dia pa aka é, pa ą a budė as Kauno basilica e, elionis a gulė pan eoniniuose Vy au o p ospe o ombes pe o de Kazimie o Jauniaus, Kazimie o Būgos e ou os g andes nau os pessoas2. J. Jablonskio nuopelnai nossos idiomas e alo y a são ão g andes, que, ainda i o sendo, oi chamado ašomosios lie u ių kalbos ( aip anuome oi chamada bend inė kalba) ė u. Assim ele oi nomeado em 1922 em K. Būgos mão esc i o e com Vinco K ė e-Micke ičium e Edua du Vol e iu assinado em sen ença po J. Jablonskio ele ação Uni e sidade da Li uânia p o esso ium (Pi očkinas 1978: 145). Esse hono á el nome pa imen ado e à elioni dedicada em segunda do Kalbo e is a sąsiu inyje inse idos ex-de seu discípulo P esiden e da República An ano Sme onos a siminimų b uožuos. Aqui esc e e: J. Jablonskis não só nossa bend inês, ašomosios, pai da linguagem, mas e mais des acado po o li ú ios ai in ojas. Tende-se a dize , sua ida é in e essan e não só discu sininho, mas ambém polí ico, nosso egene imen o in es igado ėjui. P adėjęs abalho, ele encon ou mui o maža Li uãos, nação susip a usių, e ainda menos š iesių žmonių in eligen ų. Ku -ne-ku 3 eles glib ia am, como escu idão na noi e S . Jono ba abalėlis (Sme ona 1930: 37). Não há nem a meno dú ida de que J. Jablonskis oi, é e pe manece á amigaėjè daqueles pessoas, que p incipalmen e são pada ę Nação A giminos empos cada seu ba e odos comum iž u, a sidėjimu, abalho e ida auka. Nãoa sinciden emen e ele jun o é mencionado e semp e g a inado com A gimimo maio es. Dou o neu opa ologis a Vik o as Vaičiūnas, pai da poe ês Judi as Vaičiūnai ės, e ospismos começa am, menando que 1927 m. p imei a ez le ado a Ka o hospi alizadas Ne os ligas klinikà, J. Jablonskis bu o paguldido na mesma palá ia, cujoj jazia 1924 m. a. a Jonas Basana ičius (Vaičiūnas 1930: 66). Gal nãoi coinciden inai p ela ui Jonui Mačiuliu, maio ham Ogimimo caniui Mai oniu, e e de man e pa a elionį gedulo pamaldas. O nos úmulos, en e mui os ou os amosos alan es, a linguagem de despedida disse República P esiden e (Me kelis 1930: 36). J. Jablonskis é um dos mais signi ica i os nossos pedagogas (nemažai ec u ada independen e es ado de ciência, cul u a, polí ica e ou os domínios de pessoas didžia osi esą seus alunos ou es udan es mesmo p abêgus dezim ims anos), imp udos compan ada bios desde pa au os ( ão mais algum empo a é emp egado), ma ço2 Po i ke cio cen omecio, sendo es udan e cal inis a, an es pe sêsdando pa a Vilniaus eninho, que uma ez nueida pa a pa ymo i dos nossos g andes cal inis as. Mais a de, aniquilando aqueles cemi é ios, eles o am ans e idos em Pe ašiūnus. 3 ci a os e exemplos de esc i a e língua no a igo ne aisy a. 8 S. Keinys | pensamen os sob e didelį kalbininką i e minologą Joną Jablonskį 150- ų... ojų už lie u ių kalbos eises i isuomenininkų. G andes seus nuopelnai nossa g ožinha li e a u a mui o seu empo ele dedicou Žemai ės e ou os esc i o es de ob as de edagação, co eção, en epais e imp ensdinho abalhos e p eocupações. 1893 m. chegando abalha Min aujos (la iamen e Jelga os) gimnasia de línguas clássicas p o esso , J. Jablonskis apidamen e se ez conhecido e como ocupilan is abalho do ciência homem. la ians kalbininkė Ina D u ie ė monog a ia sob e Ka lį Miūlenbachą esc e eu que a o ano me o em gimnazios o exemplo do colabo ado mais jo em J. Jablonskio al ez paakou es e la ians pedagogą d ąsiau a i sua pala a na ciência da linguagem e que Jablonskis Miūlenbachui pa ūpinda a li os, e a conhecimen os sob e li os de língua li uanos e ida dos li uanos (D u ie e 1990: 35). Po ou a banda, e o p óp io J. Jablonskis inha o que se ensina de onde que esnio, imp udos emba go nãožomo la ių ida cul u al e abalho de no mminimo de linguagem. Não ilus a da cabeça, em quais klaikiai du os ambien es J. Jablonskis pa ou em bend inês abalhos de c iação de linguagem. Sa ų nu au ėlių e es animųjų mencinama, niekinama, sem nenhuma p oš ais ės į p ažū į s umiama, desde cul u a e ciência a s um a língua, nau a, ne u in i sua língua mesmo iniciais escolas, pe seguidojama e punída po qualque ipo de esc i a la yniškomis aidėmis laikimo e skai imo, su lenkinamais, usinamais, okie inamais nomes de pessoas e luga es. Tokia oi das pessoas da Li uânia kasdienybė Jablonskio anos de in ância e ju en ude. E ele mesmo uns aos Jan Jabloński, aos ou os I an Осипович Яблонский [I an Osipo ič Jablonskij], nascido Vladisla o o ( aip en ão o icialmen e chamado Naumies is) pa apijoje (Pi očkinas 1974: 3638). A é Jablonskio abalho de língua auš a já es a a puzzinusa não de um lei o ojo Li u iškumo espasi a, paugdjiusa sua linguagem meilę, mos usiusa sua impo ância e eque ingumu a odo o po o i imen o, po ém em essência não saída de socioling is ines de língua de discussões. J. Jablonskio de linguagem ciência abalhos e oda com língua elacionada a i idades em nemenks ancing alo ê, pois começa no o, mokslu baseado a mezpsnį de c iação e desen ol es de linguagem comun inesa. Embo a e bem conhecendo as línguas clássicas, que e ca ac e izado po inais do XIX. e começos do XX a. ussas his ó icas compa a y os shulas Filypo Fo una o o, Fiodo o Ko šo e ou os ap endiz, de eles mui o ap endizado e seus ak ojin a a língua li uanas, J. Jablonskis a siduiu sinc oniais es udos de linguagem, po exemplozdinė bend inė ( ašom) ou, segundo o es a u o de A do Pi očkino, kelio pe jungles skynimo (Pi očkinas 1978: 14), i. i. de sua concepção, no ma i o, de desen ol imen o, e ouxe a língua naquela idade. Do di ei o À e minologia ba ą J. Jablonskis pa ou desde o mesmo começo do abalho de sua língua, pois, dedando a ual comuni á ia linguagem, aquela mais impo an e oda a nação unijam communica i a ins umen os, undamen os e ela doando seu olidmeniu Te minologija | 2010 | 17 8 3 não há al comun inês língua ba , no qual J. Jablonskis não deixikê cla amen e isí eis pegas. By he way, em não um o ba ele é p imei o e em mui os aspec osos neap enc ado a y oj. Nes e chamou a enção o ani e sá io da mo e dos p imei os lingüis as publicado no a igo J. Jablonskis P anas Ska džius, esc e endo que de ido ao pe ca bo senso da linguagem e à habilidade a a di i mosus da linguagem dos g ūdos ele pediu an es de ou os islumb a uma g ande quan idade da nossa linguagem désnių e as adap a à língua comum; po isso ele oi o p imei o a pode pô as bases à nossa e minologia, sin axe e em ge al línguas esc i as (Ska džius 1931: 9). Assim, J. Jablonskis, b galidade ou os abalhos, p imei o dėjo e nossos undamen os de e minologia. Ve dade, não um u bū pap ieš a au ų, lemb ando-se que esc i i á ias nossas e minologias e mesmos e mos, e seus sis emas undamen os o am im i dė i já XVIXVII a., di b a ambém a dilesnių amžių aš o žmonių. O J. Jablonskis pa a es e ba da p á ica da língua pa ou no inal do século XIX, i. i. p aėjus bemaž puske i o secleme ecio desde Ma yno Maž ydo li o, cuja i aš iniame lape esc i o: Ka echismusa p as y Szadei, Makslas skai ima asch a y giesmes del k iksczianis es bei del be neliu iaunuiey suguldi as nau Ka cz VIII i dena Meneses, Me u szgimima Diewa M. D. XLVII. Soli Deo glo ia. En ão mais p ecisamen e é dize , que Jablonskis dê a a ual comunhinês nossa linguagem e minologia undamen os, an o o mando de essencia a é ago a nepaki usį en endimen o, qual de e se e minologia, como ela ku ina, de onde aband, como da y ina, an o pė ando, o denando, caso necessá io p óp io azendo e mos de á ias á eas e ajudando isso a aze ou os. bem aiškos possibilmis igual a com desde mais an igamen e desen ol iam línguas, não se pode deixá o a de sua escala de linguagem e e minologia de c iação bem como ape eiçoamen o. Não é de admi a , en ão, que já no p imei o Kalbos dalykų an aš e em 1892 um a igo publicado po Va pe, en e ou as coisas, ele mos ou pala as e e minos a dy i, a dymas e a dy ojas egula igumą, siūlė a o i žodžius aldininkas, i šininkas, p ekyme is, elionis, e não hib idą u ėdninkas, e inį me u gis i skolinį nabašninkas, negalimą edėjas eikė ašinį keis i pada iais egula ia com pala as de di e en es signi icados ašy ojas i aš ininkas, gyndamas skolin us e minus edak o ius i ne aija, supeik us imė ie oj deles 8 S. Keinys | pensamen os sob e g andeí olbininká e e minologá Joná Jablonskį 150-... k . (JR IV 1218). Te minų g andeíííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííí- íííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííí- íííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííí- íííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííí- íííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííí- íííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííí- íííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííí- ííííííííííí Po exemplo, em 1927 m. publicado em um a igo sob e Ūkininko pa a ėjo laik aščio kalbą (I ėl laik aš inės kalbos dalykai), na pa e de co eção dos emas sin aksės pasakimo impo o i eisliniai paukščiai dali į pakei ė lie u išku būd a džiu a ež iniai, a bi ininkys ės e miną magazininiai ėmai ez mais cla o e lie u iškesnį sndėliniai a ilio ėmai (JR V 165167), assim mos ando ao mesmo empo que às pessoas do campo e não só lhes é p eciso esc e e comp ehendamio, como ambém lie u iškiai. Não um e mo emendado e no úl imo, em 1930 m. mencionado no p imei o Kalbos sąsiu inyje publicado, a igo Laik aš inės kalbos dalykai, p z.: d asiškija, d asiškiai d asininkai (=), ka iškiai ka iai (=), kanoniškos eisės (= kanonų, kanoninės eisės), konko da oymas (= conco da o ykdymas), labda inga d augija (= labda ių, lãbda os d augija), pa io inis auklėjimas pa io iškas auklėjimas (=), susilaiksa nuo balsa (= nebalsa) e pildimas (JR V 223225). Seus a igos de linguagem e a igoselhos, manualėlių e ou as publicações ecensionais po bemaž qua o dezim is anos J. Jablonskis é pa aisęs não um milhão e minos, eliminando de nossa e minologia ba ba ybes e ou os ne eque ingus emp inius, hyb idus e e inius, neaiškius, neskaid ius e po isso e minoms eikš i não ap op iam aos consumam no os pala as ouada us, ambém ne aisyklingai pada y us da inus. Po ou o lado, não menos e mos em mencionados esc i os e em ou as ob as dele oi p opos a e, pa ecemos, a maio pa e daquelas h eadini i memen e en ou oou em nossa e miniją, não num caso cons i uindo a sua b anduolį. Ca u suge idos e minos e não an o a os (caip mui as ezes dizem), que e s iukos, mas luga es quando necessá io a é pla ocas ano ações bem como explicacionimas esc i os lei o ojai ensina im i e minus p incipalmen e de pessoas, . i. i os, de línguas ou quando necessá io aze assim, como daqueles mesmos pessoas habi ual aze pala as. E quan o e quais e minos co igida e p opos a i o pala a íu a seus conselhos ou ajuda pedindo a pessoas que abalham em di e sas á eas, ninguém nuncaguém escuchiu. Mui o aliosa pa e do g ande nosso e minólogo legado é amigas escola de abalho. Ma o sé io e isingas abalho de e minologia não é possibili sem cognição do assun o, mesmo bom seu sabe anymo e sem puicaus linguagem pagamen o, sua espasios sen imo. Po isso ge almen e um só homem aqui não em mui o o que pode nuece . Além disso, mui o ú il eiksimus e minus amčiau discu i , passe s y i, que eles passassem não só escondei os ou suda y ojos. J. Jablonskis se á gos a dos e mos necessalu deba e e com ou os especialis as das á eas, e com lingubi- Te minologia | 2010 | 17 8 5 ninkais. Isso indica no início do século XX oco e am susibú imas sob e ikybos linguagem, sin aksés e ou os e minos. Du an e o p imei o gue a mundial (anuom chamado de G ande Gue a) na cidade ussa de Vo ònežo ope a am escolas de e ugiados de gue a li uanos (nelas oi ensinado usiamen e) p o esso es li uanos, p epa ando caminho a u u as escolas Li u iškas, a s ė e p iminėjo á ios e mos de assun os escola es, p epa ou Li u iškus ado ėlius (i isso aze esc e eu Jablonskis, que p óp io p epa ou li o de agas Va go mokyklai, nosso diccioná io, de 1919 m. Vilniuse Li huanian g ama ikas, aducido do manual de a i mé ica). A pa i daquelas conside ações pa icipan es lemb anças ê-se, que o mais impo an e pe sonagem e líde oi mes e J. Jablonskis (ž . Mašio as 1930: 48, Žemai is 1956: 3436; mais amplamen e s . Pi očkinas 1978: 136139). Vo òneže e u bū an e io men e nu eik us abalhos e minologijos a um ce o g au indicam mencionadasis 1918 m. ame cidade expleis as nosso ocynėlis. Va go escolas4 apêndice, que o mou (žodynėlyje pa ašy a su inko) Rygiškių Jonas (esse a o i o após a e oma da imp ensa J. Jablonskio pseudônimo). Nes a pala aynėlye, en e ou as pala as, é o necido bom pluoš as de á ios domínios e minos. A maio pa e daqueles e mos i memen e en ou em c escimen o em nossa comun inha linguagem e são desde os dias escola es conhecidos e quando necessá io u ilizados de a o de odos os Li uanianos. Inciden emen e, conside á eis daqueles e mos de es abelece am-se chamados de pala as in e nacionais (i e minos) no luga . Aqui es á žiupsnis desses e mos diccionêlio, cujas mais an igas ou uma das mais an igas on es, insc i as em g ande pala a de Li uânia, são Jablons aš o ob ai: ak a is ho izon a, n spaudas peča , apýskai a o ka ъ (Daba de ing essos e despesas a p ý s a i ą ašau), ašgalis polсъю (zemli), a ėčmins моее, a s ós yci anié ( eiksmas), a óg ąžis a óm opi, a ô dabogos дыпуск (для отха, лыха, ), dienó idinis меридианъ, dùjos газы, газъ, eil aš is стихотворение, esm суть, сущность, g ýnanglis углеродъ, s aiga учреждение (mokslo, abalho s a i g a ), kainó aš is прейскурантъ, kū yba (dailės) da yba; 4 Va go mokyklai. Bū elio mes es cole ínio de linguagem pa a o assun o da ciência são d iem li os pe mi i skai iniai, cons i ui J. Jablonskio. P imei a edição saiu 1916 m. Pe apilyje. 8 S. Keinys | pensamen os sob e didelį kalbininką e e minologą Joną Jablonskį... творчество... ( au os, liudies k ū ý b a ), ledýnas gle che ъ, liemẽnė жилетъ, lýginamasis s o is удльный всъ, lyginỹs polo ina уравнения, mãšin масштабъ, 150 pasako ada утокъъ, стасть ня, pa a à de ka, piekoвы, рибасỹs рисунок; oчеркъ ( composição desenha; anglis p i e š i n ỹ s ), canš ùkas карандашъ, plùnksninė пеналъ, pós оборотъ, конструкция (pasakymas), pusiujas экваторъ, esc emuõ письменный знакъ, eiškinš явлене, вырае (Kalbos, электроши k i n i u s ne pas ebi algeb os e i k i n ỹ s ) , spiudinakis known day s numbe ( eiksmo), su ga a, ss s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s so posição, apa ýbė oждество, apýba живопись, apinỹs kas apoma, nu apy a, ep ùkas кисточка, кисть, ùpmena дробь ( upmenos p à p a s o s i o s e d e š i a n a kė s), klis регуляторъ, adýba в домство (K a d b o j e ý e o),duõ воображена лиево, anden до родъ, a dklis ментель ( upmenos a a d l i s), kýmà e ma и s s s s s s se idinho de imagem. P on o não um es e e mo en ou e em já na mesma Li uânia leis us ma emá icos bem como ou as á eas manualêlios, e minos pala asynėlius e inkinėlius. Conhece a nossa a ual e minologia ascensão impo an e é e em 1924 edi ado em. e s inha Samuelio Smailso li o Pa eiga e di e umas inse ido dicynho, no qual explicado apie do cem não isad simples dos lei o do idioma pala as e posakios, a o nes es e em ou os ipos daqueles esc i os (p. 34). Isso é p incipalmen e e mos e pala as da é ica. E a pa i desse diccionêlio aqui é ap esen ado ambém, como a pa i do nosso diccionêlio, escolhidos e minos pluoš elis, exemplo.: pe soonỹbė (asmenýbė) Pe sönlichkei ; ličnos , beýdis, -dė e beýdiškas, -ka be ýdų, ne u įs ydų, neýdingas (Jis beydis, beydiškas and all his li e), do óp očiai, -čių do os įp očiai (do o ė), do ó ė Si lichkei ; mo alidade; n a s ennos , hono oška (i hono myla) ga bi a n õ i s ( ga b a n õ is), - ė, hono ės okš ąs žmogus; hon a de hon a, desejo de hon a; eh geizige Mensch, Eh geiz; čes oliubi ec, -liubije5, aiga Ein lüs e ung, Eingebung; nušenije (į eigimas), nedo ó ė unsi lichkei ; niemo alidade; bezn a s ennos , núo aika Gemü ss immung; 5 Inciden emen e, ao diccioná io da língua Li uânia não inse ido na mesma desc ição de hono ė oškos no início e em exemplos a osens pa imen ado a pala a ga bianõ is, - ė com dis inybe ga banõ is; em ambos p imei o omo au o izações não inse ida nes e diccionêly p imei o di oà ki chiação di e ência pe sonalỹbê. Te minologija | 2010 | 17 8 7 aspoloženije ducha, чиновниkas, -kė gebąs (i p a ęs) ei i s oje dužigas žmogus (Pa e g i n i n k a s žiū i, que e ou os do ai seus dužigas ei ų)6, pa a à mokėjimas (sugebėjimas) ilgai pa (iš e i), pó oškidis no didelis ko (įsigeidimas), p Anhänge ai; p i iazannos , sn ū a, sn ū is En hal samkei ; ozde žanije, ozde žnos , ozde žannos (abs inencia), sn a ka Ve assung, O dnung; s oj, us ojs o, sa s aba Selbs beobach ung; samonabliudenije, ė yniẽ is, - ė Landsmann...; soo ečes ennik, -nica; os mesmo ė y n ė s (jun o com o que k aš o) homem, aldýsena Regie ungs o m; p a lenija, isúomen sposobnik, -kė isuomenės eikėjas, -ja, zemiẽ is, - ė os pačiõs e as, unõs com quem e a (do mesmo k aš o) homem; Landsmann; zemliak, zemec. Não há mo i o de du ida pelo a o de que a odos os mencionados ambos diccioná ios de pala as en a em em nossa comun inha linguagem bem como sua e minologia e p igbição p incipalmen e é con ibuído J. Jablonskis. Di icilmen e de e mina que essas pala as ealmen e são do seu p óp io aze . No en an o bem amilia izados com a linguagem do lingüis a e ou os esc i os a pessoa bas an e ób io é que ele e a g ande, e anuome o p óp io g ande mes e de pala as. Isso su giu de uma con ínua aspi ação ealmen e bem e amplamen e conhece a mic e šnek ų, au osakos, melho es esc i o es da língua e po isso simplesmen e exclusi o não só ano, especialmen e p imei os décadas do século XX, me o en o nomis linguagem li u iosidade, chamada de espí i o da linguagem, sensi o e ao mesmo empo, adap ando guia ikos da língua Li u iška. esc i o es e lei o es (1901 m.) p a a mia de pala as, de pagamen o uma g ande quan idade de pala as es anhas e nema e ça de e mos, que e ça nosso po o, em ou as pala as, sepa a es es da g ama ica, po que g ama ica apenas g udei das línguas consumidas (K udi is: 1901 1). Úl ima àquele mui o ajudou bom ilologico issimocslinação, das línguas clássicas e não de uma no a no a língua pode . To quan o maio conhecimen o da língua e sua lixo de econhecimen o da ciência caminho J. Jablonskis ėjo oda a ida lingüís ico. Po causa disso an o mais, an o mais seu usa e o nece pala as ão p i iko à a dijamom aos concei os ma ca em, que não é simples dize , se isso de seu onde gi dė o, ou nos esc i os apon ado, ou ei o p óp io a pala a e e mo. A maio ia deles não em indi idualidade sinhais, a é cla os da iniai nea odo esą naujada ai. E aquelas pala as são não só pu adas em seus p óp ios p epa ados diccionêlios, mas e esba s y i em gausios seus abalho de esc i a an o po causa da linguagem, quan o po ou as á eas e emas de ida da sociedade, po im isso6 Nes a pala a, p esun amen e, se á co apusios pa eigos do homem e do a ual uncionūno signi icados. 8 S. Keinys | pensamen os sob e g andeí olbininká e e minologá Joná Jablonskį 150-... si uos, edaguo uis ou os esc i os ou i o pala ažiu dize a ou in es ou pedin e de conselho. Como, cla amen e ge almen e e i amen e às pessoas esc e ia J. Jablonskis, puikiai видно из его книгельтей Kole a a inas пасигайте!7, изданные в 1908 m. como Vil ies laik aščio придат (Me kelis 1931: 24), здесь даваемых двух выдержечек. 1) Cole a é e í el Liga Asiá ica. Da Ásia, sua na i a, ela às ezes chega e à Eu opa e piauna suas pessoas. pessoas Li uanas ela piauna, e dade a dize , nedažnai, mas piauna já bas an e anai. Desde o empo em que ela começou a isi a mųsų k aš ą, se á já pe o de cem anos... (p. 1). 2) Como econhece a doença de cóle a? Susi gęs cóle a homem ido iuoja, lhe deixam eles ido ius. Suas exc e as ai semp e skįs yn e eqünyn. Além disso, o homem oma omi a , os pés auko mėšlungis. Sopuliai ai didyn; homem nebesi e ia, êk e ėkia. P aslenca algumas ho as, e doen e comple amen e ansimaino: akįs įdumba, na is smailėja, odo o co po exo sa mui o leesas; pele pamelei a, a šąla. O doen e anseia bebe , mas a i a não pode, po que udo o que ele inge e, imedia amen e e expemia (p. 3). Só um ou o assun o de esc i a (ly ys piauna, mųsų, skįs yn, akįs ago a esc i as pjauna, nosso, skys yn, olhos) mokančiam não in e ne - ele onina a ualina ašybą, ainda p ie eiksmis senai, cujo luga quase odos são p a ę ou ap ende em há mui o empo, indica que usa li os osgely es do esc i o não udo é esc i o assim, como quan o ele mesmo mais a de ėmė esc e e e ago a é ap endido. Oi aí é a mais pe ei a e egulingíssima língua des es dias, embo a esc i a an es de cen os com cimaum anos. Le Jablonskio esc i os e edaguo os ou aisy us ex os é um p aze e assun o cla o, acilmen e comp eensí el, e ala llandi, p ecisli, sem desen endidos pala as e pasakymų. Ele bem conhecia a língua izgales, conseguia usa seus meios ele mesmo e, aisindo ou os linguagem, ne a žė min ies eiškimo į ai o ės. Em abundan es a igos de ugdomuosi da linguagem J. Jablonskis não só, en e ou as coisas, aisê ne ykusius e minos, mas e decla ou comuns das idéias, quais os e mos de em se e como a i icial abalho da e minologia8. De odos os p imei os aquelas idéias su gi am de cedo nos es abelece iam os mesmos p incípios comuns de linguagem de manejo e ugdymo, a um ce o bend inês, seu e mo ašomosios, linguagem idealo, i. i. en endimen o, qual que a língua de e se , que, pe manecendo ealmen e lie u iška, melho sa isin as as necessidades de comunhão da sociedade em odos os casos da ida do seu es ado. 7 Mui o ob iguei colega Palmi ai Zemle ičiū ei, pa ūpinusiai des e edi inėlio ex o. 8 Plačiau ž . a igo Li uu ių e minologijos kū imo apž alga ( ill 1940 m.), publicado Kalbo y os XVIII . (1967 m.), 2125 p.