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Ilona Mickienė, Birutė Briaukienė. Lietuvių terminologijos aspektai: metodinė mokomoji knyga

Jolanta Gaivenytė-Butler

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240 Jolan a Gai eny ė-Bu le | Ilona Mickienė, Bi u ė B iaukienė LIETUVI TERMINOLOGIJOS ASPECTAI: METODIN MOKOMOJI KNYGA [Recu so Ele ônico] Vilnius: Uni e sidade de Vilniaus, 2016. 67 p. ISBN 978-609-459-710-7 JOLANTA GAIVENYTĖ-BUTLER Lie u ių kalbos ins i u as Vilniaus uni e si á io Kauno aculdade humani á io 2016 m. expôs odinha Mickienės e Bi u ės B iaukienės pa eng ą ele ônica meleidimui p a a a mokomąją knygą Lie u ių e minologijos aspek ai. Knygos Ilonos Vilniaus uni e si e o Kauno akul e o humani á io Ta yboje, ją ecenza o d i ecenzen ės. Leidinys mui o ak ualus. Li u ias e minologijai des inas de publicações, especialmen e mokomųjų, não há mui o. Os es udan es, pe haps, mais do que em que basea -se ainda em 1980 iuisado S asio Keinio Te minologijos abėcėle e Kazimie o Gai enio li o Lie u ių e minologija: eo ías e manequebas me menys (2002). A In e ne e a disponí el o Jū a ės Lubienės e minologia pascha ų konspek as, ainda pode se encon ado An ano Sme onos e Egidijaus Zaikausko p epa ados pa a os indi iduais emas de e minologia pascha ų san aukų, 2006 m. p epa ado pela Comissão Eu opeia T adução esc i a da Di ecção-Ge al Depa amen o de Li u ian language adu o es umpas e minologia manual, os assun os eó icos e p á icos da e minologia são abo dados pa a a p o issão de linguis as 241Te minologija | 2016 | 23 do ėlių cap iuose, po ém sepa adas, e minologias li uanas des inadas de alhadas de ensino medidas a é ago a não. No Docomojo li o aspec os da e minologia Li uânia discu idos mais impo an es ques ões da e minologia começando a pa i dos aspec os eó icos, mais a de ansi ionando pa a p á icos. Knygą cons i ui onze capí ulos, nos quais supažindinha com a e minologia da Li u iška, e minologia como cien í icas e p á icas disciplinas kū imosi his ó ia, explicamamas p incipais e minologia concei os, abe am e minos on es, da yba, equisi os, de iciências e e minos o debos būda. Ao inal da publicação inse ido usada e ecomendada lis a de li e a u a. Knígos p a a mė começa ais au o es de pala as: Moxlas é g ande e e e nain, e a ida humano umpas. Uma de ciência amos apidamen e aumen a e az p og essão, e ou os aida ilga e angi. Te minologia amo do cien í ico aplicado. Em odo o mundo ela se o ma de aga e com di iculdade como desconhecida pa a ko šlie is pa a linguo y ia, in o má ica ou alguma ou a b anca da ciência (p. 5). Belamen e esc i o. Beija-se ambém ão boni o, como K. Gai enis esc e eu num a igo Kele as pensões sob e e minologiją, imp esso na e is a Te minologijos: Segue que no pá io da Uni e sidade So bonna es á de pé um elógio sola com la inisku zá ašu Sicu umb a dies nos ae (Kaip šešėlis nosso dias). A ciência, e dadei amen e, é g ande e e e na, e a ida do homem é cu a. No en an o e ciência mokslui não liga. Uma ciência amos su gidas g ei aumen a e de imedia o az uma g ande p og esso, e ou os aida ilga e angi. Te minologia aplicomoji ciência a šaka. Em odo o mundo ela se o ma semp essamen e e du amen e, como se não sabendo pa a que lhe slie is pa a linguo y ia, in o má ica ou ainda qualque ou a b anca cien í ica (Gai enis 1998: 89). Suponha que a au o ês simplesmen e esqueceu ac escen a e e ência. P imei o capí ulo do publinio des inado lie u iškos e minijos aidai. Eí lendo p imei amen e caia em olho isso, que au o ês, alando-se sob e e miniją, p amaišiu us a a du pala as e minologija e e minija. Te minų isuma lie u iškai iš ies denomina d ejopai: d i e minologijos signi icações зафиксированные Daba inės lie u ių kalbos žodyne (DLKŽ 2015), Kalbo y os e minų žodyne (KTŽ 1990) e In e nacionalinių žodžių žodyne (TŽŽ 2013). S asys Šalkauskis ainda 1925 m. no es údio Te minologijos eo ija i lie u iškoji iloso ijos e minija chamou a enção em d i žodžio e minologija eikšmes e siūlė a o i du žodžius. Te minija, ano S. Šalkauskio, de e ia chama -se echniškų um cujo ciência ou a e e minų ise ą, e e minologija é e minijos mokslas ou pelo menos eo ia (Šalkauskis 1991: 10). Tokia Jolan a Gai eny ė-Bu le | e minologias e e minais di e enciis em con empo âneos lexicologias li uanos, abalhos de e minologia, manualêlios des inados à comum ou p o issional linguagem comum (plg. Gai enis 2002; Jakai ienė 2010; Ru kienė 2015; Vlada skienė 2013; Bielinskienė e al. 2014). Duas pala a e minologija designação signi ica i os diccioná ios de língua bend inesa ou e minologia uso do signi icado de e miniação não e minologia abalhos, ko acho, não há badidade, mas e minologia des inado abalho al a iação kliū a. Não quei ia, se aos es udan es su gisse a ques ão, se só não ha e á e minologia li uãs pa icula men e elha aça da ciência, pois au o ês, pa ašiosas, que lie u ių e minologijos p adžia is o não é a p imei a imp in ada lie u iškos knygos, mas mui o an e io , na mesma página da u ia, que Eu opos kalbų e minologija uo me u, kai bu o ašoma pi mos lie u iškos knygos, ebu o p adė a ku i (p. 6). Pa ece que au o ês e minos conside am qualque quais concei os especiais ou abs a os in oduzi ijanços pala as. Menėdamo Ma yno Maž ydo, Mikalojaus Daukšos e Kons an ino Si ydo abalhos, ela esc eço: Pi mos li os li e iços au o es <...> con ibuí am bons alice ces pos e io nei desen ol imen o da língua comun inesa. Jão abalho deixou pis as e e minologias li uãs. Embo a da época os abalhos dos e minologos li uanos não inha nem na u eza o ganizada, nem aiškių p incipų e oi discu ęs as [sic] ansciá eis on es, po ém não um deles e mo e hoje lemb a aqueles li os au o ius (p. 7). M. Maž ydo, M. Daukšos e K. Si ydo abalhos de impo ância da língua li uanas aidai neabejo ina, mas di icilmen e eles podem se chamados e minologais. Aqui não p o lado se ia no amen e lemb a S. Šalkauskį, eigusį: Kad pala a, eiškiąs понятие, įgau ų šiais laikais e mino a dą, p ecisa, que pa eikš oji juo понятие <...> въеi ų į ku io no s mokslo y inėjamųjų objek ų s i į. dessa manei a não cada pala a, eiškiąs są oką, é e mo de ciência, embo a cada e mo é pala a, eiškiąs są oką (Šalkauskis 1991: 14). Mais a de, no e cei o capí ulo, au o ês explica, em que e minija di e e da e minologia (mini e S. Šalkauskį), mas em capí ulos subsequen es no amen e esses dois e mos us a a p amaišiui. Tal ez i esse sido ap op iado começa li o a pa i do e mo, e minia e e minologia concei os, e mais a de con a e minias li uãs e e minologia aidos his ó ia. An as o capí ulo do li o quase da iniamen e in i ulado Te minologia de eo ias de o igem. Sob e eo ias de o igem nele não ala-se, mas en ado ape cebe -se e minologias como e minos desen ol imen o da ciência. Nes e capí ulo baseia-se p incipalmen e K. Gai eniu e b e emen e discu ida S. Šalkauskio, Eugeno Wüs e io, Dmi ijaus Lo ės e Vale ijos Danilenko e minologias 243Te minologia | 2016 | 23 eo ias. Bū ų possí el e i ica os au o es, cujos abalhos ėmėsi S. Šalkauskis, sob enomes: não Vende yes, o Vend yes, o ilóso o medie ais D. Sco usas Li u iškai ge almen e chamado Jonu Dunsu Ško u (Joannes Duns Sco us). K. Gai enis, esc e endo sob e os e minologos de sua ge ação melho conhecidos ussos cien is as abalhos, chamou a enção no a o de que biblio ecas Li uãs abalhos de e minologos es angei os não chega am, po an o sob e eles e a pouco conhecida. Ago a biblio ecas uni e si á ias da Li uânia abalhos de e minologos es angei os encon a não é di ícil. Foi possí el pelo menos menciona alguns sob enomes. Sec ius algumakodėl acaba-se polinkių daik a a din i e e minin i ciência linguagem c í ica. Esc e e sob e as ca ac e ís icas da linguagem da ciência, coelho, se ia mais ikê no quin o capí ulo Te minai undamen os da linguagem da ciência. Secção no início dada e e ência a J. Gai eny ės a iknelį sob e E. Wüs e į (p. 10), mas nele não esc i a nada pa ecido. Na e dade au o ês ėmėsi K. Gai enio li o posky iu sob e E. Wüs e io e Helmu o Felbe io eo ias da e minologia (Gai enis 2002: 110-111). Depois da e minija e e minologia de um esumo do desen ol imen o imamasi e mo de explicação. No e cei o capí ulo Te minas. Te mo e pala a, e mo e concei o elação en ada ab êpi mui o: começando a pa i e minia como sis ema, mencionimi e mos são le an ados equisi os (sob e eles se á no eno capí ulo), de ine-se e mo, en a-se mos a e mo e pala a elação, escla ece-se e mo es ei o e amplo, ala-se sob e pseudo e minus e pseudo e minus, pasakoma, o que é e minija e e minologia, dis ingui-se e minologia, explica-se o que é e minog a ia, discu e-se o concei o de p o essionalismo e pasakoma, quais as duas elações ligam concepos e e minus. Falando sob e o e mo e da pala a elaçõesus au o ês um pouco con undojasi. No li o esc e e: Pode e e mo es ão elacionados ūšies san ykiu a pala a są oka pla esnė; e minai é ce a ce a espécie de pala as, mais p ecisamen e unkcinė e seman inė espécie. No en an o, concep oka do e mo nãošsi enka nos limi es da pala a, pois o e mo necessa iamen e é uma pala a. I. y. signi icado de inido e á ea de consumo na língua em e ce os pala as (o símbolos) conjunções. Tokie pala as conjun os são conside ados compos os e minis. Hencei, o concei o do e mo anszengia a on ei a da pala a (p. 12). Se a pala a e o e mo es ão elacionados à elação de ūšies ( iksliau ūšies i giminės) e a concep oka da pala a pla esnė, pode a concep oka do e mo ansco e as on ei as da pala a? Au o ês, alando sob e a pala a e e mo elação, o nece e e ência à K. Gai enio li o, po ém nesse li o a i ma ao con á io: Są okos žodis e e minas não liguusios giminės ūšies san ykiu, pois 244 Jolan a Gai eny ė-Bu le | e minai não é só só ce a espécie de pala as. Além disso, o e mo concei o não cabe e em e bo, po que o e mo pode se an o monossingulo, como passo us conjun os de pala as (Gai enis 2002: 14). De a o em asi S . Keiniu (Keinys 1980: 15-16), só à e e ência não no imė ų seus minços adicionada pa es sakinių de K. Gai enio li o. Inciden emen e, da elação en e os concei os žodis e e minas pu amen e giminės bei ūšies elaçãou não conside a e E alda Jakai ienė (Jakai ienė 2010: 182). In igan e, a qual abo dagem ap o a as dos au o es de li os mokomosios. De e ia ajus a -se a a i mação de que hoodžiai e minija bei e minologija gene inėje galboje em mais de um signi icado (p. 13) (ódi e minija é usado só em um signi icado). Na qua a secção, escla ece-se o que é de inição e desc e e-se de iciências das de inições. Úl imos anos endem-se de inição chamá-lo ca ac e ís icos dos concei os dis ingui i os, e seu esul ado a de inição. Tokį e mo é usado não só e minologos (plg. Jakai ienė 2010; Ru kienė 2015). No e cei o capí ulo do li o didomóideo esc e e-se que są oką de iní iis a i mação desc i i a, ajudando a dis ingui ela dos elacionados concei os, é chamado de ini imi (p. 16) e dis inguidas in encinė (=in ensi a) e eks encinė (=eks ensinė) de inições, mas no qua o capí ulo de inições são chamadas de inições. Posky is Ap edėžimo concei o começa assim: Ap edėžimo é a e elação do con eúdo do concei o <...>. a igo Te mino cons i uindo a a i mação de e explica , o que é concep oka. Seleccionando concei os, pode-se ex ai de inições de concei os e e i ica se os e mos co espondem concei os. No en an o isso não é ão simples. No abalho e minog a ico não se pode ap o ei a nenhum g upo de de inições de concei os cien í icos, po que: a) mui os concei os não êm de inições; b) na li e a u a cien í ica, as de inições subs i uem apenas po explicações ap oximadas; c) mui os de inições são passinę, nelogiški; d) mui os exis en es de inições não êm su icien es e indispensá eis a ibu os, em yškinan es de inia a noção especi ic. Tendo em is a isso, é cons an emen e p eciso e e isa de inições bem como concei os, i. i. enuncia pasenusių, nemokslinių e es abelece no os (p. 18). Tokia começo nelabai aiški. Quem, de onde e po que se seleciona e é escolhido? Onde aquelas de inições não ace as icam em dicioná ios, em abalhos cien í icos, em li os didá icos? Po que no abalho e minog á ico não pode se ap o ei ado są okos g upos de de inições? Aqueles que abalham e minog a inį abalho, ge almen e habila (ou lhes o azem e minologos) s o mula e e isa as de inições. Posky io no inal esc e e: Apib ėžimas não em a ži i cien í icas min ies. Mais equen emen e ele é e bal, e, po exemplo, ó mulas ma emá icas são 245Te minologia | 2016 | 23 só ma e ial auxilia . Tende-se a dize , se algum qualque isikinho enômeno desc e e mos só ma ema icamen e, isso em essencial con eúdo do concei o nãoskleisemos. No en an o, exis e ais concei os, que de inindo nãošsi e semos sem ma emá icas o mulas (p. 19). Como de ini á a jo a idéia cien í ica? Po que ela ge almen e e bais? Desc ėž ys semp e são e bais. Są okos esmę especialis as, ko melho , pode en ende e de o mulaes. No segundo pa ág a o a i ma-se: Se nas de inições enca a usa múl iia eikšmius e minus, en ão é p eciso indica , em qual as e minas a ojamas“ (p. 19). Sunku įsi aizduo i, kaip p ak ikoje aiko- mas eikala imas apib ėž yje nu ody i daugia eikšmio e mino eikšmę. signi icado Posky ie Apib ėžimo composição p incípios e de iciências esc e e só sob e de iciências. Os p incípios es ão lis ados na sub í ica Ap idėžimo conce oka. Nessa subcí ica a i ma: Te minos ydų su ge de ido a que a de inição, que oi u ilizada em cons i ui o e mo, ambém inha de iciências. Cada concei o cien í ico de e se exa o (p. 19). É possí el exigi p ecisão de um concei o? Tin es de e se o concei o um nomeian e e mo, e de inição yse de e ia se p ecisamen e e le idos essenciais, dis inguamieji a ibu os dos concei os. Além disso, e minos ydų pode su gi não apenas de ido a de iciências con endo de inições. T umpą quin o capí ulos Te minai ciência a base da linguagem cons i ui dois pa ág a os. No P imei o pa ág a o e lexões de ca ác e ge al sob e a impo ância dos e mos p og essangai da ciência e da linguagem aidai, segundo ojada ala-se sob e lie u iškų e minų a kybom e lis am-se lie u ių kalbininkai, apgynę dise acijas iš e minologijos. Po jei o, não menciona ica Auš a Rimku ė e Ma kas Pau a. 2016 m. dise ação de e minologia s i ies apgynė e Liudmila Mockienė. Sob e pesquisas de e minia, pe haps, se ia mais ikę ala no segundo capí ulo. Glumina a pa i do con ex o ex aído K. Gai enio no li o ap esen ada in o mação sob e p epa ados 10 000 diccioná ios de e mos pad onizados (p. 22). Pa ece que se ala sob e Li uânia edi ada e mos de dicioná ios, enquan opuis K. Gai enis es e núme o menciona alando sob e E. Wüs e į e seus abalhos in luência à pad onização e minologia in e nacionalmen e. No sex o capí ulo Te minos classi icação os e mos são dis ibuídos em e mos de o ma, con eúdo e elações mú uas. Fo nece-se a seguin e di isão de e mos uni isá ios: 1) pala as p imá ias (simples ieji) (akis); 2) De i ados pala as (da iniai) (akiniai); 3) sudu iniai pala as (dū iniai) (k ei aakis) (p. 23) (a k ei aakis e mas?). Es e desman elamen o de e ia pô em co eção, pois dū inhos ambém são da iniai. Ma y , u ė a omenyje as pala as simples, ediniai e dū inia. No sé imo capí ulo Fon es Te miniais são discu idas ês p incipais on es: sua p óp ia linguagem léxica, pala as de da ybos ins umen os e ou os idiomas de 246 Jolan a Gai eny ė-Bu le | leksika. In e nacional e Li u iško e mo elação ilus ando exemplos i ados do K. Gai enio li o. Foi possí el pacha casos mais ca ac e ís icos. À alegação de que šalia lie u iško pala a emos in e nacional seu co espondmenį, po ém ele é passi usis daqueles pa es de pala as memb o (p. 27) ap esen a-se exemplo nuoma is epilepsia. Va gu ou endaa is ago a mais equen emen e usado. Na página Web Raš ija.l ap esen am-se Psichologijos e minų žodyne (PTŽ 1993) e Medicinos e minų žodyne (MTŽ 1980) nuoma is ž . epilepsia. Os e mos in e nacionais ealmen e são po ų nuo ala placen a e pe danga dia ag ma a i os memb os, só se pode paube e , se ais po os mode nazinhe e minijoje i is exis ia. No li o didác ico dis inguidos d ejopi e mos in e nacionais ês e mos in e nacionais, que na ciência do mundo são usados sulo ynin i e em nenhuma língua não é al e ada nem sua o og a ia, nem eles ansc i os po ou as abėcėlės e de ou os idiomas di e amen e ou a a és de línguas in e pininkes se emp es in i ne la ynišk e mos (p. 27). Pena que au o ês não o neceu desses e mos de exemplos, pois não es á cla o, sob e quais sulo ynin us e minus se ala. É essa di isão exa a? Ano K. Gai enio, į nossos e miniją a enan es in e nacionais pala as são p incipalmen e o iginadas de an igamen e g eikos e la ynos línguas. Eles a umam-se segundo a nossa linguagem oné ica, mo ologia, dênios de esc i a e eg as e con e em-se no mais (Gai enis 2002: 5859). Mais adian e, esc e endo sob e e mos in e nacionais a i ma-se que nes e momen o aos e mos in e nacionais mui o in ensamen e são c iadas co espondências Li u iški, po isso didėja in e nacionais e sa ų e minų sinonimija (p. 27). Como al sinonimia exemplo o nece e minais acumas (= acuumas) e ácuo não são sinônimos. Cêsidade, que in e nacionais e minos Li u iški co espondemens são c iados, mas mui o du idoso a a i mação, que isso acon ece mui o in ensi amen e. K. Gai enis e Angelė Kaulakienė ainda em 1996 KTU lei o a no ela ó io chamou a enção à endência con á ia in e nacionalização da e minologia e on ade de p ocu a co espondências li uanichas (Gai enis, Kaulakienė 2014: 232). Ba gu se essa endência desapa eceu. Skolinių ie os e minijoje o esumo e mina-se co e igu obse aėjimu: Swa biausia, que skoliniai nes um ų de a osenos adqui ilėjusių lie u iškų e minų i ia man ida no sis ema de e mos de ama p opo ção en e sa ų (nacionalinių) e es animų (in e nacionalinių) e minų (p. 3031). Ligualmen e ambém se esc e e e no a igo da enciclopédia de língua Li uânia e minologija (LKE 2008: 553), po an o de e ia adiciona e e ência (esseuo a igo da enciclopédia sem e e ência em asi e p imei oame capí ulo (p. 78)). Te minologia | 2016 | 23 247 G ande oš un as capí ulo des inado e minos doybai. Ele cons i ui sob e o quin adal de oda o li o. A pa e in odu ó ia seção gan es ês a e pad ikoka, em que semp e con a-se sob e os mesmos assun os, po exemplo, ês ezes mencionados p incipais modos de da yba, duas ezes cons a ado, que e minologijā das pala as da ybai enca eno me papel, pois maio ia únicažžž e minų bei sudė inių e minų da iniai (um éka indica oma, que em asi S . Keiniu, ou aka nenu odoma) (p. 32) e, de aco do K. Gai eniu, da į i in a da iniai cons i uem a maio pa e (p. 33). Falando sob e a in odução de ipos de concei os a i ma-se, que mokslo alboje p ecisa nomea complexes, en e eles ipos de concei os. Tais concei os signi icam-se e mos monojeïdžiais, mas deles azem-se e mos compos os, ex., aibė abs ak i aibė, a i a aibė, begalinė aibė (p. 33). O que se az? Embo a a e e ência não haja, ê-se que men is não exa amen e n ašido de Te minologijos abėcėlės (daí e exemplos). S . Keinys esc e eu que as espécies concei os nem a as ezes žymimos monožodžiais e minis, mas ainda assim ge almen e aqui anslia am compos os nomes (Keinys 1980: 17). Po jei o, e mos da ma emá ica são abs akciosa aibé, ab i oji aibé. A segui , nes a pa e eco da-se um dos equisi os le an ados aos e mos: Ku ian naujada ą, é p eciso sabe , que egulamen igness um dos mais impo an es equisi os le an ados aos e mos. Es anda e da República desc e e egula idade como co esponden e de eg as de ki čiação, o og a ia, g amá ica, pala as de da ybos, g ama ização e consumo (LR pad ão, 2009) [sic] (p. 33). Es anha desc ição ainda queis esniame documen o. O que é o pad ão da epublica? Sob e es e publicação mais descob i , ma y , ne eks, pois usada li e a u a lis ache dele não. No p imei o posky ie Vienažodžiai e minai, que gan inamen e se subdi ide em sky elius, abo da-se a daiba de e mos ien isinių (p iesagų, galūnių bei p iešdėlių ediniai i dū iniai). P iesagų ediniai são a ados em duas meno es secy elios sob e eiksmažodžių edinius e a dažodžių edinius, po an o, po exemplo, a dažodinės peculia idades de edo es e nomes de luga es são discu idos em dois luga es. Tal ez osse mais con enien e, caso sob e eles osse alado num só luga . Reque ia cuidadosamen e escolhe mais exemplos: como exemplo de possuido de ca ac e ís icas eiksmažodinės ap esen ado a pala a in es igação, como a amen o de ação p óp iaiminio . Abejo ina a a i mação de que a p eessaga - ė, (i)uo ė na a ual língua li uânica ik e minų da ybai i e a ojama (p. 36). Não se pode disco da com a a i mação, que sudu iniai e mininai acilmen e e sis ema icamen e ajuda nomea iena ūšes conce os. Isso cla amen e se ê das di as exemplos (sa idulka, ėjadulka). Só di icilmen e é jus o al ei- Jolan a Gai eny ė-Bu le | ginys: Sudu inis e mis em elação à signi icação mui as ezes é uningíssimo, de in esimo, specialíssimo do que seu undamen o de pala as combina ó io. Po isso sudu iniai pala as cabem a p ecislese, coniningesem, signi ican esem manei a de exp essão (p. 43). Sky elio sob e dú nios no inal explicada, de que pa es da linguagem pode se dū inhos. Fo neciam exemplos (dalgiako is, udauodegis (ka inas), kažkas, d idešim , bukagal is, silpnaši dis, p o ligė) em pouco que comum com e minija. Nes a posky ie pas ou-se e mais nelabai e minichos (ben já não mode naikines e minijos) exemplos de: žaba as, skys imas, ka umynai, očiukė, apysakai ė, handy ė, upokšnis, закandinė, dainius e k . An as oš un o seção posky is Te minai pala as conjun os des ina-se aos e mos compos os. De e ia des aca -se a a enção no a o de que dedemenys de e minos compos os no começo do amo são chamados componen es, no inal elemen ais. Fo nece-se dú ida de eg as de exemplos: i is ži klikės, minus idlai, plan asindicado es. Posky ie desc e e b e emen e, po que ligações sin aksiniais podem se ligadas dėmenos de e mos compos os, mas es u u a de e mos compos os, dėmenos núme o não nenag inėjami. Pa a os es udan es se ia ú il descob i e sob e a o dem de disposição das dėmenas. No no eno capí ulo abo dam-se equisi os de e mos. Au o ês dis ingue se e exigências, que in oduzem em a ibu os. Não se ia incomum esc e e no ex o, que e minos de em se p ecisos, mas como os í ulos dos equisi os (i posky ių) melho encaixa iam obik a a džiai, juolab que p imei o subclixis des e seção começa pela a i mação co yklingumas um dos mais impo an es e mos linguís icos equisi os (p. 47). Nessa sub ilação, mencionadas as no mas êm denúncias, que de e ão se esc i as com p ecisão: a no ma P incípios e Mé odos de Te minologia (1115-90) de e e a denúncia LST 1115-90, es a no ma oi elabo ada não de aco do com a no ma in e nacional 980: 704-87, mas de aco do com ISO 704-87. Taisyklingidade, p ecisão, sis emiškumas, b e idade, es ilis ino neu alidade e da ybino con o mo desc e e gan de alhadamen e pa a eles des inada do pa de pa ág a os a é quase ês páginas, enquan opu a cla idade desc i o numa ase. Requedia sob e es a exigência ou esc e e mais, ou dele de odo não menciona . Aiškumas de inido como eikalação, que a o ma in e na do e mo cla amen e ansmi i ia concepção (p. 47). Cla idade ca ece de cla eza. O que é idinė o ma e mo? Desc ibindo a p ecisão do e mo, au o ês dis ingue ês g upos de e mos: co e amen e o ien ojanços e minus, neu alius e minus e inco e amen e o ien ojanços e minus. Taisy inas desc ição de e mos neu ais: Neu alis e mos podem se conside ados odos aqueles e mos, cujos signi icados e bais impossí el de e mina . Tokiais e - 255Te minologia | 2016 | 23 LITERATŪRA AETŽ 2010: Aiškinamasis elek o echnikos e minų žodynas: lie u ių k., okiečių k., anglų k., p ancūzų k., usų k. Vy . ed. S asys Žeb auskas, Kaunas: Technologija. P ieiga pe in e ne ą: h p:// e minai. lkk.l , [žiū ė a 2016-11-15]. Ba anauskienė R., Ša kauskienė S., Juzelėnienė S. 2016: Mokslo da bų me odiniai nu odymai li uanis ams: me odinė mokomoji knyga. Elek oninis iš eklius, Kaunas: VU KHM, 79 p. P ieiga pe in e ne ą: h p:// www.kn . u.l /dokumen ai/ ailai/ka ed u/lie u iu/MOKSLO_DARB%C5%B2_METODINIAI_NURO- DYMAI_LITUANISTAMS.pd [žiū ė a 2016-12-08]. 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