Sudėtinio termino dėmenų ir apibrėžties subordinacija: vieno atvejo analizė
Abstract
Kiekvienas terminas turi turėti apibrėžtį – konstruktyvaus susitarimo rezultatą. Apibrėžties turinys priklauso nuo sąvokos apimties – pasikeitus (pamažėjus ar padaugėjus) ja įvardijančių bendrųjų ir skiriamųjų požymių skaičiui, gali pasikeisti (būti patikslintas – susiaurintas ar išplėstas) ir apibrėžties turinys. Rašant tos pačios sąvokos apibrėžtį tam tikros dalykinės srities specialistų gali būti fiksuojami ne tie patys sąvokos požymiai. Tokį nevienodumą lemia skirtinga specialistų patirtis, žinios, išsilavinimas, sąvokos suvokimas, galų gale – net vaizduotė. Straipsnyje, remiantis pavyzdžiais, pirmąkart plačiau nagrinėjama sudėtinio termino dėmens (-ų) ir apibrėžties subordinacija.
Full text
175Te minologia | 2021 | 28
doi.o g/10.35321/ e m28-08
Te mo compė ino dėmenų e
de inição subo dinação: um
caso análiseе
AUŠRA RIMKUTĖ-GANUSAUSKIENĖ
Lie u ių kalbos ins i u as
ORCID id: h ps://o cid.o g/0000-0001-8655-7333
ANOTACIA
o e mo de e e de inição cada esul ado de um aco do cons u i o. O con eúdo da
ap iėž e depende do concei o cambiai us (pamažėjus ou padaugėjus) ja ao núme o de
a ibu os comuns e dis in i os que a nomeian, pode muda (bū i e isslin o susiau in as
ou expandės as) e o con eúdo da de inição. Esc e endo a mesma noção de inição de
ce o assun o em á ea de especialis as pode se ixados não os mesmos a ibu os do
concei o. Tokį dispa odidade de de e minação di e en e especialis as expe iência,
conhecimen os, educacão, concepção de concei o, galas […] a é mesmo imagiduo é.
A igosnyje, com base exemplos, pela p imei a ez mais amplamen e examinada do
e mo compos o dėmens (-ų) e de inição subo dinação. ESMINIAI VOZŽIAI: e mo,
concepção, e mininė signi icação, de inição, e mo compos o.
ABSTRACT
E e y e m mus ha e a de ini ion he ou come o a cons uc i e ag eemen . The
con en o he de ini ion depends on he scope o he concep . A e he numbe
o basic and dis inguishing ea u es e lec ed by i changes (dec eases o
inc eases), he con en o he de ini ion may change as well (i may be upda ed, i.e.
na owed o expanded). When he de ini ion o he same concep is being c ea ed,
he p o essionals o a ce ain ield may choose sligh ly di e en ea u es o
de ine he same concep . Such inconsis ency may be de e mined by he di e ence
in hei expe ience, educa ion, concep pe cep ion, and e en imagina ion.
Re e indo o speci ic examples, he a icle p esen s he i s mo e KEYWORDS:
in-dep h analysis add essing he ela ionship o subo dina ion be ween he
cons i uen componen (s) o a combina i e e m and i s de ini ion.
e m, concep , e minological meaning, de ini ion, combina i e e m.
176 Auš a Rimku ė-Ganusauskienė Sudė inio e mo dėmenų i de inição
subo dinacija: ieno a ejo analizė
ĮVADINS PASTABOS
Te minos diccioná ios de p epa ação na p á ica con on a-se com á ias
si uações complexas, po exemplo, de e minada das pessoas á ea de a i idade
alboje usado um concei o de odo não em nomeamen o ( e mino), po an o
emca c iá-lo ou usa um emp és imo, se al é. Às ezes em que escolhe en e
já quase ade ijado concei o de nomeamen o e no o. Būna casos, quando é
p eciso esol e ques ão de escolha de e mo compos o de g ama ical yšio
(de inamojo, aldomojo ou šliejamojo) e e c. No en an o, em odos os casos, o
con eúdo de um de e minado campo de e mo ajuda a e ela e mininė
eikšmė, i. i. signi icado, ca ac e ís ico de uma pala a de um de e minado
campo e minijoje (K ašy ė 2005: 53). O obje i o des e a igo panag ina a
subo dinação de um ce o ipo de e mo compos o dėmens (-ų) e de inição1.
Escolhido obje o compos os e mos com o p incipal dėmeniu oupa e sapa os,
ap esen ados Banco de e mos da República da Li uânia ou encon a Šal iniuose mencion oje li e a u a.
O a igo le an a os seguin es desa ios:
1) esumi , como a de inição é en endida em selecionados abalhos de
li uanos e es angei os lingbinhei os e que exigências lhes são
le an adas; 2) baseando-se li e a u as de linguo y os Li uanos e
es angei os, dis ingui equen es ipos de de inições;
3) e ela o e mo compos o dėmens(as) escolha e de inição
subo dinação elação.
Esc e endo a igo aplicados analí ico e compa amássicos mé odos.
In o mação suplemen a ap esen a-se em quad oslu.
1. APREBŽTIES SAMPRATA
Qual é o empo em que a e minologia u iliza o e mo de inição (Jakai ienė 2005: 24; 2010: 183 e k .), e o e mo
de inição é ap esen ado como sinônimo (K ašy ė 2005: 12 e k .), como ambém o e mo in e nacional
de inicija2 (K ašy ė 2005: 12). O Calbinis a Jonas Klima ičius obse a que com Li uu os Republik e minų banko
įs a ymu (2003 m. 23 de dezemb o d. 1 Subo dinacija nes e a igo en ende-se como pe encimen o, plg.
subo dinacija 1. coems de ko je, alando sob e sin ác icos yšius a p sen inio sanda os une ų, dos quais um
(p iklausomasis) depende de ou o (g undinho) e só pe pe p incipal é incluído no ase (LKE 1999: 509; plg.
no s p iklausymas (TŽŽ 2007: 1049; 2013: 781). Te minas subo dinacija dažniausiai a ojamas sin aksė-
Gai enis, Keinys 1990: 160). Em ez dele mais eqüen emen e usado é o co espondimen o lie u iškas
p ijungimas. 2Cu iosamen e isso, que em 2005 m. saído Kalbos pa a imų knygelėje Leksika: skolinių
a ojimas ie oj žodžio de inicija p opos a p e e omybę eik i žodžiam apib ėž is, apib ėž is (KP L1 2005:
40), e 2013 m. espi i ame segundo emi ei e suplemen o e pak y ame knygelės leidime ik apib ėž is (KP L1 2013:
22).
177Te minologia | 2021 | 28
No IX-1950) em ez da de inição con oladamen e įsi e žė já desde RLŽ 1932 3213 conhecida e bas an e a o a
(S. Šalkauskio e k .) de inição (Klima ičius 2005: 248). Es asio Šalkauskio, c iado da eo ia das e minologias
cien í icas li uanas, opinou, a de inição é sudaik a a din as (ad modum subs an iae) ação de inido
nomeamen o, e o e mo de inição signi ica oco dy ą ação, é a edição da de inição (Šalkauskis 1991: 204). Ma y ,
e mo de inição, longo empo usado nos abalhos dos e minologos, mudado e mo de inição, a im e i a
d i eikšmiškumo ma e mo de inição pode se in oduziado e ação (abs ak i eikšmė), e esul ado da ação
(konk e i eikšmė). Te minólogo S asio Keinio opinem, a ando a e minologia, [K]onk ečios signi icações
ediniai da y ini com espec i os da ybos ca ac e es ca ac e ís icas p eesagos ou galūnėmis (Keinys 2005: 25),
como jus os p eesagos - idinys de in is po an o p ankische . Reginos K ašy ė p epa ou no Mokomajame
e minologiaė diccioná io esc e e que de ini é eixaus desc ição e bal, e le indo seman4 do núcleo de
signi icância e minológica e descon ando o con eúdo do concei o, pelo qual a um ce o ní el de abs acção
e elam os ca ac e es essenciais, dis inguindo a ela de conjec u as izinhas (K ašy ė 2005: 13). S anda d e
Li uane LST ISO 1087-1:2005 Te minologijos da bas. Exškinamasis diccioná io. Pa e 1. Teo ia e aplicação e mo
de inição […] isso […]są oką de inêndose a i mação desc i i a, ajudando a dis inguí-la dos elacionados
concei os[…] (TB). Simila men e desc e e-se e na Te minologia Manualêly, des inada numa da Comissão Eu opeia
T ans imo esc i o ao depa amen o de língua Li uânica do di ec o a o ge al: de inição […] są oką
desc ibin zinhas a i mação, ajudan inha dis ingui ela de ou os concei os. Ela em que de ini o concei o como
unikalius combinação de a ibu os e unikalią obje os aibę ma cin į une ą (TV 2006: 16). Assim, pela de inição
desc e e com p ecisão ou desc e e o concei o de ce a á ea subje i a, a ce os a ibu os do obje o ali
in ocado, e a mesma noção na á ea subje i a ansmi e linguís icos (no malmen e e mos) ou não-linguís icos
(į ai ūs) símbolos (Fig. 1). De o ma semelhan e de inição en endem-se e pa a es udan es des inadas Ilonos
Mickienės e Bi u ės B iaukienės mokymo p iemonėje Lie u ių e minologijos aspek ai. Só aqui é usado o e mo
de inição. Ele é desc i o como są ocação do con eúdo, i. e. e e ência de e le imen os do concei o, de coisas,
de enômenos essenciais (Mickienė, B iaukienė 2016: 18). 3 Omenyje em um lexicóg a o Jono Ba ono p epa ado
Rusų lie u ių žodynas (Kaunas: Spindulys) au . pas . 4 Aqui e con inu e in a solodyno au o ês R. K ašy ės.
Auš a Rimku ė-Ganusauskienė Compos o e mo dėmenų i apib ėž ies Kalbo y os
subo dinacija: ieno a ejo analizė
e minų žodynėje pa eikiamas e minus apib ėžimas bei
jojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojoj-
ojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojo-
jojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojoj-
ojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojo-
jojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojoj-
ojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojo-
jojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojoj-
ojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojo-
jojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojoj-
ojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojo-
jojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojoj-
ojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojo-
jojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojo A
de inição de e se adequa us, i. e. en e de inêmias e de inênias concei os de e se
equia e iškumo elaçãois. A de inição não de e se nem mui o la ga, nem mui o
es ei a. Além disso, nele não de e ha e a o, i. e. o obje o de inido não pode se
de inido po um concei o, que se o na cla o só a pa i da p óp ia noção de inido a ou
de ininan e e de inido a são os mesmos concei os (Gai enis, Keinys 1990: 22). Como
is o, a noção de de inição é adicional e p á icas ecomendações, indicam-se possí eis
de iciências, acen ua-se a dependência de inêamosa e de inê-anhã concei o uma da
ou a, em ou as pala as de inição p ecisa da aqueles a ibu os, que p ecisamen e (nei pe lačiai, nem pe siau ai ou k .) e ela o con eúdo do e mo. Como ação lógica de inição é desc i a e na Uni e sal da Li uânia enciclopédia: Loginis ação, pelo qual se es abelece c i é io a obje o de es udo de ou os obje os de dis ingui indicando sua especi icão e usadas ou in oduzidas lingubinhas exp essões signi icância (VLEe)5. Enciclopedia en a iza-se que embo a cada ciência o mule sua de inição de concei os, po ém odos us a a lógica c iada meios de de inição. Po an o, não izim5 Ž . acesso à in e ne : h pswww. le.l ://s aipsnis/apib ezimas [žiū ė a 2021-07-05]. 1 ig. Relação de obje o, concei os, de inição e e mo
179Te minologia | 2021 | 28 is e e minologia ciência. Como só po isso
lemb emos b e emen e, como a ma é ia em ques ão comp eende-se
logicamen e. Aqui no signi icado do esul ado da ação usado usou-se
eiksmajodinis p eesagos -imas edinys de inição (lo . de ini io) e
in e p e ado como um ce o eiginys, mais p ecisamen e sua espécie. Teiginį
cons i ui ês pa es: de ineíamoji (lo . de iniendum), de ineíančioji
niens) i jungiančioji, pap as ai eiškiama okiais žodžiais kaip y a, adi-
(de inama, signi ica e pan. O concei o delineá el, como já assinalado, p esco um
de e minado obje o, e a de inêndo a os essenciais aços dele, que ajudam a
es abelece a genem ou classe ge al do obje o e, ao mesmo empo, pe mi indo
sepa á-lo de ou as poklasias de ce a gêmea ou espécie de classe (plačiau e
Plečkai is 2004: 163; Eidukienė 2009: 60; Bubelis e k . 2012: 116). Como emos de
on es, embo a a de inição (ou de inição, pois usada sinonimicamen e)
desc i a a um pouco di e en es pala as umau como loginis ação, o u como
e balis desc úbimen o ou eiginys, po ém em odas indica-se que a de inição
p ecisamen e nusaco ou desc ibia o concei o, isu acen uados são o e mo e
ce os a ibu os, e elando a essência do concei o e (o ) nusakan es sua
especi icidade, singula idade e exclusão num de e minado domínio do
sujeikininum. Galbis as conco dam que na e minologia de inição de e mo não
é o mesmo, que simples pala a de inição em diccioná ios ela p incipalmen e
di e encia seu es abelecido con eúdo, p ecisão. Assim, a essência de um e mo
desc e e a elação com ele ma cado concei o, po an o de inindo ale ia
lemb a -se que [S]ą de inição de um e mo de e se o mais cu a e simples
possí el, mas nela de e se o necida a essencial in o mação que dis ingue o concei o
(Jakai ienė 2010: 183).
Knygoje Emp ehlungen ü die Te minologiea bei esc e e que um e mo de
aco do com o con eúdo ou domínio de aplicação (us ojimo) é desc i o pela
de inição, que o dis ingue dos ou os e mos (EFT 2018: 44). Há mencien es e um
pouco mais amplas que a de inição de e mo ia a apenas um dos elemen os da
signi icação do e mo e necessa iamen e é comple a, independen e (Sage
1990: 45). Tokio do pon o de is a ado a-se, ma y , achando que isolados e mos
são elacionados umas com ou as de e min as elações, eles numa
de e min inha á ea cons i uem sis emas de e mos, e cambii us samp a ai do
e mo (padidėjus ou pamažėjus conce okos apimčiai) ou mesmo e minų
sis emai caso necessá io pode apildy i, subs i ui e de inição. Além disso, é
p o á el que de inição ise não semp e es ão ixados odos os mais
impo an es concei o de dis in i os sinais, po que isso em pa e depende de
sua c iado sujeikinês s i as specialis is o, de sua pa i ies, in oduziamo sujei o sabe anymo, u imos conhecimen os.
180 Auš a Rimku ė-Ganusauskienė Apibend inando o e mo Sudė inio de dėmenų
subo dinacija: ieno a ejo analizė
e de inição pode-se alega que a e elação do con eúdo do concei o de ce a
ma é ia emá ica ajuda a de inição. Como se á de inida, i. i. quais os a ibu os
essenciais se ão lis ados na de inição, em essência depende do con eúdo do
i apim ies sup a imo – kuo daugiau esminių objek o požymių žinoma, uo
apib ėž esnis, išsamesnis są okos u inys. Iš 1 pa eiksle pa eikiamos schemos
concei o e , que de de e minado domínio sujei íssima obje o, concei o,
e mo e de inição es ão elacionados a ce as elações de subo dinação e um
dependem do ou o (ž . 2 ig.) mudi as a um dos elemen os, mudam-se e ou os.
2. APRIŽŽČI TIPAI
Na e minologia as de inições icam di e en es. Alguns au o es deles
sepa am mais de um décimo de espécies, po exemplo, como indicado Julios
Edua do nos Muelle a igo, Helmu as Mönkeė deles sepa ou a é 70 (Муelle
41), algumas dezenas deles indicado e VLEe: os ensinis, nominalinis, seman inis,
sin aksinis, ope cinis, con ex inis, desc ipcinis (ap ašomasis) de inição,
de inição genine e so inum, nominalinis de inição e k 2016: Ve dade, aqui elas
são desc i as como de inições da ciência da lógica. O e minologis a Li uãos
Kazimie as Gai enis no li o Lie u ių e minologija: eo ijos i a kybos
me menys indica que o e minologis a polkų S anislo as Gajda aos concei os
de ini e explica explici amen e na linguagem da ciência us a a 11 espécies
de de inições, que podem e po á ios po ūšių: paaiškinamosios,
palyginamosios, klasikinės, gene inės (ou kilminės), ope a, pa ap adės (ou
p o ode inicines), nomina i as e ecu si as, aki aizdžiosios,2 Relação de
subo dinação do Te mo dėmen (-s) e de inição
181Te minologija | 2021 | 28 liosios e ealiosios, con ex i as e leksikog a inės
(Gai enis 2002: 132 133). O p óp io lbinis a, bene p incipalmen e de odos os
e minologos li uanos examinado de inições de e mos, dis ingue seis
de ineis desiguodo de p odu i idadena p imei a pa e da de inição indica-se a
čių ipus: „1) pilnuosius apib ėžimus (a imus loginiams apib ėžimams,
adinamiems de ini io pe genus p oximum e di e en iam speci icam), kai
e minologia do concei o mais p óxima giminė, e na segunda a espécie
di e encial; 2) de inições sinônimas, quando su eikšmės co espondmenimis;
dė inis e minas aiškinamas ienu a keliais apačios a ba labai a imos
3) as de inições enume á eis, quando se deduzem i ens ou enóškinhas,
pe encendo a um concei o e minia de iné el; 4) compa á eis de inições,
quando após ab e ipos plg. é adicionado singula ou e mo compos o, que
sepa adamen e é de inido, u iliza qualque ou o ipo de de inição; 5)
incomple es de inições, que podem não e o ma de de inição loginio e
indica apenas uma qual e minícias concei os ou ealias peculia idade
paski į, kilmę, pa idalą e pan. ; 6) de inições e e en iais, quando indicam-se à
comunicação cien í ica dize ini os e mos no mais em ez de es eu ai usos
p o esionalizmų ou ne aisyklingų e pasenusių e minų (Gai enis 2004: 114115). K.
Gai enis es es ipos de de inições dis inguiu esnag inhado de odos os ipos
de e mos compos os a ap esen ação em diccioná ios de e mos edi ados
nos anos posa io.
Como já oi possí el en ende , de a o o ipo de de inição depende do cien is a escolhido de di e gência.
Aqui em ou as on es em língua li uana ge almen e dis inguem in ensi as e ex ensi as de inições (Gai enis
2002: 30; plg. Celiešienė, Džežulskienė 2008: 45; EFT 2018: 4445; ISO 1087: 2019)6. In ensine de inição (angl.
in ensional de ini ion) onde são lis adas uma a imis ia já de inida ou conhecida a odos um cognininė
concei o7, e a ibu os, desc i i an es concei os iposinos di e enças (K ašy ė 2005: 13; plg. Gai enis 2002:
30), eks ensine (angl. ex ensional de ini ion) onde são lis adas um mesmo ní el de abs acção pe encen es
a conjun os de espécies ou de isumos ( en pa ; plg. Gai enis 2002: 17, 30; da plg. ISO 1087: 2019). K. Gai enio 6
Como já es á esc i o, es as de inições K. Gai enis chama a plnosiomas de inições. 7 Aqui e pos e io men e
em ci ação exp ess e in a dizodyno au o ês R. K ašy ės. 8 m. 2019 elabo ado no pad ão in e nacional ISO
1087: 2019 Te minology wo k and e minology science Vocabula y (į lie u ių kalbą jis neiš e s as) dis inguem
dois ipos de ex ensões de inições: gimininė eks ensional apib ėž is (angl. gene ic ex ensional de ini ion) e
pa es eks ensinė apib ėž is (angl. pa i i e ex ensional de ini ion).
Auš a Rimku ė-Ganusauskienė Segundo o e mo Sudė inio dėmenų i
subo dinacija: ieno a ejo analizė
de inições, [I]n ensiniai de inições ge almen e são de inições clássicas
de ini io pe genus p oximum e di e en iam speci icam. Nessas de inições
à espécie di e ença pode i não um, mas á ios sinais. Isso é po que há casos
em que impossí el encon a aquele único aço que de inia o obje o de
de inição sepa a ia de odos os ou os obje os e essencialmen e e ela ia
seu con eúdo (Gai enis 2002: 30).
Não odos os ipos de de inições no abalho p á ico de e minologia
igualmen e impo an es. Assim Reine is A n zas, He ibe as Pich as e
Felixas Maye is no li o Ein üh ung in die Te minologiea bei desc e em
duas mais eqüen es espécies: 1) de inição de con eúdo (plg.: ok.
Inhal sde ini ion, angl. analy ical de ini ion, in ensional de ini ion, gene ic
de ini ion) ansmi e o e mo con ênio, i. e. especí icos aços ou
peculia idades, que podem se a ibuídas ao de inido sujei o.
Essencialmen e isso é o mesmo, que na e minologia Li uânica é conside ada
já mencionada in ensine de inição, pois baseia-se naquilo que já é conhecido,
e dis inguem-se ce os bū ini (não odos!) de iníam concei o aços,
ajudan es p ide in i o e mo a já exis en e sis ema de e mos;
2) de inições de alcance (plg.: ok. Um angsde ini ion, ok. ex ensionale
De ini ion, angl. ex ensional de ini ion) ajuda a desc e e o e m, indicando
um ní el de abs acção pe encen es aos a ibu os ou ao concei o de odo
as pa es cons i uendá ias. Assim, os au o es aqui dis inguem a de inição
ex ensi a desc i a na li e a u a da e minologia li uana e acen ua que o
escopo do e mo pode indica -se a iadamen e, po exemplo, lis ando isolados
i ens ou enómenos, cons i uindo. de ineiam a e minologia concei a, ou
desc e endo ce os símbolos, ó mulas, núme os e sinais de concei os
sociais (A n z e k . 2004: 6266). Mencionados au o es a i mam, de inições de
con eúdo e escopo ajudam e ela hie a chicos concei os de elações, e
e mos de ini em pode bas a i ou do con eúdo, ou do escopo pa ame o,
embo a em alguns casos concei os escopo e con eúdo es ão elacionados. R.
A n zas, H. Pich as e F. Maye is ais de inições seleção basezia
adap ikomumu p á ico no abalho de e minologia. Pode-se conco da que
isso é pa icula men e a ual pa a ce os especialis as da ma é iacinha
de e minada, que se es o çam a de ini p ecisamen e os e mos. Juan C.
Sage en a iza que no abalho de e minologas o ien ado pa a a p á ica é
possí el c ia odos os ipos de de inições, mesmo caso elas e não cump am
igo osos equisi os de con eúdo da de inição clássica (Sage 1990: 42). Aqui, ma y , ale ia
183Te minologija | 2021 | 28 não esquece do que mui as ezes qualque espécie
de classi icação baseia simplesmen e di e en es di e en es au o es de
pon os de is a e, como já mencionado, desiguodu subs indo de desag egação.
Especialmen e mui a a enção aos e mos de inidos, seus ipos e exigências
aloca o e minologis a usų Se gejus Shelo . Ele em 2003 m. saíuuso
monog a ia em Te min. Te minologicidade. Te minológicas de ini aço, que a
a e a da de inição é não con i ma e não desc e e , e es abelece , de ini o
obje o e assim dis ingui -o de ou os (Шелов 2003: 33). Kalbi1) classi icacionais
ninkas, daugiausia emdamasis logika, apib ėž is ski s o į penkias g upes:
de ini ys ( us. родовидовые, классифицирующие определения), nas quais
dis ingue-se kinininė concep oka e seu gênis a ibu o (Шелов 2003: 37). Es as
de inições di idem-se em pa i y ines e o a i ines;
2) lis asijamosios de ini ys ( us. перечислительные определения),
quando o con eúdo de um e mo e ela-se lis ijando lhe pe encenčius
elemen os (Шелов 2003: 45);
3) de inições con ex uais ( us. con ex uais de inições), quando o
signi icado do e mo explica a lis agem exa os de odos os con ex os
(Шелов 2003: 51);
4) ope acionais de ini ys ( us. ope acionais de inições), nas quais a ende
ce a ope cinė a i idade. Elas são ca ac e ís icas das ciências ísicas
e ma emá icas (Шелов 2003: 62); 5) monomo inesas e polimo inesas
de inições ( us. monomo adas e polimo adas de inições).
Monomo ínias de inições peculia idade é cla o, es i amen e
p esc i o o con eúdo do e mo de inido, e polimo ines de inições
pe mi e mais li emen e in e p e a o concei o semân ica, não são
p ecisos, po an o ne ekomendaojamas no minizada e minog a ijā
(Шелов 2003: 67). A au o iaus opina, es a sis ema de inições em e
ne ikslumų ( enpo).
Apibend inan de e ia en a iza que, pa a, jog de ini -se p ecisamen e
unsaky ų, in e namy ų ou desc ibidos um concei o, nela de e ia se
e elados ce os ca ac e es de concepção į a dijamosios, ajudan es a
eulškinhi as suas di e enças de ou os concei os e mos a ce os
seman inos laços. A pa i do que já oi di o, al ez não su ja dú idas, que
não só e mos, mas e ambém de inições ajudam ga an i a odos
uni o memen e comp eensí el, jun amen e e con iá el subje i ão de comunicação. Além disso, como ê-se da igu a 1, o e mo e de inição es ão ligados-
190 Auš a Rimku ė-Ganusauskienė Sudė inio e mo dėmenų i de inição ies
subo dinacija: ieno a ejo analizė
LITERATŪRA
A n z Reine , Pich He ibe , Maye Felix 2004: Ein üh ung in die Te minologiea bei , Geo g Olms Ve lag
AG Hildesheim.
Bubelis Rimgaudas, Jakimenko Vi ginija, Vala ka Vy is 2012: Logika. II dalis. Silogis ika, klasių logika, dau-
gia eikšmė, modalinė, no mų logika, nededukciniai samp o a imai, Vilnius: Mykolo Rome io uni e si e as.
Celiešienė Vilija, Džežulskienė Judi a 2008: P o esinės kalbos pag indai, Kaunas: Technologija.
EFT – Emp ehlungen ü die Te minologiea bei , Be n, 2018. P ieiga in e ne e: h p://www.co soes.o g/si es/
de aul / iles/KUEDES_Emp ehlungen_ ue _die_Te minologiea bei _Be n_2018.pd [žiū ė a 2021-05-13].
Eidukienė Dalia 2009: Logika, Vilnius: Pa ama.
Gai enis Kazimie as 2002: Lie u ių e minologija: eo ijos i a kybos me menys, Vilnius: Lie u ių kalbos ins-
i u o leidykla.
Gai enis Kazimie as 2004: Sudė inių e minų pa eikimas i aiškinimas e minų žodynuose. – Te minologijos:
is o ijos i daba ies p oblemos: s aipsnių inkinys Kazimie ui Gai eniui a min i, Vilnius: Lie u ių kalbos
ins i u o leidykla.
Gai enis Kazimie as, Keinys S asys 1990: Kalbo y os e minų žodynas, Kaunas: Š iesa.
ISO 1087: 2019 (en) Te minology wo k and e minology science – Vocabula y. P ieiga in e ne e:
h ps://www.iso.o g/obp/ui/#iso:s d:62330:en [žiū ė a 2021-07-05].
Jakai ienė E alda 2005: Leksikog a ija, Vilnius: Mokslo i enciklopedijų leidybos ins i u as.
Jakai ienė E alda 2010: Leksikologija: s udijų knyga, an . paka . leid., Vilnius: Vilniaus uni e si e o leidykla.
Keinys S asys 2005: P iesaginė lie u iškų e minų da yba. – Daba inė lie u ių e minologija, Vilnius: Lie u ių
kalbos ins i u as, 21–76.
Klima ičius Jonas 2005: Kazimie as Gai enis. Lie u ių e minologija: eo ijos i a kybos me menys [ ec.]. –
Leksikologijos i e minologijos da bai: no ma i is o ija, Vilnius: Lie u ių kalbos ins i u as, 246–258.
KP L1 – Kalbos pa a imai 4: kn. Leksika 1: skolinių a ojimas (L1), sud. D. Mikulėnienė, Vilnius: Mokslo
i enciklopedijų leidybos ins i u as, 2005.
KP L1 – Kalbos pa a imai 4: kn. Leksika 1: skolinių a ojimas (L1), sud. D. Mikulėnienė, A. Dily ė, an as
pa ais. i papild. leid., Vilnius: Mokslo i enciklopedijų leidybos ins i u as, 2013.
K ašy ė Regina 2005: Mokomasis e minologijos žodynėlis, Šiauliai: VšĮ Šiaulių uni e si e o leidykla.
LKE – Lie u ių kalbos enciklopedija, pa . K. Mo kūnas, ed. V. Amb azas, Vilnius: Mokslo i enciklopedijų
leidybos ins i u as, 1999.
LST ISO 1087-1:2005 Te minologijos da bas. Aiškinamasis žodynas. 1 dalis. Teo ija i aikymas ( apa us ISO
1087-1:2000).
Mickienė Ilona, B iaukienė Bi u ė 2016: Lie u ių e minologijos apsek ai: me odinė mokomoji knyga, Vilnius:
Vilniaus uni e si e as. P ieiga in e ne e: h ps://www.kn . u.l /dokumen ai/ ailai/ka ed u/lie u iu/
Lie y i%c5%b3_ e minologijos_aspek ai_2016.pd [žiū ė a 2021-04-01].
Muelle Julia Edua do na 2016: P inzipien, A en und Cha ak e is ika on De ini ionen in de deu schen
und englischen Logis ik e minologie. – Филологические науки в МГИМО 7, 39–49. P ieiga in e ne e:
h ps://philnauki.mgimo. u/jou /a icle/ iew/117/118 [žiū ė a 2021-07-01].
No eikai ė Adelė 1994: Lie u os Respublikos s anda as „Te minologijos p incipai i me odai“. – Te minolo-
gija 1, 99–100.
Obe holze Mi jam 2002: Te minologische De ini ionen: Fo m, Funk ion, Ex ak ion, Zü ich. P ieiga in e ne e:
h ps://www.cl.uzh.ch/dam/jc :00000000-6a77-a254- - a5 a2b22/obe holze _liz_ e minologische_de-
ini ionen.pd [žiū ė a 2021-07-01].
Plečkai is Romanas 2004: Logikos pag indai, Vilnius: Ty o Alba.
Sage Juan C. 1990: A P ac ical Cou se in Te minology P ocessing, Ams e dam / Philadelphia: John Benja-
mins Publishing Company.
Šalkauskis S asys 1991: Raš ai II: iloso ijos i pedagogikos e minija, Vilnius: Min is.
TT – Kazimie as Gai enis, Angelė Kaulakienė, S asys Keinys, Jonas Klima ičius, Te minologijos aisymai,
Vilnius: Mokslas, 1992.
TV – Te minologijos ado ėlis Eu opos Komisijos Ve imo aš u gene alinio di ek o a o Lie u ių kalbos depa a-
men o e ėjams, Liuksembu gas, 2006. P ieiga in e ne e: h p://www.la aneda.l / ailai/ e minology_gui-
delines_l .pd [žiū ė a 2021-05-12].
TŽŽ – Ta p au inių žodžių žodynas, ed. A. Kaulakienė, Vilnius: Alma li e a, 2013.
TŽŽ – Vale ija Vai ke ičiū ė, Ta p au inių žodžių žodynas, 4-as pa ais. i papild. leidimas, Vilnius: Žodynas, 2007.
VLEe – Visuo inė lie u ių enciklopedija, e. a ian as, Vilnius: Mokslo i enciklopedijų leidybos cen as, 2001–
2020. P ieiga in e ne e: www. le.l .
Шелов Сергей Дмитриевич 2003: Термин. Терминологичность. Терминологические определения, Mocква.
191Te minologia | 2021 | 28
SubORDINATION bETWEEN COMpONENTS AND DE INITION O A COMbINATI E TERM: CASE STuDY
Summa y
Como é ge almen e conhecido, o con en o he e m is e ealed by he de ini ion o he
e minological meaning, he con en o which essen ially depends on he scope o upda ed
he concep . I he numbe o he basic and dis inguishing ea u es e lec ed by he
concep changes (dec eases o inc eases), he con en o he de ini ion may be u he
(na owed o expanded). The p o essionals o a ce ain ield may choose sligh ly di e en
ea u es o he concep o de ine he same concep . Such inconsis ence may be
de e mined by he di e ence in hei expe ience, pe cep ion o he concep , p o essional
knowledge, and e en imagina ion. Nós podemos dize que a de inição de um ce o e mo é o
ou come de um aco do cons u i o, e he e a e cases whe e se e al de ini ions ( a he
han one) e ealing he basic and dis inguishing ea u es o he concep de ised by he
p o essionals o a ce ain ield may be conside ed co ec and app op ia e.
The a icle analyses wo-wo d e ms wi h he head componen ap anga and shoe ound in
he Te m Bank o he Republic o Li huania: gimnas ikos ap anga, gol o ap anga,
slidinėjimo ap anga, eniso ap anga and mo ociklininkų ba ai, pa ašiu ininkų ba ai, bokso
ba ai, žolės iedulio ba ai, e c. I is discussed why in some cases he combina i e e ms
wi h ap anga and ba ai as head componen s indica e aspec wi h he shade o pu pose and
in o he cases wi h he shade o belonging. The analysis o he examples en ails a
conclusion ha he exp ession o he aspec ual componen (s) o he combina i e e m
ob iously depends on he con en o he de ini ion c ea ed by a p o essional o a ce ain
ield. I means ha he way a p o essional concei es he speci ic e m de e mines which
elemen is chosen o use. Po an o, he e m and i s de ini ion a e linked by bidi ec ional
ela ions o subo dina ion, i.e. he selec ion o cons i uen componen s o a one-wo d o
combina i e e m depends on he con en and scope o he de ini ion, and ice e sa.
Recebido 2021-07-10
Auš a Rimku ė-Ganusauskienė
Lie u ių kalbos ins i u as
P. Vileišio g. 5, LT-10308 Vilnius
E-mail aus a.gan[email p o ec ed]