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Dėl kalbos kultūros mokymo

Rita Miliūnaitė

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R. Miliūnai ė. Po causa da cul u a da língua 151 do ensino da língua pP aak ikos ak ualijų RITA MILIŪNAITĖ lie u ių kalbos ins i u as De ido à linguagem kul ūRos MokYMo ida nem nepas eou pai de indo, po an o nãou ilo, e uoliai e obusniai epe iu pala as, que lhe kuždia Emilis de uščios malkinės. Emilio pai pabalo, exgi dendo os, pois ele e a ancião da ig eja, a ais baisias pala as ninguém ne a ojo kal hul oje, e não impo a, que ida a ê eles al gležnu, es elniu balseliu. nu ilk, ida, za iko pai is. em seguida en oukišo a mão po langelho e nu ė ê Emiliui po paka pos. maldecido menino, o que aqui magai sua suu ê malik is? De odo não, espondeu Emilis, eu só ensinei ela, que nunca p ecisa dize po kipšais, e ainda lhe ins alei na cabeça oda uma pilha de ou as pala as, das quais é p eciso gua da como aga as em olho. as ida lindg en. Emilis de Lionebe gos como e nepado u se ia kiš is em uma speci inę á ea, não endo di e as in e ligações com p ocesso de ensino, nepa ašius nenhum manualê ou chamada de ins umen os de ensino, e linguís ico me odikas lemb ando apenas de es udos empos. juolab na quo idiana p á ica da língua no popula a inamaio abalho e cons an emen e consul ando de á ias idade e educacão consumido es da língua mais eqüen emen e em que pensa não sob e quais me odikas, e guiu is ao empo susikloschiusia nuo oka, como as pessoas pe cebem a linguagem e o que lhes de e dade de linguagem e kalbininkų p ecisa. mui o cla amen e não ez expe imen ada: as pessoas em a duejo i po causa simplesčiausių, pama inių linguagem de consumo coisas, p o ê con iança nas suas habilidades. e ainda pio abejoja não con ocados esponsabilidades po seu c iado ex o, di o pala a, e genami emo es se publicamen e pai ado, algo não assim esc i o ou pasakê. aigi con a o į com a língua cul u a cons an emen e acompanha in e ninė sumaiš is, pe u imas, baimė ou mesmo apipik inimas e ou os oli g ažu não posi i os sen imen os. 152 linguagem kul ūRa | 81 po an o pa ece igualmen e ambém nepado u silencia , quando a e dadei a linguagem de cul u a como kul ū ingos kalbos concepção na nossa sociedade o na-se pe e ida, quando comun inês ap endizagem da linguagem i sa ap endizagem de e os da linguagem e, desg aço, i pdo os úl imos sen imen os de língua emanescen es e zlugdo con iança em sua língua. en ão es e espelho do país aos me odis as de ensino da língua cul u a al ez pa eça xi ão akib okš as, po ém gos a ia-se que ele osse en endido como uma ocasião e i a -se do habi ual, não em uma década de o mação de linguís ica de e os de ensino e pensa : se á hoje ainda o mesmo as pessoas p ecisam? 1. bEnDRinas línguas iR suas noRMų MokYMo sVaRba Visuomenėje al kinėjan du an e longo empo susiklossiam aos adicionais socialícios laços, nebeliega kalbinės bend uomenės sėslumo, que impo an e, que as no mas da língua osse ela i amen e cons an ios e consis en emen e pe imados de ge ação em ge ação. não beixa e e pês, da qual uma c iança desde mažens ecebe ia sólidos undamen os da linguagem (no malmen e isso e a a mė). po isso comun inês línguas, que são ensinadas na escola, os undamen os do sis ema mui as ezes o nam-se os únicos lingubinhos undamen os jaunesnių ezes da sociedade. além disso, gausėjan lie u ių išei ijai, p o a elmen e como apenas bend inė kalba se á aquela a maina da nacionalidade da língua, que e ec ua á a nau os ienijamąją unkção. aigi e bend inês ensino das no mas da língua en aga uma impo ância cada ez maio . neišleis ina de olhos e o a o de que bend inė língua é o emen e in luenciada i okių iešojoje a osenoje unkcionandoan es mui o desigualy ės i eguliuojamas linguagem ap aiškų, e pa icula men e pe e imus e ou os idiomas. gene inês no mas da linguagem isso ge okai silpnina, e mokyldade inga au us habilžius não semp e são a o ankios condições consolida e man e . especialis as da me odologia de ensino de línguas econhecem que no ensino da língua na i a não é su icien e limi a -se apenas à língua comum, no caso da língua na i a sucessoê besąlingiamen e lemia ex os, o mas e exemplos a iedade (D azdauskienė 2008: 23). Į ai ias ci cuns âncias de ida (pa yପରି, g ožinės li e a ū as kū inio e imas) es imula domina á ios meios aiškos e caso necessá io pagá-las adequadamen e ie oj e empo consumi . Henceasi, man endo a bend inha língua p immenidade, mokykloje de e se o necamà neišk eip a e ou os idiomas a mainos, suas unções, des inação sociedade e alo es samp a a, i. i. não iškelian i só bend inę lingua, e udo ci a paneigian i e expulian i o a apy a os. ha moniza is o não é ácil, po que, segundo Ma ijas liud ikas D azdauskienės, o cump imen o do pad ão ap ende ajuda, e es uda di icul a (ibid, p. 23). R. Miliūnai ė. De ido à cul u a da língua 153 ensino es ei aip mąs an , em keis is e adqui alėjęs comp eensão da cul u a da língua. Ago a es a concep oka mokinių e s uden sų, egis, é iden i icá el com e os de linguagem mokymusi. ap endokos, quais exis am e os de linguagem, elas en ama co igi execu ando á ias exe cícios sąsiu inių, es ų knygelių e ou os mokomųjų leidinių a e as. em ou as pala as, os alunos, apenas in oduzindo as bases da língua comun inês e suas a é o im não en inche adas, são ei os especialis as da língua, que de em domina e iš i kščiaja a pa e das no mas da língua, e os es udan es ecebem ainda mais de língua šiukšlių. como isso unciona seus p óp ios sanklodão de no mas linguís icas comuns? ou não c ia con usão? Caminho de ap endizado do e o à no ma signi ica i o p o a elmen e en ão, quando ap endemsi do seu e do ambien e mais p óximo e os, mas já endo nemenkus no minês habilidades de linguagem. se aos alunos e es udan es nas cabeças alam lhes es anhi, nãoi dė i no ms iolações, não e em ligação com a a ualine a osena e das suas p óp ias p á icas da língua, nãoenues a que albos kul u a o na-se a g asiu sujei o e ce aõsios da cul u a da língua, que signi ica p incipalmen e a habilidade consumi no miné lingua e usa á ias es ilis ines aiškos meios, con aingybe. lingbinė si uação e gene inė linguagem uncionamen o bem como suas no mas de ensino(si) con ex o es á nos úl imos anos cla amen e mudando na Li uânia. muda-se e o p óp io ensino, seus mé odos e ins umen os? da cul u a, como sepa ado sis emicamen e en e ou os emas de língua li uanas ensinomo sujei o, já es eja em secunda izadas escolas e gimnazios. p imei o manual des e cu so pa a escolas secundá ias oi edi ado em 1990, e nele des ina-se ao ap endizado de linguagem cul u a no 11o ano; mais a de es e assun o desinco po ado e inse ido em odos os ní eis de ensino p og amas. nas escolas supe io es de aco do com a Comissão Es adual da Lí ima Li uana de 2003 m. ap o ada p og ama de especialidade de língua (skp 2003) o ensino da cul u a da língua p on os pa a as conc e as especialidades necessidades, ac edi ando que uni e si e as ne ilologicas p og amas de es udos целе is o ien a -se em especialidade de linguagem necessidades. e pe mi idos pa a esse im des inados de manuais e ou os meios de ensino. li os de e dade e dadei os pa a o ensino de educação ge al, p o issional, de educação e de escolas supe io es, li os de ensino de línguas, li os de alunos e mes es, es os, guiões, eg as... as o mas de no mas (i. e. busca e co eção de e os) da língua comum são neles keis ai semelhan es: pa e das a e as são, pelo menos, ex emamen e não c ia i as. a ques ão se isso a ende às no as necessidades linguís icas da sociedade a ual, especialmen e jo ens, de e se se iamen e conside ada. Ao mesmo, em p imei o luga , pode iam esponde os p óp ios p o esso es de línguas li uanas e p o esso es da especialidade de língua. linguagem kul ūRa | 81 154 2. qual REikia bEnDRojo cul u aRos supRa iMo? como obje i o de ap endizagem de língua comum é simples e cla o: é p eciso ap ende a no ma de língua comum, susc ibi undamen os da língua, pa a que com base neles osse possí el usa es a língua a mainá de aco do sua des inação em á ias ci cuns âncias, di e sos es ilos. Um dos e i icados modos de ap endizagem cons an emen e lei a mui o boa língua esc e eu (não só só g ožной литературы) ex os. obje i o es e di icilmen e a ingiu-se neįsisąmonis, o que é bend inė língua, qual sua des inação na sociedade e, galų gale, qual conc e e i p ak inė sua pagamen o nauda. bend inha das no mas de aksiomų, nedidelės, be logiškai pa eik õs są okų sis emos: au inė kalba, bend inė kalba, isuo inė i bend inė a osena, unkciniai kalbos s iliai, ap endizagem de mo i ação e ela bas a a á ias no mas da língua, bend inha da língua no minamen o (kodi ikacija), a ian iška dos enómenos na u eza, desiguoda sua adução, e os da língua e e c. es es assun os ge almen e es abelecidos em in oduanginiuose manualėlių desy elhos, só ou semp e subjec i amen e p ecisamen e e adequadamen e? Conside e-se alguns em colegios e uni e sidades des inadas a língua cul u a guiê1 po exemplo, no li o didá ico Cul u a da língua Ge al e especialidade, com base alekso Gi denio 1973 m. nossa e is a de linguagem publicou um a igo kalbo y os žodynėlio sob e a lingua bend ină, esc e e-se que uma das di e ências da lingua bend inė dos dialec os e i o iais e sociais é que a lingua bend inė u i não só acus inę, mas ambém isualinę de exp essão ( aš ą) (bsk 12)k2. sim, po ém al alegação, ap esen ada sem mais amplos explicação, le a à conclusão de que a língua da esc i a semp e é bend inė, po que sob e ou a aš ą con endo língua a a ian naquele guiêlio chy elele não é absolu amen e nãožmencionada. mesmo se na linguagem olha mos sinch oniamen e, hoje isso já não é c edí el. Na mídia ele ônica uncionando esc ey inė lie u ių kalba oli g ažu não semp e é bend inė; lá de sociais, p o issionais dialec os ap aiškų pode encon a an o e an o. e dade, naquele manualêly sob e ele ônica e pê ala esc e e, só não in odução, e em odo ou o luga , gal. mas ou os es udan es mesmos echas logá ios de um e ou o y elio sankab? 1 a igo não em o obje i o de alhadamen e esses manualêlios examina , juolab que eles odos an es de pe mi indo o am e isados, alguns ainda e ecomenda em li u os República Minis é io da educação e ciência ou e apoia i Es a ybines lie u ių kalbos komisijos. as ano ações ap esen adas possam p a e s i aos p o esso es e lec o es da cul u a da língua, que u ilizam es es guiêlios, bem como u u os au o es de guiêlios. Guos is, que os manualis as apidamen e en elha, e eles keiçam no os e al ez não osse be e a sob e isso esc e e , não é mui o enganinga. 2 G e a encu amen o do on e indicado página; lis a de on es é. no inal do a igo. R. Miliūnai ė. De ido à cul u a do ensino 155 da língua po es eu as é al no ma de língua, que se elaciona só com a comunine língua, en endimen o: p ipažin a, nusis o ėjusi comunine língua a ob iga ó ia egê, exigim (lkkV 14), bend inei kalbai būdingų e a ojamų linguagem ac os e eg as po ma (lkkV 16), como se a no ma mesma osse excepcional só bend inesa linguagem a ibu os. al disposição in oduz-se e no es e aqui mesmo ap esen ado, ejei ando a quali icação de no ma linguís ica uni e salmen e acei as disposições e eg as de linguagem como ne eisingą (lkkV 23). alando sob e es ilos uncionais (bui inho, adminis a i o, cien í ico, publicis ino, a ís ico), pe mi e-se en ende que isso é bend inha linguagem a mainos (bskk 14; sky elis bend inė kalba i josas a mainos), po ém e aqui é p eciso p o isões: nem a inis, nem juolab bui inis es ilos nišsi enka bend inė kal: a mais impo an e unção do es ilo domés ico nemin ina com a comunapa ina língua esmine unção de comunhão público (pelo que e Župe ka 2005: 6064). Ainda oco e que os e os de linguagem são chamados de e os de cul u a de linguagem (bskk 107), embo a, se não há no mas cul u ais de linguagem, isso não possa se e e os de cul u a de linguagem, jono shukio já há mui o cla i icada, que al denominação não é necessá ia (shukys 1992 10). no ou o manualêly já adėjam: Įspėmė ina, ha ne a o inas kažkieno in en ou e mo kul u kalbos klaida (lkk 14). não há exa os e o p óp io en endimen o de e o linguís ico, caso se esc e e que alguns de e os oco em só em algum dialec o ou sociolek e (bskk 17). esquecendo-se que o concei o linguagem e oida em cla o dos aspec o a aliamá io. é nemo i uo i nussžengimai codi icação, e codi ikuo os são só no mas de linguagem gene inês. aigi e sob e e os são semências ala só bend inês línguas, e não a mių (dialek ų) ou sociolek ų a osenoje, embo a e nos úl imososios pode api aiky i pa a eles nebūdingų eiškinių. es es e exe cícios, elacionados com os comuns linguagem cul u a emas comp eensão, a e as às ezes ão con usas, que, mesmo endo mais ampla do que os alunos ou es udan es assun o con ex o, pasimun i bejágis ealizá-las. G eiamen e assim é de ido ao a o de que em ge al a língua é um i ido da inys e unciona não como mechaninė ac os e dados sancaupa, e algumas a i mações sob e gene inę linguagem e com as suas no mas mais elacionadas assun os não podem se ap esen adas só schemamis. ou elas p ecisam se melho ei indicadas. po exemplo, pede-se enche len elę (dešinę sua pa eę), da qual de e ia se is as seis dessas espécies de e os de linguagem on es. po pa de páginas ap esen am as espos as da a e a (lkkV 17, 19), de modo que oda a abela p eenchida de e ia pa ece assim: 156 cul u a de linguagemRa | 81 de linguagem e ados de linguagem e ados on es c) lexikos a mės, shnekamoji língua, ja gonas, ou as línguas. d) Pala as doi as ou as línguas, šnekamoji língua. e) Mo ologias a mynas, a) a ies a mės, šnekamoji kalba. b) ki čia imo a mės, šnekamoji kalba. šnekamoji kalba, ou as línguas. ) sin aksês šnekamoji língua, ou as línguas. quan o isso é e dade e o que isso pode da a alunos ou es udan es? não é su icien e sabe em ge al, de onde em uma língua comum su ge a iões (en ão não só e os!), quais as causas e on es de sua apa ição? e in o ge al en endimen o sob e a bend inha língua, suas no mas na u eza e aiškos meios de escolha c i é io, p ecisa oma conc e os bend inha língua no mas de ensino. como melho é isso aze ? 3. cul u a do idiomaRos MokYMo pP ax ika cada humano lingubinė expe iência e hábi os bem di e en es ne as ume dois comple amen e da mesma manei a, ais mesmo aiškos meios de seus pessoas que c iam a sua língua. essa mesma ambien e, social, p o issional comunum e semelhan es a o es, sem abejo, diminui semelhan e a balbinę egsená, mas semp e es a espaços e indi idualiajai a osenai. en ão e comun inês ní el de domínio da língua pode se mui o di e si icado, e iolações das no mas da língua não necessa iamen e odas uni o memen e ca ac e ís icas isso mesmoha de aco do com algum que seja a ibui o g upo de pessoas. a kim, subãčiaus gimnazia dos alunos bend iné ala em alguns aspec os (pa yčajne, de aco do e ei o a mės) sepa a -se do plungês gimnazia dos alunos de linguagem, po ém e na mesma subãčiaus gimnazia classe en e os alunos ambém ha e á uni o mokias ou ou osokias di e enças linguís icas. Tudo isso pa a os me odis as de ensino da língua pe ei amen e comp eendidos, só se conside a quando esc e em guia cul u a da língua? F equen emen e, sakyčiau, udo maunama sob e o mesmo ku palio. Todo mundo em que ap ende comun inês no mas da linguagem (e isso nãoincingy ina, po que elas odos são comuns), mas po que odo o mundo em que ap ende e al ez es animų kažkieno kadaise aze ia e os? o a gumen o de que pa a a linguagem cul u a guiêlios a eliam-se apenas ca ac e ingiausias iolações das no mas, como se á is o, não é o e. R. Miliūnai ė. Po causa da cul u a da língua 157 3.1. Do e o à no ma ou ice- e sa? de e ia se mais cla amen e pe cebida di e ença: ena é c ia linguagem, i. i. p ocu a , como exp essa men į, quais escolhe ap op iados meios aiškos, ejei ando uoka (ou comple amen e) não necessá io. que ou a b au is em es animo ex o. p imei o caso ecupe am-se e co igem-se suas habilidades e hábi os de língua, e isso se e odos os usuá ios da língua. an u é a aliada e co igida de ou a c iada língua, e isso pode ealiza adequadamen e pa a isso p epa ados especialis as da língua. sem dú ida, habilidades de edacção de ex o p a e čia a cada homem educado, mas é p eciso ans o má-lo no p incipal obje i o de ensino cul u al de linguagem? Au o es de Vado ėlių eo icamen e e dadei os obje i os de ensino, pa eis, bem en endem. p a e manhas de ine cla amen e o que se p e ende: obje i o mais impo an e mokslei iai de e adqui i conscien igas e egula as habilidades de uso da linguagem [= habilidades. R. M.], que eiškiam ex o (say iniu ou ašy iniu). ex o e lexião pon o e obje i o inal. Mes eli os de em domina no mas da linguagem e nos ex os deles não iola . (Vkk 7) Es e guia de cul u a da língua obje i o ajuda os es udan es a adqui i essencialíssimos conhecimen os de cul u a da língua li uânica e de e ique a da língua, ap ende em egula men e a usa e mos da língua ciência e p o issão, p epa a em e į o mini in o macinius, a komuosius e o ganizacinius documen os, su o mula em eg as da língua bem como sa a ankiško ap endizagem, p omo e sa iugdą, c ibiškumą, comunsius gebėjimus. (lkkV 5) A Taisymai dos e os no solo da nossa comun inesa língua e ap endendo a pa i daqueles e os em elhas adições desde pa jono jablonskio. po ém, pa eceis, longo empo oi se es o çando man e no mas de ensino e co eção de e os pesousbalança: na escola ensina-se no mas e ap omasi do seu p óp io pada y ų e os, que co ien a o mes e. Mais a de, endoin no minês linguagem undamen os, às ezes b equia pasi ik ina , qual dos á ios aiškos meios conc e o casoio ap op iamíssima. c iando e s ip inando esc i ina bend iná linguagem, p incipalmen e e u ė as cla o po eikis e i ica -se no mas on es (óodynas, g amá icas), ambém di e sos luga es de conselhos (ku iųj nenhuma manei a não pode se man ida só su egis adosis no mas iolações) concep os. Conhecidos deles Kalbos pa a ėjas (1939) e Kalbos p ak ikos pa a imai (i leid.: 1976, ii leid.: 1985) (plačiau ž . šukys 2002: 712). a čiau daba ies Biggių kalbos klaidų są ašas i išleis os penkios Kalbos pa a imų knygelės, segundo as quais pa eng a e daugybė ki okių panašių leidinių, ski ų į ai ių p o esões i ski ingų po eikių kalbos a o ojams pais, moky ojams, poli ikams i . . a pa i des as są adų išsiski ia p ano kniūkš os pa eng i Kancelia inės kalbos pa a imai (kanckp 2002, 2007), onde eikė ų labiau ado au is: mokausi no minės kalbos p incipu, a kai ada, abejoju, pasi ik . De e ia ala apenas sob e as mais ca ac e ís icas iolações das no mas. a inal a o og a ia, con udo, ainda se ap ende de no mas, e não do que, po exemplo, em pala a, o c iança não escoma -ia-. se ap inys e escaso linguagem kul ūRa | 81 158 [p]p ima iamen e le an ada, o que ap op iada e a o ina, e ne a o ini sujei os e casos ge almen e minimi po dize inųjų a ian ų. es o ça-se não e os a nomea , e aconsela , o que cancelia ina ala a se e, o que não es á bem, o que não de e iam sem necesalo oca . (kanckp 2002: 7). in e mediá ia a ian e pode se conside ada an ano Rasima ičiaus Va osenos e os ocyní io, onde e os de linguagem se dis ibuem adicionalmen e (há seis g andes g upos deles do ocódino a é sin aksês), mas exemplos de co eção ge almen e são ap esen ados não o dem usual, e p incipalmen e dando no minį exemplo, só depois alidą com neiginio ne (Rasima ičius 1999). s y uojan es no mas da linguagem e concep adai de e os da linguagem é uma ce a o ma con o á el descob i um conc e o enómeno no minę alo , c iando seu p óp io ou a ando ou o c iado ex ą. aigi ais conjuda os des ina á ios p incipalmen e são jo nalis as, esc i o es, adu o es, edi o es e, cla o, p o esso es, que êm a a alia os abalhos de língua dos alunos. po ém não p o issionais de p á ica da língua nada não é necessá io conhece odos os casos de iolações das no mas da linguagem. de i ščiają a pa e das no mas da língua em bem conhece como só especialis as da língua como que médicos á ios possí eis dis ú bios de saúde e doenças casos de mani es aimosi. é ealmen e con enien e udo isso in la pa a alunos e es udan es (não ilólogos)? digamos, as a e as do di igê pa a as colegias: nomeie 10 ca ac e ís icos e os do depu ado, explique a sua o igem, co ija (lkkV 202). não é isso a ciência sob e e os de linguagem? e oneamen e, só en ão, mes e ao co igisius, ap endes ele mesmo do seu e o. usuá ios da língua p incipalmen e se p eocupam, como consumi , e não como ne a o i. In elizmen e, adicional guia cul u al de linguagem ensina e os de linguagem, pois g ande pa e do ex o cons i ui semelhan es eiginhas: klaida conside ado não nomežiuo inių o mų a ojimas ie oj į a džiuo inių ūšiai, excludamajai daik o pa adybei eikš i sudė iniuose e minuose i ypa inimuose [...] (bskk 100), e mui a aisymų. de e ia se incompa adamen e mais a e as, que incen i assem c ia á ios gên ões e des ino ex o, escolhe os mais adequados meios aiškos. se escolhe-se mal, en ão en ão e de e ia escla ece , po que e o que não es á bem. e dade, adequadamen e ap esen adas aisymas podem se mui o ú eis. po exemplo aldonos paulauskienės monog a ia Teisininkų kalba i bendinga no ma em um capí ulo dada 100 eisininkų kalbos sakinių i kiek ienas deles é analisado e co igido com á ios comen á ios ( kbn 3184). incen i a-se pensa e a alia conc e os seu p o issional da á ea ex o, e não o malmen e econheci pabi ų e, não ocul is, mui as ezes a i icialmen e concons uídos sakinių linguagem e os. R. Miliūnai ė. De ido ao ensino cul u a da língua 159 juozas en a êža ainda 1995 m. conside s ando, como em escola supe io de e ia se ensinada cul u a da língua, esc e eu sob e adicionalínio des e assun o sup a imen o: cul u a da linguagem hoje desc e e-se bas an e desiguodai. Mais equen emen e con eúdo do assun o da cul u a de linguagem incula-se com e os de linguagem, suas classi icação, análise bem como co eção, i. i. p e alece en endimen o, que a cul u a de linguagem em que mos a , o que gene ininha alboje egula iga, e o que não, o que nela é bom e o que mal. Na u almen e, isso e é desse assun o neabejo ina, que al de cul u a de s a biausioji esmė. ačiau p ie os esmės galė ų bū i kiek ki oks p iėjimas, . y. kalbos kul ū os dalyko u inį galima sup as i plačiau. (pab ėža 1995: 19) linguagem, como e os de classi icação e suas co eção, samp a ão diegia alguns guiêlos de cul u a de linguagem. po exemplo, con eúdo de um manualê: P a a mė, Ta ies e os, Ki čia imo e os, Žodyno e os, Mo ologijos e os, Sin aksės e os (kkV). aliás, o p óp io manual esc i o bas an e in en i amen e, cada capí ulo começa jus amen e não a pa i de e os, e a pa i umpo no mas desc ição, ou no mas e e os je inamas abelinha. p imei o amilia iza com as no mas, e só en ão com suas iolações en ando-se e nou os manualêlios, po ém ap endimen o se apsidia su ašy ų ne a o inų casos gausa e ou o assun o o malusis dos enómenos da linguagem p incípio de ap esen ação. 3.2. Da o ma pa a o con eúdo ou ice- e sa? dos conselhos da linguagem są adai da adição cons am baseado a ce o o maliuo p incípio sis emá ico: da o ma pa a o con eúdo. é bene o pa ankíssimo modo ( u in em men e não ele ónico, e li oí a pa idal dos dados ap esen ados) apidamen e encon a a on ade con ia ce i assun o. po exemplo, se du ida po causa de um conc e o di ado in ašim ieji me ai (qua o ojo dešim mečio signi icado), um dos espe ė inos luga es onde sob e isso pode se encon ada esc i a, o malmen e is a, é a o mas į a džiuo inės (daí dada, po exemplo, Kalbos p ak ikos pa a imuose3). po ém quando es e desg amininho caso es udan es êm emsidėmė i ap endendoesi Į a džiuo inių i neį a džiuo inių o mų a ojimo klaidas (bskk 100101), ele ce amen e p aslys p o akis, po que neįpe pa em nenhum sis ema semminę e paskęs a en e ou os p amaišiui de á ias on es a pasakojamų e ais casos. 3 Nos No os Galbos conselhos des e caso à in oduziuo inių o mų (KP G 2628) não há, mas não po que ele não seja man ido e ação. Klaidos esmė não į a džiuo inė o ma (nes pakai o aiška isai ki a), e enganidingas odo conjuninio com pala ažiu me ai a ojimas dešim mečio eikšme, aigi e s inis leksikos eiškinys. 166 da linguagem kul ūRa | 81 aisin į a džiuo ines o mas dešim mečiams eikš i, não se pode es dis o sio do aisymo subs ância. Mokoma: alando sob e o his ó ico pe íodo, não se pode usa į a džiuo inių o mų, eiškiančių dešim is: qua oiašim ieji aisomi qua uojuoju dešim mečiu, a isdešim ieji me ai ečiuoju dešim mečiu (kkV 88), embo a na nossa ala isso seja o quin o decenio (19411950 m.) e o qua o decenio (19311940 m.). p ie eiksmių sky ele há a seguin e eg a (kkV 91): būdo p ie eiksmiai são ei os do p esen e empo não a i á eis pa icipan es ou são usados sempúblicos, ex.: nu aminamai ou nu amindamas (ne nu aminančiai) diz; udo empeninadamen e (ne empeninančiai) az; ala e zinamai ou e zindando (ne e zinančiai). no minamícios es abelecimen os aqui indica p esen e só linguagem polinkius, mas de nenhuma manei a não exb aça de eikiamosios ūšies daly ių pada y ų p ie eiksmių, e e pačių eikiamųjų daly ių (s ulbinan is a adimas, skaudan i gal a) (DlkG 2005: 411412; kp G 2002: 3940). não é po isso nas discussões online não se con em com i i umu: como se pode o dena consumi só ilme emocionan e? Se á que aqueles deba edo es ap ende am des e manualê? smulkmena, mas nenu ylė ina (jei osse a ualizados pe missões): 2002 m. expos os manualėly menciona, que ins i u e de línguas li uanias idioma no minimu p eocupa-se da linguagem cul u a e e minologia depa amen o (lkkV 15), embo a desde 1991 m. gy oia sepa adas di isões: linguagem cul u a depa amen o e e minologia depa amen o (a é 2003 m.), e ago a e minologijas cen as. * * * guiaėles da cul u a da língua skęs e skęs a a e ace, onde se pede p ocu a es anhim e os e as co igi , co igi , co igi ... naquelas e os apsup yje a língua mesma ima a ody i como nebepa aisomai se gan is ligonis, e a au ajai li e a u a da língua e cul u a da língua local es a cada ez menos e menos. indubi á el, que c ia a ual necessidade da sociedade co esponden e das no mas de língua me odicá não é ácil a a e a, exigindo p incipalmen e bem conhece mesmo o docomínio p ocessá, conside a -se em daqueles, que ensinam, idade e ou as peculia idades. quan o não menos impo an e escolhe o adequado con eúdo de ensino, a elado à a ualidade a ual da a osena. espe a nes a á ea de g andes e ápidos pe mainos se ia ingênua, po ém começa a pensa , ou não pe ilgai užsižais a com aisyimas de linguagem, esquecendo p óp io b anduolio de no mas de linguagem, se ia mesmo empo. juk galinças gal o i ašančių ado ėlius e nes okojančių kū ybiškumo specialis ų como e ne ūks a, o que isso neabejo inai jugina. só a ex ensão do a igo šiuoka não pe mi e mos a , o que mencionados manualêlios ealmen e se ia digno de elogio. R. Miliūnai ė. De ido ao ensino cul u a da língua 167 изVaDos 1. ieško ina būdų, kaip bend inės lie u ių kalbos no mų mokymąsi pada y- i sis emiškesnį, kū ybiškesnį, aigi i pa eikesnį – ne nuo klaidų aisymo pa a no mas e não de o ma pa a signi icado e unção, e opos o na di ecção, mais en a izando o c ia i o ca ác e da linguagem. 2. Manuo eles, nos quais se ensina comun inesa língua li ians no mas e cul u a da língua, de em se p epa ados mui o mais esponsá el e cuidadoses ingue: sis emicamen e e sem logicos con adi ó ios ap esen ini eo iniai eiginiai e p ecisin ina concei os bend inė lingua, uncciniai s iliai, no mas de lingua e k . ; cla e dis ingui g andes iolações das no mas da linguagem comum da es ilis icamen e possibili adas a ian es da linguagem mais libe es; necessa iamen eà seleção de exemplos de língua no mminesa e neno minesa ap esen ados, que a endam às necessidades da língua da sociedade a ual; melho ei indicado a signi ica i idade de algumas a e as e p ecisinhas suas o mulações, pa a que alunos e es udan es comp ehendam cla amen e, o que e como ealiza , que esul ado deles é espe ado. 3. conside e-se se não ale ia o ien a -se em dois ní eis de ensino de no mas de língua gene inha: 1) no mas de linguagem gene inha undamen ais, apelipiando a enção só a essenciais iolações de no mas, e 2) exemplos de linguagem de aco do p o issional po eikį. en ão o ap endomasis p ocesso não se ia sob eca egado ac s, e ap endokos undamen os, já se ia possí el ap ende os consumido es de a ian es no ma i as e sub ilότερες da linguagem aiškos meios es ilis icos. 4. man endo a p io idade da língua comum, na escola de e se o necamà não esc eip a e ou os idiomas a manos, suas unções, des ino na sociedade e concei o de alo . on es bskk a. kazlauskienė, E. 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Sob e linguagem cul u a 169 on EaCHinG lanGuaGE Cul uRE Summa y he pape claims ha eaching he cul u e o language has los i s p ima y aim o each accu a e s anda d language and educa e language use s so ha hey could eely make use o means o linguis ic exp ession o sa is y he needs o hei p o essional and e e yday li e. he cul u e o language e en ually becomes a discipline o eaching language e o s, he p ocess o eaching is o e loaded wi h examples o no m iola ion, which a e no always ele an . he p e ailing ask ype in ol es co ec ing e o s in he ex s o o he s uden s o ex s a i icially p oduced o he pu pose o eaching a he han ones own ex s. he pape discusses se e al ex books o s uden s o colleges and highe educa ion ins i u ions. as a esul , he ollowing conclusions a e d awn: 1. Ways should be sough how o make he eaching o no ms o s anda d li huanian mo e sys emic, c ea i e and e ec i e: he app oach based on co ec ing e o s and hen explica ing no ms and gene ally going om o m o unc ion should be eplaced by he opposi e wi h he ocus on he c ea i e aspec o language. 2. ex books on s anda d li huanian no ms and language cul u e should be w i en wi h mo e esponsibili y and mo e accu a ely, iz.: he heo y should be p esen ed in a mo e sys emic way, a oiding con adic ions; he e ms s anda d language, unc ional s yles, language no ms e c. ha e o be mo e p ecise; a clea e dis inc ion should be made be ween g oss iola ions o s anda d language no ms and s ylis ic a ian s o less cons ained language; he selec ion o examples o no ma i e and non-no ma i e language should espond o he linguis ic needs o mode n socie y; some a e as should ha e a mo e clea ly de ined aim and wo ding so ha s uden s unde s and wha and how should be done, wha esul is expec ed o hem. 3. he ques ion o wo- ie sys em o eaching s anda d language should be discussed. he i s would ocus on he ounda ions o language no ms and key iola ions o he no m; he second would add ess exempla y language esponding o he needs o a p o ession. hus he p ocess o eaching would no be o e loaded wi h ac s, a e he ounda ions a e laid, di e en a ian s o he no m and mo e sub le language exp ession and s yle could be augh . 4. p ese ando he p io i y o s anda d language, schools should ge access o he unde s anding o o he language a ie ies ( egional and social dialec s, p o essional language) hei unc ions and social alue. Ri a Miliūnai ė lie u ių kalbos ins i u as p. Vileišio g. 5, l -10308 Vilnius [email p o ec ed]