Lietuvių bendrinės kalbos sampratos istorija (XIX amžiaus antroji pusė – XX amžiaus pradžia)
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BENDRINĖ KALBA 89 (2016) www.bend inekalba.l ISSN 2351-7204
JURGITA VENCKIEN
Lie u ių kalbos ins i u as
LITUVI BENDRINS LEGABOS SAMPRATOS HISTÓRIA
(XIX SÉCUJA ANTROJI PUS XX SÉCUJA PRAGAŽIA)
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ESMINIAI VOODŽIAI: bend inė kalba, ašomoji bend inė kalba, šnekamoji bend inė kalba,
g ynumas, kodi ikacija.
ĮVADAS
Li u ias bend ines línguas (www bk) su gimen o, início ques ão não ez abo dado kalbininkų abalhos.
Gied ius Subačius é discu ido a abo dagem dos cien is as li uanos à bk his ó ia ge almen e ela é ligada
com a his ó ia da nação: am ce o isolado paapo de desen ol imen o da nação (es a idade) oi alado e
sob e ce a es adia de desen ol imen o da língua pad ão (Subačius 2004: 89). E EUA e Eu opa Ociden al
linguis as es udam a e olução das línguas comuns com base nas p óp ias línguas peculia idades,
especi icas linguís icas e sociais ca ac e ís icas (Subačius 2004: 97). Eina as Haugenas dis inguiu
qua u is bk o ma imosi aspec os: no ma escolhação, o ma codi icação, unções obulinimen o e
sociedade admissão (Haugen 1966: 252). Bk su gimen o e aida elacionados com publiomene, e
pa icula men e du E. Haugeno indica aspec os: a mės escolhação bk e sociedade admissão. O papel da
sociedade mui o an es le an ou e P anas Ska džius: como impo ância bk do su gimen o, da exis ência
aožą ele indicou a pe cepção da sociedade (ou pelo menos de sua pa e) de que ela em uma língua
comum, e seus es o ços essa língua usa : [bk] é em oda a e nog a in Li hu oj econhecida, usada ou se
es o çando usa [čia e mais pa yškin a meu J. V.] como um meio uni e sal comum (Ska džius: 1927 341). O
obje i o des e a igo com base imp ensa e egodocumen ais mos a , quando a sociedade ou pelo menos
sua pa e ‒ começou a pe cebe e i i bk e como ela comp eendeu.
bk Lie u ių susida imo p oblemas g ildenęs A noldas Pi očkinas sob e XVIXVIII século aš iją
esc e e, que [ ]iek M. Daukšai, an o ou os daquele empo uncioná ios das aš iias Li uãs <...>
ainda não su giu conscien ioso comp eensão da língua comum (Pi očkinas e : 1990 6, ambém.
1
O a igo p epa ado de aco do com epo amen o Bend inės lie u ių kalbos samp a os k is aliza imosi is o ija,
lei a ą moksliniame semina e Bend inė lie u ių kalba šiandien: ik o ė, iliuzija, siekinys? (2015 05 22), que oi
o ganizado ins i u o Lie u ių kalbos Bend inės kalbos y imų cen as.
JURGITA VENCKIENĖ. Lie u ių bend inės kalbos samp a os is o ija
(XIX século segunda me ade XX século início)|2 Pi očkinas 1986: 3031). Bend inês ideia do
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idioma oi p o e ida Uni e si as ling a um Li aniae (1737), po ém pos e io men e ela não
oi desen ol ida (Pi očkinas 1990: 8).
2. BENDRINS LEGABOS SAMPRATA DECELHA XVIII FINAL SÉCULO XIX
VIDURYJE
XVIII amžiaus pabaigoje i XIX amžiaus p adžioje bk apo ne ieno au o iaus mąs ymo
obje o. Bea si andan e bk po eikį, de á ios au o es lowaiços (Juozapo Čiuldos, Simono
Daukan o, Juozapo A nul o Gied aičio, An ano Klemen o, Kip ijono Nezabi auskio, Ju gio
Amb aziejaus Pab ėžos, Ju gio Plia e io, Dionizo Poškos, Simono S ane ičiaus e k .) pon o de
is a em al linguagem, es o ço pa a a cons ui y ė G. Subačius (Subačius 1991, 5864; Subačius
1996: 5159; Subačius 1998 e k .). Zemaičiai ėmė pensa , como linguagem aze comum (plačiau ž .
Subačius 1998: 2021), o que pe mi e ala sob e bk c iação começo, embo a nenhum um dos
discu ido empo c iados modelos nãoapo bk. G. Subačius econs uiu al cu aõs ou aspi aamõs
de au o es baixos pa a c ia bk samp a ão: bk se á comum e uni o me pa a odos a língua do
po o público (Subačius 1998: 20 21), embo a, en a izada, a uni o midade, uni e so inum, nação,
língua di e en es au o es pe cebessem desiguodai. Po exemplo, J. A. Pab ėža pensa a sob e bk
apenas žemaičiams (ce ca 1831 ano), e S. Daukan as no pe íodo a dy uoju de c iação Bigijiosios
Lie u os žemaičiams i aukš aičiams bei Ry ų P ūsijos lie u iams (Subačius 1996: 5354, 56).
Mo iejaus Valančiaus (18491875) du an e o pe íodo de yskupamen o mui os kunigos esc e e am
mis inho a mino, mais ou menos man endo-se na sua base a minio, mas en ando-se se e
aukš ai iški (Jonikas 1972: 135). Pa ies M. Valančiaus, di iga oso icybina li e a u a, ela
p esidiuusio, minčių sob e comum linguagem, egis, não há illicusių. No en an o, a pa i dos olhos
não ele a isso, que M. Valančius cuida a de eas e n aukš aičiams li os pe mi i em sua a me,
pois pa a eles esą desen endami žemai iški aš ai: 1852 m. com edęs Juozas Zene ičius į eas e n
aukš aičių a mę aduzi Juozapo Žel io lenkiškai pa ašy ą ka ekizmą, 1865 m. aginęs An aną
Ba anauską k aji ašy i jų a me. Além disso, Pe as Jonikas é замянен и о M. Valančiaus
gany ojinius laiškus, писаy us ikin iesiems их a me (Jonikas 1987: 238). Isso e idenciasse que comum a odos os li uanos ala
M. Valanči ainda pa ecia impossí el.
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3. BENDRINS LABORAS SAMPRATA NA SEGUNDA PALÇA DO SÉCULO XIX
Domis bk ques ão suin ensi ou na segunda me ade do século XIX. Do me o egodokumen os,
p adoja gausu a s ymų sob e bk, discusijų a io iais linguagem comun inimo ques ões.
3.1. Rašomoji bend inė kalba
In es igado es de línguas comuns conco dam, que p imei o su ge, pad oniza-se esc i a de
(apie ai plačiau ž . Subačius 2001: 127). Ne išim is i lie u ių bk – ap a iamojo laiko a pio
língua no início ela pe cebida só como esc i aji.
Bend inês idiomas, p incipalmen e ao assun o de ensino, p i eceu A. Ba anauskui, 1870 m. paski am
lecciona homile iką pamokslų sakymo eo iją i p ak iką lie u ių kalba Žemaičių (Telšių) d asinėje
semina ijoje Kaune (S akauskas 2003: 71). A. Ba anauskui cuidou c ia comum das esc i omosas
línguas ( ad. aszybos) modelį, šnekamoji kalba seu p oje o icou a minė (Ba anauskas i.
1875 10 04 (16): 6):
A. Ba anausko esc e eu a es u u a da bend inha de línguas ( oliau bk) e a p óxima das a me de
al os aiços dos aka os (plačiau ž . Jonikas 1937: 50; Zinke ičius 1986: 78), po ém a aš e p e e in a
encodi ica e ou as pa icula idades das a mies. A. Ba anausko bk modelis, embo a e oi popula us en e
ca alikos sace do es, a Zemaičių yskupo kancelia ijoje a o as a é 1908 m., em bk neixaugo, como e
2
zemaičių au o ių p oje os no início do século XIX. Rbk, codi ican es a mines peculia idades, idėją plė ojo e
Kazimie as Jaunius, ambém (nuo 1885 m.) con e dês língua Li uânica Zemaičių d asinėje semina ijoje Kaune
(Sabaliauskas 1979: 172). Ele (Jaunius [18801892]: 6) en a izou que a sninė u iu aszyba não pode eizdė i em
mes os paczios que g ande pa e dos nossos žemaiczių ůs paczius pala as onde uo isz a ia como uma
li a a u isso o homens de ciência ins uí am ůd i li a i sujeny i em k u ą e aszy i szeip: lůma, lůkis, lůszas,
klůnas, szlů i, plůsz as e am ou as pala as Panaszius, como skazy y oya é bas an e implicada em
3
Ap almygo e oliais e més ao luga
..
2
Espe ei mais. Venckienė 2014.
3
ga sinė, one inė (LKŽe).
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de inimo eo ia, pelo menos em pa e en ada aplica e F anciškaus U bona ičiaus e
Žemaičių i Lie u os Apž algoje (1889–1896), Žemaičių d asinės semina ijos auklė inių
Kazimie o Pakalniškio leis ame pe iodiniame leidinyje.
P. U bona ičius (1895: 3) ašė:
uo usa emos ik ů.
Ha monização de Te minos escomojadeja em linguagem idėja encon é pa aukli e Jonui Basana ić (1899: 9):
Nós emos e o mů i musun g aphikan al budu, que ela ap u kainà, uni e sališka iz eiškimui ela possí el
4
isun a miun musun, eip que iz eikš us musu esc i os sinaislais pala asius gale u sai y sa iškai pessoas
i ai iausiun lie u iškun dialek un.
Suas p opos as, como bk codi ica pa icula idades de a mių, como esc e endo e lindė i
di e en emen e a iamus sons (bend a a is J. Basana ičiu ambém nea odê necessá ia), ele
es abeleceu 1899 m. no li o P iehun ou ėjusio de his ó ia de esc i a, ainda complemen ė 1902 m. Ožkabalių dainų leidime.
5
Po exemplo, a ika ą [dž] J. Basana ičius siūlė žymė i diak i ine aide <d>, ją [ž]emaiţiai u es
idu žodije kaipo pap as an d iš a ie (Basana ičius 1899: 12); [č] sinalklino diak i iniu ašmeniu <ţ>
Žemai ijoj, onde ela ainda não umuminkš in a ica i, u ši a ţ comoo p as a išsi a ie (Basana ičius
1899: 13)
6
.
Assim, úl imos anos do século XIX décadas e a é no amen e pa e de bk c iado es e consumido es
necessá ia e ap op iada encon ou bk, que codio as di e sas a mių peculia idades, a ie pa i i i neno e ada.
4
P eço gem as (LKŽe).
5
J. Basana ičiaus bk p oje o in eligen ia inha se conhecido e an e io men e, de seu Ožkabalių dainų (1884) e
E nologiškų smulkmenų (1893).
6
De ido à peculia idade da eo ia bk J. Basana ičius não oi con idado o na -se edi o de Va po (18891905) jo nalinho
edi o es ap ibi am, que ele não oma ia aplicá-la nes a publicação (ž . [Bagdonas] 1937 11: 01 [I]). Isso mos a que as
edi o as de imp ensa pe iódica sen iam seu bk modelį ainda endo mui o aqüa.
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3.2. Bk escolha do sub e âneo bk e ixação bk na década de no en a do século XIX
Edi o es da Li u iška pe iodís ica p ados op a am um ou o caminho do que a mių de inimo bk
eo ías šalininkai. Desde Auš a (18831886), cuja edi o es decidi am basea -se Augus o Schleiche io
(1856) e F ied icho Ku šaičio (1876) g amá icas li uanas, pe iodicas imp udos base da linguagem
escolhida Bigíosios Li uânia ( DL) e Ry ų P ūsijos ( RP) a mė de lie u ių aka ų aukš aičių. Re e i a
decisão uma a me em 1893 Va pe g indė e Jonas Jablonskis: sa o ašyboje niekad nesu aikysime de
odos mųsų a mių (Jablonskis 1893 5: Bk apa ecimen o ixa mui o impo an e conscien e pe cepção
da sociedade, que ela em al linguagem. Úl imos XIX século décadas em que começa am a i
ilegalmen e Li u iškai p ensa, sociedadeé, ou mais p ecisamen e, mais educada pa e dela, ėmė
pe cebe , que a minil base bk escolhido, e pasisakė u in i bk. Te čiaisiais Auš os edição anos, 1885
m. dezemb o, Se a inas Lau ynas Kušeliauskas kunigui Aleksand ui Bu bai esc e eu sob e kalbą
abelną: aszan del lie uwiu i žemajcziu, ejk ajkin is su kałba abełna (Kušeliauskas 1923: 12).
7
Ne ukus bk ixou An anas Vy a as (1887, ašlia iška kalba, c . abaixo, 3.4 sq.), Juozas
Tumas-Vaižgan as, ašomoji, c . abaixo, 3.3 27, c . Jonas Mačiulis-Mai onis, c . abaixo, 3.4 sq.),
Mečislo as Da ainis (1891: 70), Sil iška kalba (1894: 90), An anas Milukas (1892: dialek as ašlia iška
kalba), J. Jablon (1893, aš us, c . abaixo, c .), Vincas Pie a is, 3.3 sq.), e ou os (please e 2007: 27:30).
Assim úl imos dos XIX a. décadas a in elligen ija ėmė en ende e indi bend inę,
p incipalmen e esc eomąją linguagem. Isso e a um exempla dinho, sek ina modelo de linguagem.
3.3. Šnekamoji bend inė língua
Bas os ao mesmo empo, quando ixsujada esan i bk, in eligen ija ima le an a e šnekamosios bk
( oliau šbk) ques ão. Não ezes cien is as mencionado J. Tumas-Vaižgan as, que desde 1888 m.
susidu dando com in eligen es, ėmęs kalbė i ašomąja kalba (Jonikas 1987: 352). m. 1891 šbk ixou J.
Mačiulis-Mai onis: Isz a mių isz ink a deixou Kauniszkē, que é dailiausē e que já plu alidade szneka
8
(Mačiulis-Mai onis 1891: 181). Hence, iniciando-se ao úl imo década do século XIX pelo menos educa ena
alan es não só pe cebiam p esença comum a língua esc i a, mas em ela ėmė o ien a e šnekamąja
a língua.
7
Abelnas isuo inis, odo, comum (LKŽe).
8
Ci a-se do J. Mačiulio-Mai onio li o Apsakymai sob e Li uânia p aeiga, que oi edi ada 1891 m. An aš iniame página do
li o indicado que ela esc i a m., en ão sob e susi o ma usies bk au o ius podia esc e e não 1891 m., e e 1886 anks ėliau.
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(XIX século segunda me ade início do XX século)|6 Ne ukus, 1893 anos, J. Jablonskis ambém acen a a a
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con e sação bk, encaminhando que ela se á des inada já não só aos in elligen s, mas a odos os consumido es
do idioma (Jablonskis 1893: 9): se a a ual língua de esc i os eis semp e plena e pe ei a, sem al e a
dialec i amen e (= nas suas o mas), en ão ou mais cedo ou mais a de o memen o do discu so deseja emos
que odos, in eligen es ou Žemai šiai, possam ala e eip, como os p imei os, odos, ala emos na Li uânia.
Pe o A ižonio Lie u iška g ama ikėlė (1898), en e ou a co, oi des inada ensina e šbk au o iaus indica que
ki čio sinaislai žemaičiams e y ų aukš aičiams indicam, como a i ašomosios kalbos o mas (A ižonis 1898:
1).
Assim úl imos dos anos dez do século XIX a in eligência começa a pe cebe e in i bk, pa em ą
uma (kauniškių, заnemuniečių) a me, e começa, s engiasi ja šnekė i. Espe a-se que ela seja
acei a e de ou as camadas da sociedade.
3.4. Reque imimai bk. G ynumas
Da imp ensa e egodokumen os e , que os su okus u imą bk, ela oma le an a
exigência de pu eza.
Líbos escu a exigia Auš os (18831886) edacção. No quin o núme o, em uma espos a da
edação des inada a Pe u A minui-T upinėli, esc e e: Miklink só e a ok g iną kalbą ([Auš os
edakcija] 1883: 151). Mais a de sob e isso zai ê e Jonas Šliūpas: Kad i gem i e a laiky i g inąją
kalbą, eiki, que odos asz ininkai passeeng u g inai e g aźiai aszi i (Šliūpas 1884: 147). P. Jonikas
é assen ado que Auš oje o c i é io de pu eza aplicado não só leksikai, mas ambém a ou os
9
ní eis da linguagem (Jonikas 1987: 310), po exemplo, de pala as de o igem es anha [ ] s eng asi
žymė i <p> [p] (g apas ‘g a as A6 1883: 156, pamiliją A2 1886: 59), [ch] <k> [k] (kole ôschole os sg.
gen. A140: 1883).
em 1887. no p imei o jo nal do jo nal Š iesa (18871888, 1890) nume á io p o a elmen e An ano Vy a o
esc e ia assim: Kalba musu laik aszczio bus a ojama aszlia iszka g yna, ac escen ando onde não onde
10
ou a pala a dēl pa eiszkimo (Vy a as 1887 3: Linha de pu eza mencionou e Vincas Kudi ka, Aqui
menciona-se e Jono Palionio obse ação, que à au š iniks, sume imais de pu i icação de linguagem
9
c iouussem lie u iškumas, e dade, ka ais e mui o p as as (Palionis 2014: 1419).
naujada us ge manizmams, sla izmams i am ik iems a p au iniams žodžiams pakeis i, s a biausia bu o
10
O a igoni Įžanga (p. 13) assinado E nes o Weye io, po ém, ano J. Tumo-Vaižgan o, Jaus e jau i aqui kunigo abalho
p o a elmen e pens o a sob e edi o ių A. Vy a ą. A. Vy a ą a igo au o aumi laikė e Vanda Zabo skai ė,
spėdama, que aqui podia con ibui e Jonas Mačiulis-Mai onis (Tumas-Vaižgan as 1924: 10; Zabo skai ė
1987: 62).
JURGITA VENCKIENĖ. Lie u ių bend inės kalbos samp a os is o ija
(XIX século segunda me ade XX século início)|7 esc e endo Ūkininko (18901905), pa a lei o es
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menos educados de um jo nal, de nome dos edi o es (Kudi ka 1890: 12):
Da pode apsugį i en endimen o consumo do pu o lie u iszko lieźu io. <...> Vienok, jaigu i sunki bu u iszp adźiu
pu a lie u iszka kalba, isso g ei possí el com jaje apsip as i. […]...> Dēl o-gi não desimįsquem os lei o es, jaigu
1. No. Ukinįko bu u lyg pe sunku lei ao! oliais se á ácilus. Naqueles mesmos anos, a Zemaičių e Li uânia
obž algoje exo ou a p es a a enção ao an kapių už ašų leksiką ([Pakalniškis] Zuikis 1890: 117):
Po nós usa es animos kałbos źodźius, que nós emos okius-pa em seu kałboje. No luga źonkos
ou sz oge kos ou não g aźiaus bu u pa aszy i lie u iszkus źodźius mo e s e pa i? G ynumo
exigimen o, g e a ap op iadas esc i os, 1891 m. kėlė e J. Mačiulis-Mai onis (1891: 182): negana é jeib
como aszy i, mas já eclamaujas nů aszy ojo paźinimo moksliszkos aszybos i g ynos jezika.
bū inybę eng i a mybių 1892 m. Vaikų kningelės ecenzijoje ašė i A. Milukas Sob e (1892: 27):
Iszda ėjas nepa daug ma y zada ė sau da bo iszdůdams szią kningelę: ne a isz žemai iszko do a ual
aszlia iszką dijalek ą ( a mę), ienog ou isso isz g ei umo, ou isso isz igno jimo de odas as inpa ências de
ambos a mių, p ikaiszio alo mui o iszsi eiszkimów i o mų ne a ojamų a ual aszlia iszkam dijalek ę.
G ynai lie u iškos bk exigou e Aleksand as Damb auskas (Adomas Jakš as) 1898 m. (ž . abaixo, 3.6 c.). B g ynkumo
ques ão conside ado e pessoal co espondenciagem: 1885-aisiais es e equisi o bk kėlė S. L. Kušeliauskas (1923:
112113): Rejk que ik aj bu u g ina kałba e que wisi a kałba en as u.
Vadinasi, su okdama u imą bk, no s da ne nesan kodi ikuojamo eikalo, ją a ojan i
pa e já não be ole a o nelie u iedade, o nou ak ualus bk c i é io de pu eza da sociedade. Ele
laiky inas seniausiu, pi miausia iškel u bk eikala imu, no s daba nebė a s a biausias (plg.
Gi denis, Pupkis 1970: 6567).
3.5. Te i ó io de uso
No pe íodo em ques ão conside ou-se ambém sob e bk e i ó io de consumo. Como já
mencionado, em 1885 m. inal S. L. Kušeliauskas esc e eu, que bk esan i comum Li u iams ( . y. aukš aičiams) e
JURGITA VENCKIENĖ. Lie u ių bend inės kalbos samp a os is o ija
(XIX século segunda me ade XX século início)|8 žemaičiams (ž . 3.2 c.). Nep aėjus nė décmeci, 1893 m.,
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Jonas Spudulis b ėžė já amplnes bk ( asz kalbēs) limi es de consumo ela e ia de se comum DL e RP
Li uanians: eikia wēl s eig iesi, que bu u wienybē asz uose en e p usu e musu (Spudulis 1893 11 26:
3 ). Da depois penke ių anos, 1898 m., A. Damb auskas en a izou, que bk ( ašlia iška kalba) é comum a
odos os li uanos, independen emen e de seu luga de esidência: ela é usada não só e nog a inėje
Li uânia de odos a mių lie u ių, mas e na Eu opa, e nas Nações Unidas Amé icas
(Damb auskas 1898: 23):
Szendieną <...> zemai is ou augsz ai is, dzukas ou kapsas, zana ykas ou guogas, odos susip an a ėsą
li au iais, odos unokiai aspi am aszy i, iszsižadėdami seus a miškų kałbos ca ac e ís icas <...> Tokio
budu paleng ėl iszsidi bo e iszsig aldė iena lie u iszka aszlia iska kałba, que ago a e quase a oja
odos os ge esniej musiezi s gadynės asz ininkai, nežiu in sob e o que em Eu opa ou Amé ica eles i em.
Assim, úl imos anos do século XIX décadas bk o concei o de e i ó io de consumo expande-se: bk en endida
como de odos os e i ó ios li a iamen e albanços, usada e em ou os países habi an es Li uãos.
3.6. Funções Expansionada
Condições de p oibição da imp ensa su gidas bk unções não podia li emen e despandis, ela não podia se
consumida em ins i uições de pode , escolas. m. A. Damb auskas, p osseguindo J. Tumo-Vaižgan o e J.
Mačiulio-Mai onio es emunhinhos sob e in elligen sos es o ços ala bk, exo ou a expandi bk domínio de
consumo ela de e ia se u ilizada não só in elligen sia em elação à in e comunicação, mas ambém na ig eja
(Damb auskas 1898: 4): mui o bem bu u, se cada li uu os sace do e, issimokin bem po pu eza de uma Li u iska
kałbos, naquela kałb i skełb u isu 1898 pala a de Deus. <...> E deixul nieks não meu, buk nós czia qual a
k ei a ikidade anunciamos. <...> Bažny iniuosę dalykuosę, quan o sabemos, isu ieszpa auja não a mės, mas
kałbos aszlia iszkos. cuja, apa is, nãožė exigências da au o idade an kapios zap asus. Na imp ensa ixou-se
que a maio ia insc i asus esc e e y ų mokan ys g ama iką (Tu auskas 1901: 15):
A k eip as dėmesys i į da ieną, labai asmenišką i ka u iešą kalbos a ojimo s i į,
lie u ių an kapių už ašų ašoma lenkiškai, aginama juos ašy i lie u iškai, siūloma, kad okius
JURGITA VENCKIENĖ. Lie u ių bend inės kalbos samp a os is o ija
(XIX século segunda me ade XX século começo)|9 Zemai ėliai, pa įs semp e esc e e yki kal iui sob e
BENDRINĖ KALBA 89 (2016) www.bend inekalba.l ISSN 2351-7204
aš elio, kokie pala as de e se sob e a c uz eskal i <...> pa į Jeis bem e g ama icamen e pala as sudė i
nemoka , isso p ašyki do, que bem žemai išką g ama a iką moka, pa ašą sus a y i.
Assim bk pa ilha da sociedade consumin e de in e ação mú ua ėmė p eocupa -se sua
espalho e pa a ou as sa ea de consumo, onde e a possí el, p incipalmen e pa a ig eja.
A aída a enção e em an kapios zá a as da língua.
3.7. Bk Necessidade de codi icação
Úl imos XIX século dezmos anos su ge necessidade codi ica bk. V. Kudi ka ainda 1889 m.
Va pe ašė (Kudi ka 1889: 105):
Sziandien cada aszējas abalha pa a si g ama iką e cada sa o izkai aszo di e en e e bu i não pode, a élaik
não e emos g ama a ikos umpos, aiszkios, que em impo ância mais impo an e da língua ou imen o
espondido s aczei, sem d ejonēs nenhuma.
Va po edi o Juozas Adomai is-Še nas 1890 m. obse ou, que g ama ica necessá ia no mas de
esc i a su eni odi i: Idan galē u, apa ece se e su gidos zassilaiky i unokia s a aša, p ecisa e
uníoca apoio, uníokio p ie ankio, de aquela do qual possí el bu u odos ap ende em s a ašos
(Adomai is-Še nas 1890: 65). Sen indo necessidade de es abelece no mas de esc i a, sob e 1890 m.
a pininkai ėmėsi inicia i as: hek og a a o V. Kudi kos pa eng ą правил писания сборницу
S a ašos Ramsčiai (Jonikas 1987: 326).
Žemaičių e Li uânia Apž algos edi o us P. U bona ičius 1895 m. kėlė g ama icos klausimą: ada
ob e emos unokios aszybos, quando nossos li e a u as líde es (p o eso iai) a sižadės inginio,
a iszdůs ge as g ama ikas (U bona ičius 1895: 3). 1897 m. esc e e g ama iką agino Tė ynės
Sa go bend ada bis P anciškus Gaigalas: Isz iso ieko u iame upin ies, da buo ies, que
za e i musų kałbai e aszybai zoma us, idan aszydami nekłaidžio em
(Gaigal 1897: 18).
Ainda com ainda não ha endo adequada g amá ica da língua li uana, Va po edação busca a
solução: no início de 1898 ap esen ou p opos a esci e s i Juliaus Schiekoppo (18791881)
g ama iką, no amen e ecomendou e e i se P. A ižonio Lie u iška g ama ikėle, na qual
ap esen ado Va po ašybos modelis ([Va po edakcija] 1899: 37):