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Zur Handhabung deutscher Realienbe­zeichnungen in den ins Litauische übersetzten „Kinder- und Hausmärchen“ der Brüder Grimm

Hans-Harry Drößiger

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201s aipsniai / a icles hans-ha y d Ößige uni e si ä Vilnius, geis es is emicas acul ä kaunas Mokslinių y imų k yp ys: kogni y inė ling is ika, me a o a, me onimija, e imo eo ia i p ak ika. Zu handhabung deu sche eaLienbe Zeichnungen in den ins Li uanische Übe se zen KINDERUND HAUSMÄRCHEN de b Üde g iMM Vokiškų ealijų pa adinimų a i ikmenys b olių g imų Vaikų i namų pasakų e imuose į lie u ių kalbą anno a ion do bei ag ocupa-se com o papel da concei ual me onymie na deno a i a Äqui alenz de alemães ealienbezei amen os no Li auischen. ele é, po an o, o expe imen o de uma conexão in e disciplina de aduçãoschsa e linguís ica cogni i a. objec o de in es igação são as c iançasund casasmä chen dos b üde g imm, que com suas 200 Mä chen o mam um echadoes un e suchungsko pus e como ex os do 19. jh. uma on e socialund cul u alhis ó ica de pesquisa ep esen a em. haup me hode pa a in es igação da äqui alence é o idioma e gleich, apoiado em lexikog a ische codi ica ion de ealienbezeichnungen em alemães e li auischen wö e büche n. no abo do eo e icas undamen os são os concei os Mä chen, cul u a, ealien, ealienbezeichnungen, me onymie e o sys em dos äqui alenz ypen após We ne kolle (2011) b e emen e elucidados. no abs ac ealienbezeichnungen in den khM: Zwischen Äqui alenz und Me onymie é a handhabung de deu schen ealienbezeichnungen in den li auischen schLÜsseLWÖ e : Mä chen, b üde g imm, ealienbezeichnung, kon igui ä , me onymie, Äqui alenz, deu sche sp ache, li auische sp ache. keyWo ds: ai y ale, he b o he s g imm, cul u e-bound wo ds, con igui y, me onymy, equi alence, ge man language, Li huanian language. 202 ac a hans-ha y d Ößige Linguis ica Li huanica LXIX Mä chenübe se zungen in es igado. a pa i da compa ação de o iginal e aduções we gib , den d ei Äqui alenz ypen he ausgea bei e : 1. Volls ändige Äqui alenz, bei de die Me onymie keine olle spiel ; 2. Äqui alenz, bei de es konzep uelle Ve schiebungen im kon igui ä s aum que se ap esen am como me onimische e schiebung, me onymische e d ehung e me onymische e ze ung; 3. nulläqui alenz, cujo haup me kmal a inco po ação de emdwö e ns o ma. schluss olge ungen, in denen au neue un e suchungsmöglichkei en zu Äqui alenz und zu konzep uellen Me onymie hingewiesen wi d, schließen den bei ag ab. anno a ion he aim o he a icle is o connec he model o cogni i e me onymy wi h he model o ypes o deno a i e equi alence on wo d le el o check ou he explana ional po en ial o he model o cogni i e me onymy o desc ibing and explaining he use and occu ance o wo d equi alen s in he Li huanian ansla ions o he ai y ales o he b o he s g imm by juozas balčikonis (19381939) and adomas d uk enis (19992001). he b o he s g imm ai y ales (g ) can be seen in a wide sense as a sou ce o he his o y o cul u e and social li e in he ge man speaking coun ies o he 19 h cen u y. cul u e-bound wo ds a) e e o a a special cul u al knowledge, which is in a his o ical sense no o no comple ely compa ible wi h he s uc u e o knowledge in ou p esen days, and he ansla ions o he g p esen ways o handling o ge man cul u e-bound wo ds b) e e o a common cul u al knowledge o he communi y o ge man speaking coun ies. o o eign eade s. in his a icle i wan o show, i and how he ansla o s achie ed a co ec and app op ia e unde s anding o he cul u e-bound wo ds by choosing equi alen s. his allows o show wha seman ic and cogni i e p ocedu es s and behind he use o ce ain equi alen s. by compa ing he ge man o iginal wi h he wo Li huanian ansla ions i is possible o wo k ou i and how he cul u e-bound wo ds o he o iginal ex s a e ende ed in he ansla ions, and inally o induc i ely conclude how a he concep ual me onymy akes pa in ende ing o cul u e-bound wo ds in he a ge ex s. in es iga ing his, he e can be es ablished modi ieinLei ung: ZieL, examina ionobjec and me hods o he bei ages o obje i o do p esen e ca ions in he heo y o concep ual me onymy in he amewo k o cogni i e linguis ics. bei ages consis e em, m ago de conside ações à concep uel me onymie e e ências ao modelo dos deno a i os äqui alenz ypen segundo We ne kolle (2011) es abelece e a a és disso a examina , in quan o o po encial da concep uel me onymie é adequado, à manob a de alemães ealienbezeinamen os nas aduções dos kinde und Zu handhabung deu sche ealienbe zeichnungen in den ins Li auische übe se z en Kinde - und Hausmä chen de b üde g imm 203s aipsniai a icles hausmä chen dos b üde g imm de juozas balčikonis e adomas P anas d uk enis a se aplicado. o inqué i osko pus o ma a Mä chensammlung de b üde g imm, que sob o í ulo Kinde und Hausmä chen (khM) o nou-se mundialmen e conhecido. es a coleção em desde o p imei o apa ece 1812 á ias, em pa e cla amen e e is as expensas e edições expe imen ado. que con ém as 200 canonizadas Mä chen. daí segue, que as khM o mam um concluído ko pus, o que pa a as in endie en in es igações de an agem é, uma ez que a con idosque qualidade (no sen ido in meinen un e suchungen s ü ze ich mich au die Ausgabe le z e Hand mi den O iginalanme kungen de B üde G imm on 1857, in eine neuau lage on 2010, de uma on e cul u his o ica e socialhis ó ica) e a linguís ica design das his ó ias es ei amen e ao pe íodo de sua coleção, ixamen o esc i as e d ucklegung (18121857) es ão ligados. as duas aduções li auicas baseiam-se na edição úl ima mão, po ém são c onológicas e edi o ial di e enças cons a a . a adução de balčikonis su giu 19381939, a de d uk enis 19992001. na edição da adução de balčikonis (2010) al am 20 his ó ias1; a edição da adução de d uk enis (19992001) é comple a. a zu endão aos ealienbe enções em os khM é com isso jus i icado, que essas especiais unidades léxikaliscas a) e e e a conhecimen o cul u al, que no sen ido his ó ico não (mais) a as es u u as de conhecimen o do p esen e é compa í el e b) em ge al cul u al conhecimen o da alemã aladound kul u gemeinscha e e i em. as nas aduções usadas li auischen äqui alen e in luenciam a Ve ügba machung daquele espacialmen e e empo almen e es anho conhecimen o cul u al pa a lei o es li auische. no ge al é a manob a dos ealienbe enções ao aduzi com o p oblema da lexikalisch-seman ischen äqui alenz en e duas línguas conec ado. Pa a alcança do mencionado objec i o o modelo dos équi alenz ypes segundo kolle deduc i amen e po análise de pala as nos subjazidos Mä chen ex en a e i ica é o Wo gu , que denomina obje os cul u ais nos Mä chenhandlungen, a pa i do ex ko pus de e minado, sendo como decisiong undlage, se se a a de ealienbezeichnungen, além dos a uais e his ó icos dicioná ios do alemão do 39. especialmen e o onomasiological Wö e buch on anz do n1 i missing he Mä chen n . 38 die au üchsin, hochzei 2 die Wich elmänne . Segundo Mä chen, 39.3 die Wich elmänne . d i es Mä chen, 41 he ko bes, 42 de he ge a e , 43 au ude, 45 daume lings wande scha , 66 häsichenb au , 95 de al e hildeb and, 105 Mä chen on de unke, 131 die schöne ka inne und Pi Pol ie, 132 de uchs und das P e d, 138 knois und seine d ei söme, 139 das Mädchen on b akel, 140 das Hausgesinde, 149 de 170nenbal, die al e bel , Liebe und eilen, 130 die iese und de schneide , 130 die al e kneide , 150 die kneide 204 ac a Linguis ica Li huanica LXIX li auisch aduções pode ul imamen e se hans-ha y d Ößige abalhado o a, se e como as no o iginal dadas ealienbezei ungen com sua sei zu es s ellung de sach e hal ssys ema ik zu um ang und inhal des kul u el- len Wissens dien 2. du ch den ex e gleich on deu schem o iginal mi den beiden cul u a e e enz nas aduções o am ep oduzidas, de modo que induk i conclu olge pode se , inwie e he concep uelle me onymie a he handhabing o he ealienbezei ungen in Übe se zungen be eilig is . daí esul am inalmen e possibilidades pa a modi icação cogni ionslinguis icas abo dagens pa a a concei ual me onymie. eó icas undLagen 1. Mä chen o Mä chen é conside ado como epica ga ung (auch gen e) e é aquibei ca ac e izado como phan as ische, eali ä sübe hobene, a iable na a ing, que se do my hos pela al a da gö e sphä e e de a sage po o al a conc e os his ó icas e geog á icas e e ências ab anja . como haup kennzeichen des mä chens são em ge al chamado aumund zei losigkei , anulação da na u und kausalgese ze como uma au ên icaidade (z. b. e mulungen, sp echende ie e, P lanzen ode Gegens ände) und das au e en on abelwesen wie iesen, zwe ge, hexen, d achen ( gl. Me zle Li e a u Lexikon 1990: 292). mesmo assim apa ecem em his ó ias ce os equisi os, que mui as ezes essenciais pa e do Mä chenhandlung podem se , que mas em cada caso obje os da pelo o Mä chen mediados cul u a (all ags-, es ado-socialliche, hö ische kul u u. ä.) são e assim um indiz pa a his ó ica au hen izidade ep esen am. segue-se a aução dos con os como on es kul u his o icas e sociaishis ó icas ( gl. Me zle Li e a u Lexikon 1990: 293), podem as khM jus amen e pelo apa ecimen o daqueles equisi os pa a a elabo ação de concepções sob e as zu uclicenden es his ó icas epochen se em u ilizadas, que se i. w. s. como medie al podem designa . o, o que aqui equisi es é chamado, são aqueles his ó icos obje os cul u ais, na qual po especiais ealienbe enções é e e iado. po ém é na u almen e ambém cons a a , que as khM uma pa e do ge al li e a ischsp achlichen he i age da alemã sp achund kul u gemeinscha ep esen am e que assim nume osas unidades lexikalische como ge aine e ealienbezeichnungen ambém sob e o ge al kul u hin e g und e e ie en. 2 a a-se segundo a sys emá ica de anz do nsei (2004) pa a as Sachg uppen 2 Leben, 4 g öße, Menge, Zahl, 8 o und O s e ände ung, 11 das denken, 14 kuns und kul u , inanzen, 21 ech , e hik, 22 eligion, übe sinnliches. 15 „Zusammenleben“, 16 „essen und inken“, 18 „gesellscha “, 19 „ge ä e, echnik“, 20 „Wi scha , Zu handhabung deu sche ealienbe zeichnungen in den ins Li auische übe se z en Kinde - und Hausmä chen de b üde g imm 205s aipsniai a icles / 2. cul u a, ealien, ealienbezei ungen haß-Zumkeh , que se do mais ecen e, e guido concei o de cul u a de hansen bedien 3, desc e e o concei o de cul u a assim: ele goes além poli icamen e-sociais a o es além e elaciona al hal ungen e o ien ie ungen de sociais milieus bem como seu ca ac e cons u i o um. o ien ações cul u ais são de g upos sociais não só ecep i ‘implemen adas‘, mas jus amen e ambém a i amen e al e adas e adie . (haß-Zumkeh 2001: 2) ca agnoli es imou em semelhan e manei a um, que língua an o como p odu o de uma cul u a como ambém como espelho e medium de ep esen ações cul u ais pudesse se comp eendido; e cul u a incluísse quaisque esquemas de compo amen o e alo es bem como expe iências um ( gl. ca agnoli 2005: 79 .). des e einbazeja ou inclusa e e i-se ao que sog. backg oundwissen, que essencialmen e na exp essão de uma línguaund kul u gemeinscha es á en ol ido. po an o é conhecimen o sem cul u a não concebí el. e ans e ência de conhecimen o median e língua, z. b. ao aduzi , é p incipialmen e semp e ambém uma ans e ência de cul u a4. a cul u a é um múl iplescalado sys em de signi ican e olos signos, que se em pa a isso, se no espec i o mundo a ende ei a (...) em es a o ien i ungsleis ung são an o os exis encially undamen ais alo es incluídos como ambém as quo idiano-p ác ico mais con enções. (haß-Zumkeh 2001: 15) is o signi ica: 1. cul u a dá o ien ação em uma cul u a em-se que o ien a . 2. conhecimen o cul u al é con enalizado e em de e minada o ma em uma línguaund kul u gemeinscha codi ica . 3. cul u a como Wissens aum em es á eis e in e p e ie á eis ( gl. haß-Zumkeh 2001: 16 .) componen es. uma ap op iada p omo achização do his ó ico cul u al pode se alcançada em á ias ias, z. b. po de inições de á ios ipo em ex os ( ambém em ach ex en), em dois e mul ilingues achwö e büche n e achenzyklopädien e no aduzi pelo uso codi icados équi alen e ou em suas al as po p ocedimen os pa a a c iação de équi alen es. pa indo des e amplo concei o de cul u a é possí el, não só obje os, a os de pessoas, p op iedades ca ac e ís icas de obje os, pessoas e a os, mas ambém mo ais, es é icas, olun a i as e u ili a is as concei os como pa e de uma cul u a en ende . um al mais concei o cul u al le a en ão logicamen e a um amplo en endimen o do concei o ealien. Se se da ge al de ini ion de ealien 3 bibliog a ische angaben zu hansen s. haß-Zumkeh (2001). 4 do nsei (1964: 305 .) chamou isso ansmissão cul u al, e sim no sen ido de uma e eulichen en iquecimen o no noçãos o a de uma língua al o. 206 hans-ha y d Ößige ac a Linguis ica Li huanica LXIX als kul u spezi ische gegens ände und handlungen ( gl. no d 1993: 224) sowie como iden idade áge de uma cul u a nacional/é nica no mais la go sen ido ( gl. snell-ho nby e al. 1999: 288) segue, o na-se inicialmen e cla o, dassas ealien pe se e de ac o pe encem ao conhecimen o de uma língua e cul u acomunidade, den o des e conhecimen o depoes de ini á el e lá s'es ém comunica i disponí el, en ão com co esponden es designações sob e ela pode se e e iado e eku iado. po es a ocasionalmen e ambém exclusi as pe ença a uma línguaund kul u gemeinscha ep esen am eales e suas designações um especí ico aduzungsode (algemine ) um p oblema de linguagem medição. nungen, uma explican e adução p ocede , pa a pode da indicações sob e a cul u elle inco po ung na língua de o igem ( gl. no d 1993: 226). po ém em cogni ionslinguis ical manei a o mulado, se a a de, conhecimen o (d ößige 2010: 36 .) no d emp iehl ü den all de no wendigkei des umgangs mi ealienbezeich- cul u al de uma lingua e kul u gemeinscha de ou a espi i ualmen e disponí el e a a és linguis icamen e comunicizá el a aze , sem o sis ema de conhecimen o cul u al da me a-linguagem e -cul u e sus ainably modi ica a que e . no caso da khM a e a ela as o. g. dois a en do conhecimen o cul u al. independen emen e de á ios modelos de classi icação de ealien5 e suas designações, pode-se de ido à simples es u u a na a i a das his ó ias ( gl kindle s neues Li e a u -Lexikon 1996: 916) indu i amen e de e minadas ca ego ias de ealien o a abalha , que com os componen es do con a no con o co espondem. esses componen es são pessoas, a i udes, a i udes empo, handlungs e lau , equisi es das pessoas, luga es e a i udes. do e minus ealienbene ício é o en a i a, linguís icas e aduçõescul u ales au assões a es e enômeno a uni . assim expe imen a am e expe imen am ealienbezeichnungen u. a. seguin es assungen e minologischen: emde Wö e (h. Paul, W. schmid ), Lehngu (W. schmid ), bezeichnungsexo ismus ( . schippan, h. glück), landes ypische ealien (W. leische ), exo ismen (ch. öme b. Ma zke), ealien ebenbezeichnung (e iesel, ch. no d).6 de e minus Realienbezeichnung soll e in eine übe g ei enden, nich eingegangen we den kann. igualmen e adequadas são sis emá icas ep esen ações do ocazes, 6 A ex ensi as elogios ao concei o das ealienbezei amen os e às conc e as on es indicadas e oço em d ößige (2010: 3652), onde eu as au assões de á ias disciplinas da linguís ica e da aduçãossciência enho ap esen ado. 5 eines de Modelle wä e das on Влахов/Флорин (s. 2009: 49–72), au das abe hie aus Pla zg ünden wie sie ü das deu sche in ges al on sys ema ischen Wö e büche n, z. b. on do nsei De deu sche Wo scha z nach Sachg uppen, en wickel wu den. Zu handhabung deu sche ealienbe zeichnungen in den ins Li auische übe se z en Kinde - und Hausmä chen de b üde g imm 207s aipsniai a icles ge al lea se em usados, sem o c i é io da emdi ude, que mui o equen emen e em léxicologia e es ilis ica como c i é io de ep esen ação é ha anguzado, pa a aze ao jogo, po que assim a conexão à genealogica linguagem o schung possí el o na, que as comunidades en e os ide /. alouund kul u gomeinhas mais o emen e acen uado do que as di e enças en e eles. 3. Äqui alenz ypen and me onymie a sys ema a ik dos deno a i os äqui alenz ypen segundo kolle (s. 2011: 230243) o ien ia a-se aos äqui alenzbeziei ões en e os lexemen duas sp ahandhabing de ealienbezei amen os no âmbi o de aduções chen ( gl. kolle 2011: 230), so dass die anwendung diese sys ema ik au die pa ece sensi el. uma ce a analogia en e os équi alenz ypes pa a kolle e as au azões à me onymie (um esumo a es e espei o s. d ößige 2004: 30) le a à conclusão, que o po êncial da me onymie (des con iguidades aions) na busca po équi alen es pa a de e minadas designações da ausgangsp ache (as) em uma zielsp ache pode se aplicado (Zs). a seguin e isão ge al cla i ica a in encionada analogia: abeLLe 1. Äqui alenz ypen e me onymie (Fon e: au o do bei ages) eins- u-eins-en sp echung nenhuma me onymie possí el ou necessá ia, da as e Zs sob e seman icamen e äqui alen e designações possuem; isso inclui ambém Äqui alenz yp (nach kolle ) Me onymie ypen / Ve schiebungen im kon igui ä s aum conno a i a e p agmá ica équi alência um, z. b. d . Ungeueue > li . siaubūnas. 7 eins-zu- iele-en eschung na Zs são di e en es lexeme de um de e minado con igui ä s aumes usado, pa a o que há na as um polysemes lexem dá, z. b. d . > F au li . mo e is (g undbedeu ung in opposi ion zu „Mann“), žmona (ehe au, e hei a e e au), šeimininkė (haus au, gas - gebe in), ponia (an ede). Mui os- u-eins-en esp eção Vá ios lexeme do as ep esen am um excesso de um con iguidade aio, sendo na Zs um hype onymisches lexem usado, z. b. d . Kamme , S ube, Zimme > li . kamba ys. 7 odos indicados exemplos a pa i dos khM (ge mão o iginal e li auicas aduções). 208 ac a hans-ha y d Ößige Linguis ica Li huanica LXIX Äqui alenz yp (nach kolle ) Me onymie ypen / Ve schiebungen im kon igui ä s aum eins- u-null-en ep ecção pa a um lexem do as exis e nenhum équi alen na Zs, sendo na Zs sob e a impo ância do as-lexems mi hil e de ou os nomencla u a p ocedimen os pode se e e iado, z. b. d . um di ei oes höllen eue > li . baisiai p ikū en a. em alche a ällen é, po exemplo, uma me onymische ela ion des ypes U s a c h e -Wi k U n g a obse a . eins-zu- eil-en sp echung pa a um lexem do as é no Zs um lexem como équi alen u ilizado, que só a um pa e do signi icado do as-lexems e e ie , o que na eg a da me onymischen ela ion ga n z e s -Te i l co esponde, z. b. d . Kelle > li . pog indis. a unicidade de de e minados ealien e suas designações den o de uma línguaund kul u gemeinscha ob iga o adu o mui as ezes a isso, po p ocedimen os a p ocu a , pa a objec i amen e e ad essa enge ech ( gl. d ößige 2011: 7 .; d ößige 2012: 8 .) com os alemães ealienbezeichnungen lida . isso diz espei o ambém às possibilidades, que a me onymie o e ece, po que os o. g. indi iduaisp ocedu es não pe mi em isso, odos nos aduzi ex os ealmen e p a icados me onymischen ipos eo icamen e imi a . o mo i o pa a isso eside na essência da me onymie, já esp ei a em me onymie ( esp. kon iguidade) ambém de um p ocesso, que o pe mi e alce n/esc e ens, em z. . manei a c ia i a o dado conhecimen o a modi ica (...). (d ößige 2007: 175) A a és disso, o adu o dispa a além do obje i o, i. e. o deslocamen o no espaço de con iguidade é mui o a ançado, de modo que o equilíb io de ac ualidade e ende ea enge ei eza é pe u bado, o que le a a que não mais no sen ido habi ual de Ve schiebung possa se alado ( . u. abs ac zu me onymischen Ve ze ung). eaLienbeZeichnungen in den khM: ZWischen ÄQuiVaLenZ und Me onyMie o conhecimen o sob e os undamen os do co idiano ida em comunidades sociais, sob e o cul u al, ökonomische, geis ige und soziale Po en ial de na u , übe die Meis e ung des Daseins in Ges al de A bei und de spi i uellen i. VoLLÄs ndige ÄQuiVaLenZ keine Me onyMie isso se mos a nas aduções do khM ins Li auische im Ve gleich mi dem O iginal, que nessas duas linguagewö e ü die Zu handhabung deu sche ealienbe zeichnungen in den ins Li auische übe se z en Kinde - und Hausmä chen de b üde g imm 209s aipsniai a icles a amen os embo a encon a em linguespecí icas unidades léxicaliscas sua exp essão, ep esen a, po ém, um conhecimen o comum pa a g andes espaços geog á icos, de modo que sob u ilização do o. g. amplo concei o cul u al pode se pos ulado, que cada ide. alouund kul u gemeinscha um p óp io ocscha z pa a a designação dos ge ais componen es do undo cul u al o a o med. G undbezeichnung jene kul u ellen all aggen s ehen zu Ve ügung, die zu einem gemeinsamen idealen an eil s ehen. undwo scha z ol a em, de o que eles se e iam desen ol ido linguespecí icamen e, mas que cada língua suas p óp ias co das de pala as e dependendo de ca ac e ís icas mo ológicas da espec i a língua undwö e o a o mou. as consequência disso são comple amen e äqui alen e lexeme em essas línguas, cujo uso em aduções não p epa a p oblemas, já que elas são an o objec i amen e como ambém ad essa enge ech . abeLLe 2. Volls ändig äqui alen e ealienbezeichnungen (Fon e: au o des bei ages) alemão Li auisch alemão Li auisch Ax ki is nadel ada a Besen šluo a O en k osnis B o duona Schloss d a as, pilis Ga n siūlai Schnu i ė Glocke a pas S ube pi kia He d židinys Wiege lopšys kiemas Ho Widwe našlė Kas en sk ynia Zwi n siūlas alguns exemplos podem como en lehnamen os do alemão no li uanês de ido a de e minadas condições his ó icas conside a : 216 ac a Linguis ica Li huanica LXIX onymie pode se combinado, pa a o manejo com hans-ha y d Ößige de e minado ocscha zbeÄqui alenzmodell em ês äqui alenz ypes pode se simpli icado: (1) comple a äqui alenz, (2) me onymische äqui alenz als bewegungen eichen im ahmen on Übe se zungen besse zu e assen und zu besch eiben. aus solchen kombina ionen e wachsen Ve ände ungen in den jeweiligen heo e- ischen kons uk en, z. b. dass ein übe se zungswissenscha liches lexikalisches im kon igui ä s aum, (3) nulläqui alenz, que pode o ça à emdübe nahme. pa a cognionslinguís icas heo ieansigh s à me onymie êm igualmen e e isões e mudanças em conside ação, pois a dis inção de me onymicas deslocamen os, e e eções e dis o cções mos a, que cons i uição e p ocessos no con iguidade espaço p ecisam se mais es o çados, a im de melho es sen enças sob e o conhecimen o humano em ge al e gue . QueLLen b oliai g imai 19992001: Vaikų i namų pasakos 14. iš okiečių kalbos e ė adomas P anas d uk enis. Vilnius: alma li e a. B olių G imų Pasakos 12. 2010. iš okiečių kalbos e ė juozas balčikonis [o iginal da adução: 19381939]. kaunas: Vaiga. g imm jacob, g imm Wilhelm 2010: Kinde und Hausmä chen. edição úl ima mão com as o iginanno ações dos b úde g imm. Com um anhang de säm liche , não em odas edições publicadas Mä chen und he kun snachweisen h sg. on heinz ölleke. 3 bde. [o iginal: 1857] [= khM]. s u ga : eclam. achLi e a u ca agnoli s e ania 2005: Do Pa adigma à implemen ação: o bozne modelo. T ans e ência de conhecimen o a a és linguagem como p oblema social, h sg. de ge d an os, sigu d Wich e . ank u /Main: Pe e Lang, 7789. do nsei anz 1964: Língua e Spechende , h sg. de jü gen We ne . Leipzig: koehle & amelang. d ößige hans-ha y 2004: obse ações à comunica i as e cogni i as ca ac e ís ica da me onymie no alemão. 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Va ojan ealijų pa adinimų a i ikmenis, didelis aidmuo ypa ingi uo, kad žymi in o maciją, nebea i inkančią šiuolaikinio žmogaus žinių. aigi nuo lie u iškų a i ikmenų pa inkimo p iklauso ai, kaip lie u is skai y ojas sup as šį jam e d ės i laiko a ž ilgiu s e imą kul ū inį pasaulį. a i ikmens pa inkimas susijęs su be ku ių d iejų kalbų leksinės-seman inės ek i alencijos p oblema. Pasi elkian lie u iškus a i ikmenis s aipsnyje į e inami We ne io kolle io (2011) a i ikmenų ipai. Į eik a 2013 m. liepos 5 d. hans-ha y d Ößige Vilniaus uni e si e as, Kauno humani a inis akul e as Mui inės g. 8, LT-44280 Kaunas, Lie u a [email p o ec ed]