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Jürgen Udolph (Hrsg.). „Europa Vasconica – Europa Semitica? Kritische Beiträge zur Frage nach dem baskischen und semitischen Substrat in Europa“

Harald Bichlmeier

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196 ac a Linguis ica Li huanica LXX ha aLd bichLMeie Ma in-Lu he -uni e si ä halle-Wi enbe g sächsische akademie de Wissenscha en zu Leipzig Mainze akademie de Wissenscha en und de Li e a u Wissenscha liche o schungs ich ungen: indoge manis ik, onomas ik (o sund gewässe namen), al i anis ik (syn ax). jü gen udolph (h sg.) eu oPa Vasconica eu oPa seMi ica? c í icas apon amen os Zu age nach deM baskischen und seMi ischen subs a in eu oPa (con ibuições à Lexikog aphie e nome o schung 6) hambu g: baa 2013. Pape back, 386 páginas + 3 páginas unpaginie (com indicados aos bei áge s do bande) isbn: 978-3-935536-06-6 O p esen e sammelband en ende-se como espos a à da po heo Vennemann (e seus discípulos) desde ce ca de ês jah zehn en semp e de no o em dúzenas de ensaios o ge agena e po e liche e ymologien (ou o que pa a isso oi expendido) supos amen e e idenciada hesis, que po uma pa e uma g ande pa e do ocazezes ge mânico, po ou a pa e uma ainda mui o maio pa e da comumhin como ‘al eu opäische hyd onymie‘ designada não osse de o igem indoge manica, mas se ealmen e ao um ou ou o subs a o indoge manico. uma summa de suas o schungen em Vennemann no sammelband Eu opa Vasconica Eu opa Semi ica, be lin new yo k 2003, ap esen ado, que 26 já publicou e um a é da a unpublicados bei ag con ém. Simpli icado pe mi e-se Vennemann pon o de is a assim esumi : há uma sé ie de pala as, especialmen e no ge mânico, que de uma (boa) indoge manischen e ymologia des i uem. is o esida po que, que eles jus amen e p o êm de uma subs a sp ache. como subs a sp ache em aí no in e io land .a. o Vaskonische (eine a u baskisch) in age, já que se após o úl imo pe íodo glacial a Wiede besiedlung Mi eleu opas .a. de sul-oes e, en ão de a ibe icas jü gen udolph (h sg.) Eu opa Vasconica – Eu opa Semi ica? K i ische Bei äge zu F age nach dem baskischen und semi ischen Subs a in Eu opa 197 ecenzijos e iews me ade insula he comple zogam, o que se ambém a ce os ma ke s gene icos esp. cujo espec i o pe cen ual an eil ainda comp o a e lasse, que no bascico ke nland cada é no mais al o e em concen icos ings ao edo o ke n abnehme. Vaskonish osse mi hin ambém a mais an iga nos em (Middle))eu opa g ei á eis aquesse namenschich , is o an o mais, como se ambém nes a á ea o p oblema em, mui as ezes nenhuma (saube e) indoge manische e ymology da a könbesonde e ambém no Wes und no dge manischen. es as sejam .a. com ênizicos come cian es em nen. semi isch seien hingegen zahl eiche subs a wö e in küs ennahen gebie en, es a egion sido azido (e ul imamen e s amme sim ambém o unenalphabe do ênizico alphabe ab). a busca po subs a wo scha z jus amen e ambém no Wes ge manisch em uma longa adição, que especialmen e no ‚Leidene schule‘ da indoge manís ica é con inuada. po ém são as undamen ações comple amen e e a adas, que que em e um subs a an eil de a é a 30% no ge mânico léxico: já neumann (1971, 7779 = 2008, 35) em demons ado, que se a a aqui de uma e ke ung de alsas suposições, miscomen amen os e echen ehle n, que ela po ém em di e sos handbüche e in oduções ao ge mânico esp. a ge manicas einzelsp achen conseguiu. a p opo ção do subs a wo scha zes encon a em línguas em eg a na á ea de 25%. de o abalho no eWa pode ez. só o con i ma : De os bom 130 (abzügl. ca. 20 su ixe) bislang de ez. eWa p ocessados haup lemma a (Pala as começando com ahd. i-, j-, l-, m-) pôde apenas uma ez pa a um (ahd. î al ‚ei el, nich ig, lee ‘; eWa V, 226229) nenhuma (bo a) e imologia indoge manische se ap esen ada. o al ez(!) em subs a wo d e e oceden e an eil lag nes e exce o do léxico assim sob 1%! o aqui ago a como espos a a aqueles abalha p esc ição sammelband con ém após o p e ácio (s. 79) oi o ensaios e uma in e iew. undamen almen e p oblemá ico em es e olume é inicialmen e, que é uma espos a, que dez anos p ecisou, a é que ela o mulada e a, e que ela em suas indi iduais pa es udo ou o do que homogênea é: ela con ém ensaios, que já an es Vennemann li o uma ez apa ece am, ais, que ob iamen e já logo depois Vennemann li o es a am p on os e ais, que só mais a de o am p on os. assim como Vennemann li o de ensaios a pa i de ca. 15 anos consis e, p o êm ambém as espos as sob e a pa i de ca. 15 anos. um pouco se pe gun a já, se se um li o depois ão mui os anos mais uma ez po essas c i icas con ibuições dignigen e e, que de ac o na pesquisa ( ão longe ez. ela o e blick ) de qualque o ma nenhuma papel speiel (e). Dos esboços do sammelbandes o am ês indoge manís ico(-onomas isch)e já an e io men e uma ez imp esso: Michael Meie -b ügge , his ó ica linguís ica e suas on ei as (s. 151158 = Meie -b ügge 2010, 166 17 Lu z eicha d , 1662), nach olge hans bahlows (s. 159167 = eicha d 1996) o bei ag Meie -b ügge s é mais ge almen e- heo e icamen e ala gado e oca .a. no inal ambém pe gun a da ( ela i as) c onologia da sucessão de línguasschich en in eu opa. mas ele como ambém odos os ou os con ibu o es do p esen e sammelbandes em ao e guimen o, que se na u almen e com uma ou á ias o bzw. nãoindoge manicos línguas em eu opa se á e que con a , mas com a ual es ado da pesquisa e .a. dian e do 198 ac a Linguis ica Li huanica LXX e Wol gang P. schmid, Me odicas obse ações pa a ha aLd bichLMeie a classi icação al eu opäisch (s. 169180 = schmid 1998). as duas con ibuições a pa i dos 1990s anos são na u almen e de indoge manis isch pon o de is a comple amen e desa ualizado, mesmo se se na subjazen e a gumen a ion em eg a nada pode expo : eicha d ele a .a. des aca , que Vennemann os p opos as bahlows pa a a hid onymie sob e gendquelchen subs a os de qualque manei a e üb ig en. po ém, encon am-se na a gumen a ion e zumel nos exemplos, sob e os quais ela baseia, wei e s ecken olg , die allgemein au wenig ane kennung ges oßen sind, wäh end schmid .a. au egula i ä en im be eich des ablau s und de Wo bildung hin- weis , die eben ypisch indoge manisch seien, weshalb sich spekula ionen zu i - di e sas ac uais al as, assim em a abelle s. 174, na qual o mações a supos amen e ês u indoge manischen aízes são compelidas, que eilich segundo heu ige sich pe encem mui o mais a pelo menos seis (also duas ezes ês) aízes, e em da oo s u en pa a o (pós-u indoge manische?) se es abelecido, que nunca hou e depois ambém há in e anos na indoge manís ica. cha ac e es das o schungen Vennemanns ambém não encos amen e uma conexão des e subs a s com quaisque ou os alou( amil)en a p o a é. Pa a as indoge manís icas con ibuições pe ence ambém ainda o p imei o bei ag des bandes, Pe e an ei e , pensamen os ao li o de heo Vennemann, Eu opa Vasconica Eu opa Semi ica (s. 1163). es e mui o es i i amen e o mulado bei go é o único nes e li o, que indoge manís ica o e ece meio caminho no hoje habi ual ní el e com os hoje habi uais s anda ds. sêm adas o do enas e imologias são co e as (se bem que nem semp e as somen e concebí eis). es ingindo é mas adiciona , que ambém nes e bei ag bas an e lege com Wu zel(auslau ) a ian es, schwebeablau u.ä. é bypassado, o que em um não indoge manis ic p e ab icado lei o acilmen e um jei o des any hing goes pode ia deixa . ais a ian es unmo i adas são hoje em eg a não mais como possibilidades econhecidas. um ou o p oblema é que ocasionalmen e não aízessigni icações são indicadas, mas simplesmen e a pa i do aduzido ma e ial de pala a segundo conhecidas eg as u indoge manische anspona e são c iados, ocasionalmen e sem ela com e en ualigem ou a ez e idenciem ma e ial (bzw. ekons uk en) a co elaciona . mesmo assim mos a o apon amen o cla amen e, que Vennemanns admissões e mu maßungen de qualque jü gen udolph (h sg.) Eu opa Vasconica – Eu opa Semi ica? K i ische Bei äge zu F age nach dem baskischen und semi ischen Subs a in Eu opa 199 ecenzijos e iews necessidade desp o em, com isso consis en emen e ambém qualque e ymológico p obabilidade con adezem e consequen emen e ambém ão supe luo são, como eles se ão alsos. / Realmen e conside a eis é an ei e s conjec u ação ao aqualen no d uck d), que es e nomeadamen e não e lex de qualque a“ (die e was zu ückhal ende auch schon on ez. geäuße wu de; gl. bichlmeie nãoindoge manischen subs a schich osse, mas de uma indoge manischen schich pe encido enha, que jus amen e o wandel *o > *a mos ou. acon ece is o em um e i ó io, no qual pósmalig línguas o am aladas/se ão, que esse mundo não mos am (como po exemplo cél ico e i alisch), é com duas di e en es camadas indoge manicas a con a , de e en ão ul imamen e com pelo menos duas ondas de imig an es de alan es de línguas indoge manicas se con ado (p. 57 .). be emdamen e age em es e bei ag mas, que ele a pa e de e einzeladas nennungen (meis di e amen e ci ie e ) li e a u a quase gen esamen e em sekundä li e a u e ica. is o esmal e a o alo do con ibuag conside a elmen e. o mais longo indoge manís ico (no sen ido mais amplo) a nennende bei ag é o do edi o des bandes, jü gen udolph, Vaskonisches und semi isches in eu opa aus namenkundliche sich (s. 211324). es e apon a indes os ípicos aquezas nume osos abalha es daqueles e asse s em, na que ez. já á ias ezes a encioso ez ( gl. ul imamen e bichlmeie 2013a, 2013b), e cuja g a egundíssima é: a indoge manís ica achli e a u a dos úl imos 50 anos é p a icamen e não ecipien e. consequen emen e encon am-se odas as exp essões do au o à indoge manís ica inalmen e sob e o es ado do Vo k iegszei . is o se mos a especialmen e em suas comple amen e an iquadas isões ao sis ema onológico do u indoge manico, à o mação de pala as sob e es e ní el de linguagem e apa ecimen os de acen o e ablau e aos com ela elacionados ques ões da semân ica das espec i as o mações. odas as sob es as á ea caindo p oblemá icas pon os do con ibu o a a a , é aqui não a p es a . isso a ia um p óp io ensaio mais longo necessá io. a inal cai já em es e luga uma su p eenden e pa alele no abalho de modo à da heo Vennemanns em cima: li e a u a ele an e não é (ap emessadamen e) ecipien e. um ep o o, o udolph em seu bei ag já mesmo á ias ezes ao ende eço Vennemanns di ige. assim udolph le a po exemplo em seu bei ag á ios ezes casos de ‘consonan ewechsel‘ a, incluindo ambém no amen e seu a o i oexemplo nhd. Hass s. Hade (s. 241, 264, 306). sob ‘consonan ewechsel‘ en ende ele um ob iamen e li e oco e podnen e oca de consonan es ( .a. no auslau de aízes), sendo as aízes mas igual signi icado êm. que ele se ao azê-lo em hi in oca (p. 256) mos a apenas uma ou a ez a un imeliness de suas en adas. des e apa ecimen o é um mais longo abo do em sua monog a ia ao ge manenp oblem de o ado (udolph 1994, 51118), do que ele em seu bei agem e e enciou á ias ezes. mas como ou as ambém demais a no a aquezas mos am-se unsaube dades ao ci a ou os au o en (o que udolph ja Vennemann ambém acusa) e na ci ação de exemplos: assim é ap oximadamen e s. 253 200 ac a Linguis ica Li huanica LXX já se o.a. Fa o i osexemplo é e ado: es e pa de ha aLd bichLMeie pala as é já há longem (pelo menos já desde 20 anos) em duas seman icamen e o iginalmen e di e en es aízes eduzidas (*ka - ‘s ei , kamp e *ad- allen ‘ [LiV2 318], gg . ambém ‘ ü zen au ; ou u idg. *eh2d- ‘seelisch au gewühl sein [LiV2 38319] a g . κῆδος ‘so ge, aue ), cujas de i ações se êm apenas no ge mânico seman isch angähe (kluge Seebold 1995/6, 359; 389, 2011, 395 ; 398, iWa., 381, 383). uma sis emá ica e isão do mencionado abecedão de udolph 1994 de e á segu amen e ainda e á ias compa á eis alheis es ima i as e ele. bichlmeie (2010, 16 .) o emen e ab e iado assim ep oduído, que lá a exis ência de uma aiz *el-olg undsä zlich con es ada seja. ce o nele é, que é segundo heu ige sich da indoge manís ica uma aiz da es u u a VKim u indoge manischen nunca e em dado, mas es as semp e a mines s uk u KVKha en, mi hin in diesem alle eben u idg. *Hel(H)- a econs ui é. mesmoes ale na u almen e ambém pa a a s. 225 . es o çado aiz *e -/*o -: é não de uma, mas de mind. duas aízes da es u u a *He (H)- saí em (am mais p on os ie em *h1e - ‘ohin ge a en (LiV2 238) e *h3e - ‘se (au wä s) em mo imen o coloca (LiV2 299 .) in age, mas ou os podem ainda en a em jogo, dependendo, se é ago a a designação de um águas ou de um be go; a he ança de a naus *e -(n)- ‘hügel le an ung [p. 240] é assim de qualque o ma alsa). mas da udolph ja jus as úl imas jah zechn e indoge manis ische o schung não ecipie e ja ambém cons a ado: au diesem ni eau disku ie e ich nich . (udolph 2013: 438), mos a-se a es a obse ação além da p esumi elmen e da disc edi ição do ci ado se indo modo de ep esen ação, só no amen e sua alhança indoge manís ica ach compe ência. uma alsa a ibuição de língua oco e po exemplo no caso de ma i- ‘Vo gebi ge o.ä. (p. 278), que não al indish, mas sim a es isch é (ba holomae 1904: 1112 .). a e imologia (u idg. *mñ- i-) á ce o pelo menos. que udolph ambém mais elhas indoge manís icas o schungen não são peculia men e bem conhecidas, mos a-se ambém no, que ele s. 220 . e 303 no con ex o com o gewn Ode e pa en e ( gl. pa a isso g eule 2008: 70 . [den udolph ga não p imei o mencionado...] e a ualmen e bichlmeie no d uck a, b bem como 38b dgn4 .) em que o caland-wacke nagelsche su ixsys em e e e-se (sem o nome) e um ensaio bloom ields de 1925 ci a, que na o schungsgeschich e de ac o nenhuma ole, mas não joga no an änge do econhecimen o da conjugidade da u ixe su idg. *- ound *-u- (e jü gen udolph (h sg.) Eu opa Vasconica – Eu opa Semi ica? K i ische Bei äge zu F age nach dem baskischen und semi ischen Subs a in Eu opa 201 ecenzijos e iews aindae ) já em os 1890e anos eme e ( gl. a isso bichlmeie 2008, bichlmeie no d uck c /). ambém em eo é ico ní el sublau en udolph ehle , assim se ele s. 275 schen, sch eib : „nu dann, wenn eine zu iedens ellende e klä ung aus dem hochdeu - ge mânicos, cel icos ou al eu opeos não pode se e b ach ado, pode pa a uma ainda mais elha linguashich se g ipped. co e o se ia, que se isso en ão não em (uma o mulagem mais co e a encon a-se s. 303), pode-se, na u almen e, po que basicamen e semp e é possí el sim, que uma ‘ olkse ymológica‘ eseman ização de uma mais an iga o ma de nome oco eu, que só de ido ao a o de que não exis em nenhum nome de ce idão, não pode mais se comp o ada ( gl Be gmann 2011). Mui o mais, especialmen e e e en e e liche de ail agen a e ymologias, deixa ia-se ainda ci a , is o i ia mas inalmen e os quad os explengen. apesa dos mencionados e ul e io es manchas em aquele bei ag o na-se na u almen e cla o, que os abalha Vennemann me odologicamen e e em elação dos cien í icos usances ( ecepção e a aliação da ele an e secundä li e a u a, gg . exal ação das p imä sou ces e c.) não ao que se pode espe a . as pa elleles no i ei o en e Vennemann e udolph são, no en an o, ambém ininsensí eis. Se ago a a pa i do conjun enschau dos apon amen os indoge manís icos ambém a cada lei o de a e o nado cla o, qual (un))a os abalha Vennemann no domínio da onomas ica são, assim é ainda igualmen e a cons a i- e , que as no p esen e li o eunidas, em adição indoge manis a pa en es apon amen os mesmo odos no um ou ou o sen ido mais ou menos longe a ás do que hoje é no indoge manís ico s anda d. além dos aspec os indoge manís icos são no sammelband ambém ainda de especialis as das línguas hami o-semi icas e do baskico s ellungnahmen a Vennemanns äuße ungen zu diesen sp achen bzw. zu den on ihm aus diesen sp achen he angezogenen e gleichswö e n abgegeben. é são es es seguin es ês bei áge: joseba L. Laka a, on ancien eu opean and he econs ische kompa a is ik (s. 325359). es es ês a igos azem cla o, que Vennemann compe ências em essas á eas uc ion o P o o-basque (s. 65–150), hayim y. sheyim, indo-eu opean, old-eu- opean, and a asian, o con a Vennemann (s. 181–210), und aine Voig , eu- opa semi ica? beme kungen zu Vennemanns semi (ohami )is isch-(indo)ge manis- são mais p eocupadamen e o amende na u eza: eles são sob e os indoge manís ica-conhecimen os udolphs pa a compa a : a li e a u a ele an e é desconhecida, em ez disso é ul apassado e da comunidade especializada mui as ezes su icien e já desca ado é ci ado e pa a a base da a gumen a ion az. Essencialmen e p eocupan e é mas Vennemann me hod(olog)isches e de indoge manis ische sich é aqui ainda adiciona , que de qualque manei a o acima já abo dado p oblema exis e, que 202 ac a ha aLd bichLMeie Linguis ica Li huanica LXX Vo gece , que lhe de an e io es au o en já á ias ezes ang eido oi: ele compa ou me e d au los econs uie es aqui com ac ualmen e es emunh em lá, sem se no ac ualmen e es emunh en ao edo o aspec o dos an ess u en cuida . ezensen man ém isso basicamen e pa a odos hon es ale, pa a es os das línguas p é-indoge manicas em eu opa p ocu a . só se um en ão o indoge manico em eu opa com baskischem ou semi ischem que compa a , em-se isso ambém aze na mesma es e e (quando ambém os au o es dos ês bei ões apon am), i.e. um em que isso udo mesmo na es e e do 1. ou mesmo 2. jah ausends p é-c is ãos compa a , ou a pode nada (ou mui o mais ao acaso uma ez algo) ce o sai . udo ou o hieße äp el com pe nas compa a . se um, se uma indoge manische e ymology pa a um nome plausible pode aze , ealmen e não (mais) no e dadei o sen ido pode p o a , que o nome o iginalmen e nãoindoge manisch de e e sido. em nenhum sen ido a nega , que nume osos des es nomes se ecusem a uma simples indoge manische e ymologisie ung, mas isso ambém pode simplesmen e es a a que nós o emos a e com uma linguashich , que nos hoje es emunhados línguas não pe du ou, mas de cujas o mas p edecesso as oi supe posado ( gl. acima as ano ações ao bei ag an ei e s), po isso nós a (ainda) não conhecemos su icien emen e bem. mas se se az uso dos mé odos da a ual indoge manís ica, em-se já um oço mais. o abslho do bande o ma um bei ag a pe gun a da gene ik (jü gen udolph, pe gun as a a gen o schung, s. 361386), que de uma in odução udolphs com ep esen ação das Vennemannschen inlassungen a es a p oblemá ica e o alguns ou os au o en bem como um in e iew udolphs com dois gene ike s consis e. In elizmen e não se descob e nem o momen o do in e iew nem em qual o ma ele ealmen e oco eu (se pa ece mais após um esc i o in e iew, já que os con e sácspa ne s do mais eqüen en em oben e e em). as dois in e iew- Pa cei os são em mui o di e en e medida mi eilsam. no con e são ai sob e a a aliação das de Vennemann e seus alunos pa a sua a gumen a ion he ançadas gené icas o schungen. inqué i os só com maio cau ela de e usa , pois dependendo, quais ma que são examinados, als Quin essenz kann man da aus ielleich ziehen, dass man eigen lich diese bas an e di e en es e guimen os sai em, que en ão cada ainda podem se in e p e ados de o ma di e en e. ge al pa a cu o em aqui de qualque manei a o knackpoin da oda a ques ão: a an-ennemabsence de de e minadas gene/ma ke /bloodg oupegi e sidades mag já du chaus esuma-se conclu i amen e jun o, o que se da aqui p esen e sammelband pa a as heses Vanns, assim pode-se bem üglich dize : eles são mo os. mesmo se ela semp e de no o uma ez em jü gen udolph (h sg.) Eu opa Vasconica – Eu opa Semi ica? K i ische Bei äge zu F age nach dem baskischen und semi ischen Subs a in Eu opa 203 ecenzijos e iews algo sob e a p obabilidade da pe ença de um indi íduo/um g upo de indi íduos a uma de e minada população a um de e minado momen o a es a em / sob e a de es e g upo de indi íduos alada língua diz udo isso na u almen e nada o a, desde que es e g upo de indi íduos não ambém enha deixado es emunhos esc i os. (e nisso se de e á em p e isí el empo nada muda .) uma ez que ago a no caso po exemplo do (P ägung da) ‘al eu opäischen hyd onymie‘ se a a de uma ossc ip i e pe iod, o na-se a p obabilidade, que se da p obabilidade da po uma gene ica cons elação a explo a pe ença ao g upo à língua des e g upo pode conclui , mas bas an e pequena. Zei sch i en o.ä. su gi , assim êm eles ainda ealmen e quase se iamen ezuehmende adep os encon ados. e is o ai pe manece pelo menos an o empo assim, an o empo os de enso es dessas heses não começa em, a se ambém me odologicamen e sob e o a ual es ado das indi iduais subá eas das linguís icas his ó icas (se seja ago a semi is ica, indoge manís ica ou baskologia) aze . só ideias in e essan es iquem pa a a ciência jus amen e não. deplo á el pe manece ob iamen e, que o aqui ap esen ado, em sua o alidade du chaus necessá ias sammelband com de a o e a aso empo al apa ecido é e en ão quali a i amen e ão desigua ige bei ágios con ém. Enquan o isso é há mui o empo o p óximo sammelband Vennemanns apa ecido: Ge mania Semi ica, be lin new yo k 2012. Um pode es a enso, se a es e li o ambém no amen e um compa á el sammelband é con apondo. e pa a im 2015 é ambém jun o ao e lag já o p óximo olume anonizado: obe Mailhamme , heo Vennemann: The Semi ic Componen o Ea ly Ge manic Language and Cul u e, be lin bos on. se de e ia nesses li os a cien í icaidade ou a saube idade das aplicadas Me hod(ologi)e não e em eno memen e aumen ado ou aumen a , se ão mas ambém elas na se iosas his ó icas linguís ica e onomas ica excep o al amen e puxadas sobenb ows nenhuma aças deixadas ou be gman n ol 2011: o me hodische dilemma de in e e enz-onomas ik. ou: é al mühl um nome alemão? haub ichs, Wol gang ie enbach, hein ich (hgg.). / in e e enz-Onomas ica. Nomes em G enzund encon ões espaços em his ó ia e p esen e. ga Ve ände ungen bewi ken. LITe ATu ba olomae ch is ian 1904: Al i anisches Wö e buch. s assbu g: übne . 204 ac a ha aLd bichLMeie Linguis ica Li huanica LXX Saa b ücke Kolloquium des A bei sk eises ü Namen o schung om 5.7. Ou ub o 2006. 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