scieee Open visual document viewer

Integruotas kaitos modelis. Metmenys I

Linas Kontrimas

Full text

A igos A icles 253 / LINAS KONTRIMAS Minis é io da Cul u a da República da Li uânia Mokslinių y imų k yp ys: his o ia, komunikacija, iloso ija. INTEGRUOTAS KAITOS MODELIS. METMINAS I NOTADAS DE INTRODUÇÃO Explic i mudanças é in e essan e e a iscinho ocupação. Pa e das mudanças pode se calculá el. Assim unciona, po exemplo, dêsnei da ma emá ica. Deli mudanças podem se p esgėjamos po an o nos en am lo e ias e a iados milag es. No en an o, maio es milag e nossa p óp ia ida. Ele di icilmen e cabe em cálculos imen os e espėjimas. Ainda maio ma a ilha ab ange, quando começas a pensa sob e mudanças, ab angendo não de um homem, mas de ge ações, séculos, milenmecios acon ecimen os. En ão momen o não é a ques ão mais impo an e po quê. Ao homem con empo âneo de e se comp eendido que udo se mo e e muda. Jus o mais do que, já há bons dois com meio mil anos o sábio g ego He aklei as p ologou pan a hei, udo eka. O empo é igual ioė, acon ecimen os nuga ma eno me luxo e duas ezes pa a a mesma ioę nãob isi. E ealmen e daik iškoji mundo io do empoê cons an emen e mudando e esco e. Den o dela não só nãob isi duas ezes, al ikslo e le an a se não ale. No en an o, nas nossas cabeças e almas que es á o empo, pensamen os, pensamen o, ideias udo isso é comple amen e ou o ioė. Po es a iê podes b aidi a quan o adequado, e ėk só ūpo e co ąsos. Po p ecisa co ãosos? Po an o, que aqui o mais impo an e ou a ques ão como. Como pode se assim, que posso quan o ap op iado empa ed e saí des e mis e iosa, mas ão sediojanças ies? Ainda mais como udo muda? Como udo se conspõe, de ói, nu ūks a, no amen e une-se, cambiaičia, mo š a e no amen e su ge? Klausimo kas keičia? nãoeliu sąmoningai. Igualmen e assim, como na u almen e comp eensí el a espos a à pe gun a po quê? po que udo mo e, me ambém ão cla a a espos a e à pe gun a, que udo mo e: pa e dos acon ecimen os mo e po causa humano, pa e po causa da na u eza, pa e po causa da on ade de Deus. Aqui já olha a cada um apazigua , quem no seu sis ema de comp eensão humana do mundo é o p incipal mo in ou . LINAS KONTRIMAS Ac a Linguis ica Li huanica LXXVI 254 HISTÓRICA E TALBA Quase udo pode se encaixado em abelas c onológicas. Cada ação em sua da a. Cada coisa em seu empo começo e im. Nós du an e a nossa ida obse amos milha es de começos e inais: i os essências, não i as essências em, pabūna e sai. Conpinamen o em c onologias é nepamainomas ciência da his ó ia ocupação. Necessá io e necessá io. Em ge al ciência à men e humana deu um ce o es abilidade, o denkingum e calmaus conhecimen o. Às ezes a é demais. Po an o esc e endo, que só quase udo é sudėliada em cien í icke a kingą e ch onologically sudėlio ą sis ema, k eipiu men į e em isso, o que alkii sis emai nepasiduoda. Isso é a p óp ia men e, e ago a meu discu ido ema é impo an e e ou a pala a essencial muda , kai a. Nós podemos dize : es e assun o a pensei en ão e en ão. Mas é mesmo? Não é assim que conscien emen e comp eendida coisa á só o im do p ocesso? Liguamen e como e his ó icas mudanças. Nós podemos alega que o e en o acon eceu num de e minado dia. Mas começėjemos a p ocu a acon ecimen o começo, descob imos que o p óp io acon ecimen o ė a p ocesso ou p ocessosis inalinis momen o. O e ou os p ocessos do começo. Tokį dos enómenos não-obedinumão ao his ó ico shuka imui subminis a a pala a. A linguagem é a pon e imma e ial en e o que ainda não é e o que já não é. Tal ez a é mais p eciso osse aplica à linguagem ou a, não pon o, me á o a: ela é luga de encon os. TRYS TELKINIAI Quem em língua se eúne? A linguagem pe mi e acumula , enc ip a e deci a in o mações sob e a o iesas, eo ias e nós mesmos. Em ou as pala as, odo conhecimen o, passado il o in e no de pessoa, a pa i conc e os e ou abs ac os a os do mundo c ia, si mesmo e e c. eo ias de en endimen o e explicação. Algumas eo ias são con iá eis, a aen es, uni e salmen e econhecidas, ou as podem pe manece mui o locaisas e ex emamen e subjec i ios po exemplo, meu aqui ap esen ado modelo in eg ado de cai os é eó izização subjec i us sob e isso, como se ia possí el explica mudanças. Assim alboje e po linguagem são conjugadas em um só de ce os enomênicos, ci cuns âncias sis ema. Po exemplo, nós dizemos enacança, dizemos ci meninis amžius, dizemos lie u ių cul u a. De a o, assim dizendo, nós denominamos um ce o sis ema, que em a desc e e -a e só lhe ca ac e ís icos a os, eo ias, em pessoas que econhecem aquela sis ema exclusi idade e sepa adão e singula idade. In eg ado kai os modelois. Me menys I Įž algos Insigh s 255 / Uns sis emas são o ná ias his ó ia, ou os c ia-se ago a. Ou são olun a iamen e c iadas. Isso pode se ei o na u almen e, posi i amen e, mas pode se execu ado kai a e b u almen e, com o ça. O exemplo do p imei o caso pode se o su gimen o e disseminação de i ual social communi ies. Segundo caso ilus a o acon ecimen os na Uc ânia: c ia-se neexisi uojan i No o osijos eo ia, p i ampiam ou su alsi icam-se, c iam-se ją ilus uojan es a os e al da inys po lingua lançid ao mundo. NEIŠVENGIAMA KAITA Abaixo ap esen ado no modelo é minimis icamen e pademons a ado in eg ado kai o modelo. Tudo no mundo es á elacionado. Rodyklės é s i is da língua. By he way, a linguagem eu en endo não só como aides e di amus pala as. Símbolos, sinais, música pa a mim ambém é língua. In eg ado cai os modelo Į eik a 2017 m. junho 9 d. LINAS KONTRIMAS Minis é io da Cul u a Jono Basana ičiaus g. 5, Vilnius, Li uânia Kon [email protected]