scieee Open visual document viewer

Medicinos terminai grožiniame tekste

Palmira Zemlevičiūtė

Abstract

    Straipsnyje aptariami medicinos terminai pasirinktame grožiniame tekste (Noah Gordono romanas Gydytojas. Avicenos mokinys, 2020) ir jų požymiai bei paskirtis. Medicinos terminai vartojami gausiai, dažniausiai nupasakojant įvairias su gydymu susijusias situacijas. Gvildenamos dvi ryškiausiai išsiskiriančių terminų grupės – tikrieji (moksliniai) medicinos terminai ir netikrieji medicinos terminai, arba pseudoterminai, taip pat apibūdinamos medicinos terminų atliekamos funkcijos, jų kontekstinių partnerių (būdvardžių, dalyvių, veiksmažodžių) reikšmė realizuojant stilistinę funkciją, paliečiamas determinologizacijos klausimas.    Aptariant medicinos terminų funkcionavimą grožiniame tekste, straipsnyje kartu pateikiama kitų tyrėjų įžvalgų apie terminų vartojimo kalbamajame tekste ypatumus bei siūlomas terminų tame tekste klasifikacijas.

Full text

S aipsniai / A icles 67 PALMIRA ZEMLEVIČIŪTĖ Ins i u o das línguas Lie u ių ORCID id: o cid.o g/0000-0002-8679-3253 No mas de pesquisas Mokslinių: lie u ių e minologija, lie u ių medicinos e minologijos is o ija. DOI: doi.o g/10.35321/all84-04 TERMINOS MEDICINOS GROZIAME TEXTO Medical Te ms in a Fic ional Tex ANOTACIA A igosnyje abo dam-se e mos médicos em escolhido g ožiniame ex o (Noah Go dono omã Gydy ojas. A icenos mokinys, 2020) e seus sinais e paske is. Te mos Medicinos são u ilizados gausiai, ge almen e nupasacoando á ias com o a amen o elacionadas si uações. G ildenamos duas mais b ilhan emen e dis inguindo g upos de e mos e dadei os (moksliniai) e mos de medicina e nãoik ieji e mos de medicina, ou pseudo e minai, ambém desc údinamas e mos de medicina execu adas unções, seus pa cei os con ex ais (būd a džių, daly ių, eiksmažodžių) signi icado ealizando es ilis inę unkcję, palieciamas ques ão de e minologização. Ap a ian a uncionala imen o de e mos médicos no g ožiniame ex o, a igo jun o ap esen a-se ou os pesquisado es insj algų sob e e mos de consumo no ex o alamaje peculia idades bem como suge ido e mos de ame ex e classi icações. ESMINIAI VOODŽIAI: medicina e mes, g ožinis es ilous, g ožinis ex oas, kon eks as, kon eks iniai pa ne iai, unkcija, de e minologizacija. ANNOTATION The a icle add esses medical e ms in a selec ed ic ional ex (Noah Go dons no el The Physician, 2020), hei ea u es and unc ions. The ex abounds in medical e ms. They a e usually used o desc ibe a ious medical ea men ela ed si ua ions. The a icle ocuses on wo mos p ominen g oups o e ms: p ope (scien i ic) medical e ms and imp ope medical e ms o pseudo- e ms. I also desc ibes he unc ions played by medical e ms, he meaning o hei con ex ual pa ne s (adjec i es, pa iciples, e bs) in pe o ming he s ylis ic unc ion and add esses he opic o de e minologiza ion. PALMIRA ZEMLEVIČIŪTĖ 68 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV Quando discu indo he unc ioning o medical e ms in he ic ional ex , o a igo ambém ap esen a as insigh s de ou os schola s ela i as as peculia idades de he use o e ms in a gi en ex and he p oposed classi ica ions o e ms in he ex . KEYWORDS: medical e m, ic ion s yle, ic ional ex , con ex , con ex ual pa ne s, unc ion, de e minologiza ion. ĮVADAS Te minos uncionamen o no g ožiniame eks e1 peculia idades. P igim inė e na ū ali e mino unkciona imo ie a y a mokslinis eks as, ku iame e minas a lieka sa o unkciją – umpai, iksliai, iena eikšmiškai į a dy i mokslinę są- oką, ki aip a ian – su auk i am ik ą in o macijos kiekį, i ku iame e mi- nas exa amen e e umaa eikšmiškai pode se decodi icado (ž . Lobano 2008: 77; Самохина 2011: 210; Тамбиева, Текеева 2019: 236). Funcionais es iliai nesuda o echados dos sis emas, isso uma ou a eikianças de linguagem a mainos (Župe ka 1983: 115). Te mos, sendo a ibu os de ex o cien í ico, mui as ezes saem o a deles habi uais especial da á ea de consumo e a i amen e se pe e biam em não especiais s á eas de consumo (ž . Самохина 2011: 169; Понамаренко, Уварова 95; Синелева 2016: 2020: 193). Uma dessas é g ožinė li e a u a s i is de consumo de es ilo a ís ico (Pikčilingis 1971: 286; Župe ka 1983: 113). Es e es ilous, Juozo Pikčilingio pala as dizendo, pla i upė, suge ian i em si á iosus upelius e upokšnius e seus mai inama. Aqui melai usa-se a iados de ou os es ilos, a iados dos seus elemen en ais. Rašy ojo exp essões de meios paiseškos campo oda língua. Ele necessi am e es ilis iicamen e neu os, e es ilis iicamen e ma cados, an o li inhas, sujeikinhas, an o šnekamosios língua de ecu sos. No en an o, na g ožina li e a u a pa ekę ou os es ilos elemen os são ak ualizuojami (Pikčilingis 1971: 302; Župe ka 1983: 115, 116). O g ožino ex o é especial naquilo que nele, como mencionada, pode se usado de odos os es ilos de exp essões ins umen os ( aipém e e mos) (daí, g ožino ex o pela sua na u eza é plu ias ilis), mas aqui mudada aqueles ins umen os uncional papel, aqui suas desempenha ou a unção, do que naqueles es ilos, nos quais o uso de meios ala i os é comum (Pikčilingis 1971: 304; Nemyka, Пешков 2015: 251: 193). Te mina no g ožiniame ex o já não é e mininai habi ual 1 Plačiai e a ii iapusiškai es a emá são y inėję usų au o iai (ž . li e a ū os są ašą). Au o es Li uães sob e e mos de unciona imen o não ipizada em seu ambien e são esc eę nedaug. Menė ini só ealiza algumas pesquisas. Kazimie as Župe ka é analisado lingüo y os e minos a oseną publicis ikoje (Župe ka 2000: 75182), e As a Mi ke ičienė é esc e o a sob e á ias á eas e minos a oseną na mídia on-line (Mi ke ičienė 2020: 108127). A igos A icles 69 / Medicinos e minai g ožiniame eks e des e sen ido da pala a: eles não só nomeam conc e os i ens e enômenos obje i ios da ealidade, mas ambém adqui em emocionalnp somb a , con e em ao ex o uma ce a colo i (Глазкова), aigi e minų 2008 p ecisão cien í ica suscepnha, pois ex o de es ilo alá el sai além do campo e minologico (Суперанская, Подольская, Васильева 1989: 135). No não ipiniame con ex o e mos s uk ū ą, . y. pa i ia į ai aus pobūdžio ans o macijų, dėl o gali įgau i ki ą keiçam seu signi icado seman ino ou adicionais cono ações, a é o na (Прокопова 2013: 169; Понамаренко, Уварова 2016: 95, 96). No s g ožiniame eks e e minai a ojami okie pa ys kaip i moksliniame, azeologismos componen es po ém, como já mencionado, daqueles mesmos e mos unções di e en es es ilos de ex os são ou as. Božinis kū inys, apesa de que nele são usados e mos, acima de udo elaciona-se com emoções e lik i isiškai jiems nebūdingas unkcijas (Шамсеева 2018: 116). Taigi e minas sen imen os. Em al ob a os e mos podem a g ožiniame ex o, além de suas ine en es, nomina i ênes2 unções ainda execu a kogni y inę, in o macinę, desc ibindo-a (cha ak e izuojančią), emocional-exp essi a, es é ica, a aliamąją, imagemdinę3 , e no discu se cien í ico e minai execu a só nomina i inę unção (ž . Жидкова 2007: 8588; Жидкова 2008: 523; Лобанов 2008: 77, 82; Самохина 2011: 207; Смирнова 2012: 158; Ланьлань 2013: 179–180; Мухамеджанова 2015: 168; Немыка, Пешков 2015: 251–252; Ремпель 2015: 34; Эфендиева, Дзасежева, Хутова 2015: 222–223; Бобырева 2016: 123; Воскресенская 2016: 353–354, 365; Понамаренко, Уварова 2016: 96; Воскресенская 2017: 261; Рахимова 2017: 66–68; Сергеева 2018: 292; Шамсеева 2018: 147; Якунина 2018: 577–579; Маджаева 2020: 37; Синелева 2020: 194[…]198 e k .). Po ou o lado, os e mos no ex o g ožiniame pode se usados e só só sua li e al, e minine, signi icado, in oduzi os mesmos concei os como e no ex o especialia e não e em de quaisque adicionais a spal ios (ž . Popo a, Gámo 2019: 97). No en an o, apesa disso, qualque qual pala a, a idū ado a ele não usual con ex o, um pouco keicia seu signi icado. Te mino g ožiniame ex o p igim is é d ilypė. Aqui e mos ( an o au o iaus, quan o e pe sonagens alboje, ê. Nemyka, Пешков 2015: 250) são usados em seu di e o, specialia, signi icado, como e no ex o cien í ico, i. i. ansmi e in o mação, mas, di e en emen e do mencionado, g ožiniame ex o eles êm de á ios epi e os, impossí eis no ex o especialia, que con e em emocional, alo inamąją signi icado. Os e mos aqui desempenha a ep esen ação, o e ei o emocional des inação, i. i. i s a especiais meios de exp essão: eles são een endidos, me a o inados, adqui em umokį ou ou o ou o exp essi o ca ác e (Pikčilingis 1971: 304; Самохина 2011: 170; Смирнова 2 Da chama-se nomina y ine-ap ašomąja (Немыка, 2015: Пешков 252). Nes eji é conside ada esmine unção do e mo. 3 Ou o chamado de menine- aizdine unção (Nemýka, Пешков 2015: 252). PALMIRA ZEMLEVIČIŪTĖ 70 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV 2012: 159; Ланьлань 2013: 179180; Бобырева 2016: 124, 125). Te mina no g ožiniame ex o despenca especialiajai leksikai ca ac e ís icas de peculia idades e adqui e leksika ge al pala a a ca ac e ís icos a ibu os (ž . Nemýka, Пешков 2015: 251252; Тамбиева, Текеева 2019: 238). Te mo de na u eza não em emocionalno-exp essi o a spal io4, i. i. ele é es ilis icamen e neu alus, mas g ožiniame ex o o e mo pe de es ilis inho i įgyja emocinį-eksp esinį a spal į (Самохина 2011: 206; Бобырева 2016: 123; neu alismo Синелева 2020: 197). Ele o na-se do pensamen o igu a i o, que é a base do es ilo aes hónico, p iemone (Ланьлань 2013: 179180; Синелева 2020: 198). Docslinio e g ožinio ex o ende ea as são di e en es. Ac edi a-se que g ožinio, oks p iešingai nei mokslinio, eks o skai y ojas ą pa į e miną neiš engiamai su- supap as in ai (Самохина 2011: 170, 171). Ao lei o o e mo no g ožiniame ex o pode se desconhecido, en ão seu deci a imas ajuda a ob e no a in o mação. Nes e caso o e mo execu a kogni y inę unkcję (ž . Lobano 2008: 77; Самохина 2011: 207; Смирнова 2012: 158; Немыка, Пешков 2015: 251; Бобырева 2016: 123; Воскресенская 2016: 355; Рахимова 2017: 66, 68; Шамсеева 2018: 117). Quando o e mo en a em g ožinį eks ą, ele não só se muda, mas mui as ezes keičia e aquele eks ą (Alexand o na, Халифовна, Руслановна 2015: 218). Qual gi é o obje i o do uso de e mos num ex o belžiniame? A i ma-se que os e mos são usados pa a c ia um onão cien í ico (Жидкова 2007: 88; Матвеева 2012: 150; Шамсеева 2018: 117). Anas asijas Sinele a acha, isso é a p incipal unção do e mo no ex o g ožiniame (Синелева 2020: 194). Os esc i o es em suas ob as usam e mos conscien emen e mui as ezes que endo desc e e o mais p ecisamen e possí el ce a de coisas, ações ou enômenos, sob e os quais con am, peculia idades, ou pe sonagens p o issão, á ea de a i idade ( an os pe sonagens exis em em linguagem mui a léxica especial). 4 No inal do XX a. oi man ida que a emoção-eksp esinė cono ação à ciência e à linguagem e minijai de odo nãoubūdinga. No en an o, mais a de começou a le an a -se idéia, que a linguagem da ciência não é comple amen e es ilis iicamen e neu a, que nela há peculia idades de cono ações emocionais-exp essi as b uožų. Conbamoji cono ação necessá ia ciência linguagem p eikumai cien is a não pode só só cons a a ac s de, mas em eles e a alia . Na e minologia, o igu a i ismo ge almen e não é e i ado quando se p e ende exalškinha a dis inção (dis ink y inę) da unção dos e mos, quando o dis in i o dis in i o é omado y ėjo imp essūdis, que lhe é ei o nomeado plan a ou animal, ou subjec i amen e alo izadas qual plan a ou animal é qual qualidades (p. ex.: skiau e inis papa is (D yop e is c is a a), šalmuo oji geguž aibė (O chis mili a is), puodikus g azis (Dian hus supe bus), lieknasis š ylys (E iopho um g acile)). Tokie e mos são igu a i os e aquela sua igu a i idade especi icamen e é c iada na linguagem da ciência. Em ou os casos, igu a i idade em linguagem cien í ica é ans e ida de liaudies linguagem ( e minologizando exp essškingus nomes), ej.: pe kūn opė (Sempe i um), kiškio aša ėlės (B iza media)). Assim alguns e mos emocional-exp essi a cono ação adqui e jun amen e com e minologização, e ou os de ido à e minologização sua nep o osa, pois cambiaiça apenas suas leksinė signi icação, adqui indo e mininių semų o, esc i o a e minus us oja (Gai enis 2002: 4446). A igos A icles 71 / Medicinos e minai g ožiniame eks e e po que, que lei o oja pudesse en ende melho e imagina acon ecimen os, ci cuns âncias e empo, a alia e pai a aqueles acon ecimen os sob e os quais esc e e. Pa a o esc ip o es a é ambém uma excelen e opo unidade de pad oniza sua e udição, daquela á ea conhecanymá, mos a , quão p o undamen e ele sabe aquilo sob e o que esc e e (Samohina apa ecimen o no ex o 2011: 173; Тамбиева, Текеева 2019: 238). Apsk i ai daugeliu a ejų e minų de ob a g ožina ge almen e p espėjamo, po que o p óp io ema da ob a e siuže as de alguma manei a elacionados com cien í ica, écnica á ea de a i idade humana (Samohina 2011: 171; Samohina 2011: 123; Boby e a; e minai ajuda a e ela a idéia da ob a (Žako a 2007: 86; Глазкова 2008; Nemyko , 2015: 209). Якунина 2018: 579). Te minų a ojimas g ožinėje li e a ū oje y a s ilis iškai pa eisinamas, nes Eles são um meio de solução de p oblemá icas a ís icas au o iaus (Бобырева 2016: 123). Te minai apildo g ožinio ob a do a senal dos meios da linguagem igu idines (Мухамеджанова 174 2015:; Немыка, Пешков 2015: 251). Eles como isuais e exp essi os elemen os da linguagem de ob a de g ožino ajudam a c ia pe sonagens lingubinę e po e ina e suas ca ac e ís icas de ambien e, komišką e ek ą, dá à na a i a exp essi idade e o iginalidade (Жидкова 2007: 88; Мухамеджанова 2015: 175; Немыка 2015: 180–181; Немыка, Пешков 2015: 251). Os e mos ambém e o çam o signi icado cogni i o da ob a, pois pe mi e ao esc i o p ecisamen e po pala a ec ia a ida p o issional dos pe sonagens, ca ac e izá-los como p o issionais do seu campo (Nemyk, Пешков, 2015: 251; Сергеева, 2018: 293; ainda plg. Yakunin, 2015: 57), ambém ambém dá ealismo aos acon ecimen os desc i os (Воскресенская, 2012: 137; 45). Falando sob e o e mo unkciona imen o g ožiniame ex o, não de e não menciona de e minologizações5 enómeno. É um e mo, en ado na comum a osená, ainda pe manece um e mo? Não pe de ele seus mais impo an es aços, quando passa a se usado na língua comum? Vale ijas Danilenko conside a, isso longe g ažu não inegčijamas ques ão (Danilénko 1977: 56). De e minologização es á elacionada com quali a i as mudanças de e mo. Ela é en endida como um p ocesso g adual, len o, longo, quando o e mo sai o a dos limi es do sis ema e minológico, pe de a conexão com o concei o (ela sup esimpli ica, o na-se comp eensí el a não especialis as), uni eikšmiškumu, p ecisão, pe de seu signi icado especial e adqui e no os sinais de signi icos (Суперанская, Подольская, Васильева 1989: 133, 5 Kazimie as Gai enisam e min e mininiui į a dy i a ojo de e mina ion (K ašy ė: 1997: 6), Regina Gaiz 135–136; Собянина 2011: 22). (K ašy ė: 2005: 29). Mais sob e de e minologização e . Ta a ino 2006: 47; Средюк 2013: 150155; Salamakha 2017: 7071; Mincu 2018: 3233; Humbe -D oz, Pic ion, Candamines 2019: 25; Константинова 2019: 8388). Es e a igo au o ê em seu abalho usa e miną de e minologização. PALMIRA ZEMLEVIČIŪTĖ 72 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV De e minologização pode oco e em duas e apas. Na p imei a e ape o e mo in oduz-se em gene inha língua uma pala a que enha signi icância e minina na guisa. En ajame e ape, já gene inėje alboje, oco e daquela pala a signi icância ans e êlimas e do simples pala a (dažnai me a o os) su gimen o. Te minus, saído o a de seu uncionamen o s i as limi es, necessa iamen e pe ecia ambas as e apas. A p imei a e apa, quando o e mo ansžengia minė ą á ea, sem oca seu signi icado, pode se o único (Синелева 2020: 198). Valen ina Sobianina dis ingue duas p incipais di eções de de e minologização. No p imei o caso o e mo denomina specialų deno a ą, po ém a es e a de uso des e e mo expandias, ele encon a-se não especialis ų palab e, é usado saky inėje palab e, publicis ikoje, g ožinėje li e a u ai e e k ., aigi oco e sup esimplinação da es u u a seman ína (dalinė de e minologizacija6) do e mo. No segundo caso specialus deno a as é subs i uído nespecialiu, e c ia-se no a, pe kel inė, signi icado associações e analogijas keliu (Бычкова 2011: 45; Собянина 2011: 24). De e minologização7 baseia-se me a ó ico e mo pe m pensação, po ém, po ou o lado, o úl imo em si mesmo não semp e deno a sob e o a o de que o e mo adqui e uma signi icância pe kel ina, que em sua ez le a à de e minologização, ma e mes minė ąja no signi icado pode se pa imen ado alea o iamen e (au o ocasionalism) (Бычкова 2011: 461). Te minos gožiniame ex o classi icações. Pode ia se dis inguidas qua o e mos de classi icação no ex o g ožiniame. Na p imei a classi icação os e mos se di idem em dois g upos de aco do com os que signi icados eles são usados no ex o, i. i. e mos de signi icação di e a e signi icância ans e el ina (Majjae a 2020: 37). An ojoje classi icação dis inguem ês g upos de e mos, i. i. os e mos se classi icam baseado no seu olume de consumo: amplamen e u ilizados e mos, specialieji e mos e mui o especializados e mos (Жидкова 2007: 84; Жидкова 2008: 4). A e cei a e qua a classi icações são mui o semelhan es. Aqui os e mos se classi icam de aco do com isso, se ao lei o eles podem se comp eendidos ou não e se o au o e minus explica ou não. Assim, e ciojoje dis inguem-se qua o g upos de e mos: 1. Nãoaaxi ados e mos, cuja signi icação comp eende-se ao lei o . 2. Te mos, cujo signi icado ao lei o não é ób io e ao au o não é explicada. 3. Te minai, ku ie skai y ojui nesup an ami i ku iuos au o ius paaiškina. 4. Te mos que ao lei o são cla os, mas o au o explica o seu signi icado (Эфендиева, Джасежева, Хутова 2015: 220–222). Ke i ojoje classi icação ambém são dis inguidos qua o g upos de e mos: 1. Skaid ūs nãoaaixi ados e mos e mos que o lei o não en endam e au o us nãoaaixi ados. 6 Olga Byčko a pa cial de e minologização chama desespecialização (Бычкова 2011: 460). 7 Te mino de e minologização é possí el só após seu desespecializações, i. i. e mo passamen o pa a ou os es ilos (Бычкова 2011: 459). S aipsniai / A icles 73 Medicinos e minai g ožiniame eks e 2. Neskaid ūs nepaaiškin i e minai – e minai, ku ie skai y ojui nesup an- ami e au o iaus nepaaishkin i. 3. Não cla os explicados e mos e mos que ao lei o não en endam e au o us explicados. 4. Skaid ūs explicados e mos e mos que o lei o comp eenda, mas au o us explicado (Самохина 2011: 174). P ecisa dize que a igos de e mos médicos não se assumem classi ica , po ém essas classi icações ap o ei ado explici ando e mos médicos uncionamen o no ex o g ožá io peculia idades. Obje i o do a igo no g ožiniame ex o u ilizados e mos médicos. Escolhido on e Noah Go don omance Gydy ojas. A icenos mokinys. Is o dos esc i o es ame icanos do inglês ao língua li uãs Leono Judele ičiaus em adução, edi o a Alma li e a 2020 m. expleissido kū inys. Knyga lei y oją nukela em XI amžių. Es a é a his ó ia sob e o menino Robe ą Koulą, que cedo sen e ocação a cu a pessoas, zazeb ėžia a me a o na -se médico e obs inadamen e o busca. Do meados medie ais umba e p ie a ų dominado Ingla e a mundo R. Koulas emba ca em klajones com ele p iglaudusiu ba zdaskučiu chi u gu e saída do a amen o p aziamokslį. Es udando sob e o azedo de milag es médico da Pe sia Ibn Siną (A iceną), emba ca em longa iagem a e a, onde muçulmanos i em ciência e cul u a de idade dou ados. No omance não só pagaulamen e con a-se do p o agonis a p o agonis a se o nasmo médico his ó ia e a en u as, imagens desc e e países e luga es, a gdienias bui is e aldo os p abanga, mas e ap esen ada mui a his ó ia de medicina e conhecimen o p á ica, que suman eamen e uppaidas em omano siuže ą (Riaubai ė 2016). Obje i o do a igo escla eça o uncionamen o de e mos médicos não ipizada em seu ambien e8 g ožiniame eks e pa icula umas. Visando es e obje i o escala ais a e as: iselha sen inhas, nas quais são usados e mos médicos, k eipiando a enção a isso, em quais omano mic ocon ex o9 pas ei o de e mos médicos e qual sua leksinė apsup is, es abelece g upos emines de e mos médicos e ka e mos médicos, pa ekę in o g ožinį eks ą. O a igo emp ega-se desc i omasse analí ico, con ex i as in e p e acinês analises, mé odos de cálculo. Gausiai ap esen a-se a i mações ilus ando omanos sakinių. sen ença 8 Tipinė medicinos e mino unkciona imo aplinka y a mokslinis eks as, ao qual ca ac e ís icas ais jas suda ančių e minų a ojimo dažnumą, išsiaiškin i, kokias unkcijas a lie- s ilis inės ypa ybės kaip logiškumas (nuoseklumas, išlumas), subjekkinis p ecizumas, apib ėž umas, 9 Mik okon eks u aqui conside adas omane desc ibidas á ias com medicina elacionadas si uações, po exemplo, cada ligonio apžiū a, diagnós ico, sua desc iūdação e a amen o e pan. objek y umas, glaus umas, aiškumas (ž . Pikčilingis 1971: 314–323; Župe ka 1983: 102–103). PALMIRA ZEMLEVIČIŪTĖ 74 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV (na maio ia das ezes) esc e e-se na no a linhau e a, ase a ás lenk iniuose skliaus os indicado página omano. Te mos sen anças dis inguem cu sy u (p e eikus pab aukiami) s aipsnio au o ės. TERMINAI MEDICINAI NOAH GORDONO ROMANE GYDYTOJAS. AVICENOS MOCINYS Do omano maniniu modo o am iscel i 1556 sakiniai, nos quais as a e minos médicos, . y. eles examina em ampliame con ex o. Reque no a que o úl imo dos e mos signi ica no ex o cien í ico de ini e pe cebe não é necessá io, ma e mo aqui é usado de modo que nekel ų jokių ne eikalingų asociacijų e nebū ų di e en emen e en endidos, po ém g ožs as no ex o desempenha um papel impo an e no con ex o. Ma só con ex o em yškėja a iadausi das pala as ( aip pa e e minų) semân ica a spal ás bem como adicionais cono ações (ž . Pikčilingis 1971: 315; Župe ka 1983: 103). Te minų po eikį g ožiniame eks e lemb a a composição ema ika. Po exemplo, Liubo ė Vosk esenskaja, analisando e minos, einančių g ožinių kū inių an aš ėmis, de inições e es abelecendo aqueles e mos papel e elando emų kū inių, a gumen a que o nome do abalho pode se conside ado glaus o seu con ex o (Воскресенская 2012: 141). Já o p óp io nome omano escolhido Gydy ojas. A icenos mokinys signalizou sob e o ema. Isso medicina. Oji des e implica a necessidade de e mos médicos. Sem eles na a i o não se ia possí el imagina , po que comogi esc e e sob e mediciná sem des a s i a e mos. Medicinos e mos omane ge almen e são usados desc e endo á ias medicinines si uações, . i. p incipalmen e au o iaus (pasako ojo), embo a, cla o, deles pelo menos quan o esama e ac o es ( iesioginėje) alboje. Pode -se-ia dis ingui alguns p incipais mic ocon ex os, nos quais são usados e mos médicos. Em p imei o luga sem eles impossí el des i a con ando sob e pessoas a an es ( omane isso ba zdaskučiai chi u gai, médicos, médicos mokiniai) o abalho dia io, i. i. abj indo doen es e Ba zdasku ys palie ė suodinus iešus i pi š us, s iuku pi š u baks elėjo į iš inu- nusgando sua condição ísica, zg.: sią alkūnę (88); Pega de olho em a kiš ą mão esque ê de smilios, já o emen e pa o izado gang enos, Robas os susi a dė nea sidus (139); […]...> ape cebe am o piemenį, des a pele e a pamêlyna usa, os músculos i di e sus ingę (402); Ele omi ou e omi ou, al e nadas o k ė ė isso ío, isso s ilino e š inė (459); A igos A icles 75 / Medicinos e minai g ožiniame eks e Jį kama o calš ligė e al gausa pūlius k ū inėje, que nuga o apa eceu um g ande, minkš as gumbas (612). Te mos medicinais mui as ezes são usados pa a doenças humanas, maluis os es ados e jų požymiams apibūdin i, p z.: Ma as começeda nes ip ia calš ine, ima achudė i cabeça, às ezes sma kiai. A eb e a mui o subi a, apa ecem mudilhim Ki kšnyse, pažas yse ou po ás das ausų, eles cos umam chama -se bubonais (408); Ka š inė iniciou já há senokai pai ėmė om i, ele kama o klaikus dolo mas na di ei a pa e do abdômen (458); O p imei o sinal cla o da doença é súgus do es abdominais. A do ge almen e é o e, às ezes e apnesco. Ra amen e k ečia d ebulys, mais equen emen e užeina omkinhim e emiama. Em seguida sobe a eb e, é o segundo ca ac e ís ico sinal (630). Te mos Medicinos neabejo inai necessi am a ope ações e a ou as manipulações e in e enções médicas desc e e , exemplo. : Ba zdasku ys exg andê da e ida ecidos imó eis, depois cuidadosamen e a examina a, com e oínas gâplelas sua emen e e p ecisos mo imen os semp e puxando xipulêlios e os mais minúsculos pašin (90); Apipjo endo a odão pela ol a em o no do dedo, a sik ėpė, nusausino skudu ėliu sangue, en ão ing esso ê a pa e saudá el do dedo de ambos os lados e cau elosamen e a énkê odão pa a k umplio, deixando dois abe os (140); Oi i pacien es apčiai ėjo um após o ou o: Robu e e que e o na a luga izni usią kulkšnį, su a s y i c iança a mankoje pjau u o pada y ą gilią žaizdą (140141); Čiupês injuidado pe ja po čiu nos e blauzdos, médico įsi ežęs ėmė o i pe sik eipusią pe ja, en ando endi ei a (178); En ão b auk aga os smaigaliu em ex e io do olhe angpo me ade um pouco maisščiau, mas pa alelečiai com yzdžiu. En ão d ums is desce á pa a baixo, debaixo dele. Se ope a es a di ei a olho, ada á laikai a esque da mão, e ice- e sa (363). Te minais médicos necessá ios ansmi indo aos es udan es de medicina conhecimen os de ana omia humana, exemplo. : A i a a enção à emunikaulį, a ė Džalalas, aqui o mais g ande e o cičia osso do co po (425); Vêem, como se ena pa ede supe io das cos elas lexí eis k emzliais ape inhas à c ū inkaulio? O ou o ês simul aneamen e possui juncá el audinys, <...> (425). A pa i de apon adaos mic ocon ex os medicinais e , como esc i o , usando-se do p incipal a senal de e minologia médica, desenhia inse igos p o issional médico specialis o kasdienio gy enimo pa eikslą. Uma ez omano ação acon ece medie ais, neapsieinama sem his ó icos e mos medicinais, pelos quais in oduzim anuome a amen o besi e cian es e ou as com medicina elacionadas pessoas, exemplo: ba zdasku ys su geon, p ibu ėja, šundak a is, žindy ė, например. : PALMIRA ZEMLEVIČIŪTĖ 82 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV No en an o ka š inė no amen e su ilou o ças e puolė (412); <...>, e en ão do do abdômen no amen e pi ai eminė sel (608); Ao mesmo empo analisa a u ina, e e emos se a doença a ança mais (695). dingam compa ação c ia . Aqui o e mo Medicinos e minai g ožiniame eks e medicinos ema ika a ojami aiz- desempenha d ejopą papel ele é ou ma cimasis, ou ma cin ysis elemen o de compa ação. Assim pode dis ingui -se dois ipos de compa ações. Em compa ações do p imei o ipo, o concei o cien í ico desc e e-se po domés ica; aqui a especi iciskidade do concei o cien í ica como se pushada a um segundo planą, segundo ipo, in e samen e, bui inė concei o é desc ibida po cien í ica (Жидкова 2007: 87). Romane ne e i e mos médicos, ge almen e ó gãos ou suas pa es, en einan es em p imei o ipo compa ações compos o, exemplo. : Dindo-na semp e media seu nome san a, e a san a Agnie é padėa a, mas des a ez odo o mundo e a só inexlègi as do es, e bebé no en e nãoyginan eno me kamš is (15); Depois dele Robas po ás das co inas in oduziu k esną linhando homens com pabalusi como leenas ocimis (108); As ias e am pincas como pin ado o o o de Eelykų, o sangue b ilhan e e melho (133); Depois ge okos ho asėlės a a és músculo abdomo il, ele sen iu, como g ande, como kempinė minkš a gimda susi aukia em nedidelį s andų kamuoliuką (170); <...> Robą no amen e como um elho amigo assediou jū ligė (307); <...> čiuopda o pulso dūžius, silpnus e plas ančius noneg ede en anhadoio a esche oas (412); Abdominal no lado di ei o apa eceu du o a si len a (459); Ele cla amen e enxe gou á ios e melhu os la akêlios de lei e, unindo-se jun o speneliu, eles e am como a šakos de io, con e gendos à jioços (511); Quando o animal zammina, seu jei o iokš elėjo como xakaliuka, <...> (518); Robas abalha a paci amen e, p pcaya endo músculos, pin ando-os como ielas ou co d ias iboš us (631); Na uí ele p apjo ê do elho palaikus, que endo descob i , o que causou an a calma mo e, e iu que a a é ia, alimen ando co ação e in e io pa e do co po, sujū êse e se con aiu como s aga as (632); […]...> nupiešė įsčias em uma p opulu ada ba iga como in e idą au ę, p o egendção nela c escendo a ida (632); Suas mandíbulas e am su acin adas, boca chena supu ojusių seilių, quase nep asisk e bian es p o sukąs us den es, e o co po ex ie ęs como ensado a co ba iga le an ada em al u a, em bedą ėmėsi só calnai e cabeça (674). Descobe a e mos médicos, ena an es azeologismos, ex.: […]...> a é com pa ydu pa aukė pe dan į pi mininką, ka aliaus d a o gydy oją D ai ildą, […]... (667), S aipsniai / A icles 83 Medicinos e minai g ožiniame eks e ou de ou as imagens de con os componen es de pa es, ex: Ma y , não es i es e na cidade os úl imos pa ă anos, quando siau ė aupų ykš ė? (124); […]...>, eles joa am a azenda na colina, na qual ei e a o chei o da doença, lá mo imi ada osi a esposa de Os iko A disė (704). Assim endo discu ido os úl imos cinco casos de pau ação de e mos médicos su ge a ques ão se pode alega que odos aqui mencionados e mos são de e minologizuo i? Se á, po exemplo, būdwa džiai aš us (aš us dieglys), kaulė as (kaulė a k ū inė) e e c., eiksmažodžiai ės i (ma as ėda), pul i (liga puolė) e e c. elimina os e mos dieglys, k ū inė, ma as, liga deno a us? Aqui p o a elmen e se ia possí el ala sob e pa cial de e minologização, ou desespecialização, em ou os e mos, e mos médicos, embo a u ilizados e em ou ookio, nemokslinėje, s e a, į a dija specia lius deno a us, po ém con ex inių pa ne ių apsup yje en endan ami pap čiau do que habi ual no seu uncionamen o ambien e. No ex o acadêmico, o e mo medicina não pode se subs i uído ou a pala a, exce o casos de sinonimia absolu a, po exemplo, ka iesas e ėduonis, epilepsia e nuoma is, g iaučiai e esquele o, pe ika das e ši diplė ė. Qual ou o belžinis ex o. Aqui o e mo adqui e mais libe dade, o na seman iicamen e paslankesnis. Romane, às ezes, os e mos médicos são subs i uídos po ou os pala as da língua bend inesa ou pala as conjun os. Po exemplo, em ez do e mo aisiaus andenys é usado sa asis andenyns, p z. : Agnesė apediu palną à ba iga e sen iu, como lembose bebé, lu uo iuando sa ajame sa ajenyam ela en e s ênei (13). Embo a oco a e e mo águas, p z. : An es de da à luz Aną Me ę e após ela á ias ezes pe leiu, mas e Džona an, e me gy ė, ão logo ooiu águas, de seu co po ada osi acilmen e, i glo nios sėkly ės, nejučia p asp ús anças en e dedhos (15). Penis (la . penis) do homem é chamado smaigu, daik u, po exemplo: <...> lemb a á, como quen e e ma a ilhoso o smaig de seu ma ido uni ica os dois, a ela pene ando o em seu co po gelmú (506); Alos daik as, em ezuo s y ojęs s ačias lyg lazdelė, oi ge okai nulinkęs, <...> (581), a ba eu emizmu, p z.: P obá elmen e isso oi elacionado com apca pi ou seu pimpal (256); Pimpal pa eceu meno do que Robo e mais escu o (580). Especialis a da ci u gia in oduziam-se e mo ci u gião, po ém às ezes ele subs i uído ais igu ados con os como osos conheco , os osulų i galūnių aisy ojas, p z. : […]...> Robas no amen e a a essou odo o hospi al, só es a ez po ás hakimą Džalalą ul Diną, os ossos e galūnių aisy oją, seus pacien es luí am ap aizgy i co d ėmis, […]...> (364); Robas não en endeu, mas os ossulos PALMIRA ZEMLEVIČIŪTĖ 84 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV Dėl okios gausybės ana omijos i gydymo klaidų kaulų žino as Džalalas bū ų su- conheco aleg emen e mi k elėjo (616); kês uma e dadei a emp ão (674). Mažybinių p iesagų uso no g ožiniame ex o é conside ado uma das e amen as es ilis inių. Te mos com esses p ecei os em al ex o podem se usados não só concei os desc e e em, em ou as pala as, eles não ansliêm nenhuma a aliação, mas e pa a ce as nuances emocionais exp essa (ž . Маджаева 2020: 39; Ланьлань 2013: 181). No en an o, o con eúdo signi icminiam do e mo al p e eição in luência não em (Жидкова 2007: 8687). Falbam os deminu y iniai ediniai ge almen e nomeiam o mesmo assun o, como e suas undamen ações pala as, só nomeado o assun o ge almen e é meno do que aquela mesmo ūšies assun o, sinalimen o undamen al pala a (ž . Keinys 2005 [1975]: 65). Apa eceu médicos e minos com meno es p e ei u as e a adoam no omane. Tokie e mininai não êm quaisque quaisque cono ações adicionais, exemplo. : Viljamas S iua as pe deu o ape i e, seu os o pa eceu cada ez smailhei o, e os olhos maio es (210); Pūlinė angina, galų gale pasakė Fe a onas, mos ando escu a e melha no pai o ga klėje bal as žaizdeles (26); Es a ez ele mos ou no as umliukų, p idygusių ki kšnyse (243); Segundo o médico-che e, inicialmen e apa ecido gumulėlis con e e-se maža s dele; em seguida su ge o segundo gumulėl, desse se desen ol e o ígado; no e cei o ní el o mam-se odos os ou os ó gãos mais impo an es (508); Ti o-lhe cu a homem de quem no pescoço inha sido mo dido um asno, p apjo ê não um shun o é, a i aisê isna in ą iešá, de ol eu ao luga queb ado os ossos do dedo (673). Como já esc i o, ge almen e e mos médicos omane são usados di ec inais e mininais signi icados, apace ei só pa es de e mos médicos me a o as. In eccinė liga pes is omane, sem signi icado di e o e mo ma as, ambém é chamado e ans e el os signi icado e mo juodoji mi is, que dá ao ex o imagina i idade e i idão, p z. : <...> y iausiasis gydy ojas paskelbė siunčiąs juos į Anšaną ko o i su juodąja mi - imi, <...> (397); Uma ez que uodąją mo e pode causa a ansmi ido e apo es de pu ição dispejado zak a as, achočiau, êm e pa a os doen es, e pa a os saudá eis ku i quan o digesnius agmen os de á o es (397); […]...> kai e su gus mo as neg as de cada um dos cinco doen ius cuidadoei- ojų ke u i pa ys užsik ė ė i mi ė (401); medic- […], o mais p o á el le amos aqueles cadá e es o a da cidade e c emamos, mas e a a de demais, a mo e neg a apa eceu e connosco (403); Tas pa s pasaky ina i apie e miną mi is, ku į keliais a ejais pakeičia aiz- dinga animis inė me a o a, p z. : Mėgina pe gud au i p akeik ąjį Juodąjį i e į (582); A igos A icles 85 / Medicinos e minai g ožiniame eks e E pe cebeu que lu ando com o amaldiçoado Ca alei o Neg o lu am pa a que ele p óp io sob e i esse (665). No ex o acadêmico de medicina é habi ual g e a e minos ap esen a seus la yniškus co espondmenis. Romane ambém apascou al in e pas cien í ico, quando g e a Li u iško ó gão nomeamen o p i aši ado seu la yniškas a i ikmuo, p z. : Isso sabe odo açougado , po que ele ê dia iamen e, onde es ão os ins, ê de cada ims o em uma bolslê u iná ia conducen e xlapim akį (chamado u e e 13), en ão examinando al ana omia en ende seu p opósi o e desempenhado abalho (385). A maio pa e omane a ojamų e mos médicos são cla os lei o a ojui, nãou inčiam educação medicinal. Jão au o ge almen e não escla ece. E se o e mo e explicado, isso ge almen e simplesmen e, bui iškai, embo a ambém e exp essi amen e, p z. : Co ação sangue a inėjan e suu blys (566). Uma das manei as, pelo qual o au o explica lei o um neaiškius e minus g ožiniame eks e, é neskaid aus e mo signi icação išaiškinimas, baseado nou os g e a esančiais e minis, que em seu ou z u são mais ou menos cla os (ž . Самохина 2011: 165). Romane alguns e mos medicinais skoliniai aiškinami sinonimais, . i. seus li iškais a i ikmenimis, p z. : Po an o, os an igos médicos pe sas chama am es a doença nazul-i-ab, ou a andenos nuo ėkiu. Es a denominação mais a de subsimpleis ou a é anden Ok obe -doença, ou ca a ac os (362–363); Robas icou en e gonhado, lemb ando-se de opis o onuso mi usį a klininką,<...> (674); <...>; isso e a opis o onusas, e o is mėšlungis (674). Oco eu á ias e minos médicos ou e minem medicinais compos os lexme as dão à na ação nų, ku ie eiliniam skai y ojui gali bū i neaiškūs, ačiau au o ius jų neaiškina, i enigma ismo, ex.: Tempino ipo supu a i us inchaço (26); Išeidamas deixou mažu į bo eliuką com líquido calomelio e š end ių anglių mis u a da a eb eína (99); <...> (26); Ba zdaskučiui eikėjo po ulakų, užpil os Ypa inguoju jos s abdyda o i slopin- Moku nupcia sužalo o dex ão, pa a bigė pa ece como deco iau (184); Baigian is jo mokslo laikui, kiek ienas mokės a lik i lebo omiją, p idegin i, apósce e a e ias e shalin i olų alk is (193); <...> nos médios êm bubon (194); 13 Ku sy in a o iginale. PALMIRA ZEMLEVIČIŪTĖ 86 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV <...> co ação; es a abalha semelhan e a um comp imindo-se cons an emen e punš is, po sis olę sangue expulsação, a segui elaxajuando e po dias olę no amen e apon le ando sangue (495); Ele isi ou eles ês dias paeiliu, deuê e z i blia ūčių, e sagapeno, e Ibn Sinos y ės, só não êde nenhum e ei o, <...> (574); Ao Casimo e meloninho inão en oubė ês opijaus e buingo, nuskubėjo pas hospi alį (618); Pe o ando a incomalação abdominal oi obse ado em seis casos, odos os pacien es mo e am (630); E a jus amen e aquela al u a, quando começa a es ei i c upas, e Robu ago a e ia p a e usios pe siškos á macinas <...> (669). Cen iniu e mo omano de medicina pode se conside ado médicoja. Po ce o, ele ai e pelo nome omano. Es e e mo é usado mais equen emen e con ada po 300 seus pa o ojamen os (ou as e minas médicas pa o ojimo omane núme o c . 1 abel. Pa cei os con ex uais do médico d ejopos posi i as (mais equen emen e) e nega i as cono ação pala as, ex.: <...> ad apnumo akimi ką pak i ė ik ą gydy oją <...> (25); […] […] Só isso que é mau, ic elhou ele, que al as u o médico enha nada conseguido ajuda me a me li a das ossos e a icula ias do , […] ... (175); Robas miglo ai lemb ou Ba zdasku į alando sob e os médicos dos sons Adoilesen olį <...> (191); Tal ez haja em algum luga algum g ande médico, que possa ajudá-lo (238); […]...>, mas ele ma a ilhos médico, […] 420); […]...>, espei ado e p óspe o médico, […]...> (423); Você é um excelen e médico, Jese, […] (446); No en an o és sądznyg e espei á el, e ainda ex ao diná io médico (490); <...> a melho manei a de se o na um conhecido médico ganha pa a ča i ą (495); Ibn Sina oi o mais ilus e médico nos cali a os do O ien e e Ociden e, <...> (513); O maio e mais ma a ilhoso médico, ao qual não há igual em odo o mundo (637); Ilgainiui ambos en ende am que o ei nada le a ia, embo a médicos P incų p incas iskilus žmogus, e Ka imas šacho numylė inis (590); […]...> che e das po as Ibn Sinai mos ou a habi ualão dos médicos kunigaikšchi espei o, pinan ys nobilingaisiais, po que lupa como ninguém ou o (66); Todos ala, esą essa ciência ninguém ac edi ês, e ele g aduados não <...> (590); <...> Vi š ši ų apgailė inų žmogelių – audonsk uosčiai pasipū ę gydy ojai, besi ū- c êem médicos (109); Na u almen e, en e judeus oco iam e dadei os bukagal ios, que depois o na am-se maus médicos, […]...> (514); Gi dėjau kalban , kad gydy ojas aganius gali aip pa eik i ligonį, kad iš bu nos começa a po zi espuma e ele conges a como mo o (674). Esses con ex os de pa cei os en olpimen o empenha-se con a a iga pon os de is a em médico p o issão anais longimes empos. A igos A icles 87 / Medicinos e minai g ožiniame eks e 1 LEN ELė. Medinos e mos de pa a ojimen os omane núme o Medicinos e mo de pa a ojimen os núme o médico 384 doonis 202 hospi al 64 liga, co po, ba zdasku ys ci u gian 61 medicina 56 dolo 50 emis o 42 mão 38 sangue 37 abdomen 36 e ida 33 olhos 32 ma as 31 ci u gião 30 osso, 25 cou o, eb e 24 a amen o 20 ... menos de 20 Caigian pode-se conco da minčiai, que a ís ico discu sos medicininis não pode ci cuniei i sem e minos, e elazian es médico especialis a p o issional e linguino mundo imagemá įdomiau e p o undiau (Маджаева 2020: 39), ambém e mais p eciso, ealis iškiau, į aigiau. Embo a o es udo enha sido ealizado com base numa on e, po ém ainda assim de ce os e mos básicos de medicina uncionamen o no g ožiniame ex o endências em yškėjo. Elas podem se con i madas ou e u adas, complemen adas ou subje as a co ecções em subsequen es in es igações des a di ecção. APENIDINAMOSIOS IÇAVADOS 1. Medicinos e minos po eikį, adimąsi e neiš iduá el bū inumą no g ožiniame ob a lemb a que ob a emá ica. Medicinos e minai omane Gydy ojas. A icenos mokinys ge almen e usados desc e endo á ias medicinines si uações, e eljianças dos médicos abalho dia yenybę e speci iką. Te mos de Medicina PALMIRA ZEMLEVIČIŪTĖ 88 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV dá ao na a i o suges i idade cien í ica e ealismos. Eles c iam p o issional, medicininha, ambien e e a ca ac e iza am, aigi o na-se esc i o idėjinio sumanymo implemen ação médiome, na a i osios his o icas epochos medie ais saúde e asun os médicos e lingiu. 2. Isoli qua o p incipais mic ocon ex os omanos, nos quais são usados e mos de medicina: apsiu a dos doen es e sua condição ísica unsagimen o, doenças, liguis as es ados e seus signos ca ac e izações, ope ações e ou ookios medicinais manipuliações e in e enções desc ição, ana omia conhecimen os ansmi ida. 3. Isoladas duas omane a ojamų e mos medicinais g upos: e dadei os (moksliniai) e mos medicinais, p incipalmen e į a dijan ys ana ômicas e clinikines concei os, e nonik ieji e mos medicinais, ou pseudo e minai, que só ap oximeclamen e ma cam concei os medicinais. Os úl imos omane ambém desempenha nemažą papel, ma a liepia o imagina uojamo pe íodo, quandoe maio ia das doenças ainda não o am iden i icadas, po an o elas desc údamoio manei a, po exemplo, aclosios in es inos in lama ion (apendici as) omane chamado shono negala imu, pil o negala imu, pil o negalia, pil o liga, negala imu s o oje ža noje, pilono liga, š o shono negala imu, pil o liga. 4. Thema icamen e ela i amen e omane usados e mos médicos o mam 7 g upos mais impo an es: pa es do co po humano, ó gãos e suas pa es, doenças, liguis os es ados e seus sin omas, a is ai, a is inas subs âncias e a slia a, disposi i os de a amen o, e amen as e inháguais, pessoas pa icipan es no p ocesso de a amen o, ins i uições e ins alações de a amen o, medicinines p ocedimen os, in e eniações e manipula ions. Assim, pode-se dize , que esc i ao o nece ao lei o odo o a senal de e minologia médica. 5. Con a iamen e do que no ex o cien í ico, no qual o e mo é mono uncis, no g ožiniame ex o ele se ca ac e iza mul idia unciškumu. 5.1. A p incipal unção ealizada em e minos médicos omane é nomina i é (į a dijamoji), i. i. eles ge almen e são usados em seu di e o, e minine, signi icado como e no ex o cien í ico e não em quaisque adicionais emocionais, alinamųjų e e c. a spal ios, em ou a pala a, são es ilis iicamen e neu os. 5.2. Ou a impo an e unção que desempenha e minão médica omane é . y. e minai padeda ku i ik o iškus gydy ojo kasdienio da bo pa eikslus. igu a i a, 5.3. A maio ia dos e mos médicos são cla os e comp eensí eis lei o ão, não possuçam educação médica. Neaiškių medicinos e minų apacikė apenas alguns. Nes e caso ais e mos desempenha cogni i a unção, ma seus signi icados in e p e açãois ajuda ob e no a in o mação medicininesa. 5.4. Medicinos e minos, que execu a emocional-exp essi a, i. i. mais impo an e a unção de ex os es ilaus g ožinio, omane compa a i amen e poucos. No en an o, de e dize -se que es a unção lhes é p óp ia apenas quando os e mos no ex o são usados não sozinhos, mas com seus con ex inais pa cei os á ias siais būd a džiais, daly iais. Ypač medicinos e minus suasmenina, sugy ina S aipsniai / A icles 89 Medicinos e minai g ožiniame eks e desc iúdiamaisiais, alo inamai eiksmažodžiai, que em sua ez êm eles mesmos pe enom dos con ex inais pa ne ių (mui as ezes p e eiksmių). Apa ece médicos e minos, ge almen e į a dijanços o gans ou suas pa es, en einanços em ais seman inas es ilaus ins umen os como compa aimai compos o. 5.5. Menciona-se mais uma ou a unção de e mos médicos educacinė. Medicinos e mos, išliai įpi i em g ožinį eks ą e apę nea siejama das imagens e emoções mundo pa e, ambém o nece ao lei o conhecimen os de his ó ia médica ou as pagilina e dalykiškai o p ap usina. 6. Fei o o es udo do essencial paneigia a eiginį, esą e mas pa ekęs em jam nebūdingo ambien ea (g ožinį eks ą) subi ia de e minologização. Nes e enômeno apa ações in es igamajame omane, exce o pa ienius casos de me a o ização, a os, ma ge almen e medicina e mininai p ecisamen e į a dija conce os, nep osdami seus e mininių signi icamen os, . i. man iko anspa en e a es u u a seman ina. Quan o equen es em pa e de e minologiza , ou desespecializa , e mos médicos. ŠALTINIS Noah Go don. Gen ei o. A icenos mokinys. De inglês aduz Leonas Judele ičius, Vilnius: Alma li e a, 2020. LITERATŪRA Gai enis Kazimie as 1997: Te minizacija i de e minizacija. – Te minologija 4, 4–7. P ieiga in e ne e: h p://jou nals.lki.l / e minologija/a icle/ iew/804/895. Gai enis Kazimie as 2002: Lie u ių e minologija: eo ijos i a kybos me menys, Vilnius: LKI leidykla. Humbe -D oz Julie, Pic ion Au élie, Condamines Anne 2019: How o build a co pus o a ool-based app oach o de e minologisa ion in he ield o pa icle physics. – Resea ch in Co pus Linguis ics 7, 1–17. DOI 10.32714/ icl.07.01. P ieiga in- e ne e: h ps://a chi e-ou e e.unige.ch/unige:126482. Keinys S asys 2005 [1975]: P iesaginė lie u iškų e minų da yba. – Daba inė lie u- ių e minologija, Vilnius: Lie u ių kalbos ins i u o leidykla, 21–76. K ašy ė Regina 2005: Mokomasis e minologijos žodynėlis, Šiauliai: VšĮ Šiaulių uni- e si e o leidykla. Mincu Eugenia 2018: Sis emul e minologic medical: modela e şi emodela e. – Philologia LX, 30–36. P ieiga in e ne e: h ps://ibn.idsi.md/si es/de aul / iles/imag_ ile/30-36.pd . PALMIRA ZEMLEVIČIŪTĖ 90 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV Mi ke ičienė As a 2020: Te minai na mídia online (ž algomasis y i- mas). – Te minologija 27, 108–127. Pikčilingis Juozas 1971: Li u ians kalbos s ilis ika 1, Vilnius: Min is. Riaubai ė Ša ūnė 2016: Gydy ojas. A icenos mokinys nukel em paslap ingus XI século pasaulius. acessí el na in e ne : h ps:www.15min.l /kul u a/naujielius-286-722622?copied ). na/li e a u a/gydy ojas-a icenos-mokinys-nukels-i-paslap ingus-xi-amziaus-pasau- Salamakha M. Ya. 2017: Seconda y Nomina ion as he Way o English En i onmen al Te m-Fo ma ion. Science and Educa ion a New Dimension. Philology V (32), Issue: 122, 7073. Acesso na in e ne : h ps: seanewdim.com/uploads/3/4/5/1://4511564/m._ ya_salamakha_seconda y_nomina ion_as_ he_way_o _english__en i onmen al_ e m- o - ma ion.pd . Župe ka Kazimie as 1983: Li u ians kalbos s ilis ika, Vilnius: Mokslas. Župe ka Kazimie as 2000: Kalbo y os e minai publicis ikoje. T abalhai i dias 24, 75182. P ieiga na in e ne : h p://donelai is. du.l /publikações/zupe ka. Багиян Александр Ю. 2014: Детерминологизация как результат размытости границ между специальной и общеупотребительной лексикой. – Филологические ciência. Вопросы теории и практики 72(37), Тамбов: Грамота, 2833. Accesso na in e ne : h pselib a y. u/download://elib a y_21587875_75452096.pd . Баранова Ирина А. 2010: Литература и медицина: трансформация образа врача в ussa li e a u a do século XIX. Вестник Самарской гуманитарной академии. Sé ie: Философия. Филология 2(8), Самара: Самарская гуманитарная академия, 186–194. Accesso na in e ne : h pselib a y. u/download://elib a y_16753803_39260384.pd . Беглова Елена И. 2018: Детерминологизация как лексический процесс в русском li e a u a no idioma im XXXXI . Russky jazyk slaвянской межкультурной коммуникации. Сборник научных трудов по итогам международной научной конференции, посвящённой 75-летию со дня рождения доктора филологических наук, профессора К. А. Войловой, отв. ред. О. В. Шаталова, Москва: Московский es a al egional da uni e sidade, 3035. acesso na in e ne : h ps://elib a y. udownload/elib a y_35148088_93354318.pd . Бобырева Наталья Н. 2016: Художественные функции шахматной терминологии в романе В. Набокова „Защита Лужина“. – Филология и культура 4(46), Казань: Казанский (Приволжский) федеральный университет, 123–128. P i- eiga na in e ne : h ps://elib a y. u/download/elib a y_27530703_10169961.pd . Бычкова Ольга Н. 2011: Детерминологизация как функционально- коммуникативная трансформация термина. – Язык. Текст. Дискурс 9, Ставрополь: A igos A icles 91 / Medicinos e minai g ožiniame eks e Se e o-Caucassky ede al uni e si á io, 458462. Accesso na in e ne : h ps elib a y. u/download://elib a y_21188095_19170510.pd . Воскресенская Любовь И. 2012: Роль терминов в заголовках произведений на английском языке. – Омский научный вестник 5(112), Омск: Омский государственный технический университет, Омский государственный университет comunicações de es adas, 137141. acesso na in e ne : h pswww.elib a y. u/://download/eli- b a y_18425202_27156197.pd . Воскресенская Любовь И. 2015: Социолингвистические функции научно- технических терминов в романе А. Кронина „Цитадель“. – Филологические науки. Вопросы теории и практики 12(43), Тамбов: Грамота, 4548. Accesso na in e ne : h pselib a y. u/download://elib a y_22662412_94875924.pd . Воскресенская Любовь И. 2016: Семантическое и функциональное тождество технических терминов в научном и художественном дискурсе. – Омские социально- humani á ias lei u as. Ma e iais IX In e nacionalna cien í ico-p ác ica конференции. Министерство образования Омской области; Омское отделение Российского общества социологов; Омский государственный технический университет, Омск: Омский государственный технический университет, 352–356. Accesso na in e ne : h pselib a y. u/download://elib a y_26729900_54089181.pd . Воскресенская Любовь И. 2017: Полифункциональность научно-технических терминов в англоязычной художественной литературе. – Омские социально- humani á ias lei u as 2017. Ma e iais X In e nacionalna cien í ico-p ác ica конференции, отв. ред. Л. А. Кудринская, Омск: Омский государственный uni e si á io écnico, 259263. Accesso na in e ne : h pswww.elib a y. u/download://elib a y_29667141_69625222.pd . Гаврилова Инеса А., Клестер Анна М. 2020: Терминологизация, детерминологизация и ретерминологизация специализированного слова (на примере немецких специализированных языков). – Язык науки и техники em mundo mode no. Ma e iais IX In e nacionalna cien í ico-p ác ica конференции, Омск: Омский государственный технический университет, 24–30. Accesso na in e ne : h pselib a y. u/download://elib a y_44079928_28878304.pd . Глазкова Валерия С. 2008: Функционально-стилистические особенности терминов в художественной литературе (на примере романа Е. Замятина „Мы“). acessí el na in e ne : h psu ok.1sep . u/a icles/511969. Головина Елена В. 2019: Семантические особенности специальной лексики em ob a The moons is a ha ch mis ess R. Hainline. Filológicas ciências. Вопросы теории и практики 12(1), Тамбов: Грамота, 9398. Accesso na in e ne : h pselib a y. u/download://elib a y_36690274_39548776.pd .