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Cafeteria Cantiga's

Author: Carvalho, Bruno Vieira; Silva, Elis Gonçalves; Silva, Leticia Francione Costa; Evangelista, Yuri Soares Silva; Nunes, Danilo
Publisher: Zenodo
DOI: 10.5281/zenodo.17281397
Source: https://zenodo.org/records/17281397/files/01.pdf
1 | Análise compa a i a de desempenho das unções lambda en e as linguagens Go e
Ja a
Re is a Visão de Negócios - Fa ec P aia G ande – Plano de Negócios
Acesso abe o - www. a ecpg.edu.b / e is a n - e is a n@ a ecpg.edu.b
FATEC P aia G ande
www. a ecpg.edu.b / e is a n
Publicado: ou ub o 2025 • eISSN 3086-1063
Ca e e ia Can iga’s
B uno Viei a de Ca alho
Fa ec P aia G ande
b uno.ca alho[email p o ec ed].go .b
Elis Gonçal es Sil a
Fa ec P aia G ande
elis.sil a2@ a ec.sp.go .b
Le icia F ancione Cos a e Sil a
Fa ec P aia G ande
le icia.sil a241@ a ec.sp.go .b
Yu i Soa es Sil a E angelis a
Fa ec P aia G ande
yu i.e angeli[email p o ec ed] .b
Danilo Nunes
Fa ec P aia G ande
danilo.nunes@ a ec.sp.go .b
RESUMO
Es e abalho ap esen a o plano de negócios da ca e e ia Can iga’s, localizada na cidade de
San os/SP, com uma p opos a emá ica de b asilidade que busca o e ece uma expe iência
gas onômica ime si a, des acando sabo es e adições das cinco egiões b asilei as.
Fundamen ado em pesquisas de me cado e análises de iabilidade, o p oje o isa a ende à
c escen e demanda po espaços que o e ecem não apenas p odu os de qualidade, mas ambém
uma expe iência di e enciada e au ên ica. A Can iga’s se posiciona como uma al e na i a ino ado a
pa a o se o de ood se ice, ocada em p odu os p emium e expe iências cul u ais. O plano
con empla análise de me cado, es a égias de ma ke ing, es u u a ope acional e p ojeções
inancei as, além de des aca os alo es de esponsabilidade social e sus en abilidade. A p opos a
en a iza o papel da Can iga’s como p omo o a de b asilidade na egião da Baixada San is a e seu
desen ol imen o sinaliza um emp eendimen o p omisso .
PALAVRAS-CHAVE: Ca e e ia. B asilidade. Expe iência ime si a. Plano de negócios.
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ABSTRACT
This wo k p esen s he business plan o Can iga’s co ee shop, loca ed in San os/SP, B azil, wi h a
B azilian cul u al heme aiming o o e an imme si e gas onomic expe ience ha highligh s la o s
and adi ions om B azil’s i e egions. Based on ma ke esea ch and easibili y analyses, he
p ojec aims o mee he g owing demand o spaces o e ing no only quali y p oduc s bu also a
unique and au hen ic expe ience. Can iga’s posi ions i sel as an inno a i e al e na i e in he ood
se ice sec o , ocused on p emium p oduc s and cul u al expe iences. The plan includes ma ke
analysis, ma ke ing s a egies, ope a ional s uc u e, and inancial p ojec ions, in addi ion o
emphasizing social esponsibili y and sus ainabili y alues. The p oposal emphasizes he ole o
Can iga’s as a p omo e o B azilian cul u e in he Baixada San is a egion, and i s de elopmen
signals a p omising en u e.
KEY-WORDS: Co ee shop. B azilian cul u e. Imme si e expe ience. Business plan.
SUMÁRIO EXECUTIVO
A Can iga’s é uma ca e e ia emá ica a se localizada em San os/SP, dedicada a
p opo ciona uma expe iência ime si a que celeb a a b asilidade, azendo os sabo es, a omas e
adições das cinco egiões b asilei as. Com a missão de ep esen a as b asilidades po meio de
ca és e sabo es egionais au ên icos, a Can iga’s busca esga a a paixão nacional po expe iências
gas onômicas que conec am cul u a e iden idade.
A Can iga’s ope a como uma Sociedade Limi ada, compos a po qua o sócios com
o mação em Ges ão Emp esa ial e expe iência na egião da Baixada San is a. Os p odu os
o e ecidos incluem ca és especiais, p a os ípicos e bebidas a esanais inspi ados em cada egião
do B asil, além de um ambien e deco ado com elemen os cul u ais que eme em ao país. Além da
enda di e a na loja, a emp esa o e ece á se iços adicionais como wo kshops de ba is a e
degus ações guiadas, a aindo clien es in e essados na cul u a e nos sabo es b asilei os.
O público-al o da Can iga’s inclui esiden es e u is as da Baixada San is a, especialmen e
pessoas de 19 a 39 anos com in e esse em expe iências gas onômicas e cul u ais. A localização
es a égica na A enida Siquei a Campos, no bai o do Emba é, acili a o acesso e a ende à demanda
de consumido es que buscam p odu os p emium e ambien es di e enciados. Com base na análise
SWOT, des acam-se opo unidades de c escimen o pa a a Can iga’s em um me cado com o e
apelo cul u al e em expansão, além de di e enciação po sua p opos a emá ica exclusi a.
Em e mos inancei os, a Can iga’s p oje a esul ados posi i os a pa i do p imei o ano de
ope ação, com um plano de ecupe ação do in es imen o inicial em ap oximadamen e 14 meses. A
es u u a de cus os é calculada pa a pe mi i uma ope ação sus en á el, enquan o as ecei as são
apoiadas pela enda dos p odu os e se iços, além de es a égias p omocionais pa a cap a e
ideliza clien es.
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No u u o, a Can iga’s p e ende amplia a o e a de p odu os sazonais, explo a no as
pa ce ias com p odu o es locais e expandi seus se iços de deli e y e e en os emá icos. A
emp esa isa ambém se consolida como e e ência em ca e e ias emá icas na egião, com
pe spec i a de ab i no as unidades em á eas es a égicas, e o çando seu comp omisso com a
b asilidade e a ino ação em expe iências gas onômicas.
INTRODUÇÃO
As ca e e ias, cada ez mais, se consolida am como espaços de con i ência que ão além
do consumo de bebidas e alimen os, p omo endo ambien es acolhedo es e expe iências
di e enciadas pa a seus equen ado es. Além de se i em como locais pa a elaxamen o e
socialização, elas êm se o nado e dadei as i ines cul u ais, onde os clien es podem se
conec a com no os sabo es, a omas e adições. Em especial, o ca é, que ocupa um luga de
des aque no co idiano de mui os, em sido explo ado como elemen o cen al pa a c ia ambien es
que alo izam não apenas o palada , mas ambém a iden idade e a cul u a local.
Nesse con ex o, obse a-se que os gas os médios das amílias b asilei as com alimen ação
o a do domicílio ep esen am uma pa cela signi ica i a das despesas o ais com alimen ação,
a ingindo 32,2% no cená io nacional. Essa p opo ção e idencia a ele ância desse segmen o pa a
o consumo das amílias, especialmen e em á eas u banas, onde a p a icidade e a con eniência são
a o es de e minan es no compo amen o do consumido . O Sudes e, po exemplo, ap esen a
34,2% de seus gas os com alimen ação des inados a e eições o a de casa, con o me e idenciado
na igu a 1 e e le indo o pe il de uma população mais u bana e com maio acesso a opções
gas onômicas (IBGE, 2019).
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Figu a 1: Média mensal amilia com alimen ação
Fon e: Ins i u o B asilei o de Geog a ia e Es a ís ica (IBGE), 2019
Além disso, dados ecen es indicam que as endas das p incipais edes de lanchone es e
es au an es aumen a am 14,4% em ma ço de 2024 em compa ação com ma ço de 2023, em
e mos nominais. Após a co eção da in lação no pe íodo, oi obse ado um c escimen o eal de
9,7% no olume de endas, ep esen ando o melho desempenho desde janei o de 2023 (IFB, 2024,
apud. Amo im, 2024).
A ca e e ia ap esen ada possui a emá ica b asilidade, que de o ma singula , p ome e não
apenas sa is aze palada es, mas ambém en ol e os isi an es em uma jo nada senso ial pela
iqueza culiná ia do país.
Es e emp eendimen o su ge da ideia de c ia um espaço que ai além de uma simples
ca e e ia. É um ambien e acolhedo , en ol o em co es ib an es e ma can es que ep esen am as
di e en es egiões b asilei as. O obje i o é p opo ciona aos clien es uma expe iência ime si a,
onde cada de alhe, desde a deco ação a é o ca dápio, e li a a di e sidade cul u al e gas onômica
do B asil. A p opos a é que os clien es não apenas ap eciem um ca é, mas ambém me gulhem em
uma iagem pelos sabo es e a omas que azem pa e da iden idade nacional.
No con ex o acadêmico, es e plano de negócio busca não apenas desc e e a p opos a da
ca e e ia, mas ambém analisa seu po encial no me cado, iden i icando opo unidades e desa ios,
e delineando es a égias pa a o sucesso do emp eendimen o.
A a és de uma abo dagem sis emá ica, se ão explo ados os p incipais aspec os do
negócio, desde sua análise de me cado a é a de inição de es a égias de ma ke ing, inancei as e
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ope acionais, bem como um plano de ação pa a a implemen ação e moni o amen o das es a égias
delineadas. Po meio des e plano, busca-se não apenas es abelece a Can iga’s como uma ma ca
econhecida e alo izada na egião, mas ambém como um des ino que ep esen a a b asilidade
a a és de suas comidas e bebidas.
1. JUSTIFICATIVA
A implan ação de uma ca e e ia emá ica na Baixada San is a, especialmen e em
San os/SP, su ge como uma espos a ino ado a às demandas e endências do me cado local. Nes e
con ex o, a p opos a da Can iga's se mos a pe inen e e ele an e, uma ez que busca p eenche
uma lacuna a é en ão não explo ada na egião.
A egião da Baixada San is a, conhecida po suas belezas na u ais e a i idades de ec eação
p aiana, a ai u is as de di e sas o igens cul u ais, o que con ibui pa a uma cul u a gas onômica
di e si icada (Colan onio, 2009). No en an o, pesquisas ealizadas pelos in eg an es do p oje o em
2024 em pla a o mas como ReclameAqui, Google Ale s, Google Business e edes sociais e ela am
que poucos es abelecimen os gas onômicos na egião da baixada san is a o e ecem não apenas
p odu os de qualidade, mas ambém p io izam uma expe iência au ên ica e di e enciada pa a os
clien es. Esse con ex o, somado à di e sidade cul u al p esen e na Baixada San is a, suge e um
e eno é il pa a o desen ol imen o de p oje os que alo izem e celeb em as iden idades locais
e nacionais, c iando uma opo unidade pa a emp eendimen os que busquem se des aca a a és
da au en icidade e conexão com o público.
A Baixada San is a em sido ca ac e izada po uma di e sidade de a i idades econômicas,
que em sido um a o impo an e no desen ol imen o da egião (Colan onio, 2009), c iando um
ambien e p opício pa a o su gimen o de no os negócios e inicia i as emp eendedo as. A Can iga's,
não apenas con ibui pa a a di e si icação da o e a gas onômica da egião, mas ambém pa a o
o alecimen o da economia local e a ge ação de emp egos.
No se o de Food Se ice, o aumen o da busca po p odu os p emium o igina-se de dois
a o es p incipais: o c escimen o da exigência po qualidade e o desejo c escen e po a igos que
ansmi am s a us. Esse enômeno e le e uma mudança no compo amen o dos consumido es
b asilei os, que alo izam expe iências supe io es e exclusi as, impulsionando o me cado de i ens
so is icados (Goula , 2018). O con ex o de globalização e acesso amplo à in o mação p opo ciona
aos cidadãos da Baixada San is a um con a o cons an e com ideias ino ado as e no as
expe iências. Nesse cená io, a Can iga's eme ge como pionei a na emá ica da b asilidade,
o e ecendo não apenas uma expe iência gas onômica única, mas ambém um ambien e e sá il e
adap á el às di e sas necessidades dos clien es.

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1.1. ESTRUTURA DO TRABALHO
Es e abalho es á o ganizado de o ma a ap esen a de manei a cla a e obje i a os
p incipais aspec os do plano de negócios da Can iga’s. Inicialmen e, abo da-se a undamen ação
eó ica, que o nece os concei os e con ex os necessá ios pa a comp eende a ele ância do
emp eendimen o, incluindo emas como b asilidade, me cado de ca e e ias e o papel da
expe iência gas onômica.
Em seguida, desc e e-se o modelo de negócio, de alhando a lógica de c iação, p odução,
en ega e cap u a de alo , com ên ase na p opos a de alo , público-al o, canais de dis ibuição e
es a égias pa a sus en abilidade inancei a.
Pos e io men e, o plano de negócios é ap esen ado em p o undidade, explo ando aspec os
como o ganização in e na, análises de me cado, es a égias de ma ke ing, planejamen o
ope acional e p ojeções inancei as, buscando mi iga iscos e ga an i a iabilidade do
emp eendimen o.
Também é discu ido um subp oje o de esponsabilidade social e sus en abilidade, no qual
são des acadas as ações planejadas pa a p omo e impac o posi i o nas comunidades e eduzi
impac os ambien ais.
Po im, são expos as as conside ações inais e e en es ao abalho.
2. REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO
O e e encial bibliog á ico abo da á as unções Lambda, a linguagem Go e a linguagem Ja a,
des acando suas ca ac e ís icas e u ilização. Se á discu ido o concei o de unções Lambda, sua
o igem na eo ia da compu ação e ma emá ica, e seu papel na p og amação uncional e na
compu ação em nu em.
Em elação à linguagem Go, se á explo ada sua o igem, en a izando suas ca ac e ís icas.
Se á discu ido como o Go é u ilizado no desen ol imen o de so wa e escalá el, conco en e e em
sis emas dis ibuídos, como na In e ne das Coisas (IoT) e em pla a o mas de nu em.
Po im, o ex o ap esen a á a linguagem Ja a, des acando suas ca ac e ís icas,
po abilidade, segu ança e e iciência. Se á explicado o concei o de po abilidade do código Ja a,
que pode se execu ado em di e en es pla a o mas sem a necessidade de ecompilação. Se ão
abo dadas as ca ac e ís icas de segu ança, como a e i icação de ipos em empo de compilação e
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o sis ema de ge enciamen o de memó ia au oma izado. Além disso, se ão discu idos aspec os de
e iciência, como a compilação jus -in- ime e o ge enciamen o o imizado de memó ia. Po im, se á
en a izada a o ien ação a obje os do Ja a, com ecu sos a ançados como he ança, polimo ismo e
encapsulamen o.
Ao longo do e e encial bibliog á ico, se ão u ilizadas di e sas on es, incluindo a igos
cien í icos, li os e documen ação o icial das linguagens e ecnologias abo dadas. Essas on es
o nece ão embasamen o eó ico e p á ico pa a a discussão sob e unções Lambda, linguagem Go
e linguagem Ja a, con ibuindo pa a uma comp eensão ab angen e dos emas explo ados.
2.1 A HISTÓRIA DO CAFÉ NO BRASIL
As p imei as mudas de ca é chega am ao B asil po ol a de 1720, quando o Sa gen o-Mo
F ancisco de Mello ouxe consigo semen es e mudas da plan a pa a o Pa á indas da Guiana
F ancesa, onde a F ança ha ia anspo ado mudas plan adas no país (Minis é io da Ag icul u a e
Pecuá ia, 2022).
Nesse con ex o, du an e o século XVIII, iniciou-se um modes o cul i o do ca é no B asil.
que logo es emunhou os p imei os despachos da commodi y pa a Po ugal, eme gindo
g adualmen e como uma al e na i a econômica dian e do declínio do ciclo do ou o e da diminuição
do alo come cial do açúca (Ma ins, 2012).
Com o a anço do empo, a expansão do ca é pelo país se o nou e iden e, des acando-se
o c escimen o da impo ância do ca é na economia nacional e in e nacional, sendo que, ao inal do
século XIX e início do XX, o ca é já e a a e cei a p incipal commodi y mundial, com o B asil
esponsá el po 78% das expo ações globais de ca é (Sil a, 2023).
A ualmen e, segundo F anco (2024), o B asil des aca-se como o maio p odu o e
expo ado de ca é no cená io mundial, sendo esponsá el po ap oximadamen e 38% da p odução
global. Essa posição de des aque e idência sua ele ância his ó ica e ei e a o papel undamen al
que o ca é desempenha na economia b asilei a e na cena in e nacional. (Sil a; Melo; Nunes, 2018)
2.1.1 B asilidades
Segundo SesiSP (2020) o B asil é um país as o e di e si icado, eple o de iquezas cul u ais
e gas onômicas que e le em sua as a ex ensão e i o ial e sua miscigenação his ó ica. Nes e
plano de negócio, se á explo ada as "B asilidades" a a és das cinco egiões do país, des acando
suas pa icula idades cul u ais e suas deliciosas comidas ípicas, especialmen e no con ex o do
ca é da manhã, uma e eição que e ela mui o sob e os hábi os e adições de cada local.
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Região No e: A exube ância amazônica no ca é da manhã na egião no e, somos
en ol idos pela exube ância da Flo es a Amazônica e pelas in luências indígenas e ibei inhas. No
ca é da manhã, des acam-se u as opicais como açaí, cupuaçu e bacaba, além de apiocas
echeadas com queijo coalho ou ucumã. O amoso mingau de apioca e as beijocas complemen am
essa e eição ípica, e elando a iqueza e di e sidade dos sabo es amazônicos (EBC, 2015).
Região No des e: O sabo e a aleg ia do no des e b asilei o na egião No des e, a cul u a e
a gas onomia e le em a in luência a icana e indígena, mani es ando-se em p a os colo idos e
sabo osos. Segundo a EBC (2015), no ca é da manhã no des ino, des acam-se a iedades de bolos
como o de milho, macaxei a e aipim, acompanhados de apiocas, cuscuz, queijos coalho e ca ne de
sol. As deliciosas u as egionais, como manga, caju e ace ola, ambém en iquecem a mesa,
p opo cionando esco e i alidade.
Região Cen o-Oes e: O se ão e o pan anal no ca é ma inal na egião Cen o-Oes e, de
aco do com F ei as (2021), somos ap esen ados à as idão do ce ado e à di e sidade do Pan anal.
No ca é da manhã, a in luência indígena se e idencia com o adicional "a oz com pequi",
acompanhado de ca ne de sol e mandioca cozida. O amoso pão de queijo, ep esen ando a
in luência minei a, ambém é uma p esença ma can e. F u as como pequi, bu i i e ba u
complemen am essa e eição ípica, con e indo um oque de esco e au en icidade.
Região Sudes e: A mis u a de cul u as no ca é da manhã paulis a e ca ioca na egião
Sudes e, a di e sidade cul u al se e le e no ca é da manhã, especialmen e em São Paulo e Rio de
Janei o. O pão ancês, com queijos, ios e u as escas, é um clássico paulis a, enquan o no Rio
de Janei o, o des aque ai pa a o pão de queijo e bolo de milho. O ca é o e e enco pado é
indispensá el em ambas as cul u as, e le indo a paixão dos b asilei os pela bebida (EBC, 2015).
Região Sul: O ca é da manhã gaúcho e ca a inense no Sul do B asil, a in luência eu opeia se
az p esen e no ca é da manhã, especialmen e nas adições gaúchas e ca a inenses. Como a i ma
F ei as (2021), o pão casei o, com geleias de u as e queijos coloniais, é uma adição nessas
egiões. O chima ão, p esen e desde cedo, o alece os laços comuni á ios e cul u ais. Bolos de
milho e cuca são ou as delícias ípicas que não podem al a nessa e eição.
Ao explo a as B asilidades a a és das cinco egiões do país, pe cebe-se a iqueza e
di e sidade cul u al que o nam o B asil único no mundo. O ca é da manhã, com suas comidas
ípicas e adições locais, é uma po a de en ada pa a comp eende mos melho a iden idade e os
cos umes de cada egião. Valo iza e p ese a essas adições é celeb a a iqueza das B asilidades
em oda sua magni ude.
2.2 O MERCADO DE CAFETERIAS NO PAÍS
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O B asil é o maio expo ado de ca é do mundo, como ambém, sendo o segundo país
maio consumido da bebida, de aco do com o Minis é io da Ag icul u a e Pecuá ia (2023). É
pe cep í el a impo ância desse insumo na ida dos b asilei os, is o que a população consome o
p odu o an o em casa quan o em ba es, es au an es, lanchone es e ca e e ias. A pesquisa ei a
pela Eu omoni o indica o c escimen o do me cado de ca é p emium, e isso se explica pelo a o do
público in e essado op a po ca és de maio qualidade. No país, o consumo anual de ca é p emium
c esce 15% ao ano, enquan o o ca é adicional ende a aumen a 3,5%. Quan o às ca e e ias, ce ca
de 66% são es abelecimen os independen es e os ou os 34% são anquias (Seb ae, 2019).
Pa a o gas o u ismo, - e mo u ilizado pa a a i idades que en ol em expe iências de
consumo e ap eciação de comidas e bebidas - essa expansão do me cado de ca és p emium
ep esen a o su gimen o de no as opo unidades, ais como lojas i uais, clubes de assina u as,
no os p o issionais capaci ados, sendo eles: ba is as e o ado es de ca é (Ag ishow Digi al, 2024).
As p e e ências dos consumido es apon am as p incipais endências, como o ca é gelado
que é inspi ado no li es yle no e-ame icano, sendo uma boa al e na i a pa a os dias mais quen es.
Ou a c escen e são os ca és indus ializados, ou popula men e conhecidos como solú eis, que
são mais p á icos de consumi no co idiano. E po im, os ca és o ogênicos, que se u ilizam de
ca ac e ís icas isuais ap esen á eis que induzem o consumido a publica a o o da bebida em sua
ede social. (Food conec ion, 2023)
2.3 O CENÁRIO DE CAFETERIAS NA BAIXADA SANTISTA
Além das ca e e ias adicionais, a baixada san is a ambém con a com es abelecimen os
anquiados que se des acam pela ino ação e c ia i idade, com o S a bucks, GoCo ee e
Chei inBão. Con o me Al es (2021), algumas dessas ca e e ias in es em em concei os emá icos,
deco ação di e enciada e ca dápio exclusi os, p opo cionando expe iências gas onômicas
di e enciadas aos seus consumido es.
De aco do com Sala i (2020) o c escimen o do in e esse po ca é de qualidade e mé odos
de p epa o especiais em c escendo a cada ano, sendo assim, algumas ca e e ias na baixada san is a
êm se dedicado a o e ece uma seleção de g ãos especiais e mé odos de p epa o a esanais, como
ae op ess, chemex e cold b ew. Essa endência e le e a busca po expe iências mais so is icadas e
pe sonalizadas pelos consumido es locais e isi an es.
O cená io de ca e e ias na baixada san is a é di e si icado e dinâmico, e le indo o
c escimen o e a di e sidade da egião. Com uma mis u a de es abelecimen os adicionais e
ino ado es, as cidades o e ecem opções pa a odos os gos os e p e e ências, o nando-se um
des ino a aen e pa a os aman es de ca é e gas onomia.
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Esses pa cei os-cha e se ão essenciais pa a o alece a ma ca, expandi a base de clien es
e consolida a Ca e e ia Can iga's como um des ino de escolha pa a os aman es da cul u a e da
gas onomia b asilei a.
3.2.9 Es u u a de cus os
De aco do com Os e walde (2011), a es u u a de cus os são odos os cus os inco idos
pa a ope a um modelo de negócios. Esses cus os podem se associados à c iação, en ega e
cap u a de alo pa a os clien es.
Dessa manei a, F ancine (s.d) de ine que são os cus os ixos (salá ios, aluguéis), os cus os
a iá eis e economias (p eço de um ecu so pode cai se comp ado em g andes quan idades).
A Ca e e ia Can iga's man e á uma es u u a de cus os e icien e e sus en á el. P io izando
a qualidade dos ing edien es, buscando o necedo es de con iança e negociando p eços
compe i i os. Esses cus os com ing edien es e o necedo es são conside ados cus os a iá eis,
pois a iam de aco do com a quan idade de p odu os endidos. Quan o aos cus os com pessoal,
ha e á in es imen o em einamen o pa a ga an i um a endimen o excepcional, o imizando a
escala de abalho pa a e i a despe dícios. Esses cus os são em g ande pa e ixos, pois são
necessá ios independen emen e do olume de endas.
Já o aluguel do espaço se á es a egicamen e localizado pa a a ai clien es, buscando um
equilíb io en e cus o e bene ício. Esse é um cus o ixo, pois é um alo cons an e que p ecisa se
pago independen emen e do desempenho das endas. Em elação ao ma ke ing, se ão es a égias
di ecionadas e de baixo cus o, como o uso de edes sociais e pa ce ias locais, pa a maximiza o
e o no sob e o in es imen o. Os cus os com ma ke ing podem a ia , sendo conside ados cus os
a iá eis se o em elacionados a campanhas especí icas ou cus os ixos se o em despesas
egula es. Os cus os com equipamen os se ão moni o ados de pe o, p io izando a manu enção
p e en i a pa a e i a gas os excessi os com epa os. Esses são cus os ixos, pois são
in es imen os em equipamen os necessá ios pa a o uncionamen o da ca e e ia.
Pa a embalagens, a opção se á ma e iais biodeg adá eis e eciclá eis, con ibuindo pa a a
sus en abilidade e eduzindo cus os a longo p azo. Esses cus os são a iá eis, pois a iam de
aco do com a quan idade de p odu os embalados e endidos.
4. PLANO DE NEGÓCIOS

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Re is a Visão de Negócios - .01 - p. 01-98 - 2025
Um plano negócios é um documen o ab angen e que inclui uma análise de alhada do
negócio, incluindo suas ope ações e es a égias de alhadas pa a alcança me as especí icas no
me cado, incluindo ambém p ojeções inancei as, que incluem ecei as espe adas e esul ados
inancei os p oje ados (Salim e al., 2005).
Além disso, embo a não possa elimina comple amen e os iscos, é conside ado essencial
an o pa a emp eendedo es inician es quan o pa a aqueles que es ão expandindo seus negócios,
pois ajuda a e i a e os po al a de análise, o ganiza ideias, o ien a a ges ão, acili a a
comunicação e ajuda na cap ação de ecu sos (Seb ae, 2013). A es u u a do abalho em a
seguin e con igu ação:
4.1 DADOS DO EMPREENDIMENTO
Os dados do emp eendimen o Can iga’s, como sua azão social, nome an asia e
composição de sócios, es ão ap esen ados no Quad o 1.
Quad o 1: Dados do Emp eendimen o
Razão Social: CANTIGAS CAFETERIA LTDA
Nome an asia: Can iga’s
Sócios
CPF
RG
B uno Viei a de Ca alho
443.XXX.XXX-43
53.XXX.XXX-2
Elis Gonçal es Sil a
524.XXX.XXX-47
62.XXX.XXX-X
Le ícia F ancione Cos a e Sil a
526.XXX.XXX-92
54.XXX.XXX-8
Yu i Sil a Soa es E angelis a
551.XXX.XXX-37
59.XXX.XXX-9
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
4.1.1 Dados dos emp eendedo es, expe iência p o issional e a ibuições
A Can iga’s é compos a po qua o sócios que o am e são essenciais pela sua idealização.
No quad o 2 es á de alhando os dados dos au o es des e abalho, que são os emp eendedo es e
esponsá eis po esse modelo de negócio.
Quad o 2: Dados dos Emp eendedo es
NOME
B uno Viei a de Ca alho
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1
IDADE
20 anos
FORMAÇÃO
Tecnólogo em Ges ão Emp esa ial – FATEC PG (Cu sando)
NATURALIDADE
San os/SP
RESIDÊNCIA
São Vicen e/SP
2
NOME
Elis Gonçal es Sil a
IDADE
20 anos
FORMAÇÃO
Tecnólogo em Ges ão Emp esa ial – FATEC PG (Cu sando)
NATURALIDADE
San os/SP
RESIDÊNCIA
P aia G ande/SP
3
NOME
Le ícia F ancione Cos a e Sil a
IDADE
21 anos
FORMAÇÃO
Tecnólogo em Ges ão Emp esa ial – FATEC PG (Cu sando)
NATURALIDADE
San os/SP
RESIDÊNCIA
P aia G ande/SP
4
NOME
Yu i Soa es Sil a E angelis a
IDADE
20 anos
FORMAÇÃO
Tecnólogo em Ges ão Emp esa ial – FATEC PG (Cu sando)
NATURALIDADE
San os/SP
RESIDÊNCIA
São Vicen e/SP
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
4.1.2 O ganog ama da emp esa
É essencial que as a i idades, abalhos e o papel de cada depa amen o sejam
es abelecidos e documen ados com p ecisão pa a ga an i o al cla eza e e i a qualque
ambiguidade, pa a isso de e-se a c iação do o ganog ama (CHIAVENATO, 2010).
De aco do com Balcão (1965, p.108):
C iado essencialmen e pa a da ep esen ação g á ica às elações en e
ca gos na o ganização, o o ganog ama em, basicamen e, duas pa es
in e ligadas — linhas e e ângulos sendo que as p imei as ep esen am o
luxo da au o idade na o ganização e os úl imos os ca gos en e os quais
lui a au o idade.
Dessa manei a, quando a Can iga's inicia suas a i idades, seus sócios assumi ão os ca gos
de lide ança dos depa amen os. Yu i Soa es Sil a E angelis a e B uno Viei a Ca alho ge encia ão
as inanças e o adminis a i o, espec i amen e, Elis Gonçal es Sil a lide a á o se o de ma ke ing
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e Le ícia F ancione Cos a e Sil a coo dena á e supe isiona á o ope acional. Essa di isão de a e as
é demons ada a segui na igu a 4.
Figu a 4: O ganog ama Can iga’s
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
4.1.3 Desc ição das unções exe cidas pelos sócios
Inicialmen e, a Can iga's começou abalhando po encon a a melho dis ibuição de
depa amen os en e os sócios, le ando em conside ação suas a inidades, conhecimen o e
di iculdades. O obje i o e a e i a sob eca ga pa a os sócios e ga an i que as esponsabilidades
ossem dis ibuídas de o ma jus a.
Os ca gos o am iden i icados com base no conhecimen o, a inidade e capacidade de cada
sócio. Com isso, Elis i á ge i o ma ke ing da Can iga’s ga an indo que a expe iência, jo nada e
sa is ação do clien e sejam co espondidas as suas expec a i as, além de elabo a e coo dena
planejamen os es a égicos a im que a endam às necessidades dos clien es. Já Le ícia, a ua á
di e amen e com as endas do es abelecimen o, lide ando as equipes e e cei izados,
supe isionando a execução do se iço, ga an indo que a qualidade do abalho es eja de aco do
com as exigências da emp esa, al qual con ole de qualidade, einamen o e es abelecendo as
me as.
Em ques ão aos p ocessos ligados às ques ões adminis a i as, B uno se á o esponsá el
po ge i , ga an indo que p ocedimen os e polí icas in e nas sejam seguidas co e amen e e
cuidando do con ole do es oque de ma e iais e sup imen os necessá ios pa a o uncionamen o
da emp esa, além de iden i ica de iscos e a suges ão de medidas pa a mi igá-los. Po im, Yu i
o na-se esponsá el ges ão das inanças da emp esa, lidando di e amen e com a supe isão de
p ocessos inancei os, como a adminis ação de o çamen os, con ole de despesas e luxo de caixa
e ga an i que os ela ó ios inancei os es ejam co e os e que a emp esa siga as no mas de
con o midade inancei a.
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Além dos sócios, a Can iga's con a á com uma equipe de dois cozinhei os, um auxilia de
se iços ge ais, um auxilia adminis a i o, um es agiá io de gas onomia, dois ba is as, dois
ga çons e um auxilia de limpeza no es abelecimen o.
Como esul ado, o quad o de colabo ado es da Can iga’s con a á com 10 uncioná ios e 4
sócios, o alizando 14 pessoas, as quais i ão desempenha cada uma de suas unções de manei a
e icien e, dedicada, com coope ação e alinhada com seus pon os o es, ga an indo um sucesso
con ínuo pa a a emp esa.
4.1.4 Fluxog ama das p incipais a i idades do negócio
O luxog ama é uma e amen a essencial pa a a análise e ap esen ação g á ica do mé odo
en ol ido na execução das a i idades e o nece uma ep esen ação isual ab angen e dos
p ocessos, de alhando a sequência de abalho, os pon os de decisão e a in e ação en e
equipamen os, pessoas, mé odos, e amen as e ma é ia-p ima (Lins, 1993).
Na igu a 5 segue as ep esen ações das a i idades e p ocessos de abalho execu ados pela
equipe da Can iga’s po meio do luxog ama.
Figu a 5: Fluxog ama Can iga’s
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
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A Can iga’s ga an e um a endimen o de qualidade aos seus clien es e po isso, na
elabo ação do luxog ama, são le adas em conside ação as e apas necessá ias pa a e i a e os e
ga galos no a endimen o. Es es incluem: ecebe o clien e, aze o pedido ao ga çom con i mando
o egis o pa a e i a e os, p epa a o pedido con o me solici ado e embalá-lo pa a iagem se
necessá io, en ega o pedido na mesa do clien e com a de ida co esia e exp essa ag adecimen o,
e pe mi e aos clien es pa a ence a suas con as no momen o desejado.
4.2 INOVAÇÃO
A ino ação pode se de inida como a c iação ou in odução de algo no o, a implemen ação
de ideias que ge am alo pa a o negócio ou a explo ação bem-sucedida de no as ideias. Ela é
essencial pa a o a anço social e econômico, aumen ando a compe i i idade das emp esas e
melho ando a qualidade de ida dos indi íduos. Sendo assim, a ino ação é undamen al pa a as
emp esas se man e em ele an es no me cado, di e encia em-se da conco ência e alcança em o
sucesso. Ela pode se ealizada de di e sas o mas e exige c ia i idade, co agem e in es imen os
(Pa edes; San ana; Fell, 2014).
A Ino ação é o ien ada pela habilidade de se aze elações, de isualiza
opo unidades e de i a p o ei o delas. Às ezes, en ol e possibilidades
comple amen e no as, como a explo ação de a anços ecnológicos
o almen e adicais. No os medicamen os baseados em manipulação
gené ica ins au a am uma no a e a na gue a com as doenças. Os ele ones
celula es, able s e ou os disposi i os e oluciona am a o ma e o
momen o em que nos comunicamos (BESSANT; TIDD, 2019, p.7).
4.2.1 Rada de ino ação
Segundo (Pa edes; San ana; Fell, 2014) o Rada da Ino ação é uma e amen a que amplia a
pe cepção da ino ação inco po ada pela emp esa e é u ilizada pa a mensu a o g au de ino ação
em emp esas a pa i das análises de dados e acon ecimen os. Essa e amen a pe mi e a alia o
e ei o das ações omadas pa a o na a emp esa mais ino ado a e iden i ica opo unidades que
pode iam passa despe cebidas. A mensu ação da ino ação é essencial pa a a ges ão da ino ação
e pa a o desen ol imen o de no os p odu os e p ocessos, além de p omo e uma cul u a de
ino ação den o da o ganização.
A pa i dessa de inição, oi desen ol ido o ada de ino ação da Can iga’s, como
demons ado no quad o 3.

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Quad o 3: Dimensões do Rada da Can iga’s
Rada ino ação
O e a
Classi icação: 4
Consis e em o e ece no os p odu os ou se iços aos clien es. Sendo assim, oi
a ibuída a no a 4 pois, nosso p odu o é algo no o no me cado onde nós i emos
c ia uma expe iência memo á el pa a nossos clien es.
Pla a o ma
Classi icação:4
Habilidade de p oduzi no os ou pu s u ilizando os mesmos inpu s. Sem assim,
oi a ibuída a no a 4 pois ac edi amos que o segmen e-nos dá mui o
opo unidade de c ia ou pu s com as mesmas en adas equen es.
Ma ca
Classi icação:4
Expansão da ma ca ou c iação de no as. A ibuímos 4 pois abalha emos de
o ma in ensi a o nosso b anding indo alcança uma boa expansão.
Clien es
Classi icação: 5
Iden i ica necessidades não a endidas dos consumido es ou segmen os de
me cados mal explo ados. Inse imos uma no a 5, pois oi ei a uma análise de
me cado onde oi iden i icado as necessidades do consumido, is o isso,
abalha emos pa a saná-la azendo no os p odu os e se iços pa a o
me cado.
Soluções
Classi icação: 5
C iação de o e as pe sonalizadas. A ibuímos a no a 5 pois, nós es amos
azendo um ambien e pe sonalizado pa a o me cado, sem isso, um a anjo
ísico que isa aze a sensação de es a nas 5 egiões do B asil ao mesmo
empo.
Relacionamen o
Classi icação: 5
A ibuímos a no a 5 pelo bom elacionamen o com nosso s akeholde s.
Ag egação de Valo
Classi icação: 3
Rede inição de p odu os e p ocessos pa a ob enção de ecei as. A ibuímos a
no a 3 is o que po es amos ing essando ago a no me cado não emos uma
es u u a consolidado.
P ocessos
Classi icação: 3
Al e ações que isem a melho ia dos p ocessos. A ibuímos a no a 3 is o que
começamos ago a e ainda não emos uma isão dos nossos gaps.
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O ganização
Classi icação: 2
Mudança de unção, o ma e a i idades na emp esa. Colocamos a no a 2 pois
não es amos p epa ados pa a mudanças de a i idade e unção.
Cadeia de Fo necimen o
Classi icação: 4
Redimensionamen o dos elacionamen os en e luxo de in o mações e
e cei izações. A ibuímos 4 pois abalha emos com o necedo es das egiões
e no mínimo, com isso e emos uma boa ges ão da cadeia de sup imen o.
P esença
Classi icação:2
No os canais de dis ibuição e pon os de p esença. A ibuímos 2 pois no
momen o só abalha emos com a loja ísica po al a de es u u a, di e en e de
nossa conco ência.
Rede
Classi icação: 4
Tecnologia da in o mação e comunicação de o ma in eg ada com a o e a.
A ibuímos a no a 4 pois i emos implemen a um sis ema de pedidos e
in e a i o em nossa ca e e ia.
Ambiência Ino ado a
Classi icação: 5
A ibuímos 5 dian e que nosso di e encial compe i i o é o ambien e que a á a
cul u a e ca ac e ís icas das 5 egiões do B asil sendo assim o nando a
expe iência do clien e memo á el.
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
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Obse ando a igu a 6, é possí el iden i ica a necessidade de abalha em alguns pon os
in e nos pa a aumen a o ma ke sha e na egião onde a ca e e ia es á sediada.
Figu a 6: Rada de ino ação emp esa Can iga’s.
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
A análise do ada de ino ação e ela um cená io compe i i o in e essan e pa a a Can iga's,
especialmen e ao compa a seus indicado es com os conco en es Empó io Uai e Museu do Ca é.
As no as a ibuídas à Can iga's mos am uma o e capacidade de ino ação e di e enciação,
des acando-se pa icula men e nas á eas de clien es, soluções e ambien ação ino ado a, que
o am as mais al as. Isso demons a um comp omisso em a ende às necessidades e desejos dos
consumido es com uma expe iência memo á el, alinhando-se às expec a i as do me cado.
Embo a Empó io Uai e Museu do Ca é ap esen em classi icações semelhan es em á ias
dimensões, como o e a e pla a o ma, a Can iga's se dis ingue na pe sonalização de suas soluções
e na c iação de um ambien e único que e le e a di e sidade cul u al b asilei a, o e ecendo uma
an agem compe i i a signi ica i a, especialmen e em um me cado onde a expe iência do clien e
é undamen al. En e an o, é c ucial abo da as á eas de o ganização e p esença, onde a Can iga's
ob e e no as mais baixas. Compa ando com os conco en es, o Museu do Ca é e o Empó io Uai
demons am uma o ganização mais es u u ada e uma p esença mais o e no me cado, o que pode
impac a a pe cepção e acessibilidade da Can iga's. Pa a compe i e e i amen e, é impo an e
desen ol e es a égias que o aleçam a ope ação in e na e expandam os canais de dis ibuição.
25 | Ca e e ia Can iga’s
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Em suma, ao mesmo empo que a Can iga's já possui uma base o e e ino ado a, o na-se
essencial con inua a abalha nas á eas iden i icadas pa a o alece sua posição no me cado. Ao
se concen a em melho a a o ganização e a p esença, ambém explo ando a singula idade de sua
p opos a de alo , a Can iga's pode não apenas compe i , mas se des aca de o ma signi ica i a
em elação ao Empó io Uai e ao Museu do Ca é. A combinação de um ambien e ino ado com uma
ope ação e icien e pode á ga an i o sucesso a longo p azo, o nando a Can iga's uma e e ência
em expe iências de consumo di e enciadas no segmen o de ca e e ias.
4.2.2 Análise VRIO
O VRIO eme ge como uma e amen a c ucial na a aliação dos ecu sos e capacidades de
uma o ganização, de e minando seu po encial pa a alcança uma an agem compe i i a
sus en á el (Magalhães, 2023). Kus e s (2019) explica que es e mé odo se undamen a em qua o
c i é ios undamen ais: Valioso, Ra o, Inimi á el e O ganizacional.
a) Valioso: O ecu so ou capacidade de e p o e alo angí el pa a os clien es, supe ando as
o e as conco en es e a endendo às suas necessidades de manei a supe io .
b) Ra o: O ecu so ou capacidade de e se escasso ou singula no me cado, não es ando
acilmen e acessí el aos compe ido es.
c) Inimi á el: De e se ex emamen e desa iado ou dispendioso pa a os conco en es
eplica em ou ep oduzi em.
d) O ganizacional: A emp esa de e possui os ecu sos e compe ências necessá ios pa a
explo a e e i amen e o alo do ecu so ou capacidade em suas ope ações.
Após a análise e a aliação dos c i é ios sup aci ados, a Can iga’s pode se a aliada de
de e mina manei a, como exempli icado no quad o a segui :
Quad o 4: Dimensões da Análise VRIO da Can iga’s
Emp esa:
É alioso?
É a o?
É di ícil de imi a ?
A emp esa es á o ganizada
pa a explo a ?
SIM
SIM
NÃO
NÃO
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
A análise do quad o mos a que a Can iga’s ap esen a aspec os a os e aliosos no seu
modelo de negócio. Sua p opos a única no me cado es á cen ada na iden idade b asilei a, aliada
ao comp omisso com a qualidade dos p odu os, a endimen o ao clien e e sus en abilidade,
con e indo-lhe uma posição única.
Toda ia, é p uden e econhece que as emp esas podem en en a desa ios elacionados
com a o ganização e a imi abilidade. Embo a sua abo dagem seja única, o se o de negócios
32 | Ca e e ia Can iga’s
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Figu a 7: Idade dos pa icipan es
Elabo ado pelos Au o es, 2023
A pesquisa de ma ke ing e elou que a maio ia signi ica i a dos en e is ados, ce ca de
56,5%, es á na aixa e á ia de 19 a 25 anos. Es e g upo e á io ep esen a a pa cela mais exp essi a
en e os pa icipan es da pesquisa. Além disso, a dis ibuição mos a uma p esença conside á el
de pessoas de 26 a 32 anos, com 15,2%, seguida po uma ep esen ação meno nas demais aixas
e á ias, a iando de 5,4% a 8,7%. Mesmo que as aixas acima de 40 anos ap esen em uma
po cen agem meno , ainda há uma p esença signi ica i a de pessoas mais elhas, somando 14,1%
do o al dos en e is ados.
Esses dados suge em uma concen ação maio de pa icipan es na aixa de 19 a 25 anos, o
que pode indica um o e in e esse ou po encial desse g upo demog á ico em elação ao concei o
da ca e e ia emá ica b asilei a, possibili ando es a égias di ecionadas a essa aixa e á ia pa a
a aí-los como po enciais clien es.

33 | Ca e e ia Can iga’s
Re is a Visão de Negócios - .01 - p. 01-98 - 2025
Figu a 8: P edominância de gêne o dos pa icipan es
Elabo ado pelos Au o es, 2023
A análise do gêne o dos pa icipan es na pesquisa e elou uma dis ibuição quase
equi a i a en e os en e is ados, des acando-se uma ep esen ação balanceada en e homens e
mulhe es. As mulhe es compõem a maio ia dos esponden es, o alizando ap oximadamen e 52,2%
das espos as, enquan o os homens ep esen am ce ca de 47,8% do o al. Essa di isão
p a icamen e iguali á ia en e os gêne os na pesquisa suge e um in e esse signi ica i o an o po
pa e das mulhe es quan o dos homens em elação à p opos a da ca e e ia emá ica b asilei a da
Can iga's.
Essa di e sidade de pa icipação de gêne o na pesquisa é um elemen o impo an e a
conside a ao planeja es a égias de ma ke ing e comunicação, pois suge e que ambas as
audiências, masculina e eminina, êm in e esse po encial na p opos a da Can iga's.
Figu a 9: Cidade de esidência dos pa icipan es
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2023
34 | Ca e e ia Can iga’s
Re is a Visão de Negócios - .01 - p. 01-98 - 2025
A maio pa e dos esponden es es á concen ada p incipalmen e em São Vicen e,
ep esen ando ce ca de 38% das espos as, seguida po P aia G ande, que co esponde a
ap oximadamen e 31,5% dos pa icipan es. San os ambém possui uma ep esen ação signi ica i a,
o alizando ap oximadamen e 15,2% das espos as, seguido po Gua ujá, com 10,9%. Essas egiões
se des acam como as p incipais localidades de esidência dos pa icipan es na pesquisa.
Essa dis ibuição geog á ica pode indica á eas de maio in e esse e po encial de público
pa a a Can iga's. Com uma concen ação exp essi a em São Vicen e, P aia G ande e San os,
es a égias de ma ke ing e di ulgação podem se di ecionadas de o ma mais asse i a pa a essas
egiões, isando alcança e engaja um público mais p óximo geog a icamen e e po encialmen e
mais in e essado na p opos a da ca e e ia.
Figu a 10: Faixa de enda dos pa icipan es
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2023
A maio pa e dos esponden es es á dis ibuída p incipalmen e nas aixas de enda de 1
salá io mínimo e de 2 a 3 salá ios mínimos, ep esen ando, espec i amen e, ce ca de 38,5% e
41,8% das espos as. As aixas de 4 a 5 salá ios mínimos e de 6 ou mais salá ios mínimos possuem
uma ep esen ação meno , com ap oximadamen e 14,4% e 5,5% das espos as, espec i amen e.
Essa dis ibuição e ela que a maio ia dos pa icipan es es á enquad ada em aixas de enda mais
baixas, com des aque pa a aqueles que ecebem de 1 a 3 salá ios mínimos. Isso suge e que a
Can iga's pode conside a es a égias de p eci icação e o e as que sejam acessí eis pa a um
público com uma aixa de enda p edominan emen e meno , ga an indo a acessibilidade e
a a i idade dos se iços o e ecidos pela ca e e ia pa a esse segmen o especí ico da população.
35 | Ca e e ia Can iga’s
Re is a Visão de Negócios - .01 - p. 01-98 - 2025
Figu a 11: In e esse dos pa icipan es no ca dápio
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2023
Com base nos dados o necidos sob e o in e esse dos pa icipan es na p opos a do
ca dápio emá ico da Can iga's, pode-se obse a que a g ande maio ia, ce ca de 93,5% dos
esponden es, demons ou in e esse na expe iência o e ecida pela ca e e ia. Apenas uma pa cela
meno , ap oximadamen e 6,5%, indicou não se in e essa pela p opos a do ca dápio emá ico.
Essa al a axa de in e esse e ela uma ecep i idade exp essi a po pa e dos pa icipan es
em expe imen a p a os adicionais com um oque di e enciado o e ecidos pela Can iga's. Isso
suge e uma opo unidade p omisso a pa a a ca e e ia explo a e des aca essa ca ac e ís ica
emá ica em seu ma ke ing e na o e a de se iços, isando a ende às expec a i as e p e e ências
do público-al o.
Figu a 12: In e esse dos pa icipan es no con ex o de laze
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2023
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Re is a Visão de Negócios - .01 - p. 01-98 - 2025
Com base nos dados o necidos sob e o in e esse dos pa icipan es em passa empo na
ca e e ia Can iga's du an e a a de, des u ando da ambien ação emá ica que alo iza a cul u a
b asilei a e com es ilo musical bossa no a, é e iden e que uma g ande maio ia, ce ca de 91,3% dos
esponden es, demons ou in e esse nessa p opos a. Apenas uma pequena pa cela,
ap oximadamen e 8,7%, indicou não se in e essa po essa expe iência.
Essa al a axa de in e esse e ela uma ecep i idade exp essi a po pa e dos pa icipan es
em ap o ei a o ambien e emá ico e elaxan e da Can iga's du an e o pe íodo da a de. Isso suge e
que a p opos a de o e ece um espaço pa a elaxamen o com elemen os cul u ais b asilei os e
música ambien e em po encial pa a a ai um público conside á el, des acando-se como um
di e encial na o e a de expe iências da ca e e ia.
Figu a 13: In e esse dos pa icipan es no con ex o de abalho e es udos
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2023
Com base nos dados o necidos sob e o in e esse dos pa icipan es em es uda ou
abalha na Can iga's, onde há comodidades como assen os con o á eis, omadas, en adas USB
em odas as mesas e Wi-Fi disponí el g a ui amen e, obse a-se que uma pa cela signi ica i a,
ap oximadamen e 87% dos esponden es, demons ou in e esse nessa p opos a. Apenas 13%
indica am não e in e esse nessa possibilidade.
Essa al a axa de in e esse suge e que a o e a de um ambien e p opício pa a es udo e
abalho, equipado com comodidades como assen os con o á eis e acesso g a ui o à in e ne , é
uma p opos a a a i a pa a a maio ia dos pa icipan es. Isso indica que a Can iga's pode conside a
a p omoção desse espaço como um ambien e de es udo ou abalho, p opo cionando um
di e encial que a enda às necessidades de es udan es, p o issionais emo os e ou os públicos-
al o em busca de um local adequado pa a essas a i idades.
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Na pesquisa de ma ke ing conduzida, oi solici ado aos pa icipan es que compa ilhassem
suas p e e ências pessoais em elação aos ipos de ca é e comidas pa a acompanha no seu
co idiano. Essa cole a de dados isou en ende melho as escolhas indi iduais e as combinações
p e e idas no dia a dia dos pa icipan es. A segui , es ão os esul ados ob idos que e le em as
a iadas p e e ências de sabo es e combinações ap eciadas pelos pa icipan es.
Ca é exp esso oi uma escolha bas an e equen e, seguido po capuccino e ca é com lei e.
Algumas p e e ências mais especí icas incluí am ca é coado, desca einado, ca é p e o e ca és com
sabo es a iados, como chocola e quen e, ca é appé e mogiana. Pão de queijo se des acou como
um acompanhamen o popula , jun amen e com bolos di e sos como bolo de cenou a, bolo de
chocola e e bolo de paçoca. Além disso, o am mencionados salgados como o a de ango e
salames, pães como pão na chapa e pão ancês, além de doces como mu ins, o a de mo ango e
bolachas a iadas.
Essa di e sidade de escolhas e le e uma a iedade de p e e ências pessoais en e os
pa icipan es, mos ando que a ca e e ia Can iga's pode o e ece um ca dápio di e si icado pa a
a ende às di e en es opções de ca é e acompanhamen os con o me as p e e ências do público-
al o.
Figu a 14: Indicação do es abelecimen o dos pa icipan es com base na emá ica da
ca e e ia
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2023
Conside ando a pe gun a sob e a ecomendação do es abelecimen o com base na emá ica
da ca e e ia, os esul ados são bas an e posi i os. A g ande maio ia dos pa icipan es
(ap oximadamen e 89,2%) exp essou uma cla a inclinação pa a ecomenda a Can iga's pa a ou as
pessoas. Esse al o índice de ecomendação pode e le i uma pe cepção posi i a da qualidade do
ambien e, do ca dápio e da expe iência ge al p opo cionada pela ca e e ia. Vale des aca que uma
pa cela meno dos en e is ados (ce ca de 10,8%) se mos ou indecisa ou menos inclinada a

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Re is a Visão de Negócios - .01 - p. 01-98 - 2025
ecomenda o es abelecimen o, possi elmen e indicando á eas de opo unidade pa a a Can iga's
conside a e po encialmen e ap imo a , isando a ende às expec a i as desses clien es em
po encial. No en an o, o esul ado ge al suge e uma a aliação posi i a da maio ia dos en e is ados
em elação à ecomendação da ca e e ia.
As conside ações ei as sob e a pesquisa de ma ke ing e ela am in o mações aliosas
sob e a pe cepção e p e e ências dos pa icipan es em elação à Ca e e ia Can iga's. A análise
ab angen e das espos as des aca um o e in e esse e ecep i idade dos en e is ados em elação
à p opos a da ca e e ia. A maio ia exp essi a dos pa icipan es demons ou in e esse em
expe imen a o ca dápio emá ico, alo izando p a os adicionais ein e p e ados pela Can iga's.
Além disso, hou e um al o g au de in e esse em u iliza o ambien e lexí el, seja pa a es udos
indi iduais, abalho emo o ou momen os de laze em amília e com amigos.
Em sín ese, os esul ados des acam um po encial de me cado signi ica i o pa a a Can iga's,
e idenciando uma ecep i idade posi i a do público-al o em elação à p opos a emá ica, ca dápio
e ambien e lexí el. As in o mações cole adas o e ecem insigh s aliosos pa a a ca e e ia no
desen ol imen o de es a égias de ma ke ing di ecionadas pa a a ende às expec a i as dos
clien es e consolida seu posicionamen o como um espaço a a i o e alo izado pelos
consumido es.
4.4.2.1 Mapa de empa ia
De aco do com Pe ei a (2023), o Mapa da Empa ia é econhecido como uma e amen a
isual de supo e que acili a o p ocesso de empa ia com os clien es, pe mi indo uma comp eensão
mais ap o undada e mul idimensional. Sua na u eza isual p opo ciona an agens signi ica i as,
incluindo a acili ação da ápida p o o ipação, a p omoção da in e ação en e equipes e a
acili ação do le an amen o de hipó eses elacionadas ao público-al o selecionado.
Essa e amen a o ien a a análise de seis e lexões essenciais dis in as as quais
desempenham um papel c ucial na cons ução de uma comp eensão ab angen e do público-al o
e de suas demandas. São elas:
a) O que ele Escu a?: Es a e lexão en ol e uma análise das in luências ex e nas que a e am
o clien e, como opiniões de amigos, o ien ações do che e e ecomendações de
in luenciado es.
b) O que ele Vê?: Nes e aspec o, é c ucial examina o ambien e em que o clien e es á ime so,
incluindo os elemen os do me cado em que ope a e as p essões sociais que o ce cam.
c) O que ele Pensa e Sen e?: Comp eende os pensamen os e sen imen os do clien e é uma
a e a desa iado a, demandando uma in es igação p o unda das suas p eocupações,
aspi ações, e pensamen os eco en es que in luenciam suas decisões.
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d) O que ele Fala e Faz?: Obse a as ações e comunicações do clien e o e ece insigh s
aliosos sob e seu compo amen o público, sua apa ência, pos u a e in e ações sociais.
e) Do es: Aqui são iden i icados os p incipais obs áculos que impedem o clien e de alcança
seus obje i os e sa is ação. Isso inclui seus medos, us ações e desa ios en en ados.
) Ganhos: Es a seção des aca as me as e bene ícios desejados pelo clien e uma ez que seus
obs áculos sejam supe ados. Inclui seus desejos, necessidades e c i é ios de sucesso,
o e ecendo uma isão holís ica das suas mo i ações e aspi ações.
Es e ins umen o é ilus ado de o ma demons a i a na igu a 15.
Figu a 15: Mapa de empa ia da Can iga’s
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
O que eles alam e azem: Os po enciais clien es da Can iga's são engajados em suas
in e ações nas edes sociais, onde compa ilham expe iências, ideias e in e esses a iados. Além
disso, dedicam empo ao ne wo king e à ampliação de suas conexões sociais com amilia es, amigos
e colegas. No campo acadêmico e p o issional, en en am desa ios cons an es e buscam ap imo a
seus conhecimen os e habilidades. Em seu empo li e, ap eciam a i idades ao a li e, me gulham
em ilmes, sé ies e jogos pa a en e enimen o e elaxamen o, e p io izam a p á ica de a i idade
ísica como pa e de seu comp omisso com o desen ol imen o pessoal.
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O que eles eem: O cená io isual dos po enciais clien es engloba uma di e sidade de
ambien es, como academias, cen os espo i os e uni e sidades, onde buscam an o c escimen o
pessoal quan o p o issional. Além disso, equen am lojas, es au an es e ca és como locais de
con í io social e laze . Nas edes sociais, acompanham con eúdos di e sos, desde s eaming e
ídeos de einos a é ca azes de e en os e a ualizações de jogos e sé ies, e le indo uma ampla
gama de in e esses e a i idades.
O que eles pensam e sen em: Os po enciais clien es da Can iga's são mo i ados pela
cu iosidade e pela on ade de explo a no as expe iências e opo unidades. Valo izam
p o undamen e seus hobbies, amizades e elações amilia es, além de ap ecia a ino ação e a
c ia i idade em suas idas. Buscam cons an emen e um equilíb io en e suas esponsabilidades
p o issionais e pessoais, aspi ando a um es ilo de ida a i o e saudá el. Enxe gam as conexões
sociais e as opo unidades de c escimen o como elemen os essenciais pa a uma ida plena e
sa is a ó ia.
O que eles ou em: O hábi o audi i o desses po enciais clien es é in luenciado po uma
a iedade de on es, incluindo ecomendações de amigos sob e en e enimen o, insigh s polí icos
e suges ões de lei u a pa a es imula o desen ol imen o pessoal. As endências da cul u a pop
ambém exe cem impac o signi ica i o em suas escolhas, como as no ícias dos p incipais emas da
in e ne e das mídias.
Diagnós ico de do es e necessidades: Embo a os g upos de clien es ap esen em idas
mul i ace adas, compa ilham uma necessidade p imo dial: a busca po um ambien e au ên ico e
en iquecedo que á além das demandas co idianas, p opo cionando uma expe iência singula e
g a i ican e. Em suas aje ó ias, en en am desa ios elacionados à conec i idade e ao acesso à
in e ne con iá el, ao mesmo empo em que almejam um espaço e sá il com ho á ios lexí eis,
capaz de se adap a às exigências de es udos, abalho e laze . Essas do es e elam o anseio po
um ambien e que não apenas a enda às suas necessidades p á icas, mas que ambém anscenda,
o e ecendo uma expe iência única e memo á el.
4.4.3 Es udo dos conco en es
Na a ual conjun u a dos me cados, a iden i icação dos conco en es oco e quando há
disponibilidade de al e na i as e subs i u os que os consumido es possam conside a (Ko le ;
Kelle , 2012). Con o me delineado pelo Seb ae (2015, n.p), esses conco en es podem se
classi icados como di e os, que “come cializam os mesmos p odu os ou se iços pa a o mesmo
público”, ou indi e os, cujo “público-al o é o mesmo, mas os p odu os são di e en es”.
Nes e con ex o, obse a-se uma in ensi icação da dinâmica compe i i a e da análise
conco encial. A análise de me cado ou de conco ência oi desen ol ida com o obje i o de es uda
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o posicionamen o do me cado em elação aos conco en es e c ia planos que de inam ações
p oa i as em espos a às es a égias dos conco en es, isando minimiza possí eis epe cussões
nega i as (Ami ; Domowi z; Fe sh man, 1988 apud Souza; Bo ge ; Gaspa e o, 2016).
De aco do com Ko le (2006, apud Oli ei a e al., 2019), pa a ealiza essa a aliação, é
undamen al comp eende quem são os compe ido es, o compo amen o dos consumido es e a
pe cepção deles sob e a emp esa e seus conco en es, des acando aspec os a se em ap imo ados
e a aliando an o os pon os posi i os quan o os nega i os.
A ualmen e, pla a o mas como ReclameAqui, Google Ale s, Google Business e edes
sociais o necem in o mações que auxiliam na comp eensão do cená io compe i i o, incluindo
dados sob e conco en es, desempenho inancei o e a aliações dos clien es sob e p odu os e
se iços.
Analisando o cená io das ca e e ias na Baixada San is a, le ando em conside ação a
expe iência o e ecida pela Can iga’s e ou as ca e e ias no me cado, como p incipal p odu o,
a aliações online, opiniões popula es e alcance em edes sociais, obse a-se a p esença das
ca e e ias - É Empó io Uai e S a bucks, e do Museu do Ca é em San os.
O É Empó io Uai des aca-se pelos seus pães de queijo echeados, a o i os en e os
clien es, o e ecendo uma expe iência ime si a em Minas Ge ais e endendo ou os p odu os
di e amen e do Es ado. Con udo, são comuns as queixas sob e o a aso nos pedidos e os p eços
ele ados (Google Business, 2024).
Quan o ao S a bucks, apesa das expec a i as ge adas pela sua epu ação como anquia
mundial e pela expe iência social o e ecida, a unidade de San os decepciona os clien es,
p incipalmen e de ido ao a endimen o e à qualidade dos ca és, ainda que o appuccino con inua
sendo o a o i o dos clien es e a ma ca man ém p esença o e nas edes sociais (T ipad iso , 2024;
Google Business, 2024).
Po im, a Ca e e ia do Museu do Ca é des aca-se como um dos p incipais conco en es,
o e ecendo uma expe iência his ó ica b asilei a aos clien es, com o ca é simples como ca o-che e.
Con udo, em pla a o mas de a aliações, é possí el encon a eclamações sob e o a endimen o,
embo a a ca e e ia ambém es eja p esen e em odas as pla a o mas e edes sociais (Reclame Aqui,
2024; T ipad iso , 2024).
Os dados cole ados o am o ganizados no quad o 6 pa a melho análise e comp eensão.
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a es adia na ca e e ia. Pa a a ges ão ge al do es au an e, como con ole de es oque, inancei o,
PDV/ endas e no as iscais, se á u ilizado um so wa e de ERP.
Pa a a es a égia de di ulgação da ma ca, ca dápio, p omoções, localização e ou as in o mações
complemen a es, ha e á o uso das mídias sociais, p incipalmen e Ins ag am, TikTok, Facebook e X
(an igo Twi e ).
4.4.5.5 Fa o es Ambien ais
Diz espei o a ques ões ecológicas, como poluição, desca e de esíduos, mudanças
climá icas, leis ambien ais e consumo de ene gia (Johnson, G; Scholes, K.; Whi ing on, R., 2011).
A ges ão ambien al p ecisa se e icien e pa a o bom uncionamen o da ca e e ia. No que
diz a espei o da ca e e ia Can iga’s, segundo a P e ei u a de San os, no que ange a ques ão de
Cole a de Lixo - esíduos sólidos (G andes ge ado es) (2024), é de e da ca e e ia Can iga’s o
desca e do óleo de cozinha nos Ecopon os, e os esíduos come ciais, ais plás icos, embalagens,
papel higiênico, de e á se cole ado e anspo ado po emp esa pa icula c edenciada pela
p e ei u a.
Pa a a conscien ização dos colabo ado es, ha e á campanhas de conscien ização sob e a
economia da ene gia na ca e e ia, como o hábi o de apaga as luzes ao sai e desliga os apa elhos
quando não u ilizados. Já a ins alação de lâmpadas de led e senso es de p esença ga an i ão maio
economia e bom uncionamen o.
4.4.5.6 Fa o es Legais
A legislação desc e e impedimen os, mudanças legisla i as, leis de saúde e de segu ança,
es ições, impo ação e expo ação, leis de conco ência, luc os e endimen os, den e ou os
(Johnson, G; Scholes, K.; Whi ing on, R., 2011).
No que diz espei o à Can iga’s, Fa izel (2018) ci a as p á icas abusi as p e is as no Código
de De esa do Consumido (CDC) nos a igos 39 e 41, ais como: pagamen o ob iga ó io de go je as
ou cou e a ís ico, cob ança mínima de consumação, mul a po pe da de comandas, axas de
despe dício, e c. Po an o, a ca e e ia não i á p a ica ações que e em a libe dade e di ei o de seus
consumido es.
Além do mais, Quei oz (2017) essal a os di ei os básicos de abalhado es assegu ados pela
Consolidação das Leis T abalhis as (CLT), como egis o de abalho na ca ei a, o con a o de
abalho, salá io-mínimo, FGTS, cump imen o da jo nada de abalho, saúde e segu ança no
abalho e c. A Can iga’s i á p io iza o cump imen o da legislação b asilei a, pa a que assegu e os
di ei os ga an idos po leis aos seus colabo ado es emp egados.

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Di o isso, as no mas sani á ias de inem as p á icas essenciais pa a a manipulação, p epa o
e se iço de alimen os em es abelecimen os come ciais. Como exemplo, a RDC nº 216/2004. A im
de es a con o me as egula idades exigidas pela lei, a ca e e ia Can iga’s i á se enca ega de aze
o manejo adequado dos esíduos, dispondo de ecipien es iden i icados e ín eg os, com capacidade
su icien e pa a con e os esíduos ge ados. Já os ing edien es, ma é ias-p imas e embalagens que
ambém demandam cuidados especiais, se ão anspo ados e a mazenados em condições
adequadas de higiene e conse ação.
Du an e a p epa ação dos alimen os, odos os insumos u ilizados es a ão em condições
higiênico-sani á ias adequadas, e i ando assim a con aminação dos alimen os. Os alimen os que
agua dam anspo e se ão iden i icados e p o egidos con a con aminan es, ga an indo a
qualidade a é o momen o do consumido inal. Pa a a á ea de exposição dos p odu os, se ão
o ganizados de o ma adequada, assegu ando a qualidade e segu ança dos alimen os emá icos
o e ecidos. As ins alações e equipamen os se ão p oje ados de o ma a a o ece o luxo o denado
de pessoas, acili ando as ope ações de manu enção e limpeza. A água po á el se á u ilizada na
manipulação de alimen os, ga an indo a segu ança dos p odu os.
Di o isso, a saúde dos colabo ado es se á cons an emen e moni o ada, con o me a
legislação especí ica, ga an indo que es ejam ap os pa a manipula alimen os de o ma segu a e
higiênica. Todo o cump imen o dessas p á icas é essencial pa a p e eni doenças ansmi idas po
alimen os e ga an i a saúde e a segu ança dos consumido es da ca e e ia Can iga’s. Po im, a
igu a a segui exempli ica a análise PESTEL da ca e e ia Can iga’s.
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Figu a 17: Análise Pes el da Can iga’s
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
4.4.6 Análise SWOT
A análise SWOT, ambém conhecida como Escola do Design ou Escola do Desenho
Es a égico, é uma abo dagem in luen e no p ocesso de o mulação de es a égias o ganizacionais.
Ela busca compa ibiliza os aspec os in e nos da o ganização com os aspec os ex e nos do
ambien e, sendo denominada ambém como abo dagem de adequação (Chia ena o, 2014).
A sigla SWOT, o iginá ia do inglês, ep esen a as pala as s eng hs, weaknesses,
oppo uni ies e h ea s, ou seja, o ças, aquezas, opo unidades e ameaças na adução pa a o
po uguês (Raebu n, 2024).
As p emissas básicas dessa abo dagem incluem o mapeamen o ambien al, que consis e em
ealiza um diagnós ico ex e no pa a iden i ica opo unidades a se em explo adas e ameaças a
se em neu alizadas, e a a aliação in e na da o ganização, que en ol e diagnos ica pon os o es
a se em ampliados e pon os acos a se em co igidos ou melho ados (Chia ena o, 2014).
A pa i do expos o, oi ealizada uma análise SWOT da Can iga’s e cons a ados os seguin es
aspec os:
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a) Fo ças:
Temá ica de B asilidades: A ca e e ia se des aca á po sua emá ica única de b asilidade,
algo inédi o na egião e a é mesmo no es ado. Enquan o ou as ca e e ias podem o e ece uma
expe iência mais gené ica, a ca e e ia p opos a celeb a a di e sidade cul u al e gas onômica do
B asil de o ma au ên ica e en ol en e. Essa emá ica dis in a não apenas a ai á clien es em busca
de no as expe iências, mas ambém ga an i á o econhecimen o da ca e e ia como um des ino
exclusi o e ino ado na egião.
Localização Es a égica: Es a si uado em uma á ea econhecida po sua o e a
gas onômica p opo ciona á à ca e e ia uma an agem inicial, a aindo na u almen e mais clien es
em busca de no as expe iências culiná ias. A acilidade de acesso, seja po pedes es ou po
anspo e público, ce amen e aumen a á o luxo de clien es po enciais, ga an indo uma base
sólida de clien es.
Ambien e e Deco ação: A p opos a de design e deco ação da ca e e ia, com suas co es
ib an es e ma can es que a iam de aco do com as egiões do B asil, p ome e p opo ciona uma
expe iência ime si a única pa a os clien es. A disposição das mesas po egião e os acessó ios
cul u ais au ên icos c ia ão um ambien e acolhedo e emá ico que ca i a á os isi an es desde o
momen o em que en a em.
Expe iência do Clien e: A o e a de p a os ípicos b asilei os é apenas o começo pa a
ga an i uma expe iência memo á el aos clien es. A música ambien e bossa no a e o uso de able s
pa a a endimen o e educação sob e o B asil p ome em en ol e os clien es em uma jo nada
senso ial e educa i a. Além disso, as es a égias de a endimen o pe sonalizado, incluindo
b incadei as de pe gun as e espos as, ga an em uma expe iência acolhedo a e in o ma i a que
di e encia a ca e e ia das demais.
Qualidade dos P odu os: A ca e e ia e á um al o pad ão de qualidade dos p odu os que
i á a o e ece , g aças à cuidadosa seleção de ing edien es au ên icos das egiões do B asil. Com
che s capaci ados esponsá eis po p epa a p a os ípicos egionais, os clien es podem espe a
uma expe iência gas onômica au ên ica e sabo osa que os anspo a á po odo o país em cada
mo dida.
Tecnologia e Ino ação: A adoção de ecnologia e ino ação, como o uso de able s pa a
pedidos, um aplica i o de CRM e um p og ama de idelidade in eg ado, demons a o comp omisso
da ca e e ia em o e ece uma expe iência mode na e con enien e aos clien es. Essas inicia i as
não só melho am a e iciência ope acional, mas ambém o alecem o elacionamen o com os
clien es, ga an indo sua idelidade e sa is ação con ínua.
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b) F aquezas:
Fal a de Es a égia de Ma ke ing: A ausência de uma es a égia de ma ke ing planejada em
a se uma aqueza pa a Can iga’s, pois a isibilidade e o econhecimen o da ma ca são essenciais
pa a a ai clien es em um me cado compe i i o.
Fal a de Pa ce ias com Fo necedo es Locais: A al a de pa ce ias p é-es abelecidas com
o necedo es locais pode esul a em di iculdades na ob enção de ing edien es escos e de
qualidade, além de limi a as opo unidades de o e ece p odu os exclusi os ou sazonais.
Limi ação na Di e si icação de P odu os po Região: A al a de di e si icação inicial no
ca dápio, especialmen e com p odu os especí icos de cada egião do B asil, pode limi a o apelo
da ca e e ia pa a clien es que p ocu am expe iências culiná ias au ên icas e a iadas. Isso pode
se um desa io pa a a ai um público mais amplo e di e si icado desde o início.
O çamen o Res i o pa a Ino ação de Recei as: O al o cus o inicial de adqui i di e sos
ing edien es especializados pa a ecei as de di e en es egiões pode se p oibi i o pa a a ca e e ia
no es ágio inicial. Isso pode esul a na necessidade de se concen a em p a os ípicos mais
conhecidos e acessí eis, em de imen o da ino ação e da o e a di e si icada de p odu os.
Dependência de P odu os Pad ão: A dependência inicial de uma o e a limi ada de p odu os
ípicos e conhecidos pode o na a Can iga’s mais susce í el à conco ência de es abelecimen os
que o e ecem uma a iedade maio de opções culiná ias. Isso pode a e a a di e enciação da
ca e e ia no me cado e a capacidade de a ai clien es em busca de expe iências gas onômicas
únicas.
c) Opo unidades:
Expansão do Menu Saudá el: Ap o ei a a iações de p a os já exis en es pa a e sões mais
saudá eis pa a a ai uma gama maio de clien es, especialmen e aqueles conscien es sob e saúde
e bem-es a .
Venda de B indes e Acessó ios: O e ece aos clien es a opo unidade de comp a os g ãos
de ca é u ilizados, além de b indes, canecas, copos, bonés e ou os acessó ios associados à ma ca,
aumen ando as ecei as e o alecendo o b anding da Can iga's.
Expansão pa a Espaço Cowo king: Ap o ei a a endência c escen e de pessoas
p ocu ando ca e e ias como espaços de abalho pa a expandi as ope ações e a ai clien es em
busca de um ambien e acolhedo e p opício pa a a i idades p o issionais.
Po encial Tu ís ico na Região: O desen ol imen o do po encial u ís ico na egião o e ece
uma opo unidade pa a a Can iga's a ai an o u is as quan o mo ado es locais, aumen ando o
luxo de clien es e p omo endo a ma ca.
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Re is a Visão de Negócios - .01 - p. 01-98 - 2025
Cul u a do Ca é no B asil: A o e cul u a do ca é no B asil p opo ciona uma base sólida de
clien es in e essados em expe imen a di e en es ipos de ca é e ambien es emá icos, o que pode
bene icia a Can iga's ao o e ece uma expe iência única e au ên ica.
Mídias Sociais e Ma ke ing Digi al: A p esença a i a nas mídias sociais o e ece
opo unidades pa a a Can iga's alcança um público mais amplo, p omo e sua ma ca e p odu os,
e engaja os clien es de manei a mais e icaz, aumen ando o econhecimen o da ma ca e
impulsionando as endas.
d) Ameaças:
Impac os Ambien ais e Climá icos: E en os climá icos ex emos, como secas ou geadas,
podem a e a a p odução de ca é e le a à escassez de ma é ia-p ima, aumen ando os p eços dos
insumos e a e ando a o e a da ca e e ia.
Aumen o nos Cus os dos Insumos: Um aumen o nos cus os de ing edien es essenciais,
como ca é, lei e e açúca , pode eduzi as ma gens de luc o da ca e e ia, especialmen e se não o
possí el epassa esses cus os aos clien es.
Ins abilidade Econômica: Flu uações na economia, como ecessões ou aumen o do
desemp ego, podem le a os consumido es a eduzi em seus gas os disc icioná ios, a e ando
nega i amen e as endas da ca e e ia, is o que ela o nece um se iço e expe iência p emium.
Mudanças nas P e e ências do Consumido , como uma endência c escen e em di eção a
ca és a esanais ou bebidas não ca einadas, podem exigi ajus es no menu e na o e a da Can iga's
pa a man e -se ele an e.
Di iculdade em Man e o Tema: A manu enção da deco ação, ca dápio e e en os
elacionados ao ema pode se cus osa e abalhosa, exigindo ecu sos adicionais e
comp ome endo a consis ência da expe iência do clien e.
En ada de No os Conco en es: O su gimen o de no os playe s no me cado com modelos
de negócios ino ado es ou dis up i os pode aumen a a compe ição e eduzi a pa icipação de
me cado da Can iga's, especialmen e se eles consegui em a ai clien es com p opos as mais
a aen es ou di e enciadas.

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Re is a Visão de Negócios - .01 - p. 01-98 - 2025
Na igu a 18 é ap esen ada a análise SWOT da ca e e ia Can iga’s.
Figu a 18: Análise SWOT da emp esa Can iga’s
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
4.5 PLANO DE MARKETING
Segundo Ko le (2017), o ma ke ing é uma disciplina aplicada que isa não só inc emen a
as endas e os ganhos de uma o ganização, mas ambém ap imo a a ida dos indi íduos a a és
da ge ação de alo e con en amen o pa a o consumido . Nes e cená io, o plano de ma ke ing é
um documen o que de alha minuciosamen e as es a égias de ma ke ing a se em implemen adas,
com o obje i o de alcança me as especí icas num ambien e de me cado especí ico, ap o ei ando
opo unidades es a égicas (Skacel, 1992).
Pa a elabo a um plano e icaz, é c ucial le a em con a os 4 P's do ma ke ing: p eço, p aça,
p odu o e p omoção, componen es c uciais na elabo ação de es a égias (Seb ae, 2024).
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Re is a Visão de Negócios - .01 - p. 01-98 - 2025
4.5.1 Desc ição dos p incipais p odu os e se iços
Qualque p odu o ou se iço disponibilizado no me cado com o p opósi o de a ende a
uma necessidade ou anseio é classi icado como p odu o, seja pa a ap eciação, comp a, u ilização
ou consumo. (Rod igues, 2014). Em conjun o, se iços são enquad ados como um ipo de p odu o,
no qual não necessa iamen e es á elacionado em p odução ísica, mas sim em in angibilidade e
alguém se i ação e desempenho a ou a pessoa (Ko le , 1998 apud Machado e . al., 2012).
Nesse con ex o, a Can iga's é uma ca e e ia comple a que disponibiliza, como p odu o, uma
gama de ca és ípicos e especiais e seus p odu os de i ados, além de uma seleção de doces e
salgados, que incluem opções exclusi as pa a ag ada di e en es palada es, odos elabo ados com
ing edien es de p imei a linha. Sob e seu se iço de a endimen o, sua p es ação é ei a de manei a
indi idualizada, assegu ando que cada clien e se sin a calo osamen e ecebido. Ademais, em da as
comemo a i as, a Can iga's o ganiza e en os emá icos que azem de cada isi a uma expe iência
mais singula do que o con encional, unindo os clien es po meio de expe iências cul u ais,
culiná ias ou ec ea i as.
4.5.2 P eço e p eci icação
Supe icialmen e, o p eço é alo exibido na e ique a dos p odu os e abelas de se iço,
mas ambém, desempenha um papel cen al na es a égia de ma ke ing, de inindo o pe il dos
clien es e o elacionamen o com eles, além de in luencia di e amen e os esul ados p esen es e
u u os da emp esa. (Ca nei o; e . al., 2018) Toda ia, o na-se, acima de udo, “um dos p incipais
a o es que a e a a escolha do consumido ” (Quei oz; e . al., 2013).
Po an o, pa a ga an i um desempenho emp esa ial e icaz, é essencial oma es a égias
as quais o p eço concilie com as demandas e anseios dos clien es e as me as de luc a i idade da
o ganização (Ca nei o; e . al., 2018).
A es a égia de p eci icação ado ada pelo Can iga's demons a um alinhamen o cla o en e
cus os, ma gens de luc o e pe cepção de alo pelos consumido es. A aplicação de ma gens
di e enciadas pa a p odu os de e enda e de ab icação p óp ia e le e uma abo dagem c i e iosa
que conside a an o a compe i i idade quan o a alo ização da expe iência gas onômica e
ime si a. Dessa o ma, e i ica-se que a p eci icação não apenas sus en a a luc a i idade do
Can iga's, mas ambém e o ça seu posicionamen o es a égico e a a a i idade pa a di e en es
pe is de consumido es, con o me abela 1.
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Tabela 1 - P eços Can iga's
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
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4.5.3 Es a égias P omocionais
Pa a Chia ena o (2010, p 125), as emp esas u ilizam-se dos ipos de p omoções ao
consumido inal, seja de o ma indi idual ou em conjun o, com o im de aumen a as endas e
a enua a ação dos conco en es. Pa a isso, cada o ganização necessi a es uda a iabilidade de
cada ipo de p omoção pa a o seu p odu o/se iço, endo po im o obje i o o seu me cado eal,
po encial clien es e a conco ência. É desc i o, como es a égias p omocionais ao consumido
inal, os ipos: dis ibuição de amos as g á is, descon os no p eço, cupons, b indes, en e ou os.
O ma ke ing p omocional ambém é uma g ande e amen a pa a ob e sucesso nos
obje i os do negócio, is o que é aplicá el pa a a di e sas si uações, sejam elas o lançamen o de
no os p odu os, a a ação de consumido es pa a a loja ísica, a eposição da ma ca ou a
necessidade de ze a os es oques. Desse modo, a iden idade da ma ca e a lealdade do clien e é
cons uída a a és dessa elação de o e a e p ocu a (Seb ae, 2023).
Na Can iga’s, se ão in oduzidos combos a a i os que incluem ca é, alimen os e possí eis
b indes sazonais. Esses combos não apenas incen i a ão comp as adicionais, mas ambém
p omo e ão a expe imen ação de di e en es i ens do menu.
A análise de dados dos clien es exis en es e po enciais a a és do CRM pe mi i á iden i ica
pad ões de comp a e p e e ências, ap imo ando ainda mais a o e a de combos e p omoções.
Fu u amen e, há possibilidade de implemen ação do p og ama de idelidade conhecido como
Can iga’s Clube pa a ecompensa clien es egula es e p omo e a lealdade à ma ca. Os clien es
se ão egis ados com seus dados pessoais como nome, RG, CPF, e-mail e ende eço no sis ema de
CRM. Suas comp as acumula ão pon os que u u amen e se ão e e idos em descon os e b indes.
Os descon os exclusi os e acesso a e en os especiais se ão o e ecidos como incen i os
pa a enco aja a epe ição de negócios, jus amen e à clien es assíduos da ca e e ia. A ca e e ia
explo a á opo unidades sazonais, como e en os locais, que são eles: ei as li es locais na cidade
de San os e o Me cado Co ee, po exemplo. Além e iados e da as comemo a i as, como o dia 31
de ou ub o, o dia nacional do Saci, que é uma e e ência pa a c ia p omoções emá icas e
impulsiona a demanda. A o ganização moni o a á de pe o o desempenho desses p og amas,
analisando a pa icipação do clien e e os pad ões de comp a. Vis o que ha e á buscas
cons an emen e em manei as de ap imo a esses p og amas, conside ando eedbacks e adap ando
ecompensas pa a ga an i sua ele ância ao longo do empo.
Essa es a égia de es a égia p omocional de p eci icação e le e o comp omisso da
Can iga's Ca é em o e ece uma expe iência única, acessí el e sus en á el, enquan o se adap a
dinamicamen e ao me cado em cons an e mudança. A emp esa es á con ian e de que essa
abo dagem es a égica le a á ao o alecimen o da ma ca, à sa is ação do clien e e ao c escimen o
sus en á el.
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Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
Com essa es u u a, a Can iga's assegu a a p es ação de se iços de al a qualidade e de
o ma e icien e, pe mi indo a pe sonalização do a endimen o, sem comp ome e a capacidade
p odu i a da equipe. O planejamen o es a égico da capacidade ope acional inclui a lexibilidade
necessá ia pa a a ende as demandas dos clien es, man endo a sa is ação e o con o o no espaço
ísico, ao mesmo empo em que se o imiza o uso dos ecu sos humanos e ma e iais disponí eis.

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4.6.4 P ocessos ope acionais
Os p ocessos ope acionais e e em-se ao conjun o de a i idades e p ocedimen os
sis emá icos que uma o ganização ealiza pa a ans o ma insumos em p odu os ou se iços,
isando alcança seus obje i os es a égicos. Esses p ocessos são undamen ais pa a a e iciência
o ganizacional, pois de inem como as a e as são execu adas, como os ecu sos são alocados e
como a qualidade é man ida (Fuligno, 2022).
Uma ges ão e icaz dos p ocessos ope acionais pode esul a em melho ias signi ica i as na
p odu i idade, edução de despe dícios e aumen o da sa is ação do clien e. A o malização e a
análise con ínua desses p ocessos pe mi em iden i ica opo unidades de o imização e ino ação,
con ibuindo pa a a compe i i idade e sus en abilidade da o ganização no me cado (Checkbi s,
2024).
A Can iga’s se dedica a o e ece um ambien e acolhedo e segu o, onde nossos clien es
possam des u a de uma expe iência única. Nossos p odu os, que incluem deliciosos bolos, pão
de queijo, ca és, bebidas e cuscuz, e le em a di e sidade e a iqueza das cinco egiões do B asil,
semp e com a mais al a qualidade. Di o isso, a segui , como exemplo, dois p ocessos ope acionais
no co idiano da ca e e ia Can iga’s.
P ocesso 1: P epa ação de um pedido de Ca é com Pão de Queijo
E apa 1: Solici ação do Pedido:
a) O clien e az o pedido de um ca é coado e uma po ção de pão de queijo no balcão ou po
meio de um ga çom;
b) O pedido é egis ado no sis ema de ges ão, ge ando uma o dem pa a a cozinha e pa a a
equipe de bebidas.
E apa 2: P epa o do Ca é:
a) O ba is a seleciona o pó de ca é, p io izando g ãos egionais pa a e o ça o concei o
cul u al da ca e e ia;
b) A água é aquecida a é a empe a u a ideal (ce ca de 90-96 °C) pa a p ese a o sabo ;
c) O ca é é coado manualmen e em um il o de papel;
d) O ca é p on o é se ido em uma xíca a de ce âmica.
E apa 3: P epa o do Pão de Queijo:
A cozinha e i a uma po ção assada de pão de queijo da es u a, p e iamen e p epa ada pela
p óp ia equipe. Os pães de queijo são assados em um o no p é-aquecido a 180 °C po ce ca de 20
minu os, moni o ando pa a ga an i c ocância ex e na e maciez in e na.
E apa 4: Mon agem e En ega:
a) O ba is a e a cozinha sinc onizam o iming pa a que o ca é e os pães de queijo sejam
se idos jun os;
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b) O pedido é en egue à equipe de a endimen o, que le a à mesa ou chama o clien e pa a
e i ada, se o o caso de um pedido pa a a iagem;
c) O a enden e az um acompanhamen o b e e pa a ga an i que o pedido es eja em
con o midade con o me solici ado.
A segui , é desc i o como oco e á a limpeza do salão da ca e e ia.
P ocesso 2: Limpeza do Salão
E apa 1: Planejamen o e P epa ação:
a) O esponsá el pela limpeza e i ica o mo imen o do salão, p io izando ho á ios de meno
luxo pa a e i a a apalha os clien es;
b) Os ma e iais necessá ios ( assou a, pano, balde com solução de limpeza, álcool e
espanado ) são o ganizados.
E apa 2: Limpeza Inicial:
a) O colabo ado emo e p a os, xíca as e alhe es das mesas pa a a es ação de louça;
b) Com um espanado , e i a o pó das supe ícies deco a i as (p a elei as, quad os,
luminá ias).
E apa 3: Limpeza das Mesas e Cadei as:
a) As mesas são limpas com pano úmido embebido em solução desin e an e ap op iada pa a
supe ícies de madei a ou id o;
b) As cadei as são inspecionadas e limpas con o me necessá io, especialmen e nos apoios.
E apa 4: Va ição e Higienização do Piso:
a) O piso é a ido pa a emo e esíduos sólidos;
b) Em seguida, o colabo ado passa um pano umedecido com uma solução adequada ao piso,
ga an indo limpeza e e i ando ma cas.
E apa 5: Finalização:
a) A limpeza é concluída com a o ganização de mó eis, posicionando mesas e cadei as
con o me o layou pad ão;
b) Lixei as são es aziadas e higienizadas;
c) Um check-up inal é ealizado pa a con i ma que o ambien e es á impecá el e p on o pa a
ecebe no os clien es.
Ademais, se á de alhado o p ocesso ope acional da en ada à saída do clien e den o da
ca e e ia Can iga’s:
Ao chega à ca e e ia Can iga’s, o clien e é ecebido pelos colabo ado es de o ma calo osa,
com música ambien e sua e e deco ação inspi ada na cul u a egional b asilei a. Um a enden e no
balcão cump imen a co dialmen e, o e ecendo o ca dápio enquan o des aca os i ens mais
popula es, como o ca é coado a esanal e o pão de queijo minei o.
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O clien e decide po um ca é coado acompanhado de uma po ção de pão de queijo. O
pedido é egis ado no sis ema e encaminhado au oma icamen e pa a as espec i as es ações: o
ca é é di ecionado ao ba is a, enquan o a cozinha ecebe a o dem pa a p epa a os pães de queijo.
Enquan o o clien e agua da, ele pode op a po se acomoda em uma das mesas do salão
ou na á ea ex e na. Em minu os, o ba is a inicia o p epa o do ca é, u ilizando g ãos moídos na ho a.
A água é aquecida à empe a u a ideal, e o ca é é coado manualmen e, ga an indo uma bebida
a omá ica e esca. Simul aneamen e, a equipe da cozinha assa os pães de queijo em o no
p e iamen e aquecido. O a oma do pão de queijo ecém assado c ia uma expe iência senso ial
con ida i a.
O a enden e le a a bandeja a é a mesa do clien e, ap esen ando o ca é coado se ido em
uma xíca a de ce âmica e uma po ção de pão de queijo. An es de se e i a , pe gun a se o clien e
deseja algo mais e e o ça que es á à disposição. O clien e sabo eia o pedido, ap o ei ando o
ambien e anquilo e acolhedo que é a ca e e ia Can iga’s.
Após inaliza a e eição, o clien e di ige-se ao balcão pa a ealiza o pagamen o. O
a enden e ag adece a isi a e en ega um ca ão idelidade da ca e e ia, explicando que a cada 10
consumos, o clien e ganha um b inde especial (a se de inido con o me sazonalidade). Assim que
a mesa é desocupada, a auxilia de limpeza en a em ação pa a ga an i que o espaço es eja p on o
pa a os p óximos clien es. P imei o, os u ensílios usados pelo clien e são ecolhidos e le ados à
es ação de louça pa a la agem. Em seguida, a mesa é higienizada com um pano úmido e uma
solução desin e an e ap op iada. As cadei as ambém são e i icadas e limpas con o me
necessá io.
A auxilia de limpeza a e a á ea ao edo da mesa pa a emo e migalhas ou esíduos, e,
caso necessá io, passa um pano úmido no piso pa a ga an i que es eja limpo. Após a limpeza, a
mesa e as cadei as são eo ganizadas de aco do com o layou pad ão do salão. Po im, um check-
up ge al é ealizado pa a con i ma que odo o salão es á limpo, o ganizado e p on o pa a con inua
ecebendo clien es, man endo o pad ão de excelência que ca ac e iza a expe iência na Can iga’s.
4.6.5 Necessidades de pessoal
A o ganização necessi a de ecu sos, sendo eles humanos, inancei os, ma e iais,
máquinas, in o mações, ene gia e en e ou os. Pa a a ealização de p ocessos e
consequen emen e a an agem compe i i a, é p eciso com que esses conjun os es ejam
de idamen e aplicados na capaci ação da o ganização (Chia ena o, 2014).
Pa a a emp esa, o planejamen o de ecu sos humanos é a de inição de abalhado es
necessá ios pa a o alcance dos obje i os num de e minado empo ou pe íodo (Almeida, 2015).
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No p esen e plano de negócios, a Can igas de ini á as seguin es unções pa a os
espec i os se o es, con o me o quad o 7:
Quad o 7: Funções dos Sócios
QUEM
CARGO/FUNÇÃO
AÇÕES DESENVOLVIDAS
B uno
Adminis a i o
Adminis a os ecu sos humanos e es oque.
Elis
Ma ke ing
Responsá el pela publicidade e p opaganda, ge enciamen o de
CRM.
Le ícia
Ope acional
Adminis ação de endas, cozinha e a endimen o.
Yu i
Financei o
Adminis ação de comp as e cus os, inanças em ge al.
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
Po ou o lado, a o ganização op a á em ou as unções como, auxilia adminis a i o,
auxilia de limpeza, auxilia de se iços ge ais, es agiá io, ba is a, cozinhei o e ga çom, a
con a ação de seus 10 uncioná ios e a disposição dos ca gos con o me quad o 8.
Quad o 8: Desc ição dos Ca gos
CARGO
QUANTIDADE
AÇÕES DESENVOLVIDAS
Aux. adminis a i o
1
Recepção de clien es e adminis ação do caixa
Es agiá io
1
Apoio ao ope acional na cozinha
Aux. de limpeza
1
Limpeza do salão
Aux. de se iços ge ais
1
Manu enção básica e apoio na conse ação do ambien e
Ba is a
2
P epa ação das bebidas
Cozinhei o
2
P epa ação das comidas
Ga çom
2
Se en ia de comidas e bebidas aos clien es
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
4.7 PLANO FINANCEIRO
Um planejamen o inancei o bem es u u ado pa a um negócio pode en ol e cla eza,
ealismo e ab angência, se indo de base pa a po enciais in es imen os e desen ol imen o de
es a égias que a o eçam a expansão da emp esa. Com a inclusão de elemen os essenciais das
polí icas de in es imen o e inanciamen o, como p ojeções inancei as, con ole de despesas, luxo
de caixa, o çamen o, cus os ope acionais, salá ios e enca gos, bem como uma ese a de
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eme gência e um plano de in es imen o, o planejamen o inancei o pode auxilia na o ganização e
sus en abilidade de longo p azo da emp esa.
Um planejamen o minucioso é essencial pa a a omada de decisões asse i as. Con o me
Maximiano (2007), o planejamen o unciona como uma e amen a de ges ão das elações com o
u u o, o e ecendo ao adminis ado os meios pa a acompanha mudanças no me cado e man e -
se a en o ao con ex o ao seu edo . Com isso, é possí el eduzi equí ocos e amplia a
compe i i idade emp esa ial. O au o ambém a gumen a que o planejamen o es abelece o
pe cu so a se ilhado pela emp esa em di eção ao alcance de seus obje i os.
De aco do com Machado (2008), o planejamen o inancei o isa auxilia o clien e na omada
de decisões e p omo e uma ges ão mais e icien e. Esse p ocesso en ol e a análise de alhada do
desen ol imen o inancei o de p oje os e emp esas, incluindo a es u u a de ecei as, cus os e
despesas. Comp eende ainda a c iação de e amen as de supo e, como planos o çamen á ios e
modelos de p eci icação, que con ibuem pa a uma ges ão inancei a es u u ada e undamen ada.
4.7.1 Es ima i a dos in es imen os ixos
A de inição dos in es imen os ixos ep esen a um alice ce essencial no plano de negócios,
delineando com p ecisão os ecu sos inancei os necessá ios pa a iabiliza o emp eendimen o.
Ao calcula esses in es imen os de manei a de alhada, é possí el planeja adequadamen e o capi al
eque ido e e i a con a empos u u os, es abelecendo uma es u u a inancei a segu a e
alinhada ao c escimen o sus en á el da emp esa.
Segundo To es (2022) o in es imen o ixo e e e-se à in aes u u a essencial pa a o
uncionamen o de um negócio, incluindo maquiná ios, mó eis, equipamen os ele ônicos,
deco ação, es oque e eículos. Pa a calcula o cus o o al do in es imen o ixo, é necessá io lis a
odos os i ens elacionados à in aes u u a, especi icando o alo uni á io e o o al de cada i em
con o me a quan idade necessá ia.
O Seb ae (2024) de ine que o in es imen o ixo se e e e aos ecu sos inancei os aplicados
na aquisição de bens pa a inicia um negócio, ab angendo despesas com es u u a ísica como
aluguel ou comp a de imó eis, além de compu ado es, equipamen os, máquinas, mó eis, u ensílios,
eículos, segu ança, deco ação, es oque, so wa es e a mazenamen o em nu em.
Essa p á ica pe mi e um planejamen o e icien e e uma ges ão inancei a mais e icaz,
assegu ando que a in aes u u a es eja em sin onia com os obje i os do negócio. Em suma, um
bom mapeamen o dos in es imen os ixos se o na c ucial pa a o sucesso e sus en abilidade da
emp esa.

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Tabela 2 - In es imen os Fixos Can iga's
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
O o al in es ido e de R$ 85.461,50, dis ibuído de o ma equilib ada en e os ês g upos:
mó eis e u ensílios lide am em alo pe cen ual (35,24%), seguidos po má-quinas e equipamen os
(33,40%) e compu ado es e pe i é icos (31,36%).
Os in es imen os da Can iga's es ão bem dis ibuídos en e in aes u u a, con o o
ambien al e digi alização de ope ações, e idenciando um planejamen o es a égico sólido. Os
dados e elam que a emp esa p io iza a aquisição de i ens essenciais e ecnológicos, o que e le e
uma p eocupação em ga an i e iciência ope acional e p opo ciona uma expe iência ag adá el
an o pa a os clien es quan o pa a os colabo ado es. Essa es u u ação e o ça o comp omisso da
Can iga's em consolida um ambien e mode no e uncional.
4.7.2 Capi al de gi o
De aco do com Gula e (2023), o capi al de gi o é o conjun o de ecu sos inancei os
necessá ios pa a que uma emp esa ope e egula men e, des inado ao pagamen o de cus os e
despesas ao longo do empo. Ele e le e a disponibilidade de a i os de al a liquidez, que podem se
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apidamen e con e idos em dinhei o, pa a cump i ob igações de cu o p azo, como pagamen os
a o necedo es, impos os e salá ios.
O Ino ação Seb ae (2024) e o ça que o capi al de gi o ep esen a a liquidez necessá ia
pa a que uma o ganização man enha suas ope ações em cu so. Ele consis e no mon an e de
ecu sos inancei os disponí eis pa a sup i as necessidades de caixa da emp esa em um
de e minado pe íodo, ga an indo o pagamen o de ob igações de cu o p azo.
O capi al de gi o ep esen a o oxigênio de uma emp esa. É o ecu so inancei o i al que
alimen a suas ope ações diá ias, desde o pagamen o de o necedo es e uncioná ios a é a aquisição
de insumos pa a a p odução. Sem um ge enciamen o e icien e do capi al de gi o, a emp esa pode
en en a di iculdades pa a hon a seus comp omissos, pe de opo unidades de c escimen o e,
em casos ex emos, a é mesmo ence a suas a i idades.
Em esumo, o capi al de gi o é um indicado c ucial da saúde inancei a de uma emp esa e
de sua capacidade de adap ação às lu uações do me cado.
Tabela 3 - Capi al de Gi o Can iga's
Fon e: Os Au o es, adap ado do PNBOX SEBRAE, 2024
O capi al de gi o do Can iga's es á es u u ado com uma alocação de R$ 98.451,66, que
ep esen a 29,64% do in es imen o o al. Essa quan ia e le e a p eocupação do emp eendimen o
com a liquidez necessá ia pa a sus en a suas ope ações, cob indo despesas ope acionais e
ga an indo a con inuidade das a i idades no cu o p azo.
O ciclo inancei o do negócio é de 22,5 dias, esul ado da di e ença en e o p azo médio de
ecebimen o (22,5 dias) e o p azo médio de pagamen o (30 dias). Esse cená io demanda uma ges ão
e icien e pa a e i a descasamen os inancei os que possam comp ome e o luxo de caixa. Além
disso, oi es imada uma ese a inancei a de R$ 20.000,00, que a ua como um amo ecedo pa a
e en uais imp e is os, o alecendo ainda mais a saúde inancei a da emp esa.
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4.7.3 In es imen os p é-ope acionais
Segundo a Claudiono (2023), os cus os p é-ope acionais e e em-se às despesas
inco idas po uma emp esa an es do início e e i o de suas a i idades. Esses gas os são is os como
um in es imen o es a égico, pois são essenciais pa a p epa a a o ganização pa a uma ope ação
bem-sucedida. Assim, ep esen am uma e apa c ucial que p ecede a ge ação de ecei a e a plena
capacidade ope acional da emp esa.
No en endimen o do Ino ação Seb ae (2024) o in es imen o p é-ope acional ep esen a
uma ca ego ia de in es imen o inicial que não se des ina à aquisição de bens, mas sim a ações
necessá ias pa a da início às ope ações da emp esa. Esse ipo de in es imen o pode inclui
despesas únicas e eco en es. En e os gas os que compõem o in es imen o p é-ope acional
es ão a o malização da emp esa, a ob enção de al a ás, o einamen o da equipe, a con a ação
de se iços con ábeis e o egis o de ma ca, en e ou os.
Tabela 4 - In es imen os P é-Ope acionais Can iga's
Fon e: Os Au o es, adap ado do PNBOX SEBRAE, 2024
A abela 4 ap esen a os in es imen os p é-ope acionais ealizados pela Can iga's,
o alizando R$ 73.607,60. A maio pa e desse alo oi des inada a e o mas e ob as, ep esen ando
75,74% do o al, o que e idencia o oco em es u u a o espaço ísico da emp esa alinhado com o
di e encial compe i i o que é a expe iência do clien e a a és de uma ime são senso ial que ilus a
as 5 egiões do B asil.
Ou as ca ego ias de des aque incluem:
a) U ensílios (7,69%), que en ol em i ens essenciais pa a o uncionamen o diá- io.
b) Ma ke ing pa a inaugu ação (4,08%), indicando p eocupação em a ai clien- es desde o
início.
c) So wa es de ges ão (3,94%), des acando um in es imen o em ecnologia pa- a ge encia
o negócio e icien emen e.
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Os demais gas os, como c iação e egis o da ma ca, gas os de legalização, axas e licenças,
e uni o mes e c achás, são meno es em p opo ção, mas e le em a p eocupação em cump i
egulamen ações e cons ui uma iden idade pa a a emp esa.
4.7.4 In es imen o o al
A combinação de capi al de gi o, in es imen os ixos e in es imen os p é-ope acionais
de e mina o o al de ecu sos eque idos pa a o começo das ope ações e expansão da emp esa,
o mando o in es imen o o al. (SEBRAE, 2013)
As aplicações dos ecu sos ap esen adas na Tabela 5 e le em um planejamen o
es a égico, com des aque pa a:
Tabela 5 - In es imen o To al Can iga's
Fon e: Os Au o es, adap ado do PNBOX SEBRAE, 2024
In es imen os ixos (31,72%): ecu sos alocados em equipamen os e in aes u u a,
conside ados essenciais pa a a ope ação inicial do negócio.
Capi al de gi o (36,54%): um mon an e signi ica i o des inado a assegu a a ope ação
con ínua e o cump imen o de ob igações inancei as no cu o p azo.
In es imen os p é-ope acionais (27,32%): incluem e o mas, ma ke ing pa a inaugu ação e
axas legais, e idenciando cuidado com os aspec os es u u ais e de di ulgação do
emp eendimen o.
Es oque inicial (4,42%): um alo p opo cional e alinhado à es a égia inicial de ope ação.
Conclui-se que a es u u ação do in es imen o o al do Can iga's e le e um planejamen o
inancei o sólido e bem dis ibuído en e di e en es ca ego ias de aplicação. O uso exclusi o de
ecu sos p óp ios, di idido igualmen e en e os sócios, demons a a con iança no modelo de
negócios e e o ça o comp omisso dos in es ido es com o sucesso do emp eendimen o. A alocação
signi ica i a em capi al de gi o e in es imen os ixos assegu a a capacidade ope acional, enquan o
os alo es di ecionados ao es oque inicial e aos in es imen os p é-ope acionais mos am a enção
aos de alhes es u u ais e es a égicos. Essa o ganização con ibui pa a uma base inancei a
es á el e aumen a as chances de êxi o do negócio.
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A es ima i a dos cus os ap esen a uma axa de c escimen o de 0,5% nos p imei os 12 meses
e de 2% a pa i do segundo ano, con o me indicado na Tabela 14.
Tabela 14 - Es ima i a de cus o anual
Fon e: Os Au o es, adap ado do PNBOX SEBRAE, 2024
Em is a disso, a es ima i a de cus o pa a o 1º ano é de R$96.758,86, já pa a o 2º ano é de
R$98.694,03, enquan o o alo do 3º ano é de R$100.667,92.
4.7.8 Apu ação do cus o dos ma e iais di e os e/ou me cado ias endidas
Todos e quaisque gas os ela i os à aquisição ou p odução de me cado ias, po exemplo,
ma é ia-p ima, mão de ob a e gas os ge ais de ab icação como dep eciação de máquinas e
equipamen os, ene gia elé ica, manu enção, ene gia elé ica, en e ou os são e le idos no cus o
do p odu o. Já o cus o di e o é mensu á el sem di iculdades, ide que não é necessá io a eio.
São exemplos de cus o di e o a ma é ia p ima e a mão de ob a di e a, e pa a o seu cálculo
uni á io dos ma e iais di e os e/ou me cado ias endidas, ecomenda-se que a emp esa enha um
sis ema elacionado ao consumo de ma e iais e um sis ema de apon amen os que pe mi a
elaciona o empo e o abalho ealizado po cada uncioná io. Desse modo, soma-se os gas os
com a comp a de ma é ia p ima aos ga os com a mão de ob a di e o e di ide-se o alo pela
quan idade de p odu os p oduzidos em um de e minado pe íodo. (Fe nandes, 2018).

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Tabela 15 - Cus os dos p odu os e me cado ias endidas nos meses iniciais
Fon e: Os Au o es, adap ado do PNBOX SEBRAE, 2024
Vis o isso, os cus os dos se iços e me cado ias endidas pela Can iga’s nos 12 meses
iniciais pode se analisada na Tabela 43, onde oi aplicada uma axa de c escimen o de 2% ao mês.
Tabela 16 - Cus os dos p odu os e me cado ias endidas anual
Fon e: Os Au o es, adap ado do PNBOX SEBRAE, 2024
Com uma axa de c escimen o de 4% ao ano após os meses iniciais, a es ima i a pa a o 1º
ano é de R$465.742,73, pa a o 2º ano é de R$484.372,44, já pa a o 3º ano é de R$503.747,34.
4.7.9 Es ima i a dos cus os com mão de ob a
A mão de ob a di e a es á di e amen e elacionada à p odução de um bem ou se iço
especí ico, enquan o a mão de ob a indi e a en ol e a i idades de supe isão e apoio à p odução,
não es ando di e amen e en ol ida na ab icação ou come cialização. Vale des aca que a mão de
ob a indi e a não é necessa iamen e e cei izada.
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Realiza essa es ima i a dos cus os com a mão de ob a é impo an e pa a a saúde inancei a
da o ganização, is o que os alo es des inados ao pagamen o an o da mão de ob a di e a quan o
indi e a incluem gas os com bene ícios, enca gos sociais e abalhis as (Fe nandes, 2018).
Tabela 17 - Cus o com mão de ob a
Fon e: Os Au o es, adap ado do PNBOX SEBRAE, 2024
A composição do quad o de uncioná ios da Can iga's inclui ca gos ope acionais e
adminis a i os, com uma dis ibuição planejada pa a a ende às necessidades do negócio:
Ca gos ope acionais essenciais: ba is as, cozinhei os, ga çons e auxilia es ep esen am a maio
pa e da o ça de abalho, e le indo o oco no a endimen o e na p odução de alimen os e bebidas.
Adminis ação e supo e: incluem um auxilia adminis a i o e um es agiá io em gas onomia, o
que indica a alo ização do supo e ge encial e do desen ol imen o écnico.
Bene ícios e enca gos sociais: os enca gos (40% sob e os salá ios) e os bene ícios ixos de R$ 420,00
( anspo e e alimen ação) e o çam a con o midade com ob igações abalhis as e a p eocupação
em a ai e e e alen os.
O planejamen o de cus os com pessoal da Can iga's demons a uma es u u a bem de inida
e alinhada com as exigências ope acionais do negócio. A composição da equipe e le e uma
abo dagem es a égica que p io iza an o o a endimen o ao clien e quan o a e iciência nos
p ocessos in e nos. A inclusão de enca gos sociais e bene ícios no cálculo do cus o o al e o ça o
comp omisso com a legalidade e a e enção de p o issionais quali icados. Assim, os cus os com
pessoal são uma peça-cha e pa a ga an i o uncionamen o pleno e a expe iência de excelência
almejada pelo emp eendimen o.
4.7.10 Es ima i a do cus o com dep eciação
Segundo Reis (2018), a dep eciação é a o ma de a ualiza o alo de um bem ao longo do
empo, is o que odos os bens se desgas am na u almen e ao longo do empo e ão icando
obsole os. Essa es ima i a do cus o com dep eciação auxilia a a alia o alo de a i os, a ge i o
luxo de caixa e a eduzi o mon an e de ibu os a se em pagos.
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Tabela 18 - Cus o com dep eciação
Fon e: Os Au o es, adap ado do PNBOX SEBRAE, 2024
O alo mensal de dep eciação é de R$762,43, enquan o o cus o anual é de R$9.149,15.
4.7.11 Es ima i a dos cus os ixos ope acionais mensais
Os cus os ixos são os gas os que oco e odos os meses independen e se não hou e enda
ou p es ação de se iços, ou seja, essas despesas são ixas em caso de e a u amen o ou não.
Alguns exemplos de cus os ixos são con as de água e ene gia elé ica, aluguel, olha de pagamen o,
ele onia, in e ne , en e ou os (Wagne , 2024).
No caso da Can igas, ela ap esen a o cus o ixo mensal es imado de R$55.635,23. Es e alo
não so e á al e ações com as a i idades da emp esa ao longo do mês e de e se qui ado
mensalmen e.
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Tabela 19 - Cus os ixos
Fon e: Os Au o es, adap ado do PNBOX SEBRAE, 2024
4.7.12 Demons a i o de esul ados
De aco do com o Seb ae (2022), o demons a i o de esul ados é o ela ó io que a alia o
desempenho inancei o da emp esa den o de um de e minado pe íodo. Desse modo, é possí el a
compa ação en e ecei as e despesas, esul ando no cálculo do luc o ou p ejuízo. Além de de alha
i ens como ecei a b u a de endas e se iços, incluindo de oluções, aba imen os e impos os.
A Demons ação do Resul ado do Exe cício (DRE) inicia-se com a ecei a b u a, que
ep esen a o o al do a u amen o de endas ou se iços da emp esa. A pa i dela, são ealizadas
adições e sub ações sequenciais pa a chega ao esul ado líquido do pe íodo, con o me ilus ado
na abela 20:
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Tabela 20 - Demons a i o do esul ado do Exe cício (DRE)

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Fon e: Os Au o es, adap ado do PNBOX SEBRAE, 2024
Con o me Tabela 20, a p ojeção da DRE elencando a ecei a e com odos os cus os
ope acionais en ol idos pa a a uncionalidade da ins i uição, nosso esul ado ope acional p e is o
com o saldo posi i o em R$ 12.961,41 (doze mil, no ecen os e sessen a e um, e qua en a e um
cen a os) de luc o, ep esen ando 11,61% sob e os alo es sob e a ecei a o al.
Tabela 21 - P ojeção liquida mensal
Fon e: Os Au o es, adap ado do PNBOX SEBRAE, 2024
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Tabela 22 - P ojeção liquida anual
Fon e: Os Au o es, adap ado do PNBOX SEBRAE, 2024
O luc o ope acional segue a mesma endência de c escimen o. No p imei o mês, é
p oje ado um luc o de R$ 12.961,41, alcançando R$ 28.633,54 no úl imo mês do ano. No acumulado
do p imei o ano, o luc o espe ado é de R$ 249.171,08. Esses núme os mos am uma ma gem
ope acional consis en e.
4.7.13 Indicado es de iabilidade
Sob a ó ica de Soldei a e Kuhn (2010), pa a a a aliação e análise inancei as são u ilizados
di e sos ins umen os, e com a e olução das ecnologias da in o mação e comunicação, os
so wa es e ou os mé odos a iados auxiliam os adminis ado es.
Os p incipais indicado es de iabilidade são: O Payback, que mos a em quan o empo o
in es imen o inicial se á ecupe ado. O Valo P esen e Líquido que compa a o alo do
in es imen o hoje com o alo dos e o nos u u os. A Taxa In e na de Re o no, ou seja, o an o
que o in es imen o é en á el in e namen e e o Re o no sob e o In es imen o, que mos a o
pe cen ual de e o no ob ido em elação ao que oi in es ido. (Soldei a e Kuhn, 2010)
Tabela 23 - Indicado es de iabilidade
Fon e: Os Au o es, adap ado do PNBOX SEBRAE, 2024
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Os dados ap esen ados na abela 23 indicam p ojeções p omisso as. A Recei a Anual
es imada é de R$ 1.497.964,52, suge indo um po encial de endas obus o no me cado. Os Cus os
Va iá eis o am p oje ados em R$ 568.934,69, esul ando em uma Ma gem de Con ibuição de R$
929.029,83. Isso signi ica que, descon ados os cus os elacionados di e amen e à p odução e
come cialização, o negócio e á uma ma gem signi ica i a pa a cob i os Cus os Fixos e ge a luc o.
Os Cus os Fixos es imados somam R$ 686.291,85, o que ainda pe mi e um Resul ado (luc o
líquido) p oje ado de R$ 242.738,00. A Luc a i idade Anual de 16,20% e le e a capacidade de
con e e pa e ele an e da ecei a em luc o líquido, o que demons a uma boa iabilidade
econômica.
Além disso, o plano p e ê um Payback Simples de 14 meses, o que indica que o in es imen o
inicial se á ecupe ado em pouco mais de um ano. Esse é um empo a a i o e e o ça a iabilidade
do p oje o. A Ren abilidade Anual de 90,10% apon a um ele ado e o no sob e o in es imen o
inicial, suge indo que o negócio pode á ge a um impac o inancei o posi i o conside á el.
4.7.13.1 Pon o de equilíb io
Segundo Padoze e (2005, apud Soldei a E Kuhn, 2010), o pon o de equilíb io é o
a u amen o mínimo necessá io pa a cob i odos os cus os e despesas ( ixos e a iá eis) de uma
a i idade p odu i a, ga an indo que ela a inja um es ado de equilíb io inancei o. Nesse pon o, a
ope ação não ge a luc o nem p ejuízo. An es de a ingi-lo, há p ejuízo; após esse ma co, começa a
se ob e luc o. Comp eende o pon o de equilíb io pe mi e es ima a quan idade mínima de endas
pa a que o negócio seja luc a i o e a enda às necessidades da o ganização. Ademais, é possí el
de ini o p eço de enda ideal pa a alcança essas me as, além de possibili a a análise de descon os
ou p omoções em pe íodos especí icos.
Tabela 24 - Pon o de equilíb io
Fon e: Os Au o es, adap ado do PNBOX SEBRAE, 2024
Esses indicado es demons am a impo ância de a ingi ecei as anuais supe io es a R$
1.195.022,98 pa a ga an i a sus en abilidade econômica e a ge ação de luc o.
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4.7.13.2 Luc a i idade
A luc a i idade é o indicado que apon a o ganho da o ganização em elação à a i idade
p oduzida, pois de e mina se as endas es ão sendo o su icien e pa a paga os cus os e as despesas,
além de ge a o luc o. Essa e amen a é apu ada em alo pe cen ual, no cálculo que conside a o
luc o líquido (após a dedução de cus os e despesas) e a ecei a b u a ( alo das endas) da
o ganização (De Paula, 2014).
Tabela 25 - Luc a i idade anual
Fon e: Os Au o es, adap ado do PNBOX SEBRAE, 2024
O cená io p o á el do negócio é de 16,20% de luc a i idade, enquan o um cená io o imis a
mos a que a emp esa pode ap esen a uma axa de 21,84% e em um cená io pessimis a a axa
diminui pa a 10,09%.
4.7.13.3 Ren abilidade
Ne o (2008) de ine en abilidade como o índice que mede o g au de e o no sob e o capi al
in es ido pode se comp eendido como uma o ma obje i a de a alia a e iciência do in es imen o
na ge ação de esul ados.
Desse modo, a Can iga’s possui como cená io p o á el uma axa de 90,10% de en abilidade
anual, podendo alcança a axa de 132,96% em um cená io o imis a e 51,32% em um cená io
pessimis a.
Tabela 26 – Ren abilidade
Fon e: Os Au o es, adap ado do PNBOX SEBRAE, 2024
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Re is a Visão de Negócios - .01 - p. 01-98 - 2025
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