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Hermes E-Commerce

Author: Vidal Correia Franzese, Míriam; Santos, Adriano Lucas Silva; Lima, Victor Henrique Alves; Santos, Vitor Mourão
Publisher: Zenodo
DOI: 10.5281/zenodo.17281773
Source: https://zenodo.org/records/17281773/files/03.pdf
221 | Análise compa a i a de desempenho das unções lambda en e as linguagens Go e
Ja a
Re is a Visão de Negócios - Fa ec P aia G ande – Plano de Negócios
Acesso abe o - www. a ecpg.edu.b / e is a n - e is a n@ a ecpg.edu.b
FATEC P aia G ande
www. a ecpg.edu.b / e is a n
Publicado: ou ub o 2025 • eISSN 3086-1063
He mes E-Comme ce
Mi iam Vidal Co eia F anzese
Fa ec P aia G ande
mi iam. c @ a ec.sp.go .b
Ad iano Lucas Sil a San os
Fa ec P aia G ande
ad iano.san os90@ a ec.sp.go .b
Vic o Hen ique Al es de Lima
Fa ec P aia G ande
ic o .lima57@ a ec.sp.go .b
Vi o Mou ão dos San os
Fa ec P aia G ande
i o .san os14[email p o ec ed]o .b
RESUMO
Es e plano de negócio e e e-se a uma emp esa de se iço e-comme ce, com oco em Ges ão e
Ma ke place, pa a apoia e agiliza ais p ocessos pa a os impo ado es e endedo es na egião da
Baixada San is a, e B asil. O di e encial se á a o e a desse ipo de se iço na egião, uma ez que
as emp esas ocadas nos negócios ia e-comme ce se concen am em acessó ias, ou a a és de
consul o ias em ges ão de Ma ke ing e ou Ma ke place. A p opos a des e plano de negócio isa
a ingi dois públicos-al o, os endedo es e e endedo es locais que desejem aden a o mundo do
comé cio i ual a a és de ma ke place, e impo ado es que comp am p odu os de ou os países
e ecebam suas ca gas po meio do Po o de San os. A ideia é a capi alização dessa opo unidade
in e essan e, ou seja, é ap o ei a e explo a a p esença de emp esas anspo ado as no Po o de
San os, pa a omen a os negócios pelo comé cio ele ônico no B asil, p á ica que i e expansão
c escen e e solidi icada no país.
PALAVRAS-CHAVE: E-comme ce; Ma ke place; Impo ação.
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ABSTRACT
This business plan e e s o an e-comme ce se ice company ocused on Managemen and
Ma ke place, aimed a suppo ing and s eamlining hese p ocesses o impo e s and selle s in he
Baixada San is a egion and ac oss B azil. The key di e en ia o will be o e ing his ype o se ice
in he egion, as companies ocused on e-comme ce businesses a e usually dedica ed o ancilla y
se ices o consul ing in Ma ke ing and/o Ma ke place managemen . The p oposal o his business
plan seeks o a ge wo main audiences: local selle s and eselle s who wan o en e he wo ld o
i ual comme ce h ough ma ke places, and impo e s who pu chase p oduc s om o he coun ies
and ecei e hei shipmen s h ough he Po o San os. The idea is o capi alize on his in e es ing
oppo uni y, ha is, o le e age and explo e he p esence o anspo companies in he Po o San os
o os e e-comme ce businesses in B azil, a p ac ice expe iencing s eady and signi ican g ow h in
he coun y.
KEY-WORDS: E-comme ce; Ma ke place; Impo a ion.
SUMÁRIO EXECUTIVO
A segui se á ap esen ado uma b e e desc ição sob e o plano de negócios He mes E-comme ce
bem como suas a i idades, os sócios en ol idos e sua en ega de alo .
A He mes E-comme ce é uma emp esa ol ada no segmen o do e-comme ce, ou seja, são as
a i idades e e en es as endas on-line, que busca auxilia os lojis as de g ande e médio po e
a a és dos se iços de consul o ia em e-comme ce e a impo ação, com oco na análise de
possí eis o necedo es e a iabilidade de p odu os do ex e io pa a um lojis a.
O plano de negócios é compos o po ês in eg an es: Ad iano Lucas Sil a San os, Vic o Hen ique
Al es de Lima e Ví o Mou ão dos San os, odos alunos do 6º ciclo do Cu so Supe io de Tecnologia
em Ges ão Emp esa ial, des a Faculdade de Tecnologia de P aia G ande – Cen o Paula Souza.
A He mes E-comme ce a ua á na Baixada San is a o e ando os se iços de consul o ia
mencionados an e io men e, com o in ui o de ajuda e assesso a lojis as que, mui as ezes, não
sabem como a ai seus clien es e ende seus p odu os de o ma es a égica na in e ne , ou
mesmo não possuem empo pa a se dedica a essa modalidade de endas.
Foi desen ol ido um plano inancei o onde é de alhado as on es de ecu sos, es ima i a de
in es imen os e as p ojeções inancei as com a inalidade de ob e uma boa ges ão das inanças.
A a és desses se iços a He mes E-comme ce se mos a como um meio não mui o dis an e dos
lojis as consegui em a ingi seus obje i os de a ua em de o ma e icaz e e icien e em suas endas
on-line, e de encon a p odu os e o necedo es con iá eis no ex e io .
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INTRODUÇÃO
Es e es udo ap esen a o plano de negócio da “He mes E-comme ce”, uma emp esa que
o e ece se iços de consul o ia ocada em uni as opo unidades pa a os emp eendedo es e
come cian es b asilei os, inicialmen e da egião da Baixada San is a, que desejam expandi seus
negócios po meio do comé cio ele ônico. Es a assesso ia se p opõe a apoia seus clien es no
ge enciamen o das endas e do ma ke ing, ou do ma ke place, acili ando e agilizando o
ecebimen o dos p odu os come cializados.
O obje i o é o e ece supo e em elação aos âmi es bu oc á icos dos negócios
come cializados, com o uso de e amen as como o “Me cado En ios Flex”, uma e amen a
pe encen e ao Me cado Li e
1
que pe mi e o e ece en ios no mesmo dia nas egiões pe o do
seu ende eço do Me cado En ios.
Na e dade, no mundo cada ez mais conec ado e globalizado em que i emos, a
impo ação desempenha um papel c ucial no comé cio in e nacional. “Pa a os selle s ( endedo es),
a e enda de p odu os impo ados em ma ke places se o nou uma es a égia al amen e luc a i a”
(Buono, 2023). Nessa mesma linha de pensamen o, Koe e Saki , 2020 apud Hend icks, 2024
en a izam:
[...] o cená io do me cado emp esa ial ans o mou-se de uma compe ição
ísica pa a uma compe ição digi al de ido à demanda da Qua a Re olução
Indus ial (4RI) e à p esença de ecnologias no as e a ançadas [...] onde é
necessá ia a adap ação ecnológica de o ma conscien e pa a acompanha
al e olução no mundo de a ejo online, e pode se man e a dian e na
compe ição en e os a ejis as, pa a que seu negócio não seja ul apassado
ou mesmo ence ado median e a posição e p esença de conco en es.
Assim, conside ando as endências do me cado a ual, o obje i o des e abalho é
ap esen a um plano de negócios que o e eça se iços de assesso ia come cial no me cado
ele ônico pela emp esa “He mes E-comme ce”. Pa a an o, algumas e amen as de ges ão, sua
iabilidade de implan ação na egião mencionada, assim como o uncionamen o, es u u a e
es a égias u ilizadas se ão ap esen adas nes e plano de negócios.
1
Quando es a a es udando na Uni e sidade de S an o d, nos Es ados Unidos, Ma cos Galpe in e um g upo de
emp eendedo es lança am um p oje o pa a e oluciona o comé cio na Amé ica La ina po meio da ecnologia. Foi assim
que nasceu o Me cado Li e, uma a en u a que nasceu na ga agem no bai o de Saa ed a, na cidade de Buenos Ai es,
uma emp esa que já exis e há 24 anos, ope a em 18 países e es á lis ada na Nasdaq. No início, a emp esa e a um
ma ke place, um si e de leilões pela in e ne e ainda não ha ia sido c iado o Me cado Pago, nem o Me cado En ios, nem
as ou as soluções e e amen as que o am en iquecendo a p opos a de alo da emp esa a é o ma o ecossis ema que
a ualmen e acili a a ida de milhões de pessoas no mundo. As ope ações do Me cadoLi e na A gen ina o am iniciadas
em agos o de 1999, chegando aos ou os países da Amé ica La ina pos e io men e. A e são b asilei a do si e su gi ia
ainda em 1999, com S elleo Tolda na p esidência do Me cado Li e no B asil. Disponí el em:
h ps://www.me cadoli e.com.b /ins i ucional/es amos/his o ia-do-me cado-li e. Acesso em 26 de no emb o de
2024.
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1.1 JUSTIFICATIVA
A p e isão pa a o e-comme ce no B asil no ano de 2024 em se mos ado mui o p omisso a,
como di o po Anna Ca olina Nei a em seu a igo publicado na página i ual da Ed one, em 2024,
“A expec a i a segue em al a pa a o comé cio ele ônico em 2024”. Con o me p ojeções da
Abcomm Fo ecas , o a u amen o das lojas i uais no B asil de e supe a os 200 bilhões, com um
icke médio de quase R$ 500,00 e mais de 90 milhões de comp ado es i uais (Nei a, 2024). O
que az com que emp esas e di e sos p es ado es de se iço enham uma boa p ojeção de média
de endas e a u amen o no ano de 2024, em di e en es ma ke places e nichos.
Há ambém um aumen o cada ez maio de endedo es e lojis as onlines mig ando de lojas
ísicas pa a i uais, em busca de aumen o de a u amen o e ino ação a a és do me cado digi al,
“ce ca de 70 mil emp esas en a am pa a o e-comme ce desde o início da pandemia, em 2020, e
esse núme o não pa a de c esce ” (Nei a, 2024).
Con udo, as endas online não são o único pon o de a enção pa a o comé cio ele ônico,
“a logís ica é um dos maio es desa ios das lojas i uais no B asil, independen emen e do amanho”,
segundo Seb ae (2022). Na e dade, quase odo mundo que ez comp as pela in e ne já se
abo eceu e i eu expe iências nega i as, como p odu os en iados e ados ou que nem são
en iados, o que comp ome e e mui o a imagem das emp esas. Como des acam os es udos do
Seb ae e ou os, a logís ica em uma impo ância amanha a pon o de que “71% dos comp ado es
conside am o alo do e e um mo i o pa a desis i de uma comp a online” (Paga .Me, 2024).
Nes e sen ido, a médio e longo p azo, ambém é um desejo da He mes E-comme ce p opo
a so is icação dos se iços o e ecidos aos clien es, lojis as e impo ado es, seja a a és de pa ce ias
ou não, uma ia logís ica que acili e aos endedo es os anspo es den o de p azos e o ap oxime
de cen os de dis ibuição, uma ez que os dados apon am uma posição o imis a pa a endas pela
in e ne , segundo um le an amen o da Vi ó ia Fe nandes, publicado na e is a Fo bes em 2023:
[...] A endência de aze comp as online, que ganhou o ça du an e a
pandemia e se o nou pa e in eg an e da ida dos b asilei os de o ma
de ini i a, con inua e oluindo. De aco do com a pesquisa inédi a “E-
comme ce T ends 2024”, ealizada pela Oc adesk em pa ce ia com o
Opinion Box, 62% dos consumido es azem de duas a cinco comp as online
po mês, enquan o 85% dos b asilei os azem pelo menos uma comp a po
mês na in e ne .
No B asil, e mesmo na Baixada San is a já exis em emp esas ol adas aos come cian es no
e-comme ce como a Mamba Digi al que se au o decla a “uma assesso ia 100% ocada no mundo
do e-comme ce”. Aliado aos especialis as ce i icados pelo Me cado Li e, a expe ise dessa
emp esa es á alice çada na ges ão de anúncios e pe o mance den o do Me cado Li e. Também
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é possí el ci a a emp esa Place2u, a qual decla a que sua missão é “Capaci a pessoas e
o ganizações pa a o a ejo online”.
De aco do com a Econoda a, em 2024 há um o al de apenas 24 emp esas ocadas em e-
comme ce na cidade de San os, como é o caso da Place2u e Mamba Digi al, e a He mes E-
comme ce pode á in eg a esse elenco de emp esas, o e ecendo se iços de assesso ia no
comé cio ele ônico, en endendo e a endendo a singula idade e pe il de cada impo ado ou do
lojis a e a egião de a uação.
Conside ando ha e a in eg ação de logís ica com a p oximidade do Po o de San os e com
a cidade São Paulo, a He mes E-comme ce pode á o e ece um supo e impo an e na ges ão de
p ocessos aos endedo es que açam ou não impo ações. Es e negócio p opos o se ap esen a
como uma opo unidade de in es imen o com boas possibilidades de êxi o, a aindo pessoas de
di e en es egiões do B asil que desejem expandi seu emp eendimen o e não se deixados pa a
ás.
1.2 ESTRUTURA DO TRABALHO
O p esen e abalho es á es u u ado e di idido em 6 pa es, sendo es á a 1ª. esponsá el
po ap esen á-lo de o ma cla a, di e a e obje i a sob e o que é, az e como se á o p oje o.
Na 2ª Pa e, se á ap esen ada a undamen ação eó ica u ilizada nes e nosso es udo e, na
3ª Pa e se á e elado o modelo de negócios es abelecido pa a o plano de negócios desen ol ido,
como sua p opos a de alo , canais de dis ibuição, e demais in o mações pe inen es.
Em sua 4ª Pa e, es e abalho abo da á as análises e planejamen os ealizados que
englobam o plano de negócios, como análise SWOT, plano ope acional e demais in o mações pa a
a á ea es a égica des e p oje o, seguido pela 5ª pa e onde es a á desc i a a esponsabilidade
social do plano negócios.
Ence ando, na 6ª Pa e, são ap esen adas as conside ações inais com as de idas
ponde ações de odo o p oje o, jun amen e a sua iabilidade e as e e ências u ilizadas pa a o
desen ol imen o des e es udo.
2. REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO
O su gimen o da in e ne possibili ou um no o ambien e, onde po meio do compu ado ,
ligado a uma ede, e olucionou a o ma de ealiza as endas: o e-comme ce (Mendes, 2013). Com

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isso, pe cebe-se que a in e ne é um elemen o i al pa a que as endas pelo e-comme ce possam
oco e .
Como essal a Mendes (2013), p odu os como li os, ele ônicos, a igos de deco ação,
in o mações e di e sos se iços e p odu os são endidos po meio do e-comme ce. Isso nos az
en ende que essa modalidade de enda pela in e ne em um bene ício pa a os lojis as, pois
pe mi e come cializa boa pa e de seus p odu os.
Con udo, mesmo o e-comme ce sendo uma an agem, os lojis as ainda en en am alguns
desa ios como a conco ência e a busca pa a se des aca nesse ambien e de endas pela in e ne .
Um dos maio es desa ios pa a os emp eendedo es e inician es nesse me cado são os conco en es,
além de a o es como a logís ica e in es imen o em ecnologia mos a o di e encial das emp esas
pa a o consumido (Dias, 2023).
Mesmo que o lojis a in is a na logís ica e ecnologia pa a se des aca pe an e a
conco ência, a ajuda de uma consul o ia especializada con ibui á pa a a enda de seus p odu os
de o ma es a égica, e é pensando nessa necessidade de que a He mes E-comme ce se az
p esen e.
Além dos se iços de consul o ia em e-comme ce, a He mes ambém con a com uma
consul o ia em impo ação, pa a os lojis as que necessi am encon a bons o necedo es no
ex e io , ou mesmo sabe se é iá el ou não a impo ação de um de e minado p odu o.
Pa a Luz (2019) a impo ação en ol e a en ada de ini i a ou não de bens e se iços no
e i ó io nacional o iginá ias de ou os países.
As p incipais qualidades que o nam o consul o um bom p o issional, segundo Aze edo
(2001), es ão elacionadas com a habilidade de negociado , a capacidade de ou i mais do que ala ,
capacidade de iden i ica onde alojam-se os p oblemas da emp esa, condu a é ica, pe cepção pa a
iden i ica p oblemas, e i ica causas e p opo al e na i as de solução. Nesse sen ido a
Consul o ia se e apa a ajuda o emp eendedo a elabo a , es u u a e coloca um plano em
p á ica pa a ala anca seus negócios.
A He mes E-comme ce em como oco um po ólio de clien es em múl iplos segmen os
de me cado, a uando pa a emp esas de médio po e na egião da Baixada San is a, ol adas ao
es uá io, ma e ial de escola, peças de au omó eis e jogos on-line.
3. MODELO DE NEGÓCIO
O Modelo de negócios é uma e amen a que auxilia uma emp esa a c ia e cap u a
clien es em po encial, sendo ino ado a e es a égica, con ibui pa a o en endimen o do
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uncionamen o da emp esa, o seu compo amen o no me cado e a en ega de alo pa a os clien es
(Seb ae, 2022).
Dian e disso, o am elabo adas es a égias pa a a c iação, cap u a e en ega de alo aos u u os
clien es da He mes, e pa a en ende como se á seu compo amen o no me cado.
3.1. PROPOSTA DE NEGÓCIO E SUA VIABILIDADE
Ao e i ica os dados e e en e ao c escimen o do E-comme ce no B asil e sua isão
o imis a pa a o u u o, assim como as emp esas ol adas pa a o se o que se encon am p esen es
na Baixada San is a, a He mes em como obje i o se ins au a como uma no a emp esa de
consul o ia e ges ão nos p incipais ma ke places do B asil, p es ando se iço de ges ão aos
endedo es da egião e aos que impo am p odu os pelo po o de San os.
3.2. BUSINESS MODEL CANVAS
“O Business Model Can as é uma o ma de es u u a um modelo de negócios a a és de
um diag ama di idido em no e pa es, que em como obje i o p incipal ajuda o emp eendedo a
cons ui de o ma p á ica e isual o alo de uma emp esa [...] O Business Model Can as é uma
manei a de simpli ica e o na udo mais p á ico, isual e angí el” (Bicudo, 2022).
A a és dessa e amen a, o am explo ados p ocessos e soluções ino ado as pa a a c iação,
cap u a e en ega de alo da He mes, ap esen ado na igu a 2:
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Figu a 1: Model Can as – He mes Ecomme ce
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
3.2.1 P opos a de alo
Con o me Seb ae (2023), a p opos a de alo consis e nos p odu os e se iços que ge am
bene ícios ao segmen o de clien es.
A He mes E-comme ce busca aze segu ança e con eniência aos impo ado es e
endedo es, a a és de seu sis ema de consul o ia e apoio a ges ão nos p incipais ma ke places do
país.
3.2.2 Segmen o de clien es
O bloco de segmen o de clien es analisa os di e en es g upos de pessoas ou emp esas que
se ão sa is ei os (Seb ae, 2023). Com isso, é necessá io aze algumas pe gun as como: Pa a quem
eu es ou c iando alo ? Quem são os meus clien es mais impo an es?
Ko le e A ms ong (2007, p. 172) apon am que “a emp esa p ecisa a alia os á ios
segmen os e decidi quan os e quais podem a ende melho ”.
O segmen o de clien es da He mes se á ocado no público adul o, com idades a iadas, que
já possuem suas espec i as lojas ísicas, ou que já possuam lojas i uais e desejem impulsiona
suas endas, sendo uma acili ado a pa a o público que deseja aumen a seu a u amen o, com
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p o issionais especializados pa a auxilia em suas endas on-line a a és dos p incipais
ma ke places, como Me cado Li e e Shein.
3.2.3 Canais de dis ibuição
Os canais podem se de comunicação, endas ou de dis ibuição (Seb ae, 2022). É a a és
dele que o clien e pode á en ende melho a p opos a de alo , ealiza a comp a e ecebe
assis ência (Seb ae, 2023).
Den e as opções de canais de dis ibuição, a He mes u iliza á a in e ne como meio de
comunica e di ulga seus se iços e no idades no me cado, assim como euniões e con e sas
di e as po ídeo chamadas e aplica i os de mensagens, pa a alcança os clien es que se encon am
em cidades mui o dis an es da localização da emp esa, ou mesmo quando, po a o es ocasionais,
o impossibili ada a ealização de euniões p esenciais.
3.2.4 Relacionamen o com clien es
Es e bloco de ine as o mas de elacionamen o que a emp esa e á com o clien e é como
o alece á esse elacionamen o (Seb ae, 2022).
A ges ão de elacionamen os com o clien e se baseia em cons ui e man e
elacionamen os luc a i os, buscando o e ece alo supe io e sa is ação (Ko le ; A ms ong,
2007). A He mes es abelece á o mas de se comunica com os clien es po meio de um
a endimen o humanizado, a a és de a enden es, a a és de aplica i os de comunicação e
euniões com consul o es especializados em e-comme ce, pa a que o clien e possa semp e se
man e in o mado e a ualizado em elação as ações omadas na emp esa que possam in luencia
em suas con as.
3.2.5 Fluxo de ecei as
O bloco on e de ecei a de e mina o quan o e como o clien e paga á com os bene ícios
adqui idos a a és da p opos a de alo (Seb ae, 2023).
A on e de ecei a i á di e amen e dos se iços p es ados sendo eles ges ão de con as em
ma ke places, consul o ia em e-comme ce e impo ação, que es á en e a maio pa e da on e de
ecei a a ecadada.
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Classi icação N°5
Clien es
No eixo clien es, a He mes se encon a no mesmo ní el de seus
conco en es, possuindo de o ma simpli icada o mesmo
segmen o de clien es. Recebeu a no a 5, pois a expec a i a é de
que i á a ai bem seu público.
Classi icação N°5
Soluções
O eixo soluções es á com pon uação 5, pelo a o de p e ende
o e ece um se iço e sá il e con enien e aos clien es.
Classi icação N°5
Relacionamen o
Te á um bom a endimen o com o público, do início ao im,
e i ando demo as e queb a de expe iências, possuindo no a 5.
Classi icação N°5
Ag egação de Valo
A He mes o nece á segu ança e ges ão de qualidade aos seus
clien es, com p eços jus o, e comp ome imen o com se iços
ecebendo pon uação 5.
Classi icação N°5
P ocessos
Os p ocessos e ão um oco na aplicação das es a égias já
abo dadas, seguido po agilidade no a endimen o e nas
en egas dos pedidos jun amen e com a busca po melho ia da
qualidade em oda as e apas, ob endo no a 5.
Classi icação N°4
O ganização
A o ganização ecebeu no a 4, po con a do a o humano que
pode es a sujei o a pequenos e os e alhas, con udo semp e
busca á uma boa ges ão.
Classi icação N°5
Cadeia de Fo necimen o
Como cadeia de o necimen o a He mes con a com os se iços
e cei izados elacionados a consul o ia de impo ação
ealizada pelo consul o de impo ação con a ado. A He mes
possui no a 3 po depende apenas de um p o issional
con a ado, sendo de ex ema impo ância a cons ução de um
bom elacionamen o.
Classi icação N°4
P esença
No eixo p esença, a He mes es á com pon uação 4, es ando
a ás das demais emp esas em seus se o es de a uação pelo a o
de ainda não es a alocado em um local, não ha endo assim
canais de dis ibuição.
Classi icação N°4
Rede

237 | He mes E-Comme ce
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Assim como os conco en es, a emp esa ambém e á oco em
edes sociais pa a cap ação de clien es e possí eis clien es,
con udo ela ainda não possui casos de sucessos pa a aplica em
suas es a égias de ma ke ing, o que a deixa com no a 3.
Classi icação N°5
Ambiência Ino ado a
A He mes u iliza á um esc i ó io pa a ealização de suas
a i idades ol adas nas consul o ias em e-comme ce e
impo ação e pa a a ealização dos cu sos, além de ecebe
ocasionalmen e seus clien es ou possí eis clien es que podem
necessi a conhece melho nossos se iços, ecebendo assim
no a 4, pelo a o de não ha e um ambien e de abalho ão
di e en e da conco ência.
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
O ada de ino ação da He mes, des acada pela co azul jun o com os possí eis
conco en es di e os do negócio, ep esen ados pelas demais co es la anja e e de, oi escolhido
como o ma de a alia o plano de negócio e seus conco en es, no as de 1 a 5.
Figu a 4: Rada de ino ação emp esa He mes Ecomme ce.
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
4.2.2 Análise VRIO
A Análise VRIO a a-se de uma e amen a pa a analisa um negócio e seu possí el
desempenho a a és de qua o c i é ios pon uais pa a e ela a posição da emp esa median e
conco ência.
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“Se um ecu so é alioso e explo ado pela o ganização, mas não é a o, ele
se á on e de uma pa idade compe i i a. Se é alo oso, a o e explo ado,
mas é acilmen e imi ado, ele p opo ciona uma an agem compe i i a
sus en á el. Con udo, quando é a o, alo oso, di ícil de se imi a a
explo ado pela o ganização, pode se on e de an agem compe i i a
sus en á el den o de uma o ganização” (BARNEY; HESTERLY, 2017, apud.
Sil a, 2023).
Abaixo são e idenciadas as dimensões da análise VRIO ealizada pa a a He mes
Ecomme ce:
Quad o 4: Dimensões da Análise VRIO
Emp esa: He mes Ecomme ce
É alioso?
É a o
É di ícil de imi a ?
A emp esa es á
o ganizada pa a explo a ?
Sim
Não
Sim
Não
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
Com base na Análise VRIO a emp esa He mes se encon a em um cená io o imis a, mesmo
em is a do a o de ela não es a o almen e p on a pa a explo a o me cado em sua pleni ude,
de ido a necessidade de aquisição de clien es, e es u u ação ísica, con a ação e einamen o de
uma equipe quali icada.
4.3 ESTRUTURA DO NEGÓCIO
4.3.1 Missão, Visão e Valo es da emp esa
Missão, isão e alo es es abelece a iden idade e o p opósi o de uma o ganização. Sem
esses pila es, é p o á el que seu planejamen o alhe. A é po que, an es de de ini qualque
es a égia, é p eciso en ende a “pe sonalidade” do negócio, que se e como um guia pa a
di eciona as ações e omada de decisões.
Ou seja, com um alinhamen o da missão, isão e alo es, ica mais ácil enxe ga qual é a
melho di eção segundo o p opósi o da emp esa, o que le a uma no a ó ica, po exemplo, pa a o
es abelecimen o dos obje i os es a égicos e no as con a ações (Roh , 2022, n.p.). Sendo assim, a
missão da He mes é “expandi o me cado digi al b asilei o adicionando es a égia e ecnologia aos
lojis as nacionais”. A pa i des a missão, a isão do negócio a a-se de “se a p imei a opção de
busca no B asil pa a lojis as que desejem ing essa no E-comme ce”, não enunciando a 3 ( ês)
alo es “O ganização, P a icidade e Comp ome imen o”.
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4.3.2 Se o es de a i idades
Os se o es de a i idade segundo o Seb ae (2013, n.p.) é a de inição do que ela az pa a ge a
alo a seus clien es. Pa a escolhe o amo de a uação, o emp eendedo de e le a em
conside ação: p e e ência pessoal, conhecimen o, público consumido , conco ência,
in es imen o e u u o da a i idade. É o equilíb io en e esses a o es que ai ga an i maio es
chances de sucesso pa a o negócio.
A He mes é uma emp esa de assesso ia que o e ece es a égias e ações na en a i a de
soluciona e os emp esa iais ol ados as endas online, conec ando os come cian es b asilei os
ao e-comme ce, assim como ambém os auxiliando a ealiza os p ocessos pe inen es a
impo ação de me cado ia. O obje i o é a ende às necessidades dos clien es, p opo cionando
se iços de al a qualidade e con iabilidade, semp e com mui a segu ança e espei o.
Com um c escimen o no se o de endas online com p e isão de al a pa a os p óximos
anos, a He mes a á endedo es nacionais ao me cado, o nando-os clien es. Além de se
comp ome e com a segu ança e p a icidade, o e ecendo a endimen os ágeis e esponsá eis,
adap ando-se às necessidades de cada clien e, e man endo p eços compe i i os e acessí eis no
me cado.
4.3.3 Fo ma ju ídica
Pa a o Seb ae (2014, n.p.) a o ma ju ídica é um mé odo de classi icação que de ine a
es u u a de uma emp esa, pe mi indo a iden i icação da sua cons i uição legal, como o núme o
de sócios, as ob igações, o capi al social, en e ou os quesi os.
Ela não é uma classi icação ixa, ou seja, é possí el muda quando necessá io, po exemplo, caso a
emp esa c esça.
A He mes es á classi icada como é uma Sociedade Limi ada (L da), uma o ma ju ídica que
e le e a di isão iguali á ia de esponsabilidades en e os ês sócios. Cada sócio de ém 33% da
sociedade, o que pe mi e uma dis ibuição equi a i a do con ole e uma colabo ação e icaz em
odas as á eas da emp esa. Essa es u u a legal o e ece p o eção aos sócios, em e mos de
esponsabilidade limi ada, enquan o pe mi e uma ges ão e icien e e um moni o amen o cuidadoso
de cada se o , acili ando o c escimen o e o desen ol imen o con ínuo do negócio.
4.3.4 Enquad amen o T ibu á io
O enquad amen o ibu á io é uma classi icação e e en e à apu ação de impos os sob e
uma emp esa. Ou seja, cada ipo de enquad amen o ibu á io em ob igações iscais e ca ga
ibu á ia de inidas, segundo Zanesco (2023, n.p.).
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Pa a Gula e (2023, n.p.), enquad amen o ibu á io ou egime ibu á io é o conjun o de
eg as que es abelecem a o ma como uma emp esa ecolhe á seus impos os.
Além disso, es es sis emas de e minam ob igações e decla ações que de em se en egues
aos ó gãos iscalizado es como Recei a Fede al, Recei a Es adual, P e ei u a e P e idência.
Conside ando a es u u a da emp esa e suas esponsabilidades iscais, a He mes op a á
pelo Simples Nacional como seu egime ibu á io, uma escolha ei a após uma análise inancei a
de alhada, econhecendo a impo ância dos ecolhimen os de impos os pa a con ibui com o
desen ol imen o do país.
O Simples Nacional é selecionado de ido à sua abo dagem simpli icada, que acili a a ges ão
ibu á ia ao consolida á ios impos os em uma única guia de pagamen o. Isso pe mi e es e
negócio p opos o a enda às suas ob igações iscais de o ma mais e icien e e em con o midade
com a lei, con ibuindo pa a sua sus en abilidade e c escimen o con ínuo.
4.3.5 Capi al Social
O capi al social é o po encial inancei o de uma emp esa, ep esen ando o alo in es ido
pelos sócios no es ágio inicial do emp eendimen o. O capi al social se e pa a man e a emp esa
desde sua inaugu ação a é que ela comece a da luc os (And ade, 2024, n.p.).
O capi al social es abelecido pa a a He mes co esponde a R$ 75.451,98 (se en a e cinco mil
qua ocen os e cinquen a e um eais e no en a e oi o cen a os), di idido pelos ês sócios, sendo
que dois con ibui ão com R$ 36.696,86 ( in a e seis mil, seiscen os e no en a e seis eais e oi en a
e seis cen a os) e o e cei o in eg an e con ibui á com R$ 10.060,26 (dez mil e sessen a eais e
in e e seis cen a os) em dinhei o ou bens equi alen es, con o me aco dado no con a o social da
emp esa. Esse capi al social se á u ilizado pa a inancia os in es imen os iniciais, cob i despesas
ope acionais e ga an i a solidez inancei a do negócio du an e seus p imei os anos de ope ação.
4.3.6 Fon es de Recu sos
Uma das on es de ecu so que uma emp esa pode á op a de aco do com o Seb ae (2023
n.p) são as linhas de c édi o bancá io, que é basicamen e uma quan idade de dinhei o emp es ado.
Ainda nas linhas de c édi o, des aca-se o capi al de gi o, sendo uma o ma de ajuda o dia a dia do
emp eendedo na aquisição de ma e iais, pagamen os de salá ios e o necedo es (Seb ae, 2022
n.p). Ou a on e de ecu so é o Boo s apping, que signi ica “puxa suas bo as”, que é quando o
in es imen o em do emp eendedo , ou do dinhei o de suas p imei as ecei as (Seb ae, 2023 n.p).
A He mes u iliza á inicialmen e como on e de ecu sos o capi al social dos sócios ci ado
an e io men e, aliado pos e io men e com o uso do capi al p óp io ou Boo s apping, uma ez que
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ha endo on e de ecu sos indas de suas p imei as ecei as, se á possí el in es i com o dinhei o
adqui ido po meio dos p imei os clien es, e i ando ao máximo o uso de emp és imos em bancos.
4.4 ANÁLISE DE MERCADO
De aco do com o Se asa (2024), “análise de me cado é uma in es igação pa a euni dados
sob e o se o em que a emp esa a ua ou que a ua e seus p o agonis as (conco en es,
consumido es e o necedo es) ”. Ela é undamen al pa a mon a o plano de negócio ol ado ao seu
público-al o, indicando a iabilidade da ideia ao conside a a si uação a ual e as endências do
me cado. A análise de me cado ealizada pa a a He mes conside a como se o es de a uação o e-
comme ce e a impo ação de me cado ia do ex e io . A segui , pode se obse ado os esul ados
e conclusões p é ias e e en e a mesma:
4.4.1 Pesquisa de me cado
Segundo Seb ae (2013), a Pesquisa de Me cado é uma e amen a impo an e pa a que ocê
ob enha in o mações aliosas sob e o me cado em que a ua ou p e ende a ua . Quan o maio o
seu conhecimen o sob e o me cado, clien es, o necedo es e conco en es, melho se á o
desempenho do seu negócio.
Pa a isso oi elabo ada uma sé ie de pe gun as com o obje i o de iden i ica o público e
ou as in o mações impo an es pa a a iabilidade da emp esa, sendo des acadas as p incipais
pe gun as, pa a melho comp eensão do me cado, con o me ca ac e izadas po g á icos abaixo:
Figu a 5: G á ico de Gêne o
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024

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A igu a acima indica que den o do pe cen ual de amos agem o público se e ela
majo i a iamen e eminino, o que pe mi e a elabo ação de campanhas e publicidades ol ada a es e
público com obje i o de se mais asse i o, mui o embo a não signi ique que o público masculino
não ecebe á oco.
Figu a 6: G á ico de Idade
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
O g á ico de idade, exibido po meio da igu a acima, nos ap esen a que do público da
amos agem que espondeu ao ques ioná io se concen a en e 20 a 40 anos e 40 a 60 anos. A a és
des as in o mações pode se ei a, de o ma mais asse i a, a decisão de como se á ei a a
comunicação com as duas di e en es ge ações indicadas.
Figu a 7: G á ico de Nicho
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
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O g á ico de Nicho, po sua ez, obje i a explici a o ipo de p odu o endido pelos
come cian es que pa icipa am da amos agem e, com essa in o mação, é possí el ealiza uma
melho especialização e e en e a impo ação de me cado ia e mesmo enda nesses nichos den o
da in e ne .
Figu a 8: G á ico de In e esse
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
O g á ico de in e esse em como obje i o indica a o ma como o público da amos agem
eagiu a ideia de ealiza endas online e ealiza impo ações de me cado ia do ex e io , pa a
enda em e i ó io nacional, median e as in o mações e explicações a espei o do uncionamen o
e se iços en egues.
4.4.2 Es udo dos clien es
Es udo dos clien es é essencial pa a as emp esas do século XXI e, segundo Ko le :
[...] Ao longo dos úl imos 60 anos, o ma ke ing deixou de se cen ado no
p odu o (Ma ke ing 1.0) e passou a se cen ado no consumido (Ma ke ing
2.0). Hoje, emos o ma ke ing ans o mando-se mais uma ez, em espos a
à no a dinâmica do meio. Vemos as emp esas expandindo seu oco dos
p odu os pa a os consumido es, e pa a as ques ões humanas. Ma ke ing 3.0
é a ase na qual as emp esas mudam da abo dagem cen ada no consumido
pa a a abo dagem cen ada no se humano, e na qual a luc a i idade em
como con apeso a esponsabilidade co po a i a.
[...] a emp esa é dependen e de seus clien es e es udá-los é essencial pa a
a exis ência de uma emp esa, uma ez que “As ma cas pe encem aos
consumido es. A missão da ma ca ago a passa se missão deles. O que as
emp esas podem aze é alinha suas ações com a missão da ma ca” (Ko le ,
2010).
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4.4.2.1 Mapa de empa ia
O Mapa de empa ia é uma e amen a que auxilia na comp eensão das necessidades,
desejos, emoções e pe spec i as do clien e ideal pa a a emp esa (Seb ae, 2023). Ele consis e em
seis pe gun as que i ão de alha a pe sonalidade de seu clien e (Seb ae, 2023):
a) O que pensa e sen e?
Indica quais são os desejos, p eocupações e alo es de seu clien e.
b) O que ou e?
São as pessoas que escu a, suas in luências e opiniões.
c) O que ê?
É o que o clien e busca, pesquisa e p ocu a no me cado.
d) O que ala e az?
Indica quais são seus hábi os e hobbies.
e) Quais são as do es?
Es á a elado ao que di icul a o clien e a alcança seus desejos, e quais são suas p eocupações
e p oblemas.
) Quais são suas necessidades?
Re ela onde o clien e que chega e qual é o ipo de sucesso que que ob e ?
Ao obse a os esul ados desses ques ionamen os, pode-se conclui que al e amen a
ajuda á a emp esa a consegui cons ui um bom elacionamen o com seus clien es.
Figu a 9: Mapa de Empa ia da He mes
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
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O mapa da empa ia isualizado na igu a acima ap esen a uma pe sona da emp esa e, como
pode se obse ado, demons a um mapa da empa ia, onde a pe sona:
g) Escu a: podcas , músicas mo i acionais e áudio li os, demons ando se alguém que
p ocu a man e -se mo i ada e a mazena conhecimen o pa a si;
h) Pensa e sen e: no u u o, em sua aposen ado ia e como es a á sua si uação econômica em
10 anos ou mais;
i) Vê: consome con eúdos como ídeo aula, en e is as, pales as e ilmes que o man enham
mo i ado e de alguma o ma auxiliem a desen ol e a si mesmo e seu negócio;
j) Fala e az: Cu sos e iagens com sua amília, além de ala sob e e en os e expe iências.
Ob endo essas in o mações, a emp esa pode á mapea a pe sonalidade e possí eis in e esses
de seus clien es, uma ez que a sua do oi obse ada e egis ada, assim en ão desen ol endo
no as soluções ou en egando ao clien e aquelas que emediam seus p oblemas.
4.4.3 Es udo dos conco en es
Sob e o es udo dos clien es Fe el e Ha line (2016) mencionam que o oco da es a égia de
ma ke ing é iden i ica as necessidades especí icas do clien e, pa a depois c ia um p og ama de
ma ke ing que consiga sa is aze essas necessidades. A emp esa p ecisa e um g ande
conhecimen o de seus clien es a uais e po enciais, como ambém seus compo amen os,
necessidades e desejos (Fe el e Ha line, 2016).
Na igu a 10 é ap esen ado os possí eis conco en es di e os e indi e os ao plano de
negócios He mes, seguido de alguns c i é ios como a endimen o, p eço, p odu o, p omoção,
p aça, di e encial e a aliação.
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4.5.1 Desc ição dos p incipais p odu os e se iços
“O p odu o é a base da exis ência das emp esas. É o p odu o que sa is az as necessidades
dos consumido es e o e ece bene ícios pa a a sua ida. E é em o no dele que os ou os Ps são
c iados” (Peçanha, 2024).
Segundo Ko le e kelle (2024), “a o ien ação pa a p odu o sus en a que os consumido es
dão p e e ência a bens e se iços que o e eçam qualidade e desempenho supe io es ou que
enham ca ac e ís icas ino ado as”. O ma ke ing da He mes, no en an o oca á em p es ação de
se iços e não em bens de consumo.
4.5.2 P eço e p eci icação
“Dian e da ele ância de se de e mina os p eços em uma es a égia de ma ke ing, a
escolha do p eço é uma das mais complexas em um plano de ma ke ing” (Fe el e Ha line, 2016).
Com base no Seb ae (2022), p eci icação é o a o de iden i ica como se ão p eci icados em
alo mone á io os p odu os e se iços, a im de se em come cializados. Não é algo ão simples,
pois en ol e alguns a o es como os gas os da emp esa, a conco ência, a sa is ação dos clien es e
a luc a i idade (Seb ae, 2022).
Po se a a de uma emp esa que ainda não há um público idelizado, os p odu os e
se iços o e ecidos pela He mes possui ão alo es um pouco abaixo do que é o e ado pela
conco ência, com o obje i o de a ai a a enção dos clien es. É impo an e essal a que os alo es
não se ão o e ados mui o abaixo do que é come cializado, pois co e o isco de ge a ce a
descon iança po pa e dos clien es.
4.5.3 Es a égias P omocionais
Ainda, segundo Kelle e Ko le (2024), “embo a enha oco ido um eno me aumen o no uso
de comunicações pessoais po pa e das emp esas, em azão da na u eza onip esen e da in e ne ,
o a o é que a mídia de massa con inua sendo um componen e de i al ele ância da maio pa e
dos p og amas de comunicação de ma ke ing”.
Median e a isso, a es a égia p omocional da He mes E-comme ce u iliza á , po meio de
di ulgação em edes sociais como Ins ag am, Facebook, You ube e Linkedin, ambém se á ei o o
uso de e amen as como google ADS ( e amen a de anúncios den o do google), além de
isi ações e idas aos possí eis clien es, com o obje i o de ap esen á-los a emp esa e se iço, como
di o po Dale Ca negie em seu li o “Como aze amigos e in luencia pessoas”: “A ida de mui as
pessoas pode iam so e mui as mudanças se elas i essem alguém que as izesse se sen i em
impo an es”.

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4.5.4 Es u u a de Come cialização e Logís ica de dis ibuição
Uma emp esa necessi a es u u a seu es abelecimen o seja ele ísico ou i ual, pois nele
se ão ealizados os p ocessos da emp esa “O P de P aça em do inglês Place (luga ), mas se e e e
aos canais de dis ibuição e os pon os de enda, sejam eles ísicos ou i uais. É po meio desse P
que ocê de ine como o p odu o ai chega a é o consumido ” (Peçanha, 2024).
Segundo Peçanha, “a de inição das es a égias de dis ibuição depende mui o do ipo de
p odu o ou se iço, das possibilidades de logís ica, dos cus os en ol idos, do empo de en ega, do
núme o de in e mediá ios e das opções de canais de enda da emp esa”. A He mes es abelece
pa e de seus p ocessos como sendo não p esenciais, ou seja, pa e de seus p ocessos são ei os
de o ma i ual. Po an o, a es u u a ísica da emp esa se cons i ui á de:
a) Esc i ó io Adminis a i o - u iliza á um espaço mínimo, uma ez que não se á u ilizado
semp e po odas as equipes, e exis i á sob e o p opósi o de se u ilizado pa a eunião com
clien es;
b) Banhei os – 1 banhei o com espaço mínimo, sendo unissex, possuindo adap ação pa a
acessibilidade.
4.6 PLANO OPERACIONAL
O planejamen o ope acional, ambém conhecido como plano de abalho, é a pa e do
planejamen o es a égico esponsá el po mos a um luxo de abalho diá io, ou seja, ele
ans o ma as me as e obje i os do planejamen o es a égico em a e as meno es e execu á eis.
Po se mais p á ico e “mão na massa”, o planejamen o ope acional lida com os p ocessos in e nos
da emp esa e com os ecu sos, que podem se humanos ou inancei os, po exemplo.
“O planejamen o ope acional é ei o ge almen e po á ios p o issionais de uma pa e da
emp esa, mas p ecisa se ap o ado pelo ges o do depa amen o” (RockCon en , 2021). Com esse
concei o em is a, abaixo se á ap esen ado aspec os que cons i uem o planejamen o ope acional
da He mes E-comme ce.
4.6.1 Localização do negócio
A nossa emp esa se localiza a na Rua Visconde de Emba é - Valongo, San os - SP. Pensamos
nes e local de ido ao baixo cus o pa a man ê-lo, e po es a em uma das p incipais cidades da
Baixada San is a, assim como possui p oximidade com ou as emp esas do se o de e-comme ce
e de comé cio ex e io . Na igu a abaixo é possí el obse a o mapa e isualiza a egião onde a
emp esa es a á localizada:
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Figu a 15: Localização da He mes
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
4.6.2 Layou ou a anjo ísico
O layou de uma emp esa e e e-se à disposição ísica dos elemen os, como máquinas,
equipamen os, mobiliá io, espaços de abalho e pessoas, den o de um ambien e o ganizacional.
Ele em como obje i o o imiza os luxos de abalho, eduzi despe dícios e aumen a a e iciência
das ope ações. De aco do com Slack, Chambe s e Johns on (2007), o layou é uma e amen a
es a égica que impac a di e amen e na p odu i idade, na sa is ação dos colabo ado es e na
expe iência dos clien es.
A He mes E-comme ce é uma emp esa que u iliza á de um esc i ó io pa a hospeda seus
equipamen os, uncioná ios pa a ealiza euniões com possí eis no os clien es e clien es de longa
da a, assim como demais euniões come ciais, ou mesmo in e nas en e possí eis no os
uncioná ios que possam i se con a ada no u u o.
A igu a 16 abaixo ap esen a o design do layou ísico da He mes E-comme ce:
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Re is a Visão de Negócios - .01 - p. 221-274 - 2025
Figu a 16: Layou Físico da emp esa He mes
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
O layou da He mes E-comme ce oi planejado pa a o e ece um ambien e uncional e
o ganizado, o imizando o espaço disponí el. A á ea p incipal, com dimensões de 7,5m x 5m, é
des inada às a i idades adminis a i as e de a endimen o. Essa á ea con a com duas mesas em
o ma o "L", equipadas com compu ado es e cadei as e gonômicas, posicionadas p óximas às
janelas pa a ap o ei amen o da iluminação na u al.
No cen o, há uma mesa e a pa a euniões in e nas e planejamen o es a égico,
acompanhada de uma cadei a. À di ei a, encon a-se uma mesa de id o ci cula com banquinhos,
des inada a euniões ápidas e momen os de in e ação en e os colabo ado es.
Na la e al esque da, há um espaço ese ado pa a u ilidades, compos o po uma pia e uma
ca e ei a, ga an indo p a icidade e con o o aos uncioná ios. Adjacen e a essa á ea, um banhei o
de 1,5m x 3m oi in eg ado ao layou , com acesso ácil e sepa ado po uma po a.
Esse a anjo alo iza a uncionalidade e a ci culação, ga an indo que odas as a i idades
possam se ealizadas de o ma e icien e e con o á el.
4.6.3 Capacidade p odu i a, come cial e de p es ação de se iços
A capacidade p odu i a é a capacidade máxima que uma emp esa é capaz de p oduzi em
um de e minado pe íodo, com os ecu sos que possui (Seb ae, 2023).
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A He mes es a á com os ecu sos necessá ios pa a o bom andamen o de suas ope ações
en ol endo a capacidade p odu i a, come cial e de se iços, con udo, a capacidade inicialmen e
limi ada de a endimen o aos clien es, se á sup ida po o imização de p ocessos que buscam
encon a manei as mais e icazes de ealização das a i idades.
4.6.4 P ocessos ope acionais
Os p ocessos ope acionais são o conjun o de a i idades, o inas e p ocedimen os
ealizados po uma o ganização pa a en ega alo ao clien e e a ingi seus obje i os es a égicos.
Esses p ocessos ab angem desde a aquisição de ecu sos e insumos, p odução ou p es ação de
se iços, a é a en ega ao consumido inal. Segundo Slack, Chambe s e Johns on (2007), “os
p ocessos ope acionais bem es u u ados ga an em a e iciência das ope ações, a sa is ação do
clien e e a compe i i idade no me cado”.
Um dos p incipais p ocessos a se conside ados é a ope ações de ERP e acompanhamen o
das consul o ias, uma ez que um dos p ocessos en ol e ges ão e a enção as necessidades do
clien e no ERP, que o sis ema u iliza, e análise in eg ada a acompanhamen o de impo ações em
nossas consul o ias de impo ação.
4.6.5 Necessidades de pessoal
A análise da necessidade de pessoal é uma e apa undamen al no planejamen o de ecu sos
humanos den o de um plano de negócios. Esse p ocesso a alia a quan idade e as quali icações
necessá ias dos colabo ado es pa a ga an i que a o ganização alcance suas me as de o ma
e icien e. Ma his e Jackson (2011) des acam que o planejamen o adequado de pessoal e i a a
sob eca ga de abalho, eduz cus os e con ibui pa a o bom clima o ganizacional.
A He mes con a uma quan idade limi e de uncioná ios, a p io i, e a emp esa ealiza á
apenas uma con a ação deixando cla o que no u u o no as con a ações podem se ealizadas
pa a que o se iço e ope ações ealizadas sejam o imizados. No Quad o 5 é possí el obse a a
necessidade de pessoal pa a início de ope ações e a i idades da He mes:
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Quad o 5: Necessidade de Pessoal pa a Início de Ope ações
PROFISSIONAL
QUANTIDADE
FUNÇÃO
Ges o de E-
comme ce
1
Realiza as es a égias pe inen es pa a con a dos clien es, nos
espec i os canais de ope ação, com obje i o de pe o ma a
con a e ge a aumen o de endas e a u amen o.
Consul o de
Impo ação
1
Realiza acompanhamen o e comunicação en e clien es que
desejem impo a com as emp esas e agen es de ca gas que
melho o imizem os cus os da impo ação pa a o clien e.
Assis en e de E-
comme ce
1
Auxilia na aplicação de ações es a égicas idealizada pelo
ges o de E-comme ce
Ges o Financei o
1
Faze a ges ão da olha de pagamen o, comp a de ma e iais, e
demais comp as e dí idas da emp esa
Ges o de Ma ke ing
2
Realiza a comunicação com o clien e enquan o ambém
abalha com a publicidade e imagem da ma ca.
Analis a de Vendas
1
Responsá el pelas euniões come ciais da emp esa, assim como
enda de consul o ia e demais se iços p es ados.
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
4.7 PLANO FINANCEIRO
O planejamen o inancei o é a união de ações e e amen as ol adas a analisa , con ola
e ge i os ecu sos inancei os de uma emp esa pa a que es a consiga alcança melho es esul ados
(Se asa, 2022, n.p).
É possí el comp eende que o plano inancei o se i á como base pa a a omada de
melho es decisões ol adas a ges ão des es ecu sos, con ibuindo pa a que a emp esa não en e
em p ejuízo inancei o
4.7.1 – Es ima i a dos in es imen os ixos
Pa a a He mes, os bens que compõem os in es imen os ixos são aqueles ol ados
di e amen e pa a o uncionamen o de suas a i idades que são a consul o ia em e-
comme ce/impo ação e os cu sos. Dian e disso, os bens des acados são os compu ado es,
sma phone e a imp esso a, con o me demos ado na abela 1.

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Tabela 1: In es imen o Fixo
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
Pode-se obse a que os bens que mais ep esen am cus o de in es imen o ixos são os
compu ado es, compondo um alo de R$6.000,00, já o alo de odos os bens co esponde a
R$8.039,00
4.7.2 Capi al de gi o
O capi al de gi o é en endido de aco do com Hoji (2010) como o capi al ci culan e
co esponden e aos ecu sos in es idos no a i o ci culan e que so em al e ações no ciclo
ope acional. A é o capi al inicial ol a no amen e em dinhei o, oco e á o ac éscimo a cada
mudança, sendo que quando e o na , de e á es a com alo maio do que o alo inicial (Hoji,
2010).
Foi es abelecido um p azo de 15 a 30 dias pa a o ecebimen o, compondo uma média de
25,5 dias. Também oi de inida a o ma de pagamen o como sendo à is a, podendo se pago em
bole o ou ca ão de c édi o. Na abela 2 é ap esen ado o alo da necessidade de capi al de gi o.
Tabela 2: Necessidade de Capi al de Gi o
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
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En e o in e alo do pagamen o dos cus os e despesas e o ecebimen o das ecei as indas
dos se iços o e ecidos, é necessá io um capi al de gi o de R$60.622,52, pa a que a He mes possa
p ossegui com o uncionamen o de suas a i idades du an e es e in e alo de empo.
4.7.3 In es imen os p é-ope acionais
An es mesmo da He mes começa a exe ce suas a i idades, o in es imen o p é-
ope acional se az necessá io pa a que es a consiga a pe missão de a ua de o ma legalizada ao
paga os gas os de legalização e as axas de licença po exemplo.
Tabela 3: In es imen o p é-ope acional
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
Na abela 3 é ap esen ado ou os gas os que não es ão elacionados com legalização ou
licenças, mas que são impo an es pa a a cons ução e a imagem da ma ca como os gas os de
ma ke ing pa a inaugu ação e a c iação e egis o da ma ca. Com odos os gas os ap esen ados na
abela acima oi o alizado um alo de in es imen o p é-ope acional de R$6.790,46.
4.7.4 – In es imen o o al
O in es imen o o al da He mes en ol e os cus os de in es imen o ixo e p é-ope acional, bem
como a necessidade de capi al de gi o mencionados an e io men e. O in es imen o o al ica á no
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alo de R$75.451,98, já a on e de ecu so i á dos ês sócios, sendo que dois dos sócios
con ibui á com R$32.695,86 cada e o ou o sócio com R$10.060,26 como mos ado a abela 4.
Tabela 4: Fon es de ecu sos.
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
A abela 5 ap esen a o o al de cada ipo de in es imen o e o alo o al que é a soma ó ia
de cada in es imen o, es ando no alo de R$75.451,977. Impo an e lemb a que a He mes não
ealiza á en ega de p odu os e sim se iços, não possuindo cus os com es oque.
Tabela 5: In es imen o o al
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
As on es de ecu sos i ão dos p óp ios sócios, não ha endo on es de ecu sos de
e cei os. O alo o al das on es de ecu so se á de R$75.451,98 como mos a a abela 6.
Tabela 6: Dis ibuição das Fon es de In es imen o
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
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4.7.5 Es ima i a do a u amen o mensal
Na abela 7 é demos ado como a He mes ob e á suas ecei as e a quan idade de se iços
incluindo os cu sos o e ados mensalmen e.
Tabela 7: Fo mas de Recei a
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
U ilizando como base a abela an e io , na abela 8 é possí el obse a a p ojeção de endas
dos se iços e dos cu sos da He mes nos p imei os 12 meses. Pa a esses 12 meses oi es imado um
c escimen o do a u amen o de 1%.
Tabela 8: P ojeção de Vendas
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
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cob i os cus os e despesas como di o an e io men e. Na abela 21 es ão os pon os de equilíb io
con ábil, inancei o e econômico da Hemes, sendo que o luc o desejado é de R$30.000,00.
Tabela 20: Pon o de Equilíb io
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
4.7.13.2 Luc a i idade
A luc a i idade se e como um indicado ope acional, sendo ep esen ada em alo
pe cen ual, mos a o ganho que uma emp esa adqui e po meio de suas a i idades ealizadas
(Seb ae, 2022 n.p.). Conclui-se que esse indicado inancei o é um pon o de e e ência pa a a
análise da e iciência que suas a i idades possuem ao indica em pe cen ual sua luc a i idade.
A luc a i idade que a He mes e á em seu p imei o ano oi indicada a a és da abela 17, mos ada
an e io men e que é de 20,89%
Figu a 17: G á ico Indicado de Luc a i idade
Fon e: Elabo ado pelos Au o es, 2024
4.7.13.3 Ren abilidade
A en abilidade é de inida como a média inal do g au de êxi o econômico que uma emp esa
a inge, em elação ao seu capi al in es ido (Pimen el; B aga; Casa No a, 2010).

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A He mes con a com uma en abilidade de 193,08% em seu p imei o ano mencionada
an e io men e na abela 20 (indicado es de iabilidade), indicando um cená io a o á el e posi i o.
4.7.13.4 P azo de e o no do in es imen o
O P azo de e o no do in es imen o é calculado a a és do indicado chamado Payback,
que po sua ez, oi usado pa a indica o empo de e o no do in es imen o que He mes e á.
[...] “O Payback co esponde ao pe íodo de empo necessá io pa a que as en adas de caixa se
igualem ao alo a se in es ido, ou seja, o p azo de ecupe ação de um in es imen o” (Fan i e al,
2015, p. 1146).
Con o me mos ado na abela 20 ( abela de indicado es de iabilidade) a He mes e á um
payback simples de 7 meses, não demons ando um pe íodo mui o longo pa a o e o no do
in es imen o aplicado.
5. SUBPROJETO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL E/OU SUSTENTABILIDADE
A He mes E-comme ce, alinhada com sua missão de omen a o me cado digi al,
implemen a á o p oje o "He mes Inclusi a". Es e subp oje o o e ece á cu sos g a ui os de
capaci ação em comé cio ele ônico, incluindo ges ão de ma ke places, es a égias de ma ke ing
digi al e logís ica pa a jo ens e adul os em comunidades de baixa enda.
A p opos a é desen ol e habilidades p á icas e p omo e a emp egabilidade no se o de
e-comme ce, em cons an e c escimen o na egião.
O público-al o se á os Jo ens e adul os (18 a 40 anos) em si uação de ulne abilidade social,
com ensino médio comple o ou em andamen o, esiden es na Baixada San is a. En e os cu sos
que se ão disponibilizados se ão: In odução ao e-comme ce; Fundamen os de logís ica e ges ão
de ma ke places; e Es a égias de ma ke ing digi al.
Os ecu sos necessá ios pa a ealiza es e subp oje o se ão: in e ne , e e amen as de e-
comme ce, um coo denado do p oje o pa a ge encia as a i idades, e emp esas do se o pa a
o nece pales as e possí eis agas. O p incipal indicado de sucesso se á o núme o de
pa icipan es capaci ados pa a o me cado de abalho.
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6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao ealiza es e abalho de conclusão de cu so, oi obse ado po meio das pesquisas
quali a i as, e os es udos en ol idos pa a a c iação da He mes E-comme ce, que as endas on-line
são enca adas pelos lojis as como uma endência no me cado e uma necessidade pa a aumen a
as ecei as indas de suas endas.
A consul o ia em e-comme ce e impo ação da He mes E-comme ce se mos a um
di e encial ao uni esses dois elemen os elacionados a aquisição de p odu os no ex e io e a
di ulgação e enda des es no ambien e on-line.
A a és dessas consul o ias o lojis a não só a ua á no ambien e do e-comme ce de o ma
es a égica, mas ambém e á menos p ejuízo na ho a de encon a o necedo es e p odu os no
ex e io .
Dian e disso, a He mes E-comme ce não se ê apenas como uma p es ado a de se iços de
consul o ia, mas ambém uma pa cei a do lojis a, con ibuindo com o c escimen o de seu
emp eendimen o.
É impo an e obse a que es e abalho mos a como a emp esa se encon a no momen o,
com seus planos e obje i os es abelecidos, po ém a busca pela ino ação, a ualização e adap ação
no me cado se az necessá io pa a que a He mes E-comme ce es eja semp e em c escimen o, ainda
mais no segmen o do comé cio ele ônico.
Sendo uma á ea mui o a se explo ada e que az mui as acilidades pa a a come cialização
de p odu os e se iços, o e-comme ce de e se con inuamen e analisado de modo que suas
endencias não passem despe cebidas pela emp esa.
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