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SÃO MATEUS, TERRA SEM JUSTIÇA E SEM LIBERDADE
(ou ub o de 1947)
Au o : Obéd Emme ich
P eâmbulo:
Es e a qui o em PDF az pa e do Ma e ial Suplemen a
Ele ônico (MSE) do li o Cane a de Ou o: Poesia e T aje ó ia de
Vida de Obéd Emme ich, de au o ia de F ancisco G. Emme ich,
publicado em 2025, es ando elacionado à seção 4.16 — Capí ulo 4 do
li o.
B e e con ex o dos e en os:
Um dos e en os mais impo an es o ganizados pela UDN de São
Ma eus an es das eleições de 30 de no emb o de 1947 oi a Ca a ana à
Zona da Ma a, ealizada en e 9 e 19 de ou ub o.
Du an e 11 dias, a ca a ana pe co eu di e sas localidades do
in e io de São Ma eus, incluindo Có ego G ande, Ped a Boni a,
Cachoei a dos Pa os, Fo aleza, Boa Vis a, Có ego do Ca é,
Gua a ema, Água Limpa, Al o Muniz, Baixo Muniz e C is alino.
Algumas dessas localidades hoje in eg am ou os municípios,
is o que o e i ó io de São Ma eus na época e a supe io ao dob o do
amanho a ual, englobando á eas que hoje pe encem a No a Venécia,
Boa Espe ança, Jagua é e Vila Pa ão.
Logo após o é mino da Ca a ana à Zona da Ma a, em
19/10/1947, Obéd Emme ich inalizou a edação de uma ex ensa
epo agem, com 14 páginas da ilog a adas, en e os dias 20 e 23 de
ou ub o de 1947, que en iou pa a A Gaze a.
A ma é ia sob e a Ca a ana oi publicada in eg almen e no inal
de ou ub o e início de no emb o, con o me desc i o no Capí ulo 4
(seção 4.16) do li o.
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Pa e A: T ansc ição comple a do a igo o iginal
Pa e B: Cópia comple a do a igo o iginal
Pa e C: Cópia comple a do a igo como publicado em A Gaze a
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2
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Pa e A: T ansc ição comple a do a igo o iginal
de Obéd Emme ich
, com explicações ou e mos explica i os en e colche es
ei os po F ancisco G. Emme ich em 2025.
“SÃO MATEUS, TERRA SEM JUSTIÇA E SEM LIBERDADE”
“Ca a ana da UDN de São Ma eus che iada pelo co onel Eleosippo
Cunha em iagem de p opaganda a a és da "Zona da Ma a" – Não há
escolas – Picadas in ansi á eis – La ado es desa mados e bandidos
a mados – Lad ões de ca alos em ação – Saques e ocaias –
Responsabilidades do go e no – O o Ne es, o maio esponsá el –
Viú as – Fome – Desespe o – Re ol a – Au o idades municipais e
policiais i esponsá eis – C imes ho í eis e c iminosos impunes –
Mo alidade causada po eb es malignas, boba e impaludismo –
Pos os de saúde en egues a meninos inexpe ien es e endo um só
id o de "me oquina" – O a ual p e ei o I an Ca doso azia pa a No a
Venécia ca guei os de a mas, sem la a au o de ap eensão – Clima de
e o em odo o município nas éspe as das eleições municipais –
O enen e Flo iano Rubim, uncioná io da con iança do go e no, em
p opaganda polí ica a a o de O o Ne es.
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Na manhã do dia 9 do co en e iajamos da Vila de No a Venécia, em
Ca a ana cons i uída dos S s. Manuel Pessanha, A naldo Bas os, candida o da
UDN ao ca go de p e ei o des e município, Obéd Emme ich e á ios ou os
denodados [ague idos] companhei os, sob a che ia do Cel. Eleosippo Cunha.
Nosso obje i o se esumia em p opaganda dos p incípios e dou inas do nosso
pa ido e dos candida os do mesmo aos ca gos de p e ei o e e eado es
municipais nas p óximas eleições de 30 de no emb o.– Es a Ca a ana, depois
de ealiza comícios em 12 localidades, endo alado a duas mil e quinhen as
pessoas, sendo que em algumas localidades, em dia ú il, en en ou audi ó ios de
la ado es a é de 350 pessoas – encon ou o po o esol ido a abalha pela
libe ação de São Ma eus. –
A a és de oda aquela egião si uada às ma gens do B aço Sul do Rio São
Ma eus, oda cons i uída de e as de p imei íssima qualidade, encon amos um
punhado de b a os, ao lado de cen enas de he oicos la ado es, lu ando ao lado
da bandei a da UDN. Como um p ei o [homenagem] de Jus iça aqui deixamos a
nossa since a admi ação po oda essa boa gen e, hospi alei a, abalhado a,
since a e o e, e o nosso ab aço de i mãos po in e médio dos seus legí imos
3
líde es e ep esen an es S s. Ra ael Seglia, em Pipinuque; O acílio Fe nandes,
F ança Jonas, Ge mano, Miguel Seglia e F ede ico Lemke, no Có ego G ande;
Chico Paulino, Sebas ião Bea iz, João Leão e Je onymo Teixei a, em Ped a
Boni a; Joaquim Sabino e Leopoldino da Sil a, em Cachoei a dos Pa os;
Ho ácio Rod igues de Oli ei a, em Fo aleza; Manuel Dias de Ca alho, em Boa
Vis a; Ba imeu Gomes de Aguia e An onio Ne o, em Có ego do Ca é; José
Fe ei a da Sil a, Samuel e João Sca aini, em Gua a ema; Manoel Fe ei a da
Sil a, em Água Limpa; Ageno Bo elho, Ca los de And ade, José Ama al, no
Ced o e em In ejada; Manoel Cou o, An onio Teixei a e Abel Ma ins, em Al o
Muniz; Ti o Cid Magalhães, Du alino C is o ão e João Al es Se quei a, em
Baixo Muniz; An eno Nunes e Ma eus Rod igues, em C is alino; e Angelo
B a im, em San a Rosa. Po in e médio des es companhei os, en iamos aos
ou os, cujos nomes não nos oco em nes e ins an e, e a odos os que nos
ecebe am como i mãos, o nosso ab aço acompanhado da g andeza da nossa
causa e ce eza de Vi ó ia nas u nas.
Pa a que o po o do Espí i o San o e do B asil saiba como é que se adminis a
em São Ma eus e como é que os sobas [che es] de bi ola es ei a e meia- igela,
donos do go e no que ainda é o e lexo da di adu a, azem a polí ica do PSD
nes e desg açado in e io que eles, c iminosamen e, condena am à mo e e ao
anal abe ismo, amos ago a aze aqui um des ile de a os pe an e a opinião
pública e denuncia aos homens hones os o c iminoso p ocedimen o das
au o idades des e município nes es maldi os quinze anos de di adu a que o am,
pa a os municípios, desg açadamen e, majo ados, com pequeno in e alo de
bonança.
EDUCAÇÃO PÚBLICA NÃO EXISTE
O mais sag ado dos di ei os que em qualque che e de amília, que é o de e
escola pa a os seus ilhos, jamais oi concedido aos la ado es de oda a Zona da
Ma a. As 36 escolas que exis iam no in e io an es da amige ada e olução
ica am eduzidas a 6 ou 8. Toda a ica egião que pe co emos não em escolas.
Encon amos nos luga es Gua a ema e Água Limpa 3 escolas es aduais que
o am c iadas po in e médio do no o município de Ba a de São F ancisco e
cujas p o esso as lá ecebem os seus encimen os.
O depu ado O o de Oli ei a Ne es, que oi elei o depu ado somen e po que
ecebeu mil e cem o os daquela zona, depois de elei o o empossado nunca mais
se lemb ou de cump i as p omessas que ez àquele po o. Jamais se lemb ou de
pedi qualque coisa pa a os seus bons elei o es, azão po que oda aquela gen e
es á e ol ada. A é uma escola de San a Rosa que unciona a egula men e,
endo como p o esso o S . Angelo B a im, oi echada pelo go e no. Só não
deixou de unciona po que o udenis a José Ma ciano dos San os, e ol ado com
al misé ia, mandou que o p o esso con inuasse a leciona , pois ele paga ia do
seu bolso os seus encimen os. Quando po lá passou a nossa Ca a ana,
encon amos as c ianças em o ma can ando aleg es o hino da Pá ia. Nessa
ocasião o Cel. Eleosippo assumiu o comp omisso de con inua pagando o
e e ido p o esso .
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A população escola de oda a egião que pe co emos e que es á c escendo
como i acional sem as luzes do al abe o é de 800 a 1000 c ianças, não con ando
as que se c ia am du an e es es úl imos anos e que hoje são apenas máquinas de
abalho.
A gen e ica es a ecida em ace de amanho c ime p a icado pelo S . O o e
demais esponsá eis di e os ou indi e os po al es ado de coisas.
O Cel. Eleosippo Rod igues Cunha icou ão penalizado po udo o que
p esenciou que esol eu inancia o uncionamen o de 4 escolas nos seguin es
luga es: Pa imônio do Pa ão, Ped a Boni a, Baixo Muniz e San a Rosa.
Res a-nos conclui – conside ando que nunca hou e an o p og esso
cien í ico e an a pe eição pedagógica – que nunca se iu, ambém, an a gen e
c escendo sem ap ende a le . Is o pa ece um pa adoxo impossí el. En e an o,
po a es de men alidades, como a do depu ado O o Ne es, aqui nes e São
Ma eus, in eliz, é ealidade e quem não quise ac edi a que enha e pa a c e .
NÃO HÁ ESTRADAS
Viajamos du an e 12 dias consecu i os, a ca alo, a a és de ilhos
in ansi á eis. Não chegamos a comp eende de que manei a o am gas as as
e bas o çamen á ias de Es adas e Pon es nes es úl imos quinze anos. Ou
melho , comp eendemos mas não adian a nada epe i mos aqui o que es e jo nal
já es á cansado de dize . Mesmo po que os esponsá eis po es a si uação, de
an o a aso e an a misé ia, são pessoas que me ecem a absolu a con iança do
senho Go e nado . O ce o é que não ansi amos em pelo menos 10 me os de
es adas ei as ou conse adas pela p e ei u a, nem encon amos uma só pon e
ou pinguela cons uída polo pode público Municipal.
Regiões como as de Gua a ema, Fo aleza, Água Limpa, Al o Muniz, Ced o
e c., em cujas e as icejam as mais belas la ou as, i em comple amen e
di o ciadas da ida do município. Toda a an ás ica p odução de ca é, ce eais,
madei a e c., escoam [escoa] pelo município de Cola ina, sendo que odos os
impos os es aduais, ede ais e municipais são pagos a [em] Cola ina ou Ba a de
São F ancisco, em i ude de não ha e es adas de pene ação que es abeleçam
acilidade de in e câmbio come cial, com o es o do município de São Ma eus.
A é os limi es com Cola ina não emos es adas. Daí pa a a en e, sim. É mais
ácil i -se de Gua a ema a Vi ó ia do que i -se a São Ma eus, e o in e essan e é
que segundo pudemos obse a , uma sé ie de es adas ligando No a Venécia aos
cen os p odu i os daquelas egiões não se ia ão di ícil. Caso hou esse um
pouco de boa on ade po pa e dos di igen es municipais, c emos que o
Depa amen o de Es adas de Rodagem já e ia ealizado ais se iços de
ines imá eis bene ícios pa a a economia do município e bem-co a pa a o po o
de ais localidades que, cons uindo, com o es o ço p óp io, g ande on es de
endas, sen e, desoladamen e, o desin e esse com que é a ado pelos p óp ios
di igen es do município em que i e.
5
Somen e o iajan e que pe co e aquelas pa agens pode a alia o es ado
las imá el dos ilhos imp o isados pelos p óp ios mo ado es e em alguns
luga es pe co e-se léguas a a és de picadas pe igosíssimas.
Nós, que conhecemos á ias egiões do sul do Es ado, quando pene amos
em Gua a ema e Água Limpa, i emos a imp essão de que es á amos
ul apassando os umb ais de um No o Mundo, al a quan idade de la ou as de
ca é o madas e em o mação ao lado de oças de milho, cana, pas agens, boas
casas, udo bem abalhado, bem a ado. A única coisa que des oa de oda essa
ma a ilhosa sin onia de abalho e de he oísmo é que há 17 anos iniciou-se a
c iação de an a iqueza e a é hoje 1947 ano da g aça de Nosso Senho Jesus
C is o, os O os e Ca dosos ainda não oma am conhecimen o de ão palpi an e
ealidade, senão pa a ob e an agens elei o ais.
O caso e gonhoso das pon es de Boa Espe ança e da Cachoei a dos Pa os
me ece um comen á io à pa e.
PONTE DE BOA ESPERANÇA E DA CACHOEIRA DOS PATOS
Quando o Cel. Eleosippo Cunha di igiu es e município e que sua enda e a de
apenas 105.000,00 [C $], não ha ia luga de a essia de io ou có ego em que
não hou esse uma pon e. Assim, as pon es de No a Venécia e de Boa Espe ança
o am cons i uídas po ele. Mais a de, ou melho , ul imamen e, a pon e de Boa
Espe ança, oda cons uída de gua abu e ipê, oi desmanchada pa a se ei a em
ou a posição e a é hoje con inua o local sem pon e e o po o passando a au,
endo ha ido a é uma mo e po es e mo i o. O mais in e essan e é que a é
ma e ial conseguido com o es ado pa a cons ução da e e ida pon e oi
des iado, c iminosamen e, segundo es amos in o mados segu amen e, pa a
cons ução de uma casa de Luz e Fo ça den o da Vila de No a Venécia.
Resul ado: nem pon e, nem Luz.
A Pon e de Cachoei a dos Pa os ambém es á sem solução. O po o i ou
odas as ligas e anspo ou pa a o local. Quando po lá passamos i emos a
is eza de p esencia udo aquilo e chegamos à conclusão de que ou mudamos
de men alidade e ol amos pa a o in e io a maio pa e das endas públicas ou,
en ão, dec e a emos a nossa p óp ia alência! O adminis ado p ecisa e
e gonha, ca á e , co agem e sob e udo a isão do u u o!
NÃO HÁ SAÚDE E ASSISTÊNCIA
Mais de cinquen a po cen o de oda aquela zona es á si uada em luga es
eb is, doen ios. E al é o he oísmo daquela gen e, a lu a con a o ambien e
hos il, cons uindo iquezas ines imá eis [,] que cabe ia ao pode público, po
um comezinho de e de solida iedade e coope ação, auxilia aquele po o a
supo a o pesado a do das suas ibulações co idianas. En e an o a é ago a
nada se ez nesse sen ido. Ago a mesmo o am c iados dois pos os de saúde ou
assis ência, um na esidência do S . San iago e ou o na esidência do S .
Manoel Tula. A é aí mui o bem. O que abe a de odos os p incípios o iundos
das sé ias esponsabilidades que pesam sob e o pode público é que os e e idos
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pos os es ão sob a esponsabilidade de meninos inexpe ien es que, ainda assim,
es ão p a icando [a endendo] ou as pessoas pa a o mis e . Pe gun o: como
pode ão es as pessoas p es a os indispensá eis se iços se o am p a icados,
jus amen e po quem não sabe nem pa a si p óp io? Pode á ha e a é casos
g a es de en enenamen o, u o da inexpe iência de ais uncioná ios, mui as
ezes a é bem-in encionados. No en an o, segundo o di ado co en e, é de boas
in enções que es á cheio o in e no.
Esses pos os c iados ago a, nas éspe as das eleições municipais e nas casas
de che es do PSD, são, po odos os p incípios, inócuos e e ol an es [ e no a
de odapé
1
]. No pos o localizado na esidência do S . San iago só encon amos
um id o de comp imidos de Me oquina
2
com mais ou menos 500 comp imidos
e nada mais! No ou o pos o do Manoel Tula, segundo in o mação do p óp io
uncioná io, ha ia ambém Me oquina, 24 ampolas de Paludan
3
e 6 de A ebina
4
e
nada mais! São pos os de Saúde e Assis ência apenas pa a inglês e . Não há
nos mesmos os medicamen os indispensá eis pa a os "soco os u gen es". Tais
pos os não es ão em condições de encana uma pe na ou um b aço; debela um
c upe, [e] uma pneumonia inespe ados; sal a um cidadão mo dido po uma
cob a enenosa; p es a os p imei os soco os a pessoas nas amige adas ocaias;
a a de e idas e e minoses, en im, ealiza a missão p imá ia dos pos os de
saúde em Zonas u ais.
Po essa amos a podemos a alia a é a que pon o chegamos em ma é ia de
esponsabilidade do pode público em ace do de ido espei o com que de em
se a ados e assis idos odos os homens dignos, hones os, abalhado es e
c iado es da iqueza e independência social, mo al e econômica do B asil.
O que mais e ol a a gen e é que pa a minis a em os comp imidos de
Me oquina ainda pe gun am em quem os pacien es ão o a . Os ais pos os
nada mais são do que odien as e e ol an es sucu sais do PSD, em plena
igência dos p incípios democ á icos.
Concluímos que pa a dis ibui Me oquina daquela manei a não ha ia
necessidade de o go e no paga dois uncioná ios que pode iam es a ocupados
em ou o mis e .
Há egiões em que es á g assando um su o mui o sé io de "Boba"
5
, doença
mui o con agiosa e e í el! Na egião de San a Rosa e San a Ba ba a, p óximas
1
Essa sen ença es á um pouco di e en e no o iginal. Po uma ques ão de cla eza, es amos
ansc e endo aqui a o ma como oi publicada no jo nal A Gaze a, na edição de 30-31/10/1947.
2
A "Me oquina" e a um medicamen o cuja subs ância a i a é o clo id a o de me loquina, u ilizado
pa a o a amen o e a p o ilaxia da malá ia (paludismo), adminis ado em comp imidos.
3
O "Paludan" e a um medicamen o cuja subs ância a i a é o clo id a o de quinina, u ilizado no
a amen o da malá ia (paludismo) e adminis ado po injeções in a enosas ou in amuscula es.
4
A "A ebina" e a um medicamen o cuja subs ância a i a é a quinac ina [mepac ina], u ilizado no
a amen o da malá ia (paludismo), adminis ado em injeções ou comp imidos.
5
A "boba" ( ambém conhecida como "bouba" ou "pian") é uma doença in ecciosa opical c ônica,
causada pela bac é ia T eponema pallidum pe enue, da mesma amília da que causa a sí ilis.
7
de Ba a Seca, há mui o dessa doença pa o osa e a é o momen o o go e no não
omou nenhuma p o idência a espei o.
JUSTIÇA, LIBERDADE E GARANTIAS INDIVIDUAIS SÃO FIGURAS
MITOLÓGICAS
A si uação eal dos mo ado es de oda aquela egião, com a exceção de
alguns mais a ojados ou decididos, é de anco e o . É de aba imen o mo al,
de medo em ace das açanhas as mais ignominiosas, em ace de injus iças as
mais clamo osas e condená eis.
Da a do empo em que e a delegado de São Ma eus o a ual p e ei o I an
Ca doso, a campanha de desa mamen o dos la ado es que, em is a disso,
den o da ma a, sujei os a oda so e de a aques ica am desa mados, enquan o
bandidos como Ti ino Rosa e seus capangas, lad ões de ca alo, elemen os
suspei os de odos os ma izes, pe manece am li es e agindo com o benepláci o
das p óp ias au o idades.
Sim, po que não podemos admi i que essas (au o idades) não enham
conhecimen o de an a misé ia, de an o oubo de ca alos e ou os animais, de
an a mo e de ocaia!
Há na coma ca, a qui ados em ca ó io, g ande núme o de p ocessos de
c imes de á ias na u ezas e que es ão dependendo de p o idências policiais
enquan o que os culpados, na u almen e, es ão planejando e p a icando no os
c imes.
Segundo o es emunho insuspei o de pessoas de epu ação ilibada essa egião
o nou-se o esconde ijo a o i o de oda ca a de c iminosos o agidos de ou os
ecan os. De uma ei a, ês bandidos cien es de que um cidadão ha ia
denunciado às au o idades suas p esenças no local, compa ece am, insul a am e
só não assassina am o e e ido cidadão po que descon ia am que o mesmo
es i esse p epa ado pa a o golpe. Ainda assim, exigi am dinhei o e depois o am
embo a.
Pa a que os lei o es enham uma pálida ideia dessa si uação de insegu ança,
injus iça e e o em que i e oda aquela população, bas a ep oduzi aqui o
es emunho de g ande núme o de pessoas de epu ação, as quais nos decla a am
que o homem que i e ali em que se cego, mudo e su do. Tem que e e ou i ,
mas ai do que ab i a boca pa a denuncia os culpados. O denuncian e,
in a ia elmen e, apa ece mo o logo em seguida.
Passamos a ci a alguns a os colhidos de pessoas insuspei as e que po ce o
da ão uma ideia exa a do clima de insegu ança em que i e o cidadão, o che e
de amília daquelas pa agens.
De Lau en ino, um elho que mo a no có ego da Di eção, e de seu ilho
Sebas ião ouba am ês capados [ca nei os jo ens cas ados pa a a engo da]; de
José Agnelo Se quei a esiden e no có ego do Gua ani, um capado; da iú a
Ri a de Tal, às ma gens do io São Ma eus, ouba am udo o que ha ia em casa;
de João Al es Sequei a, no Có ego do Ca alo ou Gua ani, ouba am ês bes as
8
e uma égua. Todos esses saques pe manece am sem a mínima p o idência
policial. A coisa chegou ao pon o de o che e de amília ou i o capado g i a e
não pode oma nenhuma p o idência pelo a o de es a desa mado em
consequência das diligências policiais, de que já nos emos ocupado po es as
colunas e ou as an as que pe manecem igno adas do público.
Fomos in o mados de que no Rio P e inho, município de Ba a de São
F ancisco, há den o da ma a, na cabecei a de um có ego, um esconde ijo de
animais oubados. Quem sabe se ambém aqui po pe o de No a Venécia não
há des es esconde ijos? Sim, po que é ão ul oso o oubo de animais po es as
egiões que dá pa a a gen e descon ia de que só um esconde ijo seja
insu icien e pa a esconde an os oubos.
O núme o de iú as po aquelas g o as is es é ão g ande que causa ho o .
Viú as em i ude de c imes de mo e. Há luga es em que mo am uma após
ou a, ês e mais iú as. Iolanda Ramos, po exemplo, mo a pe o de mais duas.
Is o no Baixo Muniz. Es a icou iú a na mesma noi e de 17 de ab il de 1947,
quando deu à luz um ilho. Seu ma ido, Izaaque Ramos, oi mo o quando se
dei a a numa es ei a na sala. Seu assassino, pela es a da po a mal echada,
des e iu-lhe ce ei o i o. Mo eu sem sabe que mo ia. Não obs an e as
p o idências do agen e Do alino Ben o, a é hoje não oi ei a nenhuma
diligência. A polícia de Sal ado Ca doso es á semp e mui o ocupada e não em
empo de pe segui esses bandidos. É p eciso
6
su a bêbados ino ensi os, su a
mulhe es casadas, a as a de casa elhos e su á-los.
Con emos mais um a o, segundo depoimen o de uma es emunha: José dos
San os Ma ins, ulgo "José Cigano", eside no Có ego do Es e ão há no e
anos, onde em uma boa colônia. É conhecido po oda a izinhança como
cidadão paca o, abalhado e hones o. Mo a sozinho. Nos p imei os dias des e
mês oi a as ado de sua cada casa pelos indi íduos de nome Jaconilo Flo ence e
Nilo Lopes que, se dizendo en iados da polícia de Pa ão, o su a am bas an e,
endo ele ido a No a Venécia e dado queixa. O Sal ado Ca doso, a única
p o idência que omou oi esc e e uma ca a ao S . Benedi o Mou a, izinho da
í ima, nos seguin es e mos: "Subdelegacia de Polícia, No a Venécia, em 4 de
ou ub o de 1947. S . Benedi o Mou a – Có ego do Es e ão – Como o S . José
dos San os Ma ins es á com eceio de seus inimigos daí enham a ba e -lhe
uma ou a ez, peço que o de enda des as possí eis ag essões. – D. Amo Obdo.
Sal ado Ca doso. Subdelegado de Polícia". – Quin a- ei a os dois supos os
agen es policiais acima di os apa ece am na p op iedade de Benedi o Mou a,
quando es e e sua mulhe Ma ia da Sil a Mou a es a am plan ando milho, e
logo embaixo es a am capinando o S . José Sa u nino, ulgo José de C is o, sua
mulhe Dagma , Ma ia Amália, e nes a ocasião os senho es Jaconilo Flo ence e
Nilo Lopes decla a am que já ha iam dado duas su as no pob e elho, e que
ago a es a am caçando-o pa a p ende , po o dem da polícia, ap esen ando
a iados mo i os idio as pa a as quais não há jus i icação, sendo um deles de
que o elho cigano es á doido. Is o não é e dade po que o elho es e e na
6
Na publicação de A Gaze a em ez de “É p eciso”, oi esc i o “É cu o o empo pa a”.
9
delegacia e o delegado não o econheceu como maluco, an o que o deixou i
embo a. O Benedi o Mou a, en ão, di igiu-se a eles pedindo que se eles es a am
com o dem da polícia de e iam co e sua casa, ao que eles saí am com
desa o os, dizendo que se ele quisesse "co a am" no i o ou de qualque
manei a.
Em conclusão: de sex a pa a sábado apa ece am ondando a casa de Benedi o
Mou a dois indi íduos que se supõe que sejam os mesmos, endo o Benedi o
dado um i o de espinga da pa a espan a e eles en ão co e am. Quando
es i emos no pa imônio do Pa ão com a Comi i a policial, o soldado lá
des acado nos disse que inha p endido um cabulei o
7
e que es a a apu ando o
caso. Pois esse e a jus amen e o elho cigano, homem hones o e abalhado .
Tes emunhas: Benedi o Mou a e sua mulhe , José Sa u nino a sua mulhe , Ma ia
Amália, José Pin o, Jose Russinho e oda a izinhança.
As i egula idades pa em das p óp ias au o idades, o a ual p e ei o I an
Ca doso, quando delegado de polícia, p ocedia da seguin e manei a: A polícia
soube que o S . Lindol o Gomes da Sil a possuía um e ól e . Imedia amen e
oi p ocu a o e e ido senho . Em casa só es a a sua mulhe . Pe gun a am-lhe
pelo e ól e , ao que ela decla ou que não sabia. Em seguida e is a am a casa
oda. Dei ada em uma cama es a a uma c iancinha ecém-nascida. Na aina de
encon a em o e ól e , quase ma a am a c iança su ocada, ao en ola em o
colchão. Mais a de, pela licença n° 20, de 3 de agos o de 1938, paga pelo alão
n° 409, do e e ido exe cício, na Cole o ia de São Ma eus, oi egis ado o
e e ido e ól e S.W. [Smi h & Wesson] cabo de mad epé ola, n° 504,726. No
ano seguin e, es a a o senho Lindol o na casa do S . Leopoldo Ay es Fa ias
quando passou po lá o delegado I an Ca doso e decla ou que seu e ól e
p ecisa a se no amen e egis ado, que le a ia a di a a ma e que o Lindol o o
p ocu asse no sábado em No a Venécia pa a eso1 e em sob e o egis o. No
e e ido sábado compa eceu ele em No a Venécia e o delegado já ha ia
eg essado a São Ma eus, endo nes a iagem, azido do in e io um ca guei o
ca egado de di e sas a mas omadas dos la ado es. O Lindol o ecebeu um
ecado do I an, po in e médio do S . Jo ge Dahe pa a que ele o p ocu asse em
São Ma eus. Como o pacien e não pudesse i a é lá, de ido às despesas de
iagem, pois é pai de amília nume osíssima (na ocasião 15 ilhos), a é a da a de
hoje não soube no ícias do di o e ól e . Des e caso ambém há es emunhas.
Encon amos a cob a impos os, pela e e ida zona, o S . Má io To qua o, em
nome da P e ei u a, acompanhado do cabo de Polícia Amadeu de al, jus amen e
ago a, nas éspe as das eleições, e concluímos que o único obje i o é
amed on a o po o pa a ob e an agem nas u nas. Is o é mui o g a e, de ez
que os pode es públicos êm os meios legais pa a a cob ança dos impos os
de idos, e a unção da Polícia é ep imi o bandi ismo o ga an i a o dem
pública.
7
"Cabulei o" é o p a ican e da Cabula, i o eligioso a o-b asilei o com aízes em adições a icanas.
A Cabula e e maio exp essão no Espí i o San o, Bahia, Rio de Janei o e Minas Ge ais.
OOHTIWACÃO
*
MÃO
HA ESTRADAS
Viajamos
du an e
12c dias
consecu i os,
a
ca alo,
a a és
do
i
Ihos
ín anzi a cis.
XJao
chegamos
a
comp eende de que
manei a
o am
gas as
as
e bas
o çamen a ias
de
Es adas
e
Fon es
nes es
ul im
/
quinze
anos, ou
Melho ,
comp eendemos mas não
adian a
nada
epe i -
mós aqui o que esse
jo nal
já es á cançado de
dize ,
Mesmo po que os
esponsá eis
po es a
si uação
de
an o
a azo
e
an a
misé ia,
ono
pessoas
cue me ecem
a
absolu a
con iança
do
sonlio
Go omado .O
ce -
o
é
que não
ansi amos
cm pelo menos 10 me os de
es ada
ei as /
ou
conse adas
pela
p e ei u a,
nem encon amos uma só pon e ou pin-
guela
cons uída
pelo pode
publico
Municipal#
Regiões
como as de Gua a ema,
Fo aleza,
gua
limpa,
Al o Muniz
(Ced o, ß c.> cm cujas
e as
icejam as mais
belas
la ou as
i em X
comple amen c
di o ciadas
da ida do
município.
Toda
a
an as ica /
p odução de ca é,
ce eais,
madei a
e c.,
escoam polo
município
de 02.
la ina,
sendo cue odos 03 impos os
es aduais,
de ais
c
Municipais
/
são a os
a
Cola ina
ou
Ba a
de Sao
F ancisco,
em
i ude
de nao ha
e em
es adas
de
pene ação
que es abeleçam
acilidade
de
in e câm-
bio
come cial,
com o
es o
do
município
de são Ma eus. A é os
limi
-
os com
Cola ina
não emos
es adas.
Daí
pa a
a
en e,
sim.
á
mais
ácil
i -se
de Gua a ema
a
Vi o ia,
do que
i -se
a
são Ma eus.
E
o
in e essan e
é
que scguudo pudemos
obse a ,
uma sede de
es adas
li
gando Ho a-Venocia aos
cen os
p odu i os
daquelas
egiões
não
se ia
ao
di ícil.
Caso
hou esse
um pouco de b5a
on ade
po pa e dos di-
igen es
municipais,
c emos que o Depa amen o do
Es adas
do Roda
-
ge n já
e ia
ealizado
ais
se iços
de
ines imá eis
bene ícios
pa a
a
economia do município
c
bem-es a
pa a o po o de
ais
localidades
que,
cons uindo,
com o
es o ço
p op io,
g ande
on es
de
endas,
/
sen e,
dcsoladamcn e, o
desin e esse
com que
é
a ado
pelos
p opn-
03
di igen es
do
município
em que
i e.
Somen e o
iajan e
que
pe co e
aquelas
pa agens
podo
a alia
o
es ado
las imá el
dos
ilhos
imp o isados
pelos
p op ios
mo ado es
e
em
alguns
loga es
pe co e-se
léguas
a a és
de
picadas
po i-osis-
simas.
COIITINU
COETIHÜACÃO
NÓ3, cue conhece
.33
a ias
egiõcn
do Sul do Es ado, quando
pene ai
mos em Gua a ema
c
Agua
limpa
,
Ti emos
a
imp essão
de que
es a a
-
mos
ul apassando
os
umb ais
de um lío o Mun o,
al
a
quan idade
de
la ou as
de
ca é
o madas
e
cm o mação ao lado dc
oças
dc
milho
/
cana,
pas agens,
boas
casas,
udo bem
abalhado,
hm
a ado.
A ú-
nica coisa que
dis 5a
do o<
a
essa
la a il'
osa
sin onia
dc
abalho
e
cie
he oísmo
é
que ha 17 anos
iniciou-se
a
c cação dc an a
ique-
za
e
a é hoje 1947 lno d©
g aça
dc líosso Oenao
Jesus
C is o,
os
/
O os
c
Ca dozos ainda não oma am conhecimen o dc ão
palpi an e
jj
alidade,
sinão
pn a
ob e
an agens
elei o ais,
O caso
e gonhoso
das pon es de Boa-Espc nnça
e
da Cachoei a
/
doo
Pa os,
me ece um comcn a io
á
pa e,
oí TB DE B0A-'l
BRA1
-A E
CACHOEIRA
DOS
L
70S.
quando o Ccl Moosippo Cunha
di igiu
es e
município
e
que
s
a
enda e a dc apenas lü5,OOO,OO, não
ha ia
lo a dc
a essia
de io
ou
co cgo
cm que não hou esse uma pon o, ssim,
a
pon e dc lío a-Vg,
necia o dc BÔa-Espc ança o am
cons i uídas
po
ele.
Jiais
a de
ou
melho ,
ul imamen e,
a
pon e dc Boa
-Espe ança,
oda
cons uída
de
/
gua abú
e
i &,
oi desmanchada pa a se
ei a
em ou a posição
c
/
a é hoje
con inua
o
local
sem pon e
c
o po o passando
a
au, endo
ha ido a é uma mo e po es e mo i o,
0
mais
in e essan e
c
ç
e
a e
ma e ial
conseguido como o
es ado
pa a
cons ução
da
e e ida
on
e
oi
des iado,
c iminosamen c,
segundo
es amos
in o mados
segu amen-
e, pa a cons ução dc uma casa de Luz
e
Eo ça
den o
6© Vila de 1-2.
a-Ve ccin,
'io -ul ado Hem pon e, nem Luz.
A pon e de Cachoei a doo pa os ambém es a oem
solução.
0
po o
i ou
oda, as
igas
c
anspo ou
pa a o
local,
■
uando po
lá passamos i emos
a
is eza
de
p esencia
udo
aquilo
e
chegamos
á
conclusão de cue ou mudamos de
men alidade
e
ol amos
pa i o
in ja
io
u
maio
pa e
das endas
publicas
ou,
en ão,
dec e a emos
a
/
nossa
p op ia
alência
!
Q
adminis ado
p ecisa
e
e gonha,
cö a
e ,
co agem
e
sob e udo
a
isão do
u u o
J
MO HA
SAUDE
%
ASSTSTB-TCIA
Tal ez mais de
cincoen a
po cen o de oda
açucla
zona
es eja
si uada
em
loga cs eb is,
doen ios.
E
al
é
o
he oismo
daquela
gen,
CONTIl-RJA
GOM’IiiLU. O
gen e»
a
lu a
con a
o
ambien e
os il,
cons uindo
iquezas
ineo i
na els
que
cabe ía
ao pode
publico,
po um co nesinho de e de
soli,
da iedade
e
coope ação,
auxilia
aquele
po o
a
supo a
o pesado
/
' w
•
E
■
a do das suas
i ulacõcs
co idianas.
En e an o
a e n-o a nada se
ez nosso sen
ido.
Ago a meo.o o am c cados dois pos os de Saude ou
assis ência,
um na
esidência
do
Sn ,
San iago
c
ou o na
esidência
do ün . Manoel
lula.
A é aí mui o bem, O cue
abe a
dc odos os
/
p incípios
o iundos
das
se ias
esponsabilidades
que pesam sob e o
pode
poblico
c
cue o
e e idos
pos os es ão sob
a
esponsabilidade
de meninos
incspc icn cs
cue, ainda assim, os ao
p a icando
ou as
pessoas
pa a o
mis e ,
i-c o: como pode ão
es as
pe sons
p es a
os indie-
e
sn -cis
se i
i os ii o am
p a icados,
jus amen o po quem
não sabe n ?. ; a a sí
p opno?
Po c á
ha e
a e ca ps
g a es
de en o
nenamen o,
u o
da
mcope icncici
ce
ais
uncioná ios
mui as
ezes
a é bem
in encionados,
*o
e a.
o secundo
di ado
co en e,
c, e«e—
dc boas in en õco que es a cheio o
in e no
•
gone pos o c iado
ago a,
nas
éspe as
das
eleições
municipais
e
nas ca- as de
che es
do PSD. sã po odos, os
p incipies
inoquos
c
e ol an
es. Mo pos o cue es á
local!
ado na
esidência
do Seu,
/
S in ia
o só encon amos um id o dc comp imidos de
he oquina
com
/
.inis ou menos
5°°
comp imidos
o
nada mais 2
JHo
ou o pos o o
■
mago-
ei Tula, segundo in o mação do
p op io
uncioná io
ha ia
übem he-
oquina,
24 ampolas de
aludan
e
ó
de
A ebina
c
nada mais ♦ °ão poji
os dc
Saáde
c
Assis ência
apenas
pa a
inglez
e .
Ano ba nos mes
-
mos os medic
amen
oo
indispensá eis
pa a os
"soco os
u gen es".
Tais
pon os não es ão cm condições de
encana
uma
e na
ou um b aço; de-
bela
um
c upc,
uma peneumonia
inespe ados
j
sal a
um
cidadão
mo di.
do po uma cob a enenosa;
p es a
os
p imei os
soco os
a
pessoas
nas
amige adas
ocaips;
a a
dc
e idas
c
e .
inoses,
em im, qa
liza
a
missão
p ima ia
dos pos os de
saude
em Lonas
u ais.
Po essa amos a podemos
a alia
a e
a
que pon o chegamos cm
/
ma e ia
do
esponsabilidade
do ode
publico
oià ace do de ido
es-
pei o com que de em se
a ados
e
assis idos
odos os homens dig
-
nos,
hones os,
abalhado es
e
coado es
da
iqueza
c
Independendo
social,
mo al
e
economica do
B asil.
GÜi
TI1ÍÜA
COIíTI lJ;.:ÂO
__________________
>1
Ocuc mais
e ol a
a
gen e
c
que
pa a
mi
lo a em
os
comp imi
-
doa de me oquina
aluda
pe gun am em quem os
pacien es
ão
o a .
On
ais
os os
nada mala no do que
odien a»
e
e ol an es
suou sais /
do PSD. em
plena
i/gencia
doa
p incípios
democ á icos.
Concluímos cue pa a
ç
is ibui
me
o
quina daquele
manei a
não
/
ha ia
necessidade
de o o emo
paga
dois
uncioná ios
que pode íam
es a
ocupados em ou o
mis e .
iia
egiões
cm que es á
g açanco
um su o mul o
se io
de “Boba“
doença mui o con a íosa
e
e í el
.* La
egião
de Uin a Rosa
e
..an-
3
a
Ba ba a,
pnxi
ias io
Ba a
Seca, ha mui o dessa doença
pa o osa
e
a é
o
momen o o
go e no
não omou nenhuma
p o idencia
a
espei o.
&
JUSTICh,
IIK WADS
B
'QARA1TTIAC
IHPITOUAI
BIGURAS
BITOTOGTCA?
A
si uação
eal
os mo nco es de oda aquela
egião,
com
a
ex-
ceção de
alguns
mais
a ojados
ou
decididos,
c
de
anco
e o ,
á
de
aba imen o
mo al.
í
de mêdo on ace da
açanhas
as
iais
igno;.iinl
osas, cm ace de
ínjus i
as as mais
clamo osas
c
condená eis.
Da a do e.jpo
em.
que e a
delegado
de Sao an i
eus
o
a ual
cícjl
o
I an
Ca dozo,
a
campanha de desa mamen o dos
la ado es
cue, cm
is a
disso,
den o
da ma a,
sugei os
a
oda
so e
de
a aques
ica-
am desa mados, emeua o os bandidos como Ti
ino Tosa
c
seus
capan-
jas.
lad ões
de
ca alo,
elemen os
suspei os
de odos os
ma izes,
pe
mnnccc am
li es
e
agindo com o
benepláci o
das
p opnus
au o. x.
a
es
•
Sim, po que não podemos
admi i
que essas não enham
conhecí
-
mon o de an a
misé ia,
de an o oubode
ca alo»
e
ou os
animais,
de an a mo e de
ocaia
l
Ha na comn oa,
a qui a
os em
cai’ o io
s
g ande
nume o de p ocos,
sos de
c imes
de
a ias
na u ezas
e
que es ão dependendo de
p o í
-
dcnciao
policiais
enquan o
quo os
culpados,
na u almen e,
es ão pin
nejando
c
p a icando
no os
c imes.
Segundo
o
es emunho
insuspei o
do
pessoas
de
epu ação
ilibada
essa
egião
o nou-se
o
esconde ijo
a o x o
de oda
ca a
de c im
nosos
o agidos
de
ou os
ecan os.
De uma
ei a,
&s bandidos
ci-
en es de cue um cidadão
ha ia
denunciado ás
au o idades
suas
p eso
ças no
local,
compa ece am,
insul a am
c
sá não
assassina am
o
o £
ido cidadão po que CO3JTDTUA
desconiia nm
que
o
meaiao ca
i esse
p eya aup
pu « o
&olpe.
Aipa nn.iiw
exigi am
dinhei o
e
depoio,
o am embo a.
Pa a
que 03
lei o es
enham. uma
palida
idéia
dessa
si uação
de
in-
segu nnçn,
injus iça
c
e o
cm cue i e oda
aquela
população,
ba a
ep oduzi
aqui 0 es emunho de
g ande
nume o de
pessoas
do
epu ação
/
as quais noa decla a am cue 0 homem que i e
all
em que se
coo,
mudo
e
su do.
Tem que e
e
ou i ,
mas ái do que
ab i
a
boca pa a
denuncia
03
culpados
4
u
denuncian e,
in a ial el
acn e,
apa ece
mo o logo cm
/
seguida,
•
Passemos
a
ci a
alguns
a os
colhidos
de
pessoas
insuspei as
e
que po ce o da ao uma
idcia
exa a do clima de
insegu ança
cm que
/
i e 0
cidadão,
0
che e
de
amília
daquelas
pa agens.
De
LUu cn ino,
um elho que o a no
co cgo
da
Di eção
e
de seu
ilho Sebas ião
ouba am
oe
coados;
de José Agnelo
Se quei n
esi
den e no
co cgo
do
Gua ani,
um capado; da
iu a
Ri a de
Tal,
as max
gens do io são
iia cus,
ouba am
u<
o
0
que ha ia cm casa; de João
/
Al es
Se cuci a,
no Co cgo do Ca alo ou
Gua ani,
ouba am
òs
bes-
as
c
uma
cgua.
Todos
es es
saques pe manecem .se a
a
mínima
p o iden-
cia
policial.
A coisa chegou ao pon o de o
che e
de
amília
ou i
0
capado
g i a
c
não pode oma nenhuma
p o idencia
pelo a o de es-
a
desa mado cm consequência das
diligencias
policiais
òe que já nos
e mos
ocupados po
es as
colunas
e
ou as
an as
que pe manecem
ig-
no adas do
publico.
Pomos in o mados do que no Rio
F e inho
município
de
Ba a
do
/
são
F ancisco,
há den o da ma a, na
cabecei a
de um
ca ego,
um es-
conde ijo
de
animais
oubados.
Quem sabe lá oi ambém
aqui
po pe o
ac Ha a-
Venecia
não ha
des es
esconde ijos?
Sim,
po que
c
ão
ul o-
so □ oubo de
animais
po
es as
egiões
que âó pa -a
a
gan «
dccoon X
a de que só um
esconde ijo
seja
insu icien e
pa a
esconde
an os
/
oubos»
O nume o do
iu as
po
aquelas
g o as
is es
c
ão
g ande
que
causa
ho o .
Viu as e a
i ude
de c imes de mo e. Ha
loga es
em
/
que mo am
ume*
após
ou a,
Ss
c
10a
is
iu as.
Island© Ramos po exem
pio, mo a pe o dc mais duns, Os o no Baixo
llunlz.
Es a icou
iu a
na mesma
noi e
de 1? de
Ab il
dc
194'/,
quando deu
d
luz um
ilho.
CQiiTIhUA
COT.TIK.
,•■
7.0 ,
Seu
ȇ ido,
Izaaque
Ramos, oi mo o quando oe
dei a a
numa
es ei a
na
□ala.
eu
assassine
pela
en e
da po a mal
cehadn,
deo e iu-lhe
co
ei o
o
i o.
Mo eu sem
sabe
que
mo ia,
não o'
s a e
ao
p o idenoi-
$
as do Agen e Do i<liao on o, a é hoje não oi
ei a
nc-nhu
diligei>-
cia.
A
Bolicía
de
Sal ado
Ca dozo es á semp e mui o
ocupada
e
não em
empo de
pe segui
coces
bandidés.
$
p eciso
su a
be ados
ino c. ci
-
os»
su a
mulhe es
cacadao,
a as a
de casa
elhos
c
au a-los.
C
on
c .ios mais um
a o,
segu do
depoimen o
do uma
es emunhai
Jose
dos
san os
Ma in.:.,
ulgo
’ José Ci.çano”
eside
no
Co cgo
do
Es e ão
ha no o anos, onde em
a
bon
lolonia.
É
conhecido
po oda
a
izl
-
nhança
como sida ão paca o
o ado
e
hones o,
’’o a
sozinho.
Kos
/
p imei os
jias es e cs, ~>i
a /ao n
o de sua caca pelos in;
í iduos
/
ac nome
Jaaonilo
Flo ence
c
üiio lopes que se
aizendo
cu iaaos
aa
poli
cia ao
í-aào,
j
su a am
oas an e,
onco Sie ido áí em ho a-Vcnccía
c
dado
queixa.
ü
Sal ado
Can ozo,
a
unica
p o idencia
que omou oi es-
c e e
uma ca a ao "n .
“enedi o
’’ou a,
izinho
da
i i .a,
nos sequin
os e mos»
'Subdele
acia e
Policia
,
Mo a-Venecia, cm
4
de Ou ub o
/
de 19*7»
Sn .
Benedi o Mou a
-
Co ogo do
Es e ão
-
Como o
Sn .
José
dos
San os
Ma ins
es á com
eceio
de seus
inimigos
dahi
enham
a
ba
-
e -lhe
uma
ou a
ez,
pcço-lnc
que o
de enda
des as
possí eis
ag e
—
çÕc-s.
♦
1». Aßö uDò c.
Sal aao
ca aozo.
»ueaclegnao
ac
policia*. -
quiji
a-íei a
os aois
supos os
agen es
policiais
acima
ái gs
apa ece am
na
p op ie ies
e
de
Benedi o
jssuoduia
«ou a,
quanuu es e
e
sua
mulhe
Ma ia
da
Sil a
Mou a es a am
plan ando
màlho
c
logo «a
baixo
es a am
cnpinaiL
do 0
Sn .
José
Sa u ino,
ulgo
Jose de
C is o,
sua
mulhe
Bn ma
c
Ma-
ia
hmalia
0 nes a ocadião 08 Gn s.
Jaconilo
Flo ence
e
Hilo
I
opeo de*
clô a am.
que já ha i cm dado duna
su as
no pob e
elho
e
cue
ago a
es*
a eua caçando-o pa u
p ende ,
po o dem .a
policia,
ap esen ando
á i-
os mo i os
idio as
pa a a~
quais
não ha
Jus i icação,
sendo um
deles
/
de que 0
elho
cigano
es á doido
is o
não
é
c d .de
po que
0
elho
es-
e e na
delOj icla
e
0
p op io
subdclcgado não 0 econheceu como maluco
an o cue 0 deixou i em bo a, u
Benedi o
Mou a,
en ão,
di igiu-se
a
eles pedindo cue ;e eles
es a/am
com o dem da
policia
de e íam
co e
sua casa ao que
eles
saí am
com
desa o os,
dizendo que si ele
quezes
è
que "co a am
1
* no
i o
ou de
qualque
manei a.
C0JTÍI1ÍU&
CQKTWJAÇAO ___
____
Bn conclusão» dc
sex a
pa a
sabado
apa ece am
ondando
a
casa de Bene-
di o
ou a
dois
indi íduos
que
supõe-se
que se,jam os mesmos, endo o
/
Benedi o da o um
i o
de
espinga da
pa a
espan a
o
eles cs *o
co e
-
am» (uando
es i emos
no
pa imônio
do pa ão com
a
Comi i a
policial,
0 soldado lá
des acado
nos
disse
que
inha
p endido um
cabulei o
c
cue
es a a
apu ando
o caso.
óis
esse e a Jus amen e o
elho
ci ano» o nem
hones o
o
abalhado
•
-
Tes emunhas»
Benedi o
ou a
e
sua
mulhe ,
J2
se
a u ino
c
sua
Mulhe
e
a ia nlxa» José
pin o.
Jooe
íiussínho
e
/
oda
izinhança.
As
i egula idades
pa e"; das
op ins
au o idades,
u
a ual
c
-
ei o
I an
Ca dozo, quando -ele
ao
de
policia,
p ocedia
<
;»
c
ui e
nci aj
A
policia
soube que o . Ti dol o Gomes da Al a
possuía
um
/
e olye .
Imedia amen e oi _ o u
;
e e ido
e
us . lia casa ao co-
a a
sua
mulhe ,
Pe gun a
am-11
e
pelo
e ol e
ao que
ela
decla ou
que
não
sabia»
Em
seguida
e is a am
a
c
sa oda, »ei a
a
e a uma cama
es a
a uma
c iancinha
ecenascida.
lia
aina
dc
encon a em
o
e ol e , /
quasi ma a am
a
c iança
su ocada, ao
en ola em
o colc.ião» ’ais a do»
pela
licença
n® 20, de
3
de Agos o dc 193Ô» P°ga pelo
alão
n i 409, do
e e ido
exe cício,
na
Colc o ía
dc são Ma eus, oi
egis ado
o
e e i
do
e ol e
S»W, cabo de
land lpc ola,
n
ß
?O4,716. lio ano
seguin e,
es-
a a o
senho
Lin ol o
em caso do
Sn .
Leopoldo Ay es
lanas
cuan o
passou po lá o
delegado
I an
Ca dozo
e
decla ou
..
e
seu
e ol e
p e-
cisa a
se no amen o
egis ado.
Que
le a ia
a
di a ama
c
que o Lin
-
dol o o
p ocu asse
no sabado cm
Fo a-Venecio
pa a
esol e em
sob e o
/
egis o,
ho
e e ido
sabado compa eceu ele
c
Bo a-Venecia
c
J
o deä?
legado
ha ia
eg essado
a
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azido
do
/
in e io
um
ca guei o
ca egado
dc
di e sas
aumas omadcoí aos
la ada,
cs.
0
Líndol o
ecebeu
um ecado do
I an,
po iu e med
io do >lin .
Jo -
ge Dahe pa a que ele o
p ocu asse
em ôão Ma eus. Como o
pacien e
não
pudesse
i
a e lá, de ido as
despesas
dc
iagem,
pois
c
pai dc
amília
nume osíssima (na
ocasião
15
ilhos),
a e
a
da a de hoje não soube no4
i ias do di o
e ol e .
Des e caso nmbcm ha
es emunhas
.
Encon amos, a
cob a
impos os, pela
e e ida
zona,
o
Sn .
Ka io
To qua o, em nojão da
e ei u a,
acomijanhado do cabo dc
Policia
Amadeu
de
al,
Jus amen e
ago a,
nas
éspe as
das
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e
concluímos
quo
COimlüüA
CONTIIW ÂO
que
o
único
obje i o
c
amed on a
o po o
pa a
ob e
on
u
ge n nas
u nas»
lo o
c
mui o
g a e,
de ez cue os öde es
públicos
em os meios
legais /
legais
pa a
a
eob nn
n doo
impos os
de idos
e
a
nção da
olicin
e
o
-
p imi
o
bandi ismo
e
ga an i
a
o dem
publica»
Ou a
i egula idade
•'■' ia,
g a e#
c
a
policia
esol e
a
sou eel
/
p aze
as
ques ões
do posses#
e as,
e c» » 'c -o? cm nosso pode
bilhe es
nosso sen ido#
i mado?
;
siu.pl
es
soldado
u
policia»
u.. sol-
;ade
in i-
ma
de e minado»
possei o
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den o
de
al
p
aze
u
en ega
üc posse
Jus amen e
a
um
al
Jonas do
i is allno#
pessoa
p o egida
po
Sal ado /
Ca dozo# em cujo casa mo a u..
>cm
o
soldado
e
assina
a ogan
emen e»
Jo-
so
Benedi o
do
des acai
e. o
'■-•is alino»
lá no
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G ande
c
o-i o soldado» po
in e médio
de
supos os
n-
gen es,
u
m i
m
o
ol
o José li -a o
a
abandona
uma
Colonia
do
9
anos
e
cue
ale
doze ;.iil c
zci o-.
o
uw
3o
6
.Una
l
á
ainda
sal ado
Ga£
dozo mandando um solda- o ao Gox cgo .e -an a
ba ba a
in ima
o
la ado
í us ino
lima
e
mais
3
ou 4 „_ . .?)
.on i
.
•
-m
a
la a
aquelas
e as,
po quan o
0
go e no
cm
p incipio
não
econhece a
os
legí imos
dl.
ei
os do memo# so onando conhecí-
ion
o ’os mesmos
depois
1e
ep esen a
çao cue ez ao bo ado no nosso
in e médio
J
Em ambien e dessa
na u eza
não
c
possí el
umB ida
a.quela,
dc xs
paz
e
de
abalho.
3
como si não
bas assem
os so ím
a
e a,
os
agen es
policiais
o
mimei.
ais
a
pe co e ei
;j :■ q :1a
1
.1 o, ai da
nos mandam lá do
pniacio
.nc .'. i -
0
?nn c
i’io iu .o
aulim pa a
auxilia
o
desmo alizado
TD. de ão a‘c
,
.
q ? 0
,
no
es i *
gio dc seus
galões,
abalhe
no -men ido de
e i a
a
p óxima
de ocada
dc
30 de
’o emb o.
s e
a o
é
i»/cga çl,
apesa
do
e e-ido
Tenen e
ha e
di o ao nosso
companhei o
Ba imeu
Gomes
ô.
c
Aguia »
cue sua ia ;em Gua.
a ema
c
limpa se
p emia
npcaas, u mo i os
cli,
iosos# po que
i e
mos 0
p aze
dc
le
uma
ca a
sua
di igida
u um amigo aa nossa <ausa. Eg,
e ami o nos
us
u
a
al
cu a
com
a
melho
cas
1
5 . '?
a
ca-
a ana,
ameem
e
lemos da mesma 3&s
manei a»
x
lamc a el
c
c
seu amigo
since o,
açamos n
de ida
Jus iça,
não
/
i esse
sião
a isa
0 de cue
aquela
ca a
não
de e ia
-e lido po
ou as
pessoas»
En e an o
desejamos
deixa
açuc consi
qy.ndo o o do
Jus iça
ao Tenen e
Ho iano
Ru
,.im» coubemos po
pessoas
i suspoi ae
e que, logo
COJjTí njA
COhTIKUAÇAQ
cue
icou
ao pa doa
sé ios
mo i os que
le a am
seus
leais
amigos
a
a-
Bandona
o
PSD«
c
acompanha
a
JDU. dcu-11
cs oda azao
c
ez o cue jl
do homem
sensa o
a ia
em
aà
conjun u a:
Ab açou os
a..i
os
c
umou pa.
a
a
capi al,
Es o
capi ulo
das
libe dades
c
ga an ias indi i uais
po-
de ía
p oseguí
com o
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dc mui os ou os
a os.
En e an o,
amos
ica
po aqui, Si o
go e no
queze
apa a
udo
is o
e
mui o coisa mais
pode á
en ia
no
local
pessoas
hones as,
em
ajes
ci is,
cue
pe co -
am udo
aquilo,
azendo
emçuc eo
lisas
c
limpas,
pales ando
com
pes-
soas das
di e sas
camadas
e
cmcja á
á
conclusão de cue ou esse
clima
se
an p. ma
.cia ação eue ,ica
zoex
since a*
<■
eciuida,
de a,;
o i
i.
a
-
des cue não enham
in e esse
na
polí ica,
ou
ep ão,
os homens da zona
da ma
a
e ão
que
abandona
suas
e as
e
la ou as,
cm busca de
ou as
aguas mais mansas
e
ou o
clima ais
esco
;
CONCTUS&O
Em
ace
de an a
insegu a,
a,
an a
ÍUciosidade,
emoções dc
un-
cioná ios,
c emos cue não se c
lossi cl
eleições
li es
é
hones as,
unica coisa que noa
con o a
é
a
dccisã
do po o de
aze
caçoo con
-
a
esse es ado dc coi as,
0
bichei o
Ala ico
Xíe cs,
delegado
de
policia
jd es á sendo p o
-
cessado
pelo
candida o
da UDN. Dn . A naldo Bas os
sEcxa
cx pelo
a o
de
ha e
o
e e ido
delegado
acompanhado os
candida os
do PSD»
a
uma ex
-
cu são
elei o al
ao Ba o I-io o, Gi aa coi as
con inua
sem nes e pé, ou-
o
s
p ocessos
su gi ão
po que já ecomendamos
a
odos os ud
enla as /
que,
quando o em
p esen es
a
qualque
a o dc
iolação,
da
lei
po pa
e de
qualque
au o idade,
es emunhem o
a o,
cien ilicanáo-o
á
dl eç
ção do
pa ido
pa a os
ins
de
di ei o»
Çuando
chega a,
no ia 20, desse,
i o iosa
excu são
ao Indo dos
/
meus companhei os de
pa ido,
puz-me
a
e. sn nos
dise sos
do
a ual
/
go e nado
do
Espi i o
San o, quan o o mesmo e a apenas um
ep esen nn
o da ITQção, no ano da G aça dc Doaso
Senho
de 1946»
hum
desses
g andes
discu sos,
a i ma a
o
Sn »
Ca los
hindem'ae g
/
sol ene
..eme:
‘'A e dade
c
que nos, da
cidade,
des u amos
oem
es a
e
/
con o o
à
cus a
do
sac i ício
do homem do
in e io ,,
que
plan a,
que
cul i a,
que
d ia,
e, em compensação, pu a
melho
suas condições de i
do,
ecebe
as
migalhas
o çamen a ias
que sob am das
ul osas
e bas
pa
CON lFIA
pa a e belozamcn os
balneá ios,
cons uções
sun uosas»
au omó eis,
ga-
solina,
despesas
com
pnlacioa,
e c,,
Á e dade
c
,
ambém, que oo cidc
dãos que
uabila
o
in e io
do Laís eia sido po do sais
esquecidos
pe-
los
cons i uin es
b asilei os
c,
p incipalmcn c,
pelos
Lode es
i-’ubli
-
cos. cu ®, conhece
a
ida do
in e io
nesse nosso as o-
asil,
me
suo
/
nas pequenos
cidades
c
nas
aldeias,
sabe
bem as
di iculdades
c
o des
-
con o o
que i em as
populações,
no cue
espei a
a
anspo e,
ins,
uçao
assis ência
de
qualque
cspecic,
en im,
quan o
a
udoa
aquilo
/
que goaamos nas
g andes
cidades.
Essas
populações,
pelo seu
sac i ício,
pelo sou
abalho,
ela
aa
co agem,
me ecem, sem
dú ida,
nossa a -mi ?
,:ão, asso
espei o,
..ossa
/
homenagem, e, p incipnlme? c, nooo .
a ua
s
ao
nes e
momen o, dando aos
/
4
Municípios
possibilidades
i'".
-1.
p opo ciona ,
pelo menos,
pa e
do
que nós
des u amos
nas g ande : ci
; .'w«’
JTo
sou
discu so
do
2/5/94 ,
-1
ecla a a
0
ilus e
o c nndo í-
o
co j,
ú io,
o
In aco ,
em sido a e a o a o
e dadei o
-
'bode
expia ó io
i endo, co io
in eli.
en e, men o. os ?p.cn
c
j.icos uo c a
sabe ,
cün
sc K em comple o
abandono,
lu ando
con a udo
c
con a
mui os.
Lu a
con a
as
in empc ics,
con a
0 30I*
con a
as
chjj í o,
jou
-
a
os
en os,
con a
as
pes es,
con a
as
o migas,
con a
os
inse os
con a
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p agas,
con a
as
e as
dn .inhao,
con a
a
e osão?
lu a
com
0 empo?
lu a
com
a
al a
de
anspo e,
de
es adas,
com os açamba ca,
do es,
com os
in e mediá ios,
com os
come cian es
cue os
inanciam
nas
en e-sa ns,
iiapõem-lhes
p eços
a
baixos
nas
colhei as
e
ainda i ullg,
am s meuxdad com
a issimaa
exccssoess
lu a
com
a
ui
i- dc
cxeáieo
/
banca io,
om
0
descon o o,
om
a
al a
dc
assis ência
medica,
écni-
ca,
social
e
inancei a,
com
a
al a
dc
b aços,
do
ada-os,
dc
inac ic
das
e
de
e amen as
cue
lhes
são
impingidas
o di
n
á ias
,
c
.o
p eços
absu d
os
)
lu a
en im coma
mala ia?,,,”
Dian e de
pala as
ão
Jus as,
ão ias
c
pa ió icas
de um
la-
do
e
a os
ão
g a es
cue se desen olam
ã
somb a do seu
go e no,
ica-
mos como que
pe i icados,
es a ecidos
e
.ais aluda» ha
bas an e
em-
po que emos pos o 0
go e no
do S.
Excia»,
ao
co en e
dc odo esse
/
clima
c
no cn n o não
Ihu c
a e
ago a,
nenhuma medida
acau elado a /
dos
al os
in e esses
da
colc i ida
c
des as
bondas do
Espi i o
San ol
COl TH'TüA