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CONDIÇÕES DERMATOLÓGICAS NA GESTAÇÃO - DERMATITE ATÓPICA

Author: Editora Saúde Vital
Publisher: Zenodo
DOI: 10.5281/zenodo.17496474
Source: https://zenodo.org/records/17496474/files/2.pdf
2.
CONDIÇÕES DERMATOLÓGICAS
DERMATOLOGICAL CONDITIONS IN PREGNANCY
EIXO TEMÁTICO: SAÚDE MATERNA E PERINATAL
G aduanda em Fisio e apia pelo Cen o Uni e si á io da Vi ó ia de San o An ão
RESUMO
A De ma i e A ópica (DA) é uma doença in lama ó ia cu ânea c ônica que se des aca como a
de ma ose mais p e alen e em ges an es, ep esen ando en e 36% e 59% dos casos nesse
pe íodo. Na g a idez, os ho mônios al e am o uncionamen o do sis ema de de esa d
ges an e, pa a que enha p e eni a ejeição do e o, po ém essas mudanças le am ao aumen o
de an ico pos ípicos de ale gias, como a IgE, e de subs âncias in lama ó ias, como IL
e IL-
13. Po isso, a de ma i e a ópica pode se ag a a na ges ação,
in lamada e sensí el. Es a e isão na a i a e e como obje i o analisa a li e a u a mais
ecen e ace ca da isiopa ologia, epe cussões clínicas, complicações e es a égias da DA na
g a idez. Fo am incluídos 15 a igos seleci
Saúde (BVS), com desc i o es "a opic de ma i is", "p egnancy" e "skin disease". Os
esul ados e idenciam que a DA não con olada pode es a associada a maio isco de pa o
p ema u o, es ição de c escimen
elação di e a com mal o mações congêni as. O manejo e apêu ico de e p io iza a segu ança
e al, sendo ecomendados emolien es e co icos e oides de baixa e mode ada po ência como
p imei a linha d
e a amen o; o o e apia com UVB é conside ada al e na i a segu a em casos
e a á ios; e imunossup esso es sis êmicos, como ciclospo ina A, de em se ese ados a
19
CONDIÇÕES DERMATOLÓGICAS
NA GESTAÇÃO
DERMATITE ATÓPICA
DERMATOLOGICAL CONDITIONS IN PREGNANCY
-
ATOPIC DERMATITIS
EIXO TEMÁTICO: SAÚDE MATERNA E PERINATAL
Luana Vi ó ia de Melo
G aduanda em Fisio e apia pelo Cen o Uni e si á io da Vi ó ia de San o An ão
-
UNIVISA, Vi ó ia de San o An ão, PE
Bea iz de Oli ei a San os
G aduanda em En e magem pela Uni e sidade Ti aden e
Lí ia Ma ina de
G aduanda em Medicina pela Uni e sidade Cidade de São Paulo
G aduanda em Fisio e apia pelo Cen o Uni e si á io B asilei o
E ika Al es dos San os
G aduanda em En e magem pela Uni e sid
ade Ti aden es
Isabele Ca oline Oli ei a Almeida
Médica pela Faculdade de Medicina da Uni e sidade de Tauba é, SP
Yasmin Da a Mendes da Sil a
G aduanda em Medicina pela Uni e sidade Cidade de São Paulo
Vi ó ia D
G aduada em Medicina pelo Cen o Uni e si á io Se a dos Ó gãos
Ma iana Menezes de Mau o
G aduada em Medicina pela Uni e sidade São F ancisco, B agança Paulis a
Yasmim Ca he ine Bal haza da Cunha
G aduanda em Medicina
pela Faculdade de Ciências Médicas de São José dos Campos
A De ma i e A ópica (DA) é uma doença in lama ó ia cu ânea c ônica que se des aca como a
de ma ose mais p e alen e em ges an es, ep esen ando en e 36% e 59% dos casos nesse
pe íodo. Na g a idez, os ho mônios al e am o uncionamen o do sis ema de de esa d
ges an e, pa a que enha p e eni a ejeição do e o, po ém essas mudanças le am ao aumen o
de an ico pos ípicos de ale gias, como a IgE, e de subs âncias in lama ó ias, como IL
13. Po isso, a de ma i e a ópica pode se ag a a na ges ação,
já que a pele o na
in lamada e sensí el. Es a e isão na a i a e e como obje i o analisa a li e a u a mais
ecen e ace ca da isiopa ologia, epe cussões clínicas, complicações e es a égias da DA na
g a idez. Fo am incluídos 15 a igos seleci
onados a pa i de busca na Biblio eca Vi ual em
Saúde (BVS), com desc i o es "a opic de ma i is", "p egnancy" e "skin disease". Os
esul ados e idenciam que a DA não con olada pode es a associada a maio isco de pa o
p ema u o, es ição de c escimen
o in au e ino e in ecções secundá ias, embo a não haja
elação di e a com mal o mações congêni as. O manejo e apêu ico de e p io iza a segu ança
e al, sendo ecomendados emolien es e co icos e oides de baixa e mode ada po ência como
e a amen o; o o e apia com UVB é conside ada al e na i a segu a em casos
e a á ios; e imunossup esso es sis êmicos, como ciclospo ina A, de em se ese ados a
NA GESTAÇÃO
-
ATOPIC DERMATITIS
EIXO TEMÁTICO: SAÚDE MATERNA E PERINATAL
Luana Vi ó ia de Melo
UNIVISA, Vi ó ia de San o An ão, PE
Bea iz de Oli ei a San os
G aduanda em En e magem pela Uni e sidade Ti aden e
- UNIT, A acaju- SE
Lí ia Ma ina de
Oli ei a
G aduanda em Medicina pela Uni e sidade Cidade de São Paulo
- UNICID, São Paulo- SP
Vi ó ia Wagne Yi
G aduanda em Fisio e apia pelo Cen o Uni e si á io B asilei o
- UNIBRA, Reci e- PE
E ika Al es dos San os
ade Ti aden es
- UNIT, A acaju- SE
Isabele Ca oline Oli ei a Almeida
Médica pela Faculdade de Medicina da Uni e sidade de Tauba é, SP
Yasmin Da a Mendes da Sil a
G aduanda em Medicina pela Uni e sidade Cidade de São Paulo
- UNICID, São Paulo- SP
Vi ó ia D
o neles Dias Sil a
G aduada em Medicina pelo Cen o Uni e si á io Se a dos Ó gãos
- UNIFESO
Ma iana Menezes de Mau o
G aduada em Medicina pela Uni e sidade São F ancisco, B agança Paulis a
- SP
Yasmim Ca he ine Bal haza da Cunha
pela Faculdade de Ciências Médicas de São José dos Campos
A De ma i e A ópica (DA) é uma doença in lama ó ia cu ânea c ônica que se des aca como a
de ma ose mais p e alen e em ges an es, ep esen ando en e 36% e 59% dos casos nesse
pe íodo. Na g a idez, os ho mônios al e am o uncionamen o do sis ema de de esa d
a
ges an e, pa a que enha p e eni a ejeição do e o, po ém essas mudanças le am ao aumen o
de an ico pos ípicos de ale gias, como a IgE, e de subs âncias in lama ó ias, como IL
-4, IL-5
já que a pele o na
-se mais
in lamada e sensí el. Es a e isão na a i a e e como obje i o analisa a li e a u a mais
ecen e ace ca da isiopa ologia, epe cussões clínicas, complicações e es a égias da DA na
onados a pa i de busca na Biblio eca Vi ual em
Saúde (BVS), com desc i o es "a opic de ma i is", "p egnancy" e "skin disease". Os
esul ados e idenciam que a DA não con olada pode es a associada a maio isco de pa o
o in au e ino e in ecções secundá ias, embo a não haja
elação di e a com mal o mações congêni as. O manejo e apêu ico de e p io iza a segu ança
e al, sendo ecomendados emolien es e co icos e oides de baixa e mode ada po ência como
e a amen o; o o e apia com UVB é conside ada al e na i a segu a em casos
e a á ios; e imunossup esso es sis êmicos, como ciclospo ina A, de em se ese ados a
casos g a es. Conclui-
se que a de ma i e a ópica na ges ação eque um acompanhamen o
mul ip o issional,
com p io idade na segu ança ma e no
c i e ioso e abo dagem indi idualizada, a im de ga an i con ole da doença, eduzi
complicações ma e no-
e ais e melho a a qualidade de ida da ges an e.
Pala as-Cha es:
de ma i e a ópica; de ma oses; ges ação; de ma opa ias.
ABSTRACT
A opic De ma i is (AD) is a ch onic in lamma o y skin disease ha s ands ou as he mos
p e alen de ma osis in p egnan women, accoun ing o be ween 36% and 59% o cases
du ing his
pe iod. In p egnancy, ho mones al e he p egnan woman's immune sys em o
p e en e al ejec ion. Howe e , hese changes lead o an inc ease in ypical alle gy
an ibodies, such as IgE, and in lamma o y subs ances like IL
eas
on, a opic de ma i is can wo sen du ing p egnancy, as he skin becomes mo e in lamed
and sensi i e.
This na a i e e iew aimed o analyze he mos ecen li e a u e ega ding he
pa hophysiology, clinical epe cussions, complica ions, and managemen s a
in p egnancy. We included 15 a icles selec ed om a sea ch in he Vi ual Heal h Lib a y
(VHL) using he desc ip o s "a opic de ma i is," "p egnancy," and "skin disease."
show ha uncon olled AD may be associa ed wi h a highe
in au e ine g ow h es ic ion, and seconda y in ec ions, al hough he e is no di ec link o
congeni al mal o ma ions. The apeu ic managemen should p io i ize e al sa e y. Emollien s
and low- o-mode a e-
po ency co icos e oids a
UVB pho o he apy is conside ed a sa e al e na i e o e ac o y cases; and sys emic
immunosupp essan s, such as cyclospo ine A, should be ese ed o se e e cases.
conclusion, a opic de ma i is du ing p eg
a ocus on ma e nal-
e al sa e y, a ca e ul di e en ial diagnosis, and an indi idualized
app oach o ensu e disease con ol, educe ma e nal
p egnan woman's quali y o
Keywo ds:
a opic de ma i is; de ma oses; p egnancy; skin diseases.
INTRODUÇÃO
A de ma i e a ópica (DA) é uma doença in lama ó ia c ônica da pele, ca ac e izada
po p u ido in enso, e i ema e descamação, que a e a uma p opo ção signi ica i a da
pop
ulação mundial. Es ima
ap esen em a doença, sendo es a a de ma ose mais comum na ges ação, esponsá el po 36%
a 59% dos casos egis ados (Babalola & S obe , 2013; Pope
d
u an e a g a idez pode ep esen a an o uma ea i ação de um quad o p é
um início de no as lesões, con igu ando o que se denomina e upção a ópica da g a idez.
20
se que a de ma i e a ópica na ges ação eque um acompanhamen o
com p io idade na segu ança ma e no
-
e al, diagnós ico di e encial
c i e ioso e abo dagem indi idualizada, a im de ga an i con ole da doença, eduzi
e ais e melho a a qualidade de ida da ges an e.
de ma i e a ópica; de ma oses; ges ação; de ma opa ias.
A opic De ma i is (AD) is a ch onic in lamma o y skin disease ha s ands ou as he mos
p e alen de ma osis in p egnan women, accoun ing o be ween 36% and 59% o cases
pe iod. In p egnancy, ho mones al e he p egnan woman's immune sys em o
p e en e al ejec ion. Howe e , hese changes lead o an inc ease in ypical alle gy
an ibodies, such as IgE, and in lamma o y subs ances like IL
-4, IL-
5, and IL
on, a opic de ma i is can wo sen du ing p egnancy, as he skin becomes mo e in lamed
This na a i e e iew aimed o analyze he mos ecen li e a u e ega ding he
pa hophysiology, clinical epe cussions, complica ions, and managemen s a
in p egnancy. We included 15 a icles selec ed om a sea ch in he Vi ual Heal h Lib a y
(VHL) using he desc ip o s "a opic de ma i is," "p egnancy," and "skin disease."
show ha uncon olled AD may be associa ed wi h a highe
isk o p e e m bi h,
in au e ine g ow h es ic ion, and seconda y in ec ions, al hough he e is no di ec link o
congeni al mal o ma ions. The apeu ic managemen should p io i ize e al sa e y. Emollien s
po ency co icos e oids a
e ecommended as he i s line o ea men ;
UVB pho o he apy is conside ed a sa e al e na i e o e ac o y cases; and sys emic
immunosupp essan s, such as cyclospo ine A, should be ese ed o se e e cases.
conclusion, a opic de ma i is du ing p eg
nancy equi es a mul ip o essional ollow
e al sa e y, a ca e ul di e en ial diagnosis, and an indi idualized
app oach o ensu e disease con ol, educe ma e nal
-
e al complica ions, and imp o e he
p egnan woman's quali y o
li e.
a opic de ma i is; de ma oses; p egnancy; skin diseases.
A de ma i e a ópica (DA) é uma doença in lama ó ia c ônica da pele, ca ac e izada
po p u ido in enso, e i ema e descamação, que a e a uma p opo ção signi ica i a da
ulação mundial. Es ima
-
se que, em países indus ializados, a é 10% dos adul os
ap esen em a doença, sendo es a a de ma ose mais comum na ges ação, esponsá el po 36%
a 59% dos casos egis ados (Babalola & S obe , 2013; Pope
e al.,
u an e a g a idez pode ep esen a an o uma ea i ação de um quad o p é
um início de no as lesões, con igu ando o que se denomina e upção a ópica da g a idez.
se que a de ma i e a ópica na ges ação eque um acompanhamen o
e al, diagnós ico di e encial
c i e ioso e abo dagem indi idualizada, a im de ga an i con ole da doença, eduzi
e ais e melho a a qualidade de ida da ges an e.
de ma i e a ópica; de ma oses; ges ação; de ma opa ias.
A opic De ma i is (AD) is a ch onic in lamma o y skin disease ha s ands ou as he mos
p e alen de ma osis in p egnan women, accoun ing o be ween 36% and 59% o cases
pe iod. In p egnancy, ho mones al e he p egnan woman's immune sys em o
p e en e al ejec ion. Howe e , hese changes lead o an inc ease in ypical alle gy
5, and IL
-13. Fo his
on, a opic de ma i is can wo sen du ing p egnancy, as he skin becomes mo e in lamed
This na a i e e iew aimed o analyze he mos ecen li e a u e ega ding he
pa hophysiology, clinical epe cussions, complica ions, and managemen s a
egies o AD
in p egnancy. We included 15 a icles selec ed om a sea ch in he Vi ual Heal h Lib a y
(VHL) using he desc ip o s "a opic de ma i is," "p egnancy," and "skin disease."
The esul s
isk o p e e m bi h,
in au e ine g ow h es ic ion, and seconda y in ec ions, al hough he e is no di ec link o
congeni al mal o ma ions. The apeu ic managemen should p io i ize e al sa e y. Emollien s
e ecommended as he i s line o ea men ;
UVB pho o he apy is conside ed a sa e al e na i e o e ac o y cases; and sys emic
immunosupp essan s, such as cyclospo ine A, should be ese ed o se e e cases.
In
nancy equi es a mul ip o essional ollow
-up, wi h
e al sa e y, a ca e ul di e en ial diagnosis, and an indi idualized
e al complica ions, and imp o e he
A de ma i e a ópica (DA) é uma doença in lama ó ia c ônica da pele, ca ac e izada
po p u ido in enso, e i ema e descamação, que a e a uma p opo ção signi ica i a da
se que, em países indus ializados, a é 10% dos adul os
ap esen em a doença, sendo es a a de ma ose mais comum na ges ação, esponsá el po 36%
2023). A oco ência
u an e a g a idez pode ep esen a an o uma ea i ação de um quad o p é
-exis en e quan o
um início de no as lesões, con igu ando o que se denomina e upção a ópica da g a idez.
Du an e o ciclo g a ídico, oco em p o undas al e ações ho monais e imunológic
que in luenciam di e amen e a a i idade da DA. O aumen o dos ní eis de es ogênio e
p oges e ona induz um p edomínio da espos a imune do ipo Th2, com sup essão das ias
Th1 e Th17 (Balaki ski & No ak, 2022; Pope
ole ância ma e no-
e al, a o ece a p odução de IgE e de ci ocinas p ó
IL-5 e IL-
13, o que pode exace ba a in lamação cu ânea em pacien es p edispos as.
O impac o da g a idez sob e a e olução da DA é a iá el. Es udos indic
ce ca de 50% a 60% das ges an es com DA ela am pio a do quad o, enquan o 25%
ap esen am melho a e 10% so em exace bação no pe íodo pós
2013; Kou oulis e al.,
2011). Essa he e ogeneidade pode es a elacionada a di e en
indi iduais na espos a imune, no pe il ho monal e na his ó ia na u al da doença.
Embo a a DA não es eja associada di e amen e a maio isco de mal o mações
e ais, alguns es udos obse acionais apon am maio incidência de up u a p ema u a de
memb a
nas e sepse neona al es a ilocócica em mães com a doença (Pope
disso, a p esença de eczema he pé ico ou in ecções bac e ianas secundá ias não a adas
du an e a ges ação pode ep esen a isco signi ica i o pa a a saúde ma e na e e al.
O manejo clínico da DA na ges ação exige cau ela. A segu ança e al é p io idade, e
mui os á macos de uso o inei o o a da g a idez êm indicação es i a nesse pe íodo.
Es a égias e apêu icas ge almen e p io izam emolien es, co icos e oides ópicos
mode ada po ência e o o e apia, ese ando imunossup esso es sis êmicos, como
ciclospo ina, apenas pa a casos g a es e e a á ios (Pope
2013). Agen es como me o exa o e mico enola o mo e il são con aindicad
uso de biológicos, como dupilumabe, ainda ca ece de e idências obus as, ha endo apenas
ela os de caso a o á eis (Akh a
Do pon o de is a isiopa ológico, a DA na g a idez se inse e em um cená io de
desbalanço da ba ei a c
u ânea e disbiose mic obiológica, equen emen e associada à
colonização po S aphylococcus au eus. A de iciência de lipídios na epide me e a maio
pe da ansepidé mica de água a o ecem in lamação c ônica e ecidi an e (Balaki ski &
21
Du an e o ciclo g a ídico, oco em p o undas al e ações ho monais e imunológic
que in luenciam di e amen e a a i idade da DA. O aumen o dos ní eis de es ogênio e
p oges e ona induz um p edomínio da espos a imune do ipo Th2, com sup essão das ias
Th1 e Th17 (Balaki ski & No ak, 2022; Pope
e al.
, 2023). Essa modulação, essencia
e al, a o ece a p odução de IgE e de ci ocinas p ó
-
13, o que pode exace ba a in lamação cu ânea em pacien es p edispos as.
O impac o da g a idez sob e a e olução da DA é a iá el. Es udos indic
ce ca de 50% a 60% das ges an es com DA ela am pio a do quad o, enquan o 25%
ap esen am melho a e 10% so em exace bação no pe íodo pós
-
pa o (Babalola & S obe ,
2011). Essa he e ogeneidade pode es a elacionada a di e en
indi iduais na espos a imune, no pe il ho monal e na his ó ia na u al da doença.
Embo a a DA não es eja associada di e amen e a maio isco de mal o mações
e ais, alguns es udos obse acionais apon am maio incidência de up u a p ema u a de
nas e sepse neona al es a ilocócica em mães com a doença (Pope
disso, a p esença de eczema he pé ico ou in ecções bac e ianas secundá ias não a adas
du an e a ges ação pode ep esen a isco signi ica i o pa a a saúde ma e na e e al.
O manejo clínico da DA na ges ação exige cau ela. A segu ança e al é p io idade, e
mui os á macos de uso o inei o o a da g a idez êm indicação es i a nesse pe íodo.
Es a égias e apêu icas ge almen e p io izam emolien es, co icos e oides ópicos
mode ada po ência e o o e apia, ese ando imunossup esso es sis êmicos, como
ciclospo ina, apenas pa a casos g a es e e a á ios (Pope
e al.
, 2023; Babalola & S obe ,
2013). Agen es como me o exa o e mico enola o mo e il são con aindicad
uso de biológicos, como dupilumabe, ainda ca ece de e idências obus as, ha endo apenas
ela os de caso a o á eis (Akh a
e al., 2022).
Do pon o de is a isiopa ológico, a DA na g a idez se inse e em um cená io de
u ânea e disbiose mic obiológica, equen emen e associada à
colonização po S aphylococcus au eus. A de iciência de lipídios na epide me e a maio
pe da ansepidé mica de água a o ecem in lamação c ônica e ecidi an e (Balaki ski &
Du an e o ciclo g a ídico, oco em p o undas al e ações ho monais e imunológic
as
que in luenciam di e amen e a a i idade da DA. O aumen o dos ní eis de es ogênio e
p oges e ona induz um p edomínio da espos a imune do ipo Th2, com sup essão das ias
, 2023). Essa modulação, essencia
l pa a a
-
alé gicas como IL-4,
13, o que pode exace ba a in lamação cu ânea em pacien es p edispos as.
O impac o da g a idez sob e a e olução da DA é a iá el. Es udos indic
am que
ce ca de 50% a 60% das ges an es com DA ela am pio a do quad o, enquan o 25%
pa o (Babalola & S obe ,
2011). Essa he e ogeneidade pode es a elacionada a di e en
ças
indi iduais na espos a imune, no pe il ho monal e na his ó ia na u al da doença.
Embo a a DA não es eja associada di e amen e a maio isco de mal o mações
e ais, alguns es udos obse acionais apon am maio incidência de up u a p ema u a de
nas e sepse neona al es a ilocócica em mães com a doença (Pope
e al., 2023). Além
disso, a p esença de eczema he pé ico ou in ecções bac e ianas secundá ias não a adas
du an e a ges ação pode ep esen a isco signi ica i o pa a a saúde ma e na e e al.
O manejo clínico da DA na ges ação exige cau ela. A segu ança e al é p io idade, e
mui os á macos de uso o inei o o a da g a idez êm indicação es i a nesse pe íodo.
Es a égias e apêu icas ge almen e p io izam emolien es, co icos e oides ópicos
de baixa a
mode ada po ência e o o e apia, ese ando imunossup esso es sis êmicos, como
, 2023; Babalola & S obe ,
2013). Agen es como me o exa o e mico enola o mo e il são con aindicad
os, enquan o o
uso de biológicos, como dupilumabe, ainda ca ece de e idências obus as, ha endo apenas
Do pon o de is a isiopa ológico, a DA na g a idez se inse e em um cená io de
u ânea e disbiose mic obiológica, equen emen e associada à
colonização po S aphylococcus au eus. A de iciência de lipídios na epide me e a maio
pe da ansepidé mica de água a o ecem in lamação c ônica e ecidi an e (Balaki ski &
No ak, 2022). Essas a
l e ações es u u ais e imunológicas são po encializadas pelo ambien e
ho monal g a ídico.
Ou o pon o ele an e é o impac o psicossocial da DA em ges an es. O p u ido
in enso e as lesões isí eis a e am a au oes ima, a qualidade do sono e aumen am o isco
ansiedade e dep essão, o que pode ag a a a pe cepção dos sin omas e comp ome e a
adesão ao a amen o (Veloso
mul idisciplina , en ol endo de ma ologia, obs e ícia e, quando necessá io, psicologia, é
undamen al.
A di e enciação diagnós ica da DA du an e a ges ação é um desa io. Lesões
eczema osas podem mime iza ou as de ma oses especí icas da g a idez, como o p u igo da
ges ação, a e upção polimó ica e o pen igoide ges acional (Kou oulis
econhecimen o adequado do pad ão clínico, his ó ia p eg essa e p esença de es igmas
a ópicos é essencial pa a e i a e apêu icas inadequadas.
Do pon o de is a p e en i o, a o ien ação p é
pode minimiza iscos
. O con ole da doença an es da concepção, com edução da a i idade
in lama ó ia e o imização da ba ei a cu ânea, con ibui pa a um cu so ges acional mais
es á el e eduz a necessidade de a amen os sis êmicos du an e a g a idez (Babalola &
S obe , 2013
; Balaki ski & No ak, 2022).
Po im, comp eende a in e ação en e as al e ações imunológicas da ges ação e a
isiopa ologia da DA é c ucial pa a desen ol e p o ocolos e apêu icos segu os e e icazes.
O c escen e in e esse cien í ico pelo ema, aliado a
á macos, ende a amplia o conhecimen o e ap imo a o cuidado de ges an es com de ma i e
a ópica nos p óximos anos.
METODOLOGIA
T a a-
se de uma e isão na a i a da li e a u a, na qual o am analisados es udos
public
ados nos úl imos dez anos, disponí eis na Biblio eca Vi ual em Saúde (BVS), com os
desc i o es "a opic de ma i is", "p egnancy" e "skin disease", u ilizando os ope ado es
booleanos AND e OR
pa a combina os e mos de o ma adequada. O ema cen al da e i
é a g a idez e suas complicações associadas. Fo am incluídos a igos em po uguês, inglês e
espanhol. Inicialmen e, o am encon ados 4.320 es udos; após a aplicação dos il os de
22
l e ações es u u ais e imunológicas são po encializadas pelo ambien e
Ou o pon o ele an e é o impac o psicossocial da DA em ges an es. O p u ido
in enso e as lesões isí eis a e am a au oes ima, a qualidade do sono e aumen am o isco
ansiedade e dep essão, o que pode ag a a a pe cepção dos sin omas e comp ome e a
adesão ao a amen o (Veloso
e al.
, 2024). Nesse con ex o, uma abo dagem
mul idisciplina , en ol endo de ma ologia, obs e ícia e, quando necessá io, psicologia, é
A di e enciação diagnós ica da DA du an e a ges ação é um desa io. Lesões
eczema osas podem mime iza ou as de ma oses especí icas da g a idez, como o p u igo da
ges ação, a e upção polimó ica e o pen igoide ges acional (Kou oulis
econhecimen o adequado do pad ão clínico, his ó ia p eg essa e p esença de es igmas
a ópicos é essencial pa a e i a e apêu icas inadequadas.
Do pon o de is a p e en i o, a o ien ação p é
-
concepcional pa a mulhe es com DA
. O con ole da doença an es da concepção, com edução da a i idade
in lama ó ia e o imização da ba ei a cu ânea, con ibui pa a um cu so ges acional mais
es á el e eduz a necessidade de a amen os sis êmicos du an e a g a idez (Babalola &
; Balaki ski & No ak, 2022).
Po im, comp eende a in e ação en e as al e ações imunológicas da ges ação e a
isiopa ologia da DA é c ucial pa a desen ol e p o ocolos e apêu icos segu os e e icazes.
O c escen e in e esse cien í ico pelo ema, aliado a
egis os de g a idez em uso de no os
á macos, ende a amplia o conhecimen o e ap imo a o cuidado de ges an es com de ma i e
a ópica nos p óximos anos.
se de uma e isão na a i a da li e a u a, na qual o am analisados es udos
ados nos úl imos dez anos, disponí eis na Biblio eca Vi ual em Saúde (BVS), com os
desc i o es "a opic de ma i is", "p egnancy" e "skin disease", u ilizando os ope ado es
pa a combina os e mos de o ma adequada. O ema cen al da e i
é a g a idez e suas complicações associadas. Fo am incluídos a igos em po uguês, inglês e
espanhol. Inicialmen e, o am encon ados 4.320 es udos; após a aplicação dos il os de
l e ações es u u ais e imunológicas são po encializadas pelo ambien e
Ou o pon o ele an e é o impac o psicossocial da DA em ges an es. O p u ido
in enso e as lesões isí eis a e am a au oes ima, a qualidade do sono e aumen am o isco
de
ansiedade e dep essão, o que pode ag a a a pe cepção dos sin omas e comp ome e a
, 2024). Nesse con ex o, uma abo dagem
mul idisciplina , en ol endo de ma ologia, obs e ícia e, quando necessá io, psicologia, é
A di e enciação diagnós ica da DA du an e a ges ação é um desa io. Lesões
eczema osas podem mime iza ou as de ma oses especí icas da g a idez, como o p u igo da
ges ação, a e upção polimó ica e o pen igoide ges acional (Kou oulis
e al., 2011). O
econhecimen o adequado do pad ão clínico, his ó ia p eg essa e p esença de es igmas
concepcional pa a mulhe es com DA
. O con ole da doença an es da concepção, com edução da a i idade
in lama ó ia e o imização da ba ei a cu ânea, con ibui pa a um cu so ges acional mais
es á el e eduz a necessidade de a amen os sis êmicos du an e a g a idez (Babalola &
Po im, comp eende a in e ação en e as al e ações imunológicas da ges ação e a
isiopa ologia da DA é c ucial pa a desen ol e p o ocolos e apêu icos segu os e e icazes.
egis os de g a idez em uso de no os
á macos, ende a amplia o conhecimen o e ap imo a o cuidado de ges an es com de ma i e
se de uma e isão na a i a da li e a u a, na qual o am analisados es udos
ados nos úl imos dez anos, disponí eis na Biblio eca Vi ual em Saúde (BVS), com os
desc i o es "a opic de ma i is", "p egnancy" e "skin disease", u ilizando os ope ado es
pa a combina os e mos de o ma adequada. O ema cen al da e i
são
é a g a idez e suas complicações associadas. Fo am incluídos a igos em po uguês, inglês e
espanhol. Inicialmen e, o am encon ados 4.320 es udos; após a aplicação dos il os de
elegibilidade, 272 es udos pe manece am.
in eg a i as, ca as ao edi o , edi o iais, disse ações e eses. A seleção dos es udos oco eu em duas
e apas: inicialmen e, ealizou
-
que a endiam aos c i é ios
de elegibilidade. Os es udos selecionados o am analisados de o ma c í ica
e in e p e a i a, esul ando na inclusão de 11 a igos.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A de ma i e a ópica (DA) é a de ma ose mais comum em ges an es, ep esen ando de
36% a 59% de odos
os casos de de ma oses ges acionais (Babalola & S obe , 2013;
Kou oulis e al.
, 2011). As mani es ações clínicas são semelhan es às de pacien es não
g á idas, mas um es udo especí ico sob e o eczema mamila em ges an es não encon ou
co elação di e a c
om a DA, apesa de as con agens de eosinó ilos se em maio es no g upo
com DA (Pu ia e al.,
2019).
O impac o da g a idez na a i idade da DA é a iá el, sendo que a maio ia das
pacien es (50% a 60%) ela a pio a dos sin omas, enquan o uma pa cela meno (25
ap esen a melho a (Ca alho
mudanças ho monais e imunológicas da ges ação, como a p edominância da espos a imune
Th2, que pode ag a a a in lamação cu ânea (Balaki ski & No ak, 2022; Fe
2013).
A DA não con olada pode aumen a os iscos ma e nos e e ais. Os es udos indicam
que a doença es á associada a complicações como pa o p ema u o, es ição de c escimen o
in au e ino e in ecções bac e ianas secundá ias, como as caus
(Vile o e al.,
2022; Veloso
O manejo clínico da DA na g a idez de e p io iza a segu ança e al. O a amen o
de p imei a linha inclui emolien es e hid a an es, conside ados segu os e undamen ais pa a
es au a a ba ei a cu ânea. Co icos e oides ópicos de baixa a mode ada po ência são a
segunda linha, com a essal a de que o uso de po ências al as em g andes á eas pode es a
associado a baixo peso ao nasce . O p opiona o de lu icasona não é ecomend
23
elegibilidade, 272 es udos pe manece am.
Fo am excluídas e isões sis e
in eg a i as, ca as ao edi o , edi o iais, disse ações e eses. A seleção dos es udos oco eu em duas
-
se a lei u a dos í ulos e esumos, seguida da lei u a comple a dos a igos
de elegibilidade. Os es udos selecionados o am analisados de o ma c í ica
e in e p e a i a, esul ando na inclusão de 11 a igos.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A de ma i e a ópica (DA) é a de ma ose mais comum em ges an es, ep esen ando de
os casos de de ma oses ges acionais (Babalola & S obe , 2013;
, 2011). As mani es ações clínicas são semelhan es às de pacien es não
g á idas, mas um es udo especí ico sob e o eczema mamila em ges an es não encon ou
om a DA, apesa de as con agens de eosinó ilos se em maio es no g upo
2019).
O impac o da g a idez na a i idade da DA é a iá el, sendo que a maio ia das
pacien es (50% a 60%) ela a pio a dos sin omas, enquan o uma pa cela meno (25
ap esen a melho a (Ca alho
e al.,
2022). Essas al e ações são a ibuídas às p o undas
mudanças ho monais e imunológicas da ges ação, como a p edominância da espos a imune
Th2, que pode ag a a a in lamação cu ânea (Balaki ski & No ak, 2022; Fe
A DA não con olada pode aumen a os iscos ma e nos e e ais. Os es udos indicam
que a doença es á associada a complicações como pa o p ema u o, es ição de c escimen o
in au e ino e in ecções bac e ianas secundá ias, como as caus
adas po
S aphylococcus au eus
2022; Veloso
e al., 2023).
O manejo clínico da DA na g a idez de e p io iza a segu ança e al. O a amen o
de p imei a linha inclui emolien es e hid a an es, conside ados segu os e undamen ais pa a
es au a a ba ei a cu ânea. Co icos e oides ópicos de baixa a mode ada po ência são a
segunda linha, com a essal a de que o uso de po ências al as em g andes á eas pode es a
associado a baixo peso ao nasce . O p opiona o de lu icasona não é ecomend
Fo am excluídas e isões sis e
má icas, e isões
in eg a i as, ca as ao edi o , edi o iais, disse ações e eses. A seleção dos es udos oco eu em duas
se a lei u a dos í ulos e esumos, seguida da lei u a comple a dos a igos
de elegibilidade. Os es udos selecionados o am analisados de o ma c í ica
A de ma i e a ópica (DA) é a de ma ose mais comum em ges an es, ep esen ando de
os casos de de ma oses ges acionais (Babalola & S obe , 2013;
, 2011). As mani es ações clínicas são semelhan es às de pacien es não
g á idas, mas um es udo especí ico sob e o eczema mamila em ges an es não encon ou
om a DA, apesa de as con agens de eosinó ilos se em maio es no g upo
O impac o da g a idez na a i idade da DA é a iá el, sendo que a maio ia das
pacien es (50% a 60%) ela a pio a dos sin omas, enquan o uma pa cela meno (25
% a 35%)
2022). Essas al e ações são a ibuídas às p o undas
mudanças ho monais e imunológicas da ges ação, como a p edominância da espos a imune
Th2, que pode ag a a a in lamação cu ânea (Balaki ski & No ak, 2022; Fe
nandes e al.,
A DA não con olada pode aumen a os iscos ma e nos e e ais. Os es udos indicam
que a doença es á associada a complicações como pa o p ema u o, es ição de c escimen o
S aphylococcus au eus
O manejo clínico da DA na g a idez de e p io iza a segu ança e al. O a amen o
de p imei a linha inclui emolien es e hid a an es, conside ados segu os e undamen ais pa a
es au a a ba ei a cu ânea. Co icos e oides ópicos de baixa a mode ada po ência são a
segunda linha, com a essal a de que o uso de po ências al as em g andes á eas pode es a
associado a baixo peso ao nasce . O p opiona o de lu icasona não é ecomend
ado po não se

me abolizado pela placen a. A o o e apia com UVB é uma opção segu a pa a casos
e a á ios, desde que acompanhada de suplemen ação de ácido ólico (Pope
Pa a o a amen o sis êmico, an i
ce i izina e lo a adina, são conside ados segu os (Pope
sis êmicos, como a ciclospo ina A, são ese ados pa a casos g a es e e a á ios, sendo
opção mais segu a, embo a exija moni o amen o igo oso (Balaki ski & No ak, 2022). Po
ou o lado, o me o exa o e o mico enola o mo e il são con aindicados de ido ao isco de
mal o mações. A expe iência com agen es biológicos como o dupilumab é limi ad
de caso, mas em se mos ado segu a pa a a mãe e o e o a é o momen o (Akh a
Assim sendo, a de ma i e a ópica (DA) des aca
obse ada du an e a ges ação, sendo esponsá el po uma pa cela exp e
nesse pe íodo. Essa p edominância e o ça sua impo ância clínica, sob e udo po que as
modi icações ho monais e imunológicas ca ac e ís icas da g a idez exe cem in luência di e a
sob e o cu so da doença, podendo desencadea an o o ag
sin omas. Na ges ação, a p edominância da espos a imune Th2 a o ece a p og essão da DA,
o nando seu con ole undamen al pa a p e eni complicações in ecciosas e psicossociais.
A a iabilidade da a i idade clínica da DA du
de pa e das pacien es ap esen a am melho a e ou a pa cela signi ica i a ela a pio a dos
sin omas, e le e a complexidade da in e ação en e a o es ho monais, imunológicos e
ambien ais. Dessa o ma, o quad o clín
escolha e apêu ica, o que e o ça a necessidade de acompanhamen o indi idualizado.
As complicações ma e nas e e ais associadas à DA não con olada, como pa o
p ema u o, es ição de c escimen o in au e
bac e ianas, sendo necessá io o diagnós ico p ecoce e um a amen o adequado.
O a amen o baseia
o o e apia com UVB; em casos e a á ios, ciclospo ina
se u ilizados, embo a associados a algum isco ma e no
e o ça a elação médico
-
24
me abolizado pela placen a. A o o e apia com UVB é uma opção segu a pa a casos
e a á ios, desde que acompanhada de suplemen ação de ácido ólico (Pope
Pa a o a amen o sis êmico, an i
-
his amínicos o ais de segunda ge ação, como
ce i izina e lo a adina, são conside ados segu os (Pope
e al.,
2023). Imunossup esso es
sis êmicos, como a ciclospo ina A, são ese ados pa a casos g a es e e a á ios, sendo
opção mais segu a, embo a exija moni o amen o igo oso (Balaki ski & No ak, 2022). Po
ou o lado, o me o exa o e o mico enola o mo e il são con aindicados de ido ao isco de
mal o mações. A expe iência com agen es biológicos como o dupilumab é limi ad
de caso, mas em se mos ado segu a pa a a mãe e o e o a é o momen o (Akh a
Assim sendo, a de ma i e a ópica (DA) des aca
-
se como a p incipal a ecção cu ânea
obse ada du an e a ges ação, sendo esponsá el po uma pa cela exp e
nesse pe íodo. Essa p edominância e o ça sua impo ância clínica, sob e udo po que as
modi icações ho monais e imunológicas ca ac e ís icas da g a idez exe cem in luência di e a
sob e o cu so da doença, podendo desencadea an o o ag
a amen o quan o a emissão dos
sin omas. Na ges ação, a p edominância da espos a imune Th2 a o ece a p og essão da DA,
o nando seu con ole undamen al pa a p e eni complicações in ecciosas e psicossociais.
A a iabilidade da a i idade clínica da DA du
an e a ges ação, e idenciada pelo a o
de pa e das pacien es ap esen a am melho a e ou a pa cela signi ica i a ela a pio a dos
sin omas, e le e a complexidade da in e ação en e a o es ho monais, imunológicos e
ambien ais. Dessa o ma, o quad o clín
ico da pacien e e seus desejos de em di eciona a
escolha e apêu ica, o que e o ça a necessidade de acompanhamen o indi idualizado.
As complicações ma e nas e e ais associadas à DA não con olada, como pa o
p ema u o, es ição de c escimen o in au e
ino e maio susce ibilidade a in ecções
bac e ianas, sendo necessá io o diagnós ico p ecoce e um a amen o adequado.
O a amen o baseia
-
se em co icos e oides ópicos, inibido es de calcineu ina e
o o e apia com UVB; em casos e a á ios, ciclospo ina
e glicoco icoides sis êmicos podem
se u ilizados, embo a associados a algum isco ma e no
-
e al, sendo es i amen e necessá io
-
pacien e, escla ecendo os iscos e bene ícios de cada medicação,
me abolizado pela placen a. A o o e apia com UVB é uma opção segu a pa a casos
e a á ios, desde que acompanhada de suplemen ação de ácido ólico (Pope
e al., 2023).
his amínicos o ais de segunda ge ação, como
2023). Imunossup esso es
sis êmicos, como a ciclospo ina A, são ese ados pa a casos g a es e e a á ios, sendo
a
opção mais segu a, embo a exija moni o amen o igo oso (Balaki ski & No ak, 2022). Po
ou o lado, o me o exa o e o mico enola o mo e il são con aindicados de ido ao isco de
mal o mações. A expe iência com agen es biológicos como o dupilumab é limi ad
a a ela os
de caso, mas em se mos ado segu a pa a a mãe e o e o a é o momen o (Akh a
e al., 2022).
se como a p incipal a ecção cu ânea
obse ada du an e a ges ação, sendo esponsá el po uma pa cela exp e
ssi a das de ma oses
nesse pe íodo. Essa p edominância e o ça sua impo ância clínica, sob e udo po que as
modi icações ho monais e imunológicas ca ac e ís icas da g a idez exe cem in luência di e a
a amen o quan o a emissão dos
sin omas. Na ges ação, a p edominância da espos a imune Th2 a o ece a p og essão da DA,
o nando seu con ole undamen al pa a p e eni complicações in ecciosas e psicossociais.
an e a ges ação, e idenciada pelo a o
de pa e das pacien es ap esen a am melho a e ou a pa cela signi ica i a ela a pio a dos
sin omas, e le e a complexidade da in e ação en e a o es ho monais, imunológicos e
ico da pacien e e seus desejos de em di eciona a
escolha e apêu ica, o que e o ça a necessidade de acompanhamen o indi idualizado.
As complicações ma e nas e e ais associadas à DA não con olada, como pa o
ino e maio susce ibilidade a in ecções
bac e ianas, sendo necessá io o diagnós ico p ecoce e um a amen o adequado.
se em co icos e oides ópicos, inibido es de calcineu ina e
e glicoco icoides sis êmicos podem
e al, sendo es i amen e necessá io
pacien e, escla ecendo os iscos e bene ícios de cada medicação,
bem como compa ilha a decisão com
p e e encialmen e usa-
se hid a an es e emolien es, além de co icos e óides de baixa
po ência. Inibido es da calcineu ina, como o Tac olimus, é segu amen e ecomendado em
á eas limi adas da pele, como a
e o çam a p udência necessá ia na escolha medicamen osa, já que mui os á macos são
con a indicados de ido ao isco e a ogênico. A ciclospo ina, apesa de es i a a casos
g a es, su ge como al e na
moni o amen o igo oso, em i ude da possibilidade de isco cá dio
mesma o ma, o uso de agen es biológicos, embo a ainda limi ado a ela os de caso, ab e
pe spec i as p omisso
as e demanda no os es udos que con i mem sua segu ança no con ex o
ges acional.
Em elação ao u u o do a amen o, o dupilumabe, an ico po monoclonal IgG4
o almen e humano con a o ecep o al a de IL
FDA pa a o
a amen o de DA mode ada a g a e, sem e idências que associem o seu uso à
mal o mações congêni as, abo o espon âneo ou des echos ad e sos ma e no
dian e da limi ação de dados e da pouca expe iência clínica, ecomenda
du
an e o a amen o, sendo o uso na ges ação ese ado apenas a si uações em que os
bene ícios ma e nos supe em os iscos po enciais ao e o.
O no eio do manejo da DA du an e a ges ação é desa iado p incipalmen e pela
escassez de es udos clínicos bem con
eduzidas e com limi ados ensaios clínicos andomizados en ol endo ges an es, de ido a
ba ei as é icas ine en es a essa população, po ém é undamen al o con ole da doença pa a
eduzi iscos ma e nos e e ais.
a i idade da doença e e i a exposição a i i an es e alé genos. Dessa o ma, e idencia
necessidade de mais pesquisas ol adas pa a a segu ança e e icácia das di e en es abo dagens
e apêu ica
s nesse g upo especí ico, com o obje i o de consolida p o ocolos e apêu icos
obus os e p opo ciona um no o ho izon e pa a o a amen o da DA pa a as ges an es.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
25
bem como compa ilha a decisão com
a pacien e. Em elação ao a amen o ópico,
se hid a an es e emolien es, além de co icos e óides de baixa
po ência. Inibido es da calcineu ina, como o Tac olimus, é segu amen e ecomendado em
á eas limi adas da pele, como a
ace. No âmbi o do a amen o sis êmico, os esul ados
e o çam a p udência necessá ia na escolha medicamen osa, já que mui os á macos são
con a indicados de ido ao isco e a ogênico. A ciclospo ina, apesa de es i a a casos
g a es, su ge como al e na
i a segu a quando os bene ícios supe am os iscos, exigindo
moni o amen o igo oso, em i ude da possibilidade de isco cá dio
mesma o ma, o uso de agen es biológicos, embo a ainda limi ado a ela os de caso, ab e
as e demanda no os es udos que con i mem sua segu ança no con ex o
Em elação ao u u o do a amen o, o dupilumabe, an ico po monoclonal IgG4
o almen e humano con a o ecep o al a de IL
-
4, oi o p imei o biológico ap o ado pela
a amen o de DA mode ada a g a e, sem e idências que associem o seu uso à
mal o mações congêni as, abo o espon âneo ou des echos ad e sos ma e no
dian e da limi ação de dados e da pouca expe iência clínica, ecomenda
an e o a amen o, sendo o uso na ges ação ese ado apenas a si uações em que os
bene ícios ma e nos supe em os iscos po enciais ao e o.
O no eio do manejo da DA du an e a ges ação é desa iado p incipalmen e pela
escassez de es udos clínicos bem con
olados, equen emen e baseados em amos as
eduzidas e com limi ados ensaios clínicos andomizados en ol endo ges an es, de ido a
ba ei as é icas ine en es a essa população, po ém é undamen al o con ole da doença pa a
eduzi iscos ma e nos e e ais.
Recomenda-se o ien ação p é-
concepção isando con ola a
a i idade da doença e e i a exposição a i i an es e alé genos. Dessa o ma, e idencia
necessidade de mais pesquisas ol adas pa a a segu ança e e icácia das di e en es abo dagens
s nesse g upo especí ico, com o obje i o de consolida p o ocolos e apêu icos
obus os e p opo ciona um no o ho izon e pa a o a amen o da DA pa a as ges an es.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
a pacien e. Em elação ao a amen o ópico,
se hid a an es e emolien es, além de co icos e óides de baixa
-média
po ência. Inibido es da calcineu ina, como o Tac olimus, é segu amen e ecomendado em
ace. No âmbi o do a amen o sis êmico, os esul ados
e o çam a p udência necessá ia na escolha medicamen osa, já que mui os á macos são
con a indicados de ido ao isco e a ogênico. A ciclospo ina, apesa de es i a a casos
i a segu a quando os bene ícios supe am os iscos, exigindo
moni o amen o igo oso, em i ude da possibilidade de isco cá dio
- enal ma e no. Da
mesma o ma, o uso de agen es biológicos, embo a ainda limi ado a ela os de caso, ab e
as e demanda no os es udos que con i mem sua segu ança no con ex o
Em elação ao u u o do a amen o, o dupilumabe, an ico po monoclonal IgG4
4, oi o p imei o biológico ap o ado pela
a amen o de DA mode ada a g a e, sem e idências que associem o seu uso à
mal o mações congêni as, abo o espon âneo ou des echos ad e sos ma e no
- e ais. Con udo,
dian e da limi ação de dados e da pouca expe iência clínica, ecomenda
-se con acepção
an e o a amen o, sendo o uso na ges ação ese ado apenas a si uações em que os
O no eio do manejo da DA du an e a ges ação é desa iado p incipalmen e pela
olados, equen emen e baseados em amos as
eduzidas e com limi ados ensaios clínicos andomizados en ol endo ges an es, de ido a
ba ei as é icas ine en es a essa população, po ém é undamen al o con ole da doença pa a
concepção isando con ola a
a i idade da doença e e i a exposição a i i an es e alé genos. Dessa o ma, e idencia
-se a
necessidade de mais pesquisas ol adas pa a a segu ança e e icácia das di e en es abo dagens
s nesse g upo especí ico, com o obje i o de consolida p o ocolos e apêu icos
obus os e p opo ciona um no o ho izon e pa a o a amen o da DA pa a as ges an es.
Po an o, conclui-
se que a assis ência e o cuidado da equipe mul id
como uma peça cen al na abo dagem e apêu ica, mas além disso, a ên ase na p e enção,
educação do pacien e, pesquisa con ínua e supo e emocional é essencial pa a melho a os
esul ados a longo p azo. A ges ão e icaz da de ma i e a ópica
uma ques ão de a amen o de ma ológico, mas eque uma abo dagem in eg al endo em
conside ação as necessidades ísicas, emocionais e psicológicas da pacien e.
As al e ações cu âneas e de anexos du an e a g a idez, comume
desde o início des e pe íodo e são, em g ande pa e, moduladas po a o es imunológicos,
me abólicos e ho monais. É impo an e sabe dis ingui as al e ações no mais da pele du an e
a ges ação de suas de ma oses pa a se e i a a amen o
p ejudiciais. Po im, uma boa anamnese e exame ísico são impo an es pa a o diagnós ico e
acili a na descobe a e no a amen o das de ma oses que oco em na g a idez. Ao
p omo e uma pa ce ia es ei a en e p o issio
p e en i as e de apoio, podem ga an i uma g a idez mais saudá el, com uma qualidade de
ida melho , pa a as mulhe es a e adas po essa condição de ma ológica c ônica.
REFERÊNCIAS
AKHTAR, N. H., e al
. The use o
case epo .
Alle gy, As hma & Clinical Immunology,
h ps://doi.o g/10.1186/s13223
BABALOLA, O.; STROBER, B. E. T ea men o a op
De ma ologic The apy
, . 26, n. 4, p. 293
h ps://doi.o g/10.1111/d h.12074. Acesso: 28/08/2025.
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se que a assis ência e o cuidado da equipe mul id
como uma peça cen al na abo dagem e apêu ica, mas além disso, a ên ase na p e enção,
educação do pacien e, pesquisa con ínua e supo e emocional é essencial pa a melho a os
esul ados a longo p azo. A ges ão e icaz da de ma i e a ópica
du an e a g a idez não é apenas
uma ques ão de a amen o de ma ológico, mas eque uma abo dagem in eg al endo em
conside ação as necessidades ísicas, emocionais e psicológicas da pacien e.
As al e ações cu âneas e de anexos du an e a g a idez, comume
desde o início des e pe íodo e são, em g ande pa e, moduladas po a o es imunológicos,
me abólicos e ho monais. É impo an e sabe dis ingui as al e ações no mais da pele du an e
a ges ação de suas de ma oses pa a se e i a a amen o
s desnecessá ios e que podem se
p ejudiciais. Po im, uma boa anamnese e exame ísico são impo an es pa a o diagnós ico e
acili a na descobe a e no a amen o das de ma oses que oco em na g a idez. Ao
p omo e uma pa ce ia es ei a en e p o issio
nais de saúde e ao in es i em es a égias
p e en i as e de apoio, podem ga an i uma g a idez mais saudá el, com uma qualidade de
ida melho , pa a as mulhe es a e adas po essa condição de ma ológica c ônica.
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