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ECLÂMPSIA E PRÉ-ECLÂMPSIA GRAVE: MANEJO NA SALA DE EMERGÊNCIA

Author: Editora Saúde Vital
Publisher: Zenodo
DOI: 10.5281/zenodo.17521892
Source: https://zenodo.org/records/17521892/files/14.pdf
14.
ECLÂMPSIA E PRÉ
ECLAMPSIA AND SEVERE PRE
EIXO TEMÁTICO: URGÊNCIAS, EMERGÊNCIAS E CUIDADOS NO PÓS
RESUMO
In odução
: As deso dens hipe ensi as da g a idez, em especial a p é
eclâmpsia, ep esen am impo an es causas de mo bimo alidade ma e na e pe ina al, com
implicações a longo p azo pa a a saúde ca
diagnós icas, aspec os isiopa ológicos, es a égias e apêu icas e p e en i as, além das
complicações associadas à p é
Me odologia: Realizou-s
e uma e isão de li e a u a na base PubMed em Agos o de 2025,
incluindo a igos em inglês, de acesso li e, publicados en e Maio de 2019 e Julho de 2024,
u ilizando os desc i o es “P e
10 a igo
s após aplicação dos c i é ios de inclusão e exclusão.
diagnós ico baseia-
se no desen ol imen o de hipe ensão após a 20ª semana de ges ação,
associada a p o einú ia ou dis unção o gânica. A isiopa ologia en ol e placen ação
inad
equada, dis unção endo elial e desequilíb io angiogênico. O manejo inclui sul a o de
magnésio pa a p e enção de con ulsões e an i
Complicações ma e nas e e ais são signi ica i as, incluindo sínd ome HELLP, es ição
c escimen o in au e ino e iscos ca dio ascula es u u os.
157
ECLÂMPSIA E PRÉ
-
ECLÂMPSIA GRAVE: MANEJO NA SALA
DE EMERGÊNCIA
ECLAMPSIA AND SEVERE PRE
-
ECLAMPSIA: MANAGEMENT IN THE
EMERGENCY ROOM
EIXO TEMÁTICO: URGÊNCIAS, EMERGÊNCIAS E CUIDADOS NO PÓS
OPERATÓRIO OBSTÉTRICO
G aduan
do em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Ana Lau a Goula Aguia
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Julia Mayumi Funck Ouigui
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Isabel Pe osa Fa a e o
G aduando
em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Ana Flá ia De Godoy Saab Ab ão
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Melanie Gand iann Viei a
G aduand
o em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Cla a Gonzalez Ma ins
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Anua Colombes Zahoui
G aduado em
Medicina pela Uni e sidade Posi i o
: As deso dens hipe ensi as da g a idez, em especial a p é
eclâmpsia, ep esen am impo an es causas de mo bimo alidade ma e na e pe ina al, com
implicações a longo p azo pa a a saúde ca
dio ascula . Obje i o
: Analisa as ca ac e ís icas
diagnós icas, aspec os isiopa ológicos, es a égias e apêu icas e p e en i as, além das
complicações associadas à p é
-
eclâmpsia e eclâmpsia, com ên ase na ap esen ação pós
e uma e isão de li e a u a na base PubMed em Agos o de 2025,
incluindo a igos em inglês, de acesso li e, publicados en e Maio de 2019 e Julho de 2024,
u ilizando os desc i o es “P e
-
Eclampsia”, “Eclampsia” e “The apeu ics”. Fo am selecionados
s após aplicação dos c i é ios de inclusão e exclusão.
Resul ados e Discussão:
se no desen ol imen o de hipe ensão após a 20ª semana de ges ação,
associada a p o einú ia ou dis unção o gânica. A isiopa ologia en ol e placen ação
equada, dis unção endo elial e desequilíb io angiogênico. O manejo inclui sul a o de
magnésio pa a p e enção de con ulsões e an i
-
hipe ensi os pa a con ole p essó ico.
Complicações ma e nas e e ais são signi ica i as, incluindo sínd ome HELLP, es ição
c escimen o in au e ino e iscos ca dio ascula es u u os.
Conside ações Finais:
ECLÂMPSIA GRAVE: MANEJO NA SALA
ECLAMPSIA: MANAGEMENT IN THE
EIXO TEMÁTICO: URGÊNCIAS, EMERGÊNCIAS E CUIDADOS NO PÓS
-
Laís Volpi Pe ei a
do em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Ana Lau a Goula Aguia
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Julia Mayumi Funck Ouigui
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Isabel Pe osa Fa a e o
em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Ana Flá ia De Godoy Saab Ab ão
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Camila Pissaia Félix
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Melanie Gand iann Viei a
o em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Vic ó ia Mo aes Issa
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Cla a Gonzalez Ma ins
G aduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí
Anua Colombes Zahoui
Medicina pela Uni e sidade Posi i o
: As deso dens hipe ensi as da g a idez, em especial a p é
-eclâmpsia e a
eclâmpsia, ep esen am impo an es causas de mo bimo alidade ma e na e pe ina al, com
: Analisa as ca ac e ís icas
diagnós icas, aspec os isiopa ológicos, es a égias e apêu icas e p e en i as, além das
eclâmpsia e eclâmpsia, com ên ase na ap esen ação pós
-pa o.
e uma e isão de li e a u a na base PubMed em Agos o de 2025,
incluindo a igos em inglês, de acesso li e, publicados en e Maio de 2019 e Julho de 2024,
Eclampsia”, “Eclampsia” e “The apeu ics”. Fo am selecionados
Resul ados e Discussão:
O
se no desen ol imen o de hipe ensão após a 20ª semana de ges ação,
associada a p o einú ia ou dis unção o gânica. A isiopa ologia en ol e placen ação
equada, dis unção endo elial e desequilíb io angiogênico. O manejo inclui sul a o de
hipe ensi os pa a con ole p essó ico.
Complicações ma e nas e e ais são signi ica i as, incluindo sínd ome HELLP, es ição
de
Conside ações Finais:
A p é-
eclâmpsia e a eclâmpsia exigem igilância con ínua e abo dagem mul idisciplina . No as
e apias es ão em in es igação, mas ainda não são pad ão na p á ica clínica.
de em oca em es a égias de p e enção e manejo da p é
Pala as-Cha es:
Complicações na g a idez; eclâmpsia; g a idez de al o isco; p é
eclâmpsia; sul a o de magnésio.
ABSTRACT
In oduc ion
: Hype ensi e diso de s o p egnancy, especially p eeclampsia and eclampsia,
a e signi ican causes o ma e nal and pe ina al mo bidi y and mo ali y, wi h long
implica ions o ca dio ascula heal h.
pa
hophysiological aspec s, he apeu ic and p e en i e s a egies, and complica ions
associa ed wi h p eeclampsia and eclampsia, wi h emphasis on pos pa um p esen a ion.
Me hodology
: A li e a u e e iew was conduc ed in PubMed in Augus 2025, including ee
ull-
ex English a icles published be ween May 2019 and July 2024, using he desc ip o s
“P e-
Eclampsia”, “Eclampsia”, and “The apeu ics”. Ten a icles we e selec ed a e applying
inclusion and exclusion c i e ia.
de elopmen o hype ension a e he 20 h week o ges a ion, associa ed wi h p o einu ia o
o gan dys unc ion. Pa hophysiology in ol es inadequa e placen a ion, endo helial
dys unc ion, and angiogenic imbalance. Managemen includes magnesium s
seizu e p ophylaxis and an ihype ensi es o blood p essu e con ol. Ma e nal and e al
complica ions a e signi ican , including HELLP synd ome, in au e ine g ow h es ic ion,
and u u e ca dio ascula isks.
con inuous moni o ing and a mul idisciplina y app oach. New he apies a e unde
in es iga ion bu a e no ye s anda d in clinical p ac ice. Fu u e s udies should ocus on
p e en ion s a egies and managemen o pos pa um p eeclam
Keywo ds:
Eclampsia; magnesium sul a e; p e
p egnancy, high- isk.
INTRODUÇÃO
As deso dens hipe ensi as da g a idez ep esen am um desa io signi ica i o na saúde
ma e na global, sendo a p é
Ca ac e izadas po hipe ensão de início ecen e acompanhada de dis unção de ó gãos
p o einú ia, es as condições podem su gi a pa i da igésima semana de ges ação, no
in apa o ou a é seis semanas após o pa o, c
pa o de início a dio (Hauspu g; Jeyabalan, 2022; Redman
2023). A eclâmpsia, de inida pela oco ência de con ulsões em pacien es com p é
158
eclâmpsia e a eclâmpsia exigem igilância con ínua e abo dagem mul idisciplina . No as
e apias es ão em in es igação, mas ainda não são pad ão na p á ica clínica.
de em oca em es a égias de p e enção e manejo da p é
-
eclâmpsia pós
Complicações na g a idez; eclâmpsia; g a idez de al o isco; p é
eclâmpsia; sul a o de magnésio.
: Hype ensi e diso de s o p egnancy, especially p eeclampsia and eclampsia,
a e signi ican causes o ma e nal and pe ina al mo bidi y and mo ali y, wi h long
implica ions o ca dio ascula heal h.
Objec i e
: To analyze he diagnos ic ea u es,
hophysiological aspec s, he apeu ic and p e en i e s a egies, and complica ions
associa ed wi h p eeclampsia and eclampsia, wi h emphasis on pos pa um p esen a ion.
: A li e a u e e iew was conduc ed in PubMed in Augus 2025, including ee
ex English a icles published be ween May 2019 and July 2024, using he desc ip o s
Eclampsia”, “Eclampsia”, and “The apeu ics”. Ten a icles we e selec ed a e applying
inclusion and exclusion c i e ia.
Resul s and Discussion
: Diagnosis is b
de elopmen o hype ension a e he 20 h week o ges a ion, associa ed wi h p o einu ia o
o gan dys unc ion. Pa hophysiology in ol es inadequa e placen a ion, endo helial
dys unc ion, and angiogenic imbalance. Managemen includes magnesium s
seizu e p ophylaxis and an ihype ensi es o blood p essu e con ol. Ma e nal and e al
complica ions a e signi ican , including HELLP synd ome, in au e ine g ow h es ic ion,
and u u e ca dio ascula isks.
Final Conside a ions: P e-eclamps
ia and eclampsia equi e
con inuous moni o ing and a mul idisciplina y app oach. New he apies a e unde
in es iga ion bu a e no ye s anda d in clinical p ac ice. Fu u e s udies should ocus on
p e en ion s a egies and managemen o pos pa um p eeclam
psia.
Eclampsia; magnesium sul a e; p e
-
eclampsia; p egnancy complica ions;
As deso dens hipe ensi as da g a idez ep esen am um desa io signi ica i o na saúde
ma e na global, sendo a p é
-eclâmpsia e a eclâmpsi
a as mais g a es e impac an es.
Ca ac e izadas po hipe ensão de início ecen e acompanhada de dis unção de ó gãos
p o einú ia, es as condições podem su gi a pa i da igésima semana de ges ação, no
in apa o ou a é seis semanas após o pa o, c
om especial a enção pa a a p é
pa o de início a dio (Hauspu g; Jeyabalan, 2022; Redman
e al.
, 2019; Sakowicz
2023). A eclâmpsia, de inida pela oco ência de con ulsões em pacien es com p é
eclâmpsia e a eclâmpsia exigem igilância con ínua e abo dagem mul idisciplina . No as
e apias es ão em in es igação, mas ainda não são pad ão na p á ica clínica.
Es udos u u os
eclâmpsia pós
-pa o.
Complicações na g a idez; eclâmpsia; g a idez de al o isco; p é
-
: Hype ensi e diso de s o p egnancy, especially p eeclampsia and eclampsia,
a e signi ican causes o ma e nal and pe ina al mo bidi y and mo ali y, wi h long
- e m
: To analyze he diagnos ic ea u es,
hophysiological aspec s, he apeu ic and p e en i e s a egies, and complica ions
associa ed wi h p eeclampsia and eclampsia, wi h emphasis on pos pa um p esen a ion.
: A li e a u e e iew was conduc ed in PubMed in Augus 2025, including ee
ex English a icles published be ween May 2019 and July 2024, using he desc ip o s
Eclampsia”, “Eclampsia”, and “The apeu ics”. Ten a icles we e selec ed a e applying
: Diagnosis is b
ased on he
de elopmen o hype ension a e he 20 h week o ges a ion, associa ed wi h p o einu ia o
o gan dys unc ion. Pa hophysiology in ol es inadequa e placen a ion, endo helial
dys unc ion, and angiogenic imbalance. Managemen includes magnesium s
ul a e o
seizu e p ophylaxis and an ihype ensi es o blood p essu e con ol. Ma e nal and e al
complica ions a e signi ican , including HELLP synd ome, in au e ine g ow h es ic ion,
ia and eclampsia equi e
con inuous moni o ing and a mul idisciplina y app oach. New he apies a e unde
in es iga ion bu a e no ye s anda d in clinical p ac ice. Fu u e s udies should ocus on
eclampsia; p egnancy complica ions;
As deso dens hipe ensi as da g a idez ep esen am um desa io signi ica i o na saúde
a as mais g a es e impac an es.
Ca ac e izadas po hipe ensão de início ecen e acompanhada de dis unção de ó gãos
-al o ou
p o einú ia, es as condições podem su gi a pa i da igésima semana de ges ação, no
om especial a enção pa a a p é
-eclâmpsia pós-
, 2019; Sakowicz
e al.,
2023). A eclâmpsia, de inida pela oco ência de con ulsões em pacien es com p é
-eclâmpsia
sem ou a causa neu ológica iden
p incipais causas de mo alidade ma e na e mo bidade pe ina al ( Sha ma
Shaheen e al.
, 2024; Poon
A p e alência global da p é
con ibuindo pa a mais de 50.000 mo es ma e nas e 500.000 mo es e ais anualmen e
(Hauspu g; Jeyabalan, 2022). O impac o dessas deso dens anscende o pe íodo ges acional,
com consequências a longo p azo pa a a saúde ca dio ascula da mãe e do i
isco aumen ado de hipe ensão c ônica, doença enal e e en os ca dio ascula es (Laskowska,
2023; Sakowicz e al.
, 2023). Dian e da signi ica i a mo bimo alidade associada e da
complexidade na sua ap esen ação e manejo, es e es udo em c
as ca ac e ís icas diagnós icas, os aspec os isiopa ológicos ele an es ao manejo, as
es a égias e apêu icas e p e en i as a uais, bem como as complicações ma e nas e e ais da
p é-
eclâmpsia e eclâmpsia (Poon
pós-
pa o, uma condição que exige maio comp eensão e abo dagens e icazes.
A ele ância des e abalho eside na necessidade con ínua de ap imo a os cuidados
ma e nos e pe ina ais, p omo endo o diagnós ic
e icazes que possam diminui os des echos ad e sos (Laskowska, 2023; Poon
p oblema ização do ema su ge da lacuna na comp eensão ap o undada de ce os aspec os,
como o manejo da p é-
eclâmpsia pós
e apias, bem como a necessidade de pad onização de p o ocolos em di e sos con ex os
clínicos (Redman e al.
, 2019). Es e es udo ado a uma me odologia de e isão e sín ese da
li e a u a cien í ica pa a
compila e in e p e a os conhecimen os mais ecen es, ex aindo
in o mações c uciais de es udos de e isão, me a
ecu so alioso pa a p o issionais de saúde na omada de decisões clínicas (Fox, 2019).
METODOLOGIA
Es
e es udo consis e em uma e isão de li e a u a ealizada em Agos o de 2025, po
meio de buscas na base de dados PubMed (Public Medical Li e a u e Analysis and Re ie al
159
sem ou a causa neu ológica iden
i icá el, é conside ada a complicação mais se e a e uma das
p incipais causas de mo alidade ma e na e mo bidade pe ina al ( Sha ma
, 2024; Poon
e al., 2019).
A p e alência global da p é
-
eclâmpsia a ia en e 2% e 8% das ges
con ibuindo pa a mais de 50.000 mo es ma e nas e 500.000 mo es e ais anualmen e
(Hauspu g; Jeyabalan, 2022). O impac o dessas deso dens anscende o pe íodo ges acional,
com consequências a longo p azo pa a a saúde ca dio ascula da mãe e do i
isco aumen ado de hipe ensão c ônica, doença enal e e en os ca dio ascula es (Laskowska,
, 2023). Dian e da signi ica i a mo bimo alidade associada e da
complexidade na sua ap esen ação e manejo, es e es udo em c
omo obje i o p incipal analisa
as ca ac e ís icas diagnós icas, os aspec os isiopa ológicos ele an es ao manejo, as
es a égias e apêu icas e p e en i as a uais, bem como as complicações ma e nas e e ais da
eclâmpsia e eclâmpsia (Poon
e al., 2019). Da -se-
á um des aque especial à p é
pa o, uma condição que exige maio comp eensão e abo dagens e icazes.
A ele ância des e abalho eside na necessidade con ínua de ap imo a os cuidados
ma e nos e pe ina ais, p omo endo o diagnós ic
o p ecoce e a implemen ação de in e enções
e icazes que possam diminui os des echos ad e sos (Laskowska, 2023; Poon
p oblema ização do ema su ge da lacuna na comp eensão ap o undada de ce os aspec os,
eclâmpsia pós
-
pa o e a al a de e idências conc e as pa a algumas
e apias, bem como a necessidade de pad onização de p o ocolos em di e sos con ex os
, 2019). Es e es udo ado a uma me odologia de e isão e sín ese da
compila e in e p e a os conhecimen os mais ecen es, ex aindo
in o mações c uciais de es udos de e isão, me a
-
análises e di e izes, buscando se um
ecu so alioso pa a p o issionais de saúde na omada de decisões clínicas (Fox, 2019).
e es udo consis e em uma e isão de li e a u a ealizada em Agos o de 2025, po
meio de buscas na base de dados PubMed (Public Medical Li e a u e Analysis and Re ie al
i icá el, é conside ada a complicação mais se e a e uma das
p incipais causas de mo alidade ma e na e mo bidade pe ina al ( Sha ma
e al., 2024;
eclâmpsia a ia en e 2% e 8% das ges
ações,
con ibuindo pa a mais de 50.000 mo es ma e nas e 500.000 mo es e ais anualmen e
(Hauspu g; Jeyabalan, 2022). O impac o dessas deso dens anscende o pe íodo ges acional,
com consequências a longo p azo pa a a saúde ca dio ascula da mãe e do i
lho, incluindo um
isco aumen ado de hipe ensão c ônica, doença enal e e en os ca dio ascula es (Laskowska,
, 2023). Dian e da signi ica i a mo bimo alidade associada e da
omo obje i o p incipal analisa
as ca ac e ís icas diagnós icas, os aspec os isiopa ológicos ele an es ao manejo, as
es a égias e apêu icas e p e en i as a uais, bem como as complicações ma e nas e e ais da
á um des aque especial à p é
-eclâmpsia
pa o, uma condição que exige maio comp eensão e abo dagens e icazes.
A ele ância des e abalho eside na necessidade con ínua de ap imo a os cuidados
o p ecoce e a implemen ação de in e enções
e icazes que possam diminui os des echos ad e sos (Laskowska, 2023; Poon
e al., 2019). A
p oblema ização do ema su ge da lacuna na comp eensão ap o undada de ce os aspec os,
pa o e a al a de e idências conc e as pa a algumas
e apias, bem como a necessidade de pad onização de p o ocolos em di e sos con ex os
, 2019). Es e es udo ado a uma me odologia de e isão e sín ese da
compila e in e p e a os conhecimen os mais ecen es, ex aindo
análises e di e izes, buscando se um
ecu so alioso pa a p o issionais de saúde na omada de decisões clínicas (Fox, 2019).
e es udo consis e em uma e isão de li e a u a ealizada em Agos o de 2025, po
meio de buscas na base de dados PubMed (Public Medical Li e a u e Analysis and Re ie al
Sys em Online). Fo am incluídos a igos publicados en e Maio de 2019 e Julho de 2024,
u ilizando os desc i o es em ciências da saúde: “P e
“The apeu ics”. A busca inicial iden i icou 1.306 a igos, os quais o am pos e io men e
subme idos aos c i é ios de seleção.
Fo am incluídos a igos no idioma inglês, disponib
publicados no pe íodo de Maio de 2019 a Julho de 2024, que abo dassem aspec os de
diagnós ico, manejo e complicações da p é
ipos de es udo: e isões na a i as, a igos de
consensos in e nacionais.
Fo am excluídos es udos duplicados, sem elação di e a com a emá ica, ela os de
caso isolados e aqueles que não a ende am aos demais c i é ios de inclusão.
Após a aplicação dos c i é ios
minuciosa pa a cole a de dados. Os esul ados o am o ganizados de o ma desc i i a e
dis ibuídos em ca ego ias emá icas: c i é ios diagnós icos e de classi icação, isiopa ologia,
pe íodos de oco ê
ncia (p é
supo e e p incipais complicações associadas.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Diagnós ico e Classi icação:
O diagnós ico da p é-
eclâmpsia baseia
após a 20ª semana de ges ação, de inida como p essão a e ial sis ólica
dias ólica
≥ 90 mmHg, equen emen e associada
ho as) (Beech; Mangos, 2021). Na ausência de p o einú ia, o diagnós ico pode se
es abelecido pela p esença de mani es ações clínicas ou labo a o iais de dis unção o gânica
ma e na,
incluindo al e ações enais (ele ação da c ea inina sé ica),
enzimas hepá icas), hema ológicas ( omboci openia) ou neu ológicas (ce aleia pe sis en e,
dis ú bios isuais, con ulsões). A condição é esul an e de uma placen ação anômala, com
in asão o oblás ica supe icial que le a à isquemia
es esse oxida i o, desequilíb io en e a o es angiogênicos e an iangiogênicos (como
160
Sys em Online). Fo am incluídos a igos publicados en e Maio de 2019 e Julho de 2024,
u ilizando os desc i o es em ciências da saúde: “P e
-
Eclampsia”, “Eclampsia” e
“The apeu ics”. A busca inicial iden i icou 1.306 a igos, os quais o am pos e io men e
subme idos aos c i é ios de seleção.
Fo am incluídos a igos no idioma inglês, disponib
ilizados g a ui amen e na ín eg a,
publicados no pe íodo de Maio de 2019 a Julho de 2024, que abo dassem aspec os de
diagnós ico, manejo e complicações da p é
-
eclâmpsia e eclâmpsia, con emplando os seguin es
ipos de es udo: e isões na a i as, a igos de
a ualização, guias de p á ica clínica e
Fo am excluídos es udos duplicados, sem elação di e a com a emá ica, ela os de
caso isolados e aqueles que não a ende am aos demais c i é ios de inclusão.
Após a aplicação dos c i é ios
de seleção, 10 a igos o am selecionados pa a lei u a
minuciosa pa a cole a de dados. Os esul ados o am o ganizados de o ma desc i i a e
dis ibuídos em ca ego ias emá icas: c i é ios diagnós icos e de classi icação, isiopa ologia,
ncia (p é
-pa o, in apa o e pós-
pa o), manejo a macológico, cuidados de
supo e e p incipais complicações associadas.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Diagnós ico e Classi icação:
eclâmpsia baseia
-
se na iden i icação de hipe ensão a e ial sis êmica
após a 20ª semana de ges ação, de inida como p essão a e ial sis ólica
≥ 90 mmHg, equen emen e associada
à p o einú ia signi ica i a (
ho as) (Beech; Mangos, 2021). Na ausência de p o einú ia, o diagnós ico pode se
es abelecido pela p esença de mani es ações clínicas ou labo a o iais de dis unção o gânica
incluindo al e ações enais (ele ação da c ea inina sé ica),
hepá icas (aumen o de
enzimas hepá icas), hema ológicas ( omboci openia) ou neu ológicas (ce aleia pe sis en e,
dis ú bios isuais, con ulsões). A condição é esul an e de uma placen ação anômala, com
in asão o oblás ica supe icial que le a à isquemia
e hipóxia placen á ia, desencadeando
es esse oxida i o, desequilíb io en e a o es angiogênicos e an iangiogênicos (como
Sys em Online). Fo am incluídos a igos publicados en e Maio de 2019 e Julho de 2024,
Eclampsia”, “Eclampsia” e
“The apeu ics”. A busca inicial iden i icou 1.306 a igos, os quais o am pos e io men e
ilizados g a ui amen e na ín eg a,
publicados no pe íodo de Maio de 2019 a Julho de 2024, que abo dassem aspec os de
eclâmpsia e eclâmpsia, con emplando os seguin es
a ualização, guias de p á ica clínica e
Fo am excluídos es udos duplicados, sem elação di e a com a emá ica, ela os de
caso isolados e aqueles que não a ende am aos demais c i é ios de inclusão.
de seleção, 10 a igos o am selecionados pa a lei u a
minuciosa pa a cole a de dados. Os esul ados o am o ganizados de o ma desc i i a e
dis ibuídos em ca ego ias emá icas: c i é ios diagnós icos e de classi icação, isiopa ologia,
pa o), manejo a macológico, cuidados de
se na iden i icação de hipe ensão a e ial sis êmica
após a 20ª semana de ges ação, de inida como p essão a e ial sis ólica
≥ 140 mmHg ou
à p o einú ia signi ica i a (
≥ 300 mg em 24
ho as) (Beech; Mangos, 2021). Na ausência de p o einú ia, o diagnós ico pode se
es abelecido pela p esença de mani es ações clínicas ou labo a o iais de dis unção o gânica
hepá icas (aumen o de
enzimas hepá icas), hema ológicas ( omboci openia) ou neu ológicas (ce aleia pe sis en e,
dis ú bios isuais, con ulsões). A condição é esul an e de uma placen ação anômala, com
e hipóxia placen á ia, desencadeando
es esse oxida i o, desequilíb io en e a o es angiogênicos e an iangiogênicos (como
aumen o de sFl -
1 e sEng e edução de PlGF) e consequen e dis unção endo elial sis êmica
(Qi e al.
, 2022). A classi icação em o mas
hipe ensão e a p esença de complicações sis êmicas, como sínd ome HELLP, insu iciência
enal aguda, edema agudo de pulmão ou so imen o e al. A eclâmpsia é de inida como a
oco ência de c ises con ulsi as ônico
p é io de p é-
eclâmpsia, não a ibuí eis a causas neu ológicas p imá ias, sendo que a é
me ade dos casos pode oco e sem p eenchimen o dos c i é ios clássicos de g a idade, o que
e o ça a necessidade de
moni o ização clínica con ínua e abo dagem indi idualizada do isco
ma e no- e al.
Ca ego ia
Hipe ensão
a e ial
P é-eclâmpsia
le e
≥140/90
mmHg após
20ª semana, em
duas medidas
P é-eclâmpsia
g a e
≥160/110
mmHg
pe sis en e,
e a á ia
Eclâmpsia Pode es a
p esen e,
ge almen e
g a e
Fisiopa ologia:
161
1 e sEng e edução de PlGF) e consequen e dis unção endo elial sis êmica
, 2022). A classi icação em o mas
le e ou g a e conside a a in ensidade da
hipe ensão e a p esença de complicações sis êmicas, como sínd ome HELLP, insu iciência
enal aguda, edema agudo de pulmão ou so imen o e al. A eclâmpsia é de inida como a
oco ência de c ises con ulsi as ônico
-
clônicas gene alizadas em pacien es com diagnós ico
eclâmpsia, não a ibuí eis a causas neu ológicas p imá ias, sendo que a é
me ade dos casos pode oco e sem p eenchimen o dos c i é ios clássicos de g a idade, o que
moni o ização clínica con ínua e abo dagem indi idualizada do isco
Hipe ensão
a e ial
P o einú ia Dis unção
o gânica
ma e na
Comp ome imen o
mmHg após
20ª semana, em
duas medidas
≥300 mg/24h
ou elação
p o eína/c ea i
nina ≥0,3
Ausen e
Ge almen e ausen e
pe sis en e,
Pode es a
ausen e;
quando
p esen e,
ge almen e >2
g/24h
Ce aleia
pe sis en e,
dis ú bios
isuais, do
epigás ica,
al e ações
hepá icas/ enais/
hema ológicas
Res ição de
c escimen o
in au e ino,
oligoid âmnio,
al e ação de Dopple
Pode es a
ge almen e
Pode es a
ausen e ou
p esen e, sem
alo
diagnós ico
isolado
Con ulsões
gene alizadas
ônico-clônicas
F equen e, associado
à al a
mo bimo alidade
1 e sEng e edução de PlGF) e consequen e dis unção endo elial sis êmica
le e ou g a e conside a a in ensidade da
hipe ensão e a p esença de complicações sis êmicas, como sínd ome HELLP, insu iciência
enal aguda, edema agudo de pulmão ou so imen o e al. A eclâmpsia é de inida como a
clônicas gene alizadas em pacien es com diagnós ico
eclâmpsia, não a ibuí eis a causas neu ológicas p imá ias, sendo que a é
me ade dos casos pode oco e sem p eenchimen o dos c i é ios clássicos de g a idade, o que
moni o ização clínica con ínua e abo dagem indi idualizada do isco
Comp ome imen o
e al
Ge almen e ausen e
Res ição de
c escimen o
in au e ino,
oligoid âmnio,
al e ação de Dopple
F equen e, associado
à al a
mo bimo alidade

A P é-
eclâmpsia (PE) se ap esen a como uma das p incipais causas de mo alidade e
mo bidade pe ina al e ma e na, con igu ando um quad o complexo de o igem
majo i a iamen e placen á ia e de epe cussões sis êmicas. Sua mani es ação clínica é
he e ogênea: hi
pe ensão (PAS
no mo ensas, associada a p o einú ia (p o eína
hipe ensão ecen e com dis unção em ó gão
p o einú ia. O
s a o es de isco pa a o desen ol imen o da PE (Sha ma
Em uma ges ação no mal, du an e o p ocesso de implan ação placen á ia, os
ci o o oblas os in adem as a é ias espi ais, emodelando
maio diâme o, m
aio luxo e meno esis ência, o mando seios ascula es e ga an indo o
sus en o do emb ião. Na pa ogênese da PE, há uma alha na ans o mação epi elial do
ci o o oblas o de um epi élio do sub ipo p oli e a i o pa a um sub ipo in asi o, o que esul a
em
uma emodelação al e ada po con a da in asão celula p ejudicada. F en e a esse cená io,
as a é ias espi ais são mais es ei as, p oduzindo um quad o de hipóxia, isquemia e
hipope usão placen á ia, es imulando a p odução de agen es angiogênicos, que al
pe meabilidade e o ônus ascula . Como consequência da isquemia e da hipóxia, há um
aumen o na p odução de espécies ea i as de oxigênio (EROs), le ando a um cená io de
es esse oxida i o, ca ac e izado pelo acúmulo de p odu os de oxidação a ançad
modulam ias angiogênicas e a o ecem o desen ol imen o de PE (Sha ma
O p ocesso isiopa ológico pode se explicado pela eo ia dos dois es ágios, na qual no
p imei o es ágio oco e uma placen ação ano mal, ad inda da alha dos ci o
in adi as a é ias espi aladas do ú e o e emodelá
luxo e al a esis ência, incapazes de sus en a um desen ol imen o e al adequado. Essa alha
le a a uma hipope usão, hipóxia e isquemia placen á ia e,
libe a a o es an iangiogênicos, como i osina quinase 1 solú el semelhan e à ms (sFLT 1),
esul ando em uma dis unção ascula endo elial e sis êmica, ca ac e izando o segundo
es ágio. Além disso, as células isquêmicas d
ácidos g axos li es e ci ocinas in lama ó ias na ci culação ma e na, esponsá eis po ag a a
a lesão endo elial e con ibui com sinais HELLP (Laskowska, 2023).
Sob e a dis unção endo elial e a dis unção asc
associação com o aumen o dos a o es an iangiogênicos placen á ios. O a o de c escimen o
endo elial ascula (VEGF) e ou os a o es de c escimen o placen á io são an agonizados
162
eclâmpsia (PE) se ap esen a como uma das p incipais causas de mo alidade e
mo bidade pe ina al e ma e na, con igu ando um quad o complexo de o igem
majo i a iamen e placen á ia e de epe cussões sis êmicas. Sua mani es ação clínica é
pe ensão (PAS
≥ 140 mmHg e PAD ≥ 90 mmHg) em ges an es p e iamen e
no mo ensas, associada a p o einú ia (p o eína
≥ 300 mg em uma cole a de u ina de 24h) ou
hipe ensão ecen e com dis unção em ó gão
-
al o, não necessa iamen e acompanhada de
s a o es de isco pa a o desen ol imen o da PE (Sha ma
e al.
Em uma ges ação no mal, du an e o p ocesso de implan ação placen á ia, os
ci o o oblas os in adem as a é ias espi ais, emodelando
-
as, e as ans o mando em asos de
aio luxo e meno esis ência, o mando seios ascula es e ga an indo o
sus en o do emb ião. Na pa ogênese da PE, há uma alha na ans o mação epi elial do
ci o o oblas o de um epi élio do sub ipo p oli e a i o pa a um sub ipo in asi o, o que esul a
uma emodelação al e ada po con a da in asão celula p ejudicada. F en e a esse cená io,
as a é ias espi ais são mais es ei as, p oduzindo um quad o de hipóxia, isquemia e
hipope usão placen á ia, es imulando a p odução de agen es angiogênicos, que al
pe meabilidade e o ônus ascula . Como consequência da isquemia e da hipóxia, há um
aumen o na p odução de espécies ea i as de oxigênio (EROs), le ando a um cená io de
es esse oxida i o, ca ac e izado pelo acúmulo de p odu os de oxidação a ançad
modulam ias angiogênicas e a o ecem o desen ol imen o de PE (Sha ma
O p ocesso isiopa ológico pode se explicado pela eo ia dos dois es ágios, na qual no
p imei o es ágio oco e uma placen ação ano mal, ad inda da alha dos ci o
in adi as a é ias espi aladas do ú e o e emodelá
-las, man endo-
as como asos de baixo
luxo e al a esis ência, incapazes de sus en a um desen ol imen o e al adequado. Essa alha
le a a uma hipope usão, hipóxia e isquemia placen á ia e,
em espos a, a placen a passa a
libe a a o es an iangiogênicos, como i osina quinase 1 solú el semelhan e à ms (sFLT 1),
esul ando em uma dis unção ascula endo elial e sis êmica, ca ac e izando o segundo
es ágio. Além disso, as células isquêmicas d
o o oblas o libe am agmen os de memb ana,
ácidos g axos li es e ci ocinas in lama ó ias na ci culação ma e na, esponsá eis po ag a a
a lesão endo elial e con ibui com sinais HELLP (Laskowska, 2023).
Sob e a dis unção endo elial e a dis unção asc
ula sis êmica ge al, ale essal a a
associação com o aumen o dos a o es an iangiogênicos placen á ios. O a o de c escimen o
endo elial ascula (VEGF) e ou os a o es de c escimen o placen á io são an agonizados
eclâmpsia (PE) se ap esen a como uma das p incipais causas de mo alidade e
mo bidade pe ina al e ma e na, con igu ando um quad o complexo de o igem
majo i a iamen e placen á ia e de epe cussões sis êmicas. Sua mani es ação clínica é
≥ 140 mmHg e PAD ≥ 90 mmHg) em ges an es p e iamen e
≥ 300 mg em uma cole a de u ina de 24h) ou
al o, não necessa iamen e acompanhada de
e al.
, 2024).
Em uma ges ação no mal, du an e o p ocesso de implan ação placen á ia, os
as, e as ans o mando em asos de
aio luxo e meno esis ência, o mando seios ascula es e ga an indo o
sus en o do emb ião. Na pa ogênese da PE, há uma alha na ans o mação epi elial do
ci o o oblas o de um epi élio do sub ipo p oli e a i o pa a um sub ipo in asi o, o que esul a
uma emodelação al e ada po con a da in asão celula p ejudicada. F en e a esse cená io,
as a é ias espi ais são mais es ei as, p oduzindo um quad o de hipóxia, isquemia e
hipope usão placen á ia, es imulando a p odução de agen es angiogênicos, que al
e am a
pe meabilidade e o ônus ascula . Como consequência da isquemia e da hipóxia, há um
aumen o na p odução de espécies ea i as de oxigênio (EROs), le ando a um cená io de
es esse oxida i o, ca ac e izado pelo acúmulo de p odu os de oxidação a ançad
a, que
modulam ias angiogênicas e a o ecem o desen ol imen o de PE (Sha ma
e al., 2024).
O p ocesso isiopa ológico pode se explicado pela eo ia dos dois es ágios, na qual no
p imei o es ágio oco e uma placen ação ano mal, ad inda da alha dos ci o
o oblas os em
as como asos de baixo
luxo e al a esis ência, incapazes de sus en a um desen ol imen o e al adequado. Essa alha
em espos a, a placen a passa a
libe a a o es an iangiogênicos, como i osina quinase 1 solú el semelhan e à ms (sFLT 1),
esul ando em uma dis unção ascula endo elial e sis êmica, ca ac e izando o segundo
o o oblas o libe am agmen os de memb ana,
ácidos g axos li es e ci ocinas in lama ó ias na ci culação ma e na, esponsá eis po ag a a
ula sis êmica ge al, ale essal a a
associação com o aumen o dos a o es an iangiogênicos placen á ios. O a o de c escimen o
endo elial ascula (VEGF) e ou os a o es de c escimen o placen á io são an agonizados
pelo sFLT 1, co obo ando com a hipe
endo elial egula unções an icoagulan es e plaque á ias, bem como o ônus do músculo liso,
podendo oco e danos aos ó gãos da po ado a da placen a (Sha ma
Momen o de Oco ência:
Os a igos
analisados des aca am que a p é
a 20ª semana de ges ação. Con udo, oi en a izado que as al e ações molecula es e
imunológicas já es ão p esen es desde o início da g a idez, mesmo que os sin omas só
apa eçam mais
a de (Sakowicz
p ecoce da doença os casos que se mani es am an es da 34ª semana, sendo ge almen e
associados a maio g a idade (Fox
mais c
omum é no e cei o imes e da ges ação (Beech; Mangos, 2021).
Além disso, alguns es udos essal am a oco ência no pe íodo pós
a dio oi desc i o en e 8 ho as e 6 semanas após o pa o, com maio incidência en e o 7º e o
10º dia (Hausp
u g; Jeyabalan, 2022). De o ma semelhan e, oi ela ado que a mediana de
ap esen ação no pós-
pa o é no 7º dia, com in e alo in e qua ílico en e os dias 5 e 9
(Redman e al., 2019).
Manejo Fa macológico:
O manejo a macológico da p é
de c ises con ulsi as quan o o con ole da hipe ensão a e ial. O sul a o de magnésio é
conside ado o á maco de p imei a escolha pa a p o ilaxia e a amen o das con ulsões,
es abelecendo-
se como pad ão
sendo inclusi e supe io a ou as d ogas como a eni oína (Sha ma
2024). Seu e ei o es á elacionado à edução da exci abilidade neu onal e
memb ana celula , ha endo assim uma p o eção neu ológica signi ica i a às pacien es.
Além disso, con ola a p essão ambém é essencial, p incipalmen e dian e de ní eis
de p essão a e ial sis ólica
em que não há iscos e ais, é ecomendado um limi e um pouco meno (
pa a o início da e apêu ica, com o obje i o de e i a a e olução pa a o mas mais g a es da
doença (Hauspu g; Jeyabalan, 2022). En e as d ogas de
labe alol, a hid alazina e a ni edipina, as quais demons am boa e icácia no con ole agudo da
p essão a e ial. A escolha en e essas opções de e conside a o pe il hemodinâmico ma e no
163
pelo sFLT 1, co obo ando com a hipe
ensão a e ial e a p o einú ia. Essa dis unção
endo elial egula unções an icoagulan es e plaque á ias, bem como o ônus do músculo liso,
podendo oco e danos aos ó gãos da po ado a da placen a (Sha ma
e al.
Momen o de Oco ência:
analisados des aca am que a p é
-
eclâmpsia se mani es a clinicamen e após
a 20ª semana de ges ação. Con udo, oi en a izado que as al e ações molecula es e
imunológicas já es ão p esen es desde o início da g a idez, mesmo que os sin omas só
a de (Sakowicz
e al
, 2023). Além disso, es udos desc e em como início
p ecoce da doença os casos que se mani es am an es da 34ª semana, sendo ge almen e
associados a maio g a idade (Fox
e al., 2019 ; Qi e al.,
2022). Adicionalmen e, a oco ência
omum é no e cei o imes e da ges ação (Beech; Mangos, 2021).
Além disso, alguns es udos essal am a oco ência no pe íodo pós
a dio oi desc i o en e 8 ho as e 6 semanas após o pa o, com maio incidência en e o 7º e o
u g; Jeyabalan, 2022). De o ma semelhan e, oi ela ado que a mediana de
pa o é no 7º dia, com in e alo in e qua ílico en e os dias 5 e 9
O manejo a macológico da p é
-
eclâmpsia e da eclâmpsia engloba an o a p e enção
de c ises con ulsi as quan o o con ole da hipe ensão a e ial. O sul a o de magnésio é
conside ado o á maco de p imei a escolha pa a p o ilaxia e a amen o das con ulsões,
se como pad ão
-
ou o po con a de sua e icácia e segu ança comp o adas,
sendo inclusi e supe io a ou as d ogas como a eni oína (Sha ma
e al.
2024). Seu e ei o es á elacionado à edução da exci abilidade neu onal e
memb ana celula , ha endo assim uma p o eção neu ológica signi ica i a às pacien es.
Além disso, con ola a p essão ambém é essencial, p incipalmen e dian e de ní eis
de p essão a e ial sis ólica
≥ 160 mmHg ou dias ólica ≥ 110 mmHg.
em que não há iscos e ais, é ecomendado um limi e um pouco meno (
pa a o início da e apêu ica, com o obje i o de e i a a e olução pa a o mas mais g a es da
doença (Hauspu g; Jeyabalan, 2022). En e as d ogas de
ação ápida, é possí el des aca o
labe alol, a hid alazina e a ni edipina, as quais demons am boa e icácia no con ole agudo da
p essão a e ial. A escolha en e essas opções de e conside a o pe il hemodinâmico ma e no
ensão a e ial e a p o einú ia. Essa dis unção
endo elial egula unções an icoagulan es e plaque á ias, bem como o ônus do músculo liso,
e al.
, 2024).
eclâmpsia se mani es a clinicamen e após
a 20ª semana de ges ação. Con udo, oi en a izado que as al e ações molecula es e
imunológicas já es ão p esen es desde o início da g a idez, mesmo que os sin omas só
, 2023). Além disso, es udos desc e em como início
p ecoce da doença os casos que se mani es am an es da 34ª semana, sendo ge almen e
2022). Adicionalmen e, a oco ência
omum é no e cei o imes e da ges ação (Beech; Mangos, 2021).
Além disso, alguns es udos essal am a oco ência no pe íodo pós
-pa o. O início
a dio oi desc i o en e 8 ho as e 6 semanas após o pa o, com maio incidência en e o 7º e o
u g; Jeyabalan, 2022). De o ma semelhan e, oi ela ado que a mediana de
pa o é no 7º dia, com in e alo in e qua ílico en e os dias 5 e 9
eclâmpsia e da eclâmpsia engloba an o a p e enção
de c ises con ulsi as quan o o con ole da hipe ensão a e ial. O sul a o de magnésio é
conside ado o á maco de p imei a escolha pa a p o ilaxia e a amen o das con ulsões,
ou o po con a de sua e icácia e segu ança comp o adas,
e al.
, 2024; Shaheen e al.,
2024). Seu e ei o es á elacionado à edução da exci abilidade neu onal e
à es abilização da
memb ana celula , ha endo assim uma p o eção neu ológica signi ica i a às pacien es.
Além disso, con ola a p essão ambém é essencial, p incipalmen e dian e de ní eis
≥ 160 mmHg ou dias ólica ≥ 110 mmHg.
No pe íodo pós-pa o,
em que não há iscos e ais, é ecomendado um limi e um pouco meno (
≥ 150/100 mmHg)
pa a o início da e apêu ica, com o obje i o de e i a a e olução pa a o mas mais g a es da
ação ápida, é possí el des aca o
labe alol, a hid alazina e a ni edipina, as quais demons am boa e icácia no con ole agudo da
p essão a e ial. A escolha en e essas opções de e conside a o pe il hemodinâmico ma e no
e os possí eis e ei os ad e sos,
ni edipina, po exemplo.
Em pacien es que ap esen am sinais de sob eca ga olêmica, como dispneia, edema
pe i é ico ou edema agudo de pulmão, a u osemida endo enosa é ecomendada. Sua
p incipal ação
deco e da na iu ese e consequen e edução da p é
melho a clínica signi ica i a, embo a associada a po enciais iscos de hipocalemia e
desid a ação (Redman
e al.
Nos úl imos anos, es a égias eme gen es êm sido in es igadas
mecanismos molecula es implicados na isiopa ologia da p é
des aca o uso de aspi ina em baixa dose, es a inas, me o mina, mela onina, p obió icos,
i amina D, bem como abo dagens imunomodula ó ias e ce
células-
onco mesenquimais e seus exossomos. Ainda em ca á e expe imen al (Sakowicz
al., 2023; Qi e al.
, 2022), ou as p opos as incluem agen es an i
(hid oxiclo oquina, eculizumabe), egulado es da coagulação
(poli enóis e i aminas C e E) e e apias di igidas a a o es angiogênicos como o sFl
meio de écnicas como a é ese e siRNA. Apesa do po encial p omisso , ais in e enções
ainda pe manecem es i as ao campo da pesq
da p á ica obs é ica con encional.
Cuidados de Supo e:
Os cuidados de supo e ep esen am medidas undamen ais pa a es abiliza a pacien e
com p é-
eclâmpsia ou eclâmpsia e eduzi os iscos de mo bimo a
Essas medidas não subs i uem o a amen o a macológico, mas a uam de o ma
complemen a pa a p ese a a ida a é a esolução da ges ação.
En e as ações iniciais, des aca
sinais i ais, que pode se ealizada an o em ambien e hospi ala quan o po acompanhamen o
domicilia supe isionado. Essa igilância con ínua pe mi e iden i ica p ecocemen e sinais
de de e io ação clínica, como picos hipe ensi os, ce aléia in ensa e a
(Hauspu g; Jeyabalan, 2022).
Ou o pon o essencial é a a aliação da pe meabilidade das ias aé eas, da en ilação e
da oxigenação, p incipalmen e em pacien es subme idos ao uso de sul a o de magnésio,
164
e os possí eis e ei os ad e sos,
como aquica dia no caso da hid alazina e ce aléia com a
Em pacien es que ap esen am sinais de sob eca ga olêmica, como dispneia, edema
pe i é ico ou edema agudo de pulmão, a u osemida endo enosa é ecomendada. Sua
deco e da na iu ese e consequen e edução da p é
melho a clínica signi ica i a, embo a associada a po enciais iscos de hipocalemia e
e al.
, 2019).
Nos úl imos anos, es a égias eme gen es êm sido in es igadas
mecanismos molecula es implicados na isiopa ologia da p é
-
eclâmpsia. En e elas podemos
des aca o uso de aspi ina em baixa dose, es a inas, me o mina, mela onina, p obió icos,
i amina D, bem como abo dagens imunomodula ó ias e ce
lula es, como e apias com
onco mesenquimais e seus exossomos. Ainda em ca á e expe imen al (Sakowicz
, 2022), ou as p opos as incluem agen es an i
(hid oxiclo oquina, eculizumabe), egulado es da coagulação
(an i ombina), an ioxidan es
(poli enóis e i aminas C e E) e e apias di igidas a a o es angiogênicos como o sFl
meio de écnicas como a é ese e siRNA. Apesa do po encial p omisso , ais in e enções
ainda pe manecem es i as ao campo da pesq
uisa clínica, ou seja, à eo ia e não azem pa e
da p á ica obs é ica con encional.
Os cuidados de supo e ep esen am medidas undamen ais pa a es abiliza a pacien e
eclâmpsia ou eclâmpsia e eduzi os iscos de mo bimo a
lidade ma e na e e al.
Essas medidas não subs i uem o a amen o a macológico, mas a uam de o ma
complemen a pa a p ese a a ida a é a esolução da ges ação.
En e as ações iniciais, des aca
-
se a moni o ização igo osa da p essão a e ial e dos
sinais i ais, que pode se ealizada an o em ambien e hospi ala quan o po acompanhamen o
domicilia supe isionado. Essa igilância con ínua pe mi e iden i ica p ecocemen e sinais
de de e io ação clínica, como picos hipe ensi os, ce aléia in ensa e a
(Hauspu g; Jeyabalan, 2022).
Ou o pon o essencial é a a aliação da pe meabilidade das ias aé eas, da en ilação e
da oxigenação, p incipalmen e em pacien es subme idos ao uso de sul a o de magnésio,
como aquica dia no caso da hid alazina e ce aléia com a
Em pacien es que ap esen am sinais de sob eca ga olêmica, como dispneia, edema
pe i é ico ou edema agudo de pulmão, a u osemida endo enosa é ecomendada. Sua
deco e da na iu ese e consequen e edução da p é
-ca ga ca díaca, com
melho a clínica signi ica i a, embo a associada a po enciais iscos de hipocalemia e
Nos úl imos anos, es a égias eme gen es êm sido in es igadas
pa a pode in e i em
eclâmpsia. En e elas podemos
des aca o uso de aspi ina em baixa dose, es a inas, me o mina, mela onina, p obió icos,
lula es, como e apias com
onco mesenquimais e seus exossomos. Ainda em ca á e expe imen al (Sakowicz
e
, 2022), ou as p opos as incluem agen es an i
-in lama ó ios
(an i ombina), an ioxidan es
(poli enóis e i aminas C e E) e e apias di igidas a a o es angiogênicos como o sFl
-1, po
meio de écnicas como a é ese e siRNA. Apesa do po encial p omisso , ais in e enções
uisa clínica, ou seja, à eo ia e não azem pa e
Os cuidados de supo e ep esen am medidas undamen ais pa a es abiliza a pacien e
lidade ma e na e e al.
Essas medidas não subs i uem o a amen o a macológico, mas a uam de o ma
se a moni o ização igo osa da p essão a e ial e dos
sinais i ais, que pode se ealizada an o em ambien e hospi ala quan o po acompanhamen o
domicilia supe isionado. Essa igilância con ínua pe mi e iden i ica p ecocemen e sinais
de de e io ação clínica, como picos hipe ensi os, ce aléia in ensa e a
l e ações isuais
Ou o pon o essencial é a a aliação da pe meabilidade das ias aé eas, da en ilação e
da oxigenação, p incipalmen e em pacien es subme idos ao uso de sul a o de magnésio,
de ido ao isco de dep essão espi a
igilância em unidade equipada pa a in e enções eme genciais (Laskowska, 2023).
O moni o amen o ma e no e e al de e ab ange exames labo a o iais se iados, com
especial a enção à unção enal, hepá
pa a de ecção de es ição de c escimen o in au e ino e a aliação do bem
cuidado pe mi e o ien a a condu a obs é ica quan o ao momen o ideal da in e upção da
ges ação (Sha ma e al.
, 2024).
Nos casos g a es, em que há isco de complicações neu ológicas, hepá icas ou
ca dio ascula es, indica-
se a in e nação em unidade de e apia in ensi a (UTI). Nesse
con ex o, a a uação de uma equipe mul idisciplina
an
es esiologis as, in ensi is as e neona ologis as
in eg al à mãe e ao ecém-
nascido (Shaheen
Adicionalmen e, medidas de supo e incluem o con ole igo oso do balanço híd ico, a
p e enção de c ises con ul
indicado e a ga an ia de um ambien e segu o e acolhedo pa a a pacien e.
Po an o, os cuidados de supo e con igu am um componen e indispensá el no manejo
da p é-
eclâmpsia e eclâmpsia, uncion
de decisão obs é ica, com impac o di e o na edução da mo alidade ma e na e pe ina al.
Complicações:
A p é-
eclâmpsia pode e olui pa a complicações an o pa a a ges an e quan o pa a o
e o (Sha ma e al.
, 2024). As complicações ma e nas acome em múl iplos sis emas, incluindo
o ci cula ó io, pulmona , hepá ico, enal e ne oso (Laskowska, 2023). No sis ema
ci cula ó io, a condição pode es a associada a pa ada ca díaca súbi a, coagulação
in a ascula
disseminada, e maio isco ca dio ascula c ônico após a ges ação, como
hipe ensão c ônica, doença a e ial c ônica, insu iciência ca díaca, sínd ome me abólica e
in a o do miocá dio (Fox, 2019; Sha ma
edema pulmona , a sínd ome do descon o o espi a ó io agudo, e complicações elacionadas
à en ilação mecânica (Laskowska, 2023).
Em elação ao sis ema ne oso cen al, a p é
(ca ac e izada po c ises con ulsi as q
165
de ido ao isco de dep essão espi a
ó ia. Nesses casos, ecomenda-
se supo e en ila ó io e
igilância em unidade equipada pa a in e enções eme genciais (Laskowska, 2023).
O moni o amen o ma e no e e al de e ab ange exames labo a o iais se iados, com
especial a enção à unção enal, hepá
ica e plaque á ia, além da ealização de ul assonog a ia
pa a de ecção de es ição de c escimen o in au e ino e a aliação do bem
cuidado pe mi e o ien a a condu a obs é ica quan o ao momen o ideal da in e upção da
, 2024).
Nos casos g a es, em que há isco de complicações neu ológicas, hepá icas ou
se a in e nação em unidade de e apia in ensi a (UTI). Nesse
con ex o, a a uação de uma equipe mul idisciplina
—
compos a po obs e as,
es esiologis as, in ensi is as e neona ologis as
—
é undamen al pa a o e ece supo e
nascido (Shaheen
e al., 2024).
Adicionalmen e, medidas de supo e incluem o con ole igo oso do balanço híd ico, a
p e enção de c ises con ul
si as eco en es, o acompanhamen o do abalho de pa o quando
indicado e a ga an ia de um ambien e segu o e acolhedo pa a a pacien e.
Po an o, os cuidados de supo e con igu am um componen e indispensá el no manejo
eclâmpsia e eclâmpsia, uncion
ando como elo en e a es abilização clínica e a omada
de decisão obs é ica, com impac o di e o na edução da mo alidade ma e na e pe ina al.
eclâmpsia pode e olui pa a complicações an o pa a a ges an e quan o pa a o
, 2024). As complicações ma e nas acome em múl iplos sis emas, incluindo
o ci cula ó io, pulmona , hepá ico, enal e ne oso (Laskowska, 2023). No sis ema
ci cula ó io, a condição pode es a associada a pa ada ca díaca súbi a, coagulação
disseminada, e maio isco ca dio ascula c ônico após a ges ação, como
hipe ensão c ônica, doença a e ial c ônica, insu iciência ca díaca, sínd ome me abólica e
in a o do miocá dio (Fox, 2019; Sha ma
e al.
, 2024). No sis ema espi a ó io, des acam
edema pulmona , a sínd ome do descon o o espi a ó io agudo, e complicações elacionadas
à en ilação mecânica (Laskowska, 2023).
Em elação ao sis ema ne oso cen al, a p é
-
eclâmpsia pode e olui pa a eclâmpsia
(ca ac e izada po c ises con ulsi as q
ue podem le a à coma e mo e), hemo agia
se supo e en ila ó io e
igilância em unidade equipada pa a in e enções eme genciais (Laskowska, 2023).
O moni o amen o ma e no e e al de e ab ange exames labo a o iais se iados, com
ica e plaque á ia, além da ealização de ul assonog a ia
pa a de ecção de es ição de c escimen o in au e ino e a aliação do bem
-es a e al. Esse
cuidado pe mi e o ien a a condu a obs é ica quan o ao momen o ideal da in e upção da
Nos casos g a es, em que há isco de complicações neu ológicas, hepá icas ou
se a in e nação em unidade de e apia in ensi a (UTI). Nesse
compos a po obs e as,
é undamen al pa a o e ece supo e
Adicionalmen e, medidas de supo e incluem o con ole igo oso do balanço híd ico, a
si as eco en es, o acompanhamen o do abalho de pa o quando
indicado e a ga an ia de um ambien e segu o e acolhedo pa a a pacien e.
Po an o, os cuidados de supo e con igu am um componen e indispensá el no manejo
ando como elo en e a es abilização clínica e a omada
de decisão obs é ica, com impac o di e o na edução da mo alidade ma e na e pe ina al.
eclâmpsia pode e olui pa a complicações an o pa a a ges an e quan o pa a o
, 2024). As complicações ma e nas acome em múl iplos sis emas, incluindo
o ci cula ó io, pulmona , hepá ico, enal e ne oso (Laskowska, 2023). No sis ema
ci cula ó io, a condição pode es a associada a pa ada ca díaca súbi a, coagulação
disseminada, e maio isco ca dio ascula c ônico após a ges ação, como
hipe ensão c ônica, doença a e ial c ônica, insu iciência ca díaca, sínd ome me abólica e
, 2024). No sis ema espi a ó io, des acam
-se o
edema pulmona , a sínd ome do descon o o espi a ó io agudo, e complicações elacionadas
eclâmpsia pode e olui pa a eclâmpsia
ue podem le a à coma e mo e), hemo agia