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24. EFEITOS DA AROMATERAPIA NA ANSIEDADE E NÁUSEAS
EM GESTANTES
EFFECTS OF AROMATHERAPY ON ANXIETY AND NAUSEA IN PREGNANT
WOMEN
INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NA OBSTETRÍCIA
La issa da C uz Soa es
G aduando em En e magem pelo Cen o Uni e si á io do No e-Unino e, Manaus-Am
Débo a C is ina de Lima Leão Ca alcan i
Mes anda em En e magem pela Uni e sidade Fede al da Pa aíba
Flá ia Noguei a
G aduada em En e magem pela Faculdade de São Lou enço - MG, Consul o a em Amamen ação Pós-Pa o pela Comad e - Cia Limi ada
Pode do Pa eja - SP, A oma e apeu a pela Faculdade Uni as - SP.
Gus a o Hen ique Oli ei a Cos a
G aduando em Fisio e apia pelo cen o uni e si á io UNIFATECIE
And éa San os Mo ei a
G aduanda de En e magem pela Faculdade Cosmopoli a - PA
Sab ina Lopes Da Luz
G aduanda em Fisio e apia pelo Cen o Uni e si á io Uninassau Pa naíba
Vi ó ia Wagne Yi
G aduanda em Fisio e apia pelo Cen o Uni e si á io B asilei o- UNIBRA-PE
And éa Laué Passos San os
Bacha el em En e magem pelo Cen o Uni e si á io Mau ício de Nassau, Esp. em Saúde Pública em Ên ase em A enção Básica pela
UNINASSAU , Pós- g aduanda em Docência do Ensino Supe io pela UNINASSAU , Pós-g aduanda em Sexologia e Sexualidade Humana
pela UNINASSAU
RESUMO
In odução: A ges ação é um pe íodo ma cado po al e ações isiológicas que
podem desencadea sin omas como náuseas, ômi os e ansiedade, a e ando a
qualidade de ida e aumen ando iscos ma e nos e e ais. O a amen o
con encional ge almen e en ol e medicamen os, mas mui as ges an es
demons am eceio quan o a e ei os cola e ais e possí eis impac os ao e o. Nesse
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con ex o, a a oma e apia, econhecida pela OMS como p á ica in eg a i a e
complemen a em saúde, ap esen a-se como al e na i a e apêu ica segu a,
humanizada e de baixo cus o, com po encial pa a p omo e bem-es a ísico e
emocional. Obje i o:Analisa , po meio da li e a u a cien í ica, os e ei os da
a oma e apia na edução da ansiedade e das náuseas em ges an es, e idenciando
suas con ibuições como p á ica complemen a no p é-na al. Me odologia: T a a-se
de uma e isão in eg a i a da li e a u a. Fo am consul adas bases como
PubMed/MEDLINE, SciELO, LILACS, Coch ane Lib a y e Scopus, u ilizando
desc i o es em po uguês, inglês e espanhol elacionados a “a oma e apia”,
“ansiedade”, “náuseas” e “ges an es”. Os c i é ios de inclusão conside a am
es udos p imá ios publicados en e 2015 e 2025, disponí eis na ín eg a, que
abo dassem a a oma e apia como in e enção p incipal em ges an es com
ansiedade e/ou náuseas. Fo am excluídos a igos de opinião, e isões, duplica as e
publicações o a do escopo. Resul ados e Discussão: A análise e idenciou Óleos
essenciais como la anda, limão, gengib e e la anja-doce mos a am e icácia na
edução de náuseas e ansiedade, além de melho a sono, acei ação alimen a ,
adesão ao p é-na al e bem-es a emocional. Ges an es, inclusi e de al o isco,
ela a am sensação de acolhimen o, e os e ei os ad e sos o am a os e le es.
Con udo, limi ações me odológicas di icul am a pad onização dos esul ados.
Conside ações Finais: A a oma e apia con igu a-se como p á ica in eg a i a
e icaz e segu a pa a o manejo de náuseas e ansiedade du an e a ges ação,
a o ecendo an o o bem-es a ísico quan o o emocional da ges an e. Sua
inco po ação no p é-na al pode o alece o cuidado humanizado, mas es udos mais
obus os são necessá ios pa a consolida sua u ilização em la ga escala nos se iços
de saúde.
Pala as-Cha es: A oma e apia; Ansiedade; Ges ação; Náuseas; P é-Na al.
ABSTRACT
In oduc ion: p egnancy is a pe iod ma ked by physiological changes ha can
igge symp oms such as nausea, omi ing, and anxie y, a ec ing quali y o li e
and inc easing ma e nal and e al isks. Con en ional ea men usually in ol es
medica ion, bu many p egnan women exp ess conce n abou side e ec s and
po en ial impac s on he e us. In his con ex , a oma he apy, ecognized by he
WHO as an in eg a i e and complemen a y heal h p ac ice, p esen s i sel as a sa e,
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humane, and low-cos he apeu ic al e na i e wi h he po en ial o p omo e physical
and emo ional well-being. Objec i e: o analyze, h ough he scien i ic li e a u e,
he e ec s o a oma he apy in educing anxie y and nausea in p egnan women,
highligh ing i s con ibu ions as a complemen a y p ac ice in p ena al ca e.
Me hodology: his is an in eg a i e li e a u e e iew. Da abases such as
PubMed/MEDLINE, SciELO, LILACS, Coch ane Lib a y, and Scopus we e
consul ed, using desc ip o s in Po uguese, English, and Spanish ela ed o
"a oma he apy," "anxie y," "nausea," and "p egnan women." Inclusion c i e ia
conside ed p ima y s udies published be ween 2015 and 2025, a ailable in ull, ha
add essed a oma he apy as a p ima y in e en ion o p egnan women wi h anxie y
and/o nausea. Opinion a icles, e iews, duplica es, and ou -o -scope publica ions
we e excluded. Resul s and Discussion: he analysis showed ha essen ial oils
such as la ende , lemon, ginge , and swee o ange we e e ec i e in educing
nausea and anxie y, in addi ion o imp o ing sleep, ood accep ance, adhe ence o
p ena al ca e, and emo ional well-being. P egnan women, including high- isk
women, epo ed a eeling o com o , and ad e se e ec s we e a e and mild.
Howe e , me hodological limi a ions hinde s anda diza ion o esul s. Final
Conside a ions: a oma he apy is an e ec i e and sa e in eg a i e p ac ice o
managing nausea and anxie y du ing p egnancy, bene i ing bo h he physical and
emo ional well-being o p egnan women. I s inco po a ion in o p ena al ca e can
s eng hen humanized ca e, bu mo e obus s udies a e needed o consolida e i s
widesp ead use in heal h se ices.
Keywo ds: A oma he apy; Anxie y; P egnancy; Nausea; P ena al ca e.
INTRODUÇÃO
O p ocesso g a ídico passa po di e sas al e ações isiológicas que possibili am o
desen ol imen o e al e, consequen emen e, aca e am sinais e sin omas pa a a mulhe .
Den e as al e ações, des acam-se náuseas e ômi os, que possuem pa ogênese mul i a o ial e
no malmen e oco em en e a sex a e a décima segunda semana de ges ação, e a ingem ce ca
de 50% a 80% das ges an es.
Essas al e ações es ão associadas a e ei os nega i os pa a a geni o a, a e ando sua
qualidade de ida e as elações conjugais, ma e nas e sociais, que podem se decisi as pa a
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dep essão pós-pa o, independen e do es ado emocional ma e no p é-g a ídico. Podem
oco e , ainda, sen imen os de inadequação, ansiedade e es esse, maio p obabilidade de
ap esen a do in ensa na cin u a pél ica, hipe ensão, p é-eclâmpsia e p o einú ia (Machado,
2021).
A ualmen e, o a amen o con encional é, p e alen emen e, baseado nas al e ações
alimen a es e medicamen os an inauesan es, an iemé icos e an i-his amínicos. O a amen o
conside ado pad ão-ou o é o uso da pi idoxina ( i amina B6) isolada ou associada à
doxilamina. No en an o, pode ha e elu ância da ges an e em u iliza esses medicamen os, já
que o am elacionados a alguns e ei os cola e ais. Soma-se isso ao a o que a maio ia das
ges an es a i ma possui medo dos possí eis e ei os e a ogênicos pelo uso epe i i o de
á macos no pe íodo ges acional (Biblio eca Vi ual de Saúde, 2021).
A a oma e apia é um dos in e e no e ecu sos pe encen es às P á icas
In eg a i as e Complemen a es em Saúde (PICS), as quais são ecu sos e apêu icos
que p omo em ecupe ação da saúde e p e enção de ag a os. Sendo u ilizada em
mui os países e econhecida pelos seus bene ícios e apêu icos. Inclusi e, a OMS
econhece a sua impo ância e es imula que os seus es ados-memb os desen ol am
polí icas públicas que con emplem o uso acional e in eg ado das PICS. Nesse
sen ido, a mesma possui di e sas aplicabilidades, como pa a o alí io da do du an e
a ges ação e no p ocesso de pa u ição, na dismeno eia e na do oncológica (Sil a
e al, 2020b).
Sendo assim, a a oma e apia pode se u ilizada du an e o pe íodo g a ídico-
pue pe al pa a alí io de sin omas e de sen imen os nega i os, p incipalmen e
aqueles i enciados po ges an es com o diagnós ico de ges ação de al o isco. Tal
diagnós ico ap esen a mui as di e gências quan o a sua de inição, mas é sabido que
quan o maio os a o es de isco elacionados e associados, maio a complexidade
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da ges ação. Em deco ência do diagnós ico de ges ação de al o isco, as mulhe es
podem desen ol e ou in ensi ica sen imen os nega i os, ais como medo, is eza,
ansiedade e insegu ança (Wilhelm e al, 2015; Cos a e al, 2019).
Dessa o ma, es e es udo em como obje i o comp eende os e ei os da
a oma e apia na ansiedade e náuseas em ges an es po meio da busca na li e a u a
po ma e iais que a em da emá ica da a oma e apia, ansiedade e náuseas na
ges ação.
METODOLOGIA
T a a-se de uma e isão in eg a i a da li e a u a, um mé odo que pe mi e a
sín ese e a análise de es udos p imá ios de di e en es me odologias, como ensaios
clínicos, es udos de caso e es udos obse acionais, com o obje i o de cons ui uma
isão ab angen e sob e o ema. Essa abo dagem possibili a ap o unda o
conhecimen o sob e a aplicação da a oma e apia no con ex o da ges ação,
a aliando seus e ei os na ansiedade e nas náuseas (Mendes,Sil ei a, Gal ão, 2008).
A ques ão no eado a des a e isão oi o mulada com base na es a égia PICO
(População, In e enção, Compa ação e Ou come/Des echo), a im de guia a busca
po e idências cien í icas de o ma cla a e obje i a. A pe gun a que se p e ende
esponde é: “Quais os e ei os da a oma e apia na edução da ansiedade e das
náuseas em ges an es?".
A pesquisa bibliog á ica oi ealizada nas seguin es bases de dados ele ônicas,
econhecidas po sua ele ância na á ea da saúde: PubMed/MEDLINE, SciELO,
LILACS, Coch ane Lib a y e Scopus. A busca oi e e uada u ilizando desc i o es
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con olados e pala as-cha e, combinados com os ope ado es booleanos "AND" e
"OR". Os e mos u ilizados o am: "A oma e apia" OR "a oma he apy" AND
"Ansiedade" OR "anxie y" AND "Náuseas" OR "nausea" AND "Ges an es" OR
"p egnan women" OR "p egnancy". Pa a ga an i a a ualidade da e isão, o am
selecionados a igos comple os publicados nos úl imos 10 anos, de 2015 a 2025.
Fo am incluídos nes a e isão os es udos p imá ios (ensaios clínicos, es udos
de coo e, es udos de caso-con ole) que abo da am a u ilização da a oma e apia
como in e enção p incipal em ges an es com quad os de ansiedade e/ou náuseas.
Apenas a igos publicados nos idiomas po uguês, inglês e espanhol, e que i essem
ex o comple o disponí el pa a lei u a, o am conside ados. Fo am excluídos
es udos de e isão, a igos de opinião, edi o iais, eses, disse ações e publicações
duplicadas encon adas nas bases de dados.
A seleção dos a igos seguiu um igo oso p ocesso di idido em e apas.
Inicialmen e, oi ei a a iden i icação dos a igos a pa i da busca nas bases de
dados, con o me a es a égia p ede inida. Em seguida, os í ulos e esumos o am
subme idos à iagem, com a eliminação de duplica as e daqueles que não a endiam
aos c i é ios de inclusão. A e apa de elegibilidade consis iu na lei u a in eg al dos
ex os p é-selecionados pa a uma análise mais de alhada. Po im, os a igos
conside ados elegí eis o am incluídos na e isão.
Pa a a análise e sín ese dos dados, oi selecionado po meio de sepa ação das
in o mações ao con endo as seguin es o ien ação de cada es udo: au o (es) e ano
de publicação, ipo de es udo, população, in e enção (óleo essencial, mé odo de
aplicação e du ação) e p incipais esul ados sob e ansiedade e náuseas. A pa i
desses dados, a discussão oi conduzida de o ma a sin e iza as e idências e
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esponde à ques ão de pesquisa, ap esen ando os e ei os da a oma e apia na saúde
das ges an es.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A e isão in eg a i a e idencia que a a oma e apia em sido u ilizada como
ecu so complemen a no manejo de sin omas comuns à ges ação, em especial
náuseas, ômi os e ansiedade. A análise dos es udos mos ou que óleos essenciais
como la anda, gengib e, limão e la anja-doce se des aca am po ap esen a em
e ei os posi i os ela ados pelas ges an es. As in e enções o am aplicadas po
di e en es mé odos, incluindo inalação di e a, di uso es ambien ais e massagens,
com esul ados sa is a ó ios na diminuição da in ensidade dos sin omas e na
melho a da pe cepção de bem-es a ge al du an e a ges ação (Sil a e al., 2020b).
Os es udos a aliados suge em que a a oma e apia ap esen a um impac o
ele an e na edução das náuseas, p incipalmen e no p imei o imes e da
g a idez, pe íodo em que ais sin omas são mais equen es e in ensos. Essa
melho a es á associada não apenas ao e ei o isiológico dos óleos essenciais, mas
ambém à sensação de acolhimen o e elaxamen o p opo cionada pelo uso da
p á ica. Como esul ado, as ges an es ap esen a am maio acei ação alimen a ,
meno descon o o ísico e melho adesão ao p é-na al, o que se elaciona
di e amen e com a qualidade de ida e a saúde ma e na (Machado, 2021; Biblio eca
Vi ual de Saúde, 2021).
No que diz espei o à ansiedade, a a oma e apia ambém demons ou
esul ados impo an es, sendo capaz de eduzi sin omas elacionados ao es esse
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emocional da ges ação. Óleos como la anda e osa ap esen a am e ei os
anquilizan es que a o ece am a egulação do sono, o elaxamen o ísico e a
melho a da es abilidade emocional das pa icipan es. Esse achado é signi ica i o,
uma ez que a ansiedade du an e a ges ação pode es a associada a complicações
clínicas e ao aumen o do isco de dep essão pós-pa o, sendo, po an o,
undamen al a exis ência de al e na i as e apêu icas segu as (Sil a e al., 2020b;
Wilhelm e al., 2015).
Ou o pon o iden i icado é que a a oma e apia pode se especialmen e ú il pa a
ges an es classi icadas como de al o isco. Nesses casos, a p esença de a o es
adicionais, como his ó ico de doenças p é ias, condições socioeconômicas
des a o á eis ou complicações du an e a g a idez, in ensi ica sen imen os
nega i os como medo e insegu ança. A li e a u a demons a que o uso de óleos
essenciais, aliado ao cuidado clínico adicional, con ibui pa a maio sensação de
anquilidade e melho a da adesão aos a amen os ecomendados, a o ecendo um
cuidado in eg al (Wilhelm e al., 2015; Cos a e al., 2019).
Em elação à segu ança, os es udos analisados indicam que a a oma e apia
ap esen a poucos e ei os ad e sos, ge almen e le es e au olimi ados, como on u a
ou do de cabeça. Ressal a-se, con udo, a impo ância do uso co e o, espei ando
diluições adequadas, e i ando a inges ão de óleos essenciais e a u ilização de
espécies con aindicadas du an e a ges ação. A supe isão po p o issionais
capaci ados ga an e que a p á ica seja conduzida de o ma segu a, minimizando
iscos e e o çando sua c edibilidade enquan o in e enção complemen a
(Biblio eca Vi ual de Saúde, 2021; Sil a e al., 2020b).
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En e an o, a análise ambém e elou limi ações impo an es nos es udos
disponí eis. Obse a-se he e ogeneidade nos mé odos de pesquisa, nas
concen ações u ilizadas, no empo de exposição e nos ins umen os de a aliação
dos sin omas. Essa di e sidade di icul a a compa ação di e a dos esul ados e a
pad onização de p o ocolos de uso da a oma e apia na ges ação. Além disso, a
maio ia dos es udos ap esen a amos as pequenas e empo de acompanhamen o
es i o, o que limi a a gene alização dos achados pa a di e en es con ex os
populacionais (Sil a e al., 2020b; Machado, 2021).
Apesa dessas limi ações, os esul ados indicam que a a oma e apia pode se
inco po ada como p á ica in eg a i a den o da a enção p é-na al, o alecendo a
p opos a de cuidado humanizado. O uso dessa e apia a o ece a au onomia da
ges an e, alo iza suas escolhas e con ibui pa a a c iação de um ambien e
acolhedo . A li e a u a ambém apon a que a adoção das p á icas in eg a i as es á
em consonância com as polí icas públicas de saúde, que de endem a in eg alidade e
a dignidade do cuidado du an e o pe íodo ges acional e pue pe al (Sil a e al.,
2020b).
Den o dessa pe spec i a, é possí el conclui que a a oma e apia ep esen a
uma al e na i a e icaz e segu a pa a o manejo da ansiedade e das náuseas em
ges an es, p incipalmen e quando u ilizada de o ma complemen a ao a amen o
con encional. A p á ica ap esen a bene ícios clínicos e psicossociais, embo a a
consolidação das e idências dependa de es udos u u os mais obus os e
pad onizados. Recomenda-se que no as pesquisas explo em a compa ação en e
di e en es óleos essenciais, as o mas de aplicação, os e ei os a longo p azo e a
iabilidade de implemen ação em se iços públicos de saúde (Sil a e al., 2020b;
Machado, 2021).