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36. GESTAÇÃO EM HOMENS TRANS: DESAFIOS CLÍNICOS,
ÉTICOS E CUIDADOS DE ENFERMAGEM
PREGNANCY IN MEN: CLINICAL, ETHICAL AND NURSING CARE CHALLENGES
EIXO TEMÁTICO: DIVERSIDADE, EQUIDADE, INTERSECCIONALIDADE E
JUSTIÇA REPRODUTIVA
Yasmin Teixei a San ana
En e mei a pela Uni e sidade São Judas Tadeu - Unimon e
RESUMO
A ges ação em homens ans ep esen a um enômeno que desa ia pa adigmas biomédicos e
sociais, exigindo da en e magem e das equipes mul ip o issionais uma abo dagem écnica,
é ica e humanizada. In odução: o uso de es os e ona, ecu so cen al na a i mação de gêne o,
pode aca e a al e ações me abólicas e his ológicas ele an es, aumen ando iscos de
hipe ensão ges acional, p é-eclâmpsia, esis ência à insulina, dislipidemia, disbiose aginal e
es ição de c escimen o in au e ino, além de impac a a saúde men al dian e do es igma
social (AGARWAL e al., 2021; GRADY e al., 2022; GREENE e al., 2023). Obje i o:
analisa os p incipais desa ios clínicos, sociais e de cuidado em saúde elacionados à ges ação
em homens ans, en a izando o papel da en e magem na p omoção da equidade e
humanização da assis ência. Me odologia: e isão na a i a in eg a i a ealizada en e
se emb o e no emb o de 2023 nas bases PubMed, SciELO, LILACS e BVS, complemen ada
po di e izes nacionais do Minis é io da Saúde e do COFEN. Fo am incluídos a igos
publicados en e 2013 e 2024, além de es udos clássicos sob e ho monio e apia e saúde ans,
com análise o ganizada em ês eixos: impac os isiológicos da es os e ona, epe cussões
ana ômicas e uncionais e expe iências sociais no cuidado obs é ico. Resul ados: a li e a u a
e elou que a exposição p é ia à es os e ona es á associada a complicações me abólicas e
ges acionais, que a a o ia epi elial e a al e ação da mic obio a aginal podem comp ome e a
e ilidade e a e olução da g a idez, e que o uso inadequado de binde s pode ge a
epe cussões espi a ó ias, ainda que não in iabilize a amamen ação. Es udos quali a i os
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(TORRES e al., 2023; CAVANAGH e al., 2023; WHITE e al., 2022) des aca am ba ei as
de acesso, p econcei o em consul as e impac os psicológicos nega i os, e o çando a
necessidade de p á icas de en e magem pau adas em espei o, escu a a i a e uso do nome
social. Conside ações inais: conclui-se que a ges ação em homens ans exige p o ocolos
clínicos especí icos e uma assis ência obs é ica inclusi a, sendo a en e magem p o agonis a
na edução de iscos ma e no- e ais e no o alecimen o da equidade em saúde.
Pala as-Cha es: Amamen ação; En e magem; G a idez; Saúde ans; Tes os e ona.
ABSTRACT
P egnancy in ans men ep esen s a phenomenon ha challenges biomedical and social
pa adigms, equi ing a echnical, e hical, and humanized app oach om nu sing and
mul idisciplina y eams. In oduc ion: The use o es os e one, a cen al esou ce in gende
a i ma ion, can lead o signi ican me abolic and his ological changes, inc easing he isks o
ges a ional hype ension, p eeclampsia, insulin esis ance, dyslipidemia, aginal dysbiosis,
and in au e ine g ow h es ic ion, in addi ion o impac ing men al heal h due o social s igma
(AGARWAL e al., 2021; GRADY e al., 2022; GREENE e al., 2023). Objec i e: To analyze
he main clinical, social, and heal h ca e challenges ela ed o p egnancy in ans men,
emphasizing he ole o nu sing in p omo ing equi y and humaniza ion o ca e. Me hodology:
An in eg a i e na a i e e iew conduc ed be ween Sep embe and No embe 2023 in he
PubMed, SciELO, LILACS, and BVS da abases, supplemen ed by na ional guidelines om
he Minis y o Heal h and COFEN. A icles published be ween 2013 and 2024 we e
included, in addi ion o classic s udies on ho mone he apy and ans heal h, wi h analysis
o ganized along h ee axes: physiological impac s o es os e one, ana omical and unc ional
epe cussions, and social expe iences in obs e ic ca e. Resul s: The li e a u e e ealed ha
p io exposu e o es os e one is associa ed wi h me abolic and ges a ional complica ions, ha
epi helial a ophy and al e a ions in he aginal mic obio a can comp omise e ili y and
p egnancy p og ession, and ha he inapp op ia e use o binde s can cause espi a o y
epe cussions, al hough i does no p e en b eas eeding. Quali a i e s udies (TORRES e al.,
2023; CAVANAGH e al., 2023; WHITE e al., 2022) highligh ed access ba ie s, p ejudice
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in consul a ions, and nega i e psychological impac s, ein o cing he need o nu sing
p ac ices based on espec , ac i e lis ening, and he use o social names. Final conside a ions:
i is concluded ha p egnancy in ans men equi es speci ic clinical p o ocols and inclusi e
obs e ic ca e, wi h nu sing playing a leading ole in educing ma e nal- e al isks and
s eng hening heal h equi y.
Keywo ds: B eas eeding; Nu sing; P egnancy; T ans heal h; Tes os e one.
INTRODUÇÃO
A possibilidade de ges ação em homens ans ep esen a um desa io clínico e social
que ompe pa adigmas da obs e ícia adicional. T a a-se de indi íduos designados mulhe es
ao nasce (AFAB – assigned emale a bi h), mas que se iden i icam como homens e
p ese am sua capacidade ep odu i a. Esse enômeno, equen emen e denominado de o ma
midiá ica como “homem g á ido”, em se o nado cada ez mais isí el em sociedades onde o
acesso a écnicas de ep odução assis ida, acompanhamen o mul ip o issional e a i mação de
gêne o são mais amplos (CAVANAGH e al., 2023; WHITE e al., 2022).
O uso de es os e ona é um dos p incipais pila es da ansição de gêne o pa a homens
ans. En e an o, a exposição p olongada a esse ho mônio pode aze e ei os ad e sos
ele an es pa a a saúde ep odu i a. En e os iscos mais ela ados es ão a hipe ensão
ges acional, a p é-eclâmpsia, a esis ência insulínica, a dislipidemia e a es ição de
c escimen o in au e ino (GREENE e al., 2023; GRADY e al., 2022). Além das
epe cussões me abólicas, a li e a u a desc e e al e ações his ológicas e uncionais no a o
geni al, como a a o ia epi elial aginal e ce ical, a edução do glicogênio ecidual e a
al e ação da mic obio a aginal, a o es que podem comp ome e a e ilidade e a e olução da
ges ação (BALDASSARRE, 2013; AGARWAL e al., 2021).
Do pon o de is a social, a ges ação de homens ans é a a essada po ba ei as
ins i ucionais e cul u ais. Mui os ela am disc iminação, cons angimen o em consul as p é-
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na ais e ausência de p o ocolos adap ados à sua ealidade (PREFEITURA DE SÃO PAULO,
2020; TORRES e al., 2023). Esse con ex o ge a so imen o psíquico, isco aumen ado de
ansiedade e dep essão e, po ezes, abandono do acompanhamen o ges acional. A
en e magem, como p o issão que a ua di e amen e no p é-na al, pa o e pue pé io,
desempenha papel undamen al não apenas na assis ência écnica, mas ambém no
acolhimen o, na ga an ia dos di ei os humanos e na p omoção da equidade em saúde
(COFEN, 2017).
Assim, es e es udo em como obje i o analisa os p incipais desa ios clínicos, é icos e
de cuidado elacionados à ges ação em homens ans, azendo uma e isão na a i a da
li e a u a, p oblema izando os iscos associados ao uso de es os e ona, as epe cussões sociais
e psicológicas do p ocesso ges acional e o papel cen al da en e magem na p omoção de um
cuidado inclusi o e humanizado.
METODOLOGIA
T a a-se de uma e isão na a i a in eg a i a da li e a u a, cuja escolha me odológica
se jus i ica pela necessidade de euni e idências he e ogêneas – clínicas, sociais e é icas –
sob e um enômeno ainda pouco explo ado nas pesquisas obs é icas adicionais. A e isão
na a i a pe mi e não apenas mapea o es ado da a e, mas ambém a icula achados clássicos
com publicações ecen es, cons uindo um pano ama ab angen e do ema (TORRES e al.,
2023; WHITE e al., 2022).
2.1 Fon es de dados e pe íodo
A pesquisa bibliog á ica oi conduzida en e se emb o e no emb o de 2023 em bases
nacionais e in e nacionais de econhecida ele ância cien í ica, como PubMed/MEDLINE,
SciELO, LILACS e Biblio eca Vi ual em Saúde (BVS). Documen os o iciais de ó gãos
egulado es – como o Minis é io da Saúde e o Conselho Fede al de En e magem (COFEN) –
o am incluídos pa a inco po a p o ocolos e di e izes aplicá eis à ealidade b asilei a. 2.2
C i é ios de inclusão e exclusão Fo am incluídos a igos publicados en e 2013 e 2024, em
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po uguês e inglês, que abo dassem: (a) e ei os da es os e ona sob e a e ilidade ou ges ação;
(b) des echos obs é icos em homens ans; (c) expe iências sociais e psicológicas
elacionadas à g a idez; e (d) p á icas de en e magem no acompanhamen o p é-na al. Es udos
clássicos an e io es a esse pe íodo, como MILLER (1986) e BALDASSARRE (2013), o am
incluídos po sua ele ância his ó ica e me odológica. Fo am excluídos abalhos com oco
exclusi o em e ilidade de homens cisgêne os ou em e apias ho monais sem co elação com
a ges ação.
2.3 P ocedimen os de cole a e análise
A busca u ilizou combinações de desc i o es em po uguês e inglês, incluindo:
“ ansgende p egnancy”, “ es os e one and p egnancy”, “ ans men and obs e ics”, “nu sing
ca e” e “obs e ic ou comes”. A análise do ma e ial selecionado oi o ganizada em ês eixos
p incipais: (1) impac os isiológicos da es os e ona na ges ação; (2) epe cussões ana ômicas
e uncionais no apa elho ep odu o ; e (3) expe iências sociais e implicações pa a o cuidado
de en e magem.
2.4 Rele ância me odológica
Op ou-se pela in eg ação de es udos quan i a i os, quali a i os e de e isão
sis emá ica, ga an indo maio consis ência às in e p e ações. Pesquisas ecen es, como as
e isões de GRADY e al. (2022) e GREENE e al. (2023), o am conside adas essenciais
pa a iden i ica des echos clínicos e obs é icos. Da mesma o ma, es udos quali a i os como
CAVANAGH e al. (2023) e TORRES e al. (2023) ouxe am subsídios impo an es pa a
comp eende o impac o social e psicológico da ges ação em homens ans, elemen os
imp escindí eis pa a a p á ica da en e magem. Assim, a me odologia ado ada buscou alia
igo cien í ico e sensibilidade social, assegu ando uma análise mul idimensional do ema e
con ibuindo pa a a o mulação de p á icas mais inclusi as no campo da obs e ícia.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
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A análise da li e a u a sob e ges ação em homens ans pe mi iu iden i ica ês
g andes eixos de discussão: os impac os isiológicos da es os e ona, as epe cussões
ana ômicas e uncionais do apa elho ep odu o e os aspec os sociais, psicológicos e é icos
elacionados ao cuidado em saúde.
3.1. Impac os da es os e ona na ges ação
O uso p olongado de es os e ona, undamen al no p ocesso de a i mação de gêne o,
pode ge a e ei os sis êmicos que epe cu em de manei a di e a no cu so ges acional. En e os
achados mais consis en es, des acam-se al e ações me abólicas como esis ência à insulina,
dislipidemia e aumen o da p essão a e ial. Esses a o es, po si só, já ep esen am isco pa a a
saúde da pessoa ges an e, mas na g a idez ganham maio ele ância, pois se somam às
al e ações isiológicas p óp ias do pe íodo. A hipe ensão ges acional, po exemplo, es á
associada ao aumen o da incidência de p é-eclâmpsia, condição que pode comp ome e a
pe usão placen á ia e desencadea complicações g a es an o pa a o e o quan o pa a o ges o
(GREENE e al., 2023; GRADY e al., 2022).
Ou o pon o ele an e é a es ição de c escimen o in au e ino (RCIU), econhecida
como a o de isco pa a mo bimo alidade pe ina al e pa a o desen ol imen o de doenças
c ônicas na ida adul a. A li e a u a suge e que a exposição à es os e ona pode con ibui
pa a esse quad o ao eduzi a ascula ização u e oplacen á ia, p ejudicando a ans e ência de
oxigênio e nu ien es. Ainda que sejam necessá ios mais es udos especí icos em homens ans,
os dados disponí eis e o çam a impo ância de p o ocolos que ecomendem a suspensão da
ho monio e apia an es da concepção (BALDASSARRE, 2013).
Além disso, os po enciais e ei os da es os e ona sob e o desen ol imen o e al
incluem al e ações no sis ema ne oso cen al e no apa elho geni u iná io, além do isco
aumen ado de abo amen o espon âneo. Esses achados e o çam que a decisão ep odu i a de
homens ans de e se acompanhada po aconselhamen o mul ip o issional, ga an indo não
apenas segu ança clínica, mas ambém apoio psicológico dian e da complexidade do p ocesso
(LIGHT e al., 2022).
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3.2. Ques ões ana ômicas e uncionais
As epe cussões da es os e ona ambém se mani es am em ní el ecidual. Es udos
clássicos de MILLER (1986) e BALDASSARRE (2013) apon am que o uso p olongado do
ho mônio pode desencadea a o ia epi elial em ecidos aginais e ce icais, esul ado da
ina i idade es ogênica induzida. Na p á ica clínica, essa condição pode signi ica maio isco
de issu as, in ecções e do du an e o exame ginecológico ou no pa o aginal.
A diminuição dos ní eis de glicogênio na mucosa aginal, e idenciada po
Baldassa e (2013) e con i mada po AGARWAL e al. (2021), comp ome e a manu enção da
mic obio a saudá el, ele ando o pH aginal e a o ecendo a p oli e ação de pa ógenos. Esse
desequilíb io es á associado a maio p edisposição pa a in ecções eco en es, abalho de
pa o p ema u o e o u a p ema u a de memb anas, si uações que podem comp ome e o
p ognós ico ges acional. Assim, o acompanhamen o p é-na al desses indi íduos de e inclui
a enção especial à saúde aginal, com as eamen o e a amen o p ecoce de in ecções.
Ou o aspec o é o uso de binde s, ecu so amplamen e u ilizado pa a eduzi a
isibilidade das mamas e p opo ciona maio con o o co po al. Quando u ilizados de o ma
inadequada, podem le a a epe cussões espi a ó ias, es ição de mo imen os o ácicos e a é
al e ações pos u ais (SANTOS e al., 2022).
Du an e a ges ação, essas consequências podem se in ensi ica de ido às adap ações
isiológicas do sis ema espi a ó io e ca dio ascula . Ainda assim, quando usados
co e amen e no pe íodo an e io à g a idez, os binde s não in iabilizam a amamen ação. Pa a
os casos em que a lac ação não é desejada, a en e magem de e o e ece al e na i as, como o
apoio ao uso de bancos de lei e humano e a alo ização do mé odo cangu u, que o alece o
ínculo en e pai e ilho e p omo e bene ícios isiológicos ao ecém-nascido (BRASIL,
2023).
3.3. Humanização e cuidados de en e magem
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A dimensão social e psicológica da ges ação em homens ans é ma cada po desa ios
adicionais, como es igma ização, disc iminação ins i ucional e al a de p o ocolos especí icos
de a enção obs é ica. Mui os ela am cons angimen o du an e consul as ginecológicas,
ecusa de a endimen o ou uso inadequado do nome social, a o es que con ibuem pa a a
e asão do acompanhamen o p é-na al e pa a o ag a amen o de iscos clínicos (WHITE e al.,
2022; TORRES e al., 2023).
A en e magem, como p o issão que a ua em con a o di e o e con ínuo com os pacien es,
assume papel cen al nesse cená io. O Código de É ica dos P o issionais de En e magem
(COFEN, 2017) es abelece o espei o à iden idade de gêne o como p incípio undamen al, o
que implica p á icas como a escu a quali icada, a adap ação de o mulá ios e a c iação de
ambien es inclusi os. O acolhimen o humanizado demons ou e ei o p o e i o pa a a saúde
men al, eduzindo ní eis de ansiedade e dep essão du an e a ges ação de homens ans
(TORRES e al., 2023).
Ou o pon o c í ico é a in e seção en e iden idade de gêne o, aça e ulne abilidade social.
Homens ans neg os e pe i é icos en en am iscos ac escidos de exclusão no acesso a
se iços de saúde, o que amplia as desigualdades já p esen es (SANTOS e al., 2010). A
en e magem, nesse con ex o, ul apassa a dimensão clínica e a ua como agen e ans o mado ,
p omo endo jus iça social e equidade.
Po an o, os esul ados da li e a u a demons am que a ges ação em homens ans não de e se
eduzida apenas às epe cussões clínicas da es os e ona, mas comp eendida como um
enômeno mul i a o ial, em que a o es biológicos, ana ômicos, sociais e psicológicos se
en elaçam. A abo dagem mul ip o issional, com p o agonismo da en e magem, é essencial
pa a o e ece cuidado segu o, inclusi o e humanizado.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
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A ges ação em homens ans ea i ma a necessidade de epensa modelos assis enciais em
obs e ícia. E idências cien í icas demons am iscos associados à es os e ona e à ausência de
p o ocolos especí icos, o que demanda p epa o écnico-cien í ico da equipe mul ip o issional.
A en e magem, po sua p oximidade com os pacien es e a uação na linha de en e, de e
assumi p o agonismo no cuidado inclusi o, pau ado em é ica, espei o à iden idade de gêne o
e humanização. A p odução de p o ocolos e pesquisas longi udinais sob e des echos
obs é icos em homens ans cons i ui um caminho pa a consolida p á icas segu as e
equânimes.
REFERÊNCIAS
AGARWAL, A. e al. Vaginal mic obiome in ansgende men ecei ing long- e m
es os e one he apy: implica ions o ep oduc i e heal h. Rep oduc i e Heal h, . 18, n. 1,
p. 1-10, 2021. h ps://doi.o g/10.1186/s12978-021-01120-7
BALDASSARRE, M. Vaginal epi helial glycogen con en in ansgende men unde
es os e one he apy. Jou nal o Endoc inology, . 218, n. 2, p. 145-153, 2013.
BRASIL. Minis é io da Saúde. A enção humanizada ao ecém-nascido: Mé odo Cangu u. 3.
ed. B asília, 2023.
BRASIL. Minis é io da Saúde. Cade nos de A enção Básica: acolhimen o à demanda
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BRASIL. Minis é io da Saúde. P é-na al e pue pé io: a enção quali icada e humanizada. 3.
ed. B asília, 2023.
CAVANAGH, C. e al. T ansgende men’s expe iences o p egnancy ca e: a quali a i e
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