Sa a Isabel da Cunha Ca alho
Me chandising Visual e
Comunicação de um Pon o de Venda
In an il – Es udo de Caso Lidi Lo e
julho 2021
UMinho | 2020
Sa a Ca alho
Me chandising Visual e Comunicação de um Pon o
de Venda In an il – Es udo de Caso Lidi Lo e
ii
julho 2021
Sa a Isabel da Cunha Ca alho
Me chandising Visual e
Comunicação de um Pon o de Venda
In an il – Es udo de Caso Lidi Lo e
Disse ação de Mes ado
Design de Comunicação de Moda
T abalho ealizado sob a o ien ação da
P o esso a Dou o a Ma ia José Ab eu
Uni e sidade do Minho
Escola de Engenha ia
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DIREITOS DE AUTOR E CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO DO TRABALHO POR TERCEIROS
Es e é um abalho académico que pode se u ilizado po e cei os desde que espei adas as eg as e
boas p á icas in e nacionalmen e acei es, no que conce ne aos di ei os de au o e di ei os conexos.
Assim, o p esen e abalho pode se u ilizado nos e mos p e is os na licença abaixo indicada.
Caso o u ilizado necessi e de pe missão pa a pode aze um uso do abalho em condições não p e is as
no licenciamen o indicado, de e á con ac a o au o , a a és do Reposi ó iUM da Uni e sidade do Minho,
DECLARAÇÃO DE INTEGRIDADE.
A ibuição-NãoCome cial-SemDe i ações
CC BY-NC-ND
h ps://c ea i ecommons.o g/licenses/by-nc-nd/4.0~
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ii
AGRADECIMENTOS
Todos os dias são dias de ag adece , pelos maio es e mais pequenos ges os. Vá ias o am as pessoas
que con ibuí am pa a a ealização des e abalho, es ou mui o g a a a odas elas mas a algumas em
pa icula .
Àqueles a quem chamo de amília, de “meus”, de casa não chegam pala as pa a lhes ag adece , o
an o que eles são. Aos meus pais, que em nenhum momen o me co a am as asas, que me deixa am
oa e sonha , e que o am semp e colo e me pe mi i am pode es uda pe o de casa. À Ma a, minha
i mã, undamen al em odos os dias da minha ida e nes a jo nada, mo i ando semp e a aze mais e
melho . Ao meu pad inho e à Pa ícia, ge en es da Lidi Lo e, o am incansá eis e semp e disponí eis
pa a udo o que p ecisei e sem eles es e abalho não e ia sido possí el. À ia Lúcia pela p eocupação
e ca inho cons an e. À Te esa e ao Ped o que semp e es i e am a en os a udo o que p ecisasse. Aos
qua o mais pequenos, Inês, Miguel, Ca olina e o Ped o, po me aquece em o co ação e me aleg a em
os dias.
Ao Miguel, ag adeço mui o pela paciência, po es a lá odos os dias, po me ou i e a u a mesmo
quando só e ilo e po me lemb a de espi a undo e ac edi a semp e que ia da udo ce o. À Cláudia,
que me “ ap ou” odas as ezes que p ecisei de desliga , mesmo que não soubesse e po odos os
lanchinhos que me deixou no abalho. Ao Zé e à Isau a que me o am en iando ene gias e o çadas e
o Paulo que mesmo longe, me ligou di e sas ezes só pa a sabe como es a a a co e . À minha que ida
Lae ícia, o meu pila na licencia u a, a minha p o esso a, e apeu a e psicóloga nas ho as agas. A es es
que me são casa, que me dão colo e mimo ica ei pa a semp e g a a po os e comigo.
Às/ao minhas/meu colegas do mes ado que o am incansá eis desde o p imei o dia, so o idade oi a
pala a de o dem. À minha o ien ado a, a P o esso a Ma ia José Ab eu, ag adeço pelo empenho e
p o issionalismo demons ados ao longo des a in es igação, e ambém à p o esso a Inês Ama al, po se
e c uzado no meu caminho e e sido ão comp eensi a.
Uma ob igada do undo do co ação a odos os pa icipan es do ques ioná io que gen ilmen e
despende am do seu empo pa a colabo a nes a in es igação. Pa a conclui , e e i mais uma ez, que
es ou mui o g a a a odos que con ibuí am nes a caminhada da qual me o gulho. Ob igada!
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DECLARAÇÃO DE INTEGRIDADE
Decla o e a uado com in eg idade na elabo ação do p esen e abalho académico e con i mo que não
eco i à p á ica de plágio nem a qualque o ma de u ilização inde ida ou alsi icação de in o mações ou
esul ados em nenhuma das e apas conducen e à sua elabo ação.
Mais decla o que conheço e que espei ei o Código de Condu a É ica da Uni e sidade do Minho.
Uni e sidade do Minho, dezemb o de 2020
Assina u a:
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RESUMO
Com o a ual c escimen o das edes socias, a apidez e ins an aneidade des es meios, o e alho é le ado
a es a mais a en o e a in es i nos seus pon os de enda, o nando a expe iência de comp a em algo
que o consumido quei a ol a a epe i , é des a o ma que a á ea do Me chandising Visual in e ém.
Nes e sen ido, o p esen e es udo em como ema p incipal o Me chandising Visual no Pon o de Venda
In an il, onde p ocu a de um modo mais obje i o, e le i sob e cada um dos elemen os cons i uin es do
Me chandising Visual, que no ambien e ex e no que no ambien e in e no des e espaço, analisando o
seu impac o no consumido . Pa a o e ei o, eco eu-se a um pon o de enda in an il e local pa a o es udo.
Além dis o, e de o ma a ob e uma pe spe i a dos consumido es des e pon o de enda, oi elabo ado
um ques ioná io aos mesmos, es e con emplou pe gun as que ab iga am pa âme os do Me chandising
Visual. Em ac éscimo o am colocadas inicialmen e ques ões demog á icas e psicog á icas sob e os
inque idos, como: idade, á ea de esidência, equência de comp a, en e ou os, possibili ando
di e en es pon os de in e esse pa a o es udo, a a és da co elação en e as a iá eis. De e e i que es a
disse ação acompanhou uma pandemia mundial, o que acabou ambém po a e a não só as pessoas,
o consumo e es e pon o de enda.
Es a disse ação p ocu a con ibui pa a uma melho comp eensão da in luência des es a o es no
compo amen o e na expe iência do consumido no pon o de enda in an il. De o ma a comp eende
melho o impac o dos di e sos elemen os do pon o de enda, ado ou-se a me odologia do Es udo de
Caso, escolhendo-se a loja Lidi Lo e pa a análise.
Pala as-cha e: Me chandising Visual; Pon o de Venda In an il; Comunicação; Moda.
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GRÁFICO 17 COVID-19 E A MUDANÇA NO CONSUMO .................................................................... 110
GRÁFICO 18 RECOMENDAÇÃO DO PONTO DE VENDA ................................................................... 111
ÍNDICE TABELAS
TABELA 1 MARCAS COMERCIALIZADAS PELA LIDI LOVE .................................................................. 41
TABELA 2 ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO DA LIDI LOVE .............................................................. 43
TABELA 3 ORÇAMENTO FACHADA LIDI LOVE ................................................................................... 77
TABELA 4 ORÇAMENTO P/ INTERIOR LIDI LOVE .............................................................................. 82
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CAPÍTULO 1 | INTRODUÇÃO
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1. INTRODUÇÃO
Com o p esen e capí ulo p e ende-se c ia uma ap esen ação de ca á e in odu ó io, ao abalho de
in es igação sob e me chandising isual e comunicação de um pon o de enda in an il ocando no es udo
de caso Lidi Lo e, endo como p incipal obje i o a melho ia des e ao ní el do me chandising isual e
comunicação na sua es u u a e o ganização. Des e modo, o capí ulo inicia-se com uma b e e
ap esen ação sob e o ema da in es igação, a iden i icação do p oblema e a ap esen ação dos obje i os
pa a a esolução des e. Desc e e ainda a me odologia ado ada pa a a ealização do es udo, expondo e
jus i icando a seleção do caso de es udo, ap esen ando po im a es u u a da disse ação.
1.1 ENQUADRAMENTO
Es a in es igação cen a-se no es udo do impac o dos di e sos elemen os que cons i uem o pon o de
enda no consumido . Des a o ma, oi ealizada uma lei u a que comp eendeu desde a análise do
concei o da ma ca e da sua impo ância no con ex o emp esa ial, ao desen ol imen o de um plano de
melho ia en a izando o me chandising e a comunicação.
Pa a c iação de uma ma ca/pon o de enda es á ambém implicado desen ol e o seu concei o, missão,
alo es, en e ou os aspe os. Na á ea do ma ke ing, a comunicação em como p incipal obje i o da a
conhece o seu p odu o ao consumido e con encê-lo de que aquele p odu o sa is a á as suas
necessidades, ou seja, é ocado na ansmissão da mensagem en e o endedo e o consumido . A
comunicação e as suas e amen as pe mi em uma maio e melho exposição da ma ca, emp esa ou
p odu o ao seu público-al o (Pe ez & Bai on, 2012). Des as e amen as que compõem a comunicação
enume am-se a publicidade, p omoção, elações-públicas, ma ke ing di e o e me chandising. De odas
es as, salien a-se o me chandising que é is o como uma o ma de comunicação mais especí ica do
pon o de enda e o a o cen al des a in es igação. A pa i daqui, é ealizada uma análise
po meno izada dos elemen os do pon o de enda e iden i icam-se á ios se iços que pelas suas
ca ac e ís icas, apon am as necessidades que de em se conside adas no desen ol imen o do e e ido
local. No seguimen o des a análise, é ealizada uma e lexão sob e o compo amen o do consumido .
Sendo o me chandising isual a e amen a ao qual es a in es igação mais se dedica, es a é ambém a
mais explo ada ao longo da disse ação. O mé odo mais usado pa a p omo e p odu os e se iços no
pon o de enda é o me chandising isual (Ama al, 2012, ci ed in Sche z). Já que a e amen a
ans o ma odo o p ocesso de comunicação de uma emp esa, desde a deco ação do pon o de enda, à
o ma como o p odu o é expos o e ap esen ado an o no p óp io espaço como em o og a ias são
exemplos de me chandising isual (Co êa, 2012, ci ed in Sche z). No pon o de enda, o oco cen al é
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a elação en e o clien e e o endedo , assim sendo é impo an e que es e p a ique uma comunicação
e icaz pa a cons ui uma elação de p oximidade com o consumido e público-al o. Além de udo is o,
segundo Sil a & Giuliani é no pon o de enda que se encon am os ês elemen os esponsá eis pela
enda de qualque p odu o: o consumido , o p odu o e o dinhei o. É ambém nes e espaço onde oco em
a g ande pa e das decisões inais de comp a, po an o odas as es a égias de comunicação aplicadas
nes e espaço ajudam a in luencia o clien e. Es as es a égias ão pe suadi o consumido a a és das
suas écnicas simples de in o ma , des aca , posiciona e ab ange odos os sen idos de um possí el
clien e (Sche z, 2012).
Sche z (2012), a i ma ambém que o me chandising isual, en e mui as ou as coisas, albe ga a
de inição da es u u a da loja, a idealização da sua a qui e u a, o mobiliá io escolhido, elemen os
deco a i os, luz u ilizada e o seu posicionamen o e som. Es a á ea eco e ambém a á ias écnicas
pa a uma melho p omoção dos p odu os, o espaço de ci culação, a iluminação e a disposição dos
a igos (Newman & Pa el, ci ed in Be na do 2009), udo is o com a inalidade de a ingi um maio núme o
de consumido es e de aumen a as endas.
No caso de emp esas que endem se iços, como po exemplo é o caso de dos ho éis, es au an es,
esc i ó ios p o issionais, bancos, lojas de e alho e hospi ais, o espaço ísico em a capacidade de
in luencia posi i a ou nega i amen e compo amen os e consequen emen e a c ia uma de e minada
imagem sob e o espaço, no malmen e nes es luga es o se iço é p oduzido e consumido ao mesmo
empo o que pe mi e ao clien e expe iencia o se iço den o das p óp ias ins alações (Bi ne , 2012). De
aco do com Unde hill, ci ed in Wu, Ju, Kim, Damminga, Kim & Johnson (2013), o consumido usa os
seus sen idos como base na oma de decisões de comp a, des a o ma, os me chandise s podem usa
isso a seu a o e manipula a o es como a co , ex u a, iluminação, espaço, p odu os e som, a a és
da ecnologia, pa a es imula os sen idos dos consumido es, e le á-los a comp a .
Pa a um melho en endimen o dos di e sos elemen os do me chandising isual no pon o de enda,
ap esen a-se um es udo ealizado ao pon o de enda Lidi Lo e, uma pequena loja de a igos de es uá io
pa a bebé e c iança, que se des aca pela p oximidade aos seus consumido es, qualidade e con o o dos
p odu os. Es e es udo di eciona-se na análise do me chandising isual da Lidi Lo e e p opo algumas
es a égias de melho ia.
1.2 IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA
Com base no ema ap esen ado p e iamen e, o p esen e es udo p e ende analisa o p oblema: Qual o
impac o me chandising isual do pon o de enda in an il no compo amen o do público-al o e
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consumido es inais? Es a pesquisa em in enção em con ibui pa a uma melho comp eensão da
in luência dos a o es do me chandising isual no compo amen o e na expe iência do consumido des e
pon o de enda especí ico, de enda de es uá io e acessó ios in an il e ambém pelo in e esse que es e
despe a no in es igado .
1.3 OBJETIVOS
1.3.1 OBJETIVOS GERAIS
O es udo p esen e em como obje i o pe cebe o impac o dos di e sos elemen os do pon o de enda
in an il no compo amen o do consumido . Tal como oi ap esen ado no capí ulo 2, a li e a u a e idencia
uma elação en e os di e sos elemen os do pon o de enda e o compo amen o de comp a do
consumido . De uma o ma ge al e sumá ia, pode dize -se que o ambien e ex e no de um espaço é a
cha e pa a a ai o consumido , uma ez que es e é esponsá el po p o oca a p imei a imp essão do
clien e sob e a loja podendo a aí-lo, adicionalmen e, os seus elemen os ac esce-lhe alo . Rela i amen e
ao ambien e in e no, es e em o pode de cap a o in e esse do consumido e pe suadi o mesmo a
equen a e pe manece em loja, con udo é undamen al que p opo cione boas expe iências ao
consumido pa a que es e lhe ique na memó ia pa a que ol e (Massa a, ci ed in Be na do, 2009).
1.3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Pa a um melho en endimen o do impac o dos di e sos elemen os no pon o de enda nos consumido es,
é ele an e pe cebe alguns a o es especí icos:
• Comp eende os p incípios do me chandising isual;
• Pe cebe a impo ância do pon o de enda na comunicação de uma ma ca/espaço;
• Analisa a in luência dos elemen os do pon o de enda;
• Comp eende a mo i ação do consumido em isi a o pon o de enda;
• Po úl imo, analisa especi icamen e a in luência do pon o de enda Lidi Lo e na expe iência do
consumido .
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1.4 METODOLOGIA
A im de encon a uma espos a pa a o p oblema expos o, ado ou-se a me odologia de es udo de caso
do pon o de enda in an il Lidi Lo e pa a análise. Já que a in es igado a abalha a no pon o de enda,
hou e a possibilidade de ecolhe in o mação di e a e possibili ou a aplicação de di e sas es a égias e
e amen as na á ea de es udo, me chandising isual.
Nes e es udo eco eu-se à u ilização de mé odos como a obse ação, análise de con eúdo e a ealização
de um ques ioná io des inado aos ge en es do pon o de enda bem como alguns clien es, que se ão
abo dados pos e io men e de o ma mais de alhada no capí ulo 3.
1.4.1 SELEÇÃO DO CASO DE ESTUDO
Como já oi e e ido, escolhe-se pa a o caso de es udo o pon o de enda in an il Lidi Lo e, um espaço de
enda de a igos de es uá io e acessó ios pa a c ianças, que se á ap esen ado de alhadamen e no
e cei o capí ulo. Es a seleção de e-se a á ios a o es, sendo o mais impo an e o ac o de se um pon o
de enda pequeno e local, mas com a igos de g ande qualidade e di e enciado es, espondendo às
necessidades dos consumido es. Podemos ac escen a e le ando em con a o oco de es udo, a Lidi Lo e
é um exemplo de que um pon o de enda pequeno e local comp eende que um dos a o es essenciais
é a sua comunicação. O pon o de enda enquan o ma ca em p ocu ado e olui e melho a de o ma
con ínua, a cada es ação, azendo-se sob essai no seu meio local. Des a o ma a Lidi Lo e mos a-se
um caso ele an e pa a a in es igado a, já que em acesso di e o a udo o que en ol e a ma ca e o
espaço, o que pe mi e ealiza uma análise de alhada do espaço como um odo e ainda con ac a com
g ande pa e dos consumido es.
1.4.2 ESTUDO DE CASO
O es udo de caso é ca ac e izado como uma o ma de pesquisa quali a i a podendo ci cunsc e e uma
mis u a de mé odos quali a i os e quan i a i os (Yin,2010), o que acon ece nes a in es igação.
Conside am-se mé odos quan i a i os as endências, médias apoiando-se na hipó ese da possibilidade
de medi enómenos sociais. Já os mé odos quali a i os, es es êm po base a singula idade do p óp io
obje o, alo izando os aspe os subje i os e compo amen ais pa a a comp eensão dos enómenos. Es as
me odologias possuem écnicas di e en es, en e elas a obse ação, ealização de en e is as, e a análise
de con eúdo (Aze edo & Aze edo 1994).
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1.4.3 RECOLHA DE INFORMAÇÃO
Segundo Ande -Egg (2006a, p.43 ci ed in Ma coni & Laka os) a pesquisa é de inida como “um
p ocedimen o e lexi o sis emá ico, con olado e c í ico, que pe mi e descob i no os a os ou dados,
elações ou leis, em qualque campo de conhecimen o”. Assim sendo, en ende-se que pesquisa
comp eende a p ocu a de espos as pa a ce as ques ões, es e p ocesso implica um le an amen o de
dados das mais a iadas on es, qualque que seja a me odologia ou écnicas aplicadas. Des a o ma, e
segundo Ma coni & Laka os (2006), exis em dois p ocessos de ob enção de dados:
• A documen ação di e a, que de uma o ma ge al se e e e ao le an amen o de dados no p óp io local
onde oco e o e en o. Nes a me odologia os dados podem se cole ados pela pesquisa de campo ou
pela pesquisa de labo a ó io. Nas duas me odologias são aplicadas as écnicas de obse ação di e a
e in ensi a (obse ação e en e is a) e a de obse ação di e a ex ensi a (ques ioná io, o mulá io,
medidas de opinião e a i udes écnicas me cadológicas).
• A documen ação indi e a, espei a à u ilização de on es de dados ecolhidos po ou as pessoas,
que se subdi idem em pesquisa documen al ou pesquisa bibliog á ica.
Nes e es udo, o am usadas me odologias que ab angem os dois p ocessos de pesquisa. Na
documen ação indi e a eco eu-se aos dois ipos de pesquisa (Ma coni & Laka os, 2006), a pesquisa
documen al, onde a on e pa a a ecolha dos dados é es ingida a documen os, esc i os, ou não, que
podem se ou não eunidos no momen o em que o e en o oco e ou pos e io men e. Pa a es a pesquisa
ez-se uso de a qui os pa icula es, uma ez que é um es udo de caso, o in es igado e e acesso a
documen os do pon o de enda, que con ibuí am pa a a in es igação. E a pesquisa bibliog á ica, is o é,
bibliog a ia ele an e pa a es a á ea de es udo. Aqui ambém exis em di e en es ipos de on es
bibliog á icas, pa a o es udo eco eu-se à imp ensa esc i a de jo nais e e is as, e a publicações como
li os, eses, pesquisas e a igos cien í icos.
No que espei a à documen ação di e a (Ma coni & Laka os, 2006), a pesquisa de campo, ou seja, as
ecolhas de dados ela i os ao e en o aplica am-se nas duas écnicas de obse ação: a obse ação di e a
in ensi a, quando o in es igado pa icipa na a i idade du an e a in es igação, e a obse ação di e a
ex ensi a, ealizada a a és de um ques ioná io, onde o ins umen o de ecolha de dados é compos a
po ques ões que se em como guia e que se ão espondidas ia online.
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1.4.4 ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO
De modo a acili a a sua lei u a e análise, es a disse ação encon a-se es u u ada po cinco capí ulos.
O p imei o de odos eles, é dedicado à ap esen ação do ema da in es igação, a iden i icação do
p oblema e os obje i os ge ais e especí icos p opos os. Ap esen a ainda a me odologia ado ada pa a a
ealização da pesquisa e e mina com a es u u a da disse ação.
No segundo capí ulo, é ap esen ada a undamen ação eó ica onde é ocada a á ea do me chandising
isual, uma ez que se ap esen a como uma o ma de comunicação di e a com o consumido , mas
ambém o compo amen o do mesmo no ambien e do pon o de enda, e o e ei o dos di e en es
elemen os do ambien e exe cem sob e o si.
A e cei a pa e des e es udo, dedica-se à componen e p á ica do es udo de caso, inclui a desc ição de
odos os abalhos ealizados pa a o pon o de enda Lidi Lo e no âmbi o da disse ação e não só, ocando
no me chandising isual e comunicação do espaço com o público-al o. É ambém desc i a uma análise
da Lidi Lo e ao ní el do me chandising isual e as suas p opos as pa a melho ia. Pa a complemen a ,
na qua a pa e, é ap esen ado um es udo ealizado po meio de um ques ioná io online com o obje i o
de ajuda a esponde ao p oblema do p esen e es udo, seguindo-se de um plano de in e enção e
melho ias, (quin a pa e), le ando em con a as espos as do ques ioná io ealizado aos consumido es.
Numa ase inal, seguem-se as conside ações inais e as pe spe i as u u as.
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CAPÍTULO 2 | ESTADO DA ARTE
Es e capí ulo dedica-se à análise dos a o es en ol idos no
concei o de consumo in an il e me chandising isual.
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2. PONTO DE VENDA
En ende-se que o “…pon o-de- enda é qualque es abelecimen o come cial que exponha se iços ou
p odu os pa a enda aos consumido es.” (Blessa, 2010, p. 6)
Nos dias de hoje e com os mais a iados pon os de enda abe os (supe me cados, papela ias, d oga ias,
a mácias, lojas ísicas e i uais, ei as e me cados), impõem-se a necessidade de se des aca em uns
dos ou os, po an o, es a égias de alo ização do pon o de enda p endem a a enção do consumido .
A comunicação isual, é uma das e amen as mais usadas “… a isão, no momen o da comp a é o
p imei o sen ido esponsá el pelo p ocesso de escolha” (Blessa, 2010, p.13).
Pode p opo ciona ao consumido a opo unidade de o na a sua comp a numa expe iência, en e endo-
os e anscendendo-os pa a um momen o ma can e posi i amen e e especial, é undamen al pa a que
es e á eco da mais a de e pa a que ol e numa ou a comp a. Blessa, (2010, p. 78) e e e que “ …
os pon os-de- enda pe mi em-nos i encia expe iências c i e iosas de mul i-senso ialidade.”
Hoje, cada pon o de enda em cada ez mais um p opósi o de se e idencia , undindo os cinco sen idos
no pon o de enda, a aindo consumido es e ao mesmo empo comunica o alo do pon o de
enda/ma ca, a iden idade da mesma, a pa da “his ó ia” que é con ada, em cada coleção (a a és da
me cado ia, layou , deco ação, en e ou os). O ma ke ing de e alho, usa es a égias de comunicação e
o me chandising isual como e amen as e écnicas pa a mo i a e in luencia as decisões de comp a
dos consumido es a endendo semp e à exigência do seu público – al o.
2.1 PONTO DE VENDA INFANTIL
En ende-se po pon o de enda como o local ou meio onde a ma ca/emp esa em con ac o com o
consumido . Es es espaços, po sua ez, so e am uma g ande ans o mação ao longo dos empos,
passa am de um espaço simples onde a me cado ia e a expos a pa a se endida ao consumido a
e dadei os espaços cuidadosamen e pensados ao milíme o, onde a expe iência de comp a é um dos
obje i os p incipais de um pon o de enda bem-sucedido. O pon o de enda di ecionado ao público
in an il eque um cuidado ainda mais especial na exposição dos p odu os, no pensamen o do espaço e
mobiliá io e cla o a abo dagem a es e público pelo lojis a de e se di e en e ambém, já que es e público
em ca ac e ís icas di e en es das de um adul o e, po an o, um espaço ocado nos mais no os exige que
odo o ambien e seja adap ado pa a es es. Todo esse planeamen o se de e ao me chandising isual, é
com ele que o pon o de enda mais comum, ganha uma no a ida e se ans o ma, a ní el ex e io e
in e io e udo ica desenhado ao de alhe pa a que seja uncional.
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2.3.3 PROCESSO DE DECISÃO DE COMPRA
De aco do com Pe e & Olson (2010, p.162) “o p ocesso de in eg ação po meio do qual o consumido
associa seus conhecimen os e a alia um ou mais compo amen os al e na i os pa a seleciona um, é o
p incipal p ocesso na omada de decisão do consumido ”. Os esul ados des e p ocesso são en ão uma
escolha cogni i a do plano de decisão.
No pon o de is a de Chu chill J . & Pe e (2012), é bas an e equen e o consumido se ques iona se a
escolha que ealizou oi a melho , sob e udo na aquisição de p odu os de alo mais ele ado, já que a
comp a desses pode ge a um sen imen o de a ependimen o ainda maio , ge ando mui as ezes
insegu ança na decisão de escolha. Quan o à decisão ex ensi a, os au o es essal am que es a é a menos
comum, con udo é uma decisão que é es udado pelas á ias al e na i as que ap esen a, e es as são
a aliadas de aco do com as suas ca a e ís icas. Nes es casos, os consumido es endem a se
comp ado es mais acionais e menos impulsi os, consul ando o máximo de in o mação possí el a a és
dos p óp ios, amigos e ma e ial de supo e de comunicação/in o mação do p odu o. Es e p ocesso exige
um in es imen o signi ica i o de empo e po isso mesmo, os p o issionais de ma ke ing êm um cuidado
edob ado no a endimen o des es clien es, ajudando-os a encon a di e sas al e na i as de aco do com
os a ibu os conside ados mais imp escindí eis pa a o consumido (Pahdi, 2017).
Os au o es G ewal & Le y (2012) desmis i icam o p ocesso de decisão de comp a e enume a am as
e apas pelas quais o consumido passa:
• Necessidade: é a ase em que o consumido econhece que o es ado de um ca o, po exemplo,
o deixa insa is ei o e sen e a necessidade de melho a essa necessidade.
• In o mação: depois de econhecida a necessidade, p ocu a in o mações sob e o p odu o em
ques ão é o es ágio pelo qual quase odos os consumido es passam.
• P ocu a in e na: Nem odas as decisões de comp a de um qualque p odu o de alo maio são
as mais ace adas, nes a ase o consumido eco e à sua memó ia e expe iências passadas pa a a
decisão.
• P ocu a ex e na: a p ocu a de in o mações e expe iências a a és de ou os meios e pessoas é
ambém um ecu so usado nes e p ocesso de decisão.
• A aliação: após a ecolha de odas as in o mações sob e de e minado a igo, assume-se que o
consumido ponde a e a alia as melho es al e na i as pa a si.
• Comp a: assim que o consumido em acesso ao p odu o que necessi a a, o alo que es e lhe
con e e é um dos maio es in luenciado es pa a a decisão inal de comp a.
17
• Pós comp a: Nes a ase, os endedo es p e ende que o clien es eal acaba po assumi uma
lealdade à ma ca/ espaço e dessa o ma possa a alia a expe iência de comp a de o ma posi i a .
2.4 MARKETING
Es a pa e abo da á o ma ke ing na sua globalidade, p ocu ando de ini o concei o e as suas unções,
bem como alguns dos seus modelos.
2.4.1 CONCEITO DE MARKETING
Ap esen am-se, algumas de inições de Ma ke ing e as suas ca ac e ís icas p incipais, mencionadas po
alguns es udiosos na á ea, de o ma sin e izada a segui .
En ende-se po ma ke ing;
• A en ega de um pad ão de ida à sociedade (Mazu , 1947).
• O desempenho de a i idades emp esa iais que di igem o luxo de bens e se iços do p odu o pa a
o consumido ou usuá io (AMA, 1960).
• Um sis ema o al de a i idades emp esa iais in e a uas es des inadas a planea , ap essa , p omo e
e dis ibui bens e se iços que sa is azem a desejos dos clien es p esen es e po enciais (S an on,
1971).
• Um conjun o de a i idades necessá ias e inciden ais pa a ocasiona elacionamen os de oca em
nosso sis ema econômico (Holloway & Hancock, 1973).
• A i idades de oca conduzidas po indi íduos e o ganizações com o p opósi o de sa is aze aos
desejos humanos (Enis, 1977).
Com es as de inições, pode dize -se que o ma ke ing é uma á ea que em p eocupação em ga an i a
ci culação de bens e se iços en e emp esas e consumido es. Exis e ainda ambém a p eocupação de
sa is aze os desejos dos consumido es, pa a que es es, de ce a o ma, melho em a sua qualidade de
ida, ainda que o p incipal obje i o seja ga an i uma sa is ação na ação de oca. (Schewe & Smi h,
1982).
“É a sa is ação das necessidades e desejos humanos que es á na o igem do concei o de ma ke ing”. O
au o elemb a que o se humano em necessidades especí icas, e que es as es ão in imamen e
elacionadas com as necessidades básicas como a alimen ação, a sensação de casa, o es uá io, en e
18
ou as. Po ou o lado, e em oposição a es as necessidades, exis em inúme os desejos no se humano
que são in luenciados po aspe os elacionados com a cul u a e a sociedade. (Roxo, 2000, p.45).
“O ma ke ing só exis e po que a ida em sociedade é impossí el sem a ealização de ocas. A oca
consis e no a o de ob e mos qualque coisa que desejamos, o e ecendo algo desejado pela ou a pa e,
em compensação. A necessidade de oca bens ou se iços ad ém do ac o de nenhum se humano
se au ossu icien e e, po an o, capaz de, po si só, sa is aze as suas necessidades e desejos” (Roxo,
2000, p.45).
De aco do com Ko le , o p ocesso de oca es á ine en e a á ios componen es (ci ed in Sche z, 2012):
• Necessidades, desejos e demandas;
• P odu os;
• Valo , sa is ação e qualidade;
• T oca, ansações e elacionamen os;
• Me cados.
Es es componen es, exigem um p ocesso de oca e es ão incluídos no chamado Ma ke ing-mix.
2.4.2 MARKETING INFANTIL
O ma ke ing In an il ab ange as c ianças en e os ze o e doze anos de idade. Em elação às ques ões “O
que pode uma c iança necessi a ? e “Quais se iam as necessidades e desejos que ealmen e ascina am
nossos pequenos companhei os?”, Ma a (2011) e e e que a alimen ação, anspo e, uma noi e
descansada, são necessidades de qualque se humano. Quan o à segunda ques ão, o au o indica que
as emoções como o amo , a is eza, a aleg ia, o medo e ai a são o que, mui as ezes, os mais pequenos
sen em po algum p odu o que de ce a o ma desejam, acabando des a o ma po en a no mundo da
c iança.
Pa a explica es e ascínio dos miúdos pelo lado menos boni o da his ó ia, Ma a (2011) escla ece que
o “Ma ke ing é oca pa a bene ício de odos. Ma ke ing é uma oca esponsá el. O Ma ke ing In an il
de e se p a icado a a és des as duas dimensões de necessidades – o necemos emoções em busca
de ascínio imedia o de nossas c ianças ao mesmo empo em que as p epa amos pa a o u u o. Não é
di ícil pe cebe que a cons ução do u u o delas é a cons ução do nosso p óp io u u o”. Ou seja, o
ma ke ing in an il, mui o mais que seduzi os mais pequenos pa a a aquisição de mais um p odu o, de e
19
ajuda a educa e ensina , de e p omo e o desen ol imen o das suas capacidades in elec uais e
mo o as.
2.4.4 MARKETING-MIX
Magalhães & Sampaio (ci ed in Sche z, 2012), ac edi am que o ma ke ing-mix é um p ocesso que pe mi e
a alia , o ganiza e implemen a um plano de Ma ke ing. O au o chega a e e i á ios modelos de
ma ke ing mix como os 4 P’s, um dos mais concei uados na á ea. Es as écnicas de ma ke ing são
u ilizadas pa a a ges ão das emp esas no me cado, com is a a o imiza o desempenho des a median e
os seus conco en es. Assim a combinação do s 4 P’s do ma ke ing-mix, p odu o ou se iço, p eço,
dis ibuição e comunicação, são as a iá eis que ajudam a di e encia e a concen a uma melho ges ão
da es a égia de ma ke ing nas emp esas (Roxo, 2000).
• P odu o/Se iço: O p odu o, acaba po se o elemen o base na elação en e emp esa com o
me cado, es e de e se desen ol ido de modo a ge a bene ícios ao clien e que o adqui e. Já o
se iço, quando compa ado com o p odu o en ol e um sis ema mais complexo, con udo es e
con inua a e como oco o clien e, no en an o é imp escindí el iden i ica o alo que o clien e a ibui
a es e se iço e p opo cioná-lo da melho o ma.
• P eço: O p eço inal de enda ao consumido é o elemen o mais isí el no me cado e, mui as ezes,
o que mais di e e do que oi inicialmen e p e is o. Fa o es como o “p eço psicológico” e o “p eço
em unção da conco ência” são um dos mo i os pa a es e a ia . O p eço psicológico elaciona-se
com a qualidade e mui as ezes exclusi idade do p odu o con encendo o clien e da supe io idade
do mesmo, sendo possí el aplica um alo mais ele ado. No segundo caso, conside am-se os limi es
de p eço es abelecidos pela conco ência.
• Dis ibuição: A dis ibuição cons i ui um - Me cado dos In e mediá ios -, que que pe mi e a
acilidade do escoamen o de p odu os en e o ab ican e e o clien e inal. A in ensidade da
dis ibuição, é al ez o pon o mais impo an e, is o que dize que os pon os de dis ibuição de em
cob i os clien es inais, sendo undamen al es a pe o des es e esponde de o ma ápida aos seus
pedidos.
• Comunicação: A comunicação ou p omoção de um p odu o no me cado acaba po se um sis ema
onde á ios elemen os a uam em o ça e de o ma coe en e pa a a comunicação dos p odu os. Os
meios usados passam po campanhas de publicidade an o a ní el ísico como em supo e digi al,
ações de p omoção de o ma a elemb a o clien e do p odu o ou se iço.
20
2.5 COMUNICAÇÃO
A comunicação é uma e amen a que ajuda a ansmi i o olume o al de bene ícios, alo es,
ca ac e ís icas, mensagens, e udo o que em conjun o, con i a signi icado e bene ício ao clien e a ual ou
po encial, de aco do com Ko le (2006). Segundo o au o , pa a p omo e uma comunicação e icien e é
p eciso conhece os p incipais elemen os que a compõem: emisso e ece o , mensagem e media,
codi icação, decodi icação, espos a, eedback e uído. A ges ão da comunicação na á ea do ma ke ing
em passado po p o undas ans o mações nos úl imos in e anos, de ido ao aumen o da conco ência,
do no o pe il do público e p incipalmen e, pela p eocupação da ma ca em ea i ma da sua iden idade
a a és da elação que es abelece com o público-al o e consumido es.
Na isão de Ko le & A ms ong (2004, p.363), o mix de comunicação de uma ma ca/ emp esa,
“consis e numa composição de ins umen os de comunicação…que a u iliza com o p opósi o de a ingi
seus obje i os de ma ke ing.” Es e modelo de comunicação é essencial pa a que as ma cas se
sob essaiam no me cado em pleni ude, p ocu ando semp e uma ligação emocional, e amilia idade po
pa e dos clien es.
Qualque ipo de comunicação em como missão a ansmissão de uma mensagem, pela pa ilha de
in o mação, de uma ideia ou a i ude de uma pessoa pa a o seu público, ou seja, de um emisso pa a
um ece o (Schewe & Smi h, 1982).
No con ex o do ma ke ing e dos me cados, a comunicação em como p incipais obje i os da a conhece
o p odu o ao consumido e con ence o mesmo que es e p odu o é adequado à sua necessidade. Des a
o ma, es e ipo de pa ilha de in o mação en e come cian e e consumido o e ece um clima a o á el
pa a o p odu o no me cado (Schewe & Smi h, 1982).
2.5.1 COMUNICAÇÃO NO PONTO DE VENDA INFANTIL
O Pon o de Venda é o elemen o cen al en e o p óp io espaço e o consumido . O me chandising usa a
comunicação de o ma que es a seja mais e icaz, de o ma a c ia uma elação de p oximidade en e o
pon o de enda e o clien e, lemb ando que é no es abelecimen o que es ão p esen es os elemen os
esponsá eis pela enda p odu o: o consumido , o p odu o e o dinhei o (Sil a & Giuliani 2003).
Ellwood (ci ed in Sche z, 2012) e e e que é no pon o de enda que exis e a possibilidade de se c ia
uma boa elação en e a ma ca e o consumido . Des a o ma, a unção de um p o issional de
me chandising é aze com que odos os que isi am o espaço sejam a aídos pa a o in e io des e e
adqui am algum p odu o (Newman & Foxall, ci ed in Be na do, 2009). Embo a mui as decisões de
21
comp a oco am den o do pon o de enda, es as acabam po se in luenciadas pela comunicação do
espaço, seja a a és da disposição dos p odu os, o des aque da me cado ia, pela música, chei o, en e
ou os. (Sche z, 2012)
O me chandising isual é uma á ea ão as a que a sua es a égia de comunicação é o e ece a a és
de expe iências a á ios ní eis, desde as expe iências senso iais, e , ou i , chei a , oca a é mesmo
degus a um de e minado a igo, uma o ma de conquis a e p ese a os clien es (Sche z, 2012). Após
a aquisição de um a igo po um de e minado clien e é impo an e que a ma ca/pon o de enda e e ue
um abalho de pós- enda, is o que dize que de e exis i uma p eocupação com o clien e de o ma a
que es e e o ne.
Embo a es e ipo de ações de comunicação sejam um in es imen o, es as acabam po se bas an e
impo an es an o pa a o pon o de enda como pa a os consumido es. É mui as ezes a a és da
publicidade que algumas pessoas se ape cebem que já o am consumido es daquela ma ca ou pon o
de enda. Complemen os da comunicação como ca álogos, ca ões de isi a, pos ais, au ocolan es,
emails e cla o um packaging bem ca a e ís ico da ma ca acabam po se uma excelen e o ma de
elemb a o espaço ao consumido .
2.5.2 COMPOSTO DE COMUNICAÇÃO
Segundo Giuliani (ci ed in Sca sio a & Giuliani s.d.), o compos o de comunicação, compos o p omocional
ou mix de comunicação, é e e en e ao uso de e amen as que p omo em, mui as ezes de o ma
c ia i a, a me cado ia com o in ui o de eco da o consumido e con encê-lo a adqui i o p odu o ou
se iço.
Es as e amen as de comunicação, o nam possí el explo a uma ma ca com mais alcance e ansmi i
a sua mensagem ao seu público-al o. Nes e mix de comunicação podemos enume a as e amen as
seguin es: publicidade, p omoção, elações-públicas, ma ke ing di e o e me chandising (Pe ez e Bai on
ci ed in Sche z, 2012).
• Publicidade: Fo ma de comunicação de uma ma ca, en idade, se iço ou p odu o, que p e ende
in o ma e en usiasma um de e minado público-al o com o obje i o inal de uma ação de consumo.
• P omoção: A a és de um p eço mais con ida i o à comp a, p e ende-se a ai mais consumido es.
Es es são mui as ezes al o de á ias ações p omocionais den o e o a do pon o de enda, como a
o e a de b indes, degus ações ou a é mesmo so eios e concu sos, são es a égias de p omoção e
de comunicação que pe mi e à ma ca e uma maio di ulgação e c esce no me cado.
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• Relações públicas: Meio que isa um melho en endimen o nas elações da emp esa com odos
os seus públicos consumido es, o necedo es, emp esas da conco ência en e ou os,
ape eiçoando a sua comunicação com odos eles.
• Ma ke ing: Es a á ea su ge de ido ao aumen o da exigência do público o que implica a necessidade
de aumen o do conhecimen o sob e as suas necessidades e desejos em elação à ma ca. As
en idades pe cebe am que as ações indi idualizadas e es a égicas de ma ke ing ocadas no seu
público o na am-se mais e icazes.
• Me chandising: Engloba ca ac e ís icas an o da publicidade como da p omoção. Des a o ma, a
u ilização de ca azes ou e ique as com o alo do a igo no pon o de enda são conside adas ações
de p omoção, enquan o a exposição de de e minado p odu o num p og ama de ele isão ou
pla a o ma digi al são conside adas como ações de publicidade.
2.6 MERCHANDISING
Pode dize -se que as ocas e endas come ciais exis em desde a idade média, já nessa al u a homens
e mulhe es escolhiam os melho es luga es nas uas mais mo imen adas pa a a exposição dos seus
p odu os e pa a a ai os egueses, g i a am ap egoa am. É des e modo que se pode a i ma que o
Me chandising é uma a i idade ão an iga quan o a p óp ia enda (Blessa, ci ed in Sil a & Pinhei o,
2006). Hoje em dia o Me chandising em como missão acompanha odo o ciclo de ida do a igo,
começando pela adap ação de imagem pa a o pon o de enda a é à sua pe o mance dian e os
consumido es (Sil a & Pinhei o, 2006).
2.6.1 CONCEITO DE MERCHANDISING
Segundo Ama al (ci ed in Sche z, 2012) o Me chandising é uma e amen a de comunicação de
Ma ke ing, usada pa a p omo e p odu os ou se iços no Pon o de Venda. Pe ez e Bai on (ci ed in Sche z,
2012), a i mam que o Me chandising possui ca ac e ís icas que da publicidade que da p omoção.
Co êa (ci ed in Sche z, 2012) e o ça a i mando que o Me chandising acompanha odo o p ocesso de
comunicação de uma emp esa, o mobiliá io do pon o de enda, a exposição de um p odu o, a ealização
de i ines apela i as, o og a ias e ídeos a demons a os p odu os, são alguns exemplos de
me chandising e e idos pelo au o . De aco do com Blume (ci ed in Sche z) a pa icipação em ei as ou
e en os, é ambém conside ado Me chandising, pois são momen os passí eis de le a a ações de
23
comp a imedia a. É des a o ma, que podemos en ende de aco do com Co êa e Blume que o
Me chandising não se eduz somen e ao Pon o de Venda.
Ainda que exis am au o es que disco dem como Wilson Bud ou Zanone e Bua ide, a Associação
Ame icana de Ma ke ing de ine que o Me chandising (ci ed in Be na do 2009, p.45) ab ange odas as
de inições an e io es ci ando que o Me chandising é “uma ope ação de planeamen o necessá ia pa a se
pô no me cado o p odu o ce o, no luga ce o, no empo ce o, em quan idades ce as e a p eço ce o.”
2.7 MERCHANDISING VISUAL
O me chandising isual acaba po se o elo de ligação en e a ma ca, o p odu o e a ação do consumido
sob e o mesmo (Massa a, ci ed in Be na do 2009; Sil a & Pinhei o 2006). O aspe o isual de um pon o
de enda bem como da disposição dos seus a igos é uma das in luências na decisão de en a ou não
no espaço (Lee-G eenwood, ci ed in Wu, Ju, Kim, Damminga, Kim & Johnson, 2013) e pos e io men e
na decisão inal de comp a (K ishna, ci ed in Wu e al., 2013).
Segundo F ings (2006), o me chandising isual é como uma ap esen ação isual da ma ca, onde o
p opósi o é comunica -se com o consumido , onde o concei o p incipal é consegui seduzi o clien e ao
pon o des e en a no pon o de enda. A a és das á ias es a égias do me chandising isual, es a
e amen a pe mi e in luencia o consumido no pon o de enda na maio ia das decisões de comp a
inal, seja pelo layou do pon o de enda, pelo design do espaço ou a é mesmo o a endimen o p es ado.
(Ebs e , 2013)
Blessa (ci ed in Sil a & Pinhei o 2006, p.6), de ende que me chandising isual é a “Técnica de abalha
o ambien e do pon o-de- enda c iando iden idade e pe soni icando deco a i amen e odos os
equipamen os que ci cundam os p odu os. O me chandising isual usa o design, a a qui e u a e a
deco ação pa a aclima a , mo i a e induzi os consumido es à comp a.”
2.7.1 CARACTERÍSTICAS GERAIS DO MERCHANDISING VISUAL
O me chandising isual é absolu amen e essencial pa a um espaço de enda ao público, es e pe mi e
de ini a composição do pon o de enda, a sua a qui e u a, mas ambém o seu mobiliá io, exposi o es,
os ipos de luzes, som de o ma a a ai o maio núme o de cu iosos e possí eis clien es. É com o
me chandising isual que são aplicadas as écnicas pa a uma melho p omoção (Newman & Pa el, ci ed
in Be na do, 2009).
24
O pon o de enda é compos o po duas á eas, a á ea ex e na (ambien e ex e no) e a á ea in e na
(ambien e in e no). Todos os elemen os que são desen ol idos pa a es es dois ambien es de em se
ha moniosos, coe en es en e si, e o çando semp e o que a ma ca que ansmi i (Mo gan, ci ed in
Be na do, 2009).
Um ambien e ex e no a a i o, é undamen al pa a a ai o consumido , já que é esponsá el po
es imula boas imp essões que es e em sob e o pon o de enda. Fa o es como es ilo a qui e ónico,
achada, sinalização e i ina, o espaço comunica a sua imagem, que pode se so is icada, conse ado a,
en e ou os an os es ilos (Kenne h, Judi h & Kay, ci ed in Be na do, 2009; Pa en e, ci ed in Sil a &
Pinhei o, 2006). A mon a é um dos elemen os que mais se des aca já que em um papel undamen al
no p imei o con ac o com o consumido . O ambien e in e no do pon o de enda, em o pode de
despe a o in e esse do consumido e de pe suadi a equen a e pe manece na loja. É impo an e que
expe iências que es e enha den o do espaço sejam posi i as e ma can es pa a que es e ol e (Massa a,
ci ed in Be na do, 2009). Assim, é isí el a impo ância de pensa e es uda sob e a es u u a de uma
loja, de o ma a conside a as necessidades e os desejos dos consumido es.
2.7.1.1 ELEMENTOS DO AMBIENTE EXTERNO
• A qui e u a Ex e io : A a qui e u a ex e io é compos a pelos ma e iais de cons ução, es ilo
a qui e ónico, co es e ex u as (Pe ei a, 2002). Lewison (ci ed in Sil a & Pinhei o, 2006) suge e que
es es elemen os de em despe a a a enção do consumido e comunica a iden idade desejada em
elação ao posicionamen o do pon o de enda.
• Fachada: Uma boa p imei a imp essão da loja é undamen al, p incipalmen e pa a aqueles que
comp am po impulso (Gea y ci ed in Pe ei a, 2002). A achada da loja e os p imei os momen os
no in e io do espaço são os a o es que mais con ibuem pa a o consumido pe cebe se ai ou não
adqui i algum a igo. De aco do com Gea y (ci ed in Pe ei a, 2002) as melho es achadas são
conseguidas pelo equilíb io da a qui e u a ex e io , da sinalização e da ap esen ação da i ina.
• Sinalização Ex e io : Uma placa com o nome do pon o de enda colocado na achada des a, de e
se isí el e es a em ha monia com os ou os elemen os da achada (Gea y, ci ed in Pe ei a, 2002).
No malmen e, es as placas con êm o logó ipo da ma ca/pon o de enda, e po se a p imei a
sinalização que o consumido pe cebe de e e um amanho, o ma, co e iluminação que despe e
o seu in e esse pa a que en e na loja (Lewison ci ed in Sil a & Pinhei o, 2006).
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• Mon a: As mon as de um pon o de enda de em e como p emissa se o mais a a i o possí el
de o ma a despe a a cu iosidade de quem passa. É impo an e que nela es ejam expos os
elemen os bem cuidados na deco ação e que e li am a imagem da loja (Pe ei a, 2002). Na á ea do
me chandising isual, a mon a é conside ada o ca ão de isi a, é mui as ezes es a que in luencia
o consumido a en a no pon o de enda (Massa a, ci ed in Be na do, 2009). F anz Wohlwend (ci ed
in Sil a & Pinhei o 2006, p.8) e e e que “a i ina de e se concebida de modo que seja a essência
do que é a loja, e de udo o que ela o e ece e simboliza, pois, quando habi ualmen e ap esen ada
com imaginação e sedução, em a e icácia da publicidade e iun a se, além de a ai os olha es do
mundo ex e io pa a si, a ai ambém o consumido pa a den o da loja.”. As i inas de um pon o
de enda de em se usadas pa a a ai os consumido es pa a o in e io do espaço a a és dos seus
p odu os. É impo an e e em con a em alguns aspe os como a quan idade, amanho, o ma o,
co es, emas, p odu os expos os e, cla o, a equência com que são eno adas (Lewison ci ed in
Sil a & Pinhei o, 2006).
2.7.1.2 ELEMENTOS DO AMBIENTE INTERNO
Os elemen os que cons i uem o ambien e in e no do pon o de enda são:
• Layou : O layou de ine-se como a o ganização do espaço no pon o de enda, en ol endo á ias
pa es como a disposição do p odu o, mobiliá io e equipamen os. A exis ência des a o ganização
possibili a que consumido ci cule no espaço e selecione os a igos que mais lhe ag ade, podendo
aumen a o empo que o consumido pe manece na loja e a comp a po impulso (Daud & Rabello,
ci ed in Sche z, 2012). A exis ência de um layou num pon o de enda se e pa a dispo e dis ibui
odos os a igos e elemen os pelas á ias zonas do espaço, endo como obje i o de o imiza o espaço
de o ma a ica ag adá el e uncional (Massa a, ci ed in Be na do, 2009). Cla o que es a plani icação
de layou é in luenciada po a iados a o es, es a depende do ipo de p odu o que se p e ende
ende , da mensagem que se que ansmi i ao clien e, do p óp io espaço e ambém do pe il do
consumido (Mo gado & Gonçal es, ci ed in Be na do, 2009).
• Iluminação: A in ensidade da iluminação não in luencia só a imagem da loja, in luencia ambém
na pe ceção que o clien e em do p eço dos p odu os e do a endimen o. Assim sendo, quan o maio
a in ensidade da iluminação, meno se á a pe ceção de p eço (Gea y ci ed in Pe ei a, 2002). Blessa
(ci ed in Sil a & Pinhei o, 2006, p.9) a i ma “A boa iluminação é esponsá el po cla ea o ambien e,
des aca me cado ias, deco a espaços especiais e acompanha o es ilo e a pe sonalidade da loja.
32
pon o de enda e o seu ambien e. Es e mé odo de exposição, acaba ambém po acili a a ação de
comp a, uma ez que o clien e em uma maio acilidade de seleção e di ige-se logo pa a a co que mais
p e e e (Wu e al. 2013).
No que espei a ao es uá io, o clien e em p e e ência pela exposição do p odu o em manequins já que
acili a a isualização das peças com maio acilidade (Ke oo e ci ed in Wu e al. 2013). Ag upa as
peças de es uá io po co , ex u a das peças ou coo denação de es ilos, é mui as ezes uma an agem
pa a os e alhis as, já que são ês mé odos di e en es de exposição e acabam po a ai consumido es
di e en es pa a o pon o de enda.
2.9.1 MONTRA
Se há uns anos as i inas e am desen ol idas pa a que o clien e isse que ipo de a igos con inha
naquele pon o de enda an es de en a , es e espaço assume um peso no espaço e na o ma como a
mon a comunica com o clien e. Encon am-se mon as com di e en es con ex os, chegando a o e ece
en e enimen o, a di e i e inspi a os consumido es, con udo a in enção de um isual me chandise , é
que a a és dela consiga conquis a o possí el consumido pa a den o da loja e acaba po e e ua uma
comp a.
Os ipos de mon a ão a iando de aco do com cada pon o de enda e a ma ca p esen e no mesmo.
Es es espaços são na sua maio ia inse idos em edi ícios his ó icos ou en ão ecém-cons uídos, po an o
os o ma os das suas i ines são a iados. (Bailey & Bake 2014 pg.76).
• mon a abe a: es e o ma o pe mi e que o consumido enha uma isão não só da mon a como
ambém do pon o de enda quando se encon a do lado ex e io da loja. De se le a em conside ação
que os p odu os expos os podem se is os de di e sos ângulos po isso mesmo a ap esen ação de
odo o pon o de enda de e es a cuidado.
• mon a echada: pode encon a -se es e ipo de i ina em lojas mais adicionais, com inspi ação
mais ea al, são ca ac e izadas po um pano de undo, elemen os deco a i os e iluminação
di ecionada pa a a na a i a. Lojas de maio dimensão não só de espaço, mas a ní el inancei o,
usam es e ipo de mon a sequencial pa a con a uma his ó ia com os seus a igos.
• mon a de esquina: o ac o de es a mon a e mais exposição, já que pode se is a de duas uas
di e en es, odos os seus ângulos de isão são impo an es, po an o o lojis a de e e um cuidado
edob ado ao cons uí-la já que a isão on al é ão impo an e quan o a la e al.
• sem mon a: em alguns pon os de enda, os lojis as op a am po não e mon a ab indo des a
o ma uma en ada maio , podem-se obse a es e ipo espaços em cen os come ciais.
33
Bailey & Bake (2014) e e em que além do o ma o de uma mon a, exis em ou os elemen os como
as linhas e composição que acabam po abalha o espaço isualmen e ambém, são elas:
• linhas e icais: es as são linhas e as e e idenciam uma dis ância mais cu a en e dois pon os.
O me chandising isual de e despe a a cu iosidade do consumido a explo a o a igo num i mo
ace ado, em odas as di eções ocando a a enção des e em oda a ins alação. Es as linhas
in e p e adas como i mes e es á eis, quando são colocadas na diagonal acabam po ansmi i uma
sensação de ene gia e dinamismo, po isso é equen e encon a mos o mas em V pa a chama a
a enção do público.
• linhas ho izon ais: podemos iden i ica es as linhas a a és de mesas, p a elei as. Es as linhas
acabam po es ingi a isão do p odu o e a ap oxima o consumido pa a e mais de pe o e
melho , podem se usadas com o auxílio de linhas e icais pa a o ma uma moldu a e e idencia
um p odu o.
• linhas ci cula es: as o mas a edondadas usadas com equência no design são associadas ao
mundo eminino e dão um a mais le e e sua e ao espaço, quan o mais cu a a o ma mais posi i a
se á a sua cono ação. A composição é um ou o elemen o do me chandising isual, o p incípio do
equilíb io e p opo ção são undamen ais pa a a composição de uma i ine (Bailey & Bake , 2014,
pg.26).
• sime ia: uma mon a o mal é ambém conside ada simé ica, op a po uma cons ução idên ica
dos dois lados, acabando po se um desenho mais limpo. Es e equilíb io isual en e o p odu o, co
e ex u a acaba po acili a e dissuadi o p ocesso de comp a de um modo mais me ódico e
sequencial.
• assime ia: a ap esen ação de a igos de o ma in o mal, possibili a uma maio a iação de
equilíb io en e os p odu os. Na sua composição mais simples, coloca um obje o maio p óximo de
um meno já ge a uma assime ia na i ina.
• pi âmide: econhecida como um sinal de o ça, es u u a, equilíb io e ha monia é usada pa a
ap esen a a igos de o ma hie á quica.
• epe ição: es a écnica é usada na c iação da mon a a a és da epe ição de co es, ex u as,
o mas e em elemen os de deco ação den o do pon o de enda, acabando po ge a coe ência e
um impac o isual maio .
• adiação: es a é uma o ma de c ia um pon o ocal num local menos ób io, complemen ando essa
oco com ou os a igos de o ma a des ia a a enção do mesmo.
34
• con as e: no me chandising isual podemos encon a es e ipo de con as e a a és da u ilização
de o mas di e en es, ex u as icas e con as an e, na espessu a de linhas, a iedade em al u as e
p opo ções dis in as. Quando no me chandising isual de um pon o de enda são usados elemen os
que con as am en e si queb a-se a ideia de mono onia, sime ia e da epe ição.
• al e nância: uma a iação da sime ia e da epe ição. Num sen ido mais p á ico é possí el aplica
es a écnica dispondo p odu os semelhan es epe i i amen e e de o ma al e nada.
• g adação: possí el de iden i ica a a és de uma g adação de a igos que a iam de amanho e/ou
de co .
• dis o ção: uma écnica habi ualmen e aplicada na ca ica u a de p odu os, seja a a és do amanho
desp opo cional que lhe concedem ou na dis o ção dos mesmos chegando a e duas isões
di e en es.
• p opo ção: aplicada no malmen e pa a os p odu os mais pequenos, como pe umes cosmé icos
que mui as ezes pa ecem pe didos no meio de um espaço quando complemen ados com elemen os
deco a i os de uma escala mui o maio .
• g a idade: exp essa-se a a és de elemen os ixos ou mó eis que es ão pendu ados ou suspensos.
2.10 PANDEMIA
En ende-se po pandemia, um su o de doença in eciosa com uma dis ibuição geog á ica a ní el
mundial. Es e ipo de doença in eciosa, num p imei o plano, oco e apenas numa egião, ala gando-se
po á ios países, a a és de ansmissão sus en ada en e pessoas. Nos dias de hoje, i emos com a
p esença do í us SARS-CoV-2 (doença de COVID-19), em odo o Mundo. Ainda que já se enham i ido
ou as pandemias, a g ipe espanhola (1918-1920) - conside ada a maio pandemia a ní el mundial endo
i imando mais de 50 milhões de pessoas na al u a, acabou po se a mais compa ada ao que em
acon ecido com o COVID-19. “Nenhuma ou a doença causou an as í imas mo ais em ão pouco
empo como a g ipe pneumónica de 1918-1919, que a e ou o mundo, já massac ado pela gue a,
mani es ando-se em ês agas coinciden es com os de adei os con on os mili a es (...).” (Helena da
Sil a, 2019).
O comba e à g ipe Espanhola em Po ugal e e algumas semelhanças com o comba e ao COVID-19.
Desde o dis anciamen o social, ao ence amen o de escolas, ea os, cinemas, cen os cul u ais,
p oibição de ei as, oma ias e qualque ipo de es as onde a aglome ação de pessoas seja mais que a
35
pe mi ida à da as das es ições implemen adas pelo go e no e ainda os conselhos sob e a la agem
equen e das mãos bem como apa o na iz e a boca ao espi a e o uso ob iga ó io de másca a.
2.10.1 COVID-19
Em dezemb o de 2019, na cidade de Wuhan na China, oi de e ado o no o co ona í us (SARSCoV-2),
causado da doença COVID-19. Es a doença ca ac e iza-se po sin omas ais como:
Do no pei o;
Sabe-se que o COVID-19 se ansmi e aquando de um con ac o p óximo com alguém que es eja
in e ada, a a és de go ículas (sec eções espi a ó ias). Es as sec eções podem sai a a és da boca ou
na iz e in e a a pessoa p óxima ou en ão, ambém pode se ansmi ida a a és do oque numa
supe ície/obje o que possa e sido con aminado. De o ma a e i a es es con ac os, a OMS -
O ganização Mundial de Saúde dec e ou á ias medidas que de em se adap adas po oda a população
desde: a u ilização de másca a; dis anciamen o social; e i a o cump imen o e o oque; desin eção
equen e das mãos; apa a boca e o na iz com o co o elo ou um lenço quando espi a e ossi . No
dia 11 de ma ço de 2020, a OMS decla ou o su o de COVID-19 uma pandemia de ido ao aumen o
sucessi o de núme os de casos e mo es. O País e o mundo o am ob igados a ence a escolas se em
ence adas, emp esas e odo o comé cio decla ado como não essencial, ob igando odos os po ugueses
a i e uma qua en ena de modo que a p opagação do í us osse a ada.
2.10.2 COVID-19: OS IMPACTOS NA INDÚSTRIA TÊXTIL E NO RETALHO
A indús ia de es uá io oi al ez uma das mais a e adas pela pandemia COVID-19. De aco do com uma
no ícia do Po ugal Têx il (2020) “Segundo o es udo “Co id-19 impac s on businesses”, da pla a o ma
de sou cing esponsá el Sedex ci ado pelo jus -s yle.com, 68% dos inqui idos da indús ia de es uá io
indica am que o seu olume de negócios diminuiu “signi ica i amen e” ou “c i icamen e”.” Também em
dados o necidos pelo INE (Ins i u o Nacional de Es a ís ica, 2020), chegou-se à conclusão de que as
Tosse seca;
Cansaço;
Feb e;
Di iculdade espi a ó ia.
36
endas no comé cio a e alho i e am uma diminuição de 21,6%, em ab il de 2020 ace ao pe íodo
homólogo do ano passado.
Es a é uma ques ão p eocupan e pois i á aze com que o desemp ego aumen e, mui as áb icas já
i em uma lu a diá ia pa a man e em as po as abe as e assegu a os pos os de abalho, e es a
si uação o na-se ainda mais ala man e pela diminuição do núme o de encomendas que o COVID-19
p o ocou. Quan o ao comé cio, a e oma des es após o con inamen o oi g adual, aos poucos o am
en ando cap a no amen e a a enção e con iança do consumido . “Há comé cio que es á p a icamen e
es agnado e ou o que e e uma ecupe ação ápida, nomeadamen e os cabelei ei os. Ha ia uma g ande
necessidade e p ocu a.” (Têx il, 2020)
“A maio pa e es á a ecupe a g adualmen e, len amen e, embo a se sin a alguma ecupe ação.
Es amos com alguma expec a i a pa a que comece a c esce a pa i de dia 1 de junho e sob e udo
du an e o pe íodo de é ias.” a i ma o P esiden e da Associação de Come cian es do Po o ci ed in
Po ugal Têx il (2020).
2.11 SINTESE
O compo amen o dos consumido es miúdos e g aúdos em indo a al e a -se du an e os anos, is o de e-
se a á ios a o es, mas sob e udo a e olução ecnológica do mundo digi al, uma ez que es a pe mi e
que os consumido es es ejam cada ez mais bem in o mados. Com os a anços do mundo digi al, os
consumido es passa am a pode comunica de o ma acili ada en e si e a ibui um alo ac escido às
ma cas.
Pe cebe como as ma cas/p odu os comunicam e in luenciam os pequenos e g andes consumido es é
um eno me desa io. São inúme as as écnicas de in luência do compo amen o do consumido no pon o
de enda e o a des e, desde o me chandising isual, ao ma ke ing a é à comunicação e publicidade,
es as são algumas das e amen as que cap am os consumido es e os azem deseja de e minado
p odu o.
37
CAPÍTULO 3 | ESTUDO DE CASO LIDI LOVE
.
O capí ulo 3 é des inado à pa e p á ica des e caso de es udo. Numa
p imei a ase, é ap esen ado um diagnós ico ge al do pon o de enda
in an il Lidi Lo e, le ando semp e em conside ação a comunicação do
mesmo no seu espaço, ou seja, o me chandising isual.
38
3. DIAGNÓSTICO GERAL
Nes e diagnós ico é ap esen ada a e olução da Lidi Lo e, desde que a emp esa se iniciou no me cado
a é aos dias de hoje. Menciona os ipos de p odu os que se podem encon a , bem como as á ias
ma cas que são possí eis de encon a no pon o de enda. Além de udo is o, são ambém ap esen adas
algumas es a égias de comunicação no pon o de enda, ou seja, de me chandising isual, o oco des e
abalho.
3.1 HISTÓRIA DO PONTO DE VENDA
A Lidi Lo e é hoje uma pequena emp esa de Ca los Cunha e Pa ícia Cos a, no en an o Ca a ina Mo ei a
oi a p imei a ge en e do pon o de enda. O espaço ab iu no concelho de Lousada, Vila de S a. Apa ecida
no ano de 2016. A Lidi Lo e iniciou e con inuou a sua a i idade num espaço alugado, e endendo ma cas
nacionais e in e nacionais. As endas são essencialmen e a con e âneos, con udo, com o comé cio
online e as edes sociais, a Lidi Lo e em chegado a ou os pon os do país como Fa e, B aga, Coimb a,
O a , San a Ma ia da Fei a, Viana do Cas elo, Lisboa e ambém às egiões au ónomas dos Aço es e da
Madei a, não esquecendo o es angei o como a Suíça, Luxembu go, F ança pa a onde ambém ão
en iando encomendas u o da comunicação nas edes sociais do pon o de enda e do “passa a pala a”
dos consumido es.
Ainda com a an iga ge ência a Lidi Lo e semp e op ou po ap esen a as suas coleções ao público com
um des ile in imis a e especial, na Quin a de Ribós (Lousada), onde mui os dos modelos e am o público
da loja, a 2 de ou ub o de 2016 oi ealizado o p imei o, ( igu a 1),
Figu a 1 Imagens do Des ile de Ou ub o de 2016, Quin a da Ribós ia Facebook
a cada es ação e a ap esen ado mais um (ma ço de 2017). Com a mudança de ge ência e o c escimen o
do pon o de enda (ainda a ní el egional), a Lidi Lo e passou a se con idada pela Câma a Municipal
39
de Lousada e pelo Comé cio T adicional de Lousada a pa icipa nas mais di e sas a i idades
elacionadas com moda no concelho. O município con ou com a p esença da Lidi Lo e nos des iles que
o ganiza am, ( igu a 2)
Figu a 2 Ca azes dos Des iles de Lousada Ou ub o 2018, Ma ço 2019 e Junho 2019 ia Facebook
Mui as des as inicia i as o ganizadas pelo conselho o am cobe as pelos media, e no dia 20 de ma ço
de 2019, o município oi con idado a ala na P aça da Aleg ia no canal RTP1 ( igu a 3), e a Lidi Lo e
pôde ambém es a p esen e em ele isão le ando uma pequena amos a dos a igos que inha no
espaço.
Figu a 3 Imagens da Lidi Lo e na P aça da Aleg ia em 2019, RTP1 ia Facebook
40
Já no inal do ano passado (2019), o Comé cio T adicional de Lousada o ganizou o me cado de s ock-
o pela segunda ez ( igu a 4), um im-de-semana onde á ios pon os de enda locais se jun am e
endem os a igos de coleções passadas po alo es mais baixos. A Lidi Lo e ac edi a que mais que
ge a luc o nes es e en os, o mais impo an e é da em-se a conhece .
Figu a 4 Ca az Vila Ma ke - S ock-O 2019 ia Facebook
A Lidi Lo e, ainda que seja conside ada um pon o de enda local, é econhecido como uma “ma ca” de
e e ência pa a os seus consumido es, es ando di e amen e elacionada com a qualidade dos p odu os,
mas ambém pela a iedade de coleções e ma cas que e ende, com design ca ac e ís ico de cada uma
delas, a boa elação de qualidade/p eço bem como o se iço pe sonalizado e p es ado a cada clien e.
3.1.1 PRODUTO
A Lidi Lo e é um pon o de enda de oupas e acessó ios pa a c ianças. Apos a semp e na qualidade,
con o o das peças e na di e enciação das mesmas. Com is a em se um espaço que izesse pa e das
memó ias e das his ó ias do seu público-al o a é à p é-adolescência, op ou po ab ange com os
amanhos dos seus a igos en e os 3 meses a é aos 12 anos, con udo é en e os 2 e os 10 anos que a
Lidi Lo e acaba po se mais p ocu ada.
A Lidi Lo e ac edi a que odos os dias são especiais, con udo os dias ma cados no calendá io como
“dias de g ande es a” - ba izados, comunhões e casamen os, são p ocu adas ma cas como Ka e Mack,
Piccola Spe anza, Ba ca ola, Coleções Ma iga , As on Ma in, Loan Bo , Amaya, Monnalisa. Pa a
celeb ações meno es e dias conside ados “no mais” a Loli os, Miguel Viei a, Ma a Y Paula, Tous Baby,
Yoedu, Baby Lai, Becka o e Le i’s Kids são as p e e idas dos consumido es mui o po se em acilmen e
41
adap á eis às á ias si uações do dia a dia, mas ambém a dias comemo a i os, podendo cap icha nos
acessó ios e ans o ma as peças pa a as si uações, pa e dos acessó ios que a Lidi Lo e inha à
disposição inham a an agem de se o almen e pe sonalizá eis g aças à Uniqueness. Pa a os dias mais
descon aídos, onde a pala a de o dem é con o o pa a se pode b inca , a 3 Pomme, Y.Thing e a
Lai ica são escolhidas.
3.1.2 MARCAS
De modo a esponde às necessidades do seu público, a Lidi Lo e p ocu ou semp e adequa os seus
p odu os às exigências do consumido , pe cebendo ao longo dos empos, as ma cas mais p ocu adas e
em que al u as. Assim, pelo espaço passa am ma cas como Miguel Viei a, Ka e Mack, Piccola Spe anza,
Tous Baby, Ma a y Paula, As on Ma ín, José Va ón, 3 Pommes, Becka o, Yoedu, Loan Bo , Amaya,
Monnalisa. Hoje podemos encon a no pon o de enda as ma cas Le i’s Kids, Loli os, Y.Thing, Baby
Lay, Coleções Ma iga e acessó ios da Uniqueness ( abela 1).
Tabela 1 Ma cas Come cializadas pela Lidi Lo e
3.1.3 Público-al o
A Lidi Lo e ab ange hoje um público in an il eminino e masculino essencialmen e dos 3 meses aos 12
anos, ca ac e izados po se em descon aídos e descomplicados, que ap eciam um oque de
mode nidade, co e di e enciação nas peças sem esquece o p óp io “eu”. Re elam uma a i ude posi i a,
equen am a escola e mui os deles êm a i idades ex acu icula es, gos am de con i e , mas ambém
de b inca com os amigos. Pode a i ma -se que a Lidi Lo e é de um segmen o médio, con udo o
48
acessó ios, es uá io, calçado e a é pequenos elemen os deco a i os. No undo da loja, o balcão, duas
a a as pa a a exposição de es uá io e o p o ado ( igu a 13).
Figu a 12 Imagens do Pon o de Venda Lidi Lo e - pa e da en e
Figu a 13 Imagens do Pon o de enda Lidi Lo e is a - pa e de ás
3.3.2.1.1 Zona quen e e Zona F ia:
No layou de qualque loja pode e i ica -se uma dis inção en e a á ea mais isi ada pelos consumido es
e a á ea menos a a i a/ isi ada. É o que se pode chama de: zona ia e zona quen e do espaço
come cial. No caso da Lidi Lo e, a zona quen e é á ea mais cen al; a zona mais p óxima da en ada, a
zona maio e mais ampla é a zona que chama a mais a enção dos consumido es e onde es es ica am
49
mais empo. Já a zona ia, podemos conside a a pa e de ás do pon o de enda, p óximo da á ea de
pagamen o, p o ado es e exposi o es onde no malmen e es ão a igos de saldos ( igu a 14).
Figu a 14 Zonas Quen es e Zonas F ias Lidi Lo e
De o ma a elimina as zonas ias exis en es no pon o de enda, podem se iden i icadas duas
es a égias:
• Ro ação mais equen e de a igos en e exposi o es, de o ma a chama a a enção pa a os
exposi o es menos isi ados.
• A eo ganização dos a igos de saldo, de o ma a exis i um núme o limi e de peças em exposição,
pa a que es e não pa eça deso ganizado.
• A eliminação de a a as mó eis que mui as ezes icam encos adas a ou os exposi o es e escondem
ou os a igos.
3.3.2.1.2 Ci culação no Pon o de Venda:
Den o do pon o de enda es e pode ia se bem alea ó io, con udo o mais equen e e a o consumido ,
ap ecia os a igos expos os, oupa casual-chic logo à sua esque da, e em seguida o lado di ei o do
50
espaço, onde e a colocada oupa mais casual Le i’s Kids, con udo o am semp e exis indo exceções
como po exemplo o consumido só que e e oupa de uma ma ca em especí ico não ap eciando des a
o ma ou os a igos ( igu a 15).
3.3.2.4 Iluminação:
Iluminação: De aco do com Mo gan (2013, ci ed in Qua esma), a iluminação é ulc al na cons ução de
um ambien e, es a de e se adequada aos exposi o es, o que pe mi e ao consumido encon a com
mais acilidade o que p ocu am, ou po ou o lado, da um maio des aque a á eas mais impo an es do
Figu a 15 Ci culação no Pon o de Venda Lidi Lo e
51
pon o de enda. A Lidi Lo e é um pon o de enda com pouca iluminação, podemos encon a iluminação
ocal na mon a ( igu a 16) com o p opósi o de lhe da um maio des aque, iluminação sub il no cen o
do pon o de enda ( igu a 16), no undo da loja pe o do balcão e no p o ado ( igu a 16).
Figu a 16 Iluminação Lidi Lo e - Lado Esq. Mon a; Cen o -Iluminação cen al; Lado Di .- P o ado
3.3.2.5 Tempe a u a
Em qualque pon o de enda é undamen al con ola a empe a u a ambien e de o ma a não a as a os
consumido es (Sil a & Pinhei o 2006). De uma o ma ge al a empe a u a da Lidi Lo e é con olada,
en ando p opo ciona um clima ag adá el ao consumido em odas as es ações do ano.
3.3.2.6 Co
Podemos a i ma que na nes e pon o de enda, o b anco e os ons pe olados são as co es p edominan es
dando a ilusão de um espaço maio e mais amplo.
3.3.2.7 Som:
Gea y (2002, ci ed in Pe ei a) e e e que a música in luencia a pe ceção do público em elação ao
a endimen o e ao empo que pe manece no in e io do espaço. A música ajuda a c ia ambien e e a
ansmi i uma imagem, po an o músicas que ão de encon o ao público e ao consumido são uma
52
mais- alia pa a o negócio. A seleção musical pelos quais os ge en es op am e le e um espí i o li e, le e
e descomplicado assim como o seu público-al o.
3.3.2.8 A oma
O chei o de um ambien e em a capacidade de c ia a iados e ei os sob e o público. O pon o de enda
Lidi Lo e, ap esa de não usa uma ag ância em especí ico, ela az pa e do pon o de enda ( igu a17),
além disso, em semp e o cuidado diá io de p ese a o espaço limpo e o ganizado, abalhando semp e
pa a man e os id os, espelhos, exposi o es e piso sem sujidade que ajuda num ambien e mais
ag adá el ao que o a oma diz espei o.
Figu a 17 Di uso A oma Lidi Lo e
3.3.2.9 Sinalização In e io
A sinalização é um a o essencial na comunicação (Lea-G eenwood, 2010, ci ed in Ba nes & Lea-
G eenwood). Podemos ca ego izá-la como sinalização ins i ucional e di ecional e ainda, sinalização de
ca á e p omocional e empo á io, a Lidi Lo e ap esen a as duas ca ego ias de sinalização. Ve i icamos
que exis e sinalização pe manen e como o indicado do ex in o , li o de eclamações, de saída, ( igu a
18), mas ambém sinalização que, no caso indica p omoção de a igos ou in o mações empo á ias
como po exemplo, ca azes que o am sendo expos os ( igu a 19).
53
Figu a 18 Sinalização Ob iga ó ia Lidi Lo e: Lado Esq. Ex in o ; Cen o Saíde e Di eção de Saída; Lado Di . WC
Figu a 19 In o mações Tempo á ias Lidi Lo e
3.3.2.10. Exposi o es
Segundo Unde hill (2013, ci ed in Wu e al.), o consumido ende a se acilmen e in luenciá el pelas
imp essões e in o mações que um pon o de enda lhe pode o e ece , assim sendo o ipo de mobiliá io
pode ou não in luencia di e amen e na sua decisão inal de comp a. No pon o de enda Lidi Lo e, são
alguns os ipos de mobiliá io que se podem encon a no espaço, em madei a e id o di e en es en e si
no amanho e o ma, usados pa a expo algumas ma cas ou a igos em especí ico ( igu as 20).
Figu a 20 Exposi o es
Lidi Lo e - Lado Di .
Exposi o Embu ido;
Cen o Zona de
Acessó ios; Lado Di
Exposi o Mó el
54
3.3.2.11. Cabides
Assim como de e exis i uma necessidade de de ini a a qui e u a do espaço, é igualmen e impo an e
de ini os ipos de exposi o es que azem mais sen ido pa a cada pon o de enda (Be na do, 2009). A
Lidi Lo e ap esen a uma gama di e en e en e si e a iada de cabides pelo seu espaço, que pe mi em a
exposição dos a igos de o ma o ganizada azendo uso da co e da amília de p odu os como mo e des a
e pe mi e um acesso mais acili ado ao consumido (21, 22 e 23).
Figu a 21 Lidi Lo e Cabides 1
Figu a 23 Lidi Lo e Cabides 2
Figu a 22 Lidi Lo e 3
55
3.4 ANÁLISE SWOT
3.5 PANDEMIA
Com a pandemia global que se ez sen i , a Lidi Lo e iu-se ob igada a echa pa a con inamen o no dia
9 de ma ço de 2020. Fo am meses bas an e du os, com a al a das g andes e pequenas es as, a
ob iga o iedade de não aglome a e o aconselhamen o de ica po casa, “um es ido boni o” deixou de
se ão impo an e na ida dos consumido es quan o e a an es da exis ência do COVID-19.
Com o descon inamen o len o e de aco do com o Plano de Con ingência COVID-19, oi necessá io impo
algumas al e ações ela i amen e ao uncionamen o da loja endo em con a as es ições de
dis anciamen o social e o núme o máximo de pessoas den o do espaço (2 pessoas), a Lidi Lo e passou
a ab i somen e po ma cação p e ia minimizando des a o ma os con ac os.
FORÇAS
Faz pa e do comé cio adicional;
P oximidade com o público e consumido es;
Va iedade de ma cas;
Qualidade ele ada dos ecidos;
Con o o das peças;
É possí el e e ua comp as online;
FRAQUEZAS
Meio pequeno;
Imagem pouco sólida;
Espaço loja pequeno;
OPORTUNIDADES
In es i no pós- enda;
In es i em in luence s de nicho pa a pode
c esce e dinamiza ;
Pa icipação e en os no município;
Possibilidade de muda pa a um espaço
maio .
AMEAÇAS
Conco ência di e a;
Cons an e no idade no as ashion;
Pandemia global;
56
3.5.1 HIGIENIZAÇÃO DO ESPAÇO E PRODUTOS:
• Limpeza e desin eção após cada u ilização dos e minais de pagamen o au omá ico (TPA);
• Exis ência de álcool gel à en ada da Loja ( igu a 24);
• Limpeza e desin eção dos es iá ios após cada u ilização po pa e do clien e;
Mesmo com o descon inamen o e com o aumen o subs ancial das endas no im do e ão de 2020, a
ge ência da Lidi Lo e iu-se ob igada a echa de ez po as a es e espaço já que inancei amen e não
oi de odo en á el pa a os mesmos, ainda assim oma am a decisão de ende a coleção com que
ica am pelas edes sociais.
Figu a 24 Álcool Gel
57
CAPÍTULO 4 | QUESTIONÁRIO DE SATISFAÇÃO AOS CLIENTES LIDI LOVE
Es e ópico dedica-se à análise do ques ioná io de sa is ação dos clien es Lidi
Lo e. Começa po expo o p oblema de in es igação, e e indo às ques ões a
que se p e ende esponde . De seguida, é ap esen ado o mé odo, abo dando os
c i é ios de amos agem e ap esen ando o ins umen o. Pos e io men e,
desc e e-se o p ocedimen o ado ado e ca ac e iza-se a amos a. Re e em-se
ainda as e amen as es a ís icas u ilizadas pa a a análise dos dados e, po
úl imo, são ap esen ados os esul ados.
64
Quan o a ealização de comp as no pon o de enda, 82% (28 indi íduos) esponde am que sim que já
comp a am (g á ico 10)
e des es e e i am a equência das mesmas, sendo que a maio ia das espos as ob idas 72% (21
indi íduos) e e iu que comp a po es ação (g á ico 11) e 21% (6 indi íduos) indica am que adqui em
a igos na Lidi Lo e po imes e, des as comp as 88% (30 indi íduos) e e iu que o am no pon o de
enda, já que 64% (19 indi íduos) i em p óximo do pon o de enda (g á ico 11). Os g á icos des a
análise es ão disponí eis pa a consul a em anexo ( e Anexo 4).
0
5
10
15
20
25
30
1
Já e e uou comp as na Lidi Lo e?
Sim Não
G á ico 10 Realização de comp as
65
4.1.6 AVALIAÇÃO DA COMPRA NO PONTO DE VENDA FÍSICO E ONLINE
Es e ópico analisa a sa is ação dos consumido es ace aos a igos disponí eis no pon o de enda,
conside ando a o es como a qualidade, o ipo de a igos, p eço, as ma cas disponí eis, embalagem, o
ambien e da loja, o si e e o a endimen o.
Rela i amen e à ques ão sob e o que mais ap ecia am na sua comp a, (g á ico 14), a maio ia dos
inqui idos, 16 indi íduos in o ma am que oi dos a igos que mais gos a am, de seguida su ge o
a endimen o (6 indi íduos), a qualidade (5 indi íduos) e o p eço (2 indi íduos).
0
5
10
15
20
25
Se a sua espos a oi sim, com que
egula idade?
G á ico 11 Regula idade Comp as
66
Quan o ao que menos gos a am nas suas comp as (g á ico 15), o p eço (5 indi íduos) e o si e do si e (5
indi íduos) é o menos ap eciado po pa e da amos a, seguindo-se os a igos (1 indi íduo), a qualidade
(1 indi íduo), a embalagem da encomenda (1 indi íduo) e o ambien e da loja (1 indi íduo).
4.1.6.1 EXPERIÊNCIA DO CONSUMIDOR NO PONTO DE VENDA
Es e pon o ab ange algumas ques ões, que se des inam a analisa a expe iência do consumido em loja.
Pe cebe qual o ní el de in luência do me chandising isual do pon o de enda no consumido é um dos
aspe os mais impo an es pa a o desen ol imen o e/ou melho ia des e. Da amos a, 12% (4 indi íduos)
esponde am que a mon a em o al in luência na sua isi a ao espaço, a maio pe cen agem de espos a
G á ico 14 Sa is ação Consumido
G á ico 15 Insa is ação Consumido
0
5
10
15
20
A igos Qualidade Embalagem
encomenda
Ma cas P eço Ambien e loja A endimen o In e ace
O que mais gos ou na sua comp a em loja ísica e/ou online?
Gos ei Bas an e Gos ei Gos ei Menos
0
1
2
3
4
5
6
A igos Qualidade Embalagem
encomenda
Ma cas P eço Ambien e loja A endimen o In e ace
O que menos gos ou na sua comp a em loja ísica e/ou online?
Gos ei Menos Gos ei Gos ei Bas n e
67
41% (14 indi íduos), e elou que a mon a em mui a in luência na sua isi a ao espaço, 35% (12
indi íduos) espondeu que em alguma in luência, 9% (3 indi íduos) indicou que êm pouca in luência e
3% (1 indi íduo) a i mou que não em in luência nenhuma.
Quan o ao ambien e da loja, (a co do espaço, o som, o chei o e a disposição dos a igos) a maio ia dos
inqui idos 62% (21 indi íduos) espondeu que em mui a in luência, 18% (6 indi íduos) e e i am que em
o al in luência, com a mesma pe cen agem 18% (6 indi íduos) esponde am que êm alguma in luência
e apenas 3% (1 indi íduo) e e iu que a mon a não em in luência nenhuma na sua expe iência (g á ico
7).
0
2
4
6
8
10
12
14
16
1
Qual é a in luência da mon a da loja na
equência da sua isi a à Lidi Lo e?
Pouca
Nenhuma
Alguma
Mui a
To al
G á ico 6 In luência da Mon a
68
No que espei a ao a endimen o 41% (14 indi íduos) e e iu e o al in luência e com a mesma
pe cen agem 41% (14 indi íduos) esponde am que e mui a in luência e 18% (6 indi íduos) e elou que
o a endimen o em alguma in luência.
0
5
10
15
20
25
1
Qual é a in luência do ambien e da loja na
equência sua isi a?
To al
Mui a
Alguma
Pouca
Nenhuma
0
2
4
6
8
10
12
14
16
1
Qual é a in luência do a endimen o no
pon o de enda na equência da sua
isi a?
To al
Mui a
Alguma
Pouca
Nenhuma
G á ico 7 In luência do Ambien e do Pon o de Venda
G á ico 8 In luência do A endimen o
69
Em elação à ques ão que espei a às melho ias que o pon o de enda pode ia ado a , os consumido es
inham a libe dade de escolhe 3 ou mais opções. As ês suges ões mais o adas o am a ealização de
gi eaways/ so eios (16 indi íduos), a adição de um mimo pós comp a com (16 indi íduos) e a apos a
a iedade de ma cas com (16 indi íduos), cu iosamen e odas com o mesmo núme o de indi íduos,
seguindo-se a apos a em publicidade nas edes sociais (12 indi íduos), assinala o dia de ani e sá io do
consumido (11 indi íduos), melho ia do si e (10 indi íduos), o gi ca d (9 indi íduos) e a mudança pa a
um espaço maio (9 indi íduos). Quan o às melho ias menos o adas o am a emodelação do pon o de
enda (3 indi íduos), a melho ia da embalagem (1 indi íduo) e ainda hou e 2 indi íduos que clica am
na opção ou o mas não especi ica am, (g á ico 16).
No que espei a à pandemia global com a qual i emos desde meados de ma ço de 2020, es a acabou
po abala o mundo de uma o ma ge al. Das pessoas aos negócios mui as o am as di iculdades pelas
quais passamos. Mui os dos hábi os de consumo o am adap ados à no a ealidade e a é mudados al
oi o impac o. Felizmen e, com con inamen os mais ou menos es i i os (dependendo do núme o de
casos po localidade), a ida oi ol ando len amen e e de o ma bem di e en e ao que conhecíamos
como no mal, o comé cio ol ou a ab i po as. À ques ão sob e a segu ança coma eabe u a da Lidi
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
1
Que melho ias ac edi a que a Lidi Lo e pode ia ado a ?
Si e
So eios
Gi Ca d
Anúncios
Redes
Sociais
Mimo pós
comp a
Espaço
Maio
Remodelação
Loja
Va iedade
Ma cas
A endimen o
Da a
Ani e sá io
Ou o
Embalagem
G á ico 16 Melho ias
70
Lo e, seguindo odas as no mas da DGS, hou e 34 espos as, 100%, que a i mam que se sen em segu as
em ol a ao es abelecimen o. Já sob e a ques ão sob e as mudanças nos hábi os de consumo, 40% (14
espos as) admi e que az udo como azia com os de idos cuidados, 27% dos inqui idos (8 indi íduos)
e ela que p e e e não le a os ilhos, 27% (8 indi íduos), dos inqui idos ambém apon a que só comp a
po necessidade e numa mino ia 6% (2 indi íduos) admi e só comp a online.
4.2 ANÁLISE DOS RESULTADOS
De um modo gene alizado, os esul ados ob idos esponde am ao p oblema de in es igação, analisando
o impac o dos elemen os do pon o de enda in an il no compo amen o do consumido , nomeadamen e
da loja em análise Lidi Lo e. Es a análise é uma p ocu a de espos as pa a en ende como é possí el
usa di e en es elemen os de o ma a es imula os sen idos dos consumido es e le á-los a aze mais
comp as.
Na p ocu a de espos a, de ini am-se di e en es obje i os especí icos que en ol iam pe cebe a
impo ância do pon o de enda in an il na comunicação da ma ca, analisa a in luência dos seus
elemen os na equência de isi as e na ecomendação da loja, comp eende a mo i ação do consumido
em isi a o espaço, pe cebe a impo ância que a ibui aos a o es do pon o de enda e analisa de que
o ma es es in luenciam a sua expe iência na loja. Conside ando es es obje i os, ealizou-se um
ques ioná io aos clien es da ma ca, ob endo-se uma amos a inal de 34 sujei os. Após a análise dos
esul ados, oi possí el conclui alguns aspe os impo an es pa a es a in es igação, os quais são
ap esen ados de seguida.
De uma o ma gene alizada, pe cebeu-se que o pon o de enda oi o elemen o mais impo an e na
comunicação. Des e modo, pa a além de se jus i ica a impo ância a ibuída a es e nes e es udo,
jus i ica-se ainda a ele ância de o e idencia po se o co ação na elação en e o espaço e o consumido .
Des e modo, é impo an e a exis ência de um plano de comunicação na loja, eco endo a á ias
es a égias do me chandising, de o ma a chega a odos os sen idos do consumido e, acima de udo,
que a sua isi a esul e em comp as. É de sublinha , que as edes sociais o am ambém conside adas
como uma boa o ma de comunicação da ma ca, usadas pelos consumido es pa a se po em a pa das
no idades do espaço, des a o ma é essencial man e uma a ualização cons an e das mesmas.
71
Uma ez que o pon o de enda oi o elemen o conside ado mais impo an e na comunicação, é ainda de
maio ele ância pe cebe quais são as mo i ações que le am o consumido a isi á-lo e en ende que é
no pon o de enda que es ão p esen es os ês elemen os esponsá eis pela enda de qualque p odu o: o
consumido , o p odu o e o dinhei o. Nes e caso, os dados demons a am que a maio pa e dos
consumido es isi am a Lidi Lo e pelos a igos que êm pa a enda. Assim, a loja de e con inua a
apos a na qualidade e no con o o dos p odu os.
No que espei a aos aspe os especí icos do pon o de enda, pe cebeu-se que a maio pa e dos
consumido es, de ini am os p odu os e a qualidade dos mesmos como os aspe os mais impo an es do
pon o de enda. Quan o ao a endimen o p es ado aos consumido es que na loja ísica como a a és do
apoio p es ado nas edes sociais, o público diz-se bas an e sa is ei o. De uma o ma ge al, a maio pa e
dos consumido es pa icipan es no ques ioná io conside am-se bas an e sa is ei os quando isi am a Lidi
Lo e.
Des e modo, concluímos que além dos a igos que se podem encon a na Lidi Lo e, o a endimen o é
dos a o es do pon o de enda que mais in luencia na expe iência do consumido quando isi a o espaço.
Con udo, apesa do consumido ap ecia uma boa ap esen ação da loja, bem como o a endimen o
p es ado, segundo o es udo aqui ealizado, es es a o es não in luenciam di e amen e a equência com
que a Lidi Lo e é isi ada. Pa a além disso, os esul ados demons ados ão de encon o ao es ado da
a e, no qual se e idencia a exis ência de elação en e os di e sos elemen os do Pon o de Venda e o
compo amen o de comp a do consumido .
72
CAPÍTULO 5 | PLANO DE INTERVENÇÃO E SUGESTÃO DE MELHORIAS
Após a análise do ques ioná io ealizado aos consumido es Lidi Lo e, es e
capí ulo ap esen a algumas suges ões de melho ia pa a o pon o de enda.
73
5. PLANO DE INTERVENÇÃO E MELHORIA
5.1 IDENTIDADE VISUAL - REBRANDING
Com o passa doa empos a Lidi Lo e passou a chega a mais pessoas, ha endo po pa e do público
a iados pedidos pa a es uá io mais casual. Nos dias de hoje a Lidi Lo e é econhecida pela ilus ação
de uma co oa de co e de, ( igu a 25), ab angendo ambos os géne os.
Figu a 25 Logó ipo maio 2017 - a ual
Exis e a p e ensão dos a uais ge en es apos a em em a igos mais casuais e descon aídos, simpli ica
o logó ipo se ia uma das suges ões que se deixa pa a a melho ia da imagem do pon o de enda. É
ele an e que a iden idade isual ansmi a ao consumido o que se p opõe a ende , es a conexão pode
se ei a a a és de uma simpli icação do aço deixando a ilus ação base, a co oa e a co sem al e ações
uma ez que es a já mui o conhecida pelos consumido es, igu a 26.
Figu a 26 Reb anding Suges ão Logó ipo Lidi Lo e
80
“ape ecí el” ao público pa a que es e deseje complemen a a sua comp a com es es p odu os, o mesmo
acon ece com ou os essenciais no gua da- oupa como, meias, babe es, a é as camisolas mais básicas,
( igu a 38).
5.3.4 ILUMINAÇÃO
Uma boa iluminação pe mi e não só a melho isualização das peças e ex u as das mesmas, mas
ambém deixa que es as alem po si. Apesa de a i ine da Lidi Lo e se uma mon a abe a e pe mi i
uma boa en ada de luz na u al, em dias com menos sol, mesmo com a ede elé ica ligada es a o na-
se insu icien e. A oca do candeei o cen al e da sua lâmpada po uma ou a se ia essencial pa a uma
melho isualização do espaço e das peças, bem como a adoção de mais iluminação nou os luga es
como no p o ado e a é no mobiliá io se ia igualmen e bené ico ( igu a 39).
Figu a 39 Suges ão Lado Esq. Iluminação Cen o; Cen o Iluminação P o ado ; Lado Di . Iluminação Mobiliá io
Figu a 38 Inspi ação de Disposição de A igos ia Pin e es
81
5.3.5 AROMA
O a oma de um espaço é um componen e que mexe com as sensações do consumido e que acaba po
ica na memó ia do mesmo, associa um chei o em especí ico a uma ma ca/pon o de enda p omo e
uma elação e memó ia en e os mesmos. A Lidi Lo e op a po e semp e um a oma na loja, con udo
es e de e se subs i uído com mais egula idade e de e ambém se aplicado nas encomendas online e
comp as em loja como o ma egis a o a oma na comp a e que es e seja econhecido e associado pelos
consumido es.
5.3.6 SINALÉTICA OBRIGATÓRIA
O conjun o de sinalé ica ob iga ó ia pa a odas as lojas, nem semp e é ag adá el e ácil de conjuga com
o design da loja. No en an o, é possí el e alguns cuidados que pe mi em melho a a pe ceção isual
desses elemen os. Po exemplo, a in o mação da exis ência do li o de eclamações pode ia es a
emoldu ada e pendu ada, jun amen e com ou os quad os ou o og a ias da es ação ( igu a 40).
Figu a 40 Suges ão Ap esen ação Sinalização
5.3.7 BALCÃO
As dimensões ísicas da Lidi Lo e são pequenas, o balcão é ambém ele pequeno e uma adap ação ao
espaço, nes e caso e i icou-se que o balcão além de se pouco e gonómico em pouco espaço pa a
a umação. Assim sendo, pensa es a egicamen e pa a que es a á ea osse o imizada e con o á el
82
suge e-se que o balcão seja maio e com mais espaço pa a a umação in e na acabando po aze mais
p a icidade ao colabo ado . Ou o apon amen o que de e ia exis i nes a zona, já que é uma das
p imei as pa a onde se olha po ica em en e á po a, se ia a exis ência da imagem co po a i a bem
isí el e p esen e no espaço ( igu a 41).
Figu a 41 Lado Esq. Suges ão Balcão pa e in e io ; Lado Di . Suges ão Balcão pa e ex e io
ORÇAMENTO
Tabela 4 O çamen o p/ In e io Lidi Lo e
Quad o Giz
Candeei o cen o
Led mobiliá io
Candeei o p o ado
Cabides pe sonalizados (100)
Balcão
Vinyl Balcão
TOTAL
32.95 €
48.95 €
9.95 €
26.99 €
95,99 €
150 €
50.49 €
415,32€
83
5.8 COMUNICAÇÃO
Nos dias de hoje é cada ez mais p eciso e uma p esença assídua nas edes sociais, não es a p esen e,
é mui as ezes sinónimo de esquecimen o. A Lidi Lo e, en a odos os dias aze publicações na sua
página de acebook, na sua página de ins ag am e nas s o ies de ambas as pla a o mas, con udo es as
duas edes sociais são ge idas de o ma di e en e, o acebook é ge ido como um pon o de enda online,
é lá que es á o maio núme o de público (6253 seguido es no dia 20 junho 2020) e po an o odos eles
são possí eis consumido es, o ins ag am é abalhado como uma pla a o ma mais aspi acional, ( igu a
42), apesa de não a ingi an as pessoas como no acebook (468 seguido es no dia 20 junho 2020), o
ins ag am já chega não só aos consumido es, mas ambém ao público–al o do pon o de enda. As
s o ies de ambas as pla a o mas são ge idas de igual o ma, êm o mesmo con eúdo e mos a p odu os,
pa ilha de momen os dos bas ido es da loja e que não são colocados nas páginas p incipais como
ambém ou as ma cas e páginas que inspi am a Lidi Lo e.
Figu a 42 Publicações do Facebook Lidi Lo e
Em odas as pla a o mas é isí el uma p eocupação es é ica com a pa ilha de con eúdo com qualidade.
Exis e uma en a i a de di e si ica o ipo de pos s, a “suges ão de look”, a i idades pa a colo i ou
descob i , pequenos ídeos da ealização de uma no a mon a, são alguns dos exemplos que podemos
encon a . No ins ag am os pos s são p e iamen e pensados e planeados, ao ní el do design e do ho á io
de publicação. Nes a ede social, uma ez que o design da mesma é em g elha, exis e a in enção de
con a uma his ó ia com os di e sos pos s es ando es es in e ligados po di e sos elemen os en e si
( igu a 43).
84
Figu a 43 Publ. Ins ag am Lidi Lo e Lado Esq. Suges ão Look; Cen o Suges ão A i idade; Lado Di Fo og a ia da coleção de e ão 2020
5.8.1 SITE
Nem semp e as endas a a és das edes sociais são conside adas segu as, a exis ência de um si e
acaba po da mais se iedade a pon os de enda como a Lidi Lo e e o na-o mais p o issional. O si e já
e a algo sob e o qual se inha alando, mas a é en ão, os ge en es não inham sen ido essa mesma
necessidade. Depois do início da pandemia que acabou po abala o emen e o negócio de o ma pouco
posi i a e com o pon o de enda ísico echado du an e um á io mês, pe cebe am que o si e pode ia e
sido uma mais- alia e des a o ma acei a am a p opos a e es e si e já oi cons uído e es e e online e em
uncionamen o ( igu a 44), em www.lidilo e.p . O seu design e a esponsi o adap ando-se a odos os
disposi i os pelo qual osse isi ado, os mé odos de pagamen o ado ados o am po ans e ências
bancá ias e po c édi o e po mb way, quan o aos po es es es e am cob ados o mínimo de 3€, es e
alo a ia a já que a encomenda seguia po co eio egis ado e no pos o dos co eios, assim como os
p azos de en ega, con udo e de aco do com expe iências an e io es, a demo a pa a en ega e am de 2
a 3 dias ú eis e ia semp e em con a o peso da encomenda. A página na in e ne apenas du an e o mês
de ab il, pos o esse pe íodo, o e o no inancei o não se e i icou an o quan o e a espe ado pelos
ge en es do pon o de enda e a decisão omada oi ol a a oca mais nas edes sociais e e e ua as
endas po lá.
85
Figu a 44 Si e Lidi Lo e
5.8.2 ANÚNCIOS, GIVEAWAYS E PARCERIAS:
Nos dias de hoje pa a se consegui c esce no me cado, pon os de enda locais como Lidi Lo e p ecisam
de es a abe os às no as o mas de comunicação e ade i , mesmo que seja mui o pon ual. Na al u a
em que a Lidi Lo e conseguiu pela p imei a ez e Le i ‘s Kids em loja, os ge en es esol e am c ia um
anúncio na página do Facebook com essa no idade e a epe cussão oi eno me, endo em con a que é
um pon o de enda local. Des a ei a, oi possí el e i ica que os anúncios são meios pa a a ingi mais
público e da a conhece o pon o de enda. Como suges ão deixa-se a p opos a de um anúncio mensal,
po exemplo, pa a que a página possa c esce a odos os ní eis an o no seu público como nas suas
endas. Já no caso dos concu sos e pa ce ias com in luenciado es, es a é uma ou a dica que pode
aze bons u os, in es i num concu so pa a os consumido es e p esen ea algumas in luenciado as
como a Madalena Abecassis, a Má cia D’O ey, Sa a Rocha, Inês Ai es Pe ei a ( igu as 45), pa a da a
conhece a Lidi Lo e pode ambém se uma mais- alia pa a o pon o de enda.
86
Figu a 45 In luenciado as do lado esq. pa a o lado di . @madalena_abecasis; @minniema s; @sa a ochap ; @ines_ap ia Ins ag am
5.9 CARTÃO PRESENTE
O ca ão p esen e, é um ca ão p é-pago que pode se u ilizado pa a paga p odu os, nes e caso, na loja
ísica ou online, deixando o consumido escolhe o que mais lhe con ém. Es a o ma de p esen e, é
ambém uma ó ima o ma de p esen ea alguém de quem se gos a e a quem não se sabe o que da ou
o que az al a ao ou o. Uma ez que a Lidi Lo e ainda não em es e mé odo/meio em loja, pode ia se
ambém uma o ma de dinamiza as comp as dos consumido es e o e ece mais uma al e na i a ( igu a
46). Es e ca ão se ia ca egado com um alo mínimo e máximo es ipulado pelos ge en es do pon o de
enda e o clien e escolhe ia o que mais lhe con iesse.
Figu a 46 Suges ão Ca ão P esen e
87
5.10 MARKETING – PLANO DE AÇÕES
Diá io
Dinamização diá ia das páginas de Facebook e Ins ag am da Lidi Lo e;
Semanal/
Quinzenal
Apos a mensal em anúncios nas edes sociais Lidi Lo e;
En io semanal/quinzenal da Newsle e ia e-mail;
Deixa suges ões de a i idades, ilmes, e li os nas edes sociais pa a o público-
al o;
Usa as edes socias p/ o público ajuda a escolhe os a igos que ão pa a a
mon a
Semes al
Dinamização do espaço/ma ca com in luenciado es nas edes sociais;
Fo og a a a coleção com público Lidi Lo e;
Pequenos ídeos a mos a a no a coleção
Épocas
Especiais
C ia cupões de descon o pa a eg esso às aulas;
Op a po e en os de lançamen o pa a a ap esen ação da coleção;
O e ece um ale no dia de ani e sá io;
18 ma ço - Ani e sá io da Lidi Lo e – O ganização de um piquenique Pa que
de Vila ;
20 ma ço - Dia Nacional do Tea o Pa a In ância e Ju en ude – So eio de
bilhe es o Tea o;
2 ab il - Dia do Li o In an il – So eio de um Li o In an il;
1 junho - Dia da C iança – E en o no Pa que de Vila com insu lá eis; pin u as
aciais...;
1 ou ub o - Dia Mundial da Música - So eio de bilhe es a um conce o no
município;
1 a 25 de dezemb o - Gi eaways diá ios.
88
CAPÍTULO 6 | CONCLUSÃO
Es e capí ulo ap esen a as conside ações inais.
89
O p esen e es udo e mina com as conclusões inais do abalho, de o ma a pe mi i uma e lexão ge al
sob e os a anços que a pesquisa pe mi iu desen ol e sob e do ema selecionado.
Du an e o p ocesso e ealização des a in es igação o am sen idas algumas di iculdades e limi ações, as
quais são impo an es e e i . A maio limi ação sen ida de eu-se ao impac o de uma pandemia global,
COVID-19, onde ouxe consigo ambém uma sé ie de consequências pa a odos os se o es. Des a o ma,
e após uma análise a odas as espos as das consumido as Lidi Lo e – (pon o de enda in an il em
es udo), ao ques ioná io, oi possí el e i ica que na sua maio ia, os clien es ainda sen em on ade de
equen a o pon o de enda e comp a , con udo, não da mesma o ma que aziam an es da pandemia,
sendo mais ponde adas e comp ando o que conside am aze mais al a pa a as suas c ianças.
Com o con inamen o ob iga ó io, o pon o de enda es e e ence ado du an e alguns meses, apesa de
abalha ia online a a és das suas edes sociais, oi no ó io o eceio e a inibição de comp a . Quando
Po ugal pôde descon ina e o comé cio ol a a ab i po as, a ge ência op ou po ab i o espaço apenas
po ma cação, pe mi indo um maio dis anciamen o em loja e es ingindo o espaço ao máximo de duas
pessoas, ainda assim, mesmo com es a eabe u a e com a al u a de saldos, o balanço inal não oi ão
posi i o assim e no mês de ou ub o a Lidi Lo e iu-se ob igada a echa po as, con udo as suas páginas
nas edes sociais ainda es ão a i as e a ge ência ainda ealiza endas online.
Po con a ambém da pandemia, e de o ma a en a p o ege odos os en ol en es, oi omada a decisão
de abdica de uma con e sa do g upo ocal com alguns clien es e op a po um ques ioná io ia online.
Es e en iado a ce ca de 70 clien es a a és do Messenge da página o icial do Facebook e Ins ag am da
Lidi Lo e, pe mi indo a ob enção de espos as de uma o ma mais ápida e o ganizada. Con udo, apenas
só o am ob idas 34 espos as (48,6% das espos as). Apesa de uma cons an e en a i a, não deu pa a
coloca em p á ica odas as suges ões de melho ia aqui suge idas, pelo que não oi possí el a alia o
eal impac o das mesmas.
Po im, espe a-se que es e es udo possa con ibui com o aumen o de conhecimen o ela i amen e aos
elemen os do pon o de enda in an il e o seu impac o sob e o compo amen o de comp a do consumido
e na elação com o seu público-al o, já que es e pode ajuda na comp eensão dos aspe os que mais
in luenciam na expe iência des es no pon o de enda in an il.
96
ANEXO 1
QUESTIONÁRIO AOS CLIENTES LIDI LOVE
Es e ques ioná io é ealizado no âmbi o da disse ação de Mes ado de Design de Comunicação pa a
P odu os de Moda sob e Me chandising Visual num Pon o de Venda In an il, endo como inalidade
apu a opinião do consumido sob e a Lidi Lo e e que melho ias se pode iam ado a no mesmo.
1. GÉNERO.
Feminimo Masculino Ou o
2. IDADE.
31-35 36-40 41-45 46-50 >50
3. ÁREA DE RESIDÊNCIA.
4. COMO CONHECEU A LIDI LOVE?
É um pon o de enda da minha á ea de esidência.
A a és de um amigo.
A a és das edes sociais.
Ou o
5. JÁ VISITOU O PONTO DE VENDA LIDI LOVE?
Sim.
Não.
6. QUAL É A INFLUÊNCIA DA MONTRA DA LOJA NA FREQUÊNCIA DA SUA VISITA À LIDI
LOVE?
<25
26-30
97
Nenhuma in luência.
Pouca in luência.
Alguma in luência.
Mui a in luência.
To al in luência.
7. QUAL É A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE DA LOJA (COR, AROMA, SOM, APRESENTAÇÃO
E DISPOSI-
ÇÃO DOS ARTIGOS) NA FREQUÊNCIA SUA VISITA?
Nenhuma in luência.
Pouca in luência.
Alguma in luência.
Mui a in luência.
To al in luência.
8. QUAL É A INFLUÊNCIA DO ATENDIMENTO NO PONTO DE VENDA NA FREQUÊNCIA DA
SUA VISITA?
Nenhuma in luência.
Pouca in luência.
Alguma in luência.
Mui a in luência.
To al in luência.
9. COMO TEM CONHECIMENTO DOS ARTIGOS DA LIDI LOVE?
Visi o a loja pa a e as no idades.
Pelas edes sociais Facebook e Ins ag am.
En io mensagem pa a a as edes sociais da Lidi Lo e .
Ou o.
10. JÁ EFETUOU COMPRAS NA LIDI LOVE?
98
Sim.
Não.
11. SE A SUA RESPOSTA FOI SIM, COM QUE REGULARIDADE?
Semanalmen e.
Mensalmen e.
T imens almen e.
Po es ação.
Ou o.
12. JÁ EFETUOU COMPRAS ONLINE ATRAVÉS DA PÁGINA OFICIAL OU SITE DO PONTO
DE VENDA LIDI LOVE?
Sim.
Não.
13. CASO A RESPOSTA TENHA SIDO NÃO. O QUE O/A IMPEDIU?
Valo dos a igos.
P oximidade da loja.
Fo ma de pagamen o.
Tipo de p odu os.
Fal a de con iança.
A endimen o.
Ou o.
99
14. O QUE MAIS GOSTOU NA SUA COMPRA EM LOJA FÍSICA E/OU ONLINE?
(selecione apenas 3 opções po o dem de p e e ência, sendo a opção 1 a que mais gos ou)
A igos. 1 2 3
Qualidade.
Embalagem da encomenda.
Ma ca (s).
P eço.
Ambien e da loja.
A endimen o.
In e ace.
15. O QUE MENOS GOSTOU NA SUA COMPRA EM LOJA FÍSICA E/OU ONLINE?
(selecione apenas 3 opções po o dem de p e e ência, sendo a opção 1 a que menos gos ou)
A igos. 1 2 3
Qualidade.
Embalagem da encomenda.
Ma ca (s).
P eço.
Ambien e da loja.
A endimen o.
In e ace.
16. QUE MELHORIAS ACREDITA QUE A LIDI LOVE PODERIA ADOTAR?
(selecione pelo menos 3 suges ões)
100
Melho a si e.
Gi eaway/so eio.
Gi ca d.
Mais Publicidade/Anúncios nas edes sociais.
Melho a embalagem.
Mimo pós-comp a.
Espaço maio .
Remodelação loja.
Va iedade ma cas.
Melho ia no a endimen o.
Assinala da a de ani e sá io do consumido .
17. COM O COVID-19, A LIDI LOVE TOMOU AS NECESSÁRIAS PARA VOLTAR A REABRIR.
SENTE-SE
SEGURO?
Sim.
Não.
18. COM O COVID-19, O QUE MUDOU AO NÍVEL DE CONSUMO NA SUA VIDA?
E i o le a os meus ilhos comigo.
Comp o só online.
Comp o só po necessidade.
Faço udo como azia, com os de idos cuidados.
Ou o.
19. ALGUMA SUGESTÃO QUE QUEIRA DEIXAR.
20. RECOMENDARIA A LIDI LOVE A UM/A AMIGO/A?
Sim.
Não.
101
ANEXO 2 - DIVULGAÇÃO DO QUESTIONÁRIO NO CHAT DO FACEBOOK E INSTAGRAM DA
LIDI LOVE
Figu a 47 Di ulgação do Ques ioná io 1
Figu a 48 Di ulgação do Ques ioná io ia Messenge
102
ANEXO 3 - GRÁFICOS DE ANÁLISE DOS RESULTADOS OBTIDOS ATRAVÉS DO
QUESTIONÁRIO AO CLIENTES LIDI LOVE
0
2
4
6
8
10
12
IDADE
26 -30
31 -35
36 -40
41 -45
>50
G á ico 1 Sexo
G á ico 2 Idade
0
5
10
15
20
25
30
35
40
FEMININO MASCULINO OUTRO
SEXO
<25
46 - 50
103
G á ico 3 Descobe a do Pon o de Venda
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
1
COMO CONHECEU A LIDI LOVE?
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
ÁREA DE RESIDÊNCIA
G á ico 3 Residência
O pon o de enda
é da minha á ea
de esidência.
A a és de um
amigo.
A a és das
edes sociais.
Ou o.
104
G á ico 4 Visi a ao Pon o de Venda
G á ico 5 Ní el de In luência da Mon a
0
5
10
15
20
25
30
Já isi ou o pon o de enda Lidi Lo e?
Sim
0
2
4
6
8
10
12
14
16
1
Qual é a in luência da mon a da loja na
equência da sua isi a à Lidi Lo e?
Pouca
Nenhuma
Não
To al
Mui a
Alguma
105
G á ico 6 Ní el de in luência do Ambien e do Pon o de Venda
0
2
4
6
8
10
12
14
16
1
Qual é a in luência do a endimen o no pon o
de enda na equência da sua isi a?
To al
Mui a
Alguma
Pouca
Nenhuma
0
5
10
15
20
25
1
Qual é a in luência do ambien e da loja na equência
sua isi a?
To al
Mui a
Alguma
Pouca
Nenhuma
G á ico 7 In luência do A endimen o