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Merchandising visual e comunicação de um ponto de venda infantil: estudo de caso Lidi Love

Abstract

Com o atual crescimento das redes socias, a rapidez e instantaneidade destes meios, o retalho é levado a estar mais atento e a investir nos seus pontos de venda, tornando a experiência de compra em algo que o consumidor queira voltar a repetir, é desta forma que a área do Merchandising Visual intervém. Neste sentido, o presente estudo tem como tema principal o Merchandising Visual no Ponto de Venda Infantil, onde procura de um modo mais objetivo, refletir sobre cada um dos elementos constituintes do Merchandising Visual, quer no ambiente externo quer no ambiente interno deste espaço, analisando o seu impacto no consumidor. Para o efeito, recorreu-se a um ponto de venda infantil e local para o estudo. Além disto, e de forma a obter uma perspetiva dos consumidores deste ponto de venda, foi elaborado um questionário aos mesmos, este contemplou perguntas que abrigavam parâmetros do Merchandising Visual. Em acréscimo foram colocadas inicialmente questões demográficas e psicográficas sobre os inqueridos, como: idade, área de residência, frequência de compra, entre outros, possibilitando diferentes pontos de interesse para o estudo, através da correlação entre as variáveis. De referir que esta dissertação acompanhou uma pandemia mundial, o que acabou também por afetar não só as pessoas, o consumo e este ponto de venda. Esta dissertação procura contribuir para uma melhor compreensão da influência destes fatores no comportamento e na experiência do consumidor no ponto de venda infantil. De forma a compreender melhor o impacto dos diversos elementos do ponto de venda, adotou-se a metodologia do Estudo de Caso, escolhendo-se a loja Lidi Love para análise.

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Merchandising visual e comunicação de um ponto de venda infantil: estudo de caso Lidi Love

Author: Carvalho, Sara Isabel da Cunha
Year: 2021
Source: https://repositorium.uminho.pt/bitstreams/33c000cd-29aa-4d21-baa3-c90d92093738/download
Sa a Isabel da Cunha Ca alho
Me chandising Visual e
Comunicação de um Pon o de Venda
In an il – Es udo de Caso Lidi Lo e
julho 2021
UMinho | 2020
Sa a Ca alho
Me chandising Visual e Comunicação de um Pon o
de Venda In an il – Es udo de Caso Lidi Lo e
ii
julho 2021
Sa a Isabel da Cunha Ca alho
Me chandising Visual e
Comunicação de um Pon o de Venda
In an il – Es udo de Caso Lidi Lo e
Disse ação de Mes ado
Design de Comunicação de Moda
T abalho ealizado sob a o ien ação da
P o esso a Dou o a Ma ia José Ab eu
Uni e sidade do Minho
Escola de Engenha ia
iii
DIREITOS DE AUTOR E CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO DO TRABALHO POR TERCEIROS
Es e é um abalho académico que pode se u ilizado po e cei os desde que espei adas as eg as e
boas p á icas in e nacionalmen e acei es, no que conce ne aos di ei os de au o e di ei os conexos.
Assim, o p esen e abalho pode se u ilizado nos e mos p e is os na licença abaixo indicada.
Caso o u ilizado necessi e de pe missão pa a pode aze um uso do abalho em condições não p e is as
no licenciamen o indicado, de e á con ac a o au o , a a és do Reposi ó iUM da Uni e sidade do Minho,
DECLARAÇÃO DE INTEGRIDADE.
A ibuição-NãoCome cial-SemDe i ações
CC BY-NC-ND
h ps://c ea i ecommons.o g/licenses/by-nc-nd/4.0~
i

ii
AGRADECIMENTOS
Todos os dias são dias de ag adece , pelos maio es e mais pequenos ges os. Vá ias o am as pessoas
que con ibuí am pa a a ealização des e abalho, es ou mui o g a a a odas elas mas a algumas em
pa icula .
Àqueles a quem chamo de amília, de “meus”, de casa não chegam pala as pa a lhes ag adece , o
an o que eles são. Aos meus pais, que em nenhum momen o me co a am as asas, que me deixa am
oa e sonha , e que o am semp e colo e me pe mi i am pode es uda pe o de casa. À Ma a, minha
i mã, undamen al em odos os dias da minha ida e nes a jo nada, mo i ando semp e a aze mais e
melho . Ao meu pad inho e à Pa ícia, ge en es da Lidi Lo e, o am incansá eis e semp e disponí eis
pa a udo o que p ecisei e sem eles es e abalho não e ia sido possí el. À ia Lúcia pela p eocupação
e ca inho cons an e. À Te esa e ao Ped o que semp e es i e am a en os a udo o que p ecisasse. Aos
qua o mais pequenos, Inês, Miguel, Ca olina e o Ped o, po me aquece em o co ação e me aleg a em
os dias.
Ao Miguel, ag adeço mui o pela paciência, po es a lá odos os dias, po me ou i e a u a mesmo
quando só e ilo e po me lemb a de espi a undo e ac edi a semp e que ia da udo ce o. À Cláudia,
que me “ ap ou” odas as ezes que p ecisei de desliga , mesmo que não soubesse e po odos os
lanchinhos que me deixou no abalho. Ao Zé e à Isau a que me o am en iando ene gias e o çadas e
o Paulo que mesmo longe, me ligou di e sas ezes só pa a sabe como es a a a co e . À minha que ida
Lae ícia, o meu pila na licencia u a, a minha p o esso a, e apeu a e psicóloga nas ho as agas. A es es
que me são casa, que me dão colo e mimo ica ei pa a semp e g a a po os e comigo.
Às/ao minhas/meu colegas do mes ado que o am incansá eis desde o p imei o dia, so o idade oi a
pala a de o dem. À minha o ien ado a, a P o esso a Ma ia José Ab eu, ag adeço pelo empenho e
p o issionalismo demons ados ao longo des a in es igação, e ambém à p o esso a Inês Ama al, po se
e c uzado no meu caminho e e sido ão comp eensi a.
Uma ob igada do undo do co ação a odos os pa icipan es do ques ioná io que gen ilmen e
despende am do seu empo pa a colabo a nes a in es igação. Pa a conclui , e e i mais uma ez, que
es ou mui o g a a a odos que con ibuí am nes a caminhada da qual me o gulho. Ob igada!
iii
DECLARAÇÃO DE INTEGRIDADE
Decla o e a uado com in eg idade na elabo ação do p esen e abalho académico e con i mo que não
eco i à p á ica de plágio nem a qualque o ma de u ilização inde ida ou alsi icação de in o mações ou
esul ados em nenhuma das e apas conducen e à sua elabo ação.
Mais decla o que conheço e que espei ei o Código de Condu a É ica da Uni e sidade do Minho.
Uni e sidade do Minho, dezemb o de 2020
Assina u a:
i
RESUMO
Com o a ual c escimen o das edes socias, a apidez e ins an aneidade des es meios, o e alho é le ado
a es a mais a en o e a in es i nos seus pon os de enda, o nando a expe iência de comp a em algo
que o consumido quei a ol a a epe i , é des a o ma que a á ea do Me chandising Visual in e ém.
Nes e sen ido, o p esen e es udo em como ema p incipal o Me chandising Visual no Pon o de Venda
In an il, onde p ocu a de um modo mais obje i o, e le i sob e cada um dos elemen os cons i uin es do
Me chandising Visual, que no ambien e ex e no que no ambien e in e no des e espaço, analisando o
seu impac o no consumido . Pa a o e ei o, eco eu-se a um pon o de enda in an il e local pa a o es udo.
Além dis o, e de o ma a ob e uma pe spe i a dos consumido es des e pon o de enda, oi elabo ado
um ques ioná io aos mesmos, es e con emplou pe gun as que ab iga am pa âme os do Me chandising
Visual. Em ac éscimo o am colocadas inicialmen e ques ões demog á icas e psicog á icas sob e os
inque idos, como: idade, á ea de esidência, equência de comp a, en e ou os, possibili ando
di e en es pon os de in e esse pa a o es udo, a a és da co elação en e as a iá eis. De e e i que es a
disse ação acompanhou uma pandemia mundial, o que acabou ambém po a e a não só as pessoas,
o consumo e es e pon o de enda.
Es a disse ação p ocu a con ibui pa a uma melho comp eensão da in luência des es a o es no
compo amen o e na expe iência do consumido no pon o de enda in an il. De o ma a comp eende
melho o impac o dos di e sos elemen os do pon o de enda, ado ou-se a me odologia do Es udo de
Caso, escolhendo-se a loja Lidi Lo e pa a análise.
Pala as-cha e: Me chandising Visual; Pon o de Venda In an il; Comunicação; Moda.
ix
GRÁFICO 17 COVID-19 E A MUDANÇA NO CONSUMO .................................................................... 110
GRÁFICO 18 RECOMENDAÇÃO DO PONTO DE VENDA ................................................................... 111
ÍNDICE TABELAS
TABELA 1 MARCAS COMERCIALIZADAS PELA LIDI LOVE .................................................................. 41
TABELA 2 ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO DA LIDI LOVE .............................................................. 43
TABELA 3 ORÇAMENTO FACHADA LIDI LOVE ................................................................................... 77
TABELA 4 ORÇAMENTO P/ INTERIOR LIDI LOVE .............................................................................. 82

1
CAPÍTULO 1 | INTRODUÇÃO
2
1. INTRODUÇÃO
Com o p esen e capí ulo p e ende-se c ia uma ap esen ação de ca á e in odu ó io, ao abalho de
in es igação sob e me chandising isual e comunicação de um pon o de enda in an il ocando no es udo
de caso Lidi Lo e, endo como p incipal obje i o a melho ia des e ao ní el do me chandising isual e
comunicação na sua es u u a e o ganização. Des e modo, o capí ulo inicia-se com uma b e e
ap esen ação sob e o ema da in es igação, a iden i icação do p oblema e a ap esen ação dos obje i os
pa a a esolução des e. Desc e e ainda a me odologia ado ada pa a a ealização do es udo, expondo e
jus i icando a seleção do caso de es udo, ap esen ando po im a es u u a da disse ação.
1.1 ENQUADRAMENTO
Es a in es igação cen a-se no es udo do impac o dos di e sos elemen os que cons i uem o pon o de
enda no consumido . Des a o ma, oi ealizada uma lei u a que comp eendeu desde a análise do
concei o da ma ca e da sua impo ância no con ex o emp esa ial, ao desen ol imen o de um plano de
melho ia en a izando o me chandising e a comunicação.
Pa a c iação de uma ma ca/pon o de enda es á ambém implicado desen ol e o seu concei o, missão,
alo es, en e ou os aspe os. Na á ea do ma ke ing, a comunicação em como p incipal obje i o da a
conhece o seu p odu o ao consumido e con encê-lo de que aquele p odu o sa is a á as suas
necessidades, ou seja, é ocado na ansmissão da mensagem en e o endedo e o consumido . A
comunicação e as suas e amen as pe mi em uma maio e melho exposição da ma ca, emp esa ou
p odu o ao seu público-al o (Pe ez & Bai on, 2012). Des as e amen as que compõem a comunicação
enume am-se a publicidade, p omoção, elações-públicas, ma ke ing di e o e me chandising. De odas
es as, salien a-se o me chandising que é is o como uma o ma de comunicação mais especí ica do
pon o de enda e o a o cen al des a in es igação. A pa i daqui, é ealizada uma análise
po meno izada dos elemen os do pon o de enda e iden i icam-se á ios se iços que pelas suas
ca ac e ís icas, apon am as necessidades que de em se conside adas no desen ol imen o do e e ido
local. No seguimen o des a análise, é ealizada uma e lexão sob e o compo amen o do consumido .
Sendo o me chandising isual a e amen a ao qual es a in es igação mais se dedica, es a é ambém a
mais explo ada ao longo da disse ação. O mé odo mais usado pa a p omo e p odu os e se iços no
pon o de enda é o me chandising isual (Ama al, 2012, ci ed in Sche z). Já que a e amen a
ans o ma odo o p ocesso de comunicação de uma emp esa, desde a deco ação do pon o de enda, à
o ma como o p odu o é expos o e ap esen ado an o no p óp io espaço como em o og a ias são
exemplos de me chandising isual (Co êa, 2012, ci ed in Sche z). No pon o de enda, o oco cen al é
3
a elação en e o clien e e o endedo , assim sendo é impo an e que es e p a ique uma comunicação
e icaz pa a cons ui uma elação de p oximidade com o consumido e público-al o. Além de udo is o,
segundo Sil a & Giuliani é no pon o de enda que se encon am os ês elemen os esponsá eis pela
enda de qualque p odu o: o consumido , o p odu o e o dinhei o. É ambém nes e espaço onde oco em
a g ande pa e das decisões inais de comp a, po an o odas as es a égias de comunicação aplicadas
nes e espaço ajudam a in luencia o clien e. Es as es a égias ão pe suadi o consumido a a és das
suas écnicas simples de in o ma , des aca , posiciona e ab ange odos os sen idos de um possí el
clien e (Sche z, 2012).
Sche z (2012), a i ma ambém que o me chandising isual, en e mui as ou as coisas, albe ga a
de inição da es u u a da loja, a idealização da sua a qui e u a, o mobiliá io escolhido, elemen os
deco a i os, luz u ilizada e o seu posicionamen o e som. Es a á ea eco e ambém a á ias écnicas
pa a uma melho p omoção dos p odu os, o espaço de ci culação, a iluminação e a disposição dos
a igos (Newman & Pa el, ci ed in Be na do 2009), udo is o com a inalidade de a ingi um maio núme o
de consumido es e de aumen a as endas.
No caso de emp esas que endem se iços, como po exemplo é o caso de dos ho éis, es au an es,
esc i ó ios p o issionais, bancos, lojas de e alho e hospi ais, o espaço ísico em a capacidade de
in luencia posi i a ou nega i amen e compo amen os e consequen emen e a c ia uma de e minada
imagem sob e o espaço, no malmen e nes es luga es o se iço é p oduzido e consumido ao mesmo
empo o que pe mi e ao clien e expe iencia o se iço den o das p óp ias ins alações (Bi ne , 2012). De
aco do com Unde hill, ci ed in Wu, Ju, Kim, Damminga, Kim & Johnson (2013), o consumido usa os
seus sen idos como base na oma de decisões de comp a, des a o ma, os me chandise s podem usa
isso a seu a o e manipula a o es como a co , ex u a, iluminação, espaço, p odu os e som, a a és
da ecnologia, pa a es imula os sen idos dos consumido es, e le á-los a comp a .
Pa a um melho en endimen o dos di e sos elemen os do me chandising isual no pon o de enda,
ap esen a-se um es udo ealizado ao pon o de enda Lidi Lo e, uma pequena loja de a igos de es uá io
pa a bebé e c iança, que se des aca pela p oximidade aos seus consumido es, qualidade e con o o dos
p odu os. Es e es udo di eciona-se na análise do me chandising isual da Lidi Lo e e p opo algumas
es a égias de melho ia.
1.2 IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA
Com base no ema ap esen ado p e iamen e, o p esen e es udo p e ende analisa o p oblema: Qual o
impac o me chandising isual do pon o de enda in an il no compo amen o do público-al o e
4
consumido es inais? Es a pesquisa em in enção em con ibui pa a uma melho comp eensão da
in luência dos a o es do me chandising isual no compo amen o e na expe iência do consumido des e
pon o de enda especí ico, de enda de es uá io e acessó ios in an il e ambém pelo in e esse que es e
despe a no in es igado .
1.3 OBJETIVOS
1.3.1 OBJETIVOS GERAIS
O es udo p esen e em como obje i o pe cebe o impac o dos di e sos elemen os do pon o de enda
in an il no compo amen o do consumido . Tal como oi ap esen ado no capí ulo 2, a li e a u a e idencia
uma elação en e os di e sos elemen os do pon o de enda e o compo amen o de comp a do
consumido . De uma o ma ge al e sumá ia, pode dize -se que o ambien e ex e no de um espaço é a
cha e pa a a ai o consumido , uma ez que es e é esponsá el po p o oca a p imei a imp essão do
clien e sob e a loja podendo a aí-lo, adicionalmen e, os seus elemen os ac esce-lhe alo . Rela i amen e
ao ambien e in e no, es e em o pode de cap a o in e esse do consumido e pe suadi o mesmo a
equen a e pe manece em loja, con udo é undamen al que p opo cione boas expe iências ao
consumido pa a que es e lhe ique na memó ia pa a que ol e (Massa a, ci ed in Be na do, 2009).
1.3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Pa a um melho en endimen o do impac o dos di e sos elemen os no pon o de enda nos consumido es,
é ele an e pe cebe alguns a o es especí icos:
• Comp eende os p incípios do me chandising isual;
• Pe cebe a impo ância do pon o de enda na comunicação de uma ma ca/espaço;
• Analisa a in luência dos elemen os do pon o de enda;
• Comp eende a mo i ação do consumido em isi a o pon o de enda;
• Po úl imo, analisa especi icamen e a in luência do pon o de enda Lidi Lo e na expe iência do
consumido .
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1.4 METODOLOGIA
A im de encon a uma espos a pa a o p oblema expos o, ado ou-se a me odologia de es udo de caso
do pon o de enda in an il Lidi Lo e pa a análise. Já que a in es igado a abalha a no pon o de enda,
hou e a possibilidade de ecolhe in o mação di e a e possibili ou a aplicação de di e sas es a égias e
e amen as na á ea de es udo, me chandising isual.
Nes e es udo eco eu-se à u ilização de mé odos como a obse ação, análise de con eúdo e a ealização
de um ques ioná io des inado aos ge en es do pon o de enda bem como alguns clien es, que se ão
abo dados pos e io men e de o ma mais de alhada no capí ulo 3.
1.4.1 SELEÇÃO DO CASO DE ESTUDO
Como já oi e e ido, escolhe-se pa a o caso de es udo o pon o de enda in an il Lidi Lo e, um espaço de
enda de a igos de es uá io e acessó ios pa a c ianças, que se á ap esen ado de alhadamen e no
e cei o capí ulo. Es a seleção de e-se a á ios a o es, sendo o mais impo an e o ac o de se um pon o
de enda pequeno e local, mas com a igos de g ande qualidade e di e enciado es, espondendo às
necessidades dos consumido es. Podemos ac escen a e le ando em con a o oco de es udo, a Lidi Lo e
é um exemplo de que um pon o de enda pequeno e local comp eende que um dos a o es essenciais
é a sua comunicação. O pon o de enda enquan o ma ca em p ocu ado e olui e melho a de o ma
con ínua, a cada es ação, azendo-se sob essai no seu meio local. Des a o ma a Lidi Lo e mos a-se
um caso ele an e pa a a in es igado a, já que em acesso di e o a udo o que en ol e a ma ca e o
espaço, o que pe mi e ealiza uma análise de alhada do espaço como um odo e ainda con ac a com
g ande pa e dos consumido es.
1.4.2 ESTUDO DE CASO
O es udo de caso é ca ac e izado como uma o ma de pesquisa quali a i a podendo ci cunsc e e uma
mis u a de mé odos quali a i os e quan i a i os (Yin,2010), o que acon ece nes a in es igação.
Conside am-se mé odos quan i a i os as endências, médias apoiando-se na hipó ese da possibilidade
de medi enómenos sociais. Já os mé odos quali a i os, es es êm po base a singula idade do p óp io
obje o, alo izando os aspe os subje i os e compo amen ais pa a a comp eensão dos enómenos. Es as
me odologias possuem écnicas di e en es, en e elas a obse ação, ealização de en e is as, e a análise
de con eúdo (Aze edo & Aze edo 1994).

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1.4.3 RECOLHA DE INFORMAÇÃO
Segundo Ande -Egg (2006a, p.43 ci ed in Ma coni & Laka os) a pesquisa é de inida como “um
p ocedimen o e lexi o sis emá ico, con olado e c í ico, que pe mi e descob i no os a os ou dados,
elações ou leis, em qualque campo de conhecimen o”. Assim sendo, en ende-se que pesquisa
comp eende a p ocu a de espos as pa a ce as ques ões, es e p ocesso implica um le an amen o de
dados das mais a iadas on es, qualque que seja a me odologia ou écnicas aplicadas. Des a o ma, e
segundo Ma coni & Laka os (2006), exis em dois p ocessos de ob enção de dados:
• A documen ação di e a, que de uma o ma ge al se e e e ao le an amen o de dados no p óp io local
onde oco e o e en o. Nes a me odologia os dados podem se cole ados pela pesquisa de campo ou
pela pesquisa de labo a ó io. Nas duas me odologias são aplicadas as écnicas de obse ação di e a
e in ensi a (obse ação e en e is a) e a de obse ação di e a ex ensi a (ques ioná io, o mulá io,
medidas de opinião e a i udes écnicas me cadológicas).
• A documen ação indi e a, espei a à u ilização de on es de dados ecolhidos po ou as pessoas,
que se subdi idem em pesquisa documen al ou pesquisa bibliog á ica.
Nes e es udo, o am usadas me odologias que ab angem os dois p ocessos de pesquisa. Na
documen ação indi e a eco eu-se aos dois ipos de pesquisa (Ma coni & Laka os, 2006), a pesquisa
documen al, onde a on e pa a a ecolha dos dados é es ingida a documen os, esc i os, ou não, que
podem se ou não eunidos no momen o em que o e en o oco e ou pos e io men e. Pa a es a pesquisa
ez-se uso de a qui os pa icula es, uma ez que é um es udo de caso, o in es igado e e acesso a
documen os do pon o de enda, que con ibuí am pa a a in es igação. E a pesquisa bibliog á ica, is o é,
bibliog a ia ele an e pa a es a á ea de es udo. Aqui ambém exis em di e en es ipos de on es
bibliog á icas, pa a o es udo eco eu-se à imp ensa esc i a de jo nais e e is as, e a publicações como
li os, eses, pesquisas e a igos cien í icos.
No que espei a à documen ação di e a (Ma coni & Laka os, 2006), a pesquisa de campo, ou seja, as
ecolhas de dados ela i os ao e en o aplica am-se nas duas écnicas de obse ação: a obse ação di e a
in ensi a, quando o in es igado pa icipa na a i idade du an e a in es igação, e a obse ação di e a
ex ensi a, ealizada a a és de um ques ioná io, onde o ins umen o de ecolha de dados é compos a
po ques ões que se em como guia e que se ão espondidas ia online.
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1.4.4 ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO
De modo a acili a a sua lei u a e análise, es a disse ação encon a-se es u u ada po cinco capí ulos.
O p imei o de odos eles, é dedicado à ap esen ação do ema da in es igação, a iden i icação do
p oblema e os obje i os ge ais e especí icos p opos os. Ap esen a ainda a me odologia ado ada pa a a
ealização da pesquisa e e mina com a es u u a da disse ação.
No segundo capí ulo, é ap esen ada a undamen ação eó ica onde é ocada a á ea do me chandising
isual, uma ez que se ap esen a como uma o ma de comunicação di e a com o consumido , mas
ambém o compo amen o do mesmo no ambien e do pon o de enda, e o e ei o dos di e en es
elemen os do ambien e exe cem sob e o si.
A e cei a pa e des e es udo, dedica-se à componen e p á ica do es udo de caso, inclui a desc ição de
odos os abalhos ealizados pa a o pon o de enda Lidi Lo e no âmbi o da disse ação e não só, ocando
no me chandising isual e comunicação do espaço com o público-al o. É ambém desc i a uma análise
da Lidi Lo e ao ní el do me chandising isual e as suas p opos as pa a melho ia. Pa a complemen a ,
na qua a pa e, é ap esen ado um es udo ealizado po meio de um ques ioná io online com o obje i o
de ajuda a esponde ao p oblema do p esen e es udo, seguindo-se de um plano de in e enção e
melho ias, (quin a pa e), le ando em con a as espos as do ques ioná io ealizado aos consumido es.
Numa ase inal, seguem-se as conside ações inais e as pe spe i as u u as.
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CAPÍTULO 2 | ESTADO DA ARTE
Es e capí ulo dedica-se à análise dos a o es en ol idos no
concei o de consumo in an il e me chandising isual.
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2. PONTO DE VENDA
En ende-se que o “…pon o-de- enda é qualque es abelecimen o come cial que exponha se iços ou
p odu os pa a enda aos consumido es.” (Blessa, 2010, p. 6)
Nos dias de hoje e com os mais a iados pon os de enda abe os (supe me cados, papela ias, d oga ias,
a mácias, lojas ísicas e i uais, ei as e me cados), impõem-se a necessidade de se des aca em uns
dos ou os, po an o, es a égias de alo ização do pon o de enda p endem a a enção do consumido .
A comunicação isual, é uma das e amen as mais usadas “… a isão, no momen o da comp a é o
p imei o sen ido esponsá el pelo p ocesso de escolha” (Blessa, 2010, p.13).
Pode p opo ciona ao consumido a opo unidade de o na a sua comp a numa expe iência, en e endo-
os e anscendendo-os pa a um momen o ma can e posi i amen e e especial, é undamen al pa a que
es e á eco da mais a de e pa a que ol e numa ou a comp a. Blessa, (2010, p. 78) e e e que “ …
os pon os-de- enda pe mi em-nos i encia expe iências c i e iosas de mul i-senso ialidade.”
Hoje, cada pon o de enda em cada ez mais um p opósi o de se e idencia , undindo os cinco sen idos
no pon o de enda, a aindo consumido es e ao mesmo empo comunica o alo do pon o de
enda/ma ca, a iden idade da mesma, a pa da “his ó ia” que é con ada, em cada coleção (a a és da
me cado ia, layou , deco ação, en e ou os). O ma ke ing de e alho, usa es a égias de comunicação e
o me chandising isual como e amen as e écnicas pa a mo i a e in luencia as decisões de comp a
dos consumido es a endendo semp e à exigência do seu público – al o.
2.1 PONTO DE VENDA INFANTIL
En ende-se po pon o de enda como o local ou meio onde a ma ca/emp esa em con ac o com o
consumido . Es es espaços, po sua ez, so e am uma g ande ans o mação ao longo dos empos,
passa am de um espaço simples onde a me cado ia e a expos a pa a se endida ao consumido a
e dadei os espaços cuidadosamen e pensados ao milíme o, onde a expe iência de comp a é um dos
obje i os p incipais de um pon o de enda bem-sucedido. O pon o de enda di ecionado ao público
in an il eque um cuidado ainda mais especial na exposição dos p odu os, no pensamen o do espaço e
mobiliá io e cla o a abo dagem a es e público pelo lojis a de e se di e en e ambém, já que es e público
em ca ac e ís icas di e en es das de um adul o e, po an o, um espaço ocado nos mais no os exige que
odo o ambien e seja adap ado pa a es es. Todo esse planeamen o se de e ao me chandising isual, é
com ele que o pon o de enda mais comum, ganha uma no a ida e se ans o ma, a ní el ex e io e
in e io e udo ica desenhado ao de alhe pa a que seja uncional.
16
2.3.3 PROCESSO DE DECISÃO DE COMPRA
De aco do com Pe e & Olson (2010, p.162) “o p ocesso de in eg ação po meio do qual o consumido
associa seus conhecimen os e a alia um ou mais compo amen os al e na i os pa a seleciona um, é o
p incipal p ocesso na omada de decisão do consumido ”. Os esul ados des e p ocesso são en ão uma
escolha cogni i a do plano de decisão.
No pon o de is a de Chu chill J . & Pe e (2012), é bas an e equen e o consumido se ques iona se a
escolha que ealizou oi a melho , sob e udo na aquisição de p odu os de alo mais ele ado, já que a
comp a desses pode ge a um sen imen o de a ependimen o ainda maio , ge ando mui as ezes
insegu ança na decisão de escolha. Quan o à decisão ex ensi a, os au o es essal am que es a é a menos
comum, con udo é uma decisão que é es udado pelas á ias al e na i as que ap esen a, e es as são
a aliadas de aco do com as suas ca a e ís icas. Nes es casos, os consumido es endem a se
comp ado es mais acionais e menos impulsi os, consul ando o máximo de in o mação possí el a a és
dos p óp ios, amigos e ma e ial de supo e de comunicação/in o mação do p odu o. Es e p ocesso exige
um in es imen o signi ica i o de empo e po isso mesmo, os p o issionais de ma ke ing êm um cuidado
edob ado no a endimen o des es clien es, ajudando-os a encon a di e sas al e na i as de aco do com
os a ibu os conside ados mais imp escindí eis pa a o consumido (Pahdi, 2017).
Os au o es G ewal & Le y (2012) desmis i icam o p ocesso de decisão de comp a e enume a am as
e apas pelas quais o consumido passa:
• Necessidade: é a ase em que o consumido econhece que o es ado de um ca o, po exemplo,
o deixa insa is ei o e sen e a necessidade de melho a essa necessidade.
• In o mação: depois de econhecida a necessidade, p ocu a in o mações sob e o p odu o em
ques ão é o es ágio pelo qual quase odos os consumido es passam.
• P ocu a in e na: Nem odas as decisões de comp a de um qualque p odu o de alo maio são
as mais ace adas, nes a ase o consumido eco e à sua memó ia e expe iências passadas pa a a
decisão.
• P ocu a ex e na: a p ocu a de in o mações e expe iências a a és de ou os meios e pessoas é
ambém um ecu so usado nes e p ocesso de decisão.
• A aliação: após a ecolha de odas as in o mações sob e de e minado a igo, assume-se que o
consumido ponde a e a alia as melho es al e na i as pa a si.
• Comp a: assim que o consumido em acesso ao p odu o que necessi a a, o alo que es e lhe
con e e é um dos maio es in luenciado es pa a a decisão inal de comp a.

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• Pós comp a: Nes a ase, os endedo es p e ende que o clien es eal acaba po assumi uma
lealdade à ma ca/ espaço e dessa o ma possa a alia a expe iência de comp a de o ma posi i a .
2.4 MARKETING
Es a pa e abo da á o ma ke ing na sua globalidade, p ocu ando de ini o concei o e as suas unções,
bem como alguns dos seus modelos.
2.4.1 CONCEITO DE MARKETING
Ap esen am-se, algumas de inições de Ma ke ing e as suas ca ac e ís icas p incipais, mencionadas po
alguns es udiosos na á ea, de o ma sin e izada a segui .
En ende-se po ma ke ing;
• A en ega de um pad ão de ida à sociedade (Mazu , 1947).
• O desempenho de a i idades emp esa iais que di igem o luxo de bens e se iços do p odu o pa a
o consumido ou usuá io (AMA, 1960).
• Um sis ema o al de a i idades emp esa iais in e a uas es des inadas a planea , ap essa , p omo e
e dis ibui bens e se iços que sa is azem a desejos dos clien es p esen es e po enciais (S an on,
1971).
• Um conjun o de a i idades necessá ias e inciden ais pa a ocasiona elacionamen os de oca em
nosso sis ema econômico (Holloway & Hancock, 1973).
• A i idades de oca conduzidas po indi íduos e o ganizações com o p opósi o de sa is aze aos
desejos humanos (Enis, 1977).
Com es as de inições, pode dize -se que o ma ke ing é uma á ea que em p eocupação em ga an i a
ci culação de bens e se iços en e emp esas e consumido es. Exis e ainda ambém a p eocupação de
sa is aze os desejos dos consumido es, pa a que es es, de ce a o ma, melho em a sua qualidade de
ida, ainda que o p incipal obje i o seja ga an i uma sa is ação na ação de oca. (Schewe & Smi h,
1982).
“É a sa is ação das necessidades e desejos humanos que es á na o igem do concei o de ma ke ing”. O
au o elemb a que o se humano em necessidades especí icas, e que es as es ão in imamen e
elacionadas com as necessidades básicas como a alimen ação, a sensação de casa, o es uá io, en e
18
ou as. Po ou o lado, e em oposição a es as necessidades, exis em inúme os desejos no se humano
que são in luenciados po aspe os elacionados com a cul u a e a sociedade. (Roxo, 2000, p.45).
“O ma ke ing só exis e po que a ida em sociedade é impossí el sem a ealização de ocas. A oca
consis e no a o de ob e mos qualque coisa que desejamos, o e ecendo algo desejado pela ou a pa e,
em compensação. A necessidade de oca bens ou se iços ad ém do ac o de nenhum se humano
se au ossu icien e e, po an o, capaz de, po si só, sa is aze as suas necessidades e desejos” (Roxo,
2000, p.45).
De aco do com Ko le , o p ocesso de oca es á ine en e a á ios componen es (ci ed in Sche z, 2012):
• Necessidades, desejos e demandas;
• P odu os;
• Valo , sa is ação e qualidade;
• T oca, ansações e elacionamen os;
• Me cados.
Es es componen es, exigem um p ocesso de oca e es ão incluídos no chamado Ma ke ing-mix.
2.4.2 MARKETING INFANTIL
O ma ke ing In an il ab ange as c ianças en e os ze o e doze anos de idade. Em elação às ques ões “O
que pode uma c iança necessi a ? e “Quais se iam as necessidades e desejos que ealmen e ascina am
nossos pequenos companhei os?”, Ma a (2011) e e e que a alimen ação, anspo e, uma noi e
descansada, são necessidades de qualque se humano. Quan o à segunda ques ão, o au o indica que
as emoções como o amo , a is eza, a aleg ia, o medo e ai a são o que, mui as ezes, os mais pequenos
sen em po algum p odu o que de ce a o ma desejam, acabando des a o ma po en a no mundo da
c iança.
Pa a explica es e ascínio dos miúdos pelo lado menos boni o da his ó ia, Ma a (2011) escla ece que
o “Ma ke ing é oca pa a bene ício de odos. Ma ke ing é uma oca esponsá el. O Ma ke ing In an il
de e se p a icado a a és des as duas dimensões de necessidades – o necemos emoções em busca
de ascínio imedia o de nossas c ianças ao mesmo empo em que as p epa amos pa a o u u o. Não é
di ícil pe cebe que a cons ução do u u o delas é a cons ução do nosso p óp io u u o”. Ou seja, o
ma ke ing in an il, mui o mais que seduzi os mais pequenos pa a a aquisição de mais um p odu o, de e
19
ajuda a educa e ensina , de e p omo e o desen ol imen o das suas capacidades in elec uais e
mo o as.
2.4.4 MARKETING-MIX
Magalhães & Sampaio (ci ed in Sche z, 2012), ac edi am que o ma ke ing-mix é um p ocesso que pe mi e
a alia , o ganiza e implemen a um plano de Ma ke ing. O au o chega a e e i á ios modelos de
ma ke ing mix como os 4 P’s, um dos mais concei uados na á ea. Es as écnicas de ma ke ing são
u ilizadas pa a a ges ão das emp esas no me cado, com is a a o imiza o desempenho des a median e
os seus conco en es. Assim a combinação do s 4 P’s do ma ke ing-mix, p odu o ou se iço, p eço,
dis ibuição e comunicação, são as a iá eis que ajudam a di e encia e a concen a uma melho ges ão
da es a égia de ma ke ing nas emp esas (Roxo, 2000).
• P odu o/Se iço: O p odu o, acaba po se o elemen o base na elação en e emp esa com o
me cado, es e de e se desen ol ido de modo a ge a bene ícios ao clien e que o adqui e. Já o
se iço, quando compa ado com o p odu o en ol e um sis ema mais complexo, con udo es e
con inua a e como oco o clien e, no en an o é imp escindí el iden i ica o alo que o clien e a ibui
a es e se iço e p opo cioná-lo da melho o ma.
• P eço: O p eço inal de enda ao consumido é o elemen o mais isí el no me cado e, mui as ezes,
o que mais di e e do que oi inicialmen e p e is o. Fa o es como o “p eço psicológico” e o “p eço
em unção da conco ência” são um dos mo i os pa a es e a ia . O p eço psicológico elaciona-se
com a qualidade e mui as ezes exclusi idade do p odu o con encendo o clien e da supe io idade
do mesmo, sendo possí el aplica um alo mais ele ado. No segundo caso, conside am-se os limi es
de p eço es abelecidos pela conco ência.
• Dis ibuição: A dis ibuição cons i ui um - Me cado dos In e mediá ios -, que que pe mi e a
acilidade do escoamen o de p odu os en e o ab ican e e o clien e inal. A in ensidade da
dis ibuição, é al ez o pon o mais impo an e, is o que dize que os pon os de dis ibuição de em
cob i os clien es inais, sendo undamen al es a pe o des es e esponde de o ma ápida aos seus
pedidos.
• Comunicação: A comunicação ou p omoção de um p odu o no me cado acaba po se um sis ema
onde á ios elemen os a uam em o ça e de o ma coe en e pa a a comunicação dos p odu os. Os
meios usados passam po campanhas de publicidade an o a ní el ísico como em supo e digi al,
ações de p omoção de o ma a elemb a o clien e do p odu o ou se iço.
20
2.5 COMUNICAÇÃO
A comunicação é uma e amen a que ajuda a ansmi i o olume o al de bene ícios, alo es,
ca ac e ís icas, mensagens, e udo o que em conjun o, con i a signi icado e bene ício ao clien e a ual ou
po encial, de aco do com Ko le (2006). Segundo o au o , pa a p omo e uma comunicação e icien e é
p eciso conhece os p incipais elemen os que a compõem: emisso e ece o , mensagem e media,
codi icação, decodi icação, espos a, eedback e uído. A ges ão da comunicação na á ea do ma ke ing
em passado po p o undas ans o mações nos úl imos in e anos, de ido ao aumen o da conco ência,
do no o pe il do público e p incipalmen e, pela p eocupação da ma ca em ea i ma da sua iden idade
a a és da elação que es abelece com o público-al o e consumido es.
Na isão de Ko le & A ms ong (2004, p.363), o mix de comunicação de uma ma ca/ emp esa,
“consis e numa composição de ins umen os de comunicação…que a u iliza com o p opósi o de a ingi
seus obje i os de ma ke ing.” Es e modelo de comunicação é essencial pa a que as ma cas se
sob essaiam no me cado em pleni ude, p ocu ando semp e uma ligação emocional, e amilia idade po
pa e dos clien es.
Qualque ipo de comunicação em como missão a ansmissão de uma mensagem, pela pa ilha de
in o mação, de uma ideia ou a i ude de uma pessoa pa a o seu público, ou seja, de um emisso pa a
um ece o (Schewe & Smi h, 1982).
No con ex o do ma ke ing e dos me cados, a comunicação em como p incipais obje i os da a conhece
o p odu o ao consumido e con ence o mesmo que es e p odu o é adequado à sua necessidade. Des a
o ma, es e ipo de pa ilha de in o mação en e come cian e e consumido o e ece um clima a o á el
pa a o p odu o no me cado (Schewe & Smi h, 1982).
2.5.1 COMUNICAÇÃO NO PONTO DE VENDA INFANTIL
O Pon o de Venda é o elemen o cen al en e o p óp io espaço e o consumido . O me chandising usa a
comunicação de o ma que es a seja mais e icaz, de o ma a c ia uma elação de p oximidade en e o
pon o de enda e o clien e, lemb ando que é no es abelecimen o que es ão p esen es os elemen os
esponsá eis pela enda p odu o: o consumido , o p odu o e o dinhei o (Sil a & Giuliani 2003).
Ellwood (ci ed in Sche z, 2012) e e e que é no pon o de enda que exis e a possibilidade de se c ia
uma boa elação en e a ma ca e o consumido . Des a o ma, a unção de um p o issional de
me chandising é aze com que odos os que isi am o espaço sejam a aídos pa a o in e io des e e
adqui am algum p odu o (Newman & Foxall, ci ed in Be na do, 2009). Embo a mui as decisões de
21
comp a oco am den o do pon o de enda, es as acabam po se in luenciadas pela comunicação do
espaço, seja a a és da disposição dos p odu os, o des aque da me cado ia, pela música, chei o, en e
ou os. (Sche z, 2012)
O me chandising isual é uma á ea ão as a que a sua es a égia de comunicação é o e ece a a és
de expe iências a á ios ní eis, desde as expe iências senso iais, e , ou i , chei a , oca a é mesmo
degus a um de e minado a igo, uma o ma de conquis a e p ese a os clien es (Sche z, 2012). Após
a aquisição de um a igo po um de e minado clien e é impo an e que a ma ca/pon o de enda e e ue
um abalho de pós- enda, is o que dize que de e exis i uma p eocupação com o clien e de o ma a
que es e e o ne.
Embo a es e ipo de ações de comunicação sejam um in es imen o, es as acabam po se bas an e
impo an es an o pa a o pon o de enda como pa a os consumido es. É mui as ezes a a és da
publicidade que algumas pessoas se ape cebem que já o am consumido es daquela ma ca ou pon o
de enda. Complemen os da comunicação como ca álogos, ca ões de isi a, pos ais, au ocolan es,
emails e cla o um packaging bem ca a e ís ico da ma ca acabam po se uma excelen e o ma de
elemb a o espaço ao consumido .
2.5.2 COMPOSTO DE COMUNICAÇÃO
Segundo Giuliani (ci ed in Sca sio a & Giuliani s.d.), o compos o de comunicação, compos o p omocional
ou mix de comunicação, é e e en e ao uso de e amen as que p omo em, mui as ezes de o ma
c ia i a, a me cado ia com o in ui o de eco da o consumido e con encê-lo a adqui i o p odu o ou
se iço.
Es as e amen as de comunicação, o nam possí el explo a uma ma ca com mais alcance e ansmi i
a sua mensagem ao seu público-al o. Nes e mix de comunicação podemos enume a as e amen as
seguin es: publicidade, p omoção, elações-públicas, ma ke ing di e o e me chandising (Pe ez e Bai on
ci ed in Sche z, 2012).
• Publicidade: Fo ma de comunicação de uma ma ca, en idade, se iço ou p odu o, que p e ende
in o ma e en usiasma um de e minado público-al o com o obje i o inal de uma ação de consumo.
• P omoção: A a és de um p eço mais con ida i o à comp a, p e ende-se a ai mais consumido es.
Es es são mui as ezes al o de á ias ações p omocionais den o e o a do pon o de enda, como a
o e a de b indes, degus ações ou a é mesmo so eios e concu sos, são es a égias de p omoção e
de comunicação que pe mi e à ma ca e uma maio di ulgação e c esce no me cado.

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• Relações públicas: Meio que isa um melho en endimen o nas elações da emp esa com odos
os seus públicos consumido es, o necedo es, emp esas da conco ência en e ou os,
ape eiçoando a sua comunicação com odos eles.
• Ma ke ing: Es a á ea su ge de ido ao aumen o da exigência do público o que implica a necessidade
de aumen o do conhecimen o sob e as suas necessidades e desejos em elação à ma ca. As
en idades pe cebe am que as ações indi idualizadas e es a égicas de ma ke ing ocadas no seu
público o na am-se mais e icazes.
• Me chandising: Engloba ca ac e ís icas an o da publicidade como da p omoção. Des a o ma, a
u ilização de ca azes ou e ique as com o alo do a igo no pon o de enda são conside adas ações
de p omoção, enquan o a exposição de de e minado p odu o num p og ama de ele isão ou
pla a o ma digi al são conside adas como ações de publicidade.
2.6 MERCHANDISING
Pode dize -se que as ocas e endas come ciais exis em desde a idade média, já nessa al u a homens
e mulhe es escolhiam os melho es luga es nas uas mais mo imen adas pa a a exposição dos seus
p odu os e pa a a ai os egueses, g i a am ap egoa am. É des e modo que se pode a i ma que o
Me chandising é uma a i idade ão an iga quan o a p óp ia enda (Blessa, ci ed in Sil a & Pinhei o,
2006). Hoje em dia o Me chandising em como missão acompanha odo o ciclo de ida do a igo,
começando pela adap ação de imagem pa a o pon o de enda a é à sua pe o mance dian e os
consumido es (Sil a & Pinhei o, 2006).
2.6.1 CONCEITO DE MERCHANDISING
Segundo Ama al (ci ed in Sche z, 2012) o Me chandising é uma e amen a de comunicação de
Ma ke ing, usada pa a p omo e p odu os ou se iços no Pon o de Venda. Pe ez e Bai on (ci ed in Sche z,
2012), a i mam que o Me chandising possui ca ac e ís icas que da publicidade que da p omoção.
Co êa (ci ed in Sche z, 2012) e o ça a i mando que o Me chandising acompanha odo o p ocesso de
comunicação de uma emp esa, o mobiliá io do pon o de enda, a exposição de um p odu o, a ealização
de i ines apela i as, o og a ias e ídeos a demons a os p odu os, são alguns exemplos de
me chandising e e idos pelo au o . De aco do com Blume (ci ed in Sche z) a pa icipação em ei as ou
e en os, é ambém conside ado Me chandising, pois são momen os passí eis de le a a ações de
23
comp a imedia a. É des a o ma, que podemos en ende de aco do com Co êa e Blume que o
Me chandising não se eduz somen e ao Pon o de Venda.
Ainda que exis am au o es que disco dem como Wilson Bud ou Zanone e Bua ide, a Associação
Ame icana de Ma ke ing de ine que o Me chandising (ci ed in Be na do 2009, p.45) ab ange odas as
de inições an e io es ci ando que o Me chandising é “uma ope ação de planeamen o necessá ia pa a se
pô no me cado o p odu o ce o, no luga ce o, no empo ce o, em quan idades ce as e a p eço ce o.”
2.7 MERCHANDISING VISUAL
O me chandising isual acaba po se o elo de ligação en e a ma ca, o p odu o e a ação do consumido
sob e o mesmo (Massa a, ci ed in Be na do 2009; Sil a & Pinhei o 2006). O aspe o isual de um pon o
de enda bem como da disposição dos seus a igos é uma das in luências na decisão de en a ou não
no espaço (Lee-G eenwood, ci ed in Wu, Ju, Kim, Damminga, Kim & Johnson, 2013) e pos e io men e
na decisão inal de comp a (K ishna, ci ed in Wu e al., 2013).
Segundo F ings (2006), o me chandising isual é como uma ap esen ação isual da ma ca, onde o
p opósi o é comunica -se com o consumido , onde o concei o p incipal é consegui seduzi o clien e ao
pon o des e en a no pon o de enda. A a és das á ias es a égias do me chandising isual, es a
e amen a pe mi e in luencia o consumido no pon o de enda na maio ia das decisões de comp a
inal, seja pelo layou do pon o de enda, pelo design do espaço ou a é mesmo o a endimen o p es ado.
(Ebs e , 2013)
Blessa (ci ed in Sil a & Pinhei o 2006, p.6), de ende que me chandising isual é a “Técnica de abalha
o ambien e do pon o-de- enda c iando iden idade e pe soni icando deco a i amen e odos os
equipamen os que ci cundam os p odu os. O me chandising isual usa o design, a a qui e u a e a
deco ação pa a aclima a , mo i a e induzi os consumido es à comp a.”
2.7.1 CARACTERÍSTICAS GERAIS DO MERCHANDISING VISUAL
O me chandising isual é absolu amen e essencial pa a um espaço de enda ao público, es e pe mi e
de ini a composição do pon o de enda, a sua a qui e u a, mas ambém o seu mobiliá io, exposi o es,
os ipos de luzes, som de o ma a a ai o maio núme o de cu iosos e possí eis clien es. É com o
me chandising isual que são aplicadas as écnicas pa a uma melho p omoção (Newman & Pa el, ci ed
in Be na do, 2009).
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O pon o de enda é compos o po duas á eas, a á ea ex e na (ambien e ex e no) e a á ea in e na
(ambien e in e no). Todos os elemen os que são desen ol idos pa a es es dois ambien es de em se
ha moniosos, coe en es en e si, e o çando semp e o que a ma ca que ansmi i (Mo gan, ci ed in
Be na do, 2009).
Um ambien e ex e no a a i o, é undamen al pa a a ai o consumido , já que é esponsá el po
es imula boas imp essões que es e em sob e o pon o de enda. Fa o es como es ilo a qui e ónico,
achada, sinalização e i ina, o espaço comunica a sua imagem, que pode se so is icada, conse ado a,
en e ou os an os es ilos (Kenne h, Judi h & Kay, ci ed in Be na do, 2009; Pa en e, ci ed in Sil a &
Pinhei o, 2006). A mon a é um dos elemen os que mais se des aca já que em um papel undamen al
no p imei o con ac o com o consumido . O ambien e in e no do pon o de enda, em o pode de
despe a o in e esse do consumido e de pe suadi a equen a e pe manece na loja. É impo an e que
expe iências que es e enha den o do espaço sejam posi i as e ma can es pa a que es e ol e (Massa a,
ci ed in Be na do, 2009). Assim, é isí el a impo ância de pensa e es uda sob e a es u u a de uma
loja, de o ma a conside a as necessidades e os desejos dos consumido es.
2.7.1.1 ELEMENTOS DO AMBIENTE EXTERNO
• A qui e u a Ex e io : A a qui e u a ex e io é compos a pelos ma e iais de cons ução, es ilo
a qui e ónico, co es e ex u as (Pe ei a, 2002). Lewison (ci ed in Sil a & Pinhei o, 2006) suge e que
es es elemen os de em despe a a a enção do consumido e comunica a iden idade desejada em
elação ao posicionamen o do pon o de enda.
• Fachada: Uma boa p imei a imp essão da loja é undamen al, p incipalmen e pa a aqueles que
comp am po impulso (Gea y ci ed in Pe ei a, 2002). A achada da loja e os p imei os momen os
no in e io do espaço são os a o es que mais con ibuem pa a o consumido pe cebe se ai ou não
adqui i algum a igo. De aco do com Gea y (ci ed in Pe ei a, 2002) as melho es achadas são
conseguidas pelo equilíb io da a qui e u a ex e io , da sinalização e da ap esen ação da i ina.
• Sinalização Ex e io : Uma placa com o nome do pon o de enda colocado na achada des a, de e
se isí el e es a em ha monia com os ou os elemen os da achada (Gea y, ci ed in Pe ei a, 2002).
No malmen e, es as placas con êm o logó ipo da ma ca/pon o de enda, e po se a p imei a
sinalização que o consumido pe cebe de e e um amanho, o ma, co e iluminação que despe e
o seu in e esse pa a que en e na loja (Lewison ci ed in Sil a & Pinhei o, 2006).
25
• Mon a: As mon as de um pon o de enda de em e como p emissa se o mais a a i o possí el
de o ma a despe a a cu iosidade de quem passa. É impo an e que nela es ejam expos os
elemen os bem cuidados na deco ação e que e li am a imagem da loja (Pe ei a, 2002). Na á ea do
me chandising isual, a mon a é conside ada o ca ão de isi a, é mui as ezes es a que in luencia
o consumido a en a no pon o de enda (Massa a, ci ed in Be na do, 2009). F anz Wohlwend (ci ed
in Sil a & Pinhei o 2006, p.8) e e e que “a i ina de e se concebida de modo que seja a essência
do que é a loja, e de udo o que ela o e ece e simboliza, pois, quando habi ualmen e ap esen ada
com imaginação e sedução, em a e icácia da publicidade e iun a se, além de a ai os olha es do
mundo ex e io pa a si, a ai ambém o consumido pa a den o da loja.”. As i inas de um pon o
de enda de em se usadas pa a a ai os consumido es pa a o in e io do espaço a a és dos seus
p odu os. É impo an e e em con a em alguns aspe os como a quan idade, amanho, o ma o,
co es, emas, p odu os expos os e, cla o, a equência com que são eno adas (Lewison ci ed in
Sil a & Pinhei o, 2006).
2.7.1.2 ELEMENTOS DO AMBIENTE INTERNO
Os elemen os que cons i uem o ambien e in e no do pon o de enda são:
• Layou : O layou de ine-se como a o ganização do espaço no pon o de enda, en ol endo á ias
pa es como a disposição do p odu o, mobiliá io e equipamen os. A exis ência des a o ganização
possibili a que consumido ci cule no espaço e selecione os a igos que mais lhe ag ade, podendo
aumen a o empo que o consumido pe manece na loja e a comp a po impulso (Daud & Rabello,
ci ed in Sche z, 2012). A exis ência de um layou num pon o de enda se e pa a dispo e dis ibui
odos os a igos e elemen os pelas á ias zonas do espaço, endo como obje i o de o imiza o espaço
de o ma a ica ag adá el e uncional (Massa a, ci ed in Be na do, 2009). Cla o que es a plani icação
de layou é in luenciada po a iados a o es, es a depende do ipo de p odu o que se p e ende
ende , da mensagem que se que ansmi i ao clien e, do p óp io espaço e ambém do pe il do
consumido (Mo gado & Gonçal es, ci ed in Be na do, 2009).
• Iluminação: A in ensidade da iluminação não in luencia só a imagem da loja, in luencia ambém
na pe ceção que o clien e em do p eço dos p odu os e do a endimen o. Assim sendo, quan o maio
a in ensidade da iluminação, meno se á a pe ceção de p eço (Gea y ci ed in Pe ei a, 2002). Blessa
(ci ed in Sil a & Pinhei o, 2006, p.9) a i ma “A boa iluminação é esponsá el po cla ea o ambien e,
des aca me cado ias, deco a espaços especiais e acompanha o es ilo e a pe sonalidade da loja.
32
pon o de enda e o seu ambien e. Es e mé odo de exposição, acaba ambém po acili a a ação de
comp a, uma ez que o clien e em uma maio acilidade de seleção e di ige-se logo pa a a co que mais
p e e e (Wu e al. 2013).
No que espei a ao es uá io, o clien e em p e e ência pela exposição do p odu o em manequins já que
acili a a isualização das peças com maio acilidade (Ke oo e ci ed in Wu e al. 2013). Ag upa as
peças de es uá io po co , ex u a das peças ou coo denação de es ilos, é mui as ezes uma an agem
pa a os e alhis as, já que são ês mé odos di e en es de exposição e acabam po a ai consumido es
di e en es pa a o pon o de enda.
2.9.1 MONTRA
Se há uns anos as i inas e am desen ol idas pa a que o clien e isse que ipo de a igos con inha
naquele pon o de enda an es de en a , es e espaço assume um peso no espaço e na o ma como a
mon a comunica com o clien e. Encon am-se mon as com di e en es con ex os, chegando a o e ece
en e enimen o, a di e i e inspi a os consumido es, con udo a in enção de um isual me chandise , é
que a a és dela consiga conquis a o possí el consumido pa a den o da loja e acaba po e e ua uma
comp a.
Os ipos de mon a ão a iando de aco do com cada pon o de enda e a ma ca p esen e no mesmo.
Es es espaços são na sua maio ia inse idos em edi ícios his ó icos ou en ão ecém-cons uídos, po an o
os o ma os das suas i ines são a iados. (Bailey & Bake 2014 pg.76).
• mon a abe a: es e o ma o pe mi e que o consumido enha uma isão não só da mon a como
ambém do pon o de enda quando se encon a do lado ex e io da loja. De se le a em conside ação
que os p odu os expos os podem se is os de di e sos ângulos po isso mesmo a ap esen ação de
odo o pon o de enda de e es a cuidado.
• mon a echada: pode encon a -se es e ipo de i ina em lojas mais adicionais, com inspi ação
mais ea al, são ca ac e izadas po um pano de undo, elemen os deco a i os e iluminação
di ecionada pa a a na a i a. Lojas de maio dimensão não só de espaço, mas a ní el inancei o,
usam es e ipo de mon a sequencial pa a con a uma his ó ia com os seus a igos.
• mon a de esquina: o ac o de es a mon a e mais exposição, já que pode se is a de duas uas
di e en es, odos os seus ângulos de isão são impo an es, po an o o lojis a de e e um cuidado
edob ado ao cons uí-la já que a isão on al é ão impo an e quan o a la e al.
• sem mon a: em alguns pon os de enda, os lojis as op a am po não e mon a ab indo des a
o ma uma en ada maio , podem-se obse a es e ipo espaços em cen os come ciais.

33
Bailey & Bake (2014) e e em que além do o ma o de uma mon a, exis em ou os elemen os como
as linhas e composição que acabam po abalha o espaço isualmen e ambém, são elas:
• linhas e icais: es as são linhas e as e e idenciam uma dis ância mais cu a en e dois pon os.
O me chandising isual de e despe a a cu iosidade do consumido a explo a o a igo num i mo
ace ado, em odas as di eções ocando a a enção des e em oda a ins alação. Es as linhas
in e p e adas como i mes e es á eis, quando são colocadas na diagonal acabam po ansmi i uma
sensação de ene gia e dinamismo, po isso é equen e encon a mos o mas em V pa a chama a
a enção do público.
• linhas ho izon ais: podemos iden i ica es as linhas a a és de mesas, p a elei as. Es as linhas
acabam po es ingi a isão do p odu o e a ap oxima o consumido pa a e mais de pe o e
melho , podem se usadas com o auxílio de linhas e icais pa a o ma uma moldu a e e idencia
um p odu o.
• linhas ci cula es: as o mas a edondadas usadas com equência no design são associadas ao
mundo eminino e dão um a mais le e e sua e ao espaço, quan o mais cu a a o ma mais posi i a
se á a sua cono ação. A composição é um ou o elemen o do me chandising isual, o p incípio do
equilíb io e p opo ção são undamen ais pa a a composição de uma i ine (Bailey & Bake , 2014,
pg.26).
• sime ia: uma mon a o mal é ambém conside ada simé ica, op a po uma cons ução idên ica
dos dois lados, acabando po se um desenho mais limpo. Es e equilíb io isual en e o p odu o, co
e ex u a acaba po acili a e dissuadi o p ocesso de comp a de um modo mais me ódico e
sequencial.
• assime ia: a ap esen ação de a igos de o ma in o mal, possibili a uma maio a iação de
equilíb io en e os p odu os. Na sua composição mais simples, coloca um obje o maio p óximo de
um meno já ge a uma assime ia na i ina.
• pi âmide: econhecida como um sinal de o ça, es u u a, equilíb io e ha monia é usada pa a
ap esen a a igos de o ma hie á quica.
• epe ição: es a écnica é usada na c iação da mon a a a és da epe ição de co es, ex u as,
o mas e em elemen os de deco ação den o do pon o de enda, acabando po ge a coe ência e
um impac o isual maio .
• adiação: es a é uma o ma de c ia um pon o ocal num local menos ób io, complemen ando essa
oco com ou os a igos de o ma a des ia a a enção do mesmo.
34
• con as e: no me chandising isual podemos encon a es e ipo de con as e a a és da u ilização
de o mas di e en es, ex u as icas e con as an e, na espessu a de linhas, a iedade em al u as e
p opo ções dis in as. Quando no me chandising isual de um pon o de enda são usados elemen os
que con as am en e si queb a-se a ideia de mono onia, sime ia e da epe ição.
• al e nância: uma a iação da sime ia e da epe ição. Num sen ido mais p á ico é possí el aplica
es a écnica dispondo p odu os semelhan es epe i i amen e e de o ma al e nada.
• g adação: possí el de iden i ica a a és de uma g adação de a igos que a iam de amanho e/ou
de co .
• dis o ção: uma écnica habi ualmen e aplicada na ca ica u a de p odu os, seja a a és do amanho
desp opo cional que lhe concedem ou na dis o ção dos mesmos chegando a e duas isões
di e en es.
• p opo ção: aplicada no malmen e pa a os p odu os mais pequenos, como pe umes cosmé icos
que mui as ezes pa ecem pe didos no meio de um espaço quando complemen ados com elemen os
deco a i os de uma escala mui o maio .
• g a idade: exp essa-se a a és de elemen os ixos ou mó eis que es ão pendu ados ou suspensos.
2.10 PANDEMIA
En ende-se po pandemia, um su o de doença in eciosa com uma dis ibuição geog á ica a ní el
mundial. Es e ipo de doença in eciosa, num p imei o plano, oco e apenas numa egião, ala gando-se
po á ios países, a a és de ansmissão sus en ada en e pessoas. Nos dias de hoje, i emos com a
p esença do í us SARS-CoV-2 (doença de COVID-19), em odo o Mundo. Ainda que já se enham i ido
ou as pandemias, a g ipe espanhola (1918-1920) - conside ada a maio pandemia a ní el mundial endo
i imando mais de 50 milhões de pessoas na al u a, acabou po se a mais compa ada ao que em
acon ecido com o COVID-19. “Nenhuma ou a doença causou an as í imas mo ais em ão pouco
empo como a g ipe pneumónica de 1918-1919, que a e ou o mundo, já massac ado pela gue a,
mani es ando-se em ês agas coinciden es com os de adei os con on os mili a es (...).” (Helena da
Sil a, 2019).
O comba e à g ipe Espanhola em Po ugal e e algumas semelhanças com o comba e ao COVID-19.
Desde o dis anciamen o social, ao ence amen o de escolas, ea os, cinemas, cen os cul u ais,
p oibição de ei as, oma ias e qualque ipo de es as onde a aglome ação de pessoas seja mais que a
35
pe mi ida à da as das es ições implemen adas pelo go e no e ainda os conselhos sob e a la agem
equen e das mãos bem como apa o na iz e a boca ao espi a e o uso ob iga ó io de másca a.
2.10.1 COVID-19
Em dezemb o de 2019, na cidade de Wuhan na China, oi de e ado o no o co ona í us (SARSCoV-2),
causado da doença COVID-19. Es a doença ca ac e iza-se po sin omas ais como:
 Do no pei o;
Sabe-se que o COVID-19 se ansmi e aquando de um con ac o p óximo com alguém que es eja
in e ada, a a és de go ículas (sec eções espi a ó ias). Es as sec eções podem sai a a és da boca ou
na iz e in e a a pessoa p óxima ou en ão, ambém pode se ansmi ida a a és do oque numa
supe ície/obje o que possa e sido con aminado. De o ma a e i a es es con ac os, a OMS -
O ganização Mundial de Saúde dec e ou á ias medidas que de em se adap adas po oda a população
desde: a u ilização de másca a; dis anciamen o social; e i a o cump imen o e o oque; desin eção
equen e das mãos; apa a boca e o na iz com o co o elo ou um lenço quando espi a e ossi . No
dia 11 de ma ço de 2020, a OMS decla ou o su o de COVID-19 uma pandemia de ido ao aumen o
sucessi o de núme os de casos e mo es. O País e o mundo o am ob igados a ence a escolas se em
ence adas, emp esas e odo o comé cio decla ado como não essencial, ob igando odos os po ugueses
a i e uma qua en ena de modo que a p opagação do í us osse a ada.
2.10.2 COVID-19: OS IMPACTOS NA INDÚSTRIA TÊXTIL E NO RETALHO
A indús ia de es uá io oi al ez uma das mais a e adas pela pandemia COVID-19. De aco do com uma
no ícia do Po ugal Têx il (2020) “Segundo o es udo “Co id-19 impac s on businesses”, da pla a o ma
de sou cing esponsá el Sedex ci ado pelo jus -s yle.com, 68% dos inqui idos da indús ia de es uá io
indica am que o seu olume de negócios diminuiu “signi ica i amen e” ou “c i icamen e”.” Também em
dados o necidos pelo INE (Ins i u o Nacional de Es a ís ica, 2020), chegou-se à conclusão de que as
 Tosse seca;
 Cansaço;
 Feb e;
 Di iculdade espi a ó ia.
36
endas no comé cio a e alho i e am uma diminuição de 21,6%, em ab il de 2020 ace ao pe íodo
homólogo do ano passado.
Es a é uma ques ão p eocupan e pois i á aze com que o desemp ego aumen e, mui as áb icas já
i em uma lu a diá ia pa a man e em as po as abe as e assegu a os pos os de abalho, e es a
si uação o na-se ainda mais ala man e pela diminuição do núme o de encomendas que o COVID-19
p o ocou. Quan o ao comé cio, a e oma des es após o con inamen o oi g adual, aos poucos o am
en ando cap a no amen e a a enção e con iança do consumido . “Há comé cio que es á p a icamen e
es agnado e ou o que e e uma ecupe ação ápida, nomeadamen e os cabelei ei os. Ha ia uma g ande
necessidade e p ocu a.” (Têx il, 2020)
“A maio pa e es á a ecupe a g adualmen e, len amen e, embo a se sin a alguma ecupe ação.
Es amos com alguma expec a i a pa a que comece a c esce a pa i de dia 1 de junho e sob e udo
du an e o pe íodo de é ias.” a i ma o P esiden e da Associação de Come cian es do Po o ci ed in
Po ugal Têx il (2020).
2.11 SINTESE
O compo amen o dos consumido es miúdos e g aúdos em indo a al e a -se du an e os anos, is o de e-
se a á ios a o es, mas sob e udo a e olução ecnológica do mundo digi al, uma ez que es a pe mi e
que os consumido es es ejam cada ez mais bem in o mados. Com os a anços do mundo digi al, os
consumido es passa am a pode comunica de o ma acili ada en e si e a ibui um alo ac escido às
ma cas.
Pe cebe como as ma cas/p odu os comunicam e in luenciam os pequenos e g andes consumido es é
um eno me desa io. São inúme as as écnicas de in luência do compo amen o do consumido no pon o
de enda e o a des e, desde o me chandising isual, ao ma ke ing a é à comunicação e publicidade,
es as são algumas das e amen as que cap am os consumido es e os azem deseja de e minado
p odu o.
37
CAPÍTULO 3 | ESTUDO DE CASO LIDI LOVE
.
O capí ulo 3 é des inado à pa e p á ica des e caso de es udo. Numa
p imei a ase, é ap esen ado um diagnós ico ge al do pon o de enda
in an il Lidi Lo e, le ando semp e em conside ação a comunicação do
mesmo no seu espaço, ou seja, o me chandising isual.

38
3. DIAGNÓSTICO GERAL
Nes e diagnós ico é ap esen ada a e olução da Lidi Lo e, desde que a emp esa se iniciou no me cado
a é aos dias de hoje. Menciona os ipos de p odu os que se podem encon a , bem como as á ias
ma cas que são possí eis de encon a no pon o de enda. Além de udo is o, são ambém ap esen adas
algumas es a égias de comunicação no pon o de enda, ou seja, de me chandising isual, o oco des e
abalho.
3.1 HISTÓRIA DO PONTO DE VENDA
A Lidi Lo e é hoje uma pequena emp esa de Ca los Cunha e Pa ícia Cos a, no en an o Ca a ina Mo ei a
oi a p imei a ge en e do pon o de enda. O espaço ab iu no concelho de Lousada, Vila de S a. Apa ecida
no ano de 2016. A Lidi Lo e iniciou e con inuou a sua a i idade num espaço alugado, e endendo ma cas
nacionais e in e nacionais. As endas são essencialmen e a con e âneos, con udo, com o comé cio
online e as edes sociais, a Lidi Lo e em chegado a ou os pon os do país como Fa e, B aga, Coimb a,
O a , San a Ma ia da Fei a, Viana do Cas elo, Lisboa e ambém às egiões au ónomas dos Aço es e da
Madei a, não esquecendo o es angei o como a Suíça, Luxembu go, F ança pa a onde ambém ão
en iando encomendas u o da comunicação nas edes sociais do pon o de enda e do “passa a pala a”
dos consumido es.
Ainda com a an iga ge ência a Lidi Lo e semp e op ou po ap esen a as suas coleções ao público com
um des ile in imis a e especial, na Quin a de Ribós (Lousada), onde mui os dos modelos e am o público
da loja, a 2 de ou ub o de 2016 oi ealizado o p imei o, ( igu a 1),
Figu a 1 Imagens do Des ile de Ou ub o de 2016, Quin a da Ribós ia Facebook
a cada es ação e a ap esen ado mais um (ma ço de 2017). Com a mudança de ge ência e o c escimen o
do pon o de enda (ainda a ní el egional), a Lidi Lo e passou a se con idada pela Câma a Municipal
39
de Lousada e pelo Comé cio T adicional de Lousada a pa icipa nas mais di e sas a i idades
elacionadas com moda no concelho. O município con ou com a p esença da Lidi Lo e nos des iles que
o ganiza am, ( igu a 2)
Figu a 2 Ca azes dos Des iles de Lousada Ou ub o 2018, Ma ço 2019 e Junho 2019 ia Facebook
Mui as des as inicia i as o ganizadas pelo conselho o am cobe as pelos media, e no dia 20 de ma ço
de 2019, o município oi con idado a ala na P aça da Aleg ia no canal RTP1 ( igu a 3), e a Lidi Lo e
pôde ambém es a p esen e em ele isão le ando uma pequena amos a dos a igos que inha no
espaço.
Figu a 3 Imagens da Lidi Lo e na P aça da Aleg ia em 2019, RTP1 ia Facebook
40
Já no inal do ano passado (2019), o Comé cio T adicional de Lousada o ganizou o me cado de s ock-
o pela segunda ez ( igu a 4), um im-de-semana onde á ios pon os de enda locais se jun am e
endem os a igos de coleções passadas po alo es mais baixos. A Lidi Lo e ac edi a que mais que
ge a luc o nes es e en os, o mais impo an e é da em-se a conhece .
Figu a 4 Ca az Vila Ma ke - S ock-O 2019 ia Facebook
A Lidi Lo e, ainda que seja conside ada um pon o de enda local, é econhecido como uma “ma ca” de
e e ência pa a os seus consumido es, es ando di e amen e elacionada com a qualidade dos p odu os,
mas ambém pela a iedade de coleções e ma cas que e ende, com design ca ac e ís ico de cada uma
delas, a boa elação de qualidade/p eço bem como o se iço pe sonalizado e p es ado a cada clien e.
3.1.1 PRODUTO
A Lidi Lo e é um pon o de enda de oupas e acessó ios pa a c ianças. Apos a semp e na qualidade,
con o o das peças e na di e enciação das mesmas. Com is a em se um espaço que izesse pa e das
memó ias e das his ó ias do seu público-al o a é à p é-adolescência, op ou po ab ange com os
amanhos dos seus a igos en e os 3 meses a é aos 12 anos, con udo é en e os 2 e os 10 anos que a
Lidi Lo e acaba po se mais p ocu ada.
A Lidi Lo e ac edi a que odos os dias são especiais, con udo os dias ma cados no calendá io como
“dias de g ande es a” - ba izados, comunhões e casamen os, são p ocu adas ma cas como Ka e Mack,
Piccola Spe anza, Ba ca ola, Coleções Ma iga , As on Ma in, Loan Bo , Amaya, Monnalisa. Pa a
celeb ações meno es e dias conside ados “no mais” a Loli os, Miguel Viei a, Ma a Y Paula, Tous Baby,
Yoedu, Baby Lai, Becka o e Le i’s Kids são as p e e idas dos consumido es mui o po se em acilmen e
41
adap á eis às á ias si uações do dia a dia, mas ambém a dias comemo a i os, podendo cap icha nos
acessó ios e ans o ma as peças pa a as si uações, pa e dos acessó ios que a Lidi Lo e inha à
disposição inham a an agem de se o almen e pe sonalizá eis g aças à Uniqueness. Pa a os dias mais
descon aídos, onde a pala a de o dem é con o o pa a se pode b inca , a 3 Pomme, Y.Thing e a
Lai ica são escolhidas.
3.1.2 MARCAS
De modo a esponde às necessidades do seu público, a Lidi Lo e p ocu ou semp e adequa os seus
p odu os às exigências do consumido , pe cebendo ao longo dos empos, as ma cas mais p ocu adas e
em que al u as. Assim, pelo espaço passa am ma cas como Miguel Viei a, Ka e Mack, Piccola Spe anza,
Tous Baby, Ma a y Paula, As on Ma ín, José Va ón, 3 Pommes, Becka o, Yoedu, Loan Bo , Amaya,
Monnalisa. Hoje podemos encon a no pon o de enda as ma cas Le i’s Kids, Loli os, Y.Thing, Baby
Lay, Coleções Ma iga e acessó ios da Uniqueness ( abela 1).
Tabela 1 Ma cas Come cializadas pela Lidi Lo e
3.1.3 Público-al o
A Lidi Lo e ab ange hoje um público in an il eminino e masculino essencialmen e dos 3 meses aos 12
anos, ca ac e izados po se em descon aídos e descomplicados, que ap eciam um oque de
mode nidade, co e di e enciação nas peças sem esquece o p óp io “eu”. Re elam uma a i ude posi i a,
equen am a escola e mui os deles êm a i idades ex acu icula es, gos am de con i e , mas ambém
de b inca com os amigos. Pode a i ma -se que a Lidi Lo e é de um segmen o médio, con udo o
48
acessó ios, es uá io, calçado e a é pequenos elemen os deco a i os. No undo da loja, o balcão, duas
a a as pa a a exposição de es uá io e o p o ado ( igu a 13).
Figu a 12 Imagens do Pon o de Venda Lidi Lo e - pa e da en e
Figu a 13 Imagens do Pon o de enda Lidi Lo e is a - pa e de ás
3.3.2.1.1 Zona quen e e Zona F ia:
No layou de qualque loja pode e i ica -se uma dis inção en e a á ea mais isi ada pelos consumido es
e a á ea menos a a i a/ isi ada. É o que se pode chama de: zona ia e zona quen e do espaço
come cial. No caso da Lidi Lo e, a zona quen e é á ea mais cen al; a zona mais p óxima da en ada, a
zona maio e mais ampla é a zona que chama a mais a enção dos consumido es e onde es es ica am

49
mais empo. Já a zona ia, podemos conside a a pa e de ás do pon o de enda, p óximo da á ea de
pagamen o, p o ado es e exposi o es onde no malmen e es ão a igos de saldos ( igu a 14).
Figu a 14 Zonas Quen es e Zonas F ias Lidi Lo e
De o ma a elimina as zonas ias exis en es no pon o de enda, podem se iden i icadas duas
es a égias:
• Ro ação mais equen e de a igos en e exposi o es, de o ma a chama a a enção pa a os
exposi o es menos isi ados.
• A eo ganização dos a igos de saldo, de o ma a exis i um núme o limi e de peças em exposição,
pa a que es e não pa eça deso ganizado.
• A eliminação de a a as mó eis que mui as ezes icam encos adas a ou os exposi o es e escondem
ou os a igos.
3.3.2.1.2 Ci culação no Pon o de Venda:
Den o do pon o de enda es e pode ia se bem alea ó io, con udo o mais equen e e a o consumido ,
ap ecia os a igos expos os, oupa casual-chic logo à sua esque da, e em seguida o lado di ei o do
50
espaço, onde e a colocada oupa mais casual Le i’s Kids, con udo o am semp e exis indo exceções
como po exemplo o consumido só que e e oupa de uma ma ca em especí ico não ap eciando des a
o ma ou os a igos ( igu a 15).
3.3.2.4 Iluminação:
Iluminação: De aco do com Mo gan (2013, ci ed in Qua esma), a iluminação é ulc al na cons ução de
um ambien e, es a de e se adequada aos exposi o es, o que pe mi e ao consumido encon a com
mais acilidade o que p ocu am, ou po ou o lado, da um maio des aque a á eas mais impo an es do
Figu a 15 Ci culação no Pon o de Venda Lidi Lo e
51
pon o de enda. A Lidi Lo e é um pon o de enda com pouca iluminação, podemos encon a iluminação
ocal na mon a ( igu a 16) com o p opósi o de lhe da um maio des aque, iluminação sub il no cen o
do pon o de enda ( igu a 16), no undo da loja pe o do balcão e no p o ado ( igu a 16).
Figu a 16 Iluminação Lidi Lo e - Lado Esq. Mon a; Cen o -Iluminação cen al; Lado Di .- P o ado
3.3.2.5 Tempe a u a
Em qualque pon o de enda é undamen al con ola a empe a u a ambien e de o ma a não a as a os
consumido es (Sil a & Pinhei o 2006). De uma o ma ge al a empe a u a da Lidi Lo e é con olada,
en ando p opo ciona um clima ag adá el ao consumido em odas as es ações do ano.
3.3.2.6 Co
Podemos a i ma que na nes e pon o de enda, o b anco e os ons pe olados são as co es p edominan es
dando a ilusão de um espaço maio e mais amplo.
3.3.2.7 Som:
Gea y (2002, ci ed in Pe ei a) e e e que a música in luencia a pe ceção do público em elação ao
a endimen o e ao empo que pe manece no in e io do espaço. A música ajuda a c ia ambien e e a
ansmi i uma imagem, po an o músicas que ão de encon o ao público e ao consumido são uma
52
mais- alia pa a o negócio. A seleção musical pelos quais os ge en es op am e le e um espí i o li e, le e
e descomplicado assim como o seu público-al o.
3.3.2.8 A oma
O chei o de um ambien e em a capacidade de c ia a iados e ei os sob e o público. O pon o de enda
Lidi Lo e, ap esa de não usa uma ag ância em especí ico, ela az pa e do pon o de enda ( igu a17),
além disso, em semp e o cuidado diá io de p ese a o espaço limpo e o ganizado, abalhando semp e
pa a man e os id os, espelhos, exposi o es e piso sem sujidade que ajuda num ambien e mais
ag adá el ao que o a oma diz espei o.
Figu a 17 Di uso A oma Lidi Lo e
3.3.2.9 Sinalização In e io
A sinalização é um a o essencial na comunicação (Lea-G eenwood, 2010, ci ed in Ba nes & Lea-
G eenwood). Podemos ca ego izá-la como sinalização ins i ucional e di ecional e ainda, sinalização de
ca á e p omocional e empo á io, a Lidi Lo e ap esen a as duas ca ego ias de sinalização. Ve i icamos
que exis e sinalização pe manen e como o indicado do ex in o , li o de eclamações, de saída, ( igu a
18), mas ambém sinalização que, no caso indica p omoção de a igos ou in o mações empo á ias
como po exemplo, ca azes que o am sendo expos os ( igu a 19).
53
Figu a 18 Sinalização Ob iga ó ia Lidi Lo e: Lado Esq. Ex in o ; Cen o Saíde e Di eção de Saída; Lado Di . WC
Figu a 19 In o mações Tempo á ias Lidi Lo e
3.3.2.10. Exposi o es
Segundo Unde hill (2013, ci ed in Wu e al.), o consumido ende a se acilmen e in luenciá el pelas
imp essões e in o mações que um pon o de enda lhe pode o e ece , assim sendo o ipo de mobiliá io
pode ou não in luencia di e amen e na sua decisão inal de comp a. No pon o de enda Lidi Lo e, são
alguns os ipos de mobiliá io que se podem encon a no espaço, em madei a e id o di e en es en e si
no amanho e o ma, usados pa a expo algumas ma cas ou a igos em especí ico ( igu as 20).
Figu a 20 Exposi o es
Lidi Lo e - Lado Di .
Exposi o Embu ido;
Cen o Zona de
Acessó ios; Lado Di
Exposi o Mó el

54
3.3.2.11. Cabides
Assim como de e exis i uma necessidade de de ini a a qui e u a do espaço, é igualmen e impo an e
de ini os ipos de exposi o es que azem mais sen ido pa a cada pon o de enda (Be na do, 2009). A
Lidi Lo e ap esen a uma gama di e en e en e si e a iada de cabides pelo seu espaço, que pe mi em a
exposição dos a igos de o ma o ganizada azendo uso da co e da amília de p odu os como mo e des a
e pe mi e um acesso mais acili ado ao consumido (21, 22 e 23).
Figu a 21 Lidi Lo e Cabides 1
Figu a 23 Lidi Lo e Cabides 2
Figu a 22 Lidi Lo e 3
55
3.4 ANÁLISE SWOT
3.5 PANDEMIA
Com a pandemia global que se ez sen i , a Lidi Lo e iu-se ob igada a echa pa a con inamen o no dia
9 de ma ço de 2020. Fo am meses bas an e du os, com a al a das g andes e pequenas es as, a
ob iga o iedade de não aglome a e o aconselhamen o de ica po casa, “um es ido boni o” deixou de
se ão impo an e na ida dos consumido es quan o e a an es da exis ência do COVID-19.
Com o descon inamen o len o e de aco do com o Plano de Con ingência COVID-19, oi necessá io impo
algumas al e ações ela i amen e ao uncionamen o da loja endo em con a as es ições de
dis anciamen o social e o núme o máximo de pessoas den o do espaço (2 pessoas), a Lidi Lo e passou
a ab i somen e po ma cação p e ia minimizando des a o ma os con ac os.
FORÇAS
Faz pa e do comé cio adicional;
P oximidade com o público e consumido es;
Va iedade de ma cas;
Qualidade ele ada dos ecidos;
Con o o das peças;
É possí el e e ua comp as online;
FRAQUEZAS
Meio pequeno;
Imagem pouco sólida;
Espaço loja pequeno;
OPORTUNIDADES
In es i no pós- enda;
In es i em in luence s de nicho pa a pode
c esce e dinamiza ;
Pa icipação e en os no município;
Possibilidade de muda pa a um espaço
maio .
AMEAÇAS
Conco ência di e a;
Cons an e no idade no as ashion;
Pandemia global;
56
3.5.1 HIGIENIZAÇÃO DO ESPAÇO E PRODUTOS:
• Limpeza e desin eção após cada u ilização dos e minais de pagamen o au omá ico (TPA);
• Exis ência de álcool gel à en ada da Loja ( igu a 24);
• Limpeza e desin eção dos es iá ios após cada u ilização po pa e do clien e;
Mesmo com o descon inamen o e com o aumen o subs ancial das endas no im do e ão de 2020, a
ge ência da Lidi Lo e iu-se ob igada a echa de ez po as a es e espaço já que inancei amen e não
oi de odo en á el pa a os mesmos, ainda assim oma am a decisão de ende a coleção com que
ica am pelas edes sociais.
Figu a 24 Álcool Gel
57
CAPÍTULO 4 | QUESTIONÁRIO DE SATISFAÇÃO AOS CLIENTES LIDI LOVE
Es e ópico dedica-se à análise do ques ioná io de sa is ação dos clien es Lidi
Lo e. Começa po expo o p oblema de in es igação, e e indo às ques ões a
que se p e ende esponde . De seguida, é ap esen ado o mé odo, abo dando os
c i é ios de amos agem e ap esen ando o ins umen o. Pos e io men e,
desc e e-se o p ocedimen o ado ado e ca ac e iza-se a amos a. Re e em-se
ainda as e amen as es a ís icas u ilizadas pa a a análise dos dados e, po
úl imo, são ap esen ados os esul ados.
64
Quan o a ealização de comp as no pon o de enda, 82% (28 indi íduos) esponde am que sim que já
comp a am (g á ico 10)
e des es e e i am a equência das mesmas, sendo que a maio ia das espos as ob idas 72% (21
indi íduos) e e iu que comp a po es ação (g á ico 11) e 21% (6 indi íduos) indica am que adqui em
a igos na Lidi Lo e po imes e, des as comp as 88% (30 indi íduos) e e iu que o am no pon o de
enda, já que 64% (19 indi íduos) i em p óximo do pon o de enda (g á ico 11). Os g á icos des a
análise es ão disponí eis pa a consul a em anexo ( e Anexo 4).
0
5
10
15
20
25
30
1
Já e e uou comp as na Lidi Lo e?
Sim Não
G á ico 10 Realização de comp as

65
4.1.6 AVALIAÇÃO DA COMPRA NO PONTO DE VENDA FÍSICO E ONLINE
Es e ópico analisa a sa is ação dos consumido es ace aos a igos disponí eis no pon o de enda,
conside ando a o es como a qualidade, o ipo de a igos, p eço, as ma cas disponí eis, embalagem, o
ambien e da loja, o si e e o a endimen o.
Rela i amen e à ques ão sob e o que mais ap ecia am na sua comp a, (g á ico 14), a maio ia dos
inqui idos, 16 indi íduos in o ma am que oi dos a igos que mais gos a am, de seguida su ge o
a endimen o (6 indi íduos), a qualidade (5 indi íduos) e o p eço (2 indi íduos).
0
5
10
15
20
25
Se a sua espos a oi sim, com que
egula idade?
G á ico 11 Regula idade Comp as
66
Quan o ao que menos gos a am nas suas comp as (g á ico 15), o p eço (5 indi íduos) e o si e do si e (5
indi íduos) é o menos ap eciado po pa e da amos a, seguindo-se os a igos (1 indi íduo), a qualidade
(1 indi íduo), a embalagem da encomenda (1 indi íduo) e o ambien e da loja (1 indi íduo).
4.1.6.1 EXPERIÊNCIA DO CONSUMIDOR NO PONTO DE VENDA
Es e pon o ab ange algumas ques ões, que se des inam a analisa a expe iência do consumido em loja.
Pe cebe qual o ní el de in luência do me chandising isual do pon o de enda no consumido é um dos
aspe os mais impo an es pa a o desen ol imen o e/ou melho ia des e. Da amos a, 12% (4 indi íduos)
esponde am que a mon a em o al in luência na sua isi a ao espaço, a maio pe cen agem de espos a
G á ico 14 Sa is ação Consumido
G á ico 15 Insa is ação Consumido
0
5
10
15
20
A igos Qualidade Embalagem
encomenda
Ma cas P eço Ambien e loja A endimen o In e ace
O que mais gos ou na sua comp a em loja ísica e/ou online?
Gos ei Bas an e Gos ei Gos ei Menos
0
1
2
3
4
5
6
A igos Qualidade Embalagem
encomenda
Ma cas P eço Ambien e loja A endimen o In e ace
O que menos gos ou na sua comp a em loja ísica e/ou online?
Gos ei Menos Gos ei Gos ei Bas n e
67
41% (14 indi íduos), e elou que a mon a em mui a in luência na sua isi a ao espaço, 35% (12
indi íduos) espondeu que em alguma in luência, 9% (3 indi íduos) indicou que êm pouca in luência e
3% (1 indi íduo) a i mou que não em in luência nenhuma.
Quan o ao ambien e da loja, (a co do espaço, o som, o chei o e a disposição dos a igos) a maio ia dos
inqui idos 62% (21 indi íduos) espondeu que em mui a in luência, 18% (6 indi íduos) e e i am que em
o al in luência, com a mesma pe cen agem 18% (6 indi íduos) esponde am que êm alguma in luência
e apenas 3% (1 indi íduo) e e iu que a mon a não em in luência nenhuma na sua expe iência (g á ico
7).
0
2
4
6
8
10
12
14
16
1
Qual é a in luência da mon a da loja na
equência da sua isi a à Lidi Lo e?
Pouca
Nenhuma
Alguma
Mui a
To al
G á ico 6 In luência da Mon a
68
No que espei a ao a endimen o 41% (14 indi íduos) e e iu e o al in luência e com a mesma
pe cen agem 41% (14 indi íduos) esponde am que e mui a in luência e 18% (6 indi íduos) e elou que
o a endimen o em alguma in luência.
0
5
10
15
20
25
1
Qual é a in luência do ambien e da loja na
equência sua isi a?
To al
Mui a
Alguma
Pouca
Nenhuma
0
2
4
6
8
10
12
14
16
1
Qual é a in luência do a endimen o no
pon o de enda na equência da sua
isi a?
To al
Mui a
Alguma
Pouca
Nenhuma
G á ico 7 In luência do Ambien e do Pon o de Venda
G á ico 8 In luência do A endimen o
69
Em elação à ques ão que espei a às melho ias que o pon o de enda pode ia ado a , os consumido es
inham a libe dade de escolhe 3 ou mais opções. As ês suges ões mais o adas o am a ealização de
gi eaways/ so eios (16 indi íduos), a adição de um mimo pós comp a com (16 indi íduos) e a apos a
a iedade de ma cas com (16 indi íduos), cu iosamen e odas com o mesmo núme o de indi íduos,
seguindo-se a apos a em publicidade nas edes sociais (12 indi íduos), assinala o dia de ani e sá io do
consumido (11 indi íduos), melho ia do si e (10 indi íduos), o gi ca d (9 indi íduos) e a mudança pa a
um espaço maio (9 indi íduos). Quan o às melho ias menos o adas o am a emodelação do pon o de
enda (3 indi íduos), a melho ia da embalagem (1 indi íduo) e ainda hou e 2 indi íduos que clica am
na opção ou o mas não especi ica am, (g á ico 16).
No que espei a à pandemia global com a qual i emos desde meados de ma ço de 2020, es a acabou
po abala o mundo de uma o ma ge al. Das pessoas aos negócios mui as o am as di iculdades pelas
quais passamos. Mui os dos hábi os de consumo o am adap ados à no a ealidade e a é mudados al
oi o impac o. Felizmen e, com con inamen os mais ou menos es i i os (dependendo do núme o de
casos po localidade), a ida oi ol ando len amen e e de o ma bem di e en e ao que conhecíamos
como no mal, o comé cio ol ou a ab i po as. À ques ão sob e a segu ança coma eabe u a da Lidi
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
1
Que melho ias ac edi a que a Lidi Lo e pode ia ado a ?
Si e
So eios
Gi Ca d
Anúncios
Redes
Sociais
Mimo pós
comp a
Espaço
Maio
Remodelação
Loja
Va iedade
Ma cas
A endimen o
Da a
Ani e sá io
Ou o
Embalagem
G á ico 16 Melho ias

70
Lo e, seguindo odas as no mas da DGS, hou e 34 espos as, 100%, que a i mam que se sen em segu as
em ol a ao es abelecimen o. Já sob e a ques ão sob e as mudanças nos hábi os de consumo, 40% (14
espos as) admi e que az udo como azia com os de idos cuidados, 27% dos inqui idos (8 indi íduos)
e ela que p e e e não le a os ilhos, 27% (8 indi íduos), dos inqui idos ambém apon a que só comp a
po necessidade e numa mino ia 6% (2 indi íduos) admi e só comp a online.
4.2 ANÁLISE DOS RESULTADOS
De um modo gene alizado, os esul ados ob idos esponde am ao p oblema de in es igação, analisando
o impac o dos elemen os do pon o de enda in an il no compo amen o do consumido , nomeadamen e
da loja em análise Lidi Lo e. Es a análise é uma p ocu a de espos as pa a en ende como é possí el
usa di e en es elemen os de o ma a es imula os sen idos dos consumido es e le á-los a aze mais
comp as.
Na p ocu a de espos a, de ini am-se di e en es obje i os especí icos que en ol iam pe cebe a
impo ância do pon o de enda in an il na comunicação da ma ca, analisa a in luência dos seus
elemen os na equência de isi as e na ecomendação da loja, comp eende a mo i ação do consumido
em isi a o espaço, pe cebe a impo ância que a ibui aos a o es do pon o de enda e analisa de que
o ma es es in luenciam a sua expe iência na loja. Conside ando es es obje i os, ealizou-se um
ques ioná io aos clien es da ma ca, ob endo-se uma amos a inal de 34 sujei os. Após a análise dos
esul ados, oi possí el conclui alguns aspe os impo an es pa a es a in es igação, os quais são
ap esen ados de seguida.
De uma o ma gene alizada, pe cebeu-se que o pon o de enda oi o elemen o mais impo an e na
comunicação. Des e modo, pa a além de se jus i ica a impo ância a ibuída a es e nes e es udo,
jus i ica-se ainda a ele ância de o e idencia po se o co ação na elação en e o espaço e o consumido .
Des e modo, é impo an e a exis ência de um plano de comunicação na loja, eco endo a á ias
es a égias do me chandising, de o ma a chega a odos os sen idos do consumido e, acima de udo,
que a sua isi a esul e em comp as. É de sublinha , que as edes sociais o am ambém conside adas
como uma boa o ma de comunicação da ma ca, usadas pelos consumido es pa a se po em a pa das
no idades do espaço, des a o ma é essencial man e uma a ualização cons an e das mesmas.
71
Uma ez que o pon o de enda oi o elemen o conside ado mais impo an e na comunicação, é ainda de
maio ele ância pe cebe quais são as mo i ações que le am o consumido a isi á-lo e en ende que é
no pon o de enda que es ão p esen es os ês elemen os esponsá eis pela enda de qualque p odu o: o
consumido , o p odu o e o dinhei o. Nes e caso, os dados demons a am que a maio pa e dos
consumido es isi am a Lidi Lo e pelos a igos que êm pa a enda. Assim, a loja de e con inua a
apos a na qualidade e no con o o dos p odu os.
No que espei a aos aspe os especí icos do pon o de enda, pe cebeu-se que a maio pa e dos
consumido es, de ini am os p odu os e a qualidade dos mesmos como os aspe os mais impo an es do
pon o de enda. Quan o ao a endimen o p es ado aos consumido es que na loja ísica como a a és do
apoio p es ado nas edes sociais, o público diz-se bas an e sa is ei o. De uma o ma ge al, a maio pa e
dos consumido es pa icipan es no ques ioná io conside am-se bas an e sa is ei os quando isi am a Lidi
Lo e.
Des e modo, concluímos que além dos a igos que se podem encon a na Lidi Lo e, o a endimen o é
dos a o es do pon o de enda que mais in luencia na expe iência do consumido quando isi a o espaço.
Con udo, apesa do consumido ap ecia uma boa ap esen ação da loja, bem como o a endimen o
p es ado, segundo o es udo aqui ealizado, es es a o es não in luenciam di e amen e a equência com
que a Lidi Lo e é isi ada. Pa a além disso, os esul ados demons ados ão de encon o ao es ado da
a e, no qual se e idencia a exis ência de elação en e os di e sos elemen os do Pon o de Venda e o
compo amen o de comp a do consumido .
72
CAPÍTULO 5 | PLANO DE INTERVENÇÃO E SUGESTÃO DE MELHORIAS
Após a análise do ques ioná io ealizado aos consumido es Lidi Lo e, es e
capí ulo ap esen a algumas suges ões de melho ia pa a o pon o de enda.
73
5. PLANO DE INTERVENÇÃO E MELHORIA
5.1 IDENTIDADE VISUAL - REBRANDING
Com o passa doa empos a Lidi Lo e passou a chega a mais pessoas, ha endo po pa e do público
a iados pedidos pa a es uá io mais casual. Nos dias de hoje a Lidi Lo e é econhecida pela ilus ação
de uma co oa de co e de, ( igu a 25), ab angendo ambos os géne os.
Figu a 25 Logó ipo maio 2017 - a ual
Exis e a p e ensão dos a uais ge en es apos a em em a igos mais casuais e descon aídos, simpli ica
o logó ipo se ia uma das suges ões que se deixa pa a a melho ia da imagem do pon o de enda. É
ele an e que a iden idade isual ansmi a ao consumido o que se p opõe a ende , es a conexão pode
se ei a a a és de uma simpli icação do aço deixando a ilus ação base, a co oa e a co sem al e ações
uma ez que es a já mui o conhecida pelos consumido es, igu a 26.
Figu a 26 Reb anding Suges ão Logó ipo Lidi Lo e
80
“ape ecí el” ao público pa a que es e deseje complemen a a sua comp a com es es p odu os, o mesmo
acon ece com ou os essenciais no gua da- oupa como, meias, babe es, a é as camisolas mais básicas,
( igu a 38).
5.3.4 ILUMINAÇÃO
Uma boa iluminação pe mi e não só a melho isualização das peças e ex u as das mesmas, mas
ambém deixa que es as alem po si. Apesa de a i ine da Lidi Lo e se uma mon a abe a e pe mi i
uma boa en ada de luz na u al, em dias com menos sol, mesmo com a ede elé ica ligada es a o na-
se insu icien e. A oca do candeei o cen al e da sua lâmpada po uma ou a se ia essencial pa a uma
melho isualização do espaço e das peças, bem como a adoção de mais iluminação nou os luga es
como no p o ado e a é no mobiliá io se ia igualmen e bené ico ( igu a 39).
Figu a 39 Suges ão Lado Esq. Iluminação Cen o; Cen o Iluminação P o ado ; Lado Di . Iluminação Mobiliá io
Figu a 38 Inspi ação de Disposição de A igos ia Pin e es

81
5.3.5 AROMA
O a oma de um espaço é um componen e que mexe com as sensações do consumido e que acaba po
ica na memó ia do mesmo, associa um chei o em especí ico a uma ma ca/pon o de enda p omo e
uma elação e memó ia en e os mesmos. A Lidi Lo e op a po e semp e um a oma na loja, con udo
es e de e se subs i uído com mais egula idade e de e ambém se aplicado nas encomendas online e
comp as em loja como o ma egis a o a oma na comp a e que es e seja econhecido e associado pelos
consumido es.
5.3.6 SINALÉTICA OBRIGATÓRIA
O conjun o de sinalé ica ob iga ó ia pa a odas as lojas, nem semp e é ag adá el e ácil de conjuga com
o design da loja. No en an o, é possí el e alguns cuidados que pe mi em melho a a pe ceção isual
desses elemen os. Po exemplo, a in o mação da exis ência do li o de eclamações pode ia es a
emoldu ada e pendu ada, jun amen e com ou os quad os ou o og a ias da es ação ( igu a 40).
Figu a 40 Suges ão Ap esen ação Sinalização
5.3.7 BALCÃO
As dimensões ísicas da Lidi Lo e são pequenas, o balcão é ambém ele pequeno e uma adap ação ao
espaço, nes e caso e i icou-se que o balcão além de se pouco e gonómico em pouco espaço pa a
a umação. Assim sendo, pensa es a egicamen e pa a que es a á ea osse o imizada e con o á el
82
suge e-se que o balcão seja maio e com mais espaço pa a a umação in e na acabando po aze mais
p a icidade ao colabo ado . Ou o apon amen o que de e ia exis i nes a zona, já que é uma das
p imei as pa a onde se olha po ica em en e á po a, se ia a exis ência da imagem co po a i a bem
isí el e p esen e no espaço ( igu a 41).
Figu a 41 Lado Esq. Suges ão Balcão pa e in e io ; Lado Di . Suges ão Balcão pa e ex e io
ORÇAMENTO
Tabela 4 O çamen o p/ In e io Lidi Lo e
Quad o Giz
Candeei o cen o
Led mobiliá io
Candeei o p o ado
Cabides pe sonalizados (100)
Balcão
Vinyl Balcão
TOTAL
32.95 €
48.95 €
9.95 €
26.99 €
95,99 €
150 €
50.49 €
415,32€
83
5.8 COMUNICAÇÃO
Nos dias de hoje é cada ez mais p eciso e uma p esença assídua nas edes sociais, não es a p esen e,
é mui as ezes sinónimo de esquecimen o. A Lidi Lo e, en a odos os dias aze publicações na sua
página de acebook, na sua página de ins ag am e nas s o ies de ambas as pla a o mas, con udo es as
duas edes sociais são ge idas de o ma di e en e, o acebook é ge ido como um pon o de enda online,
é lá que es á o maio núme o de público (6253 seguido es no dia 20 junho 2020) e po an o odos eles
são possí eis consumido es, o ins ag am é abalhado como uma pla a o ma mais aspi acional, ( igu a
42), apesa de não a ingi an as pessoas como no acebook (468 seguido es no dia 20 junho 2020), o
ins ag am já chega não só aos consumido es, mas ambém ao público–al o do pon o de enda. As
s o ies de ambas as pla a o mas são ge idas de igual o ma, êm o mesmo con eúdo e mos a p odu os,
pa ilha de momen os dos bas ido es da loja e que não são colocados nas páginas p incipais como
ambém ou as ma cas e páginas que inspi am a Lidi Lo e.
Figu a 42 Publicações do Facebook Lidi Lo e
Em odas as pla a o mas é isí el uma p eocupação es é ica com a pa ilha de con eúdo com qualidade.
Exis e uma en a i a de di e si ica o ipo de pos s, a “suges ão de look”, a i idades pa a colo i ou
descob i , pequenos ídeos da ealização de uma no a mon a, são alguns dos exemplos que podemos
encon a . No ins ag am os pos s são p e iamen e pensados e planeados, ao ní el do design e do ho á io
de publicação. Nes a ede social, uma ez que o design da mesma é em g elha, exis e a in enção de
con a uma his ó ia com os di e sos pos s es ando es es in e ligados po di e sos elemen os en e si
( igu a 43).
84
Figu a 43 Publ. Ins ag am Lidi Lo e Lado Esq. Suges ão Look; Cen o Suges ão A i idade; Lado Di Fo og a ia da coleção de e ão 2020
5.8.1 SITE
Nem semp e as endas a a és das edes sociais são conside adas segu as, a exis ência de um si e
acaba po da mais se iedade a pon os de enda como a Lidi Lo e e o na-o mais p o issional. O si e já
e a algo sob e o qual se inha alando, mas a é en ão, os ge en es não inham sen ido essa mesma
necessidade. Depois do início da pandemia que acabou po abala o emen e o negócio de o ma pouco
posi i a e com o pon o de enda ísico echado du an e um á io mês, pe cebe am que o si e pode ia e
sido uma mais- alia e des a o ma acei a am a p opos a e es e si e já oi cons uído e es e e online e em
uncionamen o ( igu a 44), em www.lidilo e.p . O seu design e a esponsi o adap ando-se a odos os
disposi i os pelo qual osse isi ado, os mé odos de pagamen o ado ados o am po ans e ências
bancá ias e po c édi o e po mb way, quan o aos po es es es e am cob ados o mínimo de 3€, es e
alo a ia a já que a encomenda seguia po co eio egis ado e no pos o dos co eios, assim como os
p azos de en ega, con udo e de aco do com expe iências an e io es, a demo a pa a en ega e am de 2
a 3 dias ú eis e ia semp e em con a o peso da encomenda. A página na in e ne apenas du an e o mês
de ab il, pos o esse pe íodo, o e o no inancei o não se e i icou an o quan o e a espe ado pelos
ge en es do pon o de enda e a decisão omada oi ol a a oca mais nas edes sociais e e e ua as
endas po lá.
85
Figu a 44 Si e Lidi Lo e
5.8.2 ANÚNCIOS, GIVEAWAYS E PARCERIAS:
Nos dias de hoje pa a se consegui c esce no me cado, pon os de enda locais como Lidi Lo e p ecisam
de es a abe os às no as o mas de comunicação e ade i , mesmo que seja mui o pon ual. Na al u a
em que a Lidi Lo e conseguiu pela p imei a ez e Le i ‘s Kids em loja, os ge en es esol e am c ia um
anúncio na página do Facebook com essa no idade e a epe cussão oi eno me, endo em con a que é
um pon o de enda local. Des a ei a, oi possí el e i ica que os anúncios são meios pa a a ingi mais
público e da a conhece o pon o de enda. Como suges ão deixa-se a p opos a de um anúncio mensal,
po exemplo, pa a que a página possa c esce a odos os ní eis an o no seu público como nas suas
endas. Já no caso dos concu sos e pa ce ias com in luenciado es, es a é uma ou a dica que pode
aze bons u os, in es i num concu so pa a os consumido es e p esen ea algumas in luenciado as
como a Madalena Abecassis, a Má cia D’O ey, Sa a Rocha, Inês Ai es Pe ei a ( igu as 45), pa a da a
conhece a Lidi Lo e pode ambém se uma mais- alia pa a o pon o de enda.

86
Figu a 45 In luenciado as do lado esq. pa a o lado di . @madalena_abecasis; @minniema s; @sa a ochap ; @ines_ap ia Ins ag am
5.9 CARTÃO PRESENTE
O ca ão p esen e, é um ca ão p é-pago que pode se u ilizado pa a paga p odu os, nes e caso, na loja
ísica ou online, deixando o consumido escolhe o que mais lhe con ém. Es a o ma de p esen e, é
ambém uma ó ima o ma de p esen ea alguém de quem se gos a e a quem não se sabe o que da ou
o que az al a ao ou o. Uma ez que a Lidi Lo e ainda não em es e mé odo/meio em loja, pode ia se
ambém uma o ma de dinamiza as comp as dos consumido es e o e ece mais uma al e na i a ( igu a
46). Es e ca ão se ia ca egado com um alo mínimo e máximo es ipulado pelos ge en es do pon o de
enda e o clien e escolhe ia o que mais lhe con iesse.
Figu a 46 Suges ão Ca ão P esen e
87
5.10 MARKETING – PLANO DE AÇÕES
Diá io
 Dinamização diá ia das páginas de Facebook e Ins ag am da Lidi Lo e;
Semanal/
Quinzenal
 Apos a mensal em anúncios nas edes sociais Lidi Lo e;
 En io semanal/quinzenal da Newsle e ia e-mail;
 Deixa suges ões de a i idades, ilmes, e li os nas edes sociais pa a o público-
al o;
 Usa as edes socias p/ o público ajuda a escolhe os a igos que ão pa a a
mon a
Semes al
 Dinamização do espaço/ma ca com in luenciado es nas edes sociais;
 Fo og a a a coleção com público Lidi Lo e;
 Pequenos ídeos a mos a a no a coleção
Épocas
Especiais
 C ia cupões de descon o pa a eg esso às aulas;
 Op a po e en os de lançamen o pa a a ap esen ação da coleção;
 O e ece um ale no dia de ani e sá io;
 18 ma ço - Ani e sá io da Lidi Lo e – O ganização de um piquenique Pa que
de Vila ;
 20 ma ço - Dia Nacional do Tea o Pa a In ância e Ju en ude – So eio de
bilhe es o Tea o;
 2 ab il - Dia do Li o In an il – So eio de um Li o In an il;
 1 junho - Dia da C iança – E en o no Pa que de Vila com insu lá eis; pin u as
aciais...;
 1 ou ub o - Dia Mundial da Música - So eio de bilhe es a um conce o no
município;
 1 a 25 de dezemb o - Gi eaways diá ios.
88
CAPÍTULO 6 | CONCLUSÃO
Es e capí ulo ap esen a as conside ações inais.
89
O p esen e es udo e mina com as conclusões inais do abalho, de o ma a pe mi i uma e lexão ge al
sob e os a anços que a pesquisa pe mi iu desen ol e sob e do ema selecionado.
Du an e o p ocesso e ealização des a in es igação o am sen idas algumas di iculdades e limi ações, as
quais são impo an es e e i . A maio limi ação sen ida de eu-se ao impac o de uma pandemia global,
COVID-19, onde ouxe consigo ambém uma sé ie de consequências pa a odos os se o es. Des a o ma,
e após uma análise a odas as espos as das consumido as Lidi Lo e – (pon o de enda in an il em
es udo), ao ques ioná io, oi possí el e i ica que na sua maio ia, os clien es ainda sen em on ade de
equen a o pon o de enda e comp a , con udo, não da mesma o ma que aziam an es da pandemia,
sendo mais ponde adas e comp ando o que conside am aze mais al a pa a as suas c ianças.
Com o con inamen o ob iga ó io, o pon o de enda es e e ence ado du an e alguns meses, apesa de
abalha ia online a a és das suas edes sociais, oi no ó io o eceio e a inibição de comp a . Quando
Po ugal pôde descon ina e o comé cio ol a a ab i po as, a ge ência op ou po ab i o espaço apenas
po ma cação, pe mi indo um maio dis anciamen o em loja e es ingindo o espaço ao máximo de duas
pessoas, ainda assim, mesmo com es a eabe u a e com a al u a de saldos, o balanço inal não oi ão
posi i o assim e no mês de ou ub o a Lidi Lo e iu-se ob igada a echa po as, con udo as suas páginas
nas edes sociais ainda es ão a i as e a ge ência ainda ealiza endas online.
Po con a ambém da pandemia, e de o ma a en a p o ege odos os en ol en es, oi omada a decisão
de abdica de uma con e sa do g upo ocal com alguns clien es e op a po um ques ioná io ia online.
Es e en iado a ce ca de 70 clien es a a és do Messenge da página o icial do Facebook e Ins ag am da
Lidi Lo e, pe mi indo a ob enção de espos as de uma o ma mais ápida e o ganizada. Con udo, apenas
só o am ob idas 34 espos as (48,6% das espos as). Apesa de uma cons an e en a i a, não deu pa a
coloca em p á ica odas as suges ões de melho ia aqui suge idas, pelo que não oi possí el a alia o
eal impac o das mesmas.
Po im, espe a-se que es e es udo possa con ibui com o aumen o de conhecimen o ela i amen e aos
elemen os do pon o de enda in an il e o seu impac o sob e o compo amen o de comp a do consumido
e na elação com o seu público-al o, já que es e pode ajuda na comp eensão dos aspe os que mais
in luenciam na expe iência des es no pon o de enda in an il.
96
ANEXO 1
QUESTIONÁRIO AOS CLIENTES LIDI LOVE
Es e ques ioná io é ealizado no âmbi o da disse ação de Mes ado de Design de Comunicação pa a
P odu os de Moda sob e Me chandising Visual num Pon o de Venda In an il, endo como inalidade
apu a opinião do consumido sob e a Lidi Lo e e que melho ias se pode iam ado a no mesmo.
1. GÉNERO.
Feminimo Masculino Ou o
2. IDADE.
31-35 36-40 41-45 46-50 >50
3. ÁREA DE RESIDÊNCIA.
4. COMO CONHECEU A LIDI LOVE?
É um pon o de enda da minha á ea de esidência.
A a és de um amigo.
A a és das edes sociais.
Ou o
5. JÁ VISITOU O PONTO DE VENDA LIDI LOVE?
Sim.
Não.
6. QUAL É A INFLUÊNCIA DA MONTRA DA LOJA NA FREQUÊNCIA DA SUA VISITA À LIDI
LOVE?
<25
26-30

97
Nenhuma in luência.
Pouca in luência.
Alguma in luência.
Mui a in luência.
To al in luência.
7. QUAL É A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE DA LOJA (COR, AROMA, SOM, APRESENTAÇÃO
E DISPOSI-
ÇÃO DOS ARTIGOS) NA FREQUÊNCIA SUA VISITA?
Nenhuma in luência.
Pouca in luência.
Alguma in luência.
Mui a in luência.
To al in luência.
8. QUAL É A INFLUÊNCIA DO ATENDIMENTO NO PONTO DE VENDA NA FREQUÊNCIA DA
SUA VISITA?
Nenhuma in luência.
Pouca in luência.
Alguma in luência.
Mui a in luência.
To al in luência.
9. COMO TEM CONHECIMENTO DOS ARTIGOS DA LIDI LOVE?
Visi o a loja pa a e as no idades.
Pelas edes sociais Facebook e Ins ag am.
En io mensagem pa a a as edes sociais da Lidi Lo e .
Ou o.
10. JÁ EFETUOU COMPRAS NA LIDI LOVE?
98
Sim.
Não.
11. SE A SUA RESPOSTA FOI SIM, COM QUE REGULARIDADE?
Semanalmen e.
Mensalmen e.
T imens almen e.
Po es ação.
Ou o.
12. JÁ EFETUOU COMPRAS ONLINE ATRAVÉS DA PÁGINA OFICIAL OU SITE DO PONTO
DE VENDA LIDI LOVE?
Sim.
Não.
13. CASO A RESPOSTA TENHA SIDO NÃO. O QUE O/A IMPEDIU?
Valo dos a igos.
P oximidade da loja.
Fo ma de pagamen o.
Tipo de p odu os.
Fal a de con iança.
A endimen o.
Ou o.
99
14. O QUE MAIS GOSTOU NA SUA COMPRA EM LOJA FÍSICA E/OU ONLINE?
(selecione apenas 3 opções po o dem de p e e ência, sendo a opção 1 a que mais gos ou)
A igos. 1 2 3
Qualidade.
Embalagem da encomenda.
Ma ca (s).
P eço.
Ambien e da loja.
A endimen o.
In e ace.
15. O QUE MENOS GOSTOU NA SUA COMPRA EM LOJA FÍSICA E/OU ONLINE?
(selecione apenas 3 opções po o dem de p e e ência, sendo a opção 1 a que menos gos ou)
A igos. 1 2 3
Qualidade.
Embalagem da encomenda.
Ma ca (s).
P eço.
Ambien e da loja.
A endimen o.
In e ace.
16. QUE MELHORIAS ACREDITA QUE A LIDI LOVE PODERIA ADOTAR?
(selecione pelo menos 3 suges ões)
100
Melho a si e.
Gi eaway/so eio.
Gi ca d.
Mais Publicidade/Anúncios nas edes sociais.
Melho a embalagem.
Mimo pós-comp a.
Espaço maio .
Remodelação loja.
Va iedade ma cas.
Melho ia no a endimen o.
Assinala da a de ani e sá io do consumido .
17. COM O COVID-19, A LIDI LOVE TOMOU AS NECESSÁRIAS PARA VOLTAR A REABRIR.
SENTE-SE
SEGURO?
Sim.
Não.
18. COM O COVID-19, O QUE MUDOU AO NÍVEL DE CONSUMO NA SUA VIDA?
E i o le a os meus ilhos comigo.
Comp o só online.
Comp o só po necessidade.
Faço udo como azia, com os de idos cuidados.
Ou o.
19. ALGUMA SUGESTÃO QUE QUEIRA DEIXAR.
20. RECOMENDARIA A LIDI LOVE A UM/A AMIGO/A?
Sim.
Não.
101
ANEXO 2 - DIVULGAÇÃO DO QUESTIONÁRIO NO CHAT DO FACEBOOK E INSTAGRAM DA
LIDI LOVE
Figu a 47 Di ulgação do Ques ioná io 1
Figu a 48 Di ulgação do Ques ioná io ia Messenge

102
ANEXO 3 - GRÁFICOS DE ANÁLISE DOS RESULTADOS OBTIDOS ATRAVÉS DO
QUESTIONÁRIO AO CLIENTES LIDI LOVE
0
2
4
6
8
10
12
IDADE
26 -30
31 -35
36 -40
41 -45
>50
G á ico 1 Sexo
G á ico 2 Idade
0
5
10
15
20
25
30
35
40
FEMININO MASCULINO OUTRO
SEXO
<25
46 - 50
103
G á ico 3 Descobe a do Pon o de Venda
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
1
COMO CONHECEU A LIDI LOVE?
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
ÁREA DE RESIDÊNCIA
G á ico 3 Residência
O pon o de enda
é da minha á ea
de esidência.
A a és de um
amigo.
A a és das
edes sociais.
Ou o.
104
G á ico 4 Visi a ao Pon o de Venda
G á ico 5 Ní el de In luência da Mon a
0
5
10
15
20
25
30
Já isi ou o pon o de enda Lidi Lo e?
Sim
0
2
4
6
8
10
12
14
16
1
Qual é a in luência da mon a da loja na
equência da sua isi a à Lidi Lo e?
Pouca
Nenhuma
Não
To al
Mui a
Alguma
105
G á ico 6 Ní el de in luência do Ambien e do Pon o de Venda
0
2
4
6
8
10
12
14
16
1
Qual é a in luência do a endimen o no pon o
de enda na equência da sua isi a?
To al
Mui a
Alguma
Pouca
Nenhuma
0
5
10
15
20
25
1
Qual é a in luência do ambien e da loja na equência
sua isi a?
To al
Mui a
Alguma
Pouca
Nenhuma
G á ico 7 In luência do A endimen o