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Case based learning for therapeutics: student's performance in face to face vs blended learning

Abstract

The adoption of E-Learning activities by higher education institutions, is considered an important contribution for new learning opportunities, both in terms of initial, as well as lifelong training. In the field of clinical education and training, educators and clinicians are gradually recognizing the potential of ICT for learning purposes, practice and assessment of knowledge. In medicine and nursing, there are extensive examples that illustrate the adaptation of technological components and teaching methods. However, as much as it was possible to ascertain, examples are scarce in Pharmacy and Pharmaceutical Sciences. In this paper we propose to explore a case based learning approach for the teaching of therapeutics, using blended learning. When in comparison with face to face setting, our results show a significant better performance in the blended learning group.

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Case based learning for therapeutics: student's performance in face to face vs blended learning

Author: Jesus, Ângelo; Gomes, Maria João; Cruz, Agostinho
Publisher: Associação Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação (AISTI)
Year: 2016
DOI: 10.1109/CISTI.2016.7521471
Source: https://repositorium.uminho.pt/bitstreams/43a2552f-7b17-4158-b031-76a152547c05/download
Sis emas
y Tecnologías
de In o mación
VOLUME - I A ículos de la Con e encia
Edi o es:
Ál a o Rocha
Luís Paulo Reis
Manuel Pé ez Co a
Oc a io San ana Suá ez
Rami o Gonçal es
ISBN 978-989-98434-6-2
CISTI 2016 | 2
CRÉDITOS
TÍTULO
Sis emas y Tecnologías de In o mación
SUB-TÍTULO
Ac as de la 11ª Con e encia Ibé ica de Sis emas y Tecnologías de In o mación
G an Cana ia, España
15 a 18 de Junio de 2016
Vol. I – A ículos de la Con e encia
EDITORES
Ál a o Rocha, Uni e sidade de Coimb a
Luís Paulo Reis, Uni e sidade do Minho
Manuel Pé ez Co a, Uni e sidad de Vigo
Oc a io San ana Suá ez, Uni e sidad de Las Palmas de G an Cana ia
Rami o Gonçal es, Uni e sidade de T ás-os-Mon es e Al o Dou o
ISBN 978-989-98434-6-2
WEB
h p://www.ais i.eu/cis i2016/
CopyRigh 2016
AISTI (Associação Ibé ica de Sis emas e Tecnologias de In o mação)
Comisión Coo dinado a
Ál a o Rocha, Uni e sidade de Coimb a (P esiden e)
Manuel Pé ez Co a, Uni e sidad de Vigo (Simposio Doc o al)
Luís Paulo Reis, Uni e sidade do Minho (Wo kshops)
Ca los Fe ás Sex o, Uni e sidad de San iago de Compos ela
Adol o Lozano Tello, Uni e sidad de Ex emadu a
Jose An onio Cal o-Manzano Villalón, Uni e sidad Poli écnica de Mad id
Rami o Gonçal es, Uni e sidade de T ás-os-Mon es e Al o Dou o
An ónio Lucas Soa es, FEUP, Uni e sidade do Po o
Miguel de Cas o Ne o, NOVA IMS
Gonçalo Pai a Dias, Uni e sidade de A ei o
Da id Fonseca, La Salle, Uni e si a Ramon Llull
E nes Redondo, Uni e sidad Poli écnica de Ca alunya
B áulio Al u as, ISCTE-IUL - Ins i u o Uni e si á io de Lisboa
Má io Pia ini, Uni e sidad de Cas illa-La Mancha
Comisión O ganizado a
Manuel Pé ez Co a, Uni e sidade de Vigo (Coo dinado )
Rami o Gonçal es, Uni e sidade de T ás-os-Mon es e Al o Dou o (Coo dinado )
F ancisco J. Vázquez Núñez, Uni e sidade de Vigo
F ede ico B anco, Uni e sidade de T ás-os-Mon es e Al o Dou o
José Ma ins, Uni e sidade de T ás-os-Mon es e Al o Dou o
José Ra ael Pé ez Aguia , Uni e sidad de Las Palmas de G an Cana ia
Ma ga i a Díaz Roca, Uni e sidad de Las Palmas de G an Cana ia
Miguel Ramón González Cas o, Uni e sidade de Vigo
San iago Cas elo Boo, Uni e sidade de Vigo
Tânia Rocha, Uni e sidade de T ás-os-Mon es e Al o Dou o
Comisión Cien í ica
Oc a io San ana Suá ez, Uni e sidad de Las Palmas de G an Cana ia (P esiden e)
A. Augus o Sousa, FEUP, Uni e sidade do Po o
Abel Suing, Uni e sidade Técnica Pa icula de Loja
Abílio Oli ei a, ISCTE-IUL - Ins i u o Uni e si á io de Lisboa
Adhema Ma ia do Valle Filho, UNIVALI
Ad iano Pasqualo i, Uni e sidade de Passo Fundo
Agos inho Sousa Pin o, ISCAP, Ins i u o Poli écnico do Po o
Albe o Fe nández, Uni e sidad Rey Juan Ca los
Albe o F ei as, FMUP, Uni e sidade do Po o
Albe o José Buga ín Diz, IEEE SMC & Uni e sidade de San iago de Compos ela
Alcínia Zi a Sampaio, IST, Uni e sidade de Lisboa
Alejand o Medina, IEEE & Uni e sidad Poli écnica de Chiapas
Alejand o Peña, Escuela de Ingenie ía de An ioquia
CISTI 2016 | 871
Case Based Lea ning o The apeu ics
Ângelo Jesus, Ma ia João Gomes, Agos inho C uz
Al hough Le inhas has been c ea ed o mee he eading
li e acy needs o s uden s lea ning Po uguese, i is being
p epa ed o be used wi h o he languages.
ACKNOWLEDGEMENTS
We would like o hank Alexand e Ca alho, A u Gomes,
C is iana Pe ei a, Rena o Pes ana and Tiago Fe nandes,
unde g adua e s uden s o he compu e enginee ing deg ee
om Poly echnic Ins i u e o Toma o hei con ibu ion o
he p ojec .
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San F ancisco: P ei e, 2008.
Case Based Lea ning o The apeu ics
S uden ´s pe o mance in Face o Face s Blended Lea ning
Ângelo Jesus
Ins i u o Poli écnico do Po o
Escola Supe io de Tecnologia da Saúde
Vila No a de Gaia
Po ugal
[email p o ec ed]
Ma ia João Gomes
Uni e sidade do Minho
Ins i u o de Educação
B aga, Po ugal
[email p o ec ed]inho.p
Agos inho C uz
Ins i u o Poli écnico do Po o
Escola Supe io de Tecnologia da Saúde
Vila No a de Gaia
Po ugal
[email p o ec ed]
Abs ac — The adop ion o E-Lea ning ac i i ies by highe
educa ion ins i u ions, is conside ed an impo an con ibu ion
o new lea ning oppo uni ies, bo h in e ms o ini ial, as well as
li elong aining. In he ield o clinical educa ion and aining,
educa o s and clinicians a e g adually ecognizing he po en ial
o ICT o lea ning pu poses, p ac ice and assessmen o
knowledge. In medicine and nu sing, he e a e ex ensi e
examples ha illus a e he adap a ion o echnological
componen s and eaching me hods. Howe e , as much as i was
possible o asce ain, examples a e sca ce in Pha macy and
Pha maceu ical Sciences. In his pape we p opose o explo e a
case based lea ning app oach o he eaching o he apeu ics,
using blended lea ning. When in compa ison wi h ace o ace
se ing, ou esul s show a signi ican be e pe o mance in he
blended lea ning g oup.
Keywo ds - Blended-Lea ning, Case Based Lea ning,
The apeu ics, Collabo a ion, Online Assessmen .
I. INTRODUCTION
Nowadays, becoming a Pha maceu ical P o essional is a
huge challenge. The s uden is equi ed o de elop a as and
complex ange o in ellec ual, isual and manual skills, as well
as o ake in o accoun la ge amoun s o ac ual in o ma ion,
and p ac ice echnical and echnological p ocedu es. Apa
om adi ional ex s, lec u es and sel -guided indi idual
lea ning, pha maceu ical educa o s a e encou aged o ind and
implemen ways o p omo e s uden ’s high o de hinking and
collabo a i e lea ning and o inc ease s uden s’ mo i a ion [1].
One way o achie ing hese objec i es is o complemen
adi ional lea ning me hods wi h he de elopmen and
implemen a ion o Case Based Lea ning (CBL), P oblem
Based Lea ning (PBL) o Simula ion Based T aining (SBT),
suppo ed in eal li e si ua ions. The inco po a ion o eal
p oblems in pha maceu ical educa ion is seen as an e o o
p epa e u u e heal h p o essionals o mee he challenging
demands o he p o ession, in pa icula , he p o ision o
quali y pa ien ca e. The ounda ions o his me hods can be
aced back o Dewey [2], an ea ly educa ional philosophe ,
who sugges ed ha s uden s should be p esen ed wi h eal li e
p oblems and hen helped o disco e he in o ma ion equi ed
o sol e hem. Fu he mo e, Dewey encou aged e lec ion as a
p ocess o p oblem sol ing. The au ho ecognized ha we can
“ e lec ” on a whole hos o hings in he sense o me ely
“ hinking abou ” hem, howe e , he a gues logical o analy ical
e lec ion can ake place only when he e is a eal p oblem o
be sol ed [3]. Some highe educa ion ins i u ions, as McMas e
Uni e si y, ecognized he impo ance o Dewey’s axiom o
medical educa ion, and c ea ed a cu iculum ha applied he
PBL app oach o each medical s uden s [4]. All me hods
ega ding eal p oblems s and in con as o a mo e adi ional
app oach o lea ning and ins uc ion. They p omo e lea ne -
cen e ed, small g oup, in e ac i e lea ning expe iences, ins ead
o la ge g oup, didac ic, eache -cen e ed ins uc ion.
P o esso s acili a e o u o , a he han lec u e. A cu iculum
ha p esen s such p oblem sol ing ac i i ies ends o igge
in e disciplina y lea ning oppo uni ies as opposed o
cu iculum con ained in discipline-based ex s and
p esen a ions [3]. As such, s uden s a e ee o pu sue
de e mined lea ning issues in con as o s uden s in mo e
adi ional cu iculum, who migh ocus on iden i ying wha
CISTI 2016 | 872
ma e ial he p o esso will include on he exam. A e
McMas e Uni e si y inno a i e echniques we e massi ely
di ulged, se e al medical and allied heal h science p og ams
made changes o hei cu iculum in o de o inco po a e one o
mo e aspec s o PBL, CBL o simila app oaches. A subs an ial
numbe o a icles discuss he implemen a ion o PBL me hods
in o he cu iculum, alongside wi h he necessa y measu es ha
we e aken o ca y ou his complex me hod, namely in Basic
Medical Sciences [5], Oph halmology [6], Public Heal h [7],
Respi a o y The apy [8], Nu sing [9][10] and Labo a o y
Medicine [11]. In he Pha macy ela ed subjec s, s udies ha e
been conduc ed in Pha macology [6]; The apeu ics [12];
Pha maceu ics [13] and Medicinal Chemis y [14]. In all
p e ious s udies, he p oblem is no con ined o one session.
No mally, he in o ma ion is p esen ed o he s uden s in ague
de ails (ill-s uc u ed p oblem) and hey a e esponsible o
gene a ing hypo heses, analyze da a and p opose a u u e
inqui y. The PBL sessions can s e ch o ime pe iods equal o
g ea e han one week, and pos -session wo k a ies acco ding
o he g oup’s in e es s in pu suing addi ional issues.
II. CASE BASED LEARNING
Case Based Lea ning is an educa ional pa adigm closely
ela ed o he PBL educa ional app oach. CBL’s main ai s
de i ed om PBL a e ha a “case” is used o s imula e and
suppo he acquisi ion o knowledge, skills, and a i udes. The
cases, place e en s in a con ex ha p omo es au hen ic
lea ning [15]. The undamen al di e ence is ha PBL equi es
no p io expe ience o unde s anding in he subjec ma e ,
whe eas CBL equi es he s uden s o ha e a deg ee o p io
knowledge.
Cases a e gene ally w i en as p oblems ha p o ide he
s uden wi h a backg ound o a pa ien o o he clinical
si ua ion. Suppo ing in o ma ion is gi en, such as la es
esea ch a icles, i al signs, symp oms, and labo a o y esul s.
CBL allows s uden s o de elop a collabo a i e, eam based
app oach o hei educa ion [16], and p omo es he
consolida ion and in eg a ion o lea ning ac i i ies [15], [17].
O he bene i s may include [15], [18]:
• de elopmen o in insic and ex insic mo i a ion;
• encou aging o sel -assessmen and c i ical hinking;
• allowing scien i ic inqui y and he de elopmen o
suppo p o ision o hei conclusions;
• in eg a ion o knowledge and p ac ice,
• de elopmen o lea ning skills.
The case-based o ma equi es s uden s o ecall p e iously
co e ed ma e ial o sol e clinical cases, which a e based on
clinical p ac ice [19]. As such, CBL is mo e suppo i e o he
lea ne han PBL, since s uden s in PBL a e expec ed o loca e
hei own esou ces, whe eas CBL gene ally p o ide esou ces
in he o m o backg ound in o ma ion o s uden s which helps
lowe he bu den. In o ma ion ega ding he implemen a ion o
Case Based lea ning in The apeu ics has been a p io i y in
ela ed esea ch [1], [20], [21].
III. BLENDED LEARNING
The p oli e a ion o esea ch on blended lea ning is
e i iable in he numbe o a icles and books published
annually. Howe e he de ini ion o a uni ied concep o
blended lea ning is no always easy, no only because he e a e
mul iple pe spec i es among au ho s, bu also by he linguis ic
peculia i ies o each language. The i s e e ences o he e m
came om he indus y (wi h an emphasis on li elong
lea ning), bu ecen ly, he ocus o blended lea ning has been
accen ua ed a highe educa ion le el [22]. In a ime whe e he
exis ing li e a u e on blended lea ning es ed mainly on issues
o "how o", o ien ed o indus y and se ices, au ho s like
Tho ne [23] o Be sin [24] p esen ed us de ini ions o blended
lea ning se ings, as classic aining p og ams (ins uc o -led)
supplemen ed wi h elec onic componen s (CD-ROM,
mul imedia echnologies, oicemail, email, anima ions and
s eaming). We mus emind ou sel es ha a his ime, he
main audience consis ed o manage s and en ep eneu s in he
indus ial and comme cial sec o , whose objec i e would be o
c ea e mo e e ec i e, as and cheape aining p og ams, o
li elong aining o employees. The e o e, mino conce n was
gi en o he de ini ion o e ms, and mo e emphasis was gi en
o p ac ical ques ions o "how can his help you business?
How o o ganize, implemen and e alua e a aining p og am o
his kind? ". The blended lea ning was p aised as an e ec i e
esponse, and ce ainly less expensi e, o he p oblems o
con inuing educa ion in he p i a e sec o .
In a mo e academic pe spec i e, Whi elock & Jel s [25]
sugges h ee di e en ypes o b-lea ning:
a) “The combina ion o adi ional lea ning wi h web-
based online app oaches;
b) The combina ion o media and ools employed in an
e-lea ning en i onmen ;
c) The combina ion o a numbe o pedagogic
app oaches, i espec i e o lea ning echnology use.”
In his sequence, D iscoll [26] makes a p oposal, wi h he
iden i ica ion o ou concep s:
a) “Combining o mixing web-based echnology o
accomplish an educa ional goal;
b) Combining pedagogical app oaches o p oduce an
op imal lea ning ou come wi h o wi hou ins uc ional
echnology;
c) Combining any o m o ins uc ional echnology wi h
ace- o- ace ins uc o led aining;
d) Combining ins uc ional echnology wi h ac ual
educa ional asks.”
In a di e en pe spec i e, Lencas e [27] deals wi h b-
lea ning, ocusing on he concep s o synch onous and
asynch onous. Acco ding o he au ho , synch onous momen s
occu simul aneously o all s akeholde s, ha is, all s uden s
ha e i ual access o he same in o ma ion (whe he ex ual,
isual o audi o y) a he same ime in e al, as i hey we e in a
class oom. In con as , asynch onous momen s ( o um, email
...), lea ning happens a di e en imes o each pa icipan ,
acco ding o he ime and a ailabili y o each s uden . Blended
lea ning will he e o consis in an mixed use o bo h
app oaches (synch onous and asynch onous) [27].
Ne e heless, he au ho sa egua ds, ha synch onous and
asynch onous communica ion should no be dis inguished by
embedded echnologies, bu by he goals.
Despi e he my iad o de ini ions, usually blended lea ning
is associa ed wi h he in eg a ed, e ec i e and sys ema ic
combina ion o i ual ac i i ies (usually suppo ed by a LMS),
combined wi h ace o ace in e ac ion, in o de o ake
ad an age o he bene i s p o ided by synch onous and
asynch onous lea ning si ua ions and con ex s[28]–[34]. In his
de ini ion, we do no epo he "ac ual ime" o i ual
ac i i ies, bu he e ec i e use o pedagogical po en ial
inhe en in each o hem, emphasizing he need o co ec
ins uc ional design [21], [22], [33] and sa egua ding he
po en ial o suppo a collabo a i e lea ning [35]–[37].
IV. CASE BASED LEARNING FOR THERAPEUTICS
To design he The apeu ics aining p og am we conside ed
educa ional goals, pedagogical models, s uden ’s
cha ac e is ics, s a egies and ins uc ional echnologies ha
bes i he expec a ions o he eache , he s uden and he
educa ional con ex , enabling g ea e e iciency o he p ocess
as a whole. As o ins uc ional model op ed o he MIPO
model - in eg a ion model by objec i es [38]. The e m
"in eg a ion by objec i es" ein o ces he impo ance he
in eg a ion o web echnologies in he educa ional con ex ,
suppo ed by he objec i es o lea ning se o he uni and o
he cou se. This app oach has he in en ion o ein o ce he
impo ance o lea ning objec i es in he design and
implemen a ion o online ac i i ies. Blended lea ning con en s
we e made exclusi ely wi h ee open access ools and
collabo a ion was mo i a ed by he use o o ums and digi al
po olios. A de ailed explana ion o he ins uc ion design, and
he s a egies o online collabo a ion and assessmen has been
discussed p e iously [16], [21], [39] and an example can be
iewed in able 1.
TABLE I. EXAMPLE OF A TOPICS, LEARNING OBJECTIVES AND
ASSESSMENTS STRATEGIES FOR THE BLENDED LEARNING APPROACH
Ch onic enous insu iciency ( T ea men and P e en ion)
Objec i es
Assessmen s S a egies
/Technologies used
Recognize he symp oms and signs o pa ien s
wi h ch onic enous insu iciency;
C osswo d puzzle /
Ho Po a oes
Iden i y isk ac o s o he de elopmen o
ch onic enous insu iciency
Quiz/Moodle
S uc u e pha macologic op ions a ailable o
he ea men o ch onic enous insu iciency
acco ding o he se e i y o he disease;
MindMap
/MindMeis e
Assess he he apy ins i u ed o con ol o
ch onic enous insu iciency;
e-po olio/Wikispaces
Recommend nonpha macological measu es
o con ol o ch onic enous insu iciency
e-po olio/Wikispaces
Build a da abase o scien i ic e idence on he
e ec i eness o eno opic d ugs
Zo e o Bibliog aphic
Managemen
Es abilish a dialogue wi h he pa ien in o de
o ansmi all impo an in o ma ion
Video/Audio
/Windows Mo ie
Make
V. METHODS
To de e mine he p ojec 's impac on s uden ’s pe o mance,
we de eloped a quasi-expe imen al s udy[40]–[42], du ing wo
academic yea s. Two di e en g oups o s uden s we e pa o
he expe imen . The i s g oup (n=54) was augh ace- o- ace.
The second g oup was augh in blended lea ning. Topics,
lea ning objec i es and p o esso s we e he same in bo h
g oups. Bo h g oups had classes o e a pe iod o 10 weeks. The
blended lea ning g oup had 2 ace o ace sessions. Final sco es
we e used in o de o make mo e objec i e compa isons.
Blended lea ning con en s we e made exclusi ely wi h ee
access au ho ing ools like Xe e© (The Xe e P ojec –
No ingham Uni e si y), TimeGlide © (Mnemog aph LLC),
VUVOX© (VUVOX Ne wo k, inc.), Toondoo© (Jamba , Inc.)
e P ezi© (P ezi Inc.). The selec ion o hese ools was based on
hei usabili y, he di e si y o media and ac i i ies allowed o
inco po a e and he aes he ic aspec o he inal esul . The
a icula ion o digi al con en wi h he lea ning objec i es,
eaching s a egies and subsequen assessmen echniques,
dese ed a p o ound a en ion, so ha as a whole i could
p o ide ele an and meaning ul lea ning expe ience The asks
associa ed wi h each clinical case we e p epa ed o s uden s o
engage wi h all hei knowledge, bu hese should no be
su icien o an immedia e esolu ion because, ha way, he e
would be no need o in e ac ion be ween colleagues, no
commi men o sea ch and disco e new in o ma ion ( see
"zone o p oximal de elopmen " [43]
VI. DATA ANALYSIS AND RESULTS
S uden ´s cha ac e is ics we e assessed p io o he
implemen a ion o he cou ses. Bo h g oups had a median age
o 19 yea s old, hey had ne e aken an online cou se be o e
and none o hem had p io expe ience wi h he opics being
co e ed. S uden s we e alloca ed in a ace o ace g oup (n=54)
and a blended lea ning g oup (n=56). To e i y ha he
quan i a i e a iables had a no mal dis ibu ion, we applied he
Kolmogo o -Smi no es (p = 0.578). We con inued s a is ical
analysis using Le ene's es o homogenei y o a iance
analysis (p = 0.832). Compa ing he alues o he Le ene es
wi h One Way ANOVA (Table II), i appea s ha wi h p <0.05
(p = 0.000), he e is a leas one di e ence be ween he g oups.
We p oceed wi h he applica ion o he -s uden es o
independen samples.
TABLE II. RESULTS RELATING TO NORMAL DISTRIBUTION AND
HOMOGENEITY OF VARIANCE.
ANOVA
Final
Assessmen
(Exam Sco es)
Sum o
Squa es
d
Mean
Squa e
F
Sig.
Be ween
G oups
19,211
1
19,211
24,039
,000
Wi hin G oups
86,308
108
,799
To al
105,519
109
CISTI 2016 | 873
ma e ial he p o esso will include on he exam. A e
McMas e Uni e si y inno a i e echniques we e massi ely
di ulged, se e al medical and allied heal h science p og ams
made changes o hei cu iculum in o de o inco po a e one o
mo e aspec s o PBL, CBL o simila app oaches. A subs an ial
numbe o a icles discuss he implemen a ion o PBL me hods
in o he cu iculum, alongside wi h he necessa y measu es ha
we e aken o ca y ou his complex me hod, namely in Basic
Medical Sciences [5], Oph halmology [6], Public Heal h [7],
Respi a o y The apy [8], Nu sing [9][10] and Labo a o y
Medicine [11]. In he Pha macy ela ed subjec s, s udies ha e
been conduc ed in Pha macology [6]; The apeu ics [12];
Pha maceu ics [13] and Medicinal Chemis y [14]. In all
p e ious s udies, he p oblem is no con ined o one session.
No mally, he in o ma ion is p esen ed o he s uden s in ague
de ails (ill-s uc u ed p oblem) and hey a e esponsible o
gene a ing hypo heses, analyze da a and p opose a u u e
inqui y. The PBL sessions can s e ch o ime pe iods equal o
g ea e han one week, and pos -session wo k a ies acco ding
o he g oup’s in e es s in pu suing addi ional issues.
II. CASE BASED LEARNING
Case Based Lea ning is an educa ional pa adigm closely
ela ed o he PBL educa ional app oach. CBL’s main ai s
de i ed om PBL a e ha a “case” is used o s imula e and
suppo he acquisi ion o knowledge, skills, and a i udes. The
cases, place e en s in a con ex ha p omo es au hen ic
lea ning [15]. The undamen al di e ence is ha PBL equi es
no p io expe ience o unde s anding in he subjec ma e ,
whe eas CBL equi es he s uden s o ha e a deg ee o p io
knowledge.
Cases a e gene ally w i en as p oblems ha p o ide he
s uden wi h a backg ound o a pa ien o o he clinical
si ua ion. Suppo ing in o ma ion is gi en, such as la es
esea ch a icles, i al signs, symp oms, and labo a o y esul s.
CBL allows s uden s o de elop a collabo a i e, eam based
app oach o hei educa ion [16], and p omo es he
consolida ion and in eg a ion o lea ning ac i i ies [15], [17].
O he bene i s may include [15], [18]:
• de elopmen o in insic and ex insic mo i a ion;
• encou aging o sel -assessmen and c i ical hinking;
• allowing scien i ic inqui y and he de elopmen o
suppo p o ision o hei conclusions;
• in eg a ion o knowledge and p ac ice,
• de elopmen o lea ning skills.
The case-based o ma equi es s uden s o ecall p e iously
co e ed ma e ial o sol e clinical cases, which a e based on
clinical p ac ice [19]. As such, CBL is mo e suppo i e o he
lea ne han PBL, since s uden s in PBL a e expec ed o loca e
hei own esou ces, whe eas CBL gene ally p o ide esou ces
in he o m o backg ound in o ma ion o s uden s which helps
lowe he bu den. In o ma ion ega ding he implemen a ion o
Case Based lea ning in The apeu ics has been a p io i y in
ela ed esea ch [1], [20], [21].
III. BLENDED LEARNING
The p oli e a ion o esea ch on blended lea ning is
e i iable in he numbe o a icles and books published
annually. Howe e he de ini ion o a uni ied concep o
blended lea ning is no always easy, no only because he e a e
mul iple pe spec i es among au ho s, bu also by he linguis ic
peculia i ies o each language. The i s e e ences o he e m
came om he indus y (wi h an emphasis on li elong
lea ning), bu ecen ly, he ocus o blended lea ning has been
accen ua ed a highe educa ion le el [22]. In a ime whe e he
exis ing li e a u e on blended lea ning es ed mainly on issues
o "how o", o ien ed o indus y and se ices, au ho s like
Tho ne [23] o Be sin [24] p esen ed us de ini ions o blended
lea ning se ings, as classic aining p og ams (ins uc o -led)
supplemen ed wi h elec onic componen s (CD-ROM,
mul imedia echnologies, oicemail, email, anima ions and
s eaming). We mus emind ou sel es ha a his ime, he
main audience consis ed o manage s and en ep eneu s in he
indus ial and comme cial sec o , whose objec i e would be o
c ea e mo e e ec i e, as and cheape aining p og ams, o
li elong aining o employees. The e o e, mino conce n was
gi en o he de ini ion o e ms, and mo e emphasis was gi en
o p ac ical ques ions o "how can his help you business?
How o o ganize, implemen and e alua e a aining p og am o
his kind? ". The blended lea ning was p aised as an e ec i e
esponse, and ce ainly less expensi e, o he p oblems o
con inuing educa ion in he p i a e sec o .
In a mo e academic pe spec i e, Whi elock & Jel s [25]
sugges h ee di e en ypes o b-lea ning:
a) “The combina ion o adi ional lea ning wi h web-
based online app oaches;
b) The combina ion o media and ools employed in an
e-lea ning en i onmen ;
c) The combina ion o a numbe o pedagogic
app oaches, i espec i e o lea ning echnology use.”
In his sequence, D iscoll [26] makes a p oposal, wi h he
iden i ica ion o ou concep s:
a) “Combining o mixing web-based echnology o
accomplish an educa ional goal;
b) Combining pedagogical app oaches o p oduce an
op imal lea ning ou come wi h o wi hou ins uc ional
echnology;
c) Combining any o m o ins uc ional echnology wi h
ace- o- ace ins uc o led aining;
d) Combining ins uc ional echnology wi h ac ual
educa ional asks.”
In a di e en pe spec i e, Lencas e [27] deals wi h b-
lea ning, ocusing on he concep s o synch onous and
asynch onous. Acco ding o he au ho , synch onous momen s
occu simul aneously o all s akeholde s, ha is, all s uden s
ha e i ual access o he same in o ma ion (whe he ex ual,
isual o audi o y) a he same ime in e al, as i hey we e in a
class oom. In con as , asynch onous momen s ( o um, email
...), lea ning happens a di e en imes o each pa icipan ,
acco ding o he ime and a ailabili y o each s uden . Blended
lea ning will he e o consis in an mixed use o bo h
app oaches (synch onous and asynch onous) [27].
Ne e heless, he au ho sa egua ds, ha synch onous and
asynch onous communica ion should no be dis inguished by
embedded echnologies, bu by he goals.
Despi e he my iad o de ini ions, usually blended lea ning
is associa ed wi h he in eg a ed, e ec i e and sys ema ic
combina ion o i ual ac i i ies (usually suppo ed by a LMS),
combined wi h ace o ace in e ac ion, in o de o ake
ad an age o he bene i s p o ided by synch onous and
asynch onous lea ning si ua ions and con ex s[28]–[34]. In his
de ini ion, we do no epo he "ac ual ime" o i ual
ac i i ies, bu he e ec i e use o pedagogical po en ial
inhe en in each o hem, emphasizing he need o co ec
ins uc ional design [21], [22], [33] and sa egua ding he
po en ial o suppo a collabo a i e lea ning [35]–[37].
IV. CASE BASED LEARNING FOR THERAPEUTICS
To design he The apeu ics aining p og am we conside ed
educa ional goals, pedagogical models, s uden ’s
cha ac e is ics, s a egies and ins uc ional echnologies ha
bes i he expec a ions o he eache , he s uden and he
educa ional con ex , enabling g ea e e iciency o he p ocess
as a whole. As o ins uc ional model op ed o he MIPO
model - in eg a ion model by objec i es [38]. The e m
"in eg a ion by objec i es" ein o ces he impo ance he
in eg a ion o web echnologies in he educa ional con ex ,
suppo ed by he objec i es o lea ning se o he uni and o
he cou se. This app oach has he in en ion o ein o ce he
impo ance o lea ning objec i es in he design and
implemen a ion o online ac i i ies. Blended lea ning con en s
we e made exclusi ely wi h ee open access ools and
collabo a ion was mo i a ed by he use o o ums and digi al
po olios. A de ailed explana ion o he ins uc ion design, and
he s a egies o online collabo a ion and assessmen has been
discussed p e iously [16], [21], [39] and an example can be
iewed in able 1.
TABLE I. EXAMPLE OF A TOPICS, LEARNING OBJECTIVES AND
ASSESSMENTS STRATEGIES FOR THE BLENDED LEARNING APPROACH
Ch onic enous insu iciency ( T ea men and P e en ion)
Objec i es
Assessmen s S a egies
/Technologies used
Recognize he symp oms and signs o pa ien s
wi h ch onic enous insu iciency;
C osswo d puzzle /
Ho Po a oes
Iden i y isk ac o s o he de elopmen o
ch onic enous insu iciency
Quiz/Moodle
S uc u e pha macologic op ions a ailable o
he ea men o ch onic enous insu iciency
acco ding o he se e i y o he disease;
MindMap
/MindMeis e
Assess he he apy ins i u ed o con ol o
ch onic enous insu iciency;
e-po olio/Wikispaces
Recommend nonpha macological measu es
o con ol o ch onic enous insu iciency
e-po olio/Wikispaces
Build a da abase o scien i ic e idence on he
e ec i eness o eno opic d ugs
Zo e o Bibliog aphic
Managemen
Es abilish a dialogue wi h he pa ien in o de
o ansmi all impo an in o ma ion
Video/Audio
/Windows Mo ie
Make
V. METHODS
To de e mine he p ojec 's impac on s uden ’s pe o mance,
we de eloped a quasi-expe imen al s udy[40]–[42], du ing wo
academic yea s. Two di e en g oups o s uden s we e pa o
he expe imen . The i s g oup (n=54) was augh ace- o- ace.
The second g oup was augh in blended lea ning. Topics,
lea ning objec i es and p o esso s we e he same in bo h
g oups. Bo h g oups had classes o e a pe iod o 10 weeks. The
blended lea ning g oup had 2 ace o ace sessions. Final sco es
we e used in o de o make mo e objec i e compa isons.
Blended lea ning con en s we e made exclusi ely wi h ee
access au ho ing ools like Xe e© (The Xe e P ojec –
No ingham Uni e si y), TimeGlide © (Mnemog aph LLC),
VUVOX© (VUVOX Ne wo k, inc.), Toondoo© (Jamba , Inc.)
e P ezi© (P ezi Inc.). The selec ion o hese ools was based on
hei usabili y, he di e si y o media and ac i i ies allowed o
inco po a e and he aes he ic aspec o he inal esul . The
a icula ion o digi al con en wi h he lea ning objec i es,
eaching s a egies and subsequen assessmen echniques,
dese ed a p o ound a en ion, so ha as a whole i could
p o ide ele an and meaning ul lea ning expe ience The asks
associa ed wi h each clinical case we e p epa ed o s uden s o
engage wi h all hei knowledge, bu hese should no be
su icien o an immedia e esolu ion because, ha way, he e
would be no need o in e ac ion be ween colleagues, no
commi men o sea ch and disco e new in o ma ion ( see
"zone o p oximal de elopmen " [43]
VI. DATA ANALYSIS AND RESULTS
S uden ´s cha ac e is ics we e assessed p io o he
implemen a ion o he cou ses. Bo h g oups had a median age
o 19 yea s old, hey had ne e aken an online cou se be o e
and none o hem had p io expe ience wi h he opics being
co e ed. S uden s we e alloca ed in a ace o ace g oup (n=54)
and a blended lea ning g oup (n=56). To e i y ha he
quan i a i e a iables had a no mal dis ibu ion, we applied he
Kolmogo o -Smi no es (p = 0.578). We con inued s a is ical
analysis using Le ene's es o homogenei y o a iance
analysis (p = 0.832). Compa ing he alues o he Le ene es
wi h One Way ANOVA (Table II), i appea s ha wi h p <0.05
(p = 0.000), he e is a leas one di e ence be ween he g oups.
We p oceed wi h he applica ion o he -s uden es o
independen samples.
TABLE II. RESULTS RELATING TO NORMAL DISTRIBUTION AND
HOMOGENEITY OF VARIANCE.
ANOVA
Final
Assessmen
(Exam Sco es)
Sum o
Squa es d Mean
Squa e F Sig.
Be ween
G oups 19,211 1 19,211 24,039 ,000
Wi hin G oups 86,308 108 ,799
To al 105,519 109

CISTI 2016 | 874
Since P = 0.000 (Table III), we can con i m ha he e a e
s a is ically signi ican di e ences be ween he Final Exam
Sco es om bo h g oups, being ha he b-lea ning g oup
achie ed highe sco es.
TABLE III. RESULTS FOR T-TEST FOR INDEPENDENT SAMPLES.
Independen Samples Tes
Le ene's Tes - es o Equali y o Means
F
Sig.
d
Sig. (2- ailed)
,045 ,832 -4,903 108 ,000
VI. DISCUSSION AND CONCLUSION
The exis ing li e a u e on blended lea ning o he eaching o
pha macy p o essionals is no ex ensi e, bu can al eady lead o
a compa a i e analysis wi h he s udy de eloped he e. A
simila expe imen was p esen ed by C ouch [44] on he
lea ning p ocess o ca dio ascula pha maco he apy in a
blended lea ning app oach. As in ou case, aining was
es ablished o e se e al weeks, and he e alua ion p ocess
ca ied ou wi h online quizzes (8) and a w i en e alua ion.
Fo y i e sessions we e scheduled. S uden s would ha e o
collabo a e in he online sessions and make speci ic
p esen a ions in he ace- o- ace sessions. Analyzing he ma ks
ob ained by s uden s in APPE examina ions (Ad ance
Pha macy P ac ice Expe ience), i appea s ha s uden s who
chose he blended lea ning me hodology eached highe alues.
S ill ega ding heal h p o essional’s educa ion, bu in
Respi a o y Ca e, S ickland [45] p oposed o analyze he
pe o mance o s uden s h ough hei inal g ade in class oom
aining and b-lea ning. Al hough he pe o mance o s uden s
in b-lea ning was highe , i was no s a is ically signi ican . I
should be men ioned ha his s udy e e ed only o a g oup o
14 s uden s, and is p obably one o i s bigges limi a ions. S ill
wi h s uden s o Pha macy and using a case based lea ning
app oach, Lapidus and colleagues [46] sough o es he
e ec i eness o blended lea ning app oach (compa ed o ace
o ace) in s uden pe o mance in e ms o capaci y o d ug
li e a u e e alua ion. Wi h an N o 909, s uden s we e di ided
in h ee di e en g oups, ha ing no signi ican di e ences we e
ound in e ms o he inal g ade o he cou se. Howe e , we
should sa egua d ha in his case he e was no inal
examina ion, assessmen consis ed o a se o
pape s/p esen a ions, and he e we e se e al eache s in ol ed
in he di e en g oups o s uden s, which in i sel can cause
a iabili y in he esul s. In a simila con ex , Suda and
colleagues [47] aimed o e alua e s uden pha macis
expe ience and academic pe o mance in he i s o e ing o a
d ug in o ma ion and li e a u e e alua ion cou se u ilizing a
blended lea ning app oach. Thei s a egy allowed o an
inc ease in ac i e lea ning sessions, highe cou se g ades, and
imp o emen in componen s o he cou se e alua ions.
Rega ding he e ec i eness o he use o b-lea ning, o he
lea ning p ocess o opics ela ed o Pha macy [44]–[48] o
o he heal h sciences he conclusions a e consis en [53]–[55].
In he ci ed cases, he aining was s uc u ed acco ding o a
p e-de ined pedagogical model, and s uden pe o mance was
measu ed acco ding o he ma ks ob ained in inal o quizzes
e iews. In all cases he e idence sugges s ha he blended
lea ning scheme is e ec i e in eaching u u e heal h
p o essionals.
Despi e he compelling da a ob ained om he li e a u e,
he main objec i e o his pape was no o p o e he
supe io i y o blended lea ning in he eaching o he apeu ics.
Much mo e impo an , is o demons a e ha hese ini ia i es
can be achie ed e ec i ely, ollowing p e-es ablished eaching
me hods and abo e all, does no nega i ely a ec s uden
pe o mance, as demons a ed. Mo eo e , we should no only
ocus on esul s and es s sco es, bu also p o ide new lea ning
en i onmen s and s a egies, and o p omo e he de elopmen
o new skills o lea n and collabo a e online, which may be
ele an in a ne wo ked knowledge socie y and in a con ex o
li elong lea ning. These aspec s a e impo an o hei
o ma i e cha ac e , and in ou unde s anding, in i sel al eady
jus i y his s udy.
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Since P = 0.000 (Table III), we can con i m ha he e a e
s a is ically signi ican di e ences be ween he Final Exam
Sco es om bo h g oups, being ha he b-lea ning g oup
achie ed highe sco es.
TABLE III. RESULTS FOR T-TEST FOR INDEPENDENT SAMPLES.
Independen Samples Tes
Le ene's Tes
- es o Equali y o Means
F
Sig.
d
Sig. (2- ailed)
,045
,832
-4,903
108
,000
VI. DISCUSSION AND CONCLUSION
The exis ing li e a u e on blended lea ning o he eaching o
pha macy p o essionals is no ex ensi e, bu can al eady lead o
a compa a i e analysis wi h he s udy de eloped he e. A
simila expe imen was p esen ed by C ouch [44] on he
lea ning p ocess o ca dio ascula pha maco he apy in a
blended lea ning app oach. As in ou case, aining was
es ablished o e se e al weeks, and he e alua ion p ocess
ca ied ou wi h online quizzes (8) and a w i en e alua ion.
Fo y i e sessions we e scheduled. S uden s would ha e o
collabo a e in he online sessions and make speci ic
p esen a ions in he ace- o- ace sessions. Analyzing he ma ks
ob ained by s uden s in APPE examina ions (Ad ance
Pha macy P ac ice Expe ience), i appea s ha s uden s who
chose he blended lea ning me hodology eached highe alues.
S ill ega ding heal h p o essional’s educa ion, bu in
Respi a o y Ca e, S ickland [45] p oposed o analyze he
pe o mance o s uden s h ough hei inal g ade in class oom
aining and b-lea ning. Al hough he pe o mance o s uden s
in b-lea ning was highe , i was no s a is ically signi ican . I
should be men ioned ha his s udy e e ed only o a g oup o
14 s uden s, and is p obably one o i s bigges limi a ions. S ill
wi h s uden s o Pha macy and using a case based lea ning
app oach, Lapidus and colleagues [46] sough o es he
e ec i eness o blended lea ning app oach (compa ed o ace
o ace) in s uden pe o mance in e ms o capaci y o d ug
li e a u e e alua ion. Wi h an N o 909, s uden s we e di ided
in h ee di e en g oups, ha ing no signi ican di e ences we e
ound in e ms o he inal g ade o he cou se. Howe e , we
should sa egua d ha in his case he e was no inal
examina ion, assessmen consis ed o a se o
pape s/p esen a ions, and he e we e se e al eache s in ol ed
in he di e en g oups o s uden s, which in i sel can cause
a iabili y in he esul s. In a simila con ex , Suda and
colleagues [47] aimed o e alua e s uden pha macis
expe ience and academic pe o mance in he i s o e ing o a
d ug in o ma ion and li e a u e e alua ion cou se u ilizing a
blended lea ning app oach. Thei s a egy allowed o an
inc ease in ac i e lea ning sessions, highe cou se g ades, and
imp o emen in componen s o he cou se e alua ions.
Rega ding he e ec i eness o he use o b-lea ning, o he
lea ning p ocess o opics ela ed o Pha macy [44]–[48] o
o he heal h sciences he conclusions a e consis en [53]–[55].
In he ci ed cases, he aining was s uc u ed acco ding o a
p e-de ined pedagogical model, and s uden pe o mance was
measu ed acco ding o he ma ks ob ained in inal o quizzes
e iews. In all cases he e idence sugges s ha he blended
lea ning scheme is e ec i e in eaching u u e heal h
p o essionals.
Despi e he compelling da a ob ained om he li e a u e,
he main objec i e o his pape was no o p o e he
supe io i y o blended lea ning in he eaching o he apeu ics.
Much mo e impo an , is o demons a e ha hese ini ia i es
can be achie ed e ec i ely, ollowing p e-es ablished eaching
me hods and abo e all, does no nega i ely a ec s uden
pe o mance, as demons a ed. Mo eo e , we should no only
ocus on esul s and es s sco es, bu also p o ide new lea ning
en i onmen s and s a egies, and o p omo e he de elopmen
o new skills o lea n and collabo a e online, which may be
ele an in a ne wo ked knowledge socie y and in a con ex o
li elong lea ning. These aspec s a e impo an o hei
o ma i e cha ac e , and in ou unde s anding, in i sel al eady
jus i y his s udy.
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Compu ado es, Po o, Po ugal
gd ui_ a e@ho mail.com, lp [email protected]
Paula Alexand a Rego e Ped o Miguel Mo ei a
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Poli écnico de Viana do Cas elo, Viana do Cas elo, Po ugal
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B ígida Mónica Fa ia
ESTSP/IPP - Escola Supe io de Tecnologia da Saúde do Po o, Ins i u o Poli écnico do Po o, Gaia, Po ugal
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INESC-TEC - Ins i u o de Engenha ia de Sis emas e Compu ado es, Tecnologia e Ciência, Po o, Po ugal
b @es sp.ipp.p
Resumo — Os Jogos Sé ios cons i uem uma e amen a ele an e
na á ea da eabili ação, con ibuindo pa a o aumen o da
mo i ação dos pacien es na ealização das a e as que compõem o
seu p og ama de ecupe ação. Na sequência do es udo de um
conjun o de ca a e ís icas que pe mi a ino a e melho a os
p ocessos de e apia cogni i a, o nando-os mais mo i ado es
pa a os pacien es, desen ol eu-se uma pla a o ma web compos a
po um conjun o de jogos que p ocu am in eg a as
ca ac e ís icas pensadas. Nes e a igo ap esen am-se os jogos
sé ios a ualmen e implemen ados como pa e da pla a o ma, bem
como os esul ados dos es es ealizados de o ma a a alia a sua
usabilidade e a a i idade. De o ma ge al, os pa icipan es
epo a am uma expe iência de jogo posi i a em elação a odos
os jogos, egis ando alo es mais al os nas e en es mul iplaye e
de compe ição. Espe a-se u u amen e ala ga os es es
ealizados a uma população com á ios ipos de limi ações.
Pala as Cha e - jogos sé ios; eabili ação; eabili ação
cogni i a; NUI; jogos.
Abs ac — Se ious Games a e an impo an ool in heal h
ehabili a ion, con ibu ing o inc ease he mo i a ion o pa ien s
in he comple ion o asks included in hei eco e y p og ams.
Following he s udy o he se o ea u es which can be used o
imp o e cogni i e he apy p ocesses, making hem mo e
mo i a ing o he pa ien s, we de elop a web pla o m composed
o a se o games ha seek o in eg a e he p oposed ea u es. In
his pape we p esen he se ious games cu en ly deployed in he
pla o m and he esul s o use es s pe o med in o de o
e alua e i s usabili y and a ac i eness. O e all, subjec s
epo ed a posi i e gaming expe ience o all he games,
egis e ing he highes alues in he mul iplaye and compe i ion
aspec s. We in end in he u u e o es he games on a popula ion
wi h a ious kinds o limi a ions.
Keywo ds – se ious games; ehabili a ion; cogni i e
ehabili a ion; NUI; games.
I. INTRODUÇÃO
A eabili ação é u ilizada em odo o mundo pa a de ol e a
independência àqueles que a pe de am, po ci cuns âncias da
ida. Os p ocessos de eabili ação seguem, po no ma,
p og amas de eino in ensi o, compos os po a e as
epe i i as e que se o nam monó onas pa a os pacien es [1].
To na-se des e modo impo an e o es udo e a c iação de
al e na i as aos p og amas de eabili ação con encionais, no
in ui o de melho apoia os pacien es no seu caminho de
ecupe ação. A in odução de jogos sé ios nes es p ocessos
pode aumen a o in e esse dos pacien es na ealização dos
exe cícios incluídos nos seus p og amas de eabili ação,
con ibuindo pa a o aumen o da sua mo i ação. A eabili ação
cogni i a, em pa icula , cons i ui uma á ea de aplicação onde
os jogos sé ios podem assumi um papel undamen al. Es a
o ma de e apia é aplicada a pessoas com algum dé ice
cogni i o, como pe da de memó ia, ou p oblemas de a enção.
Assim, nas e apias de eabili ação cogni i a, os jogos de em
se c iados endo em con a ca ac e ís icas que pe mi am não só
es imula e eina as unções cogni i as, como ambém
es imula e a ai a a enção dos pacien es. Em es udos p é ios
[2-5] e e uou-se uma e isão da li e a u a sob e o uso de Jogos