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Design centrado no ser humano em pedidos de medicação: uma abordagem digital à farmácia hospitalar

Abstract

A presente dissertação aborda a temática da inovação digital em Farmácia Hospitalar utilizando a metodologia design centrado no ser humano, a qual decorreu nos Serviços Farmacêuticos do Hospital da Senhora da Oliveira, Guimarães E.P.E. Os Serviços Farmacêuticos têm como principal função garantir uma disponibilidade adequada de medicamentos e produtos de saúde, funcionando como elo de ligação aos serviços clínicos. Com o conhecimento de que a inovação digital traz um aumento da qualidade do serviço tornando as atividades mais simples, estruturadas e seguras, resultando numa melhor eficácia nas operações trazendo não só resultados internos do serviço, mas também resultados conjuntos com outros serviços do hospital, o objetivo geral do estudo é promover a farmácia digital. A distribuição de medicamentos é o denominador comum e a face mais visível da atividade farmacêutica. Neste caso, o projeto é aplicado aos pedidos de medicação dos serviços de internamento em dose unitária. O circuito do medicamento atravessa várias classes profissionais, o que implica uma boa gestão nos procedimentos de modo a garantir a segurança dos doentes e que os recursos não sejam desperdiçados. Este projeto teve por base a metodologia de design centrado no ser humano, definida com uma abordagem criativa com foco nos utilizadores atendendo às suas necessidades e requisitos, dividida em três fases, inspiração, ideação e implementação. Esta metodologia teve recurso a métodos qualitativos de pesquisa, os quais foram os grupos de foco e observação de processos. Na totalidade foram realizadas três sessões de grupo de foco, que tiveram como propósitos, identificar causas e consequências, procurar soluções inovadoras e criar protótipos. Das várias ideias resultaram três protótipos e os respetivos potenciais benefícios para, de forma inovadora e digital, reduzir o problema estudado. A aplicação dos protótipos obriga a desenvolvimentos informáticos e investimentos financeiros, o que leva a algumas limitações neste estudo, contudo foram efetuadas recomendações e indicações práticas que apontam melhorar o processo de pedidos de medicação dos serviços de internamento em âmbito hospitalar.

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Design centrado no ser humano em pedidos de medicação: uma abordagem digital à farmácia hospitalar

Author: Alves, Sandra Catarina da Silva
Year: 2023
Source: https://repositorium.uminho.pt/bitstreams/bff8df3d-6b0d-4798-a8b2-1f1fd7a0d0ac/download
Uni e sidade do Minho
Escola de Economia e Ges ão
Sand a Ca a ina da Sil a Al es
Design Cen ado no Se Humano em pedidos de
medicação: uma abo dagem digi al à Fa mácia
Hospi ala
ab il de 2023
Design Cen ado no Se Humano em pedidos de medicação:
uma abo dagem digi al à Fa mácia Hospi ala
Sand a Ca a ina da Sil a Al es
UMinho | 2023
Uni e sidade do Minho
Escola de Economia e Ges ão
Sand a Ca a ina da Sil a Al es
Design Cen ado no Se Humano em pedidos de
medicação: uma abo dagem digi al à Fa mácia
Hospi ala
T abalho de P oje o
Mes ado em Ges ão de Unidades de Saúde
T abalho ealizado sob a o ien ação do
P o esso Dou o José An ónio De Almeida C ispim
ab il de 2023
ii
DIREITOS DE AUTOR E CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO DO TRABALHO POR TERCEIROS
Es e é um abalho académico que pode se u ilizado po e cei os desde que espei adas as eg as e
boas p á icas in e nacionalmen e acei es, no que conce ne aos di ei os de au o e di ei os conexos.
Assim, o p esen e abalho pode se u ilizado nos e mos p e is os na licença abaixo indicada.
Caso o u ilizado necessi e de pe missão pa a pode aze um uso do abalho em condições não
p e is as no licenciamen o indicado, de e á con ac a o au o , a a és do Reposi ó iUM da Uni e sidade
do Minho.
Licença concedida aos u ilizado es des e abalho
A ibuição-NãoCome cial-SemDe i ações
CC BY-NC-ND
h ps://c ea i ecommons.o g/licenses/by-nc-nd/4.0/
iii
AGRADECIMENTOS
Te minando es e caminho académico, que o ag adece ao meu o ien ado , p o esso José C ispim, pela
disponibilidade e ajuda desde o p imei o dia que o escolhi.
Ag adece aos pa icipan es do g upo de oco, po e em acei ado colabo a no p oje o e abdica do seu
empo pessoal pa a pa icipa nas sessões.
Ag adece aos colegas do mes ado pela pa ilha de conhecimen o e momen os de con í io.
Ag adece à minha amília e às pessoas que acompanham a minha ida.

i
DECLARAÇÃO DE INTEGRIDADE
Decla o e a uado com in eg idade na elabo ação do p esen e abalho académico e con i mo que não
eco i à p á ica de plágio nem a qualque o ma de u ilização inde ida ou alsi icação de in o mações ou
esul ados em nenhuma das e apas conducen e à sua elabo ação.
Mais decla o que conheço e que espei ei o Código de Condu a É ica da Uni e sidade do Minho.
Design Cen ado no Se Humano em pedidos de medicação: uma abo dagem digi al à Fa mácia
Hospi ala
RESUMO
A p esen e disse ação abo da a emá ica da ino ação digi al em Fa mácia Hospi ala u ilizando a
me odologia design cen ado no se humano, a qual deco eu nos Se iços Fa macêu icos do Hospi al
da Senho a da Oli ei a, Guima ães E.P.E. Os Se iços Fa macêu icos êm como p incipal unção ga an i
uma disponibilidade adequada de medicamen os e p odu os de saúde, uncionando como elo de ligação
aos se iços clínicos. Com o conhecimen o de que a ino ação digi al az um aumen o da qualidade do
se iço o nando as a i idades mais simples, es u u adas e segu as, esul ando numa melho e icácia
nas ope ações azendo não só esul ados in e nos do se iço, mas ambém esul ados conjun os com
ou os se iços do hospi al, o obje i o ge al do es udo é p omo e a a mácia digi al. A dis ibuição de
medicamen os é o denominado comum e a ace mais isí el da a i idade a macêu ica. Nes e caso, o
p oje o é aplicado aos pedidos de medicação dos se iços de in e namen o em dose uni á ia. O ci cui o
do medicamen o a a essa á ias classes p o issionais, o que implica uma boa ges ão nos p ocedimen os
de modo a ga an i a segu ança dos doen es e que os ecu sos não sejam despe diçados.
Es e p oje o e e po base a me odologia de design cen ado no se humano, de inida com uma
abo dagem c ia i a com oco nos u ilizado es a endendo às suas necessidades e equisi os, di idida em
ês ases, inspi ação, ideação e implemen ação. Es a me odologia e e ecu so a mé odos quali a i os
de pesquisa, os quais o am os g upos de oco e obse ação de p ocessos.
Na o alidade o am ealizadas ês sessões de g upo de oco, que i e am como p opósi os, iden i ica
causas e consequências, p ocu a soluções ino ado as e c ia p o ó ipos. Das á ias ideias esul a am
ês p o ó ipos e os espe i os po enciais bene ícios pa a, de o ma ino ado a e digi al, eduzi o p oblema
es udado.
A aplicação dos p o ó ipos ob iga a desen ol imen os in o má icos e in es imen os inancei os, o que
le a a algumas limi ações nes e es udo, con udo o am e e uadas ecomendações e indicações p á icas
que apon am melho a o p ocesso de pedidos de medicação dos se iços de in e namen o em âmbi o
hospi ala .
Pala as Cha e: Design Cen ado no Se Humano, Fa mácia Hospi ala , G upo de oco, Ino ação Digi al,
Pedido de medicação
i
Human Cen e ed Design in Medica ion O de ing: A Digi al App oach o Hospi al Pha macy
ABSTRACT
The ollowing disse a ion explo es he heme digi al inno a ion in Hospi al Pha macy using he
me hodology human cen e ed design, which ook place in he Pha maceu ical Se ices o he Hospi al da
Senho a da Oli ei a, Guima ães E.P.E. The main unc ion o he Pha maceu ical Se ices is o ensu e an
adequa e a ailabili y o medicines and heal h p oduc s, while also ac ing as a link be ween clinical
se ices. Wi h he unde s anding ha digi al inno a ion imp o es he se ice quali y by making ac i i ies
easie , mo e s uc u ed, and sa e , esul ing in be e e iciency in ope a ions b inging no only in e nal
se ice esul s, bu also coope a i e esul s wi h o he hospi al se ices, he o e all objec i e o he s udy
is o p omo e digi al pha macy. The dis ibu ion o medicines is he common denomina o and he mos
isible ace o he pha maceu ical ac i i y. In his speci ic con ex , he p ojec is applied o medica ion
eques s om he inpa ien se ices in uni dose o m. The medica ion ci cui in ol es se e al p o essional
classes, which equi es good managemen p ocedu es in o de o ensu e pa ien sa e y and p e en was e
o esou ces.
This p ojec was based on he me hodology o human cen ed design, de ined as a c ea i e app oach
ocusing on use s and hei needs and equi emen s, di ided in o h ee phases, inspi a ion, idea ion and
implemen a ion. This me hodology had ecou se o quali i e esea ch me hods, namely ocus g oups and
p ocess obse a ion.
Th ee ocus g oup sessions we e held in o al, wi h he pu pose o iden i ying causes and consequences,
explo ing inno a i e solu ions, and c ea ing p o o ypes. The a ious ideas esul ed in h ee p o o ypes and
he espec i e bene i s o educing he p oblem s udied in an inno a i e and digi al manne .
The applica ion o he p o o ypes equi es compu e de elopmen and inancial in es men , which leads
o some limi a ions in his s udy. Howe e , ecommenda ions and p ac ical indica ions we e made wi h a
iew o imp o e he medica ion eques p ocess in hospi al inpa ien se ices.
Keywo ds: Digi al Inno a ion, Focus G oup, Human Cen e ed Design, Hospi al Pha macy, Medica ion
O de ing
ii
ÍNDICE
Ag adecimen os .................................................................................................................................. iii
Resumo...............................................................................................................................................
Abs ac .............................................................................................................................................. i
Lis a de Figu as .................................................................................................................................. ix
Lis a de Tabelas .................................................................................................................................. x
Lis a de Ab e ia u as, Siglas e Ac ónimos ........................................................................................... xi
1. In odução .................................................................................................................................. 1
1.1 Con ex ualização da o ganização ............................................................................................ 2
1.1.1 Se iços Fa macêu icos - HSOG ......................................................................................... 2
1.2 Desc ição do p oblema ........................................................................................................... 3
2. Re isão da Li e a u a .................................................................................................................. 5
3. Me odologia .............................................................................................................................. 10
3.1 Design Cen ado no Se Humano ......................................................................................... 10
3.2 Aplicações do HCD ............................................................................................................... 11
3.3 Mé odos ............................................................................................................................... 13
3.3.1 G upos de oco ................................................................................................................ 13
3.3.2 Análise de con eúdo ........................................................................................................ 14
4. Resul ados e discussão ............................................................................................................. 15
4.1 P imei a ase - Inspi ação ..................................................................................................... 15
4.2 Segunda ase – Ideação ....................................................................................................... 21
4.3 Ap esen ação das soluções .................................................................................................. 27
4.3.1 C iação de um pe il AO .................................................................................................. 27
4.3.2 Seguimen o do pedido associado ao pe il do doen e ....................................................... 28
4.3.3 Resumo da medicação penden e ..................................................................................... 30
5. Conclusão ................................................................................................................................ 32
Re e ências bibliog á icas ................................................................................................................. 35
Apêndice I – A: Login do pe il AO ..................................................................................................... 37
Apêndice I – B: Acesso lis agem dos doen es .................................................................................... 38
Apêndice II – A: En e mei o - Pedido ex a ......................................................................................... 39
2
as espe i as análises e discussões; e po im, no capí ulo 5 ap esen am-se as conclusões, limi ações, e
ecomendações do p oje o.
1.1 Con ex ualização da o ganização
O Cen o Hospi ala do Al o A e, EPE, oi c iado pelo Dec e o-Lei nº 50-A/2007, de 28.02, po usão do
Hospi al da Senho a da Oli ei a, Guima ães, EPE, com o Hospi al de São José - Fa e.
O Dec e o-Lei nº 177/2015, de 25.08, eio al e a a denominação social no amen e pa a Hospi al da
Senho a da Oli ei a, Guima ães, EPE, ajus ando a denominação à ealidade subs an i a, deco en e da
de olução do Hospi al de São José Fa e à San a Casa da Mise icó dia em janei o de 2015, no âmbi o do
p ocesso de de olução dos hospi ais pe encen es às mise icó dias ge idos po es abelecimen os ou
se iços do Se iço Nacional de Saúde, ealizado nos e mos do Dec e o-Lei nº 138/2013, de 09.10.
O Hospi al da Senho a da Oli ei a, Guima ães, EPE (HSOG), com sede em Guima ães, p es a assis ência
di e a à população dos concelhos de Guima ães, Fa e, Cabecei as de Bas o e Vizela. A ua ainda como
e e ência pa a ou os concelhos, nomeadamen e Famalicão, Felguei as, Mondim de Bas o e Celo ico
de Bas o, em á eas especí icas, como a P oc iação Medicamen e Assis ida (PMA), o a amen o das
Doenças Lisossomais de Sob eca ga (DLS) e o P og ama de T a amen o Ci ú gico de Obesidade (PTCO),
em que é econhecido como e e ência de excelência pa a o no e do país.
1.1.1 Se iços Fa macêu icos - HSOG
Os Se iços Fa macêu icos são um ó gão de apoio écnico e clínico do ado de au onomia écnico-
cien í ica, com a p á ica cen alizada no doen e, e cons i uem uma impo an e es u u a écnica, com
esponsabilidade na seleção, aquisição, a mazenamen o, p odução, con olo de qualidade, in o mação
e dis ibuição de medicamen os. Os Se iços Fa macêu icos êm como esponsabilidade a ga an ia de
uma disponibilidade adequada de medicamen os e p odu os de saúde, uncionando como elo de ligação
aos se iços clínicos e de en e magem, endo como p incipal inalidade o bem-es a do doen e e a
p omoção de ganhos de e iciência e e icácia no meio e sis ema hospi ala es. As suas unções são na
dis ibuição em ambula ó io, dose uni á ia, clássica, ges ão das comp as e a mazém, ges ão de ensaios
clínicos, a maco ecnia em ci o óxicos, p odução de es é eis e não es é eis, acionamen o e
eembalagem de medicamen os. O seu papel baseia-se no p ocesso assis encial dos doen es a endidos
no hospi al, em egime de in e namen o, hospi al de dia ou de ambula ó io. No que espei a ao luxo de
medicamen os, p odu os a macêu icos e disposi i os médicos, desde a sua en ada no hospi al a é à
sua chegada ao doen e, há um ci cui o a unciona . Iniciando no cais da eceção, em luga ao

3
desempaco amen o, con e ência e picagem das encomendas, segue pa a a umação em a mazém em
locais comuns ou especí icos (câma a igo í ica e co e). A p epa ação de medicamen os passa pela
eembalagem ou ee ique agem. Há um local pa icula pa a a p epa ação de es é eis e não es é eis.
Po im, após concluída a p epa ação e seleção é dis ibuído po adicional, uni á ia e indi idual, e
ambula ó io. Nes e se iço labo am Assis en es Ope acionais (AO), Assis en es Técnicos, Técnicos
Supe io de Diagnós ico e Te apêu ica (TSDT) e Fa macêu icos.
1.2 Desc ição do p oblema
A dis ibuição de medicamen os é o denominado comum e a ace mais isí el da a i idade a macêu ica
em odas as ins i uições hospi ala es. São implemen ados em colabo ação com os se iços clínicos,
polí icas e p ocedimen os conducen es à acionalização da e apêu ica.(Hospi ala , 1999) A dis ibuição
de medicamen os é uma unção da a mácia hospi ala que, com me odologia e ci cui os p óp ios, o na
disponí el o medicamen o co e o, na quan idade e qualidade ce as, pa a cump imen o da p esc ição
médica p opos a pa a cada doen e.(Hospi ala , 1999)
O ci cui o do medicamen o em âmbi o hospi ala pe mi e ga an i que os doen es enham acesso à
e apêu ica ap op iada e semp e que necessá io, de o ma a consegui ganhos em saúde e melho ia de
qualidade de ida. No HSOG, o ci cui o do medicamen o, especi icamen e, em pedidos de medicação do
in e namen o em dose uni á ia, inicia pelo médico e e mina no en e mei o ( igu a 1).
Figu a 1 - Ci cui o do medicamen o
P esc ição
(Médico)
Fo malização do pedido
(En e mei o):
- papel
- GHAF
- chamada ele ónica
Receção/Validação
(Fa macêu ico)
P epa ação
(TSDT)
Recolha/T anspo e
(AO)
Receção/Validação
(En e mei o)
Adminis ação
(En e mei o)
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No dia-a-dia, aos se iços a macêu icos do HSOG chegam pedidos de medicação ei os pelos se iços
de in e namen o. Es es pedidos de medicação su gem po á ias azões, en ega do pedido no se iço
e ado, consumo ex a de de e minada medicação, queb a de medicação embalada em id o (ampolas),
oca de medicação en e doen es, u u a de s ock inespe ada, en e ou as. Os pedidos são ealizados
pela ia chamada ele ónica, po p og ama in o má ico GHAF (Ges ão Hospi ala de A mazém e
Fa mácia) ou em papel uni o mizado pa a o pedido. Nes e caso, os en e mei os são os esponsá eis
pela o malização dos pedidos. Os a macêu icos são quem ecebem esses pedidos e alidam as
medicações. Após a alidação do pedido, consoan e o ipo de medicação pedida, é dado a um TSDT ou
a um a macêu ico pa a p epa a a medicação na o ma de embalagem mais adequada. Concluída es a
ase é deixada a medicação num local ap op iado à ecolha dos pedidos ou en iada pelo sis ema de
ácuo. Pos e io men e, os pedidos são le an ados pelos AO dos se iços equisi an es. Es e p ocesso
deco e em á ias e apas, as quais não há um acompanhamen o do es ado do p ocesso do pedido po
pa e de odos os p o issionais en ol idos. Ge almen e, deslocações an ecipadas de AO’s aos SF
(Se iços Fa macêu icos) quando o pedido ainda não es á concluído pa a en ega, ele onemas
an ecipados de en e mei os em busca de in o mações ace ca do pedido ealizado, pedidos ealizados
em duplicado, são acon ecimen os eco en es aquando do deco e da p epa ação dos pedidos. Os
pedidos ealizados em duplicado acon ecem, ulga men e, quando o pedido é ei o po ele one ou em
papel anspo ado pelo AO a é aos SF. Nes es casos, como não há egis o da ealização desse pedido,
le a a um no o pedido de ou o p o issional de saúde (en e mei o). Consequen emen e, o ac o de não
ha e um acompanhamen o do es ado do p ocesso do pedido, le a a empos de espe a maio es dos AO
nos SF, o que esul a em despe dício de empo. As ligações ele ónicas desnecessá ias dos en e mei os
e pedidos duplicados e i a empo na assis ência en e magem no domínio dos cuidados de saúde.
Complemen ando, não há his ó ico do egis o de pedidos concluídos e acompanhamen o das e apas do
p ocesso, o que esul am num p oblema.
5
2. REVISÃO DA LITERATURA
Um dos g andes desa ios da ges ão de um hospi al é sabe como o ganiza a a mácia hospi ala de
modo a ga an i a segu ança dos doen es e que os ecu sos não sejam despe diçados. Te p ocessos
bem alinhados é um dos p imei os passos pa a o sucesso dos p ocedimen os, bem como o uso de
sis emas digi ais. A ecnologia digi al é esponsá el po o na as a i idades mais simples, es u u adas
e segu as, as in o mações passam den o do hospi al de manei a mais ágil e p ecisa, esul ando numa
melho e icácia nas ope ações. A cada dia a digi alização na saúde es á a ans o ma -se numa
e amen a es a égica, e olucionando globalmen e a saúde do doen e. É mui o impo an e ino a
pensando não apenas nos esul ados in e nos do se iço, mas ambém nos esul ados conjun os com
ou os se iços do hospi al. A maio pa e das ino ações são o esul ado de um abalho sis emá ico em
busca de ideias e opo unidades e a sua ans o mação em ealidades que acili am o abalho e o nam
o se iço da a mácia mais "ú il" no hospi al. As on ei as en e a a i idade dos se iços a macêu icos
e os es an es se iços do hospi al são um e eno é il pa a a ino ação.
Fa mácia digi al, em âmbi o hospi ala , de ine-se como o local que in eg a ecnologias ino ado as como
p on uá io e apêu ico ele ónico do doen e, p esc ição ele ónica de medicamen os, e i icação de
medicamen os do doen e in e nado po código de ba as, so wa es de logís ica de a mácia, so wa e de
análises de p esc ições com ale as de in e ações medicamen osas, en e ou os exemplos. (Valécio,
2021)
Ao longo dos anos, a a mácia hospi ala em e oluindo e inco po ando no as ecnologias de p ocessos,
in o mação e au omação.
Em Po ugal oi concebido e implemen ado em ês hospi ais o HAITooL, um sis ema de igilância em
empo eal e supo e à decisão clínica que in eg a isualizações de dados de pacien es, mic obiologia e
a mácia, acili ando a decisão clínica. O HAITooL moni o iza o uso de an ibió icos e as axas de bac é ias
esis en es a an ibió icos, pe mi indo a iden i icação p ecoce de su os. É uma e amen a de apoio à
decisão clínica que in eg a algo i mos baseados em e idências pa a apoia a p esc ição adequada de
an ibió icos. O HAITooL oi conside ado alioso pa a apoia a moni o ização de in eções esis en es a
an ibió icos e uma e amen a impo an e pa a a sus en abilidade do ASP (p og amas de adminis ação
de an ibió icos). (Simões e al., 2018)
6
Um es udo ealizado pelo g upo de pesquisa McGill Clinical & Heal h In o ma ics, equipa mul idisciplina
de c iado es de so wa e, in es igado es, doen es e p o issionais de saúde p oje a am uma solução de
so wa e, “Sma Abou Medica ions” (SAM) pa a capaci a doen es e cuidado es a ge i melho os seus
medicamen os no pós-al a hospi ala em colabo ação com os a macêu icos. (Má quez Fosse e al.,
2021) E ei os ad e sos, baixa adesão ao a amen o, esul an e em e os de p esc ição ou dispensa,
o e dose, al a de conhecimen o sob e medicamen os, o am as azões pa a a c iação des e es udo. O
es udo oi implemen ado no McGill Uni e si y Heal h Cen e (MUHC) um consó cio de 5 hospi ais
e ciá ios pa a c ianças e adul os. Os doen es hospi alizados o am a aliados pa a pa icipa no es udo
seguindo c i é ios de seleção. As en e is as o am ei as aos doen es an es da al a e oi aplicado um
ques ioná io após 2 semanas de uso da aplicação. Como limi ação oi econhecida a baixa adesão de
pa icipan es no p oje o, o que não pe mi iu o de ido eedback e aze a aliações de usabilidade. No
en an o conclui-se que a aplicação é u ilizá el, a acilidade de uso, a qualidade de saída e u ilidade o am
as qualidades no á eis apon adas pelos pa icipan es. (Má quez Fosse e al., 2021)
A ní el da dis ibuição de medicamen os, oi ealizado um es udo analisando os empos u ilizados na
colhei a dos pedidos de medicamen os numa a mácia hospi ala , a HUS Pha macy Meilah i, na
Finlândia. (Lyly e al., 2019) A a mácia hospi ala mudou a o ma como os medicamen os e am
sepa ados, da o ma adicional, imp imi o pedido em olha de papel, e oluiu pa a um mé odo ino ado ,
picking,En e p ise Digi al Assis an s (EDA), em a unção de econhece o medicamen o encomendado
com o auxílio da écnica de econhecimen o de código de ba as. Du an e 4 anos, es e mé odo oi usado
pa a analisa milha es de linhas de pedidos. Em esul ado, a compa ação do picking adicional e do
picking EDA, o uso do EDA eduziu o núme o de e os de picking e a elocidade de sepa ação de pedidos
oi mais ápida. Em conclusão, a a mácia hospi ala do HUS icou mui o sa is ei a com a no a écnica
de sepa ação de embalagens de medicamen os com uso de EDAs. (Lyly e al., 2019)
Em 2017, oi implemen ado no Hospi al de Cascais o p oje o Pha maT ac, um sis ema de as eabilidade
do medicamen o em odas as e apas do p ocesso.(Fa macêu icos, 2017) Aos doen es admi idos no
hospi al é-lhes colocada uma pulsei a com um código de ba as único (iden i icação do doen e) que
pe mi e aze um "closed loop" da medicação p esc i a e da adminis ada. Os médicos azem a
p esc ição online que é alidada pelo a macêu ico an es do en io de medicação e da adminis ação. No
momen o da adminis ação, o en e mei o lê o código de ba as da pulsei a do doen e, em que em
acesso à iden i icação do doen e, aos medicamen os a adminis a naquele ho á io, e às ale gias do
7
pacien e, e o código de ba as do medicamen o dá in o mação sob e a subs ância a i a, a dose, a o ma
a macêu ica, a alidade e o lo e, e ale a pa a pa âme os "como não es a p esc i o" ou a alidade
expi ada. Todos os medicamen os ececionados na a mácia são eembalados/e ique ados com um
código QR único que pe mi e a lei u a no momen o da adminis ação. A au oma ização de algumas ases
do p ocesso na a mácia pe mi i -nos-ia man e es e ní el ele ado de segu ança pa a o doen e com
diminuição da ca ga de abalho e e o associado, libe ando os p o issionais pa a ou as a e as. Es e
p oje o ino ado pe mi iu esul ados angí eis e in angí eis em e mos de e iciência, segu ança e
sa is ação do doen e: e os e i ados em mais de 5.000 doen es anualmen e, que se aduzem em ce ca
de 1,4milhões € de cus os e i ados; ap oximação en e ho a planeada/p esc i a e a ho a e e i a da
adminis ação do medicamen o em quase 10 minu os.(Fa macêu icos, 2017)
Um aumen o da digi alização da p esc ição, dis ibuição, adminis ação e ges ão do s ock de
medicamen os oco eu nas úl imas duas décadas.(C aswell e al., 2021) Com o obje i o de explo a as
es u u as, p ocessos e esul ados en ol idos na implemen ação de um sis ema de Dis ibuição
Au oma izada de Medicamen os, C aswell e al. (2021) aplica am o modelo Donabedian no es udo do
no o hospi al em Queensland, Aus ália. Ainda que, as unidades au oma izadas de dis ibuição de
medicamen os enham como obje i o da segu ança de al a qualidade e cen ada no doen e, a
implemen ação pode esul a em consequências não in encionais, le ando a esul ados abaixo do ideal.
Po an o, o am ei as en e is as semies u u adas a en e mei as e memb os da a mácia e, ainda
aplicada uma abo dagem de Análise Socio écnica In e a i a, que o nece de alhes sob e as elações en e
no as ecnologias de saúde, luxos de abalho, p o issionais de saúde e o ganizações. Os esul ados
o am ap esen ados nos ês domínios (es u u as, p ocessos e esul ados) e ca ego izados po emas.
Os esul ados indica am que a implemen ação de um sis ema au oma izado ag egou complexidade à
ges ão de mudanças du an e a abe u a do no o hospi al, no en an o, os memb os de en e magem e da
a mácia ica am sa is ei os com o sis ema, melho ou a adminis ação de medicamen os con olados, e
o acesso a medicamen os o a do s ock necessá ios o a do ho á io de expedien e.(C aswell e al., 2021)
Nos cuidados de saúde é exigido o conhecimen o de in o mações p ecisas de o ma a e i a e os de
medicação, e pa a al, é papel da a mácia hospi ala assumi e in o ma os cuidado es.(Daniel e al.,
2022) Essas ques ões podem se simples e edundan es, que podem se dadas em espos as
au oma izadas, de o ma a e i a as chamadas ele ónicas pa a a a mácia, que le a am a um núme o
c escen e de in e upções de a e as pa a os a macêu icos, sob e udo quando es as ques ões se

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o na am epe i i as. Nesse sen ido, ealizou-se um es udo pa a desen ol e , implemen a e a alia um
cha bo (assis en e i ual) pa a escla ece as dú idas de en e mei os sob e medicamen os, 24 ho as
po dia. Es e cha i ual con inha um banco de dados alidado pelos a macêu icos, implemen ado na
in ane do hospi al em que o necia espos as acessí eis e aplicadas à p á ica diá ia. O es udo con ou
com elemen os do Depa amen o de Ino ação e T ans o mação e um p es ado de se iços in o má icos,
que desen ol e am o cha bo , enquan o os a macêu icos hospi ala es sin e iza am as in o mações e
pe gun as mais equen es sob e medicamen os. O p oje o oi sujei o a es es em á ios se iços do
hospi al e os u ilizado es p eenche am um ques ioná io sob e a sua expe iência com o cha bo . Os
esul ados di a am que o cha bo é ápido, ácil de usa e es e icamen e ag adá el. Pa a os u ilizado es,
a sa is ação ge al e o desempenho o am conside ados bons e gos a iam de con inua a usa . Assim, a
solução de cha bo desen ol ida e implemen ada pa eceu se uma e amen a ú il e con iá el pa a
abo da as ques ões comuns elacionadas com medicamen os.(Daniel e al., 2022)
A implemen ação de sis emas obó icos em a mácias hospi ala es é um exemplo de ino ação digi al.
Um es udo oi ealizado na a mácia, no se iço de ambula ó io de um hospi al uni e si á io em Mad id
com o obje i o de iden i ica a equência de e os de dispensa de medicamen os an es e depois da
implemen ação de um obô de dispensa de embalagens, e analisa o impac o na ges ão de s ock e na
sa is ação dos colabo ado es.(Rod iguez-Gonzalez e al., 2019) O se iço de ambula ó io dá assis ência
a macêu ica e dispensa medicamen os especiais a mais de 10.000 doen es, ce ca de 200 p esc ições,
são a adas po dia. As p esc ições do ambula ó io são inse idas num sis ema in e no, a dispensa, po
código de ba as e a ges ão de s ock são manuais ei as pelos colabo ado es, sem uma e isão
sis emá ica po pa e do a macêu ico. Aquando da ins alação de duas máquinas, uma pa a
a mazenamen o de medicamen os em empe a u a ambien e e ou a pa a medicamen os de io, a
ligação en e o sis ema in e no e o so wa e do sis ema obó ico é um elemen o c ucial. Com o sis ema
obó ico, a dispensa oi baseada no econhecimen o do código de ba as pa a odas as embalagens,
a mazena alea o iamen e pa a maximiza a capacidade e en ega os medicamen os em 8 pon os
di e en es. Os dados dos e os de medicação o am ecolhidos po obse ação e analisadas po mé odos
quan i a i os es a ís icos. A análise da ges ão de s ock oi con olada po um conjun o de indicado es de
qualidade. Pa a a análise de sa is ação, oi ealizado um ques ioná io ans e sal e anónimo aplicado aos
colabo ado es. Com a ealização des e es udo con i mou-se uma baixa axa de e o na dispensa,
eliminação de e os na ges ão de s ocks, pa a além de ou os bene ícios, iden i icou-se um ele ado índice
de sa is ação do pessoal.(Rod iguez-Gonzalez e al., 2019)
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As conclusões des es au o es apon am pa a uma e olução ecnológica do se o , acompanhada com a
alo ização do p o issional de saúde. A ino ação digi al com o uso de no as e amen as minimiza ou
e i a e os que comp ome em a assis ência ao doen e e segu ança, desde o apoio à p esc ição,
capaci ação de doen es e cuidado es, as eabilidade do medicamen o, au oma ização, assis en es
i uais, en e ou os es udados.
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3. METODOLOGIA
3.1 Design Cen ado no Se Humano
O Human Cen e ed Design (HCD) é uma me odologia de c iação de soluções ajus adas, cen adas nas
pessoas, onde a pa icipação e a pa ilha são alo izadas e inco po adas. Es e pa adigma de design
undamen ado em compo amen os humanos, é baseado no uso de écnicas em que as pessoas
en ol idas comunicam, in e agem, empa izam e es imulam, ob endo uma comp eensão das suas
necessidades, desejos e expe iências. (Giacomin, 2014)
A ino ação em saúde em nomeado o p ocesso de HCD de ido a se uma me odologia que busca
conjuga concei os de di e sas ciências, cen ada na empa ia pelos desejos, necessidades e desa ios
dos u ilizado es inais, esul ando numa melho comp eensão do p oblema pa a o desen ol imen o de
soluções mais ab angen es e e icazes. (Hend icks e al., 2018).
Po conseguin e, o mé odo HCD é dis in o de ou as adicionais p á icas de design po que o oco na u al
das ques ões, insigh s e a i idades es á nas pessoas pa a qual o p odu o, sis ema ou se iço é aplicado.
(Giacomin, 2014)
O mé odo HCD es á desen ol ido em o no de ês ases que se des inam a se não sequenciais e
i e a i as, no en an o, eg a ge al seguem uma abo dagem passo a passo. (Hend icks e al., 2018)
Figu a 2 - P ocesso HCD
A p imei a ase é a mais impo an e e é conside ada a ase inspi ação. Es a ase em como obje i os,
empa iza com o u ilizado inal e os s akeholde s, comp eende e de ini as necessidades dos
s akeholde s, e iden i ica os po enciais desa ios e opo unidades. (Ideo.o g, 2015) No sen ido de p oje a
soluções ino ado as e ele an es, nes a ase, são u ilizadas me odologias sob e como abo da as pessoas
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nos seus p óp ios con ex os pa a en ende em p o undidade os seus p oblemas. (Ideo.o g, 2015) Os
mé odos quali a i os de pesquisa u ilizados são es udos de campo, en e is as indi iduais, en e is as
de g upo ocais, en e is as semies u u adas, ime são em con ex o, au o-documen ação, descobe a
guiada pela comunidade, en e is as com especialis as, obse ação de expe iências simila es em ou os
con ex os. (Ideo.o g, 2015)
A segunda ase é a ideação, conside ado um p ocesso in e mediá io de in e p e ação e sín ese de
in o mações. Tem como inalidade ob e o pon o de is a do u ilizado inal, c ia cen enas de soluções
em b ains o ms, p oje a e desen ol e p o ó ipos. (Ideo.o g, 2015) Es a é a pa e mais abs a a em que
eque il a e ans o ma necessidades conc e as dos indi íduos em insigh s mais ge ais sob e a
ealidade em opo unidades pa a o u u o. (Ideo.o g, 2015) Comple a-se com uma sequência de qua o
e apas: sín ese, b ains o m, p o ó ipo e eedback. (Ideo.o g, 2015) A sín ese consis e em ag ega , edi a
e condensa o que oi is o e ou ido na ase inspi ação. O b ains o m é um mé odo que pe mi e pensa
de o ma ab angen e e sem es ições, ge a mui as ideias pa a chega às que êm aplicação p á ica.
(Ideo.o g, 2015) P o ó ipos são e amen as pa a es a como o u ilizado in e age. A cons ução de
p o ó ipos pe mi e que as ideias se o nem angí eis e sejam a aliadas de o ma simples, ápida e com
baixos in es imen os, de o ma a acele a o desen ol imen o de soluções. É undamen al sabe a quais
pe gun as o p o ó ipo de e á esponde , de modo a imagina a p opos a de alo . Após c iados os
p o ó ipos, é momen o de ap esen a e solici a o eedback. Es a e apa en ol e os u u os u ilizado es
dando eedback, seja posi i o ou nega i o de e se egis ada oda a in o mação.
A implemen ação é a e cei a ase do p ocesso, pa a e ina e o imiza a solução. Du an e es a ase, em
in e ação com as an e io es, ainda são aplicados mais p o ó ipos e es es nas condições eais. A ase
implemen a e mina com a ealização das melho es ideias. (Hend icks e al., 2018)
3.2 Aplicações do HCD
Realizado em qua o hospi ais em Lond es, es e es udo combinou mé odos de pesquisa e design, pa a
explo a como a medicação é a mazenada nas en e ma ias do in e namen o e en ol e as pa es
in e essadas na adminis ação de medicamen os, pa a suge i mé odos de melho ia. (Wheele e al.,
2021) Vá ios p oblemas elacionados com o a mazenamen o de medicamen os o am iden i icados e
es ão amplamen e elacionados com a má ges ão do sis ema de á ias ins alações e p á icas de
a mazenamen o, bem como, com a al a de o ganização dos medicamen os den o de um único local de
a mazenamen o, os ca inhos de medicação. Os dados o am ecolhidos a a és de obse ações
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Es e esquema ad ém da pa icipação dos especialis as do g upo de oco, como s akeholde s, que
mani es a am as suas expe iências ela i amen e ao p oblema. O pedido de medicação ei o à a mácia
po papel como indica a igu a 3, oi um p ocedimen o mui o c i icado de ido às incon eniências que
causa. Mui os pedidos em papel e am en egues à a mácia pelo sis ema de ácuo ( igu a 5), pa a e i a
as deslocações de AO, an o pa a en ega, como pa a a ecolha do pedido. Toda ia, o sis ema não es á
ins alado em odos os se iços do hospi al e a capacidade da cápsula é limi ada, ce os medicamen os
de maio es dimensões não cabem, como exemplo, pomadas, ascos, so os, impondo mais deslocações
dos AO. O sis ema de ácuo não ab ange o piso 10 e o piso 11, que são pisos com mui as especialidades
médicas e pa icula idades, o piso 11 em se e especialidades e o piso 10 em as medicinas in e nas
com mui as al e ações e apêu icas, o que le a a uma ca ga maio de pedidos de medicação à a mácia.
Figu a 5 - Sis ema de ácuo
A abela 2 mos a as p incipais in e enções oco idas na p imei a sessão do g upo de oco.

19
Tabela 2 - G upo oco 1
CAUSAS
P o issionais
en ol idos
Al e ações da p esc ição
e apêu ica cons an emen e
Médicos
En e mei os
Fa macêu icos
Pa icipan e 7: “a p esc ição es á cons an emen e a se ei a, seja em medicamen os em con ex o u gen e
ou medicamen os de o ina.”
Pedidos acumulados do
in e namen o no u no
En e mei os
AO
Pa icipan e 5 expôs que “há um s ock eduzido e di ecionado p esen e no se iço, os pedidos de
medicação icam acumulados pa a a manhã seguin e e pe de-se o con olo da medicação que oi pedida
e se es a oi en egue.”
A umação da medicação
em local incoe en e
En e mei os
AO
Fa macêu icos
TSDT
Pa icipan e 7: “Mui as chamadas de pedidos de medicação su gem po que a umam o pedido em sí io
incoe en e, e, po conseguin e, os p o issionais andam à p ocu a da medicação, não encon am e ol am
a pedi .”
Anulação da úl ima oma
po suspensão do
medicamen o pelo GHAF
En e mei os
Fa macêu icos
Pa icipan e 1: “A medicação é p epa ada pa a 24 ho as, se um médico coloca a da a de suspensão de
um de e minado medicamen o, o GHAF anula a úl ima oma.” “É uma das queixas dos en e mei os que
implica um no o pedido ex a de medicação.”
Desen ol imen o de
necessidades pelo ST+I
Médicos
En e mei os
AO
Fa macêu icos
TSDT
Pa icipan e 7: “ o am ei os pedidos há á ios anos pa a o desen ol imen o das necessidades pelo ST+I.”
Ce as uncionalidades o am de e adas no GHAF que ainda se espe a a esolução dessas necessidades,
o que p o oca o a aso de melho ia da si uação dos pedidos.”
PEDIDOS EM PAPEL
Pe da de empo na esc i a e
colocação de inhe a
En e mei os
AO
Pa icipan e 2: um p oblema adjacen e aos pedidos de medicação. “No se iço onde eu abalho azemos
imensos pedidos po papel uni o mizado, pe demos mui o empo a esc e e e a i a inhe as dos doen es”.
Pa icipan e 5: “a complexidade dos doen es aumen ou nos úl imos anos, cada ez são mais polimedicados
e polissin omá icos, na qual há necessidade de mais empo pa a p es ação de cuidados, é di ícil e empo
pa a abalha as aplicações in o má icas que são complexas, não uncionais e não in ui i as, e po es as
azões os pedidos são ei os em papel, são en egues aos mensagei os, que po ezes, são dados como
pe didos esses pedidos de medicação.”
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In o mação incomple a
En e mei os
Fa macêu icos
Pa icipan es 1 e 7 ale a am que “mui as ezes a in o mação es á incomple a, não em com o nome ou
cama do doen e e o se iço a que pe encem.”
In o mação não ansmi ida
na passagem de u no
En e mei os
Pa icipan e 2 ac escen ou que “na passagem do u no po ezes há esquecimen o de passa a in o mação
dos pedidos que o am ei os po papel e se o pelo GHAF es á semp e a in o mação p esen e pa a os
en e mei os do u no seguin e.”
PROBLEMAS/CONSEQUÊNCIAS PRIMÁRIAS
- Deslocações an ecipadas
- Longos empos de espe a
dos na a mácia
AO
Pa icipan e 4: “os AO são en iados pa a a a mácia, po ezes, sem ainda e sido ei o o pedido ou o
pedido es a concluído pa a en ega, o que esul a em mui o empo de espe a. Em alguns casos, os AO
ão aze ou as a e as e eg essam mais a de à a mácia pa a le an a o pedido, de al modo implica
mais deslocações da sua pa e.”
- Pedidos duplicados
- Inexis ência de his ó ico de
pedidos pa a consul a
pos e io
- Tele onemas
an ecipados/desnecessá ios
dos en e mei os
En e mei os
AO
Fa macêu icos
TSDT
Pa icipan e 7 e e iu que mui os pedidos são duplicados po que “às ezes o pedido ainda não chegou ao
se iço e já es ão a pedi no amen e o mesmo medicamen o.” “O ac o de não ha e his ó ico e egis o da
ealização do pedido p omo e a que en e mei os di e en es açam o mesmo pedido.”
Pa icipan e 7 ainda ac escen ou “ ecebo cen enas de ele onemas a pe gun a se a medicação já subiu,
a pedi medicação que já oi en iada”.
- Ho a de chegada da
medicação inde inida
- A asos na oma de
medicação no empo ú il
En e mei os
AO
Pa icipan e 5: “a ho a de chegada da medicação ao se iço é uma incógni a. Como não há o
acompanhamen o do es ado do pedido, a ho a de eceção da medicação é a iá el, o que az acon ece
a asos nas omas de medicação no empo ú il ao doen e, pois acon ece com equência os pedidos
es a em p on os pa a le an amen o, an o que os AO não em ecolhe e os pedidos icam ho as
es agnados na a mácia.”
CONSEQUÊNCIAS SECUNDÁRIAS
- Pe da de empo
- Implicação de de olução
- In luência nos s ocks
En e mei os
AO
Fa macêu icos
TSDT
Pa a os a macêu icos e TSDT há pe da de empo em de e minadas a e as duplicadas, nos en e mei os
há pe da de empo nos ele onemas, na ealização de pedidos em papel e pedidos duplicados, os AO
pe dem empo nas mui as deslocações que azem. Pedidos duplicados sucedem a de oluções da
medicação pa a o TSDT no dia seguin e, como ambém, pode a e a a ges ão dos s ocks ei a pelos
a macêu icos.
21
4.2 Segunda ase – Ideação
No seguimen o do mé odo HCD, passou-se à segunda ase, a ideação. Es a ase e e como supo e a
segunda e a e cei a sessão de g upo de oco. A segunda sessão e e como obje i o a c iação de ideias
de soluções pa a minimiza o p oblema, e a e cei a sessão e e o p opósi o de ap esen a e discu i os
p o ó ipos e os seus po enciais bene ícios.
A segunda sessão de g upo de oco ealizou-se no dia 12 de dezemb o de 2022 pelas 21:30H, u ilizando
a mesma hipe ligação pa a a sessão an e io e deco eu du an e 51 minu os. De al modo, na segunda
sessão o g upo começou po alida o esquema ( igu a 4) que esul ou da sessão an e io . Após a sín ese
de in o mações da ase inspi ação, p e iamen e ag egada, edi ada e condensada pelo in es igado , oi
dada abe a a discussão em que os pa icipan es o am dando ideias de soluções pa a eduzi ou elimina
os p oblemas. O b ains o m pe mi iu pensa de o ma ab angen e e sem es ições, ge a mui as ideias
pa a chega às que êm aplicação p á ica. Du an e a discussão, os pa icipan es idealiza am uma
p ojeção de p o ó ipos pa a adequa a quais pe gun as os p o ó ipos de em esponde . A abela 3 é o
esul ado das ideias, sejam es as com adesão à ino ação digi al, al como se p e endia como obje i o
p incipal do p oje o, ou ideias unicamen e de e isão de p ocessos. Da discussão esul ou a ideia da
implemen ação nos se iços de in e namen o, da máquina de dispensa semi-au omá ica de
medicamen os (A hos), igu a 6, que é uma solução que se encon a em p á ica no se iço de u gência.
A máquina pe mi e e um s ock maio e pe sonalizado, uma dis ibuição de o ma melho ada, diminui
e os de medicação, acili a o con olo de s ocks e possibili a a acionalização de pedidos. No en an o,
além de aze mui os bene ícios aos se iços de in e namen o, não oi ins alada de ido ao cus o
inancei o ele ado.
Figu a 6 - A hos
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Tabela 3 - G upo oco 2
IDEIAS DE SOLUÇÕES
P o issionais
en ol idos
Uni o mização do ho á io das
omas
En e mei os
AO
Fa macêu icos
TSDT
Pa icipan e 7 alou num abalho de uni o mização do ho á io das omas se ans e sal a odo o hospi al,
o que le a ia à ag egação de pedidos.
De inição de ho a de
le an amen o dos pedidos
AO
Pa icipan e 3: “como se iam ag upados os pedidos po ho á ios das omas, assim uma de inição de ho a
de le an amen o dos pedidos e a uma mais- alia pa a a edução das deslocações.”
Resumo da medicação
penden e
En e mei os
AO
Fa macêu icos
TSDT
Pa icipan e 5 ac escen ou a ideia de “no inal de cada u no, expo a um esumo da medicação penden e
pa a en ega ao mensagei o, se p epa ada a é de e minada ho a e pos e io en ega da mesma.”
Timing limi e pa a e isões
e apêu icas
Médicos
En e mei os
AO
Fa macêu icos
TSDT
Pa icipan e 5: Mais uma o ma de minimiza os pedidos cons an es, “implemen a um iming limi e pa a
e isões e apêu icas, de ini uma ho a pa a a obse ação diá ia do doen e, exce o nas e apêu icas de
eme gência.”
Seguimen o do pedido
associado ao pe il do doen e
En e mei os
Fa macêu icos
TSDT
Pa icipan e 2: O seguimen o do pedido es a associado ao pe il do doen e, pois e e iu que “a medicação
pedida pode não se adminis ada pelo mesmo en e mei o que ez o pedido”, po an o es a a in o mação
do pedido disponí el a odos os en e mei os.
C iação de um pe il AO
AO
Pa icipan e 6: “a c iação de um pe il AO no GHAF pa a acompanhamen o do es ado dos pedidos, de
o ma os AO sabe em quando podem i à a mácia le an a .”
Máquina de dispensa semi-
au omá ica de medicamen os
(A hos)
Médicos
En e mei os
AO
Fa macêu icos
TSDT
Pa icipan e 7: “São como a mazéns a ançados au oma izados, já acon ece na u gência, implica um
in es imen o mui o g ande. Pe mi e ao en e mei o e acesso a maio s ock, é con olado e debi ado po
doen e, é alocado ao doen e. As omas ex a e am esol idas a a és des e mecanismo.”
Pa icipan e 1: “Há menos despe dícios e gas os, pois só e i am o medicamen o alocado ao doen e.”
23
Pa icipan e 7: “Re i am po p esc ição, e ica udo egis ado. Se oi e i ado é po que não ize am pedido,
o am omas ex a que não i e am de pedi . O sis ema emi e uma lis a daquilo que é necessá io epo
nesse a mazém a ançado. É mais comple o, pe mi e e medicação mais di e enciada.”
Sis ema de ácuo comple o
En e mei os
AO
Fa macêu icos
Pa icipan e 7: “Coloca ácuo em odos os pisos que al am, diminuía as deslocações dos AO e os
pedidos que êm em papel pelo ácuo.”
Acesso às lis as dos s ocks dos
se iços
En e mei os
Fa macêu icos
Pa icipan e 2: “No GHAF, o pe il do en e mei o e acesso às lis as dos s ocks dos se iços pa a p ocu a
o medicamen o que p ecisamos e pedi di e amen e ao se iço que em, acili a a a p ocu a e e i a a
chamadas pa a a a mácia e pa a o a macêu ico de p e enção.”
Sis ema de a mazém a ançado
nos s ocks dos se iços
En e mei os
Fa macêu icos
TSDT
Pa icipan e 3: “os módulos dos se iços coloca em sis ema de a mazém a ançado, apesa de não ha e
acesso pa a odos, podia-se c ia um módulo só de consul a pa a o P el-En e magem, e não pe mi i a
ges ão e al e ação do a mazém a ançado.”
Excel de omas ex a
En e mei os
AO
Fa macêu icos
TSDT
Pa icipan e 3: “c ia um ichei o Excel com os pedidos das omas ex a, com as e apas dos pedidos,
numa pas a pa ilhada, ac escen ando a sinalé ica se o pedido oi en iado po ácuo ou es á pa a
le an amen o na a mácia.”

24
Median e as ideias esul an es, passou-se à cons ução de p o ó ipos que êm aplicação ao ní el da
ino ação digi al. A unilou-se as ideias, o am escolhidas ês pa a ap esen a ao g upo, pois de ido ao
empo impos o do p oje o, a u ilidade écnica e os cus os inancei os, não oi possí el conc e iza odos
os p o ó ipos. Os p o ó ipos êm o seu núcleo no GHAF, apon am a ingi essencialmen e, simpli icação
e o imização de p ocessos dos p o issionais clínicos, acionalização e obje i idade dos cus os associados,
igo , as eabilidade e con olo e e i o de odo o ci cui o do medicamen o, inc emen o da segu ança
clínica pa a o doen e, c ia in e ope abilidade in e na en e os á ios sis emas pe i é icos do sis ema
GHAF.
P ocu ou-se analisa e obse a di e amen e o p ocesso do pedido de medicação na pa e dos
en e mei os e dos a macêu icos, jun o deles nos seus pe is do GHAF pa a, na cons ução dos p o ó ipos
sa is aze ao máximo as suas necessidades. Es a pa e eque ans o ma as necessidades conc e as
dos s akeholde s, de modo a da espos a à ealidade.
Pa a comple a as e apas p o ó ipo e eedback da segunda ase, ealizou-se a e cei a sessão no dia 24
de janei o de 2023 pelas 21:00H. Es a sessão con ou com a du ação de 63 minu os. Con o me ge adas
mui as ideias na úl ima sessão, o am ap esen ados os p o ó ipos das ideias com aplicação p á ica em
ino ação digi al. O in es igado pa ilhou a ela de ec ã e após demons ação, solici ou eedback aos
pa icipan es, que o am dando suges ões de melho ia e ac escen a am al e ações em alguns de alhes,
de o ma a acili a a p á ica dos u u os u ilizado es. Ap esen a am-se os p o ó ipos: c iação de um pe il
AO, seguimen o do pedido associado ao pe il do doen e e esumo da medicação penden e. A abela 4
esume os p incipais comen á ios oco idos que me ece am oda a a enção, pa a melho a e po encia
os p o ó ipos já elabo ados. Pa a conclusão da sessão, oi ei a a lei u a dos bene ícios po enciais
p e iamen e edigidos e espe i a discussão, cujas in e enções dos pa icipan es se encon am incluídas
na abela 4.
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Tabela 4 - G upo oco 3
PROTÓTIPOS
P o issionais
en ol idos
C iação de um
pe il AO
AO
Pa icipan e 3: “pa a o caso de se um mensagei o a ecolhe o pedido, no pe il c ia um sepa ado com os doen es
com pedidos pa a acili a a p ocu a. E uma sinalização de pedido p on o mais isual, em ez de anda a clica um
a um em cima do doen e, no caso pa a um AO especí ico de um se iço.”
Pa icipan e 5: “os AO ecebe em mensagem no elemó el indicando que a medicação es á p on a pa a le an a .”
Pa icipan e 3: ac escen ou a c iação de uma o a pa a mensagei os, “ is o que eles andam de lado pa a lado e nem
semp e ci culam jun o a compu ado es pa a consul a os pedidos”.
Pa icipan e 7: “em hospi al de dia, em casos de omas ex a de doen es não agendados, se possí el aplica es e
mesmo p o ó ipo, pois nes e caso os AO azem mui as deslocações.”
Seguimen o do
pedido associado
ao pe il do doen e
Médicos
En e mei os
AO
Fa macêu icos
TSDT
Pa icipan e 7: “pa a não es a a ab i os se iços odos um a um, de ia ha e um ale a à di ei a dos se iços na
coluna “especialidades” pa a sabe mais acilmen e os que êm pedido.”
Pa icipan e 3: “c ia um il o ou sepa ado com os doen es que êm pedidos à a mácia, pa a acili a a consul a e
se mais ápido”.
Pa icipan e 2: “no pe il en e mei o há uma opção de á ias lis as, pode-se c ia uma lis a pa a os doen es com
pedidos à a mácia”.
Pa icipan e 7: “esse sepa ado dos pedidos pode e só os doen es de um único se iço ou de odos os se iços, dá
pa a seleciona de uma opção ou ou a”.
Pa icipan e 3: “no sepa ado c iado, ao imp imi a e ique a do doen e assumi a p epa ação do pedido”.
Pa icipan e 2: “Podia se possí el os médicos e em acesso aos pedidos, pa a não anda em a ás dos en e mei os
a ques iona a azão de não e sido adminis ada a medicação. Nas si uações em que de e minado medicamen o
não exis e no s ock do se iço, no a o da p esc ição ao doen e, o médico aze o pedido di e amen e à a mácia,
sabendo an ecipadamen e que esse medicamen o não exis e no se iço.”
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Resumo da
medicação
penden e
En e mei os
AO
Fa macêu icos
TSDT
Pa icipan e 1: “como o en e mei o sabe que a medicação não oi dada? Se a as a a oma pa a uma ho a do u no
seguin e, o p óximo en e mei o como sabe se oi pedido? De e ha e um a iso que a medicação não oi dada.”
Pa icipan e 5 deu a ideia de coloca no campo da ho a da oma o a iso “adia ” ou “p o ela ”.
Pa icipan e 2: “clica com bo ão di ei o do a o em cima do medicamen o apa ece a opção “adiciona à lis a
medicação penden e” e no im de cada u no o esponsá el emi e a lis a e en ia pa a a a mácia. Assim é ansmi ida
na passagem de u no que oi pedida essa lis a.”
BENEFÍCIOS
POTENCIAIS
P o issionais
en ol idos
Desma e ialização
Médicos
En e mei os
AO
Fa macêu icos
TSDT
Pa icipan e 5: ac escen ou a desma e ialização como um bene ício. O p o ó ipo do esumo da medicação penden e
“é mais pa a con olo da medicação po u no, mais em pa icula pa a con olo da lis agem da pa e dos
en e mei os.”
27
4.3 Ap esen ação das soluções
Nes e capí ulo es ão expos os os p o ó ipos com ex o de alhado e imagem ep esen a i a dos mesmos
nos apêndices, com a legenda dos símbolos. A lis a dos bene ícios po enciais se á mos ada mais
adian e, seguidamen e aos p o ó ipos. Os apêndices I são e e en es ao p o ó ipo “C iação de um pe il
AO”, os apêndices II pe encem ao p o ó ipo “seguimen o do pedido associado ao pe il do doen e” e,
os apêndices III são pa a o p o ó ipo “ esumo da medicação penden e”.
4.3.1 C iação de um pe il AO
Todos os p o issionais êm acesso ao GHAF a a és de login e passwo d indi iduais, com acesso apenas
a de e minados dados, median e a de inição de pe is de u ilizado es, de aco do com as necessidades
de cada classe p o issional. A c iação do pe il pa a os assis en es ope acionais de cada se iço do
in e namen o pe mi e segui odo o pe cu so dos pedidos, con ola a localização do pedido e con i ma
o anspo e. O apêndice I - A demons a a página inicial do GHAF, onde se inicia o login a a és do nº
mecanog á ico e espe i a senha. No apêndice I - B es á disponibilizado o acesso à lis agem dos doen es
de cada se iço do hospi al, ao clica no campo “Seleciona ” do cabeçalho. Ao acede ao se iço que o
AO ep esen a, su ge a lis a dos doen es e o símbolo na coluna “A isos” pa a indica quais são os
pedidos ealizados pela en e magem e que se encon am em cu so. O cí culo e de ep esen a que o
pedido es á p on o a se le an ado na a mácia. O clique no símbolo pe mi e e a janela com as
e apas do acompanhamen o do p ocesso, e podem p eenche na coluna “T anspo e” quando ecolhem
o pedido ( igu a 7). O sepa ado “Pedidos ex a” il a odos os doen es do in e namen o que êm pedidos
de medicação, pa a acili a a consul a do AO mensagei o. Pa a comple a a ino ação, se ia mui o
an ajoso pa a o AO mensagei o ecebe uma mensagem no elemó el com o a iso de medicação p on a
a le an a .
Figu a 7 - Acompanhamen o do pedido
34
in e ope abilidade, a cen alidade no doen e e acilidade de u ilização são os a o es essenciais pa a que
o sis ema uncione e que p opo cione a adoção de soluções digi ais em saúde.
Nes e sen ido, ainda que cada o ganização de saúde seja única e dis in a, e, po an o, de a desen ol e
uma abo dagem pe sonalizada que seja adequada às suas necessidades e ci cuns âncias especí icas,
exis em ce as p á icas que podem se o imizadas pa a melho es esul ados. Se ia, ainda, in e essan e
que u u as in es igações, pudessem desen ol e a c iação de pad onização de o mulá ios de pedidos
de medicação aos se iços a macêu icos, de modo a ga an i que os pedidos sejam comple os, p ecisos
e consis en es na o ganização. Os o mulá ios pad onizados o necem uma manei a cla a e concisa de
comunicação, eduzindo o isco de e os. Suge e-se a aliações egula es dos p ocessos dos pedidos de
medicação pa a iden i ica opo unidades de melho ia, a alia o desempenho dos p o issionais e e i ica
o cump imen o dos p ocessos. Recomenda-se a ealização de es udos com con agens de empo de
a e as elacionadas com os pedidos de medicação pa a uma ges ão mais o imizada.
Assim, as o ganizações de saúde podem ob e in o mações aliosas sob e p á icas de ges ão mais
e icazes, pois ao implemen a es as p á icas, as o ganizações podem o imiza as suas ope ações e, em
úl ima análise, o e ece um melho a endimen o aos seus doen es.

35
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37
APÊNDICE I – A: LOGIN DO PERFIL AO
38
APÊNDICE I – B: ACESSO LISTAGEM DOS DOENTES
Legenda: ep esen am os doen es com pedidos de medicação
39
APÊNDICE II – A: ENFERMEIRO - PEDIDO EXTRA

40
APÊNDICE II – B: ENFERMEIRO - ACOMPANHAMENTO DO PEDIDO
41
APÊNDICE II – C: ENFERMEIRO - VISTA LISTA PEDIDOS EXTRA
42
APÊNDICE II – D: FARMACÊUTICO - VISTA PEDIDOS EXTRA
Legenda: ep esen am os se iços que êm doen es com pedidos de medicação na a mácia
43
APÊNDICE II – E: FARMACÊUTICO - PERFIL DO DOENTE