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Desenvolvimento de uma rota de enoturismo do Vinho Loureiro em Ponte de Lima

Author: Costa, Beatriz Alves da
Year: 2025
Source: https://repositorium.uminho.pt/bitstreams/13456298-fd0e-4b61-a7d4-4917646131ea/download
Uni e sidade do Minho
Escola de Economia, Ges ão e Ciência Polí ica
Bea iz Al es da Cos a
Desen ol imen o de uma Ro a de Eno u ismo
do Vinho Lou ei o em Pon e de Lima
ab il de 2025
Desen ol imen o de uma Ro a de Eno u ismo do Vinho Lou ei o em Pon e de Lima
UMinho | 2025
Bea iz Al es da Cos a
Uni e sidade do Minho
Escola de Economia, Ges ão e Ciência Polí ica
Bea iz Al es da Cos a
Desen ol imen o de uma Ro a de Eno u ismo
do Vinho Lou ei o em Pon e de Lima
Rela ó io de Es ágio
Mes ado em Ma ke ing e Es a égia
T abalho e e uado sob a o ien ação do
P o esso Dou o An ónio Joaquim A aújo Aze edo
Ab il de 2025
i
DIREITOS DE AUTOR E CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO DO TRABALHO POR TERCEIROS
Es e é um abalho académico que pode se u ilizado po e cei os desde que espei adas as eg as
e boas p á icas in e nacionalmen e acei es, no que conce ne aos di ei os de au o e di ei os
conexos.
Assim, o p esen e abalho pode se u ilizado nos e mos p e is os na licença abaixo indicada.
Caso o u ilizado necessi e de pe missão pa a pode aze um uso do abalho em condições não
p e is as no licenciamen o indicado, de e á con ac a o au o , a a és do Reposi ó iUM da
Uni e sidade do Minho.
Licença concedida aos u ilizado es des e abalho
A ibuição-NãoCome cial-SemDe i ações
CC BY-NC-ND
h ps://c ea i ecommons.o g/licenses/by-nc-nd/4.0/
ii
Ag adecimen os
À minha amilia po odos os econ o os. Aos meus pais po me apoia em em odos os passos da
minha caminhada. Ob igada po es a em semp e p esen es e disponí eis pa a me ou i . À minha
mãe po en a semp e que eu es eja no meu melho . Ao meu pai po en a en iquece odos os
meus abalhos com a sua expe iência de ida. À minha i mã E a po comp eende odas as
minhas ausências, supo ando se “ ilha única” mui as das ezes. Ob igada pela paciência e po
alimen a es a c iança que há em mim. À minha p ima mais elha Ma ga ida, po es a semp e
disponí el pa a ajuda , du an e odo o meu pe cu so académico.
Ao meu namo ado Dua e, a minha luz ao undo do únel, po se o maio ã de Pon e de Lima e
o meu maio apoian e em cada momen o des e p ocesso. Ob igada po odos os incen i os e po
oda a o ça que me ansmi es pa a aze semp e o meu melho .
A odos os meus amigos que me p epa a am pa a o pio . Ob igada po odos os momen os em
que me ize am pensa em udo menos no impo an e. Um especial ag adecimen o à Ma ia po
se semp e o meu chão, quando p eciso de supo e e de e os pés bem assen es na e a.
Ao Escu ismo e a odos os escu ei os que me acompanham, po se em semp e la , po me
p opo ciona em “ e úgio” e po me ob iga em a sai de casa, mesmo nas ases de maio abalho.
À Ana po se a minha companhia de desaba os ao longo des es dois anos de mes ado, mas
p incipalmen e na execução des e ela ó io de es ágio. Ob igada po o na es udo is o mais le e.
Ao meu supe iso de es ágio no Se iço de Tu ismo do Município de Pon e de Lima, Dou o Nuno
Ab eu, pelo apoio incansá el no deco e e no após des e es ágio, po odo o ico conhecimen o e
expe iência pa ilhados e po me aze sen i “em casa”. Um ag adecimen o ambém a odos os
que o am colegas du an e es es 3 meses, especialmen e à Tânia, pelo acolhimen o e po odas
as dicas e conhecimen os pa ilhados.
Um eno me ag adecimen o ao P o esso Dou o An ónio Joaquim A aújo Aze edo pela o ien ação
e apoio. Toda a sabedo ia pa ilhada oi undamen al pa a a es u u ação e execução des e
ela ó io, desde as bases a é aos pequenos de alhes.
Po im, um indispensá el ob igado à ila que me iu c esce , a Vila Mais An iga de Po ugal, Pon e
de Lima, que, com mais de 900 anos de his ó ia echeados de cul u a e ida, me em dado an o
de inspi ação e elicidade.

iii
Decla ação de in eg idade
Decla o e a uado com in eg idade na elabo ação do p esen e abalho académico e con i mo que
não eco i à p á ica de plágio nem a qualque o ma de u ilização inde ida ou alsi icação de
in o mações ou esul ados em nenhuma das e apas conducen e à sua elabo ação.
Mais decla o que conheço e que espei ei o Código de Condu a É ica da Uni e sidade do Minho.
i
I you see he wonde o a ai y ale, you can ake he u u e e en i you ail.
ABBA
Resumo
Desen ol imen o de uma Ro a de Eno u ismo do Vinho Lou ei o em Pon e de Lima
O eno u ismo em-se e elado um a o impo an íssimo pa a o desen ol imen o de á ias
egiões. Cons uindo sine gias en e di e en es s akeholde s, é possí el implemen a Ro as de
Eno u ismo que melho em as posições compe i i as, não só dos p odu o es de inho, mas
ambém de odo o e i ó io, p o egendo e alo izando pa imónio angí el e in angí el, p omo endo
a gas onomia local, c iando mais pos os de abalho e ge ando iqueza económica. Tudo is o é
possí el a pa i do desen ol imen o de es a égias de ma ke ing que, cons uindo uma imagem,
publicidade e epu ação singula es associadas à o a, bene iciam odos os ade en es da ma ca
cole i a.
Nes e seguimen o, a a és des e ela ó io edigido no con ex o de um es ágio de ês meses
ealizado no Se iço de Tu ismo do Município de Pon e de Lima, p opõe-se, como p incipal
obje i o, o desen ol imen o de uma o a de eno u ismo em Pon e de Lima, associada ao Vinho
Ve de Lou ei o. Es e ema su giu a pa i da necessidade de desen ol imen o e p omoção do
eno u ismo no concelho. Pa a al, o am ealizadas análises in e nas e ex e nas ao u ismo,
eno u ismo e a o as de inhos. Pa a além disso oi aplicado um inqué i o a u is as e po enciais
eno u is as em Pon e de Lima. A a és de 250 espos as ob idas, conclui-se que exis e in e esse
na implemen ação des e p oje o, incluindo ambém a i idades di e si icadas, p incipalmen e no
que diz espei o à gas onomia, cul u a, his ó ia e e en os. No en an o, e i ica am-se ambém
alguns pon os nega i os, nomeadamen e o ac o de a in enção de eg esso diminui con o me o
aumen o dos endimen os do ag egado amilia . Também é isí el a pouca p opo ção de u is as
que eco em a alojamen os come ciais no concelho du an e as suas isi as. Es e úl imo pon o
e o ça a ideia de que as es a égias da o a de em se di ecionadas pa a o aumen o da du ação
da es adia. O p oje o oi ap esen ado a a és de um Plano de Ma ke ing es u u ado pelos 7 P’s
do Ma ke ing de Se iços, incluindo a demons ação da o a como p odu o e do “Jogo da Ro a”, a
explici ação de es a égias de comunicação e dis ibuição, os elemen os de e idência ísica, as
écnicas u ilizadas pa a a quali icação de pessoas, o o çamen o, o p ocesso de expe iência
u ís ica,
ouchpoin s
, mé icas de moni o ização e, po im, suges ões pa a o u u o.
Pala as-cha e: Plano de Ma ke ing; Ma ke ing de Tu ismo; Eno u ismo; Ro as de Vinhos.
i
Abs ac
De elopmen o a Vinho Lou ei o Wine Rou e in Pon e de Lima
Wine Tou ism has p o en o be a e y impo an ac o o he de elopmen o se e al
egions. By building syne gies be ween di e en s akeholde s, i is possible o implemen wine
ou ism ou es ha imp o e he compe i i eness, no only o wine p oduce s, bu also o he en i e
e i o y, p o ec ing and aluing angible and in angible he i age, p omo ing local gas onomy,
c ea ing mo e jobs and gene a ing economic weal h. All o his is possible h ough he de elopmen
o ma ke ing s a egies ha , by building a unique image, ad e ising and epu a ion associa ed o
he ou e, bene i all adhe en s o he collec i e b and.
In his ega d, h ough his epo w i en in he con ex o a h ee-mon h in e nship held a
he Tou ism Se ice o he Municipali y o Pon e de Lima, he main objec i e is o de elop a wine
ou e in Pon e de Lima, associa ed o he Vinho Ve de Lou ei o. This heme a ose om he need
o de elop and p omo e wine ou ism in he municipali y. To his end, in e nal and ex e nal analyses
we e conduc ed on ou ism, wine ou ism and wine ou es. In addi ion, a su ey was ca ied ou
among ou is s and po en ial wine ou is s in Pon e de Lima. Th ough 250 esponses ob ained, i
was concluded ha he e is in e es in implemen ing his p ojec , also including di e se ac i i ies,
mainly ega ding gas onomy, cul u e, his o y and e en s. Howe e , he e we e also some nega i e
poin s, namely he ac ha he in en ion o e isi dec eases in line wi h he inc ease o amily
income. I ’s also isible he small p opo ion o ou is s who use comme cial accommoda ion in
he municipali y du ing hei isi s. This las poin ein o ces he idea ha ou e s a egies should
be aimed a inc easing he leng h o s ay. This p ojec was p esen ed h ough a Ma ke ing Plan
s uc u e by he 7P’s o Se ice Ma ke ing, including he demons a ion o he ou e as a p oduc
and he “Rou e Game”, he explana ion o he communica ion and dis ibu ion s a egies, he
elemen s o physical e idence, he echniques used o quali y people, he budge , he ou is
expe ience p ocess, ouchpoin s, moni o ing me ics and, inally, sugges ions o he u u e.
Keywo ds: Ma ke ing Plan; Tou ism Ma ke ing; Wine Tou ism; Wine Rou es.
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1. In odução
A a és da in odução se ão enquad ados e jus i icados o ema e os p incipais obje i os de
pesquisa. Pa a além disso se á desc i o o con ex o do es ágio, incluindo a e as no âmbi o des e
ealizadas. Po im, se á explicada a es u u a des e Rela ó io de Es ágio.
1.1. Enquad amen o e jus i icação do ema e p incipais obje i os de pesquisa
Cada ez mais, a combinação dos inhos com o u ismo em demons ado pode na
cons i uição de an agens compe i i as pa a as egiões que as aplicam e pa a os espe i os
p odu os desen ol idos pelos p odu o es locais (Sco ano e al., 2018). O eno u ismo é de inido
po Hall & Mi chell (2001) como uma ipologia de u ismo de especial in e esse, is o que combina
a i idades gas onómicas, cul u ais e u ais. Nes e sen ido, é impo an e desen ol e es a égias
de p omoção colabo a i a en e os di e en es
s akeholde s
do se o dos inhos e do u ismo,
eco endo a meios de comunicação e icazes, com o obje i o de con ibui pa a a p omoção, não
só dos negócios pa icula es, como adegas e ho éis, mas de oda a egião de inhos como um
odo (Bha & Milne, 2008; Camp ubi & Gonçal es, 2025; Ramos e al., 2018).
O Município de Pon e de Lima em-se des acado na p omoção do se o dos inhos no
concelho, não só a a és do in es imen o em p oje os a es e dedicados, como a Fes a do Vinho
Ve de ou o Lou ei o de Pon e de Lima ConVida e o Lou ea a Pe ide, especialmen e aplicados à
cas a Lou ei o, mas ambém a a és da implemen ação de um espaço museológico pa a a
i icul u a da espe i a Região Dema cada, o Cen o de In e p e ação e P omoção dos Vinhos
Ve des. Pa a além disso, oi desen ol ido o Lou ei o do Vale do Lima, um p oje o ealizado em
colabo ação com os es an es ês municípios des e ale (A cos de Valde ez, Pon e da Ba ca e
Viana do Cas elo), que assen a na p omoção conjun a, não só dos inhos des a cas a, mas
ambém de odo o e i ó io. Em adição a es es p oje os, o Vale do Lima oi nomeado Região
Eu opeia da Gas onomia e Vinhos 2025, azendo maio isibilidade pa a o eno u ismo des as
localidades.
No en an o, apesa de odas es as inicia i as, o eno u ismo no concelho, encon a-se, ainda,
pouco desen ol ido, sendo poucas as quin as a ealizá-lo a i amen e e a p omo e expe iências
nes e sen ido. Es ando a maio ia des es p oje os mais di ecionados pa a a p omoção da i icul u a
e do inho como p odu o, e alguns des es associados à p omoção de ou os concelhos da egião,

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encon a-se aqui uma lacuna pa a a aplicação de um p oje o especialmen e di ecionado pa a o
eno u ismo em Pon e de Lima.
Uma das es a égias mais u ilizadas é o desen ol imen o de Ro as de Vinhos, que Ramos
e al. (2020) de inem como i ine á ios designados e publici ados com campanhas de ma ke ing
especializadas que p omo em alo es na u ais, cul u ais e ambien ais, bem como um conjun o de
inhas e adegas abe as ao público. Ademais, es as ealçam que, an o os e i ó ios como os seus
p odu os podem se , ambém, p odu os u ís icos. Ge almen e, as o as con êm um ou mais
i ine á ios de inidos, po uma egião de inhos especi ica. Pa a além disso, são habi ualmen e
acompanhados po b ochu as ou mapas que iden i icam os di e en es pon os, nomeadamen e,
inhas e p odu o es de inho, bem como a disponibilização de in o mação ace ca de espaços
cul u ais e his ó icos (Hall e al., 2000).
Po es e mo i o, jus i ica-se o desen ol imen o de uma Ro a de Vinhos em Pon e de Lima.
Apesa de deco e no concelho de Pon e de Lima a p odução de di e sas cas as de Vinho
Ve de, des acando-se, pelo seu olume de p odução, a a iedade in a de Vinhão e a a iedade
b anca de Lou ei o, op ou-se pelo des aque es a égico do Vinho Ve de Lou ei o. Sendo o p incipal
obje i o des a o a, a p omoção do eno u ismo no concelho de Pon e de Lima, conside ou-se mais
an ajosa a escolha de apenas uma cas a, que “dê a ca a”, des acando a iden idade do e i ó io.
O lançamen o de uma Ro a de Vinho Ve de Lou ei o em de imen o de uma Ro a de Vinho Ve de,
incen i a a sua di e enciação, endo em con a que a cas a Lou ei o possui um maio
econhecimen o além-po as como p odu o local de Pon e de Lima. Pa a além disso, o ac o de já
exis i uma Ro a dos Vinhos Ve des, de maio dimensão geog á ica, ao ní el da egião dema cada,
pode ia o ná-la mais acilmen e con undí el. Ainda nes e sen ido, a Ro a do Vinho Lou ei o de
Pon e de Lima encon a-se, consequen emen e, melho alinhada com ou os p oje os dedicados à
cas a Lou ei o, em igo no município, enquad ando-se, assim, na es a égia já exis en e de
p omoção u ís ica e económica do concelho, o que ge a um maio ap o ei amen o de ecu sos.
Po an o, oi de inido como p incipal obje i o des e es ágio o desen ol imen o de um Plano
Es a égico pa a a c iação de uma Ro a de Eno u ismo do Vinho Lou ei o em Pon e de Lima. Pa a
al, o am ambém es abelecidos obje i os especí icos, sendo es es os seguin es:
• Re isão de es udos já exis en es elacionados com o ema de pesquisa;
• Consul a de li e a u a ace ca da his ó ia i i inícola no concelho de Pon e de Lima;
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• Aplicação de um inqué i o a u is as e a po enciais eno u is as;
• Análise in e na do u ismo e eno u ismo;
• Análise ex e na do eno u ismo, com especial en oque pa a as o as de inhos;
• Desen ol imen o de um Plano de Ma ke ing, incluindo es a égias, obje i os,
o çamen o e p ocessos.
1.2. Enquad amen o do Es ágio
O Es ágio oi ealizado en e os dias 21 de se emb o e 21 de dezemb o de 2024, no
Se iço de Tu ismo da Câma a Municipal de Pon e de Lima. Pa a além da ealização de a e as
associadas ao desen ol imen o do p esen e Rela ó io de Es ágio, o am ambém e e uados ou os
ipos de a i idades, sendo alguns des es os seguin es:
• Colabo ação na execução de documen os necessá ios pa a a candida u a à
ce i icação da “G een Des ina ions” - Re isão e composição de documen os de
submissão e inqué i os de sa is ação; P odução de um
lye
de Guia de Boas
P á icas pa a Pon e de Lima; Le an amen o de on es ace ca de p oje os de
sus en abilidade ealizados no concelho;
• Colabo ação em p epa a i os das Comemo ações dos 900 anos de Fo al de Pon e
de Lima – Desen ol imen o de 9 lis agens de 9 elemen os pa a di e en es
ca ego ias ela i as à his ó ia, cul u a limianos, Escolha de Pon os e composição
de ex os pa a 9 o as comemo a i as em Pon e de Lima;
• Colabo ação na comunicação do Lou ea a Pe ide - Agendamen o de con eúdos
p omocionais nas edes sociais;
• Re isão e colabo ação na p odução da no a b ochu a p omocional pa a o Tu ismo
em Pon e de Lima;
• P odução de ela ó ios es a ís icos pa a o Pos o de Tu ismo de Pon e de Lima;
• Desen ol imen o de ideias, ealização de maque es e p ocu a de o çamen os pa a
no o me chandising a ende no Pos o de Tu ismo de Pon e de Lima;
• Le an amen o de dados ace ca das adições i as no concelho;
• Composição de a igos sob e os Sola es de Pon e de Lima e os Caminhos de
San iago pa a a e is a “Desde Mil Cen o e Vin e e Cinco”;
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• Realização de uma p opos a de a i idades pa a o Dia do Pe eg ino;
• Assis ência ocasional no Pos o de Tu ismo de Pon e de Lima.
1.3. Es u u a do Rela ó io
Es e Rela ó io de Es ágio inicia com uma in odução onde é enquad ado o ema e os
p incipais obje i os de pesquisa. Ainda nes e p imei o pon o, é ainda con ex ualizado o deco e
do es ágio. De seguida, é ap esen ado o espe i o enquad amen o eó ico ace ca do ema em
ques ão, a a és da Re isão da Li e a u a, baseada na desc ição de concei os, e ei os do
eno u ismo e di e en es es a égias. Em e cei o luga , é ap esen ada a me odologia u ilizada pa a
es a pesquisa, bem como analisados os esul ados da aplicação des a. Pos e io men e, é
e idenciado o Plano Es a égico. Es e es á es u u ado a a és de um diagnós ico in e no e ex e no,
da de inição de obje i os, e do Plano de Ma ke ing da Ro a. Po im são demons adas suges ões
pa a o u u o e conclusões e limi ações esul an es da p odução des e ela ó io.
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2. Re isão de Li e a u a
2.1. Concei o de Eno u ismo
A de inição de eno u ismo em a iado ao longo dos empos. Inicialmen e, o oco si ua a-
se, unicamen e, nas a i idades de isi as a adegas, inhas e quin as i i inícolas, a a és de p o as,
ensino do con ex o do inho e da possibilidade de comp a inho no local (Kas enholz e al., 2023).
Da mesma o ma, Ge z e al. (1999) de ini am es e concei o como uma o ma de
compo amen o do consumido , baseada na a a i idade do inho e das egiões i i inícolas cujas
p incipais a i idades se iam as expe iências elacionadas com o inho (Ramos e al., 2020).
Mais a de, Hall e al. (2000) delimi a am o concei o ao u ismo ealizado a inhas, cujo
p incipal mo i o de isi a são as p óp ias quin as i i inícolas, e en os e p o as de inho. Des a
o ma, a de inição de eno u ismo passa a ab ange , não só o u ismo ealizado no con ex o
especí ico do ambien e das inhas e adegas, mas ambém odo o ipo de pa icipação em
expe iências no âmbi o do en ol imen o na cul u a egional e na gas onomia e inhos locais
(B uwe & Lesschae e, 2012; Ramos e al., 2020).
A pa i de uma di e en e pe spe i a, B uwe & Alan (2009) desc e em que o eno u ismo
en ol e, p incipalmen e, o p aze que o inho como p odu o o e ece, bem como odo o espe i o
ambien e es é ico, a a és da u ilização dos sen idos (Ramos e al., 2020).
Es abelecendo o concei o de uma o ma mais obje i a, Ase o & Pa i (2011) concluem que
a p ocu a pelo inho no u ismo es á elacionada ao p óp io inho e às egiões i i inícolas, sendo
que o compo amen o dos eno u ís as pode a ia con o me a egião, a cul u a ou a é mesmo
con o me a p óp ia adega (Ramos e al., 2020).
Pa a além disso, G ybo ych e al. (2013) de ende que os eno u is as p ocu am
expe iências den o das adegas e das egiões i i inícolas, isando, a a és des as, conec a -se às
i ências do espe i o es ilo de ida p a icado (Ramos e al., 2020).
Po im, Holland e al. (2014) e e em que a ampli ude do in e esse dos eno u ís as em
expandido, incluindo, assim, as á ias expe iências que o des ino eno u ís ico o e ece ao ní el de
odo o e i ó io u al e i i inícola, ais como as que en ol em paisagens, pessoas, his ó ia e
adições (Kas enholz e al., 2023).
18
2.2. Eno u ismo no Espaço Ru al
2.2.1. O Papel do Eno u ismo na Economia e no Desen ol imen o Local
O eno u ismo é conside ado um se o de a i idade de g ande impo ância pa a a a i idade
económica e social, sendo econhecido como bas an e luc a i o e capaz de p omo e o
desen ol imen o da economia local (Hojman & Hun e -Jones, 2012; Kas enholz e al., 2023). Es e
deco e, ge almen e, em e i ó ios u ais, com al a de ecu sos económicos e sociais, endo em
con a o dec éscimo, em e mos demog á icos e de dinâmica socioeconómica. Po ou o lado, es e
ipo de u ismo assen e na p odução i i inícola, baseia-se em ecu sos na u ais locais e no know-
how e cul u a das populações locais (Eusébio e al., 2023).
Es e é um se o esul an e da combinação da p odução de inho e do u ismo, o que c ia
opo unidades de endas nas p óp ias adegas, ge ando, assim, aumen os no pa imónio da
emp esa, p omo e o
b anding
e a lealdade à ma ca, não só do p óp io inho, mas ambém do
e i ó io e, consequen emen e, melho a a expe iência u ís ica (Alonso & Liu, 2012; By d e al.,
2016; Ge z & B own, 2006; Kas enholz e al., 2023; Ma zo-Na a o & Ped aja-Iglesias, 2021).
Pa a além dos bene ícios inancei os, a implemen ação de a i idades de eno u ismo pelos
p odu o es i i inícolas pode aumen a a sua di e enciação (F os e al., 2020; Fuen es-Fe nández
e al., 2022; Ma co-Laja a e al., 2023), o que lhes pe mi e desen ol e o seu negócio, o e ecendo-
lhes bene ícios a longo p azo (Camp ubi & Gonçal es, 2025; O’Neill & Palme , 2004; Rasch &
G e zel, 2008). Po an o, pa a além de oda a en ol en e u ís ica, o eno u ismo é, ambém,
conside ado uma o ma de p omoção do p óp io inho (Ta a es & Aze edo, 2011; T eloa e al.,
2004; Thach e al, 2006).
Des a o ma, es a ipologia de u ismo cons i ui um a o undamen al pa a a
sus en abilidade inancei a de pequenos p odu o es de inho, que dependem das isi as dos
u is as pa a a enda dos seus p odu os (Ramos e al., 2020). Ademais, endo em con a que
g ande pa e das adições associadas ao inho e à sua p odução são sus en adas po amílias,
ou seja, comp eendendo uma pequena escala, e que, po ezes, es as a i idades não possuem
obje i o come cial, o desen ol imen o des as a i idades elacionadas com a p odução i i inícola
o na-se um a o impo an e pa a a conse ação da paisagem cul u al e dos seus cos umes,
a a és da ligação en e os esiden es e os u is as (Kas enholz e al., 2023). Um es udo de Halim
e al. (2016) na Ca olina do No e (EUA), concluiu que os esiden es da localidade analisada
econhece am o papel das adegas, no con ex o u ís ico, não só pa a o desen ol imen o

19
sociocul u al, ambien al, mas p incipalmen e económico. Ainda nes e con ex o, a população local
ealçou ambém o aumen o da a iedade de a i idades cul u ais e o embelezamen o da paisagem,
nes as localidades.
No en an o, apesa dos bene ícios de c iação de emp ego e desen ol imen o económico,
especialmen e em época al a, exis em, ambém, aspe os nega i os pe cecionados pelos esiden es
de locais de eno u ismo (Ande eck & Nyaupane, 2011; G e e, 1994), ais como a sazonalidade
(Bes a d & Nadal, 2007; Eusébio e al., 2023).
Consequen emen e, al como e e ido po (Kas enholz e al., 2018), a comunidade local
de ém o papel cen al, no que diz espei o à coc iação da expe iência dos u is as no espaço u al,
sendo que as suas pe ceções dos impac os do u ismo possuem uma g ande impo ância nos
seus compo amen os (Ande eck e al., 2005; Eusébio e al., 2023; Figuei edo e al., 2014).
Poi as & Donald, (2006) jus i icam que, pa a que a economia local seja equilib ada e di e si icada,
a comunidade local de e se econhecida, como um
s akeholde
cha e, pelos ó gãos esponsá eis
pela omada de decisão, em es a égias de desen ol imen o eno u ís ico. Também (Figuei edo e
al., 2014) conside a que as p óp ias in e ações sociais com u is as de di e en es o igens podem
se bené icas pa a esiden es de localidades u ais, is o que lhes o e ecem di e sidade e
qualidade de ida (Kas enholz e al., 2023).
À semelhança de ou os e i ó ios, em Po ugal, o eno u ismo possui, p og essi amen e,
um g ande pode de desen ol imen o, a ação e dis inção en e oda a ede u ís ica nas suas
á ias egiões, o que az com que es e po encial seja assinalado na Es a égia Nacional pa a o
Tu ismo. Nes e caso, es e enómeno de c escimen o es á associado à qualidade e à c escen e
epu ação dos inhos po ugueses em odo o mundo, bem como ao ac o de es e ipo de u ismo
possui uma o e ligação com oda a egião, incluindo com as suas ca ac e ís icas na u ais e
cul u ais (Kas enholz e al., 2023).
Po an o, se bem es abelecido e o ganizado, o eno u ismo em espaço u al é capaz de
con ibui pa a o desen ol imen o sus en á el, ga an indo, simul aneamen e, a p ese ação de
ecu sos sociais, cul u ais e na u ais, bem como a sa is ação de oda a ede de
s akeholde s
.
(Kas enholz e al., 2023).
20
2.2.2. O Eno u ismo como o ma de
Slow Tou ism
O u ismo no meio u al é, ainda, conside ado pa a mui os, uma al e na i a sazonal à ida
na cidade (Columba e al., 2015). Os u is as p ocu am, cada ez mais, locais pa a é ias, ao a
li e, odeados de na u eza e longe de mul idões, onde é possí el elaxa , p a ica despo o e
p o a gas onomia di e en e da comum (Bellia, Sca one e al., 2021).
Nes e sen ido, o concei o de
Slow Tou ism
su giu como o opos o ao u ismo de massas,
sendo e e ido po Dickinson e al. (2010) como uma o ma de u ismo pa a o qual as iagens são
ealizadas a a és de anspo es al e na i os ao ca o ou aos meios aé eos, as es adias são
maio es e, po an o, as iagens são meno es (Conway & Timms, 2010; Losada & Mo a, 2019; Oh
e al., 2016).
No en an o, apesa de inicialmen e ocado nos meios de anspo es u ilizados pa a iaja ,
o concei o de
Slow Tou ism
expandiu, sendo, en e an o, abo dada a in eg idade da expe iência
u ís ica (Dickinson, 2015). Nes e sen ido, es e é is o, a ualmen e, como um modelo mais
sus en á el, do pon o de is a social, económico e ambien al (Conway & Timms, 2010; Losada &
Mo a, 2019; Oh e al., 2016).
Po an o, es a o ma de u ismo p omo e a edução da equência de iagens, o aumen o
da du ação da es adia, a isi a de menos a ações, no en an o, com maio du ação, o
a o ecimen o de ecu sos locais e o oco em iagens de cu a dis ância e que eco am a meios
de anspo e mais sus en á eis (Ca yn, 2012; Dickinson & Robbins, 2010; Dickinson e al.,
2010). Consequen emen e, po odas as suas ca ac e ís icas, es e concei o em-se e elado
endência em á ios países eu opeus (Eu omoni o In e nacional, 2007; Fullaga e al., 2012;
Losada & Mo a, 2019).
Apesa de au o es como Boley (2015) conside a em que o ac o de es e modelo p omo e
a ealização de menos iagens, aduz-se num meno impac o económico pa a o des ino, ou os
como Ca yn (2012) a i mam que po o
Slow Tou ism
incen i a a escolha de p odu os e a ações
locais, os pequenos negócios são mais a o ecidos em de imen o das g andes emp esas. Des a
o ma, e i icam-se impac os económicos posi i os no des ino, a a és da c iação de mais
emp ego e da consequen e p omoção de melho es salá ios (Losada & Mo a, 2019).
No deco e de um es udo de Bellia, Sca one, e al. (2021), onde é compa ado o u ismo
eligioso ao u ismo associado à enogas onomia, os au o es assumem que ambos êm o pode
21
de a ai u is as a localidades que, apesa de se em de di icil acesso, são cada ez mais a a i as,
ace aos des inos de u ismo de massas. Também Kuus (2024) conside a que o eno u ismo em
po encial pa a pe ence ao conjun o de expe iências de
Slow Tou ism
, podendo a é, ep esen a
uma o ma de p omoção do eg esso dos u is as, não só às egiões, mas ambém às p óp ias
quin as de eno u ismo e es au an es.
Kas enholz e al. (2014) à semelhança da DMO esponsá el no No e de Po ugal, Tu ismo
do Po o e No e de Po ugal (TPNP, 2015) e e em que, no caso da egião do Dou o, a aplicação
de p á icas de u ismo mais sus en á el, como de
Slow Tou ism
, podem se bené icas pa a a
egião, ela i amen e ao modelo de u ismo con encional. De aco do com a TPNP, a
implemen ação des es p incípios pode con ibui pa a a p ese ação e pa a o ealce das
ca ac e ís icas na u ais, económicas e sociais da egião. Simila men e, Madu ei a & Ma ques
(2006) a i mam que as es a égias de p omoção na egião do Dou o de em se baseadas nos
impac os posi i os dos espe i os a ibu os na u ais e cul u ais, ace aos impac os de um es ilo de
ida u bano acele ado (Losada & Mo a, 2019).
Concluindo, o
Slow Tou ism
p omo e a qualidade em de imen o da quan idade, o nando-
se uma al e na i a ao u ismo de massas, aumen ando a du ação das es adias (Gui e & McG a h,
2016) e ge ando bene ícios económicos, sociais e ambien ais (Ba os & Machado, 2010), o que
az às localidades, u is as que p ocu am au en icidade nas suas expe iências u ís icas (Conway
& Timms, 2010; Losada & Mo a, 2019; Meng & Choi, 2016).
2.3. A Expe iência da Visi a Eno u ís ica
A expe iência u ís ica não é limi ada a uma só a ação. Sendo o eno u ismo uma
expe iência comple a, é impo an e c ia um abalha na cons ução de um bom impac o em
odos os momen os da isi a a uma egião de inhos (Hall, 1996; Ramos e al., 2020).
De aco do com Mi chell & Hall (2004), a expe iência u ís ica é compos a po cinco ases,
sendo es as a p é- isi a, que en ol e, em p imei o luga , conhecimen os ob idos an e io men e,
como expe iências passadas e o espe i o g au de sa is ação, o que pode in luencia a escolha de
des inos, em segundo luga , a iagem a é ao local, em e cei o luga , a p óp ia expe iência no
local, como po exemplo uma isi a a uma quin a de eno u ismo, em qua o luga , a iagem desde
o des ino u ís ico ao local de esidência e, po im, o pós- isi a, que, po sua ez, pode inclui uma
22
ecomp a, um eg esso e, a é, uma ecomendação (WOM) (Mi chell e al., 2000; Pea ce, 1982;
Ramos e al., 2020; Yuan e al., 2008).
Numa p imei a ase, By d e al. (2017) de endem que conhecimen os ace ca do p odu o
ou des ino p é ios à iagem possuem uma in luência signi ica i a nos compo amen os de
consumo. Es as in o mações podem se ob idas, não só de expe iências passadas, mas ambém
de WOM ou a é mesmo publicidade (Spa ks, 2007). Adicionalmen e, quando um u is a comp a
inho ou ou as lemb anças, an o pa a consumo p óp io, como pa a o e ece , es es obje os
podem ansmi i memó ias, que impulsionem a sa is ação e a idelidade do eno u is a, podendo,
des a o ma, in luencia o seu eg esso (Hough on, 2002; Quad i-Feli & Fio e, 2013). Pa a além
disso, Alebaki e al. (2015) e e e que expe iências an e io es nou as egiões de inho in e e em
na escolha de des ino u u a (Ramos e al., 2020).
Já na iagem en e o local de des ino e a esidência, e ice- e sa, alguns dos a o es que
podem in luencia a expe iência são a acessibilidade a é nas á eas co esponden es à o a de
inhos, a conec i idade en e localidades p óximas e a sinalização cla a (Bonn e al., 2016; B uwe
e al., 2016). Es es aspe os são comp o ados num es udo de Vo Thanh & Ki o a (2018), em que
os inqui idos conside a am que a qualidade das es adas, a sinalização e as in o mações ace ca
de a ações são bas an e impo an es na a aliação das suas expe iências. Poi as & Donald (2006)
conside am, ambém, que o aumen o do ânsi o e o desen ol imen o de se iços e ou as
ins alações nos locais podem comp ome e , nes a segunda ase, o c escimen o do eno u ismo
numa egião (Ramos e al., 2020).
No que diz espei o à expe iência no p óp io des ino (
in si u
), exis em di e sos a o es que
a e am a sa is ação dos eno u is as. O ac o de se pode p o a inhos a os e de qualidade po
p eços mais acessí eis (Ba is a de F ei as e al., 2017), consumi p odu os adicionais e
a esanais (B uwe e al., 2016), es a em quin as de eno u ismo de ca á e quali icado (Back e
al., 2018) e ap ecia as ca ac e ís icas au ên icas de uma egião (Bonn e al., 2016), são alguns
dos a o es que mais in luenciam a sa is ação do eno u is a com o des ino. Pa a além disso, a
e en e educacional da isi a é bas an e ap eciada pelos eno u is as, sendo que a ealização de
isi as guiadas pelas inhas, p o as de inho e pa icipação em o icinas de p odução ínica, o am
conside adas num inqué i o de Vo Thanh & Ki o a (2018), como as mais impo an es pa a a
a aliação posi i a da sa is ação. Po sinal, quando as a i idades em que o eno u is a pa icipa são
pagas e é obse ada alguma conquis a com es as, a pe ceção de alo des a expe iência aumen a,
29
Também a a és de um es udo de Bellia, Sca one e al. (2021), o nou-se e iden e que o
concei o de Tu ismo Relacional In eg ado em e oluído pa a uma no a abo dagem, ap esen ando
uma endência ela i a a e i ó ios de pequena dimensão, cuja p omoção do des ino en ol e,
ambém, a in eg ação e a coc iação en e odo o conjun o de elemen os pe encen es à en ol en e
u ís ica. Es a a iedade de componen es pode inclui , assim, a colabo ação com localidades
p óximas, a queologia da paisagem, aldeias u ais, ag icul u a e alimen os de qualidade, u ismo
sus en á el, alo es de iden idade social e elações ísicas e não ísicas en e zonas cos ei as e de
in e io (Chi oni e al., 2020; Columba e al., 2015). A a és des a no a o ma de Tu ismo
Relacional In eg ado, cada elemen o con ibui, an o pa a o desen ol imen o económico local,
como pa a o ap imo amen o con ínuo do des ino u ís ico.
Tendo em con a es e ala gamen o do in e esse no eno u ismo, esul an e da e olução das
pe spe i as do consumo, su ge o concei o de
e oi ou ism
(Kas enholz e al., 2023; Male ba e
al., 2024). No
e oi ou ism
o inho é conside ado um ecu so endógeno especí ico que
complemen a e se des aca en e uma a iedade de a ações u ís icas, cujo público-al o são, não
só os aman es de inho, mas ambém ou os u is as in e essados em expe iências di e en es
(Ca alho e al, 2021b). Já Holland e al. (2014) de inem es e e mo como uma es a égia de
u ismo egional que combina o p óp io inho como p odu o, a i icul u a e a espe i a p odução
com o desen ol imen o egional, o que esul a na expansão da iden idade local. No mesmo
sen ido, es e é ambém aplicado no ma ke ing, com o obje i o de c ia uma imagem di e enciada
pa a uma egião de inhos (Capi ello e al., 2021; Cha e s e al., 2017; Tu ne & C easy, 2003).
Consequen emen e, es a aliança e ical en e di e en es agen es de u ismo, como DMOs,
alojamen os, es au an es, en e ou os, con ibui pa a o sucesso das es a égias de ma ke ing de
eno u ismo (Camp ubi & Gonçal es, 2025; Ja e & Pas e nak, 2004; Rasch & G e zel, 2008;
Wa genau & Che, 2006).
Da mesma o ma, B andano e al. (2018), conside a que, com o obje i o de impulsiona
o des ino, a p omoção não se de e basea apenas nos es abelecimen os de eno u ismo, mas
ambém no que se encon a nas á eas p óximas, como es au an es, a i idades cul u ais e
ec ea i as e, a é mesmo, ou os des inos de eno u ismo. A ou F ance (2017) e ela que, no
con ex o de desen ol imen o de no as es a égias, o ac o de o eno u ismo se p omo ido em
egiões de signi ican e p á ica de u ismo cul u al e gas onómico, pode o na -se uma e amen a
ele an e pa a a p omoção de adegas e quin as de eno u ismo (Camp ubi & Gonçal es, 2025).
No caso do Valle de Guadalupe, o c escimen o da espe i a Ro a de Vinhos em p omo ido a

30
c iação de no os p odu os, que conjugando a o e a inícola à gas onomia local, e ela am
sucesso (Quiñones e al., 2011; Ramos e al., 2020). Pa a além disso, Bellia, Sca one e al.
(2021), concluem que a gas onomia de qualidade, o u ismo e a na u eza são pon os impo an es
pa a a sus en abilidade do desen ol imen o u ís ico no e i ó io u al.
Nes e seguimen o, di e sos au o es cons a am que é conhecido o con ibu o da
gas onomia ípica local, na sa is ação ge al da expe iência u ís ica (Bjö k & Kauppinen-Räisänen,
2019; S hapi e al., 2017; Chi oni & Ing assia, 2015), sendo que o u ismo de enogas onomia é,
cada ez mais, uma mo i ação pa a a isi a de um des ino u ís ico (Rachão e al., 2021a; Rachão
e al., 2023; Su e al., 2020). Camp ubí & Galí (2015) conside am que a cons ução de uma o a
de eno u ismo de e e em con a os seus ecu sos e ca ac e ís icas geog á icas. Nes e sen ido, o
inho e a gas onomia são, equen emen e, conec ados (Camp ubi & Gonçal es, 2025; Ge z,
2019). No caso do u ismo em I ália, é es imado que um em cada qua o u is as possuam como
mo i ação pa a a isi a a gas onomia e inhos (Bellia, Sca one, e al., 2021). O consumo de
gas onomia ípica de um local p omo e uma ligação o e en e u is as e esiden es e desen ol e
os conhecimen os dos isi an es ace ca do e i ó io (Bjö k & Kauppinen-Räisänen, 2019; S hapi
e al., 2017). O ac o de a gas onomia se es angei a, de possui di e en es mé odos de
conceção, de p o a e p odu os locais, cons ói uma iden idade a a i a e econhecí el pa a os
u is as (Dalkey, 1969; Sa on e e al., 2021). Pa a além disso, a alimen ação é um elemen o
essencial na a i idade u ís ica, in eg ando a o ina de quem iaja, o que, consequen emen e, a
o na pa e do o çamen o ga an ido pa a a iagem (Bellia, Pila o, e al., 2021).
Em conclusão, é undamen al abalha na coope ação en e DMOs, p odu o es de inho,
negócios en ol en es e esiden es, no sen ido de consolida a coc iação, a di e si icação da o e a
u ís ica e a lealdade dos u is as (Pa k & Widyan a, 2022; Rachão e al., 2023; Ramos e al.,
2020).
2.6. Análise do pe il e mo i ações do Eno u is a
Apesa de o eno u ismo se conside ado uma es a égia de p omoção do consumo de
inho em no os me cados, o ma ke ing des e é, maio i a iamen e, aplicado às ge ações mais
elhas (T eloa , 2004; Thach e al, 2006). Nes e sen ido, é undamen al en ende as
ca ac e ís icas psicodemog á icas dos di e en es segmen os, pa a que seja possí el aplica
31
es a égias mais e icien es e e e i as de ma ke ing e endas, melho a as elações com os
consumido es, a a és da escolha dos melho es meios de comunicação e de ini as mensagens
co e as a se em ansmi idas (Ta a es & Aze edo, 2011).
Os
Baby Boome s
, ge ação que comp eende os indi íduos nascidos en e 1943 e 1960,
de ido à sua posição inancei a, a ualmen e, já mais es abilizada e, ge almen e, abas ada, são
mais p opícios a iaja e a despende mais nas suas iagens, acomodando-se em locais mais
ca os e luxuosos (Hysa e al., 2021). Pa a além disso, endo em con a a sua pe sonalidade mais
conse ado a e o ac o de se em, usualmen e, expe ien es ap eciado es de inho, ocam-se mais
no p óp io inho como p odu o (Cha e s & Foun ain, 2006) e no alo da expe iência (K uge &
Viljoen, 2022; Rachão e al., 2023).
Já a Ge ação X, cujos indi íduos nasce am de 1961 a 1981, possuem uma maio
o ien ação pa a a segu ança, ealizando mais iagens de g upo, com amilia ou amigos, e,
ge almen e, são mais in o mados e expe ien es, p ocu ando expe iências genuínas e
pe sonalizadas (Coope e al., 2019; Hysa e al., 2021; Rachão e al., 2023).
A Ge ação Y, nascida en e 1982 e 1996, oi a p imei a a liga -se ao mundo da in e ne e
das edes sociais, possuindo, assim, na sua gene alidade, gos os mais complexos e exigen es
(Leask e al., 2014). São, ambém, mais independen es, não eco endo a agências de iagens
con encionais. Nes a pe spe i a, es ão, cons an emen e, à p ocu a de no as expe iências, luga es
pa a iaja e ap endizagens (Ke e , 2020), bem como socialização e di e são (Bachman e al.,
2021; Rachão e al., 2023).
A a és de um es udo de Ta a es & Aze edo (2011), cuja o igem da amos a se si ua na
egião dos inhos de
Nappa Valley
(EUA), oi e i icado que a Ge ação X não é mui o mais exigen e
do que a Ge ação Y. Ambas as aixas e á ias possuem expec a i as simila es no que diz espei o
aos a ibu os dos espaços ex e io es, como a possibilidade de obse a as edondezas, e aos
a ibu os dos espaços in e io es, como o ac o de se em isualmen e apela i os. A Ge ação X
demons ou possui maio es expec a i as ela i amen e à qualidade dos inhos, à hospi alidade e
à compe ência do s a , às condições de limpeza, con o o e ao ac o de o ambien e se ag adá el
no in e io das adegas e salas de p o as. No en an o, aspe os como ade i à lis a de emails o am
conside ados pouco ap eciados po es a ge ação. Rela i amen e aos u is as da egião do
Nappa
Valley
da Ge ação Y, oi e i icado que, ambém es es, conside a am o s a , as condições de
32
con o o e o ambien e ag adá el dos espaços, alguns dos p incipais a o es pa a a a aliação da
expe iência.
No mesmo es udo, mas endo como amos a u is as da egião do Dou o, Ta a es &
Aze edo (2011), obse a am, no amen e, que a Ge ação X não é, signi ica i amen e, mais
exigen e do que a Ge ação Y. Nes e caso, simila men e à egião an e io men e mencionada, ambas
as ge ações demons a am ap ecia a qualidade do s a , no que espei a ao p o issionalismo e
conhecimen o, e as condições dos espaços in e io es das adegas, ela i amen e às limpezas.
Adicionalmen e, ambos os g upos espe a am inho de qualidade. Po ou o lado, à semelhança
dos u is as da ge ação X do
Nappa Valley
, a possibilidade de ade i a uma lis a de emails, oi o
pon o menos p ezado, pa a as duas aixas e á ias.
T eloa e al., a i ma am em 2004, que a maio ia dos jo ens, na época Ge ação Y,
consome, p incipalmen e, ce eja e bebidas b ancas, po an o, a educação e a comunicação
o nam-se a o es essenciais no eno u ismo, pa a es as aixas e á ias (Ta a es & Aze edo, 2011).
Também Ka z e al. (2019, como ci ado po Tach e al., 2021) e elou, a a és de um es udo,
que, a Ge ação Z é menos p opensa ao consumo de álcool. No en an o, não dão an a impo ância
ao a o da educação, nes e caso, ap ende sob e os inhos e conhece os p odu o es (S e giou e
al., 2018). O mesmo oi comp o ado num es udo de Rachão e al. (2023), em que a Ge ação Z
demons ou meno in e esse, an o em in e agi com os p odu o es locais, como em pa icipa em
a i idades elacionadas com a enogas onomia. Nes e sen ido, possuindo menos conhecimen os
e menos expe iência no mundo dos inhos, es ão menos dispos os a paga pelo consumo des es
(Fe ei a e al., 2020; Sil a & Rebelo, 2019).
Es a mais no a ge ação, a ibuída com a le a Z e nascida a pa i de 1997 a é 2012,
possui, ainda, ecu sos inancei os limi ados, o que os az a alia , mais a en amen e, a
en abilidade da expe iência u ís ica (Hysa e al., 2021; Robinson & Schänzel, 2019). Apesa dos
ainda poucos es udos, (Rachão e al., 2023) e i ica am que é ap esen ada uma endência, po
es e g upo e á io, a es a em mais dispos os a paga po expe iências de u ismo que sejam
compos as po elemen os de gami icação e digi alização. Do mesmo modo, são, cada ez mais
p ocu adas opções de mobilidade indi iduais (Skinne e al., 2018) e é dada maio a enção à
segu ança alimen a , endo em con a a maio p eocupação com a saúde e bem-es a ísico (Thach
e al., 2021). Adicionalmen e, são menos in e essados em cons ui elações du an e as iagens
(Ka z e al., 2019, como ci ado po Tach e al., 2021).
33
Rela i amen e ao géne o, os ap eciado es masculinos ap esen am uma maio equência
de consumo de inho, ace ao géne o eminino (Rod íguez-Dona e e al., 2020), bebendo mais em
con ex os sociais (MacDonald e al., 2013) e es ando mais en ol idos com o eno u ismo (Cunha
e al., 2023). Semelhan emen e, Rachão e al. (2023) e i ica am que os homens são mãos
p opensos a paga mais pela pa icipação em expe iências de enogas onomia.
Po im, no que diz espei o às habili ações li e á ias, o ac o de possui um cu so
uni e si á io, an o licencia u a, como mes ado ou dou o amen o, in luencia posi i amen e a
disposição pa a paga mais po a i idades de enogas onomia (Rachão e al., 2023).
Em conclusão, exis em di e sas pe ceções e aspe os das expe iências que são
in luenciados pelas ca ac e ís icas demog á icas e psicog á icas dos di e en es indi íduos,
po an o, é impo an e conhecê-los, no sen ido de aplica es a égias de ma ke ing segmen adas
aos di e en es me cados (Ta a es & Aze edo, 2011).
2.7. Es a égias de P omoção no Eno u ismo
O oco no ma ke ing e na p omoção da ma ca do des ino são undamen ais pa a a
de inição de es a égias de ges ão, ga an ia das ma cas e i o iais e quali icação de i ine á ios em
meio u al (Bellia, Sca one, e al., 2021; Maso & Rod íguez, 2021).
Nes e sen ido, as adminis ações locais de em a icula as suas es a égias com as
au o idades locais e indi íduos p i ados, com o obje i o de minimiza a di isão en e odos, de ini
uma o ganização me ódica, e, consequen emen e, p omo e um c escimen o o mais coo denado
possí el. De ac o, algumas emp esas do se o dos inhos êm apos ado na di e si icação, c iando
di e en es p odu os u ís icos e ap o ei ando polí icas e es a égias locais pa a p omo e o
eno u ismo, cons i uindo assim um papel híb ido de ge ado es de p odu os e se iços e de agen es
de p omoção de desen ol imen o egional em á eas u ais (B uwe , 2003; Camp ubí & Galí, 2015;
Camp ubi & Gonçal es, 2025; Ca lsen, 2004; Hall, 1998).
A es é ica e a imagem de um des ino são pa es undamen ais pa a o c escimen o do
se o do u ismo (Ko s anje, 2013). A imagem ansmi ida po um des ino é cons i uída po
elemen os únicos e holís icos que pe manecem nas men es dos consumido es, sendo que, endo
em con a que o u ismo en ol e, maio i a iamen e, expe iências, es as imagens são, ge almen e,
memo izadas em o ma o de his ó ia ou na a i a (Go e s & Go, 2001; Zins & Adamu, 2024). Pa a
34
além disso, Russell e al. (2005) a i mam que a imagem de um des ino de e se ap esen ada
a a és do pon o de is a do me cado desejado (Losada & Mo a, 2019).
Não só o que é comunicado, mas ambém a o ma como o é ap esen ado são pon os
ex amen e impo an es na p omoção de des inos. Nes e sen ido, as imagens, ex os e p odu os
audio isuais c iados de em se baseados em es a égias de comunicação cla a, e i ando iludi os
po enciais u is as (Hue as e al., 2017; Losada & Mo a, 2019).
Du an e as úl imas décadas, no as ecnologias como a in e ne êm indo a e oluciona
o se o do u ismo. Cada ez mais, es a á ea eco e a meios de supo e digi al (Ga ima &
Dha mend a, 2023), online, ais como websi es, email ma ke ing, edes sociais, blogs, es a égias
SEO, publicidade na in e ne , en e ou os, e o line, como po exemplo, ele isão, ádio, ou doo s
digi ais e mensagens (Vele a & Ts e ano a, 2019). A a és des es, é possí el c ia con eúdos
digi ais, o que pe mi e a implemen ação de ações de ma ke ing e, consequen emen e, chega ao
público-al o (Fon es e al., 2024; Sokolo a & Ti o a, 2019).
Ing assia e al. (2022) e e e que, com o desen ol imen o dos elemó eis, nos dias de
hoje, é possí el encon a oda a in o mação e no ícias necessá ias pa a escolhe , não só um
des ino u ís ico, mas ambém, ou os aspe os como es au an es e a é mesmo, pesquisa sob e
a gas onomia local e cos umes cul u ais e é icos (Fon es e al., 2024).
Nes e sen ido, Della ocas (2003) e ela que a E-WOM, ou seja, a in o mação boca a boca
ansmi ida a a és de meios ele ónicos, sob epõe-se a ualmen e à WOM adicional, ou seja à
in o mação boca a boca ansmi ida pessoalmen e. Es a mudança pe mi e às emp esas do mundo
dos inhos, con ola , cada ez mais, o que o público diz sob e elas e sob e a expe iência i ida
com elas, com o obje i o de o ien a as escolhas e compo amen os dos consumido es. Da mesma
o ma, Velázquez e al. (2019) e ela que os p incipais indicado es associados à escolha de quin as
p odu o as de inho e de eno u ismo são os websi es das emp esas, os gos os e sen imen os
exp essados em publicações nas edes sociais, opiniões publicadas e a aliações deixadas po
ou os u ilizado es em páginas o iciais das edes sociais das co po ações (Fon es e al., 2024).
As es a égias de ma ke ing online êm como obje i o, desen ol e as in o mações cha e,
no sen ido de in o ma os consumido es (Taylo e al., 2010), p omo e o e as elacionadas com
os inhos ou eno u ismo (No a & Vlach ei, 2013), e o ça a iden idade da ma ca, a a és do

35
b anding e s o y elling (Rasch & G e zel, 2008) e incen i a a in e ação com os consumido es
(Be hon e al., 1996; Camp ubi & Gonçal es, 2025).
Num con ex o compe i i o, es a égias de ma ke ing online são c uciais pa a o
desen ol imen o es a égico no se o dos inhos, sendo os websi es e amen as undamen ais,
pa a al (Camp ubi & Gonçal es, 2025; Gu ă u & Duquesnois, 2011). Em mui os casos, o websi e
é o p imei o con ac o que o clien e cons i ui com uma p odu o a e os seus inhos, po an o o na-
se undamen al a u ilização des e po pa e das o ganizações da á ea dos inhos (Cho & Sung,
2012). Tendo em con a que os indi íduos chegam a um websi e, com o obje i o de p ocu a
in o mação, es e de e inclui ligações às edes sociais da ma ca, onde lhes sejam ap esen ados
con eúdos audio isuais e pe mi ido pa icipa nes as pla a o mas, in e agindo mais di e amen e
com a emp esa (A amendia e al., 2021; Fon es e al., 2024). Nes e sen ido, em e mos de
con eúdos audio isuais, Losada & Mo a (2019) conside am os ídeos p omocionais uma das
e amen as de p omoção mais u ilizadas no ma ke ing de des inos, pelo seu pode pe suasi o.
As ep esen ações mul imédia, nes e caso, em o ma o de ídeos p omocionais, possuem alguma
in luência nas expe iências dos u is as, po lhes o e ece em abe u a pa a pode em se
ep oduzidas po es es. Pa a além disso, incluem, ge almen e, in o mações sob e o des ino e
ansmi em imagens posi i as e apela i as, sendo, po an o undamen ais no b anding e na
comunicação da iden idade de um des ino (Hue as e al., 2017).
Não só websi es, mas ambém edes sociais de emp esas do mundo do inho, são
u ilizados pa a o e ece in o mações sob e a p óp ia o ganização, p odu os e se iços, pa ilha
o os, p omo e a i idades u ís icas, con a his ó ias de amilia, acili a e incen i a a
comunicação in e a i a e ende p odu os e se iços online, possibili ando, nes e caso a ese a
de expe iências (Cano i & Puccia elli, 2019; Alebaki e al., 2022). Po an o, no que diz espei o a
edes sociais, es as êm o pode de muda compo amen os das pessoas (Ing assia e al., 2022),
o nando-se, pa a o caso das emp esas de eno u ismo, bas an e impo an es, pa a a comunicação
em es a égias de ma ke ing, dis ibuição e ob enção de
eedback
(Cano i & Puccia elli, 2019;
Dua e Alonso e al., 2013; Fon es e al., 2024; Ko u , 2023; Leung e al., 2013; Muna &
Jacobsen, 2014).
36
Tal como ap esen ado na Figu a 3, Camp ubi & Gonçal es (2025) desen ol e am uma
es u u a concep ual pa a os websi es, endo em con a os con eúdos cha e pa a a sua cons ução,
suge idos po Lemoine (2019), No a & Vlach ei (2013), Rasch & G e zel (2008) e Taylo e al.
(2010). Vis o que o concei o de um websi e in luencia a pe ceção e o compo amen o dos seus
u ilizado es (No a & Vlach ei, 2013; Zei haml e al., 2002), as ma cas p odu o as de inho
apos am em di e en es p á icas de ma ke ing online (Begalli e al., 2009; Cha ey e al., 2000;
Di o & Pille, 1998).
Fon e: Lemoine (2019), No a & Vlach ei (2013), Rasch & G e zel (2008) e Taylo e al. (2010);
Elabo ado po Camp ubi & Gonçal es (2025).
É, pa a além disso, undamen al u iliza es a égias de SEO, pa a que o websi e a inja
posições es a égicas nos mo o es de pesquisa (Se iawan e al., 2020), is o que, a ualmen e, a
maio ia do mo imen o em si es é ge ado a a és de mo o es de busca (Fon es e al., 2024; Ullah
e al., 2018).
Ademais, em sido e i icado o e ei o de UGC, ou seja, con eúdos ge ados po u ilizado es,
no compo amen o e sa is ação dos u is as (Kaosi i e al., 2019). Alguns des es são, po exemplo,
as opiniões online de ou os clien es, que os consumido es, equen emen e, p ocu am e leem
an es de isi a um des ino, po conside a em on es c edí eis pa a o e ei o (Anand e al., 2017;
Ayeh e al., 2013; Black & Kelley, 2009; Kladou & Ma agani, 2015), dando-lhes, assim, mais
con iança nas suas escolhas (Mendes-Filho e al., 2018). Ou o exemplo de UGC no u ismo são
publicações ealizadas po u is as com a aliações e o os de expe iências (Kaosi i e al., 2019;
Figu a 3 - Concep ual amewo k o wine ies websi es
37
Oli ei a & Casais, 2019). Es es comen á ios são publicados pelos consumido es, com a in enção
de ajuda ou os a e i a más expe iências, exp imi sen imen os nega i os, p omo e negócios
locais, en e ou os (Bane jee & Chua, 2016; Ga ne & Kim, 2022; Ghazi, 2017; Kladou &
Ma agani, 2015; Melián-González e al., 2013).
Em sín ese, a p omoção da imagem e da ma ca de um des ino é undamen al pa a que a
espe i a iden idade se des aque e cap e os in e esses dos u is as (P a & Spa ks, 2014; Ramos
e al., 2020).
2.8. Ino ação no Eno u ismo: Gami icação e S o y elling
2.8.1. Gami icação
A Gami icação é de inida po (De e ding e al., 2011) como a p á ica de u iliza elemen os
de jogos em con ex os que não sejam conside ados jogos, com o obje i o de a ai , en ol e e
in luencia as decisões dos u ilizado es (Abou-Shouk & Soliman, 2021; Xi & Hama i, 2019).
Exis em di e sas es u u as compos as no sen ido de melho comp eende as
ca ac e ís icas da composição de um jogo. Nes e sen ido, Hunicke e al. p opuse am, em 2001,
a MDA F amewo k, uma es u u a que desc e e a dinâmica de um jogo, an o a pa i do pon o de
is a do designe , como do u ilizado . Po an o, al como o p óp io nome indica, um jogo é di idido
em ês componen es: as Mecânicas, as Dinâmicas e a Es é ica. As Mecânicas são compos as po
oda a ação, algo i mo, elemen os e mo o es necessá ios pa a o uncionamen o do jogo,
supo ando assim as Dinâmicas, que, po sua ez, en ol em o con ex o, os obs áculos, as
escolhas, as opo unidades, as consequências, a con inuação, a conclusão, a compe ição e a
coope ação do jogo (Ruhi, 2015). Todos es es aspe os ajudam a o ma a Es é ica do jogo, que é
conside ada o sen imen o ansmi ido aos jogado es du an e o jogo. A “di e são” na Gami icação
en ol e mais do que o anspos o pela p óp ia pala a. O au o des a es u u a, de ende que es a
é compos a po ou os oi o aspe os, ais como, as sensações de exp imen a algo no o, o desa io
de e mina de e minadas a e as, a descobe a de no os assun os, a a és da explo ação e da
expe iência com es a égias ino ado as, o companhei ismo que uma ede social az, a libe dade
de exp essão, a an asia do mundo i ual, a submissão ao jogo e a na a i a, que isa cap a o
in e esse do jogado (Kusuma e al., 2018). Tal como ilus ado na Figu a 4, enquan o a
38
pe spe i a dos designe s pa e das Mecânicas, pa a as Dinâmicas a é à Es é ica, os u ilizado es
possuem o pon o de is a in e so.
Fon e: Hunicke e al., 2001 (Elabo ação P óp ia).
Po ou o lado, Fulle on e al. (2006) compôs o modelo FDD que assen a em ês
di e en es aspe os: Fo mal, D amá ico e Dinâmico. O a ibu o Fo mal de um jogo aduz-se nas
eg as que limi am as ações de um jogado , enquan o o a o D amá ico e a a os elemen os que
cap am a a enção p olongada do jogado , ais como p emissas, pe sonagens e a p óp ia his ó ia.
A combinação des es dois elemen os in oduz as Dinâmicas do mundo do jogo, o que a o ece a
expe iência do jogado (Kusuma e al., 2018).
Já Schell (2015) conside a, a a és do modelo Elemen al Te ad, que um jogo é compos o
po Mecânicas, His ó ia, Es é ica e Tecnologia. Pa a es e au o , as Mecânicas ep esen am as
eg as e p ocedimen os. Já a His ó ia consis e em oda a ede de e en os que o jogado segue
du an e a pa ida. Simila men e à es u u a MDA, a Es é ica é cons i uída pela apa ência e pela
pe ceção. Po im, a Tecnologia simboliza odos os ma e iais que o nam o jogo disponí el, sendo
es es elemen os ísicos, ais como ca ões ou papel, ou elemen os digi ais, como po exemplo,
compu ado es (Kusuma e al., 2018).
Kusuma e al. (2018) concluí am, a a és do seu es udo que, de o ma a in ensi ica os
e ei os da gami icação, é necessá io es a di e en es combinações de mecânicas, is o que es as
podem ansmi i di e en es e ei os aos seus jogado es.
No caso do u ismo, a Gami icação em o pode de en ol e e o e ece expe iências
ag adá eis e memo á eis aos u is as, e, simul aneamen e, p omo e e in o ma sob e os des inos
u ís icos (Ba oli e al., 2018; Buhalis e al., 2019; Bulencea & Egge , 2015; Xu e al., 2017). Um
dos mo i os pa a a u ilização de gami icação no ma ke ing de u ismo é a abe u a que es a o e ece
pa a explo a os des inos (Xu e al., 2016; Buhalis, 2019). Buhalis e al. (2019) conside am que
Figu a 4 - MDA F amewo k
45
De seguida, oi elabo ado e aplicado um inqué i o com o obje i o de ecolhe dados ace ca
de po enciais eno u is as pa a pode p epa a o p oje o, sendo u ilizado o
Qual ics XM
como
pla a o ma de submissão das espos as. No en an o, ambém o am u ilizados inqué i os em
supo e ísico. Tendo em con a o obje i o de ob e espos as de u is as es angei os, o inqué i o
oi pa ilhado, an o na língua po uguesa como na língua inglesa. Pa a al, oi u ilizada a pla a o ma
Link ee
, no sen ido de uni ambas as e sões numa só ligação. A sua aplicação oi ealizada, en e
os dias 25 de ou ub o de 2024 e 23 de janei o de 2025, a a és de en e is as p esenciais e
en ega de QR Codes e inqué i os em supo e ísico no Cen o His ó ico, no Pos o de Tu ismo de
Pon e de Lima e a esponsá eis de alojamen o local. Pa a além disso, oi pa ilhado com
es abelecimen os de eno u ismo em Pon e de Lima e em g upos da ede social
Facebook
elacionados com os emas do Vinho, Tu ismo e Eno u ismo. Com exceção das espos as ob idas
a a és de um o ma o de en e is a, odas as es an es o am subme idas de o ma anónima,
endo em con a que nenhum dos dados sociodemog á icos pedidos é susce í el de iden i icação
do indi iduo. No o al, o am ecebidas 311 espos as, apesa de 61 des as não e em sido
concluídas, o que pe az um o al de 250 espos as con abilizadas pa a e ei os de análise.
3.4. Es u u a do Ques ioná io
Não exis indo ainda uma p esença incada de eno u ismo em Pon e de Lima, sendo a
amos a pequena, e is o que es e p oje o em como obje i o p omo e o se o no concelho, o
inqué i o oi o mulado de o ma a ques iona odos os seguin es pe is:
A. Eno u is a em Pon e de Lima;
B. Po encial eno u is a em Pon e de Lima que já ealizou eno u ismo nou a localidade;
C. Po encial eno u is a em Pon e de Lima que nunca ealizou eno u ismo.
Como po encial eno u is a, conside a-se odos aqueles que possuem algum in e esse na
ealização de a i idades de eno u ismo em Pon e de Lima, ou seja, espondendo “Sim” ou “Tal ez”
à Q1.
Com o obje i o de o mula ques ões o am conside ados ques ioná ios aplicados po
Lamei as (2015) e Ta a es (2016). No sen ido de con ex ualiza o inqui ido no ema abo dado, oi
colocada a de inição de Eno u ismo ap esen ada po Hall & Mi chell (2007) no espaço de
in odução des e. Ademais as ques ões ace ca de ca ac e ís icas sociodemog á icas o am

46
colocadas no inal do ques ioná io (Secção 7), de o ma a e i a a desis ência po es e con e o
pedido de dados que pode ão se conside ados sensí eis.
Nes e sen ido, o inqué i o oi es u u ado a a és de secções des inadas a segmen os
di e en es. A p imei a ques ão da p imei a secção oi colocada a odos os inqui idos, no en an o,
pa a os que esponde am “Não” a essa ques ão, o inque i o não a ançou. Na secção 2 o am
ques ionados odos os indi íduos que já e iam isi ado Pon e de Lima, enquan o na Secção 4 os
des ina á ios o am os que já e iam ealizado eno u ismo, ou seja, os pe is A e B. Já na Secção
6 apenas o am inqui idos consumido es de inho. Pa a a es an es secções, com exceção da
p imei a, o am inqui idos odos os po enciais eno u is as.
Na Tabela 1 é ap esen ada a es u u a do ques ioná io, incluindo os obje i os das á ias
ques ões e on es u ilizadas da e isão da li e a u a que e e enciam os emas em análise nes as.
Tabela 1 – Es u u a do Ques ioná io
Secção
Ques ão
Obje i o
Fon es
Secção
1
Q1 – Es a ia in e essado
na ealização, em Pon e
de Lima de
a i idades/expe iências
u ís icas elacionadas
com eno u ismo?
Seleciona pa a espos as
apenas in e essados em
eno u ismo em Pon e de
Lima
-
Q2 – Já isi ou Pon e de
Lima?
Segmen a indi íduos que
já isi a am Pon e de
Lima
(By d e al., 2017;
Spa ks, 2007)
Secção
2
Q3 – Qual o p incipal
mo i o da sua isi a a
Pon e de Lima?
De e mina quais as
p incipais a i idades que
mo i am a isi a a Pon e
de Lima
(Bellia, Lamei as, 2015;
Sca one e al., 2021;
Rachão e al., 2023)
Q4 – Em que ipo de
alojamen o icou?
De e mina a necessidade
e os p incipais ipos de
alojamen os u ilizados em
Pon e de Lima
(Hysa e al., 2021;
Lamei as, 2015)
Q5 – Que on e de
in o mação/ publicidade
mo i ou a sua isi a?
De e mina as p incipais
on es de in o mação/
publicidade que mo i am
as isi as a Pon e de Lima
(Camp ubi & Gonçal es,
2025; Fon es e al.,
2024; Ga ne & Kim,
2023; Lamei as, 2015;
Losada & Mo a, 2019;
47
Ramos e al., 2020;
Ta a es, 2016)
Q6 – Numa escala de 1 a
10, qual o seu g au de
sa is ação ela i amen e à
isi a a Pon e de Lima,
sendo 1 – Nada Sa is ei o
e 10 – Mui o Sa is ei o?
De e mina o g au de
sa is ação com a isi a a
Pon e de Lima
(Back e al., 2018; Bonn
e al., 2016; B uwe e
al., 2016; Lamei as,
2015; Ramos e al.,
2020; Ta a es, 2016)
Q7 – Numa escala de 1 a
10, qual a p obabilidade
de eg essa a Pon e de
Lima, sendo 1 – Nada
P o á el e 10 – Mui o
P o á el?
De e mina a
p obabilidade de eg esso
a Pon e de Lima
(Hough on, 2002; Kuus,
2024 Quad i-Feli &
Fio e, 2013; Ramos e al.,
2020)
Q8 – Numa escala de 1 a
10, qual a p obabilidade
de ecomenda uma isi a
a Pon e de Lima, sendo 1
– Nada P o á el e 10 –
Mui o P o á el?
De e mina a
p obabilidade de
ecomendação de uma
isi a a Pon e de Lima
(Ramos e al., 2020;
Spa ks, 2007; Ta a es,
2016; Yuan e al., 2008)
Secção
3
Q9 – Já ealizou algum
ipo de a i idade
eno u ís ica?
Segmen a indi íduos que
já expe iencia am
eno u ismo
(Alebaki e al., 2015;
Ta a es, 2016)
Q10 – Conhece a cas a
de Vinho Ve de Lou ei o?
De e mina se o indi iduo
conhece a cas a Lou ei o
(By d e al., 2017;
Mi chell & Hall, 2004;
Ramos e al., 2020)
Secção
4
Q11 – Com quem iajou?
De e mina os p incipais
ipos de g upos que
ealizam isi as de
eno u ismo
(Coope e al., 2019;
Lamei as, 2015; Rachão
e al., 2023; Skinne e
al., 2018)
Q12 – Como planeou a
iagem?
De e mina com que
equência os eno u is as
eco em a agências de
iagens
(Ke e , 2020; Lamei as,
2015)
Secção
5
Q13 – Que ou o ipo de
a i idades
complemen a es gos a ia
de ac escen a ao
eno u ismo, du an e uma
isi a a Pon e de Lima?
De e mina as p incipais
ca ego ias de a i idades
com po encial de se em
inse idas em isi as de
eno u ismo
(Bellia, Sca one e al.,
2021; B uwe &
Lesschae e, 2012;
Camp ubi & Gonçal es,
2025; Fes a e al., 2020;
Holland e al., 2014;
Lamei as, 2015)
48
Q14 – Qual o p eço
máximo (em eu os) que
es a ia dispos o a paga
po uma expe iência
u ís ica elacionada com
a emá ica do inho e de
lou ei o, conside ando
uma p o a de inhos +
isi a a quin a du an e 2
ho as?
De e mina os alo es
que os eno u is as es ão
dispos os a paga pelas
expe iências de
eno u ismo
(Fe ei a e al., 2020;
Hysa e al., 2021; Rachão
e al., 2023; Sil a &
Rebelo, 2019; Robinson
& Schnzel, 2019;
Ta a es, 2016; Yeh &
Jeng, 2015)
Q15 – É consumido de
inho?
Segmen a consumido es
de Vinho
(Cha e s & Foun ain,
2006; Ka z e al., 2019;
Lamei as, 2015; Rachão
e al., 2023; Tach e al.,
2021)
Secção
6
Q16 – Numa escala de 1
a 4, como classi ica o seu
conhecimen o em inhos?
De e mina o ní el de
conhecimen o em inhos
dos po enciais eno u is as
consumido es de inho
(Cha e s & Foun ain,
2006; Lamei as, 2015;
Rachão e al., 2023;
S e giou e al., 2018;
Ta a es, 2016)
Q17 – Em que
momen os é mais
ap eciado de inhos?
De e mina a equência
de consumo de inho dos
po enciais eno u is as
consumido es de inho
(Lamei as, 2015;
MacDonald e al., 2013;
Ta a es, 2016)
Secção
7
D1 – Géne o
Comp eende di e enças
en e géne os
(Lamei as, 2015; Rachão
e al., 2023; Ta a es,
2016)
D2 – Faixa E á ia
Comp eende di e enças
en e di e en es ge ações
(Lamei as, 2015; Rachão
e al., 2023; Ta a es &
Aze edo, 2011)
D3.1. – Nacionalidade
Comp eende di e enças
en e indi íduos de
di e en es o igens
(Lamei as, 2015)
D3.3. – Se o de
nacionalidade
po uguesa, qual o seu
concelho de Residência?
(Lamei as, 2015)
D4 – Si uação
P o issional
Comp eende a in luencia
que a si uação
p o issional possui nas
escolhas dos indi íduos
(Lamei as, 2015;
Ta a es, 2016)
49
D5 – Habili ações
Li e á ias
Comp eende a in luencia
que as habili ações
li e á ias possuem nas
escolhas dos indi íduos
(Lamei as, 2015; Rachão
e al., 2023; Ta a es,
2016)
D6 – Es ado Ci il
Comp eende a in luencia
que o es ado ci il possui
nas escolhas dos
indi íduos
(Lamei as, 2015;
Ta a es, 2016)
D7 – Qual é o ní el de
endimen o mensal
habi ual no seu ag egado
amilia (em eu os)?
Comp eende a in luencia
que o ní el de
endimen os possui nas
escolhas dos indi íduos
(Lamei as, 2015;
Ta a es, 2016)
(Elabo ação P óp ia)
3.5. Ca ac e ização da Amos a
Numa p imei a análise das ca ac e ís icas sociodemog á icas da amos a ecolhida, al
como se e i ica na Tabela 2, a g ande maio ia das espos as ela i as ao géne o (D1) o am
ob idas de elemen os (nD1=223) do géne o masculino, com 144 (57,6%) das espos as subme idas,
ace a 75 espos as (30,0%) do géne o eminino e 4 espos as (1,6%) de ou o géne o.
Tabela 2 - Ca ac e ização da Amos a – D1 Géne o
N
%
Feminino
75
30,0%
Masculino
144
57,6%
Ou o
4
1,6%
Sem Respos a
27
10,8%
(Elabo ação P óp ia)
Rela i amen e à Faixa E á ia (D2) (nD2=223), a Tabela 3 demons a que, an o a Ge ação Z
(18 – 27 anos) como a Ge ação Y (28 – 43 anos) con am com 52 espos as (20,8%) cada uma.
A Ge ação X (44 - 59 anos) oi de odas a que acumulou mais espos as, ep esen ando es as 81
submissões, ou seja 32,4% do o al. Po im, os
Baby Boome s
(maio es de 60 anos) o am a
ge ação menos signi ican e com 38 espos as (15,2%).
50
Tabela 3 - Ca ac e ização da Amos a – D2 Faixa E á ia
N
%
18 - 27 anos
52
20,8%
28 – 43 anos
52
20,8%
44 – 59 anos
81
32,4%
Mais de 60 anos
38
15,2%
Sem Respos a
27
10,8%
(Elabo ação P óp ia)
Quan o à o igem (D3) da amos a (nD3.1=222), ela i amen e à nacionalidade (D3.1), 145
espos as (65,3%) o am ob idas de indi íduos de nacionalidade po uguesa, ace a 77 espos as
de es angei os. No o al, de aco do com os dados egis ados na Tabela 4, o am e i icadas
espos as de 31 di e en es nacionalidades, sendo as p incipais es angei as, a b asilei a (12
espos as – 4,8%), a b i ânica (8 espos as – 3,2%), a ame icana (6 espos as – 2,4%) e a alemã
(6 espos as – 2,4%).
Tabela 4 - Ca ac e ização da Amos a – D3.1 Nacionalidade
N
%
Á ica do Sul
1
0,4%
Alemanha
6
2,4%
Angola
1
0,4%
A gen ina
2
0,8%
Aus ália
1
0,4%
Bélgica
4
1,6%
B asil
12
4,8%
Bulgá ia
1
0,4%
Canadá
5
2,0%
Chip e
2
0,8%
Colômbia
1
0,4%
C oácia
1
0,4%
Dinama ca
2
0,8%
Espanha
4
1,6%
Es ados Unidos da Amé ica
6
2,4%
F ança
2
0,8%
Geó gia
1
0,4%
G écia
3
1,2%
Gua emala
1
0,4%
Hondu as
2
0,8%
I landa
1
0,4%

51
I ália
3
1,2%
Luxembu go
1
0,4%
Macau
1
0,4%
Mal a
1
0,4%
No a Zelândia
2
0,8%
Po ugal
145
58,0%
Reino Unido
8
3,2%
Roménia
1
0,4%
Suíça
1
0,4%
Sem Respos a
28
11,2%
(Elabo ação P óp ia)
A a és des es dados oi ambém c iada uma a iá el (D3.4) com o obje i o de simpli ica
e des aca se os inqui idos se iam de nacionalidade po uguesa e es angei a.
No que diz espei o a esiden es em e i ó io nacional, sendo es es de nacionalidade
po uguesa ou es angei a, os dis i os (D3.2) com maio egis o de espos as (nD3.2=151), o am,
po o dem dec escen e, o Po o (30 espos as – 12,0%), Viana do Cas elo (27 espos as – 10,8%),
Lisboa (25 espos as – 10,0%), e B aga (24 espos as – 9,6%), ou seja, maio i a iamen e, dis i os
da Região No e (Tabela 5). Es a a iá el oi c iada a pa i da a iá el D3.3.
Tabela 5 - Ca ac e ização da Amos a – D3.2 Dis i o de Residência
N
%
Viana do Cas elo
27
10,8%
B aga
24
9,6%
Po o
30
12,0%
Vila Real
4
1,6%
A ei o
6
2,4%
Viseu
1
0,4%
Coimb a
6
2,4%
Lei ia
7
2,8%
Lisboa
25
10,0%
Se úbal
11
4,4%
É o a
3
1,2%
Beja
3
1,2%
Madei a
2
0,8%
Aço es
2
0,8%
Sem Respos a
99
39,6%
(Elabo ação P óp ia)
52
Ademais, al como cons a na Tabela 6, os concelhos (D3.3) com maio signi icância de
espos as (nD3.3=151) o am Pon e de Lima (16 espos as – 6,4%), Lisboa (13 espos as – 5,2%) e
San o Ti so (11 espos as – 4,4%).
Tabela 6 - Ca ac e ização da Amos a – D3.3 Concelho de Residência
N
%
Aço es
2
0,8%
Alenque
1
0,4%
Almodô a
2
0,8%
Amado a
1
0,4%
Anadia
1
0,4%
A cos de Valde ez
2
0,8%
Azei ão
1
0,4%
Ba celos
2
0,8%
Bomba al
1
0,4%
B aga
8
3,2%
Caldas da Rainha
2
0,8%
Can anhede
3
1,2%
Cascais
3
1,2%
Coimb a
3
1,2%
Espinho
1
0,4%
Es emoz
1
0,4%
Fa e
2
0,8%
Funchal
2
0,8%
Gondoma
1
0,4%
Guima ães
4
1,6%
Lei ia
3
1,2%
Lisboa
13
5,2%
Lou es
2
0,8%
Ma a
1
0,4%
Maia
1
0,4%
Mealhada
2
0,8%
Moi a
2
0,8%
Monção
1
0,4%
Odi elas
1
0,4%
Oei as
2
0,8%
Oli ei a do Bai o
1
0,4%
Pa edes de Cou a
1
0,4%
Ped ogão G ande
1
0,4%
Peso da Régua
1
0,4%
53
Pon e de Lima
16
6,4%
Po o
6
2,4%
Pó oa de Va zim
2
0,8%
Redondo
2
0,8%
Sab osa
1
0,4%
San o Ti so
11
4,4%
Seixal
2
0,8%
Sesimb a
2
0,8%
Se úbal
4
1,6%
To es Ved as
1
0,4%
T o a
2
0,8%
Vale de Camb a
1
0,4%
Valpaços
1
0,4%
Viana do Cas elo
7
2,8%
Vidiguei a
1
0,4%
Vila do Conde
3
1,2%
Vila No a de Famalicão
6
2,4%
Vila No a de Gaia
4
1,6%
Vila Real
1
0,4%
Vila Ve de
1
0,4%
Viseu
1
0,4%
Vizela
1
0,4%
Respos as Pe didas
99
39,6%
(Elabo ação P óp ia)
Em con o midade com a Tabela 7 (D4), a maio ia dos inqui idos (nD4=223) indica am se
abalhado es po con a de ou em (126 espos as – 50,4%). Adicionalmen e, o am ob idas
espos as, semelhan emen e signi ica i as, de indi íduos abalhado es em nome indi idual (31
espos as – 12,4%), es udan es (31 espos as – 12,4%) e e o mados (30 espos as – 12,0%).
Apenas 5 espos as (2,0%) o am egis adas po desemp egados.
Tabela 7 - Ca ac e ização da Amos a – D4 Si uação P o issional
N
%
T abalhado (a) po con a de ou em
126
50,4%
T abalhado (a) em nome indi idual
31
12,4%
Desemp egado(a)
5
2,0%
Es udan e
31
12,4%
Re o mado(a)
30
12,0%
Sem Respos a
27
10,8%
(Elabo ação P óp ia)
54
A espei o de Habili ações Li e á ias (D5), al como ap esen ado na Tabela 8, a maio pa e
dos esponden es (nD5=223) possuem quali icações ao ní el do Ensino Supe io , com 82 espos as
(32,8%) de licenciados, 68 espos as (27,2%) de mes es e 13 espos as (5,2%) de dou o ados.
Em con apa ida, o am subme idas 11 espos as (4,4%) de quali icados com o Ensino Básico e
49 (19,6%) com o Ensino Secundá io.
Tabela 8 - Ca ac e ização da Amos a – D5 Habili ações Li e á ias
N
%
Ensino Básico
11
4,4%
Ensino Secundá io
49
19,6%
Licencia u a ou Bacha ela o
82
32,8%
Mes ado
68
27,2%
Dou o amen o
13
5,2%
Sem Respos a
27
10,8%
(Elabo ação P óp ia)
No que se e e e ao Es ado Ci il (D6) (nD6=223), 90 inqui idos (36,0%) indica am se
sol ei os, 99 (39,6%) e ela am se casados, 80 (32,0%) des es com ilhos e 19 (7,6%) sem ilhos,
enquan o 34 indi íduos (13,6%) comp eendem ou o ipo de si uação ci il (Tabela 9).
Tabela 9 - Ca ac e ização da Amos a – D6 Es ado Ci il
N
%
Sol ei o
90
36,0%
Casado(a) sem ilhos
19
7,6%
Casado(a) com ilhos
80
32,0%
Ou o
34
13,6%
Sem Respos a
27
10,8%
(Elabo ação P óp ia)
Po im, no que diz espei o ao endimen o mensal no ag egado amilia (D7), assinalado
na Tabela 10 (nD7=215), apenas 13 inqui idos (5,2%) e ela am ob e endimen os in e io es a
819 eu os, 55 (22,0%) indica am au e i en e 820 e 1599 eu os, 78 (31,2%) assinala am o ní el
en e 3000 e 5000 eu os e somen e 15 (6,0%) alcançam mais de 5000 eu os mensais no seu
ag egado amilia . Nes e caso, o núme o de espos as pe didas oi maio , possi elmen e pela
sensibilidade da ques ão.
61
Todas as ês ques ões ap esen am des ios-pad ões baixos (σQ6=1,31; σQ7=1,83; σQ8=1,47),
o que ep esen a a consis ência das espos as, que, globalmen e, se aduzi am em esul ados
saudá eis e p omisso es pa a o u ismo no concelho de Pon e de Lima.
3.6.1.3. Análise dos Resul ados da Secção 3
A p imei a ques ão da Secção 3 (Q9), demons ada na Tabela 19, p e ende de e mina a
pa icipação an e io em expe iências eno u ís icas pelo indi iduo (nQ9=223) em ês ca ego ias: já
ealizou eno u ismo em Pon e de Lima; já ealizou eno u ismo, po ém numa ou a localidade;
nunca ealizou eno u ismo. Apenas 29 esponden es (11,6%) e ela am e pa icipado em
expe iências de eno u ismo no concelho de Pon e de Lima. Po ém, me ade dos inqui idos (125
espos as – 50,0%) a i mou já o e expe ienciado, no en an o num ou o local. Não obs an e, 69
(27,6%) esponde am nunca o e ealizado.
Tabela 19 - Q9 Expe iência de pa icipação em a i idades de eno u ismo pelos
inqui idos
N
%
Sim, em Pon e de Lima
29
11,6%
Sim, mas nou a localidade
125
50,0%
Não
69
27,6%
Sem Respos a
27
10,8%
(Elabo ação P óp ia)
Ainda na Secção 3, os inqui idos o am ques ionados (Q10) se conheciam a cas a Lou ei o
de Vinho Ve de (nQ10=223). A maio ia (149 espos as – 59,6%) e elou a é já e p o ado es a
a iedade. Também 17 (6,8%) indi íduos a i ma am conhece a cas a, no en an o, nunca a inham
p o ado à da a da aplicação do inqué i o. Po ou o lado, 57 (22,8%) demons a am não e , a é
en ão, conhecimen o da exis ência da cas a Lou ei o (Tabela 20).
Tabela 20 - Q10 Conhecimen o da Cas a Lou ei o
N
%
Sim e já p o ei
149
59,6%
Sim, mas nunca p o ei
17
6,8%
Não
57
22,8%
Sem Respos a
27
10,8%
(Elabo ação P óp ia)

62
3.6.1.4. Análise dos Resul ados da Secção 4
Na Secção 4, o am apenas ques ionados aquelas cuja espos a à ques ão “Já ealizou
algum ipo de a i idade eno u ís ica?” oi “Sim, em Pon e de Lima” ou “Sim, mas nou a
localidade”. As ques ões aqui ap esen adas, i e am como obje i o de e mina pad ões na
ealização de iagens de eno u ismo.
A pe gun a desc i a na Tabela 21 (Q11) pedia aos inqui idos (nQ11=154) que e elassem
com quem ealiza am a iagem de eno u ismo. A maio ia indicou es a acompanhado, sendo com
o(a) companhei o(a) (49 espos as – 19,6%), em amília (45 espos as – 18,0%), com amigos (30
espos as – 12,0%) ou em g upo de excu são o ganizada (7 espos as – 2,8%). Somen e 23 (9,2%)
e e i am e iajado sozinhos.
Tabela 21 - Q11 Companhia na iagem de eno u ismo
N
%
Sozinho
23
9,2%
Com o(a) companhei o(a)
49
19,6%
Em amilia
45
18,0%
Com amigos
30
12,0%
Em g upo de excu são o ganizada
7
2,8%
Sem Respos a
96
38,4%
(Elabo ação P óp ia)
Em e mos de planeamen o da iagem de eno u ismo (Q12) (nQ12=153), apenas 9 (3,6%) o
ealiza am com a ajuda de um agen e u ís ico, ao con á io dos es an es 144 esponden es
(57,6%) (Tabela 22).
Tabela 22 - Q12 Ajuda no planeamen o da iagem de eno u ismo
N
%
Sozinho
144
57,6%
Com a ajuda de um agen e u ís ico
9
3,6%
Sem Respos a
97
38,8%
(Elabo ação P óp ia)
3.6.1.5. Análise dos Resul ados da Secção 5
Na Secção 5, al como ap esen ado na Tabela 23 e na Figu a 8, os inqui idos (nQ13=223)
o am ques ionados (Q13) ace ca do ipo de a i idades que gos a iam de complemen a à
63
expe iência de eno u ismo em Pon e de Lima. A maio ia des es (164 espos as – 73,5%) assegu ou
que gos a ia de inclui a Gas onomia Local nes as expe iências. De seguida, as ca ego ias mais
ele an es o am a Visi a ao cen o his ó ico da ila (118 espos as – 52,9%), as Fes as e Roma ias
(97 espos as – 43,5%) e a Visi a a ei as e e en os (86 espos as – 38,6%).
Tabela 23 - Q13 A i idades p e e idas pa a complemen a ao Eno u ismo
N
%
Gas onomia Local
164
65,6%
Visi a ao cen o his ó ico da ila
118
47,2%
Visi a a ja dins e espaços e des
65
26,0%
Visi a a museus
47
18,8%
Ida ao Tea o
18
7,2%
Visi a a ei as e e en os
86
34,4%
Fes as e Roma ias
97
38,8%
Expe iências de despo o, a en u a e na u eza
46
18,4%
Ou a
26
10,4%
Sem Respos a
27
10,8%
(Elabo ação P óp ia)
(Elabo ação P óp ia)
Ademais, assim como demons ado na Tabela 24, 26 indi íduos (11,7%) e e i am que
ac escen a iam ambém ou o ipo de a i idades complemen a es, ais como a Pe eg inação pelo
Caminho de San iago (2 espos as – 0,8%) e a passagem po espaços de comé cio local que
endam p odu os a esanais ou ípicos da egião (1 espos a – 0,4%).
164
118
65 47
18
86 97
46
26
0
50
100
150
200
Nª de índi iduos
Gas onomia Local Visi a ao cen o his ó ico da ila
Visi a a ja dins e espaços e des Visi a a museus
Ida ao Tea o Visi a a ei as e e en os
Fes as e Roma ias Expe iências de despo o, a en u a e na u eza
Ou a
Figu a 8 - Q13 A i idades p e e idas pa a complemen a ao Eno u ismo
64
Tabela 24 - Q13 A i idades p e e idas pa a complemen a ao Eno u ismo – Ou as
a i idades
N
%
Adegas
1
0,4%
Fei as, exposições e a i idades despo i as e laze
1
0,4%
Já iz as isi as p e is as no inqué i o
1
0,4%
Ma ke s o s o es ha o e ypical local p oduc s (wha e e i is ypical
he e and also cheese, oil, eggies, honey, cha cu e ie, e c) and
handc a ed p oduc s (like eas, he bal blends, na u al cosme ics, e c)
1
0,4%
Pon e de Lima é excecional, suas gen es e a beleza na u al.
1
0,4%
San iago
2
0,8%
Tou u ís ico com isi a a monumen os, de seguida uma ida a
p odu o de inho e e minado num es au an e em que a e eição
con emple o pai ing com os inhos/casa locais
1
0,4%
Respos as a “Ou a” sem desc ição
18
7,2%
(Elabo ação P óp ia)
À semelhança de ou os, es es esul ados demons am a impo ância de inclui expe iências
de con ex o gas onómico, his ó ico e cul u al numa o a de eno u ismo em Pon e de Lima, endo
em con a o seu peso no u ismo do concelho.
Pa a além disso, oi de e minado que, conside ando uma expe iência de eno u ismo
elacionada com o Vinho Ve de Lou ei o, incluindo uma p o a de inhos e uma isi a a uma quin a
du an e duas ho as (Q14), em média (μQ14), os inqui idos (nQ14=222) es a iam dispos os a paga ,
no máximo, uma quan ia de 35,03€. No en an o, a espos a mais equen e (MoQ14) oi a quan ia
de 20,00€ (59 espos as – 23,6%). As quan ias mínimas (min.Q14) e máximas (max.Q14) assinaladas
o am 0,00€ (1 espos a – 0,4%) e 150,00€ (1 espos a – 0,4%), espe i amen e (Tabela 25 e
Figu a 9).
Tabela 25 - Es a ís icas da Q14
Respos as Válidas (N)
222
Sem espos a
28
Média
35,0315
Mediana
30,00
Moda
20
Des io Pad ão
20,04077
Mínimo
0
Máximo
150
(Elabo ação P óp ia)
65
(Elabo ação P óp ia)
Po im, e i icou-se na Tabela 26 (Q15) que 75,2% (188 espos as) dos inqui idos
(nQ15=223), e am, à da a da aplicação do es udo, consumido es de inho, ace a 14,0% (35
espos as) de não consumido es. Po an o, cons a a-se que não é c i é io ob iga ó io o ac o de
se consumido de inhos, pa a se e in e esse numa o a de eno u ismo.
Tabela 26 – Q15 Inqui idos que são consumido es de Vinho
N
%
Sim
188
75,2%
Não
35
14,0%
Sem Respos a
27
10,8%
(Elabo ação P óp ia)
3.6.1.6. Análise dos Resul ados da Secção 6
Na secção 6, os consumido es de inho o am ques ionados ace ca dos seus
conhecimen os e hábi os de consumo.
Rela i amen e ao ní el de conhecimen o em inhos (Q16) dos inqui idos (nQ16=183),
ap esen ado na Tabela 27 e na Figu a 10, numa escala de 1 (Poucos ou nenhuns
conhecimen os) a 4 (Sou especialis a em inhos), a média (μQ16) oi de 2,72 alo es, sendo o ní el
3 a espos a mais equen e (MoQ16).
0
10
20
30
40
50
60
70
0 €
5 €
10 €
15 €
20 €
25 €
30 €
35 €
40 €
45 €
50 €
55 €
60 €
65 €
70 €
75 €
80 €
85 €
90 €
95 €
100 €
105 €
110 €
115 €
120 €
125 €
130 €
135 €
140 €
145 €
150 €
P eço Máximo (em eu os)
Figu a 9 - Q14 P eço Máximo que os u is as es ão dispos os a paga po uma
expe iência de eno u ismo elacionada com o Vinho Ve de Lou ei o
66
Tabela 27 – Es a ís icas da Q16
Respos as Válidas
183
Sem Respos a
67
Media
2,72
Mediana
3,00
Moda
3
Des io Pad ão
0,893
Mínimo
1
Máximo
4
(Elabo ação P óp ia)
(Elabo ação P óp ia)
Enquan o ap eciado es de inhos (Q17) (nQ17=187), 79 esponden es (31,6%) a i ma am
consumi es a bebida na maio ia das e eições. Numa medida simila , 76 (30,4%) e ela am
consumi apenas em e eições espo ádicas. Somen e 32 e e i am que bebiam inho apenas em
con ex o social (Tabela 28).
Tabela 28 - Q17 Momen os em que os inqui idos mais consomem inho
N
%
Na maio ia das e eições
79
31,6%
Em e eições espo ádicas
76
30,4%
Apenas socialmen e
32
12,8%
Sem espos a
63
25,2%
(Elabo ação P óp ia)
17
55
74
37
0
10
20
30
40
50
60
70
80
1 2 3 4
F equência de Respos as
1 - Poucos ou nenhuns conhecimen os; 4 - Sou especialis a em inhos
Figu a 10 - Q16 Conhecimen os dos inqui idos ace ca de inhos

67
3.6.2. Análise C uzada das Ques ões
No sen ido de medi a elação en e di e en es a iá eis e o in e esse na ealização de
expe iências de eno u ismo em Pon e de Lima (Q1), oi u ilizado o es e do Qui-Quad ado. Na
Tabela 29 são ap esen ados os ní eis de signi icância ele an es (α<0,05), pa a cada uma des as
a iá eis. Tal como é possí el e i ica , e i icou-se alguma signi icância no que diz espei o às
a iá eis D2, D3.4, D4 e Q9.
Tabela 29 - Ní el de Signi icância da elação en e a Q1 e á ias a iá eis – Tes e
Qui-Quad ado
Sig. (α)
(D1) Géne o
0,262
(D2) Faixa E á ia
0,009
(D3.4) Nacionalidade (Po uguesa s. Es angei a)
<0,001
(D4) Si uação P o issional
0,009
(D5) Habili ações Li e á ias
0,099
(D6) Es ado Ci il
0,224
(D7) Rendimen o Mensal do Ag egado Familia
0,399
(Q9) “Já ealizou algum ipo de a i idade eno u ís ica?”
0,003
(Elabo ação P óp ia)
Pa a e ei os de análise, no caso da Q1, conside a-se que as espos as “Sim” ep esen am
um maio in e esse na ealização de a i idades/expe iências u ís icas elacionadas com
eno u ismo, em Pon e de Lima, ace às espos as “Tal ez”.
Rela i amen e à elação do in e esse na ealização de a i idades de eno u ismo em Pon e
de Lima (Q1) com a aixa e á ia (D2) (nQ1-D2=223), al como ap esen ado na Tabela 30, e i ica-se
que a é à aixa e á ia dos 44-59 anos, à medida que a idade aumen a, aumen a ambém o
in e esse (% “Sim” > % “Tal ez”). No en an o, os indi íduos com 60 anos ou mais o am os que
e ela am meno in e esse, com uma pe cen agem maio de espos as “Tal ez”.
Tabela 30 - Tabela C uzada de Dados en e D2 e Q1
Q1
To al
Sim
Tal ez
18 - 27 anos
Con agem
28
24
52
% den o de D2
53,8%
46,2%
100,0%
68
D2
(Faixa
E á ia)
28 - 43 anos
Con agem
35
17
52
% den o de D2
67,3%
32,7%
100,0%
44 - 59 anos
Con agem
61
20
81
% den o de D2
75,3%
24,7%
100,0%
Mais de 60 anos
Con agem
18
20
38
% den o de D2
47,4%
52,6%
100,0%
To al
Con agem
142
81
223
% den o de D2
63,7%
36,3%
100,0%
(Elabo ação P óp ia)
No que diz espei o à elação da Q1 com o ac o de a nacionalidade se po uguesa ou
es angei a (D3.4) (nQ1-D3.4=224), e i ica-se que os po ugueses possuem um maio in e esse no
eno u ismo em Pon e de Lima, ela i amen e aos inqui idos es angei os (Tabela 31).
Tabela 31 - Tabela C uzada de Dados en e D3.4 e Q1
Q1
To al
Sim
Tal ez
D3.4
(O igem)
Po uguês
Con agem
104
42
146
% den o de D3.4
71,2%
28,8%
100,0%
Es angei o
Con agem
38
40
78
% den o de D3.4
48,7%
51,3%
100,0%
To al
Con agem
142
82
224
% den o de D3.4
63,4%
36,6%
100,0%
(Elabo ação P óp ia)
Rela i amen e à elação de Q1 com a Si uação P o issional (D4) (nQ1-D4=223), apesa da
pequena amos a, o am os desemp egados que ap esen a am mais in e esse ela i o. Também
os abalhado es, an o po con a de ou em, como em nome indi idual, demons a am mais
espos as “Sim” do que “Tal ez”. Já os es udan es e e o mados demons a am-se mais e icen es
do que os es an es indi íduos (Tabela 32).
Tabela 32 - Tabela C uzada de Dados en e D4 e Q1
Q1
To al
Sim
Tal ez
D4
(Si uação
P o issional)
T abalhado (a) po
con a de ou em
Con agem
88
38
126
% den o de D4
69,8%
30,2%
100,0%
T abalhado (a) em
nome indi idual
Con agem
21
10
31
% den o de D4
67,7%
32,3%
100,0%
Desemp egado(a)
Con agem
5
0
5
69
% den o de D4
100,0%
0,0%
100,0%
Es udan e
Con agem
15
16
31
% den o de D4
48,4%
51,6%
100,0%
Re o mado(a)
Con agem
13
17
30
% den o de D4
43,3%
56,7%
100,0%
To al
Con agem
142
81
223
% den o de D4
63,7%
36,3%
100,0%
(Elabo ação P óp ia)
Tal como expos o na Tabela 33 (nQ1-Q9=223), o in e esse em ealiza a i idades de
eno u ismo em Pon e de Lima (Q1) aumen a caso os indi íduos já enham ealizado algum ipo
de a i idade eno u ís ica (Q9) e c esce, ainda mais, se já o i e em conc e izado no p óp io
concelho de Pon e de Lima.
Tabela 33 - Tabela C uzada de Dados en e Q9 e Q1
Q1
To al
Sim
Tal ez
Q9 (Expe iência
de pa icipação
em a i idades de
eno u ismo pelos
inqui idos)
Sim, em Pon e de Lima
Con agem
25
4
29
% den o de Q9
86,2%
13,8%
100,0%
Sim, mas nou a localidade
Con agem
81
44
125
% den o de Q9
64,8%
35,2%
100,0%
Não
Con agem
35
34
69
% den o de Q9
50,7%
49,3%
100,0%
To al
Con agem
141
82
223
% den o de Q9
63,2%
36,8%
100,0%
(Elabo ação P óp ia)
Rela i amen e às ques ões Q6 (Sa is ação com a isi a a Pon e de Lima), Q7 (P obabilidade
de Reg esso a Pon e de Lima) e Q8 (P obabilidade de Recomendação da isi a a Pon e de Lima),
cujas espos as a iam de 1 a 10 pon os, oi u ilizado o es e ANOVA pa a a alia as elações en e
es as e os dados sociodemog á icos ap esen ados, al como cons a na Tabela 34.
Tabela 34 - Ní el de Signi icância da elação en e a Q6, Q7 e Q8 e á ias a iá eis
– Tes e ANOVA
Sig. (α)
Q6
Q7
Q8
(D1) Géne o
0,361
0,599
0,281
(D2) Faixa E á ia
0,329
0,776
0,654
(D3.4) Nacionalidade (Po uguesa s. Es angei a)
0,367
<0,001
0,299
(D4) Si uação P o issional
0,456
0,817
0,611
70
(D5) Habili ações Li e á ias
0,461
0,032
0,007
(D6) Es ado Ci il
0,662
0,710
0,473
(D7) Rendimen o Mensal do Ag egado Familia
0,282
<0,001
0,057
(Elabo ação P óp ia)
As associações signi ica i as (α<0,05) de e adas na Tabela 34, o am as seguin es:
• (D3.4) Nacionalidade (Po uguesa s. Es angei a) – (Q7) P obabilidade de eg essa
a Pon e de Lima;
• (D5) Habili ações Li e á ias – (Q7) P obabilidade de eg essa a Pon e de Lima;
• (D5) Habili ações Li e á ias – (Q8) P obabilidade de ecomenda uma isi a a Pon e
de Lima;
• (D7) Rendimen o Mensal do Ag egado Familia – (Q7) P obabilidade de eg essa a
Pon e de Lima.
Assim como expos o na Tabela 35 (nQ7-D3.4=156), o ac o de se po uguês (D3.4) aumen a
a p obabilidade de eg essa a Pon e de Lima (Q7), sendo em média (μ) de 9,03 alo es, ace à
média (μ) de 7,46 dos esponden es es angei os.
Tabela 35 - Es a ís icas c uzadas en e a D3.4 e Q7
Média
N
Des io Pad ão
Po uguês
9,03
117
1,537
Es angei o
7,46
39
2,150
To al
8,64
156
1,835
(Elabo ação P óp ia)
Já no caso das Habili ações Li e á ias (D5), es as a e am a p obabilidade de eg essa a
Pon e de Lima (Q7) (nQ7-D5=156), no sen ido em que, à medida que a o mação aumen a, diminui
a p obabilidade de eg essa , com exceção dos inqui idos com Mes ado (μ=8,79), cujos alo es
são, em média, supe io es aos dos licenciados (μ=8,27) (Tabela 36).
Tabela 36 - Es a ís icas C uzadas en e a D5 e a Q7
Media
N
Des io Pad ão
Ensino Básico
9,44
9
1,014
Ensino Secundá io
9,08
40
1,623
Licencia u a ou Bacha ela o
8,27
56
1,635
Mes ado
8,79
43
1,846
Dou o amen o
7,38
8
3,503
To al
8,64
156
1,835
(Elabo ação P óp ia)
77
equipamen o cul u al de incen i o à in es igação do pa imónio de odo o
e oi
do Vinho Ve de,
bem como a di ulgação de oda a egião e dos seus inhos (Cen o de In e p e ação e P omoção
do Vinho Ve de, n.d.).
Ainda no âmbi o da p omoção do eno u ismo e dos p odu os ínicos do concelho, são
desen ol idos e en os especí icos a es a á ea, ais como a “Fes a do Vinho Ve de”, o “Lou ei o de
Pon e de Lima ConVida” e o “Lou ea a Pe ide”. A Fes a do Vinho Ve de, que já se ealiza há mais
de 3 décadas, no mês de junho, conjuga o econhecimen o do Vinho Ve de como p odu o
endógeno de excelência com a o e a de p odu os egionais. Po sua ez, o Lou ei o de Pon e de
Lima ConVida, que se ealiza, anualmen e, em maio, es á mais ol ado pa a a cas a Lou ei o e
pa a a exposição de inhos de p odu o es, não só do concelho de Pon e de Lima, mas de odo o
Vale do Lima. Po im, o Lou ea a Pe ide, que se p olonga du an e 1 a 2 meses de ou ono, suge e
a isi a aos di e en es es abelecimen os ade en es pa a a p o a de um copo de Vinho Lou ei o de
Pon e de Lima acompanhado po um pe isco especí ico de cada local, desde salgados a ábuas
de queijos e enchidos limianos, udo is o po um p eço de inido igualmen e pa a odos. No inal,
os pa icipan es são con idados a o a no seu pe isco p e e ido e, se comple a em um ce o
núme o de ca imbos colocados po cada es abelecimen o isi ado, pode ão habili a -se a ês
di e en es p émios (Visi e Pon e de Lima, n.d.).
Rela i amen e a es abelecimen os de eno u ismo e de p odução i i inícola pa a enda no
concelho de Pon e de Lima, o am egis ados no o al 23, 3 des es apenas o e ecendo se iços de
eno u ismo, 9 apenas com p odução e 11 com eno u ismo e p odução pa a enda. A lis agem
ap esen ada na Tabela 42 oi ob ida a pa i de pesquisa nos websi es do Visi e Pon e de Lima,
Cen o de In e p e ação e P omoção do Vinho Ve de, Lou ei o Vale do Lima e, a pa i daí, os
es an es dados o am encon ados a a és dos websi es e edes sociais dos es abelecimen os.
Tabela 42 - Es abelecimen os de Eno u ismo e de P odução Vi i inícola do concelho
de Pon e de Lima
Tipologia
Nome
F eguesia
Se iços de Eno u ismo
Eno u ismo
Ca mo's Bou ique
Ho el
Gemiei a
Alojamen o, Res au an e, P o a de Vinhos
Quin a da Ag a
Co elhã
Visi a Guiada pelas Vinhas, Alojamen o,
P o a de Vinhos
Eno u ismo e
P odução
Adega
Coope a i a de
Pon e de Lima
A ca e Pon e
de Lima
Adega Coope a i a, P o a de Vinhos, Visi a
às Adegas, Pe iscos Locais, Visi a Guiada
pelas Vinhas

78
Aph os Wine
Re óios do
Lima
P odu o P óp io, Visi a Guiada pelas
Vinhas, Explicação do p ocesso de
p odução, Visi a às Adegas, P o a de
Vinhos, Pe iscos Locais
Capim Limão
Coun y House
Lab uja
P odu o P óp io, Alojamen o, Res au an e,
Pe iscos Locais
Casa da Cuca
Mo ei a do
Lima
P odu o P óp io, Alojamen o
Con en o de Val
Pe ei as
A cozelo
P odu o P óp io, Alojamen o, P o a de
Vinhos, Visi a Guiada pelas Vinhas, Pe iscos
Locais
Paço de Calhei os
Calhei os
P odu o P óp io, Alojamen o
Paço do Cu u elo
(X inus)
F eixo
P odu o P óp io, Visi a às Adegas, P o a de
Vinhos
Pu a da Mou a
Re óios do
Lima
P odu o P óp io, Pa icipação em Vindimas,
P o a de Vinhos, Visi a às Adegas, Visi a
Guiada pelas Vinhas, Explicação do
p ocesso de p odução
Quin a das Fon es
Rebo dões
Sou o
P odu o P óp io, Visi a Guiada pelas
Vinhas, Pe iscos Locais, Explicação do
p ocesso de p odução, Visi a às Adegas,
P o a de Vinhos, Alojamen o
Quin a de Luou
Gand a
P odu o P óp io, Visi a Guiada pelas
Vinhas, P o a de Vinhos, Pe iscos Locais,
Alojamen o, Visi a às Adegas
Quin a do Ameal
Re óios do
Lima
P odu o P óp io, Visi a Guiada pelas
Vinhas, Visi a às Adegas, P o a de Vinhos,
Alojamen o
Te a Rosa
Coun y House
and Vineya ds
Cal elo
P odu o pa a a Adega Coope a i a, Visi a
Guiada pelas Vinhas, P o a de Vinhos,
Pe iscos Locais, Alojamen o, Res au an e,
Pa icipação em Vindimas
P odução
Casa das
Bugan ílias
Cal elo
P odu o P óp io
Casa de Penelas
Cabaços
P odu o P óp io
Casa do Ba ei o
Gemiei a
P odu o P óp io
Casa dos Macieis
(Sola de
Bo gonha)
Facha
P odu o P óp io
Joao Po ugal
Ramos
B anda a
P odu o P óp io
Le hes
A cozelo
P odu o P óp io
Quin a da F ei ia
A cozelo
P odu o P óp io
79
Vil'An iga
Co elhã
P odu o P óp io
Vinhas da Ig eja
Fei osa
P odu o P óp io
Vinhas do
C uzei o (EPPL)
A ca e Pon e
de Lima
P odu o P óp io
Fon es: (Visi e Pon e de Lima, n.d.; Cen o de In e p e ação e P omoção do Vinho Ve de, n.d.; Lou ei o Vale do
Lima, n.d.) (Elabo ação P óp ia).
Concluindo, o concelho de Pon e de Lima possui um conjun o de e sa ilidades no que diz
espei o ao u ismo, incluindo ambém um g ande in es imen o na p omoção do eno u ismo e dos
p odu os i i inícolas locais.
4.1.1.2. De inição do po ólio de p odu os complemen a es ao
eno u ismo
Tal como demons ado na e isão da li e a u a e a a és do inqué i o aplicado, exis e um
g ande po encial na conjugação do inho e do eno u ismo a ou os ipos de u ismo e p odu os
endógenos. Ademais, oi ambém c edibilizado que a combinação da enogas onomia pode
impulsiona ambos a gas onomia e o eno u ismo. No caso de Pon e de Lima, a gas onomia,
p incipalmen e a a és do A oz de Sa abulho possui g ande impac o no desen ol imen o u ís ico
do concelho. Pa a além disso, endo em con a a di e sidade na o e a u ís ica do município,
di ecionada pa a á ios públicos, podem se impulsionadas sine gias que bene iciem odos (Elías
Pas o , 2006). Nes e sen ido, a a és des a Ro a p e ende-se p omo e , não só o eno u ismo
associado à cas a Lou ei o de Vinho Ve de, mas ambém á ios ou os ipos de u ismo,
especialmen e a gas onomia, ala ancando-se, assim, cole i amen e. Des aca-se en ão o seguin e
conjun o de p odu os complemen a es ao eno u ismo:
• Gas onomia (A oz de Sa abulho à Moda de Pon e de Lima, Lamp eia, Bacalhau de
Cebolada);
• Tu ismo Náu ico (Passeios de Ba co Água-a iba);
• Tu ismo His ó ico e Cul u al (Alojamen o em Casas His ó icas, isi a a Pon os de
In e esse e a Espaços Museológicos);
• Tu ismo de Na u eza (Visi a a Espaços Ve des e Ja dins);
• Tu ismo de E en os (E en os elacionados com o Vinho);
• Tu ismo em Espaço Ru al (Alojamen o em espaço u al).
80
4.1.1.3. Análise do pe il a ual do u is a
Tendo em con a dados dos isi an es egis ados no Pos o de Tu ismo de Pon e de Lima,
que podem ep esen a uma amos a do público de u is as nes e e i ó io, em 2024, pa a além
de Po ugal (49,1%), as p incipais o igens dos u is as são Espanha (18,3%) e F ança (11,5%), país
que diminuiu bas an e a sua pe cen agem no o al de isi as, is o que em 2023 ep esen a am
14,0%. No en an o, os Es ados Unidos da Amé ica (5,4%) ap esen am-se como uma o igem em
ascensão, c escendo, exponencialmen e, o seu núme o de isi an es, sendo que em 2023
ep esen a am 3,9% e em 2022 ep esen a am 2,9% do o al de isi as.
Em e mos de sazonalidade, como é demons ado na Figu a 11, exis e um g ande pico
de isi an es no mês de agos o e uma g ande diminuição nos meses de in e no, o que ai de
aco do com as endências globais de u ismo, ou seja, com o que é denominado de épocas al a,
média e baixa.
(Elabo ação P óp ia)
4.1.1.4. Tendências ela i as ao eno u ismo em Pon e de Lima
Tendo em con a as ecen es ce i icações ao ní el da enogas onomia, nomeadamen e do
A oz de Sa abulho à Moda de Pon e de Lima como Especialidade T adicional Ga an ida (ETG),
0
2000
4000
6000
8000
10000
12000
Jan Fe Ma Ab Mai Jun Jul Ago Se Ou No Dez
Núme o de Visi an es
2022
2023
2024
Figu a 11 - Visi an es mensais do Pos o de Tu ismo – Compa ação en e 2022,
2023 e 2024
81
da
Gold G een Des ina ions Awa d
p emiada ao concelho em 2025, do Vale do Lima como Região
Eu opeia da Gas onomia e Vinhos 2025 e da candida u a a Cidade C ia i a da Gas onomia da
UNESCO , conjun amen e com a “c escen e p ocu a po inhos b ancos” e mais le es, pode
signi ica um aumen o da p ocu a po inhos da cas a Lou ei o em Pon e de Lima, e
consequen emen e do eno u ismo a es a associado (CVRVV, 2024; Boa Cama Boa Mesa, 2025;
Visi e Pon e de Lima, 2025a; Visi e Pon e de Lima, 2025b).
A Comissão de Vi icul u a da Região dos Vinhos Ve des – CVRVV ela ou, em 2022, que
87,9% do Vinho Ve de come cializado e a de cas as b ancas e des e ce ca de 47,3% e a expo ado,
p incipalmen e pa a países como os Es ados Unidos da Amé ica e a Alemanha, alo que em
aumen ado, consis en emen e, ao longo dos úl imos anos (CVRVV, 2023). Pa a além disso,
du an e a campanha 2023/2024, Pon e de Lima e a o concelho do dis i o de Viana do Cas elo
com maio p odução de Vinho e o maio p odu o de Vinhos B ancos do Vale do Lima, ac os que
se êm man ido consis en es du an e os úl imos anos (Ins i u o da Vinha e do Vinho, 2024).
Adicionalmen e, den o da Região Dema cada dos Vinhos Ve des, Pon e de Lima é o concelho com
maio á ea plan ada da cas a Lou ei o, sendo, po an o, equen emen e, denominado de “Capi al
do Lou ei o” (CVRVV, 2021; Visi e Pon e de Lima, n.d.).
Nes e sen ido, conclui-se que o concelho de Pon e de Lima possui um conjun o de
endências que o bene iciam em e mos de c escen e desen ol imen o do eno u ismo, com
especial en oque pa a o Vinho Lou ei o.
4.1.1.5. Análise VRIO
O modelo VRIO baseia-se na an agem compe i i a da o ganização e assen a em qua o
dimensões: Valo , Ra idade, Imi abilidade e O ganização (Ba ney, 2010). Pa a que exis a
compe i i idade, os ecu sos de em se , em p imei o luga , aliosos. No caso de Pon e de Lima,
conside a-se a exis ência de alo na c iação de uma o a de eno u ismo do Vinho Lou ei o, endo
em con a odos os ecu sos cul u ais, gas onómicos e ambien ais que es e concelho possui. No
en an o, numa p imei a ase, não se pode conside a a a a implemen ação de uma o a de
eno u ismo, is o que, apesa de exis i em cas as e egiões di e en es, os modelos de aplicação
são semelhan es. Po ou o lado, podem se aplicadas es a égias de di e enciação que a o nem
mais singula . Po an o, endo em con a que se ão aplicadas es a égias não comuns, conside a-
82
se que a RVLPL é a a. Ainda assim, es es planos são susce í eis de imi ação, o que lhe concede
uma Van agem Compe i i a Tempo á ia, al como ilus ado na Tabela 43 (As awa, 2022).
Tabela 43 - Análise VRIO da RVLPL
É Valioso?
É Ra o?
É di icil de
Imi a ?
A O ganização é
bem execu ada?
Resul ado
Sim
Sim
Não
-
Van agem
Compe i i a
Tempo á ia
(Elabo ação P óp ia)
4.1.2. Ex e no
Tendo em con a a quan idade de pa ce ias necessá ias pa a a conc e ização de uma o a,
o na-se bas an e impo an e a ealização de uma análise ex e na, nes e caso à en idade do
Município de Pon e de Lima. Pa a além disso, é undamen al a alia ou as o as. Nes e sen ido,
a a és des a secção se á adap ada à ealidade da RVLPL uma análise PESTAL, bem como
ca ac e izadas as o as exis en es, an o a ní el nacional como in e nacional.
4.1.2.1. Análise PESTAL
O modelo PESTAL pe mi e uma análise dos ambien es ex e nos, a pa i de a o es mac o
ambien ais, nes e caso, polí icos, económicos, sociais, ecnológicos, ambien ais e legais, que
podem in luencia o desen ol imen o de uma a i idade (F ei as e al., 2022). Na Tabela 44 é
ap esen ada a ca ac e ização da RVLPL, a a és des e modelo.
Tabela 44 - Análise PESTAL da RVLPL
Fa o es Polí icos
− Apoios e undos públicos pa a o Tu ismo (ex: Apoios do Tu ismo de
Po ugal);
− Polí icas no âmbi o do Tu ismo, da Sus en abilidade e da Vi icul u a.
Fa o es Económicos
− Al e ações no pode de comp a dos eno u is as;
− Al e ações nos alo es de cus o e enda de inho e u ismo,
in luenciados pela in lação;
− Dependência da economia local ao u ismo;
− Sazonalidade.

83
Fa o es Sociais
− In e esse dos emp esá ios locais em in eg a a RVLPL;
− Al e ações dos in e esses de consumo de inho – Aumen o do
consumo de Vinhos B ancos;
− Al e ação do pe il do eno u is a que isi a Pon e de Lima.
Fa o es Tecnológicos
− Digi alização e Gami icação dos p ocessos e do Tu ismo;
− Digi alização da Vi icul u a – al e ação dos p ocessos;
− C escimen o do Ma ke ing Digi al e das Redes Sociais.
Fa o es Ambien ais
− Al e ações Climá icas;
− C escimen o de modelos de u ismo mais sus en á eis como o
Slow
Tou ism
.
Fa o es Legais
− Legislação associada ao consumo e enda de álcool;
− Aplicação dos Regulamen os necessá ios e das Licenças ob iga ó ias;
− Legislação do di ei o do abalho;
− Polí icas do Tu ismo e Vi icul u a (ex: Regulamen os da CVRVV pa a
os inhos egis ados);
− Polí icas de P o eção do Pa imónio ou de Sus en abilidade (ex:
Res ições à implemen ação de negócios de eno u ismo em
de e minados locais).
(Elabo ação P óp ia)
4.1.2.2. Ca ac e ização de o as exis en es
O Ins i u o da Vinha e do Vinho iden i ica como o as em uncionamen o em Po ugal, as
seguin es (IVV, n.d.): Ro a dos Vinhos Ve des; Ro a do Vinho do Po o; Ro a do Vinho do Dão; Ro a
da Vinha e do Vinho do Oes e; Ro a dos Vinhos do Alen ejo; Ro a da Vinha e do Vinho do Riba ejo;
Ro a do Vinho da Bai ada; Ro a das Vinhas de Cís e ; Ro a dos Vinhos da Bei a In e io ; Ro a dos
Vinhos de Bucelas, Cola es e Ca ca elos; Ro a dos Vinhos da Península de Se úbal - Cos a Azul.
No en an o, são ambém iden i icadas ou as o as em á eas mais p óximas ao concelho de Pon e
de Lima, ais como a Ro a do Al a inho de Monção e Melgaço ou a Ro a do Eno u ismo do Lou ei o
de Ama es. Já em e mos de o as a ní el in e nacional, o am iden i icadas ambém a Ro a dos
Vinhos da Rioja Al a, em Espanha, a Ro a do Vinho na Toscana, em I ália, e a Ro a dos Vinhos da
Alsácia, em F ança. No sen ido de analisa o as já exis en es an o a ní el nacional como
in e nacional, é ap esen ado, na Tabela 45, uma lis agem de es a égias de ma ke ing u ilizadas
po algumas des as o as.
84
Tabela 45 - A ibu os das Ro as de Vinhos exis en es
Ro a
A ibu os
Websi e
Redes
Sociais
Di e en es
Ro ei os
E en os
Regula es
no âmbi o
da Ro a
Ou os a ibu os
ele an es
Ro a dos
Vinhos
Ve des
Websi e da
Região
Dema cada
Redes
Sociais da
Região
Dema cada
Sim
Sim
Podcas s,
passa empos e
s o y elling
nas edes
sociais
Ro a do
Vinho do
Dão
Websi e da
Região
Dema cada
Redes
Sociais da
Região
Dema cada
Sim
Sim
Passa empos,
s o y elling
nas edes
sociais, mapa
in e a i o dos o ei os
no websi e
Ro a dos
Vinhos do
Alen ejo
Websi e da
Região
Dema cada
Redes
Sociais da
Região
Dema cada
Não
Sim
Guia de eno u ismo e
mapa in e a i o dos
pon os da o a no
websi e,
s o y elling
e
celeb ação de da as
comemo a i as nas
edes sociais
Ro a da
Bai ada
Sim
Sim
Sim,
a a és de
con ac o
com a
equipa da
o a
Sim
Possibilidade de p é-
ese a expe iências
e de c ia o ei os
pe sonalizados
a a és de con ac o
com a equipa da o a
no websi e, loja
online, newsle e ,
o e a de di e sos
ipos de expe iências
e celeb ação de
da as comemo a i as
nas edes sociais
Ro a dos
Vinhos da
Península
de Se úbal
Sim
Sim
Sim
Sim
Casa-mãe, e en os e
publicações nas
edes sociais
elacionados com
da as comemo a i as
e Loja Online
85
Ro a do
Al a inho
de Monção
e Melgaço
Sim
Sim
Sim,
a a és de
escolha de
pon os no
websi e
Sim
Casa-mãe,
possibilidade de au o
planeamen o da o a
e de de ans e i
mapa da o a no
websi e,
s o y elling
e
publicações de da as
comemo a i as nas
edes sociais
Ro a do
Eno u ismo
do Lou ei o
de Ama es
Sim
Não
Sim
( o ei os
pa a 1 dia
e 2 dias)
Não
Inclusão da
p omoção de
expe iências
elacionadas com
ou os po enciais do
concelho
Ro a dos
Vinhos da
Rioja Al a
(Espanha)
Sim
Sim
Sim
(i ine á ios
emá icos)
Sim
Pa a além de
i ine á ios emá icos,
exis em o ei os
associados às
e en es cul u al,
sus en á el, ínica e
do Caminho de
San iago e ídeos
p omocionais com
s o y elling.
nas edes
sociais
Ro a dos
Vinhos da
Alsácia
(F ança)
Sim
Redes
Sociais do
Tu ismo da
Região
Sim
Sim
Inclui uma o a de
Vinhos pa a Ciclismo,
a iedade de
a i idades in eg adas
no eno u ismo nas
quin as p odu o as
(Elabo ação P óp ia)
4.1.3. Análise SWOT da Ro a do Vinho Lou ei o de Pon e de Lima
No sen ido de sin e iza odos os a o es in e nos e ex e nos já a aliados, e,
simul aneamen e, dis ingui os posi i os dos nega i os, é ealizada uma análise SWOT pa a a
RVLPL. A SWOT, ambém denominada em po uguês como FOFA, pe mi e de e mina as Fo ças,
as F aquezas, as Opo unidades e as Ameaças de um no o p oje o, endo em con a a si uação
86
a ual e os obje i os des e, a a és de uma análise do ambien e in e no e ex e no e da iden i icação
de elemen os de ges ão undamen ais (F ei as e al., 2022). Po an o, na Tabela 46, são desc i os
quais os a o es que podem in luencia a RVLPL.
Tabela 46 - Análise SWOT da RVLPL
POSITIVO
NEGATIVO
I
N
T
E
R
N
O
S (Fo ças)
W (F aquezas)
− Fo e componen e his ó ica e cul u al do
concelho de Pon e de Lima;
− G ande a iedade na o e a u ís ica;
− Redes Sociais e websi e do município
a ualizados;
− A ul ada exis ência de quin as, paços e sola es
his ó icos e de o e componen e cul u al
associados ao eno u ismo no concelho;
− G ande apos a do município em p oje os no
âmbi o do Vinho Ve de e do Vinho Lou ei o;
− Exis ência do Cen o de In e p e ação e
P omoção do Vinho Ve de;
− Exis ência do P oje o colabo a i o de p omoção
eno u ís ica “Lou ei o do Vale do Lima”;
− Dis inção do Vale do Lima como Região Eu opeia
da Gas onomia e Vinhos 2025;
− G ande pode de a a i idade da gas onomia no
concelho, a a és do A oz de Sa abulho à
Moda de Pon e de Lima, ce i icado como ETG;
− Comemo ações do p oje o “Pon e de Lima 900
anos” en e 2025 e 2026, com g ande
in es imen o na p omoção do concelho;
− Se o do eno u ismo ainda
pouco desen ol ido no
concelho, com p á ica a i a
limi ada;
− Poucos anspo es públicos
pa a além das zonas cen ais do
concelho;
− Poucos ecu sos inancei os
pa a a p omoção u ís ica.
E
X
T
E
R
N
O
O (Opo unidades)
T (Ameaças)
− G ande quan idade de po enciais ade en es;
− G ande a iedade de acessibilidades e
p oximidade a Galiza e a ou as cidades de
g ande mo imen o como Viana do Cas elo,
B aga, Ba celos, Po o;
− Eliminação de po agens na A28, o que p omo e
a isi a po u is as p o enien es de cidades do
li o al;
− Inicia i a debili ada na adesão
dos negócios locais a p oje os
do município;
− Dependência ao u ismo de
ou as localidades p óximas;
− Sazonalidade;
− Cu a du ação de es adia dos
u is as;
93
D. Expe iências (1 ca imbo po cada isi a a espaços museológicos, bilhe e de espe áculo
ou bilhe e de expe iências);
E. E en os (1 ca imbo po cada edição em que es e e p esen e de cada e en o).
Es es ca imbos se ão colocados numa cade ne a que de e á se alidada no Pos o de
Tu ismo de Pon e de Lima, pa a que possam se ocadas po p émios ou ouche s.
No caso dos ca imbos de eno u ismo, alojamen o, es au ação e expe iências, o ca imbo
de e á se ma cado pela p óp ia en idade esponsá el pelo pon o da o a. Já no caso dos e en os,
as eg as se ão adap adas às condições especí icas de cada um des es:
• Lou ea a Pe ide - Tendo em con a que es e e en o possui a sua p óp ia b ochu a com
ca imbos de pa icipação, es a de e á se ap esen ada no Pos o de Tu ismo, pa a que
seja alidada e colocado o ca imbo E;
• Res an es E en os - Rela i amen e aos es an es e en os, se á de e minado um pos o no
local pa a a ma cação do ca imbo, sendo es e di ulgado nas edes sociais e websi e da
Ro a, aquando da ealização des e.
No sen ido de incen i a a du ação p olongada de isi a ao concelho, pa a além de um único
dia, bem como a di e si icação das expe iências, a coleção dos ca imbos p essupõe a combinação
de di e en es ipologias de ca imbos. Cada combinação de ca imbos da á di ei o a uma gama de
o e as, p opo cionando a escolha do p émio ao pa icipan e. Em odas as combinações, o ca imbo
A - Eno u ismo es a á incluído, com o p opósi o de ga an i a e en e eno u ís ica do jogo, bem
como o ca imbo B – Alojamen o, incen i ando assim a es adia den o do concelho e de maio
du ação. Todos os p émios em o e a êm como obje i o a p omoção de p odu os locais e o
eg esso ou p olongamen o da isi a do u is a. De o ma a ajus a o alo dos p émios, as
combinações es ão dis ibuídas po ês di e en es ní eis, con o me a es ima i a de alo
despendido com as ansações associadas aos ca imbos. Nes e caso, oi es imado que o p émio
de e ia ale ap oximadamen e 7% do alo ansacionado a a és das combinações, ou seja, ce ca
de 6,00€ pa a o ní el 1, 8,00€ pa a o ní el 2 e 15,00€ pa a o ní el 3, sendo es es apenas alo es
de e e ência. Na Tabela 47 é possí el isualiza as di e en es combinações de ca imbos e os
espe i os p émios.

94
Tabela 47 - P émios associados às Combinações de Ca imbos
Combinação
Ca imbos
Ní el
P émios (po ní el)
Combinação
1
A+B+D
1
• O e a de um bilhe e de en ada em Espaço
Museológico do Município;
• O e a de uma sob emesa indi idual num
es au an e ade en e à o a ( alo máximo de
6,00€);
• O e a de lemb ança do Pos o de Tu ismo de
Pon e de Lima (com um alo máximo de 6,00€);
• O e a de lanche (bebida + bolo/snack/pe isco)
numa pas ela ia, ca é ou abe na ade en e ( alo
máximo de 6,00€).
Combinação
2
A+B+E
Combinação
3
A+B+C
2
• O e a de uma unidade de bilhe e de
espe áculo no Tea o Diogo Be na des.
• Descon o de 10% a é 2 noi es nos alojamen os
ade en es.
• O e a de um bilhe e de Passapo e Cul u al de
Pon e de Lima (acesso aos 7 espaços
museológicos);
• O e a de uma ga a a de Vinho Ve de Lou ei o
de Pon e de Lima;
• O e a de Pe isco ou en ada num
es abelecimen o de es au ação ade en e ( alo
máximo de 8,00€).
Combinação
4
A+B+C+D+E
Combinação
5
A+B+B+C+C+D
3
• O e a de uma unidade de bilhe e de Viagem de
Ba co His ó ico “Água-A iba”;
• O e a de uma unidade de bilhe e pa a
expe iências de eno u ismo, nos p odu o es
i i inícolas e adegas ade en es;
• Descon o de 20% a é 2 noi es nos alojamen os
ade en es;
• O e a de cabaz de p odu os egionais do
Me cado Ag olimiano ( alo ap oximado de 15,00€);
• O e a de cabaz de 2 ou 3 ga a as de Vinho
Ve de Lou ei o de p odu o es ade en es da RVLPL
( alo ap oximado de 15,00€).
(Elabo ação P óp ia)
95
Tendo, ambém, em con a que azem pa e do público-al o da o a, indi íduos, que
au e indo alo es de emune ação ele ados, podem não e in e esse na ob enção de p émios, a
RVLPL con a, inclusi e, com p og amas de o ei os pa a di e en es empos de es adia. Pa a além
disso, es es p og amas uncionam como suges ões ou guias de isi a pa a qualque eno u is a,
independen emen e se são ou não pa icipan es no Jogo da Ro a. Os o ei os de e ão se ajus ados
pa a di ulga , equi a i amen e, odos os pon os ade en es. Pa a além disso, es es de e ão e le i
a ealidade geog á ica, en ando eduzi as dis âncias desnecessá ias. Cada Ro ei o e á um nome
ep esen a i o dos espe i os pon os de passagem, bem como co espondência da sua du ação,
em dias, que pode á se de 1, 2 ou 3 dias. Pa a além disso, se á a ibuído, a cada um uma
combinação que seja possí el comple a . Na Tabela 48 cons a um exemplo de comunicação
pa a uma opção de o ei o de 2 dias, ep esen a i o da Combinação 4. No en an o, exis i ão, no
o al, 5 o ei os, com as seguin es nomencla u as:
• Combinação 1 – Ro ei o Cul u al;
• Combinação 2 – Ro ei o de Fes a;
• Combinação 3 – Ro ei o Gas onómico;
• Combinação 4 – Ro ei o de Mes e;
• Combinação 5 – Ro ei o Limiano Lo e .
Nes e caso, os pon os ade en es são u ilizados apenas com o obje i o de exempli ica a
cons i uição des es o ei os.
Tabela 48 - Es u u a do Ro ei o de Mes e
Dia 1
Manhã
Comece o dia no cen o de Pon e de Lima e enha conhece a o igem e a his ó ia do
Vinho Ve de no
Cen o de In e p e ação e P omoção do Vinho Ve de
!
En e no Cen o His ó ico e p o e o Pas el Limiano na
Pas ela ia D’Pepi a
, jun o
ao
La go de Camões
!
Ap o ei e o es o da manhã pa a conhece a beleza do nosso
Cen o His ó ico
!
Almoço
Usu ua da is a pa a o io no
Res au an e Açude
e jun e-lhe a escu a da
combinação pe ei a de um bom p a o de bacalhau com um copo de Vinho Lou ei o
de Pon e de Lima!
96
Ta de
Visi e o
Con en o de Val’Pe ei as
e encon e o co ação do Lou ei o! Fique a
conhece desde as inhas às adegas e inalize com uma p o a de inhos. Se ainda
o a empo, ap o ei e es e momen o ao po do sol!
Jan a
Usu ua de um p og ama de Jan a Vínico com degus ação de sabo es e inho e à
luz das elas e do ogo no
Ca mo’s Bou ique Ho el
. Ap o ei e e ese e ambém
aqui a sua es adia!
Es adia
Dia 2
Manhã
Sabia que an igamen e os Vinhos Ve des e am p incipalmen e anspo ados pelo
ma ou io, a a és de emba cações como o
Ba co His ó ico Água-A iba
? Sin a
es e momen o da his ó ia, a a és de um passeio de ba co com a ha monização de
pe iscos egionais e o mais impo an e, um copo de Vinho Lou ei o de Pon e de
Lima!
Almoço
Visi a Pon e de Lima e não come A oz de Sa abulho é como i a Roma e não e
o papa! Po an o, não se á embo a sem p o a o nosso ípico “A oz de Sa abulho
À Moda de Pon e de Lima”!
Não o pe ca no es au an e Guia Michelin
A Ca alhei a.
Ta de
Caso es eja de isi a du an e o deco e de algum e en o, como o
Lou ea a
Pe ide
, o
Lou ei o de Pon e de Lima ConVida
ou a
Fes a do Vinho Ve de
,
não pe ca es a opo unidade de conhece á ios inhos e p odu o es de Lou ei o de
Pon e de Lima!
(Elabo ação P óp ia)
Numa pe spe i a de o e ece opção ao eno u is a de c ia o seu p óp io o ei o, os pon os
se ão igualmen e ap esen ados em lis agens. No caso da cade ne a da Ro a, os pon os são
ap esen ados a a és de lis agens e mapas po ca ego ia de cada pon o. São ambém inse idas
as espe i as ca ac e ís icas, como con ac os, mo ada e ho á ios de abe u a, undamen ais pa a
que os u is as possam e e ua ese as. Pa a além disso, se ão desen ol idos dois mapas ge ais
pa a di ulgação, com duas escalas di e en es: um à escala do concelho pa a odos os pon os
ade en es o a do cen o e ou o à escala do cen o de Pon e de Lima, pa a que sejam de mais
ácil isualização e des aque odos es es pon os, sem que se sob eponham, po es a em mais
concen ados. Já no caso do si e, se á des acada uma página ou secção, onde as ca ego ias são
ap esen adas em di e en es subseções, bem como ap esen adas em mapa, sendo ambém
possí el u iliza il os po ca ego ia e po dias de abe u a.
97
4.3.2. Plano de Comunicação e Dis ibuição
No sen ido de cons ui uma iden idade econhecí el pa a a RVLPL, de e á se aplicada
uma es a égia de
b anding
, incluindo a c iação de um slogan e iden idade g á ica.
Rela i amen e ao nome da o a, es e ep esen a uma pa e undamen al do
b anding
des a,
is o que se aduz na sua o ma de iden i icação. Po an o, a a és do nome es u u ado pa a a
ma ca da o a, de e á se possí el iden i ica os á ios elemen os que a ca ac e izam, sendo es es
a ipologia do p oje o (Ro a de Vinhos), a cas a em p omoção (Vinho Ve de Lou ei o) e o concelho
de ope acionalização da o a (Pon e de Lima), aduzindo-se, po an o, no nome:
Ro a do Vinho
Lou ei o de Pon e de Lima.
Po sua ez, a a és do slogan, ambém se p e ende ansmi i a iden idade da o a, nes e
caso, eme endo pa a o ca iz his ó ico e gas onómico da ila de Pon e de Lima, a a és de um
om con ida i o. Foi en ão escolhido como slogan:
No caminho de his ó ias e sabo es
.
De o ma a c ia uma es a égia consis en e, de e á se c iada a Iden idade G á ica pa a a
ma ca da Ro a do Vinho Lou ei o de Pon e de Lima. A p odução des es elemen os de e á es a a
ca go de um designe g á ico especializado. De e ão aze pa e os seguin es elemen os: Logó ipo
da ma ca, al como exempli icado na Figu a 12; Pale a de co es; Tipog a ia de le a; Ícones
associados (incluindo ep esen a i os de cada uma das di e en es ca ego ias); Pad ão.
Figu a 12 - Exemplo de Logó ipo pa a a Ro a do Vinho
Lou ei o de Pon e de Lima
(Elabo ação P óp ia)
98
Conside ando a a iedade de al os des a o a, os ins umen os de comunicação a se em
u ilizados de e ão ambém e le i as di e sas en es de con ac o, com especial oco pa a os
meios digi ais. No en an o, a es a égia de e á se única e uni o me en e odos es es, ansmi indo
ao público, a a és dos di e en es canais, a mesma concep ualização e
b anding
.
Nes e sen ido, a Ro a do Vinho Lou ei o de Pon e de Lima con a á com os seguin es
ins umen os de comunicação:
a. Ma e iais P omocionais
i. B ochu as:
Pa a além da Cade ne a da Ro a, exis i ão di e en es
lye s
p omocionais pa a cada um dos
Ro ei os. Es es
lye s
es a ão disponí eis, não só em e são digi al, no si e, mas ambém em
o ma o ísico. A Cade ne a da Ro a unciona á não só como ma e ial de apoio ao Jogo da Ro a,
mas ambém como meio de p omoção des a.
O canal de dis ibuição p edominan e das b ochu as se á a Loja de Tu ismo de Pon e de
Lima. Es e local designa-se, ambém, pelas suas unções de alidação das cade ne as, en ega
dos ouche s e o e as, bem como a endimen o e apoio ao eno u is a.
Fo am, ambém, selecionados os seguin es canais de dis ibuição da Cade ne a da Ro a:
• Todos os pon os ade en es de Alojamen o, P odu o es i i inícolas e/ou Adegas;
• Todos os Espaços Museológicos do Município;
• Websi e da Ro a, a a és de e sões adap adas ao digi al (no caso da cade ne a,
apenas unciona ia como meio de consul a);
• Fei as de P omoção Tu ís ica.
ii. Vídeos P omocionais:
Os ídeos p omocionais são um dos meios mais u ilizados na p omoção de um des ino,
is o que in luenciam as expe iências e escolhas dos u is as a a és da c iação de uma na a i a,
em o ma o audio isual, que os u is as podem ep oduzi (Losada & Mo a, 2019). Tal como
Winiwa e (2008) indica, as ep esen ações são undamen ais na p á ica do u ismo e o ma ke ing
de des inos é especializado na c iação de con eúdos que impac am, posi i amen e, o imaginá io
dos consumido es.

99
Tendo em con a es es e ei os, a Ro a con a á com a ealização de dois ídeos p omocionais:
• O p imei o ideo se á in eg ado no es ilo cinema og á ico, “emocionan e” e
“en usias a”, onde seja ca ac e izado odo o p ocesso de pa icipação de um
eno u is a na o a, desde o momen o de descobe a des a à edenção dos p émios do
Jogo da Ro a, ou seja, numa e en e de
s o y elling
;
• O segundo ídeo, in eg ado num o ma o mais simples e in o ma i o, con endo a
explicação de uncionamen o do Jogo da Ro a;
Ambos es es ídeos se ão pa ilhados no Websi e, Redes Sociais, ei as, e en os, no Pos o
de Tu ismo e a a és de meios de comunicação social, sendo ambém, undamen ais pa a a
campanha de lançamen o.
iii. Me chandising:
O Me chandising ep esen a a p omoção de p odu os de me chandise onde são incluídos
con eúdos associados a uma ma ca. Consequen emen e, é impo an e combina o me chandising
com a indús ia cul u al pa a c ia p odu os ep esen a i os de igu as, locais, en edos, comida,
en e ou os (Zhang e al., 2021). Pa a além disso, Doyle (2012) conside a que o me chandise
en ol e, não só o consumo no local, mas ambém a unção de lemb anças das expe iências que
es es compõem, ep esen ando uma o ma de memó ia angí el des as.
Nes e sen ido, az sen ido c ia um conjun o de elemen os de me chandising que se
complemen am e ep esen am pe ei amen e a mensagem da Ro a, pa a que es es
desempenhem, simul aneamen e, as unções de lemb ança e canal de di ulgação. À semelhança
das b ochu as, o
me chandising
es a á p esen e pa a enda no Pos o de Tu ismo, Cen o de
In e p e ação e P omoção do Vinho Ve de e nos es abelecimen os de eno u ismo ade en es.
Po an o, com o in ui o de não excede na o e a e se em epe i i os, endo em con a os p odu os
já exis en es pa a a p omoção de ou os p oje os do município, o am selecionados como a igos
de me chandising os seguin es:
• Saca- olhas com íman ou po a-cha es, ep esen a i o, em o ma o, de uma
ga a a de Lou ei o (Figu a 13);
• T-shi com o logo e Slogan da Ro a (Figu a 14);
• Manga Té mica pa a ga a as, com o logo da Ro a (Figu a 15).
100
i . Placas de Iden i icação dos Pon os da Ro a:
No século XVIII, o inho de cas a Lou ei o é conhecido como inho de “ amo”, is o que e a
ob iga ó io coloca um amo de Lou ei o, como o ma de iden i icação, nas po as dos locais de
enda (A aújo, 2015). Nes e sen ido, com o obje i o de inclui a i amen e es a pa e da his ó ia
na e en e de
s o y elling
da RVLPL, a placa de iden i icação dos pos os ade en es des a, de e á
inclui a ilus ação de um amo de Lou ei o, al como demons ado na Figu a 16.
(Elabo ação P óp ia)
(Elabo ação P óp ia)
(Elabo ação P óp ia)
Figu a 13 - Exemplo de Me chandising | Saca- olhas
Figu a 14 - Exemplo de
Me chandising | T-shi
Figu a 15 - Exemplo de
Me chandising | Manga Té mica
101
(Elabo ação P óp ia)
b. Publicidade
I. Ou doo s e Mupis:
A u ilização de Mupis e Ou doo s em locais es a égicos de g ande a luência p e ende
a ai u is as in e nacionais, bem como a população de egiões izinhas, incluindo o público
espanhol. Na Tabela 49 cons am as ecomendações de locais de colocação de ou doo s e mupis.
Tabela 49 - Planeamen o de U ilização de Ou doo s e Mupis
Meio
Tamanho
Local
Du ação
Público-al o
Ou doo
1
8m * 3m
(ho izon al)
A3, no sen ido Valença -
Pon e de Lima, pe o da
saída de Pon e de Lima
1 mês
Tu is as p o enien es da
Galiza e concelhos
p óximos a no e
(Valença, Vila No a de
Ce ei a, Monção, en e
ou os)
Ou doo
2
8m * 3m
(ho izon al)
A3, no sen ido Pon e de
Lima - Po o, en e as
en adas de B aga e C uz
2 meses
Tu is as p o enien es de
concelhos a sul (B aga,
Ba celos, Vila No a de
Famalicão, Guima ães,
en e ou os)
Ou doo
3*
8m * 3m
(ho izon al)
A3, no sen ido Pon e de
Lima - Po o, à chegada
6 meses
Tu is as p o enien es de
concelhos a sul (B aga,
Figu a 16 - Exemplo de Placa de Iden i icação dos Es abelecimen os
Ade en es da RVLPL
102
da saída de Pon e de
Lima
Ba celos, Vila No a de
Famalicão, en e ou os)
Ou doo
4*
4m * 3m
(ho izon al)
Ro unda da Fei osa -
Ro unda localizada na
á ea u bana de Pon e de
Lima de g ande a luência
e em c uzamen o de
á ias es adas nacionais
4 meses
População local e u is as
p o enien es de
concelhos p óximos
(B aga, Vila Ve de, Viana
do Cas elo, Ba celos,
en e ou os)
Mupi 1
1,20m *
1,75m
( e ical)
Á ea das Chegadas do
Ae opo o F ancisco Sá
Ca nei o (Po o)
28 dias
Tu is as in e nacionais
Mupi 2*
1,20m *
1,75m
( e ical)
A enida An ónio Feijó
jun o ao Cen o His ó ico,
em Zona Cen al de Pon e
de Lima
Todo o
ano
População local e u is as
que isi am o cen o
his ó ico
*Meios cujo Município de Pon e de Lima é p op ie á io
(Elabo ação P óp ia)
De seguida es ão ep esen ados exemplos de designs de ou doo s e mupis a coloca nos
locais desc i os. Os designs da Figu a 17 e da Figu a 18, ap esen am uma ep esen ação de
uma isi a a uma quin a de eno u ismo, ocando mais no inho como p odu o, na componen e de
p odução, e ansmi indo uma imagem de his ó ia e qualidade, a a és da paisagem onde podem
se obse adas inhas e um edi ício ca ac e ís ico da a qui e u a local. No caso da Figu a 19,
onde é ep esen ado um passeio de ba co his ó ico Água A iba no Rio Lima, com in eg ação de
uma p o a de inho Lou ei o, o oco é maio na expe iência.
Figu a 17 - Exemplo de Design de Ou doo 8m*3m
(Elabo ação P óp ia)
109
Pa a além disso, ecomenda-se a u ilização de anúncios nes as pla a o mas, a a és do
Me a Ads e Tik ok Ads. Numa p imei a ase, os con eúdos a se em u ilizados nes es anúncios,
de e ão se os ídeos p omocionais da RVLPL e con eúdos c iados em pa ce ia com os
in luenciado es digi ais.
A a és des as pla a o mas de edes sociais e do Google Analy ics, especi icamen e pa a o
Websi e, é ambém possí el moni o iza ca ac e ís icas demog á icas dos seguido es (o igem,
géne o, aixa e á ia, e c), o que pe mi e aça pe is, bem como o ipo de con eúdos e ho á ios
com maio alcance, o que de e se u ilizado pa a o espe i o ajus e, bem como pa a a escolha
dos melho es momen os pa a publica .
A Tabela 53 ap esen a a calenda ização anual, po meses, da p omoção ealizada a a és
dos di e en es canais ap esen ados. Pa a e ei os de planeamen o des a, oi conside ada como da a
pa a a inaugu ação da RVLPL o mês de janei o.
Tabela 53 - Calenda ização dos Meios de Comunicação da RVLPL
Canal
J
F
M
A
M
J
J
A
S
O
N
D
Ma e iais
P omocionais
B ochu as
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Vídeos P omocionais
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Me chandising
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Publicidade
Ou doo 1 (A3 Valença)
x
Ou doo 2 (A3 B aga)
x
x
Ou doo 3 (A3 Pon e de Lima)
x
x
x
x
x
x
x
Ou doo 4 (Pon e de Lima)
x
x
x
x
Mupi 1 (Ae opo o do Po o)
x
Mupi 2 (Pon e de Lima)
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Imp ensa
Al o Minho TV
X
Po ugal em Di e o (RTP)
X
Jo nal Al oMinho
X
Re is a de Vinhos
X
Re is a E asões
x
Boa Cama Boa Mesa
(SIC/Exp esso)
X
Mesa Nacional (TVI)
x

110
E en os e
Campanhas
P omocionais
P óp ios da
RVLPL
Campanha do Dia dos
Namo ados
x
Campanha do Dia do Pai
x
Passa empo “A G ande P o a”
x
Deco ação no NaTal Vila
x
O e a Especial do Mês de
Dezemb o
x
O e a Especial do Dia Mundial
do Vinho
x
O e a Especial do Dia
In e nacional do Vinho B anco
x
Campanha do Mês do Meio
Ambien e
x
O e a Especial do Fim de
Semana do Dia do Eno u ismo
x
Jogo da Caça aos Ca imbos
(Páscoa)
x
x
Passa empo “Re a os do
Lou ei o de Pon e de Lima”
x
Caminhada na Eco ia do
Lou ei o
x
P o a Cega no CIPVV
exclusi amen e com Vinho
Lou ei o de Pon e de Lima
x
Ou os
E en os
Lou ea a Pe ide
x
x
Fes a do Vinho Ve de
x
Fei as de
Tu ismo
Lou ei o de Pon e de Lima
ConVida
x
WTW (Essência do Vinho)
X
BTL
X
FINE
X
FITUR
X
Ma ke ing
Digi al
FAM T ip (Pa ce ia com
in luenciado es digi ais)
x
Redes Sociais
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Me a Ads e Tik ok Ads
x
x
x
(Elabo ação P óp ia)
111
4.3.3. E idência Física
A E idência Física é de inida como o ambien e em que um se iço é en egue, bem como
odos os elemen os angí eis nes e u ilizados, e le indo e comunicando a sua qualidade e
desempenho (Booms & Bi ne , 1981). Ou seja, cons i ui pa a um clien e udo o que, no deco e
de um se iço, lhe possa ansmi i a pe ceção de qualidade e do ní el que pode espe a des e
(Ra iq & Ahmed, 1995).
Nes e sen ido, é impo an e ansmi i qualidade e con iança na o a a a és de di e sos
elemen os e idenciados, não só pela o ganização da o a, mas ambém pelos p óp ios pon os.
Um dos p incipais elemen os ísicos e idenciados nes a o a é a b ochu a denominada de
“Cade ne a da Ro a”. Es a é compos a pelos seguin es aspe os:
• Capa com í ulo da RVLPL e logó ipo da en idade ges o a;
• In odução à o a;
• Con ex ualização his ó ica;
• Lis agem e mapa dos di e en es pon os po ca ego ias;
• Ro ei os especí icos;
• Explicação do Jogo da Ro a e espaço pa a ca imbos;
• Lis agem das ma cas de inhos de Pon e de Lima à p o a no CIPVV;
• Con acapa com slogan da RVLPL e logó ipo da en idade ges o a.
Po sua ez, os lye s de cada um dos o ei os são compos os po :
• Capa com í ulo da RVLPL e do o ei o e logó ipo da en idade ges o a;
• Plano do Ro ei o, incluindo mapa com nume ação de aco do com a o dem dos pon os;
• Explicação do Jogo da Ro a e espaço pa a os ca imbos daquela combinação;
• Con acapa com slogan da RVLPL e logó ipo da en idade ges o a.
A qualidade, não só ao ní el do ma e ial, mas ambém da composição des as b ochu as,
pode ep esen a um a o de e minan e pa a o aumen o ou a diminuição da pe ceção do
desempenho da o a pelos seus u ilizado es.
Pa a além disso, ela i amen e aos pon os da o a, é impo an e o cump imen o de no mas
de higiene e segu ança, bem como a u ilização de ins umen os e deco ação adequados, an o
nas quin as de eno u ismo como nos es abelecimen os de es au ação e alojamen o. Pa a al,
112
o am e idenciados nos c i é ios de adesão à RVLPL, que se de e ão encon a no Regulamen o
da Ro a, ecomendações e ob igações, espe i as a es e ema, como po exemplo:
• “Dispo de es acionamen o com capacidade adequada, com p e e ência de espaço
pa a au oca os ou acili a in o mação sob e es acionamen o nos a edo es.”;
• “Disponibiliza , pa a p og amas de p o a ou enda, unicamen e inhos ce i icados
pela CVRVV – Comissão de Vi icul u a da Região dos Vinhos Ve des.”;
• “O e ece uma p o a … en ol endo uma logís ica adequada (copos de id o
adequados à p o a, empe a u as dos inhos, ichas écnicas aduzidas, abelas de
p eços, ealização de p o as sen ados, blocos pa a no as, en e ou os).”;
• “P e e ência pela a qui e u a/ma e iais/deco ação adicional au óc one.”;
• “Coloca à disposição do clien e e expo , num luga acilmen e isí el, o supo e
comunicacional da Ro a.”.
Da mesma o ma, a qualidade dos p émios ísicos do Jogo da Ro a de e á segui os mesmos
passos, como a a és da escolha de p odu os de qualidade pa a coloca nos cabazes de o e a.
Em suma, de e á se desen ol ida a a enção ao de alhe, no que diz espei o aos elemen os
ísicos que azem pa e da o a, is o que es es podem in luencia a pe ceção dos eno u is as, não
só sob e a RVLPL, mas ambém sob e os p óp ios es abelecimen os.
4.3.4. Pessoas
Num se o que en ol e an o con ac o humano, o in es imen o nas pessoas é undamen al.
Pa a os eno u is as, o con ac o com p op ie á ios, ges o es, enólogos ou colabo ado es é mui o
alo izado numa isi a a uma adega (Cha e s & Ali-Knigh , 2000). Pessoas como colabo ado es
de um se iço são undamen ais pa a explica e p omo e ca ac e ís icas de um p odu o, po an o,
aspe os como a o mação de abalhado es são c uciais pa a o sucesso (Ra iq & Ahmed, 1995).
Pa a além disso, a es ipulação de ce os c i é ios pode á aze bene ícios. Nes e caso,
algumas das eg as e ecomendações colocadas nos c i é ios de adesão à o a, nes e âmbi o, são
as seguin es:
i. “Os colabo ado es de em possui conhecimen os mínimos e a ualizados em inho,
u ismo e o seu e i ó io.”;
113
ii. “O a endimen o a u is as es angei os de e á aze -se no seu idioma ou,
al e na i amen e, num idioma que es es en endam acilmen e.”;
iii. “No mínimo ¾ dos in e enien es no se iço, ou seja, colabo ado es, p op ie á ios,
enólogos, en e ou os, de e ão pa icipa na o mação inicial pa a a RVLPL. No
en an o, ecomenda-se a pa icipação de odos.”.
Tal como ap esen ado no e cei o pon o, em e mos de o mação, pa a além da
ecomendação de pa icipação nas o mações ocasionais o e ecidas po en idades como a TPNP,
de e á se ealizada uma o mação inicial com odos os in e enien es nos se iços p es ados no
âmbi o da o a (p op ie á ios, colabo ado es, enólogos, en e ou os), ace ca das eg as e
ecomendações pa a a mesma. No inal de e á se aplicado um simples es e, no sen ido de
ga an i o ap o ei amen o des a. Es a o mação de e á se ealizada, ob iga o iamen e, an es de
qualque adesão. No en an o, não de e á se única, po an o, con o me as necessidades a aliadas
du an e o uncionamen o da RVLPL, de e ão se ealizadas o mações de con inuidade, com uma
equência de dois em dois anos.
Não só a colabo ação do s a das emp esas de se iços, mas ambém dos p óp ios
esiden es é impo an íssima pa a que a o a seja bem comunicada ao público. Po ezes, p oje os
de u ismo desen ol idos num e i ó io são desconhecidos pa a os p óp ios esiden es. No
en an o, endo em con a a pa icipação a i a da população local no ambien e u ís ico, como po
exemplo, a a és do escla ecimen o de ques ões aos u is as, pa ilhando possí eis a i idades na
localidade, é undamen al pa a o sucesso in e no e ex e no, que es es p oje os, nes e caso, a
RVLPL, sejam de conhecimen o ge al dos habi an es, omen ando, assim uma WOM de qualidade
(Fes a e al., 2020; Gala i, C escimanno, e al.,2017; Gala i, Tine ia, e al., 2017).
Nes e sen ido, al como e idenciado no pon o do Plano de Comunicação e Dis ibuição, as
es a égias de p omoção ão, não só de encon o com os u is as de ou as localidades ou países,
mas ambém, com a população local de Pon e de Lima e de e i ó ios p óximos, pa a que se
o nem, de alguma o ma, possí eis embaixado es da RVLPL.
4.3.5. P eço e O çamen o
Em e mos de P eço, não exis e qualque cus o de subsc ição pa a os es abelecimen os
ade en es da RVLPL. No en an o, es es es abelecimen os de e ão aca e a os cus os ela i os a
114
e en os, campanhas e p émios do Jogo da Ro a nes es edimidos. Também, ela i amen e aos
u is as pa icipan es, não exis em cus os de pa icipação no Jogo da Ro a. No en an o, exis em
despesas na execução do Plano de Ma ke ing que se á supo ado pelo Município de Pon e de
Lima. Na Tabela 54 é ap esen ado o O çamen o pa a as despesas do p imei o ano da RVLPL,
ou seja, con abilizando gas os associados à implemen ação e inaugu ação da o a. Nes e sen ido,
es ima-se que o o çamen o pa a anos seguin es de e á es abiliza , o alizando alo es in e io es.
Tabela 54 - O çamen o do Plano de Ma ke ing - Despesas
Ca ego ia
Fo necedo
(pa a
o çamen o)
Ca ac e ís icas
Valo
Es imado (c/
IVA)
Cade ne a da Ro a
360imp imi
Imp essão de 2000 unidades –
de 17 a 24 páginas A6 em
papel Couché b ilho 250g
ag a ado
1221,51 €
Flye s de Ro ei os
Pixa P in ing
Imp essão de 2500 unidades –
A4 em papel Couché b ilho
130g
128,78€
Video P omocional
-
P odução do Município
0,00€
Me chandising
Ou le B indes
200 po a-cha es em o ma de
ga a a
115,62€
Gi Campaign
100 T-shi s pe sonalizadas
424,35€
B indou o
100 Mangas Té micas
pe sonalizadas
726,31€
Placas dos Ade en es
da Ro a
360imp imi
25 Placas em PVC de 3mm de
30cm*43cm
199,26€
Mupis
JCDecaux
Mupi na zona de Chegadas do
Ae opo o do Po o du an e 28
dias
3972,00€
Ou doo s
360imp imi
Imp essão de 3 lonas pa a
ou doo s de 3m*8m
1063,52€
360imp imi
Imp essão de 1 lona pa a
ou doo de 3m*4m
192,88€
Resul a
Alugue de 1 ou doo A3
Valença du an e 1 mês
922,50€
D eamMedia
Alugue de 1 ou doo A3 B aga
du an e 2 meses
1800,00€
Campanha do Dia do
Pai
360imp imi
Imp essão de 500 ga gan ilhas
pe sonalizadas
52,50€

115
Deco ação no NaTal
Vila
B indes ex
50 o namen os g a ados a
se ig a ia
68,14€
O e a Especial do
Mês de Dezemb o
Campanha do Mês do
Ambien e
Me cado
Ag olimiano
Cabaz de Vinho Lou ei o de
Pon e de Lima
20,00€
Jogo da Caça aos
Ca imbos (Páscoa)
360imp imi
Imp essão de 500 au ocolan es
edondos de 5cm de diâme o
em papel com b ilho
9,34€
Passa empo
“Re a os do Lou ei o
de Pon e de Lima”
A de ini
P émio pa a o Vencedo
100,00€
Fei as de Tu ismo
WTW
S and na Fei a e euniões B2B
3198,00€
BTL
S and na Fei a
3000,00€
FINE
S and na Fei a
3000,00€
FITUR
S and na Fei a
3000,00€
Fam T ip
Vá ios
Pagamen o de Es adia,
Alimen ação e Expe iências a 5
in luenciado es digi ais, du an e
2 dias / 1 noi e
1500,00€
Anúncios digi ais
Me a Ads
O çamen o de 3€ po dia
du an e 60 dias di ididos po 3
meses
180,00€
Tik ok Ads
O çamen o de 2€ po dia
du an e 60 dias di ididos po 3
meses
120,00€
TOTAL
25 014,71 €
(Elabo ação P óp ia)
4.3.6. P ocesso
Na Tabela 55, na Tabela 56 e na Tabela 57 é ap esen ada a jo nada do eno u is a e
os p incipais
ouchpoin s
da isi a a Pon e de Lima, com pa icipação no Jogo da Ro a, nas suas
di e en es ases: an es, du an e e após a isi a, espe i amen e. Em cada uma des as ases,
exis em di e en es
ouchpoin s
, que de em se u ilizados como canal de con ac o pa a a a i ação
de ações de comunicação. Pa a além disso, são desc i os os a o es que possuem in luência no
sucesso de u ilização des es.
116
Tabela 55 - Fases da Jo nada e P incipais Touchpoin s – An es da isi a
Fase da
Jo nada
Ações
Touchpoin s
Fa o es de
In luência
1
Conhecimen o
do Des ino e
da RVLPL
Tomada de
Conhecimen o do
Des ino e da Ro a
a a és de di e sos
meios:
Recomendações de amigos, amilia es,
en e ou os (WOM)
Repu ação
Ambien e de
segmen ação
da
in o mação
In luence s e am ips (E-WOM)
Redes Sociais (p omoção o gânica e
publicidade)
Imp ensa local e nacional – jo nais,
e is as e TV (p omoção o gânica e
publicidade)
Ou doo s e Mupis,
Mo o es de pesquisa da web (SEO)
Fei as de u ismo
Li e a u a
E en os
Agências de iagens
2
Delibe ação e
P ocu a de
In o mação
P ocu a de
In o mações e
ecomendações
In e ne (Websi e da RVLPL e do Visi
Pon e de Lima, E-WOM, edes sociais,
in luence s, websi es de in o mações e
opiniões u ís icas)
A aliações
Gos os do
indi iduo
T anspa ência
e acilidade
em encon a
in o mações
Repo agens, documen á ios e ideos
Guias, li os e b ochu as
In o mações e ecomendações de
amigos, amilia es, en e ou os (WOM)
S o y elling
Agências de Viagens
Paco es de iagens e p omoções
A aliações
3
Planeamen o
da Viagem
Planeamen o e
Rese as de
anspo es,
alojamen o,
es au ação,
expe iências, en e
ou os
Agências de Viagens
ou:
P eços
A aliações
Pe ceção de
qualidade
Facilidade
nos acessos
Websi es de meios de anspo e (ex:
TAP, EasyJe , Ryanai , Rede
Exp essos)
Websi es de alugue de eículos (ex:
Eu opca , Ren alca s.com)
Websi es de pla a o mas ou dos
p óp ios alojamen os (ex: Booking,
T i ago, Ai bnb)
Websi es e mo o es de busca de
me eo ologia (ex: Google, IPMA)
117
Websi es de es au an es e mo o es de
busca pa a con ac os de ese as (ex:
Google, TheFo k)
Websi es dos es abelecimen os de
eno u ismo pa a ese a a i idades
(Elabo ação P óp ia)
Tabela 56 - Fases da Jo nada e P incipais Touchpoin s – Du an e a isi a
Fase da
Jo nada
Ações
Touchpoin s
Fa o es de
In luência
1
Viagem a é
ao Des ino
P ocesso de saída
da esidência e
anspo e a é ao
des ino
Emp esas de anspo es (a iação,
ans e s, au oca os, alugue de
ia u as)
Sen imen o
de segu ança
P essão do
empo
Condições
dos locais
Mupis e ou doo s no ae opo o e nas
es adas
Sinalização na chegada
Pla a o mas de GPS
Agências de Viagens e Guias
Acessibilidades, es acionamen o
2
Chegada
(check-in)
P ocesso de
chegada ao
alojamen o
Check-in no alojamen o
Qualidade do
A endimen o
dos S a e
Con o o dos
Espaços
Acesso à cade ne a da o a e ou as
b ochu as no alojamen o
Disponibilização de Vinho Lou ei o de
Pon e de Lima na chegada
2.1.
(pon o
acul a i o à
chegada)
Ida ao Pos o de
Tu ismo pa a
ecolhe a
cade ne a ou os
lye s da Ro a
S a
Qualidade e
in o mações
dadas pelo
S a
Pe ceção de
bem-es a
Deco ação e elemen os expos os:
ideos, ga a ei a, e is as, banne s,
deco ação in e a i a
B ochu as
Me chandising
3
Expe iências
Pa icipação em
expe iências no
âmbi o da RVLPL
Expe iências nos es abelecimen os de
eno u ismo: isi as às inhas, isi as às
adegas
In e esse das
expe iências
Qualidade
dos p odu os
u ilizados
U ilização de
ins umen os
adequados
Me eo ologia
Ou as expe iências: passeio de ba co
his ó ico Água A iba
Pa icipação em e en os: Lou ea a
Pe ide, Lou ei o de Pon e de Lima
ConVida, Fes a do Vinho Ve de
Visi a a Locais de In e esse
118
Con ac o com a Gas onomia Local:
es au an es, abe nas e
pas ela ias/ca és
En ol imen o
da his ó ia,
na cul u a e
no
s o y elling
Assis i a espe áculo no Tea o Diogo
Be na des
Visi a a Espaços Museológicos
4
Redenção
dos p émios
do Jogo da
Ro a
Ida ao Pos o de
Tu ismo pa a
edimi p émios do
Jogo da Ro a, após
comple a uma
combinação
S a
Qualidade e
in o mações
dadas pelo
S a
Pe ceção de
bem-es a
Momen o de
é mino da
iagem
P émios selecionados (p émio ísico ou
p émio a u iliza nou a expe iência)
Deco ação e elemen os expos os:
ideos, ga a ei a, e is as, banne s,
deco ação in e a i a
B ochu as
Me chandising
5
Comp as
Comp a de
lemb anças
Fei a de A esana o
S a
Qualidade
dos p odu os
Ou as ei as
Lojas dos Espaços Museológicos e
Pos o de Tu ismo
Lojas de lemb anças e p odu os
egionais
(Elabo ação P óp ia)
Tabela 57 - Fases da Jo nada e P incipais Touchpoin s – Após a isi a
Fase da
Jo nada
Ações
Touchpoin s
Fa o es de
In luência
1
Viagem a é à
Residência
P ocesso de saída do
des ino e anspo e
a é à esidência
Emp esas de anspo es (a iação,
ans e s, au oca os, alugue de
ia u as)
Sen imen o
de segu ança
P essão do
empo
Condições
dos locais
Mupis e ou doo s no ae opo o e nas
es adas
Sinalização
Pla a o mas de GPS
Agências de Viagens e Guias
2
Pa ilha da
Expe iência
Pa ilha da
Expe iência a a és
de o os, ídeos,
a aliações e opiniões
(WOM e E-WOM)
Recomendações a amigos, amilia es,
en e ou os
Pe ceção da
a aliação da
Viagem
Gos os
Pessoais
Fa o es
Ex e nos
A aliações em websi es de
in o mações e opiniões u ís icas
(T ipAd iso , Google e c)
A aliações nas pla a o mas de
ese as dos es abelecimen os
(Booking, TheFo k, e c)
A aliações nas Redes Sociais
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.
146
Anexos
Anexo 1 - Ques ioná io (em po uguês) .................................................................................. 147
Anexo 2 - Ques ioná io (em inglês) ........................................................................................ 152
Anexo 3 - C i é ios de Adesão à RVLPL .................................................................................. 157

147
Anexo 1 - Ques ioná io (em po uguês)
In odução:
O p esen e inqué i o des ina-se à ealização de um ela ó io de es ágio, no âmbi o da conclusão
do Mes ado em Ma ke ing e Es a égia da Uni e sidade do Minho. O es udo em como obje i o
de e mina o pe il do eno u is a e do po encial eno u is a em Pon e de Lima, sendo que o ela ó io
em como ema o “Desen ol imen o de uma Ro a de Vinho Lou ei o em Pon e de Lima”.
A espos a ao inqué i o demo a apenas ce ca de 2 minu os.
As espos as ecolhidas se ão u ilizadas exclusi amen e pa a ins académicos e a pa icipação é
olun á ia e con idencial. Ao subme e es e inqué i o, con i ma que conco da com a ecolha e
p ocessamen o dos dados inse idos pa a os ins desc i os.
Caso possua alguma dú ida pode á con ac a -me a a és do seguin e email:
[email p o ec ed]
Ag adeço desde já a colabo ação!
Bea iz Cos a
Secção 1
O Eno u ismo é de inido como as isi as a inhas, adegas, es i ais e exposições
elacionadas com o inho, em que os p incipais a o es de isi a são a degus ação do inho de
u a e/ou a expe iência dos a ibu os de uma egião inícola (Hall & Mi chell, 2007).
Q1. Tem algum in e esse na ealização de eno u ismo em Pon e de Lima?
⭘ Sim (con inua o inqué i o)
⭘ Tal ez (con inua o inqué i o)
⭘ Não (não p ossegui com o inqué i o)
Q2. Já isi ou Pon e de Lima?
⭘ Sim (con inua o inqué i o na Secção 2)
⭘ Não (a ança pa a a Secção 3)
148
Secção 2
Q3. Qual oi o p incipal mo i o da sua isi a a Pon e de Lima?
⭘ Gas onomia
⭘ Eno u ismo (A i idades elacionadas com p o a de inhos da egião, isi a a
quin as, e c.)
⭘ Na u eza (paisagem)
⭘ Pe eg ino no Caminho de San iago
⭘ Despo os náu icos
⭘ Cul u a e his ó ia
⭘ E en os, Fes as e Roma ias
⭘ Negócios
⭘ Apenas es á de passagem
⭘ Ou o: __________________
Q4. Em que ipo de alojamen o icou?
⭘ Ho el
⭘ Albe gue ou hos el
⭘ Ca a ana
⭘ Tu ismo em Espaço Ru al ou de Habi ação
⭘ Apa amen o alugado em Alojamen o Local (Ai bnb, e c)
⭘ Alojamen o inse ido num local de p odução i i inícola
⭘ Casa de amigos ou amilia es
⭘ Nenhum
Q5. Que on e de in o mação/publicidade mo i ou a sua isi a?
⭘ Recomendação de amigos
⭘ Publicidade na in e ne e edes sociais
⭘ Publicidade/Repo agens na TV
⭘ Publicidade em Ou doo s
⭘ Vídeos e documen á ios
⭘ Ou a: __________________
Q6. Numa escala de 1 a 10, qual o seu g au de sa is ação ela i amen e à isi a a Pon e de
Lima?
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Nada Sa is ei o
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
Mui o Sa is ei o
149
Q7. Numa escala de 1 a 10, qual a p obabilidade de eg essa a Pon e de Lima?
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Nada P o á el
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
Mui o P o á el
Q8. Numa escala de 1 a 10, qual a p obabilidade de ecomenda a isi a a Pon e de Lima?
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Nada P o á el
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
⭘
Mui o P o á el
Secção 3
Q9. Já ealizou algum ipo de a i idade eno u ís ica?
⭘ Sim, em Pon e de Lima (p ossegui pa a a secção 3)
⭘ Sim, mas nou a localidade (p ossegui pa a a secção 3)
⭘ Não (p ossegui pa a a secção 4)
Q10. Conhece a Cas a de Vinho Ve de Lou ei o?
⭘ Sim e já p o ei
⭘ Sim mas nunca p o ei
⭘ Não
Secção 4
Responda às seguin es ques ões, endo em con a a gene alidade das suas expe iências
eno u ís icas passadas.
Q11. Com quem iajou?
⭘ Sozinho
⭘ Com o(a) companhei o(a)
⭘ Em amília
⭘ Com amigos
⭘ Em g upo de excu são o ganizada
Q12. Como planeou a iagem?
⭘ Sozinho
⭘ Com a ajuda de um agen e u ís ico
150
Secção 5
Q13. Que ou o ipo de a i idades complemen a es gos a ia de ac escen a ao eno u ismo,
du an e uma isi a a Pon e de Lima?
▢ Gas onomia Local
▢ Visi a ao cen o his ó ico da ila
▢ Visi a a ja dins e espaços e des
▢ Visi a a museus
▢ Ida ao Tea o
▢ Visi a a ei as e e en os
▢ Fes as e Roma ias
▢ Expe iências de despo o, a en u a e na u eza
▢ Ou a: ______________________________________________
Q14. Qual o p eço máximo que es a ia dispos o a paga po essa expe iência?
________________________________________________ (escala de 0€ a 150€)
Q15. É consumido de inho?
⭘ Sim (p ossegui pa a a secção 6)
⭘ Não (p ossegui pa a a secção 7)
Secção 6
Q16. Numa escala de 1 a 4, como classi ica ia o seu conhecimen o em inhos?
1
2
3
4
Poucos ou nenhuns conhecimen os
⭘
⭘
⭘
⭘
Sou especialis a em inhos
Q17. Em que momen os é mais ap eciado de inhos?
⭘ Na maio ia das e eições
⭘ Em e eições espo ádicas
⭘ Apenas socialmen e