BRAGA, PORTUGAL
16-20 DE JUNHO 2025
LIVRO DE RESUMOS DA
BIENAL DE EDUCAÇÃO 2025
O Fu u o é Educação. As Pessoas, a Vida e a Escola.
ORGANIZADORES
FERNANDO AZEVEDO
JOSÉ NUNO TEIXEIRA
PEDRO PALHARES
BEATRIZ PEREIRA
LIVRO DE RESUMOS DA BIENAL DE EDUCAÇÃO 2025
ORGANIZADORES
FERNANDO AZEVEDO
JOSÉ NUNO TEIXEIRA
PEDRO PALHARES
BEATRIZ PEREIRA
Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho - Campus de Gual a
4710-057 B aga
www.ie.uminho.p
DOI
10.5281/zenodo.15583078
JUNHO DE 2025
ESTA OBRA ESTÁ LICENCIADA SOB A LICENÇA CREATIVE COMMONS ATRIBUIÇÃO 4.0 INTERNACIONAL.
TODOS OS RESUMOS REUNIDOS NESTA PUBLICAÇÃO FORAM DA RESPONSABILIDADE DOS RESPETIVOS
AUTORES, SENDO APRESENTADOS CONFORME AS NORMAS ORTOGRÁFICAS DOS SEUS PAÍSES DE ORIGEM. A
ORGANIZAÇÃO NÃO SE RESPONSABILIZA POR EVENTUAIS IMPRECISÕES, GRALHAS OU DIVERGÊNCIAS
ESTILÍSTICAS QUE POSSAM DECORRER DESSA AUTORIA INDIVIDUAL.
LIVRO DE RESUMOS DA
BIENAL DE EDUCAÇÃO 2025
O Fu u o é Educação. As Pessoas, a Vida e a Escola.
ORGANIZADORES
FERNANDO AZEVEDO
JOSÉ NUNO TEIXEIRA
PEDRO PALHARES
BEATRIZ PEREIRA
ÍNDICE
17
II. CONFERÊNCIAS PLENÁRIAS
>INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E EDUCAÇÃO
ARLINDO OLIVEIRA
>CURRÍCULO, PEDAGOGIA E PROFISSIONALISMO DOCENTE
DOMINGOS FERNANDES
>AVALIAÇÕES EM EDUCAÇÃO: PEDAGOGIA OU QUANTOFRENIA?
LICÍNIO C. LIMA
>TEMPO DE ECRÃ NAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES, IMPLICAÇÕES PARA A
SAÚDE E DESENVOLVIMENTO
RUTE SANTOS
>COMUNIDADES EDUCATIVAS COMO LUGARES DE RESISTÊNCIA NA ERA DO EU
JOÃO TEIXEIRA LOPES
I. PROGRAMA DO EVENTO
COMISSÃO CIENTÍFICA
NOTA DE ABERTURA
III. COMUNICAÇÕES LIVRES, SIMPÓSIOS E POSTERS CIENTÍFICOS
DESENVOLVIMENTO CURRICULAR
>A PRESENÇA DE RELAÇÕES PEDAGÓGICAS DECOLONIAIS NOS CURRÍCULOS DE
CURSOS DE LICENCIATURA
RUTH PAVAN..........................................................................................................................
>A PRESENÇA DA DECOLONIALIDADE E INTERCULTURALIDADE NO CURSO DE
PEDAGOGIA: O QUE DIZEM OS ESTUDANTES?
HENRIQUE REZENDE UNTEM & RUTH PAVAN.....................................................................
>AVALIAÇÃO FORMATIVA E EXAMES: UMA RELAÇÃO (IM)POSSÍVEL?
CARLA MOURA, PALMIRA ALVES & EUSÉBIO MACHADO..................................................
>CURRÍCULO E JUSTIÇA SOCIAL: A DIMENSÃO COLETIVA DA EDUCAÇÃO
LILIANA RODRIGUES.............................................................................................................
20
22
31
32
33
34
35
39
40
41
42
/ PÁG. 04
APRESENTAÇÃO SUMÁRIA 38
>CURRÍCULO EM TRANSIÇÃO: A AUTONOMIA E FLEXIBILIDADE CURRICULAR
COMO TERRITÓRIO DE REINVENÇÃO PEDAGÓGICA E DESENVOLVIMENTO
DOCENTE
CONCEIÇÃO LOURENÇO & CARLOS SILVA.......................................................................
>AUTOAVALIAÇÃO DA ESCOLA - PORQUÊ? PARA QUÊ?
MARIA CONCEIÇÃO LAMELA...............................................................................................
>AUTOAVALIAÇÃO E AVALIAÇÃO EXTERNA DE ESCOLAS: 20 ANOS AO SERVIÇO
DA MELHORIA?
EDUARDA RODRIGUES..........................................................................................................
>(AUTO)AVALIAÇÃO NAS ESCOLAS: UM ESTUDO SOBRE AS FRAGILIDADES DO
PLANEAMENTO ESTRATÉGICO SEGUNDO OS RELATÓRIOS DE AVALIAÇÃO
EXTERNA DAS ESCOLAS
ILA BEATRIZ MAIA & SOFIA RODRIGUES.............................................................................
>(AUTO)AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS: O PLANEAMENTO ESTRATÉGICO COMO
PONTO DE PARTIDA
SOFIA RODRIGUES & ILA BEATRIZ MAIA.............................................................................
EDUCAÇÃO ARTÍSTICA
>PRÁTICAS DE ENSINO DE/COM EXPRESSÕES ARTÍSTICAS OLHARES SOBRE
PERCURSOS CURRICULARES DIFERENCIADOS NUMA ESCOLA DO 1.º CICLO
SUSANA MARINA FREITAS OLIVEIRA AFONSO & ISABEL CABRITA CONDESSA.............
>CONSTRANGIMENTOS E DESAFIOS AO ENSINO DAS EXPRESSÕES NA EDUCAÇÃO
BÁSICA – ANÁLISE DE ALGUNS ESTUDOS REALIZADOS NOS AÇORES
SUSANA MARINA FREITAS OLIVEIRA AFONSO & ISABEL CABRITA CONDESSA.............
EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS
>EDUCAÇÃO E SUSTENTABILIDADE DOS RECURSOS HÍDRICOS EM COMUNIDADES
RURAIS: UM CASO DE ESTUDO EM ANGOLA
DELFINA DUNN JOÃO & CÉSAR DE OSVALDO PAKISSI.....................................................
>ANÁLISE DAS CONCEÇÕES AMBIENTAIS DE ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO E
DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA): UM ESTUDO QUALITATIVO EM TRÊS
MUNICÍPIOS BRASILEIROS
FERNANDO GUIMARÃES, RODRIGO DE SOUZA POLETTO, ROBERTA NEGRÃO DE
ARAÚJO, RITA DE CÁSSIA ASSOLARI, ANA AMABILE BORDA & LUIS ROGÉRIO
MARQUES DE ANDRADE.......................................................................................................
>LIMITES E POSSIBILIDADES DA AÇÃO DOCENTE NO ENSINO MÉDIO INTEGRADO
DE UMA ESCOLA DA REDE FAETEC
RODRIGO DE PAULA SANTOS & BEATRIS CRISTINA POSSATO...................................... 43
44
45
46
47
48
49
50
52
53
>O TALENTO EDUCA-SE. SOBRE O ENSINO DE MÚSICA COM PROFESSORES
ESPECIALISTAS NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E NO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO
HELENA ALMEIDA E SILVA, HUGO BRITO, ANA PAULA MALOTTI, ANTÓNIO PACHECO
& MARIA HELENA VIEIRA....................................................................................................... 51
/ PÁG. 05
>AS CONCEÇÕES DOS PROFESSORES SOBRE O ENSINO E APRENDIZAGEM DA
HISTÓRIA NO ENSINO PRIMÁRIO NA PROVÍNCIA DO BENGO (ANGOLA)
FRANCISCO SALOMÉ TOMÁS ANTÓNIO & GLÓRIA SOLÉ.................................................
>EDUCAÇÃO HISTÓRICA EM TEMPOS DE (DES)INFORMAÇÃO
RUI DAMACENO & MARÍLIA GAGO......................................................................................
>A UTILIDADE DA HISTÓRIA PARA A VIDA PRÁTICA: PISTAS PARA O ENSINO
ALINHADO COM A EDUCAÇÃO HISTÓRICA
SARA OLIVEIRA & MARÍLIA GAGO.......................................................................................
>INOVAR (N)O ENSINO OU ENSINAR INOVAÇÃO? O EMPREENDEDORISMO E A
INOVAÇÃO SOCIAL COMO PEDAGOGIAS E O CASO DE SUCESSO DO PEpE
NARCISO MOREIRA, ANDREIA PEREIRA & HELENA COSTA..............................................
>PENSAR HISTORICAMENTE NUM MUNDO DIVERSO: CONSCIÊNCIA HISTÓRICA E
INTERCULTURALIDADE(S)
FILIPE OLIVEIRA & MARÍLIA GAGO......................................................................................
EDUCAÇÃO EM LÍNGUAS ESTRANGEIRAS
>TEACHING ENGLISH IN ENGLISH: ACTION RESEARCH PROJECT FOR THE
IMPLEMENTATION OF AN IN-SERVICE TEACHERS TRAINING COURSE TO REDUCE
THE USE OF PORTUGUESE L1 AMONG ENGLISH LANGUAGE TEACHERS IN
HUAMBO-ANGOLA
MATEUS CANOMA NJELE.....................................................................................................
>PEQUENOS FALANTES, GRANDES APRENDIZES: IMPACTOS DA EXPOSIÇÃO AO
INGLÊS EM CONTEXTOS EDUCATIVOS PRECOCES
ANA PAULA SOARES, NATÁLIA GUERRA, MARIA VEIGA DE ARAÚJO, DIANA R.
PEREIRA & HELENA M. OLIVEIRA.........................................................................................
>PROJETO DE PESQUISA-AÇÃO PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE UM CURSO DE
FORMAÇÃO CONTÍNUA PARA PROFESSORES COM VISTA À REDUÇÃO DO USO DO
PORTUGUÊS L1 ENTRE OS PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA NO HUAMBO-
ANGOLA
MATEUS CANOMA NJELE.....................................................................................................
EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA
>EFEITOS DA UTILIZAÇÃO DA SALA SNOEZELEN EM CRIANÇAS E JOVENS COM
PERTURBAÇÃO DE ESPETRO DO AUTISMO: UM ESTUDO SOBRE AS PERCEÇÕES DE
PROFISSIONAIS
MARINA GUIMARÃES, CÁTIA SOUSA, ANDRESSA MIRANDA, GABRIELLE RIBEIRO E
LAURINDA LEITE....................................................................................................................
EDUCAÇÃO ESPECIAL
/ PÁG. 06
>EMPATIA HISTÓRICA PARA O DESENVOLVIMENTO DO PENSAMENTO HISTÓRICO:
UM ESTUDO COM PROFESSORES E ALUNOS DO 2.º CICLO DO ENSINO BÁSICO
SOFIA MARQUES & MARIA GLÓRIA SOLÉ...........................................................................
EDUCAÇÃO EM HISTÓRIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
55
56
57
58
59
60
61
62
63
64
>ATIVIDADES PRÁTICAS NO ENSINO DAS CIÊNCIAS DA NATUREZA COM
MATERIAIS DO DIA A DIA: UM ESTUDO COM PROFESSORES E ALUNOS DO ENSINO
PRIMÁRIO EM ANGOLA
MARGARETH JUSTINO & PAULO VARELA........................................................................... 54
>LINGUAGEM ORAL E LITERACIA EMERGENTE EM CRIANÇAS COM E SEM SURDEZ:
AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO EM CONTEXTOS INCLUSIVOS
JOÃO PAULO SANTOS, ANABELA CRUZ-SANTOS & PASCALE ENGEL DE ABREU..........
>INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA ALÉM FRONTEIRAS – PERSPETIVAS DE
UMA EXPERIÊNCIA DE ERASMUS NA SÉRVIA
RITA LIMEDE & ANA MARIA SERRANO.................................................................................
>STEAM NO DESENVOLVIMENTO DO CONHECIMENTO PROFISSIONAL DO
PROFESSOR DE MATEMÁTICA
SARA GONÇALVES & FLORIANO VISEU..............................................................................
>EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ENSINO PRIMÁRIO EM ANGOLA
ISAURA MARÍLIA LEIA FERREIRA MONTEIRO, ANA PAULA LOUÇÃO MARTINS &
CHRISTOPHER BOYLE...........................................................................................................
>PRÁTICAS DE LETRAMENTOS E ESCRITA CIENTÍFICA NA ÁREA DE EDUCAÇÃO:
QUESTÕES EM TORNO DO IMPACTO
ADRIANA FISCHER & MARIANA A. VICENTINI ....................................................................
>IMPACTO DA IMPLEMENTAÇÃO DE UM GABINETE DA QUALIDADE PARA AS
INSTITUIÇÕES DO ENSINO SUPERIOR EM ANGOLA
PAULO CORDEIRO LEITE......................................................................................................
EDUCAÇÃO MATEMÁTICA
>FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA EM ANGOLA:
PROBLEMAS, DESAFIOS E PERSPETIVAS FUTURAS
MANUEL CANGOMBE JAMBA & ALEXANDRA GOMES........................................................
>PERCEÇÃO DOS PROFESSORES DO 1.º CICLO DO ENSINO PRIMÁRIO SOBRE A
UTILIZAÇÃO DE JOGOS NO ENSINO DA MATEMÁTICA
MANUEL CANGOMBE JAMBA...............................................................................................
ENSINO SUPERIOR
>PENSAMENTO CRÍTICO NO ENSINO SUPERIOR: ESTUDO DE PERCEÇÕES E
REPRESENTAÇÕES DE ESTUDANTES DE QUATRO INSTITUIÇÕES PORTUGUESAS
JOSÉ LOPES, ÂNGELA MARTINS, DANIEL FERREIRA, HELENA SANTOS SILVA, JOSÉ
LUÍS COELHO DA SILVA & LUÍSA ORVALHO.......................................................................
>AVALIAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR EM ANGOLA: AS
PRÁTICAS EM CURSOS
FRANCISCO LÁZARO............................................................................................................
>EXPECTATIVAS DE DOCENTES ACERCA DO USO DE FILMES COMO MATERIAL
DIDÁTICO
FELIPE QUEIROZ DIAS ROCHA.............................................................................................
67
68
69
70
71
72
73
74
75
77
78
>CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE LAZER E RECREAÇÃO PARA ALUNOS
COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS NA REGIÃO NORTE DE PORTUGAL
MARIA CAROLINA SILVA & ANABELA CRUZ-SANTOS....................................................... 66
>INCLUSION AND HUMAN RIGHTS: CONTEMPORARY CHALLENGES OF AN
INTERDISCIPLINARY DIALOGUE BETWEEN INCLUSION STUDIES AND THE
SOCIOLOGY OF CHILDHOOD
MARIA TORRES, ANA PAULA DA SILVA PEREIRA & MANUEL JACINTO SARMENTO........65
/ PÁG. 07
>SUCESSO ACADÉMICO DE ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR EM
ACOLHIMENTO RESIDENCIAL: PROPOSTA DE INVESTIGAÇÃO
RITA RODRIGUES, MARLENE MATOS & JOANA R. CASANOVA........................................
>DIÁRIOS DE LEITURA NO ENSINO SUPERIOR
SHEILA OLIVEIRA LIMA.........................................................................................................
>COMUNICAÇÃO E PENSAMENTO CRÍTICO: RELATO DE EXPERIÊNCIA DE UM
PODCAST
JACINTA MARTINS, VITOR MACHADO & ANDREIA FÉLIX..................................................
>ENSINO SUPERIOR EM TRANSFORMAÇÃO: INOVAÇÃO E DESAFIOS DA INCLUSÃO
SÍLVIA CORREIA MONTEIRO................................................................................................
>EDUCAÇÃO E TRABALHO: A FORMAÇÃO DE CIDADÃOS CRÍTICOS NUM
CONTEXTO SOCIAL DINÂMICO
LEONOR TORRES, SÍLVIA MONTEIRO, FILIPA SEABRA & SANDRA SANTOS...................
>QUAL O PAPEL DO CAPITAL SOCIAL E CULTURAL NA CONSTRUÇÃO DOS
PERCURSOS DOS DIPLOMADOS DO ENSINO SUPERIOR?
CATARINA SILVA & LEONOR TORRES.................................................................................
>TRAJETÓRIAS, PERCURSOS E RECURSOS DE CARREIRA: OS DESAFIOS DA
DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR
JOSÉ NUNO TEIXEIRA, LEONOR TORRES & SÍLVIA MONTEIRO.......................................
>READY TO WORK OR READY TO LEARN? DA INOVAÇÃO PEDAGÓGICA À
APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA
DIANA SOARES.....................................................................................................................
>EDUCAÇÃO DOUTORAL: DESAFIOS E POSSIBILIDADES
FLÁVIA VIEIRA........................................................................................................................
>A INTERAÇÃO ENTRE A RELAÇÃO DE SUPERVISÃO, O CONTEXTO
ACADÉMICO/CIENTÍFICO, A MOTIVAÇÃO E AS EMOÇÕES EM EDUCAÇÃO
DOUTORAL
ISABEL MENEZES, AMÉLIA LOPES, RICARDO CRUZ & PATRÍCIA ALVES..........................
>DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS DE INVESTIGAÇÃO DOS/AS
ESTUDANTES DE DOUTORAMENTO: UMA ABORDAGEM FORMATIVA COM BASE NO
VITAE RESEARCHER DEVELOPMENT FRAMEWORK
FLÁVIA VIEIRA, SÍLVIA MONTEIRO & SANDRA SANTOS....................................................
>MAPEAMENTO DA FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE SUPERVISORES DE
DOUTORAMENTO
ISABEL HUET, PAULO CHALÓ & TERESA CARDOSO.........................................................
/ PÁG. 08
>DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS: UM CAMINHO PARA O SUCESSO COM A
3 AUM
ÍRIS BIDARRA......................................................................................................................... 80
81
82
83
84
85
86
87
90
92
88
89
93
>A PROBLEMÁTICA DOS INDICADORES DELIBERADOS PARA AVALIAÇÃO DO
DESEMPENHO DOCENTE FACE ÀS ATRIBUIÇÕES DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR
EM ANGOLA
ANGÉLICA NACHIUNGUE MARTA VIDAL CELESTINO, JOSÉ AUGUSTO PACHECO &
MARIA DA CONCEIÇÃO BARBOSA MENDES...................................................................... 79
>O PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA ESTÁ A PROMOVER A SAÚDE? UMA
INVESTIGAÇÃO-AÇÃO EM ESCOLAS DA REGIÃO SUL DO BRASIL
CÍNTIA DA COSTA, ZÉLIA FERREIRA CAÇADOR ANASTÁCIO & MARÍLIA COSTA
MOROSINI..............................................................................................................................
>ANALISE DA ANQUILOGLOSSIA NA SAÚDE PÚBLICA
ANDREA KERCKHOFF DOS SANTOS, ZELIA CAÇADOR ANASTÁCIO & ELIANE R.
WEISHTG................................................................................................................................
>IMPROVEMENT IN BODY COMPOSITION AND REDUCTION IN BLOOD PRESSURE
IN PORTUGUESE SCHOOLCHILDREN AFTER THE BEE-SCHOOL PROJECT
NEIVA LEITE, MAIARA CRISTINA TADIOTTO, ANA DUARTE, CLAUDIA AUGUSTO,
MARIA JOSÉ SILVA, CAROLINE BRAND, JORGE MOTA, BEATRIZ PEREIRA & RAFAELA
ROSARIO................................................................................................................................
>CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL NO BRASIL: A
EDUCAÇÃO COMO DIREITO
MONIQUE CRISTINA GELSLEUCHTER & SOLANGE APARECIDA DE OLIVEIRA
HOELLER................................................................................................................................
>PARA ALÉM DA CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA: UM OLHAR SOBRE OS PERFIS DE
LEITURA NO 1.º CICLO
ANA PAULA SOARES.............................................................................................................
>ANÁLISE DAS PERCEÇÕES DE PROFESSORES SOBRE OS FATORES DE SUCESSO E
DE INSUCESSO ACADÉMICO NO ENSINO SUPERIOR ANGOLANO
ANA ALMEIDA, LEANDRO ALMEIDA & SÍLVIA MONTEIRO.................................................
SAÚDE INFANTIL E EDUCAÇÃO FÍSICA
>EDUCADORAS DE INFÂNCIA COMO PROMOTORES DO BRINCAR E DE ESTILOS DE
VIDA ATIVOS: PERCEÇÕES E DESAFIOS À IMPLEMENTAÇÃO DAS
RECOMENDAÇÕES 24H MOVIMENTO
BRUNA DUTRA.......................................................................................................................
SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO E POLÍTICA EDUCATIVA
>TRIPLA JORNADA: OBSTÁCULOS E ESTRATÉGIAS DE CONCILIAÇÃO DAS
TRABALHADORAS-ESTUDANTES, NO ENSINO SUPERIOR
JOANA AUXÍLIA COSTA........................................................................................................
SUPERVISÃO PEDAGÓGICA
>O PAPEL DA SUPERVISÃO COLABORATIVA NA PROMOÇÃO DA AUTONOMIA EM
SALA DE AULA
ANA CASTRO.........................................................................................................................
>PARLAMENTO DOS JOVENS: PROPOSTAS DOS ESTUDANTES DO ENSINO
SECUNDÁRIO PARA A GESTÃO DOS DESAFIOS E OPORTUNIDADES DAS NOVAS
TECNOLOGIAS
SUSANA CAIRES, ANA DINIZ & ERIC ROCHA......................................................................
>PERCEÇÕES SOBRE AS PRÁTICAS DE PROMOÇÃO DE LITERACIA AMBIENTAL DE
FORMADORES DE FUTUROS PROFESSORES DE CIÊNCIAS
MOISÉS DOS SANTOS & TERESA VILAÇA...........................................................................
170
171
172
174
175
176
177
179
180
181
178
/ PÁG. 15
>EXPECTATIONS OF PROFESSORS ABOUT THE USE OF FILMS AS DIDACTIC
MATERIAL
FELIPE QUEIROZ DIAS ROCHA.............................................................................................
>POTENCIALIDADES DE UMA COMUNIDADE DE PRÁTICA NA RECONFIGURAÇÃO
DE PRÁTICAS DE SUPERVISÃO DE ESTÁGIO NA FORMAÇÃO INICIAL DE
PROFESSORES EM ANGOLA
JEREMIAS CORREIA & TERESA VILAÇA...............................................................................
TECNOLOGIA EDUCATIVA
>AS NARRATIVAS DOS PROFESSORES COMO LENTES PARA COMPREENDER A SUA
AGÊNCIA PROFISSIONAL - UMA ABORDAGEM SOCIOMATERIAL DOS ESPAÇOS DE
APRENDIZAGEM
RICARDO LEMOS RIBEIRO....................................................................................................
>A EDIÇÃO DE VÍDEO E A REALIDADE VIRTUAL NA REFLEXÃO E COMPREENSÃO DE
THRESHOLD CONCEPTS: UM ESTUDO UTILIZANDO TECNOLOGIAS MÓVEIS
CELESTINO MAGALHÃES......................................................................................................
>NARRACIÊNCIA: INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA COMO FERRAMENTA
DE NARRATIVIZAÇÃO E HUMANIZAÇÃO DO DISCURSO CIENTÍFICO
BEATRIZ ANTUNES & SÍLVIA ARAÚJO..................................................................................
/ PÁG. 16
182
183
MOSTRA BIBLIOGRÁFICA....................................................................................................
184
185
186
187
Sob o lema “O Fu u o é Educação. As Pessoas, a Vida e a Escola”, a Bienal de Educação,
eúne, nes a sua p imei a edição, mais de 100 in e enções, com au o es p o enien es
de mais de oi o dezenas de ins i uições. Es e conjun o exp essi o de con ibu os e le e
a i alidade, o comp omisso e a di e sidade de olha es que alimen am o deba e
con empo âneo em o no da educação. Concebida como um empo e um luga pa a
uma e lexão pa ilhada, undamen ada e ans o mado a, es a inicia i a do Ins i u o
de Educação es u u a-se em o no qua o eixos emá icos undamen ais:
>Educação, Saúde e Sus en abilidade
>Pedagogia e Cu ículo
>A aliações em Educação
>Comunidades Educa i as
>Fo mação de P o esso es como eixo ans e sal aos an e io es.
Educação, Saúde e Sus en abilidade con oca-nos a pensa a escola como espaço de
bem-es a in eg al e esponsabilidade cole i a. Num país onde as desigualdades sociais
con inuam a a e a p o undamen e os pe cu sos escola es, es e eixo p opõe a icula
polí icas públicas, p á icas educa i as e alo es sociais que p omo am a saúde men al,
ísica e emocional dos es udan es e p o issionais. A educação, nes e con ex o, de e se
um espaço segu o, sus en á el e p omo o de es ilos de ida saudá eis, p epa ados
pa a esponde a c ises ambien ais e sociais com empa ia, conhecimen o e ação.
Pedagogia e Cu ículo coloca no cen o do deba e a expe iência de ap ende e ensina
num mundo em cons an e mu ação. Em Po ugal, pe sis em ensões en e um cu ículo
o mal excessi amen e no ma i o e as necessidades eais das comunidades escola es.
Es e eixo desa ia-nos a pensa pedagogias mais inclusi as, con ex uais e dialógicas,
que alo izem os sabe es dos alunos e dos e i ó ios, e que sejam capazes de o ma
cidadãos c í icos e conscien es. As pessoas são aqui con ocadas como agen es a i os
da ans o mação cu icula , e a escola, como luga de p odução de conhecimen o
APRESENTAÇÃO
Fe nando Aze edo
José Nuno Teixei a
Ped o Palha es
Bea iz Pe ei a
O Fu u o é Educação. As Pessoas, a Vida e a Escola.
/ PÁG. 17
signi ica i o e emancipado .
O eixo A aliações em Educação le an a ques ões essenciais sob e como medimos a
ap endizagem e o sucesso educa i o. Num sis ema ainda mui o cen ado em p o as e
exames pad onizados, é u gen e epensa modelos de a aliação que econheçam a
di e sidade dos pe cu sos e alo izem o desen ol imen o in eg al dos alunos. Es e eixo
p opõe olha pa a a a aliação como uma e amen a de equidade e de melho ia
con ínua, mais cen ada no p ocesso do que apenas nos esul ados. A ida escola
ganha, assim, um no o sen ido, em que o e o, o eedback e a au onomia se o nam
aliados da ap endizagem.
Finalmen e, o eixo Comunidades Educa i as econhece que a educação é uma
esponsabilidade pa ilhada. As escolas não exis em isoladas: são pa e de edes de
a e os, sabe es e p á icas que en ol em amílias, e i ó ios, ins i uições e polí icas. A
ealidade po uguesa mos a-nos que os con ex os mais esilien es e ino ado es são
aqueles em que há a iculação e co-cons ução de soluções. In es i na o mação de
p o esso es, nesse sen ido, é in es i na capacidade da escola se ans o ma em
comunidade ap enden e, i a e comp ome ida com o bem comum.
A Fo mação de P o esso es, enquan o eixo ans e sal da Bienal de Educação 2025,
assume um papel es u u an e na cons ução de uma escola mais jus a, inclusi a e
p epa ada pa a os desa ios do século XXI. A ealidade educa i a po uguesa e ela,
com c escen e p eocupação, a escassez de p o esso es com uma p á ica pedagógica
e lexi a, c í ica e si uada, capaz de da espos a à di e sidade de con ex os escola es
e de es imula , de o ma signi ica i a, a ap endizagem dos es udan es. Es a lacuna
comp ome e não apenas a equidade no acesso ao conhecimen o, mas ambém a
capacidade de a escola em cump i o seu papel como agen e de ans o mação social.
Num mundo em ápida mu ação — onde a in eligência a i icial, as al e ações
climá icas, os desa ios demog á icos e a econ igu ação das elações globais impõem
no as exigências ao sis ema educa i o — a o mação docen e de e alinha -se com os
Obje i os de Desen ol imen o Sus en á el (ODS) e com os p incípios de uma cidadania
global a i a e c í ica. Exige-se, po isso, uma o mação que anscenda os con eúdos
disciplina es e que p omo a compe ências de an ecipação, colabo ação, pensamen o
complexo, é ica e ino ação pedagógica.
Nes e cená io, a li e acia, em odas as suas dimensões — digi al, cien í ica, ecológica,
emocional, cul u al —, o na-se um campo p io i á io de in e enção pedagógica, pa a o
qual os p o esso es de em es a p epa ados de o ma ap o undada e con ex ualizada.
A o mação p ecisa, assim, de es a anco ada na p á ica e na in es igação, a iculada
com as escolas e cen ada na p omoção de uma ação educa i a capaz de dialoga com
os e i ó ios, as comunidades e os desa ios do nosso empo.
Além disso, numa sociedade onde o conhecimen o se p oduz em ede e as soluções
educa i as se cons oem cada ez mais em a iculação in e nacional, o na-se u gen e
e o ça modelos de o mação que es imulem a coope ação en e ins i uições, países e
cul u as. A mobilidade académica, a pa ilha de boas p á icas e a co-p odução de
conhecimen o educa i o são es a égias que en iquecem a o mação e ampliam a
isão dos u u os docen es sob e o mundo e o seu papel nele.
Ao coloca a Fo mação de P o esso es no cen o da e lexão da Bienal de Educação,
econhece-se que o u u o da escola depende, em g ande medida, da qualidade
/ PÁG. 18
humana, cien í ica e é ica dos seus educado es. In es i na sua o mação é in es i
numa sociedade capaz de ap ende com o p esen e, en en a os seus desa ios e
p oje a p oa i amen e um u u o mais sus en á el, solidá io e educa i o pa a odos.
Es es qua o eixos não apenas es u u am a Bienal de Educação 2025 — eles apon am
caminhos pa a o p esen e e o u u o educação em Po ugal. Ao con oca pessoas,
alo iza idas e epensa a escola, a Bienal ea i ma que a educação é o maio p oje o
cole i o que emos enquan o sociedade. É nela que se joga, odos os dias, a
possibilidade de um u u o mais jus o, mais conscien e e mais humano.
A di e sidade dos emas abo dados nes a ob a dá, po conseguin e, es emunho da
complexidade e da iqueza dos desa ios que se colocam à educação no mundo a ual —
um mundo que exige soluções in e disciplina es, espos as socialmen e
comp ome idas e p á icas pedagogicamen e ino ado as.
Assim, a Bienal de Educação é concebida como um espaço plu al de pa ilha, deba e e
c iação de conhecimen o em o no dos g andes desa ios que ma cam o p esen e e
p oje am o u u o da educação. A sua ealização es á p o undamen e en aizada na
missão do Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho, que assume a educação
como um di ei o undamen al e um bem público, p omo endo a excelência na
o mação, in es igação e in e enção educa i a com base nos p incípios da jus iça
social, da inclusão, da sus en abilidade e da ino ação. Nes e sen ido, a Bienal de
Educação ma e ializa o comp omisso do Ins i u o com a ans o mação social, com a
alo ização dos p o issionais da educação e com a cons ução de sociedades mais
equi a i as e conscien es do papel es u u an e da educação na ida das pessoas e das
comunidades.
Es e Li o de Resumos é, po isso, mais do que um egis o académico: é um espaço de
encon o, e lexão e p ojeção de caminhos possí eis pa a uma educação mais humana,
mais jus a e mais ans o mado a.
A odos os au o es e au o as, ins i uições e comunidades educa i as que se associa am
a es a Bienal com as suas p opos as, exp essamos o nosso p o undo econhecimen o.
A plu alidade e a qualidade dos abalhos aqui eunidos ea i mam o papel da
Uni e sidade do Minho como espaço de diálogo, ino ação e comp omisso com o bem
comum.
Que es as páginas inspi em no os p oje os, o aleçam edes de colabo ação e
con ibuam pa a um u u o onde a educação seja, e dadei amen e, um di ei o, uma
p io idade e uma espe ança pa ilhada.
/ PÁG. 19
COMISSÃO CIENTÍFICA
Alme indo J. A onso, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Amélia Lopes, FPCEUP - Uni e sidade do Po o
Ana Amélia Ca alho, FPCEUC - Uni e sidade de Coimb a
Ana Isabel And ade, Depa amen o de Educação e Psicologia da Uni e sidade de A ei o
Ana Paula Loução, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Ana Paula Pe ei a, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Ângela Balça, Depa amen o de Pedagogia e Educação da Uni e sidade de É o a
Assunção Flo es, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Bea iz Pe ei a, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Blanca Ana Roig Rechou, Uni e sidade de San iago de Compos ela
Ca los Ne o, Faculdade de Mo icidade Humana da Uni e sidade de Lisboa
Cecília Gal ão, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Césa Sá, Escola Supe io de Educação do Ins i u o Poli écnico de Viana do Cas elo
Fá ima An unes, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Fe nanda Ma ins, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Fe nando Aze edo, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Flá ia Viei a, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
G aça C. Ca alho, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Í is Pe ei a, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Isabel Condessa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Uni e sidade dos Aço es
Isabel Soa es, Escola de Psicologia da Uni e sidade do Minho
João Ped o da Pon e, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Jo ge Adelino Cos a, Depa amen o de Educação e Psicologia da Uni e sidade de A ei o
Jo ge Mo a, Faculdade de Despo o da Uni e sidade do Po o
José Albe o Lencas e, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
José Alexand e da Sil a Pin o, Escola Supe io de Educação do Poli écnico do Po o
José Augus o Palha es, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
José Ca los Mo gado, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
José Rosa, Uni e sidade da Bei a In e io
Lau inda Lei e, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Leand o S. Almeida, Escola de Psicologia da Uni e sidade do Minho
Leono L. To es, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Licínio C. Lima, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Manuel João Coelho e Sil a, Uni e sidade de Coimb a
/ PÁG. 20
Manuel Pinho, Conselho Consul i o do Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Manuel Sa men o, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Ma ia Al edo Mo ei a, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Ma ia Conceição Aze edo, Uni e sidade de T ás-os-Mon es e Al o Dou o
Ma ia Conceição Ba bosa, Ins i u o Supe io de Ciências de Educação de Benguela
Ma ia de Lou des Dionísio, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Ma ia Helena Viei a, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Na ália Fe nandes, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Nelson Lima, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Palmi a Al es, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Ped o Palha es, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Rui Mendes, Ins i u o Poli écnico de Coimb a
Ru e San os, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Te esa Sa men o, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
Te esa Vilaça, Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
/ PÁG. 21
PRIMEIRA PARTE
PROGRAMA DO EVENTO
1
16 DE JUNHO (segunda- ei a)
-ABERTURA MUSICAL
CORO JOVENS CANTORES DE GUIMARÃES (DIR. MAESTRINA JANETE RUIZ)
-BEATRIZ PEREIRA (PRESIDENTE DO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO)
-ÁLVARO LABORINHO LÚCIO (COORDENAÇÃO DA BIENAL)
-RUI VIEIRA DE CASTRO (REITOR DA UNIVERSIDADE DO MINHO)
-MINISTRO DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E INOVAÇÃO (A CONFIRMAR)
PROGRAMA DETALHADO
14H00-15H30
AVALIAÇÃO, DEMOCRATIZAÇÃO, MERITOCRACIA
MESA REDONDA
EIXO 3
-ANTÓNIO TEODORO (UNIVERSIDADE LUSÓFONA)
-EUSÉBIO MACHADO (UNIVERSIDADE PORTUCALENSE)
-PALMIRA ALVES (UNIVERSIDADE DO MINHO)
MODERAÇÃO: JOANA SOUSA (UNIVERSIDADE DO MINHO)
08H30-09H30
ACOLHIMENTO DOS PARTICIPANTES
>ENTRADA PRINCIPAL DO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO
09H30-11H00
CERIMÓNIA DE ABERTURA
>ANFITEATRO MULTIMÉDIA DO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO
11H00-12H30
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E EDUCAÇÃO
CONFERÊNCIA PLENÁRIA
-ARLINDO OLIVEIRA (INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA)
MODERAÇÃO: FERNANDO AZEVEDO & JOSÉ LENCASTRE (UNIVERSIDADE DO MINHO)
>ANFITEATRO MULTIMÉDIA DO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO
12H30-14H00
ALMOÇO
>ANFITEATRO MULTIMÉDIA DO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO
/ PÁG. 23
15H30-16H30
AS ARTES NA EDUCAÇÃO
MESA REDONDA
-JOÃO SOEIRO DE CARVALHO (UNIVERSIDADE DE LISBOA)
-PAULO PIRES DO VALE (COMISSÁRIO DO PLANO NACIONAL DAS ARTES)
MODERAÇÃO: MARIA HELENA VIEIRA (UNIVERSIDADE DO MINHO)
09H30-10H20
CURRÍCULO, PEDAGOGIA E PROFISSIONALISMO DOCENTE
CONFERÊNCIA PLENÁRIA
EIXO 2
-DOMINGOS FERNANDES (PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO)
MODERAÇÃO: ASSUNÇÃO FLORES (UNIVERSIDADE DO MINHO)
16H30-18H30
COMUNICAÇÕES LIVRES, POSTERES E SIMPÓSIOS
>SALA DE ATOS DO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO
14H00-15H30
COMUNIDADES EDUCATIVAS, DEMOCRACIA E CONSTRUÇÃO DO BEM-COMUM
MESA REDONDA
EIXO 4
-MANUEL J. SARMENTO (UNIVERSIDADE DO MINHO)
-ANTÓNIO FRAGOSO (FCHS, UNIVERSIDADE DO ALGARVE)
-ESTELA COSTA (UNIVERSIDADE DE LISBOA)
MODERAÇÃO: JOSÉ A. PALHARES (UNIVERSIDADE DO MINHO)
>SALA DE ATOS DO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO
17 DE JUNHO ( e ça- ei a)
>ANFITEATRO MULTIMÉDIA DO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO
/ PÁG. 24
Os a anços ecen es na á ea da in eligência
a i icial (IA) e da ap endizagem au omá ica
es ão a começa a ans o ma o mundo da
educação. Desde ambien es de ap endizagem
pe sonalizados a sis emas in eligen es de u o ia,
as ecnologias baseadas em IA es ão a ede ini a
o ma como os alunos ap endem, os p o esso es
ensinam e as ins i uições uncionam. Num u u o
p óximo, a IA pode á e um papel cen al na
adap ação de con eúdos educa i os às
necessidades indi iduais, na au oma ização da
a aliação, no apoio à educação especial e a é na
iden i icação p ecoce de alunos em isco. A
ap endizagem p o unda e os modelos de
linguagem de g ande escala es ão a pe mi i
no as o mas de in e ação, o nando possí el
c ia assis en es i uais de ensino e u o es
pe sonalizados com capacidade de ope a à
escala global. Es as ans o mações le an am
ques ões impo an es: como ga an i que es es
sis emas apoiam, em ez de subs i uí em, os
educado es? Quais são os iscos em e mos de
en iesamen o, p i acidade e dependência? E
como de em as ins i uições de ensino
posiciona -se pa a i a pa ido da IA,
p ese ando a sua missão cen ada nas pessoas?
Nes a ap esen ação, explo a ei as aplicações
ac uais, as linhas eme gen es de in es igação e
as implicações sociais e é icas mais amplas do
uso da IA na educação, com especial a enção
pa a a cons ução de sis emas que sejam não
apenas in eligen es, mas ambém equi a i os,
anspa en es e p omo o es da ap endizagem ao
longo da ida.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E EDUCAÇÃO
RESUMO
ARLINDO OLIVEIRA
Licenciado em Engenha ia
Elec o écnica e de
Compu ado es pelo IST e
dou o ado na Uni e sidade
da Cali ó nia (Be keley), oi
p o esso con idado do MIT
e in es igado em á ias
ins i uições, incluindo o
INESC, CERN e a
Uni e sidade de Tóquio. Foi
adminis ado de di e sas
emp esas e p esiden e do
Ins i u o Supe io Técnico,
do INESC-ID e da Associação
Po uguesa pa a a
In eligência A i icial. É
memb o da Academia das
Ciências de Lisboa, da
Academia da Engenha ia, do
IEEE e da ACM. A ualmen e, é
p esiden e do INESC e
p o esso dis in o do IST.
Publicou cinco li os e á ios
a igos cien í icos sob e
in eligência a i icial,
bioin o má ica e a qui e u a
de compu ado es, ece-
bendo p émios como o da
Uni e sidade Técnica de
Lisboa/San ande e o P émio
Ca ei a da ACEPI.
NOTA BIOGRÁFICA
/ PÁG. 31
CURRÍCULO, PEDAGOGIA E
PROFISSIONALISMO DOCENTE:
CONTRIBUTOS DO CNE
A pedagogia, o cu ículo e a a aliação são
domínios do conhecimen o que se in es igam há
anos no âmbi o da complexidade das suas
elações e dimensões (e.g., sociais, polí icas,
eó icas) e da sua ele ância educa i a. São
domínios que, em mui o boa medida,
de e minam como se ensina, como se ap ende e
como se a alia e, na u almen e, como se
desen ol e a educação do país. A iden idade e o
p o issionalismo docen e es ão in insecamen e
associados e mesmo dependen es das
conceções, conhecimen os e compe ências que
os p o issionais desen ol em naqueles ês
domínios.
Nes es e mos, nes a con e ência, ap esen a-se
e discu e-se uma di e sidade de ações que o
Conselho Nacional de Educação (CNE) em
desen ol endo há alguns anos endo em is a a
omada de posições públicas e a p odução de
ecomendações e pa ece es que con ibuam
pa a melho a as polí icas e as p á icas
educa i as no nosso país.
RESUMO
DOMINGOS FERNANDES
P esiden e do Conselho
Nacional de Educação
(2022-P esen e). P o esso
Ca ed á ico, jubilado, na
Escola de Sociologia e
Polí icas Públicas do Isc e -
Ins i u o Uni e si á io de
Lisboa e in es igado
associado no CIES-IUL -
Cen o de In es igação e
Es udos de Sociologia. Os
seus p incipais in e esses
nos domínios da
in es igação e do ensino são
a A aliação de Polí icas
Públicas de Educação, as
Polí icas e P á icas de
A aliação Pedagógica e as
Relações en e Cu ículo,
Pedagogia e A aliação.
NOTA BIOGRÁFICA
/ PÁG. 32
AVALIAÇÕES EM EDUCAÇÃO: PEDAGOGIA
OU QUANTOFRENIA?
As a aliações em educação êm assumido um
p o agonismo polí ico inédi o, a pon o dejá se
e alado da eme gência de uma a alioc acia. O
go e no pelos núme os, a educação con ábil, a
ga an ia da qualidade, a mensu ação pa a a
compe ição e a emulação, cons i uem
de i ações conhecidas e es udadas. Po ém,
imanen e a odos os enómenos educa i os,
sob e udo no caso da educação o mal, a
a aliação não é apenas um complexo de eo ias
e de p á icas que incidem sob e a educação.
Mais do que isso, a a aliação não pode deixa de
se en endida como uma p á ica educa i a
anco ada numa de e minada pedagogia. É assim
que as elações en e a aliação e pedagogias
(bu oc á icas, bancá ias e cien i icis as, ou
p oblema izado as, democ á icas e
emancipa ó ias) exigem deba e, subme endo a
c í ica as de i as neoposi i is as,
hipe bu oc á icas e quan o énicas que
eduzem a educação à a aliação, e es a à
a aliação ex e na es anda dizada, à
hie a quização e aos p incípios desiguali á ios
da me i oc acia.
RESUMO
LICÍNIO C. LIMA
É P o esso Ca ed á ico
Emé i o do Ins i u o de
Educação da Uni e sidade
do Minho. Foi P o esso
Con idado em uni e sidades
da Eu opa, Á ica, Amé ica
La ina e Ásia. A ualmen e é
P o esso Visi an e nas
Uni e sidades de Milão-
Bicocca (I ália) e Julius-
Maximilians Wü zbu g
(Alemanha). Em 2022 oi
elei o memb o da Academia
das Ciências de Lisboa e do
In e na ional Adul and
Con inuing Educa ion Hall o
Fame (EUA). É au o de
nume osas ob as, incluindo
mais de ês dezenas de
li os.
NOTA BIOGRÁFICA
/ PÁG. 33
TEMPO DE ECRÃ NAS CRIANÇAS E
ADOLESCENTES, IMPLICAÇÕES PARA A
SAÚDE E DESENVOLVIMENTO
Na con e ência "Tempo de Ec ã nas C ianças e
Adolescen es: Implicações pa a a Saúde e
Desen ol imen o", ap esen a -se-á a e idência
cien í ica sob e es e ema, e le indo a pa i do
quad o da epidemiologia compo amen al.
Se ão explo adas seis dimensões essenciais: (1)
as implicações do empo excessi o de ec ã na
saúde ísica, men al e no desen ol imen o
cogni i o e social de c ianças e adolescen es; (2)
as ecomendações in e nacionais sob e limi es
saudá eis e os dados de p e alência do empo
de ec ã em di e en es con ex os; (3) os mé odos
de a aliação, suas limi ações e a anços
ecen es; (4) os de e minan es indi iduais,
amilia es e sociais que in luenciam es es
compo amen os; (5) es a égias de in e enção
baseadas em e idência pa a eduzi o empo de
ec ã e p omo e hábi os mais saudá eis; e (6) a
impo ância da adução do conhecimen o
cien í ico pa a a p á ica clínica, educa i a e
polí icas públicas. Es a abo dagem isa apoia
p o issionais e deciso es na cons ução de
ambien es mais a o á eis ao desen ol imen o
equilib ado de c ianças e adolescen es na e a
digi al.
RESUMO
RUTE SANTOS
Licenciou-se em Educação
Física e Despo o em 1998,
concluiu o Mes ado em
Ciências do Despo o em
2004, o Dou o amen o em
A i idade Física e Saúde em
2009 e p es ou P o as de
Ag egação em 2015. Ru e
San os é p o esso a
Associada com Ag egação
no Ins i u o de Educação da
Uni e sidade do Minho e
in es igado a no Cen o de
In es igação em Es udos da
C iança. É Di e o a do
p og ama dou o al em
Es udos da C iança, e con a
com mais de 210 a igos
publicados e 26 000
ci ações. A sua in es igação
oca-se na epidemiologia da
a i idade ísica, saúde
pública e p omoção de
es ilos de ida saudá eis.
NOTA BIOGRÁFICA
/ PÁG. 34
COMUNIDADES EDUCATIVAS COMO
LUGARES DE RESISTÊNCIA NA ERA DO EU
Vi emos empos ma cados po um p o undo
es aziamen o do mundo social e da expe iência
cole i a. A ealidade que nos odeia — o ou o, o
comum, o espaço público — ende a se
alo izada apenas na medida em que espelha os
desejos e in e esses do sujei o indi idual. A
in e io ização da ida, alimen ada po uma
cul u a do na cisismo e da au oexp essão
ilimi ada, con e e o mundo ex e no num me o
p olongamen o do Eu. A é mesmo a azão cede
e eno a uma lógica ins umen al cen ada no
cálculo de in e esses indi iduais, legi imada
como se osse um mecanismo “na u al” do
uncionamen o social. Es a acionalidade
es a égica, po ezes dis a çada sob uma
e ó ica emocional ou a e i a, con ibui pa a
uma p o unda a omização das elações
humanas e pa a a dissolução de ínculos
comuni á ios signi ica i os. Nes e cená io, as
comunidades educa i as su gem como possí eis
espaços de esis ência à eg essão anómica que
ca ac e iza a con empo aneidade. Mais do que
espaços de me a ansmissão de sabe es, es as
comunidades podem desempenha um papel
undamen al na econs ução de laços en e
o pessoal e o cole i o, en e a di e ença e o
RESUMO
JOÃO TEIXEIRA LOPES
Licenciado em Sociologia
pela Uni e sidade do Po o,
mes e e dou o ado em
Sociologia da Cul u a e da
Educação. Publicou 43 li os
e abalhou nas á eas de
sociologia da cul u a,
desigualdades sociais,
cidade, ju en ude e
educação. Foi p og amado
de Po o Capi al Eu opeia da
Cul u a 2001 e depu ado
(2002-2006). Coo denou o
Ins i u o de Sociologia da
FLUP e a Re is a Sociologia.
P esidiu à Associação
Po uguesa de Sociologia e
ao Depa amen o de
Sociologia da FLUP.
Dis inguido com o gala dão
'Che alie des Palmes
Académiques' (2014),
a ualmen e coo dena o
Ins i u o de Sociologia da
Uni e sidade do Po o.
NOTA BIOGRÁFICA
/ PÁG. 35
comum. A g ande ques ão que se coloca é: como
pode a educação — e, em pa icula , as
ins i uições educa i as — ea icula es as
dimensões num con ex o ma cado po
dinâmicas de indi idualização ex ema? É
u gen e epensa o papel da escola e da
educação o mal, explo ando no as o mas de
mediação en e o conhecimen o, a ida e a ação
cole i a. Es a ão as ins i uições dispos as a
abandona o seu monopólio educa i o,
nomeadamen e a cen alidade exclusi a da
elação escola- amília, pa a ab aça pa ce ias
mais amplas? Que po encial exis e na
a iculação com os e i ó ios, com as
o ganizações comuni á ias, com os cole i os
sociais e com os mo imen os cidadãos? A
cons ução de alianças en e escolas e
comunidades locais pode ab i caminho a uma
educação mais si uada, elacional e
comp ome ida com a ans o mação social.
Con a a g amá ica psicologizan e que eduz os
p oblemas sociais a dis unções indi iduais,
impõe-se pensa uma pedagogia do comum,
capaz de cul i a no os sen idos de
solida iedade, pe ença e esponsabilidade
pa ilhada. Nes e es o ço, as comunidades
educa i as o nam-se não apenas luga es de
ap endizagem, mas ambém de esis ência
cul u al e polí ica, incubado as de no as o mas
de se e i e jun os.
/ PÁG. 36
TERCEIRA PARTE
COMUNICAÇÕES LIVRES,
SIMPÓSIOS E POSTERS
CIENTÍFICOS
3
Es e li o eúne os esumos das comunicações ap esen adas na Bienal de
Educação 2025, que deco e de 16 a 20 de junho no Ins i u o de Educação da
Uni e sidade do Minho. As comunicações aqui incluídas ep esen am uma
di e sidade de pe spe i as, me odologias e enquad amen os disciplina es
no campo da Educação.
O ganizado po á eas emá icas, es e olume in eg a con ibu os de
in es igação empí ica, es udos eó icos e expe iências de p á ica
undamen ada, que espelham os desa ios con empo âneos da educação em
di e en es con ex os e ní eis de ensino.
APRESENTAÇÃO SUMÁRIA
130
INTERVENÇÕES 80
FILIAÇÕES
INSTITUCIONAIS
3
CONTINENTES
ENVOLVIDOS
20
ÁREAS TEMÁTICAS
DISCIPLINARES
COMUNICAÇÕES LIVRES, SIMPÓSIOS
TEMÁTICOS & E-POSTERS
/ PÁG. 38
A pesquisa aqui ap esen ada em como obje i o analisa a p esença de elações
pedagógicas decoloniais, com des aque pa a gêne o, elações é nico- aciais e
desigualdade social, em cu ículos de licencia u as de uma uni e sidade pública
localizada no Cen o-Oes e do B asil, escolhida po e sido uma das pionei as na
implan ação das ações a i ma i as pa a neg os e indígenas no B asil. A pesquisa
insc e e-se no campo c í ico do cu ículo, o qual, ao se essigni icado, passou a
salien a , além da ques ão de classe (desigualdade social), as elações é nico-
aciais e de gêne o, o que possibili a sua ap oximação dos es udos da
(de)colonialidade. O cu ículo es á ma cado pela colonialidade, is o é, pela
imposição do modo de se , i e e sabe hegemônico, no adamen e b anco,
he e ossexual, masculino. U ilizou-se a abo dagem de pesquisa quali a i a,
ealizada com docen es de ês licencia u as, endo a en e is a semies u u ada
como écnica de p odução de dados. A análise das en e is as mos ou que, na
elação en e os p o esso es e en e os p o esso es e es udan es nos cu sos, há
uma pos u a polí ica e pedagógica que busca ompe com as di e en es o mas de
disc iminação p oduzidas pelo sis ema econômico, pelas ques ões é nico- aciais e
pelas elações de gêne o, en e ou as. Com base na análise das en e is as,
podemos a i ma que essas up u as se in ensi icam à medida que di e en es
g upos cul u ais aden am a uni e sidade. Nesse sen ido, além da p esença de
po os neg os e indígenas, os p o esso es des acam a di e sidade de gêne o e de
sujei os com de iciências. Pa a os en e is ados, a plu alidade de g upos p esen es
na uni e sidade impulsiona elações cada ez mais democ á icas, que ompem
com es e eó ipos p oduzidos his o icamen e. Assim, conclui-se que há elações
pedagógicas decoloniais nos cu ículos de cu sos de licencia u a da uni e sidade
onde os docen es en e is ados a uam.
A PRESENÇA DE RELAÇÕES PEDAGÓGICAS DECOLONIAIS NOS
CURRÍCULOS DE CURSOS DE LICENCIATURA
Ru h Pa an¹
¹Uni e sidade Ca ólica DOM BOSCO - UCDB
>Pala as-cha e: Cu ículo; Decolonialidade; Licencia u as.
COMUNICAÇÃO LIVRE DESENVOLVIMENTO CURRICULAR
/ PÁG. 39
Es a pesquisa é u o da ese in i ulada “A (não) p esença das pe spec i as da
decolonialidade e in e cul u alidade nos cu sos de Pedagogia: o que dizem os
es udan es?”, inculada ao P og ama de Pós-G aduação Mes ado e Dou o ado em
Educação da Uni e sidade Ca ólica Dom Bosco – UCDB. Tem como obje i o analisa
como os es udan es do cu so de Pedagogia pe cebem a p esença da
in e cul u alidade e decolonialidade no cu ículo do seu espec i o cu so. A
discussão eó ica baseia-se em au o es decoloniais e do campo da
in e cul u alidade c í ica. A pesquisa empí ica oi ealizada em uma uni e sidade da
egião Cen o-Oes e do B asil, uma das pionei as na implan ação de ações
a i ma i as no B asil. Em consonância com o e e encial eó ico, nossa pesquisa
e e uma abo dagem quali a i a e pa a a cons ução dos dados eco eu-se a
en e is as semies u u adas com os es udan es do cu so de Pedagogia. A análise
das en e is as apon a que os es udan es i e am em seu p ocesso o ma i o
discussões ace ca das elações é nico- aciais, de gêne o e ou as discussões que
se a iculam com a decolonialidade e a in e cul u alidade c í ica. Os es udan es
en a izam que es es con eúdos discu idos no âmbi o do cu so o am de suma
impo ância no momen o em que ize am seus es ágios cu icula es na Educação
Básica. Nes e sen ido, ei e a-se a impo ância de um cu ículo decolonial e
in e cul u al c í ico na o mação docen e, sob e udo, nos cu sos de Pedagogia
po que ope a desde a mais en a idade. Pela pesquisa ealizada conclui-se que
mesmo que ainda haja um longo p ocesso cu icula a se pe co ido pa a ompe
com a colonialidade p esen e no cu so de Pedagogia, há issu as decoloniais
p esen es em seu cu ículo que possibili am uma o mação a iculada com as
di e enças cul u ais.
A PRESENÇA DA DECOLONIALIDADE E INTERCULTURALIDADE
NO CURSO DE PEDAGOGIA: O QUE DIZEM OS ESTUDANTES?
Hen ique Rezende Un em¹ & Ru h Pa an¹
¹Uni e sidade Ca ólica Dom Bosco - UCDB
>Pala as-cha e: Decolonialidade; In e cul u alidade; Fo mação de p o esso es.
COMUNICAÇÃO LIVRE DESENVOLVIMENTO CURRICULAR
/ PÁG. 40
Num con ex o in e nacional de e e enciais de a aliação ins i ucional, em Po ugal
a a aliação das escolas assen a na Au oa aliação, ealizada in e namen e po cada
escola, e na A aliação Ex e na das Escolas (AEE), da esponsabilidade da Inspeção-
Ge al da Educação e Ciência, con o me es abelecido pela Lei n.º 31/2002. Desde
2018, deco e o 3.º ciclo de AEE, baseado num e e encial compos o po qua o
domínios: Au oa aliação, Lide ança e Ges ão, P es ação do Se iço Educa i o e
Resul ados. Cada domínio é classi icado numa escala de cinco ní eis, de
Insu icien e a Excelen e. Os esul ados são di ulgados em ela ó ios públicos
o ganizados em ês secções: Pon os Fo es, Á eas de Melho ia e Juízos A alia i os,
onde se undamen am as classi icações a ibuídas. Des aca-se, nes e ciclo, a
in odução da Au oa aliação como domínio au ónomo, e o çando a sua
impo ância na melho ia con ínua da qualidade educa i a. Es a abo dagem assen a
na con icção de que o en ol imen o das escolas no p ocesso de au oa aliação
p omo e um diagnós ico mais igo oso, sus en ando a de inição e moni o ização
de es a égias de melho ia. Apesa da sua ele ância, a análise dos ela ó ios do
a ual ciclo e ela agilidades no domínio da Au oa aliação. O p esen e es udo isa
iden i ica as p incipais á eas de melho ia apon adas nes e domínio, com base na
análise documen al de 380 ela ó ios do 3.º ciclo de AEE, ocando-se nas escolas
classi icadas com Insu icien e (n=5) e Su icien e (n=57). A me odologia ado ada é
de base quali a i a e quan i a i a, a análise dos dados oi conduzida a a és da
análise de con eúdo e de p ocedimen os de es a ís icos, com is a à iden i icação
de pad ões eco en es e á eas c í icas de melho ia. A análise e idencia a
pe sis ência de um planeamen o es a égico dos p ocessos de au oa aliação ainda
pouco consolidado, o que comp ome e o desen ol imen o de uma ação
in encional, a iculada e o ien ada po obje i os cla os.
(AUTO)AVALIAÇÃO NAS ESCOLAS: UM ESTUDO SOBRE AS
FRAGILIDADES DO PLANEAMENTO ESTRATÉGICO SEGUNDO OS
RELATÓRIOS DE AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS
Ila Bea iz Maia¹ & So ia Rod igues¹
¹Cen o de In es igação em Educação da Uni e sidade do Minho (CIEd)
>Pala as-cha e: A aliação Ins i ucional; Au oa aliação; A aliação Ex e na das
Escolas; Planeamen o es a égico da Au oa aliação.
COMUNICAÇÃO LIVRE DESENVOLVIMENTO CURRICULAR
/ PÁG. 47
Em Po ugal, es udos ecen es êm e i icado que os p ocessos de au oa aliação
das escolas, ob iga ó ios desde 2002, ainda e elam algumas agilidades no que
espei a à sua implemen ação. En e as p incipais di iculdades iden i icadas
des acam-se a al a de conhecimen o especializado nes a á ea, a esis ência pa a a
implemen ação e ope acionalização des es p ocessos, bem como di iculdades na
mobilização e en ol imen o e e i o da comunidade educa i a. Es as agilidades
são ainda isí eis na análise dos esul ados do a ual 3.º ciclo de A aliação Ex e na
das Escolas (AEE), no qual a Au oa aliação su ge, pela p imei a ez, como domínio
au ónomo. A lei u a das classi icações a ibuídas aos di e en es domínios e idencia
que é na Au oa aliação que se egis am as maio es agilidades, sendo es e o que
ap esen a classi icações mais baixas a é ao momen o. Com e ei o, 68,2%, das
escolas já a aliadas (N=380) ob i e am classi icações iguais ou in e io es a “Bom”. A
di iculdade na elabo ação de um planeamen o es a égico da au oa aliação em
sido apon ada, que po es udos ecen es que pelos ela ó ios de AEE, como uma
das p incipais agilidades do p ocesso de Au oa aliação. Um dos desa ios cen ais
p ende-se com a necessidade de es u u a e sis ema iza do p ocesso de
au oa aliação, de modo que es e seja capaz de concebe , o ganiza e o ien a , de
o ma a iculada e coe en e, es as a i idades ao ní el das escolas. É nes e
enquad amen o que se inse e o p esen e es udo, no qual, ace às agilidades que
êm sido enunciadas - demons adas pelo le an amen o bibliog á ico, pela análise
documen al dos ela ó ios do 3.º ciclo de AEE e, ainda, na sequência das e idências
ecolhidas no âmbi o das a i idades de um obse a ó io de au oa aliação de
escolas - ap esen amos uma p opos a de pon os undamen ais a se em
conside ados aquando da plani icação dos p ocessos de au oa aliação. Es as
ecomendações isam alice ça odo o p ocesso da au oa aliação, colabo ando
com as escolas pa a ul apassa os cons angimen os iden i icados, p omo endo,
assim, a melho ia das p á icas a alia i as.
(AUTO)AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS: O PLANEAMENTO
ESTRATÉGICO COMO PONTO DE PARTIDA
So ia Rod igues¹ & Ila Bea iz Maia¹
¹Cen o de In es igação em Educação da Uni e sidade do Minho (CIEd)
>Pala as-cha e: Au oa aliação; A aliação Ex e na das Escolas; Planeamen o
es a égico; Qualidade educa i a.
COMUNICAÇÃO LIVRE DESENVOLVIMENTO CURRICULAR
/ PÁG. 48
É ulc al o P o esso do 1.º ciclo do ensino básico pensa em p á icas que a a és da
educação exp essi a p omo am o sucesso educa i o dos seus alunos. A li e acia
em a e, segundo o Cu ículo Nacional do Ensino Básico (2001), implica as
compe ências conside adas comuns, a odas as disciplinas a ís icas, sin e izadas
em qua o eixos in e dependen es: a comp eensão das a es no con ex o, a
ap op iação das linguagens elemen a es das a es, o desen ol imen o da
c ia i idade e o desen ol imen o da capacidade de exp essão e comunicação. Na
Escola da Vila de Rabo de Peixe, onde nos depa amos com um baixo ní el de
escola idade dos seus habi an es e uma ele ada axa in an oju enil de abandono
escola , oi onde cen ámos o oco do nosso es udo de caso, no ano le i o 2022/23.
Foi nosso p opósi o ealiza aí um pequeno es udo, de análise do impac o da
in e enção educa i a com ecu so a me odologias exp essi as. Com es a
in e enção pedagógica ino ado a, o ien ada pelo p o esso de uma u ma da
escola, abalhou-se a pa i das á eas das exp essões, com um g upo de se e
c ianças do 1.º ciclo do ensino básico, com idades comp eendidas en e os no e e
os doze anos, odas ap esen ando p oblemá icas di e en es e especí icas,
bene iciando da medida “Pe cu so Cu icula Di e enciado”. Pa a análise e e lexão
dessas p á icas, eco emos à obse ação pa icipan e - diá io de bo do do
p o esso , sob e as a i idades p á icas exp essi as incluídas num p oje o de
in e enção sócio educa i a. Após a análise da in e enção com me odologias
exp essi as concluímos que es a es a égia em um ele ado po encial pa a
p omo e o sucesso educa i o e a equidade em p á icas de ensino-ap endizagem
o ien adas pa a a melho in eg ação des es alunos.
PRÁTICAS DE ENSINO DE/COM EXPRESSÕES ARTÍSTICAS
OLHARES SOBRE PERCURSOS CURRICULARES DIFERENCIADOS
NUMA ESCOLA DO 1.º CICLO
Susana Ma ina F ei as Oli ei a A onso¹ & Isabel Cab i a Condessa¹
¹FCSH – Uni e sidade dos Aço es
² Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
>Pala as-cha e: Escola; P oje o Sócio Educa i o; Pe cu sos Cu icula es
Di e enciados Educação Exp essi a; Equidade.
COMUNICAÇÃO LIVRE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA
,²
/ PÁG. 49
P e endemos com es a comunicação ap esen a a análise ealizada a es udos
e e uados, num pe íodo de 12 anos, na Região Au ónoma dos Aço es (RAA), a a és
de pequenas pesquisas desen ol idas de 2010 a 2022 na egião, em abalhos
e e uados no âmbi o de abalhos inais de cu sos de mes ado ( eses de
disse ação ou ela ó ios de es ágio), que se p eocupa am em es uda aspe os do
ensino das exp essões a ís icas no con ex o educa i o, a maio ia baseada em
es emunhos de educado es/ p o esso es. Em sín ese, es es es udos e elam que
os p o esso es do ensino básico da RAA, especi icamen e os do 1.º CEB, en en am
desa ios elacionados à ges ão do empo e ao peso cu icula de ou as á eas. No
en an o, es es docen es econhecem o eno me po encial educa i o des a á ea.
Embo a seja menos con ocada, compa a i amen e com as es an es á eas
cu icula es, es a é alo izada como uma e amen a pa a o desen ol imen o
c ia i o, emocional e cogni i o das c ianças. Nesse con ex o, as c ianças êm maio
libe dade pa a explo a as exp essões, sem as es ições impos as pelos
p og amas cu icula es o mais. Po ou o lado, podemos e o impac o que es as
á eas êm no en ol imen o e mo i ação dos p o esso es, pois pa a A aújo & Rebolo
(2021) a escola, ino ado a pode se local onde os p o esso es êm como desa io
exe ci a a e dadei a escu a de sensibilidade necessá ia pa a a ua com a a e-
educação. (p.18).
CONSTRANGIMENTOS E DESAFIOS AO ENSINO DAS EXPRESSÕES
NA EDUCAÇÃO BÁSICA – ANÁLISE DE ALGUNS ESTUDOS
REALIZADOS NOS AÇORES
Susana Ma ina F ei as Oli ei a A onso¹ & Isabel Cab i a Condessa¹
¹FCSH – Uni e sidade dos Aço es
²Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
>Pala as-cha e: Escola; P oje o Sócio Educa i o; Pe cu sos Cu icula es
Di e enciados Educação Exp essi a; Equidade.
,²
COMUNICAÇÃO LIVRE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA
/ PÁG. 50
A ede de escolas especializadas de música em Po ugal (con inen e e ilhas) in eg a
hoje 147 escolas de di e sas ipologias (12 públicas e 135 da ede pa icula e
coope a i a, 8 das quais p o issionais) e concen a-se no li o al. Há ainda 16 escolas
ge ais que o e ecem cu sos especializados e/ou cu sos p o issionais de música
(em 11 ag upamen os e escolas não ag upadas do ensino ge al e 5 escolas do ensino
pa icula e coope a i o). As escolas especializadas de música êm selecionado
alunos com base em concei os como “ alen o” e “ap idão”. Não oi possí el, po ém,
ob e na li e a u a sín ese do que denominamos “ alen o” ou “ap idão” musical, e
concluiu-se que os es es de seleção não es am o que dizem es a , pelo que não
exis e um a gumen o sólido pa a con inua mos a seleciona as c ianças. A li e a u a
e idencia ambém que a o mação musical dos docen es gene alis as da educação
p é-escola e do 1º Ciclo é insu icien e e que a p esença de p o esso es
especialis as de música (PEM) nessas e apas é uma endência em países como
Es ónia, EUA, Finlândia, Po o Rico ou Is ael. Iden i icou-se num mapeamen o que
pelo menos 4,8% das c eches e ja dins em odos os dis i os e egiões de Po ugal
enham PEM. Es a colabo ação de especialis as, p e is a po lei há décadas no país,
em ido um c escimen o disc e o, e sob e udo na ede pa icula e coope a i a.
Há, po ém, em Po ugal, casos em que a o e a pública de ensino de música com
p o esso es especialis as na educação p é-escola e no 1º ciclo es á à en e do
es o do país. Des aca-se o concelho de Lousada, com 60 de um o al de 61
ins i uições de educação a o e ece PEM, em egime de coadju ação, a odas as
c ianças (num o al de 3.562) dos 3 aos 9 anos de idade, a a és de p o ocolo com o
Conse a ó io do Vale do Sousa e apoio da Câma a Municipal.
O TALENTO EDUCA-SE. SOBRE O ENSINO DE MÚSICA COM
PROFESSORES ESPECIALISTAS NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E
NO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO
Helena Almeida e Sil a¹, Hugo B i o¹, Ana Paula Malo i¹, An ónio
Pacheco¹ & Ma ia Helena Viei a¹
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
>Pala as-cha e: Rede de escolas de ensino especializado de música; Selecção de
alunos; Ap idões musicais; P o esso especialis a de música; Ensino público.
SIMPÓSIO EDUCAÇÃO ARTÍSTICA
/ PÁG. 51
A educação é a base e elemen o essencial pa a o desen ol imen o e
sus en abilidade social, cuja es abilidade depende de inúme os a o es ais como
os ecu sos híd icos, que êm sendo ameaçados pelos impac os das al e ações
climá icas sob e udo, em países em desen ol imen o, com in es imen o limi ado
em educação. Angola é pa e des a ealidade onde o uso insus en á el de água,
in ensi icado pela al a de conhecimen o e pob eza mul idimensional, em
con ibuído pa a a edução an o da qualidade quan o da disponibilidade híd ica,
p incipalmen e em comunidades u ais. O p esen e a igo analisa a elação en e o
ní el de escola idade e as es a égias de ges ão dos ecu sos híd icos em
comunidades u ais, a pa i de um es udo de caso assen e no mé odo de análise
de clus e , aplicado a dados ob idos alea o iamen e a a és de um inqué i o a 163
indi íduos adul os, ep esen an es de uma população de 542 pessoas de qua o
comunidades u ais do se o Chipipa, na p o íncia do Huambo-Angola. Os
esul ados indicam que o baixo ní el de escola idade dos habi an es das
comunidades u ais de países em desen ol imen o in luencia nega i amen e na
adoção de es a égias pa a a ges ão dos ecu sos híd icos, o que e idencia a
necessidade de in es imen os em p ocessos de ensino-ap endizagem
con ex ualizados pa a que se possam a ingi ní eis de sus en abilidade em elação
aos ecu sos híd icos, que apesa da sua abundancia em algumas egiões a
qualidade e acessibilidade são de ici á ias po al a de es a égias de ges ão
e icazes. O es udo ap esen a e idencias de que a educação é o a o undamen al
na o mulação e implemen ação de polí icas públicas que conco am pa a
minimiza p oblemas especí icos das comunidades u ais de países em
desen ol imen o.
EDUCAÇÃO E SUSTENTABILIDADE DOS RECURSOS HÍDRICOS
EM COMUNIDADES RURAIS: UM CASO DE ESTUDO EM ANGOLA
Del ina Dunn João¹ & Césa de Os aldo Pakissi²
¹Dou o anda em Al e ações Climá icas e Polí icas de Desen ol imen o
Sus en á el, pela Uni e sidade de Lisboa. Assis en e do Depa amen o de
Ciências Exa as e da Na u eza do Ins i u o Supe io de Ciência de Educação do
Huambo
²Ins i u o Supe io de Ciências da Educação do Huambo
>Pala as-cha e: Educação; Sus en abilidade híd ica; Comunidades u ais; Angola.
COMUNICAÇÃO LIVRE EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS
/ PÁG. 52
A c escen e p eocupação com as ques ões ambien ais em es imulado e lexões
sob e a o ma como di e en es g upos sociais pe cebem e ela am o ambien e ao
seu edo . Assim, é nosso obje i o in es iga conceções de alunos do Ensino Médio
e da EJA, ace ca da obse ação e análise c í ica do ambien e. Pa a an o, oi
aplicado um ques ioná io de obse ação c í ica ao ambien e com 24 alunos de ês
escolas b asilei as, duas no Es ado do Pa aná (Cambé e San a Amélia) e uma no
Es ado de São Paulo (Ipaussú). As cidades o am codi icadas de aco do com o
núme o de pa icipan es, icando P1 – San a Amélia (11 pa icipan es), P2 – Ipaussú
(9 pa icipan es), seguida de Cambé (4 pa icipan es). Os alunos o am codi icados
em uma sequência con ínua de A1 a é A24 (usando a le a “A” pa a aluno seguida
dos nume ais o dinais). Já as ques ões o am codi icadas em Q1 – A qual indica a
odos os a o es do ambien e e Q2 – A qual e a ap esen ada os acon ecimen os,
al e ações exis en es e soluções pa a o ambien e. As p oduções ex uais das
ques ões o am o co pus da pesquisa que oi a aliado pela análise de con eúdo. Os
con eúdos das espos as o am classi icados em qua o ca ego ias: “Rela o dos
Fa o es ambien ais”, “Acon ecimen os no ambien e”, “Al e ações no ambien e” e
“Soluções indicada pelos alunos”. Os esul ados ob idos dos 24 alunos (15 do sexo
eminino e no e do sexo masculino) o am de uma análise de alhada dos a o es
bió icos e abió icos do ambien e e que pe meou uma análise c í ica dos
acon ecimen os e al e ações do meio, acompanhadas de impo an es soluções
pa a esses p oblemas, buscando esol e ou ameniza a ação an ópica. Des a
o ma, concluímos que as e lexões dos pa icipan es a i mam o al o ní el de c í ica
que possuem e o po encial desses sujei os em con ibui pa a o deba e ambien al
em suas comunidades.
ANÁLISE DAS CONCEÇÕES AMBIENTAIS DE ESTUDANTES DO
ENSINO MÉDIO E DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA): UM
ESTUDO QUALITATIVO EM TRÊS MUNICÍPIOS BRASILEIROS
Fe nando Guima ães ¹, Rod igo de Souza Pole o², Robe a Neg ão de
A aújo³, Ri a de Cássia Assola i⁴, Ana Amabile Bo da⁵ & Luis Rogé io
Ma ques de And ade⁴
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
²P og ama P o issional de Pós-G aduação em Ensino (PPGEN) e do P og ama de Pós-
G aduação em Ag opecuá ia Sus en á el (PGPAS) - UENP-Pa aná-B asil
³P og ama P o issional de Pós-G aduação em Ensino - UENP-Pa aná-B asil
⁴Rede Es adual de Educação do Es ado do Pa aná - B asil
⁵Rede Es adual de Educação do Es ado de São Paulo - B asil
>Pala as-cha e: In e enções ambien ais, Ação an ópica, Análise de con eúdo.
COMUNICAÇÃO LIVRE EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS
/ PÁG. 53
O ensino das Ciências da Na u eza de e assumi um ca á e p á ico, que pe mi a
aos alunos expe imen a , in es iga , pa ilha e e le i sob e o meio en ol en e.
Es e p oje o de in es igação i á assumi con o nos de in es igação ação e ado a
uma abo dagem mis a. Ele isa p omo e o ensino das ciências da na u eza nas 5.ª
e 6.ª classes do Ensino P imá io em Angola, u ilizando a i idades p á icas com
ma e iais do dia a dia. Se á desen ol ida em qua o ases, começando com uma
ase explo a ó ia pa a iden i ica as di iculdades e a i udes dos p o esso es ace ao
ensino das ciências. A segunda ase en ol e a ação de o mação de p o esso es e
cons ução de guias me odológicos, enquan o a e cei a ase se concen a na
implemen ação e alidação desses guias em sala de aula. A qua a ase a alia á as
pe ceções inais dos p o esso es e alunos sob e as a i idades p opos as. Es e
p oje o isa o alece a o mação de p o esso es com a cons ução de guias
me odológicos ino ado es pa a melho a o ensino das ciências. O oco es á em
aumen a a au onomia dos p o esso es, adap ando me odologias ao con ex o
local, sendo os alunos os p o agonis as no p ocesso de ap endizagem. Ao o e ece
e amen as p á icas e es a égias dinâmicas, o p oje o p e ende aumen a o
in e esse dos alunos pelas ciências, p omo endo uma ap endizagem mais
signi ica i a e e icaz.
ATIVIDADES PRÁTICAS NO ENSINO DAS CIÊNCIAS DA NATUREZA
COM MATERIAIS DO DIA A DIA: UM ESTUDO COM PROFESSORES E
ALUNOS DO ENSINO PRIMÁRIO EM ANGOLA
Ma ga e h Jus ino¹ & Paulo Va ela²
¹Cen o de In es igação da Uni e sidade do Minho
²Uni e sidade do Minho
>Pala as-cha e: A i idades p á icas; Ensino p imá io; Fo mação de p o esso es;
Ma e iais do dia-a-dia, Pesquisa mis a.
COMUNICAÇÃO LIVRE EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS
/ PÁG. 54
Ap esen amos uma in es igação que es á a deco e no âmbi o de um
Dou o amen o em Educação, especialidade em His ó ia e Ciências Sociais. O
es udo isa analisa o signi icado a ibuído à empa ia his ó ica po p o esso es e
alunos do 2.º Ciclo do Ensino Básico na p omoção do pensamen o his ó ico. A
in es igação es á es u u ada em ês ases. Na p imei a ase, o am ecolhidos
dados a a és de um inqué i o po ques ioná io aplicado a p o esso es da egião
Cen o de Po ugal. A segunda ase consis iu num es udo de caso en ol endo duas
u mas do 6.º ano de uma escola pública na Região de Lei ia. A ecolha de dados oi
ealizada po meio de qua o a i idades de empa ia his ó ica esc i a, ab angendo
emas como a esc a a u a, as p imei as leis sob e a esc a a u a, as in asões
ancesas e o abalho in an il no século XIX. A e cei a ase, a ualmen e em cu so,
en ol e a ealização de en e is as com a p o esso a esponsá el e ocus g oup
com os alunos pa icipan es do es udo de caso. Os esul ados da p imei a ase
e elam que os p o esso es a i mam abalha equen emen e compe ências de
pensamen o his ó ico, conside am necessá ia a ealização de a e as especí icas
pa a desen ol e a empa ia his ó ica e econhecem a sua ex ema ele ância na
p omoção do pensamen o his ó ico. No en an o, egis am-se algumas
inconsis ências nas espos as e na a e a de empa ia his ó ica ealizada, que
eque em e lexão. No es udo de caso, obse ou-se que, à medida que os alunos se
amilia izam com as a i idades p opos as, demons am um en ol imen o
p og essi amen e mais c í ico e uma comp eensão his ó ica mais so is icada. Além
disso, os alunos ela a am que es as a i idades os ajuda am a comp eende os
acon ecimen os his ó icos de o ma mais signi ica i a, p omo endo in e p e ações
mais p o undas e con ex ualizadas do passado.
EMPATIA HISTÓRICA PARA O DESENVOLVIMENTO DO
PENSAMENTO HISTÓRICO: UM ESTUDO COM PROFESSORES E
ALUNOS DO 2.º CICLO DO ENSINO BÁSICO
So ia Ma ques¹ & Ma ia Gló ia Solé¹
¹Cen o de In es igação em Educação da Uni e sidade do Minho (CIEd)
>Pala as-cha e: Ap endizagem Si uada; Comp eensão His ó ica; Educação
His ó ica; Empa ia His ó ica; Pensamen o His ó ico.
COMUNICAÇÃO LIVRE EDUCAÇÃO EM HISTÓRIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
/ PÁG. 55
Es a comunicação in eg a-se no p oje o de in es igação em cu so que es amos a
desen ol e no Ins i u o de Educação, na Uni e sidade do Minho, no âmbi o do
Dou o amen o em Educação em His ó ia e Ciências Sociais. Es e es udo desc i i o
de na u eza quali a i a, em como um dos obje i os de in es igação analisa as
conceções dos p o esso es p imá ios angolanos sob e o ensino e ap endizagem da
His ó ia no Ensino P imá io, na p o íncia do Bengo (Angola). Os esul ados
p elimina es des e es udo, ecolhidos po in e médio da obse ação sis emá ica
das aulas, en e is as semies u u adas e um inqué i o po ques ioná io aos
p o esso es, num o al de 35, analisados de aco do com a me odologia da
G ounded Theo y (Teo ia Fundamen ada nos Dados), e elam que as conceções
dos p o esso es ace ca de ensino e ap endizagem da His ó ia es ão em con amão
aos p incípios no eado es da Educação His ó ica. Cons a ou-se que as
me odologias de ensino e ap endizagem, assim como as ac i idades desen ol idas
em con ex o de sala de aulas, isam undamen almen e o cump imen o do
p og ama e alcança obje i os especí icos mui o cen ados nos conhecimen os e
não na dinamização de a i idades desa iado as do pon o de is a cogni i o que
ele am p og essi amen e os alunos a se em his o icamen e al abe izados e a
desen ol e em compe ências his ó icas. Es es esul ados suge em a necessidade
de uma o mação inicial e con ínua, mais especializada dos p o esso es de Ensino
P imá io em Angola, a se desen ol ida nos Magis é ios P imá ios, nas Escolas
Supe io es Pedagógicas e nos Ins i u os Supe io es de Ciências da Educação
(ISCED), a im de p omo e em p á icas e um ensino alice çado no socio-
cons u i ismo, alo izando o papel do aluno na cons ução do conhecimen o e no
desen ol imen o de compe ências especí icas de His ó ia.
AS CONCEÇÕES DOS PROFESSORES SOBRE O ENSINO E
APRENDIZAGEM DA HISTÓRIA NO ENSINO PRIMÁRIO NA
PROVÍNCIA DO BENGO (ANGOLA)
F ancisco Salomé Tomás An ónio¹ & Gló ia Solé²
¹Uni e sidade do Minho / Escola Supe io Pedagógica do Bengo
²Uni e sidade do Minho
>Pala as-cha e: Conceções de P o esso es; Compe ências His ó icas; Ensino-
ap endizagem de His ó ia; Ensino P imá io; Angola.
COMUNICAÇÃO LIVRE EDUCAÇÃO EM HISTÓRIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
/ PÁG. 56
Nes a ap esen ação p e endemos discu i alguns dos impac os ge ados pelo
P oje o Educação pa a o Emp eendedo ismo (PEpE) que em indo a se
desen ol ido pelo município de Alenque em ês ag upamen os escola es
dis in os, e que em como oco p incipal o desen ol imen o de um cu ículo
escola al e na i o, cen ado nos emas do emp eendedo ismo social, da ino ação
e da pedagogia c í ica. Com e ei o, com es a ap esen ação, p e endemos da a
conhece aqueles que o am alguns dos impac os do PEpE jun o dos jo ens e
c ianças que nele pa icipa am, mas ambém jun o dos seus enca egados de
educação. Pa a al, apoiamo-nos na aplicação de uma me odologia quan i a i a,
que passou pela aplicação e análise de mais de 1000 inqué i os po ques ioná io
des inados a jo ens e a c ianças que pa icipa am na disciplina do PEpE e ce ca de
400 inqué i os a enca egados de educação cujos educandos pa icipa am no
e e ido p oje o. Es es inqué i os o am ca ego izados e subme idos a uma análise
baseada em p ocedimen os de in e ência es a ís ica, bem como oi ei o um
ai ém en e eo ia e empi ia, de modo a iden i ica pad ões e con ibui pa a uma
a aliação diac ónica e sinc ónica dos impac os do PEpE. O p incipal obje i o é o de
da conhece as p incipais mudanças, mais conc e amen e, mudanças
compo amen ais e a i udinais, mas ambém eno ações es u u ais - do pon o de
is a do ensino o mal -, des acando a po encialidade do emp eendedo ismo e da
ino ação social enquan o elemen os de pedagogia c í ica.
INOVAR (N)O ENSINO OU ENSINAR INOVAÇÃO? O
EMPREENDEDORISMO E A INOVAÇÃO SOCIAL COMO
PEDAGOGIAS E O CASO DE SUCESSO DO PEpE
Na ciso Mo ei a¹, And eia Pe ei a¹ & Helena Cos a¹
¹Be weien
>Pala as-cha e: Emp eendedo ismo e ino ação social; Pedagogia c í ica; C ianças
e jo ens.
COMUNICAÇÃO LIVRE EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA
/ PÁG. 63
A Pe u bação do Espe o do Au ismo (PEA) ap esen a-se desde a in ância e pode
aca e a di e sas di iculdades no dia a dia e no desen ol imen o ao longo da ida
do indi íduo. Pessoas com au ismo ap esen am di iculdades na comunicação e
in e ação social, além de compo amen os es e eo ipados e epe i i os e
in e esses es i os. Ce ca de 65% das c ianças diagnos icadas com PEA
ap esen am, ambém, al e ações na ea i idade senso ial. A sala Snoezelen o e ece
uma abo dagem assen e na es imulação senso ial múl ipla que acili a a egulação
do p ocessamen o senso ial a ípico. As expe iências mul issenso iais que aquela
sala possibili a ge am expe iências de egulação, elaxamen o e bem-es a ,
p opo cionando melho ias na qualidade de ida e no p ocesso de ap endizagem e
desen ol imen o de c ianças e jo ens. No en an o, encon am-se poucos es udos
sob e os bene ícios que a sala Snoezelen ge a nos seus u ilizado es. Assim, pa ece
impo an e conhece o que a expe iência dos p o issionais que u ilizam aquela sala
suge e, de modo a comp eende melho os e ei os do uso da mesma. O obje i o
des a in es igação, de ca iz quali a i o, é comp eende a pe ceção dos
p o issionais, que a uam na sala Snoezelen com c ianças e jo ens com PEA, sob e
as po encialidades da mesma. Fo am ecolhidos dados, a a és da écnica de
inqué i o po en e is a, jun o de se e p o issionais de ês ins i uições que
dispõem da e e ida sala. Os esul ados suge em que os pa icipan es no es udo
pe cecionam an agens na u ilização da sala Snoezelen, conside ando que
ap esen a e ei os posi i os, nomeadamen e, ao ní el do elaxamen o e da
au o egulação. A eação, a o á el, dos p o issionais à sala Snoezelen, jun amen e
com as suges ões deco en es da li e a u a, indicam que ale a pena in es i na
c iação e u ilização des as salas, pa a a p omoção do desen ol imen o de c ianças
e jo ens com au ismo.
EFEITOS DA UTILIZAÇÃO DA SALA SNOEZELEN EM CRIANÇAS E
JOVENS COM PERTURBAÇÃO DE ESPETRO DO AUTISMO: UM
ESTUDO SOBRE AS PERCEÇÕES DE PROFISSIONAIS.
Ma ina Guima ães¹, Cá ia Sousa¹, And essa Mi anda¹,Gab ielle
Ribei o¹ & Lau inda Lei e²
¹Uni e sidade do Minho
²Cen o de In es igação em Educação da Uni e sidade do Minho (CIEd)
>Pala as-cha e: Es imulação Senso ial; Au ismo; Pe ceções dos P o issionais; Sala
de Snoezelen, C ianças.
POSTER CIENTÍFICO EDUCAÇÃO ESPECIAL
/ PÁG. 64
As pa o a doc o al s udy ocused on pee sociabili y be ween child en wi h and
wi hou special needs in inclusi e educa ion se ings, his pape p oposes an
in e disciplina y dialogue be ween Inclusion S udies and he Sociology o
Childhood, explo ing hei mu ual po en ial o e hinking inclusion om a human
igh s pe spec i e. I a gues ha his a icula ion opens up inno a i e and c i ical
pe spec i es a he epis emological, heo e ical-me hodological and e hical le els,
p omo ing esea ch ha is mo e sensi i e o he plu ali y o childhoods and he
complexi y o he di e ences ha de ine hem. Inclusion S udies challenge he
homogenising no ms ha ha e his o ically shaped educa ional p ac ices,
ecognising ha each child has unique cha ac e is ics, abili ies and needs ha
equi e an equi able pedagogical esponse. One o he basic assump ions o he
Sociology o Childhood is ha child en a e compe en social agen s and igh s
holde s, and ha childhood is a gene a ional social ca ego y wi h i s own s a us,
p oducing cul u es h ough in a - and in e gene a ional ela ionships. This
esea ch mobilises key concep s such as inclusion, no ma i i y, gene a i i y,
ho izon al socialisa ion, pee cul u es, in e sec ionali y and e lexi e e hnog aphy,
o access child en's a ionali ies and he meanings hey a ibu e o hei ela ional
expe iences. As a s uc u ing undamen al igh , child en’s digni y guides his
app oach, playing a dual ole: he meneu ic - illumina ing he in e p e a ion o o he
igh s - and in eg a i e – enabling he expansion o ecognised igh s o he
disco e y o eme ging igh s. In his con ex , he con e gence be ween Inclusion
S udies and he Sociology o Childhood is essen ial o building a esea ch and
policy agenda ocused on uly inclusi e educa ion – one ha ecognises and
ampli ies he mul iple oices and iden i ies o child en wi hin hei li ewo lds.
INCLUSION AND HUMAN RIGHTS: CONTEMPORARY CHALLENGES
OF AN INTERDISCIPLINARY DIALOGUE BETWEEN INCLUSION
STUDIES AND THE SOCIOLOGY OF CHILDHOOD
Ma ia To es¹, Ana Paula da Sil a Pe ei a¹ & Manuel Jacin o Sa men o¹
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
>Pala as-cha e: Human's igh s; Inclusi e educa ion; Inclusion s udies; Sociology
o childhood; Special needs.
COMUNICAÇÃO LIVRE EDUCAÇÃO ESPECIAL
/ PÁG. 65
O desen ol imen o cogni i o e compo amen al, inculado à ap endizagem
escola , po meio do lúdico, em momen os de laze e ec eação, es ão sendo cada
ez mais implemen ados e explo ados nas escolas de ensino egula . A endo-se a
is o, econhece a inse ção de alunos com Necessidades Educa i as Especiais (NEE)
nes as p á icas é essencial pa a busca es a égias de ensino al e na i as e
a iculadas. Na busca de ga an i supo e e apoio básico aos es udan es e suas
amílias, o laze e a ec eação são is os como mecanismos que epõem o que oi
pe dido ou p i ado, assim, po meio do descanso, con í io e au onomia, é possí el
desen ol e mé odos de en iquecimen o escola . Desse modo, es e es udo
obje i ou, ca ac e iza e comp eende os ipos de a i idades de laze e ec eação,
o e ecidos nos ag upamen os de escolas da egião no e de Po ugal, pa a alunos
com NEE e seus e lexos. A me odologia ado ada oi de ca iz quali a i o com
aplicação de uma en e is a semies u u ada a seis p o esso es do Ensino Básico e
de Educação Especial. Visou-se iden i ica os ipos de a i idades de laze e
ec eação o e ecidas em con ex o escola pa a alunos com NEE e pe cebe e
pon ua quais e am as ap idões, o mações, expe iências e p á ica dos p o esso es
pa icipan es no que diz espei o a ins i uição em que leciona am e a o ma com
que es as p á icas e am is as e o e adas pa a es es alunos. Os p incipais
esul ados do es udo pe mi i am conclui que, as a i idades de laze em con ex o
escola pa a alunos com NEE são de ca iz cu icula e odas as escolas cump iam
com a ob iga o iedade; já sob e a o mação dos p o esso es, no ou-se que é
comummen e di ecionada ao ensino egula e ap o undada con o me
necessidades e demandas. Concluiu-se ambém as possí eis an agens na o e a
des as p á icas com maio des aque na pa e da socialização e des an agens com
des aque na al a de conhecimen o ap o undado dos p o esso es sob e os
bene ícios des as p á icas no apoio aos alunos com NEE.
CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE LAZER E RECREAÇÃO
PARA ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS NA
REGIÃO NORTE DE PORTUGAL
Ma ia Ca olina Sil a¹ & Anabela C uz-San os²
¹Uni e sidade do Minho
²Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
>Pala as-cha e: Laze ; Rec eação; Necessidades Educa i as Especiais; Escola.
COMUNICAÇÃO LIVRE EDUCAÇÃO ESPECIAL
/ PÁG. 66
A na u eza das elações en e as linguagens o al e esc i a az com que a
sensibilidade in an il à es u u a sono a das pala as desempenhe um papel
p eponde an e na assimilação do código al abé ico. Embo a exis am p á icas
pedagógicas e icazes pa a o desen ol imen o da linguagem em c ianças com
pe da audi i a, a complexidade no desen ol imen o de e amen as que a aliem o
seu ní el de li e acia eme gen e o na desa ian e pa a os educado es a
iden i icação da língua ou línguas a inclui na a aliação, a endendo aos sis emas de
comunicação u ilizados em di e en es con ex os. Em Po ugal, cons a a-se uma
ca ência de conhecimen os sob e p á icas baseadas em e idências, assim como
sob e ins umen os que pe mi am a alia o impac o da a iabilidade do inpu
linguís ico sob e o ní el de li e acia de c ianças com pe da audi i a. Assim, o
p esen e p oje o de in es igação em como obje i os (1) desen ol e e alida o
Ras eio de Li e acia Eme gen e pa a C ianças em idade P é-escola e 1.º CEB pa a
c ianças com pe da audi i a (RaLEPEEB – Su dez); e (2) a alia a e icácia do
p og ama de in e enção em consciência onológica LALA E AS LETRAS, adap ado
às especi icidades linguís icas de c ianças com su dez, a a és da in odução do
al abe o da ilológico, como acili ado da co espondência en e as
ep esen ações onológica e g á ica das le as e, po ine ência, das pala as.
Es udos an e io es, apesa de e em sido conduzidos em países que não alam
po uguês, apon am pa a uma p edominância da língua o al sob e a ges ual na
aplicação de ins umen os que a aliam a li e acia eme gen e, em c ianças com
pe da audi i a, bem como pa a e ei os posi i os de in e enções nas habilidades
de p ocessamen o onológico de c ianças su das, incluindo a e as de ima, sílaba
e onema. P e ende-se, com es e es udo, ga an i que odas as c ianças,
independen emen e da sua condição, enham acesso a um ensino equi a i o e de
qualidade, que espei e as di e enças e as conduza ao desen ol imen o de
compe ências p omo o as da sua au onomia e plena inclusão na sociedade.
LINGUAGEM ORAL E LITERACIA EMERGENTE EM CRIANÇAS COM E
SEM SURDEZ: AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO EM CONTEXTOS
INCLUSIVOS
João Paulo San os¹ & Anabela C uz-San os¹ & Pascale Engel de Ab eu²
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
²Uni e sidade do Luxembu go
>Pala as-cha e: Consciência onológica; In e enção; Li e acia eme gen e,
A aliação; Su dez.
COMUNICAÇÃO LIVRE EDUCAÇÃO ESPECIAL
/ PÁG. 67
Es a b e e ap esen ação em como inalidade pa ilha uma isão ge al do sis ema
de In e enção P ecoce na In ância (IPI) na Sé ia, esul an e de uma expe iência
de es ágio E asmus de cu a du ação, ealizada nos meses de ma ço e ab il.
Du an e es e pe íodo, i e a opo unidade de con ac a di e amen e com a
ealidade da IPI no país, a a és de di e sas a i idades, como obse ação di e a, job
shadowing, en e is as a p o issionais, pa icipação em euniões de equipa e
o mação especializada. Es a i ência inse e-se no âmbi o do meu p oje o de
dou o amen o – “Análise Compa a i a de Polí icas e P á icas de In e enção
P ecoce na In ância em Países Eu opeus – A U ilização de P á icas Recomendadas”.
Na Sé ia, o sis ema de IPI encon a-se em p ocesso de mudança signi ica i a,
p ocu ando alinha -se com os pad ões in e nacionais baseados em p á icas
cen adas na amília e na comunidade. His o icamen e, os se iços e am p es ados
sob e udo em con ex os clínicos e ins i ucionais, com oco na eabili ação da
c iança, pouca pa icipação dos cuidado es e limi ada p omoção da inclusão social.
Con udo, nos úl imos anos, êm-se e i icado a anços impo an es, impulsionados
pelo desen ol imen o de p oje os pilo os, que con am com o en ol imen o de
o ganizações não go e namen ais e o apoio da coope ação in e nacional. Es es
p og essos êm p omo ido a adoção de modelos in e disciplina es que colocam a
amília no cen o da in e enção, p i ilegiando o apoio nos con ex os na u ais de
ida da c iança. A opo unidade de pode con ac a de pe o com um sis ema de IPI
ainda em desen ol imen o e ans o mação, pe mi iu-me e uma isão mais
ala gada de como se cons ói um sis ema baseado nas e idências cien i icas e da
impo ância da o mação de p o issionais.
INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA ALÉM FRONTEIRAS –
PERSPETIVAS DE UMA EXPERIÊNCIA DE ERASMUS NA SÉRVIA
Ri a Limede¹ & Ana Ma ia Se ano¹
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
>Pala as-cha e: E asmus; Fo mação de P o issionais; In e enção P ecoce na
In ância; Polí icas de Inclusão; P á icas Recomendadas.
COMUNICAÇÃO LIVRE EDUCAÇÃO ESPECIAL
/ PÁG. 68
Em Angola es ão a se desen ol idas es a égias pa a a inclusão de c ianças
Necessidades Educa i as Especiais (NEE) em escolas egula es a a és de ações de
p omoção de opo unidades educa i as em ambien es adap á eis às necessidades
académicas e de desen ol imen o. O país es á a desen ol e as ações de inidas
nos ins umen os egula ó ios, nomeadamen e da Polí ica e Plano Nacional de
Desen ol imen o da Educação Especial na pe spe i a de inclusão, pa a a
ans o mação do sis ema de ensino em um sis ema de ensino inclusi o. P o e a
c iação de se iços e equipamen os sociopedagógicos isando a ans e salidade
da educação nas modalidades de salas de ecu sos mul i uncionais, o a endimen o
educacional especializado e a ans o mação das escolas especiais em núcleo de
apoio a inclusão. Tendo po base es e con ex o, nes a comunicação ap esen amos
esul ados de um es udo que e e po inalidade ca ac e iza a educação inclusi a
de c ianças com NEE no ensino p imá io na p o íncia de Luanda. O es udo
enquad ou-se na pesquisa quan i a i a posi i is a e con ou com a pa icipação de
um o al de 807 p o esso es p imá ios. Os dados o am ecolhidos a a és de dois
ques ioná ios que a e igua am as pe spe i as de p o esso es ela i amen e à
ca a e ização do ambien e educa i o e do apoio especializado p omo ido pelas
escolas públicas, e ace ca da a i ude pe an e a educação inclusi a. Conclusões
p elimina es mos am que me ade dos pa icipan es conside a am que o ambien e
educa i o e o apoio especializado exis en es a o eciam a inclusão. Mos a ainda
que embo a a maio ia dos pa icipan es enha ap esen ado a i udes posi i as
pe an e a inclusão, não conco da am que i essem compe ência e o mação pa a
ealiza em uma educação de qualidade. Te minamos com uma e lecção ace ca do
impac o nacional e in e nacional des e es udo, nomeadamen e na melho ia da
qualidade das p á icas inclusi as, da in es igação e da o mação inicial e con ínua
de p o esso es.
EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ENSINO PRIMÁRIO EM ANGOLA
Isau a Ma ília Leia Fe ei a Mon ei o¹, Ana Paula Loução Ma ins¹ &
Ch is ophe Boyle²
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
²Uni e sidade de Adelaide, Aus ália
>Pala as-cha e: Necessidades Educa i as Especiais; Educação inclusi a; Angola.
POSTER CIENTÍFICO EDUCAÇÃO ESPECIAL
/ PÁG. 69
STEAM, ocada na in e ligação de Ciências, Tecnologia, Engenha ia, A es e
Ma emá ica, su ge nas o ien ações a uais pa a o ensino de Ma emá ica, como um
exemplo a segui pa a a dinamização de a i idades e p á icas in e disciplina es na
escola. A implemen ação des a me odologia ap esen a desa ios aos p o esso es, o
que ealça a impo ância de expe iências de o mação que os ajudem a supe a
possí eis ba ei as e a p omo e a i idades pa a e com os seus alunos que
po enciem o seu desen ol imen o p o issional. Com base nes es p essupos os,
es e es udo em como obje i o comp eende o con ibu o da me odologia STEAM
no desen ol imen o p o issional de p o esso es de Ma emá ica. P ocu a-se
comp eende as pe ceções dos p o esso es, a o ma como mobilizam a
Ma emá ica em con ex os in e disciplina es, os desa ios que en en am e as
dimensões do conhecimen o p o issional que desen ol em com a expe iência a
ealiza . A conc e ização do obje i o delineado segue uma abo dagem quali a i a e
in e p e a i a, na modalidade de uma in es igação baseada em design. Se ão
ealizadas duas expe iências de o mação pa a p o esso es do 3.º Ciclo do Ensino
Básico e do Ensino Secundá io de di e en es á eas de conhecimen o que
p e endam começa ou melho a uma implemen ação de STEAM na sala de aula.
Es as expe iências de o mação pe mi em ob e dados a a és de en e is as,
documen os desen ol idos pelos p o esso es, g a ações áudio e ídeo das sessões
de abalho, obse ação de aulas e e lexões sob e as mesmas, assim como a a és
de no as de campo. Espe a-se que os esul ados e idenciem o con ibu o de STEAM
na ans o mação da p á ica pedagógica dos docen es, alo izando a a iculação
da Ma emá ica com ou as á eas, o abalho colabo a i o e a esolução de
p oblemas de con ex o eal. As conclusões endem a con ibui pa a a e lexão
sob e a o mação con ínua de p o esso es e pa a o desenho de expe iências
o ma i as que ajudem na implemen ação desejada da in eg ação in e disciplina
no con ex o da aula de Ma emá ica.
STEAM NO DESENVOLVIMENTO DO CONHECIMENTO
PROFISSIONAL DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA
Sa a Gonçal es¹ & Flo iano Viseu¹
¹Cen o de In es igação em Educação da Uni e sidade do Minho (CIEd)
>Pala as-cha e: Desen ol imen o do conhecimen o p o issional; P o esso es de
Ma emá ica; STEAM.
COMUNICAÇÃO LIVRE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA
/ PÁG. 70
A expansão do sis ema escola após o alcance da paz, aliada à escassez de
ins i uições de o mação, esul ou na en ada de p o issionais sem quali icações
adequadas no sis ema educa i o. Apesa do aumen o de ins i uições e p og amas
de o mação, pe sis em p oblemas de qualidade, em g ande pa e de ido à al a ou
insu iciência de inicia i as ino ado as na o mação inicial de p o esso es. As
cons an es ans o mações sociais, o plu alismo cul u al e a globalização exigem
dos sis emas educa i os espos as adequadas e, dos p o esso es, compe ências
ac escidas pa a lida com as no as dinâmicas. Nes e con ex o, a o mação de
p o esso es, especialmen e em Ma emá ica, assume um papel cen al na melho ia
da qualidade do ensino. Es e es udo em como obje i o iden i ica os p incipais
p oblemas e desa ios da o mação inicial de p o esso es de Ma emá ica em Angola,
con ex ualizando as di iculdades en en adas na p á ica escola e os desa ios
colocados pela sociedade a ual. A mo i ação su ge da expe iência pessoal do
p imei o au o como p o esso do Ensino P imá io, Secundá io bem como docen e
uni e si á io, o que pe mi iu obse a di e amen e lacunas signi ica i as en e a
o mação inicial e as exigências da sala de aula. Ado a-se uma abo dagem
quali a i a de na u eza in e p e a i a, baseada num es udo de casos múl iplos,
en ol endo qua o p o esso es licenciados em Ensino de Ma emá ica e es udan es
do 4.º ano. Os dados se ão ecolhidos po meio de inqué i os po ques ioná io,
en e is as semies u u adas, obse ações di e as em sala de aula e análise
documen al. A análise dos dados combina á mé odos es a ís icos e análise de
con eúdo. Espe a-se ob e uma comp eensão ap o undada sob e como a
o mação inicial in luencia as pe ceções e p á icas pedagógicas dos p o esso es,
iden i icando a o es c í icos da o mação e p opondo al e na i as iá eis
alinhadas com a ealidade p á ica das escolas. Conclui-se an ecipadamen e que
es e es udo pode á con ibui pa a epensa p og amas de o mação de
p o esso es, p omo endo uma p epa ação mais con ex ualizada, e icaz e alinhada
com os desa ios con empo âneos da educação ma emá ica em Angola.
FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA EM
ANGOLA: PROBLEMAS, DESAFIOS E PERSPETIVAS FUTURAS
Manuel Cangombe Jamba¹ & Alexand a Gomes²
¹Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
²Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
>Pala as-cha e: Fo mação Inicial de P o esso es; Educação Ma emá ica;
P o esso es de Ma emá ica.
POSTER CIENTÍFICO EDUCAÇÃO MATEMÁTICA
/ PÁG. 71
Es e es udo in es iga a u ilização de jogos como es a égia didá ica no ensino da
Ma emá ica no 1.º Ciclo do Ensino P imá io, especi icamen e no Complexo Escola
Nossa Senho a de Fá ima, em Moçâmedes. A pesquisa su ge de ido à cons a ação
da escassa e inadequada u ilização de jogos nas p á icas pedagógicas obse adas,
apesa de econhecida a sua impo ância eó ica pa a o na a Ma emá ica mais
acessí el, signi ica i a e mo i ado a. O obje i o p incipal consis iu em analisa
como p o esso es pe cebem o uso de jogos no ensino de Ma emá ica, passando
pela iden i icação dos ipos de jogos emp egados e a aliação dos seus bene ícios.
P ocu ou-se ambém iden i ica os obs áculos en en ados na implemen ação
des as e amen as e comp eende , a a és dos ela os p o esso es, em que
medida os jogos são e e i amen e abo dados nas o mações inicial e con ínua de
p o esso es. Me odologicamen e, o es udo segue uma abo dagem quali a i a, de
ca á e desc i i o e explo a ó io, usando como ins umen os de ecolha de dados
ques ioná ios e en e is as semies u u adas aplicadas a seis p o esso es do
Ensino P imá io. Os esul ados apon am que os p o esso es econhecem os jogos
como e amen as e icazes pa a o desen ol imen o de habilidades como aciocínio
lógico, c ia i idade, mo i ação e pa icipação a i a dos alunos. Con udo, obse ou-
se que sua u ilização ainda é limi ada e espo ádica, p incipalmen e de ido à al a
de empo lec i o, ma e iais adequados e o mação especí ica sob e o uso
pedagógico de jogos. Concluiu-se que os jogos êm po encial signi ica i o pa a
melho a a ap endizagem ma emá ica nos anos iniciais, desde que u ilizados com
in encionalidade pedagógica. Pa a isso, é essencial o apoio ins i ucional po meio
de polí icas cla as de o mação docen e e p o isão adequada de ecu sos
ma e iais. Assim, o es udo con ibui pa a uma e lexão c í ica sob e p á icas
pedagógicas e suge e caminhos pa a o imiza a u ilização de jogos no con ex o
escola .
PERCEÇÃO DOS PROFESSORES DO 1.º CICLO DO ENSINO
PRIMÁRIO SOBRE A UTILIZAÇÃO DE JOGOS NO ENSINO DA
MATEMÁTICA
Manuel Cangombe Jamba¹
¹IE (UMinho)/ Ins i u o de Educação e Faculdade de Ciências Sociais e
Humanidades da Uni e sidade do Namibe
>Pala as-cha e: Jogos; Ensino de Ma emá ica; P o esso es do Ensino P imá io.
COMUNICAÇÃO LIVRE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA
/ PÁG. 72
Po longos anos, a p á ica de A aliação do Desempenho Docen e (ADD) no Ensino
Supe io em Angola deco eu sem ins umen os legais o ien ado es,
condicionando-a a pad ões imp ecisos o que in iabilizou a ope acionalizaçao do
e e ido p ocesso. Nes a con o midade, o go e no angolano es á a impulsiona
polí icas educa i as po meio de ins umen os legais que isam omen a
mudanças na qualidade dos se iços p es ados pelas IES, no desempenho dos
docen es e simul aneamen e no seu desen ol imen o p o issional com ealce ao
Es a u o da Ca ei a Docen e (ECD) ap o ado pelo Dec e o P esidencial nº 191/18,
de 8 de agos o que es abelece as p incipais unções docen es subjacen es as
e en es ensino, in es igação cien í ica, ex ensão uni e si á ia, ges ão
ins i ucional consoan e as ca ego ias docen es, assim como o Regulamen o da
A aliação do Desempenho Docen e (RADD) dec e o p esidencial nº 121/20, de 27 de
ab il, que in oduz mudanças ele an es, especi ica dimensões, pa âme os,
indicado es e pad ões de desempenho inculados a a i idade docen e que exige
uma econ igu ação do pe il des e aos a uais p essupos os. O p esen e ex o é
pa e de um es udo, ealizado no âmbi o do Dou o amen o em Educação e p ocu a
e idencia as desa iculações en e indicado es delibe ados pa a ADD, ace às
a ibuições docen es em de e minado con ex o de uma IES. Me odologicamen e,
assumiu-se uma in es igação exclusi amen e quali a i a, com p edomínio da
análise documen al e en e is a como écnicas de ecolha de dados e análise de
con eúdo pa a a amen o de dados. Os esul ados pe mi i am a e igua que os
pa icipan es se mos a am jubilosos á ap o ação do egulamen o po ém, a sua
implemen ação oi se e amen e con es ada, po di e sas azões com en ase pa a
a imp ecisão e desa iculação en e dimensões, indicado es de a aliação
delibe ados pelo conselho cien i ico com as a ibuições p e is as no ECDES e
espe i as ca ego ias docen es; a desconside ação de a i idades desen ol idas
pelos docen es em con ex o ins i ucional á ma gem das suas ca ego ias,
comp ome endo des e modo a ap esen ação de documen os p oba ó ios que
sus en assem de e minados indicado es, o que es imulou con li os, ensões,
ince ezas, desmo i ação, esignação dos in e enien es.
A PROBLEMÁTICA DOS INDICADORES DELIBERADOS PARA
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE FACE ÀS ATRIBUIÇÕES
DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR EM ANGOLA
Angélica Nachiungue Ma a Vidal Celes ino¹, José Augus o Pacheco² &
Ma ia da Conceição Ba bosa Mendes¹
¹Ins i u o Supe io de Ciências da Educação de Benguela (Angola)
²Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho (Po ugal)
>Pala as-cha e: A aliação do Desempenho Docen e (ADD); Ensino Supe io ;
Dimensões de A aliação, Indicado es de A aliação; A ibuições docen es.
COMUNICAÇÃO LIVRE ENSINO SUPERIOR
/ PÁG. 79
A ansição no ensino supe io az consigo inúme os desa ios pa a os es udan es
desde a adap ação a um no o ambien e educa i o e di iculdades na ges ão de
empo, aos elacionamen os in e pessoais e académicos. As Ins i uições do Ensino
Supe io - IES - êm como p emissa não só quali ica os es udan es nas á eas
cien í icas como ambém desen ol e ou as compe ências. O desen ol imen o de
compe ências ans e sais é essencial pa a o sucesso académico e p o issional dos
es udan es, di e enciando-se das compe ências écnicas e cien í icas dos cu sos.
Es e abalho explo a como as á ias inicia i as implemen adas da Á ea de
Ape eiçoamen o Académico – 3AUM - i e am impac o posi i o no sucesso
académico, a a és do que oi ap endido. Es e es udo des aca a impo ância da
3AUM pelo desen ol imen o de compe ências ans e sais e apoio a disciplinas,
a a és de inicia i as e wo kshops di ecionados pa a o desen ol imen o de
compe ências sociais, emocionais e de comunicação a ní el in a e in e pessoal,
compe ências digi ais e de u ilização da in o mação académica e cien í ica,
u o ias po p o issionais expe ien es, men o ias po pa es, ges ão de empo,
de inição de obje i os, au o egulação da ap endizagem e p epa ação pa a as
a aliações. Os esul ados indicam que a pa icipação nas inicia i as do 3AUM em
um impac o posi i o nos es udan es, que, u ilizando o que ap ende am,
consegui am melho a o seu desempenho académico. Os esul ados indicam
ambém que as inicia i as do 3AUM êm um impac o posi i o no desen ol imen o
de compe ências essenciais, melho ando a adap ação dos es udan es e
aumen ando o en ol imen o nas a i idades académicas. In es i no
desen ol imen o de compe ências não só p omo e o sucesso académico como
con ibui pa a o desen ol imen o pessoal e p o issional dos es udan es,
p epa ando-os pa a en en a desa ios u u os.
DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS: UM CAMINHO PARA O
SUCESSO COM A 3 AUM
Í is Bida a¹
¹Uni e sidade do Minho
>Pala as-cha e: A i idades Ex acu icula es; Compe ências T ans e sais;
Sucesso Académico.
POSTER CIENTÍFICO ENSINO SUPERIOR
/ PÁG. 80
O acolhimen o esidencial é uma medida de p omoção e p o eção di igida à
in ância e ju en ude, ga an indo os cuidados necessá ios ao desen ol imen o
in eg al da c iança e do jo em. Em 2017, Po ugal ala gou pa a os 25 anos a
pe manência no sis ema de p o eção, no caso de exis i em p ocessos educa i os e
de o mação. Es a al e ação legisla i a, ab iu opo unidade pa a que jo ens em
acolhimen o esidencial possam da con inuidade aos es udos após o ensino
ob iga ó io. Em 2023, 220 jo ens nes a si uação ing essa am no Ensino Supe io ,
somando a ap oximadamen e 850 que ing essa am desde 2018. Es a comunicação
ap esen a um p oje o de dou o amen o que p e ende comp eende os a o es que
in luenciam o sucesso académico de es udan es do Ensino Supe io em
acolhimen o esidencial, a a és da análise de indicado es obje i os/quan i icá eis
(desempenho académico) e indicado es subje i os/expe ienciais (desa ios,
opo unidades, pe ceção de au oe icácia, esiliência e sen imen o de pe ença,
medidas de apoio e imagem social). Se á ado ada uma abo dagem me odológica
mis a, com componen es pa alelas e sequenciais, in eg ando mé odos quali a i os
e quan i a i os. É compos o po qua o es udos complemen a es: 1) análise das
expe iências no Ensino Supe io po es udan es em acolhimen o esidencial; 2)
análise e ospe i a de diplomados que es i e am em acolhimen o esidencial; 3)
pe spe i as de p o issionais de Casas de Acolhimen o e Ins i uições de Ensino
Supe io sob e medidas de apoio ao sucesso académico; 4) análise da imagem
social dos es udan es uni e si á ios ace ca de pa es em acolhimen o. Pa a a
ecolha de dados, se ão u ilizadas en e is as em p o undidade, e ospe i as e
semies u u adas, g upos ocais e inqué i os po ques ioná io. Os dados
quali a i os se ão analisados a a és de análise emá ica e os quan i a i os
subme idos a a amen o es a ís ico, explo ando as elações en e a iá eis
pessoais e con ex uais e os indicado es de sucesso. Os esul ados espe ados
e idenciam o mas de diálogo ace ca de polí icas e p á icas p omo o as de
con ex os educa i os mais inclusi os, iguali á ios e democ á icos. Es e
dou o amen o é inanciado pela Fundação pa a a Ciência e Tecnologia
(FCT/SFRH/2024.00808.BD).
SUCESSO ACADÉMICO DE ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR EM
ACOLHIMENTO RESIDENCIAL: PROPOSTA DE INVESTIGAÇÃO
Ri a Rod igues¹, Ma lene Ma os² & Joana R. Casano a¹
¹Cen o de In es igação em Educação da Uni e sidade do Minho (CIEd)
²Cen o de In es igação em Psicologia da Uni e sidade do Minho
>Pala as-cha e: Ensino supe io ; Sucesso académico; Acolhimen o esidencial;
Es udan es.
COMUNICAÇÃO LIVRE ENSINO SUPERIOR
/ PÁG. 81
O diá io de lei u a em sido um ins umen o mui o p o ícuo e amplamen e u ilizado
nas p á icas de lei u a da educação básica, no adamen e nas aulas de língua
po uguesa do ensino undamen al. No ensino supe io , emos expe imen ado essa
p á ica há mais de 5 anos como o ma de engaja es udan es do cu so de
licencia u a em Le as da Uni e sidade Es adual de Lond ina e ambém como o ma
de esga e das o mações discu si as implicadas no p ocesso de cons i uição das
iden idades docen es. O obje i o da comunicação p opos a é ap esen a os
p essupos os de ap op iação do diá io de lei u a pa a o ensino supe io como
e amen a pa a a cons ução da iden idade docen e a pa i do esga e das
subje i idades lei o as. Pa a an o, p e ende-se expo : (a) concepções mais
comuns de diá io de lei u a p esen es na educação básica; (b) modelos de diá ios
u ilizados ao longo dos 5 anos de sua u ilização no cu so de licencia u a em Le as -
Po uguês da UEL; (c) limi ações dos modelos u ilizados em ace dos con eúdos
que neles podem se egis ados. A me odologia u ilizada oi a cole a e análise dos
con eúdos de diá ios p oduzidos indi idualmen e pelos es udan es de ês u mas
do cu so, obse ando-se: (a) a seleção dos ex os egis ados, (b) os modos de
ap op iação dos ex os, (c) a es é ica na p odução dos diá ios; (d) as o mas de
comp eensão da e amen a. Os esul ados ob idos a pa i das análises
e idenciam a eco ência da subje i idade nos egis os em ao menos ês
aspec os: (a) a ibuição de sen ido ao diá io; (b) exposição subje i a a pa i das
lei u as egis adas; (c) eco ência ao de i p o esso . Como conclusão, expõe-se
a ele ância de o mas de ap op iação dos conhecimen os no cu so supe io , nas
quais es ejam p e is os espaços pa a a oco ência da in e subje i idade.
DIÁRIOS DE LEITURA NO ENSINO SUPERIOR
Sheila Oli ei a Lima¹
¹Uni e sidade Es adual de Lond ina
>Pala as-cha e: Subje i idade; Licencia u a em Le as; Lei u a; Fo mação
Docen e.
COMUNICAÇÃO LIVRE ENSINO SUPERIOR
/ PÁG. 82
É undamen al melho a a p á ica pedagógica e ajuda os es udan es a desen ol e
as suas capacidades e disposições de pensamen o c í ico de o ma in encional,
explíci a e sis emá ica. Assim, oi p opos o a es udan es do 2º ano do Cu so de
Licencia u a em En e magem, a equen a a Unidade Cu icula En e magem em
Saúde do Idoso, de uma Escola Supe io de Saúde do no e de Po ugal, du an e o
mês de ma ço de 2025, a plani icação e elabo ação de uma publicação digi al em
o ma o de áudio e/ou ídeo: podcas . Pa icipa am 95 es udan es em g upos de 6
elemen os. A g elha de a aliação do podcas oi cons i uída po duas dimensões:
plani icação e conc e ização. De o ma a a e i a a aliação des a expe iência
enquan o es a égia pedagógica, op ou-se, me odologicamen e, pela ecolha de
dados a a és do p eenchimen o de um ques ioná io online, p eenchido po 34
es udan es. Os esul ados o am globalmen e posi i os. As di iculdades cen a am-
se na plani icação do podcas , mais conc e amen e na adap ação da linguagem
pa a a sociedade. Os es udan es des acam as compe ências de comunicação,
abalho em equipa, c ia i idade e capacidades ecnológicas como as
compe ências mais desen ol idas. Todos os es udan es e e em igualmen e a
aquisição e consolidação de conhecimen os sob e o ema desen ol ido. As
pala as que os es udan es mais escolhe am pa a ca ac e iza odo o p ocesso
o am: ino ação, c ia i idade, ap endizagem, in e a i o, en iquecedo a e di e ida.
Os esul ados sublinham as po encialidades da ecnologia digi al pa a a explo ação
pedagógica das in e enções de en e magem à pessoa idosa. Foi ú il ambém pa a
a cons ução de um p ocesso de ino ação educa i a, mo i ado a e po enciado a
de compe ências de ap endizagem coope a i a, que consequen emen e, se
e le em no desen ol imen o das compe ências pessoais e elacionais ine en es
aos pad ões de qualidade do exe cício p o issional de en e magem.
COMUNICAÇÃO E PENSAMENTO CRÍTICO: RELATO DE
EXPERIÊNCIA DE UM PODCAST
Jacin a Ma ins¹, Vi o Machado¹ & And eia Félix²
¹Escola Supe io de Saúde C uz Ve melha Po uguesa Al o Tâmega (Cha es)
² Escola Supe io de En e magem de Coimb a
>Pala as-cha e: En e magem; Podcas ; Ap endizagem coope a i a; Ino ação.
POSTER CIENTÍFICO ENSINO SUPERIOR
/ PÁG. 83
As ins i uições de Ensino Supe io en en am a ualmen e ans o mações
p o undas, impulsionadas po dinâmicas sociais, económicas e ecnológicas que
colocam no os desa ios ao seu papel na sociedade. Es as ins i uições são hoje
chamadas a esponde a exigências múl iplas e, po ezes, con adi ó ias,
nomeadamen e no que se e e e à sua necessidade de p epa a os es udan es pa a
um u u o p o issional ince o e em cons an e mu ação, de desen ol e cidadãos
c í icos e e lexi os, ou ainda de p omo e o desen ol imen o social e cien í ico.
Um dos p incipais desa ios p ende-se com a c escen e he e ogeneidade do
público es udan il. A expansão do acesso ao Ensino Supe io e le e a anços
signi ica i os em e mos de democ a ização do ensino, mas e idencia ambém
desigualdades pe sis en es nas condições de pe manência, sucesso académico e
inse ção p o issional, pa icula men e en e es udan es de o igens sociais di e sas.
Ou o desa io cen al diz espei o à ede inição dos p óp ios modelos de ensino e
ap endizagem. As ins i uições são chamadas a o ma cidadãos e p o issionais
capazes de lida com p oblemas complexos, oma decisões in o madas e a ua de
o ma é ica e c ia i a num mundo em ápida ans o mação. A ino ação
pedagógica su ge, nes e con ex o, como uma es a égia essencial pa a esponde
a es as exigências, p omo endo abo dagens mais pa icipa i as, in e disciplina es
e cen adas no es udan e. Es e simpósio p opõe uma e lexão c í ica sob e o papel
do Ensino Supe io num mundo em mudança, com especial en oque nas ques ões
da di e sidade, inclusão e ino ação pedagógica. P e ende-se p omo e o diálogo
en e os in e enien es, explo ando caminhos possí eis pa a uma ans o mação
educa i a mais jus a, equi a i a e alinhada com os desa ios con empo âneos.
Síl ia Co eia Mon ei o¹
¹Cen o de In es igação em Educação da Uni e sidade do Minho (CIEd)
>Pala as-cha e: Ensino Supe io ; T ans o mação; Di e sidade; Ino ação
Pedagógica; Inclusão.
SIMPÓSIO ENSINO SUPERIOR
ENSINO SUPERIOR EM TRANSFORMAÇÃO: INOVAÇÃO E
DESAFIOS DA INCLUSÃO
COORDENAÇÃO
/ PÁG. 84
As Ins i uições de Ensino Supe io (IES) são cada ez mais esc u inadas pelo seu
con ibu o pa a a sociedade, en en ando dilemas na de inição da sua missão. São
p essionadas a alinha -se com as exigências do me cado de abalho, onde as
compe ências se o nam apidamen e obsole as, ao mesmo empo que se espe a
que cul i em cidadãos c í icos e p omo am o a anço social e cien í ico. Is o c ia
uma ensão en e a educação a longo p azo cen ada em alo es uni e sais e a
necessidade imedia a do me cado de compe ências écnicas. As IES en en am,
assim, um pa adoxo empo al di ícil de supe a : a p essão imedia is a pa a
desen ol e “compe ências ú eis” e ins umen ais (cu o p azo) colide com a sua
missão undamen al de cul i a cidadãos c í icos e e lexi os (longo p azo),
p epa ados pa a en en a a c escen e complexidade social. A implemen ação de
p á icas baseadas em e idências é c ucial pa a p epa a os es udan es pa a se em
agen es de ca ei a a i os e c í icos num me cado de abalho dinâmico. O
p og ama Boos o Ca ee (B4C) exempli ica es a abo dagem, com o obje i o de
aumen a a emp egabilidade dos es udan es do ensino supe io de di e sas
o igens sociocul u ais, capaci ando-os não só pa a esponde às necessidades
imedia as do me cado, mas ambém pa a an ecipa desa ios u u os nos seus
cená ios indi iduais e con ex uais. Es a discussão ealça o papel i al das IES como
ca alisado es da ans o mação social, en a izando a necessidade de equipa os
indi íduos pa a na ega em e icazmen e num pano ama de me cado em cons an e
e olução. Es a missão exige que as IES não se limi em a p epa a indi íduos pa a a
adap ação uncional, mas en en em o desa io de desen ol e capacidades de
ans o mação c í ica, essenciais pa a a cons ução de uma sociedade mais
democ á ica.
>Pala as-cha e: Ensino supe io ; Emp egabilidade; Me cado de abalho;
Cidadania c í ica.
COMUNICAÇÃO EM SIMPÓSIO ENSINO SUPERIOR
EDUCAÇÃO E TRABALHO: A FORMAÇÃO DE CIDADÃOS
CRÍTICOS NUM CONTEXTO SOCIAL DINÂMICO
Leono To es¹, Síl ia Mon ei o¹, Filipa Seab a¹
¹Cen o de In es igação em Educação da Uni e sidade do Minho (CIEd)
²LE@D-Labo a ó io de Educação a Dis ância e eLea ning, Uni e sidade Abe a
,² & Sand a San os¹
/ PÁG. 85
Nas úl imas décadas, o ensino supe io so eu uma expansão no que diz espei o ao
núme o de es udan es que o equen am. No en an o, a pa des a massi icação,
em-se egis ado um aumen o do desemp ego nes a mesma população. A o mação
e o pe cu so p o issional esul am de uma sé ie de a o es que ão pa a além da
conclusão de um cu so supe io (Cos a, Lopes & Cae ano, 2014). Es es a o es
incluem decisões indi iduais, condições sociais e económicas, ambien e amilia ,
expec a i as e opo unidades, en e ou os. Ao longo das suas ca ei as e da
conjugação des es a o es, os indi íduos ão cons uindo o seu capi al - ecu sos-
cha e que con e em bene ícios e an agens compe i i as (Tomlinson, 2017). Mas
como é adqui ido es e capi al nas suas di e en es o mas (social, cul u al,
iden i á ia)? Que in luência êm na emp egabilidade e na ansição pa a o me cado
de abalho? Es a é a ques ão de pa ida pa a a in es igação cien í ica ealizada e
aqui desc i a. Pa a esponde a es as ques ões, a in es igação eco eu a uma
me odologia quali a i a, baseada no disposi i o eó ico-me odológico p opos o po
Lahi e (2002, 2003) - a cons ução de e a os sociológicos com ês es udan es do
ensino supe io . O obje i o p imo dial oi o de comp eende em p o undidade o
impac o de de e minados a o es con ex uais nos pe cu sos educa i os e
o ma i os dos diplomados, cen ando o es udo no capi al social - elações sociais e
in e pessoais c iadas e mobilizadas pelos es udan es - e no capi al cul u al -
o mação de conhecimen os, disposições e compo amen os cul u almen e
alo izados (Bou dieu, 1986). Pa a o e ei o, o am ealizadas en e is as em
p o undidade a ês jo ens em di e en es ases e á eas de es udo. T açando os seus
pe cu sos desde en a idade, o seu desen ol imen o enquan o p o issionais oi, sem
dú ida, ma cado po mo i ações, con ex os, a i idades de laze , pessoas e, a é,
si uações de c ise, que di a am a o ma como enca am as suas idas e ca ei as. É
um ac o que as ins i uições de ensino supe io desempenham um papel
signi ica i o no desen ol imen o des es indi íduos, na sua emp egabilidade e
pe spe i as no me cado de abalho. No en an o, o capi al social e cul u al,
sob e udo aquele adqui ido na amília e nou os con ex os de socialização,
de e mina as opo unidades e a capacidade dos jo ens as ap o ei a em
plenamen e, moldando e delineando de o ma desigual os seus pe cu sos de ida.
COMUNICAÇÃO EM SIMPÓSIO ENSINO SUPERIOR
QUAL O PAPEL DO CAPITAL SOCIAL E CULTURAL NA
CONSTRUÇÃO DOS PERCURSOS DOS DIPLOMADOS DO ENSINO
SUPERIOR?
Ca a ina Sil a¹ & Leono To es¹
¹Cen o de In es igação em Educação da Uni e sidade do Minho (CIEd)
>Pala as-cha e: Pe cu sos o ma i os; Capi al social; Capi al cul u al; Me cado de
abalho.
/ PÁG. 86
A expansão do Ensino Supe io em Po ugal deco eu, nas úl imas décadas, num
con ex o de p o undas ans o mações económicas, polí icas e sociais, endo
colocado no os desa ios às ins i uições e aos es udan es. A massi icação des e
ní el de ensino e a c escen e di e sidade dos públicos que o equen am — em
e mos sociais, económicos e cul u ais — o nam pa icula men e ele an e a
análise dos pe cu sos académicos e dos ecu sos de ca ei a, enquan o dimensões
cen ais pa a comp eende a complexidade das ansições pa a o me cado de
abalho e o p óp io p ocesso de democ a ização do Ensino Supe io . Pa indo de
uma pe spe i a sociológica, o p esen e es udo colocou os pe cu sos dos
es udan es no cen o da análise, p ocu ando comp eende a elação en e a
di e si icação sociocul u al dos es udan es, os pe cu sos educa i os e o
desen ol imen o dos ecu sos de ca ei a, numa lógica de democ a ização do
Ensino Supe io . Es a é uma in es igação de na u eza ex ensi a, baseada num
inqué i o po ques ioná io aplicado a uma amos a po con eniência de es udan es
(n=2095), a equen a uma uni e sidade pública po uguesa, en e o 1.º e o 2.º ciclo
de es udos. Os esul ados ob idos demons am como as o igens sociais
in luenciam as aje ó ias académicas dos es udan es, e le indo-se nas escolhas
das á eas de es udo e na pa icipação em a i idades cul u ais e de laze . Além
disso, é possí el e i ica que as pe ceções dos es udan es ela i amen e aos
ecu sos de ca ei a são in luenciadas an o pela sua posição de classe social como
pelo exe cício de uma a i idade p o issional du an e o cu so, sendo es e úl imo
a o pa icula men e ele an e, sob e udo ao ní el da dimensão de
conhecimen os e compe ências dos ecu sos de ca ei a. Es e aspe o sublinha a
impo ância de pensa o desen ol imen o dos ecu sos de ca ei a como um
p ocesso dinâmico e con ínuo, a a essado po múl iplas empo alidades e
con ex os de socialização que an ecedem e acompanham a equência do Ensino
Supe io .
COMUNICAÇÃO EM SIMPÓSIO ENSINO SUPERIOR
TRAJETÓRIAS, PERCURSOS E RECURSOS DE CARREIRA: OS
DESAFIOS DA DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR
José Nuno Teixei a¹, Leono To es¹ & Síl ia Mon ei o¹
¹Cen o de In es igação em Educação da Uni e sidade do Minho (CIEd)
>Pala as-cha e: Democ a ização; Ensino Supe io ; Es udan es; Recu sos de
Ca ei a; Classe Social.
/ PÁG. 87
A é 2030, an ecipa-se a c iação de 170 milhões de no as unções e o
desapa ecimen o de 92 milhões de emp egos, com 63% dos emp egado es a
des aca a lacuna de habilidades enquan o ba ei a p incipal à ans o mação dos
negócios de hoje (WEF, 2025). Es e con ex o de ele ada olubilidade ge a, nas
Ins i uições de Ensino Supe io , uma p essão ac escida: como p epa a os seus
es udan es, u u os p o issionais, pa a p o issões que ainda não exis em? Como
po encia o desen ol imen o de compe ências essenciais pa a ap ende em ao
longo da ida? Nas polí icas educa i as e nas p á icas ins i ucionais, a ino ação
pedagógica e cu icula em indo a assumi p eponde ância c escen e, po se
cons i ui es a égia e icaz pa a po encia a ap endizagem a i a de cada es udan e
e o desen ol imen o de compe ências ans o mado as (Lea ning Compass 2030,
OECD, 2019). Com es e enquad amen o, a p esen e comunicação isa
p oblema iza o papel do Ensino Supe io , no p isma da ino ação pedagógica e
cu icula , salien ando a ele ância do desen ol imen o pedagógico e p o issional
docen e e da agência do p o esso pa a a ans o mação dos modelos de ensino
ap endizagem. Pa a al, ap esen a emos, como es udo de caso, as dinâmicas em
cu so de um labo a ó io in e disciplina de Ino ação pedagógica, o Ca ólica
Lea ning Inno a ion Lab (CLIL, Uni e sidade Ca ólica Po uguesa ). O modelo
ap esen ado, baseado nos p essupos os de Schola ship o Teaching and Lea ning
(SoTL), inco po a um conjun o di e si icado de inicia i as de capaci ação
pedagógica, isando apoia os docen es na ans o mação das suas p á icas
pedagógicas, po enciando ambien es de ap endizagem mais lexí eis e ino ado es,
que es imulem os es udan es ao desen ol imen o de compe ências pa a ap ende
ao longo da ida.
COMUNICAÇÃO EM SIMPÓSIO ENSINO SUPERIOR
READY TO WORK OR READY TO LEARN? DA INOVAÇÃO
PEDAGÓGICA À APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA
Diana Soa es¹
¹Cen o de In es igação pa a o Desen ol imen o Humano (CEDH) da
Uni e sidade Ca ólica Po uguesa
>Pala as-cha e: Ino ação Pedagógica; Ensino Supe io ; Desen ol imen o
P o issional Docen e; Ap endizagem ao Longo da Vida.
/ PÁG. 88
cluí am o seu dou o amen o en e 2020 e 2025 em uni e sidades po uguesas. A
análise de dados oi e e uada a a és de análise emá ica indu i a e dedu i a. Os
esul ados p elimina es pe mi i am iden i ica p ocessos de ans o mação da
iden idade pós-dou o amen o e expe iências emocionais in ensas posi i as e
nega i as que po ezes se associam à i ência da conclusão do dou o amen o
simul aneamen e como uma expe iência g a i ican e e como um p ocesso de lu o
e/ou se elacionam com a si uação p o issional dos/as dou o andos/as. O es udo
pode á con ibui pa a o desen ol imen o do conhecimen o ace ca das ansições
pós-dou o amen o, podendo ajuda dou o ados/as, e ou os a o es en ol idos na
educação dou o al a ul apassa os desa ios associados a es a ase e omen a
assim o alo mul idimensional da educação dou o al.
>Pala as-cha e: Supe isão; In eg ação no con ex o académico; Educação
dou o al; Emoções; Pe o ma i idade.
/ PÁG. 95
No B asil, a inse ção do componen e cu icula denominado P oje o de Vida nas
escolas em se mos ado ele an e na edução dos índices de e asão escola no
Ensino Médio, e apa inal da educação básica des inada a es udan es de 15 a 17
anos. Esse con ex o con ibuiu pa a a o mulação da Base Nacional Comum
Cu icula , documen o no ma i o que o ien a os cu ículos da educação básica no
país, e pa a a p omulgação da Lei nº 13.415/2017, que al e ou a Lei de Di e izes e
Bases da Educação Nacional, p incipal legislação educacional b asilei a. O P oje o
de Vida, nessa es u u a, é concebido como eixo o ma i o que apoia os es udan es
na cons ução de seus p oje os pessoais, acadêmicos e p o issionais. Inse ido
nesse ma co egula ó io, es e es udo ap esen a pa e dos esul ados de uma
in es igação sob e a o mação docen e pa a a uação com esse componen e
cu icula nas escolas públicas. O obje i o ge al oi iden i ica o pe il o ma i o
p edominan e dos p o esso es que minis am o P oje o de Vida em escolas de
Ensino Médio da ede es adual de São Paulo, o es ado mais populoso do B asil. A
pesquisa oi ealizada em duas e apas me odológicas: en e is as e aplicação de
ques ioná io disponibilizado em ede social. Os esul ados, analisados
desc i i amen e isando análise quali a i a pos e io , indicam que a maio ia dos
esponden es se decla ou do gêne o eminino, si uando-se na aixa e á ia en e 41 e
50 anos, com ínculo e e i o de no mínimo dez anos com a ede pública, o mação
inicial majo i a iamen e em Le as e a uação em unidades escola es de empo
pa cial. Conclui-se que o pe il o ma i o iden i icado e idencia a necessidade de
in es imen os em o mação inicial e con inuada, a im de alinha a p á ica
pedagógica aos obje i os educa i os do componen e. O es udo con ibui pa a o
ap o undamen o da comp eensão dos desa ios elacionados à implemen ação do
P oje o de Vida, com ên ase na quali icação e no desen ol imen o p o issional
docen e no con ex o da ede pública paulis a.
>Pala as-cha e: Ensino supe io ; Emp egabilidade; Me cado de abalho;
Cidadania c í ica.
POSTER CIENTÍFICO FORMAÇÃO DE PROFESSORES
PERFIL FORMATIVO DE PROFESSORES QUE MINISTRAM O
COMPONENTE CURRICULAR PROJETO DE VIDA EM ESCOLAS DE
ENSINO MÉDIO DA REDE ESTADUAL PAULISTA
I ale Luciane Ce ica o¹
,
¹P og ama de Pós-G aduação em Educação da Uni e sidade Fede al de São
Paulo, B asil
/ PÁG. 96
A o mação e as condições de abalho dos p o esso es nos países em
desen ol imen o en en am desa ios de o dem his ó ica, polí ica, económica e
educacional (Wo ld Bank, 2022). A Guiné-Bissau, ma cada po ins abilidade polí ica
e agilidade ins i ucional, en en a desa ios es u u ais p o undos no sec o
educa i o, en en ado sé ias agilidades na o mação e condições de abalho
docen e. A escassez de es udos sob e es a emá ica na Guiné-Bissau mo i a es a
comunicação. Es e abalho analisa a o mação dos docen es do ensino básico e as
suas condições de ida e de abalho. A in es igação quali a i a desen ol ida
baseou-se na análise documen al de ela ó ios ins i ucionais e em en e is as
semies u u adas a 12 di e o es de escolas públicas e p i adas de duas egiões do
país e pa a o a amen o dos dados eco eu-se a análise de con eúdo emá ica
(Ba din, 2011). O es udo e ela a exis ência de lacunas signi ica i as na o mação
cien í ica e pedagógica dos p o esso es (Banco Mundial, 2024), ag a adas pela
eduzida o e a de o mação con ínua e pela ins abilidade polí ica que
comp ome e a con inuidade das polí icas educa i as (Imbe nón, 2010). As
condições de abalho são ma cadas po baixos salá ios, equen es a asos nos
pagamen os, al a de in aes u u as, escassez de ma e iais didá icos e u mas
sob elo adas (UNICEF, 2018; Banco Mundial, 2023). A pa icipação dos docen es na
ida escola é ambém limi ada (Mo gado, 2019), e a ausência de alo ização da
ca ei a con ibui pa a o abandono da p o issão e pa a sucessi as g e es,
sob e udo no se o público, acen uando as desigualdades sociais e
comp ome endo a qualidade do ensino (Ba oso, 2013). Conclui-se se u gen e
epensa as polí icas públicas de educação, e o çando as ins i uições de o mação
docen e, melho ando as condições de abalho e alo izando a ca ei a docen e.
In es i na quali icação dos p o esso es é essencial pa a assegu a uma educação
inclusi a e de qualidade, p omo o a do desen ol imen o sus en á el da Guiné-
Bissau. Suge e-se, pa a in es igações u u as, o ap o undamen o de es udos
empí icos com a pa icipação a i a de p o esso es e o mado es.
A FORMAÇÃO E AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS
PROFESSORES NOS PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO: O CASO DA
GUINÉ-BISSAU
N'Cak Sil a Mo gado¹, Joana Raquel Fa ia Sousa¹ & José Augus o B i o
Pacheco¹
¹Cen o de In es igação em Educação da Uni e sidade do Minho (CIEd)
>Pala as-cha e: Guiné-Bissau; Fo mação docen e; Condições de abalho; Ensino
básico; Polí icas educa i as.
COMUNICAÇÃO LIVRE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
/ PÁG. 97
O a igo ap esen a os esul ados de uma pesquisa que e e po obje i o a
elabo ação, implemen ação e a aliação de um p og ama de o mação con inuada
que isa a à p e enção do mal-es a e p omoção do bem-es a docen e. Os
p o esso es encon am-se em uma cons an e demanda de mudanças e
adap ações p o ocadas pelas ápidas ans o mações que es ão oco endo na
sociedade e nas escolas, o que os em le ado ao es ado de mal-es a e
adoecimen o. Além disso, exis em mui os ou os a o es, no âmbi o das escolas e
dos sis emas educacionais, que ge am insa is ações e desencadeiam o mal-es a
docen e, ais como: al a de ecu sos didá icos, al a de apoio de colegas e
di e o es, sob eca ga de abalho e de esponsabilidades, mul iplicidade de papéis,
en e ou os. Nesse con ex o o na-se necessá io e u gen e que se comp eenda e
se c iem p og amas que auxiliem os p o esso es a en en a em as ad e sidades do
abalho e a cons uí em o bem-es a docen e. O p og ama aqui ap esen ado oi
elabo ado com base no modelo pa a análise do bem-es a /mal-es a docen e
p opos o po Rebolo (2012) e nas es a égias pa a ealização e desen ol imen o
p o issional dos p o esso es p opos as po Jesus (2007). O p og ama oi
es u u ado em 12 encon os semanais, com du ação de 1:30h cada, u ilizando
es es, in en á ios, dinâmicas de g upo e odas de con e sa, o e ecendo aos
p o esso es subsídios pa a a c iação de es a égias de en en amen o (coping)
en e as ad e sidades do dia-a-dia do abalho. A implemen ação oi ealizada com
16 p o esso es de uma escola da Rede Es adual de Ensino de Campo G ande, MS,
B asil. No úl imo encon o, após a eaplicação do In en á io de Sin omas de
Es esse pa a Adul os (ISSL), de Lipp (2002), e da oda de con e sa ealizada com
os 16 p o esso es pa icipan es, as a aliações apon a am a diminuição do ní el de
es esse desses p o esso es e do mal-es a docen e e, ambém, uma au o
pe cepção de maio bem-es a no e com o abalho.
PROMOÇÃO DO BEM-ESTAR DOCENTE: ELABORAÇÃO E
IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE FORMAÇÃO
CONTINUADA
Fla inês Rebolo¹
¹P og ama de Pós-G aduação em Educação da Uni e sidade Ca ólica Dom
Bosco. Campo G ande, MS, B asil.
>Pala as-cha e: Bem-es a docen e; Mal-es a docen e; Es esse, Fo mação
con inuada de p o esso es.
COMUNICAÇÃO LIVRE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
/ PÁG. 98
This p esen a ion explo es he eaching p ac ice expe iences and insigh s o newly
ained eache s om a Teaching English as a Fo eign Language (TEFL) p og amme
in Angola. Th ough a quali a i e lens, his esea ch examines how alumni ca y ou
hei eaching esponsibili ies, hei e lec ions on he p ac ical app oaches o he
TEFL p og amme, and he impac o hese app oaches on hei p o essional
ajec o ies. D awing on class oom obse a ions o ou eache s and in-dep h
in e iews wi h six alumni o he ou -yea TEFL p og amme, his s udy ocuses
pa icula ly on hei expe iences wi hin he Teaching P ac ice (TP) componen .
Class oom obse a ions e ealed a ange o abili ies among eache s, wi h
s eng hs in class oom managemen con as ing wi h inconsis encies in os e ing
s uden s' English p o iciency. A eas needing a en ion included he dep h o
explana ion, oppo uni ies o p ac ice and p oduc ion, and he acili a ion o
inclusi e class oom in e ac ion, especially o quie e and less p o icien lea ne s.
No ably, a gap was obse ed be ween eache s' planned and ac ual use o English
du ing lessons. In e iew da a consis en ly highligh ed alumni dissa is ac ion wi h
he TEFL p og amme's TP componen , ci ing conce ns abou he limi ed
oppo uni ies, alloca ed ime, and p ac ical se ings. Pa icipan s s ongly
ad oca ed o a c i ical e iew and enhancemen o hese elemen s. Fu he mo e,
he c ucial ole o collabo a i e pa ne ships be ween educa ional s akeholde s
and p ac ising eache s eme ged as i al o imp o ing eaching quali y and
s uden ou comes. This esea ch emphasises he need o he Angolan TEFL
p og amme o p io i ise subs an ial and p ac ical eaching expe iences alongside
heo e ical ounda ions o e ec i ely p epa e u u e EFL educa o s and ul ima ely
ele a e s uden lea ning. Meaning ul ad ancemen s in eache educa ion
necessi a e a collabo a i e e o in ol ing highe educa ion ins i u ions, schools,
go e nmen agencies, and policymake s.
EXPLORING THE JOURNEY FROM TEFL PROGRAMME TO
CLASSROOM: PERSPECTIVES OF NEWLY TRAINED TEACHERS IN
ANGOLA
Sa a da Cos a¹
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
>Pala as-cha e: TEFL p og amme; Teache g adua e pe cep ions; No ice
eache s; Teache educa ion, TEFL in Angola.
COMUNICAÇÃO LIVRE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
/ PÁG. 99
Es e abalho p e ende ap esen a e discu i o p ocesso o ma i o de p o esso es
do cu so de especialização “P oje o Polí ico Pedagógico da Escola com Ên ase em
Educação, Mine ação, Rompimen o e Re i alização da Bacia do Rio Doce” o e ado
pela Uni e sidade Fede al de Ou o P e o em pa ce ia com a Uni e sidade Fede al
de Minas Ge ais. A o mação la u sensu in eg a o “P og ama de Ex ensão Fo mação
Con inuada de Educado es da Rede Pública dos Municípios A ingidos pelo
Rompimen o da Ba agem de Fundão em Minas Ge ais” (PEBRID) e des ina-se a
docen es de escolas a ingidas pelo ompimen o da Ba agem de Fundão, em 2015.
Fo am o ganizados dois espaços de o mação, o p imei o, denominado Tempo
Uni e sidade, comp eende as a i idades eó icas, desen ol idas no espaço da
Uni e sidade, e o segundo, denominado Tempo Escola/Comunidade, e e e-se às
a i idades p á icas, desen ol idas pelos cu sis as jun o às escolas e/ou
comunidades escola es. P e endemos analisa a es u u a me odológica da
o mação o ganizada a pa i de seis p incípios: al e nância de espaços e empos
o ma i os; o mação que possa ga an i o acesso aos aspec os inculados aos
sujei os e seus con ex os; emas in eg ado es; ges ão democ á ica; a iculação
en e pesquisa e p á ica; p eocupação com a sis ema ização, egis o e
socialização dos sabe es e p á icas desen ol idos no p ocesso o ma i o. A análise
desses p incípios pa e de duas ques ões o ien ado as da o mação: Em que o
ompimen o da Ba agem do Fundão in e oga a educação? Quais os limi es e
possibilidades pa a o ganiza o aze pedagógico na pe spec i a da e i alização
dos modos de p oduzi e ep oduzi a ida após o ompimen o? Conclui-se que a
o mação em p o ocando a comunidade escola a e le i sob e as consequências
da mine ação e ompimen o, bem como as ações de e i alização, p oduzindo
o es impac os no e i ó io.
UMA ESTRUTURA METODOLÓGICA INOVADORA NO PROGRAMA
DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA ESCOLA DO RIO DOCE
Paula C is ina de Almeida Rod igues¹ & Rómina de Mello La anjei a ¹
¹Uni e sidade Fede al de Ou o P e o
>Pala as-cha e: Fo mação de p o esso es; Es u u a me odológica; P oje o
Polí ico Pedagógico; Mine ação, ompimen o e e i alização.
COMUNICAÇÃO LIVRE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
/ PÁG. 100
Es e abalho i á ap esen a e discu i as p á icas de lei u a e esc i a que
es u u am o cu so “P oje o Polí ico Pedagógico da Escola com Ên ase em
Educação, Mine ação, Rompimen o e Re i alização da Bacia do Rio Doce” o e ado
pela Uni e sidade Fede al de Ou o P e o em pa ce ia com a Uni e sidade Fede al
de Minas Ge ais. O cu so de especialização do “P og ama de Ex ensão Fo mação
Con inuada de Educado es da Rede Pública dos Municípios A ingidos pelo
Rompimen o da Ba agem de Fundão em Minas Ge ais” (PEBRID) des ina-se a
docen es das escolas a ingidas pelo ompimen o da ba agem de Fundão, em 2015.
A es u u a pedagógica do cu so assen a na Pedagogia da Al e nância e em
di e sas p á icas de le amen os en e o Tempo Uni e sidade e o Tempo
Escola/Comunidade. Po meio de um abalho em ede com ce ca de 600 escolas
públicas de Minas Ge ais, desen ol em-se di e sas a i idades que acon ecem na
escola e na uni e sidade, ao longo de quase 2 anos, com o obje i o de inse i a
emá ica da Mine ação, Rompimen o e Re i alização no P oje o Polí ico-
Pedagógico das escolas pa cei as. Nes a comunicação, o en oque é analisa a
in e ace en e p á icas escola es e acadêmicas po meio de a i idades de lei u a e
esc i a a iculadas e in e dependen es. Tais p á icas incluem di e sos gêne os
discu si os: aula, oda de con e sa, seminá io, p oje o pedagógico expe imen al,
ela o de expe iência, esumo, memó ia de eunião, en e ou os. Seguindo
con ibu os eó icos da o mação de p o esso es, dos le amen os acadêmicos e
da pedagogia da al e nância, a análise consis i á em (i) discu i em que medida a
a uação da equipe mul idisciplina ap oxima as escolas da uni e sidade; (ii)
des aca as unções dos á ios mediado es de le amen o e suas in e enções na
lei u a e esc i a de ex os; (iii) analisa as p á icas de lei u a e esc i a que mobilizam
a elação en e eo ia e p á ica na o mação desses p o esso es em diálogo com as
escolas. A p opos a do cu so é ino ado a po se de o mação dupla: é
ex ensionis a já que o abalho se es u u a a pa i das necessidades da
comunidade escola , no que espei a à emá ica; e po ou o lado, as p á icas
escola es e acadêmicas de lei u a e esc i a sus en am a o mação em al e nância
em ní el de pós-g aduação, culminando na de esa pública do abalho de
conclusão de cu so.
LEITURA E ESCRITA NO PEBRID: ARTICULAÇÕES ENTRE
LETRAMENTOS ACADÊMICOS E FORMAÇÃO CONTINUADA DE
PROFESSORES
Rómina de Mello La anjei a ¹ & Paula C is ina de Almeida Rod igues¹
¹Uni e sidade Fede al de Ou o P e o
>Pala as-cha e: Fo mação de p o esso es; Le amen os Acadêmicos; Mediado es;
Gêne os discu si os.
COMUNICAÇÃO LIVRE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
/ PÁG. 101
Num quad o educa i o que exige ambien es de ap endizagem mais equi a i os e
cen ados na pa icipação e e i a dos es udan es, a in e ação o al en e
p o esso es e es udan es assume um papel es a égico na cons ução de
pe cu sos de ap endizagem signi ica i os. A p esen e comunicação p opõe uma
p oblema ização dos modelos de in e ação em sala de aula, anco ada numa
pe spe i a socioin e acionis a da ap endizagem e na conceção cons u i is a do
conhecimen o, com implicações di e as na ede inição do papel do docen e.
Pa indo da análise c í ica do modelo SETT (Sel E alua ion o Teache Talk), de
S e e Walsh, discu em-se os di e en es modelos in e acionais em sala de aula e o
seu impac o nos p ocessos de ap endizagem, com especial ên ase na a iculação
en e a in encionalidade pedagógica do discu so do p o esso e a exp essão
legí ima da oz dos es udan es como elemen o cons i u i o do p ocesso educa i o.
De ende-se, po conseguin e, a impo ância da compe ência in e acional enquan o
dimensão dis in a da compe ência comunica i a, des acando-se a sua ele ância
pa a a c iação de ambien es de ap endizagem, onde a co-cons ução de
signi icados é p imo dial. São ainda ap esen adas p opos as ope acionais que
con emplam es a égias de di e enciação didá ica, egulação pa ilhada da
ap endizagem e in eg ação de e amen as digi ais em con ex os híb idos, de
o ma a es imula a pa icipação c í ica e a au o ia e lexi a dos es udan es na
ap op iação e no desen ol imen o do seu conhecimen o. Conclui-se que
ans o ma o espaço in e acional da sala de aula eque o esga e do seu po encial
dialógico, o que implica econ igu a as p á icas discu si as, in es i de o ma
con ínua na o mação docen e e consolida uma cul u a de moni o ização e lexi a
da linguagem em uso, enquan o disposi i o es u u an e da ação pedagógica.
MODELOS DE INTERAÇÃO EM SALA DE AULA: RECONFIGURAR
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA LEGITIMAR A VOZ DOS
ESTUDANTES
Ca la Fe nandes Mon ei o¹
¹Escola Supe io de Educação de Paula F assine i – CIPAF
CIEC – Cen o de In es igação em Es udos da C iança, Uni e sidade do Minho
>Pala as-cha e: Modelos de in e ação o al; A oz dos es udan es; P á ica
pedagógica; Espaços dialógicos
COMUNICAÇÃO LIVRE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
/ PÁG. 102
A In eligência A i icial (IA) em ge ado mui os deba es e con o é sias sob e
di e sos emas, com des aque especial pa a os p ocedimen os de ensino e
ap endizagem. No se o educacional, pa ece não ha e , ainda, consenso en e os
p o esso es sob e o uso da IA (ou a sua não u ilização) du an e as aulas. Es e
abalho az ela os de expe iências de um g upo de es udan es do Ins i u o
Fede al de São Roque (Es ado de São Paulo, B asil). Apenas um es udan e não
minis ou aulas nesse pe íodo; os ou os in e e se e e am p o esso es em empo
in eg al em escolas públicas ou p i adas. Obje i ou-se abo da a e olução do
conhecimen o ao longo do empo e como oco e a cons ução de conhecimen o
a ualmen e. Além disso, ambém se obje i ou: a) Ve i ica pensamen os an e io es
sob e IA no p ocesso de ensino; b) A alia o uso da IA du an e as aulas e obse a
como os es udan es eagi iam; c) Analisa a impo ância da IA pa a a o mação
con ínua e ap imo amen o; d) Incen i a o uso de IA abe a du an e as aulas. Os
p ocedimen os me odológicos incluí am análises quali a i as (análise de con eúdo
e discu so) sob e o uso do Cha GPT pa a a i idades de sala de aula, alas dos
es udan es, decisões omadas em sala e di iculdades com a IA. Os esul ados
mos a am que: a) o uso de IA abe a com Cha GPT oi conside ado inadequado
pela maio ia no começo; b) o uso p og essi o, con ínuo e sis emá ico da IA du an e
as aulas começou a ‘queb a ’ concei os an e io es sob e como a IA pode se uma
pa cei a (e não uma inimiga) pa a os p o esso es em suas a i idades em sala; c)
uma análise c í ica da IA pode incen i a os p o esso es a busca em o mação
con ínua e melho ias em suas aulas. Des a o ma, podemos coloca , à guisa de
conside ações inais, a pe gun a: a IA abe a é uma po a que não de e se echada,
en ão po que não en a usá-la?
USANDO CHAT GPT COM UM GRUPO DE ESTUDANTES DURANTE
AULAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM UM INSTITUTO FEDERAL
BRASILEIRO: RELATOS E DESAFIOS
Fe nando Guima ães¹ & Fe nando San iago dos San os²
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
²Ins i u o Fede al de São Paulo, campus São Roque - B asil
>Pala as-cha e: In eligência a i icial; Ap endizagem con ínua; Pensamen o
c í ico; Educação; Mudança de pa adigma.
COMUNICAÇÃO LIVRE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
/ PÁG. 103
Es e a igo em como obje i o ap esen a uma o mação con inuada ealizada com
p o esso es da ede pública de ensino (B asil) cujo obje i o oi a icula as
a i idades p esen es no li o didá ico com os ecu sos ecnológicos educacionais.
Es e a igo az um eco e de uma pesquisa-ação (Thiollen , 2011), uma ez que es a
o mação oi pa e de uma pesquisa cujo oco e a a esolução de um p oblema de
uma si uação eal. A o mação implemen ada e e como e e ência a concepção
de linguagem a pa i de Bakh in (1999), a impo ância da ansposição didá ica das
ecnologias digi ais. Nes e caso, pensamos se pe inen e não só es uda as
escolhas dos ipos de a i idades que o li o didá ico az ao ap esen a seus
con eúdos, mas como o p o esso i á se u iliza delas e p opo ansposições
didá icas que u ilizem as ecnologias digi ais educacionais como um a o
acili ado , ino ado e mo i ado den o das me odologias p opos as. Des a o ma,
es e a igo essal a o abalho e a o mação de p o esso es de língua po uguesa
em se iço, pensando não só na o mação em si, mas a a uação do p o esso como
p o issional de ensino, que desen ol e seu abalho no momen o em que es á em
sala de aula com seus alunos, mas, ambém, como planejado das ações que i á
desen ol e . Como conclusão, oi possí el iden i ica a po encialidade da
ecnologia pa a a sala de aula e a impo ância da o mação docen e pa a lida com
as no as demandas: o a o humano é decisi o no caminha de ap ende e ensina .
TECNOLOGIAS DIGITAIS EDUCACIONAIS E LIVRO DIDÁTICO:
EXPERIÊNCIA DE UMA FORMAÇÃO CONTINUADA COM
PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA
Aline de Ab eu Cu unzi¹ & And éia da Cunha Malhei os San ana¹
¹Uni e sidade Es adual de Lond ina, B asil
>Pala as-cha e: Li o Didá ico; Fo mação de p o esso es; Tecnologia.
COMUNICAÇÃO LIVRE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
/ PÁG. 104
Es e ela ó io de es ágio ap esen a os esul ados do p oje o de in e enção e
in es igação desen ol ido nos con ex os de Educação P é-Escola e do 1.º ano do
1.º Ciclo do Ensino Básico, no âmbi o da P á ica de Ensino Supe isionada do
Mes ado em Educação P é-Escola e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico. O es udo
pa iu das necessidades e in e esses obse ados nos dois g upos, com des aque
pa a di iculdades nas in e ações sociais e pa a o o e in e esse demons ado pelas
c ianças du an e a “Ho a do Con o”. Com base nessas e idências, de iniu-se como
obje i o in es iga o con ibu o da li e a u a pa a a in ância na p omoção de
alo es como o espei o, a pa ilha, a coope ação, a in eg ação e a empa ia.
P ocu ou-se, ambém, desen ol e compe ências sociais e e o ça o sen ido de
g upo. A in es igação seguiu uma me odologia de In es igação-Ação, com ecolha
de dados a a és de obse ação pa icipan e, no as de campo, egis os
audio isuais, o og a ias e p oduções das c ianças. Os momen os de lei u a (p é-
lei u a, lei u a e pós-lei u a) e ela am-se undamen ais, ao p omo e em o
en ol imen o emocional com as na a i as, o ala gamen o do ocabulá io e o
con on o de ideias en e pa es. Ve i icou-se uma e olução cla a nas a i udes das
c ianças, desde a di iculdade inicial em coope a a é à ealização de a e as em
g upo de o ma colabo a i a, solidá ia e au ónoma. No 1.º CEB, obse ou-se uma
melho ia exp essi a das elações en e os alunos, com diminuição dos con li os e
maio p edisposição pa a o abalho em equipa. Na EPE, e o ça am-se p á icas já
exis en es, com esul ados mui o posi i os na empa ia e coope ação en e pa es.
Conclui-se que a li e a u a pa a a in ância, in eg ada de o ma in encional na
p á ica pedagógica, cons i ui um ecu so p i ilegiado na o mação de alo es e na
cons ução de ambien es educa i os mais coope a i os, espei ado es e
conscien es.
A LITERATURA PARA A INFÂNCIA COMO PONTO DE PARTIDA PARA
A PROMOÇÃO DE VALORES
C is iana Rod igues da Sil a¹ & Ca los Manuel Ribei o da Sil a²
¹Uni e sidade do Minho
²Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
>Pala as-cha e: Educação básica; Li e a u a pa a a in ância; Valo es; cidadania;
Desen ol imen o social.
COMUNICAÇÃO LIVRE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
/ PÁG. 111
À semelhança de ou as á eas de quali icação p o issional, a o mação inicial de
p o esso es em sido um espaço onde se jogam in e esses di e sos, mas obje o de
escasso deba e público. Nela se jogam in e esses económicos, sociais e cul u ais,
pa en es nos mo imen os in e nacionais de c escen e p i a ização e a aque a uma
o mação de ní el supe io . O P ocesso de Bolonha em Po ugal ouxe a o mação
de 2º ciclo pa a odos cu sos de o mação inicial, com implicações no pe il e
conceção de p o issionalismo docen es, cada ez mais exigen es ace às
mudanças sociais e ecnológicas e à necessidade de p epa a as ge ações u u as
pa a um u u o cada ez mais ince o. Con udo, e pa adoxalmen e, po o ça da
legislação a ual, é dado menos espaço às componen es de o mação que são,
adicionalmen e, de na u eza socioc í ica, como é o caso das ciências
undamen ais da educação. Po ou o lado, há uma o e alo ização das
componen es didá ica e de p á ica p o issional, o que pode i a e o ça uma
conceção empi icis a e aplicacionis a da o mação p o issional. O simpósio isa
discu i as a uais polí icas (in e )nacionais de o mação inicial docen e e as
p á icas de o mação na UMinho, com qua o in e enções cen adas em es udos
de na u eza eó ica e empí ica. A p imei a in e enção incidi á na análise das
polí icas de o mação (in e )nacionais, com des aque pa a os mo imen os de
p i a ização e deslocamen o da o mação do ensino supe io ; as es an es
in e enções incidi ão em es udos em cu so no CIEd-UMinho, inciden es na
in es igação empí ica p oduzida sob e a o mação inicial no Ins i u o de Educação
(análise de publicações), nas pedagogias escola es desen ol idas em es ágio
(análise de ela ó ios) e no desen ol imen o de um ins umen o de apoio ao
desen ol imen o pessoal e p o issional dos es agiá ios (es udos de caso). Os
esul ados p elimina es e idenciam o po encial de abo dagens o ma i as e
pedagógicas de na u eza indaga ó ia, necessá ias a uma conceção do abalho
docen e enquan o a i idade in elec ual de na u eza ans o mado a.
FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: POLÍTICAS
(INTER)NACIONAIS E PRÁTICAS DE FORMAÇÃO NA UMINHO
>Pala as-cha e: Polí icas de o mação; Pedagogias da o mação; Pedagogias
escola es; Desen ol imen o pessoal e p o issional; T abalho docen e.
FORMAÇÃO DE PROFESSORES
COMUNICAÇÃO EM SIMPÓSIO
Ma ia Al edo Mo ei a¹
¹Cen o de In es igação em Educação da Uni e sidade do Minho (CIEd)
COORDENAÇÃO
/ PÁG. 112
Desde a década de 1980, o neolibe alismo em-se ins alado como ideologia
dominan e, à escala global, median e a colonização das subje i idades indi iduais
pelo discu so da sup emacia do p i ado sob e o público. En e á ios o ganismos e
ins i uições in e nacionais, undações ilan ópicas e edes globais que con luem
pa a essa agenda de p i a ização, que em na mi a a desc edibilização da
educação pública e o desman elamen o dos sis emas de o mação inicial de
p o esso es de ní el supe io , inclui-se a Teach Fo All (TFAll), uma ede global
a ualmen e ins alada em ce ca de 60 países, incluindo a denominada Teach Fo
Po ugal. Tal como as suas congéne es, a Teach Fo Po ugal es á a ec u a pa a o
seu p og ama de o mação acele ada – a ualmen e designado “P og ama de
Desen ol imen o da Lide ança – jo ens ecém-licenciados de qualque á ea de
o mação académica, que podem a ualmen e candida a -se, não apenas pa a
“men o ”, mas ambém pa a “p o esso ” (P o esso Teach o Po ugal), com
con a o e salá io pago pelo Minis é io da Educação. Es e p og ama es á hoje a
expandi -se a p e ex o da escassez de p o esso es, al como acon eceu na sua
génese, nos EUA, nos anos 1980/90. Pa a al, mui o em con ibuído a sua es a égia
de negação da na u eza complexa da o mação e da a i idade docen e e a c ença
de que o ensino é uma a i idade in ui i a, associada à ocação, ao al uísmo e ao
alen o na u al, bas ando aos “líde es” o mados pelo p og ama TFAll possui esses
a ibu os.
A EXPANSÃO DO PROGRAMA DE FORMAÇÃO ACELERADA DA REDE
TEACH FOR ALL A PRETEXTO DA ESCASSEZ DE PROFESSORES
>Pala as-cha e: Teach Fo All; Neolibe alismo, P i a ização; Escassez de
p o esso es; Fo mação acele ada.
FORMAÇÃO DE PROFESSORES
COMUNICAÇÃO EM SIMPÓSIO
Fe nando Ilídio Fe ei a¹
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
/ PÁG. 113
Os Mes ados em Ensino pós-Bolonha implica am uma complexi icação dos
p ocessos de quali icação p o issional, nomeadamen e ao p essupo um e o ço da
li e acia in es iga i a dos o mandos e a p odução de um ela ó io de es ágio a
de ende em p o as públicas. No caso da UMinho, al como nou as ins i uições, o
es ágio passou a in eg a o desen ol imen o de p oje os de in es igação-ação,
con a iando uma conceção empi icis a da o mação que p edomina a an es da
e o ma. Po ém, a in es igação sob e a o mação inicial pós-Bolonha encon a-se
dispe sa, impo ando p omo e a sua sis ema ização. Es a p eocupação es e e na
base de um es udo desen ol ido no CIEd-UMinho, no qual oi ealizada uma e isão
de publicações (a igos e capí ulos de li o) de in es igado es do Ins i u o de
Educação en e 2018 e 2023, inciden es na o mação inicial de p o esso es.
Ap esen am-se aqui esul ados pa ciais, omando como obje o de análise os ex os
que ela am es udos empí icos, desc i i os ou in e en i os, sob e a o mação em
con ex o de es ágio (n=36). Conclui-se que, na maio ia dos ex os, se de ende uma
o mação e lexi a e emancipa ó ia, assen e na indagação c í ica da expe iência
educa i a, com des aque pa a o ecu so à in es igação-ação e o desen ol imen o
de uma educação ans o mado a nas escolas. Con udo, a ecen e al e ação do
egime ju ídico de habili ação p o issional pa a a docência (Dec e o-Lei n.º 9-
A/2025, de 14 de e e ei o), ao ins i ui um aumen o d ás ico da p á ica le i a no
ano de es ágio (mínimo de 8h le i as semanais), pode coloca em causa modelos de
o mação consolidados e induzi p á icas mais ins umen ais e ep odu o as do que
e lexi as e ans o mado as, conduzindo a um e ocesso na qualidade e nos
e ei os da o mação em es ágio. A sis ema ização da in es igação p oduzida nas
ins i uições de ensino supe io em Po ugal, de que es e es udo é um exemplo, é
undamen al pa a uma espos a p oa i a às mudanças legisla i as e pa a um
deba e cole i o ace ca do que se p e ende com o es ágio na o mação inicial de
p o esso es.
FORMAÇÃO EM ESTÁGIO – O QUE NOS DIZ A PRODUÇÃO
CIENTÍFICA DO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DA UMINHO?
>Pala as-cha e: Fo mação inicial de p o esso es; Fo mação em es ágio; P odução
cien í ica; Es udos empí icos.
FORMAÇÃO DE PROFESSORES
COMUNICAÇÃO EM SIMPÓSIO
Flá ia Viei a¹, Ma ia João Gomes¹, F ancisco C. Al edo¹, Luciana B i o¹ &
Sa a C uz¹
¹Cen o de In es igação em Educação da Uni e sidade do Minho (CIEd)
/ PÁG. 114
Sendo en endido como um momen o que ma ca indele elmen e a ansição
iden i á ia de es udan e a p o esso /a, o es ágio pedagógico isa in eg a as
componen es o ma i as, adqui idas no pe cu so académico, e a componen e da
p á ica p o issional. Na sequência do P ocesso de Bolonha, o ano de es ágio passou
a mobiliza modalidades de in es igação sob e a p á ica, pe spe i ada de um modo
amplo enquan o ap endizagem da p o issão que en ol e mo imen os de
expe imen ação, e lexão e indagação das p á icas, culminando na p odução de
um ela ó io sujei o a p o as públicas. Na Uni e sidade do Minho (UM) o es ágio
segue um modelo o ma i o assen e na me odologia da in es igação-ação e
p incípios de qualidade dela deco en es, em in eg ação com uma isão
ans o mado a pa a a o mação docen e e pa a a pedagogia escola . O es udo
incidiu na análise de 57 ela ó ios de ela ó ios de es ágio de dez mes ados em
ensino da UM, de endidos en e 2018 e 2023, disponí eis no eposi ó io ins i ucional
e com classi icações de mui o bom. Visou ca ac e iza os p oje os de in e enção
pedagógica desen ol idos no âmbi o do es ágio, p ocu ando comp eende e ei os
da o mação no desen ol imen o de uma isão ans o mado a da educação, na
cons ução de pedagogias cen adas nos educandos e na ap endizagem, na
a iculação in es igação-ensino e na e lexi idade e agência p o issional. A
comunicação incidi á nos esul ados ob idos em ês dimensões da análise: 1)
p oblema ização da ‘ ealidade’ no sen ido na mudança; 2) o ien ação pa a uma
educação ans o mado a e 3) papel do educado . Os esul ados p elimina es
indiciam uma o ien ação global pa a o ques ionamen o de p á icas ou pe spe i as
con encionais, no sen ido de uma ap oximação a p á icas ou pe spe i as mais
a uais, ino ado as e ele an es no con ex o de in e enção. Concebe-se o
educando como agen e da ap endizagem e o educado como um p o issional
e lexi o, alo izando-se dimensões de uma educação humanis a e democ á ica;
con udo, es as dimensões não são alo izadas de um modo equi alen e em odos
os ela ó ios, iden i icando-se algumas á eas de melho ia u u a.
VISÕES DA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO E DO PAPEL DOS AGENTES
EDUCATIVOS NOS RELATÓRIOS DE ESTÁGIO: UM ESTUDO DE
ANÁLISE DOCUMENTAL
>Pala as-cha e: Fo mação inicial de p o esso es; Fo mação em es ágio; P odução
cien í ica; Es udos empí icos.
FORMAÇÃO DE PROFESSORES
COMUNICAÇÃO EM SIMPÓSIO
Ma ia Al edo Mo ei a¹, Flo iano Viseu¹, Gló ia Solé¹, Ana So ia A onso¹,
An ónio Osó io¹, C is ina Pa en e², Í is Pe ei a¹, José Luís Sil a¹, Luís
Dou ado¹ & Ma ia Helena Ma inho¹
¹Cen o de In es igação em Educação da Uni e sidade do Minho (CIEd)
²Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
/ PÁG. 115
As expe iências de es ágio ep esen am momen os-cha e na o mação inicial de
p o esso es, ao pe mi i em o con ac o di e o com os desa ios da p á ica docen e, o
desen ol imen o de compe ências p o issionais e o início da cons ução da
iden idade p o issional. A in es igação e idencia que a qualidade des as
expe iências depende o emen e do modo como os supe iso es e os
o ien ado es coope an es apoiam os es agiá ios no desen ol imen o de uma
a i ude e lexi a e in es iga i a sob e o ensino e sob e o seu p óp io pe cu so
p o issional. Assim, a p omoção da e lexão o na-se um elemen o cen al na
o mação de u u os p o esso es, ainda que es es e elem di iculdades na sua
ealização. Com o obje i o de apoia a e lexão (o al e esc i a) no es ágio e
en iquece as p á icas de supe isão, es á em cu so no CIEd (UMinho) um p oje o
de desen ol imen o de um ques ioná io de au o e lexão in i ulado “Ins umen o
de Desen ol imen o Pessoal e P o issional do Es agiá io (IDPPE)”, o ganizado em
qua o domínios de e lexão: compe ências especializadas de ação p o issional,
compe ências de c ia i idade, compe ências socioemocionais e compe ências de
ges ão da ca ei a docen e. O p oje o en ol e a explo ação do IDPPE a a és da
ealização de 8 es udos de caso ao longo do ano le i o de 2024/25, com a
pa icipação de supe iso es, o ien ado es coope an es e es agiá ios de di e sos
Mes ados em Ensino da UMinho. Fo am indicadas possí eis o mas de u iliza o
IDPPE, cabendo aos g upos de es ágio decidi como e quando o u iliza . Os dados
são ecolhidos a a és de en e is as inais semies u u adas aos pa icipan es e
da análise de egis os e lexi os elabo ados pelos es agiá ios po e e ência ao
IDPPE e in eg ados nos seus po e ólios de es ágio. A p esen e comunicação
ap esen a esul ados p elimina es do p oje o, ela i os ao p imei o semes e de
2024/25, sendo discu idas as po encialidades do IDPPE pa a p omo e a ampliação
e a c i icidade da e lexão dos es agiá ios, bem como os p incipais desa ios e
implicações p á icas da sua in eg ação nos con ex os de es ágio.
PROMOVER A REFLEXÃO EM CONTEXTO DE ESTÁGIO:
DESENVOLVIMENTO DO “INSTRUMENTO DE DESENVOLVIMENTO
PESSOAL E PROFISSIONAL DO ESTAGIÁRIO”
>Pala as-cha e: Fo mação inicial de p o esso es; Es ágio; Re lexão;
Desen ol imen o pessoal e p o issional.
FORMAÇÃO DE PROFESSORES
COMUNICAÇÃO EM SIMPÓSIO
Síl ia Mon ei o¹, Flá ia Viei a¹, Sand a San os¹, Í is Pe ei a¹, Fá ima
Mo ais¹ & Susana Cai es¹
¹Cen o de In es igação em Educação da Uni e sidade do Minho (CIEd)
/ PÁG. 116
A comunicação p opos a enquad a-se numa da pesquisa de dou o amen o em
desen ol imen o que in es iga a dinâmica de um p oje o social de música que a ua
po meio de uma o ques a. Des inado a c ianças e adolescen es ma iculados em
escolas públicas do município do Rio de Janei o, es á inse ido numa egião da zona
no e da cidade, ca ac e izada po al os índices de iolência e c iminalidade.
Es udos apon am que p oje os sociais de educação musical são e amen as
pode osas pa a comba e a exclusão e p omo e a inclusão social, além de
con ibui pa a a conquis a da cidadania. A a és de p á icas de educação
libe ado a, esses p oje os alo izam a au onomia e a pa icipação a i a dos alunos,
com o obje i o de p omo e a ans o mação social. En endemos que a exclusão
social é um enômeno mul idimensional que ai além da al a de ecu sos ma e iais.
En ol e ques ões de acesso a di ei os, opo unidades, pa icipação social e
econhecimen o. O obje i o do abalho é demons a como esse p oje o social
pode p omo e a inclusão e comba e a exclusão, comp eendendo seus esul ados
e e ei os nos pa icipan es. A in es igação segue um pa adigma sócio-c í ico,
ocando na ans o mação da sociedade pa a alcança a e dadei a au onomia. A
me odologia ado ada se á um es udo de caso, pe mi indo uma análise
ap o undada do p oje o social. Pa a cole a de dados, se ão ealizadas en e is as,
ocus g oup e inqué i os po ques ioná io di ecionados à di e sos pa icipan es do
p oje o social. Es a abo dagem pe mi i á uma comp eensão ab angen e dos
impac os e esul ados do p oje o, bem como das pe cepções dos di e en es a o es
en ol idos. Os esul ados espe ados incluem uma melho comp eensão dos
impac os sociais e educacionais do p oje o, além de amplia o en endimen o sob e
p oje os sociais de música, que buscam inicia i as que p omo am a inclusão,
comba am a exclusão social. Es e es udo con ibui á pa a u u as inicia i as que
u ilizem a educação musical como meio de in e enção, e o çando seu papel
undamen al na cons ução de uma sociedade mais jus a e iguali á ia.
PROJETOS SOCIAIS DE MÚSICA: UM CAMINHO PARA A
INCLUSÃO E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL
Rod igo Loos¹
¹Cen o de In es igação em Didá ica e Tecnologia na Fo mação de Fo mado es
- Uni e sidade de A ei o
>Pala as-cha e: Inclusão social; P oje os sociais; Educação musical.
COMUNICAÇÃO LIVRE INCLUSÃO SOCIAL
/ PÁG. 117
Em Po ugal, as escolas êm e e uado um longo pe cu so no que espei a à
inclusão. O Dec e o-Lei nº 54/2018 - Educação Inclusi a, cons i ui o documen o que
elenca as p á icas a ado a . A p omoção de ambien es inclusi os em-se pau ado
pela alo ização e in eg ação de di e sos p o issionais nas escolas públicas,
designadamen e o e apeu a da ala, o segundo écnico com maio p esença em
con ex o escola . O obje i o de in es igação ocou-se na ca ac e ização das
pe ceções de e apeu as da ala, que exe cem ou exe ce am em escolas públicas,
quan o à sua in e enção nes e con ex o. Es e es udo explo a ó io e e po base
uma abo dagem quali a i a, com ecu so a ês discussões ocalizadas em g upo
com e apeu as da ala, o alizando dezasse e pa icipan es ag upadas de aco do
com a sua modalidade de con a ação. Apesa de exis i em ópicos em que se
e i icou uma con luência de e lexões en e pa icipan es, como a impo ância
a ibuída à sua a uação em con ex o escola , os seus possí eis papéis ou a
cons a ação de que os ex os polí icos não pe mi em uma egulação e coesão das
espos as no e eno, exis em ou os emas em que eme gem di e enças,
nomeadamen e quan o à pa icipação no p ocesso do aluno ou na p óp ia
comunidade escola . Es es esul ados e o çam que a inexis ência de uma
egulação da sua ação po encia di e en es diligências po pa e dos p o issionais, o
que pode á di icul a uma espos a enquad ada numa educação inclusi a, a pa da
de inição de condições de abalho di e en es en e abalhado es com a mesma
unção. Es e abalho cons i ui um pon o de pa ida pa a a e lexão quan o às
polí icas públicas em con ex o escola e a ação do e apeu a da ala. Pe spe i a-se
que es e es udo con ibua pa a o e o ço da necessidade de uma o ganização
escola que ga an a a acessibilidade a ambien es inclusi os, e onde seja
assegu ada a igualdade de condições de abalho de odos os p o issionais.
A INTERVENÇÃO DO TERAPEUTA DA FALA NA ESCOLA PÚBLICA:
UM ESTUDO EXPLORATÓRIO SOBRE PERCEÇÕES DOS
PROFISSIONAIS
Rui Lou ei o¹
¹Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Uni e sidade do Po o
²Escola Supe io de Saúde do Ins i u o Poli écnico do Po o
>Pala as-cha e: Te apeu a da ala; In e enção; Educação inclusi a; Polí icas
públicas; Escola pública.
COMUNICAÇÃO LIVRE INCLUSÃO SOCIAL
² Hen ique Vaz¹ & Elisabe e Fe ei a¹
,
/ PÁG. 118
Es e abalho ap esen a a a aliação de um plano longi udinal de ní el ins i ucional,
com a aliação ans e sal anual aplicada a alunos dos 4.º, 7.º e 9.º anos,
desen ol ido ao longo de ês anos le i os num ag upamen o de escolas da zona
cen o de Po ugal Con inen al. O Plano de P e enção An i-Bullying (PPAB)
assen ou em cinco eixos es u u ais: moni o ização con ínua; in eg ação cu icula
nas aulas de Cidadania e Desen ol imen o; capaci ação de p o issionais e pais;
es abelecimen o de pa ce ias es a égicas; e o mação de Embaixado es An i-
Bullying. A in e enção isou consolida uma cul u a escola de bem-es a ,
segu ança elacional e co esponsabilidade comuni á ia, o ien ada pa a a
p e enção sus en ada do bullying. O obje i o cen al oi analisa o impac o da
in e enção na edução de compo amen os ag essi os e no e o ço de
compe ências socioemocionais. A in es igação seguiu um desenho me odológico
mis o, com componen es quan i a i a e quali a i a, ao longo de ês ciclos anuais.
Os dados o am ecolhidos a a és de ins umen os alidados pa a a alia bem-
es a , ag essi idade e i imação digi al, aplicados an es e após cada ciclo de
in e enção. A análise quan i a i a in eg ou es a ís ica desc i i a, es es de
associação e modelos de eg essão. A componen e quali a i a baseou-se em
obse ação, egis os de p á icas e p odução na a i a. O es udo ob e e pa ece
a o á el da Comissão de É ica pa a a In es igação em Ciências Sociais e Humanas
(CEICSH 036/2023). Ao longo dos ês anos, egis a am-se e ei os cumula i os na
edução sus en ada da i imação en e pa es e na melho ia da pe ceção de
segu ança escola . Obse ou-se o aumen o de compo amen os p ó-sociais e
p og essos na au o egulação dos alunos. A mobilização aseada de Embaixado es
An i-Bullying — alunos, p o esso es, assis en es ope acionais e pais — e elou-se
es u u an e. A abo dagem demons ou e icácia na p e enção do bullying. A
e idência ecolhida jus i ica a ins i ucionalização do plano e a sua eplicação
nou os con ex os escola es com ajus amen os mínimos.
PREVENÇÃO DO BULLYING E PROMOÇÃO DE UMA CULTURA
ESCOLAR POSITIVA: AVALIAÇÃO DE UM PROGRAMA CENTRADO
NA ESCOLA, NAS FAMÍLIAS E NA COMUNIDADE
Hugo Simões¹ & Bea iz Pe ei a¹
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
>Pala as-cha e: P e enção do bullying; Cul u a escola ; Educação socio
emocional; In e enção mul iní el; Embaixado es an i-bullying.
COMUNICAÇÃO LIVRE INCLUSÃO SOCIAL
/ PÁG. 119
Es e simpósio em como obje i o da a conhece o Mé odo Ubun u, uma
abo dagem de educação não- o mal implemen ada pelo Ins i u o Pad e An ónio
Viei a (IPAV), e que alice ça a Academia de Líde es Ubun u (ALU). Implemen ado
sob á ios o ma os, o Mé odo Ubun u, em como ma iz a iloso ia a icana
“Ubun u” e como di isa "Eu sou po que u és". A a és de alo es como a
in e dependência, a dignidade e o espei o pelos di ei os humanos, o Mé odo
Ubun u assen a em ês eixos nuclea es: a “É ica do Cuidado”, “Cons ução de
Pon es” e “Lide ança Se ido a”. Desde o ano le i o 2021-2022, mais de 400
ag upamen os de escolas (AE) e Escolas Não Ag upadas (ENA) o am al o do
p og ama “Escolas Ubun u”, esul an e de uma pa ce ia en e a Di eção Ge al da
Educação e o IPAV. Ab angendo a Academia de Líde es Ubun u – di igida a alunos
do 1º e 3º ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundá io – e as Academias de Escola
Colabo a i a – des inada a di e o es ou memb os da di eção de AE/ENA -, o
p og ama isa o desen ol imen o de compe ências como a empa ia, a esiliência e
o sen ido de se iço no seio da comunidade escola .
Susana Cai es¹
¹Cen o de In es igação em Educação da Uni e sidade do Minho (CIEd)
>Pala as-cha e: Ubun u; Academia de Líde es Ubun u; No o Pa adigma
Educacional.
SIMPÓSIO INCLUSÃO SOCIAL
PROGRAMA UBUNTU ESCOLAS: CONTIBUTOS PARA UM NOVO
PARADIGMA EDUCACIONAL
COORDENAÇÃO
/ PÁG. 120
Es e abalho isa con ibui pa a a discussão sob e a o e a de Educação In an il
de qualidade, ocando nas expe iências de uma escola na zona u al do B asil, que
implemen a o P oje o de Ações Pedagógicas baseado em Valo es Humanos
Uni e sais. A escassez de pesquisas sob e educação in an il em zonas u ais,
di icul a a comp eensão de con ex os especí icos, limi ando polí icas e p á icas
educacionais inclusi as e e icazes. O obje i o des e es udo é u iliza as
me odologias de ma iz lógica e eo ia da mudança, escolhidas po se em didá icas
e ealis as, amplamen e usadas na a aliação de polí icas, pa a esquema iza o
p oje o de in e enção na escola. Pa a co obo a a eo ia ap esen ada, o am
aplicados ques ioná ios aos uncioná ios e às amílias das c ianças. Os esul ados
mos am que após um ano le i o, desenha , pin a e eco a o am mais
equen es nos la es das c ianças, e le pa a as c ianças e ensina o al abe o o am
mais ealizadas. Essas a i idades con ibuem pa a o ap endizado e o mação de
ínculos en e c ianças e cuidado es, essenciais pa a um c escimen o saudá el
(Anis e al., 2022). As p o esso as ela a am uma e olução posi i a na elação com
as c ianças, com al os esco es de a inidade e a e os posi i os, associados ao bem-
es a emocional, socioa e i idade, ap endizado, au onomia e egulação emocional
(Thompson, 1994; Denham; Basse ; Wya , 2010; Shonko , 2012). Os p o issionais
demons a am al a sa is ação com a ida e au oes ima, esul ados que podem
es a elacionados à in e enção baseada em alo es humanos. Esses esul ados
pe mi em análises sob e os a o es que in luenciam a elação p o esso a-c iança,
desen ol imen o in an il, pe is das amílias na zona u al e as opo unidades que
essas c ianças êm em seus la es, con o me discu ido po Boyd e al. (2003). O
ins umen o de diagnós ico inicial de desen ol imen o in an il o e ece in o mações
sob e a zona u al, como al os índices de desen ol imen o mo o das c ianças que
mo am nesse con ex o.
CULTIVANDO VALORES HUMANOS NA PRIMEIRA INFÂNCIA: UM
ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA RURAL NO BRASIL
Guilhe me I i¹
¹Uni e sidade Fede al do Cea á
>Pala as-cha e: Educação in an il; Valo es humanos; Desen ol imen o in an il;
Zona u al.
POSTER CIENTÍFICO INFÂNCIA, CULTURA E SOCIEDADE
/ PÁG. 127
Es e es udo analisa a expe iência social e cul u al de c ianças que in eg am uma
banda de música ju enil, p ocu ando comp eende os signi icados que a ibuem a
essa i ência e os seus impac os no quo idiano indi idual e cole i o. A pa i de uma
pe spe i a sociológica, undamen ada na sociologia da in ância, da expe iência e
das emoções, explo a-se como as in e ações en e sujei os e es u u as sociais
in luenciam e são simul aneamen e moldadas pelas p á icas das c ianças. A
in es igação ado a uma abo dagem quali a i a de inspi ação e nog á ica, baseada
numa p esença p olongada do in es igado no e eno, com ecu so à obse ação
pa icipan e, egis o de no as de campo, con e sas in o mais, on es audio isuais e
in e ações mediadas po Wha sApp, de aco do com as p e e ências exp essas
pelos pa icipan es. O g upo ocal é u ilizado como es a égia de p oximidade,
e o çando a mo i ação, a coesão e o en ol imen o no p ocesso in es iga i o. O
es udo en ol e 22 c ianças, en e os 10 e os 18 anos, memb os da banda ju enil,
e le indo a sua composição eal e di e sidade. Os dados p elimina es indicam que
a pa icipação na banda p opo ciona expe iências cul u almen e signi ica i as,
omen a laços de amizade, solida iedade e con iança, es imula a exp essão
emocional, a ís ica e cul u al, e con ibui pa a a cons ução de iden idades,
sen imen os de pe ença e econhecimen o social. Es a in es igação sublinha a
ele ância da pa icipação cul u al enquan o di ei o consag ado na Con enção
sob e os Di ei os da C iança, ea i mando o papel a i o das c ianças na
( e)p odução cul u al e nas dinâmicas sociais e simbólicas em que se inse em.
A EXPERIÊNCIA DE PARTICIPAÇÃO CULTURAL DE CRIANÇAS
NUMA BANDA DE MÚSICA
Paulo Alexand e Fonseca Pin o de Vasconcelos¹ & Fe nando Ilídio da
Sil a Fe ei a²
¹Dou o ando em Es udos da C iança, In ância, Cul u a e Sociedade, Uni e sidade
do Minho
²Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
>Pala as-cha e: Sociologia da In ância; Pa icipação Cul u al; Emoções; Banda de
Música; Di ei os da C iança.
COMUNICAÇÃO LIVRE INFÂNCIA, CULTURA E SOCIEDADE
/ PÁG. 128
A abo dagem pedagógica de Reggio Emilia eme giu na I ália pós-Segunda Gue a
Mundial como espos a cole i a a um empo de uína e ein enção. Mais do que
econs ui edi ícios, a a a-se de econs ui ínculos — e a escola ocupou, desde
o início, o cen o simbólico desse p ocesso. A p opos a eggiana nasce, assim,
como p oje o de educação comp ome ido com a democ acia pa icipa i a,
en ol endo c ianças, p o esso es e comunidade em uma ede de escu a,
co esponsabilidade e ans o mação social. Es e abalho p opõe uma e lexão
eó ico-his ó ica sob e Reggio Emilia enquan o mani es ação polí ico-pedagógica.
Examina-se como os ideais de escola pública, pa icipação e cidadania se a iculam
à imagem de in ância e às p á icas educa i as concebidas na egião da Emília-
Romanha. Ao analisa o con ex o sociopolí ico do pós-gue a, comp eende-se a
abo dagem como up u a com os modelos adicionais e au o i á ios de ensino
in an il — e como apos a adical na po ência da c iança como sujei o a i o, plu al e
capaz. A documen ação pedagógica, o papel do ambien e e a o mação docen e
com in encionalidade é ica su gem, aqui, como pila es de um aze educa i o que
p io iza o cole i o sem apaga a singula idade. Ao a a a escola como espaço de
diálogo e cons ução de sen ido, a pesquisa sus en a que Reggio Emilia não é
apenas uma me odologia: é um posicionamen o. Um modo de en ende a educação
como p á ica social e polí ica. O abalho, de na u eza eó ica, p e ende con ibui
pa a os deba es sob e pedagogias pa icipa i as, e ocando a u gência de pensa
p oje os educa i os que dialoguem, de o ma conc e a, com os p incípios
democ á icos desde a in ância.
REGGIO EMILIA COMO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO:
DEMOCRACIA E INFÂNCIA NO CENTRO DA ESCOLA
Giulia Va ella¹
¹Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Uni e sidade do Po o
>Pala as-cha e: Reggio Emilia; Democ acia; In ância; Educação Pública;
Pedagogias Pa icipa i as.
COMUNICAÇÃO LIVRE INFÂNCIA, CULTURA E SOCIEDADE
/ PÁG. 129
O aumen o dos luxos mig a ó ios em indo a in ensi ica a mobilidade global,
azendo mudanças signi ica i as pa a o ambien e escola em Po ugal,
especialmen e nos con ex os da educação de in ância. O acolhimen o de c ianças
mig an es, nes e cená io, ap esen a desa ios signi ica i os, exigindo uma análise
cuidada das p á icas pedagógicas que p omo em a inclusão des as c ianças.
P opõe-se, nes a comunicação, a análise e e lexão dos desa ios en en ados po
c ianças, p o issionais e amílias, nes e con ex o, a pa i de uma e isão c í ica das
p incipais emá icas ap esen adas pela li e a u a con empo ânea, nas quais se
oca, igualmen e, o p oje o de in es igação Mundos da In ância: mig ações e
modos plu ais de se c iança num con ex o de educação de in ância. A e isão oi
ealizada com base na análise de e e ências bibliog á icas ecen es (2020–2024),
selecionadas po meio de uma busca sis emá ica nas bases SciELO, Google
Académico e Eu opean Ea ly Childhood Educa ion Resea ch Jou nal. Fo am
u ilizados os seguin es e mos-cha e, em po uguês e inglês: c ianças, mig ação,
acolhimen o e educação de in ância. Os c i é ios de inclusão p io iza am es udos
ocados em p á icas educa i as e es a égias de acolhimen o/inclusão de c ianças
em si uação de mig ação, com ên ase na educação de in ância. A análise e idencia
desa ios signi ica i os, como a exis ência de ba ei as linguís icas, a in isibilização
das iden idades cul u ais das c ianças e as di iculdades no en ol imen o das
amílias mig an es. Es es cons angimen os comp ome em o di ei o à educação e a
cons ução de elações de pe ença, e elando a necessidade de p á icas
pedagógicas mais sensí eis, humanizado as e cul u almen e esponsi as. Conclui-
se que os con ex os educa i os de em se epensados como espaços de
acolhimen o e diálogo in e cul u al, p omo endo a inclusão desde os p imei os
anos de ida. Es a e lexão p e ende con ibui pa a o deba e em o no das
in âncias mig an es, en a izando o papel da educação de in ância na cons ução de
uma sociedade mais jus a e inclusi a.
INFÂNCIAS MIGRANTES E OS DESAFIOS PARA OS CONTEXTOS DE
EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA
Ma ia João Gomes Gonçal es¹ & Na ália Fe nandes¹
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
>Pala as-cha e: C ianças; Mig ação; Acolhimen o; Educação de in ância.
POSTER CIENTÍFICO INFÂNCIA, CULTURA E SOCIEDADE
/ PÁG. 130
Reconhecida como sujei o de di ei os, a c iança de e c esce num ambien e
amilia pa a o ha monioso desen ol imen o da sua pe sonalidade, con o me
es abelece a Con enção sob e os Di ei os da C iança (CDC). Pa indo des e
desígnio, as Reg as Mínimas das Nações Unidas pa a o T a amen o de Reclusos e as
Reg as Peni enciá ias Eu opeias admi em que c ianças possam i e em con ex o
p isional com os p ogeni o es, desde que al co esponda ao seu supe io in e esse.
Em Po ugal, es a possibilidade es á p e is a desde o Dec e o-Lei n.º 265/79,
con udo, apenas em 2023 oi ap o ado um egulamen o especí ico sob e o
a amen o de c ianças que pe maneçam com os pais em es abelecimen os
p isionais, comp o ando a in isibilidade a que êm sido sujei as. Es e egulamen o
pe mi e que c ianças a é aos ês anos — ou excecionalmen e a é aos cinco —
esidam com os p ogeni o es em si uação de eclusão, embo a, na p á ica, apenas
duas p isões emininas disponham de condições adequadas pa a as acolhe , o que
es inge es a con i ência às mães. O documen o p e ê medidas ela i as ao
alojamen o, saúde, alimen ação, a i idades lúdicas na c eche, manu enção de
ínculos amilia es e p o eção con a iolência e abuso. Pa a comp eende em que
medida es as disposições se alinham com os Di ei os da C iança, ealizou-se uma
análise documen al ao egulamen o. Com e ei o, des aca-se que a ga an ia de um
ambien e que a o eça o desen ol imen o in eg al da c iança se coaduna com os
A igos 3.º, 6.º, 9.º, 24.º e 28.º da CDC; po ém, a ausência de disposições cla as
sob e a pa icipação da c iança nas decisões que a a e am di e amen e essal a
enquan o limi ação ace ao A igo 12.º. Sob e o p ocesso de ansição da c iança
pa a a ida ex amu os, o egulamen o ca ece de um planeamen o mais de alhado
pa a apoia a sua ( e)in eg ação social. Assim, não obs an e o egulamen o ado a
uma abo dagem consen ânea com os p incípios da CDC, ecomenda-se o
o alecimen o de polí icas públicas pa a sup i algumas lacunas iden i icadas.
A PERMANÊNCIA DE CRIANÇAS EM ESTABELECIMENTOS
PRISIONAIS JUNTO DOS PROGENITORES: ENTRE MUROS E
DIREITOS?
Vilma Sil es e¹, Na ália Fe nandes¹ & Ana Isabel Sani¹
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
²Uni e sidade Fe nando Pessoa
>Pala as-cha e: C iança; Di ei os da C iança; P isão; Reclusão; Regulamen o.
POSTER CIENTÍFICO INFÂNCIA, CULTURA E SOCIEDADE
,²
/ PÁG. 131
A mig ação in an il em sido equen emen e negligenciada nas polí icas públicas e
nos es udos cien í icos (Vanconcelos e Bo ega, 2015). Po es a azão, a p esen e
pesquisa em como obje i o comp eende as expe iências mig a ó ias de c ianças
e de que o ma se elacionam com a cidade de acolhimen o, ao p opo da
isibilidade e audibilidade (B i o, 2024; 2025) às ozes e expe iências das c ianças
mig an es, econhecendo-as como sujei os a i os, p odu o es de cul u a e
de en o es de na a i as singula es (Sa men o, 2008; Co sa o, 2011; Fe nandes,
2016, Pech elidis, 2021). Com base numa abo dagem quali a i a e undamen ada
numa pesquisa com c ianças (Co sa o, 2011; Kelle , 2010), es e es udo é ealizado
em con ex o escola , com um g upo compos o po 14 c ianças, de di e en es
nacionalidades, sendo qua o meninos e dez meninas, de idades en e os oi o e dez
anos. Como écnicas de p odução de dados, es e es udo ealizou en e is as,
con e sas in o mais, g upos ocais e mé odos isuais, ao en a cap a as
expe iências das c ianças na in es igação. As pe ceções das c ianças apon am
pa a dis in os sen imen os, como saudade, insegu ança na adap ação, esis ência,
acei ação e, a é es anhamen o e pe encimen o. Os esul ados p elimina es da
in es igação analisam que as c ianças a ibuem g ande alo às elações amilia es
e às no as amizades, p incipalmen e quando exp essam o desejo de aze
amilia es e amigos dos seus países de o igem pa a a cidade de acolhimen o.
Adicionalmen e, as c ianças e ela am que o mais impo an e na no a cidade são
os no os laços a e i os e amizades que es abelece am com a comunidade que os
acolheu, sob e udo no con ex o escola . Ao alo iza e econhece as na a i as das
c ianças nes a in es igação, p e endemos con ibui pa a a cons ução de no os
olha es sob e a e lexão e p oblema ização dos pe cu sos, desdob amen os e das
elações de a e o que as c ianças es abelecem no cu so de seus p ocessos
mig a ó ios.
CRIANÇAS MIGRANTES NA CIDADE DE ACOLHIMENTO: VOZES E
AFETOS EM CONTEXTO ESCOLAR
Suzana Gomes¹ & Dhemy B i o¹
¹Cen o de In es igação da Uni e sidade do Minho
>Pala as-cha e: Acolhimen o; (Des)a e os; Escola; Mig ação in an il, Sen imen o
de Pe ença.
COMUNICAÇÃO LIVRE INFÂNCIA, CULTURA E SOCIEDADE
/ PÁG. 132
Es e es udo ap esen a a in es igação sob e o concei o de agência e p o agonismo
musical na educação musical na p imei a in ância, in eg ando pe spec i as da
sociologia da in ância e analisando p á icas pedagógicas no B asil. O obje i o é
comp eende como as c ianças podem se econhecidas como pa icipan es a i as
e c iado as em seus p ocessos musicais, indo além do modelo adicional cen ado
no adul o. Apesa do econhecimen o c escen e das c ianças como agen es de
mudança em polí icas e educação (Wheele , 2023), pe sis e uma lacuna en e os
discu sos eó icos sob e agência (Young, 2006; Ka lsen, 2011, 2019; Young & Wu,
2019) e as p á icas pedagógicas que e e i amen e alo izam sua pa icipação. A
agência é en endida aqui como a capacidade da c iança de oma decisões,
exp essa p e e ências e in luencia o ambien e ao seu edo . Como esul ado,
p opõe-se um modelo concei ual que alo iza o p o agonismo in an il na educação
musical, p omo endo expe iências signi ica i as, c ia i as e colabo a i as. O
es udo suge e que econhece as c ianças como p o agonis as de suas i ências
musicais desloca o oco do ensino ansmissi o pa a uma ap endizagem a i a, onde
a escu a, a exp essão e a coau o ia musical são cen ais. Conclui-se que a
alo ização da agência in an il con ibui pa a ambien es educa i os mais inclusi os,
sensí eis às ozes e exp essões das c ianças, incen i ando p á icas que espei am
sua au onomia, c ia i idade e di ei o à pa icipação cul u al desde a p imei a
in ância.
AGÊNCIA E PROTAGONISMO MUSICAL INFANTIL: CONEXÕES
ENTRE EDUCAÇÃO E MÚSICA
Vi ian Dell Agnolo Ba bosa Madalozzo¹ & Na ália Fe nandes¹
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
>Pala as-cha e: Agência in an il; Educação musical; P o agonismo musical;
P imei a in ância; Pa icipação.
POSTER CIENTÍFICO INFÂNCIA, CULTURA E SOCIEDADE
/ PÁG. 133
Es e simpósio em como obje i o ap esen a e discu i di e en es es a égias de
a aliação e moni o amen o da Educação In an il a pa i de cinco pe spec i as
complemen a es: Famílias, P o issionais, EAPI (Escala de A aliação de Ambien es de
Ap endizagem), INAPI (Ins umen o de A aliação das Ap endizagens na P imei a
In ância) e Cognum (Ins umen o de A aliação da Cognição Numé ica). Com base
em ins umen os alidados e u ilizados em con ex os educacionais b asilei os, as
ap esen ações busca ão e idencia como a a iculação en e dados quan i a i os e
quali a i os pode con ibui pa a a p odução de diagnós icos mais sensí eis e
con ex ualizados sob e a qualidade da o e a educa i a pa a c ianças de 0 a 5 anos.
A p opos a con empla desde a escu a das amílias e o olha dos p o issionais da
educação a é a análise sis emá ica de ambien es e p ocessos de ap endizagem.
Se ão abo dados indicado es que pe mi em comp eende as condições
es u u ais, as opo unidades de ap endizagem, os ínculos a e i os e os aspec os
do desen ol imen o cogni i o e socioemocional das c ianças. Ao conside a
dis in as on es de in o mação e di e en es agen es en ol idos no co idiano da
Educação In an il, o simpósio p opõe uma abo dagem in eg ada e in e se o ial do
p ocesso a alia i o, con ibuindo pa a o o alecimen o das p á icas pedagógicas e
das polí icas públicas ol adas à p imei a in ância.
A di e sidade me odológica e emá ica das cinco p opos as pe mi e ap o unda o
deba e sob e a aliação como e amen a de escu a, planejamen o e
ans o mação das p á icas educacionais. Dessa o ma, o simpósio busca o e ece
subsídios eó icos e p á icos pa a p o issionais, ges o es e pesquisado es
comp ome idos com a p omoção de uma Educação In an il de qualidade e
cen ada no desen ol imen o in eg al das c ianças.
B ysa dos San os Fe nandes¹
¹Uni e sidade Fede al do Cea á
>Pala as-cha e: Educação In an il; A aliação; Moni o amen o; Qualidade
Educacional; Desen ol imen o.
SIMPÓSIO
CAMINHOS DA AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL:
PRÁTICAS, PERCEPÇÕES E INSTRUMENTOS
COORDENAÇÃO
INFÂNCIA, CULTURA E SOCIEDADE
/ PÁG. 134
Es a p opos a isa analisa as p á icas co idianas das amílias e sua elação com a
educação in an il, u ilizando um ques ioná io socioeconômico que explo a
aspec os da o ina amilia , a i idades ealizadas em casa, p á icas de lei u a e a
in e ação com a escola. O obje i o é comp eende como as condições
socioeconômicas e as a i udes amilia es impac am no desen ol imen o e no
desempenho educacional das c ianças. A cole a de dados é ealizada po meio de
um ques ioná io que ab ange ques ões sob e o ambien e amilia , os hábi os de
lei u a, o apoio escola e a pa icipação da amília nas a i idades pedagógicas. A
análise do pe il socioeconômico das amílias pe mi i e iden i ica possí eis
desigualdades que in luenciam o acesso à educação de qualidade e as
opo unidades de ap endizagem o a do ambien e escola . Além disso, é possí el
pe cebe como as p á icas amilia es, como a lei u a em casa e o apoio à
au onomia, con ibuem pa a o desen ol imen o cogni i o e socioemocional das
c ianças. A p opos a ambém busca in es iga a elação en e a escola e as
amílias, comp eendendo a pe cepção dos pais sob e a qualidade do a endimen o
educacional e seu ní el de engajamen o nas a i idades escola es. Assim, es e
es udo p opo ciona uma isão mais ampla das in luências ex e nas à sala de aula
que a e am a educação in an il, e pode con ibui pa a a o mulação de polí icas
públicas mais e icazes e p og amas de apoio ol ados pa a o o alecimen o da
pa ce ia en e escola e amília, undamen ais pa a o desen ol imen o in eg al das
c ianças.
B ysa Fe nandes¹, Le ícia Lima¹, Thaina a Al es¹ & Guilhe me I i¹
¹Uni e sidade Fede al do Cea á
>Pala as-cha e: Família e Educação; Desen ol imen o In an il; P á icas Familia es;
Pa ce ia Escola-Família; Pe il Socioeconômico.
COMUNICAÇÃO EM SIMPÓSIO
RETRATO DAS FAMÍLIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL:
PERCEPÇÕES, VIVÊNCIAS E INDICADORES PARA O
MONITORAMENTO DA QUALIDADE
INFÂNCIA, CULTURA E SOCIEDADE
/ PÁG. 135
A a uação dos p o issionais da Educação In an il é cen al pa a ga an i o
desen ol imen o in eg al das c ianças, especialmen e quando se conside a o papel
que esses agen es desempenham no p ocesso de a aliação e moni o amen o das
ap endizagens. Es a ap esen ação discu e como di e en es ins umen os podem
apoia os p o issionais na obse ação quali icada do desen ol imen o in an il, bem
como na comp eensão de aspec os subje i os que impac am sua p á ica co idiana.
Se ão ap esen ados e discu idos os seguin es ins umen os: a Escala de Relação
P o esso -Aluno (ERPA), que a alia a qualidade das in e ações pedagógicas; o
Fo mulá io de Diagnós ico Inicial do Desen ol imen o In an il, que pe mi e o
acompanhamen o de indicado es de desen ol imen o po aixa e á ia; além das
escalas de Au oes ima, Apego, A e os e Sa is ação com a Vida, que abo dam
aspec os emocionais e de bem-es a dos educado es. A p opos a p e ende
omen a uma e lexão c í ica sob e como esses ins umen os, pa a além de
diagnós icos, podem se comp eendidos como e amen as o ma i as, ampliando
o olha sob e a c iança e ambém sob e quem educa. Ac edi a-se que o
o alecimen o das condições emocionais e elacionais dos p o issionais é
indispensá el pa a a p omoção de con ex os educa i os mais esponsi os e
a e i os. Ao in eg a a aliação e cuidado, essa abo dagem con ibui pa a o
ap imo amen o da qualidade na Educação In an il. A ap esen ação dialoga com o
ema do simpósio ao des aca o papel dos p o issionais como sujei os a i os no
p ocesso de moni o amen o e como bene iciá ios de es a égias que alo izem sua
saúde emocional e sua a uação pedagógica.
Le ícia Lima¹, B ysa Fe nandes¹ & Guilhe me I i¹
¹Uni e sidade Fede al do Cea á
>Pala as-cha e: Educação In an il; Desen ol imen o In an il; A aliação Fo ma i a;
Bem-es a dos Educado es; Relação P o esso -C iança.
COMUNICAÇÃO EM SIMPÓSIO
INDICADORES PSICOSSOCIAIS E PEDAGÓGICOS NA EDUCAÇÃO
INFANTIL: CONTRIBUIÇÕES DAS ESCALAS APLICADAS A
PROFESSORES PARA O MONITORAMENTO DA QUALIDADE
INFÂNCIA, CULTURA E SOCIEDADE
/ PÁG. 136
A mediação li e á ia é conside ada essencial pa a a o mação in eg al das c ianças.
Vai além da decodi icação de pala as e oca na comp eensão e in e p e ação de
ex os e dos seus aspe os simbólicos. Es e p ocesso de comp ensão e
in e p e acão é de g ande impo ância pa a o desen ol imen o humano, pois ajuda
as c ianças a se em mais c í icas e c ia i as. Além disso, aumen a sua compe ência
linguís ica, desen ol e empa ia e ajuda a pe cebe o mundo e a si mesmas. A
in ância é o pe íodo c ucial pa a a consolidação da expe iência lei o a e a a es da
mediação pode-se ajuda a p e eni os e ei os da pob eza e da exclusão social.
Iden i ica-se as biblio ecas públicas como espaços de ele ância pa a a p omoção
da lei u a com c ianças. A é po que as biblio ecas p opo cionam um acesso
indispensá el à educação li e á ia, pois pe mi em a in e ação li e com di e sos
ace os, como: clássicos, a en u a, an asia, e c. Pa a mui as c ianças, as
biblio ecas são o p incipal, e ás ezes unico, local de encon o e e i o com a
li e a u a. Em Po ugal, a p omoção da lei u a em sido al o de polí icas públicas
impo an es, como a c iação do Plano Nacional de Lei u a (PNL), lançado em 2006.
O PNL isa ele a os ní eis de li e acia no país, que es a am abaixo da média
eu opeia, e in eg ou no as me odologias de mediação. Pa a o PNL é pos a a
necessidade de a ualiza as compe ências dos mediado es e de expe imen a
no as abo dagens.A in es igaçao ap esen a á a análise inicial de p á icas de
mediação li e á ia numa biblio eca pública do no e de Po ugal com c ianças de 6
a 12 anos, u iliza uma abo dageam quali a i a baseada em obse ação e
en e is as.
ENTRE O LIVRO E A ESCUTA: MEDIAÇÕES LITERÁRIAS COM
CRIANÇAS DE 6 A 12 ANOS EM BIBLIOTECA PÚBLICA
Luciane Dias Rod igues¹
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
>Pala as-cha e: Desen ol imen o lei o ; Plano Nacional de lei u a; Educação
Básica.
POSTER CIENTÍFICO INFÂNCIA, DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
/ PÁG. 143
A esc i a do nome p óp io em signi icado pessoal e social pa a as c ianças e
ep esen a uma das p imei as conexões en e linguagem o al e esc i a, podendo
se i como base pa a o desen ol imen o de habilidades iniciais de al abe ização.
Es e es udo analisa a ap endizagem do nome p óp io po meio do Ins umen o de
Acompanhamen o das Ap endizagens do Nome P óp io (NP), um egis o
sis emá ico u ilizado em u mas da Educação In an il, aplicado no co idiano escola
e que a alia as dimensões de esc i a, lei u a e iden i icação. A esc i a é
ca ego izada em no e ní eis, desde ga a ujas iniciais (ní el 1) a é a esc i a
con encional do nome comple o (ní el 9). A pesquisa oi ealizada em uma unidade
educacional da zona u al do Cea á. Pa a es ima as p obabilidades acumuladas de
p og essão na esc i a, u ilizou-se modelo logi o denado; as dimensões de lei u a e
iden i icação o am analisadas com logi pad ão. Além do NP, o am cole ados
dados semes ais po meio da Escala de Relacionamen o P o esso -C iança (ERPA),
Escala de A e os Posi i os e Nega i os (PANAS) e da Escala de Pa en alidade e
Ajus amen o Familia (PAFAS), aplicada às amílias. Também o am eunidas,
mensalmen e, amos as da esc i a espon ânea do nome p óp io das c ianças. Os
esul ados apon am o e associação en e a capacidade de esc e e o nome e o
conhecimen o do sis ema al abé ico. Obse ou-se uma p og essão cons an e nos
ní eis de esc i a ao longo dos meses, e idenciando um p ocesso de ap endizagem
g adual e espon âneo, coe en e com a li e a u a da á ea. A análise e elou a anços
consis en es en e as u mas e e o ça a impo ância de p á icas pedagógicas que
alo izem a esc i a do nome p óp io como eixo es u u an e da al abe ização na
Educação In an il.
PROGRESSÃO NA ESCRITA DO NOME PRÓPRIO: EVIDÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM ESPONTÂNEA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Mayana Souza de And ade¹ & Guilhe me I i¹
¹Uni e sidade Fede al do Cea á
>Pala as-cha e: Educação In an il; Al abe ização; Ap endizagem; A aliação;
Esc i a do Nome P óp io.
POSTER CIENTÍFICO INFÂNCIA, DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
/ PÁG. 144
A Educação In an il (EI) em po encial pa a impac a posi i amen e o
desen ol imen o cogni i o, mo o , social e socioemocional das c ianças. No
en an o, esses e ei os dependem da qualidade da o e a, sendo posi i os quando a
EI é de al a qualidade e, po ou o lado, podendo se nega i os em con ex os de
baixa qualidade. Dian e disso, o na-se essencial a alia a qualidade das
expe iências educa i as i enciadas pelas c ianças. Es e es udo em como obje i o
analisa a aplicação do Ins umen o de A aliação das Ap endizagens na P imei a
In ância (INAPI), desen ol ido no B asil e alinhado à Base Nacional Comum
Cu icula (BNCC), em uma unidade educacional da zona u al do Cea á. O INAPI
pe mi e iden i ica o desen ol imen o das ap endizagens essenciais e diagnos ica
desigualdades educacionais, a aliando compe ências undamen ais pa a o
desen ol imen o in eg al de c ianças na p é-escola. O es udo oi conduzido ao
longo de 2024, com aplicação do ins umen o em dois momen os do ano le i o,
com c ianças do In an il IV e V. A unidade in es igada ado a uma p opos a
pedagógica baseada nos Valo es Humanos Uni e sais. Os dados cole ados
pe mi i am analisa a e olução das ap endizagens e compa a os esul ados com
os de ou as edes educacionais que ambém u iliza am o INAPI. Os p incipais
a anços o am obse ados em ap endizagens elacionadas à exp essão o al,
econ o de his ó ias, mo icidade ampla, classi icação de obje os, coope ação e
en ol imen o. Po ou o lado, ap endizagens como iden i icação de gêne os
ex uais, econhecimen o de si, au ocuidado e au o egulação ainda eque em
maio a enção. Os esul ados e o çam a ele ância de ins umen os ex e nos de
a aliação como o INAPI, an o pa a o ien a p á icas pedagógicas quan o pa a
p omo e maio equidade e qualidade na Educação In an il.
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA
ANÁLISE A PARTIR DO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DAS
APRENDIZAGENS NA PRIMEIRA INFÂNCIA (INAPI)
Mayana Souza de And ade¹ & Guilhe me I i¹
¹Uni e sidade Fede al do Cea á
>Pala as-cha e: Educação In an il; A aliação das Ap endizagens; INAPI; Qualidade
Educacional; Equidade.
POSTER CIENTÍFICO INFÂNCIA, DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
/ PÁG. 145
Na escola desde a Educação P é-Escola ao 1.º Ciclo, a in e ligação en e a dança e
as es an es á eas cu icula es pe mi e uma abo dagem mais holís ica e in eg ada
da educação e do ensino, que es imula a c ia i idade, a imaginação e o
pensamen o c í ico das c ianças e alunos. Dessa o ma, conside amos que a dança
é uma e dadei a e amen a pedagógica essencial pa a p omo e um ensino mais
dinâmico, di e si icado e signi ica i o. Também o elo en e a dança e a p omoção
do bem-es a é possí el, explo ando-se di e en es abo dagens e écnicas pa a
po encializa os bene ícios da dança na saúde e no bem-es a das pessoas. Com
es a comunicação p e endemos di ulga e e le i algumas p á icas dinamizadas
po uma es agiá ia elacionadas com o seu ema de ela ó io de es ágio, “ap ende
com a dança: uma abo dagem in e disciplina em p ol do bem-es a da c iança”.
Pa a es e es udo, p edominan emen e quali a i o, eco emos à análise da
obse ação pa icipan e da es agiá ia e de egis os á ios ( o os, es emunho
deixado po c ianças/ alunos das u mas e educado es/ p o esso es) sob e as
p opos as de plani icação, as in e enções selecionadas e espe i as e lexões. Os
nossos esul ados pe mi em induzi que a dança, po si só, az momen os de alí io
e di e imen o, c ia i idade e espon aneidade, sendo uma o e aliada nas
es an es á eas/domínios explo ados ao longo das o ien ações e cu ículo, pois
a a és de pequenas sequências de i mo, passos, músicas, en e ou as
es a égias as c ianças conseguem in e io iza de o ma mais na u al os con eúdos
e emas explo ados. Dep eendemos que o bem-es a , que se e e e a um es ado de
sa is ação e equilíb io em di e sas á eas da ida, no que diz espei o a aspe os
ísicos, cogni i os, emocionais e sociais, pode se e le ido jun o das c ianças nas
p á icas diá ias escola es onde a dança aça pa e.
UMA ABORDAGEM DE EDUCAÇÃO E ENSINO INTERDISCIPLINAR
REALIZADA A PARTIR DA DANÇA - PRÁTICAS E REFLEXÕES DE UMA
ESTAGIÁRIA
Ma ia Inês Sousa¹ & Isabel Condessa²
¹FCSH da Uni e sidade dos Aço es e C eche K iabebés
²FCSH da Uni e sidade dos Aço es e Cen o de In es igação em Es udos da
C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
>Pala as-cha e: Escola In an il; In e disciplina idade; P á icas com Dança; Ensino-
Ap endizagem; Bem-es a .
COMUNICAÇÃO LIVRE INFÂNCIA, DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
/ PÁG. 146
Es a comunicação az pa e de um p oje o ese de in es igação que es amos a
desen ol e no Ins i u o de Educação, da Uni e sidade do Minho, no âmbi o do
Dou o amen o em Es udos da C iança, cujo obje i o é de p opo modelos pa a
abalha o Ensino Expe imen al das Ciências da Na u eza no Ensino P imá io em
Angola. P e ende-se, que os es udan es conheçam ou os modelos de ensino das
Ciências, além daqueles que são p opos os pelos manuais e guias me odológicos
igen es no sis ema de ensino angolano. Pa a p ossegui a in es igação eco e -
se-á a uma me odologia quali a i a com uma abo dagem p óxima da In es igação-
Ação, com ecu so a en e is a, inqué i o po ques ioná io bem como ichas de
análise das a i idades expe imen ais. Vá ios es udos já ealizados, e ela am que o
ensino das ciências na escola, com ecu so aos modelos como: as analogias,
ap endizagem baseadas na esolução de p oblemas (ABRP), ap endizagem
coope a i a e a i idades labo a o iais ajudam na p omoção da li e acia cien í ica
dos alunos. Assim, espe amos que es e es udo con ibua pa a a melho ia da
qualidade do Ensino P imá io em Angola especialmen e na á ea ensino das Ciências
da Na u eza. A implemen ação das abo dagens expe imen ais baseadas no
desen ol imen o da li e acia cien í ica no con ex o angolano, ga an e que os
u u os p o esso es do Ensino P imá io melho a em suas p á icas pedagógicas
cen ando-as nas a i idades expe imen ais desa iado as, endo em con a a
pe spe i a socio-cons u i is a, segundo a qual p i ilegia o aluno como cen o da
acção educa i a. Po an o, é necessá io apos a na o mação inicial e con ínua,
mais especializada dos p o esso es, sob e udo a ní el das Ins i uições do Ensino
Supe io (Escolas Supe io es pedagógicas e os Ins i u os Supe io es de Ciências da
Educação – ISCED) de modo que se possa ga an i um ensino quali icado, ol ado
undamen almen e na o mação das compe ências do sabe , sabe se e sabe
aze .
MODELOS PARA TRABALHAR O ENSINO EXPERIMENTAL DAS
CIÊNCIAS DA NATUREZA NO ENSINO PRIMÁRIO EM ANGOLA
Felisbe o de Almeida Césa Jo e e¹ & Fe nando Guima ães¹
¹Ins i u o de Educação da Uni e sidade do Minho
>Pala as-cha e: Modelos; Ensino Expe imen al das Ciências; Ensino P imá io.
INFÂNCIA, DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
COMUNICAÇÃO LIVRE
/ PÁG. 147
Es e p oje o de ese, p opõe p omo e o ensino das Ciências a a és de uma
abo dagem in es iga i a e in e disciplina no âmbi o do P oje o de Recupe ação de
A aso Escola no Ensino Regula (PRAEER), na p o íncia de Cabinda, Angola. A
p opos a su ge da necessidade de apoia os p o esso es na supe ação das
di iculdades na lecionação de con eúdos de Ciências da Na u eza, a a és da
cons ução colabo a i a e alidação de guias me odológicos. O es udo em como
obje i o iden i ica os con ibu os da abo dagem in eg ada e in es iga i a das
ciências pa a en en a os desa ios didá ico-pedagógicos no con ex o do PRAEER.
A in es igação desen ol e-se segundo uma me odologia híb ida de na u eza
desc i i a, es u u ada em seis ases. Inicialmen e, se á ealizada uma análise
documen al da legislação educa i a angolana e dos p og amas cu icula es.
Segui -se-á a aplicação de ques ioná ios pa a diagnos ica a o mação cien í ica
dos p o esso es, bem como as suas pe ceções e di iculdades no ensino das
ciências. Pos e io men e, se á p omo ida uma ação de o mação docen e, com
en oque em p á icas pedagógicas con ex uais, que culmina á na elabo ação
conjun a de um guia de apoio à lecionação. Es e guia se á implemen ado e a aliado
em con ex o eal de sala de aula, com acompanhamen o di e o da in es igado a e
ecolha sis emá ica de dados a a és de diá ios de campo. A e o mulação do guia
oco e á com base na análise de con eúdo dessas obse ações. Adicionalmen e,
g upos ocais de p o esso es se ão en e is ados pa a a alia o impac o o ma i o
e iden i ica cons angimen os. Po im, se á e e uada uma a aliação compa a i a
das ap endizagens dos alunos an es, du an e e após a implemen ação das
a i idades, eco endo-se a um desenho de caso único.
O ENSINO DAS CIÊNCIAS POR INVESTIGAÇÃO: CONTRIBUTOS
PARA O PROJETO DE RECUPERAÇÃO DO ATRASO ESCOLAR NO
ENSINO REGULAR NA PROVÍNCIA DE CABINDA
Zolina Massiala¹ & Paulo Va ela²
¹Cen o de In es igação da Uni e sidade do Minho
²Uni e sidade do Minho
>Pala as-cha e: Ciências; Ensino po in es igação; In e disciplina idade; P aee .
COMUNICAÇÃO LIVRE INFÂNCIA, DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
/ PÁG. 148
A educação em Ciências, pa icula men e no âmbi o da Educação Ambien al (EA)
pa a a p ese ação do pa imónio geológico, en en a o desa io de aduzi
concei os complexos em expe iências signi ica i as pa a c ianças, mas ambém
educado es de in ância, a iculando os ecu sos mine ais e o pa imónio geológico
com a explo ação didá ica dos seus concei os base, al como Ped a Na u al e Ped a
Pa imónio Mundial da Humanidade (UNESCO), numa abo dagem p á ica e lúdica,
cen ada na alo ização das ped as na u ais enquan o ecu sos, pa imónio cul u al
e elemen os de sus en abilidade. Assim, es a in es igação em como obje i o
analisa os e ei os de uma o icina de o mação pa a educado es de in ância no seu
en ol imen o na coc iação de um p o ó ipo ecogeodidá ico, ei o de despe dícios
de ped a na u al, pa a p omo e a EA pa a a sus en abilidade. Assim, o am
en ol idos na O icina de Fo mação “Coc iação de p o ó ipos ecogeodidá icos na EA
pa a a Sus en abilidade” 17 educado es de in ância, com os seguin es obje i os:
i)a e igua como e olui a sua li e acia ambien al e em pa imónio geológico;
ii)ca a e iza como e olui a sua pe ceção sob e as p á icas de EA com as c ianças;
iii) ca a e iza as dinâmicas de c iação do p o ó ipo ecogeodidá ico na o mação;
i )a e igua o con ibu o des as educado as de in ância pa a o es udo de me cado
do p o ó ipo ecogeodidá ico. Os dados o am ecolhidos a a és de uma en e is a
semies u u ada an es e após a o mação, obse ação pa icipan e com elabo ação
de diá ios de aula e análise dos documen os p oduzidos du an e a o mação.
Ve i icou-se que a maio pa e das pa icipan es aumen ou a sua li e acia ambien al
e em pa imónio geológico, odas o am capazes de concebe e implemen a
ecu sos didá icos ino ado es na EA, p omo endo a alo ização dos ecu sos e
pa imónio na u al, e de apoia p á icas de en ol imen o a i o das c ianças no
p ocesso de coc iação da melho ia do p o ó ipo, espei ando as suas necessidades
senso iais e de ap endizagem, bem como omen a a i udes p ó-ambien ais nas
c ianças, a a és de p á icas colabo a i as e e lexi as.
COCRIAÇÃO DE PROTÓTIPOS ECOGEODIDÁTICOS NA EDUCAÇÃO
AMBIENTAL PARA A SUSTENTABILIDADE: POTENCIALIDADES DE
UMA OFICINA DE FORMAÇÃO CONTÍNUA DE EDUCADORES DE
INFÂNCIA
Madalena To es¹, Te esa Vilaça¹, Raquel Al es² & B uno Figuei edo³
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
²Emp esa Me cado da Ped a
³Cen o de In es igação Lab2PT da Uni e sidade do Minho
⁴Escola de A qui e u a A e e Design da Uni e sidade do Minho
>Pala as-cha e: Fo mação con ínua; Coc iação; Educação ambien al; Li e acia
ambien al; Recu so e Pa imónio geológico; Recu so ecogeodidá ico.
COMUNICAÇÃO LIVRE INFÂNCIA, DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
,³,⁴
/ PÁG. 149
Num con ex o educa i o ainda amplamen e ma cado po e e ências cul u ais
exógenas, es a comunicação p opõe e le i sob e o papel dos ex os li e á ios
angolanos pa a a in ância como ins umen o undamen al pa a o desen ol imen o
da linguagem e da iden idade cul u al de c ianças en e 3 e 5 anos. A pa i da
análise de ês ob as que in eg am um co pus li e á io ep esen a i o da adição
o al angolana, e idenciam-se as po encialidades desses ma e iais na p omoção de
ap endizagens signi ica i as. Os elemen os isuais e simbólicos dialogam com
na a i as en aizadas na cosmo isão ban u e nas p á icas comuni á ias, susci ando
a cu iosidade, a escu a a i a, a o alidade e a consciência iden i á ia. As capas dos
li os de li e a u a in an il em análise — ib an es em co , ex u a e ep esen ação
simbólica — suge em mui o mais do que a en ada num uni e so iccional: elas
p ome em uma expe iência cul u al p o unda, en aizada nas adições o ais e
isuais de Angola. Po conseguin e, com es e es udo, espe a-se que as c ianças
possam e le i sob e o ambien e na u al e cul u al de Angola, com e e ências à
auna, à ida comuni á ia e as adições locais. No en an o, ao ag ega sabe es
locais, adições e lendas, es as ob as uncionam como disposi i os de mediação
cul u al que alo izam os modos de ida ances ais, con a iando o domínio de
con eúdos eu ocên icos nas p á icas pedagógicas. A comunicação ap esen a á
p opos as me odológicas de desen ol imen o linguís ico, com oco em a i idades
de p é-lei u a, lei u a e pós-lei u a, pensadas pa a o con ex o da educação in an il
angolana. Tais p opos as isam a o ece a educação li e á ia, omen a a
cons ução de ínculos a e i os com a lei u a e con ibui pa a a o mação de
sujei os c í icos e cul u almen e conscien es.
RAÍZES QUE CONTAM: ESTUDO EXPLORATÓRIO DE OBRAS DE
LITERATURA INFANTIL ANGOLANA PARA A EDUCAÇÃO PRÉ-
ESCOLAR
Nelício Fe nando De Sousa¹, Fe nando Aze edo¹ & C is ina Pa en e¹
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
>Pala as-cha e: Li e a u a in an il angolana; Iden idade cul u al; Educação
in an il; Desen ol imen o da linguagem; T adição o al.
COMUNICAÇÃO LIVRE INFÂNCIA, DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
/ PÁG. 150
O p esen e es udo em como obje i o in es iga as es a égias de na ação
emp egadas du an e a ho a do con o no con ex o da Educação P é-escola , endo
como cená io um Cen o In an il si uado no município do Lubango, em Angola. A
pesquisa pa e do econhecimen o do papel cen al que a li e a u a in an il
desempenha no desen ol imen o in eg al das c ianças, con ibuindo não apenas
pa a o en iquecimen o do ocabulá io e das compe ências linguís icas, mas
ambém pa a o o alecimen o das dimensões cogni i as, emocionais, sociais e
cul u ais desde os p imei os anos de ida. Nesse sen ido, a in es igação busca
comp eende de que o ma os educado es de in ância mobilizam di e en es
ecu sos e écnicas na a i as ais como a iações ocais, exp essões co po ais,
uso de obje os simbólicos, en e ou os e como essas es a égias a e am o ní el de
a enção, o en ol imen o emocional e a cons ução de signi icados po pa e das
c ianças. Pa icipa ão do es udo oi o educado es de in ância, cujas p á icas
pedagógicas se ão analisadas a pa i de uma abo dagem quali a i a, com base na
me odologia do Es udo de Caso. As p incipais écnicas de ecolha de dados
inclui ão en e is as semies u u adas, que possibili a ão a comp eensão das
pe ceções e in enções pedagógicas dos educado es, e obse ações di e as em
con ex o educa i o, pe mi indo a análise das in e ações eais en e na ado es e
c ianças du an e a ho a do con o. Es e es udo es á alinhado ao 4.º Obje i o de
Desen ol imen o Sus en á el (ODS) da Agenda 2030 da ONU, que isa assegu a
uma educação inclusi a, equi a i a e de qualidade. Espe a-se que os esul ados
con ibuam pa a a alo ização da ho a do con o como uma p á ica educa i a
essencial, des acando seu po encial como ins umen o de mediação cul u al e de
p omoção de ap endizagens signi ica i as e du adou as na in ância, além de apoia
a o mação con ínua de educado es no campo da pedagogia na a i a.
ESTRATÉGIAS DE NARRAÇÃO PARA A EXPLORAÇÃO DA HORA DO
CONTO NO CONTEXTO PRÉ-ESCOLAR. ESTUDO DE CASO NO
MUNICÍPIO DO LUBANGO, ANGOLA
Analasia Elias Jaime¹
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
>Pala as-cha e: Es a égias pedagógicas; Na ação; Ho a do con o; Educação P é-
escola .
POSTER CIENTÍFICO INFÂNCIA, DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
/ PÁG. 151
O es ágio é uma componen e cen al da o mação inicial de educado es/as de
in ância, p opo cionando o desen ol imen o de compe ências p o issionais em
con ex os eais. O Es ágio em con ex o de c eche, con igu a-se como uma e apa
o ma i a undamen al, não apenas pa a a cons ução da p o isionalidade
especí ica, mas ambém pa a o desen ol imen o de conceções pedagógicas
c í icas e undamen adas sob e a imagem da c iança e sob e a especi icidade da
ação educa i a, conside ando as ca ac e ís icas pa icula es da educação e do
cuidado de c ianças a é aos ês anos de idade. Nes a comunicação analisa-se de
que o ma os ela ó ios de es ágio em c eche e elam as ep esen ações da
c iança, as conceções do papel p o issional do/a educado /a de in ância e os
p ocessos de cons ução da iden idade p o issional. Pa indo de uma abo dagem
quali a i a e documen al, o am selecionados cinco ela ó ios de es ágio do
Mes ado em Educação P é-Escola , públicos e disponí eis no REPOSITÓRIUM e de
anos le i os di e en es. A análise oi ealizada com ecu so à análise emá ica,
anco ada em e e enciais eó icos da pedagogia da in ância e es udos sob e a
iden idade p o issional docen e. Os esul ados e idenciam uma p og essi a
cla i icação da especi icidade da in e enção educa i a em c eche, sublinhando a
a iculação en e educa e cuida . Eme gi am ep esen ações da c iança como
cu iosa, c ia i a, de en o a de di ei os e com capacidade de pa icipação a i a na
cons ução do quo idiano educa i o. Rela i amen e ao papel do/a educado /a,
des acam-se conceções que alo izam o b inca , a obse ação, a o ganização do
espaço e do empo, as in e ações educa i as e as pa ce ias com as amílias,
semp e com o econhecimen o do po encial e da compe ência pa icipa i a de
bebés e c ianças Ainda assim, os dados e idenciam algumas zonas de ambiguidade
e ensões en e os e e enciais eó icos e as p á icas obse adas, e le indo os
desa ios ine en es ao p ocesso o ma i o. Es a análise pe mi e e le i c i icamen e
sob e a o ma como os/as u u os/as educado es/as cons oem as suas conceções
sob e a c iança e a p á ica pedagógica em c eche, sublinhando a impo ância do
es ágio como espaço de desen ol imen o p o issional e de ans o mação das
ep esen ações da in ância e da ação educa i a.
DE QUE CRIANÇA FALAM OS EDUCADORES EM FORMAÇÃO?
TENSÕES E TRANSFORMAÇÕES NA FORMAÇÃO EM CRECHE
C is ina Pa en e¹
¹Cen o de In es igação em Es udos da C iança da Uni e sidade do Minho (CIEC)
>Pala as-cha e: Fo mação inicial de educado es/as de in ância; Es ágio em
c eche; Rep esen ações da C iança; Iden idade P o issional.
COMUNICAÇÃO LIVRE INFÂNCIA, DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
/ PÁG. 152