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Estudo de caso do processo de avaliação de desempenho numa I.P.S.S.

Author: Guimarães, João Manuel Dias Pinheiro
Year: 2025
Source: https://repositorium.uminho.pt/bitstreams/6845f048-577e-46c7-8c22-8b6367868424/download
Uni e sidade
do
Minho
Ins i u o de Educação
João
Manuel
Dias
Pinhei o
Guima ães
Es udo de caso do p ocesso de
a aliação de desempenho numa
I.P.S.S.
Janei o
de
2025
Es udo
de
caso
do
p ocesso
de
a aliação
de
desempenho
numa
I.P.S.S.
João
Guima ães
UMinho
|
2025
João
Manuel
Dias
Pinhei o
Guima ães
Es udo de caso do p ocesso de a aliação de
desempenho numa I.P.S.S.
Rela ó io de Es ágio
Mes ado em Educação
Á ea de Especialização em Fo mação, T abalho e Recu sos
Humanos
T abalho
e e uado
sob
a
o ien ação
do
Dou o
Guilhe me
Rego
da
Sil a
Janei o
de
2025
ii
DIREITOS DE AUTOR E CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO DO TRABALHO POR TERCEIROS
Es e é um abalho académico que pode se u ilizado po e cei os desde que espei adas as
eg as e boas p á icas in e nacionalmen e acei es, no que conce ne aos di ei os de au o e
di ei os conexos.
Assim, o p esen e abalho pode se u ilizado nos e mos p e is os na licença abaixo indicada.
Caso o u ilizado necessi e de pe missão pa a pode aze um uso do abalho em condições não
p e is as no licenciamen o indicado, de e á con ac a o au o , a a és do Reposi ó iUM da
Uni e sidade do Minho.
Licença concedida aos u ilizado es des e abalho
A ibuição CC BY
h ps://c ea i ecommons.o g/licenses/by/4.0/
iii
AGRADECIMENTOS
Gos a ia de exp essa a minha g a idão a odos aqueles que me acompanha am e
apoia am ao longo des a jo nada.
Em p imei o luga , ao meu o ien ado de es ágio, deixo o meu econhecimen o pela
o ien ação e dedicação ao longo de odo o p ocesso, que o am essenciais pa a a conc e ização
des e abalho.
À minha acompanhan e de es ágio na ins i uição, o meu especial ag adecimen o po oda
a o ien ação p á ica e pelos ensinamen os ansmi idos, que me ajuda am a desen ol e
compe ências impo an es pa a o meu pe cu so p o issional enquan o u u o p o issional de
Recu sos Humanos.
Aos colabo ado es da San a Casa da Mise icó dia, exp esso a minha g a idão pela o ma
calo osa como me acolhe am. Um ag adecimen o em pa icula aos colabo ado es dos se iços
adminis a i os, que me ajuda am a supe a cada desa io que apa eceu ao longo do es ágio e
cujos ensinamen os p á icos se e ela am de imenso alo , e os quais le a ei pa a a ida.
Aos coo denado es da San a Casa da Mise icó dia, o meu ag adecimen o pela
disponibilidade demons ada pa a pa icipa nes e es udo, bem como pela abe u a em pa ilha
as suas expe iências e conhecimen os p o issionais.
Ao Senho P o edo da San a Casa da Mise icó dia, deixo ambém um since o
ag adecimen o po me e pe mi ido ealiza es e es udo no seio da ins i uição, p opo cionando-
me uma expe iência ica e de g ande ap endizagem.
Ag adeço p o undamen e à minha amília, especialmen e à minha mãe, pelo incansá el
apoio p es ado nes e g ande desa io da minha ida. Sem o seu incen i o e comp eensão, es e
caminho e ia sido mui o mais á duo.
Não posso deixa de ag adece aos meus amigos, que me apoia am incondicionalmen e
du an e es a ase, mui as ezes desa ian e, mas que me de am a o ça necessá ia pa a segui em
en e.
Finalmen e, aos meus colegas de mes ado que pa ilha am comigo es a jo nada. A
in e ajuda e o companhei ismo que desen ol emos ao longo des e pe cu so o am essenciais pa a
a supe ação de cada obs áculo.

i
DECLARAÇÃO DE INTEGRIDADE
Decla o e a uado com in eg idade na elabo ação do p esen e abalho académico e con i mo que
não eco i à p á ica de plágio nem a qualque o ma de u ilização inde ida ou alsi icação de
in o mações ou esul ados em nenhuma das e apas conducen e à sua elabo ação.
Mais decla o que conheço e que espei ei o Código de Condu a É ica da Uni e sidade do Minho.
Es udo de caso do p ocesso de a aliação de desempenho implemen ado
numa I.P.S.S.
Resumo
Es a ela ó io de es ágio de mes ado oca-se no p ocesso de a aliação de desempenho
implemen ado numa Ins i uição Pa icula de Solida iedade Social, explo ando a sua ele ância
pa a o desen ol imen o dos colabo ado es e pa a a e icácia da o ganização.
A in es igação oi conduzida na San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho (S.C.M.R.V.),
nome ic ício, e en ol eu a análise de á ios aspe os da a aliação de desempenho. A a és de
en e is as, inqué i os e ou as écnicas de in es igação, o am ecolhidos dados que pe mi i am
uma e lexão c í ica sob e a p á ica de a aliação de desempenho, des acando a impo ância da
o mação con ínua e o alinhamen o en e as compe ências indi iduais dos colabo ado es e os
obje i os o ganizacionais.
Em conclusão, a a aliação de desempenho na Ins i uição Pa icula de Solida iedade
Social es udada mos ou-se uma e amen a essencial pa a a ges ão de alen os e a melho ia
con ínua dos seus se iços, embo a o p ocesso es udado seja um p ocesso obus o e bem
implemen ado, o am encon adas algumas lacunas no mesmo que ainda podem se melho adas,
nomeadamen e o ajus e nos c i é ios de a aliação de desempenho, de modo a o ná-los mais
obje i os e di ecionados a cada unção dos colabo ado es da S.C.M.R.V.
Pala as-cha e: A aliação de desempenho, Fo mação, Recu sos Humanos, C i é ios de
A aliação, Ins i uições Pa icula es de Solida iedade Social
i
Case s udy o he pe o mance e alua ion p ocess implemen ed in a I.P.S.S.
Abs ac
This p esen epo ocuses ocuses on he pe o mance e alua ion p ocess implemen ed
in a P i a e Ins i u ion o Social Solida i y explo ing i s ele ance o employee de elopmen and
o ganiza ional e ec i eness.
The esea ch was conduc ed a “San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho” (S.C.M.R.V.),
a ic i ious name, and in ol ed he analysis o a ious aspec s o pe o mance e alua ion.
Th ough in e iews, su eys, and o he esea ch echniques, da a we e collec ed o e lec c i ically
on he pe o mance e alua ion p ac ice, highligh ing he impo ance o con inuous aining and he
alignmen be ween employees, indi idual compe encies, and o ganiza ional goals.
In conclusion, he pe o mance e alua ion s udied a he P i a e Ins i u ion o Social
Solida i y p o ed o be an essen ial ool o alen managemen and he con inuous imp o emen
o i s se ices. Al hough he p ocess s udied is obus and well-implemen ed, some gaps we e
ound ha can s ill be imp o ed, namely he adjus men o he pe o mance e alua ion c i e ia o
make hem mo e objec i e and ailo ed o each employee’s ole a S.C.M.R.V. Adap a ion o he
pe o mance e alua ion c i e ia o make hem mo e objec i e and a ge ed o each unc ion o he
S.C.M.R.V. s a .
Keywo ds: Pe o mance e alua ion, T aining, Human Resou ces, E alua ion C i e ia, P i a e
Ins i u ions o Social Solida i y
ii
Índice:
DIREITOS DE AUTOR E CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO DO TRABALHO POR TERCEIROS .............. ii
AGRADECIMENTOS .................................................................................................................. iii
DECLARAÇÃO DE INTEGRIDADE ............................................................................................... i
Resumo .....................................................................................................................................
Abs ac .................................................................................................................................... i
Índice de abelas ...................................................................................................................... xi
Índice de G á icos ..................................................................................................................... xi
Lis a de Siglas ......................................................................................................................... xiii
I - In odução ............................................................................................................................ 1
1. Ap esen ação sumá ia do ema de es ágio ........................................................................ 1
2. Explici ação da es u u a/o ganização do ela ó io ............................................................ 2
II - Enquad amen o Con ex ual do Es ágio ................................................................................. 3
1 - O que são Ins i uição pa icula es de Solida iedade: ......................................................... 3
2- His ó ia e O igem da San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho .......................................... 3
3 - Valências da San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho ..................................................... 4
3.1. – Valências da In ância da San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho .............................. 5
3.1.1 – Be çá io, C eche e Ja dim de In ância .................................................................. 5
3.1.2. – Cen o de A i idades de Tempos Li es ............................................................... 5
3.2 – Valências Sénio es ...................................................................................................... 5
3.2.1 – Es u u a Residencial pa a Pessoas Idosas ........................................................... 5
3.2.2 – Cen o de Dia ...................................................................................................... 6
3.2.3 – Se iço de Apoio Domiciliá io ............................................................................... 6
3.3 – Cen o Médico............................................................................................................. 7
3.4. – Se iços Adminis a i os ............................................................................................. 7
4 - Ca ac e ização do Publico Al o ........................................................................................ 8
1
I - In odução
1. Ap esen ação sumá ia do ema de es ágio
Es e ela ó io de es ágio, no âmbi o do “mes ado em Educação – Fo mação, T abalho e
Recu so Humanos”, ap esen a odo o meu p ocesso de es ágio desen ol ido na “San a Casa da
Mise icó dia de Rio Velho” (S.C.M.R.V.), sendo es e um nome ic ício de modo a p ese a a sua
iden idade, e pela qual se á e e ida ao longo des e ela ó io de es ágio. Es e es ágio deco eu do
dia cinco de ou ub o de dois mil e in e e ês a é ao dia cinco de junho de dois mil e in e e qua o.
O ema cen al des e es udo oi o p ocesso de a aliação de desempenho implemen ado
numa Ins i uição Pa icula de Solida iedade Social (I.P.S.S.). A a aliação de desempenho
co esponde a “(…) uma sé ie de écnicas e mé odos com a inalidade de ob e in o mações sob e
o compo amen o p o issional do colabo ado em unção das a e as que desempenha na
emp esa” (Ca alho, 1989, p. 59). A a és des a e amen a, as emp esas, ou ins i uições como
no caso da S.C.M.R.V., conseguem ob e uma isão cla a e obje i a do con ibu o indi idual de
cada colabo ado . Nes e sen ido, a a ibuição de p émios e p omoções baseia-se equen emen e
nos esul ados ob idos a a és des e p ocesso. Cei il e Ba os (1991) des acam a ele ância des as
p á icas ao a i ma que a a aliação de desempenho possibili a “a a ibuição de p émios, o
diagnós ico de necessidades de o mação, as p omoções e econ e sões in e nas, en e ou as”
(Cei il & Ba os, 1991, p. 60). Assim, além de se uma e amen a de ges ão de alen os, a
a aliação de desempenho o na-se c ucial pa a o desen ol imen o p o issional, pe mi indo
iden i ica as á eas que ca ecem de ape eiçoamen o e p omo e a p og essão de ca ei a dos
colabo ado es com base nos esul ados ob idos.
No âmbi o des e mes ado, é pa icula men e ele an e abo da es e ema, pois a
a aliação de desempenho “(…) é o melho caminho pa a a emp esa es a os esul ados de seus
es o ços com einamen o, po que, po seu in e médio, a emp esa pode á acompanha a mudança
da condu a do emp egado” (Aquino, 1980, p. 180), con o me as pala as de Aquino, podemos
a i ma que a a aliação de desempenho pe mi e supe isiona a e olução dos colabo ado es e
ajus a os p og amas o ma i os consoan e as necessidades de e adas, ga an indo que a o mação
seja e icaz e aga bene ícios an o pa a o abalhado como pa a a o ganização de abalho.

2
2. Explici ação da es u u a/o ganização do ela ó io
Es e ela ó io de es ágio con a com seis secções dis in as, sendo es as qua o capí ulos,
encon ados nas secções “II”, “III”, “IV” e “V”, e as ou as duas secções são “I – In odução” e
as “VI - Conside ações inais”.
O p imei o capí ulo des e ela ó io, é o “Enquad amen o Con ex ual de Es ágio”, onde
explico um pouco sob e o que são ins i uições pa icula es de solida iedade social, a o igem da
San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho, as alências que dela azem pa e, quem é o público
al o des e es udo, como é o sis ema de a aliação de desempenho da San a Casa da Mise icó dia
de Rio Velho (S.C.M.R.V.), e explico ambém qual a pe inência des e ema.
O segundo capí ulo é o “Enquad amen o Teó ico da P oblemá ica de Es ágio”, onde
explico o que é a aliação de desempenho, como es a oi su gindo no âmbi o dos ecu sos
humanos, e os á ios mé odos, écnicas e e os na sua aplicação.
O e cei o capí ulo, é o “Enquad amen o Me odológico do Es ágio” onde explico odas as
écnicas e o mé odo usado pa a ecolhe in o mação pa a es e es udo.
O qua o capí ulo, com o nome “Ap esen ação e Discussão do P ocesso de
In es igação/In e enção” é onde demons o odas as in o mações que ecolhi du an e o meu
es ágio, bem como a discussão dos esul ados de pesquisa ob idos, eco endo a e e enciais
eó icos sob e o ema.
Po im, ence ando es e ela ó io es ão “Conside ações inais”, onde dou o meu pa ece sob e
oda a pesquisa ecolhida, bem como os bene ícios que es e es udo ouxe, an o a ní el pessoal,
como pa a a p óp ia ins i uição onde oco eu o es ágio.
3
II - Enquad amen o Con ex ual do Es ágio
1 - O que são Ins i uição pa icula es de Solida iedade:
Como nos diz a au o a Ca lo a Quin ão (2004):
“Es e e mo é u ilizado gene icamen e pa a designa um conjun o de
o ganizações mui o di e si icadas en e si, que ep esen am o mas de
o ganização de a i idades de p odução e dis ibuição de bens e p es ação de
se iços, dis in as dos dois agen es económicos dominan es – os pode es
públicos e as emp esas p i adas com ins luc a i os -, designados
equen emen e e de o ma simpli icada, po Es ado e Me cado. Os exemplos
mais equen emen e en endidos des e conjun o de o ganizações, no con ex o
do mundo ociden al, são as associações, as coope a i as e as mu ualidades,
en e ou as o mas ins i ucionais po ezes incluídas, ais como as undações,
os sindica os, os clubes ec ea i os, o ganizações eligiosas, o mas de
o ganização mais ou menos in o mais, po exemplo g upos de au o-ajuda,
en e ou as.” (p. 2)
Ao longo do meu es ágio de no e meses numa San a Casa da Mise icó dia, i e a
opo unidade de expe imen a pessoalmen e o papel c ucial que as en idades do e cei o se o ,
como as Mise icó dias, exe cem na sociedade. Es as o ganizações não luc a i as são
undamen ais pa a a ende necessidades que o go e no e o se o p i ado não conseguem a ende
adequadamen e. O seu oco de abalho es á na o e a de se iços sociais, de saúde e educação,
especialmen e ol ados pa a as comunidades mais ulne á eis, incen i ando a inclusão social e o
bem-es a da comunidade. Es a expe iência possibili ou-me acompanha de pe o o uncionamen o
des e ipo de o ganizações, que são man idas po doações e subsídios po pa e do Es ado, sendo
econhecidas pelo seu ele an e papel no p og esso social.
2- His ó ia e O igem da San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho
O meu es ágio, pa a a ealização des a ela ó io de es ágio de mes ado, deco eu no
depa amen o de ecu sos humanos da "San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho" (nome ic ício),
uma Ins i uição Pa icula de Solida iedade Social (I.P.S.S.) si uada no no e de Po ugal
Con inen al.
Fundada no início do século XX, a ins i uição isa p es a assis ência às populações
ca enciadas do concelho, com se iços nas á eas de in ância, ge ia ia e saúde, con o me os
p incípios da dou ina Social C is ã (Plano de A i idades e O çamen o 2023), como pude cons a a
du an e o meu es ágio, a a és de á ias a i idades ealizadas pela ins i uição, que en ol iam, po
exemplo, celeb ações de euca is ias e ou as a i idades que en ol iam o con ac o di e o com
4
pad es e ou os memb os associados à eligião ca ólica c is ã, mos ando assim a sua es ei a
elação com a mesma.
Du an e o meu es ágio no Depa amen o de Recu sos Humanos (D.R.H.) da ins i uição,
man i e o con ac o di e o com os coo denado es da ins i uição, e memb os da ges ão da
ins i uição, como os p o issionais de ecu sos humanos, que seguem as di e izes da Mesa
Adminis a i a, os esponsá eis po ge i a ins i uição, e êm semp e a decisão inal sob e qualque
assun o elacionado com a mesma. Pude cons a a a elação que os coo denado es e ges ão de
ecu sos humanos possuem com os seus colabo ado es e ínculos es abelecidos, com u en es e
pa cei os, em nome da ins i uição, mos ando es a em semp e a en os às necessidades dos
u en es e da sua comunidade, isando melho a os se iços exis en es e, quando necessá io,
desen ol e no as soluções pa a os p oblemas que apa ecem no dia-a-dia.
Ao longo do meu es ágio, obse ei que a I.P.S.S ampliou a sua p es ação de se iços de
saúde pa a além dos limi es adminis a i os do seu concelho, uma decisão mo i ada pelo aumen o
da p ocu a dos seus se iços. Essa expansão ouxe consigo no os desa ios logís icos e
adminis a i os, que i e a opo unidade de acompanha de pe o. Cons a ei a capacidade de
adap ação da ins i uição às necessidades eme gen es da população.
Es a expe iência p opo cionou-me uma isão p á ica e c í ica sob e o uncionamen o de
uma I.P.S.S. e os desa ios que es as ins i uições en en am no dia a dia.
3 - Valências da San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho
A San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho, pode se di idida em alências consoan e a
sua á ea de a uação e publico al o. As alências da in ância, incluem o ja dim de in ância, a
c eche, o be çá io e o Cen o de A i idades de Tempos Li es (C.A.T.L.). As espos as sénio es,
que englobam a Es u u a Residencial pa a Pessoas Idosas (E.R.P.I.), o Se iço de Apoio
Domiciliá io (S.A.D.), a cozinha e o Cen o de Dia. O cen o Médico, que dispõem de uma sec e a ia
p óp ia, e á ias especialidades médicas. Po im, os se iços adminis a i os, onde se encon am
a sec e a ia da ins i uição, o depa amen o inancei o, e o depa amen o de ecu sos humanos,
local onde deco eu es e es ágio.
5
3.1. – Valências da In ância da San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho
3.1.1 – Be çá io, C eche e Ja dim de In ância
O be çá io, c eche e ja dim de in ância, como espos a social de ca á e
socioeduca i o, a ua sob e udo du an e o pe íodo diá io coinciden e com a jo nada de abalho
dos enca egados de educação das c ianças que os equen am. O seu p opósi o cen al é c ia
um ambien e p opício pa a o desen ol imen o in an il, colabo ando de o ma in eg al com as
amílias ao longo de odo o p ocesso educa i o. Em e mos de ecu sos humanos, a c eche con a
com uma equipa compos a po seis “educado es de in ância”, um “enca egado dos se iços
ge ais”, eze “ajudan es da ação educa i a” e qua o “auxilia es dos se iços ge ais”, o alizando
24 colabo ado es. (Plano de A i idades e O çamen o 2023)
3.1.2. – Cen o de A i idades de Tempos Li es
O Cen o de a i idades de empos li es (C.A.T.L.) é uma alência social de ca á e
coeduca i o com o p opósi o de acolhe c ianças do 1º e 2º ciclo, com idades en e os 6 e os 13
anos, du an e os pe íodos não le i os, quando os pais não podem ga an i o acompanhamen o
das mesmas. Com uma equipa compos a po qua o colabo ado es, ab angendo um “T abalhado
de Se iços Ge ais”, um "Ajudan e da Ação Educa i a", um "Técnico de C.A.T.L." e um
"Mo o is a". (Plano de A i idades e O çamen o 2023)
As alências da in ância con am ambém com dois coo denado es, um coo denado
pedagógico, sendo um dos educado es de in ância já mencionados, e um coo denado écnico
que ambém além des a unção, é o psicólogo da ins i uição e o esponsá el do depa amen o de
Recu sos Humanos da ins i uição. (Plano de A i idades e O çamen o 2023)
3.2 – Valências Sénio es
3.2.1 – Es u u a Residencial pa a Pessoas Idosas
A Es u u a esidencial pa a pessoas Idosas (E.R.P.I.) é uma espos a social des inada à
in eg ação de pessoas, p edominan emen e a pa i dos 65 anos de idade, que, de ido à al a de
apoio na sua condição de saúde, p ocu am os seus se iços pa a sup i necessidades humanas
básicas. A equipa des a alência é compos a po 39 colabo ado es, dos quais azem pa e: in e
6
"ajudan es de la ", um “en e mei o”, um “ isio e apeu a”, um “nu icionis a”, oi o "Auxilia es dos
se iços ge ais", um “ écnico supe io de educação”, cinco "ajudan es de cozinha", um cozinhei o,
um che e da equipa de in e namen o e o coo denado da alência esponsá el pela sua ges ão.
(Plano de A i idades e O çamen o 2023)
3.2.2 – Cen o de Dia
A alência de Cen o de Dia ope a simul aneamen e com a Es u u a Residencial pa a
Pessoas Idosas (E.R.P.I.), compa ilhando ecu sos ma e iais e humanos. Es a alência p ocu a
omen a um en elhecimen o a i o, conside ando as peculia idades de cada idoso. Con a com um
“ écnico supe io de Educação”, ecu so humano compa ilhado com o já mencionado E.R.P.I.,
bem como o auxílio de ajudan es de la e ajudan es dos se iços ge ais, ambém eles já
mencionados no E.R.P.I., e um coo denado esponsá el pela sua ges ão, que ambém é
coo denado do S.A.D. (Fon e in e na: Plano de A i idades e O çamen o 2023).
3.2.3 – Se iço de Apoio Domiciliá io
O Se iço de Apoio Domiciliá io (S.A.D.) o e ece um supo e ao domicílio enca egando-se
das necessidades básicas de higiene e alimen ação dos u en es. Pa a es e e ei o a equipa é
compos a po seis colabo ado es na ca ego ia de “ajudan e amilia ”, e um coo denado
esponsá el pela sua ges ão, bem como pelo cen o de dia como di o an e io men e. (Fon e
in e na: Plano de A i idades e O çamen o 2023).
Os coo denado es das alências Sénio es, embo a enham uma cla a di isão na sua á ea de
a uação, um mais ligado ao E.R.P.I. e o ou o ao S.A.D. e cen o de Dia, pa ilham ecu sos
ma e iais e humanos, o que se mos a ele an e, pois embo a cada um enha os seus
colabo ado es especí icos pa a a alia , o coo denado do E.R.P.I. esponsá el po a alia as
ajudan es de La e Auxilia es dos Se iços ge ais das alências sénio es, quando os ecu sos
humanos são pa ilhados com o Cen o de Dia, es e auscul a o pa ece do desempenho desses
colabo ado es com o coo denado do S.A.D. e Cen o de Dia, como pude e i ica ao longo do meu
es ágio.

7
3.3 – Cen o Médico
A a i idade do Cen o Médico ab ange a p e enção, educação, p o eção, a amen o de
doenças, eabili ação e assis ência écnica especializada, an o em con ex o clínico quan o no
domicílio. A sua equipa, compos a po cinco colabo ado es, inclui um “coo denado de alência”
que acumula ambém a unção de “en e mei o”, ês “assis en es adminis a i os”, um “ écnico
adminis a i o”, uma “auxilia dos se iços ge ais” e a psicóloga da ins i uição, que como já
e e ido ambém é coo denado a écnica da in ância e esponsá el dos ecu sos humanos da
ins i uição (Fon e in e na: Plano de A i idades e O çamen o 2023). Os isio e apeu as e os médicos
das á ias especialidades, encon am-se em egime de “p es ação de se iços” o que não os
classi ica como colabo ado es da ins i uição, e, po an o, não azem pa e da a aliação de
desempenho.
3.4. – Se iços Adminis a i os
A alência dos se iços adminis a i os, são os esponsá eis pela ges ão inancei a,
incluindo con abilidade e con olo o çamen al, bem como pela ges ão de ecu sos humanos,
assegu am a documen ação e a qui amen o de p ocessos adminis a i os. Po sua ez, a pa e
ligada à sec e a ia ealiza o a endimen o ele ónico e p esencial, o ganiza agendamen os de
euniões e elabo am co espondência o icial. Os se iços adminis a i os, ambém se enca egam
da ges ão de a qui os e da comunicação das a i idades da ins i uição, ga an indo a e iciência
adminis a i a e a sua ges ão. Con a com uma equipa compos a po dois “assis en es
adminis a i os”, um “ écnico adminis a i o”, um “ écnico supe io adminis a i o”, um
“con abilis a” e a esponsá el dos ecu sos humanos, que como di o an e io men e ambém
acumula a unção de psicólogo e coo denado écnico da in ância. (Fon e in e na: Plano de
A i idades e O çamen o 2023). Foi ambém esponsá el po acompanha e guia o meu es ágio
na ins i uição, na qualidade de Responsá el de Recu sos Humanos da Ins i uição.
No o al, a San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho, à da a do meu es ágio, con a com 87
colabo ado es, sendo que es agiá ios e pessoas em egimes de p es ação de se iços não cons am
nes e núme o. Segue abaixo o o ganog ama da ins i uição, ilus ando a sua es u u a
o ganizacional.
8
Figu a 1 - O ganog ama da S.C.M.R.V.
Fon e: Manual de Funções da “S.C.M.R.V” p. 3
4 - Ca ac e ização do Publico Al o
O público-al o des e es udo o am odos os que pa icipa am do p ocesso de a aliação de
desempenho do ano de 2023. Segundo as di e izes da mesa adminis a i a, esponsá el po ge i
a ins i uição, apenas os abalhado es com pelo menos um ano ao se iço na ins i uição é que
se iam subme idos à a aliação de desempenho. Os abalhado es que po mo i os de baixa
i e am menos de 50% de assiduidade du an e o ano de 2023 ambém não pa icipa am no
p ocesso de a aliação de desempenho.
Tendo em con a es as di e izes, pa icipa am apenas 71 colabo ado es, no p ocesso de
a aliação de desempenho no ano de 2023. Seguindo-se na abela em baixo as ca ego ias
p o issionais, quan os colabo ado es pa icipan es inham cada ca ego ia, a alência a que
pe encem e o esponsá el pela sua a aliação:
Tabela 1 - Público Al o
Colabo ado es e Funções que pa icipa am do p ocesso
de A aliação da San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho no ano de 2023
Ca ego ia P o issional
Núme o de
Colabo ado es
Valência da qual
azem pa e
Responsá el pela sua
a aliação
Técnica Supe io de Educação
1
E.R.P.I.
Di e o /Coo denado do La
Che e de Equipa do
In e namen o
1
E.R.P.I.
Di e o /Coo denado do La
9
En e mei a
1
E.R.P.I.
Di e o /Coo denado do La
Nu icionis a
1
E.R.P.I.
Di e o /Coo denado do La
Fisio e apeu a
1
E.R.P.I.
Di e o /Coo denado do La
Ajudan e de Cozinha
3
E.R.P.I.
Di e o /Coo denado do La
Cozinhei o
1
E.R.P.I.
Di e o /Coo denado do La
Ajudan e de La
14
E.R.P.I.
Di e o /Coo denado do La
Auxilia es dos Se iços Ge ais
8
E.R.P.I.
Di e o /Coo denado do La
Ajudan es Familia es
4
S.A.D.
Coo denado a do S.A.D.
Educado as de In ância
5
Valências da
In ância
Coo denado a Pedagógica e
Coo denado a Técnica da
In ância
Ajudan e de Ação Educa i a
13
Valências da
In ância
Coo denado a Pedagógica e
Coo denado a Técnica da
In ância
Auxilia es dos Se iços Ge ais
5
Valências da
In ância
Coo denado a Pedagógica e
Coo denado a Técnica da
In ância
Mo o is a
1
Valências da
In ância
Coo denado a Pedagógica e
Coo denado a Técnica da
In ância
Técnica Adminis a i a
1
Cen o médico
Coo denado a do Cen o
Médico e Responsá el dos
Recu sos Humanos
Assis en e adminis a i a
1
Cen o Médico
Coo denado a do Cen o
Médico e Responsá el dos
Recu sos Humanos
Con abilis a/Técnica o icial de
con as
1
Se iços
Adminis a i os
Responsá el dos Recu sos
Humanos
Técnica Supe io Adminis a i a
1
Se iços
Adminis a i os
Responsá el dos Recu sos
Humanos
Técnica Adminis a i a
1
Se iços
Adminis a i os
Responsá el dos Recu sos
Humanos
Assis en e Adminis a i o
2
Se iços
Adminis a i os
Responsá el dos Recu sos
Humanos
Coo denado /Di e o do La
1
E.R.PI.
Mesa Adminis a i a
Coo denado a do S.A.D. e
Cen o de Dia
1
S.A.D. e Cen o
de Dia
Mesa Adminis a i a
Coo denado a
Pedagógica/Educado a de
In ância
1
Valências da
In ância
Mesa Adminis a i a
Coo denado a Técnica da
in ância/Psicóloga/Responsá el
de R.H.
1
Valências da
In ância, Cen o
Médico e
Se iços
Adminis a i os
Mesa Adminis a i a
Coo denado a do Cen o Médico
1
Cen o Médico
Mesa Adminis a i a
Fon e: Elabo ação P óp ia
10
An es do início do meu es ágio, os Se iços Adminis a i os, inham passando po algumas
ees u u ações a ní el dos colabo ado es, p incipalmen e no que conce ne aos seus esponsá eis.
Uma ez que ainda não exis ia um che e ou coo denado especí ico pa a a alia as pessoas dos
se iços adminis a i os, coube essa esponsabilidade ao esponsá el de Recu sos Humanos da
ins i uição, uma ez que abalha no mesmo espaço que os es an es abalhado es dos se iços
adminis a i os, e, po an o, consegue e a pe ceção daquilo que o am os seus desempenhos
du an e o ano de 2023. Já no Cen o Médico, a esponsá el dos Recu sos Humanos, ambém
a alia em conjun o com a Coo denado a do Cen o Médico, uma ez que como psicóloga acaba
po da consul as de psicologia aos u en es do cen o médico, endo ambém algumas unções de
coo denação e che ia nessa alência.
5 - A A aliação de desempenho da SCMRV:
O p ocesso de a aliação de desempenho da San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho
(S.C.M.R.V.) oi concebido no ano de 2020, sendo no ano pos e io , o de 2021, que oco eu a
p imei a a aliação de desempenho da S.C.M.R.V. Con o me o seu manual de a aliação do
desempenho es e p ocesso isa p omo e a melho ia con ínua e a e iciência da ins i uição. A
a aliação de desempenho é u ilizada pa a de ini compo amen os e compe ências de cada
unção, medi o con ibu o indi idual pa a os obje i os es a égicos e comunica os esul ados aos
seus colabo ado es, com o obje i o de melho a o seu desempenho e esol e p oblemas
o ganizacionais que a e am a e icácia o ganizacional. (Manual de a aliação da S.C.M.D.R.V.)
O Sis ema de A aliação do Desempenho da S.C.M.R.V. aplica-se a odos os colabo ado es
da ins i uição, cen ando-se no desen ol imen o com base na ges ão de obje i os e compe ências.
O p ocesso isa apoia os colabo ado es a e le i em sob e o seu desempenho e o impac o que
êm na o ganização, p omo endo o seu en ol imen o a i o na sua e olução p o issional, em
conjun o com as che ias. Os a aliado es, esponsá eis pela ges ão das alências e pelo
desempenho das suas equipas, desempenham um papel undamen al ao de ini obje i os,
supe isiona o desempenho e da
eedback
egula aos seus colabo ado es. Os a aliados, po
sua ez, êm de aze a sua au oa aliação, iden i ica a i idades de desen ol imen o e o mação
que achem in e essan es se ei as na ins i uição, e pa icipa nas euniões de a aliação. O
Depa amen o de Recu sos Humanos supe isiona o p ocesso, ga an indo a comunicação, e apoio
écnico, bem como a sua supe isão, a amen o de esul ados e a elabo ação de ela ó ios com
17
6 - Ap esen ação da á ea/p oblemá ica de in es igação/in e enção
O meu in ui o ao es uda o p ocesso de a aliação de desempenho na I.P.S.S., no âmbi o
do “Mes ado em Educação – Fo mação, T abalho e Recu sos Humanos” da Uni e sidade do
Minho, p ende-se não só com en iquece o meu conhecimen o académico do ema, como ambém
a o e ece soluções p á icas e aplicá eis pa a pode melho a signi ica i amen e o uncionamen o
e a e icácia da I.P.S.S., pois es a, como já di o an e io men e nes e ela ó io, desempenha um
papel c ucial no apoio social e no bem-es a da comunidade.
Du an e o meu es ágio na S.C.M.R.V., pude pe cebe que O ganizações sem Fins
Luc a i os como es a, en en am desa ios únicos, como ecu sos limi ados, al a demanda de
a e as e a necessidade de ga an i a sus en abilidade e in eg idade de odas os seus se iços.
Nes e con ex o, a a aliação de desempenho assume uma impo ância i al, ao pe mi i à
I.P.S.S. medi a e icácia dos seus abalhado es, iden i ica á eas de melho ia e assegu a a
p es ação de se iços de al a qualidade, pois segundo A. Rego e al (2023), da a aliação de
desempenho “… depende o sucesso es a égico da o ganização e, numa linguagem emp esa ial,
a capacidade compe i i a da emp esa”. (p.492)
Um es udo ap o undado sob e a a aliação de desempenho numa I.P.S.S. p opo ciona
uma base sólida pa a o desen ol imen o de polí icas e p á icas de ges ão mais e icazes. No âmbi o
do mes ado, al es udo pe mi e aplica me odologias cien í icas igo osas pa a analisa como a
a aliação de desempenho da I.P.S.S. é conduzida, que c i é ios são u ilizados e quais são os seus
impac os nos colabo ado es e na o ganização como um odo. Es e ipo de análise pode e ela
lacunas signi ica i as nos p ocessos de abalho a uais e suge i melho ias que podem se
implemen adas pa a aumen a a e iciência e a e icácia das ope ações, pois uma co e a a aliação
de desempenho ou ges ão do desempenho como desc e em os au o es A. Rego e al (2023)
“…p ocu a ga an i o sucesso es a égico sus en ado da o ganização, não só a a és da melho ia
dos compo amen os dos seus memb os, mas ambém da melho ia dos aspe os o ganiza i os,
ecnológicos e p ocessuais” (p. 495)
A in es igação académica sob e a a aliação de desempenho pode ambém con ibui pa a
o desen ol imen o de modelos eó icos mais obus os e aplicá eis no con ex o da I.P.S.S. Es es
modelos podem se u ilizados pa a c ia sis emas de a aliações mais jus os e obje i os, que le em
em conside ação as especi icidades do abalho desen ol ido po es as ins i uições. A aplicação
des es modelos eó icos pode esul a em p á icas de a aliação que não apenas medem o

18
desempenho de manei a mais p ecisa, mas ambém p omo em um ambien e de abalho mais
equi a i o e mo i ado , os au o es Rego e al (2023), e e em que uma das po encialidades da
a aliação de desempenho, é que “… se o anspa en e e os a aliados se e i em nas suas
qualidades, o sis ema de a aliação de desempenho mo i a as pessoas com mais mé i o e
dedicação ao abalho…” (p. 528). A in es igação sob e a a aliação de desempenho pode ambém
p opo ciona uma melho comp eensão dos a o es que in luenciam a mo i ação e a sa is ação
dos colabo ado es. Nas I.P.S.S onde os ecu sos são equen emen e limi ados e o abalho pode
se emocionalmen e exigen e, man e os colabo ado es mo i ados e sa is ei os é um desa io
cons an e pa a os depa amen os de R.H. das mesmas. Um es udo bem conduzido pode iden i ica
os elemen os das a aliações de desempenho que mais con ibuem pa a a mo i ação dos
colabo ado es, pe mi indo à ins i uição ajus a os seus p ocessos pa a p omo e um ambien e de
abalho mais posi i o e p odu i o.
Ou o aspe o c ucial da impo ância de ealiza es e es udo eside na possibilidade de
melho a a o mação e o desen ol imen o p o issional dos colabo ado es das I.P.S.S. A a aliação
de desempenho é uma e amen a essencial pa a iden i ica necessidades de o mação, e
desen ol e planos de o mação pe sonalizados às necessidades igen es, como nos mos a
Idalbe o Chi ena o (1993) que desc e e ês bene ícios que a o ganização ob ém com a a aliação
de desempenho:
“ em condições de a alia seu po encial humano a cu o, médio e longo p azos
e de ini a con ibuição de cada emp egado; pode iden i ica os emp egados
que necessi am de eciclagem e/ou ape eiçoamen o em de e minadas á eas
de a i idade e seleciona os emp egados com condições de p omoção ou
ans e ência; pode dinamiza sua polí ica de ecu sos humanos, o e ecendo
opo unidade aos emp egados (não só de p omoções, mas p incipalmen e de
c escimen o e desen ol imen o p o issional), es imulando a p odu i idade e
melho ando o elacionamen o humano no abalho” (p. 266)
Ao se in es iga as p á icas de a aliação o es udo pode iden i ica á eas onde os
colabo ado es necessi am de mais apoio e o mação, e se o p ocesso de a aliação de desempenho
que es á a se implemen ado é o mais indicado pa a iden i ica ais necessidades, pe mi indo à
ins i uição o e ece p og amas de desen ol imen o mais ajus ados aos seus abalhado es, que
equen emen e lidam com si uações complexas e desa iado as que eque em compe ências
especí icas e a ualizadas. T abalha pessoas, e sob e udo abalha com as pessoas, oi algo que
me oi incu ido du an e odo o mes ado, e po isso es e ema ambém acaba po se o na de
ex ema impo ância no âmbi o des e cu so, pois a a és da o mação, a qual é a sua p incipal
19
base, acaba po se desen ol e e abalha mais a pa e humana das o ganizações, não olhando
as pessoas apenas como núme os, mas olhando-as com po encial que de e se desen ol ido,
pa a a ingi os obje i os das o ganizações.
Es uda a a aliação de desempenho no âmbi o do "Mes ado em Educação - Fo mação,
T abalho e Recu sos Humanos" da Uni e sidade do Minho possui uma impo ância singula de ido
à sua abo dagem in e disciplina que in eg a de o ma holís ica os domínios da o mação e do
abalho. Es e mes ado, com o seu oco cen al na o mação, pe mi e uma análise ap o undada
e especializada das p á icas de a aliação de desempenho, con ex ualizando-as den o de
p ocessos o ma i os con ínuos. Ao con á io de ou os mes ados, es e p opo ciona uma
comp eensão de alhada de como as a aliações de desempenho podem se u ilizadas não apenas
como uma e amen a de ges ão, mas ambém como um mo o de desen ol imen o e
ape eiçoamen o das compe ências dos colabo ado es a a és da o mação. Is o é pa icula men e
ele an e pa a as I.P.S.S., onde a o mação con ínua é c ucial pa a esponde às complexas
necessidades sociais, assegu ando que as ins i uições não só man êm al os pad ões de
desempenho, mas ambém p omo em um ambien e de abalho que alo iza e incen i a a
o mação con ínua dos seus colabo ado es. Es e en oque na o mação é o que pe mi e
implemen a p á icas de a aliação de desempenho que ealmen e azem a di e ença na qualidade
dos se iços p es ados.
Em suma, es e es udo pode p opo ciona uma base sólida pa a o desen ol imen o de
polí icas e p á icas de ges ão mais e icazes, con ibui pa a a o mação e desen ol imen o
p o issional dos colabo ado es, melho a a sua mo i ação e sa is ação, p omo e a ino ação, e
o nece uma comp eensão me odológica mais obus a sob e a a aliação de desempenho.
20
III - Enquad amen o Teó ico da P oblemá ica do Es ágio
O ema cen al des e ela ó io, como e e ido an e io men e, é a a aliação de desempenho,
que cada ez mais nas o ganizações:
“ em ido um papel de des aque na medida em que pode e consequências
signi ica i as sob e a p odu i idade que di e amen e, enquan o p ocesso de
con olo do desempenho, que indi e amen e, a a és das suas elações com
a seleção, o mação, desen ol imen o p o issional, p omoção e emune ação
da o ganização” (Cae ano & Vala , 2002 p. 359).
A a és des a isão, concluímos que a a aliação de desempenho não é apenas uma e amen a
pa a exe ce con olo sob e os colabo ado es, mas um pila es a égico que molda a e iciência
o ganizacional e o c escimen o p o issional. Ela se e como um mecanismo de
eedback
que pode
di eciona melho ias, ao mesmo empo, que undamen a decisões c í icas elacionadas ao
desen ol imen o e econhecimen o dos colabo ado es.
3.1 A Teo ia da ges ão po obje i os de Pe e F. D ucke
A ges ão po obje i os é um concei o in oduzido po Pe e D ucke . Es e au o “é
conside ado um dos pensado es de ges ão mais impo an es do mundo. Foi au o de mais de 35
li os e as suas ideias o am undamen ais pa a o desen ol imen o e c iação das g andes
emp esas dos dias de hoje (D ucke ., 2020, con acapa).
D ucke p opôs um no o modelo de ges ão que se a as a a das abo dagens adicionais,
ocando-se na de inição cla a e mensu á el de obje i os pa a alinha as me as dos colabo ado es
com os obje i os es a égicos da o ganização. Es a abo dagem isa aumen a a e iciência
o ganizacional ao en ol e os colabo ado es di e amen e no p ocesso de es abelecimen o de
me as. (D ucke , 2020) “A g ande an agem da ges ão po obje i os é al ez o na possí el que
um ges o con ole o seu p óp io desempenho. Au ocon olo signi ica uma maio mo i ação: o
desejo de aze melho em ez de apenas o su icien e.” (p. 137).
A eo ia po de ás da ges ão po obje i os baseia-se no p incípio de que a o ganização é
mais e icaz quando os seus memb os es ão cien es das me as a a ingi e quando es as es ão
alinhadas com as suas esponsabilidades indi iduais, e segundo as pala as de Pe e F. D ucke
(2020):
“O único p incípio que pode aze is o é a ges ão po obje i os e au ocon olo.
Ela ans o ma o bem comum na inalidade de odos os ges o es. Subs i ui o
21
con olo a pa i do ex e io po um con olo mais ígido, mais exigen e e mais
e icaz a pa i do in e io . Mo i a o ges o a agi não po que alguém lhe diz
pa a aze alguma coisa ou o con ence a azê-lo, mas po que as necessidades
obje i as da sua unção assim o exigem. Ele age não po que alguém que que
ele o aça, mas po que ele p óp io decide que em de o aze – ele age po
ou as pala as, como um homem li e” (pp. 142-143)
D ucke de endia que, ao de ini obje i os especí icos e conc e os, os colabo ado es e iam uma
o ien ação cla a, o que aumen a ia a sua mo i ação e desempenho. A eo ia en a iza a
necessidade de colabo ação en e ges o es e colabo ado es na o mulação des es obje i os,
p omo endo um ambien e de abalho onde o p og esso é egula men e moni o izado e ajus ado
con o me necessá io (D ucke , 2020).
A aliação de desempenho su ge, nes e con ex o, como uma e amen a undamen al pa a
alinha as expec a i as o ganizacionais com o desen ol imen o indi idual dos colabo ado es. A
a aliação de desempenho não só pe mi e medi e analisa o desempenho dos colabo ado es, mas
ambém se e como um meio pa a iden i ica necessidades de o mação e desen ol imen o, e
aumen a a mo i ação dos colabo ado es na o ganização, como e e e Es e ão de Mou a (2024):
“Um sis ema de ges ão do desempenho (SGD) é um dos eixos undamen ais
da polí ica de Ges ão de Pessoas de qualque o ganização mode na, na medida
que cons i ui, pa a odos os que nele pa icipam, um ins umen o de ges ão
de ca ei as, de o mação, de incen i o e mo i ação, bem como de supo e da
medida do con ibu o de cada emp egado pa a os esul ados da
o ganização”(p. 196).
3.2. Cul u a O ganizacional e a aliação de desempenho
Cada ez mais es udos são ei os e di e sas eo ias e pe spe i as sob e o que é o clima e
a cul u a o ganizacional êm su gido, como nos mos am os au o es Machado e al.(2014), “Ao
ní el das a iá eis de âmbi o o ganizacional do compo amen o o ganizacional, aquela que e e
mais a enção e desen ol imen o nos úl imos empos e á sido, po en u a, a Cul u a e o Clima
O ganizacional” (p. 233).
As duas noções de “Clima e Cul u a” são concei os que nem semp e o am a ados de
o ma dis in as na li e a u a, uma ez que segundo Machado e al (2014), in e p e ando as
pala as de Schein, “ambos os concei os ep esen am um conjun o de a iá eis no ambien e
o ganizacional.” (p. 234), no en an o, é de e e i que es a isão em sido e isi ada e al e ada po
especialis as da á ea
22
“Pa a Schein (1990), o concei o de Cul u a é mais ecen e que o de
clima e su giu apenas da necessidade de explica o sucesso das
emp esas japonesas. Pa a es e au o , clima o ganizacional e e e-se a
a i udes obse á eis, de ca á e empo á io, sen imen os e pe ceções
indi iduais em elação ao ambien e de abalho, ela i amen e a uma
o ganização.”(p. 234)
A cul u a o ganizacional e e e-se ao conjun o de alo es, c enças, no mas e p á icas que
ca ac e izam uma o ganização. Ela in luencia a o ma como os colabo ado es in e agem en e si
e com os seus supe io es, bem como a o ma como execu am as suas a e as. A cul u a
o ganizacional é um a o de e minan e pa a o compo amen o dos colabo ado es e pa a o
ambien e de abalho, “a Cul u a c ia coesão e espí i o de pe ença, acabando po p o oca a
sob eposição do in e esse indi idual e pa icula ” (Machado e al, 2014, p. 235). Assim sendo
podemos a i ma que uma cul u a o ganizacional posi i a p omo e a coope ação, e a lealdade.
A ges ão da cul u a de uma emp esa, es á mui as ezes sob a esponsabilidade dos
depa amen os de ecu sos humanos, sendo que os au o es Ped o B. Cama a e al (2016)
en a izam
“Na ges ão da cul u a cabe ao esponsá el de Recu sos Humanos o papel de
pa icipa na de inição dos alo es (inicialmen e publicados) e dos pad ões de
a uação (inicialmen e um conjun o de in enções) que o ien em a ação das
pessoas no in e io da o ganização e na sua elação com a en ol en e, endo
em con a, po um lado, a missão e os obje i os es a égicos…” (p. 163).
A a aliação de desempenho êm um papel undamen al na manu enção de uma cul u a
o ganizacional posi i a, uma ez que segundo A ménio Rego e al (2023) um dos cinco g andes
obje i os da a aliação do desempenho é “T ansmi i aos colabo ado es
eedback
sob e o espe i o
desempenho, omen ando a mo i ação, melho ias u u as no desempenho, e o desen ol imen o
de compe ências” (p. 537), com colabo ado es mais bem desen ol idos e mo i ados, o caminho
pa a uma cul u a o ganizacional posi i a é mais e icaz.
3.3. A u ilidade da o mação no desen ol imen o dos Recu sos Humanos, e
qual o papel da A aliação de desempenho na análise de necessidades da mesma
A o mação é uma e amen a c ucial pa a o desen ol imen o dos colabo ado es e pa a o
o alecimen o da cul u a e do clima o ganizacional, Alain Meignan (1999) desc e e como a
inalidade da ges ão de ecu sos Humanos:

23
“Dispo de empo, com e ec i os su icien es, e pe manen emen e, das pessoas
compe en es e mo i adas pa a e e ua o abalho necessá io, colocando-as em
si uação de alo iza os seus alen os com um ní el ele ado de desempenho e
qualidade, a um cus o sala ial compa í el com os obje i os económicos, e no
clima social mais a o á el possí el.” (p.25)
E é sob e es e p isma que p e endo olha pa a a emá ica da o mação, uma ez que o mesmo
au o e e e que: “A emp esa não em p oblemas de o mação. Tem isso sim, p oblemas que
al ez a o mação posso con ibui pa a ajuda a esol e ” (Meignan , 1999, p. 25). Também Elsa
C. Soa es (2013) mos a-nos que
“(…) a Fo mação assume um papel de especial ele ância pa a o
desen ol imen o dos Capi ais Humanos, na medida em que se a a de uma
p á ica de Ges ão de Recu sos Humanos que pe mi e iden i ica e/ou
moni o iza a e olução das compe ências dos colabo ado es no sen ido da sua
ap oximação às necessidades das o ganizações. T a a-se, pois, de uma á ea
de desen ol imen o es a égico pa a as o ganizações, nomeadamen e, quando
as mesmas se posicionam em ambien es de me cado dinâmicos e
compe i i os, que eque em cons an es ape eiçoamen os de desempenho” (p.
77)
A en ando às ci ações p esen es no pa ág a o an e io , podemos pe cebe que a a és da
o mação, os colabo ado es podem adqui i no as compe ências, melho a o seu desempenho e
p epa a -se pa a u u as esponsabilidades na o ganização.
o mação de e se is a como um in es imen o es a égico que bene icia an o os
colabo ado es como a o ganização, “a a és de uma es a égia de o mação global, pa icipa i a
e in e a i a, é possí el cons ui uma isão pa ilhada e consensual do u u o da o ganização, das
suas inalidades, dos meios de ação e alo es que lhe es ão subjacen es” (Caná io, 1999, p. 44).
Pa a os colabo ado es, a o mação p opo ciona opo unidades de c escimen o p o issional e
pessoal, aumen ando a sua mo i ação e sa is ação no abalho.
“o p incipal obje i o da o mação é p epa a os indi íduos pa a uma ansição
de papeis, acul ando-lhes a in o mação necessá ia pa a anspo em, com
êxi o, di e en es on ei as o ganizacionais ao longo da sua ca ei a: da
en ol en e pa a o in e io da o ganização, de uma unção pa a a ou a, de um
ní el hie á quico pa a ou o supe io .” (C uz., 1998, p.189)
Em suma, a a és da a aliação de desempenho, a o ganização pode iden i ica as á eas
onde os colabo ado es p ecisam de melho a e desen ol e p og amas de o mação especí icos
pa a colma a as lacunas encon adas. Is o assegu a que os p og amas de o mação sejam
ele an es e alinhados com os obje i os da o ganização.
24
3.4. A aliação de Desempenho
De aco do com Idalbe o Chia ena o (1991), a a aliação de desempenho:
“é uma ap eciação sis emá ica do desempenho de cada pessoa no ca go e o
seu po encial de desen ol imen o u u o. Toda a a aliação é um p ocesso pa a
es imula ou julga alo , a excelência, as qualidades de alguma pessoa. A
a aliação dos indi íduos que desempenham papeis den o de uma o ganização
pode se ei a a a és de á ias abo dagens que ecebem denominações, como
a aliação do desempenho, a aliação do mé i o, a aliação dos emp egados,
ela ó ios de p og esso, a aliação de e iciência uncional e c. Alguns desses
concei os são in e cambiá eis. Em esumo a a aliação de desempenho é um
concei o dinâmico, pois os emp egados são semp e a aliados, seja o mal ou
in o malmen e, com ce a con inuidade nas o ganizações.” (p. 323)
A a i mação de Idalbe o Chia ena o des aca que a a aliação de desempenho é um
ins umen o c ucial pa a a alia o compo amen o dos emp egados no ambien e de abalho em
que ocupam as suas posições. Es a a aliação ai além de um me o p ocedimen o écnico, é uma
p á ica sis emá ica que eque a cump imen o de c i é ios es u u ados, e i ando mé odos
alea ó ios.
Idalbe o Chia ena o (1991) essal a ambém que:
“(…) a a aliação de desempenho, cons i ui uma écnica de di eção
imp escindí el na a i idade adminis a i a. É um meio a a és do qual se
podem localiza p oblemas de supe isão de pessoal, de in eg ação do
emp egado à o ganização ou ao ca go que ocupa, de dissonâncias, de
desap o ei amen o de emp egados com po encial mais ele ado do que aquele
que é exigido pelo ca go, de mo i ação e c. De aco do com o ipo de p oblemas
iden i icados, a a aliação do desempenho pode colabo a na de e minação e
no desen ol imen o de uma polí ica adequado de R.H. às necessidades da
o ganização” (pp. 323-324)
As che ias di e as possuem o bene ício de acompanha o uncioná io em empo eal e
en ende o seu ambien e de abalho, con udo, a au oa aliação pode es imula o
au oconhecimen o e o c escimen o pessoal.
Em sín ese, a a aliação de desempenho, con o me ap esen ada po Chia ena o, é um
p ocedimen o lexí el e c ucial pa a assegu a que as ações e esul ados dos uncioná ios sejam
de idamen e supe isionados, auxiliando na decisão sob e desen ol imen o a a és de p á icas
de o mação, p omoções de ca ei a ou ações co e i as.
25
3.4.1. E os equen es no sis ema de a aliação de desempenho
Du an e a a aliação de desempenho, é essencial iden i ica possí eis ieses que possam
comp ome e a obje i idade e a con iabilidade das a aliações. En ende a na u eza desses ieses
é c ucial pa a eduzi o seu e ei o e assegu a que a a aliação de desempenho seja impa cial e
e li a as habilidades e desempenho au ên icos dos colabo ado es. Cama a e al (2016),
enume am como e os equen es:
• “E ei o de halo – Consis e na endência do a aliado de classi ica bem ou mal uma
mul iplicidade de a o es, com base na imp essão que lhe causou uma classi icação
ele ada ou baixa num único a o ;
• E o po semelhança – Le a o a aliado a classi ica os seus subo dinados do mesmo
modo como ele p óp io oi a aliado;
• Baixa mo i ação do a aliado – O a aliado hesi a em a ibui uma classi icação
ealis a, quando em consciência que da mesma dependem p émios de mé i o
signi ica i os;
• Não-di e enciação dos desempenhos – O a aliado , ao da a mesma classi icação
aos seus subo dinados, e i a con li os ou ec iminações que uma di e enciação
aca e a ia;
• P essões in lacionis as – O hábi o de a ibui classi icações ele adas no passado c ia
uma p essão i esis í el pa a con inua a dá-las no u u o;
• Decisão p é ia sob e a classi icação – O a aliado oma uma decisão sob e a
classi icação de desempenho do Colabo ado , an es mesmo de e ido a en e is a de
a aliação com ele;
• Es e eó ipo – A alia alguém com base nas pe ceções que emos do g upo em que essa
pessoa se inse e/inse iu;
• E ei o de con as e – A aliações de ca ac e ís icas de uma pessoa in luenciadas po
compa ações com ou as pessoas ecen emen e encon adas;
• E ei o de clemência – Ca ac e ís ica pessoal que le a um indi íduo a a alia ou o
semp e de o ma ex emamen e posi i a” (pp. 395-396)
Iden i ica e a enua ieses, são e apas c uciais pa a ga an i a exa idão e a igualdade nos
p ocessos de a aliação de desempenho. Iden i ica essas endências humanas pode auxilia em
decisões mais undamen adas e equi a i as, omen ando um ambien e labo al mais ha monioso
e uma a aliação mais anspa en e.
26
3.4.2. Bene ícios da A aliação de Desempenho
A a aliação de desempenho em um papel i al na adminis ação das o ganizações,
se indo como um ins umen o essencial pa a os líde es, os colabo ado es e a p óp ia en idade
pa onal. Es a p á ica possibili a uma a aliação minuciosa do compo amen o e desempenho dos
uncioná ios, des acando as suas qualidades e de ei os, além de apon a as á eas que necessi am
de melho amen o. Quando ealizado de manei a impa cial, o p ocesso de a aliação az an agens
conc e as, não apenas pa a o melho amen o indi idual e cole i o, mas ambém pa a o
alinhamen o das expec a i as e pa a a de eção de opo unidades de e olução. Idalbe o Chi ena o
(1991) inúme a como:
“Bene ícios pa a o ge en e:
• A alia o desempenho e o compo amen o dos subo dinados, endo po base a o es de
a aliação e, p incipalmen e, con ado com um sis ema de medição capaz de neu aliza a
subje i idade
• P opo p o eniências no sen ido de melho a o pad ão de desempenho de seus
subo dinados
• Comunica -se com seus subo dinados, no sen ido de azê-los comp eende a a aliação do
desempenho como um sis ema obje i o e como es á seu desempenho, a a és desse
sis ema
Bene ícios pa a o subo dinado:
• Conhece as eg as do jogo, ou seja, os aspec os de compo amen o e de desempenho
que a emp esa alo iza em seus uncioná ios
• Conhece quais as expec a i as de seu che e a espei o de seu desempenho e seus pon os
o es e acos, segundo a aliação do che e
• Conhece as p o idencias que o che e es á omando quan o à melho ia de seu
desempenho (p og ama de einamen o, es ágios e e c.) e as que ele p óp io –
subo dinado – de e oma po con a p óp ia (Au oco eção, maio cap icho, mais a enção
ao abalho, cu sos po con a p óp ia e c.)
• Faz au o-a aliação e au oc í ica quan o ao seu au odesen ol imen o e au ocon ole
Bene ícios pa a a o ganização
• A alia seu po encial humano a cu o, médio e longo p azos e de ine qual a
con ibuição de cada emp egado.
• Iden i ica os emp egados que necessi am de eciclagem e/ou ape eiçoamen o em
de e minadas á eas de a i idade e seleciona os emp egados com condições de
p omoção ou ans e ências
33
• Comp eende as ases do p ocesso de a aliação de desempenho
• Ve i ica se o p ocesso de a aliação de desempenho es á alinhado com os c i é ios de
cada unção
• Conhece a pe ceção de coo denado es/a aliado es e colabo ado es/a aliados
en ol idos no p ocesso de a aliação do desempenho
• In es iga possí eis melho ias no p ocesso de a aliação de desempenho
• Iden i ica á eas de o mação p o issional ajus adas às eais necessidades dos
colabo ado es.
Após es a em de inidos co e amen e os obje i os ge ais, p ecisei de de ini os obje i os
especí icos,
“Os obje i os especí icos são obje i os que exp imem os esul ados que se
espe am a ingi e que de alham os obje i os ge ais, uncionando como a sua
ope acionalização. São o mulados em e mos ope acionais, quan i a i os ou
quali a i os, de o ma a o na possí el analisa a sua conc e ização, sendo
equen emen e conside ados como me as. Dis inguem-se dos obje i os ge ais
po que não indicam di ecções a segui , mas es ádios a alcança , e assim, são
ge almen e, exp essos em e mos mais desc i i os de si uações a conc e iza ”.
(Gue a, 2000, p. 164)
Com oco nes as pala as, e pa a alcança os meus obje i os ge ais já ilus ados nes e
ela ó io, elabo ei os seguin es obje i os especí icos:
• Analisa o manual de unções da I.P.S.S.
• Compa a os c i é ios da a aliação de desempenho com as desc ições p esen es
no manual de unções dos colabo ado es
• Obse a e acompanha o p ocesso de a aliação de desempenho.
• Escu a as pe ceções dos a aliado es sob e o p ocesso de a aliação de
desempenho
• Elabo a um ela ó io com suges ões de possí eis melho ias ao p ocesso de
a aliação de desempenho com base na na a i a dos a o es en ol idos

34
4.2. Ap esen ação e undamen ação da me odologia de
in es igação/in e enção: pa adigma(s), modelo(s), mé odo(s) e écnicas de
in es igação; de educação/ o mação e de a aliação
4.2.1 De inição do Pa adigma a u iliza
O pa adigma que escolhi ado a na minha in es igação é o “pa adigma comp eensi o-
in e p e a i o”, pois ele econhece a exis ência de múl iplas ealidades, p ocu ando i além do
imedia amen e isí el, de modo a comp eende a ealidade que es á a se es udada, como oi
ap endendo no p imei o ano de mes ado na U.C. “In es igação em Educação e Desen ol imen o
de P oje os”.
O pa adigma comp eensi o-in e p e a i o é ca ac e izado po se p ocessual, pois
concen a-se nos p ocessos socais, nas in e ações e em seus signi icados em di e en es con ex os
sociocul u ais, le ando em conside ação a subje i idade ine en e a eles. É um pa adigma
in e a i o, pois a cons ução e a comp eensão do obje o de es udo p essupõem a pa ilha de
expe iências, i encias e signi icados en e o pesquisa e os sujei os en ol idos. O pesquisado
de e “me gulha ” no con ex o de ação pa a e uma “ isão a pa i de den o”, de modo a
comp eende de o ma mais comple a e con ex ualizada os enómenos sociais em es udo, no caso
des e es udo de caso: o p ocesso de a aliação de desempenho implemen ado na I.P.S.S.
Ao ado a es e pa adigma na a aliação de desempenho, há uma ên ase na comp eensão
do con ex o e p ocesso que o nam signi ica i as as ações dos colabo ado es. Isso pe mi iu-me
uma isão mais ab angen e e ap o undada sob e o desempenho indi idual de cada colabo ado ,
conside ando não apenas os esul ados obje i os, mas ambém as pe ceções, mo i ações, alo es
e pe spe i a de cada um. O “pa adigma comp eensi o-in e p e a i o” alo iza a subje i idade
ine en e aos p ocessos de a aliação de desempenho, econhecendo que o desempenho pode
a ia con o me as expe iências, c enças e con ex os sociocul u ais dos colabo ado es. Isso
pe mi e-me uma análise mais con ex ualizada e indi idualizada, le ando em conside ação as
pa icula idades de cada pessoa a aliada. Além disso, es e pa adigma des aca a impo ância da
in e ação conjun a do conhecimen o en e a aliado e a aliado.
35
4.2.2. Mé odo de es udo a u iliza : es udo de caso
O mé odo de es udo que decidi u iliza du an e o meu es ágio, pa a a minha in es igação
oi o “es udo de caso”:
“O es udo de caso consis e na obse ação de alhada dum con ex o, ou
indi íduo, de uma única on e de documen os ou de um acon ecimen o
especí ico (Me iam, 1988). Os es udos de caso podem e g aus de
di iculdade a iá el an o p incipian es como in es igado es expe ien es os
e ec uam, ap esen ando como ca ac e is ica o se em mais áceis de ealiza
do que os es udos ealizados em múl iplos locais simul aneamen e ou com
múl iplos sujei os (Sco , 1965)”(Bogdan & Biklen , 1994, p. 89)
Sendo um dos mé odos mais usados em in es igação quali a i a, e dado a sua
ab angência pa a aba ca uma mul iplicidade de casos, pa eceu-me o mé odo mais adequado
pa a a minha in es igação, já que a emá ica de a aliação de desempenho ambém ela em que
se ab angen e, pa icipa i a e democ á ica.
“os in es igado es p ocu am locais com pessoas que possam se obje i o do
es udo ou on es de dados e, ao encon a em aquilo que pensam in e essa -
lhes, o ganizam en ão uma malha la ga, en ando a alia o in e esse do e eno
ou das on es de dados pa a os seus obje i os. P ocu am indícios de como
de e ão p ocede e qual a possibilidade de o es udo se ealiza . Começam pela
ecolha de abalho. O ganizam e dis ibuem o seu empo, escolhem as
pessoas que i ão en e is a quais os aspe os a ap o unda . Podem pô de
pa e algumas ideias e planos iniciais desen ol e ou os no os. À medida que
ão conhecendo melho o ema em es udo, planos são modi icados e as
es a égias selecionadas. Com o empo acaba ão po oma decisões no que
diz espei o aos aspe os especí icos do con ex o, indi íduos ou on e de dados
que i ão es uda . A á ea de abalho é delimi ada. A ecolha de dados e as
a i idades de pesquisa são canalizadas pa a e enos, sujei os, ma e iais,
assun os e emas. De uma ase de explo ação ala gada passam pa a uma á ea
mais es i a de análise dos dados coligidos” (Bogdan & Biklen , 1994 pp. 89-
90)
Mos ando assim que um es udo de caso em como p incipal obje i o comp eende e
analisa ap o undadamen e um enómeno especí ico, le ando em conside ação odos os cená ios
ele an es. Ao longo do p ocesso, ajus am-se as écnicas e me odologias con o me necessá io,
le ando em con a as pa icula idades e ca ac e ís icas únicas do assun o em in es igação. O
es udo de caso, pa a mim, é ideal pa a in es iga a a aliação de desempenho po que o e ece uma
abo dagem de alhada, con ex ualizada e lexí el, pe mi indo uma comp eensão ab angen e e
ap o undada dessa emá ica complexa num con ex o eal de abalho, no meu caso a “San a Casa
da Mise icó dia de Rio Velho”.
36
4.2.3. Técnicas u ilizadas:
As écnicas u ilizadas du an e a minha in es igação, o am a obse ação, análise
documen al, o inqué i o po en e is a, o inqué i o po ques ioná io e po im a análise de con eúdo.
Obse ação é desc i a como
“T a ando-se de “um p ocesso e não de um mecanismo simples de imp essão
po ep odução como o da o ocópia”, a obse ação eque a enção, in enção,
e capacidade de seleção po pa e do in es igado , já que em de “seleciona
um pequeno núme o de in o mações pe inen es [de] en e um as o leque de
in o mações possí eis” (De Ke ele & Roegie s, ci . in Mo gado , 2012, pp. 88)
A en ando nes as pala as, a obse ação é mais do que uma me a ecolha de dados, é
um me gulho di e o no âmago do enómeno em ques ão. Na p á ica, es a écnica p opo cionou-
me ime gi nas a i idades diá ias dos colabo ado es da San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho.
A análise documen al,
“… é um mé odo mui o usado na a i idade in es iga i a, de o ma isolada ou
com ecu so à iangulação de mé odos pa a o es udo de um de e minado
enómeno. Pe mi e ob e uma sólida desc ição de um enómeno, e en o ou
o ganização a pa i da iden i icação e da análise de on es de in o mação de
na u eza di e sa. Simul aneamen e, assen ando em on es de in o mação
egis ada, os documen os, que es emunham a exis ência de e en os e
jus i icam a designação do mé odo, con ibuem pa a obus ece a c edibilidade
da in es igação” (Gonçal es e al., 2021 p. 120)
Do meu pon o de is a, es a écnica é e icaz po que pe mi e uma análise ap o undada e
mul idimensional de um enómeno, e en o ou o ganização, in eg ando di e en es on es de
in o mação que se complemen am. Ao u iliza documen os egis ados como base de análise,
aumen a-se a iabilidade dos dados e, consequen emen e, a c edibilidade dos esul ados.
O con eúdo, que oi analisado numa ase inicial oi o manual de unções da ins i uição,
que me o neceu uma isão de alhada das esponsabilidade e expec a i as associadas a cada
ca go, desempenhado po cada colabo ado na ins i uição. Pos e io men e analisei os ela ó ios
dos p ocessos de a aliação de desempenho da ins i uição, e e en es aos anos de 2021 e 2022,
pa a pe cebe o que já inha sido ei o no âmbi o da a aliação do desempenho na ins i uição.
Após a análise do manual de unções, e dos ela ó ios dos p ocessos de a aliação de
desempenho dos anos an e io es ao meu es ágio, pude es abelece um p ocesso de compa ação,
de modo a en ende se os indicado es e c i é ios p esen es no manual de unções, e am
37
adequados às unções desempenhadas pelos colabo ado es da ins i uição. Embo a o p ocesso de
a aliação de desempenho es i esse bem a iculado, ele e a demasiado gené ico e ans e sal, e
apenas se adequa a a compo amen os expec á eis dos colabo ado es pe an e a ins i uição e o
seu zelo p o issional, mas com pouco ên ase nas unções especí icas de cada ca go, o que
imedia amen e ez-me começa a ques iona de que o ma é que pode ia melho a o p ocesso de
a aliação de desempenho, de modo a se mais ajus ado a cada ca ego ia p o issional.
Du an e o meu es ágio, ambém oi possí el usa a écnica da en e is a, sendo que com
ela oi possí el ecolhe dados jun o dos coo denado es da San a Casa da Mise icó dia de Rio
Velho, no que espei a às suas p eocupações, obje i os e melho ias que gos a iam de e no
p ocesso de a aliação de desempenho da I.P.S.S. A en e is a, como écnica de in es igação,
“… é uma das es a égias mais u ilizadas na in es igação educacional. Na sua
essência, a en e is a é um ac o de con e sação in encional e o ien ado, que
implica uma elação pessoal, du an e a qual os pa icipan es desempenham
papeis ixos: o en e is ado pe gun a e o en e is ado esponde. É u ilizada
quando se p e ende conhece o pon o de is a do ou o” (Máximo-Es e es,
2008 pp. 92-93)
O ipo de en e is a que escolhi u iliza oi a “en e is a semies u u ada” pois ela
“… es á o ien ada pa a a in e enção mú ua. O in es igado coloca uma se ie
de ques ões amplas, na p ocu a de um signi icado pa ilhado po ambos.
Oco e numa só sessão, não ul apassando, eg a ge al, mais de qua en a e
cinco minu os. É mais con olada do que a en e is a em p o undidade, dado
que em como pon o de pa ida um guião mais es u u ado, que e sa um
leque de ópicos p e iamen e de inidos pelo en e is ado ” (Máximo-Es e es,
2008, pp. 96-97)
Ou o a gumen o que me le ou a op a po es e ipo de en e is a é que
“A o dem de colocação das ques ões é lexí el, possibili ando o imp o iso na
pe gun a, deco en e do inespe ado da espos a. (…) O con eúdo das espos as
o na-se ma é ia de indagação do signi icado que o esponden e lhe a ibui.
Es a es a égia pe mi e uma p imei a codi icação dos signi icados da na a i a
a a és de um p ocesso dialogado” (Máximo-Es e es, 2008, p. 97)
De modo a ambém auscul a a opinião dos es an es colabo ado es que pa icipa am no
p ocesso de a aliação de desempenho, u ilizei a écnica do inqué i o po ques ioná io. Segundo
as pala as de Judi h Bell (1997) “O obje i o de um ques ioná io é ob e in o mação que possa
se analisada, ex ai modelos de análise e ece compa ações.”(p.25) Exis em á ias o mas de
se ecolhe in o mação a a és do inqué i o “em ques ioná ios p eenchidos pelo inqui ido (como
o caso do censo) ou po meio de ques ioná ios, esquemas ou lis as de e i icação ge idas pelo
p óp io en e is ado ” (Bell, 1997, p.26), no meu caso op ei po aze inqué i os po ques ioná io
38
(anexo VII), elabo ados po mim com a ajuda do meu o ien ado de es ágio, sendo que es es
pode iam se encon ados na sala de e eições comum a odos os colabo ado es, e pos e io men e
quando p eenchidos colocados numa caixa que ambém pode ia se encon ada no mesmo si io.
Escolhi es a o ma de a ua , pa a ga an i a con idencialidade dos esul ados, de modo que os
colabo ado es se sen issem mais segu os a esponde , sem eceio de alguma ep esália, pa a
ob e esul ados mais since os. No en an o, es a o ma de ecolhe in o mação ouxe-me algumas
limi ações, que explica ei mais adian e nes e ela ó io.
Po im, a úl ima écnica u ilizada oi a análise de con eúdo, es a écnica em “a in enção
de analisa um ou mais documen os, com o p opósi o de in e i o seu con eúdo imanen e,
p o undo, ocul o sob o apa en e; i além do que es á exp esso como comunicação di e a,
p ocu ando descob i con eúdos ocul os e mais p o undos.” (Sousa, 2005, p. 264)
4.3. Iden i icação dos ecu sos mobilizados e das limi ações do p ocesso
A ealização do es ágio e das di e sas a i idades que o acompanha am exigiu a
mobilização de á ios ecu sos essenciais. No ge al, podemos iden i ica os ecu sos inancei os,
ma e iais, bibliog á icos e humanos como pila es undamen ais que possibili a am o
desen ol imen o in eg al do p oje o.
Em p imei o luga , os ecu sos ma e iais e inancei os desempenha am um papel c ucial.
Foi necessá io dispo de um compu ado e de acesso à in e ne , bem como uma sec e á ia, den o
do gabine e de Recu sos Humanos, onde pude abalha du an e os dias que azia es ágio. Pa a a
ecolha de dados, especialmen e nas en e is as, o uso de um g a ado de áudio oi indispensá el,
g a ado es e que usei da aplicação inco po ada no meu elemó el, pe mi indo egis a
in eg almen e as con e sas com os coo denado es, o que oi i al pa a uma análise mais p ecisa.
Os ecu sos bibliog á icos o am ou o componen e essencial do meu abalho. A consul a
a documen os da ins i uição, como o caso do manual de unções da ins i uição, o manual de
a aliação de desempenho, os ela ó ios das a aliações de desempenho de 2021 e 2022, acesso
ao a qui o onde cons a os dados pessoais de odos os abalhado es, como o
“cu ículum i ae”,
o ocópia do Ca ão de Cidadão, Ce i icado de Habili ações, con a o de T abalho, bem como
odas as o mações que pa icipa am. A lei u a de a igos académicos e li os ele an es, o neceu
a base eó ica necessá ia pa a undamen a a in es igação e elabo a o ela ó io inal. Essa

39
pesquisa li e á ia oi undamen al pa a en iquece a comp eensão dos emas abo dados e con e i
igo ao abalho.
Po úl imo, os ecu sos humanos o am igualmen e impo an es. A o ien ação da
acompanhan e de es ágio e do o ien ado de es ágio des aca am-se como uma mais- alia,
con ibuindo signi ica i amen e pa a a condução das a i idades e a supe ação de desa ios ao longo
do p ocesso. A colabo ação dos coo denado es, que se mos a am acessí eis e dispos os a
pa ilha as suas expe iências, oi igualmen e aliosa, bem como o auxílio dos abalhado es dos
se iços adminis a i os, que se mos a am p on amen e dispos os a ajuda -me com qualque
desa io que su gisse du an e as a i idades do meu es ágio, que ambém p opo cionou uma oca
de expe iências en iquecedo a.
Apesa de udo, en en ei uma limi ação na ecolha de dados no inqué i o po ques ioná io,
uma ez que mui os colabo ado es não esponde am ao ques ioná io, mesmo com á ias
insis ências e a isos da minha acompanhan e de es ágio. Es e ac o di icul ou uma ecolha de
in o mação mais p ecisa.
Em suma, a combinação e icaz des es di e sos ecu sos oi de e minan e pa a o êxi o do
es ágio. G aças a es a a iculação, não só oi possí el ealiza as a i idades p opos as, como
ambém adqui i conhecimen os e compe ências undamen ais pa a o meu desen ol imen o
pessoal e p o issional.
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V - Ap esen ação e Discussão do P ocesso de In es igação/In e enção
1 - Ap esen ação do abalho de in es igação/in e enção desen ol ido em
a iculação com os obje i os de inidos
1.1 Análise documen al
1.1.1 Manual de Funções e Manual de A aliação do desempenho
No início des e es ágio e pa a esponde à minha pe gun a de pa ida “Como é ealizada
a a aliação de desempenho na I.P.S.S.?” e ambém pa a i de encon o aos obje i os ge ais de
“Comp eende as ases do p ocesso de a aliação de desempenho” e “Ve i ica se o p ocesso de
a aliação de desempenho es á alinhado com os c i é ios de cada unção”, comecei po analisa
de alhadamen e o manual de unções da ins i uição, assim como o seu manual de a aliação de
desempenho. Es a análise oi de g ande ele ância, uma ez que o manual de unções se e como
uma e amen a undamen al pa a a comp eensão das a ibuições de esponsabilidades de cada
colabo ado den o da es u u a o ganizacional da I.P.S.S.
O p opósi o do manual de unções da S.C.M.R.V. é o maliza e o ien a a es u u a
o ganizacional, ga an indo assim a coo denação en e os di e sos depa amen os da ins i uição.
A a és da sua análise, pude en ende que esse manual, en a se um guia que es abelece as
bases pa a o uncionamen o da o ganização, assegu ando que odos os colabo ado es
comp eendem os seus papéis e as suas in e ações com os colegas e che ias. Po an o, a
o malização das unções e esponsabilidades isa con ibui pa a a c iação de um ambien e de
abalho em que odos es ão cien es das suas ob igações e do impac o que o seu abalho em na
missão da ins i uição. O manual em como me as p incipais: o e ece uma in o mação
anspa en e sob e as unções de cada se iço, e acionaliza a es u u a e o uncionamen o
o ganizacional. (Fon e: Manual de Funções S.C.M.R.V.)
Nes e sen ido, o manual de unções es abelece com p ecisão as esponsabilidades de
cada uncioná io e iden i ica as elações uncionais en e os se iços. Es e pon o é c ucial, ao
pe mi i que os colabo ado es saibam exa amen e o que se espe a deles e como se elacionam
com os ou os depa amen os. Ao cla i ica as esponsabilidades, o manual isa p e eni
sob eposições e alhas de comunicação, no que conce ne aos p ocessos de abalho. (Fon e:
Manual de Funções S.C.M.R.V.) Isso é pa icula men e impo an e, nes a o ganização, que pelo
41
que ui obse ando a in e dependência en e depa amen os é ele ada pa a a ealização de
obje i os comuns.
Os colabo ado es, ao conhece em as suas esponsabilidades e a quem de em comunica
e di igi -se quando p ecisam de ala com um supe io , podem abalha de o ma mais
coo denada e e icien e. (Fon e: Manual de Funções S.C.M.R.V.) Essa cla eza na comunicação e
na de inição de unções é essencial pa a a p omoção de um ambien e de abalho p odu i o, onde
como ui cons a ando ao longo do meu es ágio, é essencial nes e ipo de o ganizações, onde os
imp e is os acon ecem a odo o momen o.
Po im, o Manual de unções elenca as á ias ca ego ias p o issionais de odos os
colabo ado es que azem pa e da Mise icó dia de Rio Velho, de alhando odas as unções que
pe encem a cada ca ego ia p o issional e que são aquelas que os colabo ado es êm que
comp eende . Es a ca ego ização é impo an e, pois acili a a iden i icação das unções e das suas
ca ac e ís icas especí icas. Além disso, a polí ica de hie a quia, sendo ambém abo dada no
manual, especi ica a quem cada colabo ado de e epo a o seu abalho, o que é undamen al
pa a a ges ão e supe isão e icazes dos se iços p es ados. (Fon e: Manual de Funções S.C.M.R.V.)
A polí ica de subs i uição, se aplicá el, é ou o pon o ele an e que oco e na ausência do
colabo ado ao abalho. Es a polí ica assegu a que a con inuidade dos se iços não é
comp ome ida po al as ou ausências inespe adas, pe mi indo que a ins i uição man enha o seu
uncionamen o. A cla eza em elação a quem de e assumi as unções de um colabo ado ausen e
é i al pa a e i a con usões e ga an i que os se iços são p es ados sem in e upções. (Fon e:
Manual de Funções S.C.M.R.V.)
Fazendo es a análise do Manual de Funções, pe cebi que a a aliação em igo é mui o
gené ica e não e le e o que é espe ado de cada unção. Es a si uação e ela uma g ande lacuna
no p ocesso de a aliação de desempenho, algo que já inha sido ambém e e ido pela minha
acompanhan e de es ágio, que exp essou a sua p eocupação em elação a es a ques ão.
Po an o, a necessidade de um sis ema de a aliação que seja mais ab angen e e
especí ico a cada unção o nou-se e iden e. Es a abo dagem não só bene icia ia os colabo ado es,
p opo cionando-lhes um econhecimen o mais jus o do seu desempenho, como ambém
con ibui ia pa a a melho ia con ínua da ins i uição, assegu ando que odos os se iços p es ados
es ão alinhados com a missão e os obje i os da S.C.M.R.V.
42
análise do manual de unções, ambém oi mui o impo an e pa a mim, pa a conhece as
á ias ca ego ias p o issionais que da S.C.M.R.V. azem pa e, e sob e udo pa a c ia suges ões
de compe ências de a aliação de desempenho, de modo a o na a a aliação de desempenho da
ins i uição mais p óxima das ealidades de abalho. Também du an e o meu es ágio, pude auxilia
na a ualização des e manual, nomeadamen e nas unções de “Con abilis a/Técnica o icial de
con as” e “Che e dos se iços de in e namen o”.
Com es a análise, pude a ingi o meu obje i o ge al de “Ve i ica se o p ocesso de
a aliação de desempenho es á alinhado com os c i é ios de cada unção”, que não é o caso, e,
po an o, oi necessá io começa a abalha nesse sen ido.
1.1.2 Manual de a aliação do desempenho
O manual desc e e o Sis ema de A aliação de Desempenho da San a Casa da Mise icó dia
de Rio Velho, des acando a impo ância da ges ão de ecu sos humanos pa a o sucesso
o ganizacional. O sis ema isa mo i a colabo ado es, de ini compe ências, medi con ibuições
indi iduais e melho a o desempenho o ganizacional. Os a aliado es são esponsá eis po a alia
os seus colabo ado es, euni e analisa documen os como a au oa aliação, além de ealiza
en e is as de a aliação de desempenho. Eles de em ga an i o co e o p eenchimen o dos
documen os de a aliação e conduzi um diálogo escla ecido sob e os emas em a aliação. Os
a aliados, po sua ez, pa icipam a i amen e do p ocesso, e le indo sob e o seu p óp io
desempenho e o seu impac o na o ganização, colabo ando com os a aliado es, a a és da sua
au oa aliação. (Fon e: Manual de a aliação de desempenho da S.C.M.R.V.)
A análise do manual de desempenho da ins i uição, pe mi iu-me alcança o obje i o ge al
de “Comp eende as ases do p ocesso de a aliação de desempenho.” As ases do p ocesso de
a aliação de desempenho da S.C.M.R.V. (Fon e: Manual de a aliação de desempenho da
S.C.M.R.V.) Como já abo dado nes e ela ó io, no capí ulo “II”, na secção “5 - A A aliação de
desempenho da S.C.M.R.V”.
Numa p imei a ase, é ei a uma análise ao manual de unções, com especial incidência
no o ganog ama da S.C.M.R.V., na sua missão e nos obje i os es a égicos, pa a que odos os
a aliado es comp eendam as exigências de cada pos o de abalho e as compe ências
49
excelen es. Inicialmen e, algumas colabo ado as in e p e a am es a exigência como uma o ma
de igilância, o que ge ou descon o o. Con udo, após uma explicação cla a do obje i o dessa
jus i ica i a, a si uação oi melho comp eendida e acei e
A D .ª Joana ac edi a que, em compa ação com a aliações an e io es, as colabo ado as
pe cebe am a a aliação de 2023 como jus a e coe en e. A a és do p ocesso de a aliação,
conseguiu iden i ica á eas de melho ia no desempenho da equipa, sublinhando a impo ância
des e mecanismo pa a a e lexão e ape eiçoamen o con ínuo.
Em elação à o mação, a D .ª Joana ê um po encial signi ica i o pa a a melho ia do abalho
na equipa. Ela ac edi a que a a aliação de desempenho, de o ma ge al, em um impac o posi i o
no quo idiano dos colabo ado es, ao pe mi i que econheçam as suas á eas de aqueza e se
es o cem pa a melho a o desempenho.
Pa a melho a o p ocesso, a D .ª Joana suge e a con inuação das euniões de coo denação,
que êm con ibuído pa a o melho amen o das a aliações. Ela menciona que, embo a a a aliação
enha e oluído ao longo dos anos, a exigência de jus i ica cada indicado pode se complexa,
especialmen e pa a colabo ado as com menos habili ações.
Po im, ao e le i sob e as mudanças no con ex o de abalho desde a implemen ação da
a aliação de desempenho, a D .ª Joana obse a que, apesa de não e ha ido al e ações
signi ica i as, algumas si uações passi eis de melho ia o am de e adas. Con udo, assegu a que o
desempenho das colabo ado as na p es ação de cuidados di e os aos u en es pe manece num
ní el de g ande qualidade.
A en e is a com a D .ª Joana e e du ação de se e minu os e qua en a e dois segundos,
oco endo no mês de ma ço de dois mil e in e e qua o, den o do gabine e pessoal da D .ª Joana.
A sua en e is a pode se encon ada na ín eg a no “anexo IV”.
1.3.4. En e is a com a D .ª Sa a
A D .ª Sa a é a esponsá el, jun amen e com a D .ª Ma ia de a alia as alências da in ância,
a sua en e is a ansc i a encon a-se no “anexo V”. Es a en e is a e e luga na sala de euniões
das alências da In ância, no mês de ma ço de dois mil e in e e qua o, com uma du ação de
qua o minu os e in e e cinco segundos.

50
A D .ª Sa a, que possui dois anos de expe iência como a aliado a de desempenho, conside a
que a implemen ação de uma a aliação de desempenho não é um p ocesso ácil, uma ez que
eque uma e lexão ap o undada. Apesa disso, ela sen iu-se p epa ada pa a inicia o p ocesso
de a aliação des e ano.
Quan o aos c i é ios de a aliação, a D .ª Sa a ac edi a que es es o am adequados e
ele an es, acili ando o en endimen o do p ocesso.
Em elação às euniões com as colabo ado as, a D .ª Sa a en a iza que a a aliação não é uma
a e a indi idual, mas sim um es o ço conjun o en e os a aliado es e as colabo ado as. Es e
abalho colabo a i o ajudou a sua iza o p ocesso de a aliação. A D .ª Sa a ac edi a que os
indicado es es abelecidos o am cla amen e comp eendidos pela equipa, e des aca es a em
semp e disponí eis pa a escla ece e en uais dú idas.
A D .ª Sa a conside ou a a aliação de 2023 jus a e equi a i a, uma ez que, após a di ulgação
dos esul ados, não hou e eclamações po pa e das colabo ado as da sua equipa. Ela ambém
a i ma que o p ocesso de a aliação con ibuiu pa a iden i ica á eas de melho ia no desempenho
da equipa e ê a o mação como um a o impo an e pa a o ap imo amen o con ínuo.
Sob e o impac o da a aliação de desempenho no abalho diá io, a D .ª Sa a não hesi a em
a i ma que es e é posi i o. Na sua opinião, a a aliação pode mo i a a equipa, desempenhando
um papel ele an e na p omoção de um ambien e de abalho mais e icaz.
Quando ques ionada sob e suges ões pa a melho a o p ocesso de a aliação, a D .ª Sa a
indicou que, no momen o da en e is a, não conseguiu iden i ica aspe os a melho a .
1.3.5. En e is a com D .ª Paula.
A D .ª Paula como coo denado a da alência do Cen o Médico, a alia a equipa des a alência,
jun amen e com a D .ª Ma ia. A sua en e is a encon a-se ansc i a no “Anexo VI”. Es a en e is a
oco eu no salão nob e da S.C.M.R.V., no mês de ma ço de dois mil e in e e qua o com uma
du ação de qua o minu os e dezasse e segundos.
A D .ª Paula, com dois anos de expe iência como a aliado a de desempenho, pa ilha a sua
pe ceção sob e a a aliação de dois mil e in e e ês, conside ando que oi mais ácil de
implemen a do que nos anos an e io es. Re e e que, ao longo do empo, adqui iu mais
51
expe iência, o que lhe p opo cionou uma isão mais cla a sob e as ques ões colocadas, pe mi indo
um aciocínio mais apu ado.
Quando ques ionada sob e os c i é ios de a aliação de 2023, a D .ª Paula conside a que es es
o am adequados e ele an es, acili ando o p ocesso. Em elação às euniões com os
colabo ado es, menciona que não encon ou g andes di iculdades, conside ando o p ocesso
simples e di e o.
A D .ª Paula ac edi a que os indicado es do p ocesso de a aliação o am cla amen e
comp eendidos pelos memb os da sua equipa e que a a aliação oi conside ada jus a e equi a i a.
Re e e ainda que o p ocesso de dois mil e in e e ês pe mi iu iden i ica melho ias no abalho
da sua equipa e que an o a o mação in e na como ex e na podem se ú eis pa a melho a esses
p ocessos.
Quan o ao impac o da a aliação de desempenho no abalho diá io dos colabo ado es, a D .ª
Paula conside a que es e é posi i o, ajudando a melho a o desempenho da equipa. A i ma que a
a aliação ambém pode se um a o mo i ado , uma ez que o ien a os colabo ado es pa a
abalha em com obje i os conc e os.
Na a aliação do p ocesso de dois mil e in e e ês, a D .ª Paula a ibui a no a máxima (5),
sublinhando que o p ocesso em indo a melho a ao longo dos anos. Embo a não enha suges ões
cla as de melho ia, des aca que os pa âme os essenciais pa a a alia um colabo ado já es ão
incluídos no p ocesso.
Po im, a D .ª Paula no a que, an es da implemen ação do p ocesso de a aliação de
desempenho, os colabo ado es não inham uma noção cla a do seu desempenho no abalho.
Com a in odução do p ocesso, passou a exis i uma maio iabilidade e igo , p opo cionando uma
isão mais e e i a sob e o que se espe a dos colabo ado es, con ibuindo assim pa a um aumen o
da esponsabilidade e da cla eza nas suas unções dos mesmos.
1.3.6. Conside ações sob e as en e is as:
Nas en e is as que iz aos coo denado es, ejo que mui as coisas a iam en e eles, no
en an o, exis em pon os em comum, naquilo que espe am de uma a aliação de desempenho e
quais as suas p eocupações com o p ocesso de a aliação do Desempenho da S.C.M.R.V.
52
A maio ia dos coo denado es sen iu-se p epa ada pa a o p ocesso de a aliação, mas hou e
di iculdades com o en endimen o dos c i é ios, po pa e de alguns colabo ado es nas alências
sénio es, de ido à linguagem u ilizada e à necessidade de jus i ica em excelen es, que mui os
colabo ado es não se sen iam à on ade pa a o aze . Alguns colabo ado es in e p e a am isso
como uma supe isão igo osa e não comp eendiam o obje i o, o que ge a a descon iança e
esis ência.
Os coo denado es exp essa am p eocupações com a subje i idade do p ocesso. A D .ª Ma ia
des acou que, apesa de melho ias, os c i é ios de a aliação ainda não es a am o almen e
ajus ados às ca ego ias p o issionais, pe manecendo mui o ge ais, o que podia le a a a aliações
subje i as. O D . José ambém oi ao encon o des a ideia, sublinhando a necessidade de c i é ios
mais mensu á eis e especí icos pa a cada unção.
No que conce ne aos colabo ado es, alguns deles, como a equipa da D .ª Ma ia nas alências
da in ância, acei a am melho o p ocesso, do que em anos ansa os, o que e ela alguma
adap ação ao p ocesso po pa e dos colabo ado es. Con udo, a D .ª Joana mencionou que alguns
colabo ado es da sua equipa, inham alguma di iculdade, especialmen e quando se a a a de
jus i ica as compe ências que se a alia am como excelen es, in oduzido es e ano.
Todos os coo denado es econhece am que o p ocesso de a aliação con ibuiu pa a iden i ica
melho ias no desempenho dos colabo ado es. No en an o, apon a am a necessidade de con inua
a abalha na simpli icação do p ocesso e na o mação dos a aliados, pa a comp eende em
melho os obje i os e c i é ios.
Em suma, a pe ceção dos coo denado es é de que o p ocesso de a aliação de
desempenho em po encial pa a melho a o desempenho e mo i a os colabo ado es, mas ainda
exis em desa ios, especialmen e elacionados com a cla i icação dos c i é ios de a aliação e a
eação dos colabo ado es a a aliações que não co espondem às suas expec a i as.
1.4. – Inqué i o po ques ioná io
Es e es udo con ou com um inqué i o po ques ioná io, jun o dos colabo ado es da
S.C.M.R.V, que pode se encon ado no anexo VII.
53
Como e e ido an e io men e, os ques ioná ios o am colocados na sala de e eições da
ins i uição, po se um local equen ado po odos os colabo ado es da ins i uição, na ho a de
almoço, jun amen e com uma caixa echada, com apenas uma anhu a em cima po onde
pode iam se colocados os ques ioná ios. Os ques ioná ios possuem dezasseis pe gun as,
con o me mos a o anexo VII, com o obje i o de pe cebe jun o dos colabo ado es, aquilo que
acha am do p ocesso de a aliação do desempenho da ins i uição, bem como ecolhe alguns
dados pessoais ele an es pa a aça o seu pe il sociológico. Quinze dessas pe gun as, e am
pe gun as de escolha múl ipla e de ca á e ob iga ó io, onde o colabo ado escolhia a opção que
pa a ele a ia mais sen ido. A úl ima pe gun a, e a de ca á e opcional, e di e en e das demais, e a
uma pe gun a que con ida a à e lexão po esc i o, de possí eis suges ões que pode iam e pa a
melho a o p ocesso de a aliação de desempenho da ins i uição.
Os ques ioná ios e a caixa pa a a colocação dos mesmos, es i e am no e ei ó io du an e
duas semanas, sendo es as semanas as pos e io es ao ecebimen o da no a de desempenho dos
colabo ado es e pe íodo de eclamação da a aliação, endo sido es e en ão o pe íodo que os
colabo ado es i e am pa a esponde e en ega as suas espos as. Embo a com alguma
insis ência po pa e da minha acompanhan e de es ágio, a a és de anúncios nas pla a o mas de
comunicação da ins i uição, de acesso a odos os uncioná ios, dos se en a e um ques ioná ios
que se encon a am no e ei ó io, apenas qua en a e no e ques ioná ios o am p eenchidos e
colocados na caixa, sendo que os es an es in e e dois, ica am ao pé da caixa sem que ninguém
i esse pegado neles, não ha endo ambém ques ioná ios asu ados, ou po p eenche den o da
caixa.
1.4.1. Qual o seu g au de escola idade?
G á ico 1 - Qual o seu g au de escola idade?
Fon e: elabo ação p óp ia
54
De aco do com o g á ico, dos colabo ado es que esponde am, apenas 1 pessoa (2%),
possui o qua o ano de escola idade. Com o sex o ano de escola idade exis e 3 colabo ado es
(6%). Nono ano de escola idade 6 (12%) colabo ado es. Com o 12º ano 25 colabo ado es (49%).
Mais do 12º ano exis em 14 colabo ado es (29%). Não hou e uma sem espos a nem espos as
nulas.
Ao elaciona a análise dos esul ados com a ealidade de uma San a Casa da Mise icó dia,
é impo an e conside a que a ins i uição con a com mui os colabo ado es nas ca ego ias de
Auxilia es dos Se iços Ge ais, Ajudan es de La e Ajudan es da Ação Educa i a. Es as unções,
pela sua na u eza, equen emen e não exigem um ní el ele ado de escola idade o mal, mas
dependem bas an e de compe ências p á icas e da expe iência acumulada no e eno.
A p edominância de colabo ado es com o 12.º ano de escola idade (51%) suge e que,
mesmo pa a unções de apoio ou assis enciais, como as de Auxilia es e Ajudan es, a ins i uição
alo iza um ní el académico mínimo. Du an e o meu es ágio, pude cons a a que is o acon ece,
pois, a ins i uição que ga an i que os abalhado es possuam compe ências básicas de
comunicação, comp eensão e execução de a e as que, embo a não equei am o mação supe io ,
exigem um ce o g au de esponsabilidade e au onomia, como, po exemplo, egis os in o má icos
que os abalhado es êm que ealiza em pla a o mas p óp ias de modo a o na o abalho mais
o ganizado e a comunicação mais luída.
Os 29% de colabo ado es com mais do que o 12.º ano indicam a p esença de pessoas
com o mação supe io ou écnica, a meu e , e pela análise documen al nos p ocessos indi iduais
dos abalhado es, es e se ão aqueles abalhado es como Educado es de In ância, coo denado es
e quad os écnicos, como nu icionis a e en e mei os, bem como de ce as ca ego ias p o issionais
nos se iços adminis a i os que eque em uma o mação supe io em á eas especí icas pa a a
execução da sua unção.
Con udo, a exis ência de um pequeno g upo com o 4.º e o 6.º ano de escola idade (8% no
o al) e le e, p o a elmen e, a ealidade de unções que, his o icamen e, não exigiam ele ados
ní eis de quali icação o mal, como os Auxilia es dos Se iços Ge ais ou Ajudan es de La , e
segundo o que ui apu ando no meu es ágio, suge e que de em es a aqui ep esen ados,
p incipalmen e, aquelas pessoas que es ão há mais empo na ins i uição, e que quando
ing essa am no me cado de abalho o ensino ob iga ó io e a mais baixo.

55
A meu e , es a di e sidade de pe is educacionais de e se is a como uma o ça pa a a
ins i uição, pe mi indo a p esença de colabo ado es que, apesa de não e em uma escola idade
ele ada, azem um conhecimen o p á ico alioso e uma o e dedicação às suas unções. No
en an o, pode ambém apon a pa a a necessidade de a San a Casa da Mise icó dia con inua a
in es i em o mação con ínua, de modo a ga an i que odos os colabo ado es,
independen emen e do seu ní el de escola idade, es ejam p epa ados pa a lida com as
c escen es exigências dos cuidados de apoio e da assis ência social.
De o ma c í ica, a ins i uição pode bene icia ao assegu a que, além de ec u a pessoas
quali icadas, exis a um o e in es imen o em p og amas de desen ol imen o de compe ências
pa a aqueles com menos o mação académica, especialmen e nas unções de apoio di e o.
1.4.2. Já inha expe iência de pa icipa num p ocesso de a aliação de
desempenho o a da ins i uição?
G á ico 2 - Já inha expe iência de pa icipa num p ocesso de a aliação de desempenho o a da ins i uição?
Fon e: Elabo ação P óp ia
Na segunda ques ão, 16 colabo ado es (33%) já inham expe iência de a aliação de
desempenho em ou as ins i uições que não a S.C.M.R.V. Já os es an es 33 colabo ado es (67%),
não i e am nenhuma expe iência de a aliação de desempenho que não den o da S.C.M.R.V. Não
exis em o os nulos ou b ancos.
A análise da segunda ques ão e ela uma cla a di isão en e os colabo ado es no que diz
espei o à sua expe iência com p ocessos de a aliação de desempenho o a da S.C.M.R.V. Dos
inqui idos, 33% já pa icipa am em p ocessos de a aliação nou as ins i uições, enquan o 67%
nunca i e am essa expe iência o a da S.C.M.R.V. Es e dado suge e que, pa a uma maio ia
56
signi ica i a dos colabo ado es, a a aliação de desempenho é um concei o ela i amen e no o ou
apenas amilia den o do con ex o des a ins i uição. Isso pode e implicações no modo como
es es abalhado es pe cebem e eagem ao p ocesso de a aliação. Colabo ado es sem expe iência
p é ia em ou as o ganizações podem es a mais susce í eis a e a a aliação de desempenho
como uma p á ica in e na única da S.C.M.R.V., o que pode impac a o modo como se en ol em
com a a aliação, seja de o ma posi i a (como uma no idade) ou nega i a (caso enham pouca
comp eensão do seu p opósi o e bene ícios).
Po ou o lado, os 33% que azem expe iência de a aliação de desempenho de ou as
ins i uições podem e pe spe i as e expec a i as di e en es. A sua expe iência an e io pode
pe mi i -lhes compa a os p ocessos de a aliação, iden i ica boas p á icas ou, em alguns casos,
c i ica o mé odo a ual, endo em men e ou os exemplos com que se amilia iza am.
Em e mos ge ais, a ausência de expe iência an e io em p ocessos de a aliação pa a a
maio ia dos colabo ado es apon a pa a uma possí el necessidade de o mação e cla i icação
con ínua dos obje i os e bene ícios da a aliação de desempenho. Assim, a ins i uição pode
conside a o e o ço da comunicação e o mação sob e es e p ocesso, de o ma a ga an i que
odos os colabo ado es, independen emen e da sua expe iência p é ia, comp eendam o seu alo
e se sin am mo i ados a pa icipa a i amen e
1.4.3. Em quan os p ocessos de a aliação já pa icipou nes a ins i uição?
G á ico 3 - Em quan os p ocessos de a aliação já pa icipou nes a ins i uição?
Fon e: Elabo ação p óp ia
Na pe gun a 3, 11 colabo ado es (23%) esponde am se o p imei o ano em que
pa icipa am no p ocesso de a aliação de desempenho da ins i uição. Se e colabo ado es (14%)
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que e a o segundo ano em que pa icipa am do p ocesso de a aliação da ins i uição. T in a
colabo ado es (61%) que e a o seu e cei o ano que pa icipa am no p ocesso de a aliação da
ins i uição. Um colabo ado e e o o o anulado po seleciona duas espos as. E não hou e quem
não i esse espondido a es a ques ão.
A e cei a ques ão e ela uma in e essan e dis ibuição no que diz espei o à expe iência
dos colabo ado es com os p ocessos de a aliação de desempenho den o da San a Casa da
Mise icó dia. Uma pa cela de 23% dos colabo ado es pa icipou pela p imei a ez num p ocesso
de a aliação na ins i uição, indicando uma eno ação ecen e no quad o de pessoal ou a inclusão
de abalhado es que, po algum mo i o, ainda não ha iam sido a aliados.
Es e g upo de no os pa icipan es pode e um papel impo an e, uma ez que, po
es a em a passa po es e p ocesso pela p imei a ez, pode ão en en a desa ios de adap ação e
amilia ização com o sis ema de a aliação. A o ma como es e g upo pe cebe e se adap a à
a aliação se á c ucial pa a o sucesso e a acei ação do p ocesso a longo p azo. Aqui, pode se
necessá io um es o ço adicional po pa e da ins i uição pa a ga an i que es es colabo ado es
ecebam o supo e necessá io pa a comp eende em o p ocesso e os seus bene ícios.
Os colabo ado es que es ão no segundo ano de a aliação (14%) ep esen am uma aixa
meno , mas já com alguma amilia idade com o sis ema. Pa a es e g upo, o oco pode es a em
ga an i a con inuidade e o desen ol imen o, enco ajando uma maio ap op iação do p ocesso e
a sua u ilização como e amen a de melho ia con ínua.
O g upo mais signi ica i o, que co esponde a 61% dos colabo ado es, pa icipou no
p ocesso de a aliação pelo e cei o ano consecu i o. Es es abalhado es já êm uma expe iência
consolidada e, p o a elmen e, já êm uma noção cla a dos obje i os e do impac o da a aliação no
seu desempenho. Es e é o g upo mais expe ien e, e a sua pe ceção e en ol imen o são
undamen ais pa a o sucesso global do sis ema de a aliação. Con udo, a epe ição do p ocesso
ambém pode ge a o inas ou, em alguns casos, al a de mo i ação, se os colabo ado es não
i em esul ados conc e os de i ados das a aliações. Nes e sen ido, é essencial que a ins i uição
con inue a o nece
eedback
cla o e ações de acompanhamen o pa a ga an i que o p ocesso de
a aliação seja is o como algo dinâmico e e icaz, em ez de uma me a o malidade.
58
1.4.4. Como se sen iu a pa icipa , no p ocesso de a aliação de desempenho
do ano de 2023?
G á ico 4 - Como se sen iu a pa icipa , no p ocesso de a aliação de desempenho do ano de 2023?
Fon e: Elabo ação P óp ia
Nes a qua a ques ão, esponde am 20 colabo ado es (41%) que se sen i am mo i ados
a pa icipa na a aliação de desempenho, já 5 colabo ado es (10%) disse am que se sen i am
desmo i ados a pa icipa . Já a que ob ém maio núme o de espos as é a pe gun a que “Não me
sen i mo i ado nem desmo i ado com 24 colabo ado es (49%). Não ha endo espos as nulas, nem
espos as em b anco.
A qua a ques ão e ela pe ceções mis as sob e o p ocesso de a aliação de desempenho
de 2023 na San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho, com espos as a suge i em uma pola ização
en e os colabo ado es.
Po um lado, 41% dos inqui idos a i ma am que se sen i am mo i ados a pa icipa , o que
é um esul ado posi i o e indica que quase me ade dos colabo ado es ê o p ocesso de a aliação
como uma opo unidade de desen ol imen o e alo ização do seu abalho. Es es colabo ado es
podem econhece a impo ância da a aliação pa a o seu c escimen o p o issional.
No en an o, 10% dos colabo ado es e e i am que se sen i am desmo i ados a pa icipa .
Es a é uma pe cen agem ela i amen e pequena, mas que não de e se igno ada. A desmo i ação
pode se e lexo de pe ceções nega i as do p ocesso, como al a de cla eza nos c i é ios de
a aliação, ausência de
eedback
ú il ou um sen imen o de que a a aliação não esul a em
mudanças conc e as.
65
Um núme o ele an e, 24% dos colabo ado es, exp essou que não hou e apoio algum po
pa e dos coo denado es. Es a é uma pe cen agem conside á el e de e se abo dada com
se iedade, uma ez que ep esen a um g upo que se sen iu abandonado du an e um p ocesso.
1.1.10. A eunião com o coo denado de equipa du an e o p ocesso oi:
G á ico 10 - A eunião com o coo denado de equipa du an e o p ocesso oi:
Fon e: elabo ação p óp ia
Na pe gun a “A eunião com o coo denado de equipa du an e o p ocesso oi:” Vin e
colabo ado es esponde am “Mui o cla a”. Dezoi o colabo ado es esponde am “Pa cialmen e
cla a”. Dez colabo ado es “Pouco cla a”. Hou e uma sem espos a. E ze o nulos.
Os esul ados sob e a cla eza das euniões com os coo denado es de equipa du an e o
p ocesso de a aliação de desempenho mos am um pano ama que, embo a con enha pon os
posi i os, ambém e ela á eas que eque em melho ias. Um o al de 20 colabo ado es,
ep esen ando uma pa e signi ica i a da amos a, conside a am as euniões "mui o cla as". Es e
dado é mui o bom, ao suge i que, pa a uma boa pa e da equipa, a comunicação e a oca de
in o mações o am bem coo denadas.
18 colabo ado es, classi ica am as euniões como "pa cialmen e cla as". Es e esul ado
indica que, embo a enha ha ido aspe os posi i os, ainda exis em á eas que podem e ge ado
con usão ou que não o am su icien emen e cla as.

66
10 colabo ado es sen i am que as euniões o am "pouco cla as". Es a espos a é
p eocupan e, ao apon a pa a um g upo que pode e saído das euniões sem uma comp eensão
adequada do que oi discu ido.
1.4.11. Te e opo unidade de exp essa as p eocupações com o seu abalho
du an e a eunião de a aliação de desempenho?
G á ico 11 - Te e opo unidade de exp essa as p eocupações com o seu abalho du an e a eunião de a aliação de
desempenho?
Fon e: elabo ação p óp ia
À pe gun a “Te e opo unidade de exp essa as p eocupações com o seu abalho, du an e
a eunião de a aliação do desempenho?” T in a e um colabo ado es (63%) esponde am que
“Sim”. Dez colabo ado es (21%) Responde am “Pa cialmen e”. Se e (14%) colabo ado es
esponde am “Não”. Um colabo ado (2%) Não deu espos a. E não hou e espos a nulas.
Os esul ados da pe gun a sob e a opo unidade de exp essa p eocupações du an e a
eunião de a aliação de desempenho mos am um ní el ela i amen e ele ado de sa is ação en e
os colabo ado es. Um o al de 31 colabo ado es, equi alendo a 63%, a i ma am que i e am a
opo unidade de exp essa as suas p eocupações. Es e núme o é signi ica i o e suge e que a
maio ia da equipa sen iu-se à on ade pa a discu i ques ões elacionadas com o seu abalho, o
que pude p esencia na minha obse ação di e a du an e algumas das euniões que assis i,
mos ando um ambien e de comunicação abe a en e a aliados e a aliado es.
Po ou o lado, 21% dos colabo ado es, ou seja, 10 inqui idos, indica am que i e am a
opo unidade de exp essa as suas p eocupações "pa cialmen e". Es e esul ado mos a que,
67
embo a enham exis ido algumas opo unidades pa a abo da ques ões, a pe ceção de que essa
comunicação oi comple a ou e icaz não se conc e izou pa a es e g upo.
Um g upo meno , ep esen ando 14% dos colabo ado es, a i mou que não e e a
opo unidade de exp essa as suas p eocupações. Es e esul ado é ele an e, ao indica que um
núme o conside á el de colabo ado es se sen iu impedido po algum mo i o de pa ilha as suas
p eocupações.
A maio ia dos colabo ado es pa ece e bene iciado de um espaço pa a pa ilha
p eocupações, mas ainda exis em p opo ções signi ica i as de colabo ado es que sen i am que a
opo unidade de comunicação não oi plena ou que não i e am nenhum espaço pa a exp essa
as suas inquie ações.
1.4.12. Acha que o p ocesso de a aliação do desempenho do ano de 2023
oi jus o?
G á ico 12 - Acha que o p ocesso de a aliação do desempenho do ano de 2023 oi jus o?
Fon e: elabo ação p óp ia
À pe gun a “Acha que o p ocesso de a aliação do desempenho do ano de 2023 oi jus o?”.
14 colabo ado es (29%) esponde am “Sim. Foi um p ocesso jus o”. 27 colabo ado es (55%)
espondeu “Não sei, le an ou-me dú idas”. Se e colabo ado es (14%) espondeu “Não. Foi um
p ocesso injus o”. Hou e um colabo ado que espondeu em b anco e não hou e espos as nulas.
Os esul ados da pe gun a sob e a pe ceção da jus iça do p ocesso de a aliação de
desempenho de 2023 e elam um pano ama complexo e indicam a p esença de ince ezas
signi ica i as en e os colabo ado es. Apenas 29% dos colabo ado es, ou seja, 14 inqui idos,
conside a am que o p ocesso oi "jus o". Es e núme o é ela i amen e baixo, o que suge e que a
maio ia dos colabo ado es pode es a insa is ei o.
68
A maio ia dos colabo ado es, ep esen ando 55% (27 pessoas), espondeu "Não sei,
le an ou-me dú idas". Es e esul ado é especialmen e signi ica i o, ao indica que mais da me ade
dos colabo ado es não se sen e segu a sob e a jus iça do p ocesso. A dú ida em elação à jus iça
do p ocesso pode ge a descon o o e descon iança, o que pode a e a nega i amen e a mo i ação
e o en ol imen o dos colabo ado es no seu abalho.
Um g upo meno , mas ainda ele an e, de 14% (7 colabo ado es), exp essou que o
p ocesso oi "injus o". Essa pe ceção nega i a, embo a menos ep esen a i a, é p eocupan e e
pode indica que alguns colabo ado es se sen i am p ejudicados ou que as suas expec a i as não
o am a endidas.
1.13. Es á sa is ei o com o p ocesso de a aliação de desempenho do ano de
2023?
G á ico 13 - Es á sa is ei o com o p ocesso de a aliação de desempenho do ano de 2023?
Fon e: Elabo ação P óp ia
À pe gun a es á sa is ei o com o p ocesso de a aliação de desempenho do ano de 2023?
Se e colabo ado es (14%) esponde am “Mui o sa is ei o”. 13 colabo ado es (27%) esponde am
“Sa is ei o”. Dezano e colabo ado es (39%) esponde am “Nem sa is ei o, nem insa is ei o”. 5
colabo ado es (10%) esponde am “Insa is ei o”. Qua o colabo ado es (8%) esponde am “Mui o
insa is ei o”. Hou e um colabo ado (2%) que não espondeu, e não hou e espos as nulas.
Os esul ados da pe gun a sob e a sa is ação com o p ocesso de a aliação de desempenho
de 2023 e le em uma ampla gama de pe ceções en e os colabo ado es. Apenas 14% dos
69
inqui idos, ou seja, 7 colabo ado es, exp essa am es a "mui o sa is ei os" com o p ocesso. Es e
núme o ela i amen e baixo suge e que um núme o conside á el de colabo ado es não e e uma
expe iência comple amen e posi i a em elação à a aliação.
A sa is ação oi mani es ada po 27% dos colabo ado es (13 pessoas), que se disse am
"sa is ei os". Embo a es e esul ado seja posi i o, ainda ep esen a uma p opo ção signi ica i a de
colabo ado es que não se sen em plenamen e sa is ei os com o p ocesso, o que suge e que
exis em á eas que podem se melho adas.
A maio ia dos colabo ado es, 39% (19 colabo ado es), indicou que se sen iu "nem
sa is ei o, nem insa is ei o". Es e g upo ep esen a uma quan idade signi ica i a e pode indica
uma pe ceção de neu alidade ou indi e ença em elação ao p ocesso de a aliação. A ince eza ou
a al a de uma opinião cla a pode e le i uma expe iência ambígua, onde os colabo ado es podem
não e sen ido impac o posi i o ou nega i o su icien e pa a o mula uma opinião o e sob e a
a aliação.
Além disso, 10% dos colabo ado es (5 inqui idos) a i ma am es a "insa is ei os", e 8% (4
colabo ado es) ela a am es a "mui o insa is ei os". Embo a esses núme os sejam meno es em
compa ação com os que se mos a am sa is ei os, ainda ep esen am uma pa e conside á el da
equipa que não es á con en e com o p ocesso de a aliação.
Em suma, a análise das espos as suge e que o p ocesso de a aliação de desempenho
de 2023 não oi uni e salmen e bem ecebido. A combinação de uma pe cen agem signi ica i a
de colabo ado es a exp essa sa is ação mode ada ou insa is ação, jun amen e com uma maio
pa e que se posicionou neu a, indica ha e uma necessidade de explo a mais p o undamen e
as causas subjacen es dessas pe ceções.
70
1.1.14. Há quan o empo abalha na ins i uição?
G á ico 14 - Há quan o empo abalha na ins i uição?
Fon e: elabo ação p óp ia
À pe gun a “Há quan o empo abalha na ins i uição”. 26 colabo ado es (53%)
esponde am “Menos de 10 anos”. 6 colabo ado es (12%) esponde am “De 10 a 20 anos”.
Dezasse e (35%) colabo ado es esponde am “Mais de 20 anos”. Não hou e espos as nulas ou
em b anco pa a es a ques ão.
Os esul ados da pe gun a sob e o empo de abalho na ins i uição o e ecem uma isão
in e essan e sob e a composição da o ça de abalho. A maio ia dos colabo ado es, 53% (26
pessoas), indicou que abalha na ins i uição há "menos de 10 anos". A meu e , es e dado é al o,
mas jus i icá el pela en ada de mui os colabo ado es, de ido à e i alização da equipa da
ins i uição. Du an e o meu es ágio, p esenciei mui os colabo ado es a i em pa a a e o ma, e oi
necessá io ec u a no os elemen os. Também pela análise documen al, de alguns p ocessos dos
uncioná ios cons a ei is o mesmo.
Po ou o lado, 12% dos colabo ado es (6 pessoas) êm en e 10 e 20 anos de se iço.
Es a pe cen agem é mode ada e pode indica um g upo es á el que conhece bem a cul u a e os
p ocessos da ins i uição, con ibuindo pa a a sua es abilidade e con inuidade.
Um g upo signi ica i o, co esponden e a 35% (17 colabo ado es), decla ou que abalha
na ins i uição há "mais de 20 anos". Es e núme o é conside á el e suge e que exis e uma base
sólida de colabo ado es com um longo his ó ico de se iço na I.P.S.S.

71
1.4.15. Dos seguin es mo i os, assinale aqueles que, na sua opinião,
jus i icam a ealização da a aliação de desempenho
G á ico 15 - Dos seguin es mo i os, assinale aqueles que, na sua opinião, jus i icam a ealização da a aliação de desempenho
(nes a ques ão pode seleciona mais do que uma opção)
Fon e: elabo ação p óp ia
Es a úl ima ques ão oi uma ques ão de múl ipla escolha, onde os colabo ado es pode iam
escolhe mais uma hipó ese de espos a. Os esul ados o am os seguin es: 22 o os (16%) pa a
“Iden i ica as necessidades de o mação” 33 o os (24%) pa a “Iden i ica si uações a melho a
no abalho diá io”. 31 (22%) “Ou i as suges ões dos colabo ado es, sob e a ealização do
abalho. 19 o os (13%) “Pa a a di eção e mais meios pa a aze a supe isão do abalho
ealizado.” 12 o os (9%) “Pa a de ini se um colabo ado es á no pos o de abalho pa a o qual
es á mais habili ado e/ou capaci ado”. “13 o os (9%) “Pa a aze a a ibuição dos p émios de
desempenho”, 9 o os (6%) “Po que exis e em ou as ins i uições, e es a que ap esen a -se com
os mesmos ní eis de qualidade e exigência”. Hou e um colabo ado que não espondeu. Não
hou e espos as nulas.
Os esul ados da ques ão sob e os obje i os do p ocesso de a aliação de desempenho
e elam uma di e sidade de p io idades en e os colabo ado es. A opção mais escolhida oi
"Iden i ica si uações a melho a no abalho diá io", com 33 o os, o que ep esen a 24% do o al.
Es e esul ado suge e que a maio ia dos colabo ado es ê o p ocesso de a aliação como uma
opo unidade pa a abo da e melho a ques ões p á icas no dia a dia.
Em segundo luga , a opção "Ou i as suges ões dos colabo ado es, sob e a ealização do
abalho" ob e e 31 o os (22%).
72
e cei a opção mais o ada oi "Iden i ica as necessidades de o mação", com 22 o os
(16%). Es e esul ado é ele an e, ao demons a , a meu e , uma consciência das lacunas de
habilidades e do desejo de in es i em desen ol imen o pessoal e p o issional. Os colabo ado es
pa ecem econhece que a o mação é um elemen o essencial pa a o seu c escimen o e pa a a
e icácia do abalho ealizado. Du an e o meu auxílio, no a amen o de esul ados com a minha
acompanhan e de es ágio, e i icamos que mui os colabo ado es, no quad o disponí el nas olhas
de au oa aliação (anexo VIII) esponde am as á eas pelas quais inham in e esse em ecebe
o mação, e mesmo du an e algumas euniões de a aliação de desempenho que assis i, mui os
colabo ado es mani es a am o in e esse na o mação, dando suges ões pa a a mesmas, daquilo
que acham necessá io ecebe o mação pa a o seu abalho.
As opções "Pa a a di eção e mais meios pa a aze a supe isão do abalho ealizado"
e "Pa a aze a a ibuição dos p émios de desempenho" ob i e am 19 (13%) e 13 o os (9%),
espe i amen e.
A opção "Pa a de ini se um colabo ado es á no pos o de abalho pa a o qual es á mais
habili ado e/ou capaci ado" ob e e 12 o os (9%), o que indica uma p eocupação com a
adequação de compe ências aos pos os de abalho, embo a não enha sido uma das espos as
mais p io i á ias. Po im, a escolha "Po que exis e em ou as ins i uições, e es a que ap esen a -
se com os mesmos ní eis de qualidade e exigência" ecebeu 9 o os (6%). Es e núme o é o mais
baixo en e as opções, suge indo que a mo i ação pa a segui p á icas comuns em ou as
ins i uições não é um a o de e minan e na isão dos colabo ado es da S.C.M.R.V., pa a a
ealização de uma a aliação de desempenho.
1.4.16. Que suges ões em pa a que o p ocesso de a aliação de desempenho
possa se melho ado
A úl ima ques ão, e a uma ques ão de espos a abe a, pa a que os colabo ado es
pudessem dize cla amen e aquilo que acham que pode ia melho a na a aliação de desempenho.
Pa a ge a con iança em odo o p ocesso, e não c ia eceios nos colabo ado es, que pudessem
acha que se iam iden i icados pela sua le a, a espos a ao con á io das demais e a de ca á e
opcional, endo is o em men e, apenas esponde am a es a ques ão 6 colabo ado es.
73
Analisando as espos as dadas a es a pe gun a, mui as delas não esponde am ao que
e a ques ionado, ap o ei ando es a secção pa a ala de ou as coisas do p óp io abalho, que
não êm a e com o p ocesso de a aliação de desempenho. Po an o, pa a es a análise i ei apenas
e e i aquelas que esponde am melho ias e e i as ao p ocesso de a aliação do desempenho.
Des aco a espos a do colabo ado que disse: “Acho que de e ia ha e a possibilidade,
das colegas mais p óximas ao abalho diá io, ap esen a em a sua opinião e a mesma se
alo izada no p ocesso de a aliação. Conside o ainda, que as coo denado as de am se al o de
ap eciação po pa e dos es an es colabo ado es”. Também ou o colabo ado disse “as
colabo ado as pode em ambém a alia quem es á a coo dena o abalho”, mos ando aqui
cla amen e uma on ade des es colabo ado es de da em um pa ece sob e o desempenho das
suas che ias na a aliação de desempenho.
1.5. Discussão dos esul ados em a iculação com os e e enciais eó icos
mobilizados
A minha pesquisa ealizada sob e o p ocesso de a aliação de desempenho na San a Casa
da Mise icó dia de Rio Velho (S.C.M.R.V.) des aca á ios aspe os impo an es na ges ão de
ecu sos humanos.
A implemen ação de sis emas de a aliação é essencial pa a assegu a que os
colabo ado es es ão alinhados com os obje i os o ganizacionais e pa a p omo e o seu
desen ol imen o con ínuo, “Human capi al managemen (HCM) was desc ibed by he accoun ing
o People Task Fo ce (2003) as a s a egic app oach o people managemen ha ocuses on he
issues ha a e c i ical o he o ganiza ion’s success.” (Ba on & A ms ong, 2007, p. 1). No en an o,
a análise suge e que exis em á eas de melho ia na a aliação de desempenho da S.C.M.R.V.,
especialmen e no que diz espei o à cla eza dos c i é ios e à pe ceção dos colabo ado es sob e o
p ocesso.
Ve i iquei du an e en e is as com os coo denado es, como a D .ª Ma ia e o D . José, que
alguns colabo ado es mos a am di iculdades em comp eende ce os aspe os da a aliação, em
especial a necessidade de jus i ica classi icações “excelen e” como e e ido du an e a en e is a
com a D .ª Joana. Es es pon os podem se melho ados com uma comunicação mais cla a e uma
adap ação dos c i é ios ao ní el de en endimen o de odos os en ol idos.
74
Um pon o-cha e na a aliação de desempenho é a capacidade de es e sis ema o nece
in o mações ú eis pa a o desen ol imen o dos colabo ado es. A a aliação de desempenho de e
se en endida como “um sis ema de a aliação que pe mi e euni as in o mações necessá ias
pa a cons ui os á ios p og amas (p omoção, emune ação, o mação…) e undamen a as
decisões que dizem espei o às ca ei as dos colabo ado es” (Pe e i, 1998, p. 250). No en an o,
como oi mencionado no g á ico 7 do ques ioná io, 39% dos colabo ado es ela a am que
en ende am apenas pa cialmen e as compe ências a aliadas. Assim como a en e is a com a D .ª
Joana e ela, que a a aliação de desempenho po ezes é en endida po pa e de alguns
colabo ado es como um p ocesso bu oc á ico ou de supe isão, em ez de uma e amen a de
desen ol imen o p o issional.
Rocha (1997) a i ma que a a aliação de desempenho “consis e na sis emá ica ap eciação
do compo amen o do indi íduo na unção que ocupa, supo ada na análise obje i a do
compo amen o do homem no abalho e comunicação ao mesmo do esul ado da a aliação” (p.
120).Con udo, alguns colabo ado es menciona am, como explicado du an e a en e is a com o
D . José, que a comunicação dos esul ados não oi ão cla a quan o pode ia se , o que pode le a
a c e , que mui os não en ende am quais os pon os o es e á eas a melho a no seu abalho.
Como des aca Mou a (2000) “o obje i o cen al da a aliação de desempenho é o de a alia
o abalho dos emp egados de o ma co e a e comple a. Es e obje i o é comum à pe spe i a
mic o e mac o” (p. 106). Nesse sen ido, a S.C.M.R.V. em já uma es u u a o ganizada, mas, al
como obse ado no g á ico 6 do ques ioná io, 53% dos colabo ado es ela a am que os
ques ioná ios de a aliação inham pa es di íceis de in e p e a o que indica a necessidade de uma
maio simpli icação e adap ação do p ocesso de a aliação às capacidades dos di e en es g upos
de abalhado es, o que ai de encon o às suges ões dos coo denado es du an e as en e is as.
A a aliação de desempenho de e ambém a ende às necessidades an o da o ganização
quan o dos abalhado es.
“(…) os p incipais obje i os que le am as o ganizações a implemen a um
sis ema de a aliação de desempenho se p endem com a sa is ação de ês
necessidades, sendo uma da o ganização e duas do indi íduo/ abalhado . Ao
ní el da o ganização, a a aliação de desempenho ajuda as decisões
adminis a i as ligada às emune ações, e c. Ao ní el do indi íduo, pe mi e que
o a aliado conheça a ap eciação que é ei a ace ca do seu desempenho e
pe mi e ao a aliado aconselha o colabo ado no seu pe cu so p o issional”
(Cae ano & Vala, 2000, p. 360)
81
Du an e o es ágio, oi possí el obse a que a o mação dos colabo ado es não e a apenas
uma o malidade, mas uma necessidade essencial pa a assegu a que es es pudessem
desempenha e icazmen e as suas unções. A o mação assume, assim, uma unção es a égica,
ao i ao encon o da de inição de Cowling & Maile (1998) que de endem que “a o mação jus i ica-
se p incipalmen e como meio de melho a o desempenho de uma de e minada a e a ou pos o de
abalho” (p. 105). O en ol imen o di e o nas p á icas de o mação na San a Casa e o çou-me
es e en endimen o, mos ando que, sem uma o mação adequada, mui os colabo ado es
en en am di iculdades em a ingi as expec a i as do seu ca go. Além disso, o es ágio pe mi iu
comp eende que o in es imen o em o mação não se limi a à capaci ação écnica dos
colabo ado es. A o mação, especialmen e nas á eas de lide ança e comunicação, desempenha
um papel undamen al na c iação de um ambien e de abalho colabo a i o e e icien e. A o mação
em compe ências in e pessoais, como a comunicação e icaz, mos ou se um elemen o cen al
pa a melho a o elacionamen o en e equipas, bem como a elação com os u en es/clien es, o
que, po sua ez, se e le e numa maio coesão o ganizacional e numa melho ia do se iço
p es ado.
Ou a ap endizagem essencial no âmbi o do es ágio oi a impo ância da o mação
o ien ada pa a a adap ação às mudanças o ganizacionais. Num con ex o como o de uma I.P.S.S.,
onde os ecu sos são equen emen e limi ados, a o mação con ínua desempenha um papel i al
na capacidade da ins i uição de adap a -se a no os desa ios. Be na des (2016) desc e e que "a
o mação con ínua dos abalhado es e e e-se à sua capaci ação pa a exe ce co e amen e a sua
p o issão e as a e as exigidas pa a o seu pos o de abalho" (p. 58). Es a ideia oi amplamen e
co obo ada du an e o meu es ágio, pois obse ei que a o mação egula pe mi e que os
colabo ado es se man enham a ualizados e p epa ados pa a esponde às necessidades
eme gen es do se iço.
Po im, oi ambém no á el a elação en e a a aliação de desempenho e a iden i icação
de necessidades o ma i as especí icas. A a és da a aliação, o am iden i icadas á eas onde os
colabo ado es p ecisa am de mais apoio, o que le ou à c iação de p og amas de o mação
di ecionados, o que pa a mim enquan o aluno des e mes ado, onde a o mação é o seu pila
p incipal, oi undamen al, pois ealmen e consegui en ende a impo ância de um bom sis ema
de a aliação de desempenho, e como es e pode se uma e amen a c ucial pa a a ges ão da
o mação. O es ágio pe mi iu-me uma aplicação p á ica dos concei os de o mação con ínua e
a aliação de desempenho, e elando a impo ância de uma es a égia de o mação bem

82
es u u ada pa a o desen ol imen o o ganizacional. Ao pa icipa na implemen ação de ações
o ma i as e es emunha o impac o das mesmas nos colabo ado es, oi-me possí el en ende
como a o mação pode a ua como uma e amen a ans o mado a, an o a ní el indi idual quan o
ins i ucional.
83
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San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho (2022)
Rela ó io de a aliação de desempenho de 2021
San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho (2023)
Rela ó io de a aliação de desempenho de 2022
San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho (2020)
Manual de a aliação de desempenho
.
San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho (2020)
Manual de unções
.
San a Casa da Mise icó dia de Rio Velho (2023)
Plano de o çamen o 2023
.
86
Anexos:
Anexo I
Guião de en e is a pa a os coo denado es sob e o p ocesso de a aliação de
desempenho
Q1 – Já inha expe iência de anos an e io es como a aliado de desempenho? Se sim, quan os
anos?
Q2 - Conside a que a a aliação do ano de 2023 oi ácil de se implemen ada em compa ação
com anos an e io es?
Q3 – Sen iu-se p epa ada pa a conduzi es e p ocesso de a aliação de desempenho em 2023?
Q4 – O que achou dos c i é ios de a aliação de desempenho em 2023? Acha que o am
adequados e ele an es, ou seja, as compe ências, os indicado es?
Q5 – Pensa em e ido di iculdades du an e as euniões com os colabo ado es?
Q6 – Pensa que os indicado es es abelecidos du an e o p ocesso de a aliação de desempenho
o am cla amen e en endidos pelos memb os da sua equipa?
Q7 – Possui alguma in o mação que lhe pe mi a sabe se os colabo ado es da sua equipa
acha am a a aliação de desempenho jus a e equi a i a?
Q8 – Acha que a a és do p ocesso de a aliação de desempenho do ano 2023 conseguiu
iden i ica po enciais melho ias a se em ei as no abalho dos memb os da sua equipa?
Q9 – Acha que a a és do p ocesso de a aliação de desempenho do ano 2023 conseguiu
iden i ica po enciais melho ias a se em ei as no abalho dos memb os da sua equipa?
Q10 – Rela i amen e a esses p ocessos de abalho que podem se melho ados, acha que a
o mação pode da um con ibu o nesse sen ido?
Q11 - Conside a que a a aliação de desempenho pode e impac o no abalho diá io dos
colabo ado es?
Q12 - Como coo denado , conside a que a a aliação de desempenho pode se ele an e pa a
mo i a a sua equipa de abalho?
Q13 - Na escala quan i a i a de 0 a 5, que a alia os colabo ado es em cada indicado , como
a alia ia o p ocesso de a aliação de desempenho do ano de 2023?
Q14 - Que suges ões em pa a melho a o p ocesso de a aliação de desempenho da ins i uição?
Q15 - Se já abalha a na ins i uição an es de se implemen ado o p ocesso de a aliação de
desempenho, que no ano passado, que nos anos an e io es, que mudanças o am in oduzidas
nos con ex os de abalho da sua equipa pela a aliação de desempenho desde que oi
implemen ada?

87
Anexo II
En e is ado : Começando com a p imei a pe gun a, “Já inha expe iência de anos
an e io es como a aliado a do desempenho? Se sim, quan os anos? “
D .ª Ma ia: Não sei se pe cebi bem a pe gun a. A pe gun a é se oi só es e o p imei o ano enquan o
a aliado a ou se já inha expe iência de ou os anos, é isso?
En e is ado : Sim, de ou os anos.
D .ª Ma ia: Ok en ão começo po explica , enquan o a aliado a, mas simul aneamen e esponsá el
dos ecu sos humanos, p on o, enho con ac o com es e p ocesso de a aliação desde 2021.Foi o
p imei o ano em que implemen amos nes a ins i uição o p ocesso de a aliação de desempenho,
não só em 2020, iz uma pesquisa e uma ecolha de ou os p ocessos de a aliação de
desempenho em con ex os mui o semelhan es ao nosso. P on o, elabo amos na al u a um manual
do p ocesso de a aliação de desempenho, que pudesse se um guia não só pa a mim, enquan o
esponsá el dos ecu sos humanos, mas sob e udo pa a odos os in e enien es no p ocesso de
a aliação de desempenho, desde os a aliado es aos a aliados e ambém pa a a di eção des a
ins i uição e em 2021 implemen amos aqui o p imei o p ocesso de a aliação de desempenho. Po
isso, es e é o e cei o ano que enho expe iência da implemen ação de um p ocesso de a aliação
de desempenho.
En e is ado : Conside a que a a aliação do ano 2023 oi ácil de se implemen ada
em compa ação com anos an e io es?
D .ª Ma ia: É assim, odos os anos, nes es ês anos, hou e semp e aqui á ias di iculdades. Se
calha es e ano sin o que o p ocesso es a a mais bem sus en ado, is o é, acho que es a a mais
cla o os c i é ios de a aliação. Acho que hou e aqui algumas euniões p elimina es ao p ocesso
de a aliação, p op iamen e di o, com os coo denado es e ambém hou e aqui no ano de 2023,
p ocu amos conhece melho ou os p ocessos de a aliação em ins i uições mui o semelhan es à
nossa, o que nos ajudou aqui a e le i sob e alguns cuidados, alguns p ocedimen os que
pudessem aqui o na es e p ocesso mais equilib ado en e as di e sas alências e os di e sos
a aliado es, melho sus en ado pelo a o de pode mos aqui jus i ica os ní eis da excelência, po
isso, apesa de es e ano, à semelhança dos ou os, eu e sen ido menos di iculdades, acho que
es e ano i e menos di iculdades, menos dú idas, apesa de ainda exis i em, do que no ano de
2022.
88
En e is ado : Embo a já me enha ambém espondido a is o um pouco, mas sen iu-
se p epa ada pa a conduzi o p ocesso de a aliação de 2023?
D .ª Ma ia: Sim, sen i-me p epa ada, mas e e i amen e é semp e um p ocesso que me p o oca a
mim, não só enquan o esponsá el dos ecu sos humanos, mas ambém enquan o a aliado a,
mui as dú idas, mui as insegu anças, mui as ques ões. É semp e um p ocesso complexo e
exigen e po me coloca mui as ezes em ques ão se es ou a se jus a, se es ou a a a igual as
pessoas, en a aqui não se in luenciada po a o es que não êm que in luencia o p ocesso de
a aliação, mas é semp e um p ocesso onde a obje i idade é semp e o nosso obje i o, mas onde
mui as ezes empancamos aqui com alguma subje i idade que p ejudica o p ocesso.
En e is ado : E o que acha dos c i é ios de a aliação de desempenho de 2003? Acho
que o am adequados e ele an es.
D .ª Ma ia: Os c i é ios de a aliação, os domínios de a aliação?
En e is ado : Sim.
D .ª Ma ia: É assim, eu con inuo a acha que a esse ní el ainda emos aqui algum abalho a
melho a . Con inuo a acha que emos domínios de a aliação mui o ge ais e não ainda mui o
ajus ados às di e en es ca ego ias p o issionais. Es a eu acho que é uma di iculdade que em
desde o início da implemen ação do p ocesso de a aliação, se calha no p imei o e no segundo
ano, po não e mos um conhecimen o mui o g ande dos p ocessos de a aliação, en amos aqui
c ia p ocessos de a aliação mais ge ais e se calha não conseguimos, mesmo já es ando no
e cei o ano, ainda não conseguimos o ná-los mais ajus ados a cada ca ego ia p o issional, mais
mensu á eis, con inuam aqui a es a mui o no ní el quali a i o e pouco quan i a i o, o que eme e
mui o pa a a subje i idade. E po isso, apesa de acha que hou e melho ias e p og essos em
algumas ques ões no p ocesso de a aliação de desempenho, acho que no que conce ne aos
domínios de a aliação ainda emos um longo caminho a pe co e .
En e is ado : Pensa e ido di iculdades du an e as euniões com os colabo ado es?
D .ª Ma ia: Sim, i e. Nem semp e a o ma como o a aliado se pe ceciona co esponde com a
pe ceção que o a aliado em dele… E sob e udo é mais di ícil quando a pe ceção que o a aliado
em dele é mui o mais posi i a do que aquela que o a aliado em. Quando é o con á io, quando
ealmen e o colabo ado se pe ceciona de uma o ma, se calha , a é menos compe en e, é uma
opo unidade do a aliado e o ça compe ências, alo iza , mo i a o colabo ado e é semp e um
89
abalho mui o mais ácil. Quando é o con á io, o a aliado ine i a elmen e se ê com as suas
expec a i as de audadas não é? e mui as ezes em que sabe sus en a mui o bem a explicação
que damos pa a de e minada pon uação e de e minado ní el, mas semp e com o cuidado daquilo
não p o oca desmo i ação, a é algum sen imen o de us ação, po acha que ealmen e não
es amos a a alia de uma o ma jus a, es amos a oca mo-nos em ques ões se calha meno es e
a alia , de uma o ma pouco ahmmmmm consis en e po isso é semp e di ícil a alia mos alguns
a aliado es quando e e i amen e êm pe ceções mui o dis in as das nossas.
En e is ado : Pensa que os indicado es es abelecidos du an e o p ocesso de
a aliação de desempenho o am cla amen e en endidos pelos memb os da sua
equipa?
D .ª Ma ia: Quando ala dos memb os da minha equipa, es a a ala -me dos colabo ado es que eu
a aliei ou dos coo denado es e a aliado es?
En e is ado : Es ou a ala dos memb os que a aliou.
D .ª Ma ia: Acho que não, acho que e e i amen e ainda con inuo. Essa ambém é uma ou a
agilidade que em a e aqui com os domínios de a aliação, que es ão ainda mui o ge ais e pouco
a e os às ca ego ias e pouco mesu á eis, ambém econheço que alguns deles êm uma
linguagem, se calha , pouco acessí el. Uma linguagem, se calha , mais pa a quad os écnicos,
mais pa a... p on o. E apesa do cuidado que emos semp e, desde o início da implemen ação do
p ocesso de a aliação, aquando da en ega do Aco do de Responsabilidades, que é no início do
p ocesso de a aliação, ali no p imei o imes e de cada ano, nós quando en egamos o Aco do
de Responsabilidades, se calha no p imei o ano izemos de uma o ma mui o mais cuidada, mui o
mais de alhada, ago a só alamos sob e os domínios que o am al e ados compa a i amen e ao
ano an e io , mas e e i amen e p ocu amos decompo esses indicado es e explica aquilo que é
espe ado de cada abalhado , senão ambém o abalhado não sabe o que é espe ado do
desempenho deles, mas mesmo endo esse cuidado, eu econheço que emos que p ocu a
u iliza uma linguagem ainda mais simples e ainda mais comp eensí el pa a odos.
En e is ado : Possui alguma in o mação que lhe pe mi a sabe se os colabo ado es
da sua equipa acha am a a aliação de desempenho jus a e equi a i a?
D .ª Ma ia: Sim, eu a alio, sou esponsá el po a alia ês se o es, as alências da in ância, as
alências do cen o médico e a alência dos se iços adminis a i os. Sen i que nas alências da
90
in ância, po que ambém já a alio aqueles colabo ado es desde a implemen ação des e p ocesso,
há ês anos a es a pa e, e acho que que eu, se calha , já possa es a mais compe en e a a aliá-
los, que eles ambém já possam-me pe cebe melho , comp eende melho a o ma como lhes
explico o p ocesso de a aliação e pa ece-me que ela i amen e a esse sec o , que são ce ca de
in e e poucos colabo ado es, pa ece-me que é um p ocesso mais ou menos pací ico, anquilo,
já o pe cebem e não chegou qualque
eedback
de desag ado, de descon en amen o, não hou e
qualque eclamação e apesa de ha e em algumas en e is as, alguns colabo ado es que inham
pe ceções um bocadinho dis in as daquelas que eu inha, mas acho que o am discu idas no
momen o da a aliação e ac edi o que enham sido ul apassadas, pelo menos não mos a am
nada em con á io. No cen o médico, ambém po que a alio os colabo ado es desde o início,
desde há ês anos a es a pa e, ambém me pa ece que as coisas es ão mais ou menos es á eis
e acho que as coisas co e am ela i amen e bem. Ti e mais di iculdade nos se iços
adminis a i os, po que oi o p imei o ano que a aliei es es colabo ado es e, e e i amen e, sen i
aqui em alguns colabo ado es que e am a aliados nos dois anos an e io es po uma pessoa
dis in a, uma pessoa que a é já nem az pa e da ins i uição e que p o a elmen e es a a mui o
habi uada à o ma como ele a alia a, sen i mais di iculdades de acha que as pessoas não
comp eende am ão bem a o ma de eu a alia , de pe cebe os p ocessos de abalho, de pe cebe
aquilo que possa e en ualmen e não es a ão bem e que possa se melho ado. Aqui nes e domínio
sen i mais di iculdades e mais descon en amen o de alguns colabo ado es e que e en ualmen e
possa não e ei o an o sen ido a o ma como o p ocesso de a aliação enha deco ido. Não sei
se espondi.
En e is ado : Sim. Acha que a a és do p ocesso de a aliação do ano de 2023
conseguiu iden i ica po enciais melho ias a se em ei as no abalho dos memb os
da sua equipa?
D .ª Ma ia: Sim, sim. Acho que, e e i amen e, em odas as ca ego ias e em odas as alências que
a alio, acho que é possí el indi idualmen e e em g upo, eu consigo pe cebe aquilo que possa
e en ualmen e es a menos bem e que possa se passí el de melho ia, não só a a és da
o mação, po que eu acho que há aqui di iculdades que o am iden i icadas e que são di iculdades
que nos cabe a nós, enquan o esponsá eis das alências, p omo e ações de o mação pa a
capaci á-los, como e e i amen e ca ac e ís icas mais pessoais e que in luenciam mui as ezes o
desempenho dos colabo ado es. Acho que sim, pelo menos pa a mim icou cla o, espe o que
ambém pa a eles.
97
D . José: Eu penso que sim. Também pe demos bas an e empo, ou ganhámos empo, a explica .
se quise am en ende isso é ou a coisa uma coisa é a mensagem passa ou a coisa é eu não
que e acei á-la e ambém aí emos ou as ques ões hou e mui a gen e que pe cebeu bem que as
eg as muda am que ha ia ali al e ação nas pe cen agens que o excelen e de ia se alguém que
saia um bocadinho o a da caixa, o mui o bom e a já uma coisa… udo aquilo oi explicado, mas
nem oda a gen e es a a ece i a que dize , ecebe am a mensagem, mas depois o que ize am
com ela a iou de uncioná io pa a uncioná io. Pa a quem não que ia acei a a mudança aquilo
não en ou não en ou nem ai en a ai se di ícil, po que depois emos a i imização. O que
acon eceu oi que depois, quando os esul ados saí am, essas pessoas su gem como í imas.
Como é que é possí el só me da em is o, a alia em-me em 75%? Acon eceu mui o is o. Eu i e
uns dois dias que o ambien e oi di ícil e coincidi am mesmo na mudança, na mudança exa amen e
do eg essa aqui. Foi mui o di ícil mo imen a as opas quando a en ega dos en elopes oi, dos
esul ados, oi exa amen e nessa al u a. Embo a i esse pedido pa a adia a en ega, po que já
sabia, po que já conheço as pessoas com quem abalho, mas disse am que inha que se , en ão
en eguei e eu i e di iculdades, i e mui a di iculdade nisso.
En e is ado : En ão, pensa que a sua equipa achou o p ocesso jus o ou não?
D . José: Não, uma g ande pa e acho que sim, embo a algumas depois se associa am a dize
que não es a am, mas eles en ende am. Po que is o é uma coisa, é es a mos no g upo. Ou a
coisa é es a mos a ní el indi idual. Eu penso que sim. Ago a, emos que melho a ? Temos. Temos
que o na a coisa mais simples? Penso que sim, ambém e emos que p epa a as uncioná ias
pa a a a aliação.
Mais do que p epa a ago a as che ias, eu acho que de e íamos canaliza as ene gias pa a o
pessoal que é a aliado no malmen e pelas che ias. Po quê? Po que se eles não en ende se só o
naquele momen o em que em com a olhinha com a sua au oa aliação aí pe de-se mui o eu
penso que na p óxima a aliação de e íamos começa an es po ha e uma p epa ação da pa e
do pessoal ha e umas euniões com odos ou em g upos, como quise , explica os obje i os, o
que é que se p e ende e começa a abalha pa a que es ejam cla os.
E depois especi ica pa a cada abalho e alguns pon os que são di igidos à aquelas unções e
não es a ão gene alizado como o que encon ei aqui a ní el do pessoal do in e namen o e do

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pessoal dos se iços ge ais, po exemplo, e a udo igual, não é igual de manei a nenhuma. Mas
acho que a ní el ge al penso que emos mui o o que aze , mas já hou e um...Sin o, que e e bem.
En e is ado : Acha que a a és do p ocesso de a aliação do desempenho do ano de
2023 conseguiu iden i ica po enciais melho ias a se em ei as no abalho dos
memb os da sua equipa?
D . José: Sim, a é... Penso que eu acho que pe di mais empo a explica o p ocesso e a en a que
o p ocesso osse ei o. Eu penso que ago a no deco e ago a do e le i naquilo que nos esul ados
e naquilo que saiu depois quais o am as eações é que podemos ambém e um bocadinho
ago a é e dade que iquei a conhece melho algumas das uncioná ias sem dú ida nenhuma,
iquei a conhece melho em odos os ní eis, não só a ní el dos aspe os posi i os, mas ambém
nega i os. Alguns, penso que as a aliações caí am mui o bem, no sen ido que o am mui o
ealis as. Embo a eu i esse dú idas no início, depois enho a e que se con i ma a aquilo que
eu inha a pe ceção. Acabei po con i ma pelas eações, pela manei a de aze as coisas. Ago a,
consegue-se e mais po encial, consegue-se e que nem semp e mo i a, as a aliações nem
semp e mo i am as pessoas, algumas não… bloqueiam com a a aliação, acham que azem mui o
e que não o am a aliadas su icien emen e, en ão acabam po es agna . Mas eu penso que elas
nunca e oluí am, semp e es i e am nes e alo es agnan e, só que êm uma pe ceção di e en e
delas mesmas. Ou as penso que oi mui o posi i o de e que podem aze melho e que ica am
con en es com a a aliação e que que em aze melho e que em man e -se. Tudo ai da pe ceção
que i e am daquele alo e daqueles alo es que o am ap esen ados. Em ge al, penso que deu,
deu pa a conhece melho e deu pa a e com quem posso lida melho ambém nas unções que
cada uma em, isso sem dú ida.
En e is ado : E ela i amen e aos p ocessos de abalho que podem se melho ados,
acha que a o mação pode da um con ibu o nesse sen ido?
D . José: Eu p eciso mui o da o mação pessoal. Nós i emos es e empo odo “ o a do concelho”
com mui o pouca o mação. É uma das coisas que emos que começa aqui, é exa amen e a
o mação no pessoal, o mações especí icas, po que emos pessoas que en a am em á ios
momen os, algumas já en a am nes e pe íodo em que não es á amos cá. Há pessoas com
o mação na á ea, mas ambém há pessoas que não êm o mação e que o am ap endendo umas
coisas e é p eciso, p ecisam de en ende po que é que azem de e minadas coisas, sem dú ida
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nenhuma. A o mação pa a mim acho que é o pon o ago a p incipal, se alguma coisa saiu de udo
is o oi a necessidade de o mação.
En e is ado : Conside a que a a aliação de desempenho pode e impac o no
abalho diá io dos seus colabo ado es?
D . José: Tem. Tem. Tan o posi i o como nega i o. Eu enho is o bas an e impac o posi i o. Mas
ambém enho is o nega i o. Tenho is o coisas que se calha es a am um bocadinho escondidas
e acaba am po i ao de cima. E mos a o que é que ealmen e a pessoa é ei a, não é? E quais
são as mo i ações que a azem con inua a abalha na nossa ins i uição. Mui as ezes, deu-me
a en ende ago a que algumas das uncioná ias aziam as coisas, mas já den o de si, já não é
que es i essem mo i adas pa a as unções que desempenham. O que acaba po se bom ambém
pa a aze mos uma a aliação e e mos o que é que p e endemos pa a o u u o da ins i uição. Ou
emos pessoas mo i adas, ou emos pessoas simplesmen e po que emos uma pe ceção delas
de á ios anos que são mui o boas, mas, na e dade, são pessoas que são capazes de desmo i a
ou as se as coisas não co em como is o. Acho que é bom que... Ainda bem que ganhou de
semp e, não é?
En e is ado : Em uma escala quan i a i a de 0 a 5, o que a alia os colabo ado es
em cada indicado ? Como a alia o p ocesso de a aliação de desempenho do ano de
2023?
D . José: Olha, eu coloca ia num 4, embo a, p on o, pelo a o de que mui a coisa eio ao de cima.
A a aliação ambém é is o, é conhece mos as pessoas e e mos o po encial que elas êm e penso
que nisso deu pa a, oi pena o p ocesso de a aliação e oco ido num momen o de mudança, o
que não ajudou mui o. Mas penso que é posi i o e eu gos a ia e peno que oi mui o bom. Penso
que emos mui o ainda pa a melho a , acho que sim. Há mui o ainda, po isso eu gos a ia que eu
es a a a pensa bem se bom ou se mui o bom, mas não, eu acho que oi mui o bom pelo impac o,
po desmon a algumas ideias que exis iam na pa e dos uncioná ios, pelo a o de mos a que
há ou os alo es ambém que es ão implíci os nis o, que não é só a ques ão de que eu aço as
minhas coisinhas odas di ei inhas en ão eu sou excelen e. Não, é dize que emos que aze
melho , emos que es i a camisola da ins i uição e udo isso, e is o pa a algumas não es a a no
ocabulá io delas, que dize , elas simplesmen e inham, aziam o seu abalhinho e acha am que
pa a isso e a su icien e pa a no inal da a aliação e excelen e. E acho que ago a que mexeu um
bocadinho essa es u u a, ques ionou, acho que po um lado oi mui o bom nesse sen ido.
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En e is ado : Já me deu algumas, mas que suges ões em pa a que o p ocesso de
a aliação do desempenho da ins i uição possa se melho ado?
D . José: O a bem, pa a mim, emos que p epa a os uncioná ios. Te mos, como já disse, o obje o
da a aliação se mais pequeno e se mais conc e o, no sen ido mais mensu á el do que subje i o.
E e , se calha , es es pon os de obje i os a a ingi a ní el ge al, a ní el da alência e a ní el
pessoal. Pa a que não seja mui o g ande. Já disse o p epa a os uncioná ios pa a essa a aliação.
E ambém i a das mãos do di e o ou do di e o écnico, ou quem seja, an o na ques ão da
a aliação não es a an o... Não es a an o a ques ão de se o… em que a alia udo, mas ha e
uma di isão, po exemplo, os ecu sos humanos e uma pa e na a aliação, uma pa e que seja
de ecu sos humanos, que in e enham. Depois, o que é esul ados palpá eis, ambém es a em
ali. Não ha e an a subje i idade ao pon o de i e es a a aliação po que o di e o não gos a de
mim ou po que o di e o gos a de mim. não, se uma coisa que seja o mais cla a, anspa en e e
que se possa calcula , que se possa medi . E isso pa a mim acho que é o mais impo an e. Depois,
cla o, em a ques ão dos p émios que se ecebem po se mui o bom, se bom, se excelen e… aí
acaba po es a lá, cla o que oda a gen e que ganha , e o máximo, não é? A é mais um dia de
é ias e não sei o quê, mas nem odos podemos a ingi esses alo es e nem são as che ias que
de em a ingi , po que ambém há uma ideia que o di e o écnico ai a ingi o máximo, não, não
é ob iga ó io que assim seja. E que esse p ocesso seja mais cla o e mui o indi idual, po que aqui
a endência é logo compa a em-se, po que es a az a mesma coisa e em a mesma pe cen agem,
aquela em menos is o é começam aí a compa a -se isso é no mal que acon eça, mas o a o de
que cada um ez o seu caminho acaba po dize assim no inal, p on o, es a é a minha a aliação
seja o que o , mas é a minha p on o, e eu sei do que sou ei o e sei que posso melho a e a é sei
aonde posso melho a e p on o, ou pa a a en e. Ago a, com an os pon os como es amos nes e
momen o, aqueles pon os odos, só i pelos pon os odos, depois há pessoal que não em
paciência pa a anda , depois a linguagem em que es a bem cla a. Basicamen e isso que haja
essas mudanças, o amanho do ins umen o de a aliação, a p epa ação dos uncioná ios e que
seja bem cla o e que haja es e ní el ge al da alência e do sua e, di idido assim po pon os.
En e is ado : En ão inaliza assim es a en e is a, ag adecendo mais uma ez pela
sua colabo ação e ou en ão ago a desliga o g a ado .
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Anexo IV
En e is ado : P imei a pe gun a, gos a ia de lhe pe gun a se já inha expe iência
de anos an e io es como a aliado de desempenho. Se sim, quan os?
D .ª Joana: Sim, e há dois anos.
En e is ado : Conside a que a a aliação do ano 2023 oi ácil de se implemen ada
em compa ação com anos an e io es?
D .ª Joana: Não de odo. Po quê? Pela ques ão de e o i em 5 que ala na excelência, ob igou
que aos coo denado es, que à es an e equipa, a que uma exigência maio na jus i icação dessa
mesma a aliação.
En e is ado : Sen iu-se p epa ada pa a conduzi o p ocesso de a aliação de
desempenho de 2023?
D .ª Joana: Sim.
En e is ado : O que achou dos c i é ios de a aliação de desempenho de 2023? Acha
que o am adequados e ele an es?
D .ª Joana: Sim, são semp e ele an es. Fazem de odo o sen ido os c i é ios que são
implemen ados nes e p ocesso.
En e is ado : Pensa e ido di iculdades du an e as euniões com os colabo ado es?
D .ª. Joana: Não me pe cebi.
En e is ado : Pensa e ido di iculdades du an e as euniões com os colabo ado es?
D .ª Joana: Na p imei a eunião, sim, quando lhes oi explicada es a ques ão de, ao se
au oa alia em como excelen es, e em que jus i ica es a a aliação. E não oi de odo numa
p imei a ase in e p e ada da melho o ma. Acha am que se ia uma o ma de es a em a se mui o
obse adas. Pa a elas não azia sen ido.
En e is ado : Pensa que os indicado es es abelecidos du an e o p ocesso de
a aliação o am cla amen e en endidos pelos memb os da sua equipa?
D .ª Joana: Sim.
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En e is ado : Possui alguma in o mação que lhe pe mi a sabe se os colabo ado es
da sua equipa acha am a a aliação de desempenho jus a e equi a i a?
D .ª Joana: Acho que sim, acho que elas acabam po pe cebe ela i amen e aos anos an e io es
a es a a aliação, acabam po pe cebe que há aqui um io condu o , po isso elas acei am de odo
o ag ado es a e que acham que is o é jus o, que em aqui uma boa coe ência.
En e is ado : Acha que a a és do p ocesso de a aliação de desempenho do ano
2023 conseguiu iden i ica po enciais melho ias a se em ei as no abalho dos
memb os da sua equipa?
D .ª Joana: Sim, o p ocesso de a aliação é mesmo isso, uma o ma de o ma a e le i pa a
pode mos melho a aqui uma ou a si uação que não es eja ão bem e eu acho que isso é semp e
posi i o.
En e is ado : Rela i amen e aos p ocessos de abalho que podem se melho ados,
acha que a o mação pode da um con ibu o nesse sen ido?
D .ª Joana: Sim
En e is ado : Conside a que a a aliação do desempenho de uma o ma ge al, não
só do ano 2023, pode e um impac o no abalho diá io dos colabo ado es?
D .ª. Joana: Se em impac o posi i o?
En e is ado : Sim.
D .ª Joana: Sim, em semp e impac o posi i o. Is o acaba po se uma o ma das colegas
pe cebe em onde es i e am menos bem e de o ma a ape eiçoa o seu desempenho no dia a dia.
En e is ado : En ão conside a como coo denado a que a a aliação de desempenho
pode se ele an e pa a mo i a a sua equipa de abalho?
D .ª Joana: Sem dú ida, sem dú ida, mas ambém, ao mesmo empo, pode se in e p e ada…,
po isso é que às ezes em semp e aqui a pa e mais nega i a, po que en endem, e es a mui o
em conc e o, es a ques ão de e em que jus i ica o g au de excelência, acha am que e a uma
o ma de es a em a se mui o obse adas e que pa a elas is o não azia sen ido, uma ez que
odas elas conside a am que e am excelen es no seu desempenho, desde semp e que es ão na
ins i uição, que acha am que is o pa a elas não azia sen ido. E po isso é que numa p imei a ase

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não oi ão bem-acei e. Depois oi-lhes explicado exa amen e o que é que se p e endia com es a
jus i icação e acho que depois que oi acei e de bom g ado.
En e is ado : Na escala quan i a i a de 0 a 5 que a alia os colabo ado es em cada
indicado , como a alia ia o p ocesso de a aliação de desempenho do ano de 2023?
D .ª Joana: Tal ez um 4.
En e is ado : Que suges ões em pa a que o p ocesso de a aliação de desempenho
da ins i uição possa se melho ado?
D .ª. Joana: Eu acho que ele em indo a melho a de ano a ano e eu acho que az mui o sen ido
aze es as euniões de equipa enquan o coo denado es, de o ma a que ape eiçoa mos aqui
ambém o p óp io p ocesso de a aliação. Es e ano e e es a ques ão em conc e o que já e e i
an e io men e, mas acho que es á bem. Eu acho que depois nós ambém ap endemos mui o po
nós mesmos e ambém, po exemplo, das ou as ins i uições. Mas, no momen o, não enho assim
nada em conc e o pa a... O que eu acho é que, quando alamos da compe ência, pois den o de
cada compe ência em á ios indicado es e depois cada uma delas em que jus i ica aqueles
indicado es odos. Pa a mim azia mais sen ido, den o daquela compe ência, aze a a aliação de
uma o ma gené ica, e há uma exigência a cada uma delas e que es a a jus i ica cada indicado ,
o que acaba po se mais complexo, po que a g ande maio ia dos nossos abalhado es, e eu alo
mui o em conc e o na equipa que coo deno, êm poucas habili ações e o elas e em que esc e e ,
elas não êm an a acilidade.
Ti e am, sim, que pedi ajuda aos seus amilia es, eu ambém me p edispôs a isso, eu ambém
ajudei, em alguma jus i icação, po que elas inham es a di iculdade. E se nós simpli ica mos es a
ques ão nes e p ocesso de a aliação, eu acho que e a mui o melho pa a elas.
En e is ado : E ago a como úl ima ques ão, se já abalha am na ins i uição an es
de se implemen ado o p ocesso de a aliação de desempenho, que mudanças o am
in oduzidas nos con ex os de abalho da sua equipa pela a aliação de desempenho,
desde que es a oi implemen ada na ins i uição.
D .ª Joana: Não oi, acho que não hou e nenhuma al e ação. A ní el de desempenho é is o mesmo
que elas e e em. Elas semp e consegui am, e eu ambém es ou cá, já há aqui alguns anos, e já
aco dei nes a equipa ambém há alguns anos, e pe cebo que o desempenho delas é de um ní el
de excelência, sem dú ida que é. E po isso eu acho que não hou e di e ença nenhuma. Di e ença
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nenhuma, se calha não posso dize o almen e isso, po que cada uma delas, em algumas
ques ões que eu e e i, que elas de e iam melho a , odas elas êm ali po meno es di e en es
umas das ou as. Mas são coisas assim ambém mui o supe iciais. É mui a ques ão, se calha
na imagem, no a damen o, mui o na ques ão da o a au omó el, que em ali que aze algumas
melho ias, mas naquilo que é o desempenho enquan o ajudan es amilia es, naquilo que é a
p es ação e no cuidado di e o com o u en e, isso odas elas são excelen es.
En e is ado : P on o, en ão, inaliza-se-me es a en e is a, ag adecendo mais uma
ez pela sua colabo ação e ou en ão ago a desliga o g a ado com licença.
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Anexo V
En e is ado : Já em expe iência de anos an e io es como a aliado de
desempenho? Se sim, quan os anos?
D .ª Sa a: Sim, penso que dois, sal o e o.
En e is ado : Conside a que a a aliação do ano de 2023 oi ácil de se
implemen ada em compa ação com anos an e io es?
D .ª Sa a: Nunca é um p ocesso p op iamen e um p ocesso ácil, é semp e o p ocesso que le a
bas an e e lexão, não conside o que seja um p ocesso p op iamen e ácil necessi a de bas an e
e lexão.
En e is ado : E sen iu-se p epa ada pa a começa o p ocesso de a aliação de 2023?
D .ª Sa a: Sim.
En e is ado : O que achou dos c i é ios de a aliação de desempenho de 2023? Acha
que o am adequados e ele an es?
D .ª Sa a: Penso que sim.
En e is ado : Pensa e ido di iculdades du an e as euniões com as colabo ado as
da sua equipa?
D .ª Sa a: É assim, oi um p ocesso, o p ocesso de a aliação nunca é ei o só indi idualmen e po
uma pessoa. Nes e caso, ambém é ei o pelas pessoas que es ão nas salas, com as
colabo ado as. Po isso, é um p ocesso ei o em conjun o, que acili a aqui um bocadinho ambém
es a a aliação.
En e is ado : Pensa que os indicado es es abelecidos du an e o p ocesso de
a aliação o am cla amen e en endidos pelos memb os da sua equipa?
D .ª Sa a: Penso que sim. Nós não es á amos aqui disponí eis pa a escla ece qualque dú ida.
En e is ado : Possui alguma in o mação que lhe pe mi a sabe se os colabo ado es
da sua equipa acha am a a aliação de desempenho jus a e equi a i a?
D ª Sa a: Se possuo???
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En e is ado : alguma in o mação que lhe pe mi a sabe se os colabo ado es da sua
equipa acha am a a aliação de desempenho jus a e equi a i a?
D .ª. Sa a: É assim, depois do esul ado inal exis e um p azo que elas podem eclama e ninguém
o ez.
En e is ado : Acha que a a és do p ocesso de a aliação de desempenho do ano de
2023 conseguiu iden i ica po enciais melho ias a se em ei as no abalho dos
memb os da sua equipa?
D .ª Sa a: Penso que sim, penso que o p ocesso de a aliação ajudou, sim.
En e is ado : E ela i amen e aos p ocessos que podem se melho ados, acha que a
o mação pode da con ibu o nesse sen ido?
D .ª Sa a: Sim.
En e is ado : Conside a que a a aliação de desempenho pode e impac o no
abalho diá io dos colabo ado es?
D .ª Sa a: Sim, sem dú ida.
En e is ado : Como coo denado a, conside a que a a aliação de desempenho pode
se ele an e pa a mo i a a sua equipa de abalho?
D .ª Sa a: Também. Sim, conside o.
En e is ado : E na escala quan i a i a de 0,5 que a aliou os colabo ado es em cada
indicado , como a alia ia o p ocesso de a aliação de desempenho do ano de 2023?
D .ª Sa a: De 0 a 5? Se calha um 4.
En e is ado : Que suges ões em pa a que o p ocesso de a aliação de desempenho
da ins i uição possa se melho ado?
D .ª Sa a: De momen o, de momen o assim não es ou a e nenhum aspe o pa a já. De momen o
não consigo encon a nenhum aspe o. Logo que p ecise se melho ado, não me eco do.
En e is ado : Se já abalha am na ins i uição an es de se implemen ado o p ocesso
de a aliação de desempenho, que mudanças o am in oduzidas nos con ex os de
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Anexo VIII
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Anexo IX
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