------------------------------------------------------------------ Capí ulo 41. Págs. 605 a 614 ---------
Capí ulo 41
Mo imen o de esis ência das comunidades
emanescen es dos quilombos:
es udo de caso na comunidade
Pa ioba, Japa a uba-SE-B asil *
Luiz Edua do Oli ei a **
And eia Poschi Ba bosa To ales ***
C is iane Cos a da Cunha Oli ei a ****
* Ag adecimen os de los au o es:
À Uni e sidade Ti aden es/SE, B asil, e ao Ins i u o de Tecnologia e Pesquisa pelo
espaldo cien í ico e ins i ucionalização da pesquisa. A Comunidade de Pa ioba-Japa a uba-
SE, pela pa icipação como sujei os da pesquisa.
** Abogado, especialis a en De echo Cons i ucional.
*** P o eso a en la Uni e sidad de Ti aden es/Se, B asil.
**** P o eso a en el P og ama de Mes ía y Doc o ado en Salud y Medio Ambien e de la
Uni e sidad de Ti aden es/SE, B asil e in es igado a en el Ins i u o de Tecnología e
In es igación (ITP), A acaju, B asil.
1. INTRODUÇÃO.
p ocesso de ce i icação da e a é um impo an e documen o pa a os
in eg an es a odescenden es no que se e e e à lu a pelo exe cício da
consciência de aça, da explo ação da e a, de up u a com o ciclo de
esc a idão, bem como a possibilidade de des aze e aze ou a ealidade. A
exis ência de comunidades quilombolas ab ange odo e i ó io nacional e os
descenden es de esc a os sob e i em em encla es comuni á ios e mui os i am
seu sus en o da pesca, do cul i o da e a, ou os pela di iculdade da posse de
e a, abalham em emp esas aos a edo es do quilombo (To ales, 2013, Anjos
& Cip iano, 2007, Diegues, 2000).
O
------------------------------------------------------------------ Capí ulo 41. Págs. 605 a 614 ---------
A pa i da Cons i uição Fede al do B asil de 1988 (B asil, 1998) as
comunidades quilombolas passa am a e p o eção legal e uma maio
isibilidade, pois icou assegu ada aos emanescen es das comunidades dos
quilombos, que es ejam ocupando suas e as o econhecimen o à p op iedade
de ini i a da e a. Pa a que o í ulo de p op iedade da e a seja expedido em
a o das comunidades en ol idas há uma sé ie de e apas que p ecisam se
cump idas. Em Se gipe, exis em 25 comunidades quilombolas ce i icadas
desde 2004, pela Fundação Palma es (B asil, 2014). Com a ce i icação, as
comunidades o am au oma icamen e incluídas em p og amas go e namen ais,
com p e isões de ecu sos, esponsabilidades e p azos de execução, sendo a
polí ica de egula ização uma a ibuição do Ins i u o Nacional de Colonização e
Re o ma Ag á ia – INCRA (B asil, 2012).
A comunidade Pa ioba-Japa a uba, em Se gipe, no no des e b asilei o,
encon a-se econhecida e ce i icada, u o de um mo imen o de esis ência,
po ém ainda não ob e e seu í ulo de ini i o de posse da e a. Conhece os
aspe os legais en ol idos no p ocesso de econhecimen o des a comunidade é
de ex ema ele ância pa a acili a a posse da á ea ce i icada, sendo possí el
delinea ações que isem o bem es a e o pleno exe cício da cidadania a a és
da ga an ia dos di ei os sociais des e g upo populacional. Nes e con ex o o
obje i o des e a igo é desc e e como os aspec os legais in e e em no p ocesso
de econhecimen o e ce i icação des a comunidade quilombola do no des e
b asilei o.
2. ASPECTOS LEGAIS DO RECONHECIMENTO
E CERTIFICAÇÃO DA TERRA.
Com a p omulgação da Cons i uição Fede al do B asil de 1988 (B asil,
1998) as comunidades quilombolas passa am a e p o eção legal, po o ça do
a igo 68 do A o das Disposições Cons i ucionais T ansi ó ias (ADCT) que
assegu ou aos emanescen es das comunidades dos quilombos, que es i essem
ocupando suas e as, o econhecimen o à p op iedade de ini i a, ob igando ao
Es ado b asilei o a p ocede à emissão dos í ulos espec i os.
O p ocedimen o pa a iden i icação, econhecimen o, delimi ação,
dema cação e i ulação das e as ocupadas po emanescen es das comunidades
dos quilombos é ealizado pelo INCRA (B asil, 2012). Alguns c i é ios o am
es abelecidos e de em se cump idos pa a a ob enção da i ula idade e posse da
e a como a au odecla ação enquan o comunidade quilombola (compe e à
Fundação Cul u al Palma es emi i uma ce idão) (B asil, 2014) e a cons i uição
de uma associação, sendo o í ulo de p op iedade egis ado em ca ó io. O
------------------------------------------------------------------ Capí ulo 41. Págs. 605 a 614 ---------
go e no b asilei o es abeleceu um conjun o de ações com o obje i o de
iabiliza o econhecimen o e i ula idade das e as aos emanescen es dos
quilombos, como o P og ama B asil Quilombola (B asil, 2005).
O p ocesso de au o econhecimen o ei o pela comunidade possui ampa o
legal na con enção 169 da O ganização In e nacional do T abalho (OIT, 1989).
De posse des a ce idão a comunidade solici a a egula ização undiá ia
jun o ao INCRA (B asil, 2012) na es e a ede al, que elabo a um es udo da á ea
des inado à con ecção de um Rela ó io Técnico de Iden i icação e Delimi ação
(RTID), com di e sos ela ó ios, como o an opológico, plan a e memo ial
desc i i o, cadas o das amílias quilombolas e dos ocupan es não quilombolas e
le an amen o e iden i icação do e i ó io. Após publicação o icial, o ó gão
p ocede à no i icação dos ocupan es não quilombolas e p op ie á ios ou
ins i uições com in e esses na á ea delimi ada, com ampla possibilidade do
con adi ó io.
Po meio do desemba açamen o e desin usão do e i ó io, p ocede-se as
deco en es desap op iações de í ulos álidos ou eassen amen o dos pequenos
ocupan es não quilombolas. Po úl imo, dema ca-se o e i ó io e a associação
comuni á ia quilombola ecebe a i ulação e o egis o desse í ulo em ca ó io e
no egis o de imó eis. O í ulo de p op iedade é cole i o, p ó-indi iso e
o necido em nome da associação de mo ado es da á ea, egis ado no ca ó io
de imó eis compe en e, sem qualque ônus inancei o pa a a comunidade.
3. METODOLOGIA.
Foi desen ol ido um es udo de abo dagem quali a i a e quan i a i a. A
comunidade quilombola Pa ioba, localizada no les e se gipano, município de
Japa a uba no Es ado de Se gipe no B asil, é compos a po 163 amílias, sendo
143 cadas adas como quilombolas. Realizou-se um cálculo amos al
p obabilís ico após exclusão das amílias cadas adas que po algum mo i o não
mais esidiam na comunidade. Foi selecionado um sujei o de cada amília, com
idade igual ou supe io a 18 anos. A amos a inal o alizou 101 sujei os
pa icipan es.
A cole a de dados oi ealizada a a és de pesquisa ealizada nas
e e ências de bases legais, en e is a pa a ob enção do pe il sociodemog á ico
e ano ações no diá io de campo com os comen á ios ealizados pelos
pa icipan es.
------------------------------------------------------------------ Capí ulo 41. Págs. 605 a 614 ---------
A análise dos dados quan i a i os oi desc i i a enquan o que pa a os
dados quali a i os oi ealizada análise de con eúdo. Pa a a ende aos p ecei os
é icos, no a o da en e is a, os sujei os assina am o “Te mo de Consen imen o
Li e e Escla ecido.” O p oje o oi ap o ado no Comi ê de É ica em Pesquisa
na Uni e sidade Ti aden es/UNIT, p o ocolo nº. 030511.
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO.
Os esul ados do pe il sócio demog á ico da comunidade quilombola
demons a am a idade média de 41,4 anos, de ambos os sexos, sendo 86
mulhe es (85,1%) e 15 homens (14,9%). A si uação conjugal dos sujei os é de
77 com companhei o (76,2%) e 24 sendo conside ado como não endo
companhei o (23,8%).
Obse ou-se uma maio pa icipação das mulhe es como sujei os da
pesquisa, p o a elmen e de ido ao a o dos homens se em os man enedo es
inancei os da amília e es a em ausen es desen ol endo a i idades labo ais
(To ales, 2013). Alguns au o es des aca am as desigualdades e assime ias de
gêne o nas o mas de o ganização de ida amilia , em elação à dis ibuição
das a e as domés icas, ao en ol imen o e esponsabilidades com os cuidados
com os memb os da amília. Essa assime ia se e ela pa icula men e o e no
con li o i ido pelas mulhe es en e ida amilia e abalho pago, sob e udo em
se a ando de mulhe es com cônjuge e ilhos (B uschini, 1990; Jelin, 1995;
Du an, 2000; So j, 2004).
Pe il um pouco di e so em uma ou a comunidade b asilei a Caiana dos
C ioulos localizada na Pa aíba, econhecida pela Fundação Cul u al Palma es
como uma comunidade emanescen e de quilombos 128 amílias, que o alizam,
ap oximadamen e, 562 pessoas do eminino (49,81%) e do masculino (50,19%);
somen e no g upo com mais de 60 anos, as mulhe es o am encon adas em
maio núme o (7,47%), con a 4,79% de homens; com p edomínio de c ianças e
adolescen es, de ze o a 18 anos (44,45%). A população jo em (de 19 a 23 anos)
comp eendia (10,25%) (Sil a, 2007).
Na p esen e pesquisa a maio ia sujei os possui ensino undamen al
incomple o ou comple o (62,4%); ensino médio incomple o, comple o ou
supe io 29,7% e 08 anal abe os (7,9%). A enda b u a média amilia oi de
R$1.026,41, e a enda pe cap a média oi de R$307,05. No p esen e es udo
mais de 50% da amos a se au odesigna am anal abe os ou com ensino
undamen al incomple o ou comple o (To ales, 2013). Segundo Feliciano e al.
------------------------------------------------------------------ Capí ulo 41. Págs. 605 a 614 ---------
(2004) o baixo ní el de escola idade pode se conside ado como um a o de
limi ação pa a qualidade de ida.
Ve i icou-se em elação à a i idade de abalho dos sujei os en e is ados
que as mulhe es quilombolas des a comunidade exe cem suas a i idades no la
e que apenas uma pequena pa cela exe ce suas a i idades p o issionais (To ales,
2013). De aco do com Melo & Cas ilho (2009), as condições de ida de
mulhe es e homens são esul ado de cons uções sociais que êm como alice ce
o abalho e se mani es am a a és da di isão social do abalho en e os sexos.
Es a di isão es abelece que os homens exe çam suas a i idades no me cado de
abalho capi alis a e as mulhe es di idem seu empo mui as ezes en e a
p odução de me cado ias o a de casa e a ealização das a e as domés icas
ela i as aos cuidados da amília.
Dos quilombolas es udados 53 exe cem a i idades de abalho não
emune ado, ou seja, do la (52,5%), 28 possuem abalho emune ado (27,7%),
12 des es sujei os são aposen ados ou pensionis as (11,9%) e 08 na si uação de
desemp egado (7,9%). As condições de mo adia dos sujei os en e is ados
esiden es na Pa ioba es ão ep esen adas po 63 casas p óp ias (64,4%),
seguida de 21 casas que o am cedidas (20,8%) e 15 são alugadas (14,9%).
Residem nessas mo adias, ap oximadamen e 4 pessoas po amília e cada casa
possui em média 6 cômodos. As amílias o am ca ac e izadas como uni amilia
(61,4%) e mul i amilia (38,6%). A média de pe manência dos mo ado es oi de
30 anos i endo na mesma comunidade (To ales, 2013).
As condições de mo adia de algumas amílias da comunidade Pa ioba são
de mais de uma amília esidindo na mesma casa. Es a si uação pode a o ece
os con li os amilia es, a baixa au oes ima e uma pio qualidade de ida, com
isso, aumen ando a desigualdade social. Em elação à enda amilia , pe cebe-se
que é eduzida, sendo es e um a o impo an e pa a que os indi íduos i am de
o ma jus a e equilib ada. Os jo ens ou che es de amília do sexo masculino
mig am pa a ou as localidades em busca de opo unidades de es udo, abalho,
enda, ou seja, em busca de qualidade de ida, po ém, deixando de con i e
com a cul u a local (To ales, 2013). A mig ação pa a cen os u banos ambém
oi is a em ou as comunidades quilombolas do no des e, co obo ando um
es udo em Caiana dos C ioulos na Pa aíba, onde po não ha e e a pa a odos,
mui os homens jo ens mig a am em busca de al e na i as econômicas pa a a
sob e i ência e a melho ia nas condições de ida (Sil a, 2007).
Os sujei os pa icipan es da pesquisa ela a am sua insa is ação quan o à
al a de opo unidade de abalho, cansaço po uma ida de lu a, insônia pelos
mais a iados mo i os, desde doença a p eocupações inancei as, di iculdades
------------------------------------------------------------------ Capí ulo 41. Págs. 605 a 614 ---------
de locomoção po p oblemas elacionados à saúde. O abalho po meio da
ag icul u a amilia oi quase que ex in o, em deco ência das á eas e i o iais
pe ence em a azendei os, di iculdade do plan io em i ude das mudanças
ab up as no ambien e (pe íodos de cheia e azan e). O anspo e é inexis en e,
endo que se desloca em a é a BR – 101 pa a pega uma condução ou pega em
ca ona no ônibus escola . O po oado é desp o ido de p aças, pa ques,
lanchone es, ede de in e ne , en e ou os a a i os. Es a comunidade ainda
assim man ém sua cul u a a a és de a i idades de abalho, dança quilombola,
comidas ípicas e eligião (To ales, 2013). O mo imen o de esis ência
con ibuiu pa a ampa o legal e sensibilizou o go e no local e/ou ede al na
elabo ação de polí icas públicas pa a melho ia do anspo e, laze e acesso a
se iços de saúde (Figu a 1).
FIGURA 1.
Pe cepção dos sujei os pesquisados na comunidade Pa ioba quan o as di iculdades
encon adas na ida diá ia. Japa a uba-SE-B asil, 2011.
Schmi , Tu a i & Ca alho (2002) essal a am que se ia a pa i de
condições his o icamen e des a o á eis no ocan es às elações de pode que as
comunidades quilombolas e iam lu ado pelo di ei o de se em agen es de sua
------------------------------------------------------------------ Capí ulo 41. Págs. 605 a 614 ---------
p óp ia his ó ia, sendo que passa iam a alo iza posi i amen e sua cul u a
como esis ência e adequação às p essões so idas, e que se iam nes e con ex o
social cons uídas a elação com a e a, que e ia um signi icado de esis ência
cul u al.
Em es udo com seis comunidades quilombolas do município de
San a ém-PA com amílias com maio ia de jo ens e com núcleos amilia es
ampliados de a é 15 ilhos o obje i o oi desc e e a ede de causalidade de
insegu ança alimen a e nu icional cons uída pela população quilombola com
a abe u a da Rodo ia BR-163. A a és da u ilização da écnica de g upos
ocais e das edes de causalidade icou e idenciado que a pa imen ação da
Rodo ia BR-163 pode ia p opicia a insegu ança alimen a e nu icional, po
meio do aumen o da ome e da misé ia e do acismo, oda ia ainda assim a
população quilombola que ia se p epa a pa a esses p oblemas, sendo essa uma
o ma de esis ência impo an e. Os au o es essal a am que se ia impo an e
encon a o mas de pa icipação popula com as ins i uições go e namen ais e
não go e namen ais (Sil a, Gue e o, Gue e o & Toledo, 2008).
Na p esen e pesquisa, em con ex o de lu a e de sob e i ência a população
de Pa ioba em man endo sua iden idade e se au o econhece como comunidade
quilombola, equisi o essencial pa a ga an i o p ocesso de ce i icação e
i ulação, po ém ou as ques ões ans e sais o am de ec adas como a lu a
con a as g andes indús ias izinhas e a p esença de mine ais a os no subsolo,
além de ou as ques ões de âmbi o in e no que demandam um exe cício
c escen e de cidadania.
Dian e des e cená io, pe cebe-se a impo ância da agilidade no p ocesso
adminis a i o de egula ização da i ulação da p op iedade de e as,
possibili ando aos quilombolas da Pa ioba, melho es condições de ida e
abalho median e a posse de ini i a da e a. Além da agilidade é necessá io
e e as no mas impos as ao di ei o de p op iedade das e as po pa e dos
descenden es quilombolas.
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS.
A população de Pa ioba se au o econheceu como uma comunidade
quilombola, po ém al am ainda algumas amílias ade i em ao p ocesso de
cadas amen o pa a assim odos pode em aze pa e dos bene ícios que são de
di ei o das amílias quilombolas. En e as p incipais di iculdades le an adas na
comunidade Pa ioba, des aca-se o anspo e cole i o, acesso a se iços de
saúde, inexis ência de saneamen o básico, p ecá io calçamen o das uas,
------------------------------------------------------------------ Capí ulo 41. Págs. 605 a 614 ---------
p ecá ias condições de mo adia e inexis ência de opo unidade de abalho e
enda.
Po im, es a comunidade quilombola necessi a além do econhecimen o
e ce i icação que seja e e uada a i ula idade da e a. O p ocesso de esis ência
en en ado po es a comunidade pa ece demons a um passo impo an e no
exe cício de cidadania.
6. REFERÊNCIAS.
Anjos R. S. A. & Cip iano, A. (2007). As comunidades no e i ó io
nacional. In: ANJOS, R. S. A.; CIPRIANO, A. (o g.). Quilombolas: adições e
cul u a da esis ência. São Paulo: Ao i Comunicação, pp. 176-206.
B asil:
* (1998). Cons i uição da República Fede a i a do B asil de 1988. Cen o
G á ico do Senado Fede al: B asília.
* (2005). P og ama B asil Quilombola. Sec e a ia Especial de Polí icas
de P omoção da Igualdade Racial. B asília, Minis é io da Saúde. Acedido
dezemb o 11, 2014, em <h p://www.seppi .go .b /comunidades-
adicionais/p og ama-b asil-quilombola>.
* (2012). Ins i u o Nacional de Colonização e Re o ma Ag á ia.
(INCRA). Minis é io do Desen ol imen o Ag á io. Acedido agos o 05, 2014,
em <www.inc a.go .b >.
* (2014). Fundação Cul u al Palma es. Comunidades Quilombolas.
Minis é io da Cul u a. Acedido dezemb o 11, 2014, em
<h p://www.palma es.go .b >.
B uschini, C. (1990). Mulhe , casa e amília. São Paulo: FCC e Vé ice.
Du an, M.A. (2000). Uso del iempo y abajo no emune ado. Re is a de
Ciencias Sociais, 18, 56-69.
Diegues, A.C. (2000). A e noconse ação da na u eza. Em: Diegues, A.C.
(O g.). E noconse ação: No os umos pa a a conse ação da Na u eza. São
Paulo: HUCITEC/NUPAUB-USP.
------------------------------------------------------------------ Capí ulo 41. Págs. 605 a 614 ---------
Feliciano, A. B., Mo aes, S.A., & F ei as, I. C. M. (2004). O pe il do
idoso de baixa enda no município de São Ca los,São Paulo, B asil: um es udo
epidemiológico. Cade no de Saúde Pública, 20, 1575-85.
Jellin, E. (1995). Família y Gêne o: no as pa a el deba e. Re is a Es udos
Feminis as, 3 (2), 394-413.
Melo, H.P. & Cas ilho, M. (2009). T abalho ep odu i o no B asil: quem
az?. Re . econ. con emp., 13 (1), 135-158.
O ganização In e nacional do T abalho. OIT. (1989). Con enção 169.
Con enção sob e Po os Indígenas e T ibais em Países Independen es. Geneb a,
Suíça, 27 jun. 1989. Acedido Agos o 05, 2014 em
<h p://www.ilo.o g/ilolex/cgi-lex/con ds.pl?C169>.
Schmi , A. Tu a i, M. C. M. & Ca alho, M. C. P. (2002). A a ualização
do concei o de quilombo: iden idade e e i ó io nas de inições
eó icas. Ambien e&Sociedade, 10, 129-136. Acedido janei o 09, 2015 em
<h p://www.scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_a ex &pid=S1414-
753X2002000100008&lng=en&n m=isso>. <h p://dx.doi.o g/10.1590/S1414-
753X2002000100008>.
Sil a, D. O., Gue e o, A. F. H., Gue e o, C. H., & Toledo, L. M. (2008).
A ede de causalidade da insegu ança alimen a e nu icional de comunidades
quilombolas com a cons ução da odo ia BR-163, Pa á, B asil. Re is a de
Nu ição, 21(suppl.), 83s-87s. Acedido janei o 14, 2015, em
<h p://www.scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_a ex &pid=S1415-
52732008000700008&lng=en& lng=p .10.1590/S1415-52732008000700008>.
Sil a, J. A. N. (2007). Condições sani á ias e de saúde em Caiana dos
C ioulos, uma comunidade Quilombola do Es ado da Pa aíba. Saúde e
Sociedade, 16 (2), 111-124. Acedido janei o 9, 2015, em
<h p://www.scielo.b /scielo.php?sc ip =sci_a ex &pid=S0104-
12902007000200011&lng=en&n m=isso>. <h p://dx.doi.o g/10.1590/S0104-
12902007000200011>.
So j, B. (2004). Reconciling wo k and amily: issues and policies in
B azil. Condi ions o Wo k and Employmen Se ies. Gene a: In e na ional
Labou O ice, 8, pp. 3-36.