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A gestao do aprovisionamento e o desempenho empresarial.

Abstract

Esta comunicaçâo aborda alguns aspectos do que foi desenvolvido aquando da tese de Mestrado em Gestâo. E feita urna abordagem teórica à Gestâo de Stocks numa perspectiva geral, isto é, aplicável a qualquer empresa, seja ela qual for. Partindo do aprofundamento do conceito de Gestâo de Stocks e das suas implicaçôes descreve-se, de forma sucinta, os aspectos mais importantes que a envolvem, os seus vários modelos chegando à sua concretizaçâo prática, com os correspondentes problemas de métodos e aspectos operacionais.

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A gestao do aprovisionamento e o desempenho empresarial.

Author: Almeida, Anabela A.
Year: 1999
Source: https://idus.us.es/bitstreams/ad033b01-00f0-4c88-b2c1-8723d8a8449c/download
Á ea de Economía Financie a y Con abilidad
A GESTÂO DO APROVISIONAMELO E O DESEMPENHO EMPRESARIAL
Anabela A. Almeida
Uni e sidade da Bei a In e io
Es a comunicaçâo abo da alguns aspec os do que oi desen ol ido aquando da ese de Mes ado em
Ges âo. E ei a u na abo dagem eó ica à Ges âo de S ocks numa pe spec i a ge al, is o é, aplicá el a qualque
emp esa, seja ela qual o . Pa indo do ap o undamen o do concei o de Ges âo de S ocks e das suas implicaçôes
desc e e-se, de o ma sucin a, os aspec os mais impo an es que a en ol em, os seus á ios modelos chegando à
sua conc e izaçâo p á ica, com os co esponden es p oblemas de mé odos e aspec os ope acionais.
This communica ion co e s some aspec s o wha has been de eloped in my Managemen Mas e ship. I
does a heo e ical app oach on s ock managemen in a gene al pe spec i e, sui able o e e y company. S a ing
om he deepening o s ock managemen concep and i s implica ions, he e’s a sho desc ip ion o mos
impo an aspec s and models eaching i s p ac ical applica ions along wi h he unde lying me hod p oblems and
ope a ional issues.
PALAVRAS CHAVE: Ges âo de S ocks; Ap o isionamen o; Ges âo da P oduçâo.
KEY WORDS: S ock Managemen , Supply, Manu ac u ing Managemen ________________________________
1. INTRODUÇÂO
O aumen o do cus o dos ac o es, mo men e da mâo de ob a e dos ma e ials, a exigência de
maio g au de especializaçâo, a c escen e complexidade das ecnologías de ab ico e o aumen o da
conco ência esul an e da p og essi a globalizaçâo da economía, azem as emp esas p eocupadas
com a necessidade de aumen a a e íciéncia, como e e e Rambaux (1964).
Tudo se passa como se u na emp esa es i esse condenada a desen ol e -se ou a desapa ece .
Pa a assegu a o seu desen ol imen o, que dize , o c escimen o do seu ac i o, sao necessá ios no os
capi als, que lhe sao omecidos pelo seu luc o. O luc o cons i uí, po consequéncia, o ins umen o
essencial de qualque emp esa; es e luc o pe mi i á man e , melho a e aumen a os seus meios e a sua
compe i i idade. Os meios comp eendem an o ma e ials e equipamen os, como homens, que sao
assim bene iciá ios da saúde ge al da sua emp esa, como, e e em B aga (1991), Cou ois, Pille e
Ma in (1991).
Sal o a as excepçôes, odas as emp esas, seja quai o a sua dimensâo e impo áncia,
necessi am, pa a pode em labo a , que seja assegu ado o abas ecimen o a odos os seus sec o es, de
udo aquilo que necessi am (ma e ials, equipamen os, se iços, e c.) e que na sua maio pa e, sao
adqui idos no ex e io da emp esa.
Es e abas ecimen o apa ece pois na emp esa como u na necessidade a sa is aze , e en ol e
na u almen e u na aplicaçâo pe iódica de mais ou menos ho as de abalho, desempenhada po mais ou
menos pessoas da emp esa em ques áo.
Seguindo o pensamen o de B aga (1991), pa a assegu a aquele abas ecimen o é necessá io, po
um lado, aze comp as nos me cados abas ecedo es, e po ou o, cons i ui S ocks de de e minados
ma e ials ou p odu os que é p eciso e disponí eis semp e que se e i ique a sua necessidade.
Na u almen e que comp a é ácil desde que haja omecedo es e os undos necessá ios.
Cons i ui S ocks ambém nâo é di ícil desde que se possam adqui i e haja local pa a os gua da .
Daí que ñas emp esas se possam encon a mais ou menos pessoas capazes de oma decisóes.
Bas a que saibam o que é necessá io pa a a emp esa pode labo a , dis inguindo aquilo que pode se
adqui ido quando a necessidade se póe daquilo que de e á se ap o isionado co n an ecedência
ela i amen e à necessidade, is o é, daquilo de que de e á se cons i uido um S ock.
No en an o, a unçâo ap o isionamen o, nas suas sub unçôes de "comp a" e de "ges âo de
S ock/a mazéns" de e á se desempenhada po especialis as e nâo pelo "pa âo" ou pelos
"u ilizado es", que se âo especialis as nas suas ac i idades, mas só mui o excepcionalmen e o se âo no
ap o isionamen o. Dai que, pa alelamen e à cen alizaçâo dos seus sec o es de ab ico, de endas, de
con abilidade, e c., seja ei a uma cen alizaçâo do ap o isionamen o, e que es e seja en egue a pessoa
ou pessoas que sejam, ou enham a se , especialis as na sua unçâo. Es a nâo é p op iamen e a de se
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limi a a assegu a u na a e a adminis a i a, mais ou menos bu oc á ica, mas sim a de e ec i a u na
ac i idade "nob e", cheia de di iculdades, que é a de "pô à disposiçâo da emp esa udo aquilo que ela
nécessi a pa a pode labo a , nas quan idades e qualidade necessá ias, no momen o p eciso e ao
meno cus o possí el" (B aga, 1991), ou seja, a desempenha a unçâo APROVISIONAMENTO.
Nao é di ícil p o a que es e p ocedimen o nâo é o que mais in é essa à emp esa.
Quando, numa emp esa se es u u a um sec o de ab ico, en ega-se a sua esponsabilidade a
especialis as; o mesmo se passa com os seus sec o es de endas, de con abilidade, e c.
Da esoluçâo, co ec a ou inco ec a, dos di e en es p oblemas de o dem económica que se
poem aos ges o es pode, mui as ezes, depende a p ospe idade, es agnaçâo ou ecessâo da
o ganizaçâo.
Tendo em con a a impo ancia dos capi ais in es idos em S ocks de ma é ias e de p odu os, po
um lado, e na p oduçâo em cu so, po ou e lado, as unçôes de ges áo de S ocks e de o denamen o da
p oduçâo omam-se duas das unçôes económicas p imo diais na emp esa. O peso des e enca go
inancei o nos p eços de cus o é al que, na g ande maio ia dos casos, qualque melho ia de ges ao,
num e nou os daqueles dominios, pode á se mais sensí el pa a o equilib io da emp esa que os
ganhos écnicos.
Os in es imen os em S ocks sao hoje u na p eocupaçâo que se coloca aos esponsá eis
solici ados a oma decisóes nes a á ea. Os capi ais in es idos em S ocks e es em-se de um ca iz de
in es imen o nâo p odu i o, pelo menos, na óp ica em que é enca ado, um dispéndio inancei o em
edi icios, máquinas, e amen as ou equipamen os.
Do expos o essal a pois a necessidade impe iosa de equilib á-los ao melho ni el económico.
Pa a o u u o, já nâo é possí el deixa lu ua os in es imen os em S ocks ao cap icho de um
empi ismo inconscien e. Impóe-se, an es, u na consciencializaçâo do alo dessa massa de dinhei o
imp odu i a, ge ida da melho manei a possí el.
A ges áo de S ocks elaciona-se ambém co n a con inuidade e o uncionamen o das ou as
unçôes de que esse S ock é o pon o de pa ida ou de chegada. Assim a unçâo de ges âo de S ocks
condiciona o emen e o bom andamen o das unçôes ap o isionamen o, ab icaçâo, manu ençâo,
endas, se iço pós- enda, en e ou as.
A unçâo S ocks possui po an o dois aspec os complemen a es mas, na maio ia das ezes,
con adi ó ios: um aspec o económico e um aspec o de se iço.
Os incessan es p og essos desen ol imen os cien í icos ñas á eas de in es igaçâo ope acional,
es a ís ica aplicada, pe mi em ap o unda sem cessa os mé odos de aplicaçâo. Es es, que à pa ida,
e am globais, oma am-se pos e io men e cada ez mais e inados e sub is. Adap a am-se cada ez
melho aos di e en es aspec os de que se e es em as si uaçôes eais. Tomou-se assim possí el de ini
"à medida" as soluçôes a adop a em unçâo das ca ac e ís icas p óp ias de cada emp esa e de cada um
dos ipos de S ocks e aze e olui os mé odos à medida que a na u eza dos enómenos se ans o ma.
A ges áo de S ocks é u na unçâo cha e na emp esa; é indispensá el nâo esquece a sua
impo ancia e as suas elaçôes com os ou es dominios da ges áo (C eíais, 1989). Tendo como
objec i o a op imizaçâo económica, a ges áo de S ocks de e á se de inida nes a óp ica. T a a-se, em
p imei o luga , de u na ges âo nâo apenas de um con olo à pos e io i dos seus esul ados mas mui o
mais da di ecçâo dos enómenos. Se á necessá io, em seguida, de ini o "óp imo" que se p ocu a
a ingi e a es a égia que se segui á pa a lá chega .
A Ges áo de S ocks, eme gen e da p oblemá ica ap o isionamen o, é u na das di e sas ques óes
que, em ca adupa, desabam sob e o ges o , quo idianamen e, e sob e as quais ele em de de ini u na
polí ica. E u gen e, como diz San os (1984), que os se iços ence em os passos necessá ios no sen ido
de subs i ui alguns dos p ocessos empí icos de que a é hoje ém ei o p á ica e a ancem, aínda que
com as na u ais p ecauçôes, pa a mé odos e écnicas mais consen âneas com o g au de
esponsabilidade que lhes es á come ida.
Os mé odos e écnicas nâo alem po si mesmas, mas pela in e ençâo do esponsá el que
p ocede à sua implemen açâo e que de e, cons an emen e, adap á-los às ci cuns âncias do momen o,
sob pena de se e i ica um desajus amen o que lhes e i a á, o al ou pa cialmen e, a sua u ilidade e
e icácia.
O ilha de um caminho no o na á ea de Ges áo de S ocks exige que o esponsá el que aça a
polí ica a segui , c eía na possibilidade de o aze , quei a ealizá-lo e se comp ome a no p óp io
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p ocesso, onde o inc emen o da in o ma izaçâo em pe mi ido u na meno ca ga de abalho
adminis a i o.
2. STOCKS
Pa ece-nos opo uno, nes e momen o e an es de p ossegui , cla i ica alguns concei os a que na
exposiçâo adian e a emos apelo.
Analisando linguis icamen e o assun o a que nos e e imos, encon amos na G ande
Enciclopédia Po uguesa e B asilei a da Edi o ial Enciclopédia, Limi ada, no Vol. X a pala a Es oque
como "possí el apo uguesamen o da pala a inglesa S ock, que signi ica: depósi o, exis éncia de
me cado ias". No seu Vol. XXX cons a a pala a S ock como sendo "pala a Inglesa que signi ica
'depósi o de me cado ias'. Me cado ia a mazenada, exis éncia. P o isáo, quan idade de ma é ia
p ima". Já o Dicioná io Enciclopédico Koogan La ousse Selecçôes ap esen a o e mo Es oque como
designaçâo pa a "po çâo de me cado ias a mazenadas num depósi o, numa loja. Conjun o de
me cado ias, ma é ias p imas, p odu os acabados ou quase acabados, e c que cons i uem a
p op iedade de u na emp esa".
Assim sendo, do a an e, e endo em linha de con a que na gene alidade em Po ugal se u iliza
a pala a inglesa p op iamen e di a e nao o seu apo uguesamen o, ao abo da mos o assun o objec o
des a disse açâo u iliza emos semp e S ock.
2.1. De iniçâo de S ock
B aga (1991) a i ma "sabemos que o S ock é um 'mal necessá io'; é um mal, dado que ele
ep esen a um enca go pa a a emp esa, e, como odos os enca gos, a e i a na medida do possí el; e é
necessá io. dado que, semp e que o p azo de ap o isionamen o de um ma e ial é supe io à
an ecedência máxima em que pode se p e is a a sua necessidade, a única o ma de dispo mos a empo
desse ma e ial é a a és da cons i uiçâo p é ia de um S ock".
Po ou o lado Ba e sby (1962) conside a-o como qualque coisa que semp e acon ece, e
pe gun a se p eenche á ele u na unçâo bem de inida?
Apesa de nao ha e consenso, no que diz espei o a es a ques áo, po pa e dos au o es
consul ados, alguns deles, conside am um S ock, na sua o ma mais simples, como o depósi o da
Figu a 2.1. Es a mos a um exemplo co en e de um S ock em ligaçâo com um inpu e um ou pu 311.
Fon e: Ba e sby (1962)
Figu a 1.1- Exempli icaçâo de um S ock
311 Po se em já bas an e co en es em linguagem económica, man emos os e mos inpu e ou pu ao longo do
ex o. Se quise mos, con udo, po meno iza um pouco mais o sen ido em que es es e mos es áo aplicados, na
sua elaçâo com a de iniçâo de s ock, pode íamos ap esen a como noçôes co esponden es as de débi o de
en ada ou o maçâo de s ock pa a inpu , e de débi o de saida ou consumo de s ock pa a ou pu .
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O inpu é aqui ep esen ado pela omei a e o ou pu pelo o i icio de escoamen o; o ni el de
S ock nao pode se con olado di ec amen e po u na p essâo na sua supe icie, mas sim accionando a
ál ula de saída ou odando a omei a pa a u na das posiçôes de abe u a ou de echo (Sch oede ,
1985). Pos e io men e se e á que es a condiçâo bas an e e iden e é undamen al no es udo do
con olo de S ocks.
O depósi o é u na analogia simples mas, de ce o modo, nao mui o co ec a, como e e e
Ba e sby (1962). O que no malmen e se p e ende, con udo, é isola ou sepa a dois p ocessos um do
ou o.
Conside ando S ock sob u na o ma ala gada, pode-se dize (B aga, 1991) que é cons i uido po
odo o ma e ial que espe a u ilizaçâo.
Rambaux (1964) e e e-se a S ock como o conjun o das me cado ias ou dos a igos acumulados
à espe a de u na u ilizaçâo pos e io mais ou menos p óxima, e que pe mi e alimen a egula men e os
u ilizado es sem lhes impo as in e upçôes de ab ico ou os p azos de en ega dos omecedo es.
Assim de ine S ock como sendo objec o de lu uaçôes em olume.
Posiçâo di e sa em San os (1984) que, aquando da de iniçâo, e ec úa, desde logo, u na
sepa açâo em dois g upos, o conjun o de ma e iais des inados à u ilizaçâo pos e io pelos u ilizado es
(S ock no mal) e aquele que se des ina a aze ace que às lu uaçôes dos consumos, que aos a asos
de en ega dos omecedo es {S ock de segu ança ou de p o ecçào).
2.2. O Papel dos S ocks
A análise dos balanços de u na emp esa indus ial e idencia ácilmen e a impo áncia que
assumem os S ocks como elemen o do ac i o, se bem que náo há mui o empo que a e i icaçâo dessa
impo áncia enha dado o igem ao es udo po meno izado das imobilizaçôes que os S ocks
ep esen am, a im de lhes da a u ilizaçâo mais acional.
Como de e minan es des a a i ude, que ez co n que, a a ençâo dos écnicos se o ien asse pa a a
análise sis emá ica do compo amen o dos S ocks, pode áo se mencionados ès ac o es p incipáis
(Vicen e e San os, 1976):
1. a c escen e necessidade de dis ibui e aplica acionalmen e os undos a que, de ido às limi açôes
do c édi o, es âo sujei as as emp esas;
2. a c escen e necessidade de minimiza - den o de u na pe spec i a de equilib io - os enca gos de
explo açâo das emp esas, pa a que se man enham ní eis sa is a ó ios de en abilidade sem que
seja a ec ada a sua posiçâo conco encial;
3. a aplicaçâo sucessi amen e mais gene alizada ñas emp esas de mé odos de ges âo e o ganizaçâo
undamen ados numa me odologia de ca ác e cien í ico e, especialmen e nes e caso, dos mé odos
es a ís icos e de simpli icaçâo e o ganizaçâo do abalho.
A conjugaçâo des es ès ac o es em o ien ado as emp esas pa a u na p ocu a de equilib io
en e duas necessidades con adi ó ias o limi a ao mínimo os in es imen os em S ocks e o man c
es á eis as cadências de p oduçâo e eduzi os espec i os cus os, sem p ejuízo da ápida sa is açâo
das encomendas dos clien es.
A di iculdade em concilia es as duas necessidades con adi ó ias p o ém da p óp ia na u eza
das unçôes que os S ocks p eenchem numa emp esa indus ial:
1. Abso e o exceden e dos a igos comp ados ou ab icados em elaçâo, espec i amen e, às
necessidades imedia as de p oduçâo ou às necessidades imedia as de enda. Com e ei o,
comp am-se mui as ezes lo es impo an es de ma é ias-p imas a im de ob e descon os
subs anciáis nos p eços uni á ios ou de eduzi as despesas de anspo e e p oduz-se em sé ies
impo an es a im de amo iza os cus os de lançamen o em ab icaçâo po um maio núme o de
unidades p oduzidas;
2. Amo ece as lu uaçôes imp e isí eis da p ocu a de p odu os acabados, dos consumos na
ab icaçâo, ou dos p azos de en ega das encomendas de ap o isionamen o, da qualidade dos
ma e iais ecebidos dos omecedo es, que impliquem a sua de oluçâo ou ope açôes de
ecupe açâo;
3. Abso e empo a iamen e os ma e iais e a igos que sâo adqui idos ou os p odu os que süo
ab icados em an ecipaçâo de um enómeno p e is o e como esul ado de u na polí ica adop ada
pela di ecçâo da emp esa. E o caso, po exemplo, dos S ocks de p odu os acabados, que sao
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sucessi amen e acumulados ao longo de um ce o pe íodo, como esul ado de u na cadéncia de
p oduçâo cons an e a im de se em endidos no pe íodo seguin e, mais cu o ( a iaçâo sazonal das
endas sa is ei a com um i mo cons an e de p oduçâo) ou dos S ocks de ma é ias-p imas que sáo
acumulados em an ecipaçâo de u na al a (p e is a) de p eços.
De u na manei a ge al, pode á a i ma -se que o papel dos S ocks é assimilá el ao de
"amo ecedo es" colocados en e o ex e io e a emp esa indus ial e, den o des a, en e as suas
unidades ope acionais (p oduçâo e dis ibuiçâo), a im de lhes pe mi i unciona de u na o ma
ela i amen e independen e, que no empo (des asamen o en e a p oduçâo e a enda, po exemplo),
que no espaço (dis anciamen o en e ases sucessi as de um p ocesso p odu i o que ob iga a
a mazenagens in e médias).
O p incipal obs áculo que se opôe a es a unçâo amo ecedo a dos S ocks, eside no ac o de as
economias de uncionamen o, que se ob ém a a és do aumen o dos S ocks (básicamen e esul an es
da diminuiçâo das necessidades de p og amaçâo, coo denaçâo e con olo), se i em p og essi amen e
eduzindo à medida que c escem as quan idades a mazenadas. De ac o, os cusios ine en es ao
a mazenamen o, à conse açâo em bom es ado dos a igos a mazenados, ao ju o dos capi als
imobilizados em S ocks, e c., aumen am subs ancialmen e com o aumen o das quan idades
a mazenadas.
Po ou o lado, se u na diminuiçâo dos S ocks aca e a u na conséquen e diminuiçâo dos
enca gos o ais ela i os à sua posse (a desen ol e mais à en e), em como con apa ida o aumen o
dos iscos de up u a, que, a e i ica -se, pode causa g a es pe u baçôes na ab icaçâo, se se a a de
ma é ias-p imas ou p odu os em ias de ab ico, ou na dis ibuiçâo, se se a a de p odu os ináis.
Po isso, as únicas soluçôes álidas consis i áo em es abelece comp omissos económicamen e
azoá eis en e os á ios objec i os que se p e endem a ingi co n a cons i uiçâo de S ocks e a
necessidade de eduzi os enca gos que a sua exis éncia aca e a pa a o uncionamen o da emp esa.
Con udo, na en a i a de soluçâo dos p oblemas ine en es à exis éncia de S ocks, u iliza am-se e
u ilizam-se ainda mé odos mais ou menos empí icos e in ui i os o ien ados pa a a sa is açâo das
necessidades ¡media as, às quais nâo é es anha a lu a de in luência e de p edominância de uns
depa amen os da emp esa sob e ou os, e que azem pe de equen emen e de is a os objec i os e as
necessidades globais da emp esa.
A in oduçâo p og essi a de mé odos de ca ác e cien í ico na análise dos S ocks e das
implicaçôes en e as á ias necessidades an agónicas, a que aqueles p ocu am esponde , em dado
co po às seguin es noçôes undamen áis:
• os S ocks sáo in es imen os p odu i os, ais como as máquinas e as e amen as, e nâo apenas um
mal a que a emp esa em de es a sujei a (Vicen e e San os, 1976). Com e ei o, sem S ocks
su icien es nâo se ia possí el u iliza con enien emen e a capacidade de p oduçâo disponí el,
p oduzi económicamen e os a igos endidos ou sa is aze as encomendas em p azos acei á eis
pa a os clien es ou pe an e aqueles que sáo p a icados pela conco éncia;
• a melho soluçâo no que espei a aos olumes, às a iaçôes e ao con olo dos S ocks só pode se
alidamen e ob ida desde que p ocu ada den o de um pon o de is a global e que enha em con a
a p oblemá ica da emp esa no seu conjun o. Com e ei o, p a icamen e odas as ac i idades da
emp esa sáo a ec adas pelos p oblemas deco en es da necessidade de se cons i uí em S ocks e só
um a amen o global daqueles pode á conduzi ao equilib io necessá io pa a o co ec o
uncionamen o da emp esa.
Po isso, ao en a de ini , nos pa ág a os an e io es, o que en endemos po S ock, ala-se num
sen ido ampio, incluindo odos os ipos de que aquele se pode e es i , que seja o de ma é ias-p imas,
que o de p odu os em cu so de ab icaçâo ou de p odu os acabados. Is o, pa a pode mos dispo , logo
de im'cio, de u na noçâo su icien emen e ampia e co ec a que possa se i de enquad amen o aos
p oblemas que nos p opomos a a em seguida.
3. GESTÂO DE STOCKS PROPRIAMENTE DITA
De um pon o de is a ealis a e esumidamen e, como esc e e Mag o (1986), podemos e e i
que os objec i os de u na Ges âo de S ocks e icaz sáo os seguin es:
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1. Es uda a localizaçâo e o lay-ou dos a mazéns e os espec i os equipamen os de a umaçâo e
de mo imen açâo, po o ma a minimiza os cusios de a mazenamen o, e i a a de e io açâo dos
ma e iais ou p odu os a mazenados, acili a a co ec a iden i icaçâo de cada ma e ial ou p odu o,
acionaliza as mo imen açôes den o dos a mazéns, an o nas ope açôes de ecepçâo como de
omecimen o aos se iços equisi an es e p omo e o opo uno e co ec o omecimen o dos bens
equisi ados.
2. Implemen a e ge i um sis ema adminis a i o que pe mi a o co ec o e opo uno egis o de
qualque mo imen açâo de ma e iais nos a mazéns, o con olo das quan idades exis en es, em cada
momen o, dos p odu os em a mazém, o conhecimen o das quan idades de ma e iais ainda em a mazém
mas já comp ome idas e as p e isóes de en adas de no os ma e iais e p odu os, em quan idades e ñas
da as p e is as.
3. Es uda as quan idades - médias, máximas e mínimas - a man e em S ock pa a consegui um
jus o equilib io en e o mon an e inancei o imobilizado em S ocks, o cus o de posse em a mazém dos
ma e iais e dos p odu os, u na ele ada p obabilidade de nâo se cons i ui S ocks obsole os e u na
p obabilidade acei á el de nâo up u a de S ocks.
Es es objec i os, que sâo p eocupaçôes diá ias dos p o issionais esponsá eis, sáo apon adas po
Pascual e Gua die , (1989), como p incipios in eg an es de polí ica de Ges áo dos S ocks.
3.1. Discussâo de Concei os
Pa a que haja p oduçâo de bens e se iços exis e semp e a necessidade de se p ocessa ma é ias-
p imas que se áo ans o madas em p odu os acabados ao longo do p ocesso de p oduçâo. Na
ealidade, oda a p oduçâo nas emp esas indus iáis cons i uí quase semp e a ans o maçâo de
ma e iais e de ma é ias-p imas em p odu os acabados (Chia ena o, 1991).
Toda ía, seja ñas emp esas do sec o p imá io, secundá io ou e ceá io, o p oblema de ge i
ma e iais é c ucial. Tan o os ab ican es como os dis ibuido es - a mazenis as ou e alhis as - es áo
cons an emen e às ol as co n a ob ençâo, a u ilizaçâo e a mo imen açâo de ma e iais pa a ga an i as
suas ope açôes.
No en endimen o de Chia ena o (1991), os ma e iais p ecisam se adequadamen e
adminis ados: as suas quan idades de em se planeadas e con oladas pa a que nâo haja al as que
pa alisem a p oduçâo e nem excessos que ele em os cusios desnecessa iamen e. A adminis açâo de
ma e iais consis e em e os ma e iais necessá ios na quan idade ce a, no local ce o e no empo ce o
à disposiçâo dos ó gáos que compóem o p ocesso p odu i o da emp esa. O olume de dinhei o
in es ido em ma e iais az com que as emp esas p ocu em semp e o mínimo empo de a mazenamen o
e o mínimo olume possí el de ma e iais em p ocessamen o capazes de ga an i a con inuidade do
p ocesso p odu i o.
O e mo de adminis açâo de ma e iais em ido di e en es de iniçôes. Na p á ica, u ilizam-se
indis in i amen e á ios e mos - como adminis açâo de ma e iais, sup imen o, omecimen o,
abas ecimen o, ma e iais, comp as, logís ica e c. - pa a designa á eas com nomes di e en es, mas com
idén icas esponsabilidades. Ap esen am-se de seguida alguns concei os básicos a espei o desses
di e en es nomes, como os de ine Chia ena o (1991).
3.2. Funçâo da Ges áo de S ocks
A pa i do momen o em que o ap o isionamen o conclui que, pa a pode ga an i o
abas ecimen o de udo aquilo que a emp esa nécessi a pa a a sua labo açâo, se oma necessá io
cons i ui S ocks de u na maio ou meno a iedade de a igos, e i ica-se a necessidade de u na
escolha c i e iosa de quais os a igos a cons i ui S ocks, do a amen o das ope açôes a ealiza sob e
os ma e iais nos a mazéns, da sua mo imen açâo em alo e da ixaçâo e ajus e dos ní eis de S ock e
dos seus eap o isionamen os, podendo-se, assim, conclui que a ges áo de S ocks se epa e po ès
unçôes:
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Á ea de Economía Financie a y Con abilidad
- A ges áo ma e ial - a qual em po objec i o ga an i que sejam execu adas, e icien emen e e
no mínimo cus o, as ope açôes ela i as ao a amen o dos ma e iais, du an e o seu a mazenamen o,
desde a sua ecepçâo a é à sua saída.
Assim:
assegu ando que o que oi comp ado oi ecebido, que du an e a passagem pelo a mazém os
a igos o am de idamen e p o egidos e conse ados e que os u ilizado es pude am sa is aze os seus
pedidos em empo ú il.
- A ges áo adminis a i a - à quai compe e, undamen almen e, assegu a o conhecimen o do
mon an e dos ma e iais a mazenados (em quan idade e alo ) e a mo imen açâo legí ima das en adas
e saídas daquelas.
Temos assim que a
pa a que seja possí el con ola as exis ências e omece indicaçôes p á icas que pe mi am
apoia e icazmen e a Ges áo Económica de S ocks, indicada a segui .
- A ges áo económica - a qual se ocupa da escolha dos a igos a cons i ui S ocks, da ixaçâo e
ajus e dos ní eis de S ock às necessidades de abas ecimen o e dos eap o isionamen os necessá ios, de
o ma a que seja minimizado o cus o de posse dos S ocks.
Assim sendo a
endo po objec i o assegu a que o u ilizado in e no disponha dos a igos ou p odu os de que
nécessi a nas quan idades e da as exac as.
Na esséncia des es concei os, podemos dize que cada u na das ès componen es da ges áo de
S ocks em objec i os complemen a es en e si e complemen a es ambém com a inalidade da p óp ia
unçâo ap o isionamen o (Sequei a, 1994).
357
IX Jomadas Hispano-Lusas de Ges ión Cien í ica
3.3. P oblemas Fundamen áis da Ges áo de S ocks
Embo a a Ges áo dos S ocks enha que e com odas as ques óes que dizem espei o ao
p oblema da exis éncia de S ocks, exis em no en an o duas p eocupaçôes p incipáis e cons an es dos
se iços esponsá eis po es a ges âo: a igiláncia do ni el de S ocks e a eno açâo des es.
Es e é o duplo p oblema que i emos abo da de seguida.
Vigiláncia do Ni el dos S ocks - Análise ABC ou Técnica Selec i a do Con olo dos S ocks
Quando conside amos os a igos comp ados du an e um ano pelo sec o de comp as de u na
emp esa, ou o S ock a mazenado, com u na maio ou meno di e sidade de a igos e u na maio ou
meno quan idade po a igo, o p imei o p incipio que de e emos es abelece é o seguin e:
Nâo podemos nem de emos a a odos aqueles a igos da mesma o ma, e, po an o, a ges áo
que amos exe ce , seja ela a ges áo de comp as ou a ges áo dos S ocks (ma e ial, adminis a i a ou
económica), e á que se adequada ás ca ac e ís icas dos á ios a igos em ques áo.
Es e salu a p incipio le an a imedia amen e o seguin e p oblema: Como classi ica aqueles
a igos?
Es a classi icaçâo e á que se ei a, al como a i ma B aga (1991) em unçâo do objec i o que
se p e ende a ingi . Assim podemos di idi :
- Po alo es anuais comp ados.
- Po alo es de S ock (S ock médio ou S ock momen áneo).
- Po alo es de consumo.
- Po quan idades de consumo (ñas espec i as unidades).
- Po equéncia de consumo, e c.
Pa a se pode e ec ua u na e icaz ges áo de S ocks é necessá io que exis a um in en á io
pe manen e e espec i o ichei o de S ocks, (San os, 1984) mas pa a que es es sejam de alguma
u ilidade é necessá io que: a me cado ia que en a ou sai do a mazém seja de idamen e con e ida; os
egis os dessas en adas e saídas enham co espondéncia com a ealidade; os apanhados desses
egis os, pa a ou os documen os, ou pa a in oduçâo dos dados no Fichei o de S ocks se p ocesse sem
e os; os apu amen os dos saldos es ejam co ec os; nâo enham ha ido en adas ou saídas nâo
egis ados.
Es as condiçôes nem semp e sáo e i icadas e, adicionalmen e, as di e enças sâo e i icadas e
co igidas du an e a ope açâo designada "Balanço" de im de exe cício (con agem ísica de odos os
a igos) ou quando, de o ma inespe ada, se a inge a up u a do S ock.
Mas es a con o e sa e p ejudicial ope açâo anual de igiláncia dos ní eis eais do S ock nâo é
su icien e pa a a igos mais impo an es do S ock e, em con apa ida, é excessi a a impo ancia que
em de se despendida com a igos de meno alo (San os, 1984).
A necessidade undamen al é, e iden emen e, oma es a igiláncia e ec i a e "e icaz" dados os
meios económicos. Mas, po meno que seja o núme o de a igos, oma-se ápidamen e áo ince a
como as idiosa e dispendiosa. Po an o, o seu g au de e icácia a ia de um modo sensí el de um
a igo pa a ou o.
De ac o, se se conside a o S ock sob dois aspec os, como apon a Rambaux (1964), núme o de
a igos di e en es que o compôem e alo do S ock médio de cada a igo, e i ica-se que a maio pa e
do alo in es ido se concen a num núme o mui o diminu o de a igos-cha e.
Ve i ica-se equen emen e que u na pequeña pe cen agem de a igos que ci culam em S ock é
esponsá el po u na g ande pe cen agem do alo o al ci culado, enquan o que u na g ande
pe cen agem de a igos ep esen a u na pe cen agem mui o pequeña do mesmo alo o al.
Po es a azâo, é cos ume classi ica -se cada a igo, exis en e em S ock, segundo a impo ancia
ela i a do seu alo de consumo anual (quan idade anual consumida * p eço ou cus o uni á io) no
alo do consumo anual de odos os a igos. A es e p ocedimen o chama-se Classi icaçâo "ABC"
(Assis e Figuei a, 1991) ou "Análise ABC" (San os, 1984).
Segundo San os (1984) a manei a p á ica de p ocede é a seguin e:
• Ob e u na lis a de odos os a igos do S ock con endo o alo do consumo de cada a igo
• O dena esses a igos po o dem dec escen e desse mesmo alo ;
• De e mina o soma ó io ge al dos consumos anuais de odos os a igos lis ados;
• Calcula os alo es co esponden es a 75%, 20% e 5% desse soma ó io ge al;
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Á ea de Economía Financie a y Con abilidad
• Começa a soma po o dem dos consumos anuais dos a igos lis ados po o dem dec escen e
do alo a é chega ao alo achado pa a 75% do o al e, pa ando ai, con am-se as
a iedades de a igos (i ens) somadas (=5% do núme o o al de a igos);
• Somam-se a segui os alo es de consumo dos a igos que se seguem na lis a a é a ingi o
alo de 20% do o al e con am-se os i ens conside ados nes a soma (=25% do núme o
o al);
• Con am-se os es an es a igos que co esponden a 5% do o al do alo do consumo (=70%
do núme o o al exis en e).
A análise ABC é u na aplicaçâo da lei de Pa e o, ou lei dos 20 x 80, (Vicen e e San os, 1976)
is o é, a exp essâo empí ica de que 20% do núme o ep esen a ap oximadamen e 80% do alo . E um
in é essan e modelo pa a se con ola os ma e ials. Pa e do p incipio de que a maio pa e do
in es imen o em ma e ials es á concen ado num pequeño núme o de i ens. Essa classi icaçâo di ide
os S ocks de aco do co n a sua quan idade ou o seu alo mone á io, em ès classes, (Chia ena o,
1990 e 1991) a sabe :
Classe A: é um pequeño núme o de i ens que o aliza u na g ande pe cen agem do alo o al
mo imen ado. Sao os i ens mais impo an es e me ecem um a amen o indi idual, pois ep esen am
u na pequeña pe cen agem dos i ens que espondem po um eno me quan idade ou alo mone á io
o al. Assim poucos i ens (de 15 a 20% do o al) sao esponsá eis pela maio pa e (80%) do alo dos
S ocks.Classe B: co esponde aos i ens in e médios en e a Classe A e a Classe C. Me ecem u na
a ençâo especial pela sua ela i a impo ancia ace ao azoá el alo global dos S ocks. 20 a 25% dos
i ens ep esen am ap oximadamen e 15% do alo dos S ocks.
Classe C: é um g ande núme o de i ens que o aliza u na pequeña pe cen agem do alo o al
mo imen ado. Sao os i ens mais nume osos e menos impo an es, pois espondem po u na pequeña
pe cen agem do alo mone á io o al. Me ecem, po an o, pouca a ençâo indi idualizada. U na
eno me quan idade de i ens (60 a 65% do o al) ep esen am um alo desp ezí el (5 a 10%) dos
S ocks.A classi icaçâo ABC oma ob io que a a ençâo maio da emp esa se de e concen a nos i ens
de classe A, cujo alo mone á io é eno me - chegando a ap oximadamen e 80% do o al - enquan o as
classes B e C - que no seu conjun o ep esen am apenas 20% do o al - podem se a ados po
p ocedimen o semi-au omá ico que nâo exija mui o empo de decisâo, pois o seu alo mone á io é
ela i amen e pequeño (Chia ena o, 1991). É possí el ep esen a g á icamen e o ipo de classi icaçâo
do S ock es udado ma cando em o denadas a pe cen agem dos alo es in es idos e em abcissas a
pe cen agem acumulada do núme o de ipo de a igos a mazenados. A igu a 2.8 ep esen a u na
Cu a ABC ípica.
Fon e: (Assis e Figuei a, 1991)
Figu a 3.1 - Cu a ABC
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