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Sermam em acçam de graças pelo capitulo provincial, que se clebrou no Convento da Santissima Trindade de Lisboa, em sabbado 9 de mayo de 1716 ...

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Sermam em acçam de graças pelo capitulo provincial, que se clebrou no Convento da Santissima Trindade de Lisboa, em sabbado 9 de mayo de 1716 ...

Author: Agostinho de Santa Maria, (O.SS.T.)
Publisher: Lisboa : na Officina de Joseph Lopes Ferreyra, ..., 1716
Source: https://idus.us.es/bitstreams/725053a0-6a72-4784-8605-6293e6879b62/download
SERMAM
EM
ACC,AM
DE
GRAC.AS
PELO
CAPITULO
PROVINCIAL,
Que
e
celeb ou
no
Con en o
da
San i ima
T indade
de
Lisboa,
em
Sabbado
9.
de
Mayo
de
1716.
)
endo
nelle
eley o
Mini o
P o incial
>
O
REVERENDÍSSIMO
PADRE
MESTRE
'
F
PEDRO
DA
CUNHA
"P egado
no
dia eguin e
,
no
Con en o
daVillade
Cin a,
F .
AGOSTINHO
DES.
MARIA,
&
o
elle
o e ecido
AO
eminen íssimo,
e
e e endíssimo
senho -
NUNODACUNHA
DE
ÁTTAHIDE,
P esbí e o
Ca dial
da
San a
Ig eja
Romana
,
Bi po
de
Ta ga,
Inquijido
Ge al
,
Capellaô
mo
de
Sua
Ma*
ge ade,
&
do eu
Concelho
de
EJlado
7
Q c.
LISBOA.
•
O icina
de
JOSEPH
LOPES
FERREYRA,
Imp elTo
da
Se eniííima
Rainha
N.
Senho a.
mTdcc.
XVI.
Com
odas
às
Licenças
necej a
ias.
'
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^ mmmmmwm mm m
DEDICATÓRIA'
EMINENTÍSSIMO,
E
e e endíssimo
senho ,
Onho
aospès
de
J .
Eminência
e ie
Panegí¬
ico,
que
p eguey
em
acçaõ
de
g aças
el
a
ace ada
eleyçao,que
e exdo
Re e endí i-
mo
P.M.
F .
Ped o
da
Cunha,
Tiú
de
Eminência
pa a
nojjo
P o incial.
G ande
emp
e^a qy
e a
y
q
ue
omey,po
que
muy
di i
-
.
cu!
o a, an o
pela
b e idade
do
empo
(que oy
ó
ode
huma
nou e
)
quan o
pela
excellencia
da
ma é ia
.
Di culpa-me
po em
a
axao
de
aman e
ubdi o,Çy*
o
amo
do
bem
comum
de
minha
ag ada
ReligiaS.
E
eha
a^ao,que
me
li a
da
no a
de
eme á io,
ambém
enho
ay j,
que
me
de ende
da
cen u a
de
a e ido
;
po oque
naõ
de e
e
calumniado,
aquelle,que
dá,
como
pode,
algum
inal
de
ag adecimen o.
Sou
ai
.
Eminência
de edo ,
heju lo
que
me
mo l e
ag ade¬
cido.
.
Eminência,po
me
hon a ,
me
mandou
p ega
em
hum
dia
olemni/ mo
na
p e enca
de
Suas
Mage lades,
que
^os
gua de.
E
eu
ago a
econhecendo
ao
g ande
ob iga¬
do,
elegi
a
.
Eminência
pa
a
meu
Mecenas.
Mas
naõ
he
muy
o
de
admi a ,
que
.
Eminência
ame
,
&
a o eça
an o
aos
ilhos
da
San ij ma
T indade,
qua-
d°
.
Eminência
he
ambém
ilho
da
San iJJima
T indade
,
A
ij
muy
muy
amido
,
&
muy
a o ecido
.
Ne ie
nò o
Con en o
de‘
Lisboa
bebeu
1/'.Eminência
o
lej
e
das
Ciências,po aqui
ap endeo
Filo ojia:
começando
a
le an a
e
à
omb a
da
San ij ima
T indade
,
buma
aõ
mage lo a
ab ica
de
i u
-
des,
Qp
le as.
Mage lo a,
digo,
g
nao
obe ba
;
po que
a
humildade
he
o
eng açado
e[mal e
do
ou o
de
an as
p en
-
das.
Gpinzjambem
a
San i ima
T indade
e li
a
JS,Emi-
nencia
como
aos
ou os
ilhos
;
po que
ee les
eo nao
de
es
co es
,
b anca
,
a^ul,
Q
e melha:
de la
me
na
a iedade
de
co es,o nou
a
San ij ma
T indade
a
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do-lhe
a
co
b anca
no
Roque e,a
co
az d
na
Mu ça
de
Bi *
po
>&a
co
e melha
no
Capcllôde
Ca deal
:
pondo-lhe
jun amen e,
como
a
nòs,humaC u^. ob e
opey o.
E
e
a
San i ima
T indade
nos
deu
o
e ga a
po in li u o,
am*
hem e
a
Eminência
Redemp o
pois
pela
dignidade
,
que
go^a
de
Inqui ido
ge al,
he
ob igado
a
e ga a
as
al*
mas
dos
Fieis
do
ca i ey o
da
he ejia:
o
que
V.
Eminen
-
cia
pon ualmen e
cump e,
po
&*po
em
edi imos
Mi*
ni os
.
Deos
nojjo
Senho
dila e
os
annos
de
V.
Eminência
,
pa a
de en a
da
an a
Fè,pa a
o na o
das
Pu pu as
,pa
4
con olaçaõ
de le
Rejno
pa a
p o ecçaõ
de
odos
.
Beyja
as
mãos
de
V.
Eminência
&u
mais
humilde
Capellaõ,
F .
AGOSTINHO
DE
SANTA
MARIA.
LI-
LICENC
AS-
D
DO
SANTO
O
FF
I
C
IO.
V
I
as
as
in o mações;
pbde- e
imp imi
o
Se mão
de
acção
de
g aças,
p egado
no
Capi ulo
de
que
a a
e a
pe ição*
ôc
imp dGTo
o na a
pa a
e
con e i ,
&
da
licença
que
co a,
&c
em
ella
náo
co e á.
Lisboa
o
p imey o
de
Se emb o
de
171
6
.
Mon ey o.
'R bey o.
F
.
LáncaQ e.
Guèmy o
.
DO
ORDINAKIO.
/F
^
Oncedemos
licença
pa a
que
e
po la
imp imi
o
Se mão
de
que
e ape içam
a a,
&
imp eí o
o ¬
na á
pa a
e
con e i ,
&;
da
licença,
que
co a,
Lisboa
2.
de
Se emb o
de
171
c
.
O.
Manoel
Fi po
de
TagaQe.
DO
P
A
C,
O.
O
Pad e
D.
Joieph
Ba bo a
Clé igo
Regula
da
Di¬
ina
P o idencia,
eja
o
Se maó
de
que
e a
pe i-
Çam
azmençam,&
com
o
eupa ece
o eme a
a
e a
^Icza.
Lisboa
1
o.
de
Se emb o
de
17
1
6
.
!P
e jden e.
Coíla.
Tc cy a.
Gal ao
.
(D.
Guedes.
CBN
-

CENSVRA
DO
MVTTO
REFERENDO
PADRE
2).
Jo eph
Ba
bo a
,
Clé igo
Regula
da
T)i na
T o i.
dencia
,
Cb oni a
da
Se enij ima
Caza
de
B agança^
SENHOR.
P
O
o dem
de
V.
Màge adc,
i
o
Se mão,
que
o
Pa¬
d e
F .
Ago inhode
San a
Ma ia,p egou
no
Con¬
en o
de
Cin a,no
Capi ulo
P o incial
da
íua
Religião,
8
c
naó
achando
nelle
couíà
alguma
con a
o e iço
de
V.
Mage ade,
me
pa ece
digno
da
licença
q
pede,
pa a
que
coníle
a
odos,
que
não
coíluma
al a
o
p êmio
às
i udes,
8
c
me ecimen os,
8
c
que
na
5
al aó
engenhos,
que
aybao
ponde a
com
ub ileza
eí as
my e io as
di -
poíiçóes
da
P o idencia.
Lisboa
na
Gaza
de
no a
Se-»
nho a
da
Di ina
P o idencia
11.
de
Se êb o
de
171
6
.
(D*
Jo eph
Bà bo c
.
Q
U
e
poíTaimp imi è
i las
as
licenças
do
San o
O icio,
8
c
O diná io,
8
c
depois
de
imp eíTo
o ¬
na á
á
Meza
pa a
e
con e i ,
8
c
axa ,
8
c
em
i íb
nao
co e á.
Lisboa
x
x,
de
Se emb o
de
171
6
.
£).
T e/íden e.
Coda
.
Pe ey à.
GalVdd.
'D.Guedesl
Pag,
7
.
Con i /i s
Dominus
e pexi
Te um.
Luc.
z
z
.
Lhou
o
Senho
pa a
Ped o.
Ií o,
que
o
E angelií a
S,
Lucas
diz
de
Ch iílo
a
e -
pey o
de
S.
Ped o,
P elado
de
oda
Ig eja,
digo
eu
ago a
de
ou o
Ped o
no amen e
eley o
P o incial
da
minha
ag ada
O ¬
dem
,
em
quem
Dcoo
ambém
poz
os
bllius.
O
ine mo oy
olha
Ch iílo
pa a
aquellc
Ped o,
que
exal allo
:
(
Di cipulum
benigno
in ui u
eIeVa
y
diz
o
Syl-
• ey a:
&
ambém
pondo
os
olhos
ne e
Ped o,
lhe.
deu
íiuma
g ande
exal açam,
pois
e
dignou
de
o
aze
P o¬
incial.
Ve dadey amen e
que
oda
a
San i lima
T in¬
dade
e
empenhou
em
ublima
ao
nolTo
Ped o,
a lim
como
e
empenhou
em
ublima
ao
ou o
Ped o
:
Omnes
* es
Te jon#
T ini a is
(
diz
o
jà
ci ado
Syl ey a
)
con-
ymiun
adTe um
dico andum.
Bem
íeyq
odas
as
acções
&dex a
p ocedem.de
oda
a
San i ima
T indade
(po -
S
u
e
e
m
odas
as
es
Di inas
PeíToas
e
achaameíma,
&
indi iíi
Ye
l
Omnipo ência
)
com
udo
o
pode
íe
a i-
8
Se mão
em
acçao
de
g a ai
bueao
Pay,
a abcdo ia
ao
Filho,
&
o
amo
ao
E pi i ó
San o
:
logo
ambém
po o
dize ,
que
cada
huma
das
Pcíloas
da
San ií i
ma
T indade,
hon ou
com
di e en e
dignidade
ao
noíTo
no o
P elado.
Senão
epa ay
bem
nos
es
luga es,
que
occupou.
O
p imey o
luga ,
que
occupouo
noíTo
Pad e,
oy
o
de
P ocu ado
ge al
dos
ca i os.
O
egundo
luga ,
oy
o
de
Vi icado
ge al
da
P o inda.
E
o
e cey o
luga ,
oy
o
de
Miniíi o
P o¬
incial.
O
luga
de
P ocu ado
dos
ca i os,
deu-lho
a
PeíToa
do
Filho,po q
o
Filho
oy
o
Redemp o
do
Mun¬
do.
O
luga
de
Viíi ado ,
deu-lho
a
PeíToa
do
E pi i ó
San o,a
quem
a
Ig eja
econhece
Vili ado :
Veni
c ea o
Spi i us
,
men es
uowmVi/i a.
Finalmen e,o
luga
de
Mi¬
niíi o
P o incial,
deu-lho
a
PeíToa
do
Pay;
po que
e-i
hon a
de
P o incial
anda
annexo
o
nome
de
Pay,do
Pa¬
d e
E e no
em
oda
a
pa e nidade,
aíhm
nos
Ceos,
co¬
mo
na
cn eHuj is eig a ia^diz
S
.
P
aulo]
kSiêgenua
mej
adTa em,èx
quo
omnis
pa emi as
in
Coelis
}
&
in
e a
nomina
-
u .
Aí im
ele ou
Deos
T ino
ao
noíTo
Pcd o,aííim
poá
nelle
os
olhos:
Co pe jus
(Domnius
e pexi
Te um.
Benigno
in ui u
ele a .
Admi á el
P elado,
emp ego
dos
Di inos
olhos!
Famo o
Ped o,
que
le ou
a
Deos
as
a ençoes!
T es
couías
Te
de em
aquicon ide a
(a
p imey a,
SC
a
egunda
eí ao
exp eílas
no
Tex o;
&
a
e cey a
íe
deduz
do
que
o
Tex o
e e e
)
Quem
olhouy
pa a
quem
olhou>
Sc
pa a
que
olhou,i o
he,a
que
im
olhou.Quem
olhou,
oy
Deos:
Ço íVe us
Dcminus
e pexi
.
Pa a
quem
olhou.
pelo
Capi ulo
P oVmciall'
^
oy
pa a
Ped o
:
%cjpexi
e miu
E
o
im,
pa a
que
e
o ¬
denou
e a
i a,
oy
o
bem
da
minha
Religião
;
pois
e -
pe amos
na
Piedade
Di ina,quc
po
meyo
do
no o
P e-
lado
3
h
ade
e a
P o incia
log a
muy as
elicidades.
E as
as
es
ba es, ob e
que
e
hade
unda
a
ab ica
do
Pa-
ne
gynco
•
endo e
nelle
a
excellencia
da
eleyçáo,
que
celeb amos,po
es
mo i os.
O
p imey o
he,po
quem
clegeo.
O
egundo
hc,
po
quem
oy
o
eley
o.
E
o
e -
Ce
y o,
pelo
im
da
eleyçao.
Fo ma am
e es
es
mo i¬
os
es
b e es
pon os
[
pois
não
me
deu
mais
luga
pa a
di co e ,
a
igilia
de.huma
nou e
]
Ve emos
no
p i¬
mey o
pon o.»
como
oy
g ande
a
eleyçao
do
noílo
P o¬
incial,
po que
oy
eleyçaó
de
Deos.
Ve emos
no
íè-
gundo
pon o,
como
oy
g ande
e a
eleyçao,
pela
in-
gula idadedoeley .
Ve emos
no
e cey o,
ôc
ul imo
pon o,
como
oy
g ande
e a
eleyção,
po que
o
eu
im,
he
a
noí a
u ilidade.
E àdi po o
o
aí ump o,
peçamos
a
g aça.
AVE
MA%IA
.
PRIMEYRO
PONTO.
P
R
i
m
ey amen e
:
Foy
g ande
a
eleyçao,
que
e ez
do
no o
P elado,
po que
Deos
o
elegeo,
pondo
elle
os
olhos
da
ua
Benignidade
:
y pexi .
E
o
me mo
°y
olha
pa a
o
noí o
Ped o,que
exal allo
-
.Benigno
in ui u
.
Tomou
Deos
muy o
po
ua
con a
a
eleyçao
do
^o o
Pad e,
pois
e
dignou
de
a o ece
e e
Capi ulo
B
com
1
6
Se mão
em
àcça i
deg a ns
Olhou
Deos
pa a
o
noíTo
Ped o,
&
como
olhou
pa i
a
Cabeça,
olhou
ambém
pa a
o
Co po
:
a endeo
pelo
bom
go e no
do
Cò po,
quem
deu
ao
Co po
huma
ao
íublime
Cabeça.
E
eíle
he
o
p imey o
mo i o,
po que
heg ande
a
eleyçao,
que
celeb amos:
e
Deos
o
que
ele-
geo
a
Ped o,
dignando
ede
pò
nelleos
olhos:
Conye us
$)ô ninu&
e pexi
Te um.
(Benigno
in ui u
eleVa
,
SEGUNDO
PONTO.
V
l
íles
quem
oy
o
eley o ,
ago a
e eis
o
eley o
;
q
ue
e e,he
o
egundo
mo i o
da
g ande a
daeleyção.
He
o
eley o,
o
M.
R.
P.
Meí e
F .Ped o
da
Cunha.
E
è
o
eley o
he
ao
g ande,como
naó
hade
e
ambém
g an-*
de
a
eleyção,
que
íè eZ
dclle
pa a
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P ela ía,
que
goza?
Naõ
cabem
nos
aígos
da
minha
penna
as
uas
p e oga-
i as,
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icam
upe ío es
aos
mayo es
encómi¬
os.
E ehumacou a
di icul o a
de
conhece
pela
ua
obe anía,
em
al
ez
a
conhece e
po
ou a,que
lhe
hc
emelhan e
:
bu quey
nas
Di inas
le as
alguma
eme-
Ihança
do
noíTo
Pad e,pa a
que
aí im
os
dc
mais
acih
men e
a
conhece
uas
excellencias.
Ven u oíàmen e
a
achey
no
li o
do
Deu o onomio.
Ou i
o a
aMoy és
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a
Gad,
ilho
de
Ja-
cob,
que
ne a
no á el
bençaõ
ha emos
deobíe a
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azoes
da
íemelhança.
Diz
pois
Moyíes
,
que
Gad
o a
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na
la gu a:
BmeàiSUis
in
U i udine
Gad.
de -

j
pelo
Capi ulo
T oVinc o/Z
-j
oeícançà a
como
leaó
iQua ileo
eqmeYi iÇz
m
eme '(
jum
a
aqui
a
Biblia
maxima)
aos
eus
inimigos:
Ho(les
uoi
non
nnens
.
Diz
mais
o
P o e a,
que
i a
Gad
o
eu
p in¬
cipado
:
E
Vidi
p incipa um
uum.
Que
aííi i a
com
os
*
mc
ipes
do
po o
:
Fui que
cum
Vmcipibus
populi
.
Finai-
ien ediz,
que
Deos
ize a
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lu i iam
(Dominus é-
C/
T
^
^
lm
e c
a
®*klia
R
e
gi
a
']
En emos
a
aplica
Eoy
ono lb
Re e endiílimo
Pad e,
qual
ou o
Gad
nas
elicidades,-po que
ea
Gadconcedeo
o
Senho
la *
S^ a
:
ambém
o
noíío
Pad e
ecebeo
de
Deos
la gu a
1X0
eu
go e no,
ex endendo- e
e e
de
íeis
mezes
a
es
annos:
depois
de
e eis
mezes
Vi i ado ,
paílouaíe
k
nn
°j-
P o
,
mcial
:
nunca
Í
a
mais
i upe ado
,
mas
í
m
bemdi o
de
odos
:
lencdiFlus
a
íauu dine
.
Se
Gad
de eançou
como
leão,
em
emo
dos
inimigos:
ambém
o
noíTo
Pad e,
em
emo
algum
de
con á ios
[
pois
e e
odas
as
pa cialidades
da
ua
pa e]
de cançou,chegando
ao
ul imo
deg áo
das
dignidades
da
P o íncia.
E
de£
cançou
como
leao;
po que
íè
o
leao
no
mayo
deícanço,
qualhe
o
do
omno,
con c aos
olhos
abe os:
aeíle
ge-
le oío
leao
[
que
omou
o
abalho
po
deícanço
]
ab i-
ao
os
olhos,
aíSm
a
g ande
expc iencia
de
an os
annos,
como
a
ua
con inua
igilância
:
Qua
ko
equieY
y
bo es
non
lmens
'
E
è,
como
Gad,
o
íèu
p incipado,
po q
e
J
c
d
i oíamen e
log ando
huma
dignidade
:
c
ao
p inci-
P
a
i;
Fidi que
p incipa um
(mm.
Se
Gad
aí iílio
com
qs
C
P íncipes
13
Sè mao
em
icàio
ckg aça
P íncipes
do
po o:
ambém
o
noilo
Re e cndií imo
aí i io,
nos
eus
p imey os
annos,
aos
noí os
Piincipes,
endo
MoçoFidalgodo
Se enií imo
Senho
Rey
D.Joao
o
IV.
Fui que
cum
P incipibus
populi.
Finalmen e
,
e2
Deos
.juíliça,
po que
deu
ao
noíToPàd e
a
hon a,que
e a
de ida
aos
eus
me ecimen os:
lujli iam
Dominus
eci .
Ainda
achamos
em,
Gad
mais
azoens
de
emclhança;
po que
e
Gad
oy
ilho
de
Jacob,
amo o
p ogeni o
de
my asT ibus
:
ambém
o
Senho
Tiií ão
da
Cunha,
pay
do
noíTo
P o incial, e e
a
di a
de
e
p ogeni o
glo-
ioío
de
cla iílimas
Famílias
;
nacendo
delle,
como
de
iüu e
amoda
dila ada
a o e
dos
Cunhas,
excellen i e
imos
uy os:
quaes
íam,
o
Senho
Conde
de
Pon e el,
o
Senho
Conde
de
Pa olide,
o
Senho
Conde
de
Valia-
da es
o
moço,
o
Senho
da
Azambuja,
Sc
ou os
aisy
que
não
e i o.
Se
Gad
e e
dous
ob ínhos
[que
o am
Fa ês,
&
Za àm,
ambos
ilhos
de
eui mSo
Judas
]
dos
quaes
Fa ês,
po
p imogêni o.
Le ou
o
mo gado
;
&
Za-
àm
oy
o nado
com
a
pu pu a
de
hum
li aay
que
e
lhe
a ou,
an es
de
nace
iIn
qua
eh le ix
VgaVi
cocánwn
5
ambém
o
no lb
Pad e
em
dous
ob ínhos
(
ilhos
de
hí
eu
i mão)
dos
quaes
o
p imeyio,
que
he
o
Senho
T i
iao
da
Cunha,
Conde
de
Pa olidc
,1
e ou
o
mo gado;
<S£
€>*
ecundo,
que
Keo
Senho
Níuno
da
Cunha, icou
com
com
a
Pu pu a
de
Ca dial
da
San a
Ig eja
Romana.
A
e as
g andes
pxeellencias
da
peííba
do
no lb
Re e-
íendi limo;.
!
Ê
Íd e
è
jun a-
ou a-excoílencia,
ambém
O
*
g ande.
pelo
Cúpi ulo
T oVmciaK
’
19
g ande
,
qual
he
a
do
nome.
Chama e
eíle
P elado
Pe¬
d o,
ôc
pa ece
que
nao
he
pequeno
inal
da uag andc-
e
hum
al
nome;
po que
e
a
mayo
g ande a
de
hum
P elado,
con iíle
na
igilância
do
go e no:
eíla
igilância
e
nos
inculca
no
celeb e
nome
de
Ped ojpo -
^ueo
me mohe e
Ped o,
que
igilan e.
Mandou
Ch iílo
no
Ho o
a
S.
Ped o,
que igiaíTe;
chegando
depois
a
elle,
como
o
achaíTe
do mindo,
0
cp ehendeo
deíla
o e
:
Simon
do mis
?
non
po ni h
un<
bo aVigiU el
Do mes
Simao?
nao
pudeílc
íe
que
i¬
gia
huma
ho a?
Nao
epa o
na
ep ehençaodeCh i-
o,
po que
Ped o
c a
P elado
:
&c
do mi
hum
P elado
aíbmno
íol o,
me ece
muy
è e a
ep ehençao.
Mo è
im
g ande
du ida,
chama
o
Senho
a
Ped o,
Simaó.
Se
eíle
Apoí olo
e
chama a
Simao,
oc
juu amen e
Pe¬
d o,
po que
lhe
não
dá
Ch iílo
o
nome
de
Ped o,
mas
im
o
nome
de
Simao
?
O a
na
me ma
culpa
de
Ped o
emos
a
uluçao
da
du ida.
Do mia
Ped o,
P elado
de
oda
a
Ig eja,
quando
inha,
po p ecey o
de
Ch iílo,
ob igação
de
igia :
Vigila é
.
E
P elado,
que
e
en ega
ao omno,
de endo
eíla
igilan e,
não
he
Ped o
,
íe à
nuy o
embo a
Simao;
po que
íè
ao
nome
de
Simao
íe
pode
uni
hum
de cuydo,
o
nome
de
Ped o
iemp e
in¬
culca
igilância
:
po iílò
Ch iílo,
quando
a gue
a
Ped o
dc
de cuydado,
nega-lhe
o
nome
de
Ped o,
dando-lhe
o
n
°
ne
de
Simao:
Simon
do mis
?
E
íc
o
nome
de
Ped o
inal
de
igilância,
emos
logo
hu
P elado
igilan e,
C
ij
po que
SehnaSein
7cçaõ
de
g aças
po qiie
lemos
hum
P elado,
chamado
Ped o.
Dehuma
ped a
diz
o
P o e a
Zacha ias,
que
inha
e e
olhos
:JSupe
lapidem
unum
ep em
ocuk.
Nao
em
me-
nos
olhos
o
noíTano o
P elado,
que
endo
ped a
em
o
nome,he
A gos
pela
mul idão
dos
olhos.
E
emos
iílo
o
íègundo
mo i o,
que
coníli ue
g ande
a
p e en e
eley-
çáo,
que
he
a
íingula idade
do
eley o:
e
Ped o,
em
que
Deos
poz
os
olhos,
e
Ped o
o
exal ado
pò
Deos
:
pêxi Ve um
.
íBegnino
m ui ú
eleVa .
TE
R
CE
Y
RO
PONTO,
S
E
g
u
e
e
ul imamen e
o
e cey o
mo i o
dag andeíi
deíla
eleyçáo,
queheo
bem
que
delia
e ul a
à
mi¬
nha
Religião
íag ada
j
po que
eíla
ace ada
eleyçao
nos
p ome ce elicidades.
A
mayo
elicidade
dos
mbdi os*
he
e em
hum
P elado,
que
lhe
adminiíl e
juíliça:
&
na
igualdade
dajuíliça
coníií e
a
e&idao
do
go e no.
He
aju liçahuma
i ude
co nmua:
lúíli
aco
mm
unis
eíl
i
-
‘
W5
>
diz
San o
Amb o io:
&
que
i ude
pode
hum
P e¬
lado
e ,
dc
mais
ag ado
da
ua
Communidade,
q
huma
i ude,
cujo
íe ,
hc
e
de
odos
?
Ven u oíõs
po
ce o
e
de em
chama
os
ubdi os
de
hum
P elado,
que
exe ¬
ci a
juíliça
j
po que
aonde
a
juíliça
aíliílc,
naõ
al am
as
elicidades:
(ao
as
elicidades
aman es
companhey as
da
juíliça.
/
:
c
Appa eceo
Deos
Senho
noí o
a
S.
Joao
E angdiíHi
com
eio
Capi ulo
T oVmcial,
n
íom
c e
e ellas
na
maò
di ey a
:
í abeba
in
dex e a
ua
ellas
ep m.
E
quemy e io
em
as
e ellas
po as
na
maõ
?
Po que
azao
não
occupao
ci as
e ellas
ou o
lu¬
ga
?
Po que
naoíe
enga aó,
como
luzidos
diaman es,
nos
muy os
diademas,
que
o nao
a
Di ina
cabeça:
In
cm
pi eejus
diadema a
mul a*.
E
que
mais
em
a
mão
di ey a
doqu
cae
(
q
Ue c
j
a
j
pa a
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h ono
de
e ellas?
Digo,
que
com
muy a
azão
e aò
as
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na
mão
di ey-
a
dc
Deos
*,
íênão
ou i
ao
P almií a
:
lu/íi ia
plena
eíl
dex e a
u.
A
oíTa
mao
di ey a
[
diz
Da id
a
Deos
]
c a
cheya
de
ju iça.
E
que
ep e en am
as
e ellas?
Todos
{abem
que
as
e ellas,
uiò
je ogli icos
das
elici¬
dades
5
pois
de
quem
log a
alguma
elicidade,
e
co uma
dize ,
que
em
e clla.
Eonde
a
ju iça
mo a,
azem
ambém
as
elicidades
eua len o.
Viooamado
E an-
geli a
huma
mao
chea
de
ju iça,
ou
huma
ju iça
de
mão
chea:
po
i lb io
ambém
huma
mão
chea
de
e¬
licidades,
po que
chea
de
e ellas;
Habeba
in
dex e n
(
ua
ledas ep em.
G andes
elicidades
nos
annuncia
e a
no a
eleycão;
pois
cípe amos
na
Di ina
Bondade
,
que
hade
o
noí o
P elado
ob a
emp e
muy
con o me
com
as
di ecções
ju iça
j
po que
óde à
o e
pode
ha e
paz
en e
os
ubdi os:
em
a
qual
não
ha
elicidade
pe ey a,
he
ã
a
l
oda
a
elicidade,
como
bem
no ou
o
Zule a:
Vacua
el -
qu.impax
non
imple
.
Dayme
òs
hü
P elado,
q
eja
x
gual
p
a a
os
ubdi os,q
eu
os
da cy
paz
en e
odos.

ii
Se mão
emacçao
de
g aças
De
odi s
as
e pecies
de
animaes
mandou
Deos
a
Noa
mc e na
A ca.
E
epa ou
hum
a
das
mais
dou as
pen-
nas
da
Religião
da
Di ina
P o idencia,
que
ha endo
en¬
e
muy os
daquelles
b u os
na u al
an epa ia,
i e lem
com
g ande
paz,
odo
o
empo,
que
du ou
o
uni e al
dilu io.
Tem
o
lobo
inimizade
com
a
o elha,
o
ele an¬
e
com
o
henoce o e,
o
aço
com
as
a es
pequenas,
ÔC
o
leao
com
odos
os
animaes:
&
com
udo
i lo,na
A ca
de
Noè,
nem
o
lobo
mo dia
a
o elha,
nem
o
ele an e
o -
endia
ao
henoce o e,
ne
o
aço
pe íeguia
asa e inhas,
nem
oleaõ
mal a a a
aos
ou os
animaes:
Ob e Va ione
dignam
e l
ma ca
animâlia
conco diam,&
uni a em
e VaV- /p,
qi c
bi
inVicem
olen
e je
in eUa
;
nam
in
a ca
po i a
i am
po
*
Jue un ypo ue m
hojhlem
animam
:
No a ino.
E
como
a »
um
?
Como
íè
COli e ao
amigos,
inimigos
ão
decla a-*
dos
?
Como
ab ação
a
paz,
os
que
i e ão
íè np e
ena
gue a
?
Da
me ma
A ca
de
Noè
i o,a
meu
e ,
a
azão.
Mandou
Deos
a
Noè,
que
ab ica le
huma
a ca
dc
paos
quad ados,
como
lê
o
G ego:
Fac
ibi
a cam
delignis
qua*
d a is.
Os
paos
quad ados,
ião
iguaes
pa a
odas
as
pa ¬
es
:
ô
nhuma
A ca,
em
que
udo
heigualdade,
q
muy-
o
he
ob e a e
an a
paz
?
E a
a
A ca
de
Noè
igu a
de
hum
Clau o
MonaíKco
:
onde
nos
paos
iguaes,
de
que
íe
compunha,
è
ep eíèn a am
os
P elados
iguaes
pa a
os
Íubdi os:
Cajus
^ ^la i[[
a
5
pala as
do
dou iíli no
Syl ei a,
allando
da
Ig eja
Ca holica)
Cajus
xla i,
»
Igna,
dcben
ejje
quad a a
3
cqnali
nen a a
ad
omnes/uip
a -
pelo
Capi ulo
oYmcUL
2
3
*
es
>aiomhisqüe
ui
ubdi os.
Que
iihpo a
pois
ha e
em
humaClau u a, ubdi os
como
leões
de a ados,
ubdi os
ay o os
como
lobos,
ubdi os
ombudos
como
ele an-
ubdi os
impacien es
como
aço es-,
e
com
a
igual¬
dade
do
P elado,
e
ab anda
a
u ia
dos
leões, e
ence
a
a
y a
dos
lobos,
e
mi iga
a
payxão
dos
ele an es,
&
oce*
§
a
a
impaciência
dos
aço es?
Po que
he
a
igualdade
da
ju içaomelho meyo,dequehum
P elado
pode
u a ,
pa a
con e a
a
paz
en e
os
ubdi os.
P ome e-noseílano aeleyçao
a
elicidade
da
paz,
po que
emos
hum
P elado
muy o
igual
pa a
odos.
Na
igualdade,
com
q
o
b ou
em
Vi i ado ,
moíl ou
a
igual¬
dade,
com
que
ago a
hade
p ocede
em
P o incial.
&
F
oy
a
ju iça
daquclles
eis
mezes,
di
ípo içâo
pa a
a
ju içai
ha emos
de
admi a
neí es
es
annos.
E
enho
mo a-
do
os
es
mo i os,
po que
oy
g ande
a
eleyçaõ,
que
e
ez
do
no To
Pad e
pa a
Minií o
P o incial.
O
p imey-
o,
po
e
Deos,
quem
o
elegeo.
O
egundo,
po
e
aõ
ingula
o
eleyco.
E
o
e cey o,
po
e a
nolía
u ilidade,
0
im
da
di a
elcyçâo.
O
que
uppo o,
endemos
a
Deos
as
g aças
po
aõ
g ande
bene icio;
pois
nãohe
pequeno
a o
de
Deos, e
bom
P elado.
E
ós,íobe ano
Senho ,
H
o
s
digna es
de
po
os
olhos
no
no To
amabilií imo
^
e
d o
iConVe /us
^Dominus
e/pexi
Ve um
:
ele ando-o,
Co
m
uni e íal
aplau o,
a
am
al a
dignidade
:
S
gnino
in-
l
*i n
e
i
e
^
a
.
day-lhe
g aça
pa a
os
ace os,
com
que,edi i-
c
a
n
do
aos
ubdi os,me eça
a
Glo ia:
Ad
quam
3
&
c.
F
I
M.
,i
!
:
0
3
.
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i ':.z-J
••